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Alergia Alimentar
Alergia
Alimentar
Definição
Definição

O termo “alergia alimentar” refere-se a respostas adversas a alimentos mediadas por mecanismos

imunológicos, ocorrem após o consumo

de um alimento particular e causam

mudanças funcionais nos órgãos alvo. O

termo hipersensibilidade alimentar

também pode ser empregado a essas

reações moderadas imunologicamente

(MAHAN & ESCOTT-STUMP, 1998).

Reações alérgicas
Reações alérgicas

Reações

alérgicas

são respostas

incomuns do sistema imunológico e representam uma reatividade e um

antígeno alterado. Os antígenos envolvidos nas reações alérgicas são denominados alérgenos (PORTERO,

2001).

Reações Adversas aos Alimentos

Resposta Imunológica à proteínas dos alimentos ou à aditivos

alimentares
alimentares
REAÇÕES ADVERSAS NÃO TÓXICAS TÓXICAS Toxina Bacteriana IMUNES Efeitos Farmacológicos Alergia NÃO – IMUNES Intolerância à
REAÇÕES ADVERSAS
NÃO TÓXICAS
TÓXICAS
Toxina Bacteriana
IMUNES
Efeitos Farmacológicos
Alergia
NÃO – IMUNES
Intolerância à
Lactose
Alimentar
IgE
Não IgE
• Reações Mediadas por IgE:
Reações Mediadas por IgE:

Sensibilização à alérgenos alimentares com formação de

anticorpos específicos de classe IgE, que se fixam a

receptores de mastócitos e basófilos. Contatos subseqüentes

com alimentos e sua ligação com duas moléculas de IgE

próximas determinam a liberação de mediadores vasoativos, que induzem às manifestações de hipersensibilidade imediata, tais como cutâneas, gastrointestinais, respiratórias e reações sistêmicas (SOLÉ et. al., 2008).

• Reações não Mediadas por IgE:
Reações não Mediadas por IgE:

As reações desse grupo não são imediatas, são às citotóxicas (trombocitepenia por ingestão de leite de vaca poucas evidências), reações por imunocomplexos e

finalmtente aquelas envolvendo a hipersensibilidade por células (SOLÉ et. al., 2008).

Alimentos Alergênicos
Alimentos Alergênicos
Os alérgenos alimentares mais comuns são alimentos consumidos com conteúdo alto de proteína, especialmente de origem
Os
alérgenos alimentares mais comuns são alimentos
consumidos com conteúdo alto de proteína, especialmente de
origem vegetal ou marinha (MAHAN & ESCOTT-STUMP, 1998).
Para
que
ocorra
uma
reação
alérgica
a
um
determinado

alimento, proteínas ou outras moléculas grandes dos

alimentos (antígenos, alérgenos) devem ser absorvidos pelo trato gastrointestinal, interagir com o sistema imunológico e

produzir uma resposta.

Sob condições normais, o TGI e o sistema imunológico fornecem

uma barreira que impede a absorção da maioria das proteínas

íntegras. Quando esta barreira falha, a sensibilização alérgica

pode ocorrer e a reexposição produz uma reação alérgica

(MAHAN & ESCOTT-STUMP, 1998).

Alimentos com alta Alerginidade
Alimentos com alta
Alerginidade

Avelã; Amendoim, Castanha do pará; Soja; Chocolate; Corantes sintéticos; Trigo; Peixe;

Moluscos (mariscos e ostras); Ovo (principalmente a clara); Alimentos com aditivos; Camarão e crustáceos; Carne de porco; Leite e derivados.

Lista de Alérgenos (Codex + FDA)
Lista de Alérgenos
(Codex + FDA)

Aipo; Cereais contendo glúten; Crustáceos; Ovos; Peixes; Leite e derivados (com lactose); Mostarda; Castanhas; Amendoim; Gergelim; Soja; Sulfitos (reações em asmáticos).

Reatividade Cruzada entre Alimentos
Reatividade Cruzada entre Alimentos

A tabela mostra exemplos de alérgenos com similaridade

de seqüências protéicas e conseqüente risco de reações

cruzadas.

Alérgeno

De reação cruzada com:

Amendoim

Ervilha, lentilha, feijão, soja

Nozes

Castanha do Pará, avelã

Salmão

Peixe-espada, linguado

Camarão

Caranguejo, logasta

Trigo

Centeio, cevada

Leite de vaca

Carne (bovina), leite de cabra

Pólen

Maçã, pêssego, melão

Latex

Kiwi, banana, abacate

Adaptado de: SOLÉ et. Al., 2008. 68p.

Epidemiologia - Brasil
Epidemiologia - Brasil

Dos adultos 1% tem alergia à aditivos alimentares, sendo os principais: sulfitos (asma), glutamato monossódico e tartrazina

(urticáira);

Alergia ao leite de vaca, ovo, trigo e soja desaparecem na infância;

Alergia à amendoim, nozes, frutos do mar que podem ser mais duradouras e algumas

vezes por toda vida (SOLÉ et. al., 2008).

Epidemiologia - FDA
Epidemiologia - FDA

Aproximadamente 2% do adultos e 5% dos lactentes e crianças sofrem de alergias

alimentares;

O grupos de alimentos, representado por leite, peixe, crustáceo crustáceos, as nozes, amendoins,

trigo e soja representam 90% das alergias

alimentares;

A cada ano, cerca de 30 mil indivíduos necessitam de emergência e sala tratamento e 150 indivíduos

morrem porque de reações alérgicas aos

alimentos;

Manifestações Clínicas
Manifestações Clínicas

Cutâneas: Eczema, angiodema, eritema, prurido, rash, urticária, dermatite; TGI: Dor abdominal,náusea, vômito, diarréia, sangramento gastrintestinal, enteropatia com perda protéica, prurido oral e faríngeo; SR: Rinite, asma, tosse, aperto précordial; SNC: Alterações no comportamento, cefaléia, neuropatia; CV: Anafilaxia, taquicardia, arritimia, palpitação; Anafilaxia sistêmica; Hiperatividade: não relacionada a aditivos químicos.

Patogenia/Fisiopatologia
Patogenia/Fisiopatologia

Com o tempo perde a característica de sazonalidade.

Na seqüência temos esquema de como ocorre a reação alérgica.

Exposição ao Alérgeno

 
Processamento e apresentação aos linf. B Produção de IgE específicos Reexposição ao Ag

Processamento e apresentação aos linf. B

 
Processamento e apresentação aos linf. B Produção de IgE específicos Reexposição ao Ag
   

Produção de IgE específicos

 
 
Processamento e apresentação aos linf. B Produção de IgE específicos Reexposição ao Ag

Reexposição ao Ag

 
Processamento e apresentação aos linf. B Produção de IgE específicos Reexposição ao Ag

Degranulação de mastócitos

Exposição ao Alérgeno Processamento e apresentação aos linf. B Produção de IgE específicos Reexposição ao Ag

Liberação de histamina, leucotrienos,

PGs, etc.

Imagem Reações Alérgicas

Imagem Reações Alérgicas

Diagnóstico

PECKENPAUGH (1997) disse que é imperativo que os

testes clínicos adequados sejam conduzidos antes que seja implementada uma dieta de restrições. De acordo com VANNUCCHI e MARCHINI (2007), são três os pontos fundamentais:

1. Suspeita diagnóstica de acordo com as manifestações clínicas obtidas em detalha anamnese e exame físico;

2. Realização da dieta de eliminação dos alimentos suspeitos visando a plena recuperação clínica do

paciente, ou seja, desaparecimento das manifestações

clínicas de alergia alimentar;

3. Teste de desencadeamento das manifestações clínicas positivo confirmando o diagnóstico de alergia

alimentar.

Prevenção
Prevenção

Predizer crianças de rico;

Demonstrar efetividade da intervenção;

Utilizar intervenções aceitáveis ;

Minimizar efeitos adversos avaliar custos- efetividade;

Aleitamento materno exclusivo até o 6° mês e total até 1 anos, segundo Sociedade

Brasileira de Pediatria.

Tratamento
Tratamento

Retirar um ou mais alimentos gradativamente;

Evitar outras proteínas alergênicas (reatividade cruzada);

Dieta básica com alimentos hipoalergênicos;

Fármacos Anti-histamínicos ou até emprego de adrenalina, probióticos (estudos

recentes).

Intolerância x Alergia Alimentar
Intolerância x Alergia Alimentar

Alergia: Quando se fala em alergia alimentar estão referindo às proteínas do alimento

Intolerância x Alergia Alimentar Alergia : Quando se fala em alergia alimentar estão referindo às proteínas

Exemplo: As proteínas do leite de vaca, que são:

caseína e betalactoglobulina.

Intolerância: Quando se fala de intolerância alimentar, estão se referindo aos açúcares dos alimentos.

Intolerância x Alergia Alimentar Alergia : Quando se fala em alergia alimentar estão referindo às proteínas

Exemplo: No caso do leite de vaca, o açúcar importante é a lactose e, portanto, chamamos de Intolerância à

lactose e não, alergia à lactose.

Não existe alergia à lactose, pois, sendo um açúcar, a lactose não apresenta Alergenidade.
Não existe alergia à lactose, pois, sendo um
açúcar, a lactose não apresenta
Alergenidade.
A Intolerância à Lactose não é uma alergia alimentar. Torna-se importante esta diferenciação, pois a orientação
A Intolerância à Lactose não é uma alergia alimentar.
Torna-se importante esta diferenciação, pois a
orientação nutricional é distinta.
Intolerância à Lactose:
Intolerância à
Lactose:

Não envolvem resposta Imunológica;

Não causam risco à vida;

Podem iniciar em qualquer idade;

Base biológica (falta de enzimas digestivas) ou

psicilógica;

Alergia ao Leite de vaca:
Alergia ao Leite de
vaca:

Envolvem resposta Imunológica;

Causam risco à vida;

Início durante a infância;

A Intolerância à Lactose não é uma alergia alimentar. Torna-se importante esta diferenciação, pois a orientação

Exemplo:

Exemplo: Uma pessoa com alergia a leite pode se tornar seriamente doente com qualquer traço de

Uma pessoa com alergia a leite pode se tornar seriamente doente

com qualquer traço de leite enquanto que uma pessoa com intolerância à lactose pode ser capaz de tolerar pequenas quantidades de leite ou

Exemplo: Uma pessoa com alergia a leite pode se tornar seriamente doente com qualquer traço de
Exemplo: Uma pessoa com alergia a leite pode se tornar seriamente doente com qualquer traço de

formas de leite com baixo teor de

lactose, como iogurte e queijo.

Intolerância à lactose
Intolerância à lactose

A má absorção da lactose, o açúcar de todos os leites de

mamífero

devido

a

insuficiência

da

enzima

dissacarídase

lactase,

encontrada

em

maior

quantidade

na

membrana

externa

da

célula

da

mucosa jejunal.

O grau de insuficiência de lactase varia nos indivíduos.

Com mais freqüência, os problemas ocorrem em crianças após um ano de idade e em adolescentes
Com mais freqüência, os problemas ocorrem em
crianças após um ano de idade e em
adolescentes e adultos descendentes de
asiáticos ou africanos.
Alergia à proteína do leite de vaca
Alergia à proteína do leite de vaca

Individuo com alergia as proteínas do leite:

Caseína

Betalactoglobulina

Nas proteínas do

leite existem mais

de

30 sítios

alergênicos, que podem causar problemas.

O que ocorre na alergia é a produção de grandes quantidades de imunoglobulinas contra os sítios

alergênicos, causando reações as mais diversas.

Alergia à soja

A soja é uma leguminosa constituída por grande quantidade de

proteína.

Sua proteína classificadas em três categorias:

Proteínas do metabolismo

Proteínas estruturais

Proteínas de estoque que, embora sejam encontradas em altas concentrações, não possuem atividade biológica. (85% -

todas são globulinas)

A

glicininas

é

a

mais

associada

a

alergia

alimentar,

pois

apresenta a maior capacidade de ligação com IgE. (SILVA &

MURA, 2007)

O processamento da soja, principalmente a cocção, pode reduzir

o seu potencial alergênico, todavia, mantém importante

ligação com a IgE, não sendo indicado seu consumo por

pessoas alérgicas (SILVA & MURA, 2007).

Alergia ao Trigo
Alergia ao Trigo

O pão de trigo e outros produtos feitos a base de cereal de

trigo ou farinha fazem parte dos hábitos alimentares do

povo, por isso o indivíduo alérgico ao trigo sofre muitas

restrições a sua dieta.

O pão de centeio, contém uma certa quantidade de farinha de trigo;

Geralmente todos os pães, panquecas, massas e biscoitos

são feitos integral ou parcialmente de farinha de

trigo(contém glúten).

Os caldos grossos, sopas-cremes e molhos devem ser

evitados, a menos que sejam espessados com amido de

milho ou arroz.

Mesmo os pratos de carne, tais como pastelão, bife hambúrguer, molho à

bolonhesa e salsicha podem conter farinha de

trigo ou pão.

Todas as bebidas maltadas devem ser evitadas pelos indivíduos sensíveis ao trigo.

(ANDERSON, 1998)

A proteína do glúten representa 80% das proteínas totais dos grãos.
A proteína do glúten representa 80% das
proteínas totais
dos grãos.

Para pacientes alérgicos somente ao trigo, não se

aplicam as restrições à farinha de centeio e aveia,

mas existe um guia prático, uma listagem para

assegurar a eliminação de todos os produtos derivados de trigo da dieta (MAHAN & ESCOTT-STUMP,

1998).

A concentração de proteína no grãos do trigo esta em

torno de 12%, entretanto as características genéticas

e o meio ambiente exercem forte influencia sobre

essa concentração.

É composto por proteínas de reserva (glúten) e

proteínas solúveis em solução salinas, que são as globulinas e as albuminas (SILVA & MURA, 2007).

Alergia ao Ovo
Alergia ao Ovo

O ovo é um alimento rico em proteína e a sua

composição varia de acordo com o tipo de animal,

raça e alimentação consumida. O ovo da galinha é

composto por gema (27 a 32%) e por clara (56 a

61%). A gema possui a proteína α-livitina, não

sendo freqüentemente associado a alergia

alimentar (SILVA & MURA, 2007).

O paciente que for alérgico ao ovo deve investigar cuidadosamente todos os produtos comerciais

antes de consumi-los:

O

de fermento usado

nas preparações de

massas pode conter clara de ovo desidratada;

Na preparação de bebidas espumantes.

Na

maioria

das

sobremesas

(bolos,

doces,

massas, pudins, sorvetes) (ANDERSON, 1998).

Esses pacientes também podem ser alérgicos a carne de frango, que deve ser então retirada da
Esses pacientes também podem ser alérgicos a
carne de frango, que deve ser então retirada da
dieta. (ANDERSON, 1998)
Alergia do amendoim
Alergia do amendoim

O amendoim é um alimento com grande potencial

alérgico, sendo bastante relacionado à ocorrência de reações anafiláticas (SILVA & MURA, 2007).

O processo térmico modifica a estrutura química da

proteína.

Os diferentes tipos de calor, temperatura e tempo do método aplicado no preparo da amendoim,

alteram a forma significativa sua alergenicidade (SILVA & MURA, 2007)

Alergia ao peixe/crustáceo
Alergia ao peixe/crustáceo

A alergia a peixe é descrita tanto em crianças quanto

em adultos.

As manifestações clinicas são IgE-mediadas, podendo

variar de urticária, angioedema até anafilaxia (SILVA & MURA, 2007).

Atenção especial se deve ao diagnostico diferencial

entre alergia alimente e intoxicação alimentar apos ingestão de peixes e/ou crustáceos, pois algumas

espécies de peixes apresentam elevado teor de

histamina, resistentes a tratamento térmico.

Esse fato pode desencadear sintomatologia

similar a reações observadas em casos de

alergia alimentar (MAHAN & ESCOTT-STUMP,

1998).

Os crustáceos, em especial o camarão, também

estão associados a alergia alimentar. Pacientes alérgicos a camarão apresentam

risco de 75% de apresentar manifestações

clinicas após ingestão de lagosta e siri, devido

a reatividade cruzada entre suas proteínas(SILVA & MURA, 2007).

Aditivos Alimentares
Aditivos Alimentares
Aditivos Alimentares
Aditivo de alimento é qualquer substância ou mistura de substâncias dotadas ou não de poder alimentício,

Aditivo de alimento é qualquer substância ou mistura de substâncias dotadas ou não de poder alimentício, adicionadas ao alimento com finalidade de conferir ou intensificar suas propriedades organolépticas,

Aditivo de alimento é qualquer substância ou mistura de substâncias dotadas ou não de poder alimentício,

modificar seu aspecto geral ou prevenir alterações

indesejáveis (MIDIO & MARTINS, 2000).

Algumas reações adversas podem ser desencadeadas

por alimentos industrializados. Parte considerável

dessas reações adversas são decorrentes de

aditivos presentes nesses alimentos, sobretudo

corantes e conservantes (OLIVEIRA et. al. 2006).

Razões para utilização de aditivos em alimentos
Razões para utilização de
aditivos em alimentos

Para manter a consistência do produto;

Para manter ou melhorar o valor nutricional;

Para manter o sabor;

Razões para utilização de aditivos em alimentos • Para manter a consistência do produto; • Para

Para aumentar a maciez ou controlar o pH;

Para melhorar sabor ou cor.

Manifestações Clínicas Associadas aos Aditivos Alimentares
Manifestações Clínicas Associadas aos
Aditivos Alimentares

Angioedema;

Dermatite;

Eczema;

Prurido;

Rash;

Manifestações Clínicas Associadas aos Aditivos Alimentares • • • • • • • • • Angioedema;

Urticária; Dor abdominal;

Náusea;

Palpitação;

Manifestações Clínicas Associadas aos Aditivos Alimentares • • • • • • • • • Angioedema;

Edema na língua;

Edema na glote; Asma;

Tosse;

Rinite;

Manifestações Clínicas Associadas aos Aditivos Alimentares • • • • • • • • • Angioedema;

Anafixia;

Cefaléia;

Neuropatia;

Arritimia; Entre outros.

Manifestações Clínicas Associadas aos Aditivos Alimentares • • • • • • • • • Angioedema;
Problemas Causados Pelos Aditivos
Problemas Causados Pelos Aditivos
ADITIVO PROBLEMA CAUSADO Fosfolipídeos Colesterol e arteriosclerose Aromatizantes Alergias, crescimento retardado e câncer Sacarina Nitritos e
ADITIVO
PROBLEMA CAUSADO
Fosfolipídeos
Colesterol e arteriosclerose
Aromatizantes
Alergias, crescimento
retardado e câncer
Sacarina
Nitritos e nitratos
Acido benzóico,
polissorbados e
Câncer
Câncer no estômago e esôfago
Alergias e distúrbios
gastrointestinais
umectantes
Ácido fosfórico
Dióxido de enxofre
Cálculo na bexiga
Redução do nível de vitamina
B1 e mutações genéticas
ADITIVO PROBLEMA CAUSADO Corantes Anemia, alergias e toxicidade sobre fetos, podendo nascer crianças com malformações Ácido
ADITIVO
PROBLEMA CAUSADO
Corantes
Anemia, alergias e toxicidade
sobre fetos, podendo nascer
crianças com malformações
Ácido acético
Cirrose hepática, descalcificação
de ossos
BHT e BHA
Tóxicos aos rins e fígado, e
interfere na reprodução
EDTA
Anemia e descalcificação
Caramelo
Convulsões quando preparado
em desacordo
Corantes envolvidos em reações alérgicas
Corantes envolvidos em reações
alérgicas
Corantes envolvidos em reações alérgicas • Amarelo créspulo; • Azul brilhante; • Amaranto (Vermelho Bordeaux); •

Amarelo créspulo;

Azul brilhante;

Amaranto (Vermelho Bordeaux);

Indigotina (azul escuro);

Ponceau 4R;

Tartrazina

Corantes envolvidos em reações alérgicas • Amarelo créspulo; • Azul brilhante; • Amaranto (Vermelho Bordeaux); •

esta por sua vez causa reações alérgicas

em pessoas sensíveis à tartrazina, como a asma, bronquite e urticária.

Produtos Típicos onde Encontram- se estes Corantes • Alimentos processados a base de cereais; • Balas,

Produtos Típicos onde Encontram- se estes Corantes

Produtos Típicos onde Encontram- se estes Corantes • Alimentos processados a base de cereais; • Balas,

Alimentos processados a base de cereais; Balas, caramelos e similares, cerejas em calda (somente para reconstituição da

cor);

Coberturas e xaropes para gelados comestíveis e sobremesas, gelados comestíveis, geléia de cereja, gomas de

mascar, iogurtes aromatizados, leites

aromatizados (CALIL & AGUIAR, 1999).

Leites fermentados aromatizados;

Leites gelificados aromatizados, licores,

preparados líquidos ou sólidos para refrescos e

refrigerantes;

• Leites fermentados aromatizados; • Leites gelificados aromatizados, licores, preparados líquidos ou sólidos para refrescos e

Produtos de frutas, cereais, legumes e outros ingredientes para uso em iogurtes, queijos tipo petit-suisse e similares, queijos (fuccina ou magenta somente na crosta dos tipos consagrados);

• Leites fermentados aromatizados; • Leites gelificados aromatizados, licores, preparados líquidos ou sólidos para refrescos e
• Leites fermentados aromatizados; • Leites gelificados aromatizados, licores, preparados líquidos ou sólidos para refrescos e

Recheios de bombons e similares (CALIL & AGUIAR, 1999).

Recheios de chocolates;

Recheios e revestimentos de produtos de confeitaria, biscoitos e similares (com exceção dos recheios de cremes com ovos);

Refrescos e refrigerantes, sobremesas e pós para sobremesas de gelatinas, flans, pudins e similares, xaropes para

refrescos (CALIL & AGUIAR, 1999).

Sulfetos/Sulfitos

Sulfetos/Sulfitos Tipos Sulfeto de sódio Sulfeto de potássio Metabissulfeto de sódio Metabissulfeto de potássio Bissulfeto de
Tipos
Tipos

Sulfeto de sódio Sulfeto de potássio

Metabissulfeto de sódio

Metabissulfeto de potássio

Bissulfeto de sódio

Bissulfeto de potássio Dióxido sulfuroso

Alimentos relacionados
Alimentos relacionados

Camarão, muitos alimentos processados - abacate, batatas

instantâneas, frutas secas, vegetais, sucos acidíferos, vinho e

cerveja.

Sintomas
Sintomas

Asma aguda, anafilaxia, perda de consciência.

Sintomas Asma aguda, anafilaxia, perda de consciência. *Glutamato monossódico faz parte desta classe,muito comum em pratos

*Glutamato monossódico faz parte desta classe,muito comum em pratos chineses e japoneses, causando reações adversas.

Sintomas Asma aguda, anafilaxia, perda de consciência. *Glutamato monossódico faz parte desta classe,muito comum em pratos

“Síndrome do restaurante chinês’’, cefaléia, tensão

na face, transpiração, dor no peito e tontura.

Efeitos colaterais negativos também aparecem em algumas pessoas quando ingerido em grandes quantidades e, em alguns asmáticos.

Dicas para evitar Alimentos com Aditivos
Dicas para evitar Alimentos
com Aditivos
Dicas para evitar Alimentos com Aditivos • Preferir o consumo de sucos naturais ao invés de
Dicas para evitar Alimentos com Aditivos • Preferir o consumo de sucos naturais ao invés de

Preferir o consumo de sucos naturais ao invés de refrescos: além de mais baratos, são muito mais

nutritivos, por conterem várias vitaminas e minerais que os produtos prontos não possuem, além de outros

nutrientes;

Dicas para evitar Alimentos com Aditivos • Preferir o consumo de sucos naturais ao invés de

Preparar gelatina em casa: misturar a gelatina em pó sem sabor a sucos de frutas naturais e açúcar (adoçante no caso de diabéticos), se necessário;

• Evitar refrigerantes ; deixar para consumi-los nos finais de semana, dando preferência aos refrigerantes àg o dos aditivos alimentares. Disponível em: http://www.hipertensaoarterial.com.br/nutricao.html " id="pdf-obj-45-2" src="pdf-obj-45-2.jpg">

Evitar refrigerantes; deixar para consumi-los nos finais de semana, dando preferência aos refrigerantes à base de limão;

• Evitar refrigerantes ; deixar para consumi-los nos finais de semana, dando preferência aos refrigerantes àg o dos aditivos alimentares. Disponível em: http://www.hipertensaoarterial.com.br/nutricao.html " id="pdf-obj-45-9" src="pdf-obj-45-9.jpg">

Preferir biscoitos sem recheio;

Preparar iogurte em casa e bater no liquidificador com morangos (ou outra fruta, como

pêssego);

no caso de compra do iogurte

• Evitar refrigerantes ; deixar para consumi-los nos finais de semana, dando preferência aos refrigerantes àg o dos aditivos alimentares. Disponível em: http://www.hipertensaoarterial.com.br/nutricao.html " id="pdf-obj-45-25" src="pdf-obj-45-25.jpg">

pronto, procurar ler no rótulo se o corante é natural. O iogurte caseiro é muito mais nutritivo e saudável, além de mais econômico

(FERRAZ, 2007).

FERRAZ, L. O perigo dos aditivos alimentares. Disponível em:

Rotulagem dos alimentos
Rotulagem dos alimentos

Codex Alimentarius de 1999: obrigatória notificação de ingredientes que tivessem

representação 25% no produto final;

European Food Labelling Directive 2000/ 13/ EC (European Comission):

“Todos os componentes de alimentos devem ser identificados pelo consumidor”
“Todos os componentes de alimentos devem ser
identificados pelo consumidor”
Existe lista dos principais alérgenos no Codex (1999) e FDA (2001).
Existe lista dos principais alérgenos no Codex
(1999) e FDA (2001).
Outras Doenças Relacionadas à Ingestão de Alimentos
Outras Doenças Relacionadas
à Ingestão de Alimentos

Além da intolerância à lactose, vista anteriormente existem, ainda as seguintes doenças:

Doença Celíaca; Fenilcetonúria; Intolerância à frutose.

Conclusão

A partir do estudo conclui-se que os alimentos, em

sua grande maioria, podem ser causa de doença por motivo de falta de uma enzima digestiva,

falha no metabolismo ou, conforme discutido no

trabalho, por meio alergia a proteína específica de um dado alimento.

Para aplicar o tratamento adequado, seja ele medicamentoso ou por meio e dieta alimentar,

seu diagnóstico deve ser minucioso, deve esclarecer à qual alimento o paciente tem alergia.

Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II
Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II

Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II

Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II
Colaboradoras:
Colaboradoras:
Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II Colaboradoras: Bruna Bettin Débora Nunes Elaine Silva Lucyana Marin

Bruna Bettin Débora Nunes Elaine Silva Lucyana Marin Silvana Sales Thais Licca

Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II Colaboradoras: Bruna Bettin Débora Nunes Elaine Silva Lucyana Marin
Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II Colaboradoras: Bruna Bettin Débora Nunes Elaine Silva Lucyana Marin
Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II Colaboradoras: Bruna Bettin Débora Nunes Elaine Silva Lucyana Marin
Trabalho apresentado à Disciplina de Dietoterapia II Colaboradoras: Bruna Bettin Débora Nunes Elaine Silva Lucyana Marin
Obrigada !!!
Obrigada !!!