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ALMANAQUE DE

DINÂMICAS
01. Meus sentimentos
Objetivo: apresentação e entrosamento
Material: papel, lápis de cor.
Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.
Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.
Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem,
mostrando o seu desenho explicado-o.
O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.
Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.
Palavra de Deus: Fl. 1,3-11 SL 6.

02. Mancha ou ponto


Objetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.
Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do
seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 51

03. Identificação Pessoal com a Natureza


Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete:
Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma
prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25

04. Quem sou eu ???


Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31 Sl 139

05. O outro Lado


Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.
Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).
O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita
atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.
A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível
e mais eficiente.
Repete-se a ordem várias vezes.
O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo
que haja silêncio.
NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa
cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos
outros, tendo incluindo todos na travessia.
Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:
- Como cada um se sentiu?
- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
- Quem ais correu ou empurrou?
- De que forma as lideranças foram se manifestando???
- Houve desistência no meio do caminho?
- Surgiram animadores???
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27 Sl 133

06. Espelho
Objetivo: Partilha dos sentimentos.
Desenvolvimento: O ambiente deve ser silencioso.
Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, aquém gostaria da atenção em todos os momentos,
alguém que se ama de verdade, que merece todo cuidado.
Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos eu os tornam tão amada.
(Deixar tempo para interiorização).
Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.
Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. Depois se faz a
partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um.
Palavra de Deus: Lc 12.1-3 Sl 131

07. Números
Objetivos: Conhecimentos Pessoais.
Material: Cartões com números diferentes.
Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém.
Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha.
Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro).
Palavra de Deus: Lc 15.3-7 Sl 8.

08. Construção de uma cidade


Objetivos: reflexão sobre a realidade.
Material: Fichas com nomes de profissões.
Desenvolvimento: Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarna-la.
Por um instante analisar a importância daquela profissão. Depois da interiorização deve dizer. Vamos viajar porque
aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).
Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.
O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas.
Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.
Palavra de Deus: Mt 7,26-27 Sl 127

09. Sensações de vida ou morte


Objetivo: analisar a pratica e revisão de vida.
Material: duas velas uma nova e outra velha.
Desenvolvimento: grupo em círculo e ambiente escuro.
Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer...(a vela gasta,
acesa, vai passando de mão em mão).
Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se o ambiente. A vela passa de mão em mão e cada um completa a
frase: Eu..., tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é ...
Analisar a dinâmica e os sentimentos.
Palavra de Deus: Mt 6,19-24 Sl 1.

10. Perfume – Rosa e bomba.


Objetivo: celebração penitencial e compromisso.
Material: não há material, usar a imaginação.
Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.
Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o perfume, a rosa e a bomba.
Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado.
Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.
Palavra de Deus: Mt 7, 7-12 Sl 101

11. Valores
Objetivo: reconhecer os valores e qualidades.
Material: Cartões com valores escritos.
Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.
Deixar um momento para a reflexão pessoal.
Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o
mesmo valor.
Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam recomeçar este valor em outra pessoa, outros até
duvidam o cartão com quem tem o mesmo valor.
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,4-11 Lc 1, 46-55.

12. Valores II
Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.
Material: folhas, canetas e alfinetes.
Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas
qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.
Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e
acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas
acrescentaram.
Palavra de Deus: Ef 4, 1-16 Sl 111

13. Dinâmica de apresentação


Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.
Desenvolvimento:
Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu
nome e assim sucessivamente.
Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.
Palavra de Deus: Ap. 2,17 Sl 139

14. A maleta
Objetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares, não
estimulando o compromisso solidário.
Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois
apontadores iguais.
Desenvolvimento: forma-se duas equipes.
A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta.
A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.
O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a
seguinte: ambas deverão escrever Eu tenho Pão e Trabalho.
A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.
A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.
Palavra de Deus: 2 Cor 9, 6-9 Sl 146

15. O Helicóptero
Objetivo: apresentação e entrosamento.
Desenvolvimento: (duração 40 minutos).
Faz-se um círculo com os participantes da reunião.
O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos
com os braços, como se estivessem remando.
O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e
cumprimentam o companheiro).
O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para
resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as
orientações.
a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.
b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.
c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser de
comunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.
d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continua a
exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.
e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigência fundamental:
levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.
f) Anuncia que todos foram salvos.
NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou
pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.
Sugestões para as questões
a) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo. Nome da comunidade ou atua, mora.
Qual o eu ideal?
b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o
que gostaria que fosse tratado?
c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta
organizada a pastoral na sua paróquia?
d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque?
e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado
ainda.
Palavra de Deus: Jo 13, 34-35 Sl 133

16. Camisetas
Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.
Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.
Desenvolvimento: Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas de cima no formato de
camiseta.
Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, se gosta ou não do trabalho. Pode dar as
seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador.
Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.

17. A Bala
Objetivo: Despertar a importância do outro.
Despertar a solidariedade.
Perceber o nosso individualismo.
Descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.
Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas. Barbantes.
Desenvolvimento: pede-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros
acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.
Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.
Analisar a dinâmica:
Como se sentiram?
O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?
Por que os dois agiram assim?
Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?
O que acharam da dinâmica?
Pode confrontar com a Palavra de Deus?
Palavra de Deus: AT.4, 32-37 Sl. 15

18. Árvore da Vida e Árvore da Morte


Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro, na comunidade, na família, no grupo de jovens.
Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta ou pincel e pedaços de papel.
Desenvolvimento: em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro, na família, no grupo
de jovens... Depois, diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na
árvore.
No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão.
Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir:
Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso
bairro etc.
Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e
queima, em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio.
Palavra de Deus: Jo. 15, 1-8. Sl 1.

19. Virar pelo avesso


Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização
Desenvolvimento:
1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.
2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o
centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar
pistas nenhuma.
3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.
4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.
5° Passo: Analisar a dinâmica:
O que viam? Como se sentiram?
Foi fácil encontrar a saída? Porquê?
Alguém desanimou? Porquê?
O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?
Nossa sociedade precisa ser transformada?
O que nós podemos fazer?
Palavra de Deus: Ex 18, 13-27 Sl 114

20. Abre o olho


Participantes: 2 pessoas.
Tempo estimado: 20 minutos.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de
cassetete.
Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar
uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que
inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos
voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem
observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.
Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes
pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o
agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a
palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa
realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as
regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos
daqueles que não enxergam?
Palavra de Deus: Mc 10, 46-52 Lc 24, 13-34.

21. Afeto
Participantes: 7 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Um bichinho de pelúcia.
Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos
formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente
seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência,
os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater
sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.

22. Apoio
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um pulo
para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma
abaixada e etc.
Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Porque
ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?

23. Apresentação
Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.
Tempo: 45 minutos.
Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se
pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares
se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa
que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se
as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a
validade da dinâmica.

24. Artista
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Lápis e papel.
Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os
olhos fechados uma:
- Casa
- Nessa casa coloque janelas e portas.
- Ao lado da casa desenhe uma arvore.
- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.
- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:
- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.
Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.
25. As cores
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel
ofício.
Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.
Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.
O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de cores
diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.
O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenador
deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a
sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.
E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.
Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram
rindo dos colegas em vez de ajuda-los.
Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os
seus irmãos.

26. Aulinha
Participantes: 25 a 30 pessoas
Tempo: 35 minutos
Material: o mesmo numero de temas para o de participantes do grupo
Descrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o
coordenador:
- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;
- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo
no final do exercício;
- A AULINHA permite diversas variações, tais como:
A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar
somente um tema, ou então vários temas, mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto
para ser lido
B) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois
assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar
sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.

27. A vela e o barbante


Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.
Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto
com uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as
velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua vela,
acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também
acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do
Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas
possuirá a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico
proposto.

28. A vela e copo


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro transparente.
Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns segundos.
Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se
apagará.
Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.

29. Castigo
Material: Pedaços de papel e caneta.
Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço de papel para cada um.
Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do
irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela.
Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo e o nome de
quem vai realizar o castigo.
Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:
Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo.
Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo.
Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

30. Chocolate
Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.
Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instrução de que
eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).
A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deve ficar bem
fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão.
Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguir pode
comer o chocolate.
A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeira turma para
cada pessoa da segunda turma.
Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos, cada um
deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.
Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém.

31. Comprimidos para a fé


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)
Descrição:
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com
água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.
Conclusão: No primeiro copo é aquela pessoa que não aceita a religião, fica de fora de tudo, no segundo é aquele que
até aceita, participa, porém não se abre fica fechado as verdades da fé e por último, o terceiro copo, é aquele que
participa, se abre, se mistura, tem o coração aberto a Deus, enfim é uma pessoa de fé.

32. Comunicação gesticulada


Participantes: 15 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas.
Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o
que está representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. Os demais integrantes
devem procurar adivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância da comunicação nos
trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até
mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer.
33. Conhecendo o grupo
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no
decorrer da vida.
Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias
ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante
deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o coordenador pede para
que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as
folhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi
desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:
* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;
* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;
* Outros.

34. Construção do boneco


Participantes: Apenas 26 pessoas.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.
Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em cada um.
O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Para isso, deverá
trabalhar em um canto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.
O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do boneco,
onde não poderão dizer para ninguém que parte é a sua e nem mostrar (para que isto ocorra é recomendado que
sentem longe um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:
1ª pessoa: cabeça.
2ª pessoa: orelha direita.
3ª pessoa: orelha esquerda.
4ª pessoa: pescoço.
5ª pessoa: corpo (tronco).
6ª pessoa: braço direito.
7ª pessoa: braço esquerdo.
8ª pessoa: mão direita.
9ª pessoa: mão esquerda.
10ª pessoa: perna direita.
11ª pessoa: perna esquerda.
12ª pessoa: pé direito.
13ª pessoa: pé esquerdo.
Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Os participantes do segundo grupo não
poderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam em
equipe.
Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.
Conseqüências:
A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;
A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanho
desproporcionais.
Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e que
conclusão tiraram disso tudo.

35. Cristo no irmão


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 20 minutos.
Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definir claramente as partes do corpo do
Cristo.
Descrição: O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cada um fique do lado do outro.
O animador motiva as pessoas dizendo:
Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala com você, à parte que ele mais
demonstrou seu amor para com você.
OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.
O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.
Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento que Jesus nos deixou? (Amar a Deus
sobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).
O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irão beijar no irmão
do lado.
Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é Jesus Cristo.
Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.

36. Cumprimento criativo


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Matéria: Musica animada.
Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pela sala de
acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que será
feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.
O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical.
Exemplo:
-Com a palmas das mãos;
-Com os cotovelos;
-Com os pés;
Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, o
apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure um lugar na sala para estar de pé,
olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo,
sentar.
Comentar o exercício:
-O que foi mais difícil executar? Porque?
-O que mais gostou?
-O que pode observar?

37. Desenho
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 20 minutos.
Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.
Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os
outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários
olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo
humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em
seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre
como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc.

38. Diagrama de integração


Participantes: 25 pessoas.
Tempo: 15-20 minutos.
Material: lápis ou caneta, papel e cartolina.
Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escreva o nome da pessoa mais
importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas; o papel deve ser
assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina, marcando com um
círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu, indo em
direção à escolhida.

39. Dificuldade
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 1 hora
Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a
todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência.
Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso.
Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um
debate sobre a experiência vivida.
Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão
imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no
abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.
Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:
Um advogado, com 25 anos de idade;
A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no
abrigo, ou fora dele;
Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;
Uma prostituta, com 34 anos de idade;
Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
Uma universitária que fez voto de castidade;
Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;
Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
Uma menina com 12 anos e baixo QI;
Um homossexual, com 47 anos de idade;
Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.

40. Dramatização
Participantes: 30 pessoas.
Tempo: 30 minutos.
Descrição:O coordenador apresenta o assunto da discussão;
Depois de decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que, nos próximos dez a quinze
minutos, cada um procure identificar-se com o colega da direita, esforçando-se por imitá-lo na discussão;
Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitando seu comportamento no grupo;
É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;
O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser
imitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.

41. Encontro de grupos


Participantes: dois grupos com não mais de 15 pessoas.
Tempo: 1 hora.
Material: folhas grandes de cartolina
Descrição: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina
Como o nosso grupo vê o outro grupo?
Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?
Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo.
Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o
grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.

42. Espelho
Participantes: 10 a 20 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.
Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma
pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que
você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está
sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você,
que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de
reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador
deve continuar: "... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de
sua vida".Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez).
Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com
os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões
sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.

43. Evangelho em pedaços


Participantes: 10 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 15 minutos
Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo, entender qual a mensagem da
passagem Bíblica. Como você pode trazer essa mensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar a
compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu
trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles
transmitidas.

44. Exercício da confiança


Participantes: 25 a 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.
Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre a descoberta pessoal e a importância
do exercício; distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta,
procurando responder com toda sinceridade; no final, segue-se um debate sobre o exercício feito.
Exemplos de pergunta:
1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre
2. Que importância tem a religião na sua vida
3. O que mais o aborrece
4. Como você encara o divórcio
5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar
6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente
7. Qual a comida que você menos gosta
8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante
9. Qual é, no momento, o seu maior problema
10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas
11. Como estudante, quais as atividades em que participou
12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo
13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo
14. Você gosta do seu nome
15. Quem do grupo você escolheria para seu líder
16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias
17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento
18. Qual o pais que você gostaria de visitar
19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos
20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.

45. Exercício da qualidade


Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: lápis e papel
Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos dos
outros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.
1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que
no entender caracteriza seu colega da direita;
2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o
nome da pessoa da direita, nem vir assinada;
3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na
papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta
qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.
5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;
6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades,
porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.

46. Explosão do coordenador


Participantes: 30 pessoas
Tempo: 10 minutos
Descrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o
coordenador para e diz "Vocês não estão se interessando suficientemente. Estou até doente e cansado em ver esse
comportamento, esse desinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo, este debate!", após
esse comentário todos estarão desconcertado e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do
coordenador. Após o primeiro impacto o coordenador, em seu estado natural deverá explicar que era uma
dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reações das pessoas
com reação a explosão do coordenador.

Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.

47. Fileira
Participantes: 12 pessoas
Tempo: 1 hora
Material: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada participante; folhas de cartolina
Descrição:
1. Primeira fase:
O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cada membro
exerce sobre o grupo. Caso tiver vários subgrupos, os mesmos farão simultaneamente o exercício. Todos deverão
executar a tarefa em silêncio;
Terminada a tarefa, o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina, para ser apreciado por todos;
A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se processará a discussão do exercício, bem como a colocação dos membros
na fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderá fazer algumas observações referentes ao exercício, ao comportamento
dos indivíduos na sua colocação;
Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias, até que todos estejam satisfeitos em relação à
colocação na fileira, de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo.

2. Segunda fase:
O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial, explicando que na votação deverão dar um voto para
aquele que será o líder, e doze votos para o último colocado. Tal votação inversa dará o ensejo para que os
participantes possam experimentar novas sensações que envolvem o exercício.
O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas, tendo para isso dez
minutos.
Processa-se a votação. Caso ocorra empate, prossegue-se o exercício, até o desempate, devendo a ordem
corresponder à influência que cada um exerce sobre o grupo.
Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício.
48. Guia de cego
Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.
Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que
fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo.
Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:
Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
Tiveram medo? Por quê? De quê?
Que acham da sorte dos cegos?

Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde
quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão
os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:
Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?

Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos
questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:
O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?
Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira?
Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)
Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos,
etc.)
Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?
Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?

O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32;Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por
exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da
igreja de conscientização?

49. Jogo comunitário


Material: uma flor.
Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que
está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da
direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a ser
chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de
dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor,
mais engraçado fica o jogo.

50. Jogo da verdade


Participantes: 25 pessoas
Material: Relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas.
Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem pergunta
como quem responde. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado, sentando numa cadeira localizada no centro do
círculo (que seja visível de todos), o voluntário promete dizer somente a verdade, pode-se revezar a pessoa que é
interrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência.

51. Jogos de bilhetes


Participantes: 7 a 20 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do mesmo.
O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. Terminado o processo
inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no
bilhete. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. Após algum tempo, todos devem voltar a posição
original, e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. Então cada integrante deve dizer o
que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Caso não tenha descoberto, os outros
integrantes devem auxiliá-lo com dicas. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica
se reproduz no cotidiano?
Sugestões de bilhetes:
Em quem voto para presidente?
Sugira um nome para meu bebê?
Sugira um filme para eu ver?
Briguei com a sogra, o que fazer?
Cante uma música para mim?
Gosto quando me aplaudem.
Sou muito carente. Me dê um apoio.
Tenho piolhos. Me ajude!
Estou com fome. Me console!
Dance comigo.
Estou com falta de ar. Me leve à janela.
Me descreva um jacaré.
Me ensine a pular.
Tem uma barata em minhas costas!
Dobre a minha manga.
Quanto eu peso?
Estou dormindo, me acorde!
Me cumprimente.
Meu sapato está apertado. Me ajude.
Quantos anos você me dá?
Me elogie.
O que faz o síndico de um prédio?
Sou sósia de quem?
Como conquistar um homem?
Veja se estou com febre.
Chore no meu ombro.
Estou de aniversário, quero meu presente.
Sorria para mim.
Me faça uma careta?

52. Juventude e comunicação


Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
Anotar na figura:
Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.
Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.
Diante do coração: 3 grandes amores.
Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.
Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.
Comentário:
Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?
Iluminação bíblica: Mc 7, 32-37.
53. Karaokê
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Objetivo: Aprender o nome de todos.
Material: Nenhum.
Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles
devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal.
O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome é
Exemplo: Jesus", e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus". Todos devem cantar e
dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram.
Exemplos: forró, romântica, sertaneja, axé, opera, rock, pagode etc.

54. Líder democrático


Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;
Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurando enfatizar as características de
cada um
1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupo demonstra
o líder paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático.
2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um, explicando
depois um a um.
3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cada membro, e discute-se sobre cada
um.

Definições:
1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.
2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente
importante e necessário no grupo.
3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.
4. Sempre pronto para atender.
5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.
6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o
acessório.
7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.
8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo,
sombra e fracassos.
9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.
10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à ajuda
dos outros.
11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições
para que o grupo funcione bem.
12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.
13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.
14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.
15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.
16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.

Qualidades:
01. Seguro
02. Acolhedor
03. Desinteressado
04. Disponível
05. Firme e suave
06. Juízo maduro
07. Catalisador
08. Otimista
09. Previsor
10. Confiança nos outros
11. Dá apoio
12. Eficaz
13. Sociável
14. Sincero
15. Corajoso
16. Democrático

55. Maçã
Material: papel e caneta para cada um
Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26:
Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma
maçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus.
Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para
Jesus.
Plenário:
Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?
Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam
pelo que faço, mas, pelo que sou?
Sou incondicional de quatro pessoas?
Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?

No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?


Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
Deixar-se servir pelos irmãos.
Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.

56. Nome perdido


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.
Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes
crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma
prenda.

57. Observação / ação


Participantes: 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel e caneta
Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação.
O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo.
O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o grupo de observação analisa
o outro grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém
se demonstra tímido e não consegue se expressar
após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.

Exemplo: exemplos de coordenação


Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema, este
deve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se outro
grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter, após
forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo, sempre concordando
com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenador democrático
que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo.

58. Palavra iluminada


Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: Indefinido
Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.
Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da
dinâmica.
Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo
iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam
ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve
segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da
esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo
coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador
venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma
todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem
buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o
consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de
nossas vidas.

59. Palavra que transforma


Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Desenvolvimento: Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a
água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de
remédio e por último a esponja.
Então refletimos:
Como a Palavra de Deus age na minha vida?
Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?
Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?
Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si
mesmo?
Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?

Iluminação Bíblica: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm 3,16.

60. Pare
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta e papel em branco
Descrição: a técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maior
presença consciente, para descobrir a evolução do grupo.
O exercício processa-se assim:
A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada membro
participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falar
ao grupo, de fazer, no momento;
O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;
Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição;
A seguir, a pedido do coordenador, todos, um a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;
Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.

61. Partilha
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.
Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente caneta ou lápis.
Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.
Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.
Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou do
jeito que ele estava imaginando.

62. Pessoas balões


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: Um balão cheio e um alfinete.
Descrição: O coordenador deve explicar aos participantes por que certas pessoas em determinados momentos de sua
vida, se parecem com os balões:
Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar;
Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;
Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; vasta que alguém os provoque com alguma
ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem".

Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas.

63. Pizza
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Cada integrante é motivado para que defina
qual a importância dos diferentes temas para si mesmo. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas,
sexo, namoro, política, amizade, espiritualidade, liturgia, família, educação, saúde, segurança, esportes, etc. Os temas
devem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do tema). Em seguida, cada
integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cada
tema. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os temas. Temas se
nenhuma importância para o integrante podem ser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Então, cada integrante
apresenta seu desenho ao grupo comentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode opinar sobre estas opções
e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante.

64. Presente da alegria


Participantes: 3 a 10 pessoas
Tempo: 5 minutos por participante;
Material: lápis e papel;
Descrição: O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;
A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: "muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do
que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e
negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes
de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo";
Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada
membro do subgrupo. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo;
O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo, mesmo
para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia.
Na mensagem dirá:
1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa",
em vez de: "eu gosto de sua atitude", que é mais geral;
2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vez de um comentário que se
aplique a várias pessoas;
3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;
4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça a colocação
sempre na primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou "eu sinto";
5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;

Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;

Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas, a seguir, com os nomes dos
endereçados no lado de fora.

65. Presente de amigo


Participantes: 10 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes
Descrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em seguida, expõe o seguinte:
"Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não
sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado.
Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do
grupo".Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes
de seu subgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:
a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;
b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas;
c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;
d) Ser na primeira pessoa;
e) Ser sinceras;
f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.
As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. Então elas são recolhidas e
entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com um
debate sobre as reações dos integrantes.

66. Riqueza dos nomes


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever as palavras montadas
ou quadro-negro.
Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador a andar pela sala se olhando,
enquanto uma música toca.
Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, com algum gesto
(aperto de mão, abraço, beijo no rosto e etc).
Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos). Assim que pára a música,
devem se associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).
Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tira de papel
também serve).
Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão uma palavra
com estas sílabas (servem apenas as letras).

Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = Ajuda


Airton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade
Colocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância na vida.

67. Salmo da vida


Participantes: 10 a 20 pessoas

Tempo Estimado: 45 minutos


Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando os acontecimentos marcantes. O
coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de
crescimento e não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi à
experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Depois devem
escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O
desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser
divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo é
reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da
dinâmica e a experiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podem ser abordadas: Como
se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção? Qual foi a reação para com acontecimentos tristes?
Como tem sido a experiência com Deus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os
salmos redigidos com os salmos bíblicos.

68. Semeando a amizade


Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.
Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13,
versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os
vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um
coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante
deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-
se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-
se utilizar mais que uma semente por integrante.

69. Sentindo o Espírito Santo


Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: Uvas ou balas .
Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo. Depois o coordenador da dinâmica
deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.
Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que esta doce, que esta azeda, que
esta suculenta etc.
Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer. Então o coordenador deve repetir a
pergunta (como esta o sabor desta uva?).

Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nos.

70. Ser igreja


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.
Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde
essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com
isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.
Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações,
atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.
Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos,
verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.
Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor.
Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.

Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos
nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e
realizações. (leitura MC 3, 31 - 35).

71. Temores e esperanças


Participantes: 25 - 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelógrafo.
Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquer coisa, e se
tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre, e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos.
A dinâmica segue assim:
Formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.
Distribuição de uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bom que cada subgrupo tivesse um
secretário para fazer anotações sobre o que for falado.
Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito.
Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo e
demonstrará que não são muito diferentes dos demais.

72. Tempestade mental


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 1 hora;
Material: Papel, caneta, cartolina;
Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:
O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupo escolherá um secretário que
anotará tudo;
Formados os subgrupos, o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício, acerca
do que for dito; quanto mais extremada a idéia, tanto melhor, deseja-se o maior número de idéias.

1ª fase:
O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dos sobrevivente nadou
até alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias.

2ª fase:
Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação das idéias e a
escolha das melhores.

3ª fase:
No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias.

4ª fase:
Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as
idéias mais válidas.
73. Terremoto
Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um).
Tempo Estimado: 40 minutos.
Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar
Descrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1
morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa
Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:

MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes
devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.

PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os
pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.

TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois
moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso
até cansar...

Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava
no meio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?
Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!!

74. Teste de resistência


Participantes: Indefinido.
Tamanho: 30 pessoas
Tempo Estimado: 40 minutos
Descrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinado grau de
solidariedade e conhecimento mútuo, e sendo por todos aceito. Para sua realização:
Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de cada vez implacavelmente vai a passarela em
frente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e reticências;
Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam, constituindo, assim, tantas "fotos" de cada indivíduo, quantos
forem os participantes;
Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte os
aspectos positivos, negativos e reticências do seu colega sentado à direita.

75. A candidatura
Participantes: grupos de cinco pessoas se houver mais de 10 participantes.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: papel e caneta.
Objetivo: expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco.
Descrição: cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. Por exemplo, ser presidente da
associação de moradores, ser dirigente de um clube esportivo, etc. Cada participante coloca no papel as virtudes que
vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura.
O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. Prepara a
campanha eleitoral e, dependendo do tempo disponível, faz uma experiência da campanha prevista.
O grupo avalia a din6amica, o candidato diz como se sentiu, O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e
como se sentiram na campanha eleitoral.

76. Troca de um segredo


Participantes: 15 a 30 pessoas.
Tempo Estimado: 45 minutos.
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum
problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar
que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de
modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente
entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar
definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada
integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o
mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou
perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.

Possíveis questionamentos:
Como você se sentiu ao descrever o problema?
Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?
Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?
No seu entender, o outro compreendeu seu problema?
Conseguiu por-se na sua situação?
Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?
Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?
Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?

77. Tubarão
Participantes: Indefinido.
Material: Um local espaçoso.
Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio
existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Ta afundando", os
participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será
"devorado" pelo tubarão (deve-se escolher uma pessoa com antecedência para ser o tubarão).
O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.
Responder às seguintes perguntas:
Quem são os tubarões nos dias de hoje?
Quem é o barco?
Quem são os botes?
Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

78. A teia da amizade


Participantes: 20 pessoas.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã.
Descrição: Dispor os participantes em círculo.
O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola)
de cordão ou lã. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.

Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após se apresentar
brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas à sua frente.

Está pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que
terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. Após faze-lô, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo
quem é, de onde vem, o que faz etc...

Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. Como cada um
atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros.

Pedir para as pessoas dizerem:


O que observaram;
O que sentem;
O que significa a teia;
O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.

Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a vida; ninguém pode ocupar o seu lugar.

79. A palavra – imã


Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Cartolina ou papel, pincel atômicos ou canetas.
Descrição: Dispor os participantes em círculo.

O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema do encontro. (Por
exemplo:Escrever a palavra amor)

Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça sobre a palavra-chave.

No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.

Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessita vir à tona algum dia.

80. O barco
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que
navega em alto mar. (fazer o barco de papel).

Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre
tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o
peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.

O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etv.

Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do
barco)

Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais
alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de
oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)

Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter
sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa
jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)

Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa)

Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Cristo, e como bom atleta que somos temos que usar muito essa camisa
para que nosso time sempre vença (colocar alguma coisa sobre o nosso dever de ser cristão)

Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto (Abrir a camisa e mostrar a cruz sinal da certeza da
nossa Salvação)
Só conseguiremos esta salvação se assumir-mos a proposta de Cristo (Olhando através da cruz podemos ver nosso
próximo e entender suas necessidades)
Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde. Temos que nos
alimentar, e aui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes (Esta pontinha
do barco que guardamos - mostrar e perguntar o que é, resposta: eucaristia - está é a certeza que Jesus estará sempre
dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade).

Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da ponta do barco são os remos. Nós usamos dois remos e os outros
dois remos são de Jesus que está sempre em toda nossa caminhada nos ajudando.

(leitura Mt 8, 23 - 27).

81. Palavra chave


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Bíblia.
Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;
A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurar um versículo que se enquadre com
a palavra chave. Anotar esse versículo e a citação Bíblica.
Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava
aí. (Jo 2, 1)

Outras sugestões de palavras-chave:

pedra, pedreira, pedregulho ("Tu és Pedro")

pobre, pobreza ("bem aventurados os pobres...")

oração, oratório, templo, culto ("Jesus se afastava da multidão para rezar")

criança ("deixai vir a mim os pequeninos)

mulher ("tua fé te salvou")

semente ("se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo")

ouvido ("as minhas orelhas ouvem a tua voz")

82. João Bobo


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Pano para vendar os olhos de um menino
Descrição: Forma-se um círculo com todos os participantes. Um deles somente deve ficar de fora.

Nada deve ser explicado até nesse momento. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo - de preferência um
menino) e retira da sala. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaram na sala.

A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala, deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a
brincadeira. Certifique-a de que não irá se machucar.

Só então, traz-se a pessoa ja vendada para dentro da sala, coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! As
pessoas devem empurrá-la devagar, de um lado para o outro, brincando realmente de "João Bobo".

Objetivo: O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo que está no
centro não caia. A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que
depositar em todo o grupo.
Essa dinâmica além de muito divertida, promove união, e confiança entre os membros do grupo. Deve-se refletir
também sobre a amizade entre o grupo e com Deus, pois se há um amigo com quem podemos contar, é Deus!

83. Nome e significado


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Livro com o significado dos nomes (veja no nosso site)
Descrição: Faça o donwload dos significados dos nomes que temos em nosso site. (ou então procure em algumas
bancas de jornal algum livro com os significados dos nomes).

Pesquise os nomes de todas as pessoas do seu grupo, e os significados.

Prepare fichas, na forma de quebra-cabeça, uma parte é o nome, a outra é o significado.

Distribua duas partes para cada pessoa: pode ser dela mesma, ou outro nome, e sempre com o significado
desencontrado.

Diga aos participantes que andem pela sala, procurando encontrar pares corretos de nome e significado, montando
cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medida que encontram os pares; até que todos os nomes tenham sido
montados.

Cada um deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto e depois, um a um lê em voz alta o seu nome
e o significado para os demais.

Você pode então promover uma conversa com os participantes:


Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? Porque?

Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa?

Por que nosso nome é importante para nós?

Será que Deus sabe o nosso nome?

O que quer dizer o texto de Isaías "Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!" e o que isso tem de importante na nossa
vida?

Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc.) - pesquisar na Bíblia os seus significados, ets.

84. Ser Igreja


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Agumas bexigas (mais de 3 bexigas)
Descrição: Entregar as bexigas aos participantes e pedir que eles fiquem brincando com as bexigas um passando para
o outro sem deixá-las cair no chão.

Ir aos poucos retirando cada pessoa do círculo, uma a uma e perceber como aumenta a dificuldade dos últimos para
deixar tantas bexigas no ar.

Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar aos adolescentes que a Igreja está dentro de cada um,
e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na Igreja. A Igreja, assim como as bexigas não
podem se sustentar no ar, isto é, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós.

85. Somos criação de Deus


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Caneta e papel para todos os participantes
Objetivo: Na adolescência somos facilmente influênciados por nossos amigos. Nesta dinâmica, queremos mostrar que
Deus deve ser a principal influência em nossa vida, e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para
cada um.
Descrição: Sentados em círculo, cada um recebe uma folha e uma caneta; escreve o nome e faz um desenho que
represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos" ou com detalhes), deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os
preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?
Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito, pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho, passar
novamente para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono.

Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está
pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?). O que Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos,
nos influênciam? (O que elas nos dizem pode nos influênciar, o que fazem professores, amigos, acrescentam algo a
nós?)
Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador; desenhar um
coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em
nós? (Deixar um minuto de oração siolenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los")

86. Dois Círculos


Participantes: Indefinido, mas é importante que seja um número par de pessoas.
Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.
Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se
iniciar uma atividade em comum.
Descrição: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a
tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para
quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar
interessante para o momento.
Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura, pode-se, também, misturar as pessoas dos dois
círculos para que mais pessoas possam se conhecer.

ABRE O OLHO

-Participantes: 2ª pessoas.
-Tempo estimado: 20 minutos.
-Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de
cassetete.
-Observação: Possíveis leituras do Evangelho - Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.
-Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem
iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim
que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos
voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam
bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.
-Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos
participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x
indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-
se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se
sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem
torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter
os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos
contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

AFETO

- Participantes: 7 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 20 minutos
- Modalidade: Demonstração de Afeto.
- Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.
- Material: Um bichinho de pelúcia.
- Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos
formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar
concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes.
Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por
último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição
que tiveram.
APOIO
-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 10 minutos.
-Material: Nenhum.
-Objetivo: Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão.
-Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um
pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha,
uma abaixada e etc.
-Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar.
Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?
APRESENTAÇÃO

* Objetivos: - começar a integração do grupo: conhecer-se mutuamente;


- quebrar o gelo desde o princípio;
- demonstrar que todo membro do grupo é importante;
- dar uma primeira idéia dos valores pessoais dos membros participantes;
* Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas;
* Tempo: 45 minutos;
* Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se
pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares
se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa
que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se
as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a
validade da dinâmica.

ARTISTA

- Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 10 minutos.
-Material: Lápis e papel.
Modalidade: Deus em nossa vida.
-Objetivo: Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar.
-Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os
olhos fechados uma:
- Casa
- Nessa casa coloque janelas e portas.
- Ao lado da casa desenhe uma arvore.
- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.
- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:
- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.
Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.

AS CORES

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 25 minutos.
-Objetivo: A importância de ajudarmos aos outros.
-Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes
Cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.
Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.
-Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.
-O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de cores
diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.
-O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O
coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da
parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.
-E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.
Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram
rindo dos colegas em vez de ajuda-los.
Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os
seus irmãos.

AULINHA

Objetivo: desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação, síntese, clareza e de avaliação


* Tamanho: 25 a 30 pessoas
* Tempo: 35 minutos
* Material: o mesmo numero de temas para o de participantes do grupo
* Descrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o
coordenador:
- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;
- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao
grupo no final do exercício;
- A AULINHA permite diversas variações, tais como:
A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar
somente um tema, ou então vários temas, mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um
texto para ser lido
B) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois
assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar
sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.

A VELA E O BARBANTE

- Participantes: 7 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: 20 minutos
- Modalidade: Evangelização.
- Objetivo: Tomar consciência da aliança entre si, o outro e Deus.
- Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.
- Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia,
junto com uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para
amarrar as velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua
vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também
acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do
Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas
possuirá a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico
proposto.

A VELA E COPO

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 10 minutos.
-Objetivo: Mostrar que nada sobrevive, quando uma pessoa se sente prisioneira de alguém ou de si mesma.
-Material: Uma vela, fósforos e um como de vidro transparente.
-Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns
segundos.
-Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela
se apagará.
-Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.

CASTIGO

-Material: Pedaços de papel e caneta.


-Desenvolvimento:
- Distribui-se um pedaço de papel para cada um.
- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um
castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela.
- Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo e o
nome de quem vai realizar o castigo.
- Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:
Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo.
Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo.
Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

CHOCOLATE

-Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.


Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instrução de que
eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).
- A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deve ficar bem
fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão.
- Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguir pode
comer o chocolate.
- A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeira turma
para cada pessoa da segunda turma.
_ Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos, cada um
deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.
Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém.

COMPRIMIDO PARA A FÉ

-Participantes: Indefinido.
-Tampo Estimado: 25 minutos.
-Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)
Utilidade pastoral: Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão.
-Descrição:
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com
água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.

COMUNICAÇÃO GESTICULADA

- Participantes: 15 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Comunicação Gestual.
- Objetivo: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo.
- Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de
mímicas.
- Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o
que está representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. Os demais
integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância da
comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que
juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer.

CONHECENDO O GRUPO

- Participantes: 7 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: 20 minutos
- Modalidade: Objetivos Individuais.
- Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.
- Material: Lápis e papel para os integrantes.
- Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no
decorrer da vida.
- Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos
dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada
integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o
coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada
trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado
e o que realmente foi desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:
* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;
* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;
* Outros.

CONSTRUÇÃO DO BONECO

-Participantes: Apenas 26 pessoas.


-Tempo Estimado: 30 minutos.
-Objetivo: Mostrar que tudo que é feito em equipe participativa fica mais bem-feito e melhor.
-Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.
-Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em casa um.
-O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Parra isso,
deverá trabalhar em um conto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos
grupos.]
-O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do
boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte e a sua e nem mostrar (para que isto ocorra e
recomendado que sentem longe um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:
1ª pessoa: cabeça.
2ª pessoa: orelha direita.
3ª pessoa: orelha esquerda.
4ª pessoa: pescoço.
5ª pessoa: corpo (tronco).
6ª pessoa: braço direito.
7ª pessoa: braço esquerdo.
8ª pessoa: mão direita.
9ª pessoa: mão esquerda.
10ª pessoa: perna direita.
11ª pessoa: perna esquerda.
12ª pessoa: pé direito.
13ª pessoa: pé esquerdo.
-Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Os participantes do segundo grupo
não poderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não
trabalharam em equipe.
-Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.
Conseqüências:
A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;
A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanho
desproporcionais.
-Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e que
conclusão tiraram disso tudo.
CRISTO NO IRMÃO

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 20 minutos.
-Modalidade: Deus nos outros.
-Objetivo: Mostrar que Deus esta presente em todos.
-Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definir claramente as partes do corpo
do Cristo.
-Descrição:
-O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cada um fique do lado do outro.
-O animador motiva as pessoas dizendo:
Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala com você, à parte que ele mais
demonstrou seu amor para com você.
-OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.
-O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.
-Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento que Jesus nos deixou? (Amar a Deus
sobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).
O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irão beijar no
irmão do lado.
Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é Jesus Cristo.
Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.

CUMPRIMENTO CRIATIVO

_ Participantes: Indefinido.
- Tempo Estimado: 25 minutos.
- Matéria: Musica animada.
Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pela sala de
acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que
será feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.
O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical. Exemplo:
-Com a palmas das mãos;
-Com os cotovelos;
-Com os joelhos;
-Com as costas;
-Com o bumbum;
-Com o NARIZ;
-Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, o
apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure em lugar na sala para estar de
pé, olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um
circulo, sentar.
-Plenário – Comentar o exercício:
-O que foi mais difícil executar? Porque?
-O que mais gostou?
-O que pode observar?

DESENHO

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 20 minutos.
-Objetivo: União do grupo, trabalho em equipe
-Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.
-Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os
outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários
olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo
humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em
seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar
sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc.

DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO

Objetivo: apresentar uma ilustração gráfica do relacionamento dos membros de um grupo.


* Tamanho: 25 pessoas.
* Tempo: 15-20 minutos.
* Material: lápis ou caneta, papel e cartolina
* Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escreva o nome da pessoa mais
importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas; o papel deve ser
assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina, marcando com
um círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu,
indo em direção à escolhida.

DIFICULDADE

-Participantes: 30 pessoas
-Objetivos: a) esclarecer valores e conceitos morais.
b) provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores e
conceitos morais estão em jogo.
-Tempo: 1 hora
-Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do “abrigo subterrâneo” a
todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência.
Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso.
Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se
um debate sobre a experiência vivida.
Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma
decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a
entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.
- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:
- Um advogado, com 25 anos de idade;
- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no
abrigo, ou fora dele;
- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;
- Uma prostituta, com 34 anos de idade;
- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
- Uma universitária que fez voto de castidade;
- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;
- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
- Uma menina com 12 anos e baixo QI;
- Um homossexual, com 47 anos de idade;
- Um débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.

DIFICULDADE DE UM CONSENSO

-Participantes: 30 pessoas.
-Objetivos: a) esclarecer valores e conceitos morais.
b) provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores e
conceitos morais estão em jogo.
-Tempo Estimado: 1 hora.
-Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do “abrigo subterrâneo” a
todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência.
Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso.
Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se
um debate sobre a experiência vivida.
Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma
decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a
entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.
- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado;
- Um advogado, com 25 anos de idade;
- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no
abrigo, ou fora dele;
- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;
- Uma prostituta, com 34 anos de idade;
- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
- Uma universitária que fez voto de castidade;
- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;
- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
- Uma menina com 12 anos e baixo Q. I;
- Um homossexual, com 47 anos de idade;
- Um débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.

DIMENSÕES DA LIDERANÇA

* Objetivo: focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança.


* Tamanho: 12 pessoas
* Tempo: 1 hora
* Material: moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo.
* Descrição: este exercício pode ser feito logo após o anterior, mas pode também ser adaptado a qualquer outro no
qual é eleito um líder.
- O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar a importância de R$ 2,00 de cada
membro do grupo. A seguir explicará que o dinheiro será redistribuído pelo líder, na base de um múltiplo critério;
- O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critério para a redistribuição do
dinheiro. Querendo, poderá formar subgrupos. O líder eleito não tomará parte, mas poderá passar de grupo em
grupo para observar. O critério poderá incluir, por exemplo, os indivíduos mais votados, os que mais influenciarem
na escolha do líder e outros;
- Feitas às sugestões, caberá ao líder eleito fazer sua decisão, baseado ou não num dos critérios apontados. Todo
critério é válido, exceto o de redistribuir o dinheiro, dando a cada um a mesma importância;
- O líder processará a redistribuição do dinheiro, explicando o critério que irá adotar, seguindo-se um debate em
torno do exercício realizado.

DRAMATIZAÇÃO

* Objetivos: demonstrar o comportamento grupal dos membros participantes; realizar um feedback de um


participante com objetivo de melhor compreendê-lo.
* Tamanho: 30 pessoas.
* Tempo: 30 minutos.
* Descrição:
- O coordenador apresenta o assunto da discussão;
- Depois de decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que, nos próximos dez a quinze
minutos, cada um procure identificar-se com o colega da direita, esforçando-se por imitá-lo na discussão;
- Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitando seu comportamento no grupo;
- É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;
- O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser
imitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.

ENCONTRO DE GRUPOS

* Objetivos:
- melhorar as relações entre dois grupos
- explorar a interação de grupos.
* Tamanho: dois grupos com não mais de 15 pessoas.
* Tempo: 1 horas
* Material: folhas grandes de cartolina
* Descrição: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina
- Como o nosso grupo vê o outro grupo?
- Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?
Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo.
Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o
grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.

ESPELHO

- Participantes: 10 a 20 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Valorização Pessoal.
- Objetivo: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.
- Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.
- Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma
pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém
que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem
está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada
por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos
individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o
coordenador deve continuar: “... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande
significado de sua vida”.Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a
caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão
sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas
reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.

EVANGELHO EM PEDAÇOS

- Participantes: 10 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Leitura da Bíblia e Debate.
- Objetivo: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
- Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e
versículos.
- Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. Para melhorar a compreensão do
trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e
comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles
transmitidas.

EXERCÍCIO DA CONFIANÇA

* Objetivos: acelerar o processo de conhecimento mútuo no grupo; estudar as experiências da própria descoberta;
desenvolver a autenticidade no grupo; dar a todos a oportunidade de falar e de escutar.
* Tamanho: 25 a 30 pessoas
* Tempo: 30 minutos
* Material: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.
* Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre a descoberta pessoal e a
importância do exercício; distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lerão a pergunta que
estiver na papeleta, procurando responder com toda sinceridade; no final, segue-se um debate sobre o exercício
feito.
Exemplos de pergunta:
1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre
2. Que importância tem a religião na sua vida
3. O que mais o aborrece
4. Como você encara o divórcio
5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar
6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente
7. Qual a comida que você menos gosta
8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante
9. Qual é, no momento, o seu maior problema
10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas
11. Como estudante, quais as atividades em que participou
12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo
13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo
14. Você gosta do seu nome
15. Quem do grupo você escolheria para seu líder
16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias
17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento
18. Qual o pais que você gostaria de visitar
19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos
20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.
EXERCÍCIO DA QUALIDADE

Objetivos: conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas; despertar as
pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.
* Tamanho: 30 pessoas
* Tempo: 45 minutos
* Material: lápis e papel
* Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos
dos outros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.
I. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade
que no seu entender caracteriza seu colega da direita;
II. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o
nome da pessoa da direita, nem vir assinada;
III. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
IV. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta
na papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta
qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.
V. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;
VI. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades,
porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
VII. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.

EXPLOSÃO DO COORDENADOR

* Objetivo: criar impacto nos participantes do grupo através de uma dramatização exagerada, a fim de sentir melhor
as reações dos indivíduos.
* Tamanho: 30 pessoas
* Tempo: 10 minutos
* Descrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o
coordenador para e diz “Vocês não estão se interessando suficientemente. Estou até doente e cansado em ver esse
comportamento, esse desinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo, este debate!”, após
esse comentário todos estarão desconcertado e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do
coordenador. Após o primeiro impacto o coordenador, em seu estado natural deverá explicar que era uma
dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reações das
pessoas com reação a explosão do coordenador.
Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.

FILEIRA

* Objetivo: conscientizar os integrantes sobre o grau de influência que exercem sobre o grupo.
* Tamanho: 12
* Tempo: 1 hora
* Material: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada participante; folhas de cartolina
* Descrição:
1. Primeira fase:
- O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cada membro
exerce sobre o grupo. Caso tiver vários subgrupos, os mesmos farão simultaneamente o exercício. Todos deverão
executar a tarefa em silêncio;
- Terminada a tarefa, o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina, para ser apreciado por todos;
- A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se processará a discussão do exercício, bem como a colocação dos
membros na fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderá fazer algumas observações referentes ao exercício, ao
comportamento dos indivíduos na sua colocação;
- Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias, até que todos estejam satisfeitos em relação à
colocação na fileira, de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo.
2. Segunda fase:
- O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial, explicando que na votação deverão dar um voto
para aquele que será o líder, e doze votos para o último colocado. Tal votação inversa dará o ensejo para que os
participantes possam experimentar novas sensações que envolvem o exercício.
- O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas, tendo para isso
dez minutos.
- Processa-se a votação. Caso ocorra empate, prossegue-se o exercício, até o desempate, devendo a ordem
corresponder à influência que cada um exerce sobre o grupo.
- Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício.

GUIA DE CEGO

- Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.


- Tempo Estimado: 25 minutos.
- Modalidade: Importância de Deus em nossa vida.
- Objetivo: Compreender a importância de Deus e dos outros no nosso dia-a-dia.
- Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.
- Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que
fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo.
Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:
* Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
* Tiveram medo? Por quê? De quê?
* Que acham da sorte dos cegos?
Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por
onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos
serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:
* Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
* Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
* É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?
Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos
questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:
* O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?
* Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba,
etc.)
* Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores,
amigos, etc.)
* Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?
* Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?
O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; Lc 15, 35-43; Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode
encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da
vista e a missão da igreja de conscientização?

JOGO COMUNITÁRIO

-OBJETIVO: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.
MATERIAL: uma flor.
-DESENVOLVIMENTO: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa
que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa
da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a ser
chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez
de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor,
mais engraçado fica o jogo.
JOGO DA VERDADE
* Objetivo: conhecimento mútuo; desinibição;
* Tamanho: 25 pessoas
* Material: relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas
* Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem
pergunta como quem responde. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado, sentando numa cadeira localizada no
centro do círculo (que seja visível de todos), o voluntário promete dizer somente a verdade, pode-se revezar a
pessoa que é interrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência.

JOGOS DE BILHETES

- Participantes: 7 a 20 pessoas
- Tempo Estimado: 20 minutos
- Modalidade: Comunicação.
- Objetivo: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores.
- Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
- Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do
mesmo. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. Terminado o
processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que
está escrito no bilhete. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. Após algum tempo, todos
devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. Então
cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Caso não
tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. O que facilitou ou dificultou a descoberta das
mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? Sugestões de bilhetes:
* Em quem voto para presidente? * Como se faz arroz?
* Sugira um nome para meu bebê? * Sugira um filme para eu ver?
* Briguei com a sogra, o que fazer? * Cante uma música para mim?
* Gosto quando me aplaudem. * Sou muito carente. Me dê um apoio.
* Tenho piolhos. Me ajude! * Estou com fome. Me console!
* Dance comigo. * Estou com falta de ar. Me leve à janela.
* Me descreva um jacaré. * Me ensine a pular.
* Tem uma barata em minhas costas! * Dobre a minha manga.
* Leia a minha sorte. * Quanto eu peso?
* Estou dormindo, me acorde! * Me cumprimente.
* Meu sapato está apertado. Me ajude. * Quantos anos você me dá?
* Quero um telefone. Que faço? * Me elogie.
* Meu filho urina na cama. Que faço? * Me xingue.
* O que faz o síndico de um prédio? * Sou sósia de quem?
* Como conquistar um homem? * Veja se estou com febre.
* Chore no meu ombro. * Estou de aniversário, quero meu presente.
* Sorria para mim. * Me faça uma careta?

JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO

Objetivo: Criar comunicação fraterna e madura.


Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
Anotar na figura:
Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.
Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.
Diante do coração: 3 grandes amores.
Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.
Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.
Colocar em plenário
- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?
Iluminação bíblica: Marcos 7, 32-37.
KARAOKÊ
-Descrição: Indefinido.
-Tempo Estimado: 25 minutos.
-Objetivo: Aprender o nome de todos.
-Material: Nenhum.
-Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles
devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal.
-O coordenador deve dar inicio parra insenar e quebrar a timidez. O coordenador deve cantar assim: “O meu nome é
Exemplo: Jesus”, e todos devem cantar e dançar assim: “O nome de dele é Exemplo: Jesus”. Todos devem cantar e
dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram.
Exemplos: FORRO, LENTA, OPERA, PAP, PAGODE ETC.

LÍDER DEMOCRÁTICO

* Objetivos: conscientizar os membros do grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático;
possibilitar os participantes a uma tarefa grupal, no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições
que caracterizam o líder democrático;
* Tamanho: 30 pessoas
* Tempo: 45 minutos
* Material: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;
* Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurando enfatizar as características de
cada um
1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupo
demonstra o líder paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder
democrático.
2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um,
explicando depois um a um.
3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cada membro, e discute-se sobre cada
um.
- Definições
1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.
2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente
importante e necessário no grupo.
3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.
4. Sempre pronto para atender.
5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.
6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o
acessório.
7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.
8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem
perigo, sombra e fracassos.
9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.
10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à
ajuda dos outros.
11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições
para que o grupo funcione bem.
12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.
13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.
14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.
15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.
16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.
- Qualidades:
01. Seguro
02. Acolhedor
03. Desinteressado
04. Disponível
05. Firme e suave
06. Juízo maduro
07. Catalisador
08. Otimista
09. Previsor
10. Confiança nos outros
11. Dá apoio
12. Eficaz
13. Sociável
14. Sincero
15. Corajoso
16. Democrático

MAÇÃ

- Objetivo: Avaliar nossos laços de amizade


- Material: papel e caneta para cada um
- Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-
26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um
desenhe uma maçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos
levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que
levaríamos para Jesus.
- Plenário:
assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?
Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam
pelo que faço, mas, pelo que sou?
Sou incondicional de quatro pessoas?
Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?
- lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
- o ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
- os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
- deixar-se servir pelos irmãos
- uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.

NOME PERDIDO

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 25 minutos.
-Objetivo: Ver a importância de sermos conhecido pelo nome “Jesus chama cada um pelo nome”.
-Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.
-Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes
crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
-Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma
prenda.

OBSERVAÇÃO/AÇÃO

* Objetivo: observar atentamente o comportamento do grupo de um participante para posteriores observações.


* Tamanho: 30 pessoas
* Tempo: 30 minutos
* Material: papel e caneta
* Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação
- o grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo
- o grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o de observação analisa o
outro grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém
se demonstra tímido e não consegue se expressar
- após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.
Exemplo: exemplos de coordenação
Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema,
este deve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se
outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode
ter, após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo, sempre
concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o
coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e “força” o trabalho em
grupo

PALAVRA ILUMINADA

- Participantes: 7 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: Indefinido
- Modalidade: Debate e Apresentação (opcional).
- Objetivo: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado em passagens bíblicas.
- Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.
- Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da
dinâmica.
- Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo
iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos
possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua
esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma
para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da
bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até
que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem
bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os
integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o
tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz
(Cristo) em todos os atos de nossas vidas.

PALAVRA QUE TRANSFORMA

-OBJETIVO: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
MATERIAL: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
-DESENVOLVIMENTO:
Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e
alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por
último a esponja. Então refletimos:
- Como a Palavra de Deus age na minha vida?
- Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?
- Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?
- Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si
mesmo?
- Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?
ILUMINAÇÃO BÍBLICA: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm 3,16.

PARE

Objetivos: através de um teste surpresa, medir o grau de interesse, de participação, a preocupação atual, a
motivação dos participantes; visa conscientizar o grupo acerca daquilo que se passa com os indivíduos participantes.
* Tamanho: 30 pessoas
* Tempo: 45 minutos
* Material: caneta e papel em branco
* Descrição: a técnica do “PARE” usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maior
presença consciente, para descobrir a evolução do grupo.
O exercício processa-se assim:
- A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada
membro participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de
ouvir, de falar ao grupo, de fazer, no momento;
- O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;
- Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição;
- A seguir, a pedido do coordenador, todos, uma a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;
- Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.

PARTILHA

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 15 minutos.
-Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.
-Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente caneta ou lápis.
-Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.
-Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.
-Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou
do jeito que ele estava imaginando.

PESSOAS BALÕES

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 15 minutos.
-Material: Um balão cheio e um alfinete.
-Descrição: O coordenador deve explicar aos participantes por que certas pessoas. Em determinados momentos de
sua vida, se parecem com os balões:
Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar;
Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;
Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; vasta que alguém os provoque com alguma
ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) “estourem”.
-Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas.

PIZZA

- Participantes: 7 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Preferências Individuais.
- Objetivo: Descobrir a importância de diferentes temas para os integrantes do grupo.
- Material: Lápis e papel para os integrantes.
- Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Cada integrante é motivado para que
defina qual a importância dos diferentes temas para si mesmo. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como:
drogas, sexo, namoro, política, amizade, espiritualidade, liturgia, família, educação, saúde, segurança, esportes, etc.
Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do tema). Em
seguida, cada integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem
para com cada tema. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os
temas. Temas se nenhuma importância para o integrante podem ser simplesmente desconsiderados pelo mesmo.
Então, cada integrante apresenta seu desenho ao grupo comentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode
opinar sobre estas opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante.

PRESENTE DA ALEGRIA

* Objetivos: promover um clima de confiança pessoal, de valorização pessoal e um estímulo positivo, no meio do
grupo; dar e receber um “feedback” positivo num ambiente grupal.
* Tamanho: 3 a 10 pessoas
* Tempo: 5 minutos por participante;
* Material lápis e papel;
* Descrição:
- O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;
- A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: “muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno
do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e
negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes
de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo”;
- Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada
membro do subgrupo. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo;
- O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo,
mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia. Na mensagem dirá:
1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo: “gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma
pessoa”, em vez de: “eu gosto de sua atitude”, que é mais geral;
2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vez de um comentário que se
aplique a várias pessoas;
3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;
4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça a colocação
sempre na primeira pessoa, assim: “eu gosto” ou “eu sinto”;
5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;
- Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;
- Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas, a seguir, com os nomes
dos endereçados no lado de fora.

PRESENTE DE AMIGO

- Participantes: 10 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Avaliação dos Integrantes
- Objetivo: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo.
- Material: Lápis e papel para os integrantes
- Descrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em seguida, expõe o
seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos
preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora
de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para
alguns integrantes do grupo”.Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens
para todos os integrantes de seu subgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:
a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;
b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas;
c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;
d) Ser na primeira pessoa;
e) Ser sinceras;
f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.
As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. Então elas são recolhidas e
entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com
um debate sobre as reações dos integrantes.

RIQUEZA DOS NOMES

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 30 minutos.
-Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever as palavras
montadas ou quadro-negro.
-Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador a andar pela sala se olhando,
enquanto uma música toca.
-Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, com algum gesto
(aperto de mão, abraço, beijo e etc).
-Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos). Assim que pára a música,
devem se associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).
-Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tira de papel
também serve).
-Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão uma
palavra com estas sílabas (servem apenas as letras).
Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = Ajuda
Airton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade
-Colocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância na vida.

SALMO DA VIDA

- Participantes: 10 a 20 pessoas
- Tempo Estimado: 45 minutos
- Modalidade: Experiência de Vida.
- Objetivo: Definir a experiência de Deus na vida de cada integrante e agradecê-la.
- Material: Lápis e papel para os integrantes.
- Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando os acontecimentos marcantes. O
coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de
crescimento e não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi à
experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Depois devem
escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O
desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser
divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo é
reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da
dinâmica e a experiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podem ser abordadas:
Como se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção? Qual foi a reação para com acontecimentos
tristes? Como tem sido a experiência com Deus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar
os salmos redigidos com os salmos bíblicos.

SEMEANDO A AMIZADE

- Participantes: 7 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Amizade.
- Objetivo: Lançar boas semente aos amigos.
- Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.
- Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13,
versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os
vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um
coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada
integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua
decisão. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o
tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.

SENTINDO O ESPÍRITO

-Descrição: indefinido.
-Tempo Estimado: 15 minutos.
-Objetivo: Mostra que não adianta falarmos do Espírito Santo se não provarmos e sentirmos ele em nossas vidas.
-Material: Uvas.
-Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo. Depois o coordenador da dinâmica
deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.
-Obviamente alguns iram descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que esta doce, que esta azeda,
que esta suculenta etc.
-Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer. Então o coordenador deve
repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).
Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nos.

SER IGREJA

-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
-Material: Uma folha em branco para cada um.
-Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.
-Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre,
onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e
com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.
-Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações,
atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.
-Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos
juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.
-Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma
flor.
-Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.
-Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos
nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e
realizações. (leitura MC 3,31 – 35).

TEMORES E ESPERANÇAS
* Objetivo: conscientizar o grupo sobre suas motivações, desejos e esperanças; suas angústias e temores.
* Tamanho: 25-30 pessoas
* Tempo: 30 minutos
* Material: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelógrafo.
* Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquer coisa, e se
tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre, e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses
medos.
A dinâmica segue assim:
- formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.
- Distribuição de uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bom que cada subgrupo tivesse um
secretário para fazer anotações sobre o que for falado.
- Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito.
- Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo e
demonstrará que não são muito diferentes dos demais.

TEMPESTADE MENTAL

-Participantes: Indefinido.
-Objetivos: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema, evitando-se críticas e avaliações,
até o momento oportuno; processar os resultados de uma sessão de tempestade mental;
-Tempo Estimado: 1 hora;
-Material: Papel, caneta, cartolina;
-Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:
1. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupo escolherá um secretário que
anotará tudo;
2. Formados os subgrupos, o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício,
acerca do que for dito; quanto mais extremada a idéia, tanto melhor, deseja-se o maior número de idéias.
1ª fase:
- O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dos sobrevivente
nadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias.
2ª fase:
- Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação das idéias e
a escolha das melhores.
3ª fase:
- No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias.
4ª fase:
- Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão
as idéias mais válidas.

TERREMOTO

-Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um).
-Tempo Estimado: 40 minutos.
-Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar
-Descrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1
morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa
Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções
abaixo:
1 - MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes
devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
2 - PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem
trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.
3 - TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois
moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso
até cansar...
-Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que
estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na
Sociedade? Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia várias trombadas. É
muito divertido!!!

TESTE DE RESISTÊNCIA

-Participantes: Indefinido.
-Objetivo: criar na pessoa a capacidade, o equilíbrio e a maturidade suficientes para aceitar críticas, superar
impasses, pessimismos, desânimos, censuras sociais e outras.
-Tamanho: 30 pessoas
-Tempo Estimado: 40 minutos
-Descrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinado grau de
solidariedade e conhecimento mútuo, e sendo por todos aceito. Para sua realização:
- Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de cada vez implacavelmente vai a passarela
em frente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e reticências;
- Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam, constituindo, assim, tantas “fotos” de cada indivíduo,
quantos forem os participantes;
- Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte
os aspectos positivos, negativos e reticências do seu colega sentado à direita.

TRABALHO EM EQUIPE

* Objetivo: demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe.


* Tamanho: 5 a 7 pessoas
* Tempo: 30 minutos
* Material: uma cópia para cada membro da avenida complicada, caneta
* Descrição:
- A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da
avenida complicada;
- O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas, entregando a cada participante uma cópia da avenida
complicada;
- Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada, com a ajuda de toda a equipe;
- Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casa
caracterizadas quanto à cor, ao proprietário, a condução, a bebida e ao animal doméstico;
- Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar por primeiro a solução do problema;
- Terminado o exercício, cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefa
grupal;
- O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para.
Comentários e depoimentos.
A avenida complicada
A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver, com a máxima brevidade
possível, o problema da avenida complicada.
Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas; 801, 803, 805, 807 e 809, da esquerda para a
direita. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente, pelo proprietário que é de nacionalidade diferente, pela
condução que é de marca diferente, pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente.
As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a
mesma avenida e no mesmo lado. O mexicano mora na casa vermelha, O peruano tem um carro Mercedes-benz, O
argentino possui um cachorro, O chileno bebe coca-cola, Os coelhos estão à mesma distância do cadilac e da
cerveja, O gato não bebe café e não mora na casa azul, Na casa verde bebe-se whisky, A vaca é vizinha da casa
onde se bebe coca-cola, A casa verde é vizinha da casa direita, cinza, O peruano e o argentino são vizinhos, O
proprietário do volkswagem cria coelhos, O chevrolet pertence à casa de cor rosa, Bebe-se pepsi-cola na 3 casa, O
brasileiro é vizinho da casa azul, O proprietário do carro ford bebe cerveja, O proprietário da vaca é vizinho do dono
do cadilac, O proprietário do carro chevrolet é vizinho do dono do cavalo.

TRÊS MISTURAR

-Participantes: Indefinido.
-Tempo estimado: 20 minutos.
-Material: Três copos com água, um monte de areia, um pouco de óleo de cozinha e um pouco de vinho ou refresco
vermelho.
-Descrição: colocar no chão ou sobre uma mesa três copos com água. No primeiro pedir para alguém misturar
algumas gotas de óleo.
No segundo copo alguém colocará um pouco de areia.
No terceiro copo colocará um pouco de vinho.
-O coordenador deve pedir aos participantes dizerem o que observaram. Pedir para comparar os copos com a
comunidade, o grupo e as misturas com os diferentes tipos de pessoas. O que significam?

TROCA DE UM SEGREDO

- Participantes: 15 a 30 pessoas.
- Tempo Estimado: 45 minutos.
- Modalidade: Problemas Pessoais.
- Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.
- Material: Lápis e papel para os integrantes.
- Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum
problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar
que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de
modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis
aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse
seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo
coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que
seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer
comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções
apresentadas.
Possíveis questionamentos:
- Como você se sentiu ao descrever o problema?
- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?
- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?
- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?
- Conseguiu por-se na sua situação?
- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?
- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?
- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?

TUBARÃO

-Participantes: Indefinido.
-Material: Um local espaçoso.
-Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio
existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Ta afundando",
os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será
"devorado" pelo tubarão (deve ser escolher uma pessoa com antecedência).
-O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.
Mensagem: Responder às seguintes perguntas:
1) Quem são os tubarões nos dias de hoje?
2) Quem é o barco?
3) Quem são os botes?
4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

MEMORIZAR NOMES (APRESENTAÇÃO)

OBJETIVOS: Memorizar os nomes dos membros de um grupo. Integrar melhor o grupo favorecendo o conhecimento
mútuo.

PROCEDIMENTOS: É bom que todos estejam em círculo.


Cada um dirá seu próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial seu nome. Por exemplo:
Ricardo risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e apresenta-se acrescentando um adjetivo ao próprio
nome. E assim sucessivamente. Por exemplo: Ricardo risonho, Ana alegre, Mário moreno ....
Ao final partilha-se a experiência: como cada um se sentiu ao dizer o próprio nome, o adjetivos, etc..

AS FOTOGRAFIAS

OBJETIVOS: Ampliar o conhecimento de si e interpessoal. Promover a participação de todos com maior


espontaneidade.

MATERIAL: Fotografias que sejam realistas, não sejam personagens conhecidos, sejam grandes, todas em preto e
branco ou todas coloridas.

PROCEDIMENTOS: Espalhar as fotografias no chão e convidar as pessoas a circular em volta das figuras fazendo
com que cada uma se fixe numa delas, a qual tenha com que se identifique.
Definida a fotografia, cada pessoa pega sua foto e volta ao seu lugar de origem.
Depois cada participante falará sobre sua escolha espontaneamente, sobre como a fotografia se identifica com ele.
Finalmente, avaliar como cada um se sentiu e o que descobriu de novo com a dinâmica conversando um pouco mais
sobre o que foi vivenciado:
Houve alguma revelação que surpreendeu alguém (ou que foi dito pela pessoa que se apresentou)?
O que você sentiu no momento de escolher sua gravura?
Gostaria de ter escolhido alguma que outra pessoa pegou?

CONHECIMENTO PESSOAL: A COR DO SENTIMENTO

OBJETIVOS: Identificar os próprios sentimentos e expressá-los, partilhando-os com o grupo.

MATERIAL: Guardanapos ou tiras de papel crepom de cores variadas.

PROCEDIMENTOS: Durante os primeiros cinco minutos o animador solicita às pessoas participantes que se
concentrem, fechando os olhos, procurando uma interiorização e uma conscientização acerca dos próprios
sentimentos no momento.
Decorridos os cinco minutos, e abrindo os olhos, o animador pede que cada pessoa, em silêncio, escolha um
guardanapo, relacionado a cor dele com os sentimentos do momento.
Prosseguindo, formam-se subgrupos obedecendo às cores do guardanapo, resultando daí grupos numericamente
variados.
Cada membro desses grupos irá explicar para o seu grupo o relacionamento encontrado entre a escolha da cor do
guardanapo e os seus sentimentos do momento, levando para este exercício de 15 a 20 minutos.
Terminada esta etapa do exercício, todos se despedem uns dos outros, e o animador solicita que todos procurem
expressar seus sentimentos do momento, através de uma forma dada ao guardanapo. O importante não é tanto se a
forma dada ao guardanapo seja muito exata, mas o que esta forma representa.
A seguir formam-se novos subgrupos, ajuntando os membros pela semelhança das formas dadas ao guardanapo, e
durante alguns minutos cada irá expor ao grupo o significado do formato dado.
Desfeitos os subgrupos, seguem-se, em plenário, os comentários acerca da vivência deste exercício.

O ESPELHO

OBJETIVOS: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.
MATERIAL: Um espelho escondido dentro de uma caixa. O ambiente deve ser de silêncio e interiorização.

PROCEDIMENTO: O coordenador motiva o grupo: “Vocês devem pensar em alguém que lhes seja de grande
significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem você gostaria de dedicar maior atenção em todos os
momentos, alguém que você ama da verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu
cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a
tornam tão amada pôr você, que fazem dela o grande sentido da sua vida...” (Deixar um tempo para esta
interiorização)
Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida.
Em seguida, o coordenador orienta para que todos se dirijam ao local onde está a caixa (uma pôr vez). Todos
deverão olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os
demais.
Finalmente, faz-se a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um. É muito importante
conversar sobre os objetivos da dinâmica.

VALORES

OBJETIVOS: Reconhecer seus próprios valores e os valores dos outros. Partilha.

MATERIAL: Cartões onde devem estar escritos valores, os mais diversos possíveis.

PROCEDIMENTOS: Cada participante recebe um cartão com um determinado valor (de preferência, um valor que
ele possa ter); por exemplo: otimismo, alegria, esperança, solidariedade, justiça, gratuidade, partilha, sinceridade,
honestidade, etc..
Alguns instantes de reflexão pessoal.
Cada participante vai dizer então se possui ou não este valor apresentado pelo cartão, justificando-se.
Ao final da dinâmica, é bom que cada um compartilhe como se sentiu no correr da dinâmica, com como os valores
que descobriu em si e nos outros companheiros.
AUTOCONFIANÇA

OBJETIVO: Avaliar a autoconfiança e a sensibilidade dos diversos sentidos.

MATERIAL: Vendas ou pedaços de tecido para vendar os olhos.

PROCEDIMENTOS: Formam-se duplas com todo o grupo.


Em cada dupla, uma pessoa fecha os olhos e a outra a conduz para dar um passeio fazendo-a tomar contato com a
realidade e objetos que a cercam, sem serem vistos. Se possível passar por situações diversas, como escada,
gramado, no meio de cadeiras, tocarem objetos, flores com cheiro, etc..
Depois de 5 a 7 minutos, invertem-se os papéis.
No final avalia-se a experiência, descobertas e sentimentos.
Questões que podem ajudar: Como se sentiu ? Por que ? Como foi conduzido ? Foi capaz de identificar algo ? Que
importância deu aos diversos sentidos ? Quando caminhamos no dia-a-dia deixamos nos tocar pela realidade que
nos cerca ? Como reagimos diante de situações diversas como por exemplo diante de um policial, de um grupo de
meninos de rua, num ambiente escuro, quando acaba a energia, etc.? O que achou da dinâmica ?

AUTO – RETRATO

OBJETIVOS: Confrontar-se com a auto – imagem. Proporcionar maior conhecimento e aceitação de si mesmo/a.

MATERIAL: Papel e caneta ou pincel para todos.

PROCEDIMENTOS: Pedir para cada pessoa desenhar a si mesma. Recusar desculpas de que não se sabe desenhar
direito ou qualquer outra que seja. O importante é que cada um desenhe como sabe, mesmo que pareça engraçado.
Inicialmente reagirão com risadas, mas aos poucos cada um deverá expressar no papel como se vê.
Quando todos tiverem concluído seu desenho, partilhar em grupos a experiência e o desenho.
No final avaliar como se sentiram fazendo a experiência. Como é a aceitação do próprio corpo ? De que tem
vergonha e por quê ? Como se sente agora, após mostrar o desenho para os outros e partilhado os sentimentos ?
O DESEJO MÁGICO

OBJETIVOS: Identificar as preocupações e os interesses mais importantes do grupo, como base para uma maior
compreensão e programação.

MATERIAL: Papel e caneta. Quadro-negro e cartolinas.

PROCEDIMENTOS: O coordenador formulará a seguinte pergunta : “Escreva três coisas que são mais importantes
em relação a este grupo”. Em outras palavras: “Quais as três últimas coisas que você deixaria em relação a este
grupo?”
Durante cinco a oito minutos todos responderão, por escrito, a esta pergunta. A seguir o coordenador perguntará:
“Se tivessem um desejo mágico e pudessem mudar três coisas em relação a este grupo, o que mudariam?”
As respostas devem ser colocadas no verso da folha, usando para isso mais cinco a oito minutos. Nas discussão que
seguir, todos poderão pronunciar-se, em primeiro lugar, sobre os aspectos que não podem mudar, que já são
positivos e é importante conservar em relação ao grupo. E, logo após, sobre o desejo mágico.
Discute-se, a seguir, sobre as coisas que precisam e poder ser mudadas imediatamente no grupo.
No final avaliam-se os sentimentos e encaminhamentos feitos para melhorar a vida do grupo.

TROCANDO OS CRACHÁS

OBJETIVOS: Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento.

MATERIAL: Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.

PROCESSO: No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu
próprio nome.
Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada
um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar.
Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.
Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena
conversa informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega.
Partilhar a experiência no grande grupo.

RÓTULOS

OBJETIVOS: Questionar a facilidade com que rotulamos as pessoas, tentando julgá-las menos por seu conteúdo
intrínseco e pessoal do que pela eventual “ embalagem “ simbolizada por seus trajes, hábitos, família, situação
intelectual ou social, etc.

MATERIAL: Crachás que sejam como rótulos para os participantes, com os dizeres:
5. Sou engraçado: ria
6. Sou tímido: ajude-me
7. Sou mentiroso: desconfie
8. Sou surdo: grite
9. Sou criativo: ouça-me
10. Sou pouco inteligente: ignore-me
11. Sou muito poderoso: bajule-me

PROCESSO: Os participantes são divididos em grupos de cinco ou seis elementos.


Cada participante receberá seu rótulo já colado na testa (de modo que ele não leia antes e nem durante a dinâmica).
Motivar todos a discutir soluções possíveis para algum problema determinado, contando que, durante a discussão
levem em consideração o rótulo que cada um está usando.
Discutir o tema proposto, considerando o outro a partir do rótulo.
Concluir a experiência avaliando e partilhando os sentimentos vividos e o que isso tem a ver com nossa vida, como
rotulamos as pessoas e como melhorar nossa comunicação.

VIRAR PELO AVESSO

OBJETIVOS: Despertar o grupo para a importância da organização, pois eficiência não é questão de força, e não há
problema sem solução.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Forma-se um círculo. Todos de mãos dadas.


O animador propõe para o grupo um desafio: o grupo deverá ficar voltado para fora e de costas para o centro do
círculo sem soltar as mãos. Este detalhe é importante: ninguém pode soltar a s mãos em hora nenhuma. Se alguém
já conhece a dinâmica, deve ficar de fora observando ou então não tomar iniciativa no grupo.
O grupo deverá buscar alternativas até atingir o objetivo.
Nota: O grupo todo deve passar por baixo dos braços, entre duas pessoas. Como? Alguém toma a iniciativa e vai
entrando no círculo até passar debaixo dos braços da pessoa que está do outro lado do círculo. E leva consigo as
outras pessoas sem soltar as mãos. Quando todo mundo passar, basta os dois últimos virarem também, que todos
ficarão de costas formando um novo círculo ainda de mãos dadas.
Se for o caso pedir para desvirar o círculo sem soltar as mãos. Só dará certo se repetir o mesmo processo. Serve
para verificar se o grupo assimilou o aprendizado.
Analisar a dinâmica. As questões abaixo poderão ajudar:
12. O que viram?
13. Como se sentiram?
14. Foi fácil encontrar a saída?
15. Alguém desanimou?
16. O que isso tem a ver com o nosso dia-a-dia?
17. Nossa sociedade precisa ser transformada?
18. O que podemos fazer? Como?

DINÂMICA DO NÓ

OBJETIVOS: Ajudar o grupo a compreender o processo vivido na solução de um determinado problema. Criar novas
expectativas com relação a algum problema de difícil solução.

MATERIAL: Toca-fitas e música a vontade.

PROCESSO: Os participantes formam um círculo e se dão as mãos. È importante lembrar que, sempre que for
pedido para dar novamente as mãos, deverão repetir exatamente com estão: a mão esquerda para quem segura a
mão esquerda e a direita para quem segura a direita.
Após esta observação, o grupo deverá, ao som de uma música, caminhar um pouco, livremente.
A um sinal do animador, o grupo forma um único bloco no centro do círculo e, sem sair do lugar, cada participante
deverá dar novamente a mão direita para quem segurava a mão direita e a mão esquerda para quem segurava a
mão esquerda (como no início). Com certeza, ficará um pouco difícil à distância entre aqueles que estavam próximos
no início, mas o animador tenta motivar para que ninguém mude de lugar ou troque o companheiro com o qual
estava de mãos dadas.
Assim que todos já estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem à posição natural,
porém sem soltarem as mãos em silêncio. ( O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial,
movimentando-se silenciosamente).
Após algum tempo, se não conseguirem voltar à posição inicial, o animador “libera a comunicação” entre as pessoas
e deixa mais alguns minutos. Caso ainda seja muito difícil, o animador poderá subir numa cadeira e “assessorar o
desamarramento” dando sugestões e mostrando os possíveis caminhos.
Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. Destacar as dificuldades, os sentimentos experimentados no início, no
momento do nó e ao final, após desatá-lo.
Nota: Sempre é possível desatar o nó completamente. Porém, se o grupo for muito numeroso, pode se mais difícil.
Portanto, sugerimos: se o grupo ultrapassar trinta participantes, poderão ser feitos dois círculos.

O SALTO

OBJETIVOS: Reforçar a memorização dos nomes dos membros do grupo. Energizar e alongar, fisicamente,
descontrair e desinibir .

MATERIAL: Não é necessário.


PROCESSO: Forma-se um grande círculo, todos em pé.
Cada participante deve dar um impulso, correndo até o centro do círculo, saltar, dando um soco no ar e gritar o seu
nome.
Pode-se fazer repetidas vezes, em tons e formas diferentes, cada participante.
No final, após todos terem se apresentado, saltam, juntos, gritando (cada um), o seu nome, ao mesmo tempo.

CARTAZ

OBJETIVOS: Favorecer a desibinição, aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo e estimular a


criatividade.

MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos).

PROCESSO: Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado em círculo.
Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho – qualquer desenho – que represente algo de si. Não importa
que não se saiba desenhar; deve ser bastante espontâneo.
Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartaz
Uma vez concluídos os cartazes, casa pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visível, aos demais
membros do grupo e proceder a sua apresentação, nome e explicação do desenho.

MINHA OUTRA METADE ESTÁ EM VOCÊ

OBJETIVOS: Promover a aproximação das pessoas do grupo, incentivar o diálogo e novas amizades.

MATERIAL: Cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 15 cm, em número suficiente, de modo
a não faltar prá ninguém.
Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser parte de uma música, versículo bíblico, um pensamento,
uma palavra apenas, etc.)
Exemplos:
“Eu sem você, só sou desamor.”
“Você é especial para mim.”
“Nada se compara à nossa amizade.”
“Amigo é coisa prá se guardar...”
Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.

PROCESSO: Inicia-se com a distribuição das duas metades das cartelas, tendo o cuidado para que todos recebam.
Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem suas metades.
À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na
cartela.
Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência ( o que
sentiram como foi o encontro, etc.).

MINHA CARACTERÍSTICA MAIOR

OBJETIVOS: Favorecer a comunicação verbal, criar um clima de empatia e estimular o processo de conhecimento
do outro.

MATERIAL: Papel e lápis.

PROCESSO: O facilitador explica que “todos nós temos características são mais marcantes e visíveis aos outros”.
Distribuir papel e lápis, onde cada pessoa, escreverá uma frase que resume aquilo que ela é e o que faz de melhor.
Exemplo:
(José) “ Sou um batalhador incansável pela justiça.”
(Roberta) “ Sou sensível à miséria e não me canso de ajudar os pobres.”
Fixar os papéis no peito, e todos, ao som de uma música (suave) passeiam pela sala, lendo as frases dos demais.
Solicitar que formem pares ou tríades com as pessoas cujas frases lhes chamaram a atenção.
Retornar após (mais ou menos) quinze minutos para o grupo maior, onde os membros de cada dupla (ou tríade)
apresentam um ao outro, salientando os aspectos positivos do encontro.
ROMPENDO O CERCO

OBJETIVOS: Constatar as dificuldades existentes quando queremos ultrapassar alguma dificuldade, enquanto as
pessoas ao nosso redor dificultam ainda mais ou não ajudam.
Observar a perseverança e resistência dos participantes, diante de uma situação de pressão.
Trabalhar um relacionamento.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo, de modo que os membros fiquem com os braços entrelaçados e firmes.
Pedir um voluntário, sem dar explicações.
Explicar que a dinâmica tem duas orientações básicas:
•O voluntário deverá tentar, por todos os meios, sair do círculo;
•Cabe aos demais, que estão firmemente no círculo, impedir que o voluntário saia.
Pedir que o de dentro troque com outra pessoa, repetindo o procedimento mais algumas vezes.
Ao final, seguem-se alguns comentários para reflexão do grupo:
19. O que você sentiu ao ser voluntário, tentando sair do círculo e enfrentando tamanha dificuldade?
20. Qual o sentimento do grupo? Houve vontade de ceder? Surgiu sensação de sadismo? Compaixão?
21. O que significa romper o cerco?
22. O que isso tem a ver com a realidade do nosso dia-a-dia?
23. Quais as palavras “mágicas” do relacionamento humano?

POSSO ENTRAR?

OBJETIVOS: Promover o entrosamento dos membros do grupo que estiverem mais “deslocados” e levar os
participantes a refletirem sobre as razões que levam um grupo a ser “fechado”, de difícil acesso.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Uma vez percebido quem está deslocado no grupo, o facilitador orienta a formação de um círculo ( ou
mais de um, se for o caso), onde os participantes ficam com os braços entrelaçados fortemente.
As pessoas que irão formar o círculo deverão ser convidadas uma a uma, justamente para deixar de fora aquelas
que irão tentar entrar no círculo.
Após a formação do círculo, cada pessoa que estiver fora vai tentar entrar.
A função dos que estiverem formando o círculo é não permitir, sob hipótese nenhuma, a entrada do “intruso” no
círculo.
Tendo conseguido ou não, o facilitador deve substituir a pessoa que tentou entrar no círculo (se for mais de uma que
ficou sentada), até que todas tenham participado.
Ao final, todos sentam no chão e é aberto espaço para o questionamento:
Quais os sentimentos experimentados durante o exercício?
Qual a sensação de não ser escolhido para participar do círculo?
O que você sentiu ao não conseguir entrar no grupo?
O que você sentiu ao conseguir?
Durante o questionamento, o facilitador deve (se não tiver acontecido) promover o entrosamento, de forma
calorosa, dessa(s) pessoa(s) ao grupo.

O PRESENTE DA ALEGRIA

OBJETIVOS: Exercitar a verbalização das qualidades do outro, num clima de confiança pessoal e mostrar que um
presente não tem que ser, necessariamente, algo material.
MATERIAL: Papel e lápis.

PROCESSO: estando o grupo sentado em círculo, inicia-se uma exposição sobre a importância de dar e receber
presentes: Queremos, com esta dinâmica, mostrar que um presente pode ser uma palavra , um gesto, um carinho,
um incentivo, um beijo, enfim. Coisas do nosso comportamento para com os outros e que têm um valor incalculável.
De modo que vamos dizer para a pessoa que está aqui conosco quais as qualidades. Quais os aspectos do seu
comportamento, da sua maneira de ser que nós admiramos.
Portanto, agora, cada pessoa escreverá na sua papeleta, de uma a três qualidades – algo que você percebe do seu
nível de relacionamento ou que percebeu aqui no grupo – para a pessoa da sua direita.
Orientar, também, que a papeleta não deverá ter destinatário nem remetente, ou seja, nem escrever o seu nome,
nem o nome da pessoa para a qual você está escrevendo.
É importante escrever uma mensagem que se enquadre bem na pessoa, ao invés de um comentário generalizado.
O facilitador deverá recolher as papeletas, dobradas.
Redistribuir as papeletas, de modo que nenhuma pessoa pegue a sua própria (todos deverão ficar, nessa etapa, com
as papeletas trocadas).
Desse momento em diante, cada pessoa deverá ler o que está escrito na papeleta da sua mão, oferecendo como
presente, a qualquer pessoa do grupo.
Deve sair do lugar e dar um abraço nessa pessoa.
Todas as pessoas do grupo oferecerão os seus “presentes” às demais.
Uma pessoa poderá ter vários “presentes”.
Alguém poderá não receber nada.
Ao final, quando todos tiverem verbalizados o que escreveram, poderão ser feitos alguns comentários adicionais,
sobre quais os sentimentos de cada um, em relação ao que aconteceu.

ABRIGO SUBTERRÂNEO

OBJETIVOS: Questionar sobre conceitos e valores morais, trabalhar a questão do preconceito no grupo e exercitar
uma atividade de consenso.

MATERIAL: Caneta ou lápis e uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cada participante.

PROCESSO: Dividir o grupo em subgrupos de cinco pessoas.


Distribuir uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cada participante.
Orientar que cada pessoa deverá proceder a sua decisão individual, escolhendo até seis pessoas (da lista do abrigo)
de sua preferência.
Em seguida, , cada subgrupo deverá tentar estabelecer o seu consenso, escolhendo, também, as suas seis pessoas.
Ao final, o facilitador sugere retornar ao grupão, para que cada subgrupo possa relatar os seus resultados.
Proceder os seguintes questionamentos:
Quais as pessoas escolhidas de cada subgrupo?
Qual o critério de escolha/eliminação?
Qual(is) o(s) sentimentos que vocês vivenciaram durante o exercício?

Solução: Uma escolha livre de preconceitos seria promover um sorteio.

ABRIGO SUBTERRÂNEO

Você está correndo um sério perigo de vida. Sua cidade está sendo ameaçada de um bombardeio. Você recebe a
ordem de que deverá acomodar em um abrigo subterrâneo apenas seis pessoas , entretanto há doze precisando
entrar no abrigo. Abaixo, estão quais as pessoas e suas características. Faça a sua escolha. Apenas seis poderão
entrar no abrigo:

( ) Um violinista, 40 anos, viciado


( ) Um advogado, 25 anos.
( ) A mulher do advogado, 24 anos, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou
fora dele.
( ) Um sacerdote, 75 anos.
( ) Uma prostituta, com 37 anos.
( ) Um ateu, 20 anos, autor de vários assassinatos.
( ) Uma universitária, 19 anos, que fez voto de castidade.
( ) Um físico, 28 anos, que só aceita entrar no abrigo se puder levar
consigo sua arma.
( ) Um declamador fanático, 21 anos , baixo QI.
( ) Um homossexual, 47 anos, geólogo.
( ) Um débil mental, 32 anos, que sofre de ataques epiléticos.
( ) Uma menina, 12 anos, baixo QI.

CÍRCULO E BEIJO

OBJETIVOS: Promover a aproximação entre os participantes, quebrar preconceitos, estimular o toque e o afeto e
exercitar a motricidade.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo de mãos dadas.


Cada pessoa dirige-se, sem soltar as mãos, a uma outra pessoa do grupo, no sentido oposto e beija- a no rosto (ou
não).
As pessoas com as quais ela está de mãos dadas resistem em acompanhá-la, puxando-a para trás, porém vão
cedendo aos poucos (sensação de resistência e, ao mesmo tempo, alongamento muscular).
A pessoa escolhida dá continuidade à dinâmica, obedecendo ao mesmo procedimento, até que todos tenham
repetido o exercício.
Ao final, sempre é bom o facilitador sugerir uma boa sessão de abraços.

ESPELHO

OBJETIVOS: Exercitar a percepção do outro, através do olhar, estabelecer empatia e quebrar a resistência de
proximidade.

MATERIAL: Aparelho de som e cd ou fita de música instrumental.

PROCESSO: Formar duplas, cujos membros devem se colocar frente a frente, e cada um unirá a palma da sua mão
à palma da mão do outro.
Colocar uma música suave, instrumental.
Orientar os participantes, dizendo-lhes que eles estão diante de um espelho e que irão passar suas mãos ao longo
de todo espelho.
Fazer movimentos circulares bem alongados e abrangentes.
Ficar olhando nos olhos do outro.
Após alguns segundo, o facilitador sugere que cada dupla se despeça com um abraço.
Procure outra pessoa e formar nova dupla, repetindo o exercício.

Variação de procedimentos:
Depois do período de várias trocas, o facilitador pode sugerir juntar duas duplas e estas farão o exercício a quatro;
depois, um grupo de quatro se junta a outro grupo de quatro; os oito se juntarão a outro grupo de oito; até que , ao
final, forme-se um círculo único, criando uma sincronia nos movimentos. Na finalização, o facilitador sugere que
todos aplaudam, utilizando a mão do outro.
RELÂMPAGO

OBJETIVOS: Desfazer as “panelinhas” , formar novas parcerias e amizades e descontrair e “acordar” o grupo.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: O facilitador solicita que peguem suas ‘bagagens” ( bolsas, material, pastas, etc.).
“Observe e grave quem é a pessoa que está à sua direita e à sua esquerda.
Vou contar, até cinco e todos deverão trocar de lugar, de modo que ninguém fique perto de quem estava antes.
Quem se sentar por último paga uma prenda.”
Quando estiverem novamente acomodados:
“ Cumprimente e dê boas vindas ao seu novo vizinho.”
COSTA COM COSTA

OBJETIVOS: Desencadear no grupo o processo de descontração.


Facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar duplas que devem ficar posicionadas costa com costa, bem juntinha.
Pegar as mãos um do uotro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços.
Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo do parceiro sobre as costas.
“ Ter cuidado com os limites e a idade do outro.”
Dobrar para a direita e para a esquerda, também.
Efetuar cada movimento mais de uma vez( pelo menos três).
Soltar as mãos, sem descolar os corpos.
Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente, bem
juntinhos.
Juntar as mãos, palma com palma.
Ir abrindo os braços, com as mãos coladas, bem devagar, forçando para frente (forças opostas), ficando em forma
de cruz (braços abertos).
Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro, abraçando-o.
Todo esse ritual... só para um abraço. Que bom! “aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa.”

O MELHOR DE MIM

OBJETIVOS: Proporcionar aos participantes uma auto-avaliação.


Projetar a auto-imagem, utilizando criatividade e recursos lúdicos.
Oferecer aos demais companheiros um pouco de si.
Estabelecer empatia.

MATERIAL: Cartolinas de cores variadas e suaves, revistas usadas, cola, tesouras, fita crepe, pincéis coloridos.

PROCESSO: Etapa um ( início do evento)


Colocar o material à disposição dos participantes e dizer-lhes que devem construir um cartaz, utilizando esses
recursos e que retrate ou represente o melhor de cada um.
Usar a criatividade e elaborar, com frases, figuras, aquilo – em forma de cartaz - que diga ou sintetize o melhor de
vocês.
Ao ser concluído, o facilitador orienta que cada participante deve fixar o seu cartaz na parede.
Os cartazes deverão ficar fixados até o final do evento.
Etapa dois (final do evento)
O dono de cada cartaz deverá retirá-lo da parede e dizer para o grupo o que significa.
Em seguida, deve oferecer o seu “melhor de mim” a um dos participantes do grupo, ressaltando o quanto aquela
pessoa é especial, por isso merece o seu cartaz.
Escolher uma boa música de fundo para o momento de entrega de cartazes.
Se for possível, comentar sobre o sentimento de ter sido escolhido e/ou de estar preparando algo para alguém.

EM BUSCA DO OLHAR

OBJETIVOS: Trabalhar o aprofundamento da integração do grupo.


Incentivar o toque e exercitar a comunicação não-verbal.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. Em seguida,
pede-se que as pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.
O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar
numa pessoas cujo olhar lhe foi significativo.
Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro
do grupo. Abraçam-se , tocam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.
O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda cada pessoa fazer
seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.

Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são
feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador Ter sensibilidade para a condução de troca de
experiências não verbais. Essa dinâmica também p e excelente para encerramentos de atividades grupais em que
pessoas passaram algum tempo juntas.

PAPEL AMASSADO

OBJETIVOS: Levar os participantes a refletir sobre o seu aprendizado e avaliar a experiência vivenciada – o quanto
foi válida e o quanto agregou de novo ao nível dos seus conhecimentos anteriores.

MATERIAL: Uma folha de papel em branco, som com CD ou tape-deck e a gravação da música “Como uma onda” (
Lulu Santos ou Leila Pinheiro).

PROCESSO: Informar que todos se preparem, pois “iremos realizar a prova final, de mensuração do nível de
aprendizado do grupo”.
Distribuir uma folha de papel em branco para cada participante.
Pedir-lhes que deixem todo o material sobre as cadeiras, inclusive as canetas ou lápis, e “venham para formarmos
um grande círculo”.
Orientar para que amassem, o máximo que puderem, a folha de papel.
Iniciar a música e , em seguida, solicitar que “voltem as suas folhas ao que eram antes, ou seja, desamassem-nas”.
Deixar a música tocar um bom pedaço.
Diz o facilitador: “ Ninguém, jamais, consegue tomar um banho num mesmo rio duas vezes... isso significa
que, por mais simples, elementar ou superficial que uma experiência possa nos parecer, sempre é
possível aprender-se algo novo com ela. Espero que vocês tenham aprendido algo diferente aqui e que a
folha de papel das suas vidas nunca mais sejam as mesmas de quando vocês entraram aqui, no início
desse evento. Que saiam modificados por algum aprendizado.”
Criar oportunidade para abraços e despedidas.

TERRA, CÉU E MAR

OBJETIVOS: Aquecer e exercitar o senso de direção, percepção de espaço e, naturalmente, descontrair.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: O facilitador convida o grupo a formar uma fila única, uma atrás da outra, alinhadas da menor para a
maior.
A fila deverá formar-se a partir de uma distância de, mais ou menos, um metro de onde está o facilitador.
Começa a orientação: “a fila onde vocês estão é denominada TERRA, à sua direita é o CÉU e à sua esquerda é o
MAR”.
Quando eu disser: TERRA! Todos irão para a terra... CÉU! Todos irão para o céu... MAR! Todos irão para o mar.
Aqueles que “titubearem” ou deixarem de ir, vão sendo excluídos”.
Aos vencedores (ou aos três finalistas) oferecer um prêmio.

ESTOURANDO BALÕES

OBJETIVOS: Este é um exercício de competição, onde vencer[á aquele que conseguir manter-se, até o final, com
os balões cheios, presos à cintura (ou pelo menos um).

MATERIAL: Balões coloridos, barbante.

PROCESSO: Distribuir dois balões (bexigas) para cada participante.


Distribuir, também, um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrá-lo à cintura, junto com os balões.
Encher os dois balões e prendê-los ao barbante, um de cada lado da cintura.
Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra, protegendo ao mesmo tempo, os seus balões.
Deve-se utilizar, apenas, as mãos – evitar, portanto, objetos que possam provocar acidentes (palitos, unhas,
alfinetes, etc.).

BALÕES NO AR

OBJETIVOS: Excelente momento para integração do grupo, processo de reencontro , congraçamento, celebração.
É ideal para grandes auditórios.

MATERIAL: Balões coloridos.

PROCESSO: Distribuir um balão para cada pessoa (se possível prender cada balão com um pedaço de durex sobre
cada cadeira).
Orientar para que todos encham os seus balões.
O exercício consiste:

Opção 1: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, apenas utilizando a cabeça.
Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.

Opção 2: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, utilizando uma das mãos.
Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.

Ao final, realizar um momento de celebração, estourando os balões ao mesmo tempo.

O FEITIÇO CAIU EM MIM

OBJETIVOS: Exercício de integração do grupo, Podendo no entanto, ser utilizada em grupos já conhecidos,
objetivando o lazer e a descontração.

MATERIAL: Tiras de papel e lápis para cada participante.

PROCESSO: Orientar para que todos fiquem sentados em círculo.


Distribuir papeletas e lápis para cada participante.
“Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que gostaria que o vizinho da direita fizesse. Pode ser
qualquer coisa : imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc.”
“Você deve escrever o seu nome”
Recolher todas as papeletas, dar o mote: “Aquilo que você não quer para si, não deve desejar para os outros...
portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você”!
Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.

RETIRANDO AS CADEIRAS

OBJETIVOS: Exercitar a agilidade, percepção e, quem sabe, até o preconceito (sentar um no colo do outro?!... isso
não vai dar certo!).

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo com cadeiras, todas voltadas para fora.


A quantidade de cadeiras deve ser o equivalente ao número de participantes menos uma.
Sugerir que todas as pessoas fiquem circulando ao redor das cadeiras, ao som de uma música bem ritmada.
Quando a música parar, todos procuram sentar; sobrará alguém, que deverá assentar-se, de alguma forma –
ninguém pode ficar em pé fora do círculo.
Volta a música, o grupo reinicia a caminhada circular e o facilitador tira mais uma cadeira... pára a música e todos
procuram sentar de novo.
A cada etapa repete-se o procedimento, até que só exista uma cadeira.
Afinal, este é o desafio: um objetivo único para todos. Criatividade, companheirismo e determinação são
ingredientes imprescindíveis para aplicação desta técnica.

O PRESENTE/ EU GOSTO DO FULANO PORQUE....


OBJETIVOS: Excelente para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoço ou após uma seqüência de
atividades que venham a provocar cansaço mental).

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.
Sugerir que todos guardem o seu material, tudo o que estiver sobre as cadeiras ou no colo, não esquecer de colocar
os nomes nas suas pastas ou apostilas, porque “ isso aqui vai virar uma grande confusão.
Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.
Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.
Proceder o início do exercício dizendo que “sempre ficará alguém sobrando, uma vez que foi retirada uma cadeira”.
“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:
“Eu trouxe um presente para pessoa que....” ou “Eu gosto de (Nome da pessoa) porque está usando...”
Exemplos de opções:
...estiver de jeans.
...usa óculos.
...tem duas orelhas.
...usa brincos.
Usar de toda criatividade possível.
Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito, devem trocar de lugar, rapidamente, inclusive a que estiver
no centro ; sempre sobrará alguém, que deverá continuar a brincadeira.
As pessoas que sobrem no centro, a partir de duas vezes, pagarão uma prenda especial (imitar um animal, dançar
uma música), ao final ao critério do grupo.

CAIXINHA DE SURPRESAS

OBJETIVOS: Despertar e exercitar a criatividade do grupo.

MATERIAL: Caixinha com tiras de papel onde se deve escrever previamente algumas tarefas engraçadas, som com
cd ou gravador.

PROCESSO: Formar um círculo. A caixinha deverá circular de mão em mão, até que o som da música pára
simultaneamente.
Aquele que estiver com a caixinha no momento em que a música parar, deverá tirar de dentro da caixinha uma
papeleta coma tarefa e executá-la.
Continuar a brincadeira até enquanto estiver interessante.

LARANJA NO PÉ

OBJETIVOS: Agradável, aguça o nível de atenção nas pessoas e estimula o espírito de solidariedade.

MATERIAL: 2 laranjas.

PROCESSO: Assentar os participantes, em duas filas de cadeiras.


Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos) da primeira pessoa de cada fila, que procurará passar a
laranja sem a deixar cair, para os pés da segunda pessoa e assim por diante.
Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, utilizando o tempo que for preciso.
Será vencedor o grupo que terminar primeiro.

VOCÊ ME AMA ?

OBJETIVOS: Outra técnica boa para ser aplicada após intervalos longos, utilizando-se do mesmo princípio da
técnica O presente.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.
Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.
Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.
“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:
Você me ama? A pessoa interrogada responderá: Sim, amo. O voluntário perguntará: Por quê ? O outro responderá
alegando alguma coisa que o voluntário usa. Ex: Porque você usa tênis.
No momento em que disser que ele sua tal coisa, todos do círculo que estiverem usando também, deverão mudar de
lugar, inclusive o voluntário.
O participante que ficar sem cadeira reinicia a brincadeira, dirigindo-se a outra pessoa: “Você me ama?” “Sim, amo
você.” “Por quê?” “Porque você usa óculos”.... e assim por diante

VOU PRÁ ILHA

OBJETIVOS: Exercitar a percepção do grupo.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Iniciar com o seguinte mote – “Eu vou prá ilha e vou levar comigo uma bicicleta... o que é que você
leva?”
Cada participante terá que descobrir que só entra na ilha quem levar algo ou alguém que comece com a letra “b”. O
facilitador pode repetir a mesma regra, ou seja, utilizando palavras que comecem com “c” ou “f”. Aqueles que
forem acertando, não devem revelar para o vizinho. É importante que cada um “saque” e perceba.
Variações:
“Eu vou prá ilha e vou levar um óculos... o que é que você leva?” A regra agora é algo que o vizinho da direita
esteja usando (se estiver sendo usada a ordem da esquerda para a direita).
“Eu vou prá ilha e vou levar um caqui ... o que é que você leva?” A regra agora é qualquer palavra que comece com
a primeira letra do nome da pessoa (C de Celso, M de Milton).

Ao final, faz-se a revelação e conversa-se sobre o exercício, tirando-se as conclusões que forem convenientes para o
momento. As pessoas que não conseguiram acertar não significa, necessariamente, que não têm percepção ou que
têm menos que as demais.
Basta botar a mente para criar e poderão surgir as melhores idéias: palavras com a mesma inicial, algum objeto
que esteja na sala, etc.

CRUZADA OU DESCRUZADA

OBJETIVOS: Outra técnica para exercitar a percepção do grupo.

MATERIAL: Uma tesoura.

PROCESSO: Formar um círculo, com o grupo assentado em cadeiras.


O facilitador mostra uma tesoura e diz que irá passá-la para o vizinho, que passará para o outro vizinho e, assim,
até chegar ao último.
Ao passar a tesoura, cada pessoa deve verbalizar a palavra “CRUZADA” ou “DESCRUZADA”.
A tesoura pode estar aberta (descruzada) ou fechada (cruzada).
O segredo, na verdade, está na posição das pernas do vizinho:
Quando for dito cruzada, mesmo que a tesoura esteja fechada, se as pernas do vizinho, para quem estiver sendo
passada a tesoura, estiverem descruzadas, será dita a palavra “descruzada” e , assim por diante.

O REPOLHO

OBJETIVOS: Esta é uma forma bem criativa para mensurar o nível de conhecimento das pessoas, em relação a
determinado assunto ou tema.

MATERIAL: Elaborar previamente , questionamentos (perguntas, afirmativas, para as pessoas concordarem ou


discordarem, etc.) em folhas de papel – um em cada folha. Enrolar cada folha, uma pós outra, de modo que todas
fiquem como que envolvendo uma a outra, formando uma bola, assemelhada a um “repolho”.

PROCESSO: Formar um círculo, e começar a passar o “repolho”.


Colocar uma música bem ritmada e ficar de costas para o grupo.
Parando a música, quem estiver com o “repolho” na mão deverá retirar a primeira folha, ler o que está escrito e
responder.
Senão souber a resposta, passa para o próximo.
E, assim. Sucessivamente, até que a última folha seja respondida.

Variação desta dinâmica:


Pode-se dividir em dois grupos e ao invés de passar para o vizinho, passa-se para o grupo oponente.

FORMANDO GRUPOS

OBJETIVOS: Esta é uma forma aquecida para preparar e, até mesmo, estimular os participantes – principalmente
os mais sonolentos – para o estudo de algum tema ou tópicos de alguma apostila. Pode-se utilizar esta dinâmica
para formação de subgrupos de projetos, de modo que sejam evitadas as ”panelinhas”.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO:
(opção 1)
Formar um círculo, numerar os participantes, supondo que se queira formar cinco grupos:
1,2,3,4,5...1,2,3,4,5....1,2,3,4,5....
Ao final, com todas as pessoas tendo recebido um número, orientar que sejam formados os grupos: “ Todas as
pessoas que tem o número um, ficam neste canto.... as que têm o número dois, ficam naquele canto... etc.

(opção 2)
O facilitador coloca no chão (ou numa mesa ou cadeira) cartelas com cores variadas, de modo que seja na
quantidade de participantes do grupo.
As cartelas devem ser em quantidades iguais ( ou quase iguais, considerando quando o grupo for ímpar).
Todas as cartelas deverão estar viradas para baixo, não permitindo que os participantes vejam as cores.
Sugerir que cada pessoa pegue uma cartela e fique com ela.
As pessoas que estiverem com as cartelas vermelhas formarão um grupo, as que estiverem com as cartelas
amarelas outro, e assim por diante.

Orientar que cada grupo nomeie um relator para a apresentação do resultado do grupo (se for o caso).

MURAL

OBJETIVOS: Esta é uma dinâmica baseada nos fundamentos da Andragogia (educação de adultos). É uma forma
bem dinâmica e eficaz para assimilação de determinados conteúdos e conceitos.

MATERIAL: Texto para leitura, cola, tesoura, cartolinas, lápis coloridos, revistas, pincéis atômicos, etc.

PROCESSO: Inicialmente, distribuir o texto ou material de leitura, onde será embasada a elaboração do mural.
Separar a turma em pequenos grupos, de até seis participantes.
Orientar para que cada pessoa faça uma leitura bem geral, destacando os aspectos mais significativos do texto (ou
material recebido).
Em seguida, fazer os destaques junto com o grupo, de modo a estabelecer um consenso.
Utilizando o material recebido e toda a criatividade possível, elaborar um “Cartaz Andragógico”, representando a
idéia central estabelecida pelo grupo.
Podem ser acrescentados títulos, frases de legenda, desenhos à mão livre, etc.
Cada grupo, ao final, elegerá um relator e fará sua apresentação.

BRAINSTORMING

OBJETIVOS: Esta é uma forma andragógico-construtivista (educação de adultos), onde o facilitador procura
explorar o máximo a experiência acumulada e o interesse dos participantes. Tem por objetivos estimular o interesse
pela novidade, pela aventura de criar algo, criar clima esportivo, agradável e provocante, de expectativa. Criar
diretrizes e normas e aglutinar as melhores idéias.

MATERIAL: Flip-chart e pincéis coloridos, lápis e papel.


PROCESSO: Definir o tema-assunto.
Escolher alguém ou solicitar um voluntário (ou o próprio facilitador) para fazer as anotações no flip-chart.
Instigar os participantes a falarem sobre o assunto ou questionamento proposto.
Efetuar, em voz alta, com o grupo, a leitura do que foi gerado.

Normas do exercício:
Ninguém julga ninguém. Ninguém critica ninguém.
Elimine a autocrítica: todos podem errar.
Vale mais errar do que omitir-se e calar.
Quanto mais idéias melhor.
Seja breve.

Variação da dinâmica:
Ao invés da atividade falada, proposto o problema, cada um escreve numa folha durante dois ou três minutos, todas
a soluções que lhe ocorre. Depois as folhas começam a circular. Cada um lê as soluções de cada folha, e acrescenta
outras.

O AVESTRUZ

OBJETIVOS: Ilustrar formas de comunicação – estilo autoritário ou participativo. É realizada em duas etapas.

MATERIAL: Papel em branco e caneta.

PROCESSO: O exercício é desenvolvido em duas etapas, na primeira, o facilitador demonstra muito autoritarismo.
Na segunda etapa, já demonstra flexibilidade, fluidez na comunicação e bom relacionamento com as pessoas.

Primeira etapa:
Iniciar de forma autoritária: “Estou trazendo uma recomendação da Diretoria, para ser realizado um projeto dentro
das diretrizes que passarei a colocar para todos, a partir de agora... todas as orientações estão muito claras, foram
feitas com a mais criteriosa segurança, portanto não aceito questionamentos, nem perguntas... tudo está muito
claro!”
“Vamos portanto, às orientações do projeto:
24.No centro da sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cm de diâmetro.
25.Na parte interna, superior, à direita, desenhe o sinal matemático “maior que”, tendo, aproximadamente, 0,5 cm
(meio centímetro) de raio.
26.Tocando a linha externa, direita, do elipse, iniciar duas retas paralelas, ascendentes, levemente inclinadas para a
direita, com uma distância entre si de 0,7 cm (zero, vírgula sete centímetros) e 2,5 cm de comprimento.
27.Ligada (ou tocando) a parte superior das duas retas, desenhe um círculo com –mais ou menos – 1 cm de
diâmetro.
28.Dentro do círculo, desenhe um outro círculo, bem menor com – mais ou menos – 3mm de diâmetro.
29.Inicie na parte inferior externa, um pouco à direita, do círculo maior duas retas de 0,5 cm (meio centímetro),
cada que se juntarão formando um vértice.
30.Tendo como vértice a parte externa, esquerda, do elipse, inicie três retas de 0,7 cm (zero, vírgula sete
centímetros), de modo que uma fique reta, uma inclinada para cima e a outra inclinada para baixo.
31.Iniciando na parte inferior, externa, do elipse, tocando-o, desenhe duas retas descendentes, paralelas entre si
em 2 cm e comprimento de 3 cm.
32.Tendo como vértices as extremidades inferiores das retas, inicie em cada um dos vértices, três retas de 0,5 cm
– a primeira é extensão da reta maior e as outras duas, uma inclinada para a direita e a outra inclinada para a
esquerda.

Segunda etapa:

Iniciar de forma bem descontraída, dizendo que “ Vamos realizar um projeto e preciso da ajuda de todos vocês.
Portanto, vou transmitir algumas diretrizes que recebi da Diretoria, mas que poderemos fazer os ajustes que forem
necessários para que o projeto seja um sucesso. Daí, gostaria de ter a participação e a crítica de todos vocês.
Vamos lá?”
“No centro de sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cm de diâmetro”.
Com certeza surgirá a pergunta: “ O que é um elipse? “ “É um círculo oval, meio inclinado”.
A partir daí, todas as etapas, de 1 a 9 serão repetidas, porém sendo demonstradas e tiradas todas as dúvidas.
Com certeza, a construção do “projeto” será bem mais participativa e mais fácil, surgindo assim. A figura do
avestruz.

O JOGO DOS QUADRADOS

OBJETIVOS: Levar os participantes a refletirem sobre a necessidade de cooperação, comunicação clara, formas de
tratamento, flexibilidade e negociação.

MATERIAL: Envelopes com os jogos do quadrado.

PROCESSO: Formar cinco grupos.


Preparar os envelopes, previamente, de modo que o de número 5 fique normal (todas as peças juntas) e que nos
outros quatro as peças sejam embaralhadas, misturadas entre os envelopes.
Distribuir os envelopes, aleatoriamente, pedindo que “não abram, ainda.”
“ Da atenção de vocês, dependerá quase 100% da eficácia desse exercício.”
“Se alguém já conhece o método ou o resultado desta atividade, por favor, não revele... deixe que as pessoas
descubram.”
O facilitador pode utilizar as pessoas que, porventura, conheçam a dinâmica, para fazerem o papel de observadores.
Proceder as instruções: “Quaisquer outros aspectos que não estiverem enquadrados nas regras que vamos lhes
passar serão permitidos.”
Regra nº1: “Não pode falar! Qualquer outra forma de comunicação , que não seja verbal é permitida.”
Regra nº 2: “Não pode rasgar, dobrar, amassar, quebrar ou riscar nenhuma das peças nem o envelope.”
Regra nº3: “Vocês vão construir, cada grupo, um quadrado, com o material que está dentro do envelope de vocês.”
Se os grupos não perceberem que terão de efetuar a troca, o facilitador pode dizer depois de algum tempo: “Nem
sempre a solução para os nossos problemas está em nossas mãos!” ... até que todos se movimentem, em silêncio, e
concluam o exercício, formando cinco quadrados.
Os quatro grupos que estão trocados ficam intrigados porque um grupo terminou tão rápido (justamente o grupo
que não estava com as peças trocadas).
Depois que todos tiverem terminado, voltar ao grupão original e proceder os comentários, sentimentos e
aprendizado.

O GRÁFICO DA MINHA VIDA

OBJETIVOS: Dar a todos os participantes uma oportunidade de fazer um feedback de sua vida. Todos poderão
expressar suas vivências e sentimentos ao grupo.

MATERIAL: Folhas de papel em branco, lápis ou caneta.

PROCESSO: O animador do grupo inicia explicando os objetivos do exercício. A seguir, distribuirá uma folha em
branco para cada participante. Todos procurarão traçar uma linha que, através de ângulos e curvas, represente fatos
da própria vida. Os fatos podem limitar-se a um determinado período da vida: por exemplo, os últimos três meses
ou o último ano.
O gráfico pode expressar vivências e sentimentos do tipo religioso, familiar, grupal ou social.
A seguir, um a um irá expor ao grupo seu próprio gráfico, explicando os pontos mais importantes.
Terminado o exercício, seguem-se os comentários e depoimentos dos participantes.

OUTRAS FORMAS

33. Descrever cinco acontecimentos mais marcantes da própria vida, e apresentá-los ao grupo, em ordem de sua
importância.
34. Descrever com dez palavras os traços da própria personalidade que mais marcam a vida.
35. Que epitáfio você gostaria para seu túmulo?
EFICIÊNCIA DE UM TRABALHO DE EQUIPE

OBJETIVOS: Demonstrar rapidez num trabalho de equipe. Desenvolver agilidade mental e capacidade de raciocínio
e desenvolver a imaginação e a criatividade.

MATERIAL: Uma cópia da “corrida de carros”, lápis ou caneta.


PROCESSO: Dividir os participantes em diversos grupos de cinco a sete membros cada.
A tarefa de cada grupo consiste em resolver na maior brevidade possível, o problema da “corrida de carros” ,
conforme explicação na folha, que será entregue a cada grupo.
A seguir, lê-se, em voz alta, o conteúdo da folha e inicia-se o exercício.
Todos os grupos procurarão resolver o problema, com a ajuda da equipe.
Obedecendo às informações constantes da própria “corrida de carros”, a solução final deverá apresentar a ordem em
que os mesmos carros estão dispostos com a respectiva cor, conforme chave anexa.
Será vencedor da tarefa o grupo que apresentar por primeiro a solução do problema.
Terminado o exercício, cada grupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe, na tarefa
grupal.
O animador poderá formar o plenário com a participação de todos os membros dos grupos, para comentários e
depoimentos.

SOLUÇÃO DA CORRIDA DE CARROS

36. O Shadow, cor azul.


37. O Mclaren, cor verde.
38. O March, cor vermelha.
39. O Ferrari, cor creme.
40. O Lola, cor cinza.
41. O Lotus, cor amarela.
42. O Isso, cor preta.
43. O Tyrrell, cor marrom.

CORRIDA DE CARROS

Oito carros, de marcas e cores diferentes, estão alinhados, lado a lado, para uma corrida. Estabeleça a ordem em
que os carros estão dispostos, baseando-se nas seguintes informações:

44. O Ferrari está entre os carros vermelhos e cinza.


45. O carro cinza está a esquerda do Lotus.
46. O Mclaren é o segundo carro à esquerda do Ferrari e o primeiro à direita do carro azul.
47. O Tyrrell não tem carro à sua direita e está logo depois do carro preto.
48. O carro preto está entre o Tyrrell e o carro amarelo.
49. O Shadow não tem carro à esquerda: está à esquerda do carro verde.
50. À direita do carro verde está o March.
51. O Lotus é o segundo carro à direita do carro creme e o segundo à esquerda do carro marrom.
52. O Lola é o segundo carro à esquerda do Iso.

SOLUÇÃO CRIADORA DE UM PROBLEMA

OBJETIVOS: Observar atitudes grupais na solução de um problema e explorar influências interpessoais na solução
dos mesmos.

MATERIAL: Papel, lápis ou caneta.

PROCESSO: O animador esclarece que se trata da solução criadora de um problema, para o qual deve ser
procurado um consenso. Todos deverão prestar atenção acerca do processo da discussão, pois no final será
analisado pelo grupo.
A seguir, o animador expõe o problema a ser solucionado pelos grupos, durante dez minutos: “Anos atrás, um
mercador londrino teve o azar de ficar devendo uma grande soma de dinheiro a outra pessoa, que lhe fez um
empréstimo. Este se encantou pela jovem e linda filha do mercador. Propôs-lhe então um acordo. Disse que
cancelaria a dívida do mercador, se pudesse desposar-lhe a filha. Tanto o mercador quanto sua filha ficaram
apavorados. Aí a pessoa que havia emprestado o dinheiro propôs que se deixasse a solução do caso à Providência.
Para tal, sugeriu colocarem um seixo preto e outro branco dentro de uma bolsa de dinheiro vazia, e a moça deveria
então retirar um dos seixos. Se retirasse o seixo preto tornar-se-ia sua esposa e a dívida de seu pai seria perdoada.
Se retirasse o seixo branco, permaneceria como pai e mesmo assim a dívida seria perdoada. Mas, recusando-se a
retirar o seixo, o pai seria atirado na prisão e ela morreria de fome. O mercador concordou, embora constrangido.
Eles estavam num caminho cheio de seixos, no jardim do mercador. O credor abaixou-se para apanhar os dois
seixos e ao fazê-lo apanhou dois pretos e colocou-os na bolsa do dinheiro, que foi visto pela moça. Pediu então à
moça que retirasse o seixo que indicaria não só a sua sorte, como também a de seu pai.” Cabe então ao grupo
encontrar a solução que a moça encontrou para poder continuar em companhia de seu pai e Ter a dívida perdoada.
Solução: A moça do conto meteu a mão na bolsa e retirou um seixo. Porém, antes de olhá-lo, desajeitada, deixou-o
cair no caminho onde ele logo se perdeu no meio dos outros.
Após dez minutos, o animador pede aos grupos a solução encontrada e solicita que expliquem o processo usado para
chegar a conclusão.
Enquanto todos não tiverem encontrado a solução, pode-se continuar o trabalho, ficando os grupos, que terminarem
como observadores, sem interferir nos debates.
A seguir, forma-se o plenário para comentários acerca do comportamento dos membros do grupo de discussão,
focalizando as atitudes de:
53. membros que pouco participaram;
54. pessoas que dificilmente aceitaram as idéias dos outros;
55. elementos que ficaram nervosos, inseguros durante o debate;
56. demonstração de inibição, etc.

CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER

OBJETIVOS: Comparar os resultados de uma decisão individual com uma decisão grupal e explorar valores que
caracterizam um líder.

MATERIAL: Uma cópia das características de um líder, para cada participante , lápis ou caneta.

PROCESSO: O animador, caso o número de participantes for acima de doze, formará grupos para facilitar o
trabalho, distribuirá uma cópia das características de um líder. Durante um tempo, todos procurarão fazer a seleção
das características, colocando-as em ordem de prioridade.
Uma vez terminado o trabalho individual, a animador determina que se faça uma decisão grupal. Em casa grupo se
fará a indicação de um relator, a quem cabe anotar a decisão do grupo, para posteriormente ser relatado no
plenário.
Numa discussão final, todos os relatores dos grupos apresentam em plenário o resultado da decisão grupal.

RELAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER

Abaixo há uma lista de doze características de um líder. Seu trabalho será de enumerar essas características,
colocando nº 1, para aquela característica que no seu entender é a mais importante, nº 2, para a segunda
característica mais importante, até o nº 12, para aquela que no seu entender é menos importante para um líder.

57. Mantém a ordem durante todo o tempo da reunião.


58. É amigo e social.
59. Tem idéias novas e interessantes: é criativo.
60. Sabe escutar e procura compreender as outras pessoas.
61. Procura fazer entender a todos.
62. É firme decidido.
63. Admite abertamente seus erros.
64. Promove oportunidade para que todos membros ajudem na solução dos problemas.
65. Sabe elogiar com freqüência e raras vezes critica negativamente.
66. Gosta de conciliar.
67. Segue rigorosamente as regras e procedimentos.
68. Nunca manifesta rancor e insatisfação.
NECESSIDADES INDIVIDUAIS NO TRABALHO NA CASA ESPÍRITA

OBJETIVOS: Conscientizar os indivíduos acerca de suas necessidades pessoais e com estas variam em intensidade,
permitir que os participantes do grupo descubram o relacionamento existente entre as suas necessidades e suas
oportunidades de encontrá-las e valorizar a teoria que relaciona as necessidades pessoais com as da casa espírita.

MATERIAL: Folha de papel em branco, lápis, quadro negro ou folhas de cartolina.

PROCESSO: O animador solicita a todos os participantes para que façam uma relação, respondendo, com frases
curtas, à seguinte pergunta: “ O que você espera com seu trabalho na Casa Espírita?”
Após, alguns minutos organiza-se no quadro negro ou em uma cartolina, uma lista que contém as respostas
individuais dos participantes.
Uma vez terminada esta lista, pede-se que a mesma seja copiada por todos os presentes, colocando-se em primeiro
lugar aquela frase que no entender de cada um é mais importante, e assim por diante, até a última da relação, para
aquela que no seu entender é a menos importante, no momento.
A seguir, formam-se grupos para que os participantes possam trocar idéias acerca dessas necessidades.
Depois do debate, o animador pede que a lista seja guardada, e cada qual, numa nova folha, fará outra relação,
colocando em primeiro lugar aquela necessidade que ele sente ter a maior oportunidade de satisfazer no trabalho
espírita, e assim por diante até a última que ele sente Ter menos oportunidade de satisfazer.
Terminada esta relação, a pedido do animador, todos podem comparar esta lista com a primeira, e formar grupos de
dois, para a troca de idéias, acerca do paralelo estabelecido.

EXERCÍCIO DO EXAME PESSOAL

OBJETIVOS: Conscientizar-se acerca das estratégias usadas nas situações de conflito, examinar os métodos usados
para resolver os conflitos e introduzir estratégias para negociar e apresentar habilidade nas negociações.

MATERIAL: Lápis e papel para todos os participantes.

PROCESSO: Os participantes são convidados, pelo animador, a fazer um exercício de fantasia, com o objetivo de
examinar suas estratégias na solução de conflitos individuais. Durante aproximadamente cinco minutos, o animador
conduzirá o grupo através da fantasia que se segue.
O animador convida para que todos tomem uma posição confortável, fechem os olhos, procurando recolher-se,
desligando-se do resto, relaxando completamente.
Em continuação, o animador começa dizendo: “Todos estão agora caminhando pela rua, e de repente observam, a
certa distância, que se aproxima uma pessoa familiar a eles. Eis que a reconhecem.
È uma pessoa com a qual estão em conflito. Todos sentem que devem decidir rapidamente como enfrentar a pessoa.
À medida que esta se aproxima, uma infinidade de alternativas se estabelece na mente de todos. Decidem agora
mesmo o que fazer e o que irá acontecer. E o animador para a fantasia. Aguarda um pouco. A seguir dirá: “ A
pessoa passou. Como se sentem? Qual o nível de satisfação que estão sentindo agora?”
Continuando, o animador pede às pessoas que voltem à posição normal e abram os olhos.
Assim que o grupo retorna da fantasia, durante cinco minutos todos responderão por escrito às seguintes perguntas:
a) Em que alternativas pensou? b) Qual a alternativa que escolheu? c) Que nível de satisfação sentiu ao final?
Cada participante deverá a seguir comentar com outros dois colegas as respostas dadas às perguntas anteriores,
ficando um encarregado de fazer uma síntese escrita.
Ainda em continuação, o animador conduzirá os debates em plenário onde serão relatadas as sínteses dos grupos.
Observa-se, em geral, que as estratégias mais empregadas se resumem em evitar, adiar e confrontar os conflitos.
Por último através da verbalização, cada participante expõe suas reações ao exercício realizado, e o animador fará
um comentário sobre o problema dos conflitos.

PÔR-SE NA PELE DO OUTRO: O ESPELHO

OBJETIVOS: Conscientizar as pessoas acerca da dificuldade que existe em compreender os outros e mostrar que a
falta de comunicação é muitas vezes um problema de falta de compreensão.

MATERIAL: Lápis ou canta e papel branco.

PROCESSO: O animador explica inicialmente o que se entende pela expressão: “Pôr-se na pele do outro.” Como é o
outro, na própria pele? Como compreendê-lo para melhor comunicar? Etc.
Em continuação, o animador pede que formem grupos a dois, para poderem vivenciar a situação de “espelho” como
parceiro. Este exercício tem três fases:
1ª fase: O parceiro “A” procura executar uma ação (tomar um café, trabalhar no escritório, escrever uma carta,
etc.) e o colega “B” o imitará em todos os gestos, com o seu ritmo, suas emoções e com toda a precisão.
2ª fase: Invertem-se os papéis. O parceiro “B” começa a ação e o “A” o imita em tudo.
3ª fase: Nessa fase, é sempre a situação do espelho. Após algum tempo de concentração de um sobre o outro,
cada um procurará ser, ao mesmo tempo, aquele que inicia o gesto e fará a vez do espelho, imitando os gestos do
outro. Ninguém saberá o que irá acontecer. Observa-se que as duas pessoas farão ao mesmo tempo as duas coisas.
Finalmente as duas pessoas comentarão a experiência vivida, pondo em comum as seguintes observações:
69. A dificuldade de estar atento durante todo o tempo.
70. A concentração sobre o outro.
71. O gesto externo, revelando o movimento interno.
72. Quem toma a iniciativa de um gesto? Quem o imitará?

O BONECO

OBJETIVOS: União do grupo, trabalho em equipe e sentido de equipe.

MATERIAL: 2 folhas de papel para cada participante. hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.

PROCESSO: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que
os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco (na certa não vão conseguir pois, Terão vários
olhos e nenhuma boca...).
Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez
em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar.
Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar
sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc. ...

Variação desta dinâmica: Construção de um castelo, dividir os participantes em 03 grupos, pedir que um grupo
construa a base ( os alicerces) do castelo, o outro as paredes e o último as torres.

COMPRIMIDO PARA A FÉ

OBJETIVOS: Reflexão sobre o isolamento em relação aos outros, o fato de não estar “imerso” no mundo, ter medo
de se entregar as mesquinharias e com se dá a graça de Deus nas nossas vidas.

MATERIAL: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope).

PROCESSO: 1. Colocar três copos com água sobre a mesa.


2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com
água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.

5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
73. Pedir que os participantes digam o que observaram.

A TROCA DE UM SEGREDO

OBJETIVO: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.

MATERIAL: Lápis e papel para os integrantes.

PROCESSO: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever
algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se
recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser
dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis
aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse
seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo
coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que
seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer
comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções
apresentadas.
Possíveis questionamentos:
•Como você se sentiu ao descrever o problema?
•Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?
•Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?
•No seu entender, o outro compreendeu seu problema?
•Conseguiu por-se na sua situação?
•Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?
•Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?
•Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?

VARINHAS QUE NÃO QUEBRAM

OBJETIVOS: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas.

MATERIAL: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco).

PROCESSO: 1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. ( o que fará facilmente).
74. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe
(será um pouco mais difícil).
75. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se não conseguir, poderá chamar uma
outra pessoa para ajudá-lo.
76. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram.
77. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.
TEIA DA AMIZADE

OBJETIVOS: Apresentação do grupo, trabalhos em equipe, mútuo conhecimento, descontração e a importância de


cada um assumir a sua parte na vida.

MATERIAL: Um rolo (ou novelo) de lã ou fio.

PROCESSO: Dispor os participantes em círculo.


O coordenador toma nas mãos um novelo de linha ou lã e, em seguida, prende a ponta do mesmo em um dos
dedos de sua mão.
Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após apresentar-se
brevemente, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc., joga o novelo para uma dessas à sua frente.
Essa pessoa, apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que
acabou de se apresentar e lhe atirou o novelo. Após fazê-lo, essa segunda pessoa irá se apresentar e assim se dará
sucessivamente, até que todos digam ao grupo seus dados pessoais e se conheçam.
Pedir para as pessoas dizerem o que observaram, o que sentiram, o que significa aquela teia, o que aconteceria se
alguém soltasse um dos fios.

A PALAVRA IMÃ

OBJETIVOS: Incentivar a participação de todos, descontração, colocar sentimentos escondidos para fora e libertar a
parcela de verdade que todos temos em nossa mente.

MATERIAL: Cartolina e pincéis atômicos.

PROCESSO: Dispor os participantes sentados em círculo. O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina
a palavra-chave, o tema do encontro: Amor.
Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave, aquilo que lhe vier à cabeça.
No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.
BRINCADEIRA DE PEGA-PEGA

OBJETIVOS: Levar os parceiros ao mútuo conhecimento, dinamizar uma reunião quando a atenção dos
participantes estiver decaindo e recreação em diversos grupos.

MATERIAL: Papel (folhas), pincel atômico, relação de “palavras secretas” e fita adesiva.

PROCESSO: Dividir o grupo em duplas e pedir que os pares fiquem de frente um para o outro.
Colar, nas costas de cada um, uma folha com uma palavra e cada um deverá procurar ler nas costas do
companheiro a palavra secreta escrita, sem deixar que ele leia a sua antes.
A brincadeira termina quando todos souberem as palavras secretas de seus parceiros.
Importante: fazer tudo para ler a palavra do companheiro, mas também fazer tudo para esconder a sua palavra
dos olhos dele.

O DESABROCHAR DA VIDA

OBJETIVOS: A necessidade de abertura, a demonstração dos sentimentos, o desabrochar para a vida em grupo.

MATERIAL: Flores de papel conforme modelo, e copos com água.

PROCESSO: Colocar os copos com água no chão da sala ou sobre uma mesa, em número correspondente ao
número de flores distribuídas fechadas. Pedir que cada participante coloque sua flor – previamente entregue - dentro
do copo com água, mantendo-a fechada. Pedir para que observe o que acontece.
Aos poucos as flores irão se abrindo. Umas mais rapidamente que as outras.
Pedir para dizerem o que sentiram, comparando o que está escrito dentro da flor.

A QUEIMA DOS VÍCIOS

OBJETIVOS: Afirmação da proposta de reforma íntima, encerramento de encontros.

MATERIAL: Papel, canetas, recipiente para colocar fogo e fósforos.

PROCESSO: Distribuir papéizinhos entre os participantes, pedindo que cada um coloque neles seus vícios ou
defeitos a serem vencidos.
Após uma oração, acender o fogo no recipiente e pedir que cada um queime seu papel com o propósito de reforma
íntima.
Pode-se também ao final cantar uma música.

O LIXO E A CRUZ

OBJETIVOS: Revisão de vida, importância da aceitação das dificuldades da vida e aulas sobre vícios e defeitos.

MATERIAL: Folhas de papel ou jornal para dobraduras conforme modelo.

PROCESSO: Distribuir uma folha para cada participante, pedir que repitam as mesmas dobras que o organizador via
fazendo na folha.
Pedir que todos façam o recorte na parte menor da dobra.
Colocar o pedaço maior no bolso sem abrir e o pedaço menor jogar no lixo.
Pedir a todos que falem dos lixos que precisam ser “jogados fora”.
No final, solicitar que abram o pedaço do bolso. Para surpresa teremos ali o desenho de uma cruz.
Falar sobre o esforço para conseguirmos vencer os vícios e defeitos da nossa vida.

A LIÇÃO DA PEDRA

OBJETIVOS: A importância de enxergarmos as coisas como são realmente, discorrer sobre a superficialidade de
nossos julgamentos, o perigo dos preconceitos e como podemos enxergar a beleza interior
MATERIAL: Uma pedra cortada e uma folha de jornal amassado.

PROCESSO: Arranjar uma pedra de tamanho médio, brilhante de um lado e áspera e feia na maior parte.
Colocar a parte lisa, bonita, para baixo, sobre uma folha de jornal amassado. Perguntar a todos o que estão vendo?
Descrever o objeto, como é e que impressão causa?
Virar a pedra para cima e mostrar o lado bonito. Perguntar novamente.

AS TRÊS MISTURAS

OBJETIVOS: Demonstrar os diferentes modos de participação, o modo como as pessoas do grupo se posicionam
frente ao outro e a necessidade de se “dissolver” sem perder a identidade.

MATERIAL: Três copos com água, um punhado de areia, um pouco de óleo de cozinha e um pouco de vinho ou
refresco vermelho.

PROCESSO: Colocar os três copos com água no chão da sala ou sobre uma mesa. No primeiro misturar algumas
gotas de óleo, no segundo misturar um pouco de areia e no terceiro um pouco de vinho ou suco.
Pedir para os participantes dizerem o que observam. Pedir para comparar os copos com o grupo e as misturas com
os diferentes tipos de pessoa.

A LIÇÃO DA PLANTA

OBJETIVOS: Dinâmica para casais em crise, alicerçar amizades e fortalecer vínculos do grupo.

MATERIAL: Uma plantinha meio murcha num vaso ou um galho enterrado e um copo com água.

PROCESSO: Contar para os participantes a seguinte estória, enquanto molha o vaso com o copo de água.
“ Em uma localidade, um casal estava prestes a separar-se. Já dormiam em camas separadas.
Resolveram dar-se mais uma chance, procurando a ajuda de um homem sábio do lugar onde viviam.
Este lhes deu uma pequena plantinha e lhes disse que a plantassem no jardim de sua casa. Caso a plantinha não
morresse, vivesse, o casamento estaria salvo.
O problema é que na região havia uma grande seca.
Com medo que a plantinha não vingasse, a esposa levantou-se de madrugada com uma caneca de água para
molhá-la; afinal, ela queria salvar seu casamento. Saiu em silêncio para que seu esposo não a visse molhar a
planta. Para sua surpresa, lá chegando, o marido já estava molhando a plantinha em plena madrugada. Os dois se
abraçaram diante da planta e se reconciliaram.”
Deixar que o grupo comente a estória, o que acharam...

CÍRCULOS CONCÊNTRICOS

OBJETIVOS: Observar atentamente o comportamento do grupo para posteriores observações.

MATERIAL: Papel e caneta para os participantes.

PROCESSO: O animador divide o grupo em dois, para que metade represente o grupo de ação e a outra, o grupo de
observação.
O grupo de ação permanece sentado em círculo concêntrico interno e o de observadores, em círculo concêntrico
externo.
O grupo de ação inicia um debate sobre algum tema (poderão ser demonstradas situações de trabalhos na Casa
Espírita).
O animador orientará o grupo de observadores acerca daquilo que deverão observar nos membros do grupo de ação.
Assim o observador poderá anotar quem não participa, quem monopoliza, quem deseja participar e não tem
oportunidade, etc.
No final o grupo de observadores, apresentará suas observações, e prossegue-se trocando de posição os
participantes, quem for do grupo de ação passará para o de observadores, e vice- versa.
EXERCÍCIO DA QUALIDADE

OBJETIVOS: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas e despertar
as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.

MATERIAL: Lápis e papeletas.

PROCESSO: O animador iniciará dizendo, que na vida diária, na maioria das vezes as pessoas observam não as
qualidades, porém os defeitos do próximo. Nesse instante, cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade
do colega.
O animador distribuirá uma papeleta e uma caneta para cada participante, cada qual deverá escrever na papeleta a
qualidade que no seu entender caracteriza seu colega da direita.
A papeleta deverá ser anônima, sem nenhuma identificação. A seguir o animador solicita que todos dobrem a
papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída.
Feita a redistribuição, começando pela direita do animador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na
papeleta, procurando entre os membros do grupo, a pessoa que no seu entender é caracterizada por esta
qualidade. Cada participante só poderá escolher uma pessoa.
Ao escolher a pessoa deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza.
Pode ser que uma pessoa seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém no final cada um
dirá que qualidade escreveu para o companheiro da direita. Poderão ser feitos depoimentos.

A TEMPESTADE MENTAL

OBJETIVOS: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema, evitando-se críticas e avaliações,
até o momento oportuno.

MATERIAL: Papel, caneta, quadro negro ou cartolina.

PROCESSO: O animador iniciará, dando um exemplo prático. Formar subgrupos de aproximadamente seis pessoas.
Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo.
Formados o subgrupos, a animador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante o exercício, acerca do que
foi dito; quanto mais extremada a idéia melhor, deseja-se o maior número de idéias.
1ª Fase: O animador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dos
sobreviventes nadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se? O grupo terá 15 minutos para dar
idéias.
2ª Fase: Terminado, o animador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação das
idéias e a escolha das melhores.
3ª Fase: No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores
idéias.
4ª Fase: Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar uma pirâmide cuja
base serão as idéias mais válidas.

REUNIÃO NÃO VERBAL

OBJETIVOS: Incentivar o uso de outra forma de comunicação que não a verbal.

MATERIAL: Não será necessário.

PROCESSO: O animador inicia, explicando que os pensamentos e sentimentos devem ser expressos segundo um
estilo.
As descobertas científicas são escritas em linguagem técnica; a música é escrita e executada; outros sentimentos
criativos são pintados, cantados, dançados, falados, representados. Seja de que modo for, a pessoa comunica sua
experiência através do uso ou postura de seu corpo ou de alguma parte do mesmo.
A seguir os participantes são avisados pelo animador de que não podem expressar-se com palavras escritas ou
faladas.
Os membros do grupo são orientados para que se amontoem na sala, procurando relacionar-se entre si durante
quinze minutos, sem palavras.
Decorrido o tempo, seguem-se os comentários acerca da experiência vivenciada, podendo cada qual expressar em
palavras suas descobertas e os seus sentimentos.
QUALIDADE DO LÍDER DEMOCRÁTICO

OBJETIVOS: Conscientizar os membro dos grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático.
Possibilitar os participantes a uma tarefa grupal, no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições
que caracterizam o líder democrático.

MATERIAL: Lápis ou caneta e uma cópia da relação das definições e das qualidades (anexa) .

PROCESSO: O animador inicia falando sobre os três tipos de líderes, o autocrático, o anárquico e o democrático.
Procurará enfatizar as características do líder Democrático. Formará grupos de cinco a sete elementos, distribuirá
uma cópia das DEFINIÇÕES E QUALIDADES DO LÍDER DEMOCRÁTICO, para cada participante.
Solicita a seguir que cada grupo consiga chegar a uma unanimidade em relação à definição e à qualidade
correspondente, colocando o número da definição ao lado da qualidade.
Volta-se para o grupo maior, onde os grupos apresentarão as conclusões do exercício.
O animador poderá escrever no quadro negro ou cartolina a ordem correta da qualidade com a devida definição.
Finaliza-se o exercício com uma avaliação e depoimentos.

Chave:

1. Seguro 9. Previsor
2. Acolhedor 10. Confiança nos outros
3. Desinteressado 11. Dá apoio
4. Disponível 12. Eficaz
5. Firme e suave 13. Sociável
6. Juízo e maduro 14. Sincero
7. Catalisador 15. Corajoso
8. Otimista 16. Democrático

QUALIDADES DO LÍDER DEMOCRÁTICO

(DEFINIÇÕES)
78. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.
79. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente
importante e necessário no grupo.
80. Interessa-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.
81. Sempre pronto a atender.
82. Mantém-se calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.
83. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o
acessório.
84. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.
85. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem
perigo, sombra e fracassos.
86. Sabe prever, evita improvisação. Pensa até nos menores detalhes.
87. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à
ajuda dos outros.
88. Dá oportunidade para que os outros se promovam e realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições
para que o grupo funcione bem.
89. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.
90. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.
91. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.
92. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.
93. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.
QUALIDADES

Coloque o número das definições acima, nas qualidade que seguem de acordo com a sua descrição:

Otimista Desinteressado
Democrático Sincero
Seguro Firme e suave
Eficaz Catalisador
Corajoso Juízo maduro
Disponível Confiança nos outros
Acolhedor Dá apoio
Sociável Previsor

CARTA A SI PRÓPRIO

OBJETIVOS: Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, auto
conhecimento, sensibilização, reflexão, motivação e absorção teórica.
MATERIAL: Envelopes, papel e caneta para cada participante.

PROCESSO: Individualmente, cada participante escreve uma carta para si próprio, como se estivesse escrevendo
para seu melhor amigo.
Dentre os assuntos, abordar, como se sente no momento, o que espera da reunião, como espera estar daqui a 30
dias.
O facilitador distribui envelopes e pede para que cada participante enderece a si próprio. Recolhe os envelopes
colando-os perante o grupo e após 30 trinta dias remete ao participante.

QUEM SOU EU

OBJETIVO: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibido.

MATERIAL: Papel escrito com o título quem sou eu?, caneta para cada participante e fita adesiva.

PROCESSO: Durante dez minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo, que facilitem o
conhecimento. A folha escrita será fixada na blusa dos participantes. Os componentes do grupo circulam livremente
pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que
escreveu a respeito de si.
Logo após reunir 2 ou 3 colegas, com quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é
possível lançar perguntas que ordinariamente não falariam. No final avaliar como se sentiram e para que serviu o
exercício.

DINÂMICAS DE RECREAÇÃO E INTEGRAÇÃO

OBJETIVOS: As dinâmicas de recreação e integração se encaixam no campo das relações humanas e servem para:

•Integrar a pessoa no meio social;


•Desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal;
•A busca da convivência com colegas da mesma idade;
•Desenvolver ocupação para o tempo ocioso;
•Adquirir hábitos de relações interpessoais;
•Desinibir e desbloquear;
•Desenvolver a comunicação verbal e não verbal;
•Descobrir habilidades lúdicas;
•Desenvolver adaptação emocional;
•Descobrir sistemas de valores;
•Dar evasão ao excesso de energia e aumentar a capacidade mental.
MATERIAL: Quando for necessário está especificado na própria dinâmica.

A MÁQUINA

94. Todos os participantes permanecem em pé, formando um círculo.


95. O animador solicita que todos construam uma máquina em movimento, usando somente seus próprios corpos.
96. A seguir orienta, dizendo que um dos participantes irá dar início, fazendo movimentos repetitivos, com os
braços, um no alto outro para baixo, ritmando, acompanhamento o movimento com um som de boca.
97. Os outros participantes ajuntam-se um a um, procurando imitar os movimentos do colega, com parte da
máquina, acrescentando seus próprios movimentos e sons de boca.
98. O exercício continua até que todos se tenham integrado, imitando os diferentes movimentos e sons.

UMA CARGA ELÉTRICA

99. O animador solicita que um voluntário se retire da sal, onde todos estão sentados em forma circular.
100. Na ausência do voluntário, o animador explica que durante o jogo todos devem permanecer em silêncio, e
que um do grupo “terá uma carga elétrica”.
101. Quando o voluntário colocar sua mão sobre a cabeça do participante “com carga elétrica”, todos darão um
grito.
102. O ausente é chamado e o animador lhe dará a seguinte explicação: “ Um dos presentes tem uma carga
elétrica. Fique pois bem concentrado, e vá tocando cabeça por cabeça dos participantes, para descobrir quem
está com a carga elétrica. Assim que encontrar a pessoa avise.

A MENSAGEM DE SILVA

MATERIAL: Duas canetas e duas folhas de papel.

103. Todos os participantes estão sentados, formando duas colunas. A uns cinco metros de distância umas da
outra.
104. O animador lerá, à parte, uma mesma mensagem , para os dois participantes que encabeçam as colunas.
105. A mesma mensagem é lida três vezes, e devagar.
106. Os dois jogadores voltam para sua respectiva coluna e retransmitem oralmente a mensagem recebida, no
ouvido do segundo jogador da fileira, e este para o ouvido do terceiro, e assim por diante.
107. Finalmente, o último de cada fileira deverá entregar por escrito a mensagem recebida.

O ENCONTRO FATAL

MATERIAL: Dois objetos da própria sal onde se realiza o jogo.

108. Todos os participantes estão sentados, formando um círculo.


109. Por indicação do animador, dois colegas vizinhos escolhem algum objeto.
110. A um sinal dado, cada objeto passa de mão em mão, mas em direção inversa.
111. A certa altura, o animador pede que sejam devolvidos, em direção contrária, os dois objetos.
112. Caso algum dos jogadores ficar com os dois objetos na sua mão, o mesmo é eliminado do jogo.

O ANEL

MATERIAL: Varetas para cada participante e dois anéis.

113. organizam-se no início duas equipes iguais de participantes.


114. As duas equipes são formadas em duas filas, alternando se possível, homem com mulher.
115. Cada jogador terá um palito (ou vareta) na sua boca.
116. O animador dará um anel para cada jogador que encabeça a fileira e com o anel no palito procura passar o
mesmo para o palito do colega seguinte, sem a ajuda das mãos, mas unicamente com a boca.
117. Será vencedora a equipe que terminar primeiro.

A CAÇA
118. O animador organiza os participantes sentados em círculo, sem espaço vazio.
119. O jogo consiste em contar a caça feita em algum lugar. Todas a s vezes que o animador disser que caçou um
pássaro, dando o mesmo nome do pássaro (pomba, periquito, papagaio...) todos devem levantar-se e girar
sobre si mesmos, retomando a seguir o seu assento.
120. Mas assim que o narrador disser que caçou um anima quadrúpede, todos devem levantar-se e mudar de
lugar. Nesse ínterim, e aproveitando a confusão, o animador procura ocupar um assento, e quem ficar sem
cadeira, continua a narração, como acima.

UMA HISTÓRIA SEM FIM

121. Todos os participantes estão sentados em forma de círculo.


122. O animador inicia a narração de uma história, assim por exemplo: “ O homem para sobreviver precisa
comer....”
123. Quem encabeçar o círculo deverá repetir o que foi dito pelo animador e acrescentar mais uma coisa.
124. E assim sucessivamente, quem não souber continuar, sai fora do jogo.

EXERCÍCIO DE MEMÓRIA

125. Todos os jogadores estão sentados, possivelmente no chão, em forma circular.


126. O animador indica um primeiro jogador, que sai de seu lugar e toca qualquer objeto da sala e, ao mesmo
tempo, diz-lhe o nome.
127. Retorna para o seu lugar e toca no seu vizinho, e este por sua vez irá tocar no objeto que seu colega tocou,
diz-lhe o nome e toca um segundo objeto, também dizendo o nome.
128. Volta para seu lugar e toca no seu colega seguinte que se dirige para o objeto do primeiro, ao tocá-lo diz o
nome, toca no objeto do segundo
129. colega, diz o nome e toca um terceiro objeto, dizendo igualmente o nome, e retorna para o seu lugar,
continuando assim o jogo.
130. O jogador que lembrar e tocar o maior número de objetos será vencedor.

A CORRESPONDÊNCIA

131. O animador organiza os participantes, ou sentados ou em pé, em forma circular.


132. À certa altura, o animador dirá: “Chegou correspondência para quem estiver de chinelo.... de óculos... de
sapatos pretos... de blusa azul... de calça comprida...”
133. Quem for assim caracterizado, deve mudar imediatamente de lugar.

NÚMEROS

134. Os participantes se encontram nomeio da sala, ou numa área ao ar livre, caminhando desordenadamente,
batendo palmas ao mesmo tempo.
135. Em dado momento, o animador dará ordem para parar formando simultaneamente subgrupos de duas, três
ou cinco pessoas, devendo todos ficar atentos ao número indicado pelo animador.
136. Os jogadores, ao escutar a ordem, formam os subgrupos solicitados , colocando as mãos por cima dos
ombros dos colegas.
137. As pessoas que sobrarem, que não conseguiram formar os subgrupos indicados, saem do jogo.
138. Desfazem-se os subgrupos e recomeçam todos a caminhada, batendo palmas, até nova ordem dada pelo
animador.

A TEMPESTADE

139. Organiza-se um círculo, todos sentados, não devendo sobrar cadeira vazia.
140. O animador se coloca no centro do círculo e diz: “Estamos em um barco, que se encontra no alto mar, rumo
desconhecido”. Quando disser: “Olá a direita” , todos deverão mudar de lugar sentando na cadeira do vizinho da
direita. Quando disser: “Olá à esquerda”, todos se sentarão na cadeira do vizinho da esquerda.
141. O animador dará várias ordens, ora para a direita, ora para a esquerda. A certa altura exclamará:
“Tempestade”. Nesse momento todos deverão mudar de lugar, indistintamente, procurando ocupar uma cadeira
qualquer.
142. Após uma terceira ou quarta ordem, o animador aproveitará a confusão, ocupando uma das cadeiras, e
quem ficar sem assento, continuará a coordenação do jogo.

AS FRUTAS

MATERIAL: Algumas frutas que podem ser de plástico.

143. Os jogadores estão todos sentados, em forma circular.


144. No centro do círculo, colocam-se algumas frutas, tais como: laranjas, mamão, limões, caquis e só uma
tangerina.
145. O animador sopra no ouvido de cada participante o nome de uma fruta diferente, mas nome de uma das
frutas, soprará no ouvido de vários participantes.
146. Depois o animador dirá, em voz alta, o nome de uma fruta, e a pessoa com este nome corre em busca da
mesma.
147. Finalmente o animador dirá o nome da tangerina, e todos com este nome correrão buscá-la.

EXPRESSÃO DE AMIZADE

148. O animador organiza os participantes sentados em forma circular.


149. Quem inicia o jogo dirá: “Amo meu amigo (amiga) com A porque é atencioso”. O seguinte deve dizer “Amo
meu amigo com B porque é bondoso”, ou qualquer adjetivo que comece pela letra B.
150. O terceiro começa a frase com a letra “C” e assim sucessivamente.
151. Quem não souber continuar, sai do jogo.

O SALTO DO CANGURU

MATERIAL: Duas bolas.

152. Organizam-se duas equipes, com número igual de participantes, e ambas se colocam por detrás de uma
linha de partida, formando fila.
153. Todos os jogadores formam um túnel com as pernas bem abertas.
154. O jogador que encabeça a fila de cada equipe, a um sinal dado, lança a bola pelo “túnel” até alcançar o
último jogador, que a recolhe e prende por entre os joelhos, saltando procurando entregá-la para o segundo
jogador da fila.
155. Este segundo jogador da fila lança a bola novamente pelo “túnel”, e o jogo prossegue.
156. Será vencedora a equipe que terminar por primeiro.

OS TRÍPEDES

157. Organizam-se subgrupos de três jogadores.


158. O jogador do meio se coloca na direção oposta de seus dois colegas, amarrando-se sua perna esquerda com
a perna esquerda do colega da esquerda, e a direita. Com a perna direita, do colega da direita.
159. A um sinal dado pelo animador, os subgrupos de três procuram correr assim, até alcançar a linha de
marcação, que fica a certa distância, voltando a seguir até a linha de partida. Quem chegar por último perde.

O JOGO DAS GARRAFAS

MATERIAL: 20 garrafas ou caixas de papelão.

160. Organizam-se duas equipes de jogadores que se colocam em coluna, atrás de uma linha de partida.
161. As duas colunas se colocam à distância de uns três a quatro metros, uma da outra, na mesma direção da
linha de partida.
162. A uma distância de 10 metros, o animador coloca, na mesma direção das duas colunas, umas oito a dez
garrafas vazias, ou caixas, em pé.
163. A um sinal do animador, o primeiro jogador de cada coluna corre ao encontro das garrafas ou das caixas, e
coloca deitada uma a uma as garrafas ou caixas, e retorna imediatamente para a sua coluna, tocando a mão do
segundo jogador da mesma coluna.
164. Este por sua vez corre na direção das garrafas ou caixas, colocando-as em pé, novamente, retornando
imediatamente para sua coluna correspondente, batendo na mão do terceiro jogador que continua o jogo.
165. A coluna de jogadores que terminar por primeiro será a vencedora do jogo.

A CORRIDA DA BOLINHA

MATERIAL: Duas raquetes e duas bolinhas de pingue pongue.

166. Organizam-se duas equipes de jogadores que se colocam em fila, atrás de uma linha de partida.
167. A uma distância de seis metros se marca uma linha de chegada.
168. Cada equipe terá uma raquete e uma bola de pingue pongue ou bolinha de papel.
169. A um sinal dado, o primeiro jogador de cada equipe movimenta a raquete, procurando empurrar a bolinha
até a linha de chegada.
170. Assim que alcançar a linha de chegada, sem tocar a bola com a mão, levanta a bolinha e corre de volta,
entregando a bola e a raquete para o segundo jogador da fila, que recomeça o jogo, e assim sucessivamente até
que todos tenham jogado.
171. É vencedora a equipe que terminar por primeiro.

OS TRÊS CEGOS

172. Organizam-se filas de 6 a 7 pessoas, de acordo com o número de participantes.


173. Ao primeiro jogador de cada fila vendam-se os olhos, e o segundo coloca suas mãos por cima do ombro do
primeiro, e os seguintes se seguram pela cintura.
174. A um sinal dado, inicia-se a marcha, sendo conduzidos pelo jogador que encabeça a fileira, com os olhos
vendados.
175. A meta de cada fila é alcançar a linha de chegada, marcada anteriormente pelo animador.
176. É interessante escutar o diálogo que se estabelece ao serem guiados por um cego.

AS BOLAS CIRCULANTES

MATERIAL: Duas bolas.

177. os participantes são divididos em duas equipes, sendo importante assinalar bem quem é de uma equipe
quem é de outra.
178. Os jogadores forma um círculo único, e a um sinal dado, no encontro das duas equipes, o animador solta
duas bolas, em sentido inverso.
179. As bolas são passadas, de mão em mão, até que cheguem no outro cruzamento das duas equipes.
180. O jogador que receber as duas bolas não pode deixá-las cair, mas devolvê-las novamente em sentido
inverso.
181. Ganha pontos quem não deixar cair a bola. Se algum jogador se atrapalhar e deixar cair a bola, perde a
equipe q quem o jogador pertence.

Dinâmicas de Integração - Excelentes para os primeiros dias de aula

As dinâmicas de integração têm como objetivo:

- que os participantes se apresentem


- que memorizem os respectivos nomes
- que iniciem um relacionamento amistoso
- que se desfaçam as inibições
- que falem de suas expectativas

1) Eu sou... e você, quem é?

Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos
demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade
se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia,
e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"
A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.

2) Apresentarte:

Material Necessárrio: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)

Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido
todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.

3- Alô, alô!

Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma
cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim
participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-
estima.

4- Procurando um coração...

Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se
encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.

Distribuir os corações já divididos de forma aleatória.


Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela
sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem
seus pares, o educador irá parar a música e orientar para
que os participantes conversem.

5- Abraçando amigos

Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música


agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada
para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos
começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço
de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador
esteja atento para que todos participem.

6- Quando estiver...

Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma


frase. Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".
O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de
barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."

7- Apresentação

Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os


participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante
for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.
Adivinhe quem é?
Dinâmica

Educação Infantil – O desafio lúdico e a construção do conhecimento

A dinâmica do jogo, do desafio e do lúdico estão presentes, de diversas formas, em toda a


atuação sob a égide construtivista.

Objetivos:

O que caracteriza uma situação de jogo é a atividade da criança: sua intenção em brincar, a
presença de regras que lhe permitem identificar sua modalidade.

De maneira geral, o jogo infantil compreende brincadeiras de faz-de-conta (em que intervém a
imaginação, a representação, a simulação), jogos de construção (manipulação, composição e
representação de objetos), jogos de regra.

O segundo é considerado como estratégia didática, facilitadora da aprendizagem, quando as


situações são planejadas e orientadas pelo adulto, visando o aprender, isto é, proporcionar à
criança a construção de algum tipo de conhecimento, alguma relação ou o desenvolvimento de
alguma habilidade.

Número de jogadores: 4 por grupo.

Material:

50 cartões diferentes (frente e verso) – modelo ao lado.

Diversificar ao máximo o tipo de desenho e palavras.

Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)

Desenrolar:

Formando palavras com o alfabeto móvel.

Modo de jogar:

Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;

Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada
desenho;

Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.

Variações:

Classificar (formar conjuntos) de acordo:

com o desenho da frente dos cartões;

com o número de letras das palavras constantes dos cartões;


com o número de sílabas das palavras dos cartões;

com a letra inicial;

Exemplos: animais, frutas, objetos e outros.

Conclusão:

O jogo cumprirá, portanto, uma dupla função – lúdica e educativa – aliando as finalidades de
divertimento e prazer a outras, como o desenvolvimento afetivo, cognitivo, físico, social e moral,
manifestadas em um grande número de competências: escolha de estratégias, ações sensório-
motoras, interação, observação e respeito a regras.

O jogo como alternativa metodológica permite que o aluno construa o seu conhecimento na
interação com os colegas.

Este jogo e sugestões de atividades são indicadas para a intervenção na construção da base
alfabética, de alunos silábicos-alfabéticos.

Profª Lourdes Eustáquio Pinto Ribeiro

Fonte: Revista PCNE – Professor Criativo na Escola – Editora Didática Paulista – Ano II – nº 6 –
2001

Barbante
Grupo: alunos de pré-escola à 4a série.

Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor o comportamento da
turma.

Tempo: 1 aula

Local: A brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanho da turma.

Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para começar a brincadeira.

Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criança mede três
palmos do cordão, corta para si e passa o rolo adiante.
Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante.

Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem
perceber sua textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo o professor, cria
no chão um desenho com o seu pedaço de barbante.

Prontas as obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações são muito bem-
vindos.
Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta, seu
barbante ao dos vizinhos.

Abaixados ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura.

Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final, em círculo, a
turma conversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira.
Enquanto as crianças escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a idéia em prática, o
professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgem muitas idéias e cada
aluno quer falar mais alto que o colega.

Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados, debocham da
situação, ameaçam abandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra.

O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos de tensão.
Eles serão produtivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver
seus impasses, ainda que a solução encontrada não seja, na sua opinião, a melhor.

Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencial criativo e se
familiarizam com as atividades em equipe.

É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. É hora de
comparar os processos de criação com o barbante, avaliando a evolução do grupo diante de um
trabalho coletivo.

Jogo enviado pela Profª Ignez A. Maraninchi

Objetivos:

• Identificar as letras do alfabeto;


• Identificar a escrita de seu nome;
• Selecionar letras que pertencem ao ser nome;
• Estabelecer semelhanças e diferenças entre as letras do nome de cada aluno;
• Relacionar letra maiúscula e minúscula;
• Relacionar letra cursiva e letra script.

Material: saco plástico, cartolina, tampas de garrafas e canetinhas.

Preparação:

A professora prepara um cartão para cada aluno da turma. Cada cartão deve ser dividido em
tantos quadrados quantos forem as letras do nome do aluno. Em cada quadradinho escreve-se
uma letra.

Veja o exemplo na figura ao lado.

Em pequenas fichas escrevem-se as letras do alfabeto observando para que apareçam todas as
letras necessárias para a escrita dos nomes dos alunos.

Variações do jogo:

1.2 Cartela com palavras e fichas com desenho;


1.3 Cartela com desenho e fichas com palavras;
1.4 Cartela e fichas com palavras do vocabulário de estudo;
1.5 Cartela com letra cursiva e fichas com letra script.

Desenrolar:

Com as fichas das letras dentro de um saco plástico e cada aluno de posse de sua cartela inicia-se
o jogo. Primeiramente é sorteada uma letra pela professora e mostrada aos alunos.

O aluno que encontrar em sua cartela a letra marca com uma tampinha. A professora segue
cantando letra por letra até acabarem as fichas do saco.
Profª Ignez A. Maraninchi - Atividades Lúdicas para Alfabetização-Jogos clássicos
transformados em material didático

Filosofia e Pedagogia Habilitação Supervisão Escolar


Especialista em Educação Pré Escolar e Supervisão Escolar

Blocos Lógicos
Jogo “O mestre mandou”

Blocos Lógicos
Jogo “O mestre mandou”

Objetivos:

Os alunos farão comparações cada vez mais rápidas

quando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas as

condições dos atributos ditados pela professora.

Preparação:

Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito

blocos geométricos, composto de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e


retângulo;

que variam em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande;

e em duas espessuras: fina e grossa.

Desenrolar:

Os alunos deverão encontrar a peça que obedeça à seqüência de comandos estabelecida pela
professora.

A seqüência poderá ser iniciada com os atributos: círculo, azul e grosso.

Os alunos escolherão a peça correspondente.

O comando seguinte é mudar para a cor vermelha.

Eles selecionarão um círculo grosso e vermelho.

Em seguida, devem mudar para a espessura fina.

Então, um círculo vermelho e fino deverá ser selecionado.

A professora poderá continuar acrescentando comandos ou apresentar uma seqüência pronta.

Faça depois o processo inverso. Os alunos serão apresentados a uma nova seqüência de
comandos, já com a última peça.

Eles deverão reverter os comandos para chegar à peça de partida.

Conclusão:

A atividade é essencial para o entendimento das operações aritméticas, principalmente a adição


como inverso da subtração e a multiplicação como inverso da divisão.

Bolinha de gude
Jogos de Rua

Origem:

Nossos ancestrais pré-históricos já jogavam bolinhas de gude, ou melhor, seixos de rio e


artefatos em argila. Legiões romanas, por sua vez, teriam sido responsáveis por difundir essa
prática pelas terras conquistadas.

Materiais como ferro, mármore, gesso, de formato arredondado, também foram usados pelos
povos antigos.
No Brasil, as bolinhas de gude levam o nome de burico, roda, triângulo, papão e mata-mata.

Objetivos:

Reconhecer a brincadeira popular.


Promover a integração do grupo.

Preparação:

Material:

-Bolinhas de gude (vidro);


-Chão plano e firme.

Desenrolar:

Para jogar é necessário que o chão seja plano e firme. As partidas podem ser a dois ou com mais
amigos.
Distribua as bolinhas pelo chão.
Existem três maneiras de jogar bolinha de gude:

1- Acertando outra bolinha (mata-mata)

2- Atirando as bolinhas para dentro de uma área delimitada. (ex. um gol)

3- Jogando as bolinhas em vários buracos, ao longo da área do jogo.

Ao acertar, ganha a bolinha que bateu em outra, que foi para a área delimitada ou que caiu num
buraco. O vencedor é quem conseguir o maior número de bolinhas.

Fonte: Arte e Habilidade - Angela Cantele Leonardi e Bruna Renata Cantele


Educação Infantil - Coleção Horizontes - Editora IBEP.

Brincadeira do espelho
Jogo

Objetivos:

Observar que a imagem se reflete ao contrário quando se olha no espelho.

Promover a amizade, respeito pelo outro.

Preparação:

O jogo pode ser feito com duas pessoas ou várias duplas.

Sabia que sua imagem se reflete ao contrário quando você se olha no espelho?

Levantando o braço direito, e a imagem mostrará o seu braço esquerdo.

Material:

Fita crepe.

Desenrolar:

Delimite com fita crepe o lugar que simulará um espelho.

Você faz um gesto e o seu colega deverá imitá-lo.

Procure fazer gestos difíceis de serem imitados.

O primeiro que errar sai do jogo e será substituído por outro colega.

O último que ficar no espelho sem cometer falhas, será o vencedor.

Fonte: Arte e Habilidade - Angela Cantele Leonardi e Bruna Renata Cantele


Educação Infantil - Coleção Horizontes - Editora IBEP.

Brincando com o Dicionário


Jogo

Objetivos:

O uso do dicionário amplia o vocabulário, melhora a interpretação da leitura e esclarece as dúvidas


ortográficas.

Através desse jogo o aluno sente-se incentivado a descobrir o significado da palavra desconhecida
e familiariza-se brincando com o uso do dicionário.

Preparação:

Material: Um dicionário, folhas de papel, lápis ou caneta, lousa para anotar as respostas e a
pontuação dos grupos.
Desenrolar:

Divida a classe em grupos. Apenas um dicionário será utilizado por um grupo a cada rodada.

O primeiro grupo, que terá o dicionário em mãos, escolherá uma palavra do dicionário que ache
desconhecida por todos, falando-a em voz alta para os demais grupos.

Se houver algum integrante de qualquer grupo que saiba a resposta correta ao ser anunciada,
antes de começar a rodada, marca 4 pontos para o seu grupo.

Cada grupo escreverá numa folha um significado para a palavra, inclusive o grupo que tem o
dicionário em mãos, que colocará a definição correta.

A professora recolhe as folhas e lê todas as definições, inclusive a correta. Escreve as respostas na


lousa.

Cada grupo escolhe a definição que achar certa.

O grupo conta a definição correta.

A professora marca na lousa os pontos dos grupos de acordo com a seguinte regra:

2 pontos = para o grupo que deu a resposta correta.

3 pontos = para o grupo que escolheu a palavra, se ninguém tiver acertado ou 1 ponto para cada
acerto por grupo.

4 pontos = para o grupo que tiver um integrante que saiba a resposta correta ao ser anunciada,
antes de começar a rodada.

O jogo continua até que todos os grupos tenham escolhido a palavra no dicionário ou até que
algum grupo tenha atingido um número de pontos estipulado anteriormente pela classe.

Classificação
Blocos Lógicos - Jogo

Objetivos:

Construção das noções de:

1- Conjunto; elemento e atributo.

2- Inclusão, exclusão e pertinência.

3- Subconjuntos.

4- Interseção.

5- Organização de sistemas lógicos de classificação.

Preparação:
Pegue a caixa com o material de blocos lógicos.

Apresente o material às crianças para que classifiquem os blocos.

Crie junto com os alunos os atributos que serão dados para os tipos de blocos existentes.

Exemplos:

a) as quatro formas: círculo, quadrado, retângulo e triângulo.

b) as duas espessuras: grosso e fino

c) os dois tamanhos: pequeno e grande

d) as cores: amarelo, azul e vermelho

Desenrolar:

Faça em cartolina um quadro. Primeiramente, escolha apenas um atributo (quadrada).

Exemplo: separar apenas as peças quadradas.

Peça aos alunos que separem os blocos de acordo com o atributo escolhido.

Depois, vá acrescentando atributos à peça escolhida: vermelha, fina, pequena.

Os alunos irão completar o quadro com a peça quadrada, pequena, fina e vermelha.

Divida a classe em grupos e o primeiro que descobrir qual é a peça, ganha um ponto para o grupo.

Conclusão:

O aluno vai estimular a visão do objeto e lidar com sua imagem mental através de classificações
dos atributos estabelecidos.

Comprimento
Medida de Comprimento - Dinâmica

Grupo: crianças a partir de cinco anos.

Objetivos: desenvolver a noção de estimativa, equivalência e medida por meio de comparações.


A dinâmica desse exercício estimula o raciocínio e a percepção das crianças em relação às
medidas-padrão.

Tempo: 1 aula

Local: sala de aula ou uma sala grande.

Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos para começar a
brincar: caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças, uma régua, uma
trena ou uma fita métrica.

Desenvolvimento: Para começar a brincadeira, divida a turma em quatro grupos.


Escolha para cada um deles um objeto que deve substituir a régua como unidade de medida.

Esse objeto pode ser uma caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças.

Em seguida, defina os objetos que cada grupo deve medir — por exemplo, a carteira, a porta, a
lousa ou a altura da parede onde começa a janela.

Antes que a turma comece a realizar as medições, estimule as crianças a fazer estimativas:
quantas borrachas elas acham que seriam necessárias para determinar o comprimento da mesa? E
a largura?

Como seriam os resultados se, em vez desses objetos, a classe usasse um livro e um caderno para
fazer as medidas? E assim por diante.

Comunicação
O jovem e a comunicação - Dinâmica

Grupo: até 20 jovens do Ensino Médio.

Objetivo: criar comunicação fraterna e madura.

Tempo: cerca trinta minutos, dependendo do tamanho do grupo.

Local: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.

Material: papel e lápis para cada participante.

Desenvolvimento: distribuir aos participantes, papel e lápis e, convidá-los a fazer um desenho de


um homem e uma mulher.

Após o desenho, eles devem anotar na figura:

a) diante dos olhos, as coisas que viram e mais os impressionaram;

b) diante da boca, 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua
vida;

c) diante da cabeça, 3 idéias das quais não abre mão;

d) diante do coração, 3 grandes amores;

e) diante das mãos, ações inesquecíveis que realizou;

f) diante dos pés, as piores enroscadas em que se meteu.

Convidar o grupo para discutir:

1. Foi fácil ou difícil esta comunicação? Por quê?

2. Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?


3. Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por quê?

4. Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por
quê?

Conclusão:

Integrar a pessoa no meio social, desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal,


desinibir e desbloquear, adquirir hábitos de relações interpessoais.

De quem é o desenho?
Dinâmica

Dinâmica enviada pela Profª Bruna

Grupo: Até 20 pessoas (crianças ou adolescentes).

Objetivo: Reconhecer o talento dos colegas.

Tempo: Cerca de uma hora, dependendo do tamanho do grupo.

Local: Uma sala suficientemente ampla com cadeiras para acomodar todas as pessoas
participantes.

Material: Toca-fitas com boa potência. Folhas avulsas de sulfite, lápis e borracha.

Desenvolvimento: O professor deverá fazer dois grupos de alunos em dois círculos na sala com
as carteiras.

Colocar uma música e distribuir as folhas para os alunos que deverão desenhar qualquer coisa ou
a critério do professor.

Quando o professor parar a música, os alunos deverão passar a folha para o colega da direita (a
folha não deverá ter nome) até o professor dar o sinal de parar.

Na hora que chegar a folha na primeira pessoa do grupo esse mesmo colega tenta adivinhar de
quem é o desenho.

Podem-se trocar as folhas entre os grupos ou não.

Se um do grupo acertar de quem é o desenho, o grupo ganha um ponto e se não acertar, um


ponto para o outro grupo. E assim continua a brincadeira.

Conclusão: abordagem às vivências do Grupo, criatividade e o conhecimento de cada integrante.

Decomposição Material Dourado - Jogo

Objetivos:

Explorar com seus alunos a manipulação do Material Dourado, fazendo a decomposição e a


composição dos numerais em centenas, dezenas e unidades.
Material:

Cartolinas, canetas, tesoura, material dourado de madeira ou papel, régua, saquinhos plásticos
e dados.

Preparação:

Pegue uma cartolina e desenhe um retângulo de 18 x 12 centímetros.

Divida a figura em quadradinhos de 2 x 2 centímetros e escreva em cada um número como na


figura.

Recorte nas linhas pontilhadas, de modo a ficar com cartelas numeradas com os números de 1
a 9, com as dezenas 10, 20 até 90 e com as centenas 100, 200 até 900.

Faça várias cópias destas cartelas. Guarde o material em saquinhos plásticos.

Desenrolar:

Escolha um número a ser representado e distribua as cartelas entre as crianças.

Cada uma em sua vez joga o dado e pega a quantidade de quadradinhos equivalente aos
pontos. Se for o caso, faz a troca.

Em seguida, ao lado da representação do número feita com o material dourado, o aluno deve
representar com as cartelas numéricas a quantidade obtida.

Vamos tomar como exemplo os números 43 e 178.

O número 43 pode ser representado pelo cartão 3 colocado sobre o zero do cartão de dezena
40.

O número 178 pode ser representado pelo cartão 70 colocado sobre os zeros do cartão 100,
mais o 8 sobre o 0 do 170.

Qualquer outro número pode ser representado por esse método.

Dependência Mútua
Dinâmica

Grupo: até 20 pessoas.

Objetivos: mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemos contribuir para crescimento
de cada um.

Tempo: 1 aula

Local: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.

Material: nenhum
Desenvolvimento:

Podemos começar formando duplas. Um dos componentes da dupla fecha os olhos e passa a andar guiado
pelo outro durante dois minutos.

Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro, tão somente o som da voz do outro o guiará.

Logo em seguida, trocam-se os papéis e o que antes era o guia, passa ser o guiado.

Depois de terminada esta dinâmica, todos se reúnem para um momento de compartilhar, onde são
respondidas várias perguntas:

O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro?

Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos?

Teve total confiança em seu líder?

Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia?

Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"?

Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos "coração compassivo, longanimidade,
humildade" etc.

Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais no seu auxílio?" e "Qual a
maior ajuda que você pode prestar neste momento de sua vida para as pessoas e para o grupo?".

Conclusão:

Precisamos, sem dúvida alguma, uns dos outros. Para que a mutualidade possa ocorrer de forma dinâmica e
eficaz, é preciso desenvolver características de caráter que nos capacitem a desempenhar nosso papel
fraterno.

Desabrochar - Orientação Sexual


Dinâmica

Profª Cecília - Pedagoga, Diretora de escola, e também, Instrutora de Cursos de


Relações Humanas pelo SEBRAE.

Grupo: de preferência que seja com adolescentes.

Objetivos: Introduzir temas como: desenvolvimento humano, sexualidade, puberdade,


adolescência...

Tempo: 20 a 30 minutos

Local: sala ampla ou em um espaço aberto, mas silencioso.

Material: jornais, aparelho de som, cd com música suave, de preferência que seja sons da
natureza.

Desenvolvimento:

Pedir para todos os participantes deitarem sobre jornais.


Fazer um breve relaxamento para que todos se acalmem.
Trabalhar o exercício de respiração:
a) inspirando pelo nariz, enquanto conta até quatro (mentalmente);

b) prendendo a respiração - conta-se até quatro com a respiração presa e em seguida expirando
pela boca enquanto repete a contagem até quatro.

c) Repete-se este exercício até que todos estejam calmos, (umas 6 ou 7 vezes).

Agora, pedir para que todos virem-se de lado, ainda deitados, e encolham as pernas o quanto
podem, abraçando-as,
fechando os olhos e ouvindo a música no fundo.

O facilitador começa a falar:

- Você é um botão de rosas, um botão de rosas, ainda muito pequenino, bem fechadinho, que
começa a querer desabrochar...

- Que cor é esse botão?

- Que cor será essa rosa?

Agora, cada um escolhe uma cor para representar o seu botão de rosa.

Você sente agora, que uma das pétalas desse botão, teima em se abrir.... e lentamente, você vai
deixando afrouxar suas mãos, mas ainda... muito lentamente, e aos pouquinhos, sem pressa, você
começa a sentir-se como realmente fosse um botão de rosas, inalando perfume, desabrochando,
lentamente, sem pressa...

O facilitador vai conduzindo o desabrochar, passo a passo.

Agora, você vai soltando o braço que está por cima... seu braço solta-se e como se fosse uma
pétala, separa-se viçoso.

Agora as pernas....

Deitando-se normalmente, com seus braços livres, suas pernas livres, você continua ainda vendo-
se como um botão de rosas, lindo!!! Cheio de vida!!!

Sentando-se, muito lentamente, abrindo seus olhos e sentindo-se como num jardim, rodeado de
outras rosas.

E com todos sentados, perguntar:

- O que sentiram?

- Que cor escolheram para sua rosa? Por quê?

- Tiveram vontade de terminar logo?

- Sentiram-se bem à vontade?

- Que sentimento tiveram durante a dinâmica?

Deixar que todos falem...

Depois de todos esses questionamentos, introduze-se o tema propriamente dito: sexualidade,


virgindade, adolescência.... (o que foi preparado)

Conclusão:
Depois do relaxamento, os alunos estarão prontos para participar mais ativamente sobre qualquer
debate.

Profª Cecília

Descobrimento
Caminho das Caravelas – Jogo

Objetivos:

Reconhecer a importância da época das grandes navegações e descobertas.

Identificar as principais rotas das grandes navegações.

Preparação:

Em grupos, confeccionar um jogo de tabuleiro “Caminho das Caravelas”, da seguinte forma:

1- Desenhar um mapa-múndi numa cartolina.

2- Reproduzir os caminhos das grandes navegações e escolher uma rota para o jogo, por exemplo,
a rota feita por Cabral.

3- Elaborar as regras, legendas e como deverão fazer para percorrer o caminho até a chegada.

Desenrolar:

Realizar o jogo usando um dado e peões conforme o número de integrantes de cada grupo.

Descrição -
Dinâmica

Grupo: Esta dinâmica pode ser utilizada com alunos de várias faixas etárias em diversas
disciplinas.

Objetivos: Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de tal maneira que
possam tornar-se cidadãos conscientes de seus deveres e direitos.
Comparar diferenças e igualdades.

Tempo: 1 aula

Local: sala de aula ou uma sala grande.

Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos para começar a
brincar: caneta, uma borracha, lápis de cor e papéis.

Se quiser, poderá usar um fundo musical.

Desenvolvimento: Peça aos alunos que descrevam uma pessoa conhecida, um animal, uma
planta, um lugar ou um objeto qualquer. Escolham um só.

Atenção! Eles não devem citar o nome do item que está sendo descrito. Por exemplo, se a
descrição for de um gato, devem dizer que tem pêlos, rabo etc., mas não mencionar a palavra
“gato”.
Peça aos alunos que façam um desenho conforme a descrição.
Se preferir, utilize um fundo musical.

Depois que todos terminarem de desenhar, peça-lhes que mostrem os desenhos aos colegas e
comparem as diferenças e igualdades.

Finalmente, apresente uma foto ou um desenho da verdadeira descrição.

Conclusão: As dinâmicas na sala de aula têm uma boa aceitação por parte dos alunos e facilitam
muito a relação professor-aluno.

Profª Maria de Fátima Camacho Ferreira Marques Aguiar.

Fonte: Revista PCNE – Professor Criativo na Escola – Editora Didática Paulista

Objetivos:

Desenvolvimento de seqüências de acordo com os

atributos estabelecidos entre duas figuras anteriores.

Eles terão que descobrir qual é a peça seguinte para

continuar a seqüência.

Preparação:

Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocos geométricos,

composto de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e retângulo; que variam

em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande; e em

duas espessuras: fina e grossa.

Desenrolar:

Neste jogo os alunos observarão três peças sobre o tapete no chão.

Exemplo:

1- triângulo, amarelo, grosso e grande;

2- quadrado, amarelo, grosso e grande;


3- retângulo, amarelo, grosso e grande;

Eles deverão escolher a quarta peça (círculo, amarelo, grosso e grande) observando que, entre ela e sua vizinha, deverá haver
o mesmo número de diferenças existente entre as outras duas peças (a diferença na forma).

As peças serão colocadas pela professora de forma que, em primeiro lugar, haja apenas uma diferença. Depois duas, três e,
por fim, quatro diferenças entre as peças.

Conclusão:

Os alunos farão comparações cada vez mais rápidas quando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas as
condições.

Divisibilidade
Jogo

Objetivos:

Este jogo serve para entender o conceito de divisibilidade,


noção segundo a qual um número natural pode ser dividido
por outro número natural não nulo, sendo a divisão
do primeiro pelo segundo exata, isto é, com resto igual a zero.

Preparação:

Para fazer os alunos descobrirem isso na prática, a professora dará pontuação às varetas.

Exemplo:

amarela = 2 pontos

vermelha = 10 pontos

verde = 5 pontos
azul = 6 pontos

preta = 30 pontos

Alunos e professor combinam quantas rodadas terão as partidas.

Desenrolar:

A classe é dividida em grupos de três ou quatro.

Todas as equipes recebem um pega-varetas.

Tirando no par ou ímpar, cada grupo escolhe quem vai começar.

O vencedor lança as varetas sobre uma mesa ou outra superfície plana.

Depois, tenta pegá-las uma a uma do monte, sem fazer com que as outras se mexam.

Quando conseguir isso, continua a jogar.

Se não, a partida é interrompida e os valores de cada vareta retirada são multiplicados uns pelos outros, obtendo-se o número
de pontos daquela jogada.

A partir daí, o professor estimula o grupo a sugerir outras combinações que levariam ao mesmo produto.

O número de sugestões oferecidas pela equipe é anotado num papel.

A partida recomeça com a criança da vez.

Vence o grupo que conseguir propor mais opções.

Conclusão:

O jogo as varetas permite que se trabalhem vários problemas matemáticos envolvendo a idéia da divisibilidade.

Quando jogam em grupo, os alunos debatem e, do confronto de idéias, surgem diferentes respostas para um problema
matemático.

Para chegar às cores das varetas, é necessário fatorar o produto.

O número 200 equivale a duas varetas amarelas, uma vermelha e uma verde.

200 = 2 x 2 x 5 x 10

O resultado era decomposto pela divisão sucessiva por 2, por 3 e assim por diante, até alcançar números primos, que são
aqueles divisíveis apenas por 1 e por eles mesmos.

A professora pode mudar a pontuação original do pega-varetas, de modo que possa trabalhar com decomposição em números
primos (são os casos de 2, 3 e 5).

Dominó de Nomes
Jogo
Jogo enviado pela Profª Ignez A. Maraninchi

Objetivos:

• Identificar as letras do alfabeto;


• Identificar a escrita de seu nome;
• Selecionar letras que pertencem ao ser nome;
• Estabelecer semelhanças e diferenças entre as letras do nome de cada aluno;
• Relacionar letra maiúscula e minúscula;
• Relacionar letra cursiva e letra script.

Material: cartolina e canetinha

Preparação:

Recorta-se a cartolina em retângulos de 8cm x4cm aproximadamente.

Com uma canetinha risca-se um traço dividindo o retângulo.

Em cada peça escreve-se no lado direto o nome de um aluno e o mesmo nome deve ser escrito no lado esquerdo da outra
peça e assim sucessivamente.

Veja a figura.

Variações do jogo:

Fichas escritas de diferentes formas o mesmo nome. Cada aluno deve encontrar todas as fichas com seu nome podendo
agrupar, colar, fazer relatório mencionando a quantidade de nomes encontrados...

Veja a figura.

Desenrolar:

Divide-se a turma em duplas e para cada dupla entrega-se um conjunto de aproximadamente 20 peças.

Todas as peças devem ser viradas para baixo, embaralhadas e divididas entre os jogadores.

Um aluno inicia o jogo colocando uma peça de dominó no centro da mesa.

O outro jogador deve procurar uma peça que contenha um dos nomes que encontram-se nas pontas. Quando encontrado
deve-se encostar as peças com nomes iguais.

Se o jogador não tiver a peça que contenha um dos nomes que se encontra sem par sobre a mesa, ele deve passar para o
próximo jogador.

Vence o jogo aquele que ficar sem nenhuma peça primeiro.

Profª Ignez A. Maraninchi - Atividades Lúdicas para Alfabetização-Jogos clássicos transformados em material didático

Filosofia e Pedagogia Habilitação Supervisão Escolar


Especialista em Educação Pré Escolar e Supervisão Escolar
Encontre a peça
Blocos Lógicos - Jogo

Objetivos:

Construção das noções de:

Conjunto, elemento e atributo;

Inclusão, exclusão e pertinência;

Desenvolvimento da atenção e disciplina.

Preparação:

Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocos geométricos, de quatro tipos de “figuras”: círculo,
triângulo, quadrado e retângulo; que variam em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande;
e em duas espessuras: fina e grossa.

Desenrolar:

Dividir a classe em grupos e espalhar os blocos lógicos pelo chão.

Para descobrir qual é a peça, as crianças farão uma competição.

Dar um comando das características de uma peça (por exemplo: amarelo, triângulo, grande e fino) para um grupo.

Em seguida, o grupo deve procurar e selecionar a peça correspondente para mostrá-la, o mais rapidamente possível, às outras
equipes.

A competição poderá ter como objetivo verificar qual grupo encontra a peça correta primeiro ou de qual grupo encontra mais
peças corretas.

À medida que acertam, recebem uma pontuação.

Outra opção é de cada equipe desafiar os outros grupos da classe distribuindo eles mesmos os atributos.

Conclusão:

Desenvolve o raciocínio lógico e a memorização.

Exclusão
Dinâmica
Grupo: número indeterminado de pessoas, uma vez que serão escolhidos membros para participar do exercício.

Objetivos:

a) Vivenciar o desejo de merecer, de consideração e interesse.

b) Sentir a alienação, o isolamento, a solidão, sensação de estar excluído de um grupo.

Tempo: 15 minutos aproximadamente.

Local: Uma sala suficientemente ampla para poder acomodar todos os participantes.

Desenvolvimento:

1- O professor escolhe umas cinco a sete pessoas que serão identificadas como “de dentro” e que ficam de pé, no centro do
grupo, formando um círculo com os braços entrelaçados. Tanto podem ficar virados para dentro como para fora.

2- A seguir, escolherá uma pessoa do grupo que será o “intruso” e que deverá tentar penetrar no círculo da maneira que
puder, e os componentes do círculo procurarão conservá-lo fora.

3- O “intruso” tentará abrir o círculo e toma seu lugar ao lado dos outros como um membro regular, podendo o professor
indicar outro membro como “intruso”, já que esta atividade costuma despertar grande empatia.

4- No final do exercício, os “intrusos” e os outros membros que funcionaram como observadores, farão os comentários acerca
da experiência. É importante observar se os “intrusos” tentaram penetrar à força ou com diálogo.

Conclusão:

Essa dinâmica deverá desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal, integrar a pessoa no meio social, desinibir e
desbloquear, desenvolver adaptação emocional, comunicação verbal e não-verbal, descobrir sistemas de valores.

Fazendo História
Jogo

Grupo: no máximo 25 crianças.

Objetivos: Respeitar as diferenças individuais de cada um; desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal e
desenvolver a expressão na escrita.

Tempo: 1 aula

Local: na sala de aula ou no pátio da escola.


Material: lápis e folhas de papel em branco.

Desenvolvimento: Reunir a turma em círculo, sentados, com lápis e a folha de papel em branco na mão.

Por solicitação do professor, cada criança começa a contar uma história por escrito escrevendo uma frase no alto da folha e
dobrando a mesma, para ocultar a parte escrita, deixando aparecer as últimas palavras, passando a folha para o vizinho da
direita.

Este participante, aproveitando-se da última parte da frase de seu colega anterior, escreverá outra frase, dobrando novamente
a folha, deixando aparecer somente a parte final da frase, e passando a folha novamente para o seguinte da fileira.

E o jogo prossegue, até que o professor entender pará-lo, e solicitar a cada qual ler a folha de que está de posse.

Conclusão:

As crianças vão perceber que a história fica diferente, da que cada um havia pensado em escrevê-la.

Geschenk
Dinâmica do Geschenk

Grupo: Essa técnica é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço.

Muito simples, constitui apenas um instrumento de maior integração. Dessa forma, não há limites etários ou quanto a maior ou
menor maturidade do grupo para sua aplicação.

Pode ser executada com grupos de até vinte elementos.

Objetivos: desenvolver a integração do grupo.

Tempo: 1 hora

Local: uma sala ampla.

Material: lápis, cartolinas e papéis.

Desenvolvimento: Formar subgrupos de seis a dez elementos em cada e devem sentar-se em círculo, dispondo de lápis e
papel.

A uma ordem do professor, cada um deve escrever o nome dos integrantes do subgrupo.

Depois, em silêncio, cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de sua relação, pelo qual tenha alguma
admiração.

Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado de muitos ou em todos os nomes.

A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem, uma frase, um pensamento, enfim algum recado para as pessoas que
se escolheu, mas de maneira que não se identifique o autor da mensagem.

A seguir, cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas, tentando identificar, que poderá ou não ser assumida pelo
remetente.

É interessante que o remetente das mensagens não se identifique, facilitando o debate grupal.

Concluída essa etapa, o subgrupo redigirá, numa cartolina, uma ou mais mensagens que identifiquem seus integrantes para
apresentá-la num painel geral.

Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as auto mensagens, mas apenas as que enviarem.

Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas.

Conclusão: reconhecimento das características de cada um do grupo.

Holística
Entendendo a Visão Holística - Dinâmica

Grupo: em torno de trinta pessoas.

Objetivo: Explicar de forma lúdica o que é visão holística. Teoria segundo a qual o homem é um todo indivisível, e que não
pode ser explicado pelos seus distintos componentes (físico, psicológico ou psíquico), considerados separadamente; holística.

Tempo: cerca trinta minutos, dependendo do tamanho do grupo.

Local: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.

Material:

- Carretel de barbante ou linha suficientemente comprida;

- Um balão de aniversário.

- Um quadro ou uma cartolina.

Desenvolvimento:

I. Escreve-se no quadro ou em uma cartolina: “A parte é diferente do todo, mas também é o mesmo que o todo. A essência é
o todo e a parte.” (Éfeso)

II. Pede-se para o grupo formar uma grande roda;

III. Entrega-se o carretel de barbante para um dos integrantes da roda e explica-se que ele deve ficar com a ponta do
barbante e jogar o carretel para outra pessoa qualquer da roda explicando porque escolheu tal pessoa;

IV. A segunda pessoa que recebe o carretel deve segurar uma parte do barbante (de modo que o mesmo fica esticado entre a
1ª e a 2ª pessoa) e jogar o carretel para outro componente da roda, explicando porque escolheu tal pessoa.

Esse passo é repetido até que todos os componentes da roda tenham sua parte do barbante. Estará formada, então, uma
grande teia, como na figura abaixo:

V. Com base no texto abaixo, explica-se o que é holística. Preferencialmente, o professor não deve ler o texto: ele deve
explicar com suas palavras, observando que no decorrer do texto a dinâmica continua.

“Cada indivíduo dessa roda é uma parte que forma um todo. Podemos comparar essas partes com os elementos da natureza,
com os funcionários ou departamentos de uma empresa (ou escola) ou com as células de um ser vivo.

É importante perceber que essas partes estão interligadas, se comunicam, se interagem e dependem umas das outras para
que o todo (seja a Natureza, a escola ou o organismo de um ser vivo) viva e funcione adequadamente.

Essa é a essência da visão holística (coloca-se o balão de aniversário no meio da teia, de modo que ele fique sustentado e em
equilíbrio sobre a mesma).

Esse balão que está sendo sustentado pela teia representa o equilíbrio ideal resultante da interação de cada parte. Observem
que para que o balão esteja perfeitamente equilibrado é importante que todas as partes colaborem entre si.

Tudo o que há no Universo são considerados todos em relação às suas partes constituintes, mas também são partes de todos
maiores. Por exemplo: um átomo forma uma molécula que forma uma célula que forma um organismo vivo que forma a parte
viva de um planeta que é uma parte da galáxia que é um elemento do Universo.

E tudo isso, todos e partes, estão interdependentes numa totalidade harmônica e funcional, numa perpétua oscilação onde os
todos e as partes se mantém mutuamente.(a partir de agora o professor tira da mão de cada um o pedaço de barbante
deixando-o cair, enquanto isso, continua-se a explicação do que está acontecendo).

Entretanto, estamos em uma sociedade mecanicista, onde partes tentam se sobre por a outras, onde o ser humano torna-se
predador de seu semelhante. São as classes dominantes em posição de poder que atuam ou de forma preconceituosa, ou com
ênfase na competição e não na cooperação.

E o que acontece quando não há uma perfeita sinergia entre as partes do todo ou quando não há a colaboração de todas as
partes? (nesse momento todos já largaram sua parte do barbante e o balão está no chão)

Acontece o mesmo que aconteceu com esse balão: perde-se o equilíbrio do sistema até que ele desmorone.(o professor
pega a bola)

Ainda há tempo de recuperar o equilíbrio se todos pegarem sua parte do barbante, só que se demorarmos muito, pode ser
tarde demais. (estoura-se a bola)

VI. Convém notar que a aplicação deste exercício exige certa maturidade do grupo.

Conclusão: perceber que essas partes estão interligadas, se comunicam, se interagem e dependem umas das outras para que
“o todo” viva e funcione adequadamente.