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Mecânica dos Solos II - Profs. Flavio A. Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.

Barbosa (UFV)

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL
MECÂNICA DOS SOLOS II

Prof. Flavio A. Crispim (DEC-UNEMAT)
Prof. Paulo Sérgio de A. Barbosa (DEC-UFV)

Aula de Exercícios
Resistência ao Cisalhamento dos Solos

Exercício 01 Exercício 09
Exercício 03
Exercício 05
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Mecânica dos Solos II . Flavio A. Barbosa (UFV) Exercício 01 Slide 1 Uma amostra de uma argila normalmente adensada foi consolidada com σ3 = 350 kPa e levada à ruptura por cisalhamento em condições drenadas (ensaio triaxial CID) a qual rompeu com σ1 = 1050 kPa. Pergunta-se: a) Qual é o ângulo de atrito efetivo desta argila? Final do Adensamento f’ =30o p' = 350 kPa a’=27o q = 0 kPa Final da Ruptura 1050 + 350 p' = 2 45o p' = 700 kPa σ '+σ ' σ1 .350 p' = 1 3 q= q= 2 2 2 senφ = tan α q = 350 kPa 2 . Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.Profs.σ 3 1050 .

Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Flavio A.40? Solução: f’ =30o s3’ sd * Du 500 300 120 a’=27o 500 600 240 * .Profs. Barbosa (UFV) Exercício 01 Slide 1 b) Quais são as tensões finais (totais e efetivas) de uma amostra da mesma argila que foi ensaiada em condições não drenadas (ensaio CIU).Adotado Δu Δu A= = σ1 .4 .σ d sd sd Du Du 3 . adensada com σ3 = 500 kPa e que apresentou o parâmetro de poro-pressão A na ruptura igual 0. Mecânica dos Solos II .σ 3 σ d 45o Δu = 0.

Barbosa (UFV) Exercício 01 Slide 1 b) Quais são as tensões finais (totais e efetivas) de uma amostra da mesma argila que foi ensaiada em condições não drenadas (ensaio CIU). Mecânica dos Solos II . 556 = 222 kPa s3 = 500 kPa 45o s1 = 500 + 556 = 1056 kPa sd 4 . Flavio A.40? Finalmente: f’ =30o s3’ = 278 kPa a’=27o sd = 556 kPa s1’ = 834 kPa Du = 0. adensada com σ3 = 500 kPa e que apresentou o parâmetro de poro-pressão A na ruptura igual 0. Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.4 .Profs.

Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Mecânica dos Solos II .Profs. Flavio A. Barbosa (UFV) Exercício 01 Slide 1 c) Qual é o plano de ruptura da amostra não drenada? f’ =30o sd = 556 kPa a’=27o θ' = 45 + φ' / 2 θ' = 45 + 30 / 2 θ' = 60º 60o 5 .

Mecânica dos Solos II .Profs. Flavio A. Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Barbosa (UFV) Exercício 01 Slide 1 d) Quais são as tensões no plano de ruptura da amostra não drenada? f’ =30o σ' = 417 kPa a’=27o τ' = 241 kPa 60o 6 .

Mecânica dos Solos II .Profs. Barbosa (UFV) Exercício 01 Slide 1 e) Qual é o ângulo de atrito em termos das tensões totais para o ensaio CIU? s3 = 500 kPa s1 = 1056 kPa p = 778 f’ =30o q = 278 a’=27o a  20º ϕ =21o tan a  senf f  21º Δu = 222 kPa 7 . Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Flavio A.

Profs. Flavio A. Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Barbosa (UFV) Exercício 03 Slide 1 Três amostras de uma argila foram cisalhadas no ensaio triaxial não drenado e apresentaram os resultados listados abaixo. Uma quarta amostra desta mesma argila foi ensaiada em condições drenadas na compressão triaxial com s3=300kPa. Mecânica dos Solos II . Pergunta-se: s3 (kPa) s1 (kPa) u(kPa) p (kPa) q (kPa) p’(kPa) 80 220 65 150 70 85 200 442 120 321 121 201 350 720 190 535 185 345 a) Os parâmetros de resistência desta argila  c ' e f ' Obter por caminho de tensões s1  s 3 p p'  p  u 2 s1  s 3 q 2 8 .

1 kPa . Barbosa (UFV) Exercício 03 Slide 1 s3 (kPa) s1 (kPa) u(kPa) p (kPa) q (kPa) p’(kPa) 80 220 65 150 70 85 200 442 120 321 121 201 350 720 190 535 185 345 a) Os parâmetros de resistência desta argila  c ' e f ' tan a '  senf ' f '  arcsen ( tan 23.Profs.56o ) a’=23.8o 32. Flavio A. Mecânica dos Solos II .5 c '  cos f ' cos 25.5 = a’ 9 c'  36. Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.8o a 32.56o f ' 25.

σ 3 q = 289kPa σ d = 2 q = 578 kPa 45o 10 . Mecânica dos Solos II . Barbosa (UFV) Exercício 03 Slide 1 s3 (kPa) s1 (kPa) u(kPa) p (kPa) q (kPa) p’(kPa) 80 220 65 150 70 85 200 442 120 321 121 201 350 720 190 535 185 345 b) A tensão desvio na ruptura para o ensaio CD. Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.Profs.σ 3 q= 2 σ d = σ1 . σ1 . Flavio A.

Raio = σ d = 578 kPa 58o 11 . Ou traçar q’ até encontrar a envoltória de ruptura e a partir desta interceção traçar uma reta perpendicular à envoltória φ' θ ' = 45 + = 58o 2 25.8 θ ' = 45 + = 58o 2 2 .Profs. Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Barbosa (UFV) Exercício 03 Slide 1 s3 (kPa) s1 (kPa) u(kPa) p (kPa) q (kPa) p’(kPa) 80 220 65 150 70 85 200 442 120 321 121 201 350 720 190 535 185 345 b) A tensão desvio na ruptura para o ensaio CD. Flavio A. Mecânica dos Solos II .

Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.Profs. φ' θ ' = 45 + = 58o 2 25.8 θ ' = 45 + = 58o 2 2 . Mecânica dos Solos II . Flavio A.Raio = σ d = 578 kPa 58o 12 . Barbosa (UFV) Exercício 03 Slide 1 s3 (kPa) s1 (kPa) u(kPa) p (kPa) q (kPa) p’(kPa) 80 220 65 150 70 85 200 442 120 321 121 201 350 720 190 535 185 345 c) O ângulo do plano de ruptura.

260 58o 13 . Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.    460 .Profs. Mecânica dos Solos II . Barbosa (UFV) Exercício 03 Slide 1 s3 (kPa) s1 (kPa) u(kPa) p (kPa) q (kPa) p’(kPa) 80 220 65 150 70 85 200 442 120 321 121 201 350 720 190 535 185 345 d) As tensões normal e cisalhante no plano de ruptura CD s . Flavio A.

Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Qual seria a poro-pressão gerada na ruptura de um corpo de prova cisalhado sem drenagem e adensado sob uma tensão de 400kPa? s3 (kPa) s1 (kPa) u(kPa) p (kPa) q (kPa) p’(kPa) 100 180 50 140 40 90 200 360 102 280 80 178 350 630 178 490 140 312 s1  s 3 p 2 Du= 201 s '1 s '3 p ' 2 TE TT p'  p  u 45o 360 561 Du=201 kPa 14 .Profs. Mecânica dos Solos II . Barbosa (UFV) Exercício 05 Slide 1 Três corpos de prova foram adensados e cisalhados em compressão triaxial sem drenagem. Os resultados são apresentados na tabela abaixo. Flavio A.

Profs. Flavio A. Barbosa (UFV) Exercício 09 Slide 1 Duas amostras de uma argila normalmente adensada foram cisalhadas nas seguintes condições: Adensada drenada com pressão celular de 200 kPa e s1= 360 kPa Adensada não drenada com pressão celular de 98 kPa e s’1= 158 kPa a) Determine as poro-pressões geradas na ruptura nas duas amostras •Amostra Du 0 drenada: •Amostra não drenada: s s 360  200 p 1 3  2 2 p  280 kPa s s3 360  200 q 1  2 2 p  80 kPa s’1 45o s '3  88 kPa 15 Du  s 3  s '3  98  88  10 kPa . Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A. Mecânica dos Solos II .

Crispim (UNEMAT) e Paulo Sérgio de A.Profs. Mecânica dos Solos II . Flavio A.15 16 . Barbosa (UFV) Exercício 09 Slide 1 Duas amostras de uma argila normalmente adensada foram cisalhadas nas seguintes condições: Adensada drenada com pressão celular de 200 kPa e s1= 360 kPa Adensada não drenada com pressão celular de 98 kPa e s’1= 158 kPa b) Qual é o parâmetro de poro-pressão A na ruptura da amostra adensada e não drenada? Du A s1  s 3 10 A 158  88 A  0.