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Conteúdo versão 3.

50*
Mais utilizados: Descrição - Fisiologia e patologia - Prescrições

1. Anamnese e exame físico

2. Abreviações

3. Anatomia

4. Descrições e manuais dos procedimentos

5. Escala 2009

6. Exames complementares

7. Fisiologia e patologia (incl. seminários)

8. Fluxograma: queixa principal, DD e tratamento

9. Fone

10. Prescrições

11. Protocolos /rotina nos setores

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* Versão 3.50: 27/04/2009

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Contuédo Alternativo
1. Geral

2. Obstetrícia
3. Ginecologia

1. Geral
A. Anamnese e exame físico

B. Abreviações

C. Anatomia

D. Escala 2009

E. Exames complementares

F. Fone

G.Medicamento - Alfabético

H. Seminários

2. Obstetrícia
Conteúdo versão 3.50* 1

Contuédo Alternativo 1

1. Geral 2

2. Obstetrícia 2

A. Geral 77

1. Exames Utilizados....................................................................................... .........77

2. Prescrições....................................................................................................... ....77

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto................................................ ..........................78

4. Fluxogramas................................................................................. .......................78

B. Gravidez 78

1. Fisiologia da gravidez......................................................................................... ..78

2. Patiologia na gravidez.................................................................................. ........79

3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)...................................... .....79


C. Parto Normal 79

1. Fisiologia................................................................................................. .............79

2. Patologia................................................................................................ ..............80

3. Descrições e manuais dos procedimentos.................................... .......................80

D. Cesárea 80

1. Indicações..................................................................................................... .......80

2. Descrição................................................................................................ .............80

3. Manual do procedimento......................................................... ............................80

4. Complicações................................................................................................... ....81

E. Puerpério 81

3. Ginecologia 81

A. Geral 156

1. Exames Utilizados..................................................................................... .........156

2. Prescrições..................................................................................................... ....156

3. Rotinas no IMIP.................................................................... ..............................157

4. Fluxogramas............................................................................... .......................157

B. Fisiologia 157

C. Patologia 157

D. Descrições e manuais dos procedimentos 158

Pela ordem 158

12. Protolos /Rotina nos setores 159

Rotina no Ambulatório Ginecológico 159

Anamnese....................................................................................................... .......159

Rotina no Ambulatório de Mastologia 159

Anamnese....................................................................................................... .......160

BIRADS............................................................................................................... ....160

Rotina no banco de leite humano 162

Desmame no 6º mês da vida.................................................................. ...............163

Leite artificial (criança não mama) e desmame................................. ....................163


Relactação......................................................................................... ....................164

Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite.............................164

Coletar leite /ordenhar.............................................................................. .............164

Conservar leite coletado (validade)............................................. ..........................165

Consumir o leite humano........................................................................... ............165

Rotina no 4o CAM 165

PE Grave................................................................................................ ................165

Rotina na Ginecologia (sexto andar) 166

Admissão duma paciente nova........................................................... ...................166

Diabetes e cirurgia............................................................................................. ....166

Rotina no caso de mola / DTG.................................................................... ............169

Pre-operatório............................................................................................ ............169

Preparo para tomografia – paciente alérgico......................................................... .172

Profilaxia da endocardite e TVP/TEP................................................................ .......174

Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório) 175

Rotina de neonatologia no pré-parto 175

APGAR.................................................................................................................... 176

VIG e QH.............................................................................................. ..................176

Formulas................................................................................................ ................177

Prescriçãoes..................................................................................................... ......177

Rotina no Pré-Parto 178

Rotina no Puérperio 179

Rotina no SIGO 180

Rotina na triagem 180

Estupro (após) / violência sexual............................................. ..............................180

10.Prescrições 181

2A. Indicação alfabética 181

A........................................................................................................ ....................182

B........................................................................................................ ....................182
C.......................................................................................................... ..................182

D................................................................................................................. ...........182

E................................................................................................... .........................182

F............................................................................................. ...............................182

G................................................................................................................. ...........182

H............................................................................................................... .............182

I.................................................................................................. ...........................183

L............................................................................................................................. 183

M.......................................................................................................................... ..183

N............................................................................................................... .............183

O................................................................................................................... .........183

P................................................................................................ ............................183

R......................................................................................................... ...................183

S................................................................................................... .........................183

T................................................................................................. ...........................183

V........................................................................................................ ....................184

Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica.................................................. ..184

Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)...................................................184

Prescrição pós-parto normal....................................................... ...........................185

Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato).................................................185

Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)............................................... .....................186

Abortamento de repetição (e gravidez nova)................................................... ......187

Abscesso Tubo-Ovariano.......................................................................... ..............187

Abscesso de mama................................................................................... .............188

Acne (e pílula anticoncepcional).................................................... ........................188

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional.........................189

Alergia ao remedio (reação alérgica).............................................. .......................196

Amniorexe............................................................................................................ ..196
Anemia...................................................................................... ............................198

Anemia falciforme........................................................................................... .......198

Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois....................198

Anti-depressiva...................................................................................... ................199

Vacinação contra Têtano...................................................................... ..................199

Asma (crise)..................................................................................................... ......200

Atrofia mucosa vagina .................................................................. ........................200

Bartholinite.......................................................................................... ..................200

Bacturia Assintomática..................................................................... .....................201

Candidíase Inguinal .............................................................................................. .202

Candíase Mamilar......................................................................... .........................202

Candidiase ungueal................................................................... ............................202

Candidíase vaginal............................................................................................ .....202

Cefaleía pós-punção lombar.................................................... ..............................203

Celulite..................................................................................... .............................205

Cisto ovariano simples............................................................................... ............205

Climatério: queixas vasomotores................................................................. ..........205

Coagulopatia....................................................................................................... ...206

Coalescência de nimfas/lábios pequenos....................................................... ........206

Constipação.......................................................................................... .................206

Corioamnionite.......................................................................... ............................207

Corticoide (desmama)............................................................................................ 208

Curetagem................................................................................................. ............208

Diabetes.................................................................................... ............................208

Dilatar o colo (durante TP)...................................................................... ...............209

DIPA.................................................................................................... ...................210

Dismenorréia.............................................................................. ...........................210

Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)........................................... .....................211


Dor cólica (na Triagem).............................................................................. ............212

Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)...........................................................212

Eclâmpsia .................................................................................. ...........................213

Edema aguda de pulmão..................................................................... ..................214

Endocardite (profilaxia)...................................................................................... ....215

Endometrite (pós-parto)......................................................................................... 215

Endometriose...................................................................................................... ...216

Erisipela................................................................................................... ..............217

Escabiose........................................................................................................ .......217

Pós-estupro (violência sexual)............................................................................... .217

Febre reumática + lesão de válvula............................................................. ..........218

Fissura mamilar profunda......................................................... .............................218

Fluxo reduzido......................................................................... ..............................218

Gardnarella vaginalis........................................................................ .....................219

Gonerreia................................................................................................... ............220

Granuloma de cúpula vaginal......................................................... .......................220

Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)...................................... ....................220

HELLP-síndrome....................................................................................... ..............220

Herpes Genital........................................................................................ ...............222

Herpes Zoster...................................................................................... ..................222

Hiperêmesis gravídica........................................................................................... .222

Hiperplasia simples do endométrio.............................................................. ..........222

Hipertensão pré-parto/ durante gravidez................................................. ..............223

Hipertensão pós-parto................................................................. ..........................223

HIV.............................................................................................................. ...........225

Íleo paralítica (pós-cirúrgica)................................................... ..............................227

Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)............................................... ..........228

Inibir produção do leite........................................................................ ..................228


Indução do parto............................................................................................... .....228

Ingurgitamento (de mama)......................................................................... ...........229

Insuficiência Cardíaca Fetal................................................................................... .229

ITU ................................................................................................... .....................229

HPV .......................................................................................................... .............230

Mastalgia prë-menstrual (MPM)............................................... ..............................231

Mastite.......................................................................................................... .........231

Menorragia / sangramento genital (não gravida)..................................... ..............231

Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado).........................231

Ocitocina intra-parto.................................................................................. ............232

PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco).................................. ......232

PE-grave (pós-Cesárea)......................................................................................... .233

PE-grave (pós-parto normal)................................................................... ...............234

PE Leve (sem TP franco).............................................................. ..........................235

Pielonefrite........................................................................................................... ..236

Pirose........................................................................................................ .............237

Pneumonia................................................................................................... ..........237

Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)............237

Preparo intestinal para USG................................................................... ................237

Prurido pós morfina................................................................................................ 238

Puderdade precoce............................................................................ ....................238

Reposição hormonal.............................................................................................. .238

SAAF.................................................................................................... ..................238

Sindrôme de ovários policísticos............................................................... .............239

Toxoplasmose......................................................................................................... 239

TPM / Síndrome Pre-Menstrual........................................................ .......................239

Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior..............................240

TPP....................................................................................................................... ..240
Tricomoníase.................................................................................................. ........242

Trombose (profilaxia e tratamento)................................................................. .......242

Vermes............................................................................................................... ....243

2B. Medicamento - Alfabético 243

A........................................................................................................ ....................243

B........................................................................................................ ....................244

C.......................................................................................................... ..................244

D................................................................................................................. ...........245

E................................................................................................... .........................246

F............................................................................................. ...............................246

G................................................................................................................. ...........247

H............................................................................................................... .............247

I.................................................................................................. ...........................248

K..................................................................................................... .......................248

L............................................................................................................................. 248

M.......................................................................................................................... ..248

N............................................................................................................... .............249

O................................................................................................................... .........250

P................................................................................................ ............................250

R......................................................................................................... ...................251

S................................................................................................... .........................251

T................................................................................................. ...........................252

V........................................................................................................ ....................252

2C. Drogas na gravidez 252

Introdução geral.................................................................................................... .253

Categorias............................................................................... ..............................254

Drogas sorteadas por tipo/indicação............................................................... .......256

Anticoagulantes..................................................................................... ................257
Anticonvulsivantes.......................................................................................... .......257

Antihistamínicos....................................................................... .............................258

Antiinflamatórios Não-Hormonais............................................... ...........................259

Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos).............................260

Antivirais............................................................................................................ ....266

(Drogas) Cardiovasculares.................................................................. ..................267

Citostáticos.............................................................................................. ..............272

Drogas Lícitas E Ilícitas................................................................. .........................273

Hormônios ............................................................................. ..............................273

(Drogas Para) Sistema Nervoso Central............................................ ....................276

Vacinas, Serums E Toxoides.......................................................... .........................281

Vitaminas....................................................................................................... ........283

Outras Drogas E Substâncias................................................................... ..............283

2d. Drogas na lactação 291

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação........................291

Alfabético............................................................................................................ ...294

4. Procedimentos: descrições e manuais 308

AMIU 308

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações........................................308

Atestado (Triagem) 309

Cerclagem 309

Cesárea 310

Descrição................................................................................................... ............310

Manual...................................................................................................... .............311

Instrumentos (básico cesário)..................................................................... ...........311

Procedimento.................................................................................................. .......311

Cone Clássico 314

Descrição................................................................................................... ............314
Manual...................................................................................................... .............314

Curetagem (normal) 315

Descrição................................................................................................... ............315

Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato).......................................... .315

Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato).................................... .............316

Curetagem Uterina Fracionada 317

Drenagem de abscesso de mama 318

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini 318

Esterilizações Tubárias 319

Exerése de cisto clitoriano 320

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino 320

Fórceps 321

Descrição................................................................................................... ............321

Manual...................................................................................................... .............322

Histerectomia total abdominal (HTA) 322

Descrição................................................................................................... ............322

Manual...................................................................................................... .............326

Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP) 328

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral) 329

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada) 330

Descrição................................................................................................... ............330

Manual...................................................................................................... .............331

Miomectomia (e Taquelectomia) 331

Descrição miomectomia e taquelectomia............................................. .................331

Manual Miomectomia.................................................................................... .........332

Miomectomia e taquelectomia 333

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama) 333

Ooforectomia 334

Manual...................................................................................................... .............334
Ooforoplastia 334

Manual...................................................................................................... .............334

Ooforplastia para ovários multipolicísticos 335

Manual...................................................................................................... .............335

Parto Normal 335

Descrição................................................................................................... ............335

“Manual”........................................................................................................... .....335

Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica 336

Descrição Salpingectomia............................................................................... .......336

Manual e indicações............................................................... ...............................337

11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.) 339

Parto Normal 339

Cordão Circular................................................................................... ...................340

Escore de Bishop modificado........................................................... ......................340

Mecônio......................................................................................... ........................341

Postura vertical - vantagens...................................................... ............................342

Procedimento (em holandês)............................................................ .....................343

Rotura Uterina......................................................................... ..............................344

Sexo pós o parto e embolia de ar........................................................................... 345

Parto Cesáreo 346

Cesárea - indicações 347

1. Epidemiologia 421

2. Condições fetais e indicação de cesariana 422

2a. Apresentação pélvica.............................................................................. .........422

2b. Gestação gemelar..................................................................................... .......423

2c. Prematuridade ou baixo peso.................................................................... .......423

2d. Sofrimento fetal agudo........................................................... .........................423

2e. Macrossomia....................................................................................... .............423

2f. Situação transversa................................................................. .........................424


2g. Placenta prévia............................................................................ ....................424

2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo............................... ........424

2i. Procidência de cordão......................................................................... ..............424

2j. Malformações congênitas................................................... ..............................424

3. Condições maternas e indicação de cesariana 425

3a. Herpes genital ativo................................................................................ .........425

3b. Infecção pelo HIV............................................................................ .................425

3c. Cesarianas prévias............................................................................ ...............426

3d. Outras condições maternas................................................... ..........................426

Amniotomia 426

5.Escala 2009 427

2.Exames complementares 429

Cardiotocografia......................................................................... ...........................430

Cistometria de infusão.............................................................................. .............430

Cistos (na mama)................................................................................................ ...430

Climatério......................................................................................... .....................430

Colposcopia............................................................................... ............................430

Espermograma........................................................................ ..............................431

FSH (homens)............................................................................... .........................431

Ginecomastia ............................................................................................. ...........431

Hepatite B....................................................................................................... .......431

Mestastases de câncer de mama (rastreamento)................................ ..................431

Quimoterapia (antes da quimoterapia).................................................. ................432

Pré-histeroscopia ..................................................................... .............................432

Pré-op............................................................................................. .......................432

Rotina de ambulatório de mastologia........................................ ............................432

Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia ......................................................... .....433

Rotina de pré-natal....................................................................... .........................433


SU e urocultura...................................................................................... ................433

USG na gestação.................................................................... ...............................433

USG ginecológica..................................................................................... ..............436

Valores laboratoriais normal..................................................... .............................436

VDRL ........................................................................................................... ..........438

8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento 438

Diabetes Mellitus........................................................................ ...........................438

Hipertensão durante gravidez............................................................................... .440

Lesões de colo uterino ....................................................................... ...................453

Perda de líquido durante a gravidez........................................ ..............................457

Sangramento vaginal..................................................................................... ........464

Dor cólica em BV................................................................................................... .477

2. Abreviações usadas no imip 477

A........................................................................................................ ....................477

B........................................................................................................ ....................478

C.......................................................................................................... ..................478

D................................................................................................................. ...........479

E................................................................................................... .........................479

F............................................................................................. ...............................480

G................................................................................................................. ...........480

H............................................................................................................... .............481

I.................................................................................................. ...........................481

J.................................................................................................. ...........................481

K..................................................................................................... .......................481

L............................................................................................................................. 481

M.......................................................................................................................... ..482

N............................................................................................................... .............482

O................................................................................................................... .........482
P................................................................................................ ............................483

Q................................................................................................................... .........483

R......................................................................................................... ...................483

S................................................................................................... .........................484

T................................................................................................. ...........................484

U............................................................................................................. ...............485

V........................................................................................................ ....................485

W...................................................................................................... .....................485

X........................................................................................................ ....................485

Y................................................................................................. ...........................485

Z........................................................................................................ ....................485

5. Fisiologia e patologia (incl seminários) 486

A........................................................................................................ ....................486

C.......................................................................................................... ..................486

D................................................................................................................. ...........486

E................................................................................................... .........................486

F............................................................................................. ...............................486

G................................................................................................................. ...........486

H............................................................................................................... .............486

I.................................................................................................. ...........................487

L............................................................................................................................. 487

M.......................................................................................................................... ..487

N............................................................................................................... .............487

O................................................................................................................... .........487

P................................................................................................ ............................487

S................................................................................................... .........................487

T................................................................................................. ...........................487

U............................................................................................................. ...............487
V........................................................................................................ ....................487

Abortamento 488

1.Definição 488

2.Epidemiologia 488

3. Etiologia 489

4.Classificação 490

5. Diagnóstico diferencial 491

6.Diagnóstico rápido 491

7. Ameaça de abortamento 492

Diagnóstico................................................................................................. ...........492

Prognóstico.......................................................................................... ..................493

Conduta............................................................................................... ..................493

8. Abortamento inevitável 494

8 A. Abortamento incompleto 494

Diagnóstico................................................................................................. ...........494

Conduta............................................................................................... ..................494

8 B. Abortamento completo 495

Diagnóstico................................................................................................. ...........495

Conduta............................................................................................... ..................496

8 C. Aborto infectado 496

Diagnóstico................................................................................................. ...........496

Etiologia.......................................................................................................... .......497

Conduta no imip...................................................................... ..............................497

Conduta alternativa:.......................................................................... ....................497

9. Aborto retido 498

Diagnóstico................................................................................................. ...........499

Conduta............................................................................................... ..................499

10. Aborto habitual 500

Definição.............................................................................................................. ..500
Conduta............................................................................................... ..................500

Aborto provocado 502

Acretismo placentário 502

1.Geral 577

2.Classificação 577

Placenta acreta ....................................................................................... ..............578

Placenta increta .................................................................................... ................578

Placenta percreta............................................................................................ .......578

3.Etiologia 578

4.Tratamento 578

Amenorréia 579

Conceito 579

Classificação 579

Anamnese 580

Na amenorréia primária, valorizar........................................... ..............................580

Na amenorréia secundária, valorizar......................................... ............................581

Exame físico 581

Geral........................................................................................................... ...........581

Na amenorréia primária........................................................................... ..............582

Na amenorréia secundária........................................................................ .............582

Exames complementares 582

Diagnóstico 583

Síndrome hiperprolactinêmica 583

Etiologia.......................................................................................................... .......583

Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica................................................ ........585

Insuficiência ovariana prematura 586

Diagnóstico................................................................................................. ...........587

Outros distúrbios 587

Etiologia.......................................................................................................... .......587
Síndrome dos ovários policísticos (SOP) 591

Epidemiologia................................................................................... .....................591

Fisiopatologia da SOP......................................................................................... ....592

Diagnóstico da SOP............................................................................................ ....592

Tratamento da SOP........................................................................... .....................593

Amniorrexe prematura 593

1. Conceito 668

2. Epidemiologia 669

3. Fatores de risco 669

3.1. Não evitáveis ............................................................................. ....................669

3.2. Evitáveis ................................................................................. .......................670

4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico 670

5. Etiopatogenia 671

6. Quadro Clínico 673

7. Diagnóstico 673

7.1. Diagnóstico clínico .......................................................................... ...............674

7.2. Diagnóstico subsidiário .................................................................. ................674

8. Diagnóstico diferencial 677

9. Conduta 678

9.1. Descartar a iminência de parto .............................................................. ........678

9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal ....................................................... .......678

9.3. Descartar infecção intra-útero ............................................... ........................678

9.4. Conduta obstétrica........................................................... ..............................679

9.4.1. Gestação < 24 semanas .......................................................... ...................680

9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas ............................................................... ...680

9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas .................................................................. ...683

10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para


Estreptococcus Grupo B 684

10.1. Evidências Corticoterapia................................................ .............................684


10.2. Antibioticaterapia.......................................................................................... 688

10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo............690

10.4. Inibição da contratilidade uterina................................... ..............................691

10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B................................................... .693

11. Prognóstico 694

12. Complicações 695

12.1. Infecção intra-amniótica .................................................... ..........................695

12.2. Prematuridade ..................................................................... ........................695

12.3. Sofrimento fetal ......................................................................... ..................695

12.4. Hipoplasia pulmonar ................................................................. ...................695

12.5. Outras complicações ................................................................................ ....696

Câncer de mama 696

1. Epidemiologia 771

1.1.Geral.................................................................................................... ............771

1.2.Fatores de risco........................................................................................... .....773

1.3. Freqüência por quadrantes..................................................... ........................776

1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral ......................776

2. Etiopatologia 776

2.1. Geral.................................................................................................. .............776

2.2. Carcinogenêse........................................................................... .....................776

3. Evolução da doença 778

3.1. Crescimento tumoral....................................................... ...............................778

3.2. Angiogênese ................................................................................ ..................778

3.3. Disseminação.................................................................................................. 778

3.4. Via linfática..................................................................................... ................779

3.5. Metástase à distância.............................................................. .......................780

4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas 781

5. Diagnóstico – Anamnese 781


6. Diagnóstico - Quadro clínico 781

7. Diagnóstico - Achados laboratoriais 782

8. Diagnóstico por imagem 782

8.1. BIRADS....................................................................................................... .....782

8.2. Tumor primário................................................................................................ 782

8.3. Doença metastática............................................................................. ...........782

8.4. Mamografia............................................................................................... ......783

8.5. USG mamária.............................................................................................. ....784

9. Diagnóstico histo-patológico 784

10. Estadiamento 785

10.1. Tumor....................................................................................................... .....785

10.2. Linfonodos.......................................................................... ..........................786

10.3. Metástase à distância........................................................... ........................786

10.4. Grupamento por estádios................................................ .............................787

11. Prognóstico 787

12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada) 787

Carcinoma de colo uterino 788

Epidemiologia 788

Geral........................................................................................................... ...........788

Fatores de risco.................................................................................................. ....789

Prognóstico 789

Patologia 790

Quadro clínico 790

Diagnóstico 791

Geral........................................................................................................... ...........791

Conduta diagnóstico........................................................................... ...................792

Estadiamento FIGO 792

TNM 793

Tratamento 794
Estádio o (adenocarcinoma in situ!)................................................................... ....794

Estádio Ia (microcarcinoma).................................................... ..............................794

Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)......................................................... ...........................794

Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm)............................................................. ....794

Estádio Ib1................................................................................................. ............794

Estádio Ib2................................................................................................. ............795

Estádio IIa.............................................................................................. ................795

Estádios IIb, III e IVa.................................................................................. .............795

Estádio IVb...................................................................................................... .......796

Recorrência.................................................................................................. ..........796

Seguimento 796

Conduta no câncer de colo durante gestação 797

Geral........................................................................................................... ...........797

Ca in situ e Ia:............................................................................................. ...........797

Ib ............................................................................................... ...........................798

II,III e IV............................................................................................................ ......798

Cefaleía após raqui 798

Quadro clínico............................................................................................ ............798

Conduta............................................................................................... ..................798

Complicações pós – operatório geral e ginecológico 798

1.O período pós-operatório intermediário 873

Conceito................................................................................................................ .873

Cuidado da ferida................................................................... ...............................873

2.Complicações pos-operatórios 874

Hipertermia precoce...................................................................... ........................874

Hipertermia após 48 horas .................................................................................. ..875

Hipertermia após o 3º dia ................................................................. ....................875

Complicações pulmonares 876


Pacientes de alto risco....................................................................... ....................876

Atelectasias................................................................................ ...........................877

Pneumonia................................................................................................... ..........877

Complicações vasculares 877

Tromboflebite superficial................................................................................. .......877

Trombose venosa profunda...................................................................... ..............878

Embolia pulmonar........................................................................................... .......878

Complicações urinárias 878

Oligúria................................................................................................. .................878

Retenção urinária.................................................................................................. .879

Choque 879

Geral........................................................................................................... ...........879

Quadro clínico............................................................................................ ............879

Manuseio .................................................................................. ............................879

Descolamento da placenta normalmente inserida 880

1. Conceito 955

2.Terminologias paralelas 955

3.Freqüência 955

4.Etiologia 955

5.Fisiopatologia 956

A. Alterações locais (uterinas e placentárias)........................................................956

B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária).......956

6.Formas clínicas 957

a.Hemorragia oculta.................................................................... ..........................957

B. Hemorragia externa.................................................................................... .......957

C. Hemoâmnio.................................................................................. .....................957

D. Apoplexia útero-placentária............................................... ...............................957

E. Prolapso da placenta...................................................................................... ....957

F. Descolamento placentário crônico.................................................................. ....958


G. Outra classificação .................................................................... .......................958

7.Diagnóstico clínico 958

8.Diagnóstico laboratorial 959

9.Tratamento 959

Diabetes na gestação 960

Definição 960

Classificação de Priscilla White (1941) 961

Epidemiologia 962

Geral........................................................................................................... ...........962

Fatores de risco ................................................................................................. ....962

Fisiopatologia Diabetes Gestacional.................................................................... ...963

Prognóstico/repercussões........................................................... ...........................963

Diagnóstico 965

IMIP............................................................................................................. ...........965

Alternativos........................................................................... ................................967

Diagnóstico e conduta simplificados 968

Exames complementares após diagnostico de Diabetes 969

Avaliação fetal 969

IMIP............................................................................................................. ...........969

Alternativas........................................................................... ................................970

Tratamento da gestante diabética 971

Objetivo............................................................................................ .....................972

Corticoides (Betametasona)................................................................................. ..972

Diabético em uso de hipoglicemiantes...................................... ............................972

Dieta......................................................................................................... .............972

Insulina durante gestação.................................................................................. ....972

Exercício físico................................................................................ .......................974

O parto 974

Via do parto.................................................................................... .......................974


Inibição de TPP...................................................................................................... .974

Prescrição (eIndução)............................................................. ...............................974

Puerpério 975

IMIP............................................................................................................. ...........975

Alternativas........................................................................... ................................976

Após alta 976

IMIP (????):...................................................................................................... .......976

IMIP (livro):......................................................................................................... ....976

Caso especial: Hipoglicemia 977

Caso especial: cetoacidose diabética na gestação 977

Definição.............................................................................................................. ..977

Epidemiologia................................................................................... .....................977

Prognóstico/complicações............................................................................ ..........978

Etiopatologia.................................................................................................... ......978

Tratamento................................................................................ ............................978

Eclampsia 979

Dismenorréia 979

Conceito e incidência 979

Classificação 979

Dismenorreía primária 980

Conceito e Epidemiologia...................................................................................... .980

Etiopatogenia....................................................................................................... ..980

Diagnóstico................................................................................................. ...........980

Tratamento ............................................................................... ............................981

Dismenorréia secundária 982

Geral........................................................................................................... ...........982

Causas de dismenorréia secundária........................................ ..............................982

Disturbios emocionais pós-parto 983

Pós-Parto Blues 983


Depressão pós-parto (????) 983

Psicose pos-parto (????) 983

Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG) 983

1.Conceito e nomenclatura 1058

Geral........................................................................................................ ............1058

Classificação....................................................................................... .................1058

2.Epidemiologia 1059

Incidência............................................................................... .............................1059

Fatores de risco............................................................................................... .....1060

3.Etiopatogenia 1061

Geral........................................................................................................ ............1061

Origem parental da mola hidatiforme completa..................................................1061

Origem parental da mola hidatiforme parcial..................................................... ..1061

4.Anatomia patológica 1062

Macroscopia................................................................................................ .........1062

Microscopia............................................................................................... ...........1063

5.Aspectos clínicos 1063

Quadro clínico clássico..................................................................................... ....1063

Quadro clínico da mola parcial (MHP).................................... ..............................1064

Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma.........................................1064

6.Diagnóstico laboratorial 1064

7.Diagnóstico da mola completa 1065

8.Diagnóstico da mola hidatiforme parcial 1065

9.Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais 1066

10. Estadiamento FIGO 1067

11. Diagnóstico diferencial 1068

12. Conduta 1068

13. Prognóstico 1069

Gestação prolongada 1070


Conceito 1070

Epidemiologia 1070

Conduta 1070

IG entre 40-41 semanas..................................................................................... ..1071

IG entre 41-42 semanas..................................................................................... ..1071

IG > 42 semanas...................................................................... ...........................1071

Hepatite B 1072

Etiologia 1072

Epidemiologia 1072

Geral........................................................................................................ ............1072

Fatores de risco............................................................................................... .....1073

Diagnóstico e Tratamento 1073

Marcadores..................................................................................... .....................1073

Rastreamento.............................................................................. ........................1073

CDC interpretação dos resultados.................................................................... ....1074

IMIP interpretação dos resultados e conduta.......................................................1075

Hiperplasia endometrial 1076

Conceito............................................................................................................. ..1077

Fatores de risco............................................................................................... .....1077

Histeroscopia .................................................................................. ....................1077

Risco para desenvolver CA de endométrio.......................................................... .1078

Tratamento............................................................................. .............................1078

Hiperplasia Supra-Renal Congênita 1079

Geral........................................................................................................ ............1079

Formas..................................................................................................... ............1080

Clássica não-perdedora de sal......................................................... ....................1080

Clássica perdedora de sal................................................................ ....................1081

Não-clássica.................................................................................................... .....1081

Hipertensão na gestação 1082


A.Geral 1157

1. Introdução 1157

2. Classificação da hipertensão arterial na gestação 1157

3. Conceitos 1157

4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez 1158

5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC 1158

6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez 1159

B. Hipertensão arterial crônica 1160

6. Tratamento: MgSO4 1166

A. Vantagens................................................................................................ ........1167

B. Apresentações differentes no mercado......................................................... ...1167

C. Esquema de Zuspan .................................................................. .....................1167

D. Esquema de Pritchard...................................................................................... 1168

E. Mecanismo de ação................................................................ .........................1168

F. Cuidados gerais com MgSO4...................................................... ......................1168

G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato............................................................ ......1169

H. Manifestações de toxicidade........................................................................... .1169

I. Monitorização................................................................................................... .1169

J. Oligúria ....................................................................................... .....................1169

Emergência hipertensiva............................................................ .........................1172

D. Iminência de eclâmpsia 1180

E. Eclâmpsia 1180

1. Conceito 1180

2. Classificação prognóstica 1180

A. Não complicada........................................................................... ....................1181

B. Complicada.............................................................................................. ........1181

3. Conduta: cuidados gerais 1181

4. Terapia anticonvulsiva 1181

5. Tratamento do edema cerebral 1183


F. Síndrome HELLP 1183

1. Geral 1183

2. Diagnóstico 1183

A. Quadro inicial ............................................................................................. .....1183

B. Quadro avançado............................................................ ................................1184

3. Diagnóstico diferencial 1184

4. Diagnóstico laboratorial 1184

5. Conduta na síndrome HELLP 1184

A. Geral....................................................................................................... .........1185

B. Avaliação materno-fetal......................................................................... ..........1185

C. Correção da coagulopatia .............................................................. .................1186

D. Tratamento da CIVD......................................................... ...............................1186

E. Terapia anticonvulsivante ................................................... ............................1186

F. Terapia anti-hipertensiva............................................................ ......................1186

G. Interrupção da gestação............................................................................ ......1186

6. Hematoma hepático 1187

Conduta ........................................................................................... ...................1188

G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada 1188

H. Hipertensão gestacional 1189

1. Conceito 1189

2. Tratamento durante pré-natal 1189

A. Geral....................................................................................................... .........1190

B. Propedêutica laboratorial.......................................................................... .......1190

C. Propedêutica fetal......................................................................................... ...1190

3. Tratamento gestação a termo 1191

HIV 1191

Durante gravidez 1191

Pré-natal..................................................................................... .........................1191

Prescrição.................................................................................... ........................1192
HIV e parto 1192

Conduta............................................................................................ ...................1192

Prescricção ápos o parto ........................................................................ .............1194

HPV (transmissão vertical) 1194

Epidemiologia................................................................................ ......................1194

Bibliografia......................................................................................................... ..1195

Indução do parto 1196

Indicações 1196

Contra-indicações absolutas 1197

Contra-indicações relativas 1197

Complicações maternas 1198

Complicações feto-anexiais 1198

Requisitos 1198

Métodos de preparo cervical 1199

A. Métodos mecânicos 1199

Sonda de Foley com balão............................................................... ....................1199

Laminária..................................................................................................... ........1200

Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann).......1201

Amniotomia............................................................................. ............................1202

Estímulos naturais.................................................................... ...........................1202

B. Métodos farmacológicos 1202

Misoprostol............................................................................ ..............................1202

Dimeprostone.............................................................................. ........................1203

Hialuronidade ..................................................................................................... .1204

Ocitocina........................................................................................................... ...1204

Situações especiais 1205

Cesárea anterior............................................................................ ......................1205

Prematuridade............................................................................... ......................1205

Polidrâmnio.............................................................................................. ............1205
Cesárea eletiva.................................................................................... ................1205

Quando há inexistência de indicações de cesárea................................. ..............1206

Incontinência urinária 1207

Definição 1207

Classificação 1207

Epidemiologia 1208

Geral........................................................................................................ ............1208

Fatores de risco............................................................................................... .....1208

Fisiologia 1208

Etiologia (causas) 1209

Diagnóstico 1209

Tratamento 1211

Manejo conservador.......................................................................................... ...1211

Manejo cirúrgico.................................................................... ..............................1213

Infertilidade 1214

Mioma uterino 1215

Definição 1215

Classificação pela localização 1215

Epidemiologia 1216

Etiopatogenia 1216

Patologia 1216

Prognóstico 1216

Manifestações clínicas 1217

Sangramento anormal................................................................ .........................1217

Dor pélvica......................................................................................................... ..1217

Infertilidade........................................................................... ..............................1218

Sintomas compressão............................................................................... ...........1218

Manifestações clínicas gerais......................................................................... ......1218

Diagnóstico diferencial 1218


Diagnóstico 1219

Tratamento 1220

Assintomáticas.................................................................................................. ...1220

Sintomáticas 1220

Tratamento cirúrgico................................................................................. ...........1220

Medicamentoso................................................................................................... .1221

Embolização das artérias uterinas (EAU).................................. ...........................1222

Mioma uterino e gravidez 1222

Leiomioma uterino e emergências 1222

Sangramento................................................................................... ....................1222

Dor aguda e intensa (abdome agudo).................................................................. 1223

Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno 1223

A.Modificações gravídicas sistêmicas 1224

1. Postura e deambulação 1224

2.Sistema circulatório 1224

Adaptações circulatórios.......................................................................... ............1225

Adaptações circulatórias uteroplacentárias.........................................................1227

Resultado das modificações.......................................................................... .......1227

3. Compartimento sangüíneo 1227

4.Pele 1228

5.Metabolismo 1228

Fase anabólica.............................................................................. .......................1228

Fase catabólica .......................................................................... .........................1228

Ganho de peso materno....................................................................................... 1228

Outros aspectos..................................................................................... ..............1229

6.Sistema urinário 1229

7.Sistema digestivo 1229

8.Sistema respiratório 1230

B. Modificações gravídicas locais 1230


1.Útero 1230

Consistência.......................................................................... ..............................1230

Volume............................................................................................................ .....1230

Peso.................................................................................................... .................1231

Coloração........................................................................................................ .....1231

Forma.................................................................................. ................................1231

Posição............................................................................................................... ..1232

2. Colo uterino 1232

3.Ovários e trompas 1232

4. Vagina 1232

5. Vulva 1233

6. Mamas 1233

Neoplasias Ovarianas 1233

1. Epidemiologia 1308

Geral........................................................................................................ ............1308

Fatores de risco............................................................................................... .....1310

2. Fisiopatologia 1311

3. Disseminação do carcinoma ovariano 1312

4. Quadro clínico 1313

5. Diagnóstico 1313

6. Exames complementares 1315

7. Fluxograma 1315

8. Classificação 1315

Tumores benignos.................................................................................... ............1316

Tumores malignos*.................................................................. ............................1316

9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer


AJCC) 1318

10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário 1319

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais 1320

Geral........................................................................................................ ............1320
Resistência à quimioterapia.................................................................... .............1323

Terapia hormonal........................................................................... ......................1323

Cirurgia de second look......................................................... ..............................1324

Cirurgia de citorreduçao secundária........................................... .........................1324

Laporoscópia...................................................................................................... ..1324

12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia) 1324

Neoplasias derivadas de células germinativos............................................. ........1325

Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado.................................... .1325

Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico.........................................1325

13. Seguimento 1326

14. Prognóstico 1326

15. Prevenção 1327

16. Screening /rastreamento 1328

17. Developmentos recentes 1328

18. Evidências 1329

Parto prolongado 1331

Introdução 1331

Conceito 1331

Fisiológico....................................................................................... .....................1332

Parto prolongado................................................................................................. .1332

Riscos de um parto prolongado 1333

A dilatação cervical demora ........................................................................... .....1333

A expulsão demora (= a segunda fase)......................................... ......................1333

Etiologia de um parto prolongado 1334

Dilatação cervical prolongada...................................................................... ........1334

Período expulsivo prolongado......................................................... .....................1334

Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis 1334

Posição fetal anormal 1335

A. Posição anormal da cabeça .......................................................................... ...1335


B. Apresentação pélvica..................................................................................... ..1335

C. O feto tem uma posição transversal ................................................ ...............1335

Bibliografia 1336

Poliidramnio 1337

1. Definição 1411

2. Incidência 1411

3. Formas clínicas 1412

3.1 – Aguda ............................................................................................... .........1412

3.2 – Crônica......................................................................................... ...............1412

4. Classificação 1412

5. Etiologia 1412

6. Manifestações clínicas 1412

6.1 Poliidramnia leve .......................................................... ................................1413

6.2 Poliidramnia moderada ou severa............................................................ ......1413

7. Diagnóstico 1413

7.1. Valores do ILA e a idade gestacional .................................................. ..........1413

7.2. Diagnóstico clínico de suspeita....................................................... ..............1415

7.3. Diagnóstico de certeza..................................................... ............................1415

8. Conduta 1415

8.1. Geral................................................................................................ .............1415

8.2 Terapêutica específica.................................................................................. ..1415

9. Via de parto 1416

10. Prognóstico 1416

Problemas (infecções) da ferida operatória 1416

Epidemiologia de infecçcões da FO 1417

Etiologia 1417

Fatores locais...................................................................................... .................1417

Fatores gerais........................................................................... ...........................1417

Tipos de fios cirúrgicos 1418


1 - Fios absorvíveis............................................................................................... 1418

2 - Fios não absorvíveis.................................................................................. ......1420

Diagnóstico 1422

Geral........................................................................................................ ............1422

Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)............................1422

Tratamento 1427

Finalidade de tratamento.......................................................................... ...........1427

As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas. .1427

Escolha de curativo.......................................................................................... ....1427

Curativos 1428

1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)..................................................... ...1428

2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]
................................................................................................... .........................1428

3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]................................................. ...1429

4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE]..........................1429

5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM].........1430

6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]...........1430

7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,


TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]................................1431

8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,


SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]...............................1432

9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]


................................................................................................... .........................1432

10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,


POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]........................................................... .................1433

Sífilis 1434

Etiologia 1434

Epidemiologia 1434

Classificação 1435

Sífilis primária 1435

Sífilis secundária 1436


Sífilis latente 1436

Sífilis terciária 1436

Sífilis na gestação 1436

Diagnóstico 1437

Sorologia....................................................................................................... .......1437

Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*..........................1437

Exames após a confirmação do sífilis................................................................ ...1438

IMIP: indicações punção lombar................................................................. ..........1439

Tratamento 1439

Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis..........................................1439

Pacientes alérgicas a penicilina**.............................................. ..........................1440

Neurossífilis........................................................................... ..............................1440

Seguimento 1440

Controle de cura.......................................................................... ........................1440

Caso especial: Sífilis Congênita 1441

Quadro clínico.......................................................................................... ............1441

Diagnóstico............................................................................................... ...........1441

Tratamento e exame complementares.............................................................. ...1442

Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF) 1444

1. Conceito 1519

2. Classificação 1520

3. Epidemiologia 1521

4. Etiopatologia 1521

4. Quadro clínico 1521

Geral........................................................................................................ ............1522

Trombose Arterial.......................................................................................... .......1523

Manifestações Neurológicas.............................................................................. ...1523

Manifestações Dermatológicas.................................................. ..........................1524

Manifestações Cardíacas...................................................................................... 1524


Manifestações Hematológicas........................................................................... ...1524

Manifestações Renais........................................................................................... 1524

SAAF Catastrófica........................................................................ ........................1525

5. Exames subsidiários 1525

6. Critérios Diagnósticos 1526

6.1. Clínicos............................................................................... ..........................1526

6.2. Laboratoriais..................................................................................... ............1526

7. Tratamento 1527

7.1. Geral................................................................................................ .............1527

7.2. Tratamento de perda fetal recorrente................................... ........................1528

8. Bibliografia 1529

Síndrome de Meckel-Gruber 1530

Sofrimento fetal aguda 1530

Conceito 1530

Etiologia 1530

As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)...........1530

Problemas de segundo grupo (problemas fetais).................................. ...............1531

Sindrome da tensão pré-menstrual 1531

Conceito 1532

Incidência 1532

Etiopatogenia 1532

Quadro clínico 1533

Sintomas somáticos................................................................................. ............1533

Sintomas psicológicos................................................................................... .......1534

Diagnóstico 1534

Diagnóstico diferencial 1535

Tratamento 1535

Medidas gerais............................................................................................... ......1535

Tratamento farmacêutica.......................................................................... ...........1535


Trabalho de parto prematuro (TPP) 1536

Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias 1537

Anamnese.................................................................................................... ........1537

Exame físico........................................................................ ................................1537

Exames complementares................................................................................ .....1537

Efeitos colaterais da nifedipina 1537

Formas clínicas 1538

Diagnóstico rápido 1538

Ameaça de parto prematuro 1539

Quadro clínico.......................................................................................... ............1539

Conduta............................................................................................ ...................1539

Início de trabalho de parto prematuro 1540

Quadro clínico.......................................................................................... ............1540

Conduta............................................................................................ ...................1540

Franco trabalho de parto prematuro 1540

Quadro clínico.......................................................................................... ............1540

Conduta............................................................................................ ...................1541

1. Anamnese e exame físico 1542

Anamnese 1543

A. Anamnese em geral 1543

1. Queixa Principal 1544

2. História médica pregressa 1544

3. História familiar 1544

4. História pessoal e social 1544

5. Revisão de sistemas 1544

Geral ....................................................................................................... ............1545

Endócrino ....................................................................................................... .....1545

Hematopoiético ................................................................................................... 1545

Cabeça............................................................................................................. ....1545
Olhos..................................................................................... ..............................1545

Orelhas....................................................................................... .........................1545

Nariz e seios da face ................................................................................ ...........1545

Boca/ garganta ...................................................................... .............................1546

Pescoço ......................................................................................................... ......1546

Respiratório........................................................................... ..............................1546

Cardíaco ............................................................................................................ ..1546

Vascular ............................................................................................ ..................1546

Gastrointestinal ................................................................... ...............................1546

Gênito-urinário .............................................................................................. ......1546

Músculo-esquelético ............................................................... ............................1547

Reumático ...................................................................................................... .....1547

Neurológico .................................................................................................... .....1547

Pele............................................................................................................. .........1547

Psiquiátrico.................................................................................... ......................1547

6. Casos especiais 1547

Caracterização da dor................................................................................ ..........1547

Vômito, diarréia e expectoração.............................................. ............................1548

Febre................................................................................................................. ...1548

Edema................................................................................... ..............................1548

Alergia...................................................................................... ...........................1549

Desânimo, falta de ar, nervosismo...................................... ................................1549

Desmaio............................................................................................................ ...1549

B. Anamnese ginecológica 1549

1. Anamnese ginecológico em geral 1550

a. História menstrual........................................................... ................................1550

b. História obstétrica......................................................................................... ...1551

c. História ginecológica............................................................................ ............1551


d. História sexual ........................................................................... .....................1552

e. História familiar................................................................ ...............................1552

f. História passada de: ......................................................... ...............................1553

2. Anamnese ginecológico: casos especiais 1554

a. Sangramento ANORMAL................................................................................. ..1554

b. Dor............................................................................................................. ......1554

c. Descarga ou corrimento vaginal....................................................................... 1555

d. Sintomas pré-menstruais................................................................ .................1555

e. Queixas/sintomas da menopausa.......................................... ..........................1555

f. Infertilidade/subfertilidade................................................................ ................1556

g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência1557

h. Massas genitais ou pélvicas ............................................................... .............1557

3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen) 1557

Exame físico 1559

A.Exame físico em geral 1559

Elementos do exame físico 1560

Geral - procedimento 1560

Estado geral.................................................................................................... .....1560

Estado de hidratação ......................................................................... .................1560

Mucosas .................................................................................................... ..........1560

sinais vitais......................................................................................... .................1561

Medidas antropométricas ................................................................................... .1561

Biotipo..................................................................................... ............................1561

Geral – descrição 1561

Estado geral.................................................................................................... .....1561

Estado de hidratação ......................................................................... .................1562

Mucosas .................................................................................................... ..........1562

Sinais vitais.................................................................................................... ......1562


medidas antropométricas ............................................................. ......................1562

Biotipo..................................................................................... ............................1562

Cabeça 1562

Procedimento............................................................................................... ........1563

Descrição................................................................................................ .............1563

Pescoço 1563

Procedimento............................................................................................... ........1563

Descrição................................................................................................ .............1563

Aparelho respiratório e tórax geral 1563

Procedimento............................................................................................... ........1563

Descrição................................................................................................ .............1564

Coração................................................................................. ..............................1564

Procedimento............................................................................................... ........1564

Descrição................................................................................................ .............1564

Vascular 1566

Procedimento............................................................................................... ........1566

Descrição................................................................................................ .............1566

Mamas 1568

Abdome 1568

Procedimento............................................................................................... ........1568

Descrição................................................................................................ .............1568

Músculo-esquelético 1569

Procedimento............................................................................................... ........1569

Descrição................................................................................................ .............1569

Pele e ?? Fâneros 1569

Procedimento............................................................................................... ........1569

Descrição................................................................................................ .............1570

Linfonodos 1570

Procedimento............................................................................................... ........1570
Descrição................................................................................................ .............1570

Neurológico 1570

Procedimento............................................................................................... ........1570

Descrição................................................................................................ .............1571

Genital 1571

Procedimento............................................................................................... ........1571

Descrição................................................................................................ .............1571

Retal 1571

Procedimento............................................................................................... ........1572

Descrição................................................................................................ .............1572

B.Exame ginecológico 1572

Mamas 1572

1. Mamas - procedimento 1572

Inspeção estática..................................................................................... ............1573

Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os............................................1573

Inspeção dinâmica............................................................................... ................1573

Palpação com a paciente sentada.................................................................... ....1574

Palpação com a paciente deitada........................................... .............................1574

2. Mamas - descrição 1574

Inspeção estática .................................................................................. .............1575

Inspeção dos mamilos.......................................................................................... 1575

Inspeção dinâmica .............................................................................. ................1575

Palpação (paciente sentada) ...................................................................... .........1575

Palpação (paciente deitada)................................................................................ .1575

3. Exame pélvico: genitália externa 1576

Procedimento............................................................................................... ........1576

Descrição................................................................................................ .............1578

4. Exame especular 1578

Procedimento............................................................................................... ........1578
Descrição................................................................................................ .............1579

Toque bimanual 1580

Procedimento............................................................................................... ........1580

Descrição................................................................................................ .............1582

Exame retovaginal 1582

Procedimento............................................................................................... ........1582

Descrição................................................................................................ .............1583

Colposcopia 1583

9. Fone 1590

Setores 1590

Pessoas 1591

13.Fisiologia e doenças (cont.) 1591

Anemia falciforme e gestação 1591

Epidemiologia 1592

Genética 1592

Fisiopatologia 1592

Formas clínicas 1592

Quadro clínico 1593

Diagnóstico 1593

Fatores predisponentes a falcização 1593

Gravidez 1593

Placenta.................................................................................................... ...........1593

Riscos....................................................................................... ...........................1594

Tratamento geral 1594

Tratamento durante gravidez 1594

Crise dolorosas...................................................................... ..............................1594

Piora da anemia..................................................................................... ..............1594

Anomalias da placenta e cordão umbilical 1595

A. Geral 1596
B.Anomalias da placenta 1596

Sistematização do exame USG da placenta 1597

Graus da placenta (classificação de Grannum) 1597

USG................................................................................................................... ...1597

Valor preditivo de complicações........................................... ...............................1598

Infartos placentários 1598

Lagos venosos 1598

Doença Trofoblástica Gestacional 1598

Neoplasias primárias da placenta 1599

Coriangioma .......................................................................... .............................1599

Teratoma ....................................................................................................... ......1599

Placenta accreta 1599

Geral ....................................................................................................... ............1599

Categorias............................................................................. ..............................1599

Placenta prévia 1600

Outras anormalidades da placenta 1600

Inserção velamentosa do cordão ............................................. ...........................1600

Placenta membranácea ............................................................... .......................1600

Lobo succenturiado ....................................................................................... ......1600

Hematoma retroplacentário .................................................................... ............1601

DPPNI ....................................................................................................... ...........1601

C. Anomalias do cordão umbilical 1601

Introdução 1601

Cordão curto 1602

Cordão longo 1602

Circulares de cordão 1602

Artéria Umbilical única 1602

Hematoma de cordão 1603

Formações císticas 1603


Neoplasias 1603

Anticoncepção hormonal oral e injetável 1604

A.Anticoncepcionais orais combinados 1673

Geral........................................................................................................ ............1674

Tipo e composição......................................................................... ......................1674

Mecanismo de ação..................................................................... ........................1674

Eficácia.......................................................................................... ......................1674

Modo de uso............................................................................. ...........................1675

Desempenho clínico........................................................................................ .....1675

Efeitos secundários................................................................................... ...........1675

Contra-indicações............................................................................ ....................1676

Uso sob supervisão cuidadosa........................................................... ..................1676

Riscos....................................................................................... ...........................1677

Benefícios..................................................................................... .......................1677

B.Anticoncepcionais orais de progestágenos 1678

B1. Progestágeno isolado 1678

Geral........................................................................................................ ............1678

Tipos e composição............................................................................................ ..1678

Mecanismo de ação..................................................................... ........................1678

Eficácia.......................................................................................... ......................1679

Modo de uso............................................................................. ...........................1679

Desempenho clínico........................................................................................ .....1679

Efeitos secundários................................................................................... ...........1679

Riscos....................................................................................... ...........................1680

Benefícios..................................................................................... .......................1680

B2. Desogestrel 0,075mg (28cp) 1680

C.Anticoncepção oral de emergência 1680

Geral........................................................................................................ ............1680
Tipos e composição............................................................................................ ..1681

Mecanismo de ação..................................................................... ........................1681

Eficácia.......................................................................................... ......................1681

Modo de uso............................................................................. ...........................1681

Efeitos secundários................................................................................... ...........1682

D.Anticoncepcional injetável mensal 1682

Geral........................................................................................................ ............1682

Tipos e composição............................................................................................ ..1683

Mecanismo de ação..................................................................... ........................1683

Eficácia.......................................................................................... ......................1683

Modo de uso............................................................................. ...........................1683

Desempenho clínico........................................................................................ .....1683

Efeitos secundários................................................................................... ...........1684

Riscos e benefícios.............................................................................................. .1684

E.Anticoncepcional injetável trimestral 1684

Geral........................................................................................................ ............1684

Mecanismo de ação..................................................................... ........................1684

Eficácia.......................................................................................... ......................1685

Modo de uso............................................................................. ...........................1685

Desempenho clínico........................................................................................ .....1685

Efeitos secundários................................................................................... ...........1685

Riscos....................................................................................... ...........................1686

Benefícios..................................................................................... .......................1686

Assistência ao trabalho de parto 1687

Geral 1688

Conceito............................................................................................................. ..1689

Objetivos............................................................................................................ ..1689

Grau de recomendação.................................................................................... ....1689


Diagnóstico do TP.......................................................................... ......................1689

Anamnese e exame obstétrico........................................................................... ..1690

Fases clínicas do TP............................................................... ..............................1690

Assistência ao 1° período 1690

Local.............................................................................................. ......................1691

Dieta ..................................................................................................... ..............1691

Enema e tricotomia............................................................................................ ..1691

Estimular a deambulação...................................................... ..............................1692

Partograma ....................................................................................... ..................1692

Monitorar bem-estar fetal................................................................ ....................1692

Alívio da dor (não-farmacológicos)..................................................................... ..1692

Alívio da dor (farmacológico)......................................................... ......................1693

Amniotomia............................................................................. ............................1693

Ocitocina........................................................................................................... ...1693

Suporte contínuo.................................................................... .............................1693

Assistência ao segundo período 1693

Conceito............................................................................................................. ..1694

Duração do período expulsivo .......................................................................... ...1694

Complicações período expulsivo............................................................ ..............1695

Monitorização da vitalidade fetal..................................................... ....................1695

Posicionamento da parturiente........................................................ ....................1695

Puxos.............................................................................................. .....................1696

Episiotomia (conceito clássico)....................................................... .....................1697

Episiotomia (conceito atual)................................................ ................................1697

Episiotomia seletiva................................................................................. ............1698

Redução do trauma perineal..................................................................... ...........1699

Fórceps x vácuo extrator....................................................... ..............................1699

Manual rotation ............................................................................................. ......1699


Vácuo extrator............................................................................ .........................1701

Acolhimento do Récem-Nascido................................................................... ........1701

Ligadura do cordão umbilical................................................................. ..............1701

Assistência ao terceiro período 1702

Geral........................................................................................................ ............1702

Do nascimento ao delivramento.................................................... ......................1702

Manejo ativo da dequitação.................................................................... .............1702

Assistência ao quarto período 1703

Geral........................................................................................................ ............1703

Atonia uterina.................................................................................. ....................1703

Revisão da cavidade uterina.................................................................. ..............1704

Revisão do trajeto................................................................................... .............1704

ATB profilaxia e pós-parto 1704

Profilaxia de acidentes tromboembólicos..................................................... ........1704

Antibioticoprofilaxia.......................................................................... ...................1705

Puerpério.................................................................................... .........................1705

Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências 1706

1. Objetivo 1775

2. Introdução 1775

3. História 1776

4. Níveis de evidência 1776

5. Grau de recomendação 1777

6. Conceito sofrimento fetal 1777

7. Auculta fetal intermittente 1778

8. Propedêutica do líquido amniótico 1779

8.1. Aminioscopia................................................................ ................................1779

8.2. Aminiotomia................................................................................................ ..1779

9. Cardiotocografia 1780

9.1. Vantagens e desvantagens.......................................................... .................1780


9.2. Condições maternas ........................................................ ............................1780

9.3. Condições relacionadas a gravidez.............................................. .................1781

9.4. Variações da FCF na ausculta ....................................................................... 1781

9.5. Evidências................................................................................................. ....1785

10. Teste de estimulação sonora 1787

10.1. Geral............................................................................................. ..............1787

10.2. Buzina da marca Kobo.................................................. ..............................1787

10.3. Evidências............................................................................................... ....1788

11. Microanálise do sangue fetal 1789

12. Oximetria fetal de pulso 1789

12.1. Geral............................................................................................. ..............1789

12.2. Evidências............................................................................................... ....1790

13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho 1790

14. Eletrocardiografia fetal 1791

14.1. Geral............................................................................................. ..............1791

14.2. Evidências............................................................................................... ....1791

Câncer do Corpo Uterino 1792

A1. Introdução 1862

A2. Epidemiologia 1862

A3. Patogênese 1862

a) Câncer de endométrio estrogênio dependente...................................... ..........1863

b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente................................. ........1863

A4. Fatores de Risco 1864

a5. Fatores de Proteção 1865

A6. Histologia 1866

A7. Clínica 1866

a8. Diagnóstico 1867

a) Anamnese.................................................................................................... ....1867

b) Exame Físico................................................................................................. ...1868


c) Citologia Oncótica.................................................................................. ..........1868

d) Biópsia por aspiração endometrial.................................................................. .1868

e) Curetagem Uterina ................................................................ .........................1868

f) Utra-sonografia Transvaginal............................................................ ................1869

g) Histeroscopia ................................................................................... ..............1869

A9. Formas de Disseminação 1869

A10. Rastreio de Câncer de Endométrio 1870

A11. Estadiamento Clínico 1870

A12. Estadiamento Cirúrgico 1871

A13. Tratamento 1872

a) Geral........................................................................................................ ........1872

b) Ia, Ib, G1 e G2............................................................................................. .....1873

c) Ic e G3................................................................................. ............................1873

d) IIa ......................................................................................... ..........................1873

e) IIb ......................................................................................... ..........................1873

f) IIIa .......................................................................................... .........................1873

g) IIIb ....................................................................................... ...........................1873

h) IVa e IVb ............................................................................ .............................1874

g) Metástases.......................................................................... ............................1874

h) Recidiva............................................................................................. ..............1874

A14. Seguimento 1874

B. Sarcomas Uterinos 1874

B1. Introdução 1875

B2. Diagnóstico 1875

B3. Classificação 1875

B4. Estadiamento 1875

B5. Tipos histológicos 1876

a) Leiomiossarcoma ............................................................................. ...............1876

b) Tumor Mülleriano Misto Maligno.................................................................... ...1876


c) Sarcoma de Estroma Endometrial........................................................ ............1876

B6. Tratamento 1877

Câncer de vulva 1877

Estadiamento................................................................................................. ......1877

Ciclo menstrual 1878

Historia 1879

Duração 1879

Nomenclatura 1879

Fases 1879

Geral (com imagem)............................................................................ ................1880

O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual................................................... ...............1880

Fase folicular............................................................................................... .........1882

Fase lútea............................................................................... .............................1883

Transição lúteo- folicular...................................................................... ................1883

Ciclo Ovariano 1883

Desenvolvimento e forma dos oócitos........................................... ......................1883

Fase Folicular................................................................................ .......................1885

Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas....................................... ........................1885

Fase Lútea.......................................................................................................... ..1886

Alterações endometriais 1887

Fase proliferativa..................................................................... ............................1887

Fase secretória............................................................................................... ......1888

Menstruação..................................................................................... ...................1888

Alterações da cérvix uterina 1889

Alterações mamárias 1889

Referências bibliográficas 1889

Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR) 1889

1. Conceito 1959

2. Crescimento Fetal 1959


3. Classificação 1960

Tipo I........................................................................................................... .........1960

Tipo II....................................................................................................... ............1960

Tipo III.................................................................................................... ..............1961

4. Etiologia 1961

Tipo I .......................................................................................................... .........1961

Tipo II....................................................................................................... ............1961

Tipo III.................................................................................................... ..............1961

5. Fisiologia 1962

6. Diagnóstico 1962

Risco para CIUR ....................................................................... ...........................1962

Suspeita de CIUR....................................................................... ..........................1962

Provável CIUR........................................................................... ...........................1963

7. Acompanhamento 1963

8. Centralização Fetal 1963

9. Diástole Zero 1964

10. Diástole Reversa 1964

11. Via de parto 1964

Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA) 1965

Introdução 1965

Definição 1966

Epidemiologia 1966

Geral........................................................................................................ ............1966

Alta morbidade............................................................................ ........................1966

Fatores de risco .............................................................................................. .....1966

DIPA e anticoncepção............................................................ ..............................1967

Fatores de proteção .................................................................... ........................1967

Etiologia 1967

Natureza polimicrobiana .................................................................. ...................1968


Aeróbios e anaeróbios....................................................................................... ...1968

Causas raras........................................................................................ ................1969

Fisiopatologia 1969

Geral........................................................................................................ ............1969

Salpingite ...................................................................................................... ......1970

Abscesso tubo-ovariano 1970

Geral........................................................................................................ ............1970

Classificação de Monif (1990)....................................................... .......................1970

Quadro clínico 1971

Amamnese..................................................................................................... ......1971

Exame físico........................................................................ ................................1971

Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis 1972

Diagnóstico 1972

Objetivo......................................................................................... ......................1972

Clínico...................................................................................................... ............1972

Critérios diagnósticos.......................................................... ................................1973

Considerações do CDC 2006...................................................................... ..........1973

Exames complementares................................................................................ .....1974

Exames laboratoriais............................................................... ............................1974

Exames radiológicos......................................................................... ...................1974

Videolaparoscopia.......................................................................................... ......1975

Diagnóstico Diferencial 1976

Tratamento 1976

Objetivo......................................................................................... ......................1977

Critérios para tratamento hospitalar.......................................................... ..........1977

Medidas gerais............................................................................................... ......1977

Tratamento ambulatorial (CDc 2006) 1978

Regime A................................................................................. ............................1978


Regime B................................................................................. ............................1978

Tratamento hospitalar (CDC 2006) 1979

Regime A................................................................................. ............................1979

Regime B................................................................................. ............................1979

Regime alternativo............................................................................................ ...1980

Tratamento ciríurgico 1980

Indicações..................................................................................................... .......1980

Tratamento do parceiro sexual 1981

Complicações da doença 1981

Seqüelas precoces............................................................................. ..................1981

Seqüelas tardias........................................................................ ..........................1981

Prevenção 1981

Diabetes e cirurgia 1982

Objetivos 1982

Fisiopatologia 1982

Importância do controle glicêmico 1983

Pré-operatório......................................................................................... .............1983

Pós-operatório.................................................................................................... ..1983

Manuseio pré-operatório 1983

Admissão...................................................................................... .......................1983

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral ....................................................... ..........1984

DM 2 em uso de insulina.............................................................................. ........1984

DM 1.............................................................................................. ......................1984

Manuseio perioperatório 1985

Diabetes Mellitus tipo 2.......................................................... .............................1985

Diabetes Mellitus tipo 1.......................................................... .............................1985

Manuseio pós-operatório 1985

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral........................................................ ..........1985

DM 2 em uso de insulina.............................................................................. ........1985


DM 1.............................................................................................. ......................1985

Diagnóstico de gravidez 1986

1) Diagnóstico clínico 1986

A) Sinais de presunção........................................................................................ .1986

B) Sinais de probabilidade....................................................... ............................1987

C) Sinais de certeza......................................................................... ....................1988

2) Diagnóstico laboratorial 1988

* BETA- HCG................................................................................................ .........1988

3) diagnóstico ultrassonográfico 1990

Idade gestacional 1990

Cálculo da idade gestacional 1991

Data provável do parto 1991

Doença hemolítica perinatal (DHPN) 1991

Conceito 1992

Histórico 1992

O sistema Rh 1992

O sistema ABO 1993

Aloimunização materna 1993

Passagem trans-placentária de sangue fetal 1993

Exames 1994

Resposta imunológica 1994

Primária...................................................................................... .........................1994

Secundária.................................................................................................... .......1994

Quadro clinico e fisiopatologia 1994

Geral........................................................................................................ ............1994

Hemólise...................................................................................................... ........1994

Hidropisia fetal................................................................................................ .....1995

Propedêutica materna 1995

Não invasiva................................................................................ ........................1995


Invasiva 1996

Tratamento 1996

Profilaxia 1996

Infecções Sexualmente Transmissíveis 1996

1. Epidemiologia 2066

2. Complicações de DSTs: 2067

3. Histórico 2067

4. Úlceras Genitais (Geral) 2068

4.1. Cancro Mole 2068

a) Geral........................................................................................................ ........2068

b) Agente Etiológica ...................................................................................... ......2069

c) Período de incubação ........................................................................... ..........2069

d) Fatores de risco................................................................. ..............................2069

e) Quadro Clínico........................................................................ .........................2069

f) Diagnóstico Diferencial............................................................................ .........2070

g) Laboratorial ............................................................................ ........................2070

h) Tratamento............................................................................... .......................2070

i) Prognóstico....................................................................................... ................2071

4.2. Herpes Genital 2071

a) Geral........................................................................................................ ........2071

b) Agente Etiológica........................................................................................ .....2071

c) Período de incubação............................................................................. ..........2072

d) Modo de Transmissão........................................................ ..............................2072

e) Quadro Clínico........................................................................ .........................2072

f) Fatores Desencadantes.................................................... ................................2073

g) Gestação............................................................................ .............................2074

h) Diagnóstico................................................................................................. .....2074

i) Tratamento............................................................................. ..........................2074

4.3. Linfogranuloma Venéreo 2075


a) Geral........................................................................................................ ........2075

b) Agente Etiológica ..................................................................................... ......2075

c) Período de incubação ......................................................................... ...........2075

d) Quadro Clínico.......................................................................... .......................2075

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2076

f) Tratamento.................................................................................... ...................2076

4.4. Donovanose 2077

a) Geral........................................................................................................ ........2077

b) Agente Etiológica........................................................................................ .....2077

c) Período de incubação ........................................................................... ..........2077

d) Quadro Clínico.......................................................................... .......................2077

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2079

f) Diagnóstico Diferencial............................................................................ .........2079

g) Tratamento................................................................................ ......................2079

5. Cervicites 2080

a) Geral........................................................................................................ ........2080

b) Agente Etiológica........................................................................................ .....2080

c) Fatores de risco......................................................................................... .......2080

d) Quadro Clínico.......................................................................... .......................2080

e) Gestação.......................................................................... ...............................2081

f) Diagnóstico...................................................................................................... .2081

g) Tratamento................................................................................ ......................2081

6. Uretrites (geral) 2082

6.1. Gonocócicas 2082

a) Geral ....................................................................................................... ........2082

b) Agente Etiológica .................................................................................... ......2082

c) Período de incubação............................................................................. ..........2082

d) Quadro Clínico.......................................................................... .......................2082


e) Diagnóstico............................................................................................... .......2082

6.2. Uretrites Não-Gonocócicas 2083

a) Agente Etiológica ................................................................................... ........2083

b) Perídoo de incubação...................................................................................... .2083

c) Quadro Clínico................................................................. ................................2083

d) Complicações .................................................................... .............................2083

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2083

7. HPV 2083

a) Geral........................................................................................................ ........2084

b) Período de incubação ................................................................................... ..2084

c) Tipos de HPV........................................................................................ ............2084

d) Formas Clínicas........................................................................................... .....2084

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2085

f) Diagnóstico Diferencial............................................................................ .........2085

g) Tratamento infecção clínica........................................................ .....................2085

h) Gestação........................................................................... ..............................2086

i) Infecção Subclínica pelo HPV......................................................... ...................2086

j) Rastreio de CA de colo......................................................................... .............2086

8. Hepatites Virais (geral) 2086

8.1. Hepatite B 2086

a) Geral........................................................................................................ ........2087

b) Período de incubação .................................................................................... ..2087

c) Quadro Clínico................................................................. ................................2087

d) Diagnóstico................................................................................................. .....2087

e) Gestação.......................................................................... ...............................2088

f) Tratamento.................................................................................... ...................2088

g) Prevenção.............................................................................................. ..........2088

8.2. Hepatite C 2089


a) Geral........................................................................................................ ........2089

b) Tempo de incubação......................................................................... ...............2089

c) População de risco......................................................................... ..................2089

d) Quadro Clínico.......................................................................... .......................2090

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2090

f) Prevenção................................................................................................... ......2090

9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral) 2090

9.1 Molusco Contagioso 2090

a) Agente Etiológica..................................................................................... ........2091

b) Transmissão ......................................................................................... ...........2091

c) Período de incubação............................................................................. ..........2091

d) Quadro Clínico ......................................................................... .......................2091

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2091

f) Tratamento.................................................................................... ...................2091

9.2. Pediculose Pubiana 2092

a) Agente Etiológica..................................................................................... ........2092

b) Transmissão ......................................................................................... ...........2092

c) Período de incubação............................................................................. ..........2092

d) Quadro Clínico.......................................................................... .......................2092

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2092

f) Tratamento.................................................................................... ...................2092

9.3. Escabiose 2093

a) Agente Etiológica..................................................................................... ........2093

b) Transmissão........................................................................................... ..........2093

c) Quadro Clínico ................................................................ ................................2093

d) Patognomônico................................................................................. ...............2093

e) Diagnóstico............................................................................................... .......2093

f) Tratamento.................................................................................... ...................2093
10.0 Referências Bibliográficas 2093

Endometriose 2094

Conceito 2164

Historia 2164

Epidemiologia 2164

Etiologia 2165

Geral........................................................................................................ ............2165

Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom).................................2166

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)


................................................................................................... .........................2166

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória). . .2166

Metaplasia celômica................................................................ ............................2166

Transformação de Restos Embrionários.................................. .............................2167

Etiopatogenia 2167

Fatores genéticos ...................................................................................... ..........2167

Fatores hormonais .............................................................. ................................2167

Fatores ambientais .......................................................................................... ....2168

Fatores imunológicos ................................................................. .........................2168

Fatores Inflamatórios .............................................................. ............................2168

Fatores locais .................................................................................... ..................2169

Fatores comportamentais........................................................ ............................2169

Fatores psicossociais ..................................................................................... ......2169

Prevenção 2170

Classificação 2170

Acosta (1973)......................................................................... .............................2170

American Fertility Society Reviewed (1985)................................................ .........2170

Diagnóstico Geral 2171

Quadro clínico 2171

1.Geral..................................................................................................... ............2172
2.Dor.............................................................................................................. ......2172

3. Infertilidade...................................................................... ...............................2173

4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)............................................................. ..2173

Exame Ginecológico 2174

Métodos Laboratoriais (CA 125) 2174

Métodos de Imagem (USG e RNM) 2174

USG Transvaginal................................................................................... ..............2174

RNM................................................................................................... ..................2175

Laparoscopia (diagnose) 2175

Lesões 2175

Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur) 2176

Conceito............................................................................................................. ..2176

Tipos.................................................................................................. ..................2176

Diagnóstico............................................................................................... ...........2176

Endometriose ovariana (endometrioma) 2176

Conceito............................................................................................................. ..2177

Tipos de endometrioma ................................................................ ......................2177

Nódulos de endometriose (adenomiose externa) 2177

Endometriose extragenital 2178

Geral........................................................................................................ ............2178

Trato digestivo ............................................................................ ........................2178

Trato urinário ......................................................................... .............................2179

Endometriose na adolescência 2179

Geral........................................................................................................ ............2179

Sintomatologia ............................................................................................... .....2180

Diagnóstico – clínico ............................................................... ............................2180

Diagnóstico – Complementar.............................................................. .................2181

Indicações de laparoscopia em relação à dor 2181

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma)......................................................2181


Diagnóstico de probabilidade (90% confirma).....................................................2181

Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.)............................................. .2181

Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade 2181

Endometriose no climatério 2182

Geral........................................................................................................ ............2182

Diagnóstico............................................................................................... ...........2182

Tratamento (geral) 2183

Introdução............................................................................................................ 2183

Opções............................................................................................................ .....2184

Escolha do tratamento................................................................................. ........2184

Objetivos do tratamento..................................................................... .................2184

Tratamento clínico 2184

Geral........................................................................................................ ............2185

Objetivos............................................................................................................ ..2185

Progestogênios......................................................................... ...........................2186

Anticoncepcionais orais............................................................ ...........................2187

Gestrinona....................................................................................... ....................2188

Danazol............................................................................................................ ....2188

Análogos do GnRH .......................................................................... ....................2189

Análogo de GnRH + Add Back Therapy.......................................................... ......2192

DIU.................................................................................................................. .....2193

Inibidores da Aromatase................................................................ ......................2193

Alternativos.......................................................................................................... 2193

Tratamento cirúrgico 2194

Laparoscopia...................................................................................................... ..2194

Endometriose ovariana........................................................................ ................2195

Lesões peritoneais............................................................................. ..................2196

Conservador x radical......................................................................... .................2196


Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos............................2196

Tratamento combinado 2196

Vantagens e desvantagens................................................................... ...............2197

Quando combinar..................................................................... ...........................2197

Evidências.......................................................................................................... ..2197

Transformação maligna da endometriose 2197

Prognóstico/recidiva 2198

Esterilidade 2198

Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico 2198

A. Fisiologia da placenta 2268

Placenta 2269

Desenvolvimento da placenta 2269

Circulação placentária 2269

Circulação fetal 2269

Circulação materna 2269

Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência) 2269

Mecanismos de regulação das trocas 2270

Endocrinologia da placenta 2270

Hormônios placentários................................................................ .......................2270

Hormônios protéicos.......................................................................... ..................2270

Hormônios esteróides................................................................... .......................2271

Estrógenos............................................................................................... ............2271

Progesterona..................................................................................................... ...2273

B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico 2273

Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica 2274

Gênese e regulação do LA 2274

Geral........................................................................................................ ............2274

Principais fontes de LA.................................................................................. .......2274

Produção do LA ................................................................................ ................2274


Reabsorção do LA....................................................................... .........................2274

Estrutura do âmnio 2275

Funções do líquido amniótico 2275

Relação entre volume do LA e idade gestacional 2276

Ultra-sonográfica do líquido amniótico 2276

Análise do líquido amniótico 2276

Fosfolipídeos........................................................................................ ................2276

Teste de Clements............................................................................................... .2277

Enzimas........................................................................................ .......................2277

Dhl...................................................................................................... .................2277

Patologias do líquido amniótico 2277

Oligoidrâmnio............................................................................ ..........................2277

Poliidrâmnio......................................................................................... ................2278

Formaçao e malformações do sistema genital 2279

Formação do sistema genital 2280

Geral 2280

Gônadas 2280

Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana...............................................2280

Início da 4a semana................................................................................... ..........2281

Cordões sexuais primários: 6a semana........................................................... .....2281

Desenvolvimento dos testículos 2281

Formação dos ovários 2281

Formação dos ductos genitais 2282

Formação da vagina 2282

Outros 2282

Glândulas genitais auxiliares..................................................... ..........................2282

Cistos do ducto de Gartner............................................................ ......................2282

Desenvolvimento da genitália externa............................................................... ..2282

MalFormações Genitais 2283


Introdução 2283

Epidemiologia e patologia 2283

Classificação de Buttram & Gibbons (1979) 2284

*Classe I.......................................................................................................... .....2284

*Classe II....................................................................................................... .......2284

*Classe III................................................................................................... ..........2284

*Classe IV............................................................................................................ .2284

*Classe V............................................................................... ..............................2285

Classe VI........................................................................................... ...................2285

Classificação de Rock & Keenan 1992 2285

Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)


2285

Epidemiologia e patologia.............................................................................. ......2285

Diagnóstico............................................................................................... ...........2286

Tratamento............................................................................. .............................2286

Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso 2286

Epidemiologia................................................................................ ......................2286

Sintomas....................................................................................................... .......2287

Exame físico........................................................................ ................................2287

Tratamento............................................................................. .............................2287

Septo vaginal longitudinal 2287

Geral........................................................................................................ ............2287

Diagnóstico............................................................................................... ...........2287

Tratamento............................................................................. .............................2287

Hímen Imperfurado 2288

Patologia................................................................................................ ..............2288

Quadro clínico.......................................................................................... ............2288

Exame físico........................................................................ ................................2288

Diagnóstico............................................................................................... ...........2288
Tratamento............................................................................. .............................2288

Anomalias cervicais 2288

Geral........................................................................................................ ............2288

Tratamento............................................................................. .............................2289

Anomalias uterinas 2289

Geral........................................................................................................ ............2289

*Agenesia e hipoplasia uterina................................................. ...........................2289

*Útero unicorno.................................................................................................. ..2289

*Útero didelfo...................................................................................................... .2289

*Útero bicorno.................................................................................................... ..2290

**Útero arqueado......................................................................................... ........2290

**Útero septado.................................................................................. .................2290

Anomalias associadas ao DES....................................................................... .......2290

Exames complementares 2291

Histerossalpingografia (HSG)........................................................... ....................2291

USG................................................................................................................... ...2291

RNM................................................................................................... ..................2291

Histeroscopia................................................................................... ....................2291

Laparoscopia...................................................................................................... ..2291

Gestação múltipla 2292

Classificação 2292

Epidemiologia 2292

Importância (riscos) 2293

Tipos biológicos 2293

Monozigóticos..................................................................................... .................2293

Dizigóticos .................................................................................. ........................2293

Adaptações maternas 2294

Morbidade materna 2294

Diagnóstico 2295
Anamnese.................................................................................................... ........2295

Exame físico e obstétrico........................................................................ .............2295

Exames complementares................................................................................ .....2295

Aspectos fetais 2296

Crescimento e desenvolvimento.............................................................. ............2296

Complicações.................................................................................................... ...2296

Assistência pré-natal 2296

Objetivo......................................................................................... ......................2296

Seguimento........................................................................... ..............................2296

Preocupações................................................................................................... ....2297

Assistência ao parto 2298

Fatores................................................................................................... ..............2298

Período expulsivo....................................................................................... ..........2298

Gestações com três ou mais conceptos 2299

Incompetência istmo-cervical 2299

A. IIC 2299

Epidemiologia 2299

Etiologia 2300

Anamnese 2300

Sintomas 2300

Patogenia 2301

Geral........................................................................................................ ............2301

Causas................................................................................................ .................2301

Diagnóstico 2301

Clínico...................................................................................................... ............2301

História......................................................................................... .......................2301

USG................................................................................................................... ...2302

Entre gestações................................................................................ ...................2302

Durante gestação..................................................................... ...........................2302


Tratamento 2302

B. Cerclagem 2303

Histórico 2303

Cerclagem profilática 2304

Geral........................................................................................................ ............2304

Sucesso e falha.......................................................................................... ..........2304

Cerclagem de emergência 2304

Indicação 2305

Contraindicações 2305

Técnicas 2305

MacDonald 2305

Shrodkar 2305

Transabdominal 2306

LASH 2306

Riscos 2306

Eficácia 2306

Controvérsias 2307

Rutura de membranas 2307

Controvérsias 2308

Revisão cochrane 2308

Conclusão 2309

Mecanismo de parto 2309

Considerações gerais 2309

Geral........................................................................................................ ............2310

Canal de parto............................................................................... ......................2310

Força.......................................................................................................... ..........2310

Relações útero – fetais 2311

Atitude.................................................................................................. ...............2311

Situação....................................................................................................... ........2312
Apresentação.............................................................................................. .........2312

Variedade de apresentação 2312

Variedades (tipos)................................................................................... .............2312

Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações ...................2313

Cefálicas (fletidas e defletidas)............................................................... .............2313

Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”).................................................. .......2314

Córmicas .................................................................................................... .........2314

Posição da cabeça 2314

Conceito............................................................................................................. ..2314

Variações...................................................................................... .......................2314

Incidência de variações....................................................... ................................2316

Altura da apresentação (Planos) 2317

DeLee .................................................................................... .............................2317

Hodge.............................................................................................. ....................2317

Introdução 2317

Insinuação ou encaixamento 2318

Flexão 2318

Descida 2318

Rotação interna 2319

Desprendimento da cabeça 2320

Rotação externa 2321

Desprendimento do tronco 2321

Fases clínicas do parto 2322

Partograma 2322

Conceito 2322

Importância 2322

Vantagens de uso 2323

Histórico 2323

Fase latente 2324


Fase ativa 2324

Construção 2324

Distócias 2324

Geral........................................................................................................ ............2324

Parto precipitado (taquitócico).................................................................. ...........2324

Parada secundária da descida............................................... ..............................2325

Periódo pélvico prolongado....................................................................... ...........2325

Fase ativa prolongada.............................................................................. ............2325

Parada secundária de dilatação....................................................... ....................2325

Conclusões 2325

Placenta prévia 2326

Definição 2326

Classificação 2326

Epidemiologia 2327

Geral ....................................................................................................... ............2327

Fatores de risco............................................................................................... .....2327

USG .................................................................................................................. ...2327

Etiologia 2327

Diagnóstico clínico 2328

Diagnóstico por imagem 2328

Ecográfico................................................................................................ ............2329

Ressonância magnética................................................................ .......................2329

Tratamento 2329

Conservador ........................................................................ ..............................2329

Ativo ....................................................................................... ...........................2329

Pólipo Endometrial 2329

Conceito e epidemiologia.................................................................................. ...2329

Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)...................2330

Tratamento ............................................................................ .............................2330


Pré-natal 2330

História 2331

Objetivos do pré-natal 2331

Quando iniciar? 2331

Primeira consulta pré-natal 2332

Identificação da paciente........................................................................... ..........2332

Dados sócio-econômicos .................................................................................. ...2332

Antecedentes pessoais................................................................. .......................2332

Antecedentes familiares.......................................................... ............................2332

Antecedentes ginecológicos ................................................. ..............................2333

Sexualidade ................................................................................... .....................2333

Antecedentes obstétricos ...................................................... .............................2333

Higiene e orientações gerais............................................................................. ...2334

Queixas mais freqüentes 2334

Exame físico 2335

Geral........................................................................................................ ............2335

Palpação abdominal.................................................................................. ...........2335

Vacinação 2335

Epidemiologia 2336

Geral........................................................................................................ ............2336

Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)..............................2336

Intervalos dos consultas 2337

Consultas subquentes 2337

Geral........................................................................................................ ............2338

Toque vaginal (escore cervical)................................................................. ...........2338

Ganho de peso durante gestação................................................. .......................2338

USG................................................................................................................... ...2338

Exames solictados 2339

Lista de exames.......................................................................................... .........2339


HB/Ht.............................................................................................. .....................2339

Anemias...................................................................................................... .........2339

Sífilis................................................................................................. ...................2340

Bacteriúria assintomática.......................................................... ..........................2340

Teste anti-HIV................................................................................................. ......2341

Toxoplasmose...................................................................................................... .2341

Rubéola........................................................................................................... .....2341

Hepatite B..................................................................................................... .......2342

Diabetes................................................................................. .............................2342

Infecções genitais.............................................................................. ..................2342

Citologia oncótica...................................................................... ..........................2343

Pseudo-Hermafroditismo Masculino 2343

Etiologia....................................................................................................... ........2343

Cínica........................................................................................................... ........2343

Formas..................................................................................................... ............2343

Puerpério 2345

A. Fisiologia 2345

Conceito 2346

Fenômenos involutivos locais 2346

Útero: alterações macroscópicas................................................... ......................2346

Útero: alterações microscópicas.................................................. ........................2347

Vulva e vagina .......................................................................... ..........................2348

Ovários ................................................................................... ............................2349

Parede abdominal e períneo .................................................... ...........................2349

Mamas............................................................................................... ..................2349

Modificações gerais no puerpério 2350

Aparelho cardiovascular..................................................................................... ..2350

Aparelho digestivo............................................................................ ...................2350


Sistema hematopoético ................................................................. .....................2350

Sistema neuropsíquico................................................................................. ........2350

Sistema endócrino e metabolismo.......................................................... .............2351

B. Patologia 2351

Infecciosas 2352

Conceito............................................................................................................. ..2352

Epidemiologia................................................................................ ......................2352

Etiopatogenia ................................................................................................... ...2353

Vulvovaginite e cervicite .......................................................................... ...........2354

Endometrite/ endomiometrite .................................................................... .........2354

Anexite................................................................................... .............................2356

Tromboflebite pélvica................................................................................... ........2356

Peritonite.................................................................................... .........................2357

Infecção do sítio cirúrgico............................................................... .....................2358

Fasciíte necrotizante......................................................................... ...................2360

Infecção da episiotomia .................................................................... ..................2360

Ingurgitamento mamário................................................................. ....................2361

Fissuras mamárias.......................................................................... .....................2361

Mastite........................................................................................................ .........2362

Hemorrágicas 2362

Conceito............................................................................................................. ..2362

Hemorragias precoces.................................................................. .......................2362

Hemorragias tardias............................................................. ...............................2363

Sífilis Congênita 2364

1. Introdução 2433

2. Histórico 2434

3. Classificação Evolutiva 2434

a) Sífilis adquirida.......................................................................... ......................2434


b) Sífilis congênita.................................................................. .............................2434

4. Transmissão Vertical 2435

5. Epidemiologia 2435

a) Geral........................................................................................................ ........2435

b) Fatores de risco................................................................. ..............................2436

6. Manifestações Clínicas 2436

a) Sífilis Congênita Precoce......................................................................... .........2437

b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis.................................................................. ...2437

c) Aborto por Sífilis.............................................................................................. .2437

d) Sífilis congênita tardia............................................................ .........................2437

7. Avaliação Complementar 2438

a) Microscopia............................................................................................... .......2438

b) PCR ...................................................................................................... ...........2438

c) Testes Sorológicos.................................................................................... ........2438

d) Estudo do LCR / Líquor ................................................................................. ...2440

e) Radiografia de Ossos Longos......................................................... ..................2441

f) Vigilância Epidemiológica.............................................................. ...................2441

8. Tratamento 2441

a) Antibiótica ........................................................................ ..............................2441

b) Medidas de controle.......................................................... ..............................2442

9. Sífilis x HIV 2443

10. Observações 2443

a) Tratamento Adequado...................................................................................... 2443

b) Falha Terapêutica.................................................................................... .........2443

11. Bibliografia 2444

Toxoplasmose Congênita 2444

1. Introdução 2514

2. Etiopatogenia 2514

3. Epidemiologia da Toxoplasmose 2515


a) Prevalência................................................................................. .....................2515

b) Transmissão Materno-Fetal...................................................... .......................2515

c) Prevalência de soropositividade na gestação............................................. ......2516

d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal.........................................2516

e) Incidência da Toxoplasmose congênita........................................ ....................2517

f) Susceptibilidade para Toxoplasmose.................................. ..............................2517

4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante 2518

5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita 2518

6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose 2519

7. Infecção Materna 2519

8. Infecção Fetal 2519

9. Tratamento de Infecção Materna 2520

10. Tratamento de Infecção Fetal 2520

11. Tratamento na gestante (evidências) 2520

12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose 2520

13. Programa de Prevenção 2521

14. Recommendações 2521

Diagnóstico rápido 2523

Conceito 2524

Etiologia 2524

Epidemiologia 2525

Geral........................................................................................................ ............2525

Principais causas de leucorréia no brasil........................................................ ......2525

Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial..............2525

Vaginose Bacteriana 2525

Patologia................................................................................................ ..............2526

Epidemiologia................................................................................ ......................2526

Quadro clínico.......................................................................................... ............2526

Diagnóstico............................................................................................... ...........2527
Tratamento (CDC 2006)............................................................... ........................2527

Tratamento (Brasil - MS 2006)............................................................................. .2528

Vaginose Bacteriana Recorrente 2528

Geral........................................................................................................ ............2528

Tratamento............................................................................. .............................2529

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)................................. .......................2529

Candidíase 2529

Patologia................................................................................................ ..............2530

Epidemiologia................................................................................ ......................2530

Quadro clínico.......................................................................................... ............2531

Diagnóstico............................................................................................... ...........2531

Classificação....................................................................................... .................2531

Tratamento (CDC 2006)............................................................... ........................2532

Tratamento (MS 2006 Brasil)........................................................................... .....2534

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)................................. .......................2535

Tricomoníase 2535

Patologia e epidemiologia..................................................................... ...............2535

Quadro clínico.......................................................................................... ............2536

Diagnóstico............................................................................................... ...........2536

Tratamento (CDC 2006)............................................................... ........................2536

Tratamento (MS 2006 - Brasil)............................................................................. .2537

Tratamento – evidências dos estudos (cdc)........................................................ ..2537

3. Anatomia 2538

Texto sobre o trato genital feminino 2538

Geral........................................................................................................ ............2538

1 - estudo do ovário ............................................................................... .............2539

2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas...........................................2540

3 - Estudo do útero .................................................................. ...........................2541


4 - estudo da vagina........................................................................ ....................2542

Anatomia de Mama.................................................................................... ..........2544

Imagens 2545

A. Útero, ovário e as ligamentos...................................................... ....................2545

B. Músculos do pélvis................................................................................... ........2548

C.Mama............................................................................................................... .2549

12.Outros 2550

A. Geral

1. Exames Utilizados

2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto

4. Fluxogramas

1. Exames Utilizados

Colposcopia - DTG / Mola – HELLP-síndrome - Hepatite B - Rotina de pré-natal - Rotina


de PE - SU e urocultura – USG na gravidez - VDRL

2. Prescrições

PRINCIPAIS - Pós-parto normal - Pós-PC (imediato) - Pós-PC (24-48 horas)

Abortamento de repetição (e gravidez nova) - Amniorexe - Anemia - Anemia falciforme


- Anticoncepção de emergência - Anti-depressiva - Anti-tetânica - Ascaris (ovos de) -
Asma (crise) - Bacturia assintomática - Candidíase Inguinal - Candidíase Mamilar -
Candidíase vaginal (também veja: diagnóstico rápido) - Cefaléia após Raqui - Celulite -
Coagulopatia - Constipação - Contraconcepção de emergência – Contraconcepção
hormonal oral - Corioamnionite - Corticoide (desmama) - Convulsões e eclâmpsia -
Curativos (escolha) - Curativos geral - (Após) Curetagem - Depressão - Dilatar o colo
(durante TP) - DIPA - Dor cólica (na Triagem) - Dor continua (na Triagem) - Eclâmpsia –
Endocardite (profilaxia) - Endometrite – Erisipela - Escabiose - Febre reumática + lesão
de valvula - Fissura mamilar profunda - Fluxo reduzido - Gardnarella vaginalis (também
veja: diagnóstico rápido) - Gonorreia - Gravidez (cedo) - HELLP síndrome - Herpes
genital – Herpes Zoster - Hiperêmesis gravidarum - Hipertensão pré-parto -
Hipertensão pós-parto - HIV - HPV (vacina e tratamento de lesões) - Infecção da FO:
escolha curativos - curativos geral - Imaturidade pulmonar (IG < 35sem) - Indução da
lactação - Indução do parto - Ingurgitamento (de mama) - Inibir produção do leite -
Insuficiência cardíaca fetal - Isoimunizaçõ (Anti-Rh) - ITU - Mastite - Morning After Pill -
Obstipação - Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado) -
Ocitocina intra-parto - Ovos de Ascaris - PE Grave(pré-parto) - PE Grave (pós-cesárea) -
PE-Grave (pós-parto normal) - PE Leve (sem TP franco) - PE Leve (com pcte em TP
franco) - Pielonefrite - Pílula dia depois - Pirose - Pneumonia - Prisão de ventre - Prurido
pós-morfina – Reação Alérgica (alergia ao remedio) - SAAF - Secar as mamas - Sífilis
(não-neurossífilis) – Tétano - Toxoplasmose - TP + historia de sepse numa gravidez
anterior - TPP (também veja: Diagnóstico rápido) - Tricomoníase (também veja:
diagnóstico rápido) - Trombose (profilaxia e tratamento) – Vacinação contra Tétano -
Vaginose Bacteriana (também veja: diagnóstico rápido) - Valvulopatia (após febre
reumátia) - Vermes - Vômitos + gravidez

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto

Rotina no Banco de Leite Humano

Rotina de neonatologia no pré-parto

Rotina no pré-parto

Rotina no puerpério

Rotina no SIGO

4. Fluxogramas

Hipertensão durante gravidez - Perda de líquido durante a gravidez - Sangramento


vaginal

B. Gravidez

1. Fisiologia da gravidez

2. Patiologia na gravidez

3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)

1. Fisiologia da gravidez
Gestação Múltipla – Gestação Prolongada - Diagnóstico de gravidez - Fisiologia da
placenta e líquido amniótico - Formaçao e malformações do sistema genital - Gestação
Múltipla – Modificações gravídicas gerais e locais Puerpério (fisiologia e patologia)

2. Patiologia na gravidez

Abortamento (com diagnóstico rápido) - Acretismo placentário - Amniorexe prematura


- Anemia falciforme e gestação - Anomalias da placenta e do cordão - Candidíase -
Corciocarcionoma - Corticoterapia (evidências). . - Crescimento Intra-Uterino Restrito
(CIUR) - Descolamento da placenta - DHPN - DPPNI - Diabetes na gestação - Doença
Hemolítica Perinatal - Doenças Trofoblásticas Gestacionais (DTG) - Eclâmpsia – Edema
aguda de pulmão - Esterilidade - (Profilaxia para) Estreptococcus do Grupo B
(evidências) - Formaçao e malformações do sistema genital - Gestação Múltipla -
Gestação Prolongada - HELLP Síndrome - Hepatite B - Hepatite C - Herpes Genital -
Hipertensão crônica na gravidez - Hipertensão Gestacional - Hipertensão na gravidez -
HIV – Inibição da contratilidade uterina (evidências) - Placenta acreta – HPV (geral) -
HPV (transmissão vertical) - IIC - Mola completa e parcial - Oligoidrâmnio - Placenta
Prévia - Poliidramnio - Pré-eclampsia - Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B
(evidências) - Sífilis - Sífilis congênita - Síndrome do Anitcorpo Fosfolípide (SAAF) -
Sofrimento fetal aguda (SFA) - TPP - Tricomoníase - Toxoplasmose Congênita -
Vulvovaginite bacteriana - Vulvovaginites (com diagnóstico rápido)

3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)

Cerclagem - Diagnóstico de gravidez - Prenatal - Prenhez ectópica (LE) -


Salpingectomia (Prenhez ectópica) - USG [Construindo]

Fluxograma: Perda de líquido durante a gravidez - Sangramento vaginal

C. Parto Normal

1. Fisiologia

2. Patologia

3. Descrições e manuais dos procedimentos

1. Fisiologia

Assistência ao Trabalho de Parto - Avaliação da vitalidade fetal intraparto - Cordão


circular - Gestação Múltipla - Mechanismo do parto - Mecônio - Partograma - Puerpério
(fisiologia) - Sexo pós o parto e embolia de ar - Vantagens posição vertical
2. Patologia

Abortamento (com diagnóstico rápido) - Amniorexe prematura - Cordão circular -


Descolamento da placenta - Gestação Múltipla - Gestação Prolongada - Indução do
parto - Mecônio - Parto Prolongado - Placenta Prévia - Sofrimento fetal aguda (SFA) -
TPP - Rutura uterina - Sexo pós o parto e embolia de ar

3. Descrições e manuais dos procedimentos

Amniotomia - Avaliação da vitalidade fetal intraparto - Assistência ao Trabalho de Parto


- Escore de Bishop (modificado) - Curetagem - Curetagem uterina fracionada -
Partograma - Parto normal - Parto Prolongado - Procedimento do Parto Normal (em
holandês) - Rutura uterina - Vantagens posição vertical

D. Cesárea

1. Indicações

2. Descrição

3. Manual do procedimento

4. Complicações

1. Indicações

Indicações

2. Descrição

Cesárea

3. Manual do procedimento

Diabetes e cirurgia

Instrumentos
Procedimento

4. Complicações

Cefaleía após raqui – Complicações pós-operatório - Problemas (infecções) da ferida


operatória

E. Puerpério

Puerpério (fisiologia e patologia)

Acretismo placentário - Cefaleía após raqui – Complicações pós-operatório –


Corciocarcionoma - DHPN - Diabetes e cirurgia - Diabetes na gestação - Disturbios
emiocionais pós-parto - Doença Hemolítica Perinatal - Doenças Trofoblásticas
Gestacionais (DTG) - Eclâmpsia – Edema aguda de pulmão - HELLP Síndrome - Hepatite
B - Hiperplasia Supra-Renal Congênita - Hipertensão crônica na gravidez - Hipertensão
Gestacional - Hipertensão na gravidez - HIV – Placenta acreta - Mola completa e parcial
- Pré-eclampsia - Problemas (infecções) da ferida operatória - Puerpério (fisiologia e
patologia) - Sexo pós o parto e embolia de ar - Sífilis congênita - Toxoplasmose
Congênita

Procedimentos: Curetagem - Esterilizações tubárias

3. Ginecologia
Conteúdo versão 3.50*

Contuédo Alternativo

1. Geral

2. Obstetrícia

A. Geral

1. Exames Utilizados

2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto

4. Fluxogramas

B. Gravidez

1. Fisiologia da gravidez

2. Patiologia na gravidez
3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)

C. Parto Normal

1. Fisiologia

2. Patologia

3. Descrições e manuais dos procedimentos

D. Cesárea

1. Indicações

2. Descrição

3. Manual do procedimento

4. Complicações

E. Puerpério

3. Ginecologia

A. Geral

1. Exames Utilizados

2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP

4. Fluxogramas

B. Fisiologia

C. Patologia

D. Descrições e manuais dos procedimentos

Pela ordem

12. Protolos /Rotina nos setores

Rotina no Ambulatório Ginecológico

Anamnese

Rotina no Ambulatório de Mastologia

Anamnese

BIRADS

Rotina no banco de leite humano

Desmame no 6º mês da vida


Leite artificial (criança não mama) e desmame

Relactação

Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite

Coletar leite /ordenhar

Conservar leite coletado (validade)

Consumir o leite humano

Rotina no 4o CAM

PE Grave

Rotina na Ginecologia (sexto andar)

Admissão duma paciente nova

Diabetes e cirurgia

Rotina no caso de mola / DTG

Pre-operatório

Preparo para tomografia – paciente alérgico

Profilaxia da endocardite e TVP/TEP

Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)

Rotina de neonatologia no pré-parto

APGAR

VIG e QH

Formulas

Prescriçãoes

Rotina no Pré-Parto

Rotina no Puérperio

Rotina no SIGO

Rotina na triagem

Estupro (após) / violência sexual

10.Prescrições

2A. Indicação alfabética

A
B

Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica

Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)

Prescrição pós-parto normal

Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)

Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)

Abortamento de repetição (e gravidez nova)

Abscesso Tubo-Ovariano

Abscesso de mama

Acne (e pílula anticoncepcional)

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional

Alergia ao remedio (reação alérgica)


Amniorexe

Anemia

Anemia falciforme

Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois

Anti-depressiva

Vacinação contra Têtano

Asma (crise)

Atrofia mucosa vagina

Bartholinite

Bacturia Assintomática

Candidíase Inguinal

Candíase Mamilar

Candidiase ungueal

Candidíase vaginal

Cefaleía pós-punção lombar

Celulite

Cisto ovariano simples

Climatério: queixas vasomotores

Coagulopatia

Coalescência de nimfas/lábios pequenos

Constipação

Corioamnionite

Corticoide (desmama)

Curetagem

Diabetes

Dilatar o colo (durante TP)

DIPA

Dismenorréia
Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)

Dor cólica (na Triagem)

Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)

Eclâmpsia

Edema aguda de pulmão

Endocardite (profilaxia)

Endometrite (pós-parto)

Endometriose

Erisipela

Escabiose

Pós-estupro (violência sexual)

Febre reumática + lesão de válvula

Fissura mamilar profunda

Fluxo reduzido

Gardnarella vaginalis

Gonerreia

Granuloma de cúpula vaginal

Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)

HELLP-síndrome

Herpes Genital

Herpes Zoster

Hiperêmesis gravídica

Hiperplasia simples do endométrio

Hipertensão pré-parto/ durante gravidez

Hipertensão pós-parto

HIV

Íleo paralítica (pós-cirúrgica)

Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)


Inibir produção do leite

Indução do parto

Ingurgitamento (de mama)

Insuficiência Cardíaca Fetal

ITU

HPV

Mastalgia prë-menstrual (MPM)

Mastite

Menorragia / sangramento genital (não gravida)

Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)

Ocitocina intra-parto

PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)

PE-grave (pós-Cesárea)

PE-grave (pós-parto normal)

PE Leve (sem TP franco)

Pielonefrite

Pirose

Pneumonia

Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)

Preparo intestinal para USG

Prurido pós morfina

Puderdade precoce

Reposição hormonal

SAAF

Sindrôme de ovários policísticos

Toxoplasmose

TPM / Síndrome Pre-Menstrual

Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior


TPP

Tricomoníase

Trombose (profilaxia e tratamento)

Vermes

2B. Medicamento - Alfabético

2C. Drogas na gravidez

Introdução geral

Categorias

Drogas sorteadas por tipo/indicação


Anticoagulantes

Anticonvulsivantes

Antihistamínicos

Antiinflamatórios Não-Hormonais

Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)

Antivirais

(Drogas) Cardiovasculares

Citostáticos

Drogas Lícitas E Ilícitas

Hormônios

(Drogas Para) Sistema Nervoso Central

Vacinas, Serums E Toxoides

Vitaminas

Outras Drogas E Substâncias

2d. Drogas na lactação

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação

Alfabético

4. Procedimentos: descrições e manuais

AMIU

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações

Atestado (Triagem)

Cerclagem

Cesárea

Descrição

Manual

Instrumentos (básico cesário)

Procedimento

Cone Clássico
Descrição

Manual

Curetagem (normal)

Descrição

Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)

Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)

Curetagem Uterina Fracionada

Drenagem de abscesso de mama

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini

Esterilizações Tubárias

Exerése de cisto clitoriano

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino

Fórceps

Descrição

Manual

Histerectomia total abdominal (HTA)

Descrição

Manual

Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)

Descrição

Manual

Miomectomia (e Taquelectomia)

Descrição miomectomia e taquelectomia

Manual Miomectomia

Miomectomia e taquelectomia

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)

Ooforectomia
Manual

Ooforoplastia

Manual

Ooforplastia para ovários multipolicísticos

Manual

Parto Normal

Descrição

“Manual”

Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica

Descrição Salpingectomia

Manual e indicações

11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)

Parto Normal

Cordão Circular

Escore de Bishop modificado

Mecônio

Postura vertical - vantagens

Procedimento (em holandês)

Rotura Uterina

Sexo pós o parto e embolia de ar

Parto Cesáreo

Cesárea - indicações

1. Epidemiologia

2. Condições fetais e indicação de cesariana

2a. Apresentação pélvica

2b. Gestação gemelar

2c. Prematuridade ou baixo peso

2d. Sofrimento fetal agudo

2e. Macrossomia
2f. Situação transversa

2g. Placenta prévia

2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo

2i. Procidência de cordão

2j. Malformações congênitas

3. Condições maternas e indicação de cesariana

3a. Herpes genital ativo

3b. Infecção pelo HIV

3c. Cesarianas prévias

3d. Outras condições maternas

Amniotomia

5.Escala 2009

2.Exames complementares

Cardiotocografia

Cistometria de infusão

Cistos (na mama)

Climatério

Colposcopia

Espermograma

FSH (homens)

Ginecomastia

Hepatite B

Mestastases de câncer de mama (rastreamento)

Quimoterapia (antes da quimoterapia)

Pré-histeroscopia

Pré-op

Rotina de ambulatório de mastologia

Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia


Rotina de pré-natal

SU e urocultura

USG na gestação

USG ginecológica

Valores laboratoriais normal

VDRL

8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento

Diabetes Mellitus

Hipertensão durante gravidez

Lesões de colo uterino

Perda de líquido durante a gravidez

Sangramento vaginal

Dor cólica em BV

2. Abreviações usadas no imip

N
O

5. Fisiologia e patologia (incl seminários)

T
U

Abortamento

1.Definição

2.Epidemiologia

3. Etiologia

4.Classificação

5. Diagnóstico diferencial

6.Diagnóstico rápido

7. Ameaça de abortamento

Diagnóstico

Prognóstico

Conduta

8. Abortamento inevitável

8 A. Abortamento incompleto

Diagnóstico

Conduta

8 B. Abortamento completo

Diagnóstico

Conduta

8 C. Aborto infectado

Diagnóstico

Etiologia

Conduta no imip

Conduta alternativa:

9. Aborto retido

Diagnóstico

Conduta

10. Aborto habitual


Definição

Conduta

Aborto provocado

Acretismo placentário

1.Geral

2.Classificação

Placenta acreta

Placenta increta

Placenta percreta

3.Etiologia

4.Tratamento

Amenorréia

Conceito

Classificação

Anamnese

Na amenorréia primária, valorizar

Na amenorréia secundária, valorizar

Exame físico

Geral

Na amenorréia primária

Na amenorréia secundária

Exames complementares

Diagnóstico

Síndrome hiperprolactinêmica

Etiologia

Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica

Insuficiência ovariana prematura

Diagnóstico

Outros distúrbios
Etiologia

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

Epidemiologia

Fisiopatologia da SOP

Diagnóstico da SOP

Tratamento da SOP

Amniorrexe prematura

1. Conceito

2. Epidemiologia

3. Fatores de risco

3.1. Não evitáveis

3.2. Evitáveis

4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico

5. Etiopatogenia

6. Quadro Clínico

7. Diagnóstico

7.1. Diagnóstico clínico

7.2. Diagnóstico subsidiário

8. Diagnóstico diferencial

9. Conduta

9.1. Descartar a iminência de parto

9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal

9.3. Descartar infecção intra-útero

9.4. Conduta obstétrica

9.4.1. Gestação < 24 semanas

9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas

9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas

10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para


Estreptococcus Grupo B
10.1. Evidências Corticoterapia

10.2. Antibioticaterapia

10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo

10.4. Inibição da contratilidade uterina

10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B

11. Prognóstico

12. Complicações

12.1. Infecção intra-amniótica

12.2. Prematuridade

12.3. Sofrimento fetal

12.4. Hipoplasia pulmonar

12.5. Outras complicações

Câncer de mama

1. Epidemiologia

1.1.Geral

1.2.Fatores de risco

1.3. Freqüência por quadrantes

1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral

2. Etiopatologia

2.1. Geral

2.2. Carcinogenêse

3. Evolução da doença

3.1. Crescimento tumoral

3.2. Angiogênese

3.3. Disseminação

3.4. Via linfática

3.5. Metástase à distância

4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas


5. Diagnóstico – Anamnese

6. Diagnóstico - Quadro clínico

7. Diagnóstico - Achados laboratoriais

8. Diagnóstico por imagem

8.1. BIRADS

8.2. Tumor primário

8.3. Doença metastática

8.4. Mamografia

8.5. USG mamária

9. Diagnóstico histo-patológico

10. Estadiamento

10.1. Tumor

10.2. Linfonodos

10.3. Metástase à distância

10.4. Grupamento por estádios

11. Prognóstico

12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)

Carcinoma de colo uterino

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Prognóstico

Patologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Geral

Conduta diagnóstico

Estadiamento FIGO

TNM
Tratamento

Estádio o (adenocarcinoma in situ!)

Estádio Ia (microcarcinoma)

Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)

Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm)

Estádio Ib1

Estádio Ib2

Estádio IIa

Estádios IIb, III e IVa

Estádio IVb

Recorrência

Seguimento

Conduta no câncer de colo durante gestação

Geral

Ca in situ e Ia:

Ib

II,III e IV

Cefaleía após raqui

Quadro clínico

Conduta

Complicações pós – operatório geral e ginecológico

1.O período pós-operatório intermediário

Conceito

Cuidado da ferida

2.Complicações pos-operatórios

Hipertermia precoce

Hipertermia após 48 horas

Hipertermia após o 3º dia


Complicações pulmonares

Pacientes de alto risco

Atelectasias

Pneumonia

Complicações vasculares

Tromboflebite superficial

Trombose venosa profunda

Embolia pulmonar

Complicações urinárias

Oligúria

Retenção urinária

Choque

Geral

Quadro clínico

Manuseio

Descolamento da placenta normalmente inserida

1. Conceito

2.Terminologias paralelas

3.Freqüência

4.Etiologia

5.Fisiopatologia

A. Alterações locais (uterinas e placentárias)

B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária)

6.Formas clínicas

a.Hemorragia oculta

B. Hemorragia externa

C. Hemoâmnio

D. Apoplexia útero-placentária

E. Prolapso da placenta
F. Descolamento placentário crônico

G. Outra classificação

7.Diagnóstico clínico

8.Diagnóstico laboratorial

9.Tratamento

Diabetes na gestação

Definição

Classificação de Priscilla White (1941)

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Fisiopatologia Diabetes Gestacional

Prognóstico/repercussões

Diagnóstico

IMIP

Alternativos

Diagnóstico e conduta simplificados

Exames complementares após diagnostico de Diabetes

Avaliação fetal

IMIP

Alternativas

Tratamento da gestante diabética

Objetivo

Corticoides (Betametasona)

Diabético em uso de hipoglicemiantes

Dieta

Insulina durante gestação

Exercício físico

O parto
Via do parto

Inibição de TPP

Prescrição (eIndução)

Puerpério

IMIP

Alternativas

Após alta

IMIP (????):

IMIP (livro):

Caso especial: Hipoglicemia

Caso especial: cetoacidose diabética na gestação

Definição

Epidemiologia

Prognóstico/complicações

Etiopatologia

Tratamento

Eclampsia

Dismenorréia

Conceito e incidência

Classificação

Dismenorreía primária

Conceito e Epidemiologia

Etiopatogenia

Diagnóstico

Tratamento

Dismenorréia secundária

Geral

Causas de dismenorréia secundária

Disturbios emocionais pós-parto


Pós-Parto Blues

Depressão pós-parto (????)

Psicose pos-parto (????)

Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)

1.Conceito e nomenclatura

Geral

Classificação

2.Epidemiologia

Incidência

Fatores de risco

3.Etiopatogenia

Geral

Origem parental da mola hidatiforme completa

Origem parental da mola hidatiforme parcial

4.Anatomia patológica

Macroscopia

Microscopia

5.Aspectos clínicos

Quadro clínico clássico

Quadro clínico da mola parcial (MHP)

Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma

6.Diagnóstico laboratorial

7.Diagnóstico da mola completa

8.Diagnóstico da mola hidatiforme parcial

9.Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais

10. Estadiamento FIGO

11. Diagnóstico diferencial

12. Conduta

13. Prognóstico
Gestação prolongada

Conceito

Epidemiologia

Conduta

IG entre 40-41 semanas

IG entre 41-42 semanas

IG > 42 semanas

Hepatite B

Etiologia

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Diagnóstico e Tratamento

Marcadores

Rastreamento

CDC interpretação dos resultados

IMIP interpretação dos resultados e conduta

Hiperplasia endometrial

Conceito

Fatores de risco

Histeroscopia

Risco para desenvolver CA de endométrio

Tratamento

Hiperplasia Supra-Renal Congênita

Geral

Formas

Clássica não-perdedora de sal

Clássica perdedora de sal

Não-clássica
Hipertensão na gestação

A.Geral

1. Introdução

2. Classificação da hipertensão arterial na gestação

3. Conceitos

4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez

5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC

6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez

B. Hipertensão arterial crônica

6. Tratamento: MgSO4

A. Vantagens

B. Apresentações differentes no mercado

C. Esquema de Zuspan

D. Esquema de Pritchard

E. Mecanismo de ação

F. Cuidados gerais com MgSO4

G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato

H. Manifestações de toxicidade

I. Monitorização

J. Oligúria

Emergência hipertensiva

D. Iminência de eclâmpsia

E. Eclâmpsia

1. Conceito

2. Classificação prognóstica

A. Não complicada

B. Complicada

3. Conduta: cuidados gerais

4. Terapia anticonvulsiva
5. Tratamento do edema cerebral

F. Síndrome HELLP

1. Geral

2. Diagnóstico

A. Quadro inicial

B. Quadro avançado

3. Diagnóstico diferencial

4. Diagnóstico laboratorial

5. Conduta na síndrome HELLP

A. Geral

B. Avaliação materno-fetal

C. Correção da coagulopatia

D. Tratamento da CIVD

E. Terapia anticonvulsivante

F. Terapia anti-hipertensiva

G. Interrupção da gestação

6. Hematoma hepático

Conduta

G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada

H. Hipertensão gestacional

1. Conceito

2. Tratamento durante pré-natal

A. Geral

B. Propedêutica laboratorial

C. Propedêutica fetal

3. Tratamento gestação a termo

HIV

Durante gravidez

Pré-natal
Prescrição

HIV e parto

Conduta

Prescricção ápos o parto

HPV (transmissão vertical)

Epidemiologia

Bibliografia

Indução do parto

Indicações

Contra-indicações absolutas

Contra-indicações relativas

Complicações maternas

Complicações feto-anexiais

Requisitos

Métodos de preparo cervical

A. Métodos mecânicos

Sonda de Foley com balão

Laminária

Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann)

Amniotomia

Estímulos naturais

B. Métodos farmacológicos

Misoprostol

Dimeprostone

Hialuronidade

Ocitocina

Situações especiais

Cesárea anterior

Prematuridade
Polidrâmnio

Cesárea eletiva

Quando há inexistência de indicações de cesárea

Incontinência urinária

Definição

Classificação

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Fisiologia

Etiologia (causas)

Diagnóstico

Tratamento

Manejo conservador

Manejo cirúrgico

Infertilidade

Mioma uterino

Definição

Classificação pela localização

Epidemiologia

Etiopatogenia

Patologia

Prognóstico

Manifestações clínicas

Sangramento anormal

Dor pélvica

Infertilidade

Sintomas compressão

Manifestações clínicas gerais


Diagnóstico diferencial

Diagnóstico

Tratamento

Assintomáticas

Sintomáticas

Tratamento cirúrgico

Medicamentoso

Embolização das artérias uterinas (EAU)

Mioma uterino e gravidez

Leiomioma uterino e emergências

Sangramento

Dor aguda e intensa (abdome agudo)

Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno

A.Modificações gravídicas sistêmicas

1. Postura e deambulação

2.Sistema circulatório

Adaptações circulatórios

Adaptações circulatórias uteroplacentárias

Resultado das modificações

3. Compartimento sangüíneo

4.Pele

5.Metabolismo

Fase anabólica

Fase catabólica

Ganho de peso materno

Outros aspectos

6.Sistema urinário

7.Sistema digestivo

8.Sistema respiratório
B. Modificações gravídicas locais

1.Útero

Consistência

Volume

Peso

Coloração

Forma

Posição

2. Colo uterino

3.Ovários e trompas

4. Vagina

5. Vulva

6. Mamas

Neoplasias Ovarianas

1. Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

2. Fisiopatologia

3. Disseminação do carcinoma ovariano

4. Quadro clínico

5. Diagnóstico

6. Exames complementares

7. Fluxograma

8. Classificação

Tumores benignos

Tumores malignos*

9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer


AJCC)

10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais


Geral

Resistência à quimioterapia

Terapia hormonal

Cirurgia de second look

Cirurgia de citorreduçao secundária

Laporoscópia

12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)

Neoplasias derivadas de células germinativos

Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado

Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico

13. Seguimento

14. Prognóstico

15. Prevenção

16. Screening /rastreamento

17. Developmentos recentes

18. Evidências

Parto prolongado

Introdução

Conceito

Fisiológico

Parto prolongado

Riscos de um parto prolongado

A dilatação cervical demora

A expulsão demora (= a segunda fase)

Etiologia de um parto prolongado

Dilatação cervical prolongada

Período expulsivo prolongado

Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis

Posição fetal anormal


A. Posição anormal da cabeça

B. Apresentação pélvica

C. O feto tem uma posição transversal

Bibliografia

Poliidramnio

1. Definição

2. Incidência

3. Formas clínicas

3.1 – Aguda

3.2 – Crônica

4. Classificação

5. Etiologia

6. Manifestações clínicas

6.1 Poliidramnia leve

6.2 Poliidramnia moderada ou severa

7. Diagnóstico

7.1. Valores do ILA e a idade gestacional

7.2. Diagnóstico clínico de suspeita

7.3. Diagnóstico de certeza

8. Conduta

8.1. Geral

8.2 Terapêutica específica

9. Via de parto

10. Prognóstico

Problemas (infecções) da ferida operatória

Epidemiologia de infecçcões da FO

Etiologia

Fatores locais

Fatores gerais
Tipos de fios cirúrgicos

1 - Fios absorvíveis

2 - Fios não absorvíveis

Diagnóstico

Geral

Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)

Tratamento

Finalidade de tratamento

As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas

Escolha de curativo

Curativos

1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)

2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]

3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]

4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE]

5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]

6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]

7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,


TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]

8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,


SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]

9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]

10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,


POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]

Sífilis

Etiologia

Epidemiologia

Classificação

Sífilis primária

Sífilis secundária
Sífilis latente

Sífilis terciária

Sífilis na gestação

Diagnóstico

Sorologia

Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*

Exames após a confirmação do sífilis

IMIP: indicações punção lombar

Tratamento

Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis

Pacientes alérgicas a penicilina**

Neurossífilis

Seguimento

Controle de cura

Caso especial: Sífilis Congênita

Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento e exame complementares

Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)

1. Conceito

2. Classificação

3. Epidemiologia

4. Etiopatologia

4. Quadro clínico

Geral

Trombose Arterial

Manifestações Neurológicas

Manifestações Dermatológicas

Manifestações Cardíacas
Manifestações Hematológicas

Manifestações Renais

SAAF Catastrófica

5. Exames subsidiários

6. Critérios Diagnósticos

6.1. Clínicos

6.2. Laboratoriais

7. Tratamento

7.1. Geral

7.2. Tratamento de perda fetal recorrente

8. Bibliografia

Síndrome de Meckel-Gruber

Sofrimento fetal aguda

Conceito

Etiologia

As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)

Problemas de segundo grupo (problemas fetais)

Sindrome da tensão pré-menstrual

Conceito

Incidência

Etiopatogenia

Quadro clínico

Sintomas somáticos

Sintomas psicológicos

Diagnóstico

Diagnóstico diferencial

Tratamento

Medidas gerais

Tratamento farmacêutica
Trabalho de parto prematuro (TPP)

Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias

Anamnese

Exame físico

Exames complementares

Efeitos colaterais da nifedipina

Formas clínicas

Diagnóstico rápido

Ameaça de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta

Início de trabalho de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta

Franco trabalho de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta

1. Anamnese e exame físico

Anamnese

A. Anamnese em geral

1. Queixa Principal

2. História médica pregressa

3. História familiar

4. História pessoal e social

5. Revisão de sistemas

Geral

Endócrino

Hematopoiético

Cabeça
Olhos

Orelhas

Nariz e seios da face

Boca/ garganta

Pescoço

Respiratório

Cardíaco

Vascular

Gastrointestinal

Gênito-urinário

Músculo-esquelético

Reumático

Neurológico

Pele

Psiquiátrico

6. Casos especiais

Caracterização da dor

Vômito, diarréia e expectoração

Febre

Edema

Alergia

Desânimo, falta de ar, nervosismo

Desmaio

B. Anamnese ginecológica

1. Anamnese ginecológico em geral

a. História menstrual

b. História obstétrica

c. História ginecológica
d. História sexual

e. História familiar

f. História passada de:

2. Anamnese ginecológico: casos especiais

a. Sangramento ANORMAL

b. Dor

c. Descarga ou corrimento vaginal

d. Sintomas pré-menstruais

e. Queixas/sintomas da menopausa

f. Infertilidade/subfertilidade

g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência

h. Massas genitais ou pélvicas

3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)

Exame físico

A.Exame físico em geral

Elementos do exame físico

Geral - procedimento

Estado geral

Estado de hidratação

Mucosas

sinais vitais

Medidas antropométricas

Biotipo

Geral – descrição

Estado geral

Estado de hidratação

Mucosas

Sinais vitais
medidas antropométricas

Biotipo

Cabeça

Procedimento

Descrição

Pescoço

Procedimento

Descrição

Aparelho respiratório e tórax geral

Procedimento

Descrição

Coração

Procedimento

Descrição

Vascular

Procedimento

Descrição

Mamas

Abdome

Procedimento

Descrição

Músculo-esquelético

Procedimento

Descrição

Pele e ?? Fâneros

Procedimento

Descrição

Linfonodos

Procedimento
Descrição

Neurológico

Procedimento

Descrição

Genital

Procedimento

Descrição

Retal

Procedimento

Descrição

B.Exame ginecológico

Mamas

1. Mamas - procedimento

Inspeção estática

Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os

Inspeção dinâmica

Palpação com a paciente sentada

Palpação com a paciente deitada

2. Mamas - descrição

Inspeção estática

Inspeção dos mamilos

Inspeção dinâmica

Palpação (paciente sentada)

Palpação (paciente deitada)

3. Exame pélvico: genitália externa

Procedimento

Descrição

4. Exame especular

Procedimento
Descrição

Toque bimanual

Procedimento

Descrição

Exame retovaginal

Procedimento

Descrição

Colposcopia

9. Fone

Setores

Pessoas

13.Fisiologia e doenças (cont.)

Anemia falciforme e gestação

Epidemiologia

Genética

Fisiopatologia

Formas clínicas

Quadro clínico

Diagnóstico

Fatores predisponentes a falcização

Gravidez

Placenta

Riscos

Tratamento geral

Tratamento durante gravidez

Crise dolorosas

Piora da anemia

Anomalias da placenta e cordão umbilical

A. Geral
B.Anomalias da placenta

Sistematização do exame USG da placenta

Graus da placenta (classificação de Grannum)

USG

Valor preditivo de complicações

Infartos placentários

Lagos venosos

Doença Trofoblástica Gestacional

Neoplasias primárias da placenta

Coriangioma

Teratoma

Placenta accreta

Geral

Categorias

Placenta prévia

Outras anormalidades da placenta

Inserção velamentosa do cordão

Placenta membranácea

Lobo succenturiado

Hematoma retroplacentário

DPPNI

C. Anomalias do cordão umbilical

Introdução

Cordão curto

Cordão longo

Circulares de cordão

Artéria Umbilical única

Hematoma de cordão

Formações císticas
Neoplasias

Anticoncepção hormonal oral e injetável

A.Anticoncepcionais orais combinados

Geral

Tipo e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Contra-indicações

Uso sob supervisão cuidadosa

Riscos

Benefícios

B.Anticoncepcionais orais de progestágenos

B1. Progestágeno isolado

Geral

Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos

Benefícios

B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)

C.Anticoncepção oral de emergência

Geral
Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Efeitos secundários

D.Anticoncepcional injetável mensal

Geral

Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos e benefícios

E.Anticoncepcional injetável trimestral

Geral

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos

Benefícios

Assistência ao trabalho de parto

Geral

Conceito

Objetivos

Grau de recomendação
Diagnóstico do TP

Anamnese e exame obstétrico

Fases clínicas do TP

Assistência ao 1° período

Local

Dieta

Enema e tricotomia

Estimular a deambulação

Partograma

Monitorar bem-estar fetal

Alívio da dor (não-farmacológicos)

Alívio da dor (farmacológico)

Amniotomia

Ocitocina

Suporte contínuo

Assistência ao segundo período

Conceito

Duração do período expulsivo

Complicações período expulsivo

Monitorização da vitalidade fetal

Posicionamento da parturiente

Puxos

Episiotomia (conceito clássico)

Episiotomia (conceito atual)

Episiotomia seletiva

Redução do trauma perineal

Fórceps x vácuo extrator

Manual rotation
Vácuo extrator

Acolhimento do Récem-Nascido

Ligadura do cordão umbilical

Assistência ao terceiro período

Geral

Do nascimento ao delivramento

Manejo ativo da dequitação

Assistência ao quarto período

Geral

Atonia uterina

Revisão da cavidade uterina

Revisão do trajeto

ATB profilaxia e pós-parto

Profilaxia de acidentes tromboembólicos

Antibioticoprofilaxia

Puerpério

Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências

1. Objetivo

2. Introdução

3. História

4. Níveis de evidência

5. Grau de recomendação

6. Conceito sofrimento fetal

7. Auculta fetal intermittente

8. Propedêutica do líquido amniótico

8.1. Aminioscopia

8.2. Aminiotomia

9. Cardiotocografia

9.1. Vantagens e desvantagens


9.2. Condições maternas

9.3. Condições relacionadas a gravidez

9.4. Variações da FCF na ausculta

9.5. Evidências

10. Teste de estimulação sonora

10.1. Geral

10.2. Buzina da marca Kobo

10.3. Evidências

11. Microanálise do sangue fetal

12. Oximetria fetal de pulso

12.1. Geral

12.2. Evidências

13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho

14. Eletrocardiografia fetal

14.1. Geral

14.2. Evidências

Câncer do Corpo Uterino

A1. Introdução

A2. Epidemiologia

A3. Patogênese

a) Câncer de endométrio estrogênio dependente

b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente

A4. Fatores de Risco

a5. Fatores de Proteção

A6. Histologia

A7. Clínica

a8. Diagnóstico

a) Anamnese

b) Exame Físico
c) Citologia Oncótica

d) Biópsia por aspiração endometrial

e) Curetagem Uterina

f) Utra-sonografia Transvaginal

g) Histeroscopia

A9. Formas de Disseminação

A10. Rastreio de Câncer de Endométrio

A11. Estadiamento Clínico

A12. Estadiamento Cirúrgico

A13. Tratamento

a) Geral

b) Ia, Ib, G1 e G2

c) Ic e G3

d) IIa

e) IIb

f) IIIa

g) IIIb

h) IVa e IVb

g) Metástases

h) Recidiva

A14. Seguimento

B. Sarcomas Uterinos

B1. Introdução

B2. Diagnóstico

B3. Classificação

B4. Estadiamento

B5. Tipos histológicos

a) Leiomiossarcoma

b) Tumor Mülleriano Misto Maligno


c) Sarcoma de Estroma Endometrial

B6. Tratamento

Câncer de vulva

Estadiamento

Ciclo menstrual

Historia

Duração

Nomenclatura

Fases

Geral (com imagem)

O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual

Fase folicular

Fase lútea

Transição lúteo- folicular

Ciclo Ovariano

Desenvolvimento e forma dos oócitos

Fase Folicular

Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas

Fase Lútea

Alterações endometriais

Fase proliferativa

Fase secretória

Menstruação

Alterações da cérvix uterina

Alterações mamárias

Referências bibliográficas

Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

1. Conceito

2. Crescimento Fetal
3. Classificação

Tipo I

Tipo II

Tipo III

4. Etiologia

Tipo I

Tipo II

Tipo III

5. Fisiologia

6. Diagnóstico

Risco para CIUR

Suspeita de CIUR

Provável CIUR

7. Acompanhamento

8. Centralização Fetal

9. Diástole Zero

10. Diástole Reversa

11. Via de parto

Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)

Introdução

Definição

Epidemiologia

Geral

Alta morbidade

Fatores de risco

DIPA e anticoncepção

Fatores de proteção

Etiologia

Natureza polimicrobiana
Aeróbios e anaeróbios

Causas raras

Fisiopatologia

Geral

Salpingite

Abscesso tubo-ovariano

Geral

Classificação de Monif (1990)

Quadro clínico

Amamnese

Exame físico

Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis

Diagnóstico

Objetivo

Clínico

Critérios diagnósticos

Considerações do CDC 2006

Exames complementares

Exames laboratoriais

Exames radiológicos

Videolaparoscopia

Diagnóstico Diferencial

Tratamento

Objetivo

Critérios para tratamento hospitalar

Medidas gerais

Tratamento ambulatorial (CDc 2006)

Regime A
Regime B

Tratamento hospitalar (CDC 2006)

Regime A

Regime B

Regime alternativo

Tratamento ciríurgico

Indicações

Tratamento do parceiro sexual

Complicações da doença

Seqüelas precoces

Seqüelas tardias

Prevenção

Diabetes e cirurgia

Objetivos

Fisiopatologia

Importância do controle glicêmico

Pré-operatório

Pós-operatório

Manuseio pré-operatório

Admissão

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral

DM 2 em uso de insulina

DM 1

Manuseio perioperatório

Diabetes Mellitus tipo 2

Diabetes Mellitus tipo 1

Manuseio pós-operatório

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral

DM 2 em uso de insulina
DM 1

Diagnóstico de gravidez

1) Diagnóstico clínico

A) Sinais de presunção

B) Sinais de probabilidade

C) Sinais de certeza

2) Diagnóstico laboratorial

* BETA- HCG

3) diagnóstico ultrassonográfico

Idade gestacional

Cálculo da idade gestacional

Data provável do parto

Doença hemolítica perinatal (DHPN)

Conceito

Histórico

O sistema Rh

O sistema ABO

Aloimunização materna

Passagem trans-placentária de sangue fetal

Exames

Resposta imunológica

Primária

Secundária

Quadro clinico e fisiopatologia

Geral

Hemólise

Hidropisia fetal

Propedêutica materna

Não invasiva
Invasiva

Tratamento

Profilaxia

Infecções Sexualmente Transmissíveis

1. Epidemiologia

2. Complicações de DSTs:

3. Histórico

4. Úlceras Genitais (Geral)

4.1. Cancro Mole

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Fatores de risco

e) Quadro Clínico

f) Diagnóstico Diferencial

g) Laboratorial

h) Tratamento

i) Prognóstico

4.2. Herpes Genital

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Modo de Transmissão

e) Quadro Clínico

f) Fatores Desencadantes

g) Gestação

h) Diagnóstico

i) Tratamento

4.3. Linfogranuloma Venéreo


a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

4.4. Donovanose

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Diagnóstico Diferencial

g) Tratamento

5. Cervicites

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Fatores de risco

d) Quadro Clínico

e) Gestação

f) Diagnóstico

g) Tratamento

6. Uretrites (geral)

6.1. Gonocócicas

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico
e) Diagnóstico

6.2. Uretrites Não-Gonocócicas

a) Agente Etiológica

b) Perídoo de incubação

c) Quadro Clínico

d) Complicações

e) Diagnóstico

7. HPV

a) Geral

b) Período de incubação

c) Tipos de HPV

d) Formas Clínicas

e) Diagnóstico

f) Diagnóstico Diferencial

g) Tratamento infecção clínica

h) Gestação

i) Infecção Subclínica pelo HPV

j) Rastreio de CA de colo

8. Hepatites Virais (geral)

8.1. Hepatite B

a) Geral

b) Período de incubação

c) Quadro Clínico

d) Diagnóstico

e) Gestação

f) Tratamento

g) Prevenção

8.2. Hepatite C
a) Geral

b) Tempo de incubação

c) População de risco

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Prevenção

9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)

9.1 Molusco Contagioso

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

9.2. Pediculose Pubiana

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

9.3. Escabiose

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Quadro Clínico

d) Patognomônico

e) Diagnóstico

f) Tratamento
10.0 Referências Bibliográficas

Endometriose

Conceito

Historia

Epidemiologia

Etiologia

Geral

Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)

Metaplasia celômica

Transformação de Restos Embrionários

Etiopatogenia

Fatores genéticos

Fatores hormonais

Fatores ambientais

Fatores imunológicos

Fatores Inflamatórios

Fatores locais

Fatores comportamentais

Fatores psicossociais

Prevenção

Classificação

Acosta (1973)

American Fertility Society Reviewed (1985)

Diagnóstico Geral

Quadro clínico

1.Geral

2.Dor
3. Infertilidade

4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)

Exame Ginecológico

Métodos Laboratoriais (CA 125)

Métodos de Imagem (USG e RNM)

USG Transvaginal

RNM

Laparoscopia (diagnose)

Lesões

Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)

Conceito

Tipos

Diagnóstico

Endometriose ovariana (endometrioma)

Conceito

Tipos de endometrioma

Nódulos de endometriose (adenomiose externa)

Endometriose extragenital

Geral

Trato digestivo

Trato urinário

Endometriose na adolescência

Geral

Sintomatologia

Diagnóstico – clínico

Diagnóstico – Complementar

Indicações de laparoscopia em relação à dor

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma).

Diagnóstico de probabilidade (90% confirma)


Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.)

Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade

Endometriose no climatério

Geral

Diagnóstico

Tratamento (geral)

Introdução

Opções

Escolha do tratamento

Objetivos do tratamento

Tratamento clínico

Geral

Objetivos

Progestogênios

Anticoncepcionais orais

Gestrinona

Danazol

Análogos do GnRH

Análogo de GnRH + Add Back Therapy

DIU

Inibidores da Aromatase

Alternativos

Tratamento cirúrgico

Laparoscopia

Endometriose ovariana

Lesões peritoneais

Conservador x radical

Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos


Tratamento combinado

Vantagens e desvantagens

Quando combinar

Evidências

Transformação maligna da endometriose

Prognóstico/recidiva

Esterilidade

Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico

A. Fisiologia da placenta

Placenta

Desenvolvimento da placenta

Circulação placentária

Circulação fetal

Circulação materna

Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)

Mecanismos de regulação das trocas

Endocrinologia da placenta

Hormônios placentários

Hormônios protéicos

Hormônios esteróides

Estrógenos

Progesterona

B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico

Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica

Gênese e regulação do LA

Geral

Principais fontes de LA

Produção do LA

Reabsorção do LA
Estrutura do âmnio

Funções do líquido amniótico

Relação entre volume do LA e idade gestacional

Ultra-sonográfica do líquido amniótico

Análise do líquido amniótico

Fosfolipídeos

Teste de Clements

Enzimas

Dhl

Patologias do líquido amniótico

Oligoidrâmnio

Poliidrâmnio

Formaçao e malformações do sistema genital

Formação do sistema genital

Geral

Gônadas

Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana

Início da 4a semana

Cordões sexuais primários: 6a semana

Desenvolvimento dos testículos

Formação dos ovários

Formação dos ductos genitais

Formação da vagina

Outros

Glândulas genitais auxiliares

Cistos do ducto de Gartner

Desenvolvimento da genitália externa

MalFormações Genitais

Introdução
Epidemiologia e patologia

Classificação de Buttram & Gibbons (1979)

*Classe I

*Classe II

*Classe III

*Classe IV

*Classe V

Classe VI

Classificação de Rock & Keenan 1992

Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)

Epidemiologia e patologia

Diagnóstico

Tratamento

Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso

Epidemiologia

Sintomas

Exame físico

Tratamento

Septo vaginal longitudinal

Geral

Diagnóstico

Tratamento

Hímen Imperfurado

Patologia

Quadro clínico

Exame físico

Diagnóstico

Tratamento
Anomalias cervicais

Geral

Tratamento

Anomalias uterinas

Geral

*Agenesia e hipoplasia uterina

*Útero unicorno

*Útero didelfo

*Útero bicorno

**Útero arqueado

**Útero septado

Anomalias associadas ao DES

Exames complementares

Histerossalpingografia (HSG)

USG

RNM

Histeroscopia

Laparoscopia

Gestação múltipla

Classificação

Epidemiologia

Importância (riscos)

Tipos biológicos

Monozigóticos

Dizigóticos

Adaptações maternas

Morbidade materna

Diagnóstico

Anamnese
Exame físico e obstétrico

Exames complementares

Aspectos fetais

Crescimento e desenvolvimento

Complicações

Assistência pré-natal

Objetivo

Seguimento

Preocupações

Assistência ao parto

Fatores

Período expulsivo

Gestações com três ou mais conceptos

Incompetência istmo-cervical

A. IIC

Epidemiologia

Etiologia

Anamnese

Sintomas

Patogenia

Geral

Causas

Diagnóstico

Clínico

História

USG

Entre gestações

Durante gestação

Tratamento
B. Cerclagem

Histórico

Cerclagem profilática

Geral

Sucesso e falha

Cerclagem de emergência

Indicação

Contraindicações

Técnicas

MacDonald

Shrodkar

Transabdominal

LASH

Riscos

Eficácia

Controvérsias

Rutura de membranas

Controvérsias

Revisão cochrane

Conclusão

Mecanismo de parto

Considerações gerais

Geral

Canal de parto

Força

Relações útero – fetais

Atitude

Situação

Apresentação
Variedade de apresentação

Variedades (tipos)

Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações

Cefálicas (fletidas e defletidas)

Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”)

Córmicas

Posição da cabeça

Conceito

Variações

Incidência de variações

Altura da apresentação (Planos)

DeLee

Hodge

Introdução

Insinuação ou encaixamento

Flexão

Descida

Rotação interna

Desprendimento da cabeça

Rotação externa

Desprendimento do tronco

Fases clínicas do parto

Partograma

Conceito

Importância

Vantagens de uso

Histórico

Fase latente

Fase ativa
Construção

Distócias

Geral

Parto precipitado (taquitócico)

Parada secundária da descida

Periódo pélvico prolongado

Fase ativa prolongada

Parada secundária de dilatação

Conclusões

Placenta prévia

Definição

Classificação

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

USG

Etiologia

Diagnóstico clínico

Diagnóstico por imagem

Ecográfico

Ressonância magnética

Tratamento

Conservador

Ativo

Pólipo Endometrial

Conceito e epidemiologia

Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)

Tratamento

Pré-natal
História

Objetivos do pré-natal

Quando iniciar?

Primeira consulta pré-natal

Identificação da paciente

Dados sócio-econômicos

Antecedentes pessoais

Antecedentes familiares

Antecedentes ginecológicos

Sexualidade

Antecedentes obstétricos

Higiene e orientações gerais

Queixas mais freqüentes

Exame físico

Geral

Palpação abdominal

Vacinação

Epidemiologia

Geral

Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)

Intervalos dos consultas

Consultas subquentes

Geral

Toque vaginal (escore cervical)

Ganho de peso durante gestação

USG

Exames solictados

Lista de exames

HB/Ht
Anemias

Sífilis

Bacteriúria assintomática

Teste anti-HIV

Toxoplasmose

Rubéola

Hepatite B

Diabetes

Infecções genitais

Citologia oncótica

Pseudo-Hermafroditismo Masculino

Etiologia

Cínica

Formas

Puerpério

A. Fisiologia

Conceito

Fenômenos involutivos locais

Útero: alterações macroscópicas

Útero: alterações microscópicas

Vulva e vagina

Ovários

Parede abdominal e períneo

Mamas

Modificações gerais no puerpério

Aparelho cardiovascular

Aparelho digestivo

Sistema hematopoético
Sistema neuropsíquico

Sistema endócrino e metabolismo

B. Patologia

Infecciosas

Conceito

Epidemiologia

Etiopatogenia

Vulvovaginite e cervicite

Endometrite/ endomiometrite

Anexite

Tromboflebite pélvica

Peritonite

Infecção do sítio cirúrgico

Fasciíte necrotizante

Infecção da episiotomia

Ingurgitamento mamário

Fissuras mamárias

Mastite

Hemorrágicas

Conceito

Hemorragias precoces

Hemorragias tardias

Sífilis Congênita

1. Introdução

2. Histórico

3. Classificação Evolutiva

a) Sífilis adquirida

b) Sífilis congênita
4. Transmissão Vertical

5. Epidemiologia

a) Geral

b) Fatores de risco

6. Manifestações Clínicas

a) Sífilis Congênita Precoce

b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis

c) Aborto por Sífilis

d) Sífilis congênita tardia

7. Avaliação Complementar

a) Microscopia

b) PCR

c) Testes Sorológicos

d) Estudo do LCR / Líquor

e) Radiografia de Ossos Longos

f) Vigilância Epidemiológica

8. Tratamento

a) Antibiótica

b) Medidas de controle

9. Sífilis x HIV

10. Observações

a) Tratamento Adequado

b) Falha Terapêutica

11. Bibliografia

Toxoplasmose Congênita

1. Introdução

2. Etiopatogenia

3. Epidemiologia da Toxoplasmose

a) Prevalência
b) Transmissão Materno-Fetal

c) Prevalência de soropositividade na gestação

d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal

e) Incidência da Toxoplasmose congênita

f) Susceptibilidade para Toxoplasmose

4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante

5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita

6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose

7. Infecção Materna

8. Infecção Fetal

9. Tratamento de Infecção Materna

10. Tratamento de Infecção Fetal

11. Tratamento na gestante (evidências)

12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose

13. Programa de Prevenção

14. Recommendações

Diagnóstico rápido

Conceito

Etiologia

Epidemiologia

Geral

Principais causas de leucorréia no brasil

Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial

Vaginose Bacteriana

Patologia

Epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)


Tratamento (Brasil - MS 2006)

Vaginose Bacteriana Recorrente

Geral

Tratamento

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)

Candidíase

Patologia

Epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Classificação

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (MS 2006 Brasil)

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)

Tricomoníase

Patologia e epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (MS 2006 - Brasil)

Tratamento – evidências dos estudos (cdc)

3. Anatomia

Texto sobre o trato genital feminino

Geral

1 - estudo do ovário

2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas

3 - Estudo do útero

4 - estudo da vagina
Anatomia de Mama

Imagens

A. Útero, ovário e as ligamentos

B. Músculos do pélvis

C.Mama

12.Outros

A. Geral

1. Exames Utilizados

2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP

4. Fluxogramas

1. Exames Utilizados

BIRADS - Cistometria de infusão - Cistos de mama - Climatério - Colposcopia - DTG /


Mola - Espermograma - FSH (homens) - Hepatite B - Incontinência urinária - Mamagrafia
- Metastases de câncer de mama (rastreamento) - Mola / DTG Pré-histeroscopia -
(Exames antes da) Quimoterapia - Rotina de ambulatório de mastologia - Pré-op - SU e
urocultura - USG mamária - VDRL

2. Prescrições

PRINCIPAIS Pre-cirurgica ginecológica - Pós-cirurgica ginecológica

ALFABÉTICA:

Abcesso de glândula de Bartholini - Abscesso de mama - ACHO - Acne - Alergia ao


remedio (reação alérgica) - Amniorexe - Anemia - Anticoncepção de emergência -
Anticoncepção hormonal oral - Anti-depressiva - Anti-tetânica - Ascaris (ovos de) -
Asma (crise) - Atrofia mucosa vaginal - Bacturia assintomática - Bartholinite –
Candidiase Ungueal - Candidíase vaginal (também veja: diagnóstico rápido) - Cefaléia
após Raqui – Celulite - Cisto ovariano simples - Climatério: queixas vasomotores -
Climatério: vagina seca (atrofia) - Coagulopatia - Constipação - Contraconcepção de
emergência – Contraconcepção hormonal oral - Corticoide (desmama) - Curativos
(escolha) - Curativos geral - Depressão - DIPA - Dismenorréia - Doença trofoblástica
gestacional (DTG) (Quimioterapia) – DTG (Quimioterapia) - Eclâmpsia – Endocardite
(profilaxia) - Endometrio (hiperplasia simples) - Endometrite – Endometriose - Erisipela -
Escabiose - Estupro (após) - Febre reumática + lesão de valvula - Gardnarella vaginalis
(também veja: diagnóstico rápido) - Gonorreia - Granuloma de cúpula vaginal - Herpes
genital – Herpes Zoster - Hiperplasia simples do endométirio - HIV - Íleo paralítica (pós-
cirurgia) - Infecção da FO: escolha curativos - curativos geral - ITU - HPV (tratamento de
lesões e vacina) - Lesões de HPV - Mastalgia pré-menstrual (MPM) - Menorragia -
Morning After Pill - Neurossífilis - Obstipação - Ovos de Ascaris - Pielonefrite - Pílula dia
depois - Pílula anticoncepcional - Pirose - Preparo intestinal para USG - Prisão de ventre
- Prurido pós-morfina - Puderdade precoce - Reação Alérgica (alergia ao remedio) -
Sífilis (não-neurossífilis) - Sindrôme de Ovários Policísticos (SOP) - Sangramento genital
(não grávida) - Sindróme pre-menstrual - Toxoplasmose - Tricomoníase (também veja:
diagnóstico rápido) - Trombose (profilaxia e tratamento)- Vacinação para HPV - Vagina
seca (atrofia) - Vaginose Bacteriana (também veja: diagnóstico rápido) - Valvulopatia
(após febre reumátia) - Vermes - Violência sexual (estupro)

3. Rotinas no IMIP

Rotina no ambulatório de ginecologia

Rotina no ambulatório de mastologia

Rotina na ginecologia (sexto andar)

Rotina no SIGO

4. Fluxogramas

Lesões de colo uterino - Sangramento vaginal

B. Fisiologia

Anticoncepcão hormonal oral e injetável - Ciclo Menstrual

C. Patologia

Amenorréia – Câncer de mama - Cancro Mole - Candidíase - Carcinoma de colo uterino -


Carcinoma do Corpo Uterino – Carcinoma do Endométrio - Carcinoma de Ovário -
Carcinoma de Vulva - Cefaleía após raqui - Cervicites - Complicações pós-operatório -
Diabetes e cirurgia - DIPA - Dismenorreía - Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA) -
Doenças sexualmente transmissíveis (DST) - Donovanose - Endometriose - Escabiose -
Esterilidade - Estupro (rotina ) - Gonocócicas - HELLP Síndrome - Hepatite B - Hepatite C
- Herpes Genital - Hiperplasia Endometrial - Hiperplasia Supra-Renal Congênita -
Hiperprolactinêmica – HIV – HPV (geral) - Incontinência urinária – Infertilidade -
Linfogranuloma Venéreo - (Câncer de) Mama - Mioma uterino – Mola completa e parcial
- Molusco Contagioso - Neoplasia de ovário - Pediculose Pubiana - Pólipo Endometrial -
Problemas (infecções) da ferida operatória - Pseudo-Hermafroditismo Masculino -
Puerpério (fisiologia e patologia) - Reposição hormonal - Sarcoma Uterino - Sífilis - Sín-
drome Hiperprolactinêmica - Síndrome De Ovários Policísticos (SOP) - Síndrome da
tensão pré-menstrual - TPM - Tricomoníase - Uretrites Não-Gonocócicas - Vulvovaginite
bacteriana - Vulvovaginites (com diagnóstico rápido) - Violência sexual (rotina)

D. Descrições e manuais dos procedimentos

Anticoncepcão hormonal oral e injetável - Cone Clássico - Drenagem de abscesso de


Bartholini - Drenagem de abscesso de mama - Esterilizações tubárias - Exame
Especular - Exame Ginecológico: genitalia externa - Exame de mamas – Exerése de
lesão condilomatosa - HTA - HTV + CPP - Laparotomia exploratório (LE) - Laqueadura
tubária (LTB) - Mastectomia radical modificada - Miomectomia (e taquelectomia) -
Nodulectomia – Ooforectomia - Ooforoplastia – Ooforoplastia para ovários
multipolicísticos

Pela ordem

1.Rotina de dia-dia

2. Prescrições

3. Descrição

4. Procedimentos

5. Exames complementares

6. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento

7. Abreviações no IMIP

8. Doenças

9. Anamnese e exame físico geral

10. Fone

11. Seminários

12. Outros
12. Protolos /Rotina nos setores
Rotina no ambulatório de ginecologia

Rotina no ambulatório de mastologia

Rotina no Banco de Leite Humano

Rotina no 4o CAM

Rotina na Ginecologia (6º CAM)

Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)

Rotina de neonatologia no pré-parto

Rotina no pré-parto

Rotina no puerpério

Rotina no SIGO

Rotina na Triagem

Rotina no Ambulatório Ginecológico

Anamnese - Lesões de colo uterino

Anamnese

A paciente volta. Anotar:

- Idade

- Paridade

- DUM

- MC (método concepcional)

- Queixas atuais

- Exame físico: colo + mamas

Rotina no Ambulatório de Mastologia


Anamnese - BIRADS

Também veja:

- Rotina de ambulatório de mastologia (exames complementares)

- Câncer de mama

Anamnese

Começa perguntar o seguinte:

- Idade

- Teve câncer de mama na família?

- DUM

- Queixas atuais

BIRADS

Escor Achados Conclusão ra- Risc Conduta


e de diológica o
BIRAD
S
0
Inconclusivo Complementação/Necessidade
de um exame adicional para
defenir
1
Mamas nor- MM (faixa etária) – Controle
mais anual
2
- Calcificações Benigno (B) MM (faixa etária) – Controle
vasculares anual
- Calcificações
cutâneas
- Calcificações
com centro lu-
cent
- Fibroadenoma
caclificada
- Cisto óleoso
(este-
atonecrose)
- Calcificações
de doença
secretária
“plasma
celtimalites”
- Calcificações
redondas
(acima de 1
mm)
- Calcificações
tipo melk of
cálcio
- Fio de sutura
calcificado
- Linfono
intramamária
3
-Nódulo de Provavelmente 2% Borderline: MM 6/6meses (1º
densidade baixa, benigno (PB) ano)
contorno regular, MM anual (2º e 3º ano)
limites definidos e Jovens: anual
dimensões não Historia familiar positiva:
muito grandes, biopsia
calcificações
monomórficas e
isodensas sem
configurar
grupamento com
caraterísticas de
malignidade
4
Nódula de Suspeito (sem Biopsia diagnóstica
conformo bocelado achados
irregular e limites típicos).
pouco definidos. Provavelmente
Microcalcificações maligno (PM)
com pleomorfismo
incipiente e
densidade
assimétrica,
algumas lesões
espiculadas.
4A
Suspeição 5%
baixa
4B
Suspeição 25%
intermediária
4C
Suspeição 70%
moderada
5
- Nódulo denos e Altamente 85% Biopsia diagnóstica
espiculado, suspeito.
microcalcificações Maligno (M)
pleomórficas
seguindo trajeto
ductal com
ramificações tipo
letra chinesa.
6
CA
comprovado.
Maligno
Comprovado
(MC)

Rotina no banco de leite humano

1) Desmame no 6o mês da vida

2) Leite artificial e desmame

3) Relactação

4) Critérios para doação e ordenha de leite


5) Coletar leite /ordenhar

6) Conservar leite (validade)

7) Consumir o leite humano (o estoque)

Desmame no 6º mês da vida

Durante o momento de transição (desmame):

1) Não use mamadeiras;


2) Identificar pessoas no risco de alergia
3) Introduzir os alimentos separados. Atenção: no início a criança vai rejeitar. A partir
do 4º mês pode introduzi uma papa salgada (que você pode misturar com leite)
4) Oferece frutas no modo duma papa. Dê durante 3 dias e depois introduzir outra
fruta.

Dieta 6º mês

Frutas: banana, maça, pêra, melão, melancia, acerola, cajá, caju, goiaba, laranja

Verduras: chuchu, cenoura, batata, jerimum, beterraba, espinafre, repolho, couve

* Sem sal e sem açúcar. Gordura = > use 01 colher de chá de margarina ou óleo
vegetal

Iniciar com gema cozida ¼. Três vezes por semana, ir aumentando até a gema inteira.

Temperos: coentro, cebola, cebolinho

Teste: primeiro dia: 01 colher de chá.

Cardápio:

1) 6-7 horas: peito


2) 8-9 horas: lanche (fruta)/ papa / suco
3) 11-12 horas almoço: sopas / purês e peito
4) 14-15 horas lanche (frutas)/ vitamina/sucos/ geléia/iorgutes
5) 17-18 horas (inhame/macaxeira/cuscuz/banana comprida/banana doce) e peito
6) Caso bebê acorde à noite: água

Leite artificial (criança não mama) e desmame

Leite de vaca:

No 1º - 4º mês: 2 unidades de leite + 1 unidade de água. Depois coloque em cada 100


ml de 01 colher de açúcar.
OU: leite Nan 1 medido para cada 30 ml.

A partir do 2º mês: ferro (10 mg/kg/dia) (até 2 anos) + suco

A partir do 4º mês: 2 vezes ao dia cereal (trigo, arroz) e papinha salgada ou de frutas.

A partir do 6º mês: legumes, milho, cocos, feijão

A partir do 8º mês: 2º papa salgada

A partir de 1½ anos: chocolate e leite modificado

Relactação

Solução para material de relactação (seringa e sonda) e bico de silicone:

- 1 litro de água fervida e fria

- 1 colher de sopa de água sanitária

Obs: esta solução deve ser trocada a cada 24 horas

Antes de colocar o material na solução lavar com água e sabão neutro

- Use o material não mais que 4 vezes (????)

- Colocar o material na solução por no mínimo 30 minutos

Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite


1) Não ingerir mais de 6 xícaras de cafezinho por dia
2) Bebidas alcoólicas: no máximo duas doses/dia/ocasionais e ordenha pelo menos 6
horas após a ingesta
3) Cigarros: no máximo 10 cigarros/dia
4) Drogas ilegais (maconha, cocaína, cola etc.): não permitido
5) Doenças infecciosas: quais? Não permitido
6) Hepatite ou icterícia: informa se foi portadora e quando
7) Transfusão de sangue: quando?

Coletar leite /ordenhar


1. Usar vidros de café solúvel e/ou maionese com tampa plástica (retirar papelão da
tampa)
2. Colocar na panela com água e deixar no mínimo por 15 minutos
3. Antes de ordenhar: retirar adornos (anéis, pulseiras, relógio); lavar as mãos e
antebraços com água e sabão; e as mamas com água; proteger nariz e boca com
pano limpo e prender os cabelos com lenço ou touca para banho.
4. Massagear as mamas e desprezar os primeiros 5 jatos de leite
5. Balançar os peitos com o corpo para frente para facilitar a saída do leite
6. Retirar o leite do peito por aproximadamente 5 minutos em cada mama. Repita o
processo até completar pelo menos 20 minutos no total
7. Encher o vidro até 2 cm abaixo da tampa

Conservar leite coletado (validade)

Em temperatura ambiente:

Até 2 horas

Na geladeira:

Leite cru – até 12 horas

Leite pasteurizado degelado – até 24 horas

No freezer:

Leite cru – até 15 dias

Leite pasteurizado – até 6 meses

Consumir o leite humano


1) Descongelar (ferver a água; desligar o fogo; colocar o vidro de leite em banho-
maria; descongelar o leite; deixar ‘pedra’ de leite congelado de +/- 3 cm; retirar o
frasco do banho-maria
2) Homogeneizar (balançando o vidro vagarosamente até que o leite esteja uniforme e
a ‘pedra’ de leite tenha descongelado por completo fora do banho-maria);
3) Guardar restante na geladeira – Max 12 horas (leite cru) ou 24 horas (leite
pasteurizado)
4) Não congelar novamente
5) Oferecer o leito de copo ou colher

Rotina no 4o CAM

PE Grave

Preencher:

- fluxograma para SHEG (rotina PE),

- folha de pré-natal (com CS, Hb, Ht, VDRL, citologia, colposcopia e outros exames)
- anamnese e exame físico completo (com coleta de citologia se necessário)

- Solicito: USG com Doppler (se IG > 24-28 sem), proteinuria de 24 horas, parecer
cardiologia, fundoscopia, rotina PE

- USG com doppler:

Normal -> repetir com 15 dias

Aumenta de resistência de art. Umbilical -> repetir com 7 dias

Centralização -> repetir com 3 dias

Diastole zero (com resto normal) -> repetir com 1 dia

Rotina na Ginecologia (sexto andar)

Admissão

Diabetes e cirurgia

Mola / DTG

Pré-op

Preparo para tomografia (paciente alérgico)

Profilaxia da endocardite e TVP/TEP

Também veja: Complicações pós-operatório

Admissão duma paciente nova

1. Colocar no prontuário: admissão permanência. Paciente adimitida para realizar .......

2. Anamnese (importante: medicamentação e alergias)

3. Exame físico

4. Anotar resultado dos exames (laboratoriais e histopatologia)

5. Conduta

Obs: também veja pré-operatório e exames antes da quimoterapia

Diabetes e cirurgia
Também veja o seminário Diabetes e cirurgia

DM tipo 2 em us de hipoglicemiante oral pre-op


DM tipo 2 em uso de insulin pre-op
DM tipo 1 pre-op
Admissão
DM tipo 2 em uso de hipoglicemiante oral pós-op
DM tipo 2 em uso de insulina / DM tipo 1 pós-op

DM tipo 2 em us de hipoglicemiante oral pre-op

Também veja: Admissão

- Sufloniureias (ex. Glibenclamida): suspender 48 horas antes do procedimento (perigo


de hipoglicemia)
- Biguanidas (ex. Metformina): suspender 48 horas antes do procedimento (ácido
láctica)
- Tiazolidinodionas: supsender com o jejum
- Inibidores de alfa-glocosidas: suspender com o jejum
2. Instituir insulinaterapia: basal/bolus
3. Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00
horas)(????): SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/min

DM tipo 2 em uso de insulin pre-op

Também veja: Admissão

- Manter insulina até data de cirurgia

- Suspender basal na manhã do procedimento

- Controle com GC + Bolus, SN

- Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00


horas)(????): SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/

DM tipo 1 pre-op

Também veja: Admissão

Manter insulinoterapia até data da cirurgia

GIK / G + I

Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00 horas)(????):


SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/
Admissão

- Internar 48 horas antes do ato cirúrgico

- Suspender hipoglicemiantes

- Prescreva para a manhã do dia do procedimento (a partir de 6.00 ou 7.00


horas)(????): SG 5% 475 ml + 2,5 amp glicose 50%, EV, 28 gts/

- Solicito Glicemia de jejum + HbA1C, Creat e Uréia

- Introduzir esquema basal bolus 0,4 UI/kg/dia (OU simplificado: Peso X 0,2 – fonte:
Renata Paixião)

* 50% basal – 2/3 jejum/manhã + 1/3 à noite

- HGT antes das refeições e às 22 horas

- Correção com insulina regular:

70-150: nada

151-200: 2 UI

201-250: 4 UI

251-300: 6 UI

301-350: 8UI

> 350: 10 UI

Alvo: jejum < 126 mg/da

Prandias: 180-200 mg/da

DM tipo 2 em uso de hipoglicemiante oral pós-op

- Dieta zero: manter esquema GC/Bolus + SG 10% (21 ml/h)

- Reintrodução a dieta: manter insulinoterapia basal bolus

- Quando funções normais: retorna hipoglicemiantess

Atenção se tiver: Creat > 1,4 e/ou infecção => manter insulina (esquema intensivo)

DM tipo 2 em uso de insulina / DM tipo 1 pós-op

- Dieta zero: manter esquema GC/Bolus + SG 10% (21 ml/h)


- Reintrodução da dieta retornar insulina basal/bolus (dose domiciliar) se aceitação
alimentar

- Se tiver infecção: esquema intensivo

Rotina no caso de mola / DTG

1. Tratatmento hospitalar: Curetagem uterina. Solicitar beta-HCG (quantitativo)


antes da curetagem.

2. Início no 6º andar: solicitar raio-x de tórax, beta-HCG. Em casos especiais:


coagulograma, função renal e funçao hepática (quais casos especiais????)

3. Se tiver fluxo no eco endometrial => Faz histeroscopia quando beta-HCG está
ascendente ou em platô.

4. Preencher fluxograma de DTG

5. Semanal beta-HCG até queda da beta-HCG em 3 vezes seguintes, depois beta-HCG


de 15/15 dias. Exame físico as primeiras 3 semanas. No exame físico pesquisa
tamanho de útero e manchas (=metástases) na parede vaginal

6. Alta hospitalar: se quadro clínico estiver bom e queda da beta-HCG em duas


vezes seguintes. Após 3 quedas seguintes: beta-HCG de 15/15 dias até HCG zerou.

7. Alta sempre com anticoncepção (temos caixas com ACHO no 6º andar =>
preencher recetuário e depois você pode dar uma caixa à paciente).

8. Ambulatório: Retornar ao ambulatório com um mês. Faça beta-HCG semenal (dar 4


solicitações à paciente)

9. Beta-HCG semenal até 3 quedas seguintes, depois beta-HCG de 15/15 dias. Caso se
beta-HCG zerou: beta-HCG de 1 mês/1 mês.

10. Mensalmente beta-HCG durante 01 ano [ou 6 meses????) Se tiver um aumento de


valor de beta-BCG pense numa nova gravidez. Observa o nível de beta-HCG e
repetir se necessário a beta-HCG com 24-48 horas (na gravidez o valor dubra em
24 horas??) antes de iniciar terapia.

11. Permitir gravidez 12 meses (OU 6 meses se a paciente quiser engravidar logo) após
a beta-HCG se tornou 0.

Pre-operatório
Controle na colocação no mapa cirúrgico

Cuidados gerais pré-op

Manuesio das pacientes que já usam remédios

Parecer cardiologia (classificação ASA)

Controle antes a colocação no mapa cirúrgico

1. Observação: cirurgia de mama, histeroscopia e endoscopia -> os R1s não precisam


fazer nada; tem uma residente especial para fazer isso.

2. Histeroscopia: se procedimento diagnóstico -> não precisa fazer pré-op.

3. Exame físico: não esqueça toque retal!

4. Anamnese

5. Solicitar Hb + Ht o dia antes da cirurgia para doenças que sangram ou que


consumem muito sangue (tumores oncológicos, mioma grande etc.)

6. Reserva de sangue:

0 unidades para LTB e cirurgias pequenas/ fora da cavidade abdominal

1 unidade para histerectomias, ooforectomia e cirurgias grandes não-oncológicas*

* ás vezes, no caso de anemia, cirurgias > 2horas, miomas grandes, tipo de


sangue raro (AB-, B-) etc, o cirurgião pode pedir mais uma unidade.

3 unidades para cirurgias oncológicas (Dr. Arthur, Dr. Mário)

RESERVA ANTES ÀS 15.30 HORAS!

- Obs. No caso na véspera duma cirurgia não-oncologica duma Hb < 9,0:


hemotransfusão com 2 unidades de CH, agora.

- Obs. No caso duma na véspera duma cirurgia (Dr. Arthur) oncologica duma Hb <
11,0: hemotransfusão com 2 unidades de CH, agora.

7. Validade dos exames laboratoriais: Hemograma, VDRL e Glicemia de jejum validade


de 6 meses.

8. USG: USG tem uma validade de 1 ano no caso de miomas e cistos. Somente
necessária quando precisar avalição da cavidade abominal (então: pré-requisito se
tiver cirurgia intra-abdominal)

9. Pré-op: Verficar se fosse feito pré-op. Se não: solicitar pré-op. Observação com o
SU: trate uma queixas e não um papel. 1) Pctes sintomáticas: tratar, 2) Pctes
assintomáticas e > 9 piócitos: urocultura. Nitrito positivo: tratar (Nitrito positivo:
85% sens, 100% espec) Urocultura: postivo se 100-1000 UFC em sintomáticas,
100.000 UFC em assintomáticas. Mais do que um germe: contaminação.

10. Citologia: 2 citologias anuais normais => pedir citologia a cada 3 anos. Se tiver
citologia alterada (com atipia) e/ou falta uma citologia: solicitar citologia
ambulatorial (não com a paciente internada – se possível)

11. Colposcopia: não requisito. Necessário fazer se: citologia com atipia E/OU exame
ginecológico com lesão de colo importante (Teste de Schiller negativo por exemplo)

12. Parecer cadiologia e raio-X de tórax: parecer cardiologia se idade > 45 anos e/ou
co-morbidade associada (como hipertensão), Raio-X de tórax se idade > 65 anos

13. Histeroscopia: necessário se paciente > 45 anos e ECO endometrial alterado OU se


sangramento sem causa determinado. Obs.: se tiver sangramento importante =>
curetagem => a paciente pode aguardar resultado da histopatologia em casa

14. Preencher ficha pre-cirúrgica

15. Obs.: Ooforectomia profilática com as pctes ≥ 50 anos (para evitar CA de ovários)

Prescrição no dia antes da cirurgia

Obs. No dia da cirurgia: não precisa fazer uma nova prescrição antes da cirurgia

Cuidados gerais pré-op

- Identificar e tratar vulvovaginites

- Identificar e tratar doenças de pele

- Sempre orientar a paciente a procurar o HEMOPE para realizar doações específicas

- Recomenda-se que a transfusão seja realizada pelo menos 24 horas antes da cirurgia

- SVD sempre

- Tricotomia (apenas na área de atuação cirúrgica e em prazo inferior à 1 hora antes da


cirurgia)

- Orientar não usar esmalte nas unhas (dificulta oximetria)

- Antibioticaprofilaxia: cefazolina 1 g EV na indução anestética. A dose deve ser


repetida se a cirurgia durar mais que 3 horas

- Medicação pré-anestética: diazepam 10 mg (na véspera pré-cirúrgica)


Manuesio das pacientes que já usam remédios (não-hipoglicemiantes)

Uso de medicamentos:

- ACHO: idealemente suspendê-los 30 dias antes da cirurgia com a finalidade de


diminuir o risco de TVP. No entanto, esse risco parece desprez’vel com os preparados
de baixa dosagem.

- TRH: mantida até o internamento e reinciada após a alta

- Aspirina: dose acima de 150 mg/dia está associada com maior incidência de
sangramento intra-operatório. Deve ser suspensa 3 (????) semanas antes da cirurgia.

- Corticóide: se o uso é prolongado (> 1 sem), utilizar hidrocortisona 100 mg na noite


de véspera, na manhã da cirurgia e então a cada 8 horas

- Heparina: sua dose habitual mantém o tempo de coagulação +/- 2 vezes o valor
normal. Seu efeito termina 3-4 horas após uso (????). Em cirurgias de em emergência
pode-se usar o sulfato de protamina

- Cumarínicos: se o tempo de protrombina é 2 x o valor normal a cirurgia pede ser


realizada. Se excede este valor a profilaxia com Vitamina K 5 mg VO ou IM, é
recomendada, espere-se que o tempo de protrombina caia até 40% em 4 horas e
retorne ao normal em 24-48 horas. Se reversão rápida e imediata é desejável, pode-se
utilizar plasma fresco congelado.

Parecer cardiologia

Caso pcte > 45 anos s/ outras patologias cardiovasculares OU pcte > 40 anos (???) +
morbididade leve como HASC (obs. Eu sempre peço parecer se tiver morbididade)

Classificação ASA

Classe I: paciente normal e saudável. Mortalidade: 0,08%

Classe II: Paciente com doença sistêmica leve. Mortalidade: 0,27%

Classe III: Paciente com doença sistêmica grave, no momento não incapacitante.
Mortalidade: 1,82%

Classe IV: Paciente com doença sistêmica grave, incapacitante, que o mantém em de
risco de vida. Mortalidade: 7,76%

Casse V: Paciente moribundo, não se esperando sua sobrevivência nas próximas 24


horas sem cirurgia. Mortalidade: 9,38%

Preparo para tomografia – paciente alérgico

Exame de manhã
Exame de tarde

Exame de manhã

Vespera do exame:

1. 8.00 horas da manhã:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

2. 20.00 Horas da noite:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

No dia do exame:

Vir em jejum de 12 horas

3. Às 6.00 horas:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

4. Às 7.00 horas:

Fenergan ou polaramine 50 mg 01 cp

Exame de tarde

Vespera do exame:

1. 14.00 horas da manhã:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

2. 0.00 Horas da noite:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

No dia do exame:

Vir em jejum de 6.00 horas (alimentar-se até 8.00 horas da manhã)


3. Às 12.00 horas:

Prednisona 20 mg 2,5 comp VO

4. Às 13.00 horas:

Fenergan ou polaramine 50 mg 01 cp

Profilaxia da endocardite e TVP/TEP

1. Profilaxia da endocardite

Prescrever:

30 min antes da cirurgia:

Ampicilina 2g, EV, agora

Gentamicina 80 mg (OO melhor: 1,5 mg/kg até 120 mg) + SG 5% 100 ml, EV, em 20
min

+ 6 horas após a cirurgia:

Ampicilina 1g, EV, agora

A pcte precisa no caso de:

2) Protéses valvares

3) Endocardite anterior

4) Distúrbios ventriculares

5) Estenose valvar

6) Coactação da aorta

7) Estenose bicúspede e aórtica

8) Disfunção intracardíaca

9) Cardiopatia hipertrófica

10) PNM com regurgitação

2. Profilaxia de TVP/TEP
Prescrever: Heparina 5-10.000 UI s.c. 12/12 horas até 6 horas ápos a cirurgia ou até
deambular

Poderia prescrever no caso de (não é regra no IMIP, tem que discutir com o staff):

Risco alta (20-40%): idade >60 anos ou malignidade

Risco muito alta: historia prévia de TVP ou hipercoagulobilidade

Outros dizem: usar meias elásticas / faixas de crepe se: > 45 anos, obesa, diabética,
pneumopatia crônica ou grande cirurgia.

Heparina 10.000 UI 12/12 h no caso de:

1) Wertheim-Meigs

2) Cirurgia em pacientes oncológicas

3) História pregressa de TVP

4) Varizes calibrosas

5) > 60 anos.

Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)

- Controlar exames de pré-op

- Controlar indicação

- Fazer exame especular para avaliar corrimento

- Para as pacientes que vou fazer uma videolaparoscopia:

Ducolax 02 cp VO à noite 2 dias antes da laparoscopia, nada de feijão ou farinha nos


dias antes da cirurgia e laver o úmbigo 10 vezes 2 dias antes do procedimento.

- Ao final: entregue a junta à paciente

Rotina de neonatologia no pré-parto

APGAR

VIG e QH

Formulas

Prescrições
APGAR

Critério 0 1 2

Respiração Nada Irregular, gemendo Bom, choro forte

Freq. Cardíaca Nada < 100/min > 100/min

Tônus Flácido Alguma flexão dos Movimento ativo


membros dos membros

Cor Cianótica/palido Cianose periférico Corpo inteiro de


cor rosa

Reação/reflexos Nada Alguma reação Reação normal/


choro forte

Hipóxia:

Grave: Apgar 1 min < 4 + Apgar 5 min < 4

Moderado: Apgar 1 min < 4 + Apgar 5 min < 4-7

Leve: Apgar 1 min 4-6 + Apgar 5 min > 6

Atenção: após um episóde de hipóxia suspender a dieta por causa de Síndr. de


Reperfusão = > risco de enterocolite necroticans

VIG e QH

1) QH = quota hídrica = > ml/quilo/dia

Prematuro: 70 ml/quilo/dia; VIG 5 mg/kg/dia, Ca 300 mg/kg/dia

Termo: 80 ml/kg/dia; VIG 5; Ca 200

2) Gg = glicose em 24 horas = > Gg = VIG x Peso (kg) x 1,44


3) VIG = mg/kg/min – pós-parto: em geral 5 mg/kg/dia

24 horas = 1.440 min => /1000 para transformar para g (em vez de mg) = 1,44

SG 5% = > 100 ml tem 5 g de glicose


SG 50% => 100 ml tem 50 g de glicose

SG 50% = {(Gg x 20) – QH} / 9

SG 5% = QH – SG 50%

4) Na total = mEq/kg x kg. NaCl 20% 1ml tem 3,4 mEq


5) K total = mEq/kg x kg. KCl 10% 1 ml tem 1,3mEq
6) Ca total = mg/kg x kg. GlucCa 10% 1ml tem 100 mg

Exemplo:

peso 1,7 kg

QH 120

VIG 4,5

Gg = VIG x Peso (kg) x 1,44 = 4,5 x 1,7 x 1,44 = 11,0 gramas de glicose

QH = 120 x 1,7 = 204

Formulas

Gg = VIG x Peso (kg) x 1,44

SG 50% = {(Gg x 20) – QH} / 9

SG 5% = QH – SG 50%

Na total = mEq/kg x kg. NaCl 20% 1ml tem 3,4 mEq

K total = mEq/kg x kg. KCl 10% 1 ml tem 1,3mEq

Ca total = mg/kg x kg. GlucCa 10% 1ml tem 100 mg

Prescriçãoes

RN e mãe s/problemas (baixo risco)


1) Ao alojamento conjunto
2) Seio Materno livre
3) Vitamina K 10 mg/ml, 0,1 ml IM
4) Álcool 70% no coto umbilical 4 vezes ao dia
5) Cuidados gerais
RN de mãe com (por exemplo) pré-eclâmpsia
1) CI (= cuidados iniciais = > RN está bem, mas não pode ficar com a mãe, por
exemplo no caso de pré-eclampsia)
2) Ordenhar ou LMP (=leite materna pasteurizado) 10 ml VO 3/3 ml
3) Vitamina K 10 mg/ml, 0,1 ml IM
4) Álcool 70% no coto umbilical 4 vezes ao dia
5) Cuidados gerais

RN Prematuro

1) Berçário

2) Incubadora
3) CPAP Nasal FI O2 40% e PEP +5
4) SOG aberta
5) Dextro às ..... horas (+ 3 horas pós nascimento), .... (+6 horas), ..... (+ 12 horas),
..... (+ 24 horas)

Comunicar se < 40.

6) Decúbito elevado
7) Reavaliar com 2 horas
8) Cuidados Gerais

RN de mãe diabética

1) Bercário????

2) Seio Materno livre????

3) Dextro após 1, 2, 3, 6, 12 e 24 horas de depois: se necessário

Se < ou = 40 comunicar e iniciar soro SG 10% 10 ml VO no 1º dia (+ 10 ml/dia de


vida). => Se não melhorar: soro, EV com VIG 5

6) Vitamina K 10 mg/ml, 0,1 ml IM


7) Álcool 70% no coto umbilical 4 vezes ao dia
8) Cuidados gerais

Rotina no Pré-Parto

- Analgesia durante o parto normal. Mais risco de bexiga cheia e com isso mais risco de
atonia uterina pós-parto. Realizar um clampeamento do cordão retardado pór 2 min,
porque existe um certo anemia fetal. (Fonte: Juliana R2 – 16/4/09)
- Prescrições em uma via só com exceção das pacientes que vão ser transferidas para
outras enfermarias, elas precisam prescrições em duas vias

- Partograma: triangulo para indicar a dilatação, circulo para indicar a posição da


cabeça (qual plano de Hodge). Primeira anotação: faça uma línea horizontal de 4
quadros naquela quantidade de dilatação. Nas primiparas: coloque depois uma línea
diagonal (de 45% ou 1 por 1 quadro) e mais um línea assim 4 quadros mais tarde (o
resultado são 2 líneas paralelas).

- RN Morto. três situações: 1. RN: feto que nasceu com um peso < 500 gramas: não
precisa preencher uma Declaração de óbito. 1. RN: feto que nasceu morto e tem mais
que 500 gramas (e mais que 20 semanas): nós temos que preencher a Declaração de
óbito. 2. RN: feto com qualquer idade e com sinais de vida: a pediatra preenche a
Declaração de óbito.

- Veja: Indicações de Cesárea

- Veja: Partograma

- Veja: Prenatal

Rotina no Puérperio

Pós-parto normal:

- sempre prescrições em duas vias

- alta hospitalar após 24 horas (PODE dar alta mais cedo; 24 horas é porque é
importante para a pediatra. Principalmente após FM ou curetagem você pode liberar a
paciente mais cedo)

- resgatar CS, TL e TR de HIV

- veja: prescrição pós-parto normal, possibilidade de sensibilização da mãe (anti-Rh),


prescrição alta hospitalar após o parto

Pós-Parto Cesáreo:

- sempre prescrições em duas vias após 48 horas

- resgatar CS, TL e TR de HIV

- veja: prescrição pós-PC (24-48 horas), possibilidade de sensibilização da mãe (anti-


Rh), prescrição alta hospitalar após o parto
Pós- Pre-eclâmpsia:

- Alta após uma rotina PE

- Pressão arterial estável (não picos hipertensivos) e normal com ou sem uso de um
hipotensor

Rotina no SIGO

Veja:

1) Problemas (infecções) da ferida operatória

2) Tipos de fios cirúrgicos

3) Corioamnionite

4) DIPA

Rotina na triagem

Estupro (após) - - Violência sexual (após)

Estupro (após) / violência sexual

Abordagem inicial:

1. Tratamento imediato dos traumatismos físicos

Lesões importantes que ameacem a vida ou causem desconforto e dor à paciente


devem ser imediatamente tratadas, muitas vez antas obter a historia completa

2. Assegurar um ambiente de privacidade, respeito, segurança e conforto para a


vitima.

3. Anamnese: história do episódio de violência e antecedentes (pessoais,


ginecológicos, obstétricos)

4. Exame físico gentil porém minucioso, procurando-se eventuais lesões.

Exames completares:

1) Coleta de material => na Instuto de Medicina Legal (IML)


2) Classificação sanguínea

3) ELISA e teste rápido de HIV

4) VDRL

5) Planoteste (ser tivesse atividade sexual anteriormente sem contracepção)

6) HBsAg

7) Cultura de secreção vaginal e do canal cervical (Gonorréria + Clamídia)

8) Exame a fresco do conteúdo vaginal e cervical (Tricomonas)

9) USG (se estiver grávida ou com suspeita de traumas internos)

Cuidados ambulatórias

1) Apoio psicológico

2) ELISA de HIV: repetir com 3 e 6 meses

3) VDRL: repetir com 6 semanas

4) Exame pélvico com 2 semanans, 2 e 4 meses [DST]

5) Citoligia e colposcopia com 1 mês e 4 meses [lesões de HPV]

Também veja: prescrição no caso de estupro e Rastreamento de violência contra


mulher (Abuse Assesment Screen)

10.Prescrições
A. Indicação - Alfabético

B. Medicamento - Alfabético

C. Drogas na gravidez

D. Drogas e lactação

2A. Indicação alfabética

PRINCIPAIS Pre-cirurgica ginecológica - Pós-cirurgica ginecológica - Pós-parto normal -


Pós-PC (imediato) - Pós-PC (24-48 horas)

ALFABÉTICA:
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

Abortamento de repetição (e gravidez nova) – Abcesso de glândula de Bartholini -


Abscesso de mama - Abscesso tubo-ovariano - ACHO - Acne - Alergia ao remedio
(reação alérgica) - Amniorexe - Anemia – Anemia falciforme – Anticoncepção de
emergência – Anticoncepção hormonal oral - Anti-depressiva - Anti-têtano – Ascaris
(ovos de) – Asma (crise) - Atrofia mucosa vaginal

Bacturia assintomática - Bartholinite

Candidíase Inguinal - Candidíase Mamilar – Candidiase Ungueal - Candidíase vaginal


(também veja: diagnóstico rápido) - Cefaléia após Raqui – Celulite – Cisto ovariano
simples - Climatério: queixas vasomotores - Climatério: vagina seca (atrofia) -
Coagulopatia – Coalescência das nimfas (lábios pequenos) – Constipação -
Contraconcepção de emergência – Contraconcepção hormonal oral – Convulsões e
eclâmpsia - Corioamnionite - Corticoide (desmama) - Curativos (escolha) - Curativos
geral - (Após) Curetagem

Depressão – Diabetes – Dilatar o colo (durante TP) - DIPA – Dismenorréia - Doença


trofoblástica gestacional (DTG) (Quimioterapia) - Dor cólica (na Triagem) - Dor continua
(na Triagem) – DTG (Quimioterapia)

Eclâmpsia – Edema aguda de pulmão - Endocardite (profilaxia) – Endometrio


(hiperplasia simples) – Endometriose - Endometrite – Erisipela – Escabiose – Estupro
(após)

Febre reumática + lesão de valvula - Fissura mamilar profunda – Fluxo reduzido

Gardnarella vaginalis (também veja: diagnóstico rápido) – Gonorreia – Granuloma de


cúpula vaginal - Gravidez (cedo)

H
HELLP síndrome – Herpes genital – Herpes Zoster - Hiperêmesis gravídica – Hiperplasia
simples do endométirio - Hipertensão pré-parto - Hipertensão pós-parto –
Hipoestrogenismo - HIV – HPV (vacina e tratamento de lesões)

Íleo paralítica (pós-cirurgia) - Infecção da FO: escolha curativos - curativos geral -


Imaturidade pulmonar (IG < 35sem) – Indução da lactação - Indução do parto –
Infecção de trato urinário - Ingurgitamento (de mama) - Inibir produção do leite –
Insuficiência cardíaca fetal - Isoimunizaçõ (Anti-Rh) - ITU

Lesões de HPV

Mastalgia pré-menstrual (MPM) – Mastite - Menorragia - Morning After Pill

Neurossífilis

Obstipação - Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado) -


Ocitocina intra-parto – Ovos de Ascaris

PE Grave (pré-parto) - PE Grave (pós-cesárea) - PE-Grave (pós-parto normal) – PE Leve


(sem TP franco) - PE Leve (com pcte em TP franco) - Pielonefrite – Pílula
anticoncepcional - Pílula dia depois - Pirose – Pneumonia - Preparo intestinal para USG –
Prisão de ventre - Prurido pós-morfina – Puderdade precoce

Reação Alérgica (alergia ao remedio) – Reposição hormonal

SAAF – Sangramento genital (não grávida) - Secar as mamas - Sífilis (não-neurossífilis)


– Sindrôme de Ovários Policísticos (SOP) – Sindróme pre-menstrual

Tétano - Toxoplasmose - TPM - TP + historia de sepse numa gravidez anterior - TPP


(também veja: Diagnóstico rápido) - Tricomoníase (também veja: diagnóstico rápido) -
Trombose (profilaxia e tratamento)
V

Vacinação para HPV - Vacinação contra Tétano – Vagina seca (atrofia) - Vaginose
Bacteriana (também veja: diagnóstico rápido) – Valvulopatia (após febre reumátia) –
Vermes – Violência sexual (estupro) - Vômitos + gravidez

Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica

1. Dieta livre, zerar às 22 h

2. Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6h, S/N

3. Metoclopramida 10 mg 1 amp IM, 8/8h, S/N

4. Diazepam 10 mg, 1 cp, VO, às 22 h -> tb preencher recetuária rosa

5. Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO/dia

6. Comunicar anormalidades

7. Checar reserva sanguinea!

8. Asseio corporal 1 horas antes do procedimento

9. SSVV + CCGG

Obs. No dia da cirurgia: não precisa fazer uma nova prescrição antes da cirurgia

Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)

1. Dieta livre após 8 horas

2. Venóclise:

SRL – 1000 ml, EV, 40 gts/min

Alternar com:

SF 0,9% - 1000 ml, EV, 40 gts/min


3. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD, EV, 6/6 horas, fixo

4. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 1 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N

5. Sulfato ferroso 40 mg 1 dg VO ao dia [OU em dias alternados – hoje: dia sim,


amanhã: dia não. Obs: 2/2 dias tem menos efeitos adversos, mesma absorpção]

6. Observar sangramento e comunicar anormalidades

7. Manter SVD por 12 horas

8. SSVV + CCGG

Prescrição pós-parto normal

1. Dieta livre após 2 horas

2. Dipirona 500 mg, 1cp, VO, 6/6h, S/N (OU fixo)

3. Sulfato ferroso 40 mg 1dg/dia VO [OU em dias alternados – hoje: dia sim,


amanhã: dia não. Obs: 2/2 dias tem menos efeitos adversos, mesma absorpção]

4. Observar sangramento e comunicar anormalidades

5. [Se tiver uma laceração:] Crioterapia em região vulvaperineal por 20 minutos


(OU 10 min) / horas durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem intervalos: causa
necrose)

6. SSVV + CCGG

7. Ao 5 Andar

Obs.: também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8
gts/min

Caso especial: Alergia de dipirona:

1) Paracetamol 500 mg 1 cp VO 6/6h

OU

2) Tylex (paracetamol + codeine) 30 mg VO 6/6 horas -> também precisa


preencher a receituário rosa

Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)

1. Dieta zero, livre após 8 horas [OBS. Pode iniciar dieta líquida após 6 horas]

2. Venóclise:

SF 0,9% 1000 ml, EV, 40 gts/min


Alternar com: SRL 1.500 ml, EV, 40 gts/min

3. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 1 amp, EV, 8/8 horas, S/N

4. Dimeticona 40 mg 2 cp VO 8/8h

5. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas

OU/E: Diclofenaco sódico, 01 sup, VR, 8/8h -> as primeiras 48 horas pós
cesárea. NÃO USAR NO CASO DE: PE ou hipertensão

6. Crioterapia abdominal por 20 minutos/ hora durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem
intervalos: causa necrose)

7. Observar diurese e sangramento vaginal e comunicar anormalidades

8. SSVV + CCGG

9. Ao 5 Andar

Obs.:

- também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min

- não prescreve SG 5% após o parto para hidratar a paciente.

Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)

1. Dieta livre (OU: laxante)

2. Venóclise: SUSPENSO ou: Retirar venóclise após o termino de hidratação (veja


prescrição anterior)

3. Dipirona 500mg, 1cp [OBS: melhor usar 2cp nas primeiras 24 horas] , VO,
6/6horas, fixo [E/OU Diclofenaco sódico, 01 sup, VR, 8/8h]

4. Dimeticona 40 mg 2 cp VO 8/8h

5. Sulfato Ferroso 40 mg 1dg/dia VO [OU em dias alternados – hoje: dia sim,


amanhã: dia não. Obs: 2/2 dias tem menos efeitos adversos, mesma absorpção]

6. Metoclopramida 10 mg 1 amp, IM, 8/8 horas SN

7. Estimular deambular

8. SSVV + CCGG

Casos especiais:
- Quando não tem evacuações e tem RHA+ : óleo mineral 10 ml VO 8/8h até
evacuações

- Caso evacuação espontânea não se estabelece depois 48-72 horas: Supositório de


glicerina, VR, dose única

- Alergia de dipirona: Tylex (paracetamol + codeine) 30 mg VO 6/6 horas -> também


precisa preencher o receituário de cor rosa

Obs: Sulfato ferroso 40 mg – prescrever para todas as pacientes (coradas ou


hipocoradas)

Abortamento de repetição (e gravidez nova)

A partir de 2 abortos anteriores sem exames complementares anteriores você pode


prescrever:

1. Ácido Acetilsalicílico 100 mg, VO, duas vezes por semana (Dra Emanuelle: NÃO
EXISTEM EVIDENCIAS QUE SOMENTE AAS PODE PREVENIR UM ABORTO; Eu: porém
pode prescrever 100mg/dia até IG de 12 semanas e tentar realizar o exames antes
a 12ª semana para descobrir se a paciente precisa de heparina s.c.)

2. Prednisona 5 OU 10 mg/dia VO até 20º semana

3. Gestadinona injecção [=Progresterona], 01 amp, 3/3 dias Progresterona até 13 – 14


semanas

OU Progesterona 200 mg, colocar 01 óvulo vaginal intravaginal ao dia (mais barato
que Gestadinona) (Fonte: Dra. Flávia] (Dra Claucia: se a mulher tivesse um ciclo
regular com fluxo normal e sem dificuldade de engravidar você sabe que a mulher
não tem uma insuficiência lútea)

Abscesso Tubo- Ovariano

Também veja: DIPA

Ceftriaxona (Rocefin) 1g, EV, 12/12 h

Metronidazol 500mg, 01 amp, EV, 6/6 horas


Abscesso de mama

Puerperal

Não-puerperal

Puerperal

1. Cefalotina, 1g, EV, 6/6 horas [durante pelo menos 48 horas]

2. Ao SIGO

Se a paciente fica 24 horas sem febre e já fez 48 horas de Cefalotina:

1) Cefalexina, 500 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas [e completar 10 dias de antibiotica]

Não-puerperal

1) Cefalotina, 1g, EV, 6/6 horas [durante pelo menos 48 horas]

2) Metronidazol 500 mg, EV, 6/6 horas [durante pelo menos 48 horas)

3) Ao SIGO

Se a paciente fica 24 horas sem febre e já fez 48 horas de Cefalotina + Metronidazol:

1) Cefalexina, 500 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas [e completar 10 dias de antibiotica]

2) Metronidazol 500mg, 1cp, VO, 6/6 horas (????) [e completar 10 dias de


antibiótica????]

Acne (e pílula anticoncepcional)

Diane 35 (R$ 13-17)

Selene (R$ 13)

Diclin (R$ 15,50)

Artemidis (R$ 18,80)

Belera (R$ 22)

Yaz (Regime 24/4 20 mcg EE) (R$ 56)


Yasmin (Regime 21/7 30 mcg EE) (R$ 33-46)
Elani Ciclo (Regime 21/7, 30 mcg EE) (R$ 24-32)

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional

Prescrição

Geral

Quando iniciar

Contraindicações absolutas

Contraindicações relativas
Interaçoes

Interferir com outras drogas

Esqueceu a pílula

Prescrição

Geral

Todos os pílulas combinados contém etinilestradiol (EE)

-média dosagem (35 µg)


- baixa dosagem (30 e 20 µg)
- ultrabaixa dosagem (15 µg)

Quando iniciar

Todos os pílulas combinados contém etinilestradiol (EE)

-média dosagem (35 µg)


- baixa dosagem (30 e 20 µg)
- ultrabaixa dosagem (15 µg)

Contraindicações absolutas

1) Tumores hormônio dependentes como carcinoma de mama e carcinoma


estrogênio sensível (nível 2)
2) Trombose venosa (nível 1)
3) Doenças tromboembólicas (AVC, doença cardíaca isquêmica, infarto
miocárdica aguda) e doenças cardíacas como CIVD (nível 1)
4) Doenças hepáticas graves
5) Hepatite infecciosa (fase aguda), cirrose hepático, carcinoma hepático (nível
3)
6) Gravidez (nível 1)
7) Uso de remédios como certas anti-epilepticas, rifampicina e griseofuvina
8) < 3 semanas pós-parto sem amamentação (nível 1) e < 6 semanas com
amamentação (nível 3)
9) Enxaqueca com aura e > 35 anos enxaqueca sem aura (nível 2)
10) Pós-operatória com imobilização prolongada (nível 3)
11) Hipertensão: PAD > ou = 100 e/ou PAS > ou = 160 mmHg. (nível 1)

Contraindicações relativas

1) Hipertensão com PAS entre 140 e 159 mmHg e/ou PAD entre 91-99 mmHg
(nível 2)
2) Distúrbios de metabolismo lipídico (nível 2)
3) Diabetes (nível 2)
4) SLE (Lúpus) (nível 3)
5) Sickle cell disease (nível 3)

Interações

Reduzem a eficácia da pílula:

Barbitúricos (epilepsia)

Carbamazepina (epilepsia)

Erva de São João ou hipericão

Fenintoína (epilepsia)

Felbamato ???? (epilepsia)

Griseofluvina ????

Nevirapina ???? (HIV )

Oxcarbazepina (epilepsia)

Penicilinas ????

Primidona ????(epilepsia)

Topiramato ???? (epilepsia)

Rifabutina ???? (TBC)

Rifampicina (TBC)

Ritonavir ???? (HIV)


Tetraciclinas ???

Interferir com a ação de outros medicamentos

Ciclosporina

Lamotrigina (anti-epiléptico)

Esqueceu a pílula

Na 1ª semana:

Esqueceu tomar > 12 horas

Não teve sexo nos 5 dias passados: continuar tomar ACHO e use camisinha durante 7
dias

Teve sexo nos 5 dias passados: parar tomar ACHO até menstruar ou engravidar (pode
usar camisinha) OU continuar ACHO, use camisinha durante 7 dias e use anticoncepção
de emergência

Na 2ª semana:

Esqueceu tomar > ou = 4 dias

Não tem mais proteção do ACHO. Iniciar de novo. Use camisinha e pode usar
anticoncepção de emergência.

Na 3ª semana:

Esqueceu > 12 horas

Continuar tomar a pílula sem parar 7 dias OU parar e aguardar menstruação e reiniciar
com 7 dias.

Prescrição

Tipo de pro- Nome Preço Ação an- Ganh Li- Sangra- TPM
gesterone drogên- o de bido mento de
ica (AA)* peso escape
(L) (SE)
(GP)
Levonorgest Microvla 4,40 AA + GP +? L+ SE 0 TPM
rel 0
30 mcg EE
Regime 21/7
Ciclo 21 3,5 AA + GP +? L+ SE 0 TPM
0
30 mcg EE Grátis

Level 10-13 AA + GP +? L+ SE 0 TPM


0
20 mcg EE Grátis
?
Gestodeno Femiane 21-28 AA 0 GP 0 SE 0 TPM
0
20 mcg EE

Regime 21/7
Harmonet 22-31 AA 0 GP 0 SE 0 TPM
0
20 mcg EE

Diminut 17-23 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
20 mcg EE

Micropil 10-14 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
30 mcg EE

Tamisa 20 13-16 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
20 mcg EE

Tamisa 30 14-17 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
30 mcg EE

Ginesse 19-26 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
20 mcg EE

Gestidon 20-27 AAO GP 0 SE 0 TPM


0
30 mcg EE

Gynera 18-25 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
30 mcg EE
Desogestrel Mercilon 21-29 AA 0 GP 0 SE 0 TPM
0
20-30 mcg 20 mcg EE
EE
Mercilon 21-29 AA 0 GP 0 SE 0 TPM -
conti
Regime 21/7
(com mais
7 dias 10
mcg EE)

Gracial 21-29 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
Regime
22/6

7 * 40 mcg
EE

15* 30
mcg EE

Femina 13-18 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
20 mcg EE

Primera 20 15-20 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
20 mcg EE

Primera 30 15-19 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
30 mcg EE

Minian 15-21 AA 0 GP 0 SE 0 TPM


0
20 mcg EE
Desogestrel Siblima 15-21 AA 0 GP - SE + TPM
EE 0

15 mcg E**
Mirelle 23-32 AA 0 GP - SE + TPM
0

Regime 24/4
Minesse 24-33 AA 0 GP - SE + TPM
0

Adoless 18-24 AA 0 GP - SE + TPM


0

Mínima 18-24 AA 0 GP - SE + TPM


0

Alexa 14-20 AA 0 GP - SE + TPM


0

Acetato de Diane 35 13-17 AA --- L- TPM


ciproterona 0

35 mcg EE
Selene 13,00 AA --- L- TPM
Regime 21/7 0

Diclin 8-10 AA --- L- TPM


0

Artemidis 18,85 AA --- L- TPM


0

Clor- Belara 22 AA -- L0 TPM


madinona 0
30 mcg EE
Drospiren- Yaz 56 AA - GP -? TPM -
ona
Regime + efeito
24/4 diúretico

20 mcg EE

Yasmin 33-46 AA - GP -?

Regime + efeito
21/7 diurético

30 mcg EE

Elani Ciclo 24-32 AA - GP -?

Regime + efeito
21/7 diúretico

30 mcg EE

* Ação androgênica: oleosidade da pele, acne e excesso de pêlos

** Menos: ganho de peso, náuseas, dores de cabeça e dores mamárias

Alergia ao remedio (reação alérgica)

1. Hidrocortisona (500 mg) 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, aberto

2. Prometazina 01 amp IM, agora

3. No caso de uma reação grave e/ou persistente: Hidrocortisona (500 mg) 01 amp
+ 8 ml AD. Dar 2 ml da solução em 100 ml SG 5%, EV, 8/8 h (OU 4/4 h)

4. No caso de falta de ar: Adrenalina 01 amp sc, agora

Amniorexe

- Amniorexe > 6 horas e < 18 horas + IG >37s


- Amniorexe precoce (IG >37s) > 18 horas

- Amniorexe prematura pré-termo + TP

- Amniorexe prematura pré-termo sem TP

- Amniorexe com possibilidade de infecção

Amniorexe > 6 horas e < 18 horas + IG >37s

Cefazolina, 1g, EV, 6/6h

Amniorexe precoce (IG>37s) > 18 horas

Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque

Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas

Obs: Risco de corioamnionite após 3 dias de amniorexe o risco é 8% (com um toque


vaginal por um médico) ou 2% (sem toque vaginal). (o risco é differente com uma IG
differente??)

Prescrever Penicilina Cristalina quando:

1 Parto prematuro

2 TBR> 18 horas

3 História anterior de infecção perinatal (??)

4 Febre intraparto

5 Cultura reto-vaginal desconhecida ou (+)

6 ITU por streptococcus na gravidez

Amniorexe prematura pré-termo (IG<37s) + TP

Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque

Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas

Obs: Risco de corioamnionite após 3 dias de amniorexe o risco é 8% (com um toque


vaginal por um médico) ou 2% (sem toque vaginal) (o risco é differente com uma IG
differente).
Amniorexe prematura pré-termo (IG <37s) sem TP

Estearato de eritromicina 250 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas durante 7 dias.

Obs: Risco de corioamnionite após 3 dias de amniorexe o risco é 8% (com um toque


vaginal por um médico) ou 2% (sem toque vaginal) (o risco também depende da IG).

Anemia

1ª escolha: Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO em dias alternados durante 3 meses

Ministério de Saúde: Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO ao dia meia hora antes do almoço +


Vitamina C 500mg 1cp VO ao dia junto com o sulfato ferroso, durante 3 meses

IMIP:

Sulfato ferroso 40 mg 1cp VO ao dia

Se tiver uma anemia mais grave => associar: Vitamina C 500 mg 1 cp VO ao dia junto
com o sulfato ferroso

Se tiv er uma anemia ainda mais grave => associar: Ácido Fólico 5 mg 1cp VO ao dia

2ª escolha (dá menos pirose e diarreía): VI-Ferrien, 01 cp VO ao dia (1 caixa tem 30 cp)

Anemia falciforme

Crise durante gravidez:

1) SRL, 2000 ml, EV, em 24 horas

2) Dipirona 500 mg/ml 01 amp + 01 amp, EV, 6/6 h, Fixo

Obs. Cuidado com os pedidos de concentrados de hemácias, devem ser hemácias


especiais (quais??)

Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois

1ª escolha:

Levonorgestrel 0,75 mg – 02 cp, dose única OU 12/12 horas OU 24 horas

Levonorgestrel (Norlevo) 1,5 mg, 01 cp, VO, dose única (prevenção de 95% de
gravidezes indesejadas com uso dentro 24 horas, 85% com uso entre 25-48 horas,
60%, com uso entre 49-72 horas)
2ª escolha:

Método de Yuzpe: 0,25 mg Levengestrel e 50 mcg EE – 4 comp. Tomar 2 cp VO 12/12


horas

(prevenção de 77% com uso dentro 24 horas de gravidezes indesejadas, 38% com uso
entre 25-72 horas)

Alternativa:

Colocar DIU (de cobre) em menos que 5 dias após o coito

Anti-depressiva

Fluoxetina, 20 mg, 1cp, VO, à noite

Vacinação contra Têtano

Esquema preconizado pelo MS:

Mulheres em idade fértil, não-gestante

Gestantes

Mulheres em idade fértil, naão-gestante

1) Sem nenhuma dose registrada: iniciar o esquema vacinal com 3 doses, intervalo de
60 dias ou, no mínimo, 30 dias

2) Menos de 3 doses registradas: completas as 3 doses, intervalo de 60 dias ou, no


mínimo, 30 dias

3) 3 doses ou mais, sendo a última dose < 10 anos : não é necessário vacinar

4) 3 doses ou mais, sendo a útlima dose > 10 anos: 01 dose de reforço

Gestantes

a. Sem nenhuma dose registrada: iniciar o esquema vacinal com 3 doses o mais
precocemente possível, intervalo de 60 dias ou, no mínimo, 30 dias*
b. Menos de 3 doses registradas: completas as 3 doses o mais precocemente possível,
intervalo de 60 dias ou, no mínimo, 30 dias*

c. 3 doses ou mais, sendo a última dose < 5 anos : não é necessário vacinar

d. 3 doses ou mais, sendo a útlima dose > 5 anos: 01 dose de reforço

* Se a gestante não tiver o esquema básico completo: dar pelo menos 2 doses =>
devendo a 2ª dose ser aplicada até 20 dias antes o data provável do parto. O esquema
deve ser completado no puerpério.

Asma (crise)

Nebulização:

SF 0,9% 5 ml + Berotec 10 gts + Atrovent 20 gts + O2 6 l/min – pode fazer uma fez,
de 6/6 horas ou de 4/4 horas

Poderia fazer: Hidrocortisona 500 mg 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, infusão lenta

Atrofia mucosa vagina

1ª escolha: Colpotrofine [= promestrieno] 1g creme, aplicar na vagina, 01 vez ao dia á


noite durante 10 noites e depois aplicar 2 vezes/semana [parece não ter absorção
sistêmica]

2ª escolha: Ovestrion [=estriol] 1 g [= 1mg estriol] creme vaginal – 01 tubo, Aplicar na


vagina duas vezes por semana

Bartholinite

Com drenagem

Esquema 1

Esquema alternativa

Sem drenagem

Esquema

Esquema 1
(Após drenagem do abscesso: )

1) Azitromicina 500 mg, 02 cp, VO, dose única

Também tratar parceiro

2) Ciprofloxacina 500mg, 01 cp, VO, dose única

Esquema alternativo

1) Azitromicina 500 mg, 02 cp, VO, dose única

Também tratar parceiro

Doxiciclina 100 mg, 1 cp, VO, 12/12 por 14 dias

Esquema sem drenagem (sem orifício)

Fonte Juliana R2 (16/4/09)

1) Cefalexina 500 mg, 1 cp, VO, 6/6 h por 10 dias

2) Azitromicina 500 mg, 02 cp, VO, dose única

Também tratar parceiro

3) Termoterapia: aqua morna 4x/dia

(Sem doxiciclina????)

Bacturia Assintomática

- Gestante: tratar se 1) 100 UFC mais de uma vez no urocultura ou 2) sumário com
nitrito positivo. Obs. Sumário com > 7 piocitos => solicitar urocultura

- Mulher ginecológica: tratar se 1) > 100.000 UFC ou 2) sumário com nitrito positivo.
Obs.: Mais do que um germe: contaminação. Sumário com > 9 piocitos => solicitar
urocultura

Tratamento: veja ITU


Candidíase Inguinal

Na gravidez:

Nistatina aplicar 1x à noite intravaginal e 2x/dia em região inguinal durante 20 dias.

Candíase Mamilar

1) Nistatina solução oral , aplicar 4 vezes ao dia no mamilo

Nistatina solução oral, lavar a boca do RN (OU: usar 1 conta gostas), VO,de 6/6
horas

Poderia associar: Fluconazol 150mg 01 comp. Tomar 01 cp VO dose única. Repetir


com 01 semana (3 doses em total????)

Poderia associar um creme com corticóide => veja: Fissura mamilar profunda

2) Alternativa: Candicort creme (=hidrocortisona e cetoconazol) 1 tubo (=10-12 reais),


passar no local 3 vezes ao dia durante 5 dias

Poderia associar: Fluconazol 150mg 01 comp. Tomar 01 cp VO dose única. Repetir


com 01 semana (3 doses em total????)

CANDIDIASE UNGUEAL

Andriodermal: ácido undecilênico, ácido propiônico, hexilresorcinal etc.

Andriodermal 50 ml (da solução tópica) ou 50 g (do pó).

Aplicaqr 1 gota nas unhas várias vezes ao dia

Candidíase vaginal

Virgem

Gravida

Não Gravida
Também veja: Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico
laboratorial

Virgem

Lucretin – 01 caixo (27,70 reais)

Diluir 01 envelope em 01 litro de água. Tomar 01 banho ao dia à noite durante 15 dias.

(Evitar cetaconazol em pacientes < 2 anos. Não usar fluconazol e itraconazol em


pacientes < ou = 16 anos: faltam estudos no ser humano em crescimento)

Gravida

Nistatina creme vaginal – 01 tubo (4 a 6 reais)

Aplicar intravaginal 1 vez/ dia à noite durante 10-14 dias

Alternativa: Clotrimazol creme– 01 tubo

Aplicar intravaginal 1 vez/ dia à noite durante 10-14 dias

Não Gravida

1ª escolha:

Fluconazol 150mg 01 comp.*

Tomar 01 cp VO dose única. E

Miconazol creme vaginal – 01 tubo

Aplicar intravaginal 1x à noite durante 10 dias OU até acabar o tubo

*Não usar fluconazol e itraconazol em pacientes < ou = 16 anos: faltam estudos no ser
humano em crescimento.

2ª escolha:

Nistatina creme vaginal – 01 tubo (4 a 6 reais)

Aplicar intravaginal 1 vez/ dia à noite durante 14 dias

Cefaleía pós-punção lombar


1a escolha

2a escolha

3a escolha

1a escolha

1. Dieta livre; estimular ingesta hídrica

2. Dipirona 500 mg 2 cp, VO, 6/6 h FIXO

3. Diclofenaco sódico 50 mg, 01 sup, VR, 8/8h (não use em caso de hipertensão/PE)

4. Cafeina 200 mg, 1 cp, VO, 8/8 horas

5. Repouso no leito – Cefaleía após raqui

2a escolha

6. Dieta livre; estimular ingesta hídrica

7. Dipirona 500 mg/ml 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6 h FIXO

8. Diclofenaco sódico 50 mg, 01 sup, VR, 8/8h (não use em caso de hipertensão/PE)

9. SRL 1500 ml, 50 gts/min (no caso de hipertensão: 40 gts/min)

Alternar com:

SF 0,9% 1500 ml, 50 gts/min (no caso de hipertensão: 40 gts/min)

10. Hidrocortisona 500 mg, 01 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas

11. Repouso no leito – Cefaleía após raqui

3ª escolha

- Decúbito, hidratação , sedução

- Injeção de 10-20 ml de sangue fresco da paciente para fechar o orifício

1. Dieta rica em cafeína


2. SF0,9% 3000ml, EV, 50 gts/min (OU 40 gts/min no caso de hipertensão)

3. Dipirona 500 mg , 1cp, VO, 6/6 horas, fixo

4. Hidrocortisona 100mg, EV, 6/6h

5. Repouso no leito

Celulite

Na gravidez:

Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + SG 5% 100 ml, EV, 4/4 horas

Cisto ovariano simples

Ciclo 21 OU Tamisa 30. – 3 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia (continua/sem intervalos) (se


não resolver: cirurgia)

Climatério: queixas vasomotores

Também veja: Hipoestrogenismo

1ª escolha: Glycine Max 200 mg [= isoflavonas 80 mg] 01 caixa. Tomar 01 cp VO ao


dia*

* Pode usar antes de qualquer exame como por exemplo: USG endovaginal

2ª escolha:

Mulheres após histerectomia

Mulheres com útero

Mulheres após histerectomia

Estrofen 1 mg (OU 2 mg). Tomar 01 cp VO ao dia

Mulheres com útero

Após USG vaginal e mamagrafia normais:


1ª escolha (mas 30-40 reais por caixa): Timbolona, 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia.
(Paciente volta com 6 meses)*

2ª escolha: suprelle 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia. (Paciente volta com 6 meses)

*Tibolona: 1) reduz HDL, mas isso parece não afetar a extensão da aterosclerose.
Usada na dose 2,5 mg/dia. Redução de HDL em 20%, redução de trigliceridos em 20%,
redução de colesterol em 10%. Sem efeito no LDL, porém parece diminuir a oxiclação
do LDL, tornando-o uma molécula menor, mais densa e mais aterogênica. 2) Aumenta
a sensbilidade periférica à insulina (boa opção para diabéticas). 3) Parece ter um efeito
neutro no sistema cardiovasular. 4) Não afeta PA (mesmo em hipertensos). 5) Parece
não aumentar o risco de TVP.

Coagulopatia

Transamin [= antifibrinolítica] 10mg/kg/dose, EV, 8/8h

Coalescência de nimfas/lábios pequenos

Ovestrion creme vaginal [=Estriol 1 mg] – 01 tubo, Aplicar na vagina duas vezes por
semana durante 30 dias. [ aplicar com cotonete na área de coalenscência)

Depois manutenção com Vaselina, aplicar 3 vezes/semana)

Caso não melhora confere uma pausa de 15 dias e repetir por 30 dias.

Efeito collateral: escurecimento local (melhora após a suspenção)

Constipação

Na enfermaria

Ambulatorial

Na enfermaria

1ª escolha: Óleo mineral, 10 ml, VO, 8/8 horas até evacuações

2ª Supositório de glicerina, 02 sup, VR, dose única

Ambulatorial
1ª escolha: Metamucil 01 caixa. Tomar 01 mixturado com meio copo de água ou suco
02 vezes ao dia

2ª escolha: Óleo mineral, 10 ml, VO, 8/8 horas até evacuações

Corioamnionite

1ª escolha

Alternativa (se tiver resistência)

1ª escolha

Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h

Gentamicina 120mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h

Ambos: 6 dosagens (ou 3 dias) OU até 48 horas pós ultimo pico febril

Obs: dosagens antes o parto não contem!

Esta esquema por no máximo 7 dias:

Gentamicina => Para gram neg; não fazer além de 14 dias:

Risco de ototoxidade e nefortoxidade

Clindamicina => para anaeróbicos; max. 7 dias, faz colite (grave incl.
Pseudomembranosa)

Alternativa

Se tiver febre apesar tratamento / infecção resistente - iniciar:

1) Ceftriaxona 1 gr, EV, 12/12 h (OU Cefalotina 1g, EV, 6/6 h)

2) Metronidazol 500mg, EV, 6/6 horas

Julina diz: por no mínimo 8 dias, mas eu acho mínimo 3 dias (e 48 horas sem febre)
Corticoide (desmama)

esquema de desmama -> metade do dose original durante 5 dias -> metade da
metade durante 5 dias etc (cada vez metada do anterior durante 5 dias) até chegar no
5 mg; 5 mg/dia durante 5 dias e depois 5 mg em dias alternados (dia sim, dia não)
durante 5 dia. Depois: supenso.

Curetagem

1) Dieta zero, livre após efeito anestético

2) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM 8/8 horas

3) Dipirona 500 mg, 02 (OU: 01) cp, VO, 6/6 horas, fixo OU Dipirona 500 mg/ml 01
amp + 01 amp AD, EV, 6/6h

4) SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Oxitocina, EV, 28 gts/min [OBS: NÃO PODE USAR
OCITOCINA APÓS CURETAGEM DUMA MOLA => RISCO DE ESPALHAR AS CÉLULAS
PARA FORA DO ÚTERO]

5) Observar sangramento

6) SSVV + CCGG

7) Ao 5º CAM (OU – no case duma mola – ao 6º CAM)

Diabetes

[CONSTRUINDO]
Fonte: Bebiana (12/3/09)

Diabetes na gravidez:

- Paciente aguardando cesárea

- Paciente em TP (parto normal)

Também veja: Diagnóstico e conduta simplificado

Aguardando cesárea

1) Dieta zero

2) SG 5% 500 ml + 01 amp. Glicose 50%, EV, ??? gts/min OU SG 10% 500 ml, EV, ???
gts/min

3) HGT agora e HGT de 2/2 horas


4) Insulina regular sc conforme HGT:

< 50: 2 amp glicose 50%, EV (???)

51-150: 0 UI

151-200: 2 UI

201-250: 4 UI

251-300: 6 UI

301-350: 8 UI

351-400: 10 UI

> 400: 12 UI e chamar o médico

Se usar insulinaterapia:

1/3 da dose habitual pela manhã

TP e parto normal

1) Dieta: líquidos claros

2) HGT de 2/2 horas

3) Insulina regular SC conforme HGT:

< 50: 2 amp glicose 50%, VO e chamar o médico

51-150: 0 UI

151-200: 2 UI

201-250: 4 UI

251-300: 6 UI

301-350: 8 UI

351-400: 10 UI

> 400: 12 UI e chamar o médico

4) Se HGT > 150 iniciar hidratação com SG 5%, 500 ml, EV ??? gts/min

Dilatar o colo (durante TP)

Metoclopramida 01 amp + 01 amp AD, EV, agora


Atropina 02 amp, IM, agora

Obs.: Terapia não comprovada e somente utilizada de vez e quando no IMIP

DIPA

Ambulatorial

Hospitalar

Ambulatorial:

Ciprofloxacina 500mg 1cp 12/12h (durante ?? dias) + Azitromicina (500m g 02 cp dose


única => também tratar parceiro) + Doxiciclina por 7 dias

Exemplo:

1) Dieta livre

2) Ciprofloxacina 500 mg, 1 cp, VO, 12/12 h

3) Azitromicina 1 g, 1cp, VO, dose única

4) Doxicilina 100 mg, 1 cp, VO, 12/12h

5) Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO/dia

6) Diclofenaco sódio 50 mg 1 cp VO 8/8 h

7) Pasil 01 mp IM 8/8 h S/N

8) Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6h S/N

9) SSVV +CCGG

Internamento:

Ceftriaxona 1 g, EV, 12/12 horas + Metronidazol 500 mg, EV, 6/6 horas durante 4 (???)
dias + Azitromicina 500mg 02 cp VO dose única (Azitromicina também para o parceiro)

OU

Cefalotina OU Ampicilina OU Penacilina Cristalina + Metronidazol + Azitromicina

Dismenorréia
1ª escolha: Naproxeno OU naproxeno sódico 250mg, tomar primeiramente 2 cp VO e
depois 1 cp VO de 12/12h (ou de 8/8 h) – RS6,5/15 comp (=1,08/dia)

Alternativos:

Diclofenaco de sódio 50 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas (ou 8/8 horas), SN 9-11/20
comp (=1,25/ dia)

Nimesulida 100 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas, SN RS13-15/12 comp (=2,33/dia)

Ibuprofen 200 mg, tomar 2 cp VO 8/8, SN – R$ 8,5/20 comp (=2,55/dia)

- Um meta-analise não demonstrarou diferença entre estas drogas na eficácia. Fonte:


Marjoribanks, J., Proctor, M.L. and Farquhar, C. (2003) Nonsteroidal anti-inflammatory
drugs for primary dysmenorrhoea (Cochrane Review). The Cochrane Library. Issue 4.
John Wiley & Sons, Ltd. [Accessed: 14/08/2008]

Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)

Quimioterapia = indicação formal nos Estádios II e III

Paciente internada, em jejum

1) Dieta zero

2) SF 0,9% 1000 ml, EV, ??? gts/min

Alternar com:

SRL 1000 ml, EV, ??? gts/min

3) Metotrexato (MTX) – injecção, 0,5 amp + 2,0 amp AD, EV, lenta (OU: 0,4 mg/kg
IM??)

4) Actinomicina D (Bio-Act) 500 mcg, 01 amp + SF 0,9% 100 ml, EV, em 30 min

5) Decadron, 1 ml, IM, 1 horas antes do início da quimoiterapia

6) Resgate do fator citrovorum (leucovorin) se vigentes manifestações de toxidade


(NÃO É NECESSÁRIO DE ROTINA)

7) Metoclopramida 01 amp + 01 amp AD, EV, antes do início da quimioterapia

8) Monitorar estado geral e queixas da pacientes

3 observaçoes (periocidade, exames e efeitos colaterais):

1) Periodicidade:

- Cada série administrada durante 5 dias


- 3 últimos dias: hemograma, plaquetas, Ureia, Creat, TGO, TGP, DHL, Billirubinas

- Intervalo entre séries: 14-21 dias e no intervalo: hemograma, plaquetas, Ureia, Creat,
TGO, TGP, DHL, Billirubinas

- Dosagem de beta-HCG após 2 séries para avaliar necessidade de continuar QT.

2) Exames pré-quimioterapia:

Hemograma (Hb > 10, leucos > 3.000), plaquetas (>100.000), Ureia, Creat, TGO, TGP,
DHL, Billirubinas

3) Efeitos colaterais:

- Náuseas

- Vômitos

- Alopecia

- Estomatite

- Diarréia

- Hepatotoxicidade (metotrexato)

- Depressão hematológica – neutropenia

- Aumento do risco de sepse

Dor cólica (na Triagem)

Buscopan composto (Hioscina 4mg/ml +Dipirona sódica 500mg/ml) 1 amp (=5ml) +1


amp AD, EV, agora

Caso exista alergia de dipirona: Buscopan simples (Hioscina) 20 mg/ml 1 amp (= 1ml)
+ 1 amp AD, EV, agora

Também existe: Buscopan plus (= Hioscina 10 mg + paracetamol 500 mg) 01 cp, VO,
8/8 h OU 6/6 h

Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)

Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD, EV, agora


Eclâmpsia

Pré-parto

Pós-parto

Pré-parto

1. Dieta zero

2. MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, IV em 30 min, ataque [OBS: no caso de anúria somente


ataque]

3. [Se necessário: MgSO4 3 g + SG 5% 40 ml, IV em 30 min, 2ª ataque [ATENÇÃO: 3


gramas]]

4. MgSO4 12g + SG 5% 380 ml, IV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...)

5. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito

6. SRL 500ml, EV, 28 gts/min

7. Chamar o médico se PAS = OU > 160 e/ou PAD = OU > 110 mmHG [OBS: para
prescrever Hidralazina 01 amp + 9 ml AD. Dar 2,5 ml da solução, EV, agora)

8. Dipirona 500 mg , 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6 horas, S/N

9. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N

10. [Poderia prescrever:] Omeprazol, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã

11. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas

12. Instalar SVD

13. Comunicar anormalidades

14. SSVV e CCGG

Logo após da insulta:

- O2 5 l/min [prescrever]

- Apirar secreção [fazer, não prescrever]

- Instalar venóclise em duas veias calibrosas [fazer, não prescrever]

- Proteger língua com cânula de Gedel (permeabilidade das vias áreas) [fazer, não
prescrever]
Pós-parto

Veja: PE Grave (pós-cesárea) - PE-Grave (pós-parto normal) , porém com MgSO4 12 g +


SG 5% 380 ml, EV, 28 gts/min nas fases de manutenção

Convulsão prolongado: 5 mg Diazepam, EV OU 10mg EV

Manutenção: 40mg diluídos em 500ml de solução salina ou solução glicosada a 5%,


???? gts/min.

Logo após da insulta:

- O2 5 l/min [prescrever]

- Apirar secreção [fazer, não prescrever]

- Instalar venóclise em duas veias calibrosas [fazer, não prescrever]

- Proteger língua com cânula de Gedel (permeabilidade das vias áreas) [fazer, não
prescrever]

Na persistência de convulsões:

Fenitoína (Hidantal) 1000 mg ou 15-20 mg/kg + SF 0,9%, EV, em 1 hora

Persistência de convulsões mesmo com fenitoína;

Passo 1: Dazepínicos

Passo 2: Indução de anestesia geral (coma barbitúrico) com Barbitúrico ou Propofol em


Unidade de Terapia Intensiva – Acompanhamento neurológico.

Edema aguda de pulmão

Fonte: Bebiana

1) Dieta zero

2) Furosemida 80 mg, EV, agora

3) Morfina 1 mg, IM (???? Pós-parto?))

4) Dinitrato de isosorbida 0,5 a 2,5, SL (???)


Endocardite (profilaxia)

Intraparto/ pré-cirúrgica

Pós-parto/ pós-operatorio

Intraparto / pré-cirúrgica

30 minutos antes o nascimento do RN:

Ampicilina 2g, EV, agora

Gentamicina 80 mg (ou melhor: 1,5 mg/kg até 120 mg) + SG 5% 100 ml, EV, em 20
min

Pós-parto / pós-operatório

6 horas após o parto

Ampicilina 1g, EV, agora

Endometrite (pós-parto)

1ª escolha

Alternativa (se tiver resistência)

1ª escolha

Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h

Gentamicina 120mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h

Ambos: 6 dosagens (ou 3 dias) OU até 48 horas pós ultimo pico febril

Obs: dosagens antes o parto não contem!

Este esquema por no máximo 7 dias:

Gentamicina => Para gram neg; não fazer além de 14 dias:

Risco de ototoxidade e nefortoxidade


Clindamicina => para anaeróbicos; max. 7 dias, faz colite (grave incl.
Pseudomembranosa)

Alternativa

Se tiver febre apesar tratamento / infecção resistente - iniciar:

1) Ceftriaxona 1 gr, EV, 12/12 h (OU Cefalotina 1g, EV, 6/6 h)

2) Metronidazol 500mg, EV, 6/6 horas

Julina diz: por no mínimo 8 dias, mas eu acho mínimo 3 dias (e 48 horas sem febre)

Endometriose

ACHO => Pesquisas recentes demonstram maior efeito com: 75 mcg de gestodeno e
30 mcg de etinilestradiol

1ª escolha: Gestinol (R$20-27)

Também pode usar: Tâmisa 30 (R$ 11,30 – 15,30) (mais comum no IMIP)

Alternativa 1: progesterone

Começa com Depoprovera 150 mg a cada 2-3 meses, depois faça ACHO contínua

Genérico comercial Forma dose

Dydrogesterona duphauston Comp. 10-30mg/d

Acet. medroxi Provera Comp. 30-60mg/d

Acet. Medroxi de Depo-provera injeção 50mg/sem

depósito
100mg/2sem

150mg/2-3m

Noretisterona Primolut N Comp. 2.5-5mg/d


Levonorgestrel Mirena DIU 52mg

Alternativa 2: (Usado pelo Dr. Eduardo no ambulatório da infertilidade)

Zoladex 3,6 mg 01 amp, sc [no abdômen], 4/4 semanas por 6 meses

Obs. GnRH-agonista, muito caro: 600 reais/amp (mas pagado pelo SUS)

Alternativa 3:

Meloxicam (Movicox; inibidor de síntese de prostaglandina) ?? mg, 01 cp VO à noite


(???)(fonte: Juliana R2)

Erisipela

Na gravidez:

Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + SG 5% 100 ml, EV, 4/4 horas

Escabiose

Benzoato de Benzila. Diluir a parte de remédio em 01 parte de água e aplicar à noite


após o banho de pescoço para baixo por 3 dias*

Também tratar os outros pessoas em casa.

Pós-estupro (violência sexual)

1. Vacinação contra Hepatite B SN

2. Gammaglobulina hiperimune (anti-Hepatite B) 0,06 mg/kg

3. Penicilina Benzatina 2,4 milhões unidades IM, dose única [sífilis primária]

Caso de alergia à penicilina: Doxiciclina 100 mg VO 12/12h por 10 dias

Caso de gravidez: Estearato de eritromicina 500 mg, VO, 6/6 h por 10 dias
4. Cefriazona 125 mg IM dose única (OU ofloxacina 400 mg VO dose única) +
Azitromicina 500 mg 02 c dose única (OU??? Doxiciclina 100 mg VO 12/12 horas por
7 dias) [Gonorréia e Clamídia]

5. Metronidazol 250 mg 08 cp VO dose única [Vaginose bacteriana e tricomoníase;


NÃO usar no primeiro trimestre da gestação]

6. Zidovudina 200 mg 8/8 h (OU 300 mg 12/12 h) E Lamivudina 150 mg VO 12/12 h


=> durante 4 semanas (HIV)

7. Vacina do tétano SN e toxóide tetânico (caso o esquema esteja incompleto)

8. Anticoncepção de emergência SN

Obs: não coloque um DIU devido risco de DIPA

Obs: no caso estupro pode interromper uma gravidez causada pelo estupro (aborto
provocado)

Também veja: Rotina após estupro e Rastreamento de violência contra mulher


(Abuse Assesment Screen)

Febre reumática + lesão de válvula

Penicilina Benzatina 1.200.000 UI, 01 amp IM, 21/21 dias

Também veja: Endocardite (profilaxia)

Fissura mamilar profunda

Também veja: Candidíase Mamilar

Berlizon (=Hidrocortisona 1%) OU Dexametasona pomada, aplicar 3 vezes ao dia no


mamilo durante 5 (-7) dias

Obs. Lavar o mamilo com água antes de mamar

Fluxo reduzido

Tintura de algodeiro – 01 frasco

Diluir 01 diluir de chá em 01 copo de água de 8/8 horas durante 01 semana

Alternativas:

Domperidona 10 mg, 8/8h - Bem tolerado*


Metoclopramida 10 mg, 8/8h - Bem tolerado*

Sulpiride 50 mg, 8/8h - Sintomas extrapiramidais, sonolência*

Clorpromazina 25-100 mg, 8/8h - Sintomas extrapiramidais, sonolência*

* Fonte: Uso de medicamentos durante a lactação . Chaves RG e Lamounier JA

Jornal de Pediatria - Vol. 80, Nº5(Supl), 2004

Gardnarella vaginalis

Gestante

Não-Gestante

Também veja: Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico


laboratorial

Gestante

1º trimestre:

Clindamicina 300 mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias

2º e 3º trimestre:

Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 7 dias)*

E/OU Metronidazol creme 01 vez por dia à noite (durante 10 dias). (Alternativo:
Metronidazol Gel a 0,75%, 1 aplicador vaginal (5g), 2 vezes ao dia, por 5 dias)

Obs.: *- Não use metronidazol oral no primeiro trimestre!! [e vaginal é totalmente


seguro?? – opiniões differentes!)

Parto prematuro is significante mais frequente no grupo com tratamento com


tratamento local (vaginal) do que tratamento oral (p = 0.008).

Tratamento com dose única é associado com um recorrência major do que tratamento
prolongado (7 dias)

Fonte:

Htt p:// w ww . aids.gov.br/assistencia/mandst99/man_vaginosebac.htm

Sao Paulo Med. J. vol.123 no.3 São Paulo May 2005

CDC Guidelines 2006


Não-Gestante

Metronidazol 500mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias e/ou

Metronidazol Gel a 0,75%, 1 aplicador vaginal (5g), 1 vez ao dia, por 7 (OU 10) dias

Fonte:

Ht tp:/ /ww w.aids.gov.br/assistencia/mandst99/man_vaginosebac.htm

CDC Guidelines 2006

Gonerreia

Cefriaxona 125 mg, IM, dose única. Não temos 125 mg no IMIP, então precisa usar: 1g.
(Pode usar este regime durante gravidez, e fora da gravidez)

Pode associar com Azitromicina 500 mg, 2 cp, VO, dose única. Também tratar com os
dois remédios o parceiro. Após a dose única: uma semana sem relações sexuais.

Fonte: CDC guidelines 2006 e Dra. Glaucia (2/3/09)

Granuloma de cúpula vaginal

Após histerectomia fazer com controles de 3/3 anos

Tratar com: albocresil [=policresuleno]. Aplicar 1 vez por semana. Fica 20-30 min com
o especulo. Orientar que pode sair uma película (“descama”). Ação: anti-séptico,
necroítico, adstringente. Apresentação: solução, óvulos, bisnaga com gel. Também
pode ser usado nas máculas do colo.

Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)

Ácido fólico, 5 mg, 01 cp/dia, VO

Também veja: Abortamento de repetição (e gravidez nova)

HELLP-síndrome

Pós-parto normal

1. Dieta zero
2. [Se MgSo4 ficou suspenso durante > 6horas:] MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, EV em
30 min, ataque

3. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, EV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...fase pós-
parto)* [OBS: no caso de anúria somente ataque]

4. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito

5. SRL 500ml (OU 1000 ml), EV, 28 gts/min

6. Dexametasona 10 mg, EV, 12/12 horas [até estabilização do quadro clínico


e pelo menos duas dosagens com queda de TGO, TGP, fosfatase alcalina e
elevação de contagem de plaquetas até > 100.000)

7. Captopril 25 mg, VO, se PAD = OU > 120 mmHg e/ou PAS = OU > 180 mmHg*

8. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N

9. Omeprazol, 40 mg, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã

10. Heparina 10.000 UI s.c., 12/12h [iniciar logo após o PN, não iniciar se plaquetas
< 50.000]

11. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas OU (caso a dieta esteja
liberada) Dipirona 500mg, 1cp, VO, 6/6horas, S/N

12. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas

13. [No caso de laceração/episiotomia:] Crioterapia em região vulvaperineal por 20


minutos / hora durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem intervalos: causa necrose)

14. Observar sangramento

15. Instalar SVD [caso que não foi colocado logo pós-parto]

16. Comunicar anormalidades

17. SSVV e CCGG

18. À UTI

Obs:

também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min

-MgSO4 somente pode ser suspenso a partir de 24 horas pós-parto.

- Não coloque Captopril, SL – isso causa necrose da lingua

* Casos especiais:

PA alta – começar com: Captopril 25 mg, 1cp, VO, 8/8horas


Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100
mg 1x/dia

Herpes Genital

Aciclovir 200 mg, 2 cp, VO, 8/8 horas por 7 dias

(fonte: Juliana R2)

Herpes Zoster

Aciclovir (250 mg) – 3 amp (750 mg) + SF 0,9% 200 ml, EV, 8/8 h por 7 dias

(Fonte: Juliana R2)

Hiperêmesis gravídica

Primeiro escolho: Meclin 25 mg, 1 caixa, 1 cp VO, 8/8 horas (custa: 15 reais)

Segundo escolho: Dramin 20-40 ml VO, 4/4 ou 6/6 horas (dose máxima 160 ml) ou 1 cp
de 50-100 mg 6/6 h ou 4/4h (dose máxima 400mg/dia) (custa: 7 reais)

Se a paciente não pode tomar por via oral:

Metoclopramida 10 mg 01 amp IM (OU: + 1 amp AD, EV), 8/8 h

Ondasedrona (Zofran) 4 mg 01 amp + SF 0,9% 100 ml, EV, 8/8 h => recetuario branco
para pedir e um recetuario branco para explicar porque a paciente necessita
ondasedrona (mais fácil: “paciente tem alergia de metoclopramida”)

Orientação:

- Come 6 vezes ao dia (em vez de três vezes)

- Comida seca

- Bebe líquido gelado

Hiperplasia simples do endométrio

Depoprovera – deposito. (=Acetato de medroxyprogesterona 150 mg), aplicar 01 vez.


(Após 3 meses: repetir histeroscopia)
Hipertensão pré-parto/ durante gravidez

Passo 1

Hidralazina 1 amp + 09 ml AD. Dar 2,5 ml de solução, EV, agora OU se PAS ≥ 180 e/ou
PAD ≥ 120.

[1 ml = 20 mg. Fazer 5 mg dose até 20/20 min. No máximo 4 doses = 20 mg]

Passo 2 – acrescentar

Metildopa 250 mg, 1cp, VO, 8/8h à dose mínima

Aumentar dosegam (após 24-48 horas):

1) Metodopa 250 mg, 1 cp, VO, 6/6h

2) Metildopa 500 mg, 1 cp, VO, 8/8h

3) Metildopa 500 mg, 1cp, 6/6 h à dose máxima

Passo 3 - acrescentar

Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 8/8h -> dose mínima

Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 6/6h

Hidralazina 25 mg, 02 cp, VO, 8/8h => dose máxima

Passo 4 – acrescentar (nos casos extremes e após discutir com o staff)

Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 8/8 h*

Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 6/6 h*

Nifedipina 10 mg, 02 cp, VO, 8/8 h*

Nfedipina pode causar hipotensão importante prejudicando o feto. Evite combinar


MgSO4 e Nifedipina (principalmente Nifedipina SL) pelo efeito potencializador pelo
MgSO.

Hipertensão pós-parto

Passo 1

Captopril, 25 mg, VO, ataque (OU agora OU se PAD ≥ 110, e/ou PAS ≥ 180 mmHg)*
* Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou
100 mg 1x/dia

** Não colocar sublingual => causa necrose de língua

Passo 2- acrescentar Captopril fixo

Captopril 25 mg, 1cp, VO 8/8h (dose min.)*

Passo 3- acrescentar Nifedipina

Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 8/8 h

Passo 4- aumentar Captopril

Captopril 25 mg, 1cp, VO 6/6 h*

Captopril 25 mg, 2 cp, VO, 8/8h (dose max)*, **

* Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100
mg 1x/dia

** Na realidade a dose máxima é 200 mg/dia, mas na prática a dose fixa é 150 mg/dia,
porque também tem captopril SN.

Passo 5- aumentar Nifedipina

Nifedipina 10 mg, 02 cp, VO, 8/8 horas

Passo 6- acrescentar Hidroclorotiazida

Hidroclorotiazide 25mg, 1 cp, VO, pela manhã

Passo 7- acrescentar Propanolol

Propanolol 40 mg, 1 cp, VO ao dia

Passo 8

Parecer cardiologia
Poderia acresentar:

Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 8/8h -> dose mínimo

Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 6/6h -> dose máximo

OU

Metildopa 250 mg, 1cp, VO, 8/8h à dose mínimo

Aumentar dosegam (após 24 horas??) Metildopa 500 mg 6/6 h à dose máximo

HIV

Durante gravidez

Durante o parto

Após o parto

Durante gravidez

- HIV diagnósticado antes gravidez e em uso de esquema tríplice: continuar se é o


esquema de Biovir + Kaletra. Com outros esquemas: substituir os remédios como
Efavirenz que são contra-indicados na gestação (substituir pela, por exemplo, Kaletra)

- HIV diagnosticado antes gravidez e não em uso de esquema tríplice: iniciar esquema
tríplice

- HIV diagnósticado durante gravidez:

IG de 14 sem até 28 sem: somente AZT, 1 cp, VO, 12/12horas

Depois as 28 sem: iniciar esquema triplíce:

Biovir [=zidovudina/AZT 300 mg + lamivudina/3TZ 150 mg], 1 cp, VO, 12/12 h. (1 de


manhã, 1 à noite) Obs. Zidovudina => Se possível evitar no primeiro trimestre; beniício
de tratamento é considerado maior do que o risco no segundo and terceiro trimestres

Kaletra [=lopinavir 133,3 mg + ritonavir 33,3mg], 02 caps, VO, 12/12 h (de manhã e à
noite)

Obs.: officialmente somente iniciar o esquema triplíce quando o cargo viral > 10.000 e
continuar com somente AZT quando <10.000, só que o resultado do exame demora 4
meses
HIV e o parto

Administração de AZT. Iniciar pelo menos 3 horas antes a cesárea

Dose de ataque na 1ª hora: 2mg/kg, EV

Dose de manutenção: 1 mg/kg/hora até o clampeamento do cordão umbilical

Esquema de administração:

AZT 1 amp 200mg/20 ml + SG 5% 100 ml

 Preencher o formulário especial para pedir ampulas de AZT.

Exemplo de 50 kg:

1) AZT (200mg/ 20 ml) 10ml + SG 5% 100 ml, EV, 37 gts/min, ATAQUE

2) AZT (200mg/20 ml) 5 ml + SG 5% 100ml, EV, 35 gts/min, MANUTENÇAO

40 kg 50 kg 60 kg

Ataque 08 ml 10 ml 12 ml
AZT AZT AZT

36 37 37
gts/min gts/min gts/min

Manutenção 04 ml 05 ml 06 ml
AZT AZT AZT

35 35 35
gts/min gts/min gts/min

70 kg 80 kg 90 kg

Ataque 14 ml 16 ml 18 ml
AZT AZT AZT

38 39 39
gts/min gts/min gts/min

Manutenção 07 ml 08 ml 09 ml
AZT
36 AZT AZT
gts/min
36 36
gts/min gts/min

Ápos o parto

A) HIV diagnosticado durante gravidez: esquema tríplice (veja: Durante o parto) /AZT
SUPSENSO

30 dias após o parto: solicitar CD4 + cargo viral

(Obs: officialmente o valor de cargo viral determina a conduta, mas o resultado


demora 4 meses. Na prática usamos: CD4)

B) HIV diagnosticado antes a gravidez e com uso de esquema tríplice antes a


gravidez: continuar esquema tríplice

1) Após confirmação do diagnóstico pelo ELISA ou segundo TR de HIV:

Cabergolina 0,5 mg, 2 cp, VO, dose única

E caso que não foi prescrito no primeiro dia pós-parto:

Enfaixar os seios.

Íleo paralítica (pós-cirúrgica)

1) Dieta zero

2) Metoclopramida 10 mg, 01 amp + 01 amp, EV, 8/8h, FIXO

3) Dipirona 500 mg/ml, 01 amp + 01 amp, EV, 6/6h (se tiver muita dor)

4) Dimeticona 40 mg, 01 cp, VO, 8/8 h

5) Diclofenaco de sódio, 1 sup, VR, 8/8 h (se tiver muita dor e não tiver HASC)

6) Supositório de glicerina, 1 sup, VR, 8/8 h até evacuar

7) Estimular deambular

8) SG 10% 1500, EV, 40 gts/min.

Alternar com: Sf 0,9% 1500, EV, 40 gts/min


9) SSVV + CCGG

Obs.: não esqueça pedir um raio-x de abdômen (em pé) e ionograma

Fonte: Dra. Karina (22/1/09)

Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)

1º dia: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora

Repetir com 24 horas

2º dia: Betametasona 6mg, 2 amp, IM, agora

2ª dose

Obs:

- No caso de diabetes, veja: Corticoides


- Poderia repetir a Betametasona com 30-32 dias (se ainda estiver prematuro)

Inibir produção do leite

Indicação: mãe com HTLV 1 e 2 ou HIV

Cabergolina 0,5 mg, 2 cp, VO, dose única

Esquema alternativo: Cabergolina, 1cp. 12/12 horas durante 01 ou 02 dias => também
tem que preencher o recetuario normal

E caso que não foi prescrito no primeiro dia pós-parto:

1. Enfaixar os seios.

2. Crioterapia nas mamas de 6/6 horas

Indução do parto

Postokos 25 mcg, intravaginal, 6/6 horas durante max 2-3 dias e até 5 cm de dilatação
(OU 4 cm e 70% apagamento??) e depois Ocitocina SN

Casos especiais:

Cesárea anterior: Cateter de Folley (Prostokos aumenta o risco de rotura uterina)

Também veja:
- Escore de Bishop (modificado)

Ingurgitamento (de mama)

Ordenhar manual das mamas

Aplicar compresas frias durante 01 minuto

Insuficiência Cardíaca Fetal

Dose alta de digoxina (2-3 mg/dia em vez de 0,25 mg/dia normal).

Obs.: iniciar somente após exame laboratorial (K+), ECG e parecer cardiologia. A
paciente fica internada.

ITU

Gravida

- 1a escolha

- Alternativa

- Profilaxia: ITU de repetição ou nefrolitíase com um episode de ITU

Não gravida

Gravida

1ª escolha:

Cefalexina 500 mg, 1cp, VO, 6/6horas (durante 7-10 dias)

Alternativa:

Amoxicilina 500mg, 01 cp, VO, 8/8horas (????) durante 7 (????) dias

Profilaxia => ITU de repetição (=2 ITUs) e nefrolitíase com pelo menos um
episode de ITU:

Iniciar profilaxia após tratamento terapêutico:


Cefalexina 500 mg, 01 cp, VO antes de dormir até o termino da gestação

OU

Macrodantina 01 cp, VO, ao dia até o termino da gestação

OU

Nitrofurantoina 100 mg/ dia (de preferência à noite até 37 semanas pelo risco de
kernicterus – faz hemólise).

OU

Ac. Nalidíxico 500 mg 1 cp, VO, antes de dormir

Não gravida

Ciprofloxacina 500 mg, 01 cp, VO, 12/12horas por 3-7 dias.

HPV

Tratamento de lesões

Vacina

Tratamento de lesões

Ácido tricloroacético (ATA) aplicações semenais até seu desaparecimento

ATA 40% para lesões de vulva, períneo, região anal e vagina

ATA 80% para lesões de colo

Obs.: Condilomatose vulvar extensa: cauterização com bisturi elécrico.

Vacina

Vacina p/ HPV:

- Não recomendado na gestação

- 100% de soroconverso

2 tipos:
Vacina quadrivalenta:

- Sorotipos: 6, 11, 16 e 18

- Doses: 0, 2, e 6 meses

Vacina bivalente (GSK):

- Sorotipos: 16 e 18

- Doses: 0, 1 e 6 meses

Mastalgia prë-menstrual (MPM)

Damax – 6 caixas. 01 comp, VO, uma vez ao dia por 6 meses [01 caixo custa 50 reais]

Movatec 15mg, 01 cp VO ao dia, S/N

Também poderia prescrever ACHO

Mastite

Cefalexina 500 mg, 01 cp, VO, 6/6h durante 10 dias

Obs.: Naõ suspender amamentação

Menorragia / sangramento genital (não gravida)

Transamin (ácido tranexânico) 250 mg 2-3 comp 3-4 vezes ao dia por 3-5 dias (iniciar
logo após o sangramento intenso / 1º dia do ciclo). 12 comp: R$26-34

Hemoblock (ácido tranexânico) 250 mg 02 VO até sangramento parar. Seguindo staff


mais barato que Transamin, mas preço R$ 44-57

Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)

Regra de Sicca-Blanco

16-22 sem: 16 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

22-28 sem: 8 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

28-32 sem: 4 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

32-36 sem: 2 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min


>36 sem: 1 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

Ocitocina intra-parto

GUTpT:

22-28 sem: 8 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

28-32 sem: 4 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

32-36 sem: 2 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

>36 sem: 1 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

GUTT:

SG 5% 500ml + 1 amp Ocitocina, EV, 8 gts/min*

* Se não tiver bastante efeito, poderia dobrar várias vezes a dosagem; 8, 16, 32, 64
gts/min. Não ultrapasse 64 gts/min nas mulheres sem cesárea anterior e não
ultrapasse 32 gts/min (???) com mulheres com uma cesárea anterior)

PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)

1. Dieta zero

2. MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, IV em 30 min, ataque [OBS: no caso de anúria somente


ataque]

3. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, IV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...)

4. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito

5. SRL 500ml, EV, 28 gts/min

6. Chamar o médico se PAS = OU > 160 e/ou PAD = OU > 110 mmHG [OBS: para
prescrever Hidralazina 01 amp + 9 ml AD. Dar 2,5 ml da solução, EV, agora)

7. Dipirona 500 mg , 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6 horas, S/N

8. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N

9. [Poderia prescrever:] Omeprazol, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã

10. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas

11. Instalar SVD


12. Comunicar anormalidades

13. SSVV e CCGG

Casos especiais:

Caso IG < 34 sem: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora.

Repetir com 24 horas (com a 2ª dose anotar: 2ª dose)

Caso PA alta – começa com: Metildopa 250 mg, 1 cp, VO, 8/8 horas

Supsender MgSo4 se:

- Frequência respiratória < 14/min

- Os reflexos estão ausentes

- Diurese < 25 ml/hora => Neste caso: inciar SRL, 500 ou 1000 ml, EV, aberto ou 40
(ou 50) gts/min

PE-grave (pós-Cesárea)

1. Dieta zero [Liberar a dieta a partir do segundo fase MgSO4 caso que Curva de
PA e a clínica sejam boas]

2. [Se MgSo4 ficou suspenso durante > 6horas:] MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, IV em


30 min, ataque

3. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, IV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ... fase pós-
parto)* [OBS: no caso de anúria somente ataque]

4. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito

5. SRL 2000ml, EV, 40 gts/min

6. Captopril 25 mg, VO, se PAD = OU > 120 mmHg e/ou PAS = OU > 180 mmHg*

7. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N

8. [Se pcte estiver em dieta zero poderia prescrever:] Omeprazol, 1 amp + 1 amp
AD, EV, pela manhã

9. Iniciar 6 horas após o parto: Heparina UI10.000 s.c., 12/12h [Não iniciar se
plaquetas < 50.000]

10. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas OU (caso a dieta esteja
liberada) Dipirona 500mg, 2cp, VO, 6/6horas, fixo

11. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas


12. Crioterapia abdominal por 20 minutos / hora durante 4 horas [ NÃO 4 horas
sem intervalos: causa necrose]

13. Observar sangramento

14. Instalar SVD [caso que não foi colocado logo pós-parto]

15. Comunicar anormalidades

16. SSVV e CCGG

17. À UTI

Obs:

- também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min

- MgSO4 somente pode ser suspenso a partir de 24 horas pós-parto.

- Não coloque Captopril, SL – isso causa necrose da lingua

* Casos especiais:

PA alta – começar com: Captopril 25 mg, 1cp, VO, 8/8horas

Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100
mg 1x/dia

Supsender MgSo4 se:

- Frequência respiratória < 14/min

- Os reflexos estão ausentes

- Diurese < 25 ml/hora => Neste caso: inciar SRL, 500 ou 1000 ml, EV, aberto ou 40
(ou 50) gts/min

PE-grave (pós-parto normal)

19. Dieta zero [Liberar a dieta a partir do segundo fase MgSO4 caso que Curva de
PA e a clínica sejam boas]

20. [Se MgSo4 ficou suspenso durante > 6horas:] MgSO4 6 g + SG 5% 40 ml, EV em
30 min, ataque

21. MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, EV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ...fase pós-
parto)* [OBS: no caso de anúria somente ataque]

22. Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito


23. SRL 500ml (OU 1000 ml), EV, 28 gts/min

24. Captopril 25 mg, VO, se PAD = OU > 120 mmHg e/ou PAS = OU > 180 mmHg*

25. Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N

26. [Caso pcte estiver em dieta zero, poderia prescrever:] Omeprazol, 40 mg, 1 amp
+ 1 amp AD, EV, pela manhã

27. Heparina 10.000 UI s.c., 12/12h [iniciar logo após o PN, não iniciar se plaquetas
< 50.000]

28. Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas OU (caso a dieta esteja
liberada) Dipirona 500mg, 1cp, VO, 6/6horas, S/N

29. Aferir PA, FC, FR e diurese de 2/2 horas

30. [No caso de laceração/episiotomia:] Crioterapia em região vulvaperineal por 20


minutos / hora durante 4 horas ( NÃO 4 horas sem intervalos: causa necrose)

31. Observar sangramento

32. Instalar SVD [caso que não foi colocado logo pós-parto]

33. Comunicar anormalidades

34. SSVV e CCGG

35. À UTI

Obs:

também poderia prescrever: SRL 500 ml + 2amp (OU 3 OU 4) Ocitocina, EV, 8 gts/min

-MgSO4 somente pode ser suspenso a partir de 24 horas pós-parto.

- Não coloque Captopril, SL – isso causa necrose da lingua

* Casos especiais:

PA alta – começar com: Captopril 25 mg, 1cp, VO, 8/8horas

Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100
mg 1x/dia

PE Leve (sem TP franco)

1) Dieta rica em minerais, hipolipídica, hiperproteíca

2) Chamar o médico se PAS = OU > 160 e/ou PAD = OU > 110 mmHG [para
prescrever: Hidralazina 01 amp + 9 ml AD. Dar 2,5 ml da solução,EV, agora]
3) Dipirona 500 mg , 1 cp, VO, 6/6 horas, S/N

4) Metoclopramida 10 mg 1 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas, S/N

5) Mobilograma 3 vezes ao dia (somente no 4º CAM)

6) Comunicar anormalidades

7) SSVV e CCGG

Casos especiais:

Hipertensão com PAD > ou = 100 e/ou PAS . ou = 150 mmHg => Hipertensão pré-
parto

Caso IG < 34 sem: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora.

Repetir com 24 horas (com a 2ª dose anotar: 2ª dose)

Caso PA alta – começa com: Metildopa 250 mg, 1 cp, VO, 8/8 horas

Supsender MgSo4 se:

- Frequência respiratória < 14/min

- Os reflexos estão ausentes

- Diurese < 25 ml/hora => Neste caso: inciar SRL, 500 ou 1000 ml, EV, aberto ou 40
(ou 50) gts/min

Pielonefrite

Sem sinais de sepse

Com sinais de sepse

Sem sinais de sepse

Cefalotina, 1g, Ev, 6/6h, durante 2 dias

Depois: se não tiver febre: Cefalexina 500 mg, 1 cp, VO, 6/6h durante 8 dias.

Com sinais de sepse

Ceftriaxona (Rocefin), 1g, EV 12/12h


Obs:

De preferência faça urocultura

Gravidez: E. Coli, Klebsiela

Pirose

Hidróxido de alumínio, 10 ml, VO, agora OU após as refeições

Omeprazol, 1 amp + 1 amp AD, EV, pela manhã

Omeprazol 40 mg, 1 cp, VO, pela manhã

Ranitidina 150 mg, 1 cp, VO, 12/12h OU 2cp, VO, 24/24h

Pneumonia

Na gravidez:

Amoxicilina 500 mg, 01 cp, VO, 8/8 horas (durante ?? dias)

OU

Ceftriaxona (Rocefin), 1g, EV, 12/12 horas (durante ?? dias)

Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)

- Matergan 01 amp I.M. dose única -> também precisa preencher o receituário (duas
vias).

Preparo intestinal para USG

1. Dieta zero

2. Dimeticona 40 mg, 2cp, VO, 8/8h

3. Ducolax 01 cp, VO, 12/12h

4. Fitenema 1, VR, agora e 1 às 20 horas


Prurido pós morfina

Fenergan 01 amp IM, dose única

Puderdade precoce

Analogo de GnRH:

Leuprolide OU Triptorelina, 3,75mg, IM, uma vez a cada 4 semanas

Fonte: Revisão Crítica do Diagnóstico e Tratamento da Puberdade Precoce Central, Arq


Bras Endocrinol Metab vol.45 no.1 São Paulo Jan./Feb. 2001

Reposição hormonal

Nalifa [= Estradiol 1 mg): 1 caixa: 28 comp. R$ 31,95

Nalifa Pro [= Estradiol 1 mg + Acetato de Noretisterona 0,5 mg]: 01 caixa: 28 comp

Suprelle [= Estradiol 1 mg + Acetato de Noretisterona 0,5 mg ????]: 01 caixa: 28


comp. R$ 28,26

Femostron [=Estradiol 1mg + Didrogesterona 5 mg] 01 caixa: 28 comp. R$ 48, 96

SAAF

1) Ácido Acetilsalicílico 100 mg, VO, 1 cp ao dia até 12 semanas.

Heparine 5.000 UI* sc 12/12 de Idade Gestacional de 12 semanas até 6 semanas


pós-parto e depois, dependendo do quadro, poderá reintroduzir o AAS (ou iniciar
uma Anticoagulação Oral com antagonistas da Vitamina K (marevan ou
marcoumar), mantendo o INR entre 2,5 – 4,0. Isso não prejudica a amentação).

* 10.000 UI s.c. 12/12 horas se tiver outra morbididade associada que também
aumenta o risco de trombose como, por exemplo, obesidade.

OU

2) Clexan (heperina baixo molecular 100mg/ml, aplicar 20 (OU 40 mg????) MG IM ao


dia (obs.: remédio é caro)

Para pacientes com fator de risco para PE (como SAAF ou obesidade)*


No caso de SAAF também por que a paciente está usando heparina que pode dar
osteoporose:

1) Vitamina D, 1 cp VO/dia

2) Carbonato de cálcio 500mg/dia (????) 01 cp VO/dia

Sindrôme de ovários policísticos

Atenção: USG + Queixas

Ciproterona (Diana 35, Selene, Artemide 35), tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7
dias nada, depois 21 dias 01 cp VO ao dia. Durante 6 meses a 2 anos.

Toxoplasmose

Infecção materna (somente)

Infecção fetal

Infecção materna

Espiramicina (Rovamicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8 horas até o parto

Infecção fetal

Caso se tiver alterações com a USG como hidrocefalia, calcificações intracranianas,


hepatomegalia, ascite fetal e placentite -> realizar amniocentese -> PCR positivo para
DNA-Toxoplasmose (= infecção fetal):

Espiramicina (Rovamicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8 + Ácido fólico 50mg/dia


durante 3 semanas

Alternar com:

Sulfadiazina 3g/dia VO + Primetamina (Daraprim) 50mg/dia VO + Ácido fólico 50


mg/dia durante 3 semanas

Continuar assim até o parto e solicitar hemograma semanal (anemia)

TPM / Síndrome Pre-Menstrual


Depende muito da queixa principal:

Se a queixa seja depressão/ mal-estar geral:

Sertralina, 50mg, VO, 1 cp, à noite, de 15 até 28 dia do ciclo, 25 reais por mês ->
receituário azul no ambulatório

Também poderia usar: Fluoxetina, 20 mg, 1cp, VO, de manhã -> precisa preencher
receituário rosa

Alternativa:

1) Mercilon conti (além dos 21 comprimidos, apresenta mais 7 comprimidos com dose
baixa (10 µg) de EE, evitando a variação hormonal brusca do período, melhorando
os sintomas) (R$ 21-29)

2) Yaz (no regime de 24 dias, a drospirenona acaba agindo no organismo nos 4 dias
de pausa, melhorando os sintomas) (R$ 56).

Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior

Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque

Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas

TPP

- Inibir (até < 35 sem sempre inibir se não tiver patologia associada como infecção,
oligoâmnio ou sofrimento fetal E se não tiver amniorrexe + 02 doses de CE)

> 34,6 sem não precisa inibir; o médico tem liberdade de continuar ou suspender. Mas
com TPP sempre existe a suspeita duma infecção (subclínica)*

*Assim foi decidido na reunião de 14/05/08 com Dra Emanuelle

- Perto a parir (ATB – IMIP: 35 sem, outros serviços: 36 sem)

- Imaturidade pulmonar (até 34,6 semanas)

Inibir

Nifedipine 02 cp, SL, dose de ataque [Obs. Pode fazer um ataque até 3 vezes com
intervalos de 30 minutos)*

E: nifedipine 02 cp, VO, 6/6 h [OU 8/8h]*


*Evite Nifedipina nas pacientes hipertensas por causa do efeito hipotensor da
Nifedipina. Observação: no IMIP isso não é uma contra-indicação absoluta. Na maioria
das vezes iniciamos nifedipina. Uma alternativa (usada no CISAM será iniciar MgSO4 de
dose normal para inibir TPP)

*Evite combinar MgSO4 e Nifedipina (principalmente Nifedipina SL) -> alto risco de
hipotensão importante pelo efeito potencializador pelo MgSO da Nifedipina.

Buscopan composto (Hioscina 20 mg +


Dipirona 1 g), 01 amp + 01 amp EV, SN ou FIXO (Dra Isabella: SN é o mais certo)

Alternativas:

1) Buscopam composto (Hioscina 10 mg + Dipirona 500 mg), 01 cp, VO, 6/6h (OU 8/8
h) FIXO ou SN

2) Hioscina 10 mg, 01 cp, VO, 6/6h (OU 8/8h) FICO ou SN

Casos especiais:

1) Caso que a paciente tem o TPP bem inibido, mas mesmo assim está com muita dor
por causa de um útero reativo e o uso de nifedipina e buscopam composto não
aliviam bastante:

Progesterona micronizado, 100 mg, via vaginal, 12/12 horas. Também preencha
pedido de compra.

2) Caso que a pcte não senta mais dores:

Nifedipina 20mg, 8/8h durante 24 horas

3) Caso que a pcte ainda não senta dores:

Suspender nifedipina e observar durante 24 horas

Quando a paciente está perto a parir*

1) Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque

Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4


horas

*Obs:

- Tente pelo menos colocar 2 doses antes o parto.

- No caso de uma cultura vaginal positiva: sempre iniciar ATB-terapia

- Não é necessário se tiver uma cesárea


2) Alternativa: Ampicilina, 2g, EV, Ataque

Ampicilina 1g, 1g, EV, 6/6 horas

Também veja: imaturidade pulmonar

Tricomoníase

Também veja: Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico


laboratorial

Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 3 dias)* OU Metronidazol (250 mg), 8
cp, dose única*

E Metronidazol creme 01 vez por dia à noite (durante 10 dias).

Obs.: Duchas de vinagre podem ser usadas para alívio da sintomatologia

Obs.: *- Não use metronidazol oral no primeiro trimestre!! [e vaginal é totalmente


seguro?? – opiniões differentes!)

- Também tratar marido com Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 3 dias)
OU Metronidazol (250 mg), 8 cp, dose única

Trombose (profilaxia e tratamento)

Profilaxia

Tratamento

Profilaxia

Durante gestação:

Heparina 10.000 UI s.c., 12/12h iniciar logo após PN e 6 horas após PC (Não iniciar se
plaquetas <50.000)

Profilaxia até mobilização pós-parto ou pós-cirúrgica:

Iniciar 6 h pós-op no caso de raqui-anestesia e 2 h pós-op com anestesia geral ou pós-


parto normal: Heparina 10.000 UI SC 12/12h
Profilaxia prolangado:

Iniciar 6 h pós-op no caso de raqui-anestesia e 2 h pós-op com anestesia geral ou pós-


parto normal: Heparina 10.000 UI SC 12/12h

Marevan 5 mg 1 cp VO/dia (=> mudar o esquema seguindo o valor do INR => alvo
entre 2 e 3, se atingiu o alvo: suspender heparina)

Tratamento de TVP

1ª escolha:

Heparina, 15-25 UI/kg/hora=> 20.000-40.000 UI + SG 5% ou SF 0,9%,EV por 24 horas


(????)

Alternativo:

Clexane 40 mg, SC, 12/12 h

Vermes

Albendazol 01 cp, dose única

Repetir com 21 dias

2B. Medicamento - Alfabético

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

Acetato de medroxyprogesterona 150 mg (Depoprovera – deposito), aplicar 01 vez.


(Após 3 meses: repetir histeroscopia)[Hiperplasia simples do endométrio]

Ácido Acetilsalicílico 100 mg, VO, duas vezes por semana [abortamento de repitição e
gravidez nova]

Ácido fólico, 5 mg, 01 cp/dia, VO

Ácido tranexânico (Transamin) 250 mg 2-3 comp 3-4 vezes ao dia por 3-4 dias (iniciar
logo após o sangramento intenso / 1º dia do ciclo). 12 comp: R$26-34
Ácido tricloroacético (ATA) aplicações semenais até seu desaparecimento. ATA 40%
para lesões de vulva, períneo, região anal e vagina. ATA 80% para lesões de colo

Adrenalina 01 amp sc, agora [indicação: reação alérgica com falta de ar]

Albendazol 01 cp, dose única. Repetir com 21 dias [vermes, ovos de ascaris]

Aldomet -> veja metildopa

Anti-tetânica -> veja: anti-tetânica

Artemide 35 tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7 dias nada, depois 21 dias 01 cp


VO ao dia. Durante 6 meses a 2 anos.[SOP]

Azitromicina 1 g, 1cp, VO, 1x/dia, durante ??? dias [DIPA] OU Azitromicina 500 mg, 02
cp, VO, dose única. Também tratar parceiro [Bartholinite]

Betametasona 1º dia: Betametasona 6 mg, 2 amp, IM, agora. Repetir com 24 horas. 2º
dia: Betametasona 6mg, 2 amp, IM, agora OU às ... horas. 2ª dose [Imaturidade
pulmonar fetal]

Biovir, 1cp, VO, 12/12 horas (1 de manhã, 1 à noite)

Buscopan (Hioscina) 10 mg 01 dg, VO, 8/8 horas OU 6/6 horas

Buscopan composto (Hioscina 4mg/ml +Dipirona sódica 500mg/ml) 1 amp (=5ml) +1


amp AD, EV, agora OU 8/8 horas OU 6/6 horas

Caso exista alergia de dipirona: Buscopan simples (Hioscina) 20 mg/ml 1 amp (= 1ml)
+ 1 amp AD, EV, agora OU 8/8 horas OU 6/6 horas

Também existe: Buscopan plus (= Hioscina 10 mg + paracetamol 500 mg) VO, 8/8
horas OU 6/6 horas

Cabergolina 0,5 mg, 2 cp, VO, dose única. -> também tem que preencher o recetuario
normal. No caso que não foi prescrito no primeiro dia pós-parto: Enfaixar os seios. +
Crioterapia das mamas de 6/6h

Cafeina 200 mg, VO, 8/8 horas

Candicort creme (=hidrocortisona e cetoconazol) 1 tubo (=10-12 reais), passar no local


3 vezes ao dia durante 5 dias [Candidíase mamilar]

Captopril 25 mg, 1cp, VO, ataque (OU agora OU se PAD ≥ 110, e/ou PAS ≥ 180 mmHg)
(Se tiver RASH ou tosse com Captopril => Losartan 50 mg, dose única)
Captopril 25mg , 1cp, VO, 6/6 h (OU 1cp VO 8/8h OU 2 cp VO 8/8h) (Se tiver RASH ou
tosse com Captopril => Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100 mg 1x/dia)

Cefalexina 500 mg, 1cp, VO, 6/6horas (durante 7-10 dias)

Cefalotina, 1g, EV, 6/6 h (pielonefrite)

Cefazolina, 1g, EV, 6/6h

Cefriaxona (=Rocefin) 1g + 10 ml AD, EV, 12/12h

Celestone Soluspan 1º dia: Celestone Soluspam (=Betametasona) 6 mg, 2 amp, IM,


agora. Repetir com 24 horas. 2º dia: Celestone Soluspam 6mg, 2 amp, IM, agora. 2ª
dose [Imaturidade pulmonar fetal]

Ciclo 21 – 2 caixas, 2 cp/dia durante 7 dias, depois 1 cp/dia durante 14 dias

Ciprofloxacina (500???) mg, 01 cp, VO, 12/12horas por 3 dias. [infecções


comunitários/ITU sem gravidez.]

Ciprofloxacina 500 mg, 1 cp, VO, 12/12 h por ??? dias [DIPA] OU Ciprofloxacina 500mg,
01 cp, VO, dose única [Bartholinite]

Ciproterona (Diana 35, Selene, Artemide 35), tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7
dias nada, depois 21 dias 01 cp VO ao dia. Durante 6 meses a 2 anos. [SOP]

Clexan (heperina baixo molecular 100mg/ml, aplicar 20 (OU 40 mg????) MG IM ao dia


(obs.: remédio é caro) [SAAF]

Clindamicina 300 mg, VO, de 12/12 horas, por 7 dias [vaginose bacteriana 10 trimestre
gestação]

Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h – 6 doses ou 3 dias [endometrite]

Colpotrofine creme, aplicar na vagina, 01 vez ao dia á noite durante 10 noites e depois
aplicar 2 vezes/semana [atrofia mucosa vaginal/hipoestrongenismo]

Damax – 6 caixas. 01 comp, VO, uma vez ao dia por 6 meses [indicação: mastalgia pré-
menstrual; 01 caixo custa 50 reais]

Daraprim (Primetamina) 50mg/dia VO

Depoprovera – deposito (= Acetato de medroxyprogesterona 150 mg), aplicar 01 vez.


(Após 3 meses: repetir histeroscopia)[Hiperplasia simples do endométrio]

1º dia: Dexametasona pomada, aplicar 3 vezes ao dia no mamilo [indicacão: fissura


mamilar]

2º dia: Dexametasona pomada, aplicar 2 vezes ao dia no mamilo


Se necessário:

3º e 4º dia: Dexametasona pomada, aplicar 1 vez ao dia no mamilo

Diana 35 tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7 dias nada, depois 21 dias 01 cp VO


ao dia. Durante 6 meses a 2 anos. [SOP, acne]

Diazepam 10mg, 1cp, VO às 22 horas -> também tem que preencher a recetuaria rosa

Diclofenaco de sódio 50 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas (ou 8/8 horas), SN 9-11/20
comp (=1,25/ dia) [dismenorréia]

Diclofenaco sódico 50 mg), 01 sup, VR, 8/8h [as primeiras 48 horas pós cesárea. NÃO
USE NO CASO DE: PE ou HASG ou HASC]

Dipirona (pós-PC imediáto)): Dipirona 500 mg/ml 1 amp + 1 amp AD , EV, 6/6 horas

Dipirona: Dipirona 500mg, 1cp [melhor é usar 2cp nas primeiras 24 horas pós-PC] , VO,
6/6horas, fixo OU S/N

Doxicilina 100 mg, 1 cp, VO, 12/12h (durante ??? dias) (DIPA)

Dramin 20-40 ml VO, 4/4 ou 6/6 horas (dose máxima 160 ml) ou 1 cp de 50-100 mg 6/6
h ou 4/4h (dose máxima 400mg/dia) (custa: 7 reais)

Ducolax 01 cp, VO, 12/12h

Espiramicina (Rovamicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8

Estearato de eritromicina 250 mg, 1 cp, VO, 6/6 horas

Estrofen 1 mg (OU 2 mg). Tomar 01 cp VO ao dia [climatério: queixas vasomotores,


pctes com histerectomia]

Femostron [=Estradiol 1mg + Didrogesterona 5 mg] 01 caixa: 28 comp. R$ 48, 96


[Reposição hormonal]

Fenergan 01 amp IM, dose única

Fenitoína (Hidantal) 250 mg – uma ampola diluída em soro fisiológico 250 ml, EV, em
10 minutos. Manutenção: Primeira dose: 100mg, EV, 8/8 horas. [Eclâmpsia +
convulsões]

Fitenema 1, VR, agora e 1 às 20 horas


Fluconazol 150 mg, 01 cp VO dose única

Fluoxetina, 20 mg, 1cp, VO, de manhã -> precisa prencher recetuário rosa

Gentamicina 80 mg + SG 5% 100 ml, EV, em 20 min [indicação: profilaxia de


endocardite]

Gentamicina 120mg + SG 5% 100ml, EV, 12/12h [indicação: corioamnionite e


endometrite]

Gestadinona injecção [=Progresterona], 01 amp, 3/3 dias Progresterona até..... (12


semanas????)

Gluconato de Ca 10% 1 amp na cabeceira do leito

Heparina não fracionada profilático 10.000 s.c., 12/12h

Hidantal (Fentoína) 250 mg – uma ampola diluída em soro fisiológico 250 ml, EV, em 10
minutos. Manutenção: Primeira dose: 100mg, EV, 8/8 horas. [Eclâmpsia + convulsões)

Hidralazina 1 amp + 09 ml AD. Dar 2,5 ml de solução, EV, agora OU se PAS ≥ 180(OU
160) e/ou PAD ≥ 110.

[1 ml = 20 mg. Fazer 5 mg dose até 20/20 min. No máximo 4 doses = 20 mg]

Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 8/8h -> dose mínimo

Hidralazina 25 mg, 1 cp, VO, 6/6h -> dose máximo

Hidroclorotiazide, 25 mg, 1cp, VO pela manhã

Hidrocortisona (500 mg) 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, aberto [Indicação: reação
alérgica]

Hidrocortisona (500 mg) 01 amp + 8 ml AD. Dar 2 ml da solução em 100 ml SG 5%,


EV, 8/8 h (OU 4/4 h) [Indicação: reação alérgica grave ou persistente]

Hidrocortisona 500 mg, 01 amp + 01 amp AD, EV, 8/8 horas (Indicação: Cefaleía pós-
raqui)

Hidróxido de alumínio, 10 ml, VO, agora OU após as refeições

Hioscina 10 mg 01 dg, VO, 8/8 horas OU 6/6 horas

Hioscina 4mg/ml +Dipirona sódica 500mg/ml 1 amp (=5ml) +1 amp AD, EV, agora OU
8/8 horas OU 6/6 horas
Caso exista alergia de dipirona: Hioscina 20 mg/ml 1 amp (= 1ml) + 1 amp AD, EV,
agora OU 8/8 horas OU 6/6 horas

Também existe: Hioscina 10 mg + paracetamol 500 mg, VO, 8/8 horas OU 6/6 horas

Ibuprofen 200 mg, tomar 2 cp VO 8/8, SN – R$ 8,5/20 comp (=2,55/dia) [dismenorréia]

Inflarem (=diclofenaco sódico 50 mg), 01 sup, VR, 8/8h [as primeiras 48 horas pós
cesárea. NÃO USE NO CASO DE: PE ou hipertensão]

Kaletra, 2 cp, VO, 12/12 horas (de manhã e à noite) [HIV]

Level 20 mcg -- 02 caixas Dar 2dias 3 cp dose única, 3 dias 2 cp dose única, 16 dias 1
cp/dia.

Losartan 50 mg 1x/dia, 50 mg 2x/dia ou 100 mg 1x/dia [Se tiver RASH ou tosse com
Captopril]

Lucretin – 01 caixo (27,70 reais) Diluir 01 envelope em 01 litro de água. Tomar 01


banho ao dia à noite durante 15 dias. [candidíase vaginal virgem]

Luftal (Dimeticona) 40 mg 2 cp VO 8/8h

Marevan 5 mg 1 cp VO – ajustar a dose seguindo o INR

Matergan 01 amp I.M. dose única -> também precisa preencher o receituário (duas
vias).

Meclin 25 mg – 01 caixa. 01 cp VO, 8/8 h (15 reais)

Metamucil 01 caixa. Tomar 01 mixturado com meio copo de água ou suco 02 vezes ao
dia [constipação]

Metildopa 250 mg, 1cp, VO, 8/8h -> dose mínimo. Metildopa 500 mg 6/6 h à dose
máximo
Metoclopramida 10 mg, 01 amp, IM (OU: + 1 amp AD, EV), 8/8 h, SN

Metronidazol creme 01 vez por dia à noite (durante 10 dias)

No caso de tricomoníase: Metronidazol (250mg), 01 cp, VO, 8/8 h (durante 3 dias)* OU


Metronidazol (250 mg), 8 cp, dose única*

No caso de vaginose bacteriana: Metronidazol (250mg), 1 cp, VO, 12/12 h durante 7


dias*

* Não utiliza durante o primeiro trimestre!

MgSO4 6 g + Sg%% 40 ml, IV em 30 min, ataque

MgSO4 6g + SG 5% 440 ml, IV, 84ml/hora (OU 28 gts/min) (anotar o fase: 1º, 2º ...) (PE
Grave)

MgSO4 12 g + SG5% 380 ml, EV, 28 gts/min (anotar o fase: 1º, 2º ....) (Eclâmpsia)

Miconazol creme vaginal – 01 tubo. Aplicar 1x à noite durante 10 dias OU até acabar o
tubo.*

*Obs: não pode usar durante graivdez

Movatec 15mg, 01 cp VO ao dia, S/N [indicação: mastalgia pré-menstrual]

Nalifa [= Estradiol 1 mg): 1 caixa: 28 comp. R$ 31,95 [Reposição hormonal]

Nalifa Pro [= Estradiol 1 mg + Acetato de Noretisterona 0,5 mg]: 01 caixa: 28 comp


[Reposição hormonal]

Naproxeno OU naproxeno sódico 250mg, tomar primeiramente 2 cp VO e depois 1 cp


VO de 12/12h (ou de 8/8 h) – RS6,5/15 comp (=1,08/dia) [dismenorréia]

Nifedipine 02 cp, SL, dose de ataque E: nifedipine 10 mg 02 cp, VO, 6/6 h (OU – menos
comum no IMIP: 8/8h)

Nifedipina 10 mg, 1 cp, VO, 8/8 h -> dose mínimo

Nifedipina 10 mg, 2 cp, VO, 6/6h -> dose máximo

Nimesulida 100 mg. Tomar 01 cp VO 12/12 horas, SN RS13-15/12 comp (=2,33/dia)


[dismenorréia]

Nistatina creme vaginal – 01 tubo - Aplicar 1 vez/ dia à noite durante 14 dias
Nausedron 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 horas (usar no caso de alergia a
metoclopramida)

Óleo mineral 10 ml VO 8/8h até evacuações

Ocitocina: induzir com aborto (incompleto, infectado, retido)

Regra de Sicca-Blanco

16-22 sem: 16 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

22-28 sem: 8 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

28-32 sem: 4 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

32-36 sem: 2 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

>36 sem: 1 amp + 500 ml SG 5%, EV, 8 gts/min

Ocitocina (intra-parto): SG 5% 500ml + 1 (caso GUT) OU 2 (caso GUTpT) amp


Ocitocina, EV, 8 gts/min

Ocitocina (pós-curetagem): SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Ocitocina, EV, 28 gts/min

Ocitocina (pós-parto): SG 5% 500 ml + 2(OU 3 OU 4) amp Ocitocina, EV, 8 gts/min

Omeprazol, 1 amp + 1amp AD, EV, pela manhã

Omeprazol, 40 mg, 1 cp, VO, pela manhã

Ondasedrona 4 mg 01 amp + SF 0,9% 100 ml, EV, 8/8 h => recetuario branco

Ovestrion creme vaginal – 01 tubo, Aplicar na vagina duas vezes por semana [atrofia
vaginal / hipoestrogenismo]

Penicilina Benzatina 1.200.000 UI, 01 amp IM, 21/21 dias [febre reumática + lesão
valvular)

Penicilina Cristalina 5.000.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, ataque E


Penicilina Cristalina 2.500.000 unidades + 100 ml SG 5%, EV em 20 min, 4/4 horas

Plasil (metoclopramida) 10 mg 1 amp IM 8/8 horas, S/N*

*No caso de alergia a metoclopramida: Nausedron 01 amp + SG 5% 100 ml, EV, 12/12
horas
Postokos 25 mcg, intravaginal, 6/6 horas durante max 2-3 dias e até 5 cm de dilatação

Prednisona: esquema de desmama -> metade do dose original durante 5 dias ->
metade da metade durante 5 dias etc (cada vez metada do anterior durante 5 dias) até
chegar no 5 mg; 5 mg/dia durante 5 dias e depois 5 mg em dias alternados (dia sim,
dia não) durante 5 dia. Depois: supenso.

Primetamina (Daraprim) 50mg/dia VO

Gestadinona injecção [=Progresterona], 01 amp, 3/3 dias Progresterona até..... (12


semanas????) [abortamento de repetição sem exames feitos]

Progesterona 200 mg, colocar 01 óvulo vaginal intravaginal ao dia (mais barato que
Gestadinona) [ abortamento de repetição sem exames feitos]

Progesterona micronizado, 100 mg, via vaginal, 12/12 horas [gestante com muita dor
por causa de um útero reativo mesmo com nifedipina e buscopam composto]. Também
preencha pedido de compra.

Prometazina 01 amp IM, agora [Indicação: reação alérgica]

Ranitidina 150 mg, 1 cp, VO, 12/12h OU 2cp, VO, 24/24h (????)

Rocefin (Ceftriaxona) 1g + 10 ml AD, EV, 12/12h

Rovamicina (Espiramicina) 1,5 unidades (500mg) 02 cp VO 8/8

Selene, tomar 01 cp VO durante 21 dias, depois 7 dias nada, depois 21 dias 01 cp VO


ao dia. Durante 6 meses a 2 anos. [SOP]

Sertralina, 50mg, VO, 1 cp, à noite, de 15 até 28 dia do ciclo, 25 reias por mês ->
recuário azul no ambulatório

Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO em dias alternados (hoje: dia sim, amanhã: dia não)
durante 3 meses. Obs: em dias alternados tem menos efeitos adversos, mesma
absorpção que 1x/dia

=> Ministério de Saúde: Sulfato ferroso 40 mg 1 cp VO ao dia meia hora antes do


almoço + Vitamina C 500mg 1cp VO ao dia junto com o sulfato ferroso, durante 3
meses

Sulfadiazina 3g/dia VO
Suprelle 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia. (Paciente volta com 6 meses) [Reposição
hormonal + Climatério: queixas vasomotores, mamagrafia e USG vaginal normais)

Têtanus-vaccina/anti-tetânica -> veja: anti-tetânica

Tamisa 20 mcg -- 02 caixas Dar 2dias 3 cp dose única, 3 dias 2 cp dose única, 16 dias
1 cp/dia.

Tibolona, 03 caixas. Tomar 01 cp VO ao dia. (Paciente volta com 6 meses)(30-40 reais


por caixa) [Climatério: queixas vasomotores, mamagrafia e USG vaginal normais]

Tintura de algodeiro. Diluir 01 colher de chá em 01 copo de água 8/8 horas durante 01
semana

Tramal (Tramadol) 50 mg/ml 01 amp (=1ml) + SF 0,9% 100 ml, EV, 8/8 horas

Transamin (ácido tranexânico) 250 mg 2-3 comp 3-4 vezes ao dia por 3-4 dias (iniciar
logo após o sangramento intenso / 1º dia do ciclo). 12 comp: R$26-34 [menorragia]

Transamin [= antifibrinolítica] 10mg/kg/dose, EV, 8/8h + SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3)


amp Oxitocina, EV, 28 gts/min

Tylex (paracetamol + codeine) 30 mg VO 6/6 horas -> também precisa preencher a


receituário rosa (paciente internada) ou recetuário azul (paciente de alta ou
ambulatorial)

Vaccinas – veja: anti-tetânica

Venóclise (pós-PC): SF 0,9% 1000 ml, EV, 40 gts/min. Alternar com: SG 5% 1.500 ml,
EV, 40 gts/min

Vitamina C 500mg 01 cp VO ao dia (junto com o Sulfato Ferroso)

2C. Drogas na gravidez

1) Introdução geral
2) Categorias da FDA
3) Drogas sorteadas por tipo/indicação
Introdução geral
Andreza Saraiva e Ana Beatriz Albuquerque Janeiro 2009

Conceito
Epidemiologia
Periódo Sensível
Gestação X farmocinética
Droga X barreira de placenta

Conceito

Teratos: monstro
Teratógeno: qualquer agente ou fator ao qual a exposição embriofetal produz uma
alteração permanente na forma ou função da prole (Shepard,1986)

Danos reprodutivos:
-morte do concepto

-malformações

-CIUR

-deficiências funcionais

Epidemiologia

Malformações
-65% multifatorial ou fatores desconhecidos

-conhecidos: 10% fat ambientais - 50% drogas e agentes químicos

Pré-natal (desenvolvidos):

-82% medicadas / 65% auto

Shepard, 1986: 1600 drogas em animais, provavelmente 50% causam efeitos


teratógenos, embora hoje apenas 48 teratógenos humanos descritos
Relato de caso: superestima, levanta hipóteses

Caso-controle: depende da memória


-caso: crianças com malformações específicas

-controle: crianças normais

Coorte (prospectivo): melhor


-compara gestantes expostas a um fármaco e observa a saúde dos bebês; para
controle usa uma série de grávidas com exposição considerada segura

Periódo sensível

Horário Embriopático” (Wilson,1953)

1-FASE OVULAR: morte do concepto (tudo ou nada)

2-FASE EMBRIONÁRIA: alterações morfológicas

3-FASE FETAL: anormalidades funcionais

Gestação x Farmacocinética

• Aumento do volume de distribuição (intersticial, vascular e fetal)


• Aumento do DC
• Aumento do FSR e RFG
• Redução sérica de proteínas
• Alterações da absorção gástrica e intestinal
• Modificações ventilatórias

Droga x barreira placentar

• Gradiente de concentração
• Baixo grau de ionização
• BPM
• Livre
• Lipossolubilidade
• Área placentar

Categorias

Categorias simplificadas

Categorias da FDA (oficial)

Categorias simplificadas

A Estudos controlados não mostraram risco


B Não há evidência de risco no ser humano

C O risco não pode ser afastado; aqui estão incluídos


fármacos recentemente lançados no mercado e/ou ainda
não estudados

D Há evidência positiva de risco

X Contra-indicados na gravidez

Categorias da FDA

A Estudos controlados não demonstraram riscos no 1º trimestre e não há


evidências de risco nos demais trimestres

B Estudos de reprodução animal não demonstraram risco fetal, mas não há estudos
controlados no humano; ou estudos em reprodução animal demonstraram
efeitos adversos que não foram confirmados em estudos controlados no ser
humano nos vários trimestres
C Relatos em animais revelaram efeitos adversos no feto. Não há estudos
controlados em mulheres ou em animais. Avaliar risco-benefício

D Há evidência positiva de risco fetal humano, porém, os benefícios do uso em


gestantes podem ser aceitáveis

X Estudos em animais ou seres humanos revelaram efeitos deletérios sobre o


concepto que ultrapassam os benefícios. O fármaco está contra-indicado durante
a gestação e em mulheres que pretendam engravidar

Drogas sorteadas por tipo/indicação

Adocantes (veja: outras drogas)


Antiarrítmicos (veja: drogas Cardiovasculares)
Antibióticos (veja: antimicrobianos)
Anticoagulantes
Anticonvulsivantes
Antiepileptica (veja: anticonvulsivantes)
Antidepressívos (veja: drogas para Sistema Nervoso Central)
Antifúnigicos (veja: antimicrobianos)
Antihipertensivos (veja: drogas Cardiovasculares)
Antihistamínicos
Antiinflamatórios não-hormonais
Antimaláricos (veja: antimicrobianos)
Antimicrobianos (também veja: Antivirais)
Antineoplásicos (veja: citostáticos)
Antivirais
Antiparasitários (veja: antimicrobianos)
Antipsicóticos (veja: drogas para Sistema Nervoso Central)
Citostáticos
Corticoesteróides (veja: hormônios)
(Drogas) Cardiovasculares
Diuréticos (veja: drogas Cardiovasculares)
Drogas lícitas e ilícitas
Hipoglicemiantes (veja: hormônios)
Hipolipemiantes (veja: drogas Cardiovasculares)
Hormônios
Imunosuppessores (veja: outras drogas)
Psicotrópicos (veja: drogas para Sistema Nervoso Central)
Retinóides (veja: vitaminas)
(Drogas para) Sitema Nervoso Central
Tuberculostáticos (veja: antimicrobianos)
Vacinas, serums e toxoides
Vitaminas
Outras Drogas e Substâncias

Anticoagulantes

• Anisindiona (D)
• Coumarina (Derivados) (D/X)
• Dalteparina (B)
• Danaparoid (B)
• Dicumarol (D)
• Difenadiona (D)
• Enoxaparina (PM 4000 a 6000) (B) Não ultrapassa a placenta (Fejgin 1994)
• Etil Biscoumacetato (D)
• Heparina (C) (PM 4.000 a 30.000) (C) Não ultrapassa a placenta. Não está assoc
a anomalias. Uso prolongado pode causar osteoporose e trombocitopenia
maternos
• Nadroparina (B)
• Nicoumalona (D)
• Parnaparina (B)
• Fenindiona (D)
• Fenprocoumon (D)
• Reviparina (C)
• Tinzaparina (B)
• Warfarina (D/X) Síndrome Warfarin Fetal (15-25%): condrodisplasia punctata,
hipoplasia nasal, defeitos de crânio, malform olhos, orelhas e SNC. Período de
maior suceptibilidade 6-9ºsem

Anticonvulsivantes

A–E F–L M–Z

A-E
• Ácido Valpróico (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição de Ác fólico.
4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%. 1-2% espinha bífida (1ºT) Síndrome Valproato -
fetalà braquicefalia, hipertelorismo ocular, superposição de dedos e artelhos
• Aminoglutetimida (C)
• Bromidas (D)
• Carbamazepina (D) (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição de Ác
fólico. 4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%. Síndrome da Carbamazepina.
Anormalidades craniofaciais. Fissuras palpebrais ascendentes. Narzi curto.
Pregas epicânticas. Defeitos dos membros. Hipoplasia das falanges distais,
unhas. Deficiência do crescimento. Deficiência mental.
• Clonazepam (D)
• Etosuximida (C)
• Etotoina (D)

F –L
• Felbamato (C)
• Fenitoina (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição de Ác fólico.
4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%
• Fenobarbital (D) Impede o metabolismo do folato => diminuição de Ác fólico.
4mg/dia ác fólico: 3,7%à0,7%A frequência de defeitos ao nascimento não
aumentou com relação ao controle (Heinonem,1997) Observou-se diminuição no
QI na vida adulta em comparação aos não expostos
• Fensuximida (D)
• Gabapentina (C)
• Gardenal (D)
• Hidantoína. Síndrome da Hidantoína. Anormalidades craniofaciais, Fenda
labial/palatina. Ponte nasal larga. Hipertelorismo Pregas epicânticas. Defeitos
dos membros. Hipoplasia das falanges distais, unhas. Deficiência do
crescimento. Deficiência mental.

• Lamotrigina (C)

M–Z

• Magnesium Sulfato (B)

• Mefenitoina (C)

• Mefobarbital (D)

• Metarbital (B)

• Metsuximida (C)

• Oxcarbazepina (C)

• Parametadiona (D)

• Primidona (D)

• Trimetadiona (D) Síndrome da Trimetadiona: Anormalidades craniofaciais. Fenda


palatina. Sobrancelhas em forma de V. Dentes irregulares. Pregas epicânticas.
Orelhas inclinadas para trás. Dificuldade de fala. Pregas símias. Perda auditiva.
Anomalias cardíacas. Defiência do crescimento. Deficiência mental. Microcefalia.

Antihistamínicos

A–D E-Z
A–D

• Antazolina (C)
• Astemizol (C)
• Azatadina (B)
• Bromodifenhidramina (C)
• Bromfeniramina (C)
• Buclizina (C)
• Carbinoxamina (C)
• Cetirizina (B)
• Clorciclizina (C)
• Clorfeniramina (B)
• Cinarizina (C)
• Clemastina (C)
• Ciclizina (B)
• Ciproheptadina (B)
• Dexbromfeniramina (C)
• Dexclorfeniramina (B)
• Dimenhidrinato (B)
• Dimetinden (B)
• Dimetotiazina (C)
• Difenhidramina (B)
• Doxilamina (A)

E–Z

• Feniramina (C)
• Feniltoloxamina (C)
• Fexofenadina (C)
• Hidroxizina (C)
• Loratadina (B)
• Meclizina (B)
• Metdilazina (C)
• Prometazina (C)
• Pirilamina (C)
• Terfenadina (C)
• Trimeprazina (C)
• Tripelennamina (B)
• Triprolidina (C)

Antiinflamatórios Não-Hormonais

Também veja: (Drogas para) Sitema Nervoso Central

• Em geral classe B/D. Derivados dos salicilatos, do indol, do ácido propiônico, do


ácido fenilacético, do ácido antranílico, dos pirazolônicos, dos oxicans, da
nabumetona. No terceiro trimestre: disfunção renal fetal, oligoâmnio, oclusão
precoce do ducto arterioso com hipertensão pulmonar
• AAS (C/D) oligoidrâmnio, fechamento prematuro do canal arterial, hipertensão
pulmonar, risco de hemorragias, pode prolongar a gestação

• Indometacina: tratamento de polidrâmnio

Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)

Também veja: Antivirais

A B C D E F G H I K L M N O P Q R S T–Z

• Ácido Mandélico (C)


• Ácido nalidíxico (C)
• Ácido para-aminosalicílico (C)
• Albendazol (C) Amplo espectro. A partir do segundo trimestre
• Amfotericina B (B)
• Amikacina (C/D)
• Aminoglicosídeos (C/D)

• Amoxicillina (B) Não há evidência de teratogenicidade

• Ampicillina (B) Não tem evidência de risco

• Artemeter. Contraindicado na gravidez

• Artesunato. Contraindicado na gravidez

• Azitromicina (B) Data limitada sobre uso na gravidez; usar somente se benefício
é maior que o risco.

• Aztreonam (B/C) Alternativa aos aminoglicosídeos. Não está associado à


ototoxidade ou toxidade renal. Não há estudos em humanos. Não é teratogênico
em roedores

• Azul Metilene (C/D)

• Bacampicillina (B)
• Bacitracina (C)
• Benzonidazol (C) Indicação: Leishmaniose / Tripanossomíase
• Butoconazol (C)

C
• Capreomicina (C)
• Carbapenen (Imipenen) (C) Eficaz contra aeróbios e anaeróbios. Não há dados
humanos sobre segurança. Há indicações para seu uso: apendicite perfurada,
infecções maternas graves
• Carbarsona (D)
• Carbenicillina (B)
• Cefaclor (B)
• Cefadroxil (B)
• Cefalosporinas (B) Todos atravessam a placenta; meia vida menor na
gestante.Cefamandol (B)
• Cefatrizina (B)
• Cefazolina (B)
• Cefdinir (B)
• Cefepim (B)
• Cefixima (B) Dose única é considerada seguro
• Cefmetazol (B)
• Cefonicid (B)
• Cefoperazona (B)
• Ceforanida (B)
• Cefotaxime (B)
• Cefotetan (B)
• Cefoxitina (B)
• Cefpodoxime (B)
• Cefprozil (B)
• Ceftazidime (B) Não tem evidência de risco
• Ceftibuten (B)
• Ceftizoxim (B)
• Ceftriaxona (B) Não tem evidência de risco
• Cefuroxim (B)
• Cefalexina (B)
• Cefalotina (B)
• Cefapirina (B)
• Cefradina (B)
• Ciclacillina (B)
• Ciclopirox (B)
• Cicloserina (C)
• Cinoxacina (C)
• Ciprofloxacina (C) Evitar—artropatia em estudos de reprodução animal; existem
alternativos mais seguros
• Claritromicina (C)
• Clavulano de Potássio (B)
• Clindamicina (B) Não tem evidência de risco. Atravessa facilmente a placenta,
níveis fetais significativos (Gilstrap e associados, 1988) A experiência clínica
sugere que seja droga relativamente segura
• Clofazimina (C)
• Clomociclina (D)
• Cloramfenicol (C/D) Em 100 lactentes expostos no início da gravidez, não houve
aumento na incidência (Heinonen,1977). Terceiro trimestre: Síndrome do Bebê
Cinzento (cianose, colapso vascular e morte) Parece improvável que níveis
fetais obtidos por administração materna causem tal síndrome
• Clorhexidina (B)
• Cloroquina (C)
• Clortetraciclina (D)
• Clotrimazol (B) Não tem estudos no primeiro trimestre. O uso vaginal durante o
segundo and terceiro trimestre não demonstrou causar malformaçãos. Outros
autores: em relatos não houve aumento das malformações (Rosa e assoc,1987)
• Cloxacillina (B) Não tem evidência de risco
• Colistimetato (C)

• Dapsona (C)
• Demeclociclina (D)
• Dicloxacillina (B)
• Diritromicina (C)
• Doxiciclina (D/X) Contraindicada na gravidez e amamentação. Primeiro
trimestre: efetos no desenvolvimento skeletal nos estudos de repoducção
animal. Segundo and terceiro trimestres: discoloração dental em crianças;
hepatotoxicidade materna com doses parenterais grandes. Pode causar
coloração amarelo-castanha nos dentes ou se depositare nos ossos longos,
embora não pareça inibir o crescimento (Kutscher e assoc, 1966) Esteatose
hepática ag em gestantes com Insuf. Renal (Whally e col,1964)

• Enoxacina (C)
• Eritromicina (B) Não tem evidência de risco. Usada em alérgicos à penicilina; o
feto nem sempre é tratado devidamente para sífilis
• Espiramicina (C) Não há evidências embrio-fetais adversas. Apesar do tto, os
RNs podem apresentar hidrocefalia, coriorretinite e calcificações intracranianas
(Foullon e cols,1999)
• Estreptomicina (D/X) (Tuberculostático) Segundo and terceiro trimestres: dano
de nervo auditório (surdez congênita) ou vestibular; usar somente se estivar
essential (quando usar: monitorar o nível sérico de steptomicina concentração).
Está assoc. à lesão do 8º nervo fetal (Conway,1965). Risco de ototoxidade com
qualquer um é 1-2%. Só devem ser usados para infecções resistentes a outros
antibióticos
• Etambutol (B) (Tuberculostático)
• Etionamida (B/C) (Tuberculostático)

• Fluconazol (X/C) Evitar in primeiro trimestre—anormalidades congenitas


multiplas documentas com uso de longo prazo de doses altas. Teratogênico em
animais de experimentação e no humano quando ministrado continuadamente
no primeiro trimestre
• Flucitosina (C)
• Fluoroquinolonas (ciprofloxacino, norfloxacino, ofloxacino) (C) O fabricante
relata associação com artropatia irreversível em cães imaturos
• Fosfomicina (B)
• Furazolidona (C)
G

• Gatifloxacina (C)
• Gentamicina (Aminoglicosídeo) (C/D) Segundo and terceiro trimestres: dano de
nervo auditório ou vestibular; risco provávelmente é muito pequeno, mas usar
somente se benefício é maior que o risco (quando usar: monitorar o nível sérico
de gentamicina concentração)
• Gentian Violt (???) (C)
• Griseofulvina (D) Há um relato de sua possível associação com gêmeos unidos
(Rosa e assoc,1987) Estudos em animais indicam anomalia no SNC e esqueleto

• Hetacillina (B)
• Hexaclorofene (C)
• Hidroxicloroquina (C/D)

• Imipenem–Cilastatina Sódica (C) Eficaz contra aeróbios e anaeróbios. Não há


dados humanos sobre segurança. Há indicações para seu uso: apendicite
perfurada, infecções maternas graves
• Iodina / Iodo (??) (D)
• Iodoquinol (C)
• Isoniazida (C) (Tuberculostático)
• Itraconazol (X/C) Teratogênico em animais de experimentação e no humano
quando ministrado continuadamente no primeiro trimestre

• Kanamicina (D)
• Ketoconazol (C)

• Levofloxacina (C)
• Lincomicina (B)
• Lindane (B)
• Linezolid (C)
• Lomefloxacina (C)
• Loracarbef (B)

M
• Macrolídeos (B)
• Mebendazol (C) É teratogênico em animais de laboratório. Deve ser evitado até
a 9º semana.
• Mefloquina (C)
• Meglumina(C) Indicação: Leishmaniose / Tripanossomíase
• Meropenem (B)
• Metaciclina (D)
• Metenamina (C)
• Meticillina (B)
• Metronidazol (B) Primeiro trimestre: evitar. Segundo and terceiro trimestres:
evitar regimes de dose alta (>1g). É carcinogênico em roedores e mutagênico
em bactérias, alguns autores não recomendam seu uso no 1ºT. 1700 lactentes
não houve anomalia congênita (Rosa e cols,1987)
• Miconazol (C). Em relatos não houve aumento das malformações (Rosa e
assoc,1987) Outros autores: contra-indicado na gravidez pelo seu potencial
efeito inibidor na síntese androgênica. Melhor usar: Nistatina ou Clotrimazol
• Minociclina (D/X) Deve ser evitada. Pode causar coloração amarelo-castanha
nos dentes ou se depositare nos ossos longos, embora não pareça inibir o
crescimento (Kutscher e assoc, 1966) Esteatose hepática ag em gestantes com
Insuf. Renal (Whally e col,1964)
• Monobactam (C) Alternativa aos aminoglicosídeos. Não está associado à
ototoxidade ou toxidade renal. Não há estudos em humanos. Não é teratogênico
em roedores
• Moxalactam (C)
• Moxifloxacina (C)

• Nafcillina (B)
• Neomicina (C)
• Nistatina (C) Não tem informação, mas absorção gastrointestinal é mínima.
Outros autores: em relatos não houve aumento das malformações (Rosa e
assoc,1987)
• Nitrofurantoina (B) Estudo prospectivo com 100 gestantes tratadas não houve
aumento na incidência (Lanke e cols,1983) Associado a anemia hemolítica em
mulheres com def. de G6PD ->20.000 gestantes que receberam tto não foi
observada anemia hemolítica na mãe, nem no feto
• Norfloxacina (C)
• Novobiocina (C)

• Ofloxacina (C) Evitar - artropatia em estudos de reprodução animal; existem


alternativos mais seguros
• Oleandomicina (C)
• Oxacillina (B)
• Oxitetraciclina (D)

• Paromomicina (C)
• Penicilinas (B) Mais seguros Inibidores da Beta-lactamase.Níveis séricos na
gestante menores que em não gestantes Penicillina G (B)
• Penicillina G, Benzatina (B) Não tem evidência de risco
• Penicillina G, Procaina (B)
• Penicillina V (B)
• Pentamidina (C) Indicação: Leishmaniose / Tripanossomíase
• Permetrina (B)
• Piperacillina (B)
• Piperazina (B)
• Pirimetamina (C) Antagonista do ác. Fólico. Hengst(1972) não relatou aumento
na frequência em 64 RNs
• Podofyllum Resina. Evitar – morte neonatal e teratogenesia são documentados
• Praziquantel (B)
• Pirantel Pamoato (C)
• Pirazinamida (C) (Tuberculostático)
• Piretrinas com Piperonil Butoxida (C)
• Pirvinium Pamoato (C)
• Polimixina B (B)
• Povidona-Iodina / Povidine-Iódo(??) (D)
• Primaquina (C)
• Proguanil (B)

• Quinacrina (C)
• Quinidina (C)
• Quinino (D/X)

• Rifampina (C) (Tuberculostático)

• Sparfloxacina (C)
• Spectinomicina (B)
• Sulfametoxazol + Trimetoprim Primeiro trimestre: risco teratogênico teórico
(trimethoprim é um antagonista de folato). Terceiro trimestre: hemolise neonatal
e methemoglobinamia; ídeia de risco aumentado de kernictericia parece ser
sem evidência.
• Sulfonamidas (B/C/D) Não houve estudos com sulfas versus anomalias
congênitas. Hiperbilirrubinemia se usadas próximo ao parto, no lactente pré-
termo (Landers e cols, 1973)

T-Z
• Talidomida (X) Suscetibilidade diferente entre espécies diferentes. Entre 21 e
27º dias: defeitos do ouvido externo. Entre 27 e 30º dias: focomelia nos MMSS.
Entre 30 e 33º dias: focomelia nos MMII. Outros defeitos: anomalias de face,
renais e torácicas, cardiopatias, atresia anal e defeitos do tubo neural. Não é
mais disponível nos EUA, mas ainda é usada em outros países para tratamento
do LE cutâneo refratário, doença enxerto-versus-hospedeiro crônica em crianças
após transplante de medula óssea e hanseníase.
• Terbinafina (B)
• Terconazol (C)
• Tetraciclina (D/X) Contraindicada na gravidez e amamentação.Primeiro
trimestre: efetos no desenvolvimento skeletal nos estudos de repoducção
animal. Segundo and terceiro trimestres: discoloração dental em crianças;
hepatotoxicidade materna com doses parenterais grandes Pode causar
coloração amarelo-castanha nos dentes ou se depositarem nos ossos longos,
embora não pareçam inibir o crescimento (Kutscher e assoc, 1966) Esteatose
hepática ag em gestantes com Insuf. Renal (Whally e col,1964)
• Tiabendazol (C) Indicação: estrongiloidíase, ancilostomose, larva migrans. Não
há estudos em humanos, nem relato de teratogenicidade em animais
• Ticarcillina (B)
• Tinidazol Fabricante conselha evitar no primeiro trimestre. Segundo and terceiro
trimestres: evitar regimens de dose alta (>1g)
• Tobramicina (C/D)
• Trimetoprim (C/D) Primeiro trimestre: risco teratogênico teórico (trimethoprim é
um antagonista de folato). Não houve aumento na frequência de anomalias com
o uso de SMZ-TMP no primeiro trimestre (Pursell,1973) / contra-indicado,
principalmente no 1º trim
• Trimetrexato (D)
• Troleandomicina (C)
• Trovafloxacina (C)
• Vancomicina (B/C) Está associada à nefrotoxidade e ototoxidade maternas
(Hermano,1987) Usar somente se benefício potencial é maior que o risco –
monitorar de concentração de vancomicina na plasma é essential para reduzir o
risco de toxicidade fetal

Antivirais

A–I J-Z

A–I

• Abacavir (B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto infecção HIV
• Aciclovir (B/C) Não tem evidência de risco; absorpção limitado no uso tópico.
Andrews e cols,1992: 239 gestantes(1ºT): =>47 abortos induzidos. => 24
espontâneos => 168 vivos. 95% não tiveram anomalias. 5% anomalias sem
padrão distinto
• Amantadina (C)
• Amprenavir (C)
• AZT (Zidovudina) (C) Se possível evitar no primeiro trimestre; beniício de
tratamento é considerado maior do que o risco no segundo and terceiro
trimestres
• Biovir [veja: zidovudina/AZT 300 mg + lamivudina/3TZ 150 mg
• Cidofovir (C)
• Delavirdina (C)
• Didanosina (ddl)(B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto
infecção HIV
• Efavirenz (C)
• Estavudina (d4T) (B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto
infecção HIV
• Famciclovir (B) Estudos de reprodução animal não demonstraram nenhum risco
— usar somente se benefício é maior que o risco.
• Foscarnet (C)
• Ganciclovir (C). Ganciclovir tem maior toxidade que aciclovir em animais
• Idoxuridina (C)
• Indinavir (C)

J–Z

• Kaletra [veja: lopinavir 133,3 mg + ritonavir 33,3mg],


• Lamivudina (B/C)
• Nelfinavir (B)
• Nevirapina (C)
• Oseltamivir (C)
• Ribavirina (X)
• Rimantadina (C)
• Ritonavir (B)
• Saquinavir (B)
• Stavudina (C)
• Valaciclovir (B) Estudos de reprodução animal não demonstraram nenhum risco
— usar somente se benefício é maior que o risco.
• idarabina (C)
• Zalcitabina (ddC) (B/C) Inibidor da transcriptase reversa, aprovados para tto
infecção HIV
• Zidovudina (C) Se possível evitar no primeiro trimestre; beniício de tratamento é
considerado maior do que o risco no segundo and terceiro trimestres

(Drogas) Cardiovasculares

A B C D E F G H I M N O P Q R S T U–Z

• Acebutolol (B/D)
• Acetazolamida (C)
• Acetildigitoxina (C)
• Ácido Etacriníco (B/D)
• Adenosina (C) Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais sem
efeitos adversos (Rey e cols,1985)
• Amilorida (B/D)
• Amiodarona (C/D). Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais
sem efeitos adversos (Rey e cols,1985)
• Amlodipina (C)
• Amrinona (C)
• Atenolol (C/D) Vários foram usados sem efeitos adversos aparentes no Reino
Unido. Sibai e assoc,1990: o tto da PE ou HASC com Labetolol não melhorou a
evolução perinatal em comparação com mulheres HASC não tratadas
• Atorvastatina (X)

• Benazepril (C/D)
• Bendroflumetiazida (C/D)
• Benztiazida (C/D)
• Bepridil (C)
• Betaxolol (C/D)
• Bisoprolol (C/D)
• Bretilium (C)
• Bumetanida (C/D)

• Candesartan Cilexetil (C/D)


• Captopril (D) IECA. Hipocalvária congênita, anomalias renais, nefrotoxidade,
anúria fetal, hipoplasia pulmonar, oligoâmnio e morte. Não devem ser usados
durante a gravidez.
• Carteolol (C/D)
• Carvedilol (C/D)
• Celiprolol (B/D)
• Cerivastatina (X)
• Ciclandelato (C)
• Ciclopentiazida (C/D)
• Ciclotiazida (C/D)
• Clofibrato (C)
• Clonidina (C)
• Clorotiazida (C/D)
• Clortalidona (B/D)
• Colesevelam (B)
• Colestipol (B)
• Colestiramina (C)

• Deslanosida (C)
• Dextrotiroxina (C)
• Diazoxida (C)
• Diclorfenamida (C)
• Digitalis (C)
• Digitoxina (C)
• Digoxina (C) Indcação: ICC, Flutter ou FA. Atravessa rapidamente a barreira,
porém não há evidências de que cause efeitos fetais
• Diltiazem (C) Antagonista do canal de Cálcio. Atravessa a placenta e foi usado
para tto de arritmias fetais sem efeitos adversos (Rey e cols,1985)
• Dioxilina (C)
• Dipiridamol (C)
• Disopiramida (C)
• Dofetilida (C)

E
• Enalapril (D) IECA. Hipocalvária congênita, anomalias renais, nefrotoxidade,
anúria fetal, hipoplasia pulmonar, oligoâmnio e morte. Não devem ser usados
durante a gravidez.
• Encainida (B)
• Epoprostenol (B)
• Eprosartan (C/D)
• Eritritil Tetranitrato (C)
• Esmolol (C)
• Espironolactona (D) Pode causar feminização em fetos masculinos

• Felodipina (C)
• Fenofibrato (C)
• Fenoldopam (B)
• Fenoxibenzamina (C)
• Fentolamina (C)
• Flecainida (C)
• Flosequinan (C)
• Fluvastatina (X)
• Fosinopril (C/D)
• Furosemida (C/D) Uso comum, não há associação com anomalias no inicio da
gestação

• Gemfibrozil (C)
• Gitalina (C)
• Glicerina (C)
• Guanabenz (C)
• Guanadrel (B)
• Guanfacina (B)

• Hexametonium (C)
• Hidralazina (C) Usada no tto na 2º metade da gestação. Há relatos de
hematomas, petéquias, trombocitopenia e leucopenia
• Hidroclorotiazida (B/D) Não houve aumento da incidência de anomalias em mais
de 60 gestantes no 1ºT e em 5000 que tomaram mais tarde (Heinonen e
cols,1977)
• Hidroflumetiazida (C/D)

• Ibutilida (C)
• Indapamida (B/D)
• Irbesartan (C/D)
• Isosorbida (C)
• Isosorbida Dinitrato (C)
• Isosorbida Mononitrato (C)
• Isoxsuprina (C)
• Isradipina (C)

• Labetalol (C/D)
• Lanatosida C (C)
• Lidocaina (B) Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais sem
efeitos adversos (Rey e cols,1985)
• Lisinopril (D) IECA. Hipocalvária congênita, anomalias renais, nefrotoxidade,
anúria fetal, hipoplasia pulmonar, oligoâmnio e morte. Não devem ser usados
durante a gravidez.
• Losartan (C/D)
• Lovastatina (X)

• Mannitol (C)
• Mecamilamina (C)
• Mepindolol (C/D)
• Metazolamida (C)
• Metildopa (B) Amplamente utilizado. Não há grandes estudos epidemiológicos,
mas a experiência comprova segurança
• Meticlotiazida (B/D)
• Metirosina (C)
• Metolazona (B/D)
• Metoprolol (C/D)
• Mexiletina (C)
• Milrinona (C)
• Minoxidil (C)
• Moexipril (C/D)
• Moricizina (B)

• Nadolol (C/D)
• Niacina (A/C)
• Nicardipina (C)
• Nicotinil Alcool (C)
• Nifedipina (C) Antagonista do canal de Cálcio. Atravessa a placenta e foi usado
para tto de arritmias fetais sem efeitos adversos (Rey e cols,1985). Foi
associado a oligoâmnio e a perda fetal, porém sem relatos consistentes
• ilidrina (C)
• Nimodipina (C)
• Nisoldipina (C)
• Nitrito de Amil(C)
• Nitroglicerina (B/C)
• Nitroprussida (C)
O

• Ouabaina (B)
• Oxprenolol (C/D)

• Pargilina (C)
• Penbutolol (C/D)
• Pentaeritritol Tetranitrato (C)
• Perindopril (C/D)
• Pindolol (B/D)
• Politiazida (C/D)
• Pravastatina (X)
• Prazosina (C)
• Probucol (B)
• Procainamida (C) Atravessa a placenta e foi usado para tto de arritmias fetais
sem efeitos adversos (Rey e cols,1985)
• Propafenona (C)
• Propranolol (C/D) Embora associado com RCIU anteriormente, em uma revisão
de 5 estudos prospectivos, essas complicações só foram identificadas em 4%
(Ritmensch e cols,1983) Vários foram usados sem efeitos adversos aparentes no
Reino Unido. Sibai e assoc,1990: o tto da PE ou HASC com Labetolol não
melhorou a evolução perinatal em comparação com mulheres HASC não
tratadas.

• Quinapril (C/D)
• Quinetazona (C/D)
• Quinidina (C)

• Ramipril (C/D)
• Reserpina (C)

• Simvastatina (X)
• Sotalol (B/D)

• Telmisartan (C/D)
• Tiazídicos => próximo ao parto => trombocitopenia neonatal
• Timolol (C/D)
• Tocainida (C)
• Tolazolina (C)
• Trandolapril (C/D)
• Triamterene (C/D)
• Triclormetiazida (C/D)
• Trimetafan (C)

U–Z

• Urea (C)
• Valsartan (C/D)
• Verapamil (C) Antagonista do canal de Cálcio.

Citostáticos

A–E F–M N-Z

A–E

• Aminopterina (X) Baixa estatura, retardo de ossificação da calvária,


craniossinostose, hidrocefalia, orelhas anormais, hipertelorismo ocular,
micrognatia e fenda palatina.
• Asparaginase (C)
• Bexarotene (X)
• Bleomicina (D)
• Busulfan (D)
• Clorambucil (D)
• Cisplatina (D)
• Ciclofosfamida (D) Ausência de dedos das mãos e dos pés, com hipoplasia dos
outros dedos, fenda palatina, a.coronária única, ânus imperfurado e CIUR com
microcefalia. Glantz (1994): agentes alquilantes devem ser evitados no início da
gravidez, se possível, podendo ser administrados no restante
• Citarabina (D)
• Dacarbazina (C)
• Dactinomicina (C)
• Daunorubicina (D)
• Doxorubicina (D)
• Epirubicina (D)
• Etoposida (D)

F-M

• Fluorouracil (D/X)
• Hidroxiurea (D)
• Idarubicina (D)
• Interferon Alfa (C) (incluindo: Interferon Alfa-n3, -NL, -2a, and -2b)
• Laetrile (C)
• Leuprolida (X)
• Mecloretamina (D)
• Melfalan (D)
• Mercaptopurina (D)
• Metotrexato (X)
• Mitoxantrona (D)

N–Z

• Plicamicina (Mitramicina) (X)


• Procarbazina (D)
• Tamoxifen (D)
• Teniposida (D)
• Tioguanina (D)
• Tiotepa (D)
• Tretinoina (Sistémico) (D)
• Trimetrexato (D)
• Vinblastina (D)
• Vincristina (D)
• Vinorelbina (D)

Drogas Lícitas E Ilícitas

• Álcool. Potente teratógeno.Não há nível seguro para ingestâo de álcool durante


a gestação. Jones e cols. (1973): Síndrome Alcoólica fetal. Deficiência de
crescimento pré e pós-natal. Retardo mental. Distúrbios do comportamento.
Fáscies típica: fissuras palpebrais curtas, pregas epicânticas, meio da face
plano, hipoplasia da face média, lábio superior fino,microcefalia leve a
moderada, estatura pré-puberal. Outros: defeitos cardíacos congênitos,
cerebrais, dos membros, geniturinários, espinha bífida. Ingestão > 85 ml de
álcool absoluto/ dia ( 4 a 6 drinques/ dia)
• Anfetaminas: não há evidências de anomalias congênitas
• Cocaína (C/X) Complicações maternas: IAM, arritmias, ruptura aórtica, AVC,
convulsões, isquemia intestinal, hipertermia e morte súbita. Complicações
fetais: DPP, ruptura vascular no embrião ou feto ( lesões cerebrais, atresia
intestinal). Anomalia do ventre em ameixa: anomalias do trato geniturinário
• Dietilamida do ácido lisérgico (LSD) Não tem evidência de teratogenicidade
• Fenciclidina Não tem evidência de teratogenicidade
• Heroína. Parece não causar anomalias congênitas. Morbidades: RCIU, morte
perinatal, complicações perinatais graves, atraso do desenvolvimento leve ou
distúrbios comportamentais. Sintomas de abstinência em RNs: tremores,
irritabilidades, espirros, vômitos, febre, diarréia e convulsões.
• LSD (Dietilamida do ácido lisérgico) Não tem evidência de teratogenicidade
• Metadona. Usada no tratamento de manutenção para vício em heroína. Não há
evidências de anomalias congênitas. Relacionada à síndrome de abstinência
( mais grave e mais prolongada que a da heroína) e baixo peso ao nascer.
• Tabaco. Abortamentos espontâneos. Baixo peso ao nascer. Maior índice de
mortalidade perinatal. DPP. Parece não causar malformações
• T’s and blues Não tem evidência de teratogenicidade

Hormônios
A–C D–E F–L M–R S–Z

A-C

• Acarbose (B) (antidiabético)


• Acetohexamida (C) (antidiabético)
• ACHO (X) Dados iniciais apontavam aumento do risco de defeitos
cardiovasculares e redução de membros. FDA (1988): retirada da advertência na
bula. Raman-Wilms (1995): não houve associação entre exposição e
malformações genitais fetais
• Aminoglutetimida (C) (agente antiadrenal)
• Androgênios (X) Virilização da genitália externa em fetos femininos
• Agonistas do GnRH: poucos estudos
• Beclometasona (C)
• Betametasona (C/D)
• Budesonida (C)
• Calcitonina-Salmon (C)
• Carbimazol (D) (antitiroide)
• Clomifen (X) (estrogênio)
• Clorotrianisene (X) (estrogênio)
• Clorpropamida (C) (antidiabético)
• Contraceptivos orais (X)
• Corticosteróides (B) fenda labial em animais
• Corticotropina/Cosintropina (C)
• Cortisona (C/D)

D–E

• Danazol (X) Virilização da genitália externa em fetos femininos


• Desmopressina (B)
• Dexametasona (C/D)
• Dienestrol (X) (estrogênio)
• Dietilstilbestrol (X) (estrogênio) Adenocarcinoma de células claras da vagina e
da cérvice. Anormalidades estruturais macroscópicas da cérvice e da vagina.
Malformações uterinas, hipoplasia uterina, cistos paraovarianos. Parto pré-
termo, gravidez ectópica e abortamentos espontâneos. Cistos de epidídimo,
testículos hipoplásicos e criptorquidismo.
• Estradiol (X) (estrogênio)
• Estrogênios, Conjugados (X) (estrogênio)
• Estrogênios (Dietilestilbestrol) (X) Adenocarcinoma de células claras da vagina e
da cérvice. Anormalidades estruturais macroscópicas da cérvice e da vagina.
Malformações uterinas, hipoplasia uterina, cistos paraovarianos. Parto pré-
termo, gravidez ectópica e abortamentos espontâneos. Cistos de epidídimo,
testículos hipoplásicos e criptorquidismo.
• Estrona (X) (estrogênio)
• Etinil Estradiol (X) (estrogênio)
• Etinodiol (D) (progesterona)
• Etisterona (D) (progesterona)

F –L
• Glimepirida (C) (antidiabético)
• Glipizida (C) (antidiabético)
• Gliburida (C) (antidiabético)
• Hidrocortisona (C/D)
• Hidroxiprogesterona (D) (progesterona)
• Iodotirina (A) (agente tiroide)
• Insulina (B) (antidiabético) Droga de eleição durante a gestação e a
amamentação (American College of Obstetricians and Gynecologists, 1994)
• Iódo Sódico 131I(X) (antitiroide)
• Leuprolida (X)
• Levotiroxina (A) (agente tiroide)
• Linestrenol (D) (progesterona)
• Liotironina (A) (agente tiroide)
• Liotrix (A) (agente tiroide)
• Lypressina (C)

M–R

• Medroxiprogesterona (D) (progesterona)


• Mestranol (X) (estrogênio)Metformina (B) (antidiabético)
• Metformina (B)
• Metimazol (D) (antitiroide) (indicação: hipertireoidismo) Hipotireoidismo e bócio
no concepto. Melhorar usar propiltiouracil
• Mifepristona (X)
• Miglitol (B) (antidiabético)
• Noretindrona (X) (progesterona)
• Noretinodrel (X) (progesterona)
• Norgestrel (X) (progesterona)
• Pílulas de teste de gravidez (X) (estrogênio+progesterona)
• Pioglitazona (C) (antidiabético)
• Prednisolona (C/D)
• Prednisona (C/D)
• Propiltiouracil (D) (antitiroide) (indicação: hipertireoidismo) Droga de escolha
• Protirelina (C) (agente tiroide)
• Repaglinida (C) (antidiabético)
• Rosiglitazona (C) (antidiabético)

S-Z

• Somatostatina (B)
• Tamoxifen (D)
• Testosterona (X) Virilização da genitália externa em fetos femininos
• Tireotrofina (A) não atravessa a barreira placentária
• Tiroglobulina (A) (agente tiroide)
• Tiroid (A) (agente tiroide)
• Tirotropina (C) (agente tiroide)
• Tolazamida (C) (antidiabético)
• Tolbutamida (C) (antidiabético)
• Triamcinolona (C/D)
• Troglitazona (B) (antidiabético)
• Vasopressina (B)

(Drogas Para) Sistema Nervoso Central

A B C D E F H I K L M N O P Q R S T-Z

• Acetaminofen (B)
• Acetofenazina (C)
• Ácido Mefenámico (C/D)
• Alfaprodina (C/D)
• Alfentanil (C/D)
• Alprazolam (D)
• Amantadina (C)
• Amfetamina (C)
• Amitriptilina (C)
• Amobarbital (D/B)
• Amoxapina (C)
• Anileridina (B/D)
• Antidepressivos: Malformações de membros (1ºT) Associados com hipotensãoà
fluxo útero-placentário
• Antipirina (C)
• Aprobarbital (C)
• Aspirina (C/D)

B
• Benzodiazepínicos C/D
• Bromidas (D)
• Buprenorfina (C)
• Bupropion (B)
• Buspirona (B)
• Butalbital (C/D)
• Butaperazina (C)
• Butorfanol (C/D)

C
• Carbonato de Lítio (C) Indicação: Doença mental afetiva. Estudos recentes
demonstram que não é um grande teratógeno
• Cafeina (B)
• Carbidopa (C)
• Carfenazina (C)
• Celecoxib (C/D)
• Ciclazocina (D)
• Citalopram (C)
• Clomipramina (C)
• Clonidina (C)
• Clorazepato (D)
• Clorodiazepoxida (D)
• Clorohidrato (C)
• Clorpromazina (C)
• Clorprotixene (C)
• Clozapina (B)
• Codeina (C/D)
• Curare. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)

• Desipramina (C)
• Dexfenfluramina (C)
• Dextroamfetamina (C)
• Diazepam (D) Teratogenicidade controversa => fenda palatina e malformações
dos membros em relatos de caso => estudos maiores sugerem ser esse risco
inconsistente (Brigg e cols,1994)
• Dibenzepina (D)
• Diclofenaco (B/D)
• Dicloralfenazona (B)
• Dietilpropion (B)
• Diflunisal (C/D)
• Dihidrocodeina Bitartrato (B/D)
• Dipirona (C/D) Não é aprovada pelo FDA
• Dotiepina (D)
• Doxepina (C)
• Droperidol (C)

• Ecstasi (C)
• Ergotamina (X)
• Etanol (D/X)
• Etclorvinol (C)
• Etinamato (C)
• Etodolac (C/D)
• Etoheptazina (C)

• Fenacetina (B)
• Fenazocina (C/D)
• Fenciclidina (X)
• Fendimetrazina (C)
• Fenelzina (C)
• Fenfluramina (C)
• Fenilbutazona (C/D)
• Fenobarbital (D)
• Fenoprofen (B/D)
• Fentanil (C/D)
• Fentermina (C)
• Flupentixol (C)
• Flufenazina (C)
• Flunitrazepam (D)
• Fluoxetina (B/C) Não causa sedação, hipotensão ou constipação
• Flurazepam (X)
• Flurbiprofen (B/D)
• Fluvoxamina (C)

• Haloperidol (C)
• Halotano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Heroina (B/D)
• Hidrocodona (C/D)
• Hidromorfona (B/D)

• Ibuprofen (B/D)
• IMAO (C) – evitar.
• Imipramina (D)
• Indometacina (B/D)
• Iprindol (D)
• Iproniazid (C)
• IRSS (B/C)
• Isocarboxazid (C)
• Isoflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)

• Ketoprofen (B/D)
• Ketorolac (C/D)

• Levallorfan (D
• Levodopa (C)
• Levorfanol (C/D)
• Lisergico Ácido Dietilamida (C)
• Lítio (C/D) Indicação: Doença mental afetiva. Estudos recentes demonstram que
não é um grande teratógeno
• Loxapina (C)
• Lorazepam (D)

M
• Maprotilina (B)
• Marconha (C)
• Mazindol (C)
• Mebanazina (C)
• Meclofenamato (B/D)
• Mefobarbital (D)
• Meloxicam (C/D)
• Meperidina (B/D) no1ºT 4,8% desenvolvem polidactilia e/ou hipospadia;
amamentação: liberado. Síndrome da abstinência neonatal.
• Meprobamato (D)
• Mesoridazina (C)
• Metadona (B/D)
• Metamfetamina (C)
• Metaqualona (D)
• Metarbital (D)
• Metilfenidato (C)
• Metotrimeprazina (C)
• Metoxiflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Midazolam (D)
• Mirtazapina (C)
• Molindona (C)
• Morfina (B/C/D) pode causar depressão respiratória no RN; amamentação
liberado porém monitorar RN e evitar doses muito altas. Síndrome da
abstinência neonatal.

• Nabumetona (C/D)
• Nalbufina (B/D)
• Nalorfina (D)
• Naloxona (B)
• Naltrexona (C)
• Naproxen (B/D)
• Naratriptan (C)
• Nefazodona (C)
• Nialamida (C)
• Nortriptilina (D)

• Opipramol (D)
• Oxaprozina (C/D)
• Oxazepam (D)
• Oxicodona (B/D)
• Óxido nitroso. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Oxifenbutazona (C)
• Oximorfona (B/D)
P
• Paracetamol (B) droga de escolha
• Paroxetina (C)
• Pemolina (B)
• Pentazocina (C/D)
• Pentobarbital (D)
• Perfenazina (C)
• Piperacetazina (C)
• Piroxicam (C/D)
• Proclorperazina (C)
• Promazina (C)
• Propofol (B)
• Propoxifene (C/D)
• Protriptilina (C)

• Quazepam (X)
• Quetamina (B) Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)

• Rizatriptan (C)
• Rofecoxib (C/D)

• Secobarbital (D)
• Selegilina (C)
• Sertralina (B/C) Não causa sedação, hipotensão ou constipação
• Succinilcolina (C) Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação.
Durante o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Sufentanil (C/D)
• Sulindac (B/D)
• Sumatriptan (C)

T-Z

• Temazepam (X)
• Tetrabenazina (C)
• Tiopental. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Tiopropazato (C)
• Tioridazina (C)
• Tiotixene (C)
• Tolmetina (C/D)
• Tramadol (C)
• Tranilcipromina (C)
• Trazodona (C)
• Triazolam (X)
• Trifluoperazina (C)
• Triflupromazina (C)
• Venlafaxina (C)
• Zolpidam (B)
• Zuclopentixol (C)

Vacinas, Serums E Toxoides

Também veja: tabela vacinas

• BCG (C)
• Colera (C)
• Escherichia coli (C)
• Estreptococo Grupo B (C)
• Febre amarela (D)
• Febre tifoide
• Ciguatoxina (X)
• Haemofilus b Conjugato (C)
• Hepatite A (C)
• Hepatite B (C). Inicado quando mãe HBsAG negativo c/ esposo +.
• HPV: Não recomendado na gestação
• Immuno Globulina, Hepatite B (C)
• Immuno Globulina Intramuscular (C)
• Immuno Globulina Intraveno (C)
• Immuno Globulina, Raiva (C)
• Immuno Globulina, Têtano (C)
• Immuno Globulina, Varicella-Zoster (Human) (C)
• Influenza (C) – recomendade nas mulheres de risco aumentado
• Sarampo (Measles) (X/C)
• Meningococcal (C)
• Paréra/Caxumba (Mumps, Bof) (X/C)
• Peste (C)
• Pneumococcal Polivalent (C)
• Poliovirus Inactivated (C)
• Poliovirus Live (C)
• Raiva (Rabies Human) (C)
• Rubella (X/C)
• Variola (Smallpox) (X)
• Têtano/Difteria Toxoides (Adulto) (C) - 2ª dose: no mínimo 20 dias antes do parto
• Tularemia (C)
• Varicella Virus (C)

Vacina Permitida Contra-Ind. Composição


Hepatite A Falta dados Vírus inativado

Hepatite B SIM Partículas virais

Influenza Recomendada

Sarampo SIM Vírus atenuado

Caxumba SIM Vírus atenuado

Pneumocócica Falta dados Ags capsulares

Pólio Evitar Salk - Sabin

Rubéola SIM Vírus atenuado

dT Recomendada Toxóide

Varicela SIM Vírus atenuado

BCG SIM Bact. atenuada

Raiva SIM Vírus inativado

Febre Amarela S/N Vírus atenuado

Varicela:

2 doses: 1 anos 4-6 anos

Mais que 5 dias antes do parto (???): variela neonatal precoce (leve)

Entre 5 dias antes e 2 dias depois o parto: varicela neonatal tardia (grave): com 30%
de óbito
Vitaminas

A–M N-Z

A–M

• Ácido Fólico (A/C)


• Ácido Pantoténico (A/C)
• Acitretina (X)
• Azatioprina (D)
• b-Carotena (C) Não mostrou ser teratogênico
• Calcifediol (C/D)
• Calcitriol (C/D)
• Colecalciferol (C/D)
• Dihidrotachisterol (A/D)
• Ergocalciferol (A/D)
• Etretinato (X)
• Fitonadiona (C)
• Isotretinoina (X) Microtia ou anotia, micrognatia, fenda palatina, defeitos do
coração e dos grandes vasos, anormalidades tímicas e oculares, malformações
cerebrais. Meia-vida: 10 a 12 horas
• Leucovorina (C)
• Menadiona (CM/X)

N–Z

• Niacina (A/CM)
• Niacinamida (A/C)
• Pyridoxina (A)
• Riboflavina (A/C)
• Tiamina (A/C)
• Tretinoina (Sistémico) (D)
• Tretinoina (Tópico) (C)
• Vitamina A (A/X) dose teratogênica: 25.000 a 50.000 UI diárias
• Vitamina B12 (A/C)
• Vitamina C (A/C)
• Vitamina D (A/D)
• Vitamina E (A/C)
• Vitaminas, Multiplas (A)

Outras Drogas E Substâncias

A B C D E F G H I K L M N O P Q R S T U V-Z
A

• AAS (C/D) oligoidrâmnio, fechamento prematuro do canal arterial, hipertensão


pulmonar, risco de hemorragias, pode prolongar a gestação

• Acebrofilina (mucolítico) Evitar no 1º Trimestre

• Acebutolol (B/D)

• Acetilcolina (C)

• Acetilcisteína (B) (mucolítico)

• Ácido Aminocapróico (C) (hemostático)

• Ácido Hidriódico (D)

• Ácido Iocetámico (D)

• Ácido Iopanoico (D)

• Ácido Tranexamíco (B) (hemostático)

• Acitretina (X)
• Albuterol (C)
• Allopurinol (C)
• Alteplase (C) (trombolítico)
• Ambenonium (C)
• Aminofillina (C) (broncodilatodor)
• Ammonium Clorida (B)
• Anagrelida (C)
• Anisotropina (C)
• Aprotinina (B) (hemostático)
• Aspartame (B/C) Permitido na gestação (Sturtevant, 1985) com controvérsias
na amamentação. Restrição em mulheres com fenilcetonúria
• Atonolol (D)
• Atorvastatina (X)
• Atracurium (C)
• Atropina (C) (antiespasmódico)
• Aurotioglucose (C)
• Azathioprina (D) Foram descritas anormalidades hematológicas neonatais
(pancitopenia fatal)
• Azul deEvans (C)

• Baclofen (C)
• Beclometasona (C) (corticoide inalatório)
• Belladonna (C)
• Benztropina (C)
• Betanecol (C)
• Betaxolol (C/D)
• Biperiden (C)
• Bismut Subsalicilato (C)
• Bisoprolol (C/D)
• Bromexina (mucolítico) (B)
• Bromocriptina (C)
• Buclizina (C)
• Budesonida (C) (corticoide inalatório)Camphor (C)
• Bupivacaína. Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto

• Carbacol (C)
• Carisoprodol (C)
• Carteolol (C/D)
• Carvedilol (C/D)
• Casantranol (C)
• Cascara Sagrada (C)
• Celiprolol (B/D)
• Cerivastatina (X)
• Cevimelina (C)
• Ciclamato (C) Não existem estudos controlados
• Ciclizina (B)
• Ciclobenzaprina (B)
• Ciclosporina (C) toxicidade materna significativa, principalmente nefrotoxicidade
• Cicrimina (C)
• Ciguatoxina (X)
• Cilostazol (C)
• Cimetidina (B) (Antiulceroso)
• Cisaprida (C)
• Citrato de potássio (A)
• Clidinium (C)
• Clorato de potássio (A)
• Clorido de ammonio (B)
• Clorzoxazona (C)
• Colchicina (D)
• Colestiramina (C)
• Clofibrato (hipolipemiante) (C/X)
• Cocaina (C/X)
• Codeina (C/D)
• Colesevelam (B)
• Colestipol (B)
• Cromolina Sódico (B) (inalatório)
• Curare. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)

D
• Dantrolene (C)
• Dantron (C)
• Decametonium (C)
• Deferoxamina (C)
• Demecarium (C/X)
• Dextrometorfan (C)
• Dextrotiroxina (C)
• Diatrizoato (D)
• Diciclomina (B) (antiespasmódico)
• Difemanil (C)
• Difenoxilato (C)
• Difillina (C) (broncodilatodor)
• Dimenhidrinato (B)
• Dimeticona (B)
• Dipirona (C/D) Não é aprovada pelo FDA
• Disulfiram (C)
• Dobutamina (B)
• Docusato de Cálcio (C)
• Docusato de Potássio (C)
• Docusato de Sódio(C)
• Dolasetron (B)
• Dopamina (C)
• Doxazosina (C)
• Doxilamina (A)
• Droperidol (C)

• Ecotiofato (C)
• Edrofonium (C)
• Efedrina (C)
• Eletricidade (D)
• Epinefrina (C)
• Epoetina Alfa (C) (hematopeótico)
• Ergotamina (X)
• Esmolol (C)
• Etanercept (B)
• Etopropazina (C)
• Etretinato (X)

• Famotidina (B) (antiulceroso)


• Fenazopiridina (B)
• Fenilefedrina (descongestionante) evitar 1ºT
• Fenilefrina (C)
• Fenilpropanolamina (C)
• Fenofibrato (C)
• Fenolftaleina (C)
• Fenoterol (B)
• Fisostigmina (C)
• Flavoxato (B)
• Fluoresceina Sódica (B)
• Fluvastatina (X)

• Gadopentetato Dimeglumina (C)


• Gemfibrozil (C)
• Glatiramer (B)
• Glicerol Iodado (X)
• Glicopirrolato (B)
• Gluconato de potássio (A)
• Granisetron (B)
• Guaifanesina (expectorante) (C) evitar no 1º trimestre (Committee on
Drugs,1994)
• Guanabenz (C)
• Guanadrel (B)
• Guanetidina (C)
• Guanfacina (B)

H
• Halotano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Hexociclium (C)
• Hexoprenalina (C)
• Hidrocodona (C/D)
• Hidroxicloroquina (C)
• Hiperalimentação, Parenteral (C)
• Homatropina (C)

• Implantos de silicone (seios) (C)


• Interferon Alfa (C) (incluindo interferon Alfa-n3, -NL, -2a, and -2b)
• Interferon Beta-1b (C)
• Interferon Gamma-1b (C)
• Iodamida (D)
• Iodeto de Potássio (expectorante) (D) Contra-indicado uso prolongado;
hipotireoidismo/ bócio no RN
• Iodo de potássio 125I (X)
• Iodo de potássio 131I (X)
• Iodipamida (D)
• Iodoxamato (D)
• Iotalamato (D)
• Ipodato (D)
• Ipratropium (B)
• Isoetarina (C)
• Isoflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Isoflurofato (C)
• Isometeptene (C)
• Isopropamida (C)
• Isoproterenol (C)
• Isotretinoina (X) Microtia ou anotia, micrognatia, fenda palatina, defeitos do
coração e dos grandes vasos, anormalidades tímicas e oculares, malformações
cerebrais. Meia-vida: 10 a 12 horas
• Isoxsuprina (C)

• Kaolina/Pectina (C)

• Labetalol (C/D)
• Lactulose (B)
• Lansoprazol (B/C) (antiulceroso)
• Leflunomida (X)
• L-Hiosciamina (C)
• Lidocaína (B) Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto.
• Lipidas (C)
• L-Lysina (C)
• Loperamida (B)
• Lovastatina (X)

• Magnesio Sulfato (B)


• Meclizina (B)
• Mefentermina (C)
• Mepenzolato (C)
• Meperidina (B/D) no1ºT 4,8% desenvolvem polidactilia e/ou hipospadia;
amamentação: liberado. Síndrome da abstinência neonatal.
• Mepindolol (C/D)
• Mesalamina (B)
• Metantelina (C)
• Metaproterenol (C)
• Metaraminol (C)
• Metilene Azul (C/D)
• Metilergonovina Maleato (C)
• Metixene (C)
• Metocarbamol (C)
• Metoclopramida (B)
• Metoprolol (C/D)
• Metotrexato (D)
• Metoxsalen (C)
• Metoxamina (C)
• Metoxiflurano. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Metrizamida (D)
• Metrizoato (D)
• Metscopolamina (C)
• Micofenolato Mofetil (C)
• Midodrina (C)
• Misoprostol (X) Seqüência de Möebius (paralisia de sexto e sétimo pares
cranianos), redução de membros e anomalias do SNC
• Morfina (B/D) pode causar depressão respiratória no RN; amamentação liberado
porém monitorar RN e evitar doses muito altas. Síndrome da abstinência
neonatal.
• Montelukast (B)

• Nadolol (C/D)
• Nafazolina (descongestionante) não tem estudo controlado
• N-butilescopolamina (C) (antiespasmódico)
• Nedocromil Sódico (B) (inalatório)
• Neostigmina (C)
• Niacina (A/C)
• Nizatidina (B) (antiulceroso)
• Nonoxynol-9/Octoxynol-9 (C)
• Norepinefrina (D)

• Octreotida (B)
• Óleo Etiodizédicol (D/C)
• Óleo Mineral (C)
• Olsalazina (C)
• Omeprazol (C) (antiulceroso)
• Ondansetron (B)
• Opium (B/D)
• Orfenadrina (C)
• Orlistat (B)
• Ouro sódico Tiomalato (C)
• Oxibutinina (B)
• Óxido nitroso. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante
o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Oxifenciclimina (C)
• Oxifenonium (C)
• Oximetazolina (C)
• Oxprenolol (C/D)
• Oxtrifillina (C) (broncodilatodor)

• Pancuronium (C)
• Pantoprazol (B) (antiulceroso)
• Paracetamol (B) droga de escolha
• Paregoric (B/D)
• Penbutolol (C/D)
• Penicillamina (D)
• Pentoxifillina (C)
• Pilocarpina (C)
• Pindolol (B/D)
• Piperidolato (C)
• Piridostigmina (C)
• Potássio Iodado (D)
• Prazosina (C)
• Probenecid (C)
• Probucol (hipolipemiante) (X)
• Procaína. Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto
• Prociclidina (C)
• Proclorperazina (C)
• Prometazina (C)
• Propantelina (C)
• Propranolol (C/D)
• Podofilox (C)
• Podofyllum (C)
• Pravastatina (X)
• Probucol (B)
• Protamina (C) (=antiheparina)
• Pseudoefedrina (C)

Q
• Quetamina. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)

• Rabeprazol (B)
• Ranitidina (B) (antiulceroso)
• Ritodrina (B)

• Saccarina (C) Não existem estudos controlados


• Scopolamina (C)
• Senna (C)
• Simeticona (C)
• Simvastatina (X)
• Sódio Iodado (D)
• Sotalol (B/D)
• Streptokinase (C) (trombolítico)
• Succinilcolina (C) Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação.
Durante o parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Sucralfato (B)
• Sulfasalazina (B/D)

• Tacrolimus (C)
• Talidomida (X)
• Teofillina (C) (broncodilatodor)
• Terazosina (C)
• Terbutalina (B)
• Terpin Hidrato (D)
• Tetracaína. Não é teratogênico. pode ser usado durante a gestação e parto
• Tifenamil (C)
• Timolol (C/D)
• Tiopental. Não é teratogênico, pode ser usado durante a gestação. Durante o
parto, pode causar depressão no recém-nascido. (Kuczkowiski 2004)
• Tiropanoato (D)
• Triamcinolona (C) (corticoide inalatório)
• Tridihexetil (C)
• Trientina (C)
• Trihexifenidil (C)
• Trimetobenzamida (C)

• Urokinase (B) (trombolítico)


• Ursodiol (B)

V-Z
• Vastatinas (hipolipemiantes) (X)
• Zafirlukast (B)
• Zileuton (B)

2D. Drogas na lactação

1) Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação

2) Lista alfabética: ABCDEFGHIKLMNOPQRSTVWZ

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação


Grupo farmacológico Fármacos recomenda- Evitar uso/usar com
dos cuidado

Benzodiazepínicos Lorazepam, midazolam, Alprazolam


diazepam *, nitrazepam *

Neurolépticos Sulpiride Clorpromazina, clozapina,


haloperidol, prometazina

Antidepressivos Sertralina, paroxetina, Fluoxetina, nefazodone,


citalopram, moclobenida bupropiona, lítio

Antiepiléticos Fenitoína, carbamazepina Etosuximida, fenobarbital,


*, ácido valpróico primidona

Opióides Codeína, propoxifeno, Meperidina, metadona


morfina *

Analgésicos e antiinfla Paracetamol, ibuprofeno, Naproxeno, ácido acet-


matórios não-esteróides cetorolaco, celecoxib ilsalicílico+

Corticosteróides Prednisona, hidrocortisona,


dexametasona

Anti-histamínicos Loratadina, fexofenadina, Prometazina *, clemastina


terfenadina

Broncodilatadores Aminofilina, teofilina, sal-


butamol

Anti-hipertensivos Nifedipina, nimodipina, Atenolol, acebutolol,


metildopa, captopril#, diuréticos, reserpina,
enalapril#, propranolol, telmisartan
hidralazina

Antiarrítmicos Digoxina, verapamil, Amiodarona


lidocaína, procainamida,
quinidina
Antiácidos Hidróxido de alumínio, Bicarbonato de sódio
hidróxido de magnésio,
cimetidina

Antieméticos Domperidona, dimenid- Metoclopramida


rinato

Antiparasitários Albendazol, mebendazol, Ivermectina


levamisol, praziquantel

Antibióticos & Beta-lactâmicos, Fluorquinolonas, tetracicli-


macrolídeos, nas, cloranfenicol
aminoglicosídeos,
sulfonamidas||,
metronidazol, clindamicina

Antituberculosos ¶ Isoniazida, rifampicina, Etionamida


pirazinamida, etambutol,
estreptomicina

Antifúngicos Nistatina, miconazol, fluc- Griseofulvina, anfotericina


onazol, cetoconazol b

Antivirais Aciclovir Demais antivirais

Antitireoideanos Propiltiouracil Iodeto de potássio

Antidiabéticos Insulina, glibenclamida Metformin

Contraceptivos hormon- Levonorgestrel **, medrox- Etilnilestradiol


ais iprogesterona**, noretister-
ona

Anticoagulantes Heparina, warfarim Fenindiona

Imunossupressores Azatioprina, ciclosporina

• || Evitar em crianças com hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase

• glicose-6-fosfato.
• ¶ Monitorizar lactente para icterícia.

• ** Uso somente após 6 semanas do parto.

• * Usar por períodos curtos. Observar sonolência.

• + Permitido uso em doses baixas (100 mg/dia).

• # Evitar uso no pós-parto imediato.

• & Risco de alteração da flora intestinal e hipersensibilização.

Alfabético

ABCDEFGHIKLMNOPQRSTVWZ

AAS - Permitido uso em doses baixas (100 mg/dia). Melhor usar: paracetamol,
ibuprofeno, cetorolaco, celecoxib

Acebutolol - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado! Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina, metildopa, captopril,
enalapril, propranolol ou hidralazina

Acetilcisteína (mucolítico) Amamentação: liberado

Acetominofeno – usualmente compatível com amamentação

Acetazolamida – usualmente compatível com amamentação

Acitretin – usualmente compatível com amamentação

Ácido 5-aminosalicílico - tem sido associada com efeitos significativos em alguns


lactentes – cuidado!

Ácido acetilsalicílico - Permitido uso em doses baixas (100 mg/dia). Melhor usar:
paracetamol, ibuprofeno, cetorolaco, celecoxib

Ácido flufenâmico – usualmente compatível com amamentação

Ácido iopanóico – usualmente compatível com amamentação

Ácido mefenâmico – usualmente compatível com amamentação


Ácido nalidíxico – usualmente compatível com amamentação

Aciclovir – usualmente compatível com amamentação

ACHO – usualmente compatível com amamentação. Estrógenos – podem suprimir a


lactação. Evitar uso de Etilnilestradiol. Levonorgestrel e medroxiprogesterona são
contraindicados nas primeiras 6 semanas pós-parto.

Albendazol – usualmente compatível com amentação

Álcool – usualmente compatível com amamentação (uso moderado). Pode suprimir a


lactação

Alopurinol – usualmente compatível com amamentação

Alprazolam – efeito desconhecido, requer cuidado,. Melhor usar: lorazepam,


midazolam, diazepam ou nitrazepam.

Aminofilina – usualmente compatível com amamentação

Aminopterina - Amamentação: contra-indicado

Amiodarona – efeito desconhecido, requer cuidado. Melhor usar: digoxina, verapamil,


lidocaína, procainamida, quinidina

Amitriptilina – efeito desconhecido, requer cuidado

Amoxapine – efeito desconhecido, requer cuidado

Amoxicilina – usualmente compatível com amamentação

Androgênios - Amamentação: Contra-indicado

Anfetamina - incompatível com a amamentação

Anfotericina B - evitar/usar com cuidado. Melhor usar: fluconazol, miconazol,


cetoconazol e/ou nistatina. Agora: mais de 30 lactentes expostos não houve anomalia
congênita (Duan e assoc,1997)

Antibióticos - Beta-lactâmicos, macrolídeos, aminoglicosídeos, metronidazol,


clindamicina => usualmente compatível com amamentação; Sulfonamidas => Evitar
em crianças com hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase glicose-6-fosfato;
Fluorquinolonas, tetraciclinas, cloranfenicol – evitar/ usar com cuidado

Antimônio – usualmente compatível com amamentação

Apazone – usualmente compatível com amamentação

Aspirina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes – cuidado!

Atenolol - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes – cuidado!
Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina, metildopa, captopril, enalapril,
propranolol ou hidralazina
Atropina – usualmente compatível com amamentação

Azatioprina – evitar/usar com cuidado

AZT (Zidovudina) (C) - Sperling e assoc,1992, não constataram anomalias em 45


lactentes expostos

Aztreonam – usualmente compatível com amamentação

Baclofeno – usualmente compatível com amamentação

Barbitúricos – usualmente compatível com amamentação

Bendroflumetiazide – usualmente compatível com amamentação

Betametasona - amamentação: liberado,usar com cautela

Bicarbonato de sódio – evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: Hidróxido de alumínio,
hidróxido de magnésio, cimetidina

Bromexina (mucolítico) amamentação liberada

Bromide – usualmente compatível com amamentação

Bromocriptina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado! Pode suprimir a lactação

Bupropiona – efeito desconhecido, requer cuidado. Pode suprimir a lactação. Melhor


usar: sertralina, paroxetina, citalopram ou moclobenida

Butorfanol – usualmente compatível com amamentação

Cafeína – usualmente compatível com amamentação

Cabergolide – suprime a lactação

Captropril – usualmente compatível com amamentação. Evitar em crianças com


hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase

Carbamazepina – usualmente compatível com amamentação

Carbetocina – usualmente compatível com amamentação

Carbimazol – usualmente compatível com amamentação


Carbonato de Lítio (C) Indcação: Doença mental afetiva. 25 lactentes expostos, 8%
com anomalias cardiovasculares sérias (Weinstein, 1980). Melhor usar: sertralina,
paroxetina, citalopram oumoclobenida

Cáscara – usualmente compatível com amamentação

Cefadroxil – usualmente compatível com amamentação

Cefazolin – usualmente compatível com amamentação

Cefotaxime – usualmente compatível com amamentação

Cefoxitin – usualmente compatível com amamentação

Cefprozil – usualmente compatível com amamentação

Ceftazidime – usualmente compatível com amamentação

Celecoxib - usualmente compatível com amamentação

Cetoconazol – usualmente compatível com amamentação

Cetorolac – usualmente compatível com amamentação

Ciclofosfamida - incompatível com a amamentação

Ciclosporina - incompatível com a amamentação

Cimetidina – usualmente compatível com amamentação

Cisplatina – usualmente compatível com amamentação

Citalopram – usualmente compatível com amamentação, mas use com cuidado

Clemastina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado! Melhor usar: loratadina, fexofenadina ou terfenadina

Clindamicina – usualmente compatível com amamentação

Clofazimina – efeito desconhecido, requer cuidado

Clogestone – usualmente compatível com amamentação

Clomipramina – efeito desconhecido, requer cuidado

Cloranfenicol – efeito desconhecido, requer cuidado

Clorpropamina - Amamentação: contra-indicado

Clorofórmio – usualmente compatível com amamentação

Cloroquina – usualmente compatível com amamentação

Clorotiazida – usualmente compatível com amamentação


Clorpromazina – efeito desconhecido, requer cuidado. Tentar evitar durante lactação.
Melhor usar: sulpiride.

Clorprotixeno – efeito desconhecido, requer cuidado

Clortalidona – usualmente compatível com amamentação

Clozapina – efeito desconhecido, requer cuidado. Tentar evitar durante lactação. Melhor
usar: sulpiride.

Cicloserina – usualmente compatível com amamentação

Cimetidina – usualmente compatível com amamentação

Ciprofloxacina – usualmente compatível com amamentação

Clofibrato (hipolipemiante) Amamentação: Contra-indicado

Cobre 64 (Cu 64) - suspensão temporária da amamentação

Cocaína - incompatível com a amamentação

Codeína – usualmente compatível com amamentação

Colchicina – usualmente compatível com amamentação

Contraceptivos com estrógeno/progesterona – usualmente compatível com


amamentação

Corticosteróides - Amamentação: liberado,usar com cautela

Danazol - Amamentação: Contra-indicado

Dantron – usualmente compatível com amamentação

Dapsone – usualmente compatível com amamentação. Uso criterioso. Anemia


hemolítica em RN deficiência G6PD; meta-hemoglobinemia

Desipramina – efeito desconhecido, requer cuidado

Dexametasona – usualmente compatível com amamentação. Usar com cautela.

Dexbromfeniramina – usualmente compatível com amamentação

Diatrizoate – usualmente compatível com amamentação

Diazepam – efeito desconhecido, requer cuidado. Usar por períodos curtos. Observar
sonolência.

Diciclomina (B) (antiespasmódico) Amamentação: controverso


Dicumarol – usualmente compatível com amamentação

Dietilestibestrol - Amamentação: Contra-indicado

Difilina – usualmente compatível com amamentação

Digoxina – usualmente compatível com amamentação

Diltiazen – usualmente compatível com amamentação

Dimenidrinato - – usualmente compatível com amamentação

Dipirona – usualmente compatível com amamentação

Diuréticos – podem suprimir a lactação. Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina,


nimodipina, metildopa, captopril, enalapril, propranolol ou hidralazina

Disopiramida – usualmente compatível com amamentação

Domperidona – usualmente compatível com amamentação

Dotiepina – efeito desconhecido, requer cuidado

Doxepin – efeito desconhecido, requer cuidado

Doxoribicina - incompatível com a amamentação

Enalapril – usualmente compatível com amamentação. Evitar em crianças com


hiperbilirrubinemia e deficiência de desidrogenase.

Ergometrina – pode suprimir a lactação

Ergotamina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado! Pode suprimir a lactação

Espironolactona – usualmente compatível com amamentação

Estreptomicina – usualmente compatível com amamentação

Estrógenos – podem suprimir a lactação

Etambutol – usualmente compatível com amamentação

Etanol – usualmente compatível com amamentação

Etilnilestradiol – evitar/usar com cuidado

Etionamida – evitar/usar com cuidado, melhor usar: Isoniazida, rifampicina,


pirazinamida, etambutol ou estreptomicina
F

Famotidina (Antiulceroso) Amamentação: liberado

Fenciclidina - incompatível com a amamentação

Fenilbutazona – usualmente compatível com amamentação

Fenindiona - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado! Melhor usar: Heparina ou Warfarin

Fenitoína – usualmente compatível com amamentação

Fenobarbital - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado!

Fexofenadina – usualmente compatível com amamentação

Flecainide – usualmente compatível com amamentação

Fleroxacin – usualmente compatível com amamentação

Fluconazol – usualmente compatível com amamentação

Fluoresceína – usualmente compatível com amamentação

Fluoxetina – efeito desconhecido, requer cuidado. Melhor usar: sertralina, paroxetina,


citalopram ou moclobenida

Fluvoxamina – efeito desconhecido, requer cuidado

Gadolinium – usualmente compatível com amamentação

Gálio 67 (Ga 67) - suspensão temporária da amamentação

Glibenclamida - usualmente compatível com amamentação

Griseofulvina – evitar/usar com cuidado. Melhor usar: fluconazol, miconazol,


cetoconazol e/ou nistatina

Haloperidol – efeito desconhecido, requer cuidado. Tentar evitar durante lactação.


Melhor usar: sulpiride.

Halotano – usualmente compatível com amamentação

Heparina - usualmente compatível com amamentação


Heroína - incompatível com a amamentação

Hidralazina – usualmente compatível com amamentação

Hidrato de cloral – usualmente compatível com amamentação

Hidroclorotiazida – usualmente compatível com amamentação

Hidrocortisona – usualmente compatível com amamentação

Hidroxicloroquina – usualmente compatível com amamentação

Hidróxido de alumínio – usualmente compatível com amamentação

Hidróxido de magnésio – usualmente compatível com amamentação

Ibuprofeno – usualmente compatível com amamentação

Imipramina – efeito desconhecido, requer cuidado

Índio 111 (In 111) - suspensão temporária da amamentação

Indometacina – usualmente compatível com amamentação

Insulina - usualmente compatível com amamentação

Interferon – usualmente compatível com amamentação

Iodeto de potássio – evitar/usar com cuidado. Melhor usar: propiltiouracil

Iodo – usualmente compatível com amamentação

Iodo 123 (I 123) - suspensão temporária da amamentação

Iodo 125 (I 125) - suspensão temporária da amamentação

Iodo 131 (I 131) - suspensão temporária da amamentação

Iodine (Povidine) – usualmente compatível com amamentação

Ioexol – usualmente compatível com amamentação

Isoniazida – usualmente compatível com amamentação

Ivermectina – evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: Albendazol, mebendazol,


levamisol, praziquantel

K
Kanamicina – usualmente compatível com amamentação

Labetolol – usualmente compatível com amamentação

Lamotrigina – efeito desconhecido, requer cuidado

Lanzoprazol (Antiulceroso) Amamentação: liberado

Levamisol – usualmente compatível com a amentação

Levonorgestrel – Contraindicado nas primeiras 6 semanas pós-parto, depois:


usualmente compatível com amamentação

Levotiroxina – usualmente compatível com amamentação

Lidocaína – usualmente compatível com amamentação

Lisurida – pode suprimir a lactação

Lítio - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes – cuidado! 25
lactentes expostos, 8% com anomalias cardiovasculares sérias (Weinstein, 1980)
Melhor usar: sertralina, paroxetina, citalopram oumoclobenida

Levodopa – pode suprimir a lactação

Loperamida – usualmente compatível com amamentação

Loratadina – usualmente compatível com amamentação

Lorazepam – efeito desconhecido, requer cuidado

Marijuana - incompatível com a amamentação

Mebendazol – usualmente compatível com a amantação

Medroxiprogesterona –Contraindicado nas primeiras 6 semanas pós-parto, depois:


usualmente compatível com amamentação

Mefloquina - Amamentação: permitida com cautela

Meglumina - Amamentação: permitida

Meperidina – evitar/ udsar com cuidado. Melhor usar: Codeína, propoxifeno, morfina

Mesoridazina – efeito desconhecido, requer cuidado

Metadona – evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: Codeína, propoxifeno, morfina
Metformin – usar com cuidado

Metimazol – usualmente compatível com amamentação

Metildopa – usualmente compatível com amamentação

Metimazole (D) (indicação: hipertireoidismo) Amamentação: contra-indicado

Metiprilon – usualmente compatível com amamentação

Metoclopramida – efeito desconhecido, requer cuidado. Melhor usar: Domperidona,


dimenidrinato

Metoprolol – usualmente compatível com amamentação

Metoexital – usualmente compatível com amamentação

Metformina - Amamentação: permitida, monitorar RN

Metrizamida – usualmente compatível com amamentação

Metrizoato – usualmente compatível com amamentação

Metronidazol – efeito desconhecido, requer cuidado

Metrotexate - incompatível com a amamentação

Mexiletine – usualmente compatível com amamentação

Miconazol – usualmente compatível com amamentação

Midazolam – efeito desconhecido, requer cuidado

Minoxidil – usualmente compatível com amamentação

Misoprostol. Amamentação: contra-indicado

Moclobenida – usualmente compatível com amamentação, mas use com cuidado

Morfina – usualmente compatível com amamentação. Usar por períodos curtos.


Observar sonolência.

Moxalactam – usualmente compatível com amamentação

Nadolol – usualmente compatível com amamentação

Naproxeno – Evitar/ usar com cuidado. Melhor usar: paracetamol, ibuprofeno,


cetorolaco ou celecoxib

N-butilescopolamina (antiespasmódico) Amamentação: compatível


Nefazodone – Evitar/usar com cuidado. Melhor usar: sertralina, paroxetina, citalopram
ou moclobenida

Nefopam – usualmente compatível com amamentação

Nicotina – pode suprimir a lactação

Nifedipina – usualmente compatível com amamentação

Nimodipina – usualmente compatível com amamentação

Nistatina – usualmente compatível com amamentação

Nitrazepam - efeito desconhecido, requer cuidado. Usar por períodos curtos. Observar
sonolência.

Nitrofurantoína – usualmente compatível com amamentação

Nizatidina (Antiulceroso) Amamentação: liberado

Noretinodrel – usualmente compatível com amamentação

Norsteróide – usualmente compatível com amamentação

Nortriplina – efeito desconhecido, requer cuidado

Noscapina – usualmente compatível com amamentação

Ofloxacin – usualmente compatível com amamentação

Omeprazol (Antiulceroso) Amamentação: liberado

Oxprenolol – usualmente compatível com amamentação

Pantoprazol (Antiulceroso) Amamentação: liberado

Paracetamol – usualmente compatível com amamentação

Paroxetina – efeito desconhecido, requer cuidado

Pentamidina - Amamentação: permitida

Perfenazina – efeito desconhecido, requer cuidado

Pirazinamida - usualmente compatível com amamentação

Piridostigmina – usualmente compatível com amamentação


Pirimetamina – usualmente compatível com amamentação

Piroxicam – usualmente compatível com amamentação

Prazepam – efeito desconhecido, requer cuidado

Praziquantel – usualmente compatível com a amentação

Prednisolona – usualmente compatível com amamentação. Usar com cautela.

Prednisona – usualmente compatível com amamentação. Usar com cautela.

Primaquina - Amamentação: permitida com cautela

Primidona - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado!

Probucol (hipolipemiante) Amamentação: Contra-indicado

Procainamida – usualmente compatível com amamentação

Progesterona – usualmente compatível com amamentação. Levonorgestrel e


medroxiprogesterona são contraindicados nas primeiras 6 semanas pós-parto.

Prometazina: Usar por períodos curtos. Observar sonolência. Melhor usar: Loratadina,
fexofenadina, terfenadina ou sulpiride.

Propiltiouracil – usualmente compatível com amamentação. Outros autores:


amamentção contra-indicado.

Propoxifeno – usualmente compatível com amamentação

Propranolol – usualmente compatível com amamentação

Pseudo-efedrina – usualmente compatível com amamentação. Pode suprimir a


lactação.

Quazepam – efeito desconhecido, requer cuidado

Quinidina – usualmente compatível com amamentação

Quinina – usualmente compatível com amamentação

Ranitidina (Antiulceroso) Amamentação: liberado


Reserpina – Use com cuidado / Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina,
metildopa, captopril, enalapril, propranolol ou hidralazina

Riboflavina – usualmente compatível com amamentação

Rifampicina – usualmente compatível com amamentação

Sais de ouro – usualmente compatível com amamentação

Salbutamol – usualmente compatível com amamentação

Secobarbital – usualmente compatível com amamentação

Senna – usualmente compatível com amamentação

Sertralina – efeito desconhecido, requer cuidado

Sódio radioativo - suspensão temporária da amamentação

Sotalol – usualmente compatível com amamentação

Sulbactam – usualmente compatível com amamentação

Sulfametoxazol/ Trimetoprim – usualmente compatível com amamentação

Sulfapiridina – usualmente compatível com amamentação

Sulfasalazina - tem sido associada com efeitos significativos em alguns lactentes –


cuidado!

Sulfato magnésio – usualmente compatível com amamentação

Sulfisoxazol – usualmente compatível com amamentação

Sulpiride – pode usar durante amamentação (com cuidado?)

Sumatriptan – usualmente compatível com amamentação

Suprofen – usualmente compatível com amamentação

Tecnécio 99 (Tc 99) - suspensão temporária da amamentação

Telmisartan – Use com cuidado / Tentar evitar. Melhor usar: nifedipina, nimodipina,
metildopa, captopril, enalapril, propranolol ou hidralazina.

Temazepam – efeito desconhecido, requer cuidado


Teofilina - – usualmente compatível com amamentação

Terbutalina – usualmente compatível com amamentação

Terfenadina – usualmente compatível com amamentação

Testosterona - Amamentação: Contra-indicado

Tetraciclina – usualmente compatível com amamentação

Teofilina – usualmente compatível com amamentação

Testosterona – pode suprimir a lactação

Ticarcilina – usualmente compatível com amamentação

Timolol – usualmente compatível com amamentação

Tinidazol – efeito desconhecido, requer cuidado

Tiopental – usualmente compatível com amamentação

Tiouracil – usualmente compatível com amamentação

Tolbutamida – usualmente compatível com amamentação

Tolmetin – usualmente compatível com amamentação

Trazodone – efeito desconhecido, requer cuidado

Trifluoperazina – efeito desconhecido, requer cuidado

Triprolidina – usualmente compatível com amamentação

Valproato – usualmente compatível com amamentação

Vastatinas (hipolipemiante) Amamentação: Contra-indicado

Verapamil – usualmente compatível com amamentação

Vitamina B1 – usualmente compatível com amamentação

Vitamina B6 (piridoxina) – usualmente compatível com amamentação

Vitamina B12 – usualmente compatível com amamentação

Vitamina D – usualmente compatível com amamentação

Vitamina K – usualmente compatível com amamentação


W

Warfarin – usualmente compatível com amamentação

Zidovudina (AZT) (C) - Sperling e assoc,1992, não constataram anomalias em 45


lactentes expostos

Zolpiden – usualmente compatível com amamentação

4. Procedimentos: descrições e manuais


Amniotomia – AMIU - Atestado – Cerclagem - Cesárea – Cone Clássico - Curetagem -
Curetagem uterina fracionada – Drenagem de abscesso de Bartholini – Drenagem de
abscesso de mama - Esterilizações tubárias - Exame Especular - Exame Ginecológico:
genitalia externa - Exame de mamas – Exerése de cisto clitoriano - Exerése de lesão
condilomatosa - Fórceps - HTA - HTV + CPP – Laparotomia exploratória (LE) –
Laparotomia exploratória para Prenhez ectópica – Laqueadura tubária (LTB) –
Mastectomia radical modificada – Miomectomia (e taquelectomia) - Nodulectomia –
Ooforectomia - Ooforoplastia – Ooforoplastia para ovários multipolicísticos - Parto
normal – Prenhez ectópica (LE) – Salpingectomia (Prenhez ectópica) - USG [Construindo
Manual]

AMIU

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações

Indicações:

- Coleta de amostra endometrial

- Monitorizaçõ TRH

- Neoplasia intra-uterina

- Dx de Ca endometrial

- Esvazamento intra-útero: abortamento incompleto /inevitável /infectado (até 12


semanas), retenção de restos ovulares, aborto previsto pela lei, gravidez
anembrionado, mola hidratiforma => até IG de 12 semanas
Contra-indicações:

- cervicite purulenta

- miomatose uterina (intramural e submucosa)

- discrasia sanguinea (fazer curetagem)

- gestação > 12 semanas

- AFU > 12 (ao exame clínico)

Complicação:

- Sinéquias endometriais

- Não retira o AMIU sob vácuo

Desfaz o vácuo para primeiramente

Atestado (Triagem)

Atesto que a paciente [Nome] foi atendida em nosso serviço no dia [data] em nosso
serviço e necessita de [número] dias a afastamento de suas atividades a partir de
[data]

Cerclagem

Também veja: IIC e Cerclagem

1. Paciente em decúbito dorsal sob raquianestesia

2. Assepsia + antisepsia + colocação dos campos cirúrgicos

3. Toque vaginal bimanual

4. Colocação de especulo de Collins

5. Pinçamento do lábio anterior do colo uterino com pinça de Pozzi e ts (????) lábio
porterior

6. Realização da cerclagem de colo uterina a MacDonald

7. Revisão da hemostasia
8. Embrocação vaginal com povidine.

9. Toque vaginal com colo impérvio

10. Retirada do arsenal cirúrgico

Cesárea

Descrição

Manual

Descrição

Anestesia: raqui (=>isso é normal)

Diagnóstico pré-operatório: oligoâmnio (=> por exemplo)

Diagnóstico pós-operatório: o mesmo (=> quando você não teve outro achado)

Operação proposta: Cesárea eletiva

Operação realizada: a mesma

Descrição do ato operatório:

1. Assepsia + anti-sepsia da parede abdominal

2. Aposição dos campos cirúrgicos

3. Incisão de Pfannenstiel.

4. Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos

5. Histerotomia com retiro do feto vivo, masculino em boas condições

(Exemplo duma intercorrência: Durante a incisão seccionamos um vaso


calibroso que levou um sangramento moderado, sendo feito hemostática com
sucesso.)

6. Delivramento manual da placenta

7. Toilet da cavidade uterina

8. Historrafia com Catgut Cromado

9. Fechamento da cavidade abdominal por planos anatômicos

10. Sutura da pele com.... (suturas do tipo Donati falsos OU Nylon 3.0)
Manual

1. Instrumentos

2. Procedimento

3. Indicações

INSTRUMENTOS (BÁSICO CESÁRIO)

01 Cabo de bisturi no 14

06 Pinças Backaus 12 cm

08 Pinças hemostáticas Crile /C 16 cm

01 Pinça Colllin 16 cm

04 Pinças hemostáticas Crile /R 16 cm

01 Pinça Foerster 16 cm

01 Porta agulha Hegar grande 18 cm

01 Porta agulha Hegar médio 16 cm

01 Pinça Kocher reta 18 cm

01 Pinça Kocher curva 18 cm

02 Pinças de dissecção anatômica s/ dente

01 Pinça de disscecção anatômica c/dente

01 Par de afastador Farabeuf

01 cuba redonda pequena

01 Tesoura de Mayo /R 18 cm

01 Tesoura de Metzembaum /C 18 cm

01 Válvula Doyen

01 Válvula supra-púbica (Baufor)

PROCEDIMENTO

1. Paciente em decúbito dorsal após raqui-anestesia


2. Assepsia com PVPI (povidine) no abdômen (2x centro para periferia)

3. Povidine nas pernas e vagina (2x)

4. Colocar compressa acima de vagina

5. Colocar os campos cirúrgicos: primeiramente abaixo, depois acima, depois nos dois
lados. Segurar os campos com pinças de campos (os backaus??)

6. Coloque uma pinça Backau abaixo-médio: isso serve para segurar o tubo de
aspirador (Não necessário em caso de oligoâmnio e cesárea intraparto com bolsa
rota)

7. Coloque compressas aos quatro lados

8. Testar sensibilidade da pele com a pinça com dente

9. Incisão da pele com bisturi (tamanho: 20). Use a incisão inteira. Para saber onde
fazer a incisão empurre a barriga para baixo. A prega acima de sínfise púbica é o
lugar da incisão. Caso que não tiver uma prega visível: faça uma incisão dois dedos
acima da sínfise púbica

10. Criar espaço com os dedos e coloque a aponeurose bem a vista

11. Incisão da aponeurose

12. Coloque dois dedos em abaixo da aponeurose e pular para criar espaço acima/lado
superior

13. Pode usar bisturi ou tesoura de Metzembaum para separar o aponeurose do


músculo na línea média.

14. Dividir manual o M. rectus abdominus. Empurre para cima e para baixo.

15. Pegue o peritônio e faça um buraco (=gat) com o dedo OU: use duas pinças para
segurar o peritônio e corta um buraco com a tesoura Metzembaum

16. Abrir o peritônio com dois dedos para cima.

16. Incisão do útero (segmento inferior): primeiramente uma incisão pequena, leve da
serosa uterina arciforme e depois uma incisão pequena, superficial do miométrio.

17. Abra o miométrio com uma pinça hemostática

18. Coloque dois dedos na abertura e pule para cima. Faça uma abertura arciforme
(para ter bastante espaço para a cabeça do feto e no mesmo temo evitar uma
rotura das aa uterinas.

19. Pegue a cabeça do feto no lado occipital

20. Pular a cabeça para fora + empurrar no fundo do útero e logo caudal da cabeça

21. Cabeça nasce


22. Ombros nascem

23. Clampamento do cordão umbilical e cortar com tesoura de Metzembaum

24. Tração de cordão + massagem do útero

25. Esperar o descolamento da placenta (OU: retirar a placenta com a mão intra-
uterina)

26. Tirar útero da cavidade abdominal

27. Coloque uma compressa: cubra o lado posterior e dois lados bilaterais para
proteger os ovários e as trompas

28. Toilet da cavidade uterina com compressas

29. Fechar o útero com Catchromo 1.0 com sutura continua cruzada (Rollade-model)

30. Suturas extras nos lugares de sangramento persistente

31. Sangramento do serosa? => clampamento com pinça hemostática e depois um nó


com Catgut simples 0 (em usar argulha)

32. Poderia fazer: suturar a serosa uterina com Catgut simples 0

33. Colocar o útero na cavidade abdominal. Vire o útero 90 graus e evitar


pressão/toque das trompas.

34. Toilet da/retirar coágulos na cavidade abdominal

35. Verificar se tiver sangramento do peritônio. Poderia fazer: fechar o peritônio (as
duas lâminas) com Catgut simples 0. Fica perto das bordas porque o peritônio pode
sangrar muito.

36. Fechar o M. rectus abdominus com Catgut simples 0 sutura continua (não cruzada)

37. Procurar vasos que sangram e ‘feche’ com Catgut simples 0 (2 nozes). Um
sangramento maior pode ser resolvido com uma sutura de tipo X.

38. Fechar a aponeurose com poliprolene 0 sutura continua (não cruzada) (7 nozes)

39. Procurar os sangramentos subcutâneos, pinçar com pinça hemostática e colocar um


nó com Catgut simples 0.

40. Poderia fazer: aproximar o tecido subcutâneo com Catgut simples 0 pontos simples

41. Suturar a pele com Nylon 3.0 com pontos separados de preferência com pontos
simples, mas pode usar Donatis falsos (Lado A: de fora para branco/intra-dermico,
lado B: de subdermíco para branco/intra-dermico, lado A: de branco/intra-dermico
para fora)

42. Limpar a pele primeiramente com SF0,9%

43. Limpar a FO com povidine


44. Limpar a FO com éter

45. Colocar as gazes acima da FO.

Cone Clássico

Descrição

Manual

Descrição

1. Paciente em posição litotomica sob raquianestesia

2. Assepsia + anti-sepsia com povidine

3. Alocação de campos cirúrgicos

4. Embrocação vaginal com povidine

5. Introdução de especulo de Collins e pinçamento de lábios anterior e posterior de


colo com pinça de Pozzi

6. Pinçamento de colo às 12h, 4h, 7 h e 11 h com ligadura dos vasos paracervicais

7. Incisão circular periorificial do colo uterino

8. Incisão cônica do colo uterino com bisturi elétrico e retirada da peça operatória

9. Hemostasia com bisturi elétrico

10. Colocação de tampão vaginal

Manual

Dicas:

- Adrenalina 0,1 ml + AD 10 ml. Aplicar no colo as 6h, 9h, 12h 3h. 3 a 5 ml em cada
lugar.

- Com cromado “1” faça pontos cervicais ?????? de cada lado paracervical e prende
com a hemostática no ????? para ampliar campo operatório
Curetagem (normal)

Descrição

Manual - não pós-parto imediato

Manual - pós-parto imediato

Descrição

1. Assepsia + anti-sepsia da área operatória

2. Aposição dos campos cirúrgicos

3. Realizado toque vaginal bimanual

4. Colocação do especulo de Collins

5. Tração de colo de útero com pinça de Pozzi

6. Introduzimos pinça de Winter na cavidade uterina

7. Realizado curetagem uterina e retiramos uma grande quantidade de restos


placentários

Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)

Sem DTG/mola presente

DTG/mola presente

Sem DTG/mola presente

1. Antes: SG 5% 500 ml aberto

2. Durante (anestesista faz isso): SG 5% 500ml + 3 (OU 4) amp Ocitocina, EV,


aberto

3. Assepsia + anti-sepsia da pele

4. Assepsia da vulva: entra com gaze com povidine

5. Aposição dos campos cirúrgicos

6. Caso que não esteja pós-parto imediato: Realizado toque vaginal bimanual:
medir dilatação (< ou > 2 cm?) e tentar retirar manualmente os restos
placentários grandes.
7. Colocação do especulo de Collins

8. Tração de colo de útero com pinça de Pozzi

9. Dilatação < 2 cm: dilatar o colo com pinça de Winter.

10. Dilatação ≥ 2cm: Introduzir pinça de Winter na cavidade uterina com a pinça
fechada.

11. Abre a pinça dentro a cavidade e retire por exemplo os restos placentários.

12. Trabalhe sistematicamente num circulo (por exemplo: começa e termine às 6


horas)

13. Entra a cavidade uterina com a pinça de fenda.

14. Empurre para dentro com POUCA força até chegar no fundo de útero.

15. Faça a curetagem num movimento só de cima para baixo.

16. Trabalhe sistematicamente num circulo (por exemplo: começa e termine às 6


horas)

17. Limpar a vulva com gaze com Povidine

18. Pode fazer: SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Ocitocina, EV, 28 gts/min

19. Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6 horas, fixo

DTG/Mola presente

Os mesmos passos que qualquer curetagem, mas:

1) com reserva sanguinea

2) Evitar uso de misopostol e ocootcina

Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)

Indicação: IG >8 e < 30 sem*

IG < 8 semanas: USG para ver se tiver restos placentários

IG entre 30 e 34 semanas: examinar a placenta: se tiver dúvidas, curetar.

IG menos que 30 semanas: curetar


1. Antes: SG 5% 500 ml aberto

2. Durante (anestesista faz isso): SG 5% 500ml + 3 (OU 4) amp Ocitocina, EV,


aberto

3. Assepsia + anti-sepsia da pele

4. Assepsia da vulva: entra com gaze com povidine

5. Aposição dos campos cirúrgicos

6. Caso que não esteja pós-parto imediato: Realizado toque vaginal bimanual:
medir dilatação (< ou > 2 cm?) e tentar retirar manualmente os restos
placentários grandes.

7. Colocação do especulo de Collins

8. Tração de colo de útero com pinça de Pozzi

9. NÃO USE A PINÇA DE WINTER PARA DILATAR O COLO – PERIGO DE LAÇERAÇÕES


IATROGÊNIAS

10. Entra a cavidade com a curata longa

11. Empurre para dentro com POUCA força até chegar no fundo de útero.

12. Faça a curetagem num movimento só de cima para baixo.

13. Trabalhe sistematicamente num circulo (por exemplo: começa e termine às 6


horas)

14. Limpar a vulva com gaze com Povidine

15. Pode fazer: SG 5% 1000 ml + 2 (OU 3) amp Ocitocina, EV, 28 gts/min

16. Dipirona 500 mg 1 cp, VO, 6/6 horas, fixo

Curetagem Uterina Fracionada

1. Paciente em litotomia dorsal sob efeito anestésico

2. Assepsia + anti-sepsia com PVPI + campos estéreis

3. Toque vaginal bimanual

4. Introdução do especulo de Collins + pinçamento do lábio anterior do colo com pinça


de Pozzi
5. Realizada histerometria do canal cervical medindo 5,5 cm

6. Realizada histerometria da cavidade uterina medindo 9 cm

7. Realizada curetagem de material endocervical, mandando para histopatológico

8. Realizado curetagem de material intracavitário, enviado para histopatológico


separadamente

9. Retirada de arsenal cirúrgico

10. Emborcação vaginal [=gaze com PVPI dentro]

11. Limpeza com SF 0,9%

Drenagem de abscesso de mama

1. Assepsia e anti-sepsia da área operatória

2. Aposição dos campos cirúrgicos

3. Incisão periareolar de 2-3 cm

4. Exploração instrumental da loja com drengam de s grande quantidade de secreção


purulenta

5. Exploração dos compartimentos

6. Lavagem com Povidine mixturado com SF 0,9%

7. Lavagem com SF 0,9%

8. Colocação do dreno laminar

9. Curativo

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini

1. Assepsia e anti-sepsia

2. Colocação dos campos cirúrgicos

3. Incisão em fascie interna do pequeno lábio direito com saída de pequena


quantidade de líquido purulento

4. Lavagem intensiva com SF 0,9%

5. Introdução de dreno de Penrose.


Esterilizações Tubárias

a) Pomoroy modificado

b) Uchida

c) Parkland

d) Electrocoagulação

a) Pomoroy modificado

1. Aprensão da porção média da tuba com uma pinça atraumátrica. Formando-


se uma alça do segmento da trompa

2. Transfixação do mesossalpinge em uma área avascular logo abaixo da alça

3. Ligação da trompa com um fio de rápida absorção (IMIP: Catgut cromado


2.0)

4. Segmento redundante da alça é seccionado e disprezado

5. Obs. Recomenda-se um fio de rápida absorção porque os cotos serão


rapidamente afastados um do outro impossibilitando a formação de uma
fístula (que seria o fracasso cirúrgico)

Quanto maior for a alça, maior a partes seccionadas, menores as


chances de reversão cirúrgica atráveis de recanalização tubária.

b) Uchida

1. Injeta-se líquido (SF 0,9%, H2O destilada ou solução com


vasoconstrictor) na serosa da trompa

2. Permite-se a separação da serosa de sua camada muscular

3. Secciona-se a serosa

4. Traciona-se o oviduto

5. Retira-se +/- 2 cm da trompa

6. Cotos restantes são ligados com Catgut Cromado 0 ou 2.0

7. Sepulta-se o coto proximal através da sutura da serosa, por cima do


coto, com um fio absorvível fino.

8. Proporciona melhores chances de recanalização futura


c) Parkland

1. Raramente usada no IMIP

2. Realiza-se uma janela na porção avascular do mesossalpinge, logo


abaixo do segmento médio a ser seccionado com o auxílio de uma
tesoura ou pinça hemostática

3. Transfixa-se um fio pela janela e as 2 extremidades são ligadas

4. Secciona-se o segmento entre os 2 nós

5. Usa-se fio de absorção rápida fino

6. Método fácil, boa eficácia e fácil reversão.

d) d) Eletrocoagulação

1. Coagula-se as 2 porções da trompa com o bisturi elétrico e em seguida,


secciona-se o segmento entre eles.

OBS: Peri-umbilical: Nas primeiras 48 horas pós-parto. Incisão pequena: semicircular ou


transversa logo abaixo da cicatriz umbilical

Exerése de cisto clitoriano

1. Assepsia e antisepsia

2. Colocação dos campos cirúrgicos

3. Incisão longitudinal infra-clitorial

4. Descolamento do cápsula do cisto

5. Retiramos o cisto

6. Retiramos o excesso de pele

7. Sutura de pele com Catgut simples 2.0

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino

1. Assepsia + antisepsia

2. Colocação de espéculo vaginal emborrachada

3. Pinçamento de lábio anterior do colo


4. Cauterização com alça diatérmica em extensa lesão atingindo fundo de saco
posterior e laterais

5. Exerése de fragmento de lábio posterior de colo uterino para estudo


histopatológico

6. Cauterização de labio anterior e posterior do colo

7. Revisão de hemostasia

8. Colocação de tampão vaginal [obs: em geral com muito vaseline]

Fórceps

Descrição

Manual

Descrição

1. Paciente em posição de litotomia

2. Anti-sepsia de região vulvaperineal

3. Avaliado condição de aplicabilidade

4. Apresentação espacial do fórceps

5. Esvaziamento vesical e retal

6. Aplicação do ramo esquerdo

7. Aplicação do ramo direito

8. Articulação do fórceps

9. Verificado provas de boa pega

10. Manobra de Saxthorph-Pajet (????)

11. Extração do pólo cefálico e pólo córmico

12. Desarticulação do fórceps

13. Dequitação

14. Revisão do canal de parto

15. Episiorrafia
16. Toque retal livre

Manual

1. Verificar se tenha condições para aplicação. Feto < ou = plano 3 de Hodge. Rotação
necessária < ou = 45 graus.

2. Não precisa fazer episiotomia

3. Colocar uma sonda de alívio e esvaziar a beixiga, depois retirar a sonda.

4. Procurar o pavilhão auricular do feto e colocar esquerdo (a esquerda da mãe!!)

5. Procurar o pavilhão auricular do feto e colocar direitoo

6. O médico coloca os próprios pés um ao lado de outro

7. Pule:

a) Durante a contração

b) Com força continua e descrescente

c) Primeiramente para baixo e depois para cima

8. Desligue /tirar o fórceps antes o nascimento do queixo.

Histerectomia total abdominal (HTA)

Descrição

Manual

Descrição

1. Paciente en DDH sob raquianestesia

2. Assepsia + antisepsia + aposição dos campos estéreis

3. Incisão da pele à Pfannenstiel

4. Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos

5. Inventario da cavidade:

Exemplo 1: alças intestinais de aspecto normal, útero aumentado de tamanho


às custas de mioma intramural em parede posterior de +/- 6 X 7 cm. Ovários
bem visualizados e de aspecto normal, tubas uterinas com cicatriz de
lagueadura prévia e anatomia deformada devido mioma uterino.
Exemplo 2: útero de aproximadeamente 8 x 5 cm, apresentando finas
aderências. Tubas uterinas enoveladas, edemaciadas, e aderidas aos ovários
bilateralmente. Bexiga e alças intestinais com morfologia preservadas. Fígado
com superfície regular. Omento sem sinais de implantes. Moderada quantidade
de líquido livre em cavidade.

Exemplo 3: alças intestinais macroscopicamente normais. Bexiga


macroscopicamente normal, aderida à parede anterior do útero. Útero
macroscopicamente normal, medindo 12 x 8 cm. Trompas macroscopicamente
normais bilateralmente. Ovário direito macroscópicamente normal medindo 3 x
3 cm. Ovário esquerdo medindo 3 x 3 cm apresentando em sua superfície
pequeno cisto hemático que se rompeu durante o procedimento. Realizado
cauterização do ovário com posteriormente hemostasia.

Exemplo 4: Bexiga aderida à face anterior do útero. Alças intestinais


macroscopicamente normais. Pequena quantidade de aderências pélvicas (02
cesáreas anteriores). Útero aumentado de volume, medindo 13 x 9 cm de
superfície irregular às custas de miomatose uterina de coloração caraterística.
Ovários macroscopicamente normais pela idade. Presença de LTB anterior.

Exemplo 5: útero aumento de tamanho, superfície irregular, presença de


nódulos sugestivos de miomas subserosos em região fúndica e parede anterior;
o primeiro medindo 2 x 2cm, o outro 3x 4 cm. Tubas com área de estenos em
1/3 médio (paciente com história de LTB. Ovários macroscópicamente normais.
[OU OE: presença de formação cística de superfície regular, medindo 7 x5 cm
com superfície pouco vascularizado.

Exemplo 6: Anexo direito aumentado de volume com aspecto cístico (7x6 cm).
Ausência de ovário esquerdo + tuba uterina esquerda. Útero
macroscopicamente normal. Fígado sem alterações, alças intestinais e epiplon
(???) sem alterações. Presença de aderências com ligamentos redondo esquerdo
de sigmóide para parede posterior do útero e epíplon.

Não foi possível distinguir o cisto do parênquima ovariano – tumoração ocupava


tudo o ovário.] Alças intestinais macroscopicamente normais.

6. [Poderia colocar:] Apreensão uterina com pinças fortes na inserção dos anexos e
ligamento redondo.

7. Pinçamento + ligadura de ligamentos redondos bilateralmente

HTA + SB

8. Pinçamento + ligadura de ligamentos útero-ovários bilateralmente [poderia


colocar: e ligamentos tubo-ovarianos bilateralmente.] [OU pinçamento, secção e
ligadura do mesosalpinge bilateralmente.]

9. [Poderia colocar:] Salpingectomia bilateral


OU

PAN-HTA

8. Pinçamento, secção e ligadura do ligamento infundíbulo pélvico bilateralmente.

9. Disssecção de peritôneo útero-vesical e rebaixamento da bexiga [OU Abertura


do peritônio visceral anteriormente com liberação da bexiga no sentido caudal]

10. Pinçamento e ligadura das artérias uterinas bilateralmente

A parte seguinte tem vários descrições

Extra-fascial 1??

11. Pinçamento e ligadura do ligamento útero-sacro

12. Pinçamento e ligadura de ligamentos cardinais bilateralmente [OU ligamentos


paramétrios laterais bilateralmente, OU dissecção da fascia para-cervical]

13. Abertura de cavidade vaginal [OU cúpula vaginal] e retirada de peça operatória

OU

Extra-fascial 2

11. Pinçamento, secção e ligadura dos ligamentos paracervicais e ligamentos


uterossacros

12. Abertura da cúpula vaginal pela tíenica (????) extrafascial

13. Retirada da peça operatória

14. Síntese da cúpula vaginal e fixação dos ligamentos uterossacros

Intra-fascial 1

11. Pinçamento em 4 pontos (às 3h, 6h, 9h e 12h) ao nível da juncção cérvico
vaginal.

12. Dissecção com bisturi elétrico da fáscia pélvica com retirada da peça (útero +
trompas)

OU

Intrafascial 2
11. Pinçamento com allis ao nível da junção cérvico-vaginal às 12-3-6 e 9 horas.

12. Dissecção pela tié (????) intrafascial da peça uterina

13. Retirada da peça cirúrgica.

14. Sutura [ com vicryl] de cúpulo vaginal e fixação em ligamento útero-sacro [OU
síntese da cúpula vaginal – com hemostasia local rigorosa]

15. Revisão da hemosstasia

16. [Poderia colocar:] Salpingectomia bilateral

17. Fechamento de cavidade por planos anatômicos [OU Aproximação dos músculos
reto-abdominais com Catgut simples. + Síntese da aponeurose com vicryl 0]

18. Hemosstasia de TSC

19. Sutura da pele com Nylon 3.0

20. Curativo local

21. [Poderia colocar:] Obs. 1: Ao abrir a cavidade abdominal foi realizado lavado
peritoneal com SF 0,9%

22. [Poderia colocar:] Obs. 2: Nào foi observado infiltrações peritoneais.

DESCRIÇÃO DA PEÇA OPERATÓRIA

Exemplo 1:

- Útero de aproximadamente 8 x 5 cm, superfície regular. Realizada abertura mediana


da peça. Observamos cavidade endometrial com endométrio possivelmente espessado.
Colo de aproximademente 3 cm sem alterações macroscópicas.

- Grande tumoração multilobulada mista em topografia de anexo direito de


aproximademente 25 x 20 cm.

- Tumoração multilobulada mista de aproximademente 10 X 12 cm em topografia de


anexo esquerdo

- Fragmenteo de peritônio pélvico

- Fragmento de omento

- Líquido ascítico

- Líquido de tumoração cística em FSP

Exemplo 2:
- Útero de aproximadamente 8 x 5 cm, superfície apresentando pequena aderências
pélvicas. Realizada abertura mediana da peça. Observamos cavidade endometrial sem
alterações macroscópicas. Presença de tumoração cística de 2 x 1,5 cm dentro do
miométrio em região ístmica (endometrioma?). Colo de aproximademente 3 cm sem
alterações.

Exemplo 3:

-Útero medindo 13 x 9 cm, com nódulo em cavidade endometrial, à abertura da peça,


ocupando parcialmente a cavidade e medindo 4,0 x 2,5 cm.

Exemplo $:

Ao abrir o útero foi evidenciado mioma com aspecto calcificado em topografia intra-
mural.

Ao abrir tumoração anexial esquerda foi evidenciado líquido amarelo espesso com
cabelos em seu interior.

Manual

1. Apreensão uterina com pinças fortes na inserção dos anexos e ligamento


redondo.

2. Pinçamento + ligadura de ligamentos redondos bilateralmente. Use Catgut


cromado 0 ou 2

HTA + SB

3. Pinçamento + ligadura de ligamentos útero-ovários bilateralmente o mais


próximo do corno uterino. Não é necessário preservar a trompa.

PAN-HTA

4. Diseca-se o ligamento largo próximo ai infundíbulo pélvico e procede-se com


pinçamento, secção e ligadura do ligamento infundíbulo pélvico bilateralmente.
Ligadura com Catgut Cromado 0 ou 1. Não é necessário preservar a trompa.

5. Disssecção de peritôneo útero-vesical e rebaixamento a bexiga

6. Clampeamente e secção dos ligamentos largos (margendo o útero até o n’vel


dos liggamentos uterossacros.

7. Pinçamento c/ pinça de Fourier (Fawrey?) com posteriormente secção e ligadura


das artérias uterinas bilateralmente com fio Cromado 0.
A parte seguinte tem vários descrições

Extra-fascial 1??

8. Traciona-se o corpo uterino para cima e para frente de modo a retesão (??) os
ligamentos uterossacros posteriormente e facilitar seu clampeamento e secção
com cromado 1.0, reparando-os com pinça hemostática

9. Palpa-se a cérivce uterina e clampeia-se lateralmente a mesma, incisando a


cúpula e retirando a peça.

10. Sutura transfixante nos ângulos da cúpula e sutura contínua na sua porção
média. Síntese da cúpula vaginal e fixação dos ligamentos uterossacros

Intra-fascial 1

13. Pinçamento em 4 pontos (às 3h, 6h, 9h e 12h) ao nível da juncção cérvico
vaginal.

14. Dissecção com bisturi elétrico da fáscia pélvica com retirada da peça (útero +
trompas)

11. Fixação da cúpula vaginal com os fios do reparo dos ligamentos uterossacros
(diminuindo as chances de prolapso de cúpula no futuro).

12. Revisão da hemosstasia

13. [Poderia colocar:] Salpingectomia bilateral

14. Fechamento de cavidade por planos anatômicos [OU Aproximação dos músculos
reto-abdominais com Catgut simples. + Síntese da aponeurose com vicryl 0]

15. Hemosstasia de TSC

16. Sutura da pele com Nylon 3.0

17. Curativo local

Obs.: - A peritonização da cúpula é questionada. Preconiza-se uma aproximação


mínima dos bordos do peritônio visceral redundante, nos casos em que os ovários
foram preservados, evitando que a peritonização espontânea aconteça por cima dos
mesmos, tornando-os órgãos “retroperitoneais”.
- Na HTA subtotal o corpo uterino é secionado na altura do istmo, logo acima da
ligadura das uterinas e o coto remanescente é suturado, excluindo-se a secção dos
ligamento uterossacros.

- Ooforectomia profilática é inidicado nas mulheres que tem 50 anos ou mais e que irão
submeter-se à histerectomia por patologias benignas.

Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia


(HTV+CPP)

1. Paciente em litotomia dorsal sob raquianestesia

2. Assepsia + antisepsia com clorexidina + Aposição dos campos

3. Pinçamento dom Pozzi do lábio anterior e posterior do colo uterino

4. Incisão circular do colo ao nível da prega vésico-uterina e divulção manual com


gaze da mucosa com descolamento cranial da bexiga. [OU passo 4 e 5 junto:
incisão arciforme em lábio anterior com dissecção cranial da bexiga + incisão
arciforme em lábio posterior do colo até abertura do peritônio parietal em fundo
do saco posterior.] [se tiver um cistocele e prolapso de útero importante você
poderia fazer: Incisão semicircular ao nível do istmo uterino + disseção da
mesma. Abertura de parede vaginal anterior em forma de T invertido até
próximo a uretra. Abertura e dissecção da parede posterior da vaginal]

5. Pinçamento dos paramétrios bilateralmente, secção e ligadura com cromado 1.0


[OU trocar passo 5 e 6 e colocar: pinçamento, secção e ligadura dos ligamentos
paracervicais e uterossacros bilateralmente om vicryl.]

6. Pinçamento, secção e ligadura das arterias uterinas bilateralmente [com vicryl]

7. [Poderia fazer:] Realizada secção + taquelectomia [=retirar o colo uterino] Colo


uterino enviado para histopatologia

8. Bascula do útero OU (outra técnica) Realizado hemissecção do corpo uterino


[poderia colocar:] sendo visualizada formação polipóide de +/- 3 x 1 cm em
fundo do útero.

9. Pinçamento, secção e ligadura do infundibulo pélvico [OU pinçamento, secção e


ligadura dos ligamentos redondos, útero-ováricos e trompas uterina
bilateralmente com vicryl + retirada da peça cirúrgica sendo enviada para
histologia.]

10. Aproximação proximal dos pontos do infudibulo pélvico e paramétrios. Os ditais


pontos transfixemos a mucosa da região lateral da direita e esquerda. [ou
Rafiada cúpula vaginal com vicryl.]

11. Passamos então a CPP anterior

12. Pinçamos com pinça Allins na região proximal, perto da uretra


13. Incisão da mucosa vaginal na região medial, divulgande a mucosa com gaze

14. Realizado pontos na fascia bilateral onde fomos corrigir o cistocele [OU juntar
passo 12-14: Correção de cistocele por aproximação da parede anterior com
ponto separadas pela técnica de Kely-Kenedy.

15. Pontos em X de mucosa vaginal anterior

Duas possibilidades de descrever o seguinte:

16. Passamos a CPP posterior

17. Aplicamos 2 pinças de Allins à região laterais de mucosa vaginal


transversalmente

18. Incisão transversal

19. Pinçamento com Allins na região medial divulção com tesoura e posteriormente
com gaze da mucosa

20. Pontos na fascia bilateralmente. Corrigimos a retocele.

21. Pontos com X da mucosa com Catgut 2.0 cromada

22. Pontos com Catgut 1.0 no elevador do anus

23. Fechamento da mucosa e pele com cromado 1.0

24. Curativo compressive

OU

16. Segundo tempo: incisão da borda inferior da vagina (fosse navicular) na junção
cutânea-mucosa

17. Dissecção de mucosa vaginal até 1/3 inferior da vagina

18. Retirada de retalho de mucosa vaginal

19. Aprensão com rafiado de m. elevador do ânus.

20. Síntese de mucosa e pele com Catgut simples

21. Toque retal livre

22. Limpeza + embrocação vaginal com PVPI

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)


1. Paciente en DDH sob raquianestesia

2. Assepsia + antisepsia + aposição dos campos estéreis

3. Incisão longitudinal em pele

4. Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos

5. Inventario da cavidade:

Exemplo 1: alças intestinais de aspecto normal, útero aumentado de tamanho


às custas de mioma intramural em parede posterior de +/- 6 X 7 cm. Ovários
bem visualizados e de aspecto normal, tubas uterinas com cicatriz de
lagueadura prévia e anatomia deformada devido mioma uterino.

Exemplo 2: útero de aproximadeamente 8 x 5 cm, apresentando finas


aderências. Tubas uterinas enoveladas, edemaciadas, e aderidas aos ovários
bilateralmente. Bexiga e alças intestinais com morfologia preservadas. Fígado
com superfície regular. Omento sem sinais de implantes. Moderada quantidade
de líquido livre em cavidade.

6. Coleta de líquido ascítico para citologia

7. Adnexectomia à direita

8. Adnexectomia à esquerda

9. Veja HTA

10. Não observamos aumento de volume de linfonodos em …???

11. Biposia de omento e peritônio pélvico

12. Revisão da hemosstasia

13. Fechamento de cavidade por planos anatômicos [OU Aproximação dos músculos
reto-abdominais com Catgut simples. + Síntese da aponeurose com vicryl 0]

14. Hemosstasia de TSC

15. Sutura da pele com Nylon 3.0

16. Curativo local

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)

Descrição

Manual

Descrição
1) Paciente em decúbito dorsal so anestesia geral

2) Assepsia + antisepsia e colocação dos campos operatórios

3) Incisão obliquica com bisturi frio do QIM à QSL da mama esquerda

4) Dissecção de retalho superior e em seguida inferior com ressecção de todo tecido


mamário e fascia anterior do músculo pectoral maior

5) Esvaziamento axilar até o nível 2 com preservação do nervo de Bell [=n. torácico
longo] e do plexo (??) do latissimo dorsal

6) Retirada da peça operatória em block (mama + axila esq.)

7) Hemostasia rigorosa

8) Colocação de dreno de sucção à vácuo

9) Sutura intradérmica com Vycril

10) Sutura da pele

11) Limpeza + enfaixamento das mamas

Manual
Mastectomia Radical (não-modificada)
1) Remoção da glândula mamária
2) Remoção dos músculos pequeno e grande peitoral
3) Esvaziamento axilar radical

Mastectomia radical modificado


1) Remoção da glândula mamária
2) Remoção do pequeno peitoral na técnica de Patey; remoção somente da
aponeurose do músculo grande peitoral na técnica de Madden
3) Esvaziamento axilar radical

Miomectomia (e Taquelectomia)

Descrição miomectomia + taquelectomia

Manual miomectomia

Descrição miomectomia e taquelectomia

Cirurgia em um paciente histerectizada com mioma grande de colo


1) Paciente em litotomia dorsal sob raquianestesia

2) Assepsia + anti-sepsia com clorexidina + aposição dos campos estéreis

3) Incisão de pele à Pfannenstiel + retirada do tecido cicatrizal anterior

4) Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos

5) Inventário da cavidade: Alças intestinais de aspecto normal. Tubas uterinas:


ausentes. Ovário direito de aspecto normal, medindo 3 x 3 cm. Ovário esquerdo
ausente. Massa heterogênea, sólida, medindo 15 x 10 cm em região uterina
sugestivo de mioma gigante com bexiga aderida à parede anterior até a massa
superior da massa. Multiplas aderências presentes; aderências espessas entre a
massa e ovário direito e entre a massa e a parede pélvica esquerda.

6) Abertura do peritônio visceral anterior com rebaixamento de bexiga.

7) Pinçamento, secção e ligadur das aderências espessas

8) Líse das aderências mais finas e pinçamento, secção e ligadura do ligamento útero-
sacro.

9) Retirada da massa/mioma

10) Pinçamento em 4 pontos (às 3h, 6h, 9h e 12h) ao nível da junção cérvica-vaginal

11) Dissecção com bisturi eléctrico da fascia pélvica com retirada do colo uterino

12) Sutura de cúpula vaginal e fixação em ligamento útero-sacro

13) Revisão da hemostasia

14) Fechamento da cavidade por planos anatômicos

15) Sutura da pele com Nylon 3.0

16) Curativo local.

Obs. Identificamos os ureteres antes e depois o retiro da peça.

Descrição da peça cirúrgica:

Massa abdominal em região uterina. Sólida, heterogêneo, medindo 15 x 10 cm, de


aspecto sugestivo de mioma. Realizada abertura medianan a peça: massa solida, sem
cavidade. Colo de aproximadamente 3 cm sem alterações macroscópicas visíveis ao
abrir.

Manual Miomectomia

1. Incisão uterina e dissecção dos nódulos miomatosos


2. Colocara a paciente em Trendelburg suava para afastar as alças intestinais da
cavidade pélvica

3. Alguns autores sugerem o uso de um garrote em torno do segmento inferior do


útero, ao nível dos trompas, para diminuir o sangramento

4. O uso análogo de GnRH ainda é controverso no preparo pré-op das pacientes


com miomatose, pois pode dificultar a identificação dos planos de clivagem
gerando maior sangramento

5. Ao iniciarmos uma miomectomia devemos realizar o menor número possível de


incisões, estes devem estar localizados na parede anterior o mais próximo
possível da linha média

6. Nódulo miomatoso deve ser apreendido com pinça de campo ou Backaus, sendo
dissecado cuidadosamente com o dedo, cabo do bisturi ou mesmo
tesoura/lâmina.

7. PREFERENCIALMENTE O MAIOR MIOMA OU EM LOCALIZAÇÃO DIFÍCIL DEVE SER


O PRIMEIRO A SER DISSECADO.

8. Retirados todos os miomas possíveis, inicia-se a sutura por planos podendo-se


usar suturas contínuas ou intermittentes.

9. Usar fios de absorção tardio (Catgut cromado ou Vicryl) número 01 ou 02.

10. O miométrio é o principal plano de hemosstasia, portanto devem-se evitar os


espaços mortos para prevenção dos hematomas.

11. A serosa deve ser suturada com fio de absorção tardia (Catgut cromado ou
Vicryl) número 3.0, 4.0 ou 5.0

12. Ao final da cirurgia pode-se opor ao leito da sutura uma malha absorvível
hemostática tipo Surgicell (para diminuir as aderências).

Miomectomia e taquelectomia

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)

1. Assepsia + antisepsia

2. Aposição dos campos cirúrgicos

3. Incisão de pele periareolar

4. Disseção de pele
5. Pinçamento de nodulo

6. Retirado de agulho

7. Pinçamento de tumoração de coloração esbranquiceido

8. Hemastasia rigorosa

9. Sutura de pele

10. Curativo oclusivo

11. Enfaixamento de mama

Ooforectomia

Manual

Ressecção total do ovário acometdio

1. Disseção do mesossalpinge próximo ao infundíbulo, clampeamento posterior do


mesmo com 2 pinças fortes.

2. Secçã e ligadura com fio de absorção mais tardia (Catgut cromado ou Vicryl) 0
ou 1

Obs.: Recomenda-se a salpingectomia homolateral visto que o mesmo fica sem


função após retirada do ovário.

Ooforoplastia

Manual

1. Dissecçao da cápsula da tumoração do parênquima ovariano por meio de uma


incisão elíptica no córtex ovariano.

2. Sutura do parênquima remanescente. Contínua, tipo chuleio OU pontos em X.


Use fio fino não absorvível, não-reativo, calibre 5.0 Evitar ao máximo deixar
espaço morto.

OBS.: Como o diagnóstico definitivo só vem com o anatomopatológico, a


abordagem cirúrgica deve ser bastante cautelosa. Evitar contaminação da
cavidade pélvica por rupturas acidentais da cápsula.
Ooforplastia para ovários multipolicísticos

Manual

13. Hoje em dia é contra-indicada em virtude dos tratamentos clínicos para SOP

14. Hoje prefer-se a laparoscopia onde se realiza a fulguração do parênquima


ovariano com bisturi monopolar de agulha fina, perfurando-se o córtex ovariano
em seus vários pontos, onde são visíveis os cistos subcapsulares. Esse
procedimento também pode ser feito em mulheres inférteis que se submetem à
laparoscopia diagnóstica.

Parto Normal

Descrição

“Manual”

Descrição

1. Placenta macroscópica normal

2. Lacerações vulvaperineal de mucosa e pele. Suturado com Catgut simples sem


intercorrências.

3. Toque retal sem anormalidades.

Descrição alternativa (não usada no IMIP):

1) Assespsia + anti-sepsia

2) Aposição dos campos cirúrgicos

3) Recepção de FTVT [feto tópico vivo termo?] sexo masculino

4) Delivramento espontâneo da placenta

5) Toalete de canal de parto

6) Rafia de laceração

7) Embrocação vaginal

8) Toque retal livre (se tiver laceração profunda/episiotomia)

“Manual”

- Assistência ao Trabalho de Parto


- Avaliação da vitalidade fetal intraparto

- Cordão circular

- Escore de Bishop (modificado)

- Gestação prolongado

- Indução do parto

- Mechanismo do parto

- Mecônio

- Partograma

- Parto Prolongado

- Placenta Prévia

- prenatal

- Procedimento (em holandês)

- Puerpério (fisiologia e patologia)

- Rutura uterina

- Sexo pós o parto e embolia de ar

- Sofrimento fetal aguda (SFA)

- Vantagens posição vertical

Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica

Descrição Salpingectomia

Manual e indicações: Ordenha, Salpingectomia linear, Exérese da tumoração e


Salpingectomia

Descrição Salpingectomia

1. Paciente em decúbito dorsal sob raquianestesia

2. Assepsia + anti-sepsia

3. Aposição dos campos cirúrgicos

4. Incisão de pele à Pfannenstiel


5. Abertura da cavidade abdominal por planos anatômicos

6. Inventário da cavidade abdominal:

- presença de sangue na cavidade

- trompa esquerda rota com saco gestacional

- útero, ovários e trompa direita sem alterações

7. Pinçamento, secção e ligadura do ligamento tubo-ovárico (????) esquerdo com


retirada da trompa e saco gestacional

8. Lavagem da cavidade abdominal com soro fisiológico seguida de aspiração

9. Encerramento da cavidade abdominal por planos anatômicos

10. Síntese de pele

11. Curativo compressivo

Manual e indicações

Indicação tratamento cirúrgico:

- sinais de alterações cardiovasculares da mãe

- beta-HGT > 10.000

- Saco gesacional: > 4cm

Salpingestomia => Saco gestacional > 5 cm

Manual das opções cirúrgicas:

a) Ordenha

b) Salpingectomia linear

c) Exérese da tumoração

d) Salpingectomia

a) Ordenha

1) LE com excisão da pele à Pfannenstiel

2) Ordenha do saco gestacional


3) Promove-se um “abortamento tubário”

b) Salpingectomia linear

1) Incisão linear sobre a tumoração

2) Permite-se portanto à extrusão (??) de seu conteúdo

3) Dissecção romba cuidadosa

4) Hemostasia rigorosa

5) Síntese cuidadosa das bordas, incluindo serosa + camada muscular da tuba

6) Usar fio não-absorvível. Nylon 6.0 ou 8.0 p/provocar mínima resposta


inflamatória local, diminuindo as chances de formação de granulomas que
obstruíram a luz do oviduto.

c) Exérese da tumoração

1) Exérese da tumoração

2) Reanastomose término-terminal

3) Síntese cuidadosa das bordas, incluindo serosa + camada muscular da tuba

4) Usar fio não-absorvível. Nylon 6.0 ou 8.0 p/provocar mínima resposta


inflamatória local, diminuindo as chances de formação de granulomas que
obstruíram a luz do oviduto.

d) Salpingectomia

1) Indicação: sempre na presença de instabilidade hemodinâmica e/ou grande


sangramento

2) Exerese da trompa acometida

- Eleva-se a trompa acometida.

- Clampeia-se o mesossalpinge o mais próximo da tumoração, estendendo-se


até o corno uterino.

- Secciona-se toda estrutura

- Sutura-se com fio de absorção tardia número 0 ou 1 (Catgut Cromado ou


Vicryl, técnica tipo em 8 ou sutura contínua.

- Limpeza exaustiva da cavidade pélvica e abdominal


* obs: prenhez ectópica intersticial, a abordagem cirúrgica pode ser mais radical
(histerectomia)

11. Procedimentos: manuais e decrições


(cont.)
Parto normal - Parto cesáreo - Amniotomia - Curetagem (normal - não pós-parto
imediato) - Curetagem (normal - pós-parto imediato) – Forcéps - Indução do parto - USG
[Construindo]

Parto Normal
- Assistência ao Trabalho de Parto

- Avaliação da vitalidade fetal intraparto

- Cordão circular

- Escore de Bishop (modificado)

- Gestação prolongado

- Indução do parto

- Mechanismo do parto

- Mecônio

- Partograma

- Parto Prolongado

- Placenta Prévia

- prenatal

- Procedimento (em holandês)

- Puerpério (fisiologia e patologia)

- Rutura uterina
- Sexo pós o parto e embolia de ar

- Sofrimento fetal aguda (SFA)

- Vantagens posição vertical

Cordão Circular

Epidemiologia

Tem na literatura internacional ainda um pouco discussão sobre os cordões umbilicais


circulares tipo B (que tem um nó com o pescoço no centro, veja: Am J Obstet Gynecol
1997;177:94.) e cordões umbilicais com dois ou mais laços, mais em geral os estudos
demonstram o seguinte:

1. Mais ou menos 20% das crianças nascem com um cordão circular.

2. O achado dum cordão circular pela ultrasom não significa que a criança tem um
risco aumentado de problemas durante e logo depois o parto. O grupo com um
cordão circular nos Estados Unidos teve um risco de uma cesárea tão grande
quanto os outros fetos. Os estudos só demonstraram que nos casos dum cordão
circular existe um aumentado pequeno do risco que a criança nasce antes de 37
semanas. (veja por exemplo: Obstetrical & Gynecological Survey. 59(7):499-500,
July 2004.)

3. Dois estudos grandes demonstram que no caso de presença dum laço o risco para
sofrimento fetal agudo não está aumentado. Um demonstrou também nenhuma
diferença no caso duma cordão circular com laços múltiplos. E o outro demonstrou
que no caso de laços múltiplos o risco de sofrimento fetal agudo é aumentado,
mas...... que o escore de Apgar de 5 minutos (que é mais importante do que o
escore do primeiro minuto) é igual. A conclusão dos autores é que em geral um
cordão circular não realmente aumenta o risco para a criança e então não é uma
indicação para uma cesárea. (Veja: Am J Perinatol. 2005 Feb;22(2):83-5, Midwifery
Today E-News (Vol 1 Issue 30, July 23, 1999)

Escore de Bishop modificado

0 1 2 3

Alt. Ap- -3 -2 -1/0 1-2


resentação

Dilatação 0 1-2 3-4 >4


Comprimen >2cm 1-2cm 0,5-1cm <
to 0,5

Consistên- Firme Inter- Amolecido -


cia mediário

Posição Posteri- Inter- Medianizado -


or mediário

Escore:

> 8 indução geralmente bem-sucedida

5-7 sucesso de indução: 75%

<5 necessidade de preparo cervical

Mecônio

- Epidemiologia

- Etiologia

- Bibliografia

Epidemiologia

Mecônio no LA: 5-20% dos nascimentos. Deste 5-20% nascimentos um número de 5-


10% evolui com Síndrome de Aspiração de mecônio ou (em outras palavras) em 0,2 a
2% dos nascimentos a criança evolui com Síndrome de Apiração. .

Etiologia

Mecônio pode ser expulso quando a criança chega numa idade à termo ou, mais
freqüente, pós-termo. Mecônio pode ser também um sinal de sofrimento agudo fetal.
O mecanismo de expulso de mecônio numa situação de sofrimento fetal: um baixo
nível de oxigênio no sangue fetal -> estressa -> 1) estimula o início dos movimentos de
intestinos. O mecônio está expulso. 2) estimula contrações dos músculos de inspiração.
O feto inspira com força.

Quando o feto inspira o mecônio, o mecônio pode:

1. Bloquear totalmente as vias áreas.

2. Bloquear parcialmente as vias áreas -> pode funcionar como válvula; o ar pode
entrar mas não sair os pulmões. Conseqüência: hiper-expansão dos pulmões até
ruptura dos pulmões.

3. O mecônio também pode causar uma reação inflamatória. Mecônio é estéril, não
tem bactérias, mas as substancias dentro podemos causas irritação e provocar uma
inflamação grave: Pneumonia química.

Bibliografia (fora dos meus livros em holandês):

Mercks Manual Home Edition (tem no internet)

HT TP :/ / en.allexperts.com/ q/ObGyn-Pregnancy-issues-1007/BABY-INHALING-FIRST-
BOWEL .htm

Para mais informação veja: htt p: / / emedicine.com/ped/topic768 .htm

POSTURA VERTICAL - VANTAGENS

Ação da gravidade

- Melhor pressão axial fetal

- Favorece respiração

- Melhora pH

- Maior índice de Apgar

Contração uterina

- Aumento da

intensidade

- Redução da freqüência e do tono


Mobilidade pélvica

- Melhor adaptação cefálica na arcada púbica

- Maior retropulsão do sacro e do cóccix

Duração do parto

- Dilatação e expulsão mais rápidos

Fluxo uteroplacentário

-aumentado

Procedimento (em holandês)

!!!! SEJA BEM VINDO COLOCAR UM TEXTO EM PORTUGUÊS

- handen wasen met borstel, schort voor, bril op

- tegensdruk geven met doek tegen perineum

- Cefálico: Verificar se não tem um cordão circular. Hoofd goed vastpakken ((gehaakt
tussen twee handen), pular para baixo e PARA FORA

- Pélivico: As costas tem que ser no lado anterior da mãe (a cu para a lua), devolve as
braços (haak vinger erachter en breng ze naar buiten). Caso que as costas forem para
cima, aguarde, quando os escapulos nascem, pegue o corpo e pule o corpo para cima.

- wachten op placenta (evt. Massage do utero/fundo de utero)

- placenta om zijn as draaien tijdens nageboortte (NIET trekken)

- colocar tampona (gazen acima de outro com um gaze als wikkel eromheen) na vagina

- troca de luvas??

- inspecção de lacerações (goed spreiden van de lippen)

- drie tipen naalden de catgut simples: driehoek (huid), rond (musculo), ertussenin (mu-
cosa)

- hecht zo dat de labia minores een continuiteit vormen!!

- let op een holtevorming t.h.v het perineum -> hematoom daar is erg pijnlijk. Wwes
laagdrempelig met nog een hechting daar.
- na hechten: observar sangramento

- tirar tampona -> dois dedos para dentro -> in en uit bewegen en wassen met soro
fisiológico (om stolsels weg te wassen)

- limpar com um dedo dentro e povidina

- toque retal

Depois o parto normal coloque no prontuário:

1. Placenta macroscópica normal

2. Lacerações vulvaperineais de mucosa e pele. Suturado com catgut simples s/


intercorrências

3. Toque retal s/anormalidades.

24 horas pós parto normal:

Marcar uma consulta no ambulatório pós-natal após 7 dias

ROTURA UTERINA

-Epidemiologia e etiologia: Geral – Ruptura primária – Ruptura de uma cicatriz antiga

-Quadro Clínico

-Conduta e prognóstico

Epidemiologia e etiologia

Geral

Risco duma ruptura pós um cesáreo: 0,2% com parto cesáreo, 0,5-0,8% com parto
normal sem remédios para induzir o parto, 2,5% com parto normal com remédios para
induzir o parto. Mas......o risco de morto fetal em geral: com um parto normal pós um
cesáreo anterior: 6 por 10,000 partos, e com um parto cesáreo 3 por 10,000. Então,
são números pequenos.

Ruptura primária

Muito raro, muitas vezes causado pelo uma desproporção entre o feto e a pélvis (a
pélvis é pequena demais, o feto é grande demais ou o posicionamento do feto é
errado), tem uma apresentação aguda e grave. A mãe tem uma dor forte e aguda e
muitas vezes a mãe entra rapidamente num shock grave. As vidas da mãe e da criança
estão em perigo e a sobrevivência é baixa.

Ruptura de uma cicatriz antiga

Mais comum; uma ruptura duma cicatriz antiga dum cesáreo (ou outro procedimento
cirúrgico que corta a parede uterina como algumas cirurgias para tirar miomas) .

O risco é mais aumentado em caso de: parto induzido, peso fetal maior que 4000
gramas, parto pós-termo (>42 semanas), idade alta da mãe (>35 anos), altura baixa
da mãe e muitos partos anteriores.

Os sintomas podem ser bem leves (ás vezes eles somente descobrem a ruptura
durante uma cirurgia mais tarde). Outras vezes vasos uterinos também rompem e os
sintomas são bem mais graves. A ruptura pode acontecer antes o parto, mas mais
comum é uma ruptura durante o parto.

Quadro clínico

Antes a ruptura a mãe tem contrações normais ou mais fortes, uma dor elevada. A dor
fica presente entre as contrações e a parta baixa útero está doendo muito –
principalmente quando o médico toca lá. Com o útero a bexiga também está estendida
e portanto a mãe vai produzir urina com sangue. Às vezes tem sangramento vaginal.
Pós a ruptura de útero o dor diminua, porque o útero para ou diminua de contrair.
(Raramente as contrações continuam). A posição do feto é mais alto que antes durante
o parto (a cabeça volta para acima). No mesmo tempo a freqüência dos batimentos de
coração de feto altera (ou nos casos graves: o coração para). Quando o diagnóstico
demora: o feto pode sair o útero e entrar a cavidade abdominal.

Conduta e prognóstico

Cirurgia de emergência é indicada (dentre 18 minutos é o melhor) : para tirar o feto e


fazer cirurgia do útero. Muitas vezes a mãe precisa duma transfusão de sangue.

As conseqüências:

Necessidade de tirar o útero/ histerectomia (1 de cada 23 rupturas)

Morte do feto (1 de cada 8 rupturas) e/ou da mãe (raro)

A mãe não pode se engravidar de novo, pro causa do risco alto duma nova ruptura.

Sexo pós o parto e embolia de ar


Oppinão geral dos méidco: a mãe tem que esperar 3 a 6 semanas pós o parto. Se ainda
está doendo.... espere um pouco mais.

As mães que mamam: o uso de uma lubrificante é recomendável (nível de estrógeno é


mais baixo durante amamentação).

Um artigo (Postgrad Med J. 1998 Oct;74(876):612-3) que fala de dois casos de embolia
de ar. Duas mulheres que tiveram relações 5 e 8 dias pós um parto vaginal. Porém
existe um “mas”. Embolia de ar existe, mas é raríssima. Na Inglaterra (população de
60 milhões) teve 18 casos em 26 anos! É numa grande parte desses casos os casais
tiveram um jeito de ter relações que é diferente do normal. Eles empurram ar com
esforça dentro o útero!

Risco maior é um parto cesariano. Porque porém é bem mais freqüente que uma
embolia de ar é causada pela cirurgia. Durante cirurgia um pouco de ar facilmente
pode entrar nos vasos do útero.

O que mulheres fazem na realidade. Um mês pós o parto: 13% dos casais já têm
relações, mas na média as mulheres começam ter relações com 7 semanas. Existem
médicos que dizem que nunca mais vai ser tão bom quanto antes o parto.

Com três meses após o parto 71 a 83% das mulheres reclamam de problemas sexuais;
41-48% reclama de dor durante as relações, com 39% a vagina fica muito seca e 44%
das mulheres têm uma falta de vontade (uma libido baixa). As queixas de dor são
aumentadas nos casos de dano de períneo (a parte entre a vaginal e o ânus) ; o mais
dano, o mais risco de ter dor. Com seis meses já é bem melhor, mas ainda não no nível
de pré-parto. Com seis meses 34 a 38% das mulheres têm problemas sexuais, 22% têm
um vagina seca e 35% sofrem duma libido baixa. O risco é aumentado nas mulheres
que tiveram um parto com uso de vácuo ou fórceps e infelizmente mulheres que
mamam têm um risco 4 vezes maior de ter dor e uma libido baixa.

Um parto cesariano e parto normal: os estudos não demonstram muitas diferenças em


função sexual. Um estudo demonstrou que pós um parto cesariano os primeiros 3
meses a função sexual é melhor, mas com 6 meses é igual ou mesmo pior. Outro
estudo mais profundo demonstrou que a função sexual é o melhor nas mulheres que
tiveram um parto vaginal com o períneo intacto, pior nas mulheres que tiveram um
parto cesariano e o pior nas mulheres que tiveram um parto vaginal com uma
episiotomia.

Bibliografia: Am J Obstet Gynecol. 2001 Apr;184(5):881-8; discussion 888-90, Zhonghua


Fu Chan Ke Za Zhi. 2003 Apr;38(4):219-22, BJOG. 2000 Feb;107(2):186-9, Arch Sex Be-
hav. 1999 Apr;28(2):179-91, Birth. 2005 Dec;32(4):306-11, J Obstet Gynaecol Can.
2005 Apr;27(4):332-9, Br J Obstet Gynaecol. 1997 Mar;104(3):330-5, J Fam Pract. 1998
Oct;47(4):305-8.

Parto Cesáreo
Cesárea - indicações
Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia 14 de Agosto de
2002

Conteúdo versão 3.50*

Contuédo Alternativo

1. Geral

2. Obstetrícia

A. Geral

1. Exames Utilizados

2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto

4. Fluxogramas

B. Gravidez

1. Fisiologia da gravidez

2. Patiologia na gravidez

3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)

C. Parto Normal

1. Fisiologia

2. Patologia

3. Descrições e manuais dos procedimentos

D. Cesárea

1. Indicações

2. Descrição

3. Manual do procedimento

4. Complicações

E. Puerpério

3. Ginecologia

A. Geral

1. Exames Utilizados
2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP

4. Fluxogramas

B. Fisiologia

C. Patologia

D. Descrições e manuais dos procedimentos

Pela ordem

12. Protolos /Rotina nos setores

Rotina no Ambulatório Ginecológico

Anamnese

Rotina no Ambulatório de Mastologia

Anamnese

BIRADS

Rotina no banco de leite humano

Desmame no 6º mês da vida

Leite artificial (criança não mama) e desmame

Relactação

Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite

Coletar leite /ordenhar

Conservar leite coletado (validade)

Consumir o leite humano

Rotina no 4o CAM

PE Grave

Rotina na Ginecologia (sexto andar)

Admissão duma paciente nova

Diabetes e cirurgia

Rotina no caso de mola / DTG

Pre-operatório

Preparo para tomografia – paciente alérgico


Profilaxia da endocardite e TVP/TEP

Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)

Rotina de neonatologia no pré-parto

APGAR

VIG e QH

Formulas

Prescriçãoes

Rotina no Pré-Parto

Rotina no Puérperio

Rotina no SIGO

Rotina na triagem

Estupro (após) / violência sexual

10.Prescrições

2A. Indicação alfabética

P
R

Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica

Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)

Prescrição pós-parto normal

Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)

Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)

Abortamento de repetição (e gravidez nova)

Abscesso Tubo-Ovariano

Abscesso de mama

Acne (e pílula anticoncepcional)

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional

Alergia ao remedio (reação alérgica)

Amniorexe

Anemia

Anemia falciforme

Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois

Anti-depressiva

Vacinação contra Têtano

Asma (crise)

Atrofia mucosa vagina

Bartholinite

Bacturia Assintomática

Candidíase Inguinal

Candíase Mamilar

Candidiase ungueal
Candidíase vaginal

Cefaleía pós-punção lombar

Celulite

Cisto ovariano simples

Climatério: queixas vasomotores

Coagulopatia

Coalescência de nimfas/lábios pequenos

Constipação

Corioamnionite

Corticoide (desmama)

Curetagem

Diabetes

Dilatar o colo (durante TP)

DIPA

Dismenorréia

Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)

Dor cólica (na Triagem)

Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)

Eclâmpsia

Edema aguda de pulmão

Endocardite (profilaxia)

Endometrite (pós-parto)

Endometriose

Erisipela

Escabiose

Pós-estupro (violência sexual)

Febre reumática + lesão de válvula

Fissura mamilar profunda


Fluxo reduzido

Gardnarella vaginalis

Gonerreia

Granuloma de cúpula vaginal

Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)

HELLP-síndrome

Herpes Genital

Herpes Zoster

Hiperêmesis gravídica

Hiperplasia simples do endométrio

Hipertensão pré-parto/ durante gravidez

Hipertensão pós-parto

HIV

Íleo paralítica (pós-cirúrgica)

Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)

Inibir produção do leite

Indução do parto

Ingurgitamento (de mama)

Insuficiência Cardíaca Fetal

ITU

HPV

Mastalgia prë-menstrual (MPM)

Mastite

Menorragia / sangramento genital (não gravida)

Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)

Ocitocina intra-parto

PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)

PE-grave (pós-Cesárea)
PE-grave (pós-parto normal)

PE Leve (sem TP franco)

Pielonefrite

Pirose

Pneumonia

Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)

Preparo intestinal para USG

Prurido pós morfina

Puderdade precoce

Reposição hormonal

SAAF

Sindrôme de ovários policísticos

Toxoplasmose

TPM / Síndrome Pre-Menstrual

Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior

TPP

Tricomoníase

Trombose (profilaxia e tratamento)

Vermes

2B. Medicamento - Alfabético

H
I

2C. Drogas na gravidez

Introdução geral

Categorias

Drogas sorteadas por tipo/indicação

Anticoagulantes

Anticonvulsivantes

Antihistamínicos

Antiinflamatórios Não-Hormonais

Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)

Antivirais

(Drogas) Cardiovasculares

Citostáticos

Drogas Lícitas E Ilícitas

Hormônios

(Drogas Para) Sistema Nervoso Central

Vacinas, Serums E Toxoides

Vitaminas
Outras Drogas E Substâncias

2d. Drogas na lactação

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação

Alfabético

4. Procedimentos: descrições e manuais

AMIU

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações

Atestado (Triagem)

Cerclagem

Cesárea

Descrição

Manual

Instrumentos (básico cesário)

Procedimento

Cone Clássico

Descrição

Manual

Curetagem (normal)

Descrição

Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)

Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)

Curetagem Uterina Fracionada

Drenagem de abscesso de mama

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini

Esterilizações Tubárias

Exerése de cisto clitoriano

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino

Fórceps

Descrição
Manual

Histerectomia total abdominal (HTA)

Descrição

Manual

Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)

Descrição

Manual

Miomectomia (e Taquelectomia)

Descrição miomectomia e taquelectomia

Manual Miomectomia

Miomectomia e taquelectomia

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)

Ooforectomia

Manual

Ooforoplastia

Manual

Ooforplastia para ovários multipolicísticos

Manual

Parto Normal

Descrição

“Manual”

Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica

Descrição Salpingectomia

Manual e indicações

11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)

Parto Normal

Cordão Circular
Escore de Bishop modificado

Mecônio

Postura vertical - vantagens

Procedimento (em holandês)

Rotura Uterina

Sexo pós o parto e embolia de ar

Parto Cesáreo

Cesárea - indicações

1. Epidemiologia

2. Condições fetais e indicação de cesariana

2a. Apresentação pélvica

2b. Gestação gemelar

2c. Prematuridade ou baixo peso

2d. Sofrimento fetal agudo

2e. Macrossomia

2f. Situação transversa

2g. Placenta prévia

2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo

2i. Procidência de cordão

2j. Malformações congênitas

3. Condições maternas e indicação de cesariana

3a. Herpes genital ativo

3b. Infecção pelo HIV

3c. Cesarianas prévias

3d. Outras condições maternas

Amniotomia

5.Escala 2009

2.Exames complementares
Cardiotocografia

Cistometria de infusão

Cistos (na mama)

Climatério

Colposcopia

Espermograma

FSH (homens)

Ginecomastia

Hepatite B

Mestastases de câncer de mama (rastreamento)

Quimoterapia (antes da quimoterapia)

Pré-histeroscopia

Pré-op

Rotina de ambulatório de mastologia

Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia

Rotina de pré-natal

SU e urocultura

USG na gestação

USG ginecológica

Valores laboratoriais normal

VDRL

8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento

Diabetes Mellitus

Hipertensão durante gravidez

Lesões de colo uterino

Perda de líquido durante a gravidez

Sangramento vaginal

Dor cólica em BV
2. Abreviações usadas no imip

5. Fisiologia e patologia (incl seminários)


A

Abortamento

1.Definição

2.Epidemiologia

3. Etiologia

4.Classificação

5. Diagnóstico diferencial

6.Diagnóstico rápido

7. Ameaça de abortamento

Diagnóstico

Prognóstico

Conduta
8. Abortamento inevitável

8 A. Abortamento incompleto

Diagnóstico

Conduta

8 B. Abortamento completo

Diagnóstico

Conduta

8 C. Aborto infectado

Diagnóstico

Etiologia

Conduta no imip

Conduta alternativa:

9. Aborto retido

Diagnóstico

Conduta

10. Aborto habitual

Definição

Conduta

Aborto provocado

Acretismo placentário

1.Geral

2.Classificação

Placenta acreta

Placenta increta

Placenta percreta

3.Etiologia

4.Tratamento

Amenorréia

Conceito
Classificação

Anamnese

Na amenorréia primária, valorizar

Na amenorréia secundária, valorizar

Exame físico

Geral

Na amenorréia primária

Na amenorréia secundária

Exames complementares

Diagnóstico

Síndrome hiperprolactinêmica

Etiologia

Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica

Insuficiência ovariana prematura

Diagnóstico

Outros distúrbios

Etiologia

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

Epidemiologia

Fisiopatologia da SOP

Diagnóstico da SOP

Tratamento da SOP

Amniorrexe prematura

1. Conceito

2. Epidemiologia

3. Fatores de risco

3.1. Não evitáveis

3.2. Evitáveis

4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico


5. Etiopatogenia

6. Quadro Clínico

7. Diagnóstico

7.1. Diagnóstico clínico

7.2. Diagnóstico subsidiário

8. Diagnóstico diferencial

9. Conduta

9.1. Descartar a iminência de parto

9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal

9.3. Descartar infecção intra-útero

9.4. Conduta obstétrica

9.4.1. Gestação < 24 semanas

9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas

9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas

10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para


Estreptococcus Grupo B

10.1. Evidências Corticoterapia

10.2. Antibioticaterapia

10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo

10.4. Inibição da contratilidade uterina

10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B

11. Prognóstico

12. Complicações

12.1. Infecção intra-amniótica

12.2. Prematuridade

12.3. Sofrimento fetal

12.4. Hipoplasia pulmonar

12.5. Outras complicações

Câncer de mama
1. Epidemiologia

1.1.Geral

1.2.Fatores de risco

1.3. Freqüência por quadrantes

1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral

2. Etiopatologia

2.1. Geral

2.2. Carcinogenêse

3. Evolução da doença

3.1. Crescimento tumoral

3.2. Angiogênese

3.3. Disseminação

3.4. Via linfática

3.5. Metástase à distância

4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas

5. Diagnóstico – Anamnese

6. Diagnóstico - Quadro clínico

7. Diagnóstico - Achados laboratoriais

8. Diagnóstico por imagem

8.1. BIRADS

8.2. Tumor primário

8.3. Doença metastática

8.4. Mamografia

8.5. USG mamária

9. Diagnóstico histo-patológico

10. Estadiamento

10.1. Tumor

10.2. Linfonodos

10.3. Metástase à distância


10.4. Grupamento por estádios

11. Prognóstico

12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)

Carcinoma de colo uterino

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Prognóstico

Patologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Geral

Conduta diagnóstico

Estadiamento FIGO

TNM

Tratamento

Estádio o (adenocarcinoma in situ!)

Estádio Ia (microcarcinoma)

Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)

Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm)

Estádio Ib1

Estádio Ib2

Estádio IIa

Estádios IIb, III e IVa

Estádio IVb

Recorrência

Seguimento

Conduta no câncer de colo durante gestação

Geral
Ca in situ e Ia:

Ib

II,III e IV

Cefaleía após raqui

Quadro clínico

Conduta

Complicações pós – operatório geral e ginecológico

1.O período pós-operatório intermediário

Conceito

Cuidado da ferida

2.Complicações pos-operatórios

Hipertermia precoce

Hipertermia após 48 horas

Hipertermia após o 3º dia

Complicações pulmonares

Pacientes de alto risco

Atelectasias

Pneumonia

Complicações vasculares

Tromboflebite superficial

Trombose venosa profunda

Embolia pulmonar

Complicações urinárias

Oligúria

Retenção urinária

Choque

Geral

Quadro clínico
Manuseio

Descolamento da placenta normalmente inserida

1. Conceito

2.Terminologias paralelas

3.Freqüência

4.Etiologia

5.Fisiopatologia

A. Alterações locais (uterinas e placentárias)

B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária)

6.Formas clínicas

a.Hemorragia oculta

B. Hemorragia externa

C. Hemoâmnio

D. Apoplexia útero-placentária

E. Prolapso da placenta

F. Descolamento placentário crônico

G. Outra classificação

7.Diagnóstico clínico

8.Diagnóstico laboratorial

9.Tratamento

Diabetes na gestação

Definição

Classificação de Priscilla White (1941)

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Fisiopatologia Diabetes Gestacional

Prognóstico/repercussões

Diagnóstico
IMIP

Alternativos

Diagnóstico e conduta simplificados

Exames complementares após diagnostico de Diabetes

Avaliação fetal

IMIP

Alternativas

Tratamento da gestante diabética

Objetivo

Corticoides (Betametasona)

Diabético em uso de hipoglicemiantes

Dieta

Insulina durante gestação

Exercício físico

O parto

Via do parto

Inibição de TPP

Prescrição (eIndução)

Puerpério

IMIP

Alternativas

Após alta

IMIP (????):

IMIP (livro):

Caso especial: Hipoglicemia

Caso especial: cetoacidose diabética na gestação

Definição

Epidemiologia

Prognóstico/complicações
Etiopatologia

Tratamento

Eclampsia

Dismenorréia

Conceito e incidência

Classificação

Dismenorreía primária

Conceito e Epidemiologia

Etiopatogenia

Diagnóstico

Tratamento

Dismenorréia secundária

Geral

Causas de dismenorréia secundária

Disturbios emocionais pós-parto

Pós-Parto Blues

Depressão pós-parto (????)

Psicose pos-parto (????)

Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)

1.Conceito e nomenclatura

Geral

Classificação

2.Epidemiologia

Incidência

Fatores de risco

3.Etiopatogenia

Geral

Origem parental da mola hidatiforme completa

Origem parental da mola hidatiforme parcial


4.Anatomia patológica

Macroscopia

Microscopia

5.Aspectos clínicos

Quadro clínico clássico

Quadro clínico da mola parcial (MHP)

Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma

6.Diagnóstico laboratorial

7.Diagnóstico da mola completa

8.Diagnóstico da mola hidatiforme parcial

9.Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais

10. Estadiamento FIGO

11. Diagnóstico diferencial

12. Conduta

13. Prognóstico

Gestação prolongada

Conceito

Epidemiologia

Conduta

IG entre 40-41 semanas

IG entre 41-42 semanas

IG > 42 semanas

Hepatite B

Etiologia

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Diagnóstico e Tratamento

Marcadores
Rastreamento

CDC interpretação dos resultados

IMIP interpretação dos resultados e conduta

Hiperplasia endometrial

Conceito

Fatores de risco

Histeroscopia

Risco para desenvolver CA de endométrio

Tratamento

Hiperplasia Supra-Renal Congênita

Geral

Formas

Clássica não-perdedora de sal

Clássica perdedora de sal

Não-clássica

Hipertensão na gestação

A.Geral

1. Introdução

2. Classificação da hipertensão arterial na gestação

3. Conceitos

4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez

5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC

6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez

B. Hipertensão arterial crônica

6. Tratamento: MgSO4

A. Vantagens

B. Apresentações differentes no mercado

C. Esquema de Zuspan

D. Esquema de Pritchard
E. Mecanismo de ação

F. Cuidados gerais com MgSO4

G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato

H. Manifestações de toxicidade

I. Monitorização

J. Oligúria

Emergência hipertensiva

D. Iminência de eclâmpsia

E. Eclâmpsia

1. Conceito

2. Classificação prognóstica

A. Não complicada

B. Complicada

3. Conduta: cuidados gerais

4. Terapia anticonvulsiva

5. Tratamento do edema cerebral

F. Síndrome HELLP

1. Geral

2. Diagnóstico

A. Quadro inicial

B. Quadro avançado

3. Diagnóstico diferencial

4. Diagnóstico laboratorial

5. Conduta na síndrome HELLP

A. Geral

B. Avaliação materno-fetal

C. Correção da coagulopatia

D. Tratamento da CIVD

E. Terapia anticonvulsivante
F. Terapia anti-hipertensiva

G. Interrupção da gestação

6. Hematoma hepático

Conduta

G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada

H. Hipertensão gestacional

1. Conceito

2. Tratamento durante pré-natal

A. Geral

B. Propedêutica laboratorial

C. Propedêutica fetal

3. Tratamento gestação a termo

HIV

Durante gravidez

Pré-natal

Prescrição

HIV e parto

Conduta

Prescricção ápos o parto

HPV (transmissão vertical)

Epidemiologia

Bibliografia

Indução do parto

Indicações

Contra-indicações absolutas

Contra-indicações relativas

Complicações maternas

Complicações feto-anexiais

Requisitos
Métodos de preparo cervical

A. Métodos mecânicos

Sonda de Foley com balão

Laminária

Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann)

Amniotomia

Estímulos naturais

B. Métodos farmacológicos

Misoprostol

Dimeprostone

Hialuronidade

Ocitocina

Situações especiais

Cesárea anterior

Prematuridade

Polidrâmnio

Cesárea eletiva

Quando há inexistência de indicações de cesárea

Incontinência urinária

Definição

Classificação

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Fisiologia

Etiologia (causas)

Diagnóstico

Tratamento

Manejo conservador
Manejo cirúrgico

Infertilidade

Mioma uterino

Definição

Classificação pela localização

Epidemiologia

Etiopatogenia

Patologia

Prognóstico

Manifestações clínicas

Sangramento anormal

Dor pélvica

Infertilidade

Sintomas compressão

Manifestações clínicas gerais

Diagnóstico diferencial

Diagnóstico

Tratamento

Assintomáticas

Sintomáticas

Tratamento cirúrgico

Medicamentoso

Embolização das artérias uterinas (EAU)

Mioma uterino e gravidez

Leiomioma uterino e emergências

Sangramento

Dor aguda e intensa (abdome agudo)

Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno

A.Modificações gravídicas sistêmicas


1. Postura e deambulação

2.Sistema circulatório

Adaptações circulatórios

Adaptações circulatórias uteroplacentárias

Resultado das modificações

3. Compartimento sangüíneo

4.Pele

5.Metabolismo

Fase anabólica

Fase catabólica

Ganho de peso materno

Outros aspectos

6.Sistema urinário

7.Sistema digestivo

8.Sistema respiratório

B. Modificações gravídicas locais

1.Útero

Consistência

Volume

Peso

Coloração

Forma

Posição

2. Colo uterino

3.Ovários e trompas

4. Vagina

5. Vulva

6. Mamas

Neoplasias Ovarianas
1. Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

2. Fisiopatologia

3. Disseminação do carcinoma ovariano

4. Quadro clínico

5. Diagnóstico

6. Exames complementares

7. Fluxograma

8. Classificação

Tumores benignos

Tumores malignos*

9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer


AJCC)

10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais

Geral

Resistência à quimioterapia

Terapia hormonal

Cirurgia de second look

Cirurgia de citorreduçao secundária

Laporoscópia

12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)

Neoplasias derivadas de células germinativos

Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado

Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico

13. Seguimento

14. Prognóstico

15. Prevenção
16. Screening /rastreamento

17. Developmentos recentes

18. Evidências

Parto prolongado

Introdução

Conceito

Fisiológico

Parto prolongado

Riscos de um parto prolongado

A dilatação cervical demora

A expulsão demora (= a segunda fase)

Etiologia de um parto prolongado

Dilatação cervical prolongada

Período expulsivo prolongado

Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis

Posição fetal anormal

A. Posição anormal da cabeça

B. Apresentação pélvica

C. O feto tem uma posição transversal

Bibliografia

Poliidramnio

1. Definição

2. Incidência

3. Formas clínicas

3.1 – Aguda

3.2 – Crônica

4. Classificação

5. Etiologia

6. Manifestações clínicas
6.1 Poliidramnia leve

6.2 Poliidramnia moderada ou severa

7. Diagnóstico

7.1. Valores do ILA e a idade gestacional

7.2. Diagnóstico clínico de suspeita

7.3. Diagnóstico de certeza

8. Conduta

8.1. Geral

8.2 Terapêutica específica

9. Via de parto

10. Prognóstico

Problemas (infecções) da ferida operatória

Epidemiologia de infecçcões da FO

Etiologia

Fatores locais

Fatores gerais

Tipos de fios cirúrgicos

1 - Fios absorvíveis

2 - Fios não absorvíveis

Diagnóstico

Geral

Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)

Tratamento

Finalidade de tratamento

As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas

Escolha de curativo

Curativos

1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)

2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]
3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]

4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE]

5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]

6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]

7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,


TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]

8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,


SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]

9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]

10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,


POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]

Sífilis

Etiologia

Epidemiologia

Classificação

Sífilis primária

Sífilis secundária

Sífilis latente

Sífilis terciária

Sífilis na gestação

Diagnóstico

Sorologia

Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*

Exames após a confirmação do sífilis

IMIP: indicações punção lombar

Tratamento

Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis

Pacientes alérgicas a penicilina**

Neurossífilis

Seguimento
Controle de cura

Caso especial: Sífilis Congênita

Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento e exame complementares

Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)

1. Conceito

2. Classificação

3. Epidemiologia

4. Etiopatologia

4. Quadro clínico

Geral

Trombose Arterial

Manifestações Neurológicas

Manifestações Dermatológicas

Manifestações Cardíacas

Manifestações Hematológicas

Manifestações Renais

SAAF Catastrófica

5. Exames subsidiários

6. Critérios Diagnósticos

6.1. Clínicos

6.2. Laboratoriais

7. Tratamento

7.1. Geral

7.2. Tratamento de perda fetal recorrente

8. Bibliografia

Síndrome de Meckel-Gruber

Sofrimento fetal aguda


Conceito

Etiologia

As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)

Problemas de segundo grupo (problemas fetais)

Sindrome da tensão pré-menstrual

Conceito

Incidência

Etiopatogenia

Quadro clínico

Sintomas somáticos

Sintomas psicológicos

Diagnóstico

Diagnóstico diferencial

Tratamento

Medidas gerais

Tratamento farmacêutica

Trabalho de parto prematuro (TPP)

Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias

Anamnese

Exame físico

Exames complementares

Efeitos colaterais da nifedipina

Formas clínicas

Diagnóstico rápido

Ameaça de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta

Início de trabalho de parto prematuro

Quadro clínico
Conduta

Franco trabalho de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta

1. Anamnese e exame físico

Anamnese

A. Anamnese em geral

1. Queixa Principal

2. História médica pregressa

3. História familiar

4. História pessoal e social

5. Revisão de sistemas

Geral

Endócrino

Hematopoiético

Cabeça

Olhos

Orelhas

Nariz e seios da face

Boca/ garganta

Pescoço

Respiratório

Cardíaco

Vascular

Gastrointestinal

Gênito-urinário

Músculo-esquelético

Reumático

Neurológico
Pele

Psiquiátrico

6. Casos especiais

Caracterização da dor

Vômito, diarréia e expectoração

Febre

Edema

Alergia

Desânimo, falta de ar, nervosismo

Desmaio

B. Anamnese ginecológica

1. Anamnese ginecológico em geral

a. História menstrual

b. História obstétrica

c. História ginecológica

d. História sexual

e. História familiar

f. História passada de:

2. Anamnese ginecológico: casos especiais

a. Sangramento ANORMAL

b. Dor

c. Descarga ou corrimento vaginal

d. Sintomas pré-menstruais

e. Queixas/sintomas da menopausa

f. Infertilidade/subfertilidade

g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência

h. Massas genitais ou pélvicas

3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)


Exame físico

A.Exame físico em geral

Elementos do exame físico

Geral - procedimento

Estado geral

Estado de hidratação

Mucosas

sinais vitais

Medidas antropométricas

Biotipo

Geral – descrição

Estado geral

Estado de hidratação

Mucosas

Sinais vitais

medidas antropométricas

Biotipo

Cabeça

Procedimento

Descrição

Pescoço

Procedimento

Descrição

Aparelho respiratório e tórax geral

Procedimento

Descrição

Coração

Procedimento
Descrição

Vascular

Procedimento

Descrição

Mamas

Abdome

Procedimento

Descrição

Músculo-esquelético

Procedimento

Descrição

Pele e ?? Fâneros

Procedimento

Descrição

Linfonodos

Procedimento

Descrição

Neurológico

Procedimento

Descrição

Genital

Procedimento

Descrição

Retal

Procedimento

Descrição

B.Exame ginecológico

Mamas

1. Mamas - procedimento
Inspeção estática

Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os

Inspeção dinâmica

Palpação com a paciente sentada

Palpação com a paciente deitada

2. Mamas - descrição

Inspeção estática

Inspeção dos mamilos

Inspeção dinâmica

Palpação (paciente sentada)

Palpação (paciente deitada)

3. Exame pélvico: genitália externa

Procedimento

Descrição

4. Exame especular

Procedimento

Descrição

Toque bimanual

Procedimento

Descrição

Exame retovaginal

Procedimento

Descrição

Colposcopia

9. Fone

Setores

Pessoas

13.Fisiologia e doenças (cont.)

Anemia falciforme e gestação


Epidemiologia

Genética

Fisiopatologia

Formas clínicas

Quadro clínico

Diagnóstico

Fatores predisponentes a falcização

Gravidez

Placenta

Riscos

Tratamento geral

Tratamento durante gravidez

Crise dolorosas

Piora da anemia

Anomalias da placenta e cordão umbilical

A. Geral

B.Anomalias da placenta

Sistematização do exame USG da placenta

Graus da placenta (classificação de Grannum)

USG

Valor preditivo de complicações

Infartos placentários

Lagos venosos

Doença Trofoblástica Gestacional

Neoplasias primárias da placenta

Coriangioma

Teratoma

Placenta accreta

Geral
Categorias

Placenta prévia

Outras anormalidades da placenta

Inserção velamentosa do cordão

Placenta membranácea

Lobo succenturiado

Hematoma retroplacentário

DPPNI

C. Anomalias do cordão umbilical

Introdução

Cordão curto

Cordão longo

Circulares de cordão

Artéria Umbilical única

Hematoma de cordão

Formações císticas

Neoplasias

Anticoncepção hormonal oral e injetável

A.Anticoncepcionais orais combinados

Geral

Tipo e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Contra-indicações

Uso sob supervisão cuidadosa

Riscos
Benefícios

B.Anticoncepcionais orais de progestágenos

B1. Progestágeno isolado

Geral

Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos

Benefícios

B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)

C.Anticoncepção oral de emergência

Geral

Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Efeitos secundários

D.Anticoncepcional injetável mensal

Geral

Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários
Riscos e benefícios

E.Anticoncepcional injetável trimestral

Geral

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos

Benefícios

Assistência ao trabalho de parto

Geral

Conceito

Objetivos

Grau de recomendação

Diagnóstico do TP

Anamnese e exame obstétrico

Fases clínicas do TP

Assistência ao 1° período

Local

Dieta

Enema e tricotomia

Estimular a deambulação

Partograma

Monitorar bem-estar fetal

Alívio da dor (não-farmacológicos)

Alívio da dor (farmacológico)

Amniotomia
Ocitocina

Suporte contínuo

Assistência ao segundo período

Conceito

Duração do período expulsivo

Complicações período expulsivo

Monitorização da vitalidade fetal

Posicionamento da parturiente

Puxos

Episiotomia (conceito clássico)

Episiotomia (conceito atual)

Episiotomia seletiva

Redução do trauma perineal

Fórceps x vácuo extrator

Manual rotation

Vácuo extrator

Acolhimento do Récem-Nascido

Ligadura do cordão umbilical

Assistência ao terceiro período

Geral

Do nascimento ao delivramento

Manejo ativo da dequitação

Assistência ao quarto período

Geral

Atonia uterina

Revisão da cavidade uterina

Revisão do trajeto

ATB profilaxia e pós-parto


Profilaxia de acidentes tromboembólicos

Antibioticoprofilaxia

Puerpério

Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências

1. Objetivo

2. Introdução

3. História

4. Níveis de evidência

5. Grau de recomendação

6. Conceito sofrimento fetal

7. Auculta fetal intermittente

8. Propedêutica do líquido amniótico

8.1. Aminioscopia

8.2. Aminiotomia

9. Cardiotocografia

9.1. Vantagens e desvantagens

9.2. Condições maternas

9.3. Condições relacionadas a gravidez

9.4. Variações da FCF na ausculta

9.5. Evidências

10. Teste de estimulação sonora

10.1. Geral

10.2. Buzina da marca Kobo

10.3. Evidências

11. Microanálise do sangue fetal

12. Oximetria fetal de pulso

12.1. Geral

12.2. Evidências

13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho


14. Eletrocardiografia fetal

14.1. Geral

14.2. Evidências

Câncer do Corpo Uterino

A1. Introdução

A2. Epidemiologia

A3. Patogênese

a) Câncer de endométrio estrogênio dependente

b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente

A4. Fatores de Risco

a5. Fatores de Proteção

A6. Histologia

A7. Clínica

a8. Diagnóstico

a) Anamnese

b) Exame Físico

c) Citologia Oncótica

d) Biópsia por aspiração endometrial

e) Curetagem Uterina

f) Utra-sonografia Transvaginal

g) Histeroscopia

A9. Formas de Disseminação

A10. Rastreio de Câncer de Endométrio

A11. Estadiamento Clínico

A12. Estadiamento Cirúrgico

A13. Tratamento

a) Geral

b) Ia, Ib, G1 e G2

c) Ic e G3
d) IIa

e) IIb

f) IIIa

g) IIIb

h) IVa e IVb

g) Metástases

h) Recidiva

A14. Seguimento

B. Sarcomas Uterinos

B1. Introdução

B2. Diagnóstico

B3. Classificação

B4. Estadiamento

B5. Tipos histológicos

a) Leiomiossarcoma

b) Tumor Mülleriano Misto Maligno

c) Sarcoma de Estroma Endometrial

B6. Tratamento

Câncer de vulva

Estadiamento

Ciclo menstrual

Historia

Duração

Nomenclatura

Fases

Geral (com imagem)

O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual

Fase folicular

Fase lútea
Transição lúteo- folicular

Ciclo Ovariano

Desenvolvimento e forma dos oócitos

Fase Folicular

Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas

Fase Lútea

Alterações endometriais

Fase proliferativa

Fase secretória

Menstruação

Alterações da cérvix uterina

Alterações mamárias

Referências bibliográficas

Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

1. Conceito

2. Crescimento Fetal

3. Classificação

Tipo I

Tipo II

Tipo III

4. Etiologia

Tipo I

Tipo II

Tipo III

5. Fisiologia

6. Diagnóstico

Risco para CIUR

Suspeita de CIUR

Provável CIUR
7. Acompanhamento

8. Centralização Fetal

9. Diástole Zero

10. Diástole Reversa

11. Via de parto

Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)

Introdução

Definição

Epidemiologia

Geral

Alta morbidade

Fatores de risco

DIPA e anticoncepção

Fatores de proteção

Etiologia

Natureza polimicrobiana

Aeróbios e anaeróbios

Causas raras

Fisiopatologia

Geral

Salpingite

Abscesso tubo-ovariano

Geral

Classificação de Monif (1990)

Quadro clínico

Amamnese

Exame físico

Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis

Diagnóstico
Objetivo

Clínico

Critérios diagnósticos

Considerações do CDC 2006

Exames complementares

Exames laboratoriais

Exames radiológicos

Videolaparoscopia

Diagnóstico Diferencial

Tratamento

Objetivo

Critérios para tratamento hospitalar

Medidas gerais

Tratamento ambulatorial (CDc 2006)

Regime A

Regime B

Tratamento hospitalar (CDC 2006)

Regime A

Regime B

Regime alternativo

Tratamento ciríurgico

Indicações

Tratamento do parceiro sexual

Complicações da doença

Seqüelas precoces

Seqüelas tardias

Prevenção

Diabetes e cirurgia

Objetivos
Fisiopatologia

Importância do controle glicêmico

Pré-operatório

Pós-operatório

Manuseio pré-operatório

Admissão

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral

DM 2 em uso de insulina

DM 1

Manuseio perioperatório

Diabetes Mellitus tipo 2

Diabetes Mellitus tipo 1

Manuseio pós-operatório

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral

DM 2 em uso de insulina

DM 1

Diagnóstico de gravidez

1) Diagnóstico clínico

A) Sinais de presunção

B) Sinais de probabilidade

C) Sinais de certeza

2) Diagnóstico laboratorial

* BETA- HCG

3) diagnóstico ultrassonográfico

Idade gestacional

Cálculo da idade gestacional

Data provável do parto

Doença hemolítica perinatal (DHPN)

Conceito
Histórico

O sistema Rh

O sistema ABO

Aloimunização materna

Passagem trans-placentária de sangue fetal

Exames

Resposta imunológica

Primária

Secundária

Quadro clinico e fisiopatologia

Geral

Hemólise

Hidropisia fetal

Propedêutica materna

Não invasiva

Invasiva

Tratamento

Profilaxia

Infecções Sexualmente Transmissíveis

1. Epidemiologia

2. Complicações de DSTs:

3. Histórico

4. Úlceras Genitais (Geral)

4.1. Cancro Mole

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Fatores de risco

e) Quadro Clínico
f) Diagnóstico Diferencial

g) Laboratorial

h) Tratamento

i) Prognóstico

4.2. Herpes Genital

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Modo de Transmissão

e) Quadro Clínico

f) Fatores Desencadantes

g) Gestação

h) Diagnóstico

i) Tratamento

4.3. Linfogranuloma Venéreo

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

4.4. Donovanose

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Diagnóstico Diferencial
g) Tratamento

5. Cervicites

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Fatores de risco

d) Quadro Clínico

e) Gestação

f) Diagnóstico

g) Tratamento

6. Uretrites (geral)

6.1. Gonocócicas

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

6.2. Uretrites Não-Gonocócicas

a) Agente Etiológica

b) Perídoo de incubação

c) Quadro Clínico

d) Complicações

e) Diagnóstico

7. HPV

a) Geral

b) Período de incubação

c) Tipos de HPV

d) Formas Clínicas

e) Diagnóstico
f) Diagnóstico Diferencial

g) Tratamento infecção clínica

h) Gestação

i) Infecção Subclínica pelo HPV

j) Rastreio de CA de colo

8. Hepatites Virais (geral)

8.1. Hepatite B

a) Geral

b) Período de incubação

c) Quadro Clínico

d) Diagnóstico

e) Gestação

f) Tratamento

g) Prevenção

8.2. Hepatite C

a) Geral

b) Tempo de incubação

c) População de risco

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Prevenção

9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)

9.1 Molusco Contagioso

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico
f) Tratamento

9.2. Pediculose Pubiana

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

9.3. Escabiose

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Quadro Clínico

d) Patognomônico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

10.0 Referências Bibliográficas

Endometriose

Conceito

Historia

Epidemiologia

Etiologia

Geral

Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)

Metaplasia celômica

Transformação de Restos Embrionários

Etiopatogenia

Fatores genéticos
Fatores hormonais

Fatores ambientais

Fatores imunológicos

Fatores Inflamatórios

Fatores locais

Fatores comportamentais

Fatores psicossociais

Prevenção

Classificação

Acosta (1973)

American Fertility Society Reviewed (1985)

Diagnóstico Geral

Quadro clínico

1.Geral

2.Dor

3. Infertilidade

4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)

Exame Ginecológico

Métodos Laboratoriais (CA 125)

Métodos de Imagem (USG e RNM)

USG Transvaginal

RNM

Laparoscopia (diagnose)

Lesões

Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)

Conceito

Tipos

Diagnóstico

Endometriose ovariana (endometrioma)


Conceito

Tipos de endometrioma

Nódulos de endometriose (adenomiose externa)

Endometriose extragenital

Geral

Trato digestivo

Trato urinário

Endometriose na adolescência

Geral

Sintomatologia

Diagnóstico – clínico

Diagnóstico – Complementar

Indicações de laparoscopia em relação à dor

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma).

Diagnóstico de probabilidade (90% confirma)

Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.)

Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade

Endometriose no climatério

Geral

Diagnóstico

Tratamento (geral)

Introdução

Opções

Escolha do tratamento

Objetivos do tratamento

Tratamento clínico

Geral

Objetivos
Progestogênios

Anticoncepcionais orais

Gestrinona

Danazol

Análogos do GnRH

Análogo de GnRH + Add Back Therapy

DIU

Inibidores da Aromatase

Alternativos

Tratamento cirúrgico

Laparoscopia

Endometriose ovariana

Lesões peritoneais

Conservador x radical

Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos

Tratamento combinado

Vantagens e desvantagens

Quando combinar

Evidências

Transformação maligna da endometriose

Prognóstico/recidiva

Esterilidade

Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico

A. Fisiologia da placenta

Placenta

Desenvolvimento da placenta

Circulação placentária

Circulação fetal

Circulação materna
Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)

Mecanismos de regulação das trocas

Endocrinologia da placenta

Hormônios placentários

Hormônios protéicos

Hormônios esteróides

Estrógenos

Progesterona

B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico

Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica

Gênese e regulação do LA

Geral

Principais fontes de LA

Produção do LA

Reabsorção do LA

Estrutura do âmnio

Funções do líquido amniótico

Relação entre volume do LA e idade gestacional

Ultra-sonográfica do líquido amniótico

Análise do líquido amniótico

Fosfolipídeos

Teste de Clements

Enzimas

Dhl

Patologias do líquido amniótico

Oligoidrâmnio

Poliidrâmnio

Formaçao e malformações do sistema genital

Formação do sistema genital


Geral

Gônadas

Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana

Início da 4a semana

Cordões sexuais primários: 6a semana

Desenvolvimento dos testículos

Formação dos ovários

Formação dos ductos genitais

Formação da vagina

Outros

Glândulas genitais auxiliares

Cistos do ducto de Gartner

Desenvolvimento da genitália externa

MalFormações Genitais

Introdução

Epidemiologia e patologia

Classificação de Buttram & Gibbons (1979)

*Classe I

*Classe II

*Classe III

*Classe IV

*Classe V

Classe VI

Classificação de Rock & Keenan 1992

Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)

Epidemiologia e patologia

Diagnóstico

Tratamento

Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso


Epidemiologia

Sintomas

Exame físico

Tratamento

Septo vaginal longitudinal

Geral

Diagnóstico

Tratamento

Hímen Imperfurado

Patologia

Quadro clínico

Exame físico

Diagnóstico

Tratamento

Anomalias cervicais

Geral

Tratamento

Anomalias uterinas

Geral

*Agenesia e hipoplasia uterina

*Útero unicorno

*Útero didelfo

*Útero bicorno

**Útero arqueado

**Útero septado

Anomalias associadas ao DES

Exames complementares

Histerossalpingografia (HSG)
USG

RNM

Histeroscopia

Laparoscopia

Gestação múltipla

Classificação

Epidemiologia

Importância (riscos)

Tipos biológicos

Monozigóticos

Dizigóticos

Adaptações maternas

Morbidade materna

Diagnóstico

Anamnese

Exame físico e obstétrico

Exames complementares

Aspectos fetais

Crescimento e desenvolvimento

Complicações

Assistência pré-natal

Objetivo

Seguimento

Preocupações

Assistência ao parto

Fatores

Período expulsivo

Gestações com três ou mais conceptos

Incompetência istmo-cervical
A. IIC

Epidemiologia

Etiologia

Anamnese

Sintomas

Patogenia

Geral

Causas

Diagnóstico

Clínico

História

USG

Entre gestações

Durante gestação

Tratamento

B. Cerclagem

Histórico

Cerclagem profilática

Geral

Sucesso e falha

Cerclagem de emergência

Indicação

Contraindicações

Técnicas

MacDonald

Shrodkar

Transabdominal

LASH

Riscos
Eficácia

Controvérsias

Rutura de membranas

Controvérsias

Revisão cochrane

Conclusão

Mecanismo de parto

Considerações gerais

Geral

Canal de parto

Força

Relações útero – fetais

Atitude

Situação

Apresentação

Variedade de apresentação

Variedades (tipos)

Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações

Cefálicas (fletidas e defletidas)

Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”)

Córmicas

Posição da cabeça

Conceito

Variações

Incidência de variações

Altura da apresentação (Planos)

DeLee

Hodge

Introdução
Insinuação ou encaixamento

Flexão

Descida

Rotação interna

Desprendimento da cabeça

Rotação externa

Desprendimento do tronco

Fases clínicas do parto

Partograma

Conceito

Importância

Vantagens de uso

Histórico

Fase latente

Fase ativa

Construção

Distócias

Geral

Parto precipitado (taquitócico)

Parada secundária da descida

Periódo pélvico prolongado

Fase ativa prolongada

Parada secundária de dilatação

Conclusões

Placenta prévia

Definição

Classificação

Epidemiologia

Geral
Fatores de risco

USG

Etiologia

Diagnóstico clínico

Diagnóstico por imagem

Ecográfico

Ressonância magnética

Tratamento

Conservador

Ativo

Pólipo Endometrial

Conceito e epidemiologia

Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)

Tratamento

Pré-natal

História

Objetivos do pré-natal

Quando iniciar?

Primeira consulta pré-natal

Identificação da paciente

Dados sócio-econômicos

Antecedentes pessoais

Antecedentes familiares

Antecedentes ginecológicos

Sexualidade

Antecedentes obstétricos

Higiene e orientações gerais

Queixas mais freqüentes

Exame físico
Geral

Palpação abdominal

Vacinação

Epidemiologia

Geral

Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)

Intervalos dos consultas

Consultas subquentes

Geral

Toque vaginal (escore cervical)

Ganho de peso durante gestação

USG

Exames solictados

Lista de exames

HB/Ht

Anemias

Sífilis

Bacteriúria assintomática

Teste anti-HIV

Toxoplasmose

Rubéola

Hepatite B

Diabetes

Infecções genitais

Citologia oncótica

Pseudo-Hermafroditismo Masculino

Etiologia

Cínica
Formas

Puerpério

A. Fisiologia

Conceito

Fenômenos involutivos locais

Útero: alterações macroscópicas

Útero: alterações microscópicas

Vulva e vagina

Ovários

Parede abdominal e períneo

Mamas

Modificações gerais no puerpério

Aparelho cardiovascular

Aparelho digestivo

Sistema hematopoético

Sistema neuropsíquico

Sistema endócrino e metabolismo

B. Patologia

Infecciosas

Conceito

Epidemiologia

Etiopatogenia

Vulvovaginite e cervicite

Endometrite/ endomiometrite

Anexite

Tromboflebite pélvica

Peritonite

Infecção do sítio cirúrgico


Fasciíte necrotizante

Infecção da episiotomia

Ingurgitamento mamário

Fissuras mamárias

Mastite

Hemorrágicas

Conceito

Hemorragias precoces

Hemorragias tardias

Sífilis Congênita

1. Introdução

2. Histórico

3. Classificação Evolutiva

a) Sífilis adquirida

b) Sífilis congênita

4. Transmissão Vertical

5. Epidemiologia

a) Geral

b) Fatores de risco

6. Manifestações Clínicas

a) Sífilis Congênita Precoce

b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis

c) Aborto por Sífilis

d) Sífilis congênita tardia

7. Avaliação Complementar

a) Microscopia

b) PCR

c) Testes Sorológicos

d) Estudo do LCR / Líquor


e) Radiografia de Ossos Longos

f) Vigilância Epidemiológica

8. Tratamento

a) Antibiótica

b) Medidas de controle

9. Sífilis x HIV

10. Observações

a) Tratamento Adequado

b) Falha Terapêutica

11. Bibliografia

Toxoplasmose Congênita

1. Introdução

2. Etiopatogenia

3. Epidemiologia da Toxoplasmose

a) Prevalência

b) Transmissão Materno-Fetal

c) Prevalência de soropositividade na gestação

d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal

e) Incidência da Toxoplasmose congênita

f) Susceptibilidade para Toxoplasmose

4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante

5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita

6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose

7. Infecção Materna

8. Infecção Fetal

9. Tratamento de Infecção Materna

10. Tratamento de Infecção Fetal

11. Tratamento na gestante (evidências)

12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose


13. Programa de Prevenção

14. Recommendações

Diagnóstico rápido

Conceito

Etiologia

Epidemiologia

Geral

Principais causas de leucorréia no brasil

Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial

Vaginose Bacteriana

Patologia

Epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (Brasil - MS 2006)

Vaginose Bacteriana Recorrente

Geral

Tratamento

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)

Candidíase

Patologia

Epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Classificação

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (MS 2006 Brasil)

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)


Tricomoníase

Patologia e epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (MS 2006 - Brasil)

Tratamento – evidências dos estudos (cdc)

3. Anatomia

Texto sobre o trato genital feminino

Geral

1 - estudo do ovário

2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas

3 - Estudo do útero

4 - estudo da vagina

Anatomia de Mama

Imagens

A. Útero, ovário e as ligamentos

B. Músculos do pélvis

C.Mama

12.Outros

1. Epidemiologia

Brasil: maiores índices de cesarianas de todo o mundo: cerca de 36% dos

nascimentos são por via alta. Quando tomamos como referência

hospitais particulares, estes índices são ainda maiores, chegando a

80% a 90%1(C).

Cerca de 850.000 cesarianas desnecessárias são realizadas

anualmente na América Latina2(B).


As pacientes submetidas à cesariana apresentam morbidade e

mortalidade maior quando comparadas a pacientes que realizaram

parto normal3(D)4(A).

Uma das principais causas de morbi-mortalidade perinatal é a

síndrome da angústia respiratória do RN. Fetos com

37 a 38 semanas de gestação, quando comparados a fetos de 39 a

40 semanas, possuem 120 vezes mais chances de necessitarem

suporte ventilatório. Assim, o nascimento antes de 39 semanas

deve ser realizado somente por fortes razões médicas6(A).

2. Condições fetais e indicação de cesariana

2a. Apresentação pélvica

2b. Gestação gemelar

2c. Prematuridade ou baixo peso

2d. Sofrimento fetal agudo

2e. Macrossomia

2f. Situação transversa

2g. Placenta prévia

2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo

2i. Procidência de cordão

2j. Malformações congênitas

2a. Apresentação pélvica

Há evidências que fetos em apresentação pélvica beneficiem se da cesariana eletiva


em vez de parto vaginal. Estgudo (randomizado de 2088 mulheres): menor incidência
de mortalidade perinatal e séria morbidade neonatal. Não houve diferença entre os
grupos em relação à mortalidade materna e séria morbidade materna7(A).
Três meses após o nascimento: parto vaginal => maior queixa de incontinência
urinária. Em relação à recuperação da gestação, vida sexual, cuidados com o recém-
nascido, amamentação, dor, depressão e incontinência fecal, não houve diferença.(A)

2b. Gestação gemelar

Gestação gemelar com ambos os fetos em apresentação cefálica: consenso de que o


parto vaginal é seguro.

Estudos: favorável ao parto vaginal9(B).

Nos casos de gestação gemelar com o primeiro feto em apresentação cefálica e o


segundo feto em apresentação pélvica ou situação transversa após a 35ª semana de
gestação, o resultado neonatal do 2º gêmeo não é influenciado significativamente pela
via de parto10(A).

Neste caso, se não existir outra indicação para cesariana, recomenda-se o parto
vaginal.

Nas gestações gemelares com ambos os fetos em apresentação pélvica ou o primeiro


pélvico e o segundo cefálico, recomenda-se a realização de cesariana em vista de
possível maior morbi-mortalidade fetal11(D).

Nas gestações trigemelares também recomenda-se cesariana12(C).

2c. Prematuridade ou baixo peso

Não há evidência epidemiológica que mostre melhor desfecho neonatal.

Os estudos ainda apresentam maior morbidade materna.

Necessidade de maiores investigações(A).

2d. Sofrimento fetal agudo

Sofrimento fetal agudo real => indicação de cesariana

Recomenda-se a realização da cesariana no menor intervalo de tempo. A literatura tem


demonstrado que um intervalo de 30 minutos parece ser adequado para a maioria dos
casos(D).

2e. Macrossomia
A indicação de cesariana em fetos acima de 4.500g, principalmente em primíparas,
diminui morbidade fetal e materna15(C).

Fetos abaixo deste peso, em pacientes nãodiabéticas, podem ser submetidos ao


trabalho de parto com baixo risco de complicações fetais e maternas (A/B).

2f. Situação transversa

Fetos em situação transversa persistente a termo, em ocasiões em que não há domínio


da técnica de versão externa => cesariana fora do TP.

Altos índices de morbidade fetal são evidenciados quando a gestação de um feto


transverso evolui ao TP (C).

2g. Placenta prévia

Indica-se cesariana em gestações com placenta prévia oclusiva. Gestações com


placenta marginal podem ser submetidas ao trabalho de parto desde que com
monitorização adequada (D).

Vinte e sete porcento das pacientes com diagnóstico de placenta prévia com 32 a 35
semanas não mais apresentarão placenta prévia no termo.

No grupo restante, recomenda-se cesariana antes do trabalho de parto (B)

2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo

Recomenda-se a realização de cesariana na maioria dos casos, com exceção daqueles


em que a via baixa é mais rápida (B).

2i. Procidência de cordão

Na maioria das vezes a cesariana urgente é obrigatória (C).

Em alguns casos, em que a apresentação é baixa, o colo uterino está completamente


dilatado e é possível o nascimento imediato, a via vaginal pode ser escolhida (D).

2j. Malformações congênitas


Fetos com meningomielocele, hidrocefalia e concomitante macrocrania, defeitos de
parede anterior com fígado extra-corpóreo, teratomas sacrococcígenos, hidropsia ou
trombocitopenia aloimune, beneficiam-se do nascimento por

cesariana.

Fetos com hidrocefalia sem macrocrania, defeitos de parede anterior sem


exteriorização hepática ou displasias ósseas, parecem não se beneficiar de cesariana.

Em vários casos, a decisão por cesariana é influenciada pela necessidade de


planejamento do horário e local de nascimento para dispor-se de uma equipe de
cirurgia pediátrica para pronto atendimento do feto D).

3. Condições maternas e indicação de cesariana

3a. Herpes genital ativo

3b. Infecção pelo HIV

3c. Cesarianas prévias

3d. Outras condições maternas

3a. Herpes genital ativo

Quando a lesão herpética decorrer de primoinfecção, o risco de transmissão fetal por


parto normal é de 30% a 50%. Quando a lesão for ocasionada por infecção recorrente,
o risco cai drasticamente para 3%23(C).

Lesão de herpes ativa (seja primoinfecção ou recorrente) => cesariana (D).

3b. Infecção pelo HIV

Pacientes com carga viral abaixo de 1000 cópias/ml ou indetectável: chance de 0% a


5% de transmitir a infecção para o feto.

Assim, recomenda-se atingir a menor carga viral possível durante a gestação (A).

Benefício da cesariana eletiva (fora do trabalho de parto e com membranas íntegras): a


interrupção por cesariana eletiva reduz em 50% a taxa de transmissão do vírus (A).

Estudo sugere que o benefício da via alta possa ser extendido para as pacientes em
que ocorre a ruptura de membranas próxima à realização da cesariana.

Há suposições que pacientes com carga viral abaixo de 1000 cópias/ml não teriam
vantagem na realização da cesariana.
O Ministério da Saúde do Brasil recomenda que pacientes com carga viral abaixo de
1000 cópias/ml ou indetectável possam ser submetidas ao parto vaginal.

Situações em que a carga viral está acima deste valor ou não pode ser avaliada,
devem ser manejadas com cesariana eletiva (D).

As pacientes HIV+: morbidade maior quando submetidas à cesariana; febre, infecção


do trato urinário, endometrite e hematoma (B).

3c. Cesarianas prévias

Uma cesariana prévia no TP: risco cerca de duas vezes maior de ruptura uterina
quando comparadas a pacientes que são submetidas à cesariana eletiva (3,92:1000
versus 1,61:1000).

Morte fetal, morte neonatal e Apgar menor que sete no 5º minuto também foram mais
freqüentes no grupo submetido ao trabalho de parto (A).

Entretanto, a realização de cesariana repetida, está associada a maior morbidade


materna, necessidade de transfusão e histerectomia puerperal.

Pacientes com cesariana seguida por parto vaginal apresentam menor risco de ruptura
uterina (1/5 do risco) quando comparadas àquelas que nunca experimentaram parto
vaginal após a cesariana. Assim, a realização de parto vaginal nestas pacientes é mais
seguro (B).

Pacientes com mais de uma cesariana prévia possuem um risco cinco vezes maior de
ruptura uterina quando comparadas a pacientes com apenas uma cesariana
prévia.Recomendação: cesariana eletiva (B).

Pacientes com ruptura uterina prévia devem ser sempre submetidas à cesariana (C).

3d. Outras condições maternas

Condições maternas relativas: psicopatia, doenças cardiovasculares, doenças


pulmonares, colestase gestacional, púrpura trombocitopênica idiopática e presença de
cistos/tumores anexiais.

Amniotomia
Em holandês

1. Plastic haakje tussen de vingers naar binnen laten glijden;

2. Aanhaken bij de bolsa tijdens het uteruscontractie;


3. Als bolsa rota ->hoofd omhoog duwen om amniovocht goedte laten aflopen

4. Hierna luisteren naar BCF -> lage frequentie: denk aan prolaps van de navenstreng

5. Escala 2009
Escala dos R1

Escala dos R2

Escala dos R1

Nome F Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. A Set. Out. N Dez. Jan.
ev. go. ov.

Robert SP G O/P A G O/P SP F O/P G S O/P


a IGO

Flavio O/P SP G O/P A G O/P SP F O/P G SIGO

Fabiola G S O/P SP G O/P A G O/P SP F O/P


IGO

Marian O/P G S O/P SP G O/P A G O/P SP F


a IGO

Isabell A O/P G S O/P SP G O/P F G O/P SP


a IGO

Adrian SP A O/P G S O/P SP G O/P F G O/P


a IGO

Joaqui O/P SP F O/P G S O/P SP G O/P A G


m IGO
Maria G O/P SP F O/P G S O/P SP G O/P A
Vaness IGO
a

Ana A G O/P SP F O/P G S O/P SP G O/P


Carolin IGO
e

Djenan O/P A G O/P SP F O/P G S O/P SP G


e IGO

Bárbar G O/P A G O/P SP F O/P G S O/P SP


a IGO

Thayse G O/P S SP G O/P F SP O/P A G O/P


IGO

Daniel O/P G O/P S SP F G O/P A O/P SP G


a Maria IGO

Escala dos R2

Nome Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Jan.

Pollyana G O SP G O CD G O MD G O F

Eveline F G O SP G O CD G O MD G O

Ana O F G O SP G O CD G O MD G

Suelem G O F G O SP G O CD G O MD
Tais

Leonardo MD G O F G O SP G O CD G O

Juliana O MD G O F G O SP G O CD G

Ana G O MD G O F G O SP G O CD
Paula

Débora CD G O MD G O F G O SP G O

Raiane O CD G O MD G O F G O SP G

Giordana G O CD G O MD G O F G O SP

Suelem SP G O CD G O MD G O F G O
C.

Rafaella O SP G O CD G O MD G O F G

Renata G O CD G O SP G O F G O MD

Nathalia MD G O CD G O SP G O F G O

Andreza O CD G O F G O SP G O MD G

Bebiana G O MD G O F G O CD G O SP

Arthur SP G O F G O CD G O MD G O

2.Exames complementares
Beta-HCG (curva) - BIRADS - Cardiotocografia – Cistometria de infusão - Cistos de
mama - Colposcopia - Climatério - CTG - DTG / Mola - Espermograma - FSH (homens) -
HELLP síndrome - Hepatite B – Incontinência urinária - Mamagrafia - Metastases de
câncer de mama (rastreamento) - Mola / DTG - Pré-histeroscopia - (Exames antes da)
Quimoterapia - Rotina de ambulatório de mastologia - Rotina de pré-natal - Pré-op -
Rotina de PE – SAAF - SU e urocultura – USG na gestação – USG ginecológica - USG
mamária – Valores laboratoriais normais - VDRL
Cardiotocografia

Também veja: Cardiotocografia

Simplificado:

Frequência cardíaca basal normal: entre 110 e 180 bpm

Variabilidade normal: 10 (ou 6) -25 batimentos

Aceleração: aumento da freqüência cardíaca com 15 ou mais batimentos durante 15 ou


mais segundos (regra de 15/15 => 15 batimentos, 15 segundos)

Deceleração: diminuição da freqüência cardíaca com 15 ou mais batimentos durante


15 ou mais segundos (regra de 15/15 => 15 batimentos, 15 segundos)

Cistometria de infusão

- Mede 1º desejo micional: 150-250 ml

- Forte desejo de urinar: 350-550 ml

Bexiga hipereativa => anticolinérgicos + antidepressos

Cistos (na mama)

USG. Somente biopsia quando: A. o cisto é muito grande, B. duvida se for solido ou
líquido.

Também veja: BIRADS

Climatério

Hemograma, uréia, creatinina, perfil lipídico, glicemia de jejum, TSH + T4, sumário de
Urina, urocultura, mamagrafia, USG endovaginal (??)

Colposcopia

Veja: Colposcopia (descrição) e Lesões de colo uterino


Espermograma

Também veja: FSH (homens)

Valores normais do espermograma segundo os critérios da Organização Mundial da


Saúde

Volume: 1,5 - 6 ml (IMIP: 2-5 ml)

ph: 7 – 8 (outros autores: 7,2-8)

Concentração: > 20 milhõe/ml

Motilidade: > 50%(a + b) > 25% (a)

Morfologia: > 30% normais (outros autores: > 14% normais)

Vitalidade: > 50%

Leucócitos: < 1milhão/ml

FSH (homens)

Também veja: Espermograma

Nos homens:

< 5 => provavelmente o paciente tem > 5 miliões de espermatozóides/ml

5 – 10 => fertilidade comprometido

> 15 => chance pequena encontrar espermatozóides

Ginecomastia

Estrogênio, testosterona, beta-HCG, FSH, LH, T4 livre, TSH, Androestrenediona.

Hepatite B

Marcadores – Rastreamento – Interpretação dos resultados (CDC – IMIP)

Mestastases de câncer de mama (rastreamento)


HMG, bilirubinas, TGO, TGP, raio-x de tórax, USG abdômen, USG endovaginal,
scintilografia

Quimoterapia (antes da quimoterapia)

HMG, Contagem de Plaquetas, Bilirubinas, Ureía, Creatinina, TGO, TGP, Fosfatase


Alcalina, Gamma-GT.

Pré-histeroscopia

pré-op (caso que tiver anestesia geral) e VDRL (sempre)

Pré-op

SU, CS (caso ainda não foi feito), HMG, glicose de jejum (até 200 mg% é aceitável para
cirurgia), VDRL, Raio-X de tórax (caso pcte > 60 anos) e ECG/ Parecer ao cardiologista
(caso pcte > 45 anos s/ outras patologias cardiovasculares OU pcte > 40 anos +
morbididade leve como HASC), Os exames: uréia, creatitina (às vezes também: Na+ e
K+) nas pacientes hipertensas, pacientes com idade > 60 anos, diabéticas, algumas
pacientes oncológicas, pacientes com antecedentes de alterações da função renal).

Rotina de ambulatório de mastologia

1. Caso que idade > 40 anos: 1X/ano exame físico de mamas + mamagrafia

2. USG: imagem cístico/sólido (não possível differenciar) + não palpável => 6 meses
mais tarde: nova USG => se imagem estiver persistente: PAAF

3. Paciente tem 25 anos => USG mamária

35 anos => mamografia (basal)

40 anos => mamografia de 1/1 ano

Mama densa => mamografia + USG

4. Todas as mamografia devem ser guardadas e sempre levar as dos últimos 3 horas
na hora de realizar um novo exame.

5. Quem faz TRH às vezes necessita de parar de usá-la por 3 meses

Também veja: BIRADS


Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia

HMG + contagem de plaquetas, TGP, TGO, Bilirrubinas, Ácido úrico, uréia, creatina,
DHL. (Ou número: 1, 104, 24, 32, 42, 49, 70, 71, 73)

HELLP:

Hemólise: Bilirubina Total > 1,2 mg, DHL > 600 UI

Enzimas hepáticas elevadas: TGO > 70 UI, DHL > 600 UI

Plaquetopenia: < 100.000

1 valor alterado: HELLP incompleto

Rotina de pré-natal

Citologia quando 1. Nunca, 2. Faz > 1 ano, 3. Alterações no exame físico. Caso que
tiver alterações na citologia: solicitar colposcopia

Colposcopia quando 1. Nunca, 2. Faz > 1 ano, 3. Alterações no exame físico.

Coombs direto: Se mãe estivar Rh- (e pai Rh+) a partir de 28 semanas cada mês (se os
testes de Coombs anteriores estejam negativos)

1º trimestre: Hb, Ht, TL, SU, ELISA de HIV, CS, HBs-Ag [Hbs-Ag tem ser sollicitado no
formulário especial], USG [para Idade Gestacional]

2º trimestre: Hb, Ht, TL, SU, USG [morfológico] e entre 20 e26 sem: GTTS

3º trimestre: Hb, Ht, TL, SU e com 35-36 sem: USG [posição e ILA]

SU e urocultura

Trate uma queixas e não um papel. 1) Pctes sintomáticas: tratar, 2) Pctes


assintomáticas e nitrito positivo: tratar 3) Pctes assintomáticas, nitrito negativo e > 9
piócitos: urocultura. Urocultura: postivo se 100-1000 UFC em sintomáticas, 100.000
UFC em assintomáticas. Mais do que um germe: contaminação.

USG na gestação

Anomalias da placenta e do cordão - Grau placentar - Idade Gestacional – IIC (avaliação


do colo na suspeita de IIC) - Peso estimado pela IG - USG c/ doppler e pre-eclâmpsia -
USG morfológica e Translucência nucal - Valores do ILA e a IG
Idade Gestacional

Até uma IG de 12 semanas: endovaginal

Tri- Parâmetro Margem de


mestre erro

1º CCN (Comprimento 3-5 dias


Cefalonádega)

2º DBP (Diâmetro bi- 1-2 semanas


parietal)

2º CF (comprimento do 1 semana
fêmur)

3º DBP (Diâmetro bi- 2-3 semanas


parietal)

3º CF (comprimento do 2 semanas
fêmur)

IIC (Avaliação de colon a suspeita de IIC)

Comprimento do colo: < 2 cm em torno de 23 sem

Peso estimado

Usando fórmula de Hadlock et al. (1991), com erro estimado em 10%, expresso em
gramas exatas:
Equação [Log10 (Peso ao nascimento)] = 1,3596 - 0,00386(CA)(F) + 0,0064.(CC) +
0,00061(DBP) (CA) + 0,0424(CA) + 0,174(F)

Simplificado:
28 sem => 1200 gr
30 sem => 1500 gr

Valores dos percentis 10, 50 e 90 do peso fetal estimado de gestantes


normais, segundo a idade gestacional.*
20 =>10 percentil: 316,0; 50 percentil: 368,5; 90 percentil: 424,0
21 =>10 percentil: 367,0; 50 percentil: 425,0; 90 percentil: 489,0
22 =>10 percentil: 432,0; 50 percentil: 505,0; 90 percentil: 570,0
23 =>10 percentil: 510,0; 50 percentil: 578,0; 90 percentil: 658,0
24 =>10 percentil: 595,0; 50 percentil: 684,5; 90 percentil: 747,0
25 =>10 percentil: 672,5; 50 percentil: 774,5; 90 percentil: 864,5
26 =>10 percentil: 783,0; 50 percentil: 917,5; 90 percentil: 1.048,0
27 =>10 percentil: 902,0; 50 percentil: 1.043,5; 90 percentil: 1.189,0
28 =>10 percentil: 1.041,5; 50 percentil: 1.170,0; 90 percentil: 1.376,5
29 =>10 percentil: 1.200,5; 50 percentil: 1.341,5; 90 percentil: 1.550,0
30 =>10 percentil: 1.337,0; 50 percentil: 1.512,5; 90 percentil: 1.733,0
31 =>10 percentil: 1.518,0; 50 percentil: 1.700,0; 90 percentil: 1.975,0
32 =>10 percentil: 1.737,0; 50 percentil: 1.908,5; 90 percentil: 2.154,0
33 =>10 percentil: 1.856,0; 50 percentil: 2.101,5; 90 percentil: 2.343,0
34 =>10 percentil: 2.070,0; 50 percentil: 2.288,5; 90 percentil: 2.535,0
35 =>10 percentil: 2.256,0; 50 percentil: 2.527,0; 90 percentil: 2.829,0
36 =>10 percentil: 2.390,0; 50 percentil: 2.755,5; 90 percentil: 3.006,0
37 =>10 percentil: 2.583,0; 50 percentil: 2.952,5; 90 percentil: 3.307,0
38 =>10 percentil: 2.704,0; 50 percentil: 3.127,5; 90 percentil: 3.491,0
39 =>10 percentil: 2.816,0; 50 percentil: 3.305,0; 90 percentil: 3.772,5
40 =>10 percentil: 2.826,0; 50 percentil: 3.334,0; 90 percentil: 3.870,0
41 =>10 percentil: 2.844,0; 50 percentil: 3.411,0; 90 percentil: 3.823,5
42 =>10 percentil: 2.938,0; 50 percentil: 3.385,5; 90 percentil: 3.865,5

* Fonte: Curva dos valores normais de peso fetal estimado por ultra-sonografia
segundo a idade gestacional Autor(es) Cecatti,José Guilherme et al. 1998, veja: http: / /
www. scielo. BR / scielo.Php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2000000400026

USG com Doppler e pre-eclâmpsia (solicitar a partir de 28 semanas

Normal -> repetir com 15 dias

Aumenta de resistência de art. Umbilical -> repetir com 7 dias

Centralização -> repetir com 3 dias

Diastole zero (com resto normal) -> repetir com 1 dia

USG morfológica e Translucência nucal

Indicações:

- Idade materna avançada

- Alterações do ILA, CIUR,

- Gestação múltipla

IG 20-24 sem: melhor momento

Sensitividade até 85%

Translucência nucal – entre 11 e 13,6 sem


- fazer quando idade materna avançada

- CCN entre 45-84 mm

- > 2,4 mm e alterada

USG ginecológica

Dimensões no menacme:

Útero: 109-130 +/- 35 cm3

Endométrio:

5-10 mm: normal no menacme

1-4 mm: normal na menstruação

4-14 mm: fases proliferativas e secretórias

< 5 mm: menopausa

> 11 mm: biopsia para descartar hiperplasia, CA

Ovários:

3,0-9,0 m3 – menacme

1 -5 cm3 – menopausa

Folículo dominante de Graft

1,4 – 2 mm cresce por dia

20-24 mm diâmetro momento de rotura

Valores laboratoriais normal

Anticorpos

Beta-HCG (curva)

Perfil lipídico
Anticorpos

Antilupico: < 1,15 triagem, < 1,21 confirmatório

Anticardiolipinas: IgG > 30.00, IgM < 10.00 U/ml

Beta-HCG (curva)

Beta-HCG > 25 => positivo

Beta-HCG < 5 => negativo

Beta-HCG entre 5 e 25 => duvidoso

Beta-HCG: 500 – 1000 => Gravidez viável

Beta-HCG > 1000 => já tem saco gestacional

Beta-HCG dulpica cada 48 horas em uma gravidez tópica

Dosagens de beta-HCG:

1ª semana: 10-30 mUI/l

2ª semana: 30-100 mUI/l

3ª semana: 100-1000 mUI/l

4ª semana: 1000-10.000 mUI/l

5ª semana: até 23.000 mUI/l

5-6 semanas: 2.400 - 135.000 mUI/l (média 32.800)

6-7 semanas: 10.500 – 161.000 mUI/l (média 52.000)

7-8 semanas: 18.000 – 209.000 mUI/l (média 74.000)

8-9 semanas: 37.500 – 218.000 mUI/l (média 100.000)

9-10 semanas: 42.500 – 219.000 mUI/l (média 105.000)

10-11 semanas: 33.700 – 218.700 mUI/l (média 218.700)

2º e 3º mês: 30.000-100.000

2º trimestre: 10.000-30.000

3º trimestre: 5.000 – 15.000


Perfil lipídico

Colesterol total: < 200 mg/dl

Colesterol HDL: 32 -72

Colesterol LDL: < 115 mg/dl

Trigliceridos: < 170 mg/dl

VLDL: < 34 mg/dl

VDRL

1/1, 1 /2, 1/ 4 -> solicitar FBA-Abs

1 /8 -> tratar*

Obs: Doenças Lupus Eritematosus pode aumentar o resultado do VDRL (falso postivo)
-> solicitar FBA-Abs

8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico


diferencial e tratamento
Diabetes Mellitus - Hipertensão durante gravidez – Lesões de colo uterino - Perda de
líquido durante gravidez - Sangramento vaginal

Diabetes Mellitus

CONSTRUINDO: VOLTE MAIS TARDE

Paciente em TP:

- Em uso de insulina => SG 7,5% e dieta líquidos claros

Se paciente se alimentou pode fazer dose de insulina.


- HGT de 2/2 horas

GTT-S > 130

Sim

Não

Sim:

Valor entre 120 e 200

Valor > 200

Valor entre 120 e 200:

CD: GTT/curva de glicemia

- Valores normais (normal é......??)

- Valoras alterados (veja valor > 200)

Valor > 200

Dieta para diabético

Perfil de glicose (ou glicemia??) após uma (??) semana

Resultado de perfil
Normal

Anormal

Resultado anormal de perfil:

Iniciar insulina ??

Hipertensão durante gravidez

Passo 1

PAD > ou = 90 E/OU PAS > ou = 140 com paciente sentada com braço direito ao nível
do coração?

1. Sim

2. Não

Passo 2

Pressão arterial persiste ser alta após 20 min em DLE (na prática: após 5 min)?

1. Sim

2. Não

3. Dúvida

Passo 3

PAD > ou = 110 E/OU PAS > ou = 160?

1. Sim

2. Não

3. Dúvida (pressores diferentes)


Passo 4

Tratar como PE Grave; faça labstix e iniciar MgSO4 (pré-parto).

Dx PE Grave OU HASC Agravada (HASC Agravada se tivesse uma pressão alta antes
20º semana da gestação)

Tem edema aguda de pulmão OU cianose?

1. Sim

2. Não

Passo 5

Tem Oliguria: 15 ml/hora OU < 400 ml/24 horas?

1. Sim

2. Não

3. Dúvida / não sabe

Passo 6

Tem sinais de iminência de eclâmpsia: as manifestões visuais e cerebrais persistentes,


dor em hipocôndrio direito e/ou epigastralgia, oligúria/cilindrúria, exaltação dos reflexos
tendinosos.

1. Sim

2. Não

Passo 7

Tem achados característicos da síndr HELLP: Hemólise (Esquizocitose, BT > 1,2mg/dl,


DHL > 600 U/l), Aumento das Enzimas Hepáticas (TGO > 70 U/l), Plaquetopenia (<
100.000/mm3)?

1. Sim

2. Não
Passo 4

Labstix:

1. 0 ou traços

2. 1+ ou mais OU proteínuria > ou = 300 mg/24 horas

Passo 5

Tem ou teve uma pressão alta antes a 20ª semana da gravidez?

1. Sim

2. Não

Passo 5

Tem edema aguda de pulmão OU cianose?

3. Sim

4. Não

Passo 6

Tem Oliguria: 15 ml/hora OU < 400 ml/24 horas?

4. Sim

5. Não

6. Dúvida / não sabe

Passo 7
Tem sinais de iminência de eclâmpsia: as manifestões visuais e cerebrais persistentes,
dor em hipocôndrio direito e/ou epigastralgia, oligúria/cilindrúria, exaltação dos reflexos
tendinosos.

3. Sim

4. Não

Passo 8

Tem achados característicos da síndr HELLP: Hemólise (Esquizocitose, BT > 1,2mg/dl,


DHL > 600 U/l), Aumento das Enzimas Hepáticas (TGO > 70 U/l), Plaquetopenia (<
100.000/mm3)?

3. Sim

4. Não

Passo 9

Tem um dos elementes seguintes?

1. Labstix 2g/24 horas OU labstix 3+ ou mais

2. Creatinina sérico > 1,2

3. Fundoscopia: papiledema, exsudatos, hemorragia

4. Manifestões visuais e cerebrais: Cefaleía, obnubilação, torpor e coma, turvação


visual, escotomas, diplopia e amaurose

Resposta:

1. Não, nenhum elemento está presente

2. Sim

Passo 10

Dx PE Leve (OU HASC Agravada se tiver uma pressão alta antes da 20ª semana)

Internamento

Em trabalho de parto franco?


1. Sim => iniciar MgSO4 (pré-parto)

2. Não e IG > 38 semanas

3. Não e IG < 38 semanas

Passo 11

Resultado de USG com Doppler:

Resistência < 1 OU CIUR presente OU oligoâmnio presente?

1. Sim

2. Não

Passo 12

Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda de Foley
SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal

Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de BCF)
rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal

Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:

Contagem de plaquetas*

1. > 50.000 => Cesárea com raqui*

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto*.

OBS: Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez
em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea

Passo 12

Observar PA e rotina de PE (de 3/3 dias?) e vitalidade fetal (repetir USG com Doppler de
3/3 dias)

Mudanças do quadro clínico ou rotina de PE ou vitalidade fetal?

1. Sim

2. Não
Passo 13

PAD > ou 110 E/OU PAS > 160 mmHg?

1. Sim

2. Não

Passo 13

Conduta mantida até 38 semanas. Depois: Indução parto normal e iniciar MgSO4se
entrar em trablaho de parto franco (obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode
justificar uma cesárea)

Passo 11

Pedir USG c/ Doppler

Resistência > 1?

1. Sim => Indução parto normal e iniciar MgSO4se entrar em trablaho de parto franco
(obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode justificar uma cesárea)

2. Não

Passo 12

Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda de Foley
SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal

Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de BCF)
rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal

Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:

Contagem de plaquetas*

1. > 50.000 => Cesárea com raqui*

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.*

Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez
em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea
Passo 10

Ingesta duma quantidade normal de líquido nas horas passadas?

1. Sim

2. Não

Passo 11

Dx PE Grave (OU HASC Agravada se tiver pressão alta antes da 20a semana da
gravidez)

Hidratação com SRL 500 ml EV aberto

1. Diurese boa após 30 minutos

2. Oligúria persiste

Passo 12

Repetir SRL 500 ml EV aberto

1. Diurese boa após 30 minutos

2. Olligúria persite

Passo 13

Creatinine e uréia elevados?

1. Não

2. Sim

Passo 14

?????Contagem de plaquetas

1. > 50.000 => Cesárea com raqui

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.
Passo 10

Dx PE Grave (OU HASC Agravada se tiver pressão alta antes da 20ª semana da
gravidez) + EAP

Estabililzar a paciente com furosemida 40 mg EV + oxigênio terapia. (Tem mais????)

Depois:

Contagem de plaquetas

1. > 50.000 => Cesárea com raqui

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.

Passo 10

Dx PE Grave (ou HASC agravada se tiver uma pressão alta antas da 20ª semana da
gravidez)

Iniciar MgSO4 (pré-parto)

Em trabalho de parto franco?

1. Sim, com pressão controlada

2. Sim, sem pressão controlada (picos com PAD > ou 110 e/ou PAS > ou = 160 após
tentativa de controlar a pressão com hipotensores)

3. Não

Passo 11

Aguardar evolução espontânea de trabalho de parto

Vigilância

Passo 11

Trabalho de parto avançado (dilatação > ou = 7 cm????)?


1. Sim

2. Não

Passo 12

Aguardar evolução espontânea de trabalho de parto

Vigilância

Passo 12

Contagem de plaquetas

1. > 50.000 => Cesárea com raqui

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.

Passo 11

USG Doppler; resistência > 1?*

(Em ausência de Doppler e IG > 35 sem e/ou maturidade pulmonar presente: já


começa induzir!!!!!)

1. Sim e IG entre > 24 sem e < 35 sem + maturidade pulmonar AUSENTE

2. Sim e IG < 24 sem OU > 35 sem OU maturidade pulmonar presente =>


Indução parto normal (obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode
justificar uma Cesárea)

3. Não

€Passo 12

Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda de Foley
SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal

Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de BCF)
rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal

Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:

Contagem de plaquetas*
1. > 50.000 => Cesárea com raqui*

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.*

Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez
em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea

Passo 12

1. Iniciar corticoterapia para imaturidade pulmonar

2. Iniciar MgSO4

3. Vigilância: repetir USG c/Doppler de 3/3 dias (????) e rotina de PE de 3/3 dias (????)

Observar PA e rotina de PE (de 3/3 dias?) e vitalidade fetal (repetir USG com Doppler de
3/3 dias)

Mudanças do quadro clínico ou rotina de PE ou vitalidade fetal?

1. Sim

2. Não

Passo 13

Conduta mantida até 35 semanas

Depois Indução parto normal (obs. Um Escore de Bishop (modificado) < 5 pode
justificar uma Cesárea)

Passo 11

Dx Iminência de eclâmpsia

?????? Sem cesárea anterior com colo favorável: iniciar Prostokos SN (OU usar sonda de
Foley SN), vigilância (de BCF) rigorosa e dar 12 horas para parir por via vaginal

?????? Com cesárea anterior: induzir com Sonda de Foley e/ou ocitocina, vigilância (de
BCF) rigorosa e dar 8 (????) horas para para parir por via vaginal

Se ultrapassou o tempo e/ou o colo é desfavorável:

Contagem de plaquetas
1. > 50.000 => Cesárea com raqui

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.

Passo 10

Dx HELLP incompleto / HELLP Completo

Conduta equal para HELLP incompleto e completo????

Todos os elementos estão presentes?

- Esquizocitose

- BT > 1,2mg/dl

- DHL > 600 U/l

- Aumento das Enzimas Hepáticas (TGO > 70 U/l)

- Plaquetopenia (< 100.000/mm3)?

Resposta:

1. Sim, todos os elementos estão presentes

2. Não, algum ou alguns

Passo 11

HELLP Sindróme

???????Trabalho de parto avançado (dilatação > ou = 7 cm????)?

1. Sim

2. Não
Passo 12

Aguardar evolução espontânea de trabalho de parto

Transfusão antes e/ou depois o parto se tiver uma contagem de plaquetas < 20.000

Passo 12

Contagem de plaquetas*

1. > 50.000 => Cesárea com raqui*

2. < 50.000 => Cesárea com anestesia geral + transfusões plaquetárias estão
indicadas tanto antes como após o parto.*

Seguindo Dra Isabella: nem resistência < 1, nem oligoâmnio, nem HELLP são
indicações (absolutas) para Cesárea, mas são indicações para interromper a gravidez
em geral. Porém na prática no IMIP estas indicações ainda estão usadas para justificar
uma cesárea

Passo 11

Dx HELLP incompleta

Conduta?????????

Passo 6

Dx HASC? /HASC Agravada?

Repetir labstix com 4 horas e solicitar rotina de PE

1. Labstix 0 ou traços OU rotina de PE sem alterações

2. Labstix 1+ ou mais OU rotina de PE com Ácido úrico > 5,0???? OU Hemólise


(Esquizocitose OU BT > 1,2mg/dl OU DHL > 600 U/l) OU Aumento das Enzimas
Hepáticas (TGO > 70 U/l) OU Plaquetopenia (< 100.000/mm3)

Passo 7

Dx HASC
Iniciar ou aumentar dosagem do hipotensor

Termo: internamento => não precisa faxer uma USG com Doppler antes de induzir com
Misprostol ou cateter de Foley (Fonte: Dra Isabela)

Pré-termo: à Maternidade Dia

Passo 7

Dx HASC agravada

Tem edema aguda de pulmão OU cianose?

a. Sim

b. Não

Passo 6

Dx Hipertensão Gestacional? PE leve? PE Grave?

Repetir labstix com 4 horas e solicitar rotina de PE

1. Labstix 0 ou traços OU rotina de PE sem alterações

2. Labstix 1+ ou mais OU rotina de PE com Ácido úrico > 5,0???? OU Hemólise


(Esquizocitose OU BT > 1,2mg/dl OUDHL > 600 U/l) OU Aumento das Enzimas
Hepáticas (TGO > 70 U/l) OU Plaquetopenia (< 100.000/mm3)

Passo 7

Dx Hipertensão Gestacional

Iniciar ou aumentar dosagem do hipotensor

Termo: internamento => Observação: não precisa fazer uma USG com Doppler antes
de induzir com Misoprostol ou cateter de Foley (Fonte: Dra. Isabela)

Pré-termo: à Maternidade Dia

USG com Doppler (de ?/? dias), Rotina PE (de ?/? dias) e monitorar PA.

Passo 2

Pressão normal
Lesões de colo uterino

Obs.

IMIP: colheita anual em todas as mulheres sexualmente ativas e por toda


a vida

Ministério de Saúde: em mulheres de 25-60 anos, inicialmente


anualmente e, após 3 resultados consecutivos negativos, a cada 3 anos.

Passo 1

1. Gestante

2. Não gestante

Passo 2

1. Citologia: normal

2. Citologia: Lesão intraepitelial (LIE) de Baixo Grau (NIC I e HPV)

3. Citologia: Lesão intraepitelial (LIE) Alto Grau (NIC II e III)

4. ASCUS (Atypical Squamous Cells of Undetermined Significance)

Passo 3

Colposcopia

1. Normal => controle anualmente

2. ZTA

Passo 4

Biopsia dirigida ao Colposcópio

Resultado da biopsia
1. Ausência de LIE

2. Confirma LIE baixo grau

3. LIE de alto grau

Passo 5

Afastar ou tratar processos inflamatórios

Repetir Colposcopia (e biopsia????) com 6 meses

Achados com 6 meses:

1. LIE ausente

2. LIE Baixo Grau OU ASCUS persistente

Passo 6

Controle com colposcopia e citologia com 01 ano (???)

Passo 6

Excisão com Alça Diatérmica

Controle colposcopia e citologia (??) de 3/3 meses no 1º ano, de 6/6 meses no 2º ano e
(se todos os testes foram normais) anualmente a partir do 3º ano.

Passo 5

Biopsia dirigida ao Colposcópio

Resultado da biopsia:

1. LIE ausente OU baixo grau OU alto grau

2. Carcinoma cervical invasivo


Passo 6

Excisão com Alça Diatérmica

Controle colposcopia e citologia (??) de 3/3 meses no 1º ano, de 6/6 meses no 2º ano e
(se todos os testes foram normais) anualmente a partir do 3º ano.

Passo 6

Estadiamento FIGO + Tratamento

Passo 3

Colposcopia:

1. Normal => Investigar o canal cervical (citologi com escova ou curetagem


endocervical)

2. ZTA

Passo 4

Biopsia dirigida ao Colposcópio

Resultado da biopsia

1. Ausência de LIE

2. LIE baixo grau

3. LIE de alto grau

Passo 3

Colposcopia

1. Normal

2. Alterada
Passo 2

Citologia

1. Normal => repetir citologia com 01 ano

2. LIE de baixo grau

3. LIE de alto grau

Passo 3

1. Achados colposcópicos compatíveis com LIE de Baixo Grau (Quais???)

2. Colposcopia sugerindo LIE de Alto Grau (Quais achados??)

Passo 4

Biopsia 60 dias depois do parto

+ Vigilância colpocitológica e colposcópica na gestação – exames trimestral (vigentes


lesões; lesões suspeitas = biopsia)

Passo 4

Biopsia dirigida ao Colposcópio

1. LIE de Baixo Grau

2. LIE de Alto Grau

Passo 5

Seguimento clínico e repetir colposcopia com biopsia depois do parto

Passo 5

Individualizar por trimestre:

1. 1º trimestre => aguardar 2º trimestre


2. 2º trimestre => conização

3. 30 trimestre => aguardar o parto

Passo 3

Colposcopia

1. Normal

2. Colposcopia alterada (quais alterações??)

Passo 4

?????????

Passo 4

Biopsia:

1. LIE de Alto Grau

2. Carcinoma cervical invasivo

Passo 5

Estadiamento FIGO + Conduta no câncer de colo durante gestação

Perda de líquido durante a gravidez

Passo 1

Anamnese

Primeiramente avaliar o risco de perda de líquido amniótico pela anamnese:

A historia clássica tem os elementos seguintes:

- o líquido é claro

- perda de repente
- grande quantidade de líquido escorrendo pelas pernas e/ou molhando o lençol

- o líquido não tem cheiro ou tem cheiro de áqua sanitária.

No caso de outros tipos de perda a paciente refere:

- perda de pequena quantidade de líquido molhando a calcinha

- perdas anteriores

- perda de urina involuntária, disúria e/ou polisacúria (=> suspeita de ITU)

- prurido e/ou ardência vaginal e/ou corrimento esbranquiçado (=> suspeita de


candidíase vaginal)

- perda de catarro e dor em BV (=> suspeita de trabalho de parto)

Se não tiver suspeita nenhuma de perda de líquido amniótico => Conduta no caso de
história bem atípica para perda de LA

Se tiver alguma suspeita de perda de líquido amniótico e a paciente não é termo e em


trabalho de parto franco =>

Realizar Exame Especular -> está vendo líquido saindo do OCE (Valsalva positiva) e/ou
presença de líquido amniótica em FSP?*

1.Sim -> Amniorexe

2.Não ou dúvida -> solicitar USG obstétrica para avaliar ILA

* No caso de gestante termo em trabalho de parto franco você não precisa fazer um
exame especular e pode fazer um toque vaginal.

Passo 2

Amniorexe

Idade Gestacional:

< 24 sem

Entre 24 e 34,6 sem

Entre 35 e 36,6 sem

> ou = 37 sem
Passo 3

IG < 24,0 sem

Não é necessário internamento.

Alertar o casal que o prognóstico materno e perinatal é muito comprometido.

Individualizar caso.

Não faça corticoterapia

Controle ambulatorial semanal (Maternidade-Dia).

Propedêutica laboratorial: leucograma, PCR e urocultura

USG: avaliar ILA (valor prognósico).

Internamento com 24 sem.

Passo 3

IG entre 24,0 e 34,6 sem = Amniorexe prematura prétermo

Conduta: internar

Trabalho de parto presente? Sim – Não

Obs: Conduta durante internamento (no 4º CAM), veja: Tratamento hospitalar

Passo 4

A) Presença de TP

Algum dos sinais seguintes de corioamnionite está presente?

1. Febre e/ou malestar materna

2. Taquicardia materna

3. Taquicardia fetal

4. Secreção vaginal purulenta e/ou com mal-cheiro

5. Dor intensa à palpação do útero no exame dominal e/ou dor à mobilização no toque
vaginal
6. Leucograma alterado

a. Sim, um ou mais dos sinais está presente

b. Não, nenhum sinal está presente

Passo 5

Presença de sinais de corioamnioníte

Discutir o caso com o staff.

No caso de uma suspeita muita baixa de corioamnionite (por exemplo uma paciente
clinicamente bem com leucograma discretamente alterado) a conduta pode ser
expectativa com solicitação de outros exames como solicitação de um (novo)
leucograma.

No caso de uma suspeita moderada/alta de corioanmionite:

- [Poderia fazer:] Celestone Soluspam (Betametasona) 2 doses

- Iniciar: Clindamicina + Gentamicina

- Interrupção da gravidez => IG entre 24 e 32 semanas: Cesárea (se não já tiver uma
diliatação bem avançada!). IG > 32 semanas: Via obstétrica. No caso de parto normal:
iniciar Penicilina Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm

Passo 5

Ausência de sinais de corioamnionite

- Inibir o trabalho de parto (somente para completar corticoterapia!! Depois: não inibe
mais!)

- Celestone Soluspam (Betametasona) 2 doses

- Penicilina Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm e o trabalho de parto permatura


(ainda) não está inibido (caso o parto está inibido e/ou dilatação < 6 cm: iniciar
Estearato de eritromicina)

- Solicitar SU + leucograma

Obs: Conduta durante internamento (no 4º CAM), veja: Tratamento hospitalar

Passo 4
B) Ausência de TP

Algum dos sinais seguintes?

1. Febre e/ou malestar materna

2. Taquicardia materna

3. Taquicardia fetal

4. Secreção vaginal purulenta e/ou com mal-cheiro

5. Dor intensa à palpação do útero no exame dominal e/ou dor à mobilização no toque
vaginal

6. Leucograma alterado

1. Sim, um ou mais dos sinais está presente

2. Não, nenhum sinal está presente

Passo 5

Ausência de sinais de corioamnionite

- Estearato de eritromicina

- Celestone Soluspam (=Betametasona) (2 doses)

- Solicitar SU + leucograma

Obs: Conduta durante internamento (no 4º CAM), veja: Tratamento hospitalar

Passo 3

IG > 34,6 sem e < 37 sem

Algum dos sinais seguintes de corioamnionite está presente?

1. Febre e/ou malestar materna

2. Taquicardia materna

3. Taquicardia fetal

4. Secreção vaginal purulenta e/ou com mal-cheiro

5. Dor intensa à palpação do útero no exame dominal e/ou dor à mobilização no toque
vaginal
6. Leucograma alterado

a. Sim, um ou mais dos sinais está presente

b. Não, nenhum sinal está presente

Passo 4

Presença de sinais de corioamnionite

Discutir o caso com o staff.

No caso de uma suspeita muita baixa de corioamnionite (por exemplo uma paciente
clinicamente bem com leucograma discretamente alterado) a conduta pode ser
expectativa com solicitação de outros exames como solicitação de um (novo)
leucograma.

No caso de uma suspeita moderada/alta de corioanmionite:

- Iniciar: Clindamicina + Gentamicina

- Interrupção da gravidez => Via obstétrica. No caso de parto normal: iniciar Penicilina
Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm

Passo 4

Ausência de sinais de corioamnionite

Idade gestacional entre 34,6 sem e 36,3 sem e a paciente pode participar na pesquisa
de Dra. Ana Porto?

a. Sim

b. Não; IG > 36,3 e/ou não pode incluir a paciente

Passo 5

Inclusão na pesquisa de Dra. Ana Porto

- Inibir se tiver trabalho de parto prematura (somente para completar corticoterapia!!


Depois: não inibe mais!)

- Celestone Soluspam (Betametasona) 2 doses


- Penicilina Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm e o trabalho de parto permatura
(ainda) não está inibido (caso o parto está inibido e/ou dilatação < 6 cm: iniciar
Estearato de eritromicina)

- Solicitar SU + leucograma

Passo 5

IG > 36,3 sem e/ou exclusão de pesquisa de Dra. Ana Porto

- Interrupção da gravidez => Via obstétrica. No caso de parto normal: iniciar Penicilina
Cristalina se tiver uma dilatação > ou 6 cm + presença de dinâmica uterina (caso que
a paciente não tem dinâmica uterina e/ou dilatação < 6 cm: iniciar Estearato de
eritromicina)

Passo 3

IG = ou >37 sem

Paciente em trabalho de parto? Sim – Não

Passo 4

A) Presença de TP + IG > 37 sem (=Amniorrexe)

Menos que 6 horas: observar

Mais que 6 horas e menos que 18 horas: Cefalozina

(Mais que 18 horas: Penicilina Cristalina)

B) Ausência de TP + IG > 37 sem (= Amniorrexe prematura precoce)

Menos que 6 horas: observar

Mais que 6 horas e menos que 18 horas: Cefalozina

Mais que 18 horas: Penicilina Cristalina

Passo 2
Duvida de amniorexe

USG: ILA normal – ILA diminuído

Passo 3

ILA normal e/ou historia bem atípica

1) Queixas urinárias? Solicito SU => Se tiver piócitis > ou = 8 e/ou nitrito + => HD:
ITU

2) Corrimento? Veja: diagnóstico rápido de vulvovaginites

SU normal/nega queixas urinárias + Ausência de corrimento patológico => HD:


secreção vaginal fisiológico

Sangramento vaginal

Passo 1

Gravida?

1. Não

2. Sim

3. Desconhecido

Passo 2

Sim (Gravida)

- DD: Ameaça de abortamento / Abortamento incompleto / Abortamento completo /


Aborto retido / Aborto infectado / Placenta Prévia / Descolamento de placenta / TPP
(com dilatação de colo) / TP/ Lesão de colo / Gravidez ectópica

Gravidez:

a) Idade gestacional < 20 semanas


b) Idade gestacional > 20 semanas

Passo 3

Idade gestacional < 20 semanas

DD: Ameaça de abortamento / Abortamento incomplete / Abortamento completo/


Descolamento de placenta /Lesão de colo

Exame especular:

a) Colo com lesão sangrante

b) Colo sem lesão sangrante, sangue saindo pelo OCE

Passo 4

Colo com lesão sangrante

DD. Carcinoma de colo uterino / Inflamação

Sinais de vulvovaginite?

a) Sim

b) Não

Passo 5

HD: Lesão de colo uterino secundário à inflammação? / Carcinoma de colo?

Veja: diagnóstico rápido de vulvovaginite e iniciar tratamento

Marcar colposcopia e citologia oncótica

Também veja: Lesões de colo uterino

Passo 5

HD: Carcinoma de colo uterino?

Marcar colposcopia e citologia oncótica

Também veja: Lesões de colo uterino


Passo 4

Colo sem lesão sangrante, sangue saindo pelo OCE

DD. Ameaça de abortamento / Abortamento incompleto / Abortamento completo/


Descolamento de placenta / Gravidez ectópica

a) Sangramento grande com coágulos e/ou restos ovulares no canal vaginal

b) Sangramento pequeno ou moderado

Passo 5

Sangramento grande com coágulos e/ou restos ovulares no canal vaginal

DD. Abortamento (in)completo

Idade gestacional

a) Menos que 8 semanas (alguns dizem 10-11 semanas)

b) Mais que 8 semanas

c) Desconhecido

Passo 6

Idade gestacional < 8 semana

2 opções:

1) optar para conduta expectativa com USG com uma semana

2) alguns prefirem realizar USG logo. O USG demonstra:

a) Embrião presente com BCF presente => HD: ameaça de abortamento.


Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar
de relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN.
Prescreva Ácido Fólico VO 5mg 1cp/dia

b) Embrião presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou aborto
retido => curetagem. Prescreva: 1) Dieta zero, 2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1 g,
01 amp + 01 amp, EV, 6/6h, 3) SSVV + CCGG, 4) Ao pré-parto

c) Embrião ausente => HD: Abortamento (in)completo ou idade gestacional < 5


semanas (embrião não visível na USG) => repetir USG com 1 semana. Orientação:
ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN. Prescreva
Ácido Fólico 5mg 1cp VO ao dia.

Passo 6

Idade gestacional > 8 semanas ou desconhecido

Toque vaginal: Colo pérvio?

1) Sim => Abortamento inevitável / incompleto

2) Não, está fechado => ameaça de abortamento / abortamento (in)completo ou


aborto retido => realizar USG

Passo 7

Colo pérvio > HD: Abortamento incompleto ou inevitável

Febre, estado geral caído ou secreção purulenta e/ou com odor fétido, ou dor intensa à
mobilização do colo? (Atenção com as pacientes que referem provocação do aborto!)

1) Sim => HD: aborto infectado

2) Não => HD: Abortamento incompleto ou aborto inevitável

Passo 8

HD: Abortamento infectado

CD: curategem

1) Dieta zero

2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN

3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN

4) Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 h

5) Gentamicina 120 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12h

6) SSVV + CCGG

7) Ao pré-parto (ou se não tiver vagas no pré-parto: ao SIGO)

Passo 8
HD: Abortamento incompleto ou inevitável

CD: curategem

Prescrição:

1) Dieta zero

2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN

3) Me\toclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN

4) SSVV + CCGG

5) Ao pré-parto

Passo 7

Realizar USG:

a) Embrião/Feto presente com BCF presente => HD: ameaça de abortamento.


Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN. Prescreva
Ácido Fólico 5mg 1cp VO ao dia.

b) Embrião/feto presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou


aborto retido

c) Embrião/feto ausente => HD: Abortamento (in)completo

Passo 8

Embrião/feto presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou aborto
retido ou aborto infectado

Febre, estado geral caído ou secreção purulenta e/ou com odor fétido, ou dor intensa à
mobilização do colo? (Atenção com as pacientes que referem provocação do aborto!)

1) Sim => HD: aborto infectado

2) Não => HD: Abortamento (in)completo ou aborto retido

Passo 9

HD: Abortamento infectado

Conduta: curetagem
Prescrição:

1) Dieta zero

2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN

3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN

4) Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 h

5) Gentamicina 120 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12h

6) SSVV + CCGG

7) Ao pré-parto (ou se não tiver vagas no pré-parto: ao SIGO)

Passo 9

HD: Abortamento (in)completo ou aborto retido

Conduta: curetagem

Prescrição:

1) Dieta zero

2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN

3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN

4) SSVV + CCGG

5) Ao pré-parto

Passo 8

Feto ausente => HD: Abortamento (in)completo

Febre, estado geral caído ou secreção purulenta e/ou com odor fétido, ou dor intensa à
mobilização do colo? (Atenção com as pacientes que referem provocação do aborto!)

1) Sim => HD: aborto infectado

2) Não => HD: Abortamento (in)completo

Passo 9

HD: Abortamento infectado


CD: curetagem

1) Dieta zero

2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN

3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN

4) Clindamicina 1200 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12 h

5) Gentamicina 120 mg + SG 5% 100 ml, EV, 12/12h

6) SSVV + CCGG

7) Ao pré-parto (ou se não tiver vagas no pré-parto: ao SIGO)

Passo 9

HD: Abortamento (in)completo

CD: curategem

Prescrição:

1) Dieta zero

2) Hioscina 20 mg + Dipirona 1g, 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h SN

3) Metoclopramida 10 mg 01 amp IM, 8/8h SN

4) SSVV + CCGG

5) Ao pré-parto

Passo 6

Idade gestacional desconhecida

Toque vaginal: útero aumentado?

1) Sim

2) Não (também poderia realizar USG)

Passo 5

Sangramento pequeno pelo OCE


DD. Ameaça de abortamento / Abortamento incomplete / Abortamento completo/
Descolamento de placenta / Aborto infectado / Gravidez ectópica

Paciente se apresenta com sinais de abdômen agudo com dor intensa espontânea ou à
palpação (até Blumberg positivo)?

1) Sim, com febre presente ou secreção vaginal purulenta ou odor fétido

2) Sim, com dor intensa mas sem febre ou secreção purulenta. A paciente pode se
apresentar bem pálida.

3) Não, a paciente está sem sinais de abdômen agudo

Passo 6

HD: Aborto infectado

Pode realizar uma USG para confirmar ou, se tiver um colo pérvio: logo realizar uma
curetagem. Veja: conduta

Passo 6

HD: Gravidez ectópica

Se a paciente esteja estável e exista possibilidade de USG => realizar USG para
confirmar o diagnóstico. Se a paciente esteja instável e/ou não exista possibilidade de
realizar uma USG => iniciar logo a terapia (laparotomia exploratório)

Prescrição:

1) Dieta zero

2) SRL 2000 ml, EV, 40 gts/min OU aberto

3) Dipirona 1 g + Hioscina 20 mg 01 amp + 01 amp AD, EV, 6/6h

4) Metoclopramida 10 mg 01 amp + 01 amp, EV, 8/8h SN

5) SSVV + CCGG

6) Ao pré-parto

Obs. Solicito 2 unidades de concentrados de hemácias (como reserva ou para


tranfundir logo – dependente o estado da paciente)

Passo 6
Idade gestacional > ou = 14 semanas?

1) Sim e BCF auscultável com sonar

2) Sim e BCF não auscultável => realizar USG

3) Não ou idade gestacional não conhecida

Passo 7

BCF auscultável com sonar

Se a paciente tiver uma história de muita dor e/ou tônus aumentado você poderia
solicitar uma USG para confimar ou afastar um descolamento de placenta.

HD: Ameaçã de abortamento

Conduta:

Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN

Se fizesse USG e a USG evidenciou um descolamento de placenta

1) Pequena área de descolamento => conduta expectante, repetir USG com +/- 1
semana

2) Grande área de descolamento => internamento????

Passo 7

Idade Gestacional > 14 semanas e BCF não auscultável

HD: Amaeça de abortamento?? / Aborto (in)completo / Aborto Retido / Gravidez


ectópica

Realizar USG

a) Embrião/Feto presente com BCF presente => HD: ameaça de abortamento.


Orientação: ficar de repouso (não pode dar um atestado para o trabalho!), afastar de
relacionamentos sexuais durante 1 semana, buscopan 1 cp VO 6/6h SN.

b) Feto presente com BCF ausente => HD: Abortamento (in)completo ou aborto retido

c) Feto ausente => HD: Abortamento (in)completo

Passo 7
Opções:

1) Realizar USG

2) Realizar USG com 1 semana

3) HD: ameaça de abortamento. Orientação: ficar de repouso (não pode dar um


atestado para o trabalho!), afastar de relacionamentos sexuais durante 1 semana,
buscopan 1 cp VO 6/6h SN.

Passo 3

Idade gestacional > 20 semanas

Tem USG que evidenciou uma placenta prévia ou placenta de inserção baixa?

1) Sim

2) Não tem USG anterior

3) USG não demonstrou placenta prévia ou placenta de inserção baixa

Passo 4

USG evidenciou uma placenta prévia ou inserção baixa

O sangramento é pequeno ou moderado e o BCF é normal?

1) Sim

2) Não, a sangramento é intensa e/ou o feto está bradicardizando

Passo 5

A USG demonstrou:

1) Uma placenta prévia

2) Uma placenta de inserção baixa

Passo 6

A USG demonstrou uma placenta prévia

1) Internar para observer sangramento


2) Peça 2 unidades de concentrados de hemácias como reserva de sangue

Passo 6

A USG demonstrou uma placenta de inserção baixa

Conduta: à residência

Passo 5

O feto é vivável?

A conduta depende da prematuridade, do uso anterior de betametasona na gravidez e


da intensidade do sangramento/bradicardia.

1) Um feto viável com sangramento intenso e/ou bradicardia fetal => interrupção
da gravidez imediata por cesárea + peça 2 unidades de concentrados de
hemácias

2) Um feto inviável com grande risco da vida materna => interrupção da gravidez
+ peça 2 unidades de concentrados de hemácias

3) Um feto inviável ou risco alto de morrer fora do útero e sem grande risco da
vida materna => pode optar por uma conduta expectante + peça 2 unidades
de concentrados de hemácias

Passo 4

Não tem USG

Dor em BV e/ou dinâmica uterina presente?

1) Sim

2) Não

Passo 5

Dor em BV e/ou dinâmica uterina presente


Toque vaginal (OBS: não faça toque vaginal se paciente refere perda de liquído e não
tem muita dinâmica uterina. Também veja: Perda de líquido durante gravidez)

Passo 5

Não tem dor em BV e/ou dinâmica uterina

Exame especular:

a) Colo com lesão sangrante

b) Colo sem lesão sangrante, sangue saindo pelo OCE

Passo 6

Colo com lesão sangrante

DD. Carcinoma de colo uterino / Inflamação

Sinais de vulvovaginite?

a) Sim

b) Não

Passo 7

Veja: diagnóstico rápido de vulvovaginite e iniciar tratamento

Marcar colposcopia e citologia oncótica

Também veja: Lesões de colo uterino

Passo 7

Marcar colposcopia e citologia oncótica

Também veja: Lesões de colo uterino

Passo 2
Paciente não está grávida.

A paciente está no:

1) Puerpério

2) Pre-menopausa + não puerpério

3) Pós-menopausa

Passo 2

Desconhecido

Solicitar planoteste

Resultado: Positivo – Negativo

Passo 3

Puerpério

DD: Laceração do canal do parto / Atonia uterina / Restos placentários / Placenta acreta
/ Coagulopatia

Passo 3

Pre-menopausa + não puerpério

DD. HUD / Mioma / Pólipo endometrial / Coagulopatia / Carcinoma de colo / (Carcinoma


de endométrio)

Ciclo 21 – 2 caixas (pelo poste de saúde), 2 cp VO durante 7 dias, 1 cp VO durante 14


dias.

Também poderia usar (as não pelo poste de saúde): Tamisa/Level -2 caixas, 3 cp dose
única/dia por 2 dias. Depois: 2 cp dose única/dia por 3 dias e depois: 1 cp/dia por 16
dias.
OBS: Endometrio espessado: não coloque ACHO para parar sangramento mas coloque
progesterona. Ainda não pare => Curetagem

Passo 3

Pós-menopausa

DD. Carcinoma de colo, carcinoma do endométrio, pólipo endometrial

Dor cólica em BV

DD Abortemento, TP(P), Infecção urinário/infecção genital

CONSTRUÏNDO – VOLTE MAIS TARDE

2. Abreviações usadas no imip

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

ABD Abdômen
AC ou ACV Aparelho cardiovascular

ACP Aparelho cardiopulmonar

AFU Altura do fundo uterino

AGU Aparelho geniturinário

AIG Adequado para idade gestacional (=peso do Recém Nascido normal para Idade
Gestacional)

AP Antecedentes patológicos

AR Aparelho respiratório

AHT Ambos hemitórax

ASO Teste de anticorpos contra estreptococos


AU Altura uterina

BCF Batimentos cardíacos fetais

BCP Broncopneumonia

BEG Bom estado geral

BNF s/ sopros: Batimentos cardíacos sem sopros

BV Baixo ventre

BTF Bilirrubinas totais e fracionadas

CA Circunferência abdominal

CAM Centro de attenção à mulher OU complexo auréolo-mamilar

CC Circunferência cefálica

CCN Comprimento encéfalo-nádega

CD Conduta

CE Corticóides

CF Comprimento do fêmur

CFR Crescimento fetal retardo

CH Concentrado de hemácias

CI Cuidados iniciais (usada em neonatologia quando o RN nasceu bem, mas não


pode ficar com a mãe)

CIUR Crescimento intra-uterino retardo

CIVD Coagulação intravasal disseminada

CIPE Cirurgia pediátrica

CO Citologia oncológico

COB Centro Obstétrico

CSV Cultura de secreção vaginal


CTG Cardiotocografia

CUF Curetagem uterina fracionada

CVT Comprimento vaginal total

DAG Doença da arranhadura de gato (= kattenkrabziekte)

DBP Diamêtro biparietal

DE Dados de enfermagem

DHEG Doença específica da gestação

DHPN Doença hemolítica perinatal

DIH Dia internado no hospital /dia hospitalar

DIPA Doença inflamatória pélvica aguda

DLE Decúbito lateral esquerda

DLM Duplo lesão mitral

DO Dados objetivos (exame físico + os outros exames)

DPC Dor pélvica crônica

DPO Dia(s) pós-operatório

DPOC Doença pulmonar obstructiva crônica

DPP Descolamento prematuro de placenta OU data provável de parto

DPPN Dia pós-parto normal

DPPNI Descolamento prematuro da placenta normalmente inserida

DS Dados subjetivos (anamnese)

dt Difteria e tétano

DU Dinâmica uterina

DUM Data da última menstruação

E
EAB Epitélio Aceto Branco (à colposcopia)

EAP Edema aguda de pulmão

EAS Elementos segmentares anormais (no SU)

EE Exame especular

EED Esôfago-estomago-duodeno-grama

EDT Endometriose

EV Endovenoso

F Fêmur

FC Freqüência cardíaca

FCF Freqüência cardíaca fetal

FCA Fêmur/Circunferência cefálica

FID Fossa ilíaca direita

FM Feto morto OU fluxo menstrual

FO ferida operatória OU fundo de olho

FTA-Abs Exame para confirmar uma infecção com Lues. Feito pós um resultado positivo
do VDRL (1/1 até 1/ 4)

GGT Gravidez gemelar tópica

GIG Grande para idade gestacional (recém nascido grande peso para idade
gestacional)

GUT Gravidez única tópica

+T termo

+PT pré-termo

GTG Grande para idade gestacional

GTT Teste de tolerância de glicose


GTTS GTT simplificado

HAS Hipertensão arterial sistêmica

HASC Hipertensão arterial sistêmica crônica

HD Hipótese diagnostico

HTA+SB Histerectomia total abdominal + salpingaectomia bilateral

HTF Hemotransfusão

HTV Histerectomia transvaginal

IG Idade gestacional

IGN Ignorável

IIG Insuficiência istmo cervical

ILA índice do líquido amniótico

IMC índice de massa coporal (=BMI)

ITR Infecção de trato respiratório

JEC Junção esquama celular (= overgang bij cervical glandula-plaveisel epitheel)

LMP Leite materno pasteurizado

LTB Ligação tubária bilateral


M

MAC Método anticoncepcional

MC Método concepcional

ML Mielograma

MMII Membros inferiores

MMSS Membros superiores

MPM Mastalgia pré-menstrual

MSD membro superior direito

MTD manter a conduta

MV+ em AHT murmura vesicular em ambos os hemotórax

s/RA sem ruídos áreas (sem roncos ou crepitações?????)

NBZ Nebulização

NDN s/ alterações, s/ anormalidades

NIC neoplasia intra-epitelial

NL normal

NPCN Negativo para células neoplásicas

NPH Insulina de ação mais lenta

NPT Nutrição parenteral total

NTG Neoplasia trofoblastica gestacional

OCE Orifício de colo externo

OCI Orifício de colo interno


P

PAAF Punção aspirativa com argulha fina

PBF Perfil biofísica fetal

PC Perímetro cefálico

PCR Parada cardiorrespiratória

PE Pré-eclampsia

PFE Peso do feto

PIE Possibilidade de infecção específica (usada em neonatologia)

PIG Pequeno para idade gestacional

PII Possibilidade de infecção inespecífica (usada em neonatologia se tiver BR > 8h,


ITU ou infecção materna em tto)

PLC Possibilidade de lues congênita (usada em neonatologia se tiver falta dum VDRL
materna)

PNA Pielonefrite aguda

POT Pós-operatório tardio

PPC Pneumonia Pneumocystitis carinii

PPD Teste de Mantoux

PVPI Povidine

QIID Quadrante inferior interior de mama direita

s/RA s/ ruídos áreas

RCR em 2T Ritmo cardíaco regular em dois tempos

RG conteúdo da bolsa plástica conectado à SNG

RGE Refluxo gastro-esofagal

RHA+ Ruídos hidroáereos positivos


S

SAAF Síndr. de anticorpos antifosfolipos

SAR Síndr. de adaptação respiratória do RN (dispnéia transitória que melhora com 6-


12 horas, comum na prematuridade tardia)

SDR Síndr. de desconforto respiratório (antigamente: doença de membrano hialine;


pico com 72 horas pós-parto)

SF Soro fisiológico

SFA Sofrimento feta aguda

SG Soro de glicose

SGB Streptococo grupo B

SML Seio materno livre

SNC Sistema nervoso central

SNE Sonda naso-enteral

SNG Sonda nasogástrica

SOG Sonda orogastrica

SSVV + CCGGSinais vitais e cuidados gerais

SU Sumário de urina

SVD Sonda Vesicular Demora

TA Tensão arterial

TAX Temperatura axial

TGD Triplíce gradiente descente

TL Teste luético (=VDRL)

TOT Tubo orotraqueal

TOTG-S Teste oral de tolerância à glicose- simplificado

TPAE Tempo de protrombina


TPP Trabalho de parto prematuro

TR Teste reativo de HIV

TTRN Taquidispnéia transitória do RN (antigamente: Síndr. de pulmão úmido;


taquidispnéia comum pós-cesárea)

Síndr de VCS Síndr. de Vena Cava Superior

VDRL Teste inicial de Lues. 1/1-1/4 à FTA-Abs, 1/8 e acima à tratar

VMG Visceromegalia (por ex. hepatoesplenomegalia)

VO Via Oral

VPM Veja a prescrição médica

VR Via retal

VSH Velocidade da sedimentação das hemácias (=bezinking)

Z
5. Fisiologia e patologia (incl seminários)

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

Abortamento (com diagnóstico rápido) - Acretismo placentário - Amenorréia –


Amniorexe prematura - Anemia falciforme e gestação - Anomalias da placenta e do
cordão - Anticoncepcão hormonal oral e injetável - Assistência ao Trabalho de Parto –
Avaliação da vitalidade fetal intraparto

Câncer de mama - Cancro Mole - Candidíase - Carcinoma de colo uterino - Carcinoma


do Corpo Uterino – Carcinoma do Endométrio – Carcinoma de ovário – Carcinoma de
Vulva - Cefaleía após raqui – Cervicites - Ciclo Menstrual - Complicações pós-operatório
– Corciocarcionoma - Corticoterapia (evidências) - Crescimento Intra-Uterino Restrito
(CIUR)

Descolamento da placenta - DHPN – Diabetes e cirurgia - Diabetes na gestação –


Diagnóstico de gravidez - DIPA - Dismenorreía - Disturbios emiocionais pós-parto -
Doença Hemolítica Perinatal - Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA) - Doenças
sexualmente transmissíveis (DST) - Doenças Trofoblásticas Gestacionais (DTG) -
Donovanose - DPPNI

Eclâmpsia - Endometriose - Escabiose – Esterilidade - (Profilaxia para) Estreptococcus


do Grupo B (evidências) - Estupro (rotina)

Fisiologia da placenta e líquido amniótico - Formaçao e malformações do sistema


genital

Gestação Múltipla – Gestação Prolongada - Gonocócicas

HELLP Síndrome - Hepatite B - Hepatite C - Herpes Genital – Hiperplasia Endometrial –


Hiperplasia Supra-Renal Congênita - Hiperprolactinêmica – Hipertensão crônica na
gravidez - Hipertensão Gestacional - Hipertensão na gravidez - HIV - HPV (geral) - HPV
(transmissão vertical)

IIC - Incontinência urinária – Indução do parto - Infertilidade - Inibição da contratilidade


uterina (evidências)...................................................................................... ...............

Linfogranuloma Venéreo

(Câncer de) Mama - Mechanismo do parto - Mioma uterino – Modificações gravídicas


gerais e locais - Mola completa e parcial - Molusco Contagioso

Neoplasia de ovário

Oligoidrâmnio

Partograma - Parto Prolongado - Placenta acreta - Placenta Prévia - Pediculose Pubiana


- Poliidramnio – Pólipo Endometrial - Pré-eclampsia - Prenatal - Problemas (infecções)
da ferida operatória – Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B (evidências)............

- Pseudo-Hermafroditismo Masculino - Puerpério (fisiologia e patologia)

Sarcoma Uterino - Sífilis - Sífilis congênita - Síndrome do Anitcorpo Fosfolípide (SAAF) -


Síndrome Hiperprolactinêmica - Síndrome De Ovários Policísticos (SOP) - Sofrimento
fetal aguda (SFA) - Síndrome da tensão pré-menstrual

TPM - TPP - Tricomoníase - Toxoplasmose Congênita

Uretrites Não-Gonocócicas

V
Violência sexual (rotina) - Vulvovaginite bacteriana - Vulvovaginites (com diagnóstico
rápido)

Abortamento
1. Definição

2. Epidemiologia

3. Etiologia

4. Classificação + formas clínicas

5. DD

6. Diagnóstico rápido

7. Ameaça de abortamento

8. Abortamento inevitável

8A. Abortamento incompleto

8B. Abortamento completo

8C. Aborto infectado

9. Aborto retido

10. Aborto habitual

11. Aborto provocado

1. Definição

A expulsão ou a extração do feto pesando menos de 500 grs. ou com idade gestacional
< 20-22 sem.

2. Epidemiologia

Incidência de abortamentos clínicos: 10-20% das gestações, subclínicos 8%


(possivelmente subestimado)/ perdas nas gestações pré-clinicas são mais
freqüentes- podem ocorrem em 20-60% das mulheres férteis.
80% ocorrem nas primeiras 12 sem

Freqüência aumenta com a idade materna

Ameaça de abortamento ocorre em cerca 20% de todas as gestações (50%


evoluem para interrupção),

Aborto infectado em 1-2% de todos os abortamentos.

3. Etiologia

- Cromossomopatias – 50-60% dos abortos precoces

- Trisomias autossômicas

- Translocações balanceadas

- Inversões cromossômicas balanceadas

- Monossomia X

- Triploides – associação com DTG

- Anomalias estruturais cromossômicas (não causa freqüente de aborto)

- Abortamentos euploídes

- Fatores poligênicos

- Fatores paternos

- fatores maternos:

- Infecções

a) Brucella abortus

b) Campylobacter fetus

c) Herpes simples

d) HIV

e) Sífilis (abortos tardes)

f) S. Haemolyticus grupo B

g) Mycoplasma hominis

h) Ureaplasma urealyticum

- Doenças crônicas debilitantes


- Hipotireoidismo

- DM não-controlado

- Fatores nutricionais

- Usa de drogas

- Fatores imunológicos

a) Abortamento aloimune – ausência dos anticorpos bloqueadores / grau excessivo de


compartilhamento HLA -> papel no aborto desconhecido

b) Abortamento auto-imune: Anticorpos Antifosfolípidios (anticoagulante lúpico,


anticardiolipina), 10% dos abortos recorrentes, risco de perda pós-detecção: 90%,
associado com DHEG, natimortos, CIUR

- Defeitos uterinos:

a) Útero septado

b) Útero bicorno

c) Anomalias devido ao DES

d) Leiomiomatose

e) Sinéquias intra-uterinas

f) Incompetência istmocervical

- Insuficiência lútea: secreção insuf de progesterona pelo corpo lúteo, diagnóstico:


dosagem de progesterona, dopplerfluxometria do corpo lúteo.

4. Classificação

Abortamento:

1. Espontâneo

1a < 12 sem: precoce

1b > 12 sem: tardio

2. provocado.

Formas clínicas

As principais formas clínicas são :

- Ameaça de Abortamento
- Abortamento Inevitável:

- Incompleto.

- Completo.

- Infectado.

- Aborto Retido.

- Aborto Habitual

5. Diagnóstico diferencial

- gravidez ectópica,

-neoplasia trofoblástica gestacional,

- sangramento disfuncional,

- leiomiomatose uterina,

- câncer de colo uterino e pólipos.

6. Diagnóstico rápido

Sangramento Dor cólica Colo e útero BC


F

Ameaça de Pequena pouco in- Impérvio, AFU +


aborta- intensidade, borra tensa corresponde
mento de café ou com IG
vermelho vivo

Aborto in- Abudante, moderada Entreaberto, -


completo intermitente, ou forte, AFU pouco
expulsão “pedaço persistente menor do
de carne” normal para IG

Aborto Cede ou dimunui cessam colo -


completo geral- entreaberto
mente logo após a
expulsão, a
seguir fechado

Aborto In- Discreta, de odor moderada colo pérvio, -


fectado* fétido, mesclada a ou intensa útero
fragmentos de ovo aumentado e
amolecido

Aborto Inexiste ou escassa ausentes Fechado, AFU -


Retido menor do que
normal para IG

* Aborto infectado: EG caído, febre, TV: vagina de temperatura aumentada, colo


coleções pélivcos (abcessos) nos casos advancados, Toque retal: paramétrios podem
ser empastados, dolorosos, Sinais de defesa abdominal

7. Ameaça de abortamento

Diagnóstico – Prognóstico - Conduta

Diagnóstico

Também veja: diagnóstico rápido)

- um sangramento vaginal de pequena intensidade, sangramento tipo “borra de café”


ou vermelho-vivo

- acompanhado ou não de cólicas (que são normalmente pouco intensa).

EE: sangue saindo pelo OCE

TV: colo impérvio, tamnaho de útero compatiível com a IG

Diagnóstico:

USG: presença do embrião com batimentos cardíacos positivos, saco gestacional


integra

USG Risco de perda fetal aumentado quando: 1. Saco gestacional próximo ao canal
cervical, 2. BCF < 120 bpm, 3. Medida saco gestacional e CCN < 1.5 DP ou diferença <
5mm (= 80% aborto), 4. Áreas de descolamento (hemorragia subcoriônica), 5.
Vescícula vitelina (normal menor que 5,6 cm)
Exames laboratoriais:

- Beta-HCG < 20 ng/ml. Valor preditivo postivo (de perda): 83%

- Progesterona: risco aumentado se < 10, e principalmente quando < 5 ng/ml (90%
perda fetal)

Obs: O abortamento é considerado evitável sempre que a vitalidade embrionária


estiver presente e o saco gestacional encontrar-se em topografia normal na cavidade
uterina (fúndica ou corporal), mesmo na presença de expressivo sangramento.

Prognóstico

Duração do sangramento:

> 3 dias: 24% de perdas,

< 3 dias : 7% de perdas

Sinais de mau prognóstico:

- inadequado crescimento do saco gestacional

- a inatividade relativa do embrião ou do feto.

Risco aumentado (RR 2.5) de hemorragia ápos 20 sem (Placenta prévia, DPPNI)

Risco aumentado de parto prematuro=

Conduta

Terapêutica Sintomática :

Na presença de dor : analgésicos e/ou antiespasmódicos.

Solicitar Hb + Ht S/N

Repouso relativo enquanto dores e/ou sangramento.

Restrição da atividade sexual enquanto dores e/ou sangramento.

Progesterona: use apenas nos casos suspeitos de insuficiência lútea: 100-300


mg/dia, supositórios vaginais ou orais.

Explicar quando a paciente tem < 10 semanas que deve voltar se tiver uma
hemorragia genital ou um aumento de hemorragia e pede retornar com 15 dias para
realizar uma USG.
8. Abortamento inevitável

Sangramento moderado ou de vulto com coágulos

Dores rítmicas, intermitentes, mais intensas

TV: OCI pérvio com presença de material ovular na cavidade uterina. Tamanho do útero
corresponde com a IG.

USG: saco gestacional no segmento inferior, ou até mesmo no canal vaginal, podendo
estar envolto por uma linha sonolucente semilunar, que representa o sangue entre o
tecido trofoblástico e o miométrio, chegando até mesmo ao achado de ecos internos
formado pelo acúmulo de sangue.

8 A. Abortamento incompleto

Diagnóstico – Conduta: IG< 16 sem – IG > 16 sem

Eliminação parcial do produto da concepção ou da placenta.

Diagnóstico

Sangramento abudante, intermitente, anamnese: expulsão de “massa” ou “pedaço de


carne”

Dores moderada ou forte, persistente

TV: colo entreaberto, útero menor do normal para IG (mas ainda maior do que não-
gestantes)

USG: conteúdo amorfo ou heterogêneo no interior da cavidade uterina acompanhado


ou não de líquido.

Conduta

- Internamento

- Solicitar CS, VDRL, Hb, Ht

IG< 16 sem – IG > 16 sem

Gestação < 16 semanas


- Dilatação do colo S/N e curetagem (OU aspiração OU pela técnica de Aspiração
Manual Intra-uterina (AMIU) se tiver IG < 12 sem).

Livro: não precisa iniciar ocitocina, se IG < 12 sem

Prática: sempre (???) iniciar Ocitocina 1 amp (????) + 500 ml SG 5%, EV, ??? gts/min

- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.

- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

Gestação > 16 semanas

- Dilatação < 4cm: Prostokos 200 mcg, 6/6 horas (OU 4/4 horas!)

- Dilatação ≥ 4 cm: iniciar Ocitocina pela regra de Sicco-Branco -> 16-22 sem: 16
ampolas

- Sedação S/N: Meperidina (Dolantyna): 50 mg IM

- Curetagem uterina após expusão do feto

- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.

- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

8 B. Abortamento completo

Diagnóstico - Conduta

eliminação completa do embrião ou do feto juntamente com a placenta.

-> mais comum < 10 sem

Diagnóstico

Sangramento cede ou dimunui após expulsão do ovo

Dor cólicas cessam geralmente após expulsão

TV: colo entreaberto logo após a expulsão, a seguir fechado

USG: a cavidade uterina apresenta-se com poucos grupos de centrais de pequenos


ecos ou reação decidual representada por uma linha central, não sendo possível a
identificação do produto da concepção ou de restos ovulares.
Conduta

Não há necessidade de terapêutica específica, uma vez que a ecografia transvaginal já


revelou útero vazio sem restos ovulares.

- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.

- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

Caso que tiver restos ovulares: curetagem

8 C. ABORTO INFECTADO

Diagnóstico - etiologia – conduta no IMIP - conduta alternativa com febre


localizado – conduta alternativa com febre complicado

Associa-se quase sempre a interrupção provocada da gestação, sendo menos comum


em relação ao aborto incompleto. 1-2% dos todos os abortos

Diagnóstico

Dependendo da severidade do processo infeccioso:

- eliminação vaginal de material fétido ou purulento

- febre

- comprometimento do estado geral e quadros abdominais variáveis (Peritonite,


Septicemia (–> em geral por E.Coli), Choque séptico).

- Sangramento discreta, de odor fétido, mesclada a fragmentos de ovo

- Dor moderada ou intensa

- Taquiesfigmia (???)

- TV: vagina de temperatura aumentada, colo pérvio, útero aumentado e amolecido,


coleções pélivcos (abcessos) nos casos advancados

- Toque retal: paramétrios podem ser empastados, dolorosos

- Sinais de defesa abdominal

USG: presença de ar no interior da cavidade uterina ou restos ovulares. Também


demonstrar a propagação extra-uterina: coleções abscedadas na pelve ou em
segmentos altos do abdome.

Outros exames: HMG, Ureía, Creat, Ionograma, SU, urocultura, cultura do canal
cervical, nos casos grave: raio-x de tórax e coagulograma.
Etiologia

- Etiologia polimicrobiana:

a) Escherichia coli – Gram negativos,

b) Streptococcus beta-haemolyticus grupoB,

c) Streptococcus anaeróbios,

d) Bacteriodes,

e) Clostridum perfingens

Conduta no imip

- Iniciar:

Cefalotina 1 g, EV, 6/6 horas, por 4 dias

Metronidazol 500mg, EV, 6/6 horas, por 4 dias

Manter antibiótica terapia por 4 dias e suspender se: 1) paciente afebril > 24 horas, 2)
melhora dos sinais e sintomas, 3) regressão dos parâmetros leucométricos.

- Prostokos 200 mcg, 4/4 horas no caso dum colo fechado

- Ocitócicos

- 2 unidades de CH caso Hb < 6g% (????)

- Curetagem (OU vácuo aspiração) logo quando tem colo aberto e eliminação do
conteúdo uterino (livro de 2005: não precisa aguardar qualquer período de tempo
depois da anitbioticaterapia)

- Heparina 5.000 UI, SC, 12/12 horas (OU Enoxaparina – heparina de baixo peso – 20
mg, SC, ao dia)

- Na presença de abcesso de fundo-de-saco de Douglas: colpotomia e drenagem


tubular

- Na presença de abscessos pélvicos e/ou abdominais: considerar laparotomia

- Nos casos graves de infecção por Clostridium (“gangrena uterina”): HTA

Conduta alternativa:
conduta alternativa com febre localizado – conduta alternativa com febre
complicado

Abortamento inevitável incompleto febril localizado

- Internamento

-Colher material vaginal para bacterioscopia e cultura.

- Iniciar:

Penicilina Cristalina : 4 milhões de Unidades EV a cada 6 hs.

Metronidazol : 500 mg EV a cada 8 hs.

- Administrar ocitócico.

- Esvaziamento uterino, preferência à aspiração mecânica

- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.

- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

Abortamento inevitável incompleto febril complicado

- Internamento

- Medidas gerais para a melhoria do quadro tóxico-infeccioso.

- Iniciar:

Penicilina Cristalina : 4 a 5 milhões de Unidades EV a cada 6 hs.

Gentamicina : 60 a 80 mg EV, lentamente, a cada 8 hs.

Metronidazol : 500 mg EV a cada 8 hs.

- Drenagem imediata coleções purulentas -> colpotomia ou laparotomia, junto com


o esvaziamento uterino.

- Histerectomia total: reservada aos casos em que existe comprometimento da


vitalidade do tecido uterino

- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.

- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

9. Aborto retido
Diagnóstico – conduta

Quando o embrião ou o feto (sem atividade cardíaca presente) está na cavidade


uterina > 4 sem.

Diagnóstico

- Regressão dos sinais e sintomas gravídicos, não crescendo ou mesmo diminuindo, o


aumento do abdômen

- Sangramento inexiste ou escassa

- Dores cólicas ausentes

- TV: colo fechado, tamanho do útero menor do que normal para IG

- USG: ausência de batimentos cardíacos

Primeiro trimestre: USG estabelece a idade gestacional,

Segundo e terceiro trimestre: descrição da posição fetal e da placenta, além da


mensuração dos segmentos fetais

Em fases mais avançadas -> USG: acavalgamento dos ossos da calota craniana (sinal
de Spalding- Horner), perda da flexão dos membros (sinal de Bone-salad) e hiperflexão
da coluna vertebral (sinal de Hartley).

Conduta

- Coagulogrma nas retenções prolongados

- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.

- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

IG < 8 sem

- Conduta expectante – pode aguardar a expulsão espontânea durante 3-4 semanas

- monitorização com USG

- AMIU (???) e/ou vácuo apiração

- Prostokos 200 mcg 4/4 h S/N -> a expulsão geralmente é completo; evitar curetagem

IG 8-16 sem
- Prostokos 200 mcg 4/4 h

- Curetagem:

IG < 12 sem -> após dilatação cervical

IG > 12 sem -> após expulsão fetal

OU dilatação e curetagem quando houver contra-indicação ou falha de misoprostol

- AMIU (???) ou vácuo aspiraçõ

IG ≥ 16 sem

- Prostokos 200 mcg 4/4 h

- Ocitocina pela regra de Sicca-Branco

- Curetagem após expulsão do concepto OU iniciar ocitocina após dilatação

- Vácuo aspiração

10. Aborto habitual

Definição – investigação - tratamento

Definição

≥ 3 abortos scessivas, podendo ser primário ou secundário (quando precedidas as


interrupções por gestação normal). Ocorre em cerca 0,5% de todas as gestações

Incompetência istmo-cervical: uma das principais causas.

A abertura precoce do OCI podem resultar em prolapso das membranas ovulares ou


sinal de dedo de luva , patognomônico desta patologia.

Conduta

investigação - tratamento

Investigação

- Abortamento habitual, o material, sem contaminação, precisa ser colocado em meio


de cultura e encaminhado para avaliação citogenética.
- Exame anátomo-patológico do feto para excluir: mola hidatiforme parcial.

- Tipo sanguíneo da paciente: administração da imunoglobulina anti Rh

- Casal -> submetido a um protocolo de investigação, no intervalo inter-gestacional

Procolo de investigação:

- Exame clínico e ginecológico

- Espermograma

- USG pélvico

- Histerosalpingografia

- Biópsia de endométrio (24-26 dia do ciclo)

- Dosagem seriada de progesterona

- TSH

- Prolactina

- Glicemia

- pesquisa de clamídia e microplasmo (imunofluorescência direta, cultura)

- Cariótipo

- Anticorpos antifolfolipídios

Tratamento

- Consultas pre-natias 15/15 dias

- cirurgia das malformações uterina

- tratamento dos distúrbios hormonais (diabetes, tireóide)

- Tratamento da insuficiência lútea: progesterona natural (supositórios de 25-50 mg),


Via Vaginal, 2-3 vezes ao dia, até IG de 14 sem.

- Tratamento do fator imunológico: transfusão de leucos paternos, apirina,


corticosteróides

- Tratamento cirurgica da incomptência istmocervical; veja incompentência


istmocervical
Aborto provocado

Em caso de estupro:

- menor de 14 anos: consementimento dela e do respresentante legal, por escrito

- Boletim de ocorrência

- Até 20 sem de IG

Em caso de risco da vida:

- Risco da vida diretamente dependente do curso da gravidez e o abortamento faz


cessar este perigo

- No mínimo 2 ostetras atestam que abortamento é a única maneira de salvar a vida


materna

Conduta:

Gestação < 12 sem:

- Postokos 200 mcg 4/4 h (OU misoprostol gel 100 mcg 4/4 h)

- Curetagem após dilatação OU dilatação e curetagem quando houver contra-indicação


ou falha de misoprostol

Gestação 12-16 sem:

- Postokos 200 mcg 4/4 h (OU misoprostol gel 100 mcg 4/4 h)

- curetagem com 14 mm de dilatação cervical (pode usar laminárias para dilatar)

- Ocitocina 4 amp + 500 ml SG 5% durante a curetagem

Gestação > 16 sem

- Postokos 200 mcg 4/4 h (OU misoprostol gel 100 mcg 4/4 h) durante 24 horas

- Infusão de ocitocina pela regra de Sicca-Branco

- curetagem após expulsão do concepto (OU nos casos especificos: microcesárea)

Acretismo placentário
Conteúdo versão 3.50*

Contuédo Alternativo

1. Geral

2. Obstetrícia

A. Geral

1. Exames Utilizados

2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto

4. Fluxogramas

B. Gravidez

1. Fisiologia da gravidez

2. Patiologia na gravidez

3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)

C. Parto Normal

1. Fisiologia

2. Patologia

3. Descrições e manuais dos procedimentos

D. Cesárea

1. Indicações

2. Descrição

3. Manual do procedimento

4. Complicações

E. Puerpério

3. Ginecologia

A. Geral

1. Exames Utilizados

2. Prescrições

3. Rotinas no IMIP

4. Fluxogramas
B. Fisiologia

C. Patologia

D. Descrições e manuais dos procedimentos

Pela ordem

12. Protolos /Rotina nos setores

Rotina no Ambulatório Ginecológico

Anamnese

Rotina no Ambulatório de Mastologia

Anamnese

BIRADS

Rotina no banco de leite humano

Desmame no 6º mês da vida

Leite artificial (criança não mama) e desmame

Relactação

Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite

Coletar leite /ordenhar

Conservar leite coletado (validade)

Consumir o leite humano

Rotina no 4o CAM

PE Grave

Rotina na Ginecologia (sexto andar)

Admissão duma paciente nova

Diabetes e cirurgia

Rotina no caso de mola / DTG

Pre-operatório

Preparo para tomografia – paciente alérgico

Profilaxia da endocardite e TVP/TEP

Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório)

Rotina de neonatologia no pré-parto


APGAR

VIG e QH

Formulas

Prescriçãoes

Rotina no Pré-Parto

Rotina no Puérperio

Rotina no SIGO

Rotina na triagem

Estupro (após) / violência sexual

10.Prescrições

2A. Indicação alfabética

T
V

Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica

Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)

Prescrição pós-parto normal

Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato)

Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)

Abortamento de repetição (e gravidez nova)

Abscesso Tubo-Ovariano

Abscesso de mama

Acne (e pílula anticoncepcional)

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional

Alergia ao remedio (reação alérgica)

Amniorexe

Anemia

Anemia falciforme

Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois

Anti-depressiva

Vacinação contra Têtano

Asma (crise)

Atrofia mucosa vagina

Bartholinite

Bacturia Assintomática

Candidíase Inguinal

Candíase Mamilar

Candidiase ungueal

Candidíase vaginal

Cefaleía pós-punção lombar

Celulite
Cisto ovariano simples

Climatério: queixas vasomotores

Coagulopatia

Coalescência de nimfas/lábios pequenos

Constipação

Corioamnionite

Corticoide (desmama)

Curetagem

Diabetes

Dilatar o colo (durante TP)

DIPA

Dismenorréia

Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)

Dor cólica (na Triagem)

Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)

Eclâmpsia

Edema aguda de pulmão

Endocardite (profilaxia)

Endometrite (pós-parto)

Endometriose

Erisipela

Escabiose

Pós-estupro (violência sexual)

Febre reumática + lesão de válvula

Fissura mamilar profunda

Fluxo reduzido

Gardnarella vaginalis

Gonerreia
Granuloma de cúpula vaginal

Gravidez (3 meses antes até IG 16-20 sem)

HELLP-síndrome

Herpes Genital

Herpes Zoster

Hiperêmesis gravídica

Hiperplasia simples do endométrio

Hipertensão pré-parto/ durante gravidez

Hipertensão pós-parto

HIV

Íleo paralítica (pós-cirúrgica)

Imaturidade pulmonar (IG > 24 e < 35 sem)

Inibir produção do leite

Indução do parto

Ingurgitamento (de mama)

Insuficiência Cardíaca Fetal

ITU

HPV

Mastalgia prë-menstrual (MPM)

Mastite

Menorragia / sangramento genital (não gravida)

Ociticina para induzir com aborto (incompleto, retido, infectado)

Ocitocina intra-parto

PE grave (pré-parto) e PE Leve (paciente em TP franco)

PE-grave (pós-Cesárea)

PE-grave (pós-parto normal)

PE Leve (sem TP franco)

Pielonefrite
Pirose

Pneumonia

Possibilidade de sensibilização de anticorpos anti-Rh (mãe Rh -, RN Rh+)

Preparo intestinal para USG

Prurido pós morfina

Puderdade precoce

Reposição hormonal

SAAF

Sindrôme de ovários policísticos

Toxoplasmose

TPM / Síndrome Pre-Menstrual

Trabalho de parto + historia de sepse numa gravidez anterior

TPP

Tricomoníase

Trombose (profilaxia e tratamento)

Vermes

2B. Medicamento - Alfabético

L
M

2C. Drogas na gravidez

Introdução geral

Categorias

Drogas sorteadas por tipo/indicação

Anticoagulantes

Anticonvulsivantes

Antihistamínicos

Antiinflamatórios Não-Hormonais

Antimicrobianos (Também Veja: Antivirais E Tuberculostáticos)

Antivirais

(Drogas) Cardiovasculares

Citostáticos

Drogas Lícitas E Ilícitas

Hormônios

(Drogas Para) Sistema Nervoso Central

Vacinas, Serums E Toxoides

Vitaminas

Outras Drogas E Substâncias

2d. Drogas na lactação

Recomendações sobre uso de fármacos durante a amamentação


Alfabético

4. Procedimentos: descrições e manuais

AMIU

Manual: Indicações, Contra-Indicações E Complicações

Atestado (Triagem)

Cerclagem

Cesárea

Descrição

Manual

Instrumentos (básico cesário)

Procedimento

Cone Clássico

Descrição

Manual

Curetagem (normal)

Descrição

Manual Curetagem (normal - não pós-parto imediato)

Manual Curetagem (normal – pós-parto imediato)

Curetagem Uterina Fracionada

Drenagem de abscesso de mama

Drenagem de abscesso de Glândula de Bartholini

Esterilizações Tubárias

Exerése de cisto clitoriano

Exerése de lesão condilomatosa em vulva, vagina e colo uterino

Fórceps

Descrição

Manual

Histerectomia total abdominal (HTA)

Descrição
Manual

Histerectomia Total Vaginal (c/ prolapso) + colpoperineoplastia (HTV+CPP)

Laparotomia exploratório (LE) (com anexectomia bilateral)

Mastectomia Radical Modificada (e Não-modficada)

Descrição

Manual

Miomectomia (e Taquelectomia)

Descrição miomectomia e taquelectomia

Manual Miomectomia

Miomectomia e taquelectomia

Nodulectomia (suspeito de fibroadenoma de mama)

Ooforectomia

Manual

Ooforoplastia

Manual

Ooforplastia para ovários multipolicísticos

Manual

Parto Normal

Descrição

“Manual”

Laparotomia exploratória para Prenhez Ectópica

Descrição Salpingectomia

Manual e indicações

11. Procedimentos: manuais e decrições (cont.)

Parto Normal

Cordão Circular

Escore de Bishop modificado

Mecônio

Postura vertical - vantagens


Procedimento (em holandês)

Rotura Uterina

Sexo pós o parto e embolia de ar

Parto Cesáreo

Cesárea - indicações

1. Epidemiologia

2. Condições fetais e indicação de cesariana

2a. Apresentação pélvica

2b. Gestação gemelar

2c. Prematuridade ou baixo peso

2d. Sofrimento fetal agudo

2e. Macrossomia

2f. Situação transversa

2g. Placenta prévia

2h. Descolamento prematuro de placenta com feto vivo

2i. Procidência de cordão

2j. Malformações congênitas

3. Condições maternas e indicação de cesariana

3a. Herpes genital ativo

3b. Infecção pelo HIV

3c. Cesarianas prévias

3d. Outras condições maternas

Amniotomia

5.Escala 2009

2.Exames complementares

Cardiotocografia

Cistometria de infusão

Cistos (na mama)


Climatério

Colposcopia

Espermograma

FSH (homens)

Ginecomastia

Hepatite B

Mestastases de câncer de mama (rastreamento)

Quimoterapia (antes da quimoterapia)

Pré-histeroscopia

Pré-op

Rotina de ambulatório de mastologia

Rotina de PE (Leve e Grave) e Eclampsia

Rotina de pré-natal

SU e urocultura

USG na gestação

USG ginecológica

Valores laboratoriais normal

VDRL

8. Fluxograma: queixa principal, diagnóstico diferencial e tratamento

Diabetes Mellitus

Hipertensão durante gravidez

Lesões de colo uterino

Perda de líquido durante a gravidez

Sangramento vaginal

Dor cólica em BV

2. Abreviações usadas no imip

B
C

5. Fisiologia e patologia (incl seminários)

D
E

Abortamento

1.Definição

2.Epidemiologia

3. Etiologia

4.Classificação

5. Diagnóstico diferencial

6.Diagnóstico rápido

7. Ameaça de abortamento

Diagnóstico

Prognóstico

Conduta

8. Abortamento inevitável

8 A. Abortamento incompleto

Diagnóstico

Conduta
8 B. Abortamento completo

Diagnóstico

Conduta

8 C. Aborto infectado

Diagnóstico

Etiologia

Conduta no imip

Conduta alternativa:

9. Aborto retido

Diagnóstico

Conduta

10. Aborto habitual

Definição

Conduta

Aborto provocado

Acretismo placentário

1.Geral

2.Classificação

Placenta acreta

Placenta increta

Placenta percreta

3.Etiologia

4.Tratamento

Amenorréia

Conceito

Classificação

Anamnese

Na amenorréia primária, valorizar

Na amenorréia secundária, valorizar


Exame físico

Geral

Na amenorréia primária

Na amenorréia secundária

Exames complementares

Diagnóstico

Síndrome hiperprolactinêmica

Etiologia

Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica

Insuficiência ovariana prematura

Diagnóstico

Outros distúrbios

Etiologia

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

Epidemiologia

Fisiopatologia da SOP

Diagnóstico da SOP

Tratamento da SOP

Amniorrexe prematura

1. Conceito

2. Epidemiologia

3. Fatores de risco

3.1. Não evitáveis

3.2. Evitáveis

4. Estrutura das membranas ovulares e características de líquido amniótico

5. Etiopatogenia

6. Quadro Clínico

7. Diagnóstico

7.1. Diagnóstico clínico


7.2. Diagnóstico subsidiário

8. Diagnóstico diferencial

9. Conduta

9.1. Descartar a iminência de parto

9.2. Avaliar condições de vitalidade fetal

9.3. Descartar infecção intra-útero

9.4. Conduta obstétrica

9.4.1. Gestação < 24 semanas

9.4.2. Gestação > 24 e < 35 semanas

9.4.3. Gestação > ou = 35 semanas

10. Evidências Corticoterapia, ATB-Terapia, Amnioinfusão, Tocólise e Profilaxia para


Estreptococcus Grupo B

10.1. Evidências Corticoterapia

10.2. Antibioticaterapia

10.3. Amnioinfusão na rotura prematura das membranas antes do termo

10.4. Inibição da contratilidade uterina

10.5. Profilaxia para Estreptococcus do Grupo B

11. Prognóstico

12. Complicações

12.1. Infecção intra-amniótica

12.2. Prematuridade

12.3. Sofrimento fetal

12.4. Hipoplasia pulmonar

12.5. Outras complicações

Câncer de mama

1. Epidemiologia

1.1.Geral

1.2.Fatores de risco

1.3. Freqüência por quadrantes


1.4. Frequência de acometimento linfonodal por tamanho tumoral

2. Etiopatologia

2.1. Geral

2.2. Carcinogenêse

3. Evolução da doença

3.1. Crescimento tumoral

3.2. Angiogênese

3.3. Disseminação

3.4. Via linfática

3.5. Metástase à distância

4. Diagnóstico - Triagem para pacientes assintomáticas

5. Diagnóstico – Anamnese

6. Diagnóstico - Quadro clínico

7. Diagnóstico - Achados laboratoriais

8. Diagnóstico por imagem

8.1. BIRADS

8.2. Tumor primário

8.3. Doença metastática

8.4. Mamografia

8.5. USG mamária

9. Diagnóstico histo-patológico

10. Estadiamento

10.1. Tumor

10.2. Linfonodos

10.3. Metástase à distância

10.4. Grupamento por estádios

11. Prognóstico

12. Quadro clínico pós-operatório (mastectomia radical modificada)

Carcinoma de colo uterino


Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Prognóstico

Patologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Geral

Conduta diagnóstico

Estadiamento FIGO

TNM

Tratamento

Estádio o (adenocarcinoma in situ!)

Estádio Ia (microcarcinoma)

Estádio Ia1 (< ou = 3 mm)

Estádio Ia2 (> 3 mm até = ou < 5mm)

Estádio Ib1

Estádio Ib2

Estádio IIa

Estádios IIb, III e IVa

Estádio IVb

Recorrência

Seguimento

Conduta no câncer de colo durante gestação

Geral

Ca in situ e Ia:

Ib

II,III e IV

Cefaleía após raqui


Quadro clínico

Conduta

Complicações pós – operatório geral e ginecológico

1.O período pós-operatório intermediário

Conceito

Cuidado da ferida

2.Complicações pos-operatórios

Hipertermia precoce

Hipertermia após 48 horas

Hipertermia após o 3º dia

Complicações pulmonares

Pacientes de alto risco

Atelectasias

Pneumonia

Complicações vasculares

Tromboflebite superficial

Trombose venosa profunda

Embolia pulmonar

Complicações urinárias

Oligúria

Retenção urinária

Choque

Geral

Quadro clínico

Manuseio

Descolamento da placenta normalmente inserida

1. Conceito

2.Terminologias paralelas

3.Freqüência
4.Etiologia

5.Fisiopatologia

A. Alterações locais (uterinas e placentárias)

B. Alterações sistêmicas (coagulopatia e insuficiência renal e/ou hipofisária)

6.Formas clínicas

a.Hemorragia oculta

B. Hemorragia externa

C. Hemoâmnio

D. Apoplexia útero-placentária

E. Prolapso da placenta

F. Descolamento placentário crônico

G. Outra classificação

7.Diagnóstico clínico

8.Diagnóstico laboratorial

9.Tratamento

Diabetes na gestação

Definição

Classificação de Priscilla White (1941)

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Fisiopatologia Diabetes Gestacional

Prognóstico/repercussões

Diagnóstico

IMIP

Alternativos

Diagnóstico e conduta simplificados

Exames complementares após diagnostico de Diabetes

Avaliação fetal
IMIP

Alternativas

Tratamento da gestante diabética

Objetivo

Corticoides (Betametasona)

Diabético em uso de hipoglicemiantes

Dieta

Insulina durante gestação

Exercício físico

O parto

Via do parto

Inibição de TPP

Prescrição (eIndução)

Puerpério

IMIP

Alternativas

Após alta

IMIP (????):

IMIP (livro):

Caso especial: Hipoglicemia

Caso especial: cetoacidose diabética na gestação

Definição

Epidemiologia

Prognóstico/complicações

Etiopatologia

Tratamento

Eclampsia

Dismenorréia
Conceito e incidência

Classificação

Dismenorreía primária

Conceito e Epidemiologia

Etiopatogenia

Diagnóstico

Tratamento

Dismenorréia secundária

Geral

Causas de dismenorréia secundária

Disturbios emocionais pós-parto

Pós-Parto Blues

Depressão pós-parto (????)

Psicose pos-parto (????)

Doenças trofoblásticas gestacionais (DTG)

1.Conceito e nomenclatura

Geral

Classificação

2.Epidemiologia

Incidência

Fatores de risco

3.Etiopatogenia

Geral

Origem parental da mola hidatiforme completa

Origem parental da mola hidatiforme parcial

4.Anatomia patológica

Macroscopia

Microscopia

5.Aspectos clínicos
Quadro clínico clássico

Quadro clínico da mola parcial (MHP)

Quadro clínico da mola invasora e do coriocarcinoma

6.Diagnóstico laboratorial

7.Diagnóstico da mola completa

8.Diagnóstico da mola hidatiforme parcial

9.Diagnóstico dos tumores trofoblásticos gestacionais

10. Estadiamento FIGO

11. Diagnóstico diferencial

12. Conduta

13. Prognóstico

Gestação prolongada

Conceito

Epidemiologia

Conduta

IG entre 40-41 semanas

IG entre 41-42 semanas

IG > 42 semanas

Hepatite B

Etiologia

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Diagnóstico e Tratamento

Marcadores

Rastreamento

CDC interpretação dos resultados

IMIP interpretação dos resultados e conduta

Hiperplasia endometrial
Conceito

Fatores de risco

Histeroscopia

Risco para desenvolver CA de endométrio

Tratamento

Hiperplasia Supra-Renal Congênita

Geral

Formas

Clássica não-perdedora de sal

Clássica perdedora de sal

Não-clássica

Hipertensão na gestação

A.Geral

1. Introdução

2. Classificação da hipertensão arterial na gestação

3. Conceitos

4. Critérios para verificação da pressao arterial na gravidez

5. Diagnóstico diferencial entre PE/HAS Gestacional e HASC

6. Complicações da hipertensão arterial na gravidez

B. Hipertensão arterial crônica

6. Tratamento: MgSO4

A. Vantagens

B. Apresentações differentes no mercado

C. Esquema de Zuspan

D. Esquema de Pritchard

E. Mecanismo de ação

F. Cuidados gerais com MgSO4

G. Níveis séricos de Magnésio Sulfato

H. Manifestações de toxicidade
I. Monitorização

J. Oligúria

Emergência hipertensiva

D. Iminência de eclâmpsia

E. Eclâmpsia

1. Conceito

2. Classificação prognóstica

A. Não complicada

B. Complicada

3. Conduta: cuidados gerais

4. Terapia anticonvulsiva

5. Tratamento do edema cerebral

F. Síndrome HELLP

1. Geral

2. Diagnóstico

A. Quadro inicial

B. Quadro avançado

3. Diagnóstico diferencial

4. Diagnóstico laboratorial

5. Conduta na síndrome HELLP

A. Geral

B. Avaliação materno-fetal

C. Correção da coagulopatia

D. Tratamento da CIVD

E. Terapia anticonvulsivante

F. Terapia anti-hipertensiva

G. Interrupção da gestação

6. Hematoma hepático

Conduta
G. Hipertensão crônica com Pré-Eclâmpsia sobreposta / HAS Agravada

H. Hipertensão gestacional

1. Conceito

2. Tratamento durante pré-natal

A. Geral

B. Propedêutica laboratorial

C. Propedêutica fetal

3. Tratamento gestação a termo

HIV

Durante gravidez

Pré-natal

Prescrição

HIV e parto

Conduta

Prescricção ápos o parto

HPV (transmissão vertical)

Epidemiologia

Bibliografia

Indução do parto

Indicações

Contra-indicações absolutas

Contra-indicações relativas

Complicações maternas

Complicações feto-anexiais

Requisitos

Métodos de preparo cervical

A. Métodos mecânicos

Sonda de Foley com balão

Laminária
Deslocamento das membranas (manobra de Hamilton ou de Coopermann)

Amniotomia

Estímulos naturais

B. Métodos farmacológicos

Misoprostol

Dimeprostone

Hialuronidade

Ocitocina

Situações especiais

Cesárea anterior

Prematuridade

Polidrâmnio

Cesárea eletiva

Quando há inexistência de indicações de cesárea

Incontinência urinária

Definição

Classificação

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

Fisiologia

Etiologia (causas)

Diagnóstico

Tratamento

Manejo conservador

Manejo cirúrgico

Infertilidade

Mioma uterino

Definição
Classificação pela localização

Epidemiologia

Etiopatogenia

Patologia

Prognóstico

Manifestações clínicas

Sangramento anormal

Dor pélvica

Infertilidade

Sintomas compressão

Manifestações clínicas gerais

Diagnóstico diferencial

Diagnóstico

Tratamento

Assintomáticas

Sintomáticas

Tratamento cirúrgico

Medicamentoso

Embolização das artérias uterinas (EAU)

Mioma uterino e gravidez

Leiomioma uterino e emergências

Sangramento

Dor aguda e intensa (abdome agudo)

Modificações gravídicas gerais e locais do organismo materno

A.Modificações gravídicas sistêmicas

1. Postura e deambulação

2.Sistema circulatório

Adaptações circulatórios

Adaptações circulatórias uteroplacentárias


Resultado das modificações

3. Compartimento sangüíneo

4.Pele

5.Metabolismo

Fase anabólica

Fase catabólica

Ganho de peso materno

Outros aspectos

6.Sistema urinário

7.Sistema digestivo

8.Sistema respiratório

B. Modificações gravídicas locais

1.Útero

Consistência

Volume

Peso

Coloração

Forma

Posição

2. Colo uterino

3.Ovários e trompas

4. Vagina

5. Vulva

6. Mamas

Neoplasias Ovarianas

1. Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

2. Fisiopatologia
3. Disseminação do carcinoma ovariano

4. Quadro clínico

5. Diagnóstico

6. Exames complementares

7. Fluxograma

8. Classificação

Tumores benignos

Tumores malignos*

9. Estadiamento do carcinoma de ovário (FIGO e American Joint Committee On Cancer


AJCC)

10. Rotina cirúrgica para estadiamento do carcinoma do ovário

11. Terapia das neoplasia ovarianas epiteliais

Geral

Resistência à quimioterapia

Terapia hormonal

Cirurgia de second look

Cirurgia de citorreduçao secundária

Laporoscópia

12. Neoplasias ovarianas não-epiteliais (terapia)

Neoplasias derivadas de células germinativos

Neoplasias derivadas do estroma gonadal especializado

Neoplasias derivadas do mesênquima não-específico

13. Seguimento

14. Prognóstico

15. Prevenção

16. Screening /rastreamento

17. Developmentos recentes

18. Evidências

Parto prolongado

Introdução
Conceito

Fisiológico

Parto prolongado

Riscos de um parto prolongado

A dilatação cervical demora

A expulsão demora (= a segunda fase)

Etiologia de um parto prolongado

Dilatação cervical prolongada

Período expulsivo prolongado

Fatores que causam que o feto não pode passar pela pélvis

Posição fetal anormal

A. Posição anormal da cabeça

B. Apresentação pélvica

C. O feto tem uma posição transversal

Bibliografia

Poliidramnio

1. Definição

2. Incidência

3. Formas clínicas

3.1 – Aguda

3.2 – Crônica

4. Classificação

5. Etiologia

6. Manifestações clínicas

6.1 Poliidramnia leve

6.2 Poliidramnia moderada ou severa

7. Diagnóstico

7.1. Valores do ILA e a idade gestacional

7.2. Diagnóstico clínico de suspeita


7.3. Diagnóstico de certeza

8. Conduta

8.1. Geral

8.2 Terapêutica específica

9. Via de parto

10. Prognóstico

Problemas (infecções) da ferida operatória

Epidemiologia de infecçcões da FO

Etiologia

Fatores locais

Fatores gerais

Tipos de fios cirúrgicos

1 - Fios absorvíveis

2 - Fios não absorvíveis

Diagnóstico

Geral

Clinico de processo de cicatrização da FO (normal e anormal)

Tratamento

Finalidade de tratamento

As qualidades importantes de um produto eficaz para o tratamento de feridas

Escolha de curativo

Curativos

1. Soro fisiológico (ou srl ou água destilada)

2. Hidrogel com alginato de sódio [DUOREM GEL, HYDROSOR, INTRASITE GEL, NU-GEL]

3. Carvão ativado com prata [ACTISORB PLUS]

4. Sulfadiazina de prata 1% [KINDER, DERMAZINE, PRATAZINE]

5. Filme transparante [BIOCLUSIVE, HIDROFILM, SUPRASORB, TEGADERM]

6. Cobertura de ferimento estéril não-adherente [ADAPTIC, LOMATUELL]


7. Trigilicéridos de cadeia media (TCM) / ácidos graxos essenciais (AGE) [DERMOSAN,
TRIGLICERIL CM –AGE, SOMMACARE, DERSANI, AGE DERM]

8. Alginato de cálcio e sódio [ACQUACELL, ALGODERM, KLATOSTAT, SORBALGON,


SORBALGON T, SORBSAN, RESTORE CALCICARE, TEGAGEN]

9. Hidrocolóide [COMFEEL, DUODERM, HYDROCOLL, REPLICARE, RESTORE, TEGASORB]

10. Hidropolímero [ALLEVYN, ALLEVYN CAVITY, ELASTO GEL, LYOTOAM, POLYMEM,


POLYWIC, TIELLE, TIELLE PLUS]

Sífilis

Etiologia

Epidemiologia

Classificação

Sífilis primária

Sífilis secundária

Sífilis latente

Sífilis terciária

Sífilis na gestação

Diagnóstico

Sorologia

Rastreamento com vdrl (veneral disease research laboratory)*

Exames após a confirmação do sífilis

IMIP: indicações punção lombar

Tratamento

Todos os tipos de sífilis com excepção de neurosífilis

Pacientes alérgicas a penicilina**

Neurossífilis

Seguimento

Controle de cura

Caso especial: Sífilis Congênita

Quadro clínico

Diagnóstico
Tratamento e exame complementares

Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF)

1. Conceito

2. Classificação

3. Epidemiologia

4. Etiopatologia

4. Quadro clínico

Geral

Trombose Arterial

Manifestações Neurológicas

Manifestações Dermatológicas

Manifestações Cardíacas

Manifestações Hematológicas

Manifestações Renais

SAAF Catastrófica

5. Exames subsidiários

6. Critérios Diagnósticos

6.1. Clínicos

6.2. Laboratoriais

7. Tratamento

7.1. Geral

7.2. Tratamento de perda fetal recorrente

8. Bibliografia

Síndrome de Meckel-Gruber

Sofrimento fetal aguda

Conceito

Etiologia

As causas de primeiro grupo (problema do corpo de mãe e/ou placenta)

Problemas de segundo grupo (problemas fetais)


Sindrome da tensão pré-menstrual

Conceito

Incidência

Etiopatogenia

Quadro clínico

Sintomas somáticos

Sintomas psicológicos

Diagnóstico

Diagnóstico diferencial

Tratamento

Medidas gerais

Tratamento farmacêutica

Trabalho de parto prematuro (TPP)

Fatores preditivos do parto prematuro dentro de 1-7 dias

Anamnese

Exame físico

Exames complementares

Efeitos colaterais da nifedipina

Formas clínicas

Diagnóstico rápido

Ameaça de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta

Início de trabalho de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta

Franco trabalho de parto prematuro

Quadro clínico

Conduta
1. Anamnese e exame físico

Anamnese

A. Anamnese em geral

1. Queixa Principal

2. História médica pregressa

3. História familiar

4. História pessoal e social

5. Revisão de sistemas

Geral

Endócrino

Hematopoiético

Cabeça

Olhos

Orelhas

Nariz e seios da face

Boca/ garganta

Pescoço

Respiratório

Cardíaco

Vascular

Gastrointestinal

Gênito-urinário

Músculo-esquelético

Reumático

Neurológico

Pele

Psiquiátrico

6. Casos especiais

Caracterização da dor
Vômito, diarréia e expectoração

Febre

Edema

Alergia

Desânimo, falta de ar, nervosismo

Desmaio

B. Anamnese ginecológica

1. Anamnese ginecológico em geral

a. História menstrual

b. História obstétrica

c. História ginecológica

d. História sexual

e. História familiar

f. História passada de:

2. Anamnese ginecológico: casos especiais

a. Sangramento ANORMAL

b. Dor

c. Descarga ou corrimento vaginal

d. Sintomas pré-menstruais

e. Queixas/sintomas da menopausa

f. Infertilidade/subfertilidade

g. Sintomas urinários: disúria, queimação (ardor as micções), freqüência, urgência

h. Massas genitais ou pélvicas

3. Rastreamento de violência contra mulher (Abuse Assesment Screen)

Exame físico

A.Exame físico em geral

Elementos do exame físico

Geral - procedimento
Estado geral

Estado de hidratação

Mucosas

sinais vitais

Medidas antropométricas

Biotipo

Geral – descrição

Estado geral

Estado de hidratação

Mucosas

Sinais vitais

medidas antropométricas

Biotipo

Cabeça

Procedimento

Descrição

Pescoço

Procedimento

Descrição

Aparelho respiratório e tórax geral

Procedimento

Descrição

Coração

Procedimento

Descrição

Vascular

Procedimento

Descrição
Mamas

Abdome

Procedimento

Descrição

Músculo-esquelético

Procedimento

Descrição

Pele e ?? Fâneros

Procedimento

Descrição

Linfonodos

Procedimento

Descrição

Neurológico

Procedimento

Descrição

Genital

Procedimento

Descrição

Retal

Procedimento

Descrição

B.Exame ginecológico

Mamas

1. Mamas - procedimento

Inspeção estática

Inspecione ambas aréolas e mamilos e compare-os

Inspeção dinâmica

Palpação com a paciente sentada


Palpação com a paciente deitada

2. Mamas - descrição

Inspeção estática

Inspeção dos mamilos

Inspeção dinâmica

Palpação (paciente sentada)

Palpação (paciente deitada)

3. Exame pélvico: genitália externa

Procedimento

Descrição

4. Exame especular

Procedimento

Descrição

Toque bimanual

Procedimento

Descrição

Exame retovaginal

Procedimento

Descrição

Colposcopia

9. Fone

Setores

Pessoas

13.Fisiologia e doenças (cont.)

Anemia falciforme e gestação

Epidemiologia

Genética

Fisiopatologia

Formas clínicas
Quadro clínico

Diagnóstico

Fatores predisponentes a falcização

Gravidez

Placenta

Riscos

Tratamento geral

Tratamento durante gravidez

Crise dolorosas

Piora da anemia

Anomalias da placenta e cordão umbilical

A. Geral

B.Anomalias da placenta

Sistematização do exame USG da placenta

Graus da placenta (classificação de Grannum)

USG

Valor preditivo de complicações

Infartos placentários

Lagos venosos

Doença Trofoblástica Gestacional

Neoplasias primárias da placenta

Coriangioma

Teratoma

Placenta accreta

Geral

Categorias

Placenta prévia

Outras anormalidades da placenta

Inserção velamentosa do cordão


Placenta membranácea

Lobo succenturiado

Hematoma retroplacentário

DPPNI

C. Anomalias do cordão umbilical

Introdução

Cordão curto

Cordão longo

Circulares de cordão

Artéria Umbilical única

Hematoma de cordão

Formações císticas

Neoplasias

Anticoncepção hormonal oral e injetável

A.Anticoncepcionais orais combinados

Geral

Tipo e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Contra-indicações

Uso sob supervisão cuidadosa

Riscos

Benefícios

B.Anticoncepcionais orais de progestágenos

B1. Progestágeno isolado

Geral
Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos

Benefícios

B2. Desogestrel 0,075mg (28cp)

C.Anticoncepção oral de emergência

Geral

Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Efeitos secundários

D.Anticoncepcional injetável mensal

Geral

Tipos e composição

Mecanismo de ação

Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos e benefícios

E.Anticoncepcional injetável trimestral

Geral

Mecanismo de ação
Eficácia

Modo de uso

Desempenho clínico

Efeitos secundários

Riscos

Benefícios

Assistência ao trabalho de parto

Geral

Conceito

Objetivos

Grau de recomendação

Diagnóstico do TP

Anamnese e exame obstétrico

Fases clínicas do TP

Assistência ao 1° período

Local

Dieta

Enema e tricotomia

Estimular a deambulação

Partograma

Monitorar bem-estar fetal

Alívio da dor (não-farmacológicos)

Alívio da dor (farmacológico)

Amniotomia

Ocitocina

Suporte contínuo

Assistência ao segundo período

Conceito
Duração do período expulsivo

Complicações período expulsivo

Monitorização da vitalidade fetal

Posicionamento da parturiente

Puxos

Episiotomia (conceito clássico)

Episiotomia (conceito atual)

Episiotomia seletiva

Redução do trauma perineal

Fórceps x vácuo extrator

Manual rotation

Vácuo extrator

Acolhimento do Récem-Nascido

Ligadura do cordão umbilical

Assistência ao terceiro período

Geral

Do nascimento ao delivramento

Manejo ativo da dequitação

Assistência ao quarto período

Geral

Atonia uterina

Revisão da cavidade uterina

Revisão do trajeto

ATB profilaxia e pós-parto

Profilaxia de acidentes tromboembólicos

Antibioticoprofilaxia

Puerpério

Avaliação da vitalidade fetal intraparto: baseada em evidências


1. Objetivo

2. Introdução

3. História

4. Níveis de evidência

5. Grau de recomendação

6. Conceito sofrimento fetal

7. Auculta fetal intermittente

8. Propedêutica do líquido amniótico

8.1. Aminioscopia

8.2. Aminiotomia

9. Cardiotocografia

9.1. Vantagens e desvantagens

9.2. Condições maternas

9.3. Condições relacionadas a gravidez

9.4. Variações da FCF na ausculta

9.5. Evidências

10. Teste de estimulação sonora

10.1. Geral

10.2. Buzina da marca Kobo

10.3. Evidências

11. Microanálise do sangue fetal

12. Oximetria fetal de pulso

12.1. Geral

12.2. Evidências

13. Espectroscopia de luz próxima ao infra-vermelho

14. Eletrocardiografia fetal

14.1. Geral

14.2. Evidências

Câncer do Corpo Uterino


A1. Introdução

A2. Epidemiologia

A3. Patogênese

a) Câncer de endométrio estrogênio dependente

b) Câncer de endométrio não-estrogênio dependente

A4. Fatores de Risco

a5. Fatores de Proteção

A6. Histologia

A7. Clínica

a8. Diagnóstico

a) Anamnese

b) Exame Físico

c) Citologia Oncótica

d) Biópsia por aspiração endometrial

e) Curetagem Uterina

f) Utra-sonografia Transvaginal

g) Histeroscopia

A9. Formas de Disseminação

A10. Rastreio de Câncer de Endométrio

A11. Estadiamento Clínico

A12. Estadiamento Cirúrgico

A13. Tratamento

a) Geral

b) Ia, Ib, G1 e G2

c) Ic e G3

d) IIa

e) IIb

f) IIIa

g) IIIb
h) IVa e IVb

g) Metástases

h) Recidiva

A14. Seguimento

B. Sarcomas Uterinos

B1. Introdução

B2. Diagnóstico

B3. Classificação

B4. Estadiamento

B5. Tipos histológicos

a) Leiomiossarcoma

b) Tumor Mülleriano Misto Maligno

c) Sarcoma de Estroma Endometrial

B6. Tratamento

Câncer de vulva

Estadiamento

Ciclo menstrual

Historia

Duração

Nomenclatura

Fases

Geral (com imagem)

O Hipófise(GnRH) e o Ciclo Menstrual

Fase folicular

Fase lútea

Transição lúteo- folicular

Ciclo Ovariano

Desenvolvimento e forma dos oócitos

Fase Folicular
Teoria das 2 células x 2 gonadotrofinas

Fase Lútea

Alterações endometriais

Fase proliferativa

Fase secretória

Menstruação

Alterações da cérvix uterina

Alterações mamárias

Referências bibliográficas

Crescimento Intra-Uterino Restrito (CIUR)

1. Conceito

2. Crescimento Fetal

3. Classificação

Tipo I

Tipo II

Tipo III

4. Etiologia

Tipo I

Tipo II

Tipo III

5. Fisiologia

6. Diagnóstico

Risco para CIUR

Suspeita de CIUR

Provável CIUR

7. Acompanhamento

8. Centralização Fetal

9. Diástole Zero

10. Diástole Reversa


11. Via de parto

Doença inflamatório pélvica aguda (DIPA)

Introdução

Definição

Epidemiologia

Geral

Alta morbidade

Fatores de risco

DIPA e anticoncepção

Fatores de proteção

Etiologia

Natureza polimicrobiana

Aeróbios e anaeróbios

Causas raras

Fisiopatologia

Geral

Salpingite

Abscesso tubo-ovariano

Geral

Classificação de Monif (1990)

Quadro clínico

Amamnese

Exame físico

Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis

Diagnóstico

Objetivo

Clínico

Critérios diagnósticos

Considerações do CDC 2006


Exames complementares

Exames laboratoriais

Exames radiológicos

Videolaparoscopia

Diagnóstico Diferencial

Tratamento

Objetivo

Critérios para tratamento hospitalar

Medidas gerais

Tratamento ambulatorial (CDc 2006)

Regime A

Regime B

Tratamento hospitalar (CDC 2006)

Regime A

Regime B

Regime alternativo

Tratamento ciríurgico

Indicações

Tratamento do parceiro sexual

Complicações da doença

Seqüelas precoces

Seqüelas tardias

Prevenção

Diabetes e cirurgia

Objetivos

Fisiopatologia

Importância do controle glicêmico

Pré-operatório

Pós-operatório
Manuseio pré-operatório

Admissão

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral

DM 2 em uso de insulina

DM 1

Manuseio perioperatório

Diabetes Mellitus tipo 2

Diabetes Mellitus tipo 1

Manuseio pós-operatório

DM 2 em uso de hipoglicemiante oral

DM 2 em uso de insulina

DM 1

Diagnóstico de gravidez

1) Diagnóstico clínico

A) Sinais de presunção

B) Sinais de probabilidade

C) Sinais de certeza

2) Diagnóstico laboratorial

* BETA- HCG

3) diagnóstico ultrassonográfico

Idade gestacional

Cálculo da idade gestacional

Data provável do parto

Doença hemolítica perinatal (DHPN)

Conceito

Histórico

O sistema Rh

O sistema ABO

Aloimunização materna
Passagem trans-placentária de sangue fetal

Exames

Resposta imunológica

Primária

Secundária

Quadro clinico e fisiopatologia

Geral

Hemólise

Hidropisia fetal

Propedêutica materna

Não invasiva

Invasiva

Tratamento

Profilaxia

Infecções Sexualmente Transmissíveis

1. Epidemiologia

2. Complicações de DSTs:

3. Histórico

4. Úlceras Genitais (Geral)

4.1. Cancro Mole

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Fatores de risco

e) Quadro Clínico

f) Diagnóstico Diferencial

g) Laboratorial

h) Tratamento

i) Prognóstico
4.2. Herpes Genital

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Modo de Transmissão

e) Quadro Clínico

f) Fatores Desencadantes

g) Gestação

h) Diagnóstico

i) Tratamento

4.3. Linfogranuloma Venéreo

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

4.4. Donovanose

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Diagnóstico Diferencial

g) Tratamento

5. Cervicites

a) Geral

b) Agente Etiológica
c) Fatores de risco

d) Quadro Clínico

e) Gestação

f) Diagnóstico

g) Tratamento

6. Uretrites (geral)

6.1. Gonocócicas

a) Geral

b) Agente Etiológica

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

6.2. Uretrites Não-Gonocócicas

a) Agente Etiológica

b) Perídoo de incubação

c) Quadro Clínico

d) Complicações

e) Diagnóstico

7. HPV

a) Geral

b) Período de incubação

c) Tipos de HPV

d) Formas Clínicas

e) Diagnóstico

f) Diagnóstico Diferencial

g) Tratamento infecção clínica

h) Gestação

i) Infecção Subclínica pelo HPV


j) Rastreio de CA de colo

8. Hepatites Virais (geral)

8.1. Hepatite B

a) Geral

b) Período de incubação

c) Quadro Clínico

d) Diagnóstico

e) Gestação

f) Tratamento

g) Prevenção

8.2. Hepatite C

a) Geral

b) Tempo de incubação

c) População de risco

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Prevenção

9. Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (Geral)

9.1 Molusco Contagioso

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

9.2. Pediculose Pubiana

a) Agente Etiológica

b) Transmissão
c) Período de incubação

d) Quadro Clínico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

9.3. Escabiose

a) Agente Etiológica

b) Transmissão

c) Quadro Clínico

d) Patognomônico

e) Diagnóstico

f) Tratamento

10.0 Referências Bibliográficas

Endometriose

Conceito

Historia

Epidemiologia

Etiologia

Geral

Teoria de Implantação e Metastática (Teoria de Sampsom)

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo das Metástases Linfáticas e Venosas)

Teoria de Implantação e Metastática (Mecanismo de Implantação Operatória)

Metaplasia celômica

Transformação de Restos Embrionários

Etiopatogenia

Fatores genéticos

Fatores hormonais

Fatores ambientais

Fatores imunológicos
Fatores Inflamatórios

Fatores locais

Fatores comportamentais

Fatores psicossociais

Prevenção

Classificação

Acosta (1973)

American Fertility Society Reviewed (1985)

Diagnóstico Geral

Quadro clínico

1.Geral

2.Dor

3. Infertilidade

4. Outros sintomas (TGI, TU e pulmões)

Exame Ginecológico

Métodos Laboratoriais (CA 125)

Métodos de Imagem (USG e RNM)

USG Transvaginal

RNM

Laparoscopia (diagnose)

Lesões

Endometriose profunda/infiltrativa (Addicionado pelo Arthur)

Conceito

Tipos

Diagnóstico

Endometriose ovariana (endometrioma)

Conceito

Tipos de endometrioma

Nódulos de endometriose (adenomiose externa)


Endometriose extragenital

Geral

Trato digestivo

Trato urinário

Endometriose na adolescência

Geral

Sintomatologia

Diagnóstico – clínico

Diagnóstico – Complementar

Indicações de laparoscopia em relação à dor

Diagnóstico de possibilidade (80% confirma).

Diagnóstico de probabilidade (90% confirma)

Diagnóstico de alta probabilidade (99% confirma.)

Indicações de laparoscopia em relação à infertilidade

Endometriose no climatério

Geral

Diagnóstico

Tratamento (geral)

Introdução

Opções

Escolha do tratamento

Objetivos do tratamento

Tratamento clínico

Geral

Objetivos

Progestogênios

Anticoncepcionais orais

Gestrinona
Danazol

Análogos do GnRH

Análogo de GnRH + Add Back Therapy

DIU

Inibidores da Aromatase

Alternativos

Tratamento cirúrgico

Laparoscopia

Endometriose ovariana

Lesões peritoneais

Conservador x radical

Histerectomia total + erradicação dos focos endometrióticos

Tratamento combinado

Vantagens e desvantagens

Quando combinar

Evidências

Transformação maligna da endometriose

Prognóstico/recidiva

Esterilidade

Fisiologia da Placenta e Líquido Amniótico

A. Fisiologia da placenta

Placenta

Desenvolvimento da placenta

Circulação placentária

Circulação fetal

Circulação materna

Trocas materno-fetais (mecanismos de transferência)

Mecanismos de regulação das trocas

Endocrinologia da placenta
Hormônios placentários

Hormônios protéicos

Hormônios esteróides

Estrógenos

Progesterona

B. Fisiologia e patologia da líquido amniótico

Embriogênese das cavidades amniótica e coriônica

Gênese e regulação do LA

Geral

Principais fontes de LA

Produção do LA

Reabsorção do LA

Estrutura do âmnio

Funções do líquido amniótico

Relação entre volume do LA e idade gestacional

Ultra-sonográfica do líquido amniótico

Análise do líquido amniótico

Fosfolipídeos

Teste de Clements

Enzimas

Dhl

Patologias do líquido amniótico

Oligoidrâmnio

Poliidrâmnio

Formaçao e malformações do sistema genital

Formação do sistema genital

Geral

Gônadas

Estágios iniciais do desenvolvimento: 5a semana


Início da 4a semana

Cordões sexuais primários: 6a semana

Desenvolvimento dos testículos

Formação dos ovários

Formação dos ductos genitais

Formação da vagina

Outros

Glândulas genitais auxiliares

Cistos do ducto de Gartner

Desenvolvimento da genitália externa

MalFormações Genitais

Introdução

Epidemiologia e patologia

Classificação de Buttram & Gibbons (1979)

*Classe I

*Classe II

*Classe III

*Classe IV

*Classe V

Classe VI

Classificação de Rock & Keenan 1992

Anomalias da Vagina - Síndrome Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (Aplasia Mülleriana)

Epidemiologia e patologia

Diagnóstico

Tratamento

Anomalias da vagina - Septo Vaginal Transverso

Epidemiologia

Sintomas

Exame físico
Tratamento

Septo vaginal longitudinal

Geral

Diagnóstico

Tratamento

Hímen Imperfurado

Patologia

Quadro clínico

Exame físico

Diagnóstico

Tratamento

Anomalias cervicais

Geral

Tratamento

Anomalias uterinas

Geral

*Agenesia e hipoplasia uterina

*Útero unicorno

*Útero didelfo

*Útero bicorno

**Útero arqueado

**Útero septado

Anomalias associadas ao DES

Exames complementares

Histerossalpingografia (HSG)

USG

RNM

Histeroscopia
Laparoscopia

Gestação múltipla

Classificação

Epidemiologia

Importância (riscos)

Tipos biológicos

Monozigóticos

Dizigóticos

Adaptações maternas

Morbidade materna

Diagnóstico

Anamnese

Exame físico e obstétrico

Exames complementares

Aspectos fetais

Crescimento e desenvolvimento

Complicações

Assistência pré-natal

Objetivo

Seguimento

Preocupações

Assistência ao parto

Fatores

Período expulsivo

Gestações com três ou mais conceptos

Incompetência istmo-cervical

A. IIC

Epidemiologia

Etiologia
Anamnese

Sintomas

Patogenia

Geral

Causas

Diagnóstico

Clínico

História

USG

Entre gestações

Durante gestação

Tratamento

B. Cerclagem

Histórico

Cerclagem profilática

Geral

Sucesso e falha

Cerclagem de emergência

Indicação

Contraindicações

Técnicas

MacDonald

Shrodkar

Transabdominal

LASH

Riscos

Eficácia

Controvérsias

Rutura de membranas
Controvérsias

Revisão cochrane

Conclusão

Mecanismo de parto

Considerações gerais

Geral

Canal de parto

Força

Relações útero – fetais

Atitude

Situação

Apresentação

Variedade de apresentação

Variedades (tipos)

Diâmetros ântero-posteriores da cabeça nas várias apresentações

Cefálicas (fletidas e defletidas)

Pélvicas (incompleta, completa e “de pés”)

Córmicas

Posição da cabeça

Conceito

Variações

Incidência de variações

Altura da apresentação (Planos)

DeLee

Hodge

Introdução

Insinuação ou encaixamento

Flexão

Descida
Rotação interna

Desprendimento da cabeça

Rotação externa

Desprendimento do tronco

Fases clínicas do parto

Partograma

Conceito

Importância

Vantagens de uso

Histórico

Fase latente

Fase ativa

Construção

Distócias

Geral

Parto precipitado (taquitócico)

Parada secundária da descida

Periódo pélvico prolongado

Fase ativa prolongada

Parada secundária de dilatação

Conclusões

Placenta prévia

Definição

Classificação

Epidemiologia

Geral

Fatores de risco

USG

Etiologia
Diagnóstico clínico

Diagnóstico por imagem

Ecográfico

Ressonância magnética

Tratamento

Conservador

Ativo

Pólipo Endometrial

Conceito e epidemiologia

Citérios para considerar pólipo lesão maligna primária (precursora)

Tratamento

Pré-natal

História

Objetivos do pré-natal

Quando iniciar?

Primeira consulta pré-natal

Identificação da paciente

Dados sócio-econômicos

Antecedentes pessoais

Antecedentes familiares

Antecedentes ginecológicos

Sexualidade

Antecedentes obstétricos

Higiene e orientações gerais

Queixas mais freqüentes

Exame físico

Geral

Palpação abdominal

Vacinação
Epidemiologia

Geral

Indicadores de risco gestacional (Ministério da saúde, 2000)

Intervalos dos consultas

Consultas subquentes

Geral

Toque vaginal (escore cervical)

Ganho de peso durante gestação

USG

Exames solictados

Lista de exames

HB/Ht

Anemias

Sífilis

Bacteriúria assintomática

Teste anti-HIV

Toxoplasmose

Rubéola

Hepatite B

Diabetes

Infecções genitais

Citologia oncótica

Pseudo-Hermafroditismo Masculino

Etiologia

Cínica

Formas

Puerpério

A. Fisiologia
Conceito

Fenômenos involutivos locais

Útero: alterações macroscópicas

Útero: alterações microscópicas

Vulva e vagina

Ovários

Parede abdominal e períneo

Mamas

Modificações gerais no puerpério

Aparelho cardiovascular

Aparelho digestivo

Sistema hematopoético

Sistema neuropsíquico

Sistema endócrino e metabolismo

B. Patologia

Infecciosas

Conceito

Epidemiologia

Etiopatogenia

Vulvovaginite e cervicite

Endometrite/ endomiometrite

Anexite

Tromboflebite pélvica

Peritonite

Infecção do sítio cirúrgico

Fasciíte necrotizante

Infecção da episiotomia

Ingurgitamento mamário
Fissuras mamárias

Mastite

Hemorrágicas

Conceito

Hemorragias precoces

Hemorragias tardias

Sífilis Congênita

1. Introdução

2. Histórico

3. Classificação Evolutiva

a) Sífilis adquirida

b) Sífilis congênita

4. Transmissão Vertical

5. Epidemiologia

a) Geral

b) Fatores de risco

6. Manifestações Clínicas

a) Sífilis Congênita Precoce

b) Óbito Fetal (Natimorto) por Sífilis

c) Aborto por Sífilis

d) Sífilis congênita tardia

7. Avaliação Complementar

a) Microscopia

b) PCR

c) Testes Sorológicos

d) Estudo do LCR / Líquor

e) Radiografia de Ossos Longos

f) Vigilância Epidemiológica

8. Tratamento
a) Antibiótica

b) Medidas de controle

9. Sífilis x HIV

10. Observações

a) Tratamento Adequado

b) Falha Terapêutica

11. Bibliografia

Toxoplasmose Congênita

1. Introdução

2. Etiopatogenia

3. Epidemiologia da Toxoplasmose

a) Prevalência

b) Transmissão Materno-Fetal

c) Prevalência de soropositividade na gestação

d) Fatores Importantes na Transmissão Materno-Fetal

e) Incidência da Toxoplasmose congênita

f) Susceptibilidade para Toxoplasmose

4. Quadro Clínico Da Toxoplasmose Na Gestante

5. Quadro Clínico: Toxoplasmose Congênita

6. Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose

7. Infecção Materna

8. Infecção Fetal

9. Tratamento de Infecção Materna

10. Tratamento de Infecção Fetal

11. Tratamento na gestante (evidências)

12. Esquemas de Tratamento Preconizados Prevenção da Toxoplasmose

13. Programa de Prevenção

14. Recommendações

Diagnóstico rápido
Conceito

Etiologia

Epidemiologia

Geral

Principais causas de leucorréia no brasil

Tratamento em pacientes assintomáticas com diagnóstico laboratorial

Vaginose Bacteriana

Patologia

Epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (Brasil - MS 2006)

Vaginose Bacteriana Recorrente

Geral

Tratamento

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)

Candidíase

Patologia

Epidemiologia

Quadro clínico

Diagnóstico

Classificação

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (MS 2006 Brasil)

Tratamento – evidências dos estudos (CDC)

Tricomoníase

Patologia e epidemiologia
Quadro clínico

Diagnóstico

Tratamento (CDC 2006)

Tratamento (MS 2006 - Brasil)

Tratamento – evidências dos estudos (cdc)

3. Anatomia

Texto sobre o trato genital feminino

Geral

1 - estudo do ovário

2 - Estudo das trompas de falópio ou tubas uterinas

3 - Estudo do útero

4 - estudo da vagina

Anatomia de Mama

Imagens

A. Útero, ovário e as ligamentos

B. Músculos do pélvis

C.Mama

12.Outros

1. Geral

A penetração do trofoblasto além da linha fisiológica de clivagem acarreta o acretismo


da placenta em graus variáveis.

Complicação comum e grave na história natural da placenta prévia.

2. Classificação

Placenta acreta

Placenta increta

Placenta percreta
Placenta acreta

Aderência anormalmente detectada da placenta à parede uterina normalmente não


devidamente decidualizada. As vilosidades coriônicas estão fixadas ao miométrio ,
superficialmente.

Placenta increta

Condição clínica onde as vilosidades fixam-se e penetram mais profundamente no


miométrio.

Placenta percreta

As vilosidades penetram e atravessam a camada miometrial podendo atingir a serosa e


órgãos contíguos.

3. Etiologia

Decidualização anormal.

Implantação no segmento inferior sobre uma cicatriz de cesárea anterior

Curetagens repetidas.

4. Tratamento

Os casos de acretismo placentário, em geral, exigem:

1. 1. tratamento cirúrgico por histerectomia imediata.

2. 2. Nos casos sem sangramento (acretismo total) deixar a placenta “in loco”.

3. 3. considerar o uso de methotrexate .

4. 4. nos casos de acretismo parcial (com sangramento genital) realizar curetagem


uterina com cureta romba.

5. 5. antibioticoterapia

6. 6. correção dos distúrbios hemodinâmicos.


Amenorréia
1) Conceito

2) Classificação

3) Anamnese

4) Exame físico

5) Exames complementares

6) Diagnóstico

7) Síndrome Hiperprolactinêmica: Etiologia -- Tratamento

8) Insuficiência O’varia Prematura (Exames)

9) Síndrome De Ovários Policísticos

9) Outros distúribios:

a) Compartimento I (Distúrbios do tracto excretor)

b) Compartimento II (Distúrbios Gonadais)

c) Compartimento III (Distúrbios hipofisários)

d) Compartimento IV (Distúrbios Hipotalâmicos incl. SOP)

Conceito

Etimologia → Ausência de menstruação

É a ausência da menstruação em uma época da vida em que deveria ocorrer habitual-


mente, isto é, no menacme.

Classificação

Primária – Secundária – Físiologica – Patológica – De arcordo com topografia –


Falsa/verdadeira

Há várias formas de se classificar a amenorréia. Suscintamente temos:

– Amenorréia primária: a da mulher que nunca menstruou. Habitualmente sendo


caracterizada após os 14 anos de idade associada à ausência de caracteres
sexuais secundários ou após os 16 anos, independentemente da presença ou
não destes caracteres.
– Amenorréia secundária: é a ausência de menstruações no período igual ou
superior a três ciclos consecutivos em mulheres que já tiveram anteriormente,
pelo menos um ciclo espontâneo.

Outra classificação:

– Amenorréia fisiológica: É a que ocorre no menacme, fisiologicamente, isto é, na


gestação e na amamentação. Desde que a ausência da menstruação na infância
e na pós-menopausa faz parte da fisiologia destas faixa etárias, não as
incluímos neste grupo.

– Amenorréia patológica: representa distúrbio da cadeia neuroendócrina ou do


sistema canalicular que origina e exterioriza a menstruação. Também resulta do
comprometimento da economia por doenças sistêmicas, de outras glândulas
(tiróide, supra-renais) ou iatrogênicas.

De acordo com a topografia do eixo gonadal:

- Causas hipotalâmicas, hipofisárias, gonadais, canaliculares.

Amenorréia falsa ou verdadeira:

- Amenorréia falsa ou criptomenorréia é apenas a falta de exteriorização do


sangramento menstrual. O fluxo não se torna evidente por um obstáculo a seu
escoamento. São causas congênitas (agenesia de vagina ou do colo uterino,
septo vaginal transverso,..) ou adquiridas (sinéquias cervicais ou vaginais)

Anamnese

Amenorréia primária – Amenorréia secundária

Na amenorréia primária, valorizar

– Queixa de dor progressiva, cíclica, no baixo ventre, após aparecimento dos


caracteres secundários, sem menstruação. Tal dado poderá sugerir obstrução ao
fluxo.

– Desenvolvimento das mamas e dos caracteres sexuais secundários: ausentes


(infantilismo sexual) nos indicará ausência de função ovariana, portanto,
hipogonadismo; compatíveis com o sexo ou não (CSS heterossexual).

– Massas nas regiões inguinais (que podem corresponder a gônadas ectópicas.


Síndrome de Morris?).

– Desenvolvimento pôndero-estatural.

– Antecedentes de traumas, cirurgias, radioterapia, quimioterapia. Condições do


nascimento e do crescimento.
– Distúrbios nutricionais e alimentares.

– Estado psicológico, emocional e vivencial.

– História familiar, ocorrência de outros casos e suas evoluções.

– Sinais de hiperandrogenismo.

– Anomalias dos órgãos genitais externos e presença de massas inguinais.

– Retardo ou anormalidade do crescimento corporal.

Na amenorréia secundária, valorizar

– História menstrual (menarca, padrão menstrual).

– Uso anterior de drogas e/ou medicamentos (hormônios, psicotrópicos,


anabolizantes), radioterapia, quimioterapia.

– Exercício físico excessivo, preocupação demasiada com a estética corporal.

– Situação emocional, conjugal, familiar social (separação, abandono,


desemprego, instabilidade financeira).

– Abortamento e procedimentos anticonceptivos com manipulação intra-uterina.

– Hemorragia intraparto, amamentação ou não.

– Operações e procedimentos ginecológicos prévios (cauterizações, curetagens,


histeroscopias, miomectomias, complicações).

– Descarga papilar láctea ou serosa, uni ou bilateral, espontânea ou à expressão.

– Sinais de hiperandrogenismo (pele oleosa, acne, hirsutismo).

– Sinais de falência ovariana (fogachos, distúrbios menstruais, dispareunia, e


sintomas neuropsíquicos).

– Fadiga, febre, queda de estado geral, calafrios noturnos, associados a contato


com portadores de doenças orgânicas importantes como tuberculose.

Exame físico

Geral – Amenorréia primária – Amenorréia secundária

Geral

– Lembrar de verificar:
- Anomalias dos genitais e presença de nódulos nas regiões ínguino-crurais.

- Observar os caracteres sexuais secundários e a presença ou não de pêlos


axilares e pubianos.

- Avaliar a cronologia do desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários.

- Presença de estigmas nas suspeitas de disgenesias gonadais.

- Critérios de Marshall e Tanner


(caracteres sexuais secundários)

Na amenorréia primária

– Peso, estatura, envergadura, medida superior (pubo-vértice) e medida inferior


(pubo-pé) (hipogonadismo)

– Estigmas de Turner (disgenesias gonadais).

– Massas inguinais (testículos?).

– Genitália externa e interna (estados intersexuais, hiperplasia adrenal, anomalias


congênitas).

– Discrepância entre idade cronológica e desenvolvimento corporal (infantilismo).

Na amenorréia secundária

– Estado nutricional e ponderal (obesidade, desnutrição, anorexia, diabetes,


disfunção tiroidiana). Avaliação do índice de massa corporea (IMC);

– Hirsutismo, acne, estrias, acantose (desfeminização, virilização, tumores


virilizantes de ovários ou supra-renais, alterações supra-renais).

– Galactorréia (iatrogenia, hiperprolactinemia funcional ou adenoma hipofisário).

– Genitália externa e interna (anomalias, iatrogenias).

– Trofismo da pele, da vulva e volume uterino e ovariano (níveis estrogênicos).

Exames complementares

Devem ser seletivamente indicados:

-Radiografia de punho (idade óssea, índice de Pyle).

-Colpocitologia (índice de Frost).


-Glicemia (diabetes mellitus, SOP, hipertecose ovariana).

-Ultrassonografia pélvica (útero e ovários).

-Dosagem de FSH e E2 (hipopituirarismo, hipogonadismo)

-Dosagem de FSH/LH e PRL (SOP, hiperprolactinemia funcional, prolactinoma).

-Cromatina sexual e, sobretudo nos casos em que esta se apresente percentualmente


baixa (mosaico?) ou ausente (XO,XY?), cariótipo (disgenesias, anomalias genéticas).

-Radiografia da sela túrcica — CAT ou ressonância magnética (agenesia, degeneração,


tumores).

-Ultra-sonografia de abdômen total (supra-renal) e trans-vaginal.

-Dosagem de T (Total e livre), 17 OH-P, S-DHEA (hiperfunção/tumor de ovário e supra-


renal).

-Dosagem de TSH ultra-sensivel e T4 livre (hiper/hipotiroidismo).

Diagnóstico

Diagnóstico da Síndrome Hiperprolactinêmica

Insuficiência Ovária Prematura

Outros: distúribios

a) Compartamento I – II – III – IV

b) Síndr. De Ovários Císticos (compartamento IV)

c)

Síndrome hiperprolactinêmica

Etiologia -- Tratamento

Etiologia

Causas Idiopáticas – Causas Fisiológicas – Causas farmacológicas – Causa patológicas

Causas idiopaticas

Causas fisiológicas

- Gravidez
- Lactação

- Recém-nascido

- Sono

- Coito

- Exercício físico

- Estresse

- Primeiras 2 horas pós-prandiais

- Estímulo dos mamilos

Causas farmacológicas

– Antagonistas dopaminérgicos:

- Fenotiazinas (clorpromazina)

- Butirofenonas (haloperidol)

- Benzamidas (metoclopramida, sulpirida, veraliprida)

– Drogas depletoras da dopamina:

- Alfa-metildopa

- Reserpina

– Drogas que atuam por meio de mecanismos não dopaminérgicos:

- Estrogênios

- Progestagênios

- Antidepressivos tricíclicos (inibidores da MAO)

- Opiáceos

- Cocaína

- TRH

Causas patológicas de hiperprolactinemia

– Tumores hipofisários

- Prolactinomas

- Acromegalia

- Síndrome da sela vazia


- Secção da haste hipofisária

- Tumores não secretores

- Angiossarcoma

– Lesões hipotalâmicas

- Histiocitose

- Sarcoidose

- Granuloma eosinófilo

- Tumores - crâniofaringeomas, meningeomas, disgerminomas

- Radioterapia

– Produção ectópica por tumores

- Carcinoma broncogênico

- Hipernefroma

– Doenças endocrinometabólicas

- Hipotiroidismo

- Doença de Addison

- Hiperplasia adrenal

- Insuficiência renal crônica

- Síndrome de Nelson

- Hepatopatia crônica

– Doenças e lesões irritativas da parede torácica:

- Herpes zoster

- Mastectomias

- Toracotomias

- Mastoplastias

- Dermatite atópica

- Queimaduras

Tratamento da síndrome hiperprolactinêmica


Clínico – Efeitos Colaterais do Tratamento Clínico – Conservador – Cirúrgico – Radiotera-
pia

Clínico

Agonistas Dopaminérgicos

– Bromocriptina – dose média de 7,5mg/d (durante as refeições), (iniciar com


1,25mg/d).

– Lisurida – 0,1 a 0,2mg/d (após as refeições)

Afinidade pelo receptor da dopamina

– Cabergolina – 0,5 a 3,0mg/2x/sem

Efeitos colaterais do tratamento clínico

- Cefaléia

- Hipotensão ortostática

- Náuseas e vômitos

- Alucinação (< 1%)

- Fadiga

- Cólica abdominal

- Congestão nasal

- Depressão

- Tonteira

Conservador

Cirúrgico (ressecção transfenoidal seletiva)

– Seqüelas: Diabetes insipidus, fístulas do líquido cérebro-raquidiano, PAN-Hipopi-


tuitarismo

– Recorrência: 10 – 80%

Radioterapia

Insuficiência ovariana prematura


Diagnóstico

- Cariótipo

- Cálcio

- Fósforo

- Cortisol matinal

- T4 livre

- TSH

- Anticorpos tireoidianos

- Hemograma completo e velocidade de sedimentação

- Proteínas totais, relação albumina/globulina

- Fator reumatóide

- Anticorpo antinúcleo

Outros distúrbios

Etiologia

Compartimento I

Distúrbios do tracto excretor

Compartimento II

Distúrbios Gonadais

Compartimento III

Distúrbios hipofisários

Compartimento IV

Distúrbios Hipotalâmicos
Compartimento I

Anomalias Müllerianas

– Agenesia uterina

– Cavidade uterina ausente

– Agenesia endometrial

– Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser

– Septo vaginal transverso

– Hímem imperfurado

Síndrome de Asherman

Ginatresia adquirida

– Cáusticos

– Tuberculose

– Esquistossomose

– Infecções por DIU

– DIP

Miomas uterinos

Pólipos endometriais

Câncer de colo uterino

Câncer de endométrio

Seqüela de eletro/criocauterização de colo uterino

Compartimento II

Agenesia gonadal (doenças virais, contaminação ambiental, doenças metabólicas na


gestação)

Síndrome do ovário resistente (Savage)

– Doença auto-imune

– Laparoscopia com biopsia

Insuficiência ovariana prematura


– Afecção genética

Radioterapia ou quimioterapia

DISGENESIAS GONADAIS (DG):

– Gonado-somáticas ou síndrome deTurner ou variantes (DGS)

– Puras (DGP)

– Mistas ou assimétricas (DGM)

PSEUDO - HERMAFRODITISMO FEMININO (PHF):

– Hiperandrogenismo fetal

- Hiperplasias congênitas das adrenais (deficiciências enzimáticas de 21-


hidroxilase, 11-hidroxilase e 3- hidroxiesteróido desidrogenase)

- Neoplasias Virilizantes do Recém-nascido

– Hiperandrogenismo materno

- Tumor masculinizante ovariano ou adrenal

- Ingestão de substâncias androgênicas pela mãe (iatrogenia)

– Virilização transitória da gravidez (insuficiência de aromatase placentária)

– Idiopático

PSEUDO-HERMAFRODITISMO MASCULINO (PHM):

– Defeitos da função testicular:

- Insensibilidade das células de Leydig ao HCG

- Deficiência da síntese de testosterona por deficiência enzimática (ocorrem


também na adrenal, com exceção da 17(ol-D): 20-22 desmolase ou P45Oscc

– 3-hidroxiesteróido desidrogenase

– 17-hidroxilase ou P450c17

– 17-20 desmolase

– 17-hidroxiesteróide desidrogenase (17(ol-D)

– Anormalidades da síntese e/ou ação do fator inibidor dos dutos de Müller


(síndrome da hérnia útero-inguinal no homem).

– Defeitos na função dos tecidos-alvo da ação androgênica (feminização


testicular):
- Insensibilidade dos receptores de testosterona: Total (síndrome de
Morris), parcial

- Deficiência da enzima 5 α-redutase, com insuficiente transformação da


testosterona em diidrotestosterona (hipospádia períneo-escrotal
pseudovaginal)

- Síndrome de Swyer – sistema Müller palpável, testosterona com níveis


femininos normais e falta de desenvolvimento sexual

Compartimento III

- Câncer hipofisário

- Tumores neurológicos

– Crâniofaringeomas, meningiomas, glicomas, tumores metastáticos e cordomas

- Acromegalia

- Doença de Cushing

- Adenoma hipofisário

- Gomas, tuberculomas, depósito de gordura

- Aneurisma da artéria carótida interna

- Obstrução do aqueduto de Sylvius

- Síndromes genéticas (Laurence-Moon-Biedl e de Prader – Willi)

- Síndrome de Sheehan

- Síndrome da sela vazia (PRL = á)

(Deficiência congênita do diafragma da sela, permitindo uma extensão do espaço suba-


racnóideo para dentro da fossa hipofisária, também: hipertensão liquórica, cirurgia,
RTP, infarto de tumor hipofisário)

Compartimento IV

- Amenorréia hipotalâmica

Estresse psicológico => aumento CRH => aumento Cortisol => diminuição secreção
opiácea endógena => diminuição da freqüência dopaminérgica dos pulsos do GnRH
=> alteração no estímulo de FSH e LH.

- Anorexia e bulimia
Santa Wilgefortis (Ano 1.000 – Princesa de Portugal – Rei da Sicília).

- Perda de Peso

– Spas

– 15 – 30% do peso corporal

– Doenças consuptivas

- Exercísios físicos

– Perda da gordura corporal

– Dispêndio de energia

– Estrese

– Anabolizantes

– diminuição FSH e LH, aumento PRL, aumento ACTH, aumento hormônio cresci-
mento, aumento testosterona, aumento endorfinas, diminuição T3 e T4, aumen-
to CRH => aumento GnRH

- Síndrome de Kallman

– Hipogonadismo hipogonadotrófico com anosmia

– Sulcos olfatórios hipoplásicos ou ausentes no rinencéfalo (RMN) ∴ não migração


dos axônios olfatórios como neurônios GnRH da placa olfatória do nariz (embrio-
logia)

– Defeito de um gene no braço curto do cromossoma X

– Anomalias ósseas, renais, lábio leporino, fenda palatina

- Amenorréia pós-pílula

- TRH

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

Epidemiologia – Patologia – Diagnóstico - Tratamento

Epidemiologia

– Síndrome de Stein-Leventhal
– 6 – 10% das mulheres

– 20 – 30% dos casos de infertilidade feminina

Fisiopatologia da SOP

A-?

B – Adrenarca na puberdade => excesso de androgênios => conversão periférica em


estrona => inibe dopamina => aumento pulsos de GnRH => aumento LH => aumen-
to androgênios ovariano => conversão periférica em estrona => diminuição FSH

C - aumento androgênios compromete crescimento folicular => formação de múltiplos


cistos ovarianos.

D – Há acúmulo de inibina => diminuição FSH => compromete a aromatase folicular


=> aumento androgênios.

E – Há quebra do mecanismo de retrocontrole do eixo hipotálamo – hipófise – ovariano


=> anovulação.

F – Defeito em ereceptores + obesidade => aumento resistência à insulina => hiperin-


sulinemia => aumento efeito do LH sobre a produção de androgênio na teca => an-
drogênios + obesidade => diminuição SHBG => aumento fração livre androgênios =>
acne, hirsutismo, oleosidade pele e cabelos, queda de cabelos (testosterona livre con-
verte-se perifericamente em diidrotestosterona (DHT), através da enzima 5 α redutase.

G - aumento resistência insulínica => alterações no metabolismo da glicose => piora


do perfil lipídico e aumento do inibidor do ativador plasminogênico (PAI – 1) => au-
mento risco cardiovascular, tendência aumento PA, doença coronariana, diabetes melli-
tus e trombose venosa.

H – SOP + obesidade => aumento risco câncer de endométrio e de mama (?) => expo-
sição aos estrogênios sem contraposição pela progesterona (ciclos anovulatórios)

Diagnóstico da SOP

– Quadro clínico

– 17 alfa-hidroxiprogesterona (hiperplasia adrenal congênita tardia)

– TSH e PRL

– USG

– FSH : LH (relação)
– Testosterona total + livre e sulfato de deidroepiandrosterona (S-DHEA) => afas-
tar neoplasias ovarianas ou adrenais

– Insulina de jejum > 25µU/ml => resistência à insulina

– Glicemia + perfil lipídico

Tratamento da SOP

– âpeso (dieta + exercícios físicos)

– Desejo da paciente

– Acetato de medroxiprogesterona (AMP) 5 – 10 mg/d – 10-12 dias/mês (não deri-


vados da 19 – nortestosterona)

– Hirsutismo: ciproterona (50-100mg/d – 10 dias/mês, iniciando no 5º dia do


ciclo), espironolactona (100-200mg/d), flutamida (efeitos hepatotóxicos), finas-
terida (experimental)

– Eletrólise ou laser diodo

– Anticoncepção: contraceptivos orais (ciproterona ou drospirenona?).

– Se S-DHEA aumento: prednisona (2,5 – 5mg/noite) ou dexametasona (0,25 –


0,5mg/noite)

– Infertilidade: citrato de clomifene ou associado com gonadotrofinas (75 U/dia),


e/ou associado com análogo agonista do GnRH

– Resistência à insulina: metformina. troglitazona, rosiglitazona, pioglitazona e D –


quiroinositol.

Amniorrexe prematura
Modificado no dia 4/3/09 usando a apresentação de Dra. Isabela de dezembro 2008 e
as apresentações de Yanny Karla Correia Freitas e Nathalia Ramalho

Conteúdo versão 3.50* 1

Contuédo Alternativo 1

1. Geral 2

2. Obstetrícia 2

A. Geral 77

1. Exames Utilizados....................................................................................... .........77


2. Prescrições....................................................................................................... ....77

3. Rotinas no IMIP pré- e pós-parto................................................ ..........................78

4. Fluxogramas................................................................................. .......................78

B. Gravidez 78

1. Fisiologia da gravidez......................................................................................... ..78

2. Patiologia na gravidez.................................................................................. ........79

3. Conduta e procedimentos na gravidez (excl o parto)...................................... .....79

C. Parto Normal 79

1. Fisiologia................................................................................................. .............79

2. Patologia................................................................................................ ..............80

3. Descrições e manuais dos procedimentos.................................... .......................80

D. Cesárea 80

1. Indicações..................................................................................................... .......80

2. Descrição................................................................................................ .............80

3. Manual do procedimento......................................................... ............................80

4. Complicações................................................................................................... ....81

E. Puerpério 81

3. Ginecologia 81

A. Geral 156

1. Exames Utilizados..................................................................................... .........156

2. Prescrições..................................................................................................... ....156

3. Rotinas no IMIP.................................................................... ..............................157

4. Fluxogramas............................................................................... .......................157

B. Fisiologia 157

C. Patologia 157

D. Descrições e manuais dos procedimentos 158

Pela ordem 158

12. Protolos /Rotina nos setores 159

Rotina no Ambulatório Ginecológico 159


Anamnese....................................................................................................... .......159

Rotina no Ambulatório de Mastologia 159

Anamnese....................................................................................................... .......160

BIRADS............................................................................................................... ....160

Rotina no banco de leite humano 162

Desmame no 6º mês da vida.................................................................. ...............163

Leite artificial (criança não mama) e desmame................................. ....................163

Relactação......................................................................................... ....................164

Critérios e observações gerais para doação e estoque de leite.............................164

Coletar leite /ordenhar.............................................................................. .............164

Conservar leite coletado (validade)............................................. ..........................165

Consumir o leite humano........................................................................... ............165

Rotina no 4o CAM 165

PE Grave................................................................................................ ................165

Rotina na Ginecologia (sexto andar) 166

Admissão duma paciente nova........................................................... ...................166

Diabetes e cirurgia............................................................................................. ....166

Rotina no caso de mola / DTG.................................................................... ............169

Pre-operatório............................................................................................ ............169

Preparo para tomografia – paciente alérgico......................................................... .172

Profilaxia da endocardite e TVP/TEP................................................................ .......174

Rotina na Junta (Ginecologia – Ambulatório) 175

Rotina de neonatologia no pré-parto 175

APGAR.................................................................................................................... 176

VIG e QH.............................................................................................. ..................176

Formulas................................................................................................ ................177

Prescriçãoes..................................................................................................... ......177

Rotina no Pré-Parto 178


Rotina no Puérperio 179

Rotina no SIGO 180

Rotina na triagem 180

Estupro (após) / violência sexual............................................. ..............................180

10.Prescrições 181

2A. Indicação alfabética 181

A........................................................................................................ ....................182

B........................................................................................................ ....................182

C.......................................................................................................... ..................182

D................................................................................................................. ...........182

E................................................................................................... .........................182

F............................................................................................. ...............................182

G................................................................................................................. ...........182

H............................................................................................................... .............182

I.................................................................................................. ...........................183

L............................................................................................................................. 183

M.......................................................................................................................... ..183

N............................................................................................................... .............183

O................................................................................................................... .........183

P................................................................................................ ............................183

R......................................................................................................... ...................183

S................................................................................................... .........................183

T................................................................................................. ...........................183

V........................................................................................................ ....................184

Prescrição no dia antes da cirurgia ginecológica.................................................. ..184

Prescrição pós-cirurgica ginecológica (imediato)...................................................184

Prescrição pós-parto normal....................................................... ...........................185

Prescrição pós-cesárea (pós-operatório imediato).................................................185


Prescrição pós-cesárea (24-48 horas)............................................... .....................186

Abortamento de repetição (e gravidez nova)................................................... ......187

Abscesso Tubo-Ovariano.......................................................................... ..............187

Abscesso de mama................................................................................... .............188

Acne (e pílula anticoncepcional).................................................... ........................188

Anticoncepcional hormonal oral (ACHO) / pílula anticoncepcional.........................189

Alergia ao remedio (reação alérgica).............................................. .......................196

Amniorexe............................................................................................................ ..196

Anemia...................................................................................... ............................198

Anemia falciforme........................................................................................... .......198

Anticoncepção de emergência / morning after pill / pílula dia depois....................198

Anti-depressiva...................................................................................... ................199

Vacinação contra Têtano...................................................................... ..................199

Asma (crise)..................................................................................................... ......200

Atrofia mucosa vagina .................................................................. ........................200

Bartholinite.......................................................................................... ..................200

Bacturia Assintomática..................................................................... .....................201

Candidíase Inguinal .............................................................................................. .202

Candíase Mamilar......................................................................... .........................202

Candidiase ungueal................................................................... ............................202

Candidíase vaginal............................................................................................ .....202

Cefaleía pós-punção lombar.................................................... ..............................203

Celulite..................................................................................... .............................205

Cisto ovariano simples............................................................................... ............205

Climatério: queixas vasomotores................................................................. ..........205

Coagulopatia....................................................................................................... ...206

Coalescência de nimfas/lábios pequenos....................................................... ........206

Constipação.......................................................................................... .................206
Corioamnionite.......................................................................... ............................207

Corticoide (desmama)............................................................................................ 208

Curetagem................................................................................................. ............208

Diabetes.................................................................................... ............................208

Dilatar o colo (durante TP)...................................................................... ...............209

DIPA.................................................................................................... ...................210

Dismenorréia.............................................................................. ...........................210

Doença Trofoblástica Gestacional (DTG)........................................... .....................211

Dor cólica (na Triagem).............................................................................. ............212

Dor continua (p. Ex. Cefaléia) (na Triagem)...........................................................212

Eclâmpsia .................................................................................. ...........................213

Edema aguda de pulmão..................................................................... ..................214

Endocardite (profilaxia)...................................................................................... ....215

Endometrite (pós-parto)......................................................................................... 215

Endometriose.....................................................................................................