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Editorial Universidad de Antioquia

Ciencia y Tecnología
C o n te n id o

P r ó lo g o xv

I n tr o d u c c ió n xvn

1. F o rm a s lin e a le s 1
1.1. N otaciones y c o n v e n c io n e s................................................................................ 1
1.2. D e fin ic io n e s ............................................................................................................ 3
1.3. O peraciones con las form as li n e a l e s .............................................................. 4
1.4. P r o p ie d a d e s ............................................................................................................ 5
1.5. E spacio dual E * ................................................................................................. 5
1.6. C orchete de d u a l id a d .......................................................................................... 6
1.7. C onstrucción explícita de f o r m a s .................................................................. 7
1.8. Base d u a l ............................................................................................................... 10
1.9. Ejem plos de f o rm a s .............................................................................................. 12
1.10. M atriz de un vector y de u n c o v e c to r ........................................................... 20
1.11. T ra n sp u e sta de u n a aplicación lineal. P ro p ie d a d e s ................................... 22
1.12. T ran sp u esta de u n a m atriz. P r o p ie d a d e s .................................................... 25
1.13. Bidual de un espacio v e c to r ia l......................................................................... 26
1.14. O rto g o n a lid a d ........................................................................................................ 29
1.15. P r o b le m a s ............................................................................................................... 31

2. F o rm a s b ilin e a le s y c u a d r á t ic a s 47
2.1. D e fin ic io n e s............................................................................................................ 48
2.2. Aplicaciones y form as bilineales y m u i tili n e a le s ...................................... 51
2.3. Ejem plos ............................................................................................................... 52
2.4. E l espacio de aplicaciones y form as muitilineales ................................... 54
2.5. Form as b il in e a le s ........................................................... . .................................. 55
2.6. Base de L2( £ ; K ) = T2° ( £ ) ............................................................................ 57
2.7. Form as bilineales s i m é t r i c a s ............................................................................. 59
2.8. Isomorfismo entre L 2( £ ; K ) y E {E \ E * ) .................................................... 60
' ___T5Í9. Form as c u a d r á ti c a s ....................................................................................................... 61
'2,10: Ejem plos ................................................................................................................ 63
_ . : ^ ~ 2 .1 1 . O rto g o n a lid a d ........................................................................................................ 69
H ü r H l ' 2 . 1 2 . F orm as no d e g e n e ra d a s. . . . .......................................................................... 70
— ~^2.13. Identificación de n E y „ £ * usando u n a form a b i l i n e a l ........................ 71
• ~ T ~ ~ r 2 v l4. O rto gon alid ad de elem entos de E y de E m, y o rto gon alid ad en E
respecto de / ......................................................................................................... 73
....2.15. Bases ortogonales y o r to n o r m a le s ................................................................... 74
2.16. E ndom orfism o a d j u n t o ........................................................................................ 77
2.17. G ru p o li n e a l............................................................................................................ 79
2.18. G ru p o o r t o g o n a l .................................................................................................. 81
2.19. M atrices o r to g o n a l e s ........................................................................................... 83
2.20. O peradores au to ad ju n to s ................................................................................. 86
2.21. P r o b le m a s ................................................................................................................ 87

3. E s p a c io s e u c lid i a n o s 105
3.1. Form as bilineales sim étricas r e a l e s ............................................................... 106
3.2. Bases ortogonales y o r to n o r m a le s ...................................................................109
3.3. Espacios euclidianos de dim ensión n ............................................................112
3.4. Propiedades de los espacios e u c lid ia n o s ........................................................ 114
3.5. Diagonalización de operadores au to ad ju n to s r e a l e s ................................117
fv^3.6. Reducción de formas cu ad ráticas r e a le s ........................................................ 120
■3.7. P r o b le m a s ................................................................................................................ 121

__ 4 , ___ F o r m a s m u lt ilin e a le s 147


4.1. G eneralidades sobre las form as m ultilineales a l te r n a d a s ........................148
4:2. Form as n-lineales a ltern a d as sobre un espacio vectorial de
dim ensión n .............................................................................................................150
4.3. D eterm inantes .....................................................................................................153
4.3.1. D eterm in an te de un sistem a de vectores con
relación a una b a s e .................................................................................153
4.4. D eterm inante de u n a m atriz c u a d r a d a ........................................................156
4¡5i D eterm inante de un o p e r a d o r .........................................................................158
'4.K~ Cálculo de d eterm in an tes ................................................................................ 161
TT* ' '' 4.6.1. Cálculo de un determ in a n te p or b l o q u e s ......................................162
4.6.2. D esarrollo de un d eterm in a n te según los elem entos de u n a fila
o de rn.a c o l u m n a ...................................................................... 162
4.7. A p lic ac io n es............................................................................................................163
O rientación m atem ática del e s p a c io ............................................................... 164
^ « » . 4 . 9 : -O rie n tac ió n física dél e s p a c i o .............. ........................................................... 166
P r o b le m a s ......................... ..................................................... 1Tn
5. A lg e b r a y a n á lis is e x t e r i o r 185
5.1. A n tis i m e t r i z a d o r ................................................. ................................................ 136
5.2. P ro d u cto exterior de form as l i n e a l e s ...........................................................188
5.3. P ro d u c to exterior y d e t e r m i n a n t e s .................... ......................................... 189
5.4. Bases de A p ( „ £ ) ..................................................................................................191
5.5. P ro d u c to exterior de form as muitilineales a l t e r n a d a s ........................... 193
5.6. P o ten cia exterior de un espacio v e c to r ia l....................................................199
5.7. C álculo diferenciad exterior. G e n e ra lid a d e s ................................................ 203
5.7.1. Caso 1 .........................................................................................................204
5.7.2. Caso 2 .........................................................................................................205
5.7.3. Caso 3 . . . ...............................................................................................207
5.7.4. C aso 4 .........................................................................................................20S
5.7.5. Caso 5 .........................................................................................................209
5.8. F orm as diferenciales exteriores de g rado 1 ................................................ 210
5.9. Form as diferenciales exteriores de grado p .................................................216
5.10. P ro d u c to exterior de form as diferenciales ................................................. 220
5.11. D erivada e x t e r i o r ..................................................................................................223
5.12. M iscelánea ............................................................................................................ 229
5.13. Form as s i m p l é c t i c a s .......................................................................................... 234
5.14. P ro b le m a s ................................................................................................................ 235

6. A lg e b ra te n so ria l 24 5
6.1. Relativo y absoluto A b s o lu to .............................................................................245
6.2. Invariantes y representaciones tensoriaies ................................................. 246
6.3. T e n s o r e s ................................................. .................................................... .. 248
6.4. F orm as m uitilineales y t e n s o r e s ......................................................................249
6.5. Tensores y representación de g r u p o s ........................................................... 251
6.6. R elatividad y t e n s o r e s .......................................... .............................................252
6.7. Hom ogeneidad, uniform idad y te n s o r e s ........................................................ 253
6.8. P ro d u c to tensorial de form as m u itilin e a le s ................................................. 254
6.9. T e n s o r e s ...................................................................................................................258
6.10. A lgebra de te n s o r e s .............................................................................................. 263
6.11. Bases t e n s o r i a i e s ..................................................................................................266
6.12. Cam bio de b a s e s ........................................ · ....................................................... 267
6.13. P o ten cia tensorial de un e s p a c io ............................ ......................................... 273
6.14. Análisis t e n s o r i a l ..................................................................................................275
6.15. P roblem as . c''rc
7. F o rm a s s e s q u ilin e a le s 311
7.1. Form as a n tilin e a le s ........................................................................................... 312
7.2. Formas se squilineales........................................................................................313
7.3. Formas h e r m í t i c a s ........................................................................................... 313
7.4. O rto g o n a lid a d ......................................................................................................316
7.5. Form as herm íticas no d e g e n e r a d a s .............................................................317
7.6. Bases o rto g o n a le s ...............................................................................................319
7.7. P r o b le m a s ............................................................................................................ 321

•S. E s p a c io s d e H i l b e r t 335
8.1. Espacios pre-hilbertianos complejos. Espacios de H e r m i t e ................ 336
8.2. D esigualdad de Bessel e igualdad de P a r s e v a l ........................................ 342
8.3. O peradores a d j u n t o s ........................................................................................ 344
8.4. G rupo u n i t a r i o .................................................................................................. 347
8.5. O peradores h e r m í tic o s .....................................................................................351
8.6. Diagonalización de operadores hermíticos y reducción de formas
h e r m ític a s ................. ............................................................................................352
8.7. Espacios de H ilb e r t............................................................................................355
8.8. P r o b le m a s ............................................................................................................ 357

!). A p lic a c io n e s a la m a t e m á t i c a y a la físic a 385


9.1. Algebra v e c t o r i a l ............................................................................................... 386
9.1.1. P ro d u cto v e c t o r i a l ..............................................................................386
9.1.2. P rod ucto e s c a l a r .................................................................................388
9.1.3. P ro d u cto m i x t o .................................................................................... 388
9.2. Análisis v e c t o r i a l ............................................................................................... 389
9.2.1. G r a d i e n t e ...............................................................................................389
9.2.2. El r o t a c i o n a l ........................................................................................391
9.2.3. D iv e rg e n c ia ........................................................................................... 393
9.3. M e c á n i c a ............................................................................................................. 395
9.3.1. C i r c u la c ió n ........................................................................................... 396
9.3.2. El flujo .................................................................................................. 399
9.4. T e rm o d in á m ic a ...................................................................................................401
9.5. M atem ática. El teorem a de S t o k e s ............................................................. 408
9.6. E le ctro m a g n etism o ................................................... ........................................ 414
9.6.1. El cam po eléctrico r o t a c i o n a l ......................................................... 414
9.6.2. El cam po magnético no d iv e r g e n te ............................................... 415
9.6.3. Electrodinám ica. Ecuaciones de M a x w e ll.....................................417
9.7. Aplicaciones de los t e n s o r e s ........................................................................... 424
9.7.1. Teoría electrom agnética de M a x w e l l ............................................424
9.7.2. Teoría relativista de la gravitación de Einstein .........................427
9.8. Aplicaciones a la mecánica cuántica .......................................................... 431
9.9. P ro b le m a s ............................................................................................................. 434
XIII

A lg u n a s su g e r e n c ia s y s o lu c io n e s para los p r o b le m a s 447

B ib lio g ra fía 490

ín d ic e a n a lític o 495

ín d ic e o n o m á s t ic o 507

ín d ic e d e n o ta c io n e s, s ím b o lo s y a b rev ia tu ra s 511
P ró lo g o

El presente texto se dirige especialm ente a los estudiantes de la carrrera de físi­


ca. y cubre el program a de la asign atura Algebra multilineal real y compleja, ésta
a su vez forma parte de la sección de física m atem ática. El program a del pensum
está contenido totalm ente en el texto, éste esencialmente cobija los siguientes temas:
formas lineales, bilineales y muitilineales (llam adas tam bién, respectivam ente tenso­
res de rango 1 covariantes, de rango 2 covariantes, de rango cualquiera covariantes),
aplicaciones al espacio euclidiano y a los determ inantes. Luego le siguen: formas
diferenciales exteriores, sesquilineales y herm íticas con aplicaciones a los espacios
de H ermite y Hilbert. E n dos palabras: el curso y texto tr a ta de tensores y espacio
métricos. Su contenido, es pues, la antesala m atem ática suficiente p ara abo rdar sin
taras el estudio de la teoría de la relatividad, la teoría cuántica, la teoría de campos
y las p artí culas, teorías de gauge, la cosmología y otros dominios de la física. El
texto tam bién contiene otros desarrollos que no figuran en el program a del pensum;
de aquí que el texto pueda servir de introducción a cursos avanzados en física y en
la carrera de m atem áticas. E n sum a, se tr a t a de un tex to propedeútico.
El Algebra multilineal es la continuación n atu ral e inm ediata del álgebra li­
neal, aquella extiende y generaliza los resultados de é sta últim a. Los generaliza en
el sentido de contener el álgebra O-lineal (escalares), álgebra 1-lineal (vectores y
formas) y las álgebras 2-lineal (bibiineal), 3-lineal (trilineal) y álgebra p-lineal. En
una palabra, el álgebra multilineal — de rango superior o álgebra tensorial— estudia
las funciones m ultivectoriales y m ultiform as en lo que se refiere a la dependencia
funcional lineal; más sobriam ente, estud ia los tensores. E stos objetos geométricos
satisfacen am pliam ente las necesidades de la m atem ática y la física. Sin tem or a
exagerar, en su gran m ayoría los objetos con los que trab a ja m o s diariam ente son
tensores. Desde luego, el álgebra multilineal nos proporciona el substrato algebraico
para estudiar los diferentes espacios y geom etrías utilizados en la física: espacios
afines de Euclides, de Minkowski, de Riemann, de H erm ite y de H ilbert, entre otros.
Por el contenido arrib a señalado, el álgebra multilineal es la herram ienta teórica y
práctica por excelencia p ara el físico. E ste no puede ignorar esta m aquinaria sin caer
en la im potencia y en la esterilidad frente a los fenómenos que tiene que modelizar.
N unca se insitirá dem asiado en la im po rtan cia de este instrum ento matem ático.
Por la naturaleza m atem ática, geom étrica, ab stracta, rigurosa, dem ostrativa y
operativa del presente curso, ta n to el estudiante como el profesor deben estar en
constante retroacción, retroalim entación (feedback). El profesor debe estar: 1) pen­
diente del estado psicom atem ático del estudiante, de sus sugerencias y críticas; 2)
evaluar y revaluar periódicam ente su m etodología y aptitud es pedagógicas; 3) in­
sistir en los ejemplos físicos y en las ilustraciones operativas; 4) debe estim ular a los
estudiantes p ara que resuelvan el máximo núm ero de ejercicios, problem as y tareas.
G ran parte de los ejercicios y problem as propuestos al fin de cada capítulo, son
cálculos directos: otros son teorem as conocidos, otros son aplicaciones de definicio­
nes, y otros sobrepasan el nivel aquí dado, son com plem entos del curso; de allí que
el estudiante se vea obligado a consultar nuevas definiciones y proposiciones y otros
textos avanzados. Esto, con el objeto de despertar en el estudiante agilidad en el
mecanismo operativo y dem ostrativo, estim ular la curiosidad y la preocupación, dar
seguridad y auto estim a al estudiante, e iniciarlo en el arte de investigar y estudiar
por su propia cuenta.
Las demostraciones, que exijan ciertos problem as o ejercicios, deben ser decentes,
transparentes, com pletas y rigurosas. Al final del texto se dan pistas, sugerencias y
las soluciones de algunos problemas.
Con el presente texto se rinde un humilde y merecido hom enaje a todos los
autores que nos precedieron con sus libros. Ellos nos proporcionaron el m aterial
p ara esta obra. Consultam os numerosos libros p ara escoger el m aterial, los ejemplos,
los ejercicios y los problem as —ver bibliografía— . El texto de J. Dixmier fue el que
más nos inspiró y seguimos de cerca, o ra por su modelo de exposición rigurosa, ora
por su método pedagógico.
Finalm ente me valgo de la ocasión p a ra agradecer el apoyo y el estímulo indis­
pensable que me brindaron, por un lado la U niversidad de A ntioquia, por medio
del D epartam ento de Física, p ara sacar a la luz el presente texto; y por el otro, al
D epartam ento de Publicaciones de la Universidad y a su jefe Jorge Iván Franco, a
los editores Silvia N ery G arcía y Gonzalo Montoya, al corrector de texto, a los di-
gram adores en LaTex Edwin Zarrazola, Guillermo M iranda y Giovanny A tehortúa,
por su entusiasta colaboración. T am bién agradezco al profesor Fernando P u erta, de
la Universidad Nacional (sede Medellín) por la cuidadosa lectura del original, por
señalarm e errores y presentarm e útiles sugerencias.
La p arte mecanogáfica no menos delicada y tediosa, se debe a la señora Rubiela
S antana R. del D epartam ento de Física, p ara ella mis sinceros agradecimientos.
Tam bién agradezco la valiosa contribución por la digitación y estética del texto, a
cargo de los estudiantes Edw in Sánchez, D avid Rincón y Diego R estrepo, gracias a
todos ellos no dejamos la “elegancia p a r a los sastres y zapateros” , como afirm ara el
ilustre físico Ludwig B oltzm ann (1844-1906).
Reg'nio Mariínez-Chavanz. profesor, Departamento de Física, Universidad de Antioquia
I n tr o d u c c ió n

Cuando empezó a debatirse, en el D epartam ento de Física en 1981, sobre la nece­


sidad inaplazable de reestructurar, m odernizar y arm onizar un nuevo pensum de
la C arrera de Física — más acorde con la realidad, con los avances actuales de la
ciencia, con el funcionamiento de la M aestría en Física, con las necesidades del
físico moderno, con los recursos hum anos del D epartam ento y con las necesida­
des del país— saltó a la v ista el urgente requerim iento de reform ar la com ponente
m atem ática de la C arrera de Física. De allí que se insistiera en cursos sem estra­
les de asignaturas tales como estru ctu ras algebraicas, análisis m atem ático, análisis
combinatorio, álgebra multilineal. álgebra y análisis tensorial, análisis numérico, y
fundamentos de geom etría diferencial y topología.
Las siete prim eras asign aturas quedaron en la carrera, y las dos últim as se han
recomendado p ara el posgrado, com plem entándolas con álgebra y análisis exterior.
La necesidad cada vez m ás aprem iante de utilizar en física las m odernas teorías
y técnicas m atem áticas, por un lado, y la exigencia del rigor y coherencia en las
demostraciones, cálculos y aproxim aciones, por el otro, hacen que el físico moder­
no participa del festín de las m atem áticas con to d a propiedad y derecho. E l rigor,
coherencia y espíritu de las m atem áticas deben ser transm itidos al físico sin con­
templaciones y sin concesiones. E n una palabra, los cursos de m atem áticas p ara los
físicos deben adm inistrarse more geométrico.
Nunca se insistirá dem asiado en la im portancia capital que, p ara la Física —ta n ­
to clásica como m oderna— , tiene ia geom etría, más exactam ente, las geom etrías11*.
De la m isma m anera que los cursos de cálculo y análisis m atem ático no hacen sino
merodear alrededor del teorem a fundam ental (del cálculo) de Stokes, el álgebra mui-
tilineal d anzará alrededor de la geom etría. El álgebra multilineal no será una m era
extensión de lo que el álgebra lineal es a ia teoría de las proporciones. A pesar de la
im portancia y la fecundidad de los m étodos geométricos (espacios vectoriales, inva­
riantes, invariancia, covariancia), la enseñanza de la geom etría h a conocido no pocos
avacares pedagógicos. No suena discordante aquella imprecación de Dieudonné: “¡A-
bajo Euclides!” , con la cual quizo com batir ia m anera árida y p atriarcal escogida
. p ara enseñar y perpetu ar !a geom etría; en vez del m étodo axiom ático-deductivo, a
la EuclMes-Hilbert, propuso el esquem a poderoso del álgebra lineal^2^ 3', yo diría
multilineal."Lo infortunado fue nu estra increpación tropical “¡M uera Euclides!” con
que se. hizo desaparecer, por arte de birlibirloque, h a sta la geom etría analítica. 01-
. yidamos que si el análisis se reduce en últim a instancia a p ro b ar desigualdades, la
geom etría com plem entariam ente se reduce stricto sensu a p ro b ar invarianzas. El
“complejo de Euclides” es alienante cuando de él se abusa.
Las. formas bilineales, sesquilineales y cuadráticas al a c tu a r sobre un conjunto
de objetos m atem áticos determ inan ios espacios euclidianos, minkowskianos, rie-
m annianos, herm íticos y hilbertianos (y otros). Sobre esos espacios se construyen
las geom etrías específicas que llevan sus patroním icos respectivos. Finalm ente ese
cuadro sirve de marco geométrico p ara las físicas clásica, relativ ista y cuántica. De
esta m anera la n aturaleza física nos ofrece un maravilloso laboratorio gratuito p ara
ilustrar y aplicar las definiciones ab stra ctas de la m atem ática. El vacío intencional
en cuanto al contenido real y sensible de las ideas del m undo m atem ático viene a
ser llenado por el generoso universo físico. L a física en cierta m anera, exige la linea-
lización y la multilinealización del álgebra. P or esta razón algunos reduccionistas
que buscaban concebir la m atem ática como un feudo de la física afirm aban que “la
m atem ática no es más que una descripción de la física y un medio p ara resolver
problem as físicos y de otro tipo” . Nosotros nos contentarem os con contem plar un
-isomorfismo entre las verdades y formas platónicas del firm am ento m atem ático y
las constataciones terrestres del universo físico. U na cosa es el m undo físico exter­
n o , o tra es el mundo m atem ático, y o tra el m undo físico interno, ideal, abstracto y
" modelizádo que tenemos en nuestra cabeza.
Bien sabido es que la m atem ática se reduce estrictam ente a tres procesos fun­
dam entales: construir librem ente objetos m atem áticos invariantes, form ar relacio­
nes entre ellos y, finalmente, dem ostrar que ciertas de esas relaciones son verdades
riógiep-niátem áticas o teoremas. Los objetos o seres m atem áticos (o seres geométricos
intrínsecos, independientes de bases, de observadores o de sistem as coordenados),
que no existen en la natu raleza (ésta sólo guía en el proceso de elaboración o crea­
ción), son modelos abstractos y generales. Los objetos físicos sensibles, de estru ctu ra
más o menos com plicada, se simplifican asintóticam ente p a ra buscarles analogías
con los modelos m atem áticos; esta es ia base del principio del conocimiento volun-
Lariair.c-i'.ce incom pleto y modelizádo de la física.
E l.m áteinático se preocupa por las relaciones, no por los objetos en sí. E l físico,
.efleanabio., se in te re sa más que el m atem ático por los objetos físicos o geométricos en
'sí que le proporciona el m undo visible, y por las verdades absolutas e impersonales.
.„Solamente de m anera accidental,. contingente y subjetiv a se interesa por las diversas
...„representaciones, las bases y -las.coordenadas. -El físico escá más te n tad o paradóji-
•--eamente por absolutizar que po r reiátivizar la física. E s tá es u n a verdad de pero-
’-'|^ tto 7 ÍX S T azS n ‘ánTÍeñfos soore^lls" “verdádés absolutas” se hacen geom étricam ente
—es decir, de m anera intrínseca, independiente de las bases, de los observadores,
de coordenadas o representaciones— con objetos invariantes. Los cálculos efectivos
sobre las ‘‘verdades relativas"se realizan con componentes, coordenadas, bases, ma­
trices y representaciones. De aqu í que el pensar geométrico y .multilineal sea un sexto
sentido p ara el físico y hace que la física teórica se vuelva más ab stracta, vale decir,
más geométrica. E n las situaciones simples la intuición sensible será lam entable­
mente inútil (por decir lo menos) y en los casos complejos forzosam ente perjudicial.
Un ejemplo poco citado, de la influencia de la m atem ática ab stra c ta en la física, lo
constituye la tercera gran revolución de la física de principios de siglo. Nos referimos
a la revolución de la mecánica clásica. E sta hizo grandes avances (y actualm ente los
hace más que la propia m ecánica cuántica) gracias a la influencia de la topología,
la geom etría diferencial, el álgebra multilineal, la geom etría simpléctica, el álgebra
y análisis exterior. E sta renovación la debemos a Poincaré y a C artan.
La física —y la m atem ática, con mayor razón— h a llegado a ser cada día más
abstracta, compleja y no intuitiva, vale decir iconoclasta. Aunque cada una tenga
su feudo propio y sus métodos sui generis, ni la física es la sum isa súcuba de la m a­
tem ática, ni ésta es la galante incuba de la física. Además el aparente y paradójico
divorcio entre la física y la m a tem ática — la sirvienta de las ciencias— , es algo ar­
tificial, como lo es tam bién la dicotom ía en el propio interior de la m atem ática: la
m atem ática operativa y la m atem ática dem ostrativa; éste es otro no menos sofisma
de distracción. El diferendo entre la física y la m atem ática es más bien un problem a
de lenguaje, estru ctu ra lógica, gram ática, sintaxis, m étodo tautológico, y de malas
costumbres. Los m atem áticos reprochan a los físicos su lenguaje algorítmico impre­
ciso y galimático, sus razonam ientos poco rigurosos y decorosos, sus aspiraciones
autárquicas, su intuición ingenua y su fantasía desenfrenada. E n cambio el físico
reclama ante el m atem ático libertad da acción, praxis, atrevim iento en su visión y
osadía. E stas actividades no son incom patibles, son com plem entarias. Los dos co­
laboran en la construcción de un edificio. E l físico construye piso sobre piso rápido
(si agu an ta echele otro p iso ...) y deja la obra negra ai matemático.. E ste revisa
las fundaciones, elabora generalizaciones y nuevas teorías de procedencia física, da
forma, unidad y elegancia al acabado, y, a veces, sólo responde por un sólo piso.
Además, aclara las anfibologías, excluye los paralogismos, señala las antinom ias y
las tautologías viciosas.
Si queremos ver la estru c tu ra causalista de la física, a la luz de la enseñan­
za atávica del "corpus aristotélico” , lucirá así: 1) C ausa m aterial: El cosmos, las
partículas fundamentales, los fenómenos e iñvariancias; 2) C ausa formal: estructu ­
ra m atem ática, conceptos, principios, leyes, modelos y estru c tu ra formal; 3) Causa
eficiente: las fuerzas, interacciones fundam entales, cam pos y causalidad; 4) Causa
final: principio y formalismo variacional lagrangiano.
Las líneas precedentes son algunas justificaciones prim arias de cómo la física
emplea el lenguaje geométrico del álgebra lineal y m ultilineal en su pensar y en
su quehacer, ese lenguaje es un instrum ento que d a coherencia a muchos objetos,
conceptos y propiedades aparentem ente desconectados y dispersos.
E stas notas reproducen íntegram ente el curso de álgebra m ultilineal en el campo
real y complejo. Es una m odesta introducción al bagaje m atem ático que debe poseer
un físico moderno; además, representa un a escogencia m ínim a de materia!, una
versión sintética y una presentación coherente. La m otivación p ara la redacción se
debió a que todo el m aterial aquí recogido se encuentra disperso en muchos textos
escritos en diferentes idiomas, con notaciones diversas y con nom enclaturas variadas.
I·'/« algo así como la labor de los helenistas profesionales, que descifran y comprenden
pedazos de escritos anónimos y expresiones m utiladas que se encuentran en Grecia.
Pero a nadie se le ocurriría que un profesor de griego enseñe con ese variado m aterial,
usaría más bien una g ram ática griega bien estru c tu rad a y sintetizada. De la m isma
m anera aquí exhibimos el desarrollo de un pro gram a y no el seguimiento de un libro
de cabecera.
La obsesión del m atem ático profesional — como la del físico m oderno bourbaki-
/.ado, valga el eufemismo— es evitar al máximo los abusos del lenguaje y los abusos
ile notación, y emplear sistem áticam ente la precisión del lenguaje. No obstante, el
mismo N. Bourbaki (1924-oo) advierte que no se debe abusar ad nauseam de estas
prescripciones ya que harían que ei “texto m atem ático corra el riesgo de llegar a ser
pedante y aún ilegible” .
E ste texto cubre el curso de un sem estre de 64 horas de la asign atura Algebra
multilineal, p ara la carrera de física. Com o los estudiantes ven en otros cursos la
parte que tr a ta de diagonaiización. determ inantes y diferenciales, entonces se pueden
saltar las secciones que tr a ta n estos tem as: cap. 3 §3.5 y §3.6; cap. 4 §4.6, §4.7 y
§4.9; cap.5 §5.6, §5.7; §5.11 en parte, §5.12; cap.6 §6.13. Estéis últim as secciones
■sólo fueron incluidas en el texto como com plem entos armoniosos, como repaso y
m uestra de aplicaciones. N aturalm en te que son m uy provechosas p a ra el estudiante,
lía cuanto ai cap. 8 §8.6, sobre la diagonaiización de operadores auíoadjuntos, deben
darse los resultados y consecuencias m ás im po rtantes en conexión con el futuro
curso de m ecánica cuántica. Las formas sim plécticas se dejarán ai buen entender
del profesor. P a rte de la sección sobre la derivada exterior se tr a ta r á someramente,
s e debe poner más énfasis en lo esencial y en ei sólo enunciado de proposiciones
sin dem ostrarlas. Es el caso del teorem a de Poincaré. El capítulo 9 (aplicaciones)
está fuera del program a, pero sí se verán las siguientes secciones del cap. 9: §9.1
hasta §9.3.2 (incluida). Los capítulos 1 y 2 son los fundam entales y form an la parte
esencial; el resto es una generalización. De m anera que el profesor debe insistir
en estos dos capí tulos haciendo gala de claridad, precisión, rigor y aplicaciones. El
profesor no debe olvidar que los principales capítulos, en donde debe poner énfasis es
en los dos primeros, ya que ei resto del curso son generalizaciones y extrapolaciones.
También existen otros pasajes que pueden excluirse del curso —en general se dejan
al arbitrio del profesor— . Del m aterial excluido (hay bastante) el profesor debe
contentarse con tra ta r los enunciados, resultados y consecuencias más im portantes.
Los estudiantes harían las dem ostraciones por su cuenta, las cuales se desarrollan
con detalles en el texto.
Tanto el curso como el presente texto exhiben un aspecto no menos abstracto.
No representa, sin duda, una glorificación o ritual a la abstracción, sino que esa es
genuinamente la naturaleza de la actividad cognoscitiva de! ser que quiere aprehen­
der, com prender y analizar. Todo pensamiento, experiencia o modelo representa una
abstracción, de una u o tra forma, y a ella tiende la cognición. Me valgo de la ocasión
para dar algunos ejemplos triviales. E n los primeros grados de la escuela elemental
se induce y cultiva en el niño el gusto por la abstracción. Se enseña a abstraer de
los conjuntos de cosas y m agnitudes la noción de núm ero abstracto, independiente
de la naturaleza de las cosas o medidas. M ás tarde, en los grados superiores, se
enseña al adolescente a generalizar, con x o y, las m agnitudes independientes de los
números que ellas representan. Ya, al final, en la Universidad se ejercita al joven en
una abstracción totalitaria, donde los reflejos lineales, multilineales, infinitesimales,
tensoriales y operatoriales tiene cabida “n atu ral” y llenan la actividad diaria.
Ya nos hemos referido suficientemente a la teoría o marco ab stracto del álgebra
multilineal o multivectorial. A hora hablarem os de la práctica. E n las actividades
pedagógicas se ha insistido mucho, infortunadam ente, en el aspecto dual de la en­
señanza de las m atem áticas, al menos en lo que atañe la carrera de física. Me estoy
refiriendo al aspecto dem ostrativo y al aspecto operativo. E sta dualidad, o divi­
sión arb itra ria y anti-holista, no tiene sentido en lo que concierne al aprendizaje y
asimilación de la m atem ática p ara el físico. Puede que sí existan circustancias a te­
nuantes si se tr a ta de ingenieros u otros usuarios de la práctica m atem ática. P a ra
estos últimos se justifica, por ejemplo, que el análisis devenga el cálculo; pero una
generalización sería injustificada, perniciosa e infortunada en el caso particular de
los físicos.
En el caso del físico, esa dualidad endémica arruina la consistencia global de
las m atem áticas: sin fundam entos teóricos y sin actividades prácticas sería una
quim era ingenua y una utopía irresponsable considerar el estudio de las m atem áti­
cas. La m encionada dualidad, ya hondam ente arraigada, repercutirá, a la postre, en
la formación de físicos con un bagaje m atem ático deficiente, y no menos ineficaz, y
por consiguiente, poco aptos p ara la comprensión y asimilación de teorías y modelos
físicos.
Señalemos por último, que u n a enseñanza mal orientada y sólo con las manos,
de los m étodos y técnicas m atem áticos, corre el riesgo de simplificar de m anera per­
niciosa, de operativizar a ultranzas las teorías m atem áticas. A menudo se ofrecen
definiciones suniarísimas, “o perativas” e intuitivas a m anera de recetas, las cuales
tienen ia apariencia d e rigor y exactitud, e n el contexto particular e n que se apli­
can, y p ara los propósitos utilitaristas, pero que a la postre tienen la infortunada
virtud de generar ideas aproxim adas, cuando no falsas, sacando a la luz a mons-
w w w , els©
i

F o rm as lineales

Este capítulo es un prolongación del álgebra lineal, la cual estudia los aspectos li­
neales (espacios vectoriales, transform aciones lineales, matrices, sistemas lineales y
determ inantes). Se supone que e s ta p arte es bien conocida por el estudiante. El
cambio consiste en que el espacio de llegada o codominio de nuestras aplicaciones
será ahora el cuerpo de base K , el cual es en sí mismo un espacio vectorial. Los
espacios vectoriales o lineales constituyen una estru c tu ra algebraica subyacente a!
conjunto de los objetos físicos que intervienen en los constructos teóricos destinados
a explicar, com prender y unificar los fenómenos físicos. De allí su im portancia fun­
dam ental en la física. Además, estos espacios generalizan la llam ada álgebra vectorial
y forman la estru c tu ra prim itiva del álgebra mulíilineal. Aquí vamos a extender el
álgebralineal al caso particular de aplicaciones lineales con imágenes en cualquier K ,
se introducirán las bases duales, el corchete de dualidad y la noción de ortogonaiidad.
Este capítulo, en cierto aspecto geom étrico y abstracto, nos servirá de plataform a
para el resto del program a, cuya culminación será el estudio del álgebra de tensores
sobre espacios de Miukowski (base de la teoría de la relatividad) y del álgebra
de operadores sobre espacios de H iibert (base de la teoría cuántica). Numerosos
ejemplos nos m o strarán esta conexión entre las formas lineales y la física.
Con este capítulo iniciamos el estudio de los tensores de rango uno covariantes
(formas lineales) y contravariantes (vectores).

1.1. N otacio nes y convenciones


Consideremos un espacio vectorial de dimensión finita n, denotado por n E , sobre
un cuerpo conm utativo K , que puede ser M o C .
WWW

U na base de n E será d enotada así:

(e*)l$i$n '(e") 0 (e li e2i · ·· i Cn)·

Un vector cualquiera se escribirá así:

n
X = £ V e> = (i 1,!2 .... x n ) = (xi),6(l,n] = (*")■

Los vectores de n E serán notados x, y, z , . . . X , Y, Z , . . . Los escalares de K ,


a , / 3 , . . . , A ,¿ i,i/,...; éstos se llaman tam bién tensores de rango cero. La potencia
m
cartesiana m de n E la notarem os E m = E x · · · x E = X E ' (m factores o con la
¿= 1
p roductoria cartesiana X ); si tenem os varios espacios diferentes E i , E ? , . . . , Ek, los
notarem os E j (j = 1 , 2 , . . . ,k ) .
El espacio vectorial de las aplicaciones lineales de E en E , o endomorfismos,
será denotado por E n d (£ ) o L (E )\ este conjunto es tam bién un álgebra unitaria
no conm utativa isomorfa al álgebra de m atrices cuadrad as n x n, M ( f ) , de los
operadores o endomorfismos / de E.
Si se tienen dos espacios m E y n E ‘ de bases (e^) y (e') (j = 1 , 2 , t =
1 , 2 , . . . , n), por definición, la m atriz M ( f , (ej), (e'¡)) de la aplicación lineal f de E
en £ ', / 6 L ( E , E ' ) , con relación a las bases (em) y (e'n), será la m atriz de tipo
n x m . d e elementos , cuya j-é sim a colum na será el conjunto de las com ponentes
de f { e j ) con respecto a la base (e'). Es decir,

n n

de donde: y — f ( x ) <=> Y = M X <=> y ’ = M i j x K E n este caso X y Y son


las m atrices de los vectores x y y.
Si un endomorfismo es invertible lo llam arem os autom orfism o o transform ación
lineal. E n general llamaremos transform ación a una biyección de un conjunto sobre
sí mismo. Si este últim o es finito, la transform ación se llam ará perm utación.
Los superíndices se d estinarán p a ra las com ponentes de un vector y serán lla­
m ados índices contravariantes. P a ra las com ponentes de los covectores o formas
lineales (que se definirán en la siguiente sección) utilizarem os subíndices, llamados
índices covariantes, p ara sus com ponentes. Las bases llevarán subíndices; las cobases
o bases duales llevarán superíndices.
Tam bién harem os uso de la convención de Einstein: monomios con índices co­
variantes y contravariantes repetidos indicarán sum ato ria sobre estos índices mudos.
E jem plo:

x = ^ x'e¿ = x'ei = x*ej ,


ta l
n
j = £ M ijiP = M ijx * = ·
¿=i
E n situaciones diferentes hay que indicar explícitam ente la suma, por ejemplo

¿ x*!* = ¿ ( x ‘)2 = ( x 1)2 + (x2)2 + ■ · - + (xn )2 .


«asi i~ 1

Los espacios que más tratarem o s serán espacios métricos; eso hace que los índices
se puedan subir o b ajar fácilmente, lo que es imposible en los espacios afines. En
los espacios euclidianos la covariancia y la contravariancia son sinónimos. E sto no
es posible en coordenadas oblicuas y en espacios de Riemann. El caso particular de
espacios de Minkowski lo explicaremos con detalle. 6 será el símbolo o tensor de
Kronecker de com ponentes 5¡j = 1 si t = j; <Sy = 0 si i # j .
E n algunas situaciones específicas la frase “simplificando por” te n d rá una con­
notación especial de convención y abreviación que tendrem os la ocasión de apreciar.
F inalm ente, reservamos la p alab ra función p ara realcionar conjuntos numéricos;
usaremos siempre el térm ino más general de aplicación — algunos usan la palabra
mapeo o morfismo— . Un homomorfismo de £ en £ tam bién se llama un endomor-
fismo u operador lineal. U na transform ación lineal de E será un automorfismo o en-
domorfismo inversible u operador inversible o endomorfismo biyectivo o isomorfismo
de E en E . Ciertos autores llam an epimorfismo a un homomorfismo sobreyectivo,
y monomorfismo a un homomorfismo inyectivo; aquí no usaremos esos términos.

1.2. D e fin icio n e s


Sea n E un espacio vectorial de dim ensión finita n, sobre un cuerpo conm utativo K .
Sea (en ) = (ci, e ? ,. . . , e n) u n a base de n E . Se llam a form a lineal sobre E l a toda
aplicación lineal de E en K . Las formas lineales las notarem os con / * . Se tiene,
pues, / * : E — ► K con la propiedad definitoria de la linealidad:

1) homomorfismo de grupo : / * ( x + y) = /* ( x ) + / * ( y)
2) homogeneidad : / * ( Ax) = A /* (x) V x , y e £ ; VA e K .

Según estas dos propiedades, la form a lineal / * conserva (o tran sp o rta ) la estru c tu ra
de espacio vectorial de E y de K (este cuerpo K es un espacio vectorial sobre él
1En adelante, cuando no se necesite enfatizar la dimensión, en lugar de escribir nE escribire­
mos E.
y den o tará a l o C ) . E sto tam bién se expresa diciendo que / * es com patible
¡urna de vectores y con la m ultiplicación por escalares,
is formas lineales las llam arem os sim plem ente form as o covectores, o ten-
Dvariantes de rango uno. Los elementos de E se llam a rá n vectores y se
x = x ' e i . Los escalares x* serán las com ponentes co ntrav ariantes del vec-
f se h ab lará del vector x de com ponentes contravariantes x ‘. P o r abuso de
e se h ab la corrientem ente del vector ( x ‘). E l conjunto {/*} de las formas
sobre E se llam a espacio dual de E y se denota p or E * E l dual de E* se
l bidual de E y se n o ta E * * .

No existe, en general, relación funcional entre x € E y x* G E * . Algunos


llam an a una form a lineal un funcional lineal o función lineal; aquí no lo
s. Ciertos autores llam an a E* el espacio adjunto o conjugado, o tam bién
jebraico de E.

general, una aplicación lineal entre espacios vectoriales se llam a un homo-


10 . A un a form a lineal o covector tam b ién la llam arem os tensor -covariante
o uno. A un vector lo llam arem os tensor co ntrav ariante de rango uno.

O p e r a c io n e s con las fo rm a s lin ea le s


onjunto E * se puede definir un a operación b inaria in te rn a n o ta d a aditi-
í así:
E* x E * — ♦ E*
(f \ 9 *) — (/* + S * )g £*.
a se puede definir una ley de com posición ex tern a así:
K x E*— E*
(A ,/* ) — A /*,
niciones respectivas de estas operaciones f * + <?* y A /* serán:
" y g* 6 E* tenemos, por definición,

*+ < ?*)(*) = / * ( x ) + 3 *(x) Vx G E*


(Af* ) { x ) = A /*(x) VA 6 K .
io 1: P ru eb e que ( /* + g * ) y (A /*) son to d a v ía formas lineales, es decir que
;en a E*\ p ara ello calcule las expresiones ( /* + g * ) ( x + y ) y ( /* + g * ) ( f j . x )
ue que son respectivam ente iguales a ( /* + g * ) ( x ) -I- ( /* + g * ) ( y ) y a n ( f * +
i x , y 6 E , VA, n G K . Calcule tam bién A /* (x + y ) y A
operación binaria entre forméis lineales es el prod ucto tensorial (g : E * 2 3
i—* f * ® g * definido por ( /* 0 g * ) { x , y ) = f * { x ) g * { y ) , V x.y e E . Más
¡ nos ocuparem os con detalle de este in teresan te p rod ucto tensorial.
E je rc ic io 2: Verifique que <8> es lineal en x y en y.

1.4. P r o p ie d a d e s
De la definición anterior de la operación + entre formas se infiere que tiene las
siguientes propiedades:

1) Es conm utativa,

2) E s asociativa,

3) Tiene un elemento neutro, form a lineal cero, O* definido por 0 * (x ) = 0 e K ,


Vx £ E , tal que O* + / * = / * + O* = / * , V /*;

4) C ad a forma f * tiene u n a forma lineal o puesta única, definida por (—/* ) (x ) =


—f * ( x ) , Vx e E y ta l que /* + ( - / * ) = ( - / * ) + ( /* ) = O*.

E stas cuatro propiedades de la ley interna 4- hacen que el doblete ( E * , + ) sea


un grupo abeliano. La operación externa “multiplicar por A” , que indicaremos por
“A·” , goza de propiedades tales que el triplete ( E * , + , A·) tiene estru c tu ra de espacio
vectorial.

E je rc ic io : P ru eb e que ® es asociativo, no conm utativo y distributivo con respecto


a la suma.
E l cuadruplete ( £ * , + , A-,®) se asemeja a un álgebra cuyas especificaciones,
detalles y contenido aclararem os más tarde.

1.5. E sp a cio du a l E *
E l conjunto E* de formas lineales sobre E con valores en K es un espacio vectorial,
L (E \ K ) , sobre el cuerpo K . A los elementos /* 8 E* les pondrem os el asterisco para
m arcar bien su naturaleza funcional; más tarde, cuando la ru tin a se haya instalado,
om itiremos el asterisco. Com o todo espacio tiene una base, denotarem os a la base
dual del espacio E * por (e*, e*. ···, e ’ ) = (e*)i^¿^n- Los e* son aplicaciones lineales
de E en K linealmente independientes que generan a E * . Tam bién notarem os la
base dual e* por e * \ o sim plem ente e \ cuando ya el asterisco sea superfluo para
indicarnos que las e* son funciones. Entonces un covector / * se escribe así:
n

' / · = S /*e * = = />e i.


¿=i
y se habla del covector / * , o tensor, de com ponentes covariantes /¡ o, por abuso dt*
lenguaje, se dice el covector ( / ,) = / , , o tensor covariante.
La posición de los índices da la naturaleza contravariante o covariante de las
;ornponentes; los superíndices o los índices superiores señalarán las componentes
:ontravariantes x ' de x. Los subíndices denotarán las coordenadas covariantes /,
le los covectores /* . Las bases de E tendrán subíndices: (e,). Las bases duales de
E* tendrán superíndices: (e‘) y serán las nuevas bases funcionales que también se
laman cobases. Con la convención de Einstein se tiene x = x'e¡, /* = f , e ‘. A
a contravariancia y a la covariancia se les llam a la variancia o rango del vector o
ensor.
Señalaremos que un vector, lo mismo que un covector, es un objeto m atem ático
i ser geométrico invariante. Vale decir, independiente del sistem a de coordenadas
> base. Es una cosa per se, que existe objetivam ente. En cambio las componentes
> coordenadas dependen de la base escogida, son diversas apariencias del vector o
«vector, son números contingentes, son accidentes. Sólo x o /* tienen existencia
ibjetiva intrínseca y absoluta. De allí que los m atem áticos se interesen por esos ob-
etos. El físico, como el geómetra, tam bién se interesa por los vectores y covectores
—y otros constructos más complejos fabricados con base en éstos: los tensores y los
spinores— porque al ser entes absolutos y objetivos se prestan maravillosamente
iara enunciar todas las leyes físicas objetivas, universales, absolutas e independien-
es del sistem a de coordenadas, de medidas, bases u observadores que se usen para
lefinirlas. Lo invariante es absoluto. Lo contingente y accidental es relativo.
Los vectores y covectores son esencias que por su significado intrínseco o inva-
iante sirven p ara describir impersonalmente los fenómenos físicos. En cambio las
omponentes, como vestidos de los vectores y covectores, sirven sólo de instrumen-
os de cálculo, cambian con la moda. Se razona con vectores y transformaciones
operadores lineales (método geométrico). Se calcula con componentes y con ma-
rices. É stas cambian al cambiar de base. Aquéllos no. Nunca podríamos apreciar
uficientemente la im portancia de estos objetos geométricos para el físico.
El espacio dual E * también se nota E * = T i ( E ) = L ( E \ K ) = L \(E ) , y se le
am a espacio tensorial de tensores una vez covariantes y cero veces contravariantes.

.6. C or ch ete de dualidad


i / * G E* y x e E , entonces el número / * ( x ) se representará por el símbolo ( / * | x ) ,
am ado corchete de dualidad. E ste nombre se debe al papel simétrico que juegan
* y x (esto lo veremos más adelante); tam bién gozan de la linealidad. Gracias a
sta, las expresiones de los numerales 1.2 y 1.3 quedan sintetizadas así:

</* + Afl*|x + My) = (/* |x ) + ^ ( f \ y ) + A (ff*|x) + A¿i (p’ |y) .

Se tiene la equivalencia lógica:


esto lo llamaremos “simplificación por x ” :

/ · ( * ) = í?*(x)vx -* r w = » *(/) = * r = s*
</*|x> = <5*ix>vx =* < n *> = <p*i *> = > /* = * · .

Es evidente que

tf3 /* < x ) = (/*|x> = (/* |x 'c < ) = x* {/*ki> y


t f a / '( x ) = ( / • |x ) = ( / ie*í |x) = / i (e*í|x>,

ya que { | ) goza de la linealidad a ambos lados de la barra, de doble linealidad, de


ambilinealidad o, más exactam ente, de bilinealidad; de allí el nombre de dualidad.

N o ta : Los físicos cuánticos usan la notación (/* |x ) en vez de ( /* ,x ) , que es la de


los matemáticos; las dos notaciones son equivalentes cuando K = R, y las usaremos
indistintamente. El caso K = C es diferente y lo tratarem os en los capítulos 7, 8
y 9·
El corchete ( | ) fue introducido en física cuántica por P. A. M. Dirac (1926). Por
eso también lo llamamos corchete de Dirac.

1.7. C o n str u c ció n ex p líc ita de formas


Es un hecho conocido que to d a aplicación lineal definida sobre un espacio n E queda
bien determ inada, o definida, por el conocimiento de los n valores que ella tome
para los n elementos de una base de F . La explicación de este hecho aparece en el
siguiente lema:
L em a: Sean n E y mE ' dos espacios vectoriales sobre el mismo cuerpo K, (et ,
e„) una base de E y {e'j,..., e^} una familia cualquiera de n vectores de E'. Entonces:

1) Existe una y sólo una aplicación lineal f de E en E ' , tal que /( e ,) = e'
V: = l ,2 ,...,n .

2) Para que f sea inyectiva es necesario, y basta que {e^,..., e^,} sean linealmente
independientes.

3) f es sobreyectiva si, y solamente si, {e'u ■··, e'n ) generan a E ' .

4) Una condición necesaria y suficiente para que f sea un isomorfismo de E en


E ' es que { e \ , e ' n ) sea una base de E ', y en tal caso n = m.

D e m o s tra c ió n :
1) La existencia de / se prueba exhibiendo una / que construiremos así: sea
nE 3 x = x'e,. Los x ‘ son únicos. Pongamos x ’e¿ — / ( x ) = x‘/ ( e¿) — y e E ' ,
ya que x ‘ depende de x. Esto define autom áticam ente a / ; por construcción
es / ( e i) = e', i = 1,2
La linealidad de / se cumple, ya que para x , y e E se tiene

/ ( i + Ay) = (z l + Ay‘)e' = x'ej + Ay!e' = /( x ) + A /(y).

La unicidad se verifica, puesto que si existiese otra / ' con la misma propiedad,
esto es /'(e ¡) = e', entonces

Vx 6 £ : f ' ( x ) = / '( * ’e,) = z 7 ' ( ei) = xV< = f ( x ) ,

concluyéndose que f — f ( “simplificando por x").

2) Si / es inyectiva y consideramos la combinación lineal 2]?=i ^ ‘eí = 0, se tiene

y / f a ) = } ( A‘ei) = 0;

entonces, como / es inyectiva, se tiene A’e, = 0, o sea A* = 0, ya que e¡ es


una base de E y x 6 Ker/ = {0}; por consiguiente, los e\ son linealmente in­
dependientes. Recíprocamente, si {e\, ...,e'n ) son linealmente independientes,
entonces / es inyectiva. Sea x e K e r/; por definición se infiere que

/( x ) = / ( x ‘e¡) = x'e'i -- 0 => x1 = 0 Vi


=> x = 0
=> K e r / = {0}

3) E es generado por las combinaciones lineales de la base ( e i , en ), f ( E ) va a


ser el conjunto de las combinaciones lineales de los e\ = /(e ¡). Entonces

/ es sobreyectiva <=> f ( E ) = E '


*> E ' 3 y' = Y ¡ \ ie[,Vy' e E ' .

Todos los elementos de E' son combinaciones lineales de los e', ya que y' =
A*/(e<) = / ( A'ej) = /( x ) y y' 6 E ' tiene al menos una preimagen x 6 E. De
aquí se colige que los {e\ , . . . , e'n ) son generadores de E ' .

4) Es consecuencia inm ediata de 2) y 3); una base es un sistem a de vectores


generadores y linealmente independientes; esto es asegurado justam ente por
la biyectividad, forzosamente m — n. -
Ya vimos que una aplicación se conoce si se sabe la imagen de una base. Ahora
construyamos / * . Fijemos una base (e¿) de E. Démonos n escalares ( a i , . . . , a n ) e
K n tales que a, = / ’ (e*). Escribamos para todo vector x = x ’e; de E: K 3 £ x ‘a¡ =
* < /·(* ) = = /* ( * )· A menudo pondremos a , = f i = f* (ei) = m atriz de
f * = M ( f * , (ei), (1)). E ste procedimiento m uestra que toda / * , así construida, es
una forma lineal sobre E; de esa manera se obtiene to d a forma lineal /* : dando n
valores de la imagen, por / * , de una base de E, es decir, dando a¿ 6 K tales que
/*(e<) = di = fi, i e [ l,n ] . E sto origina el siguiente resultado:

P r o p o s ic ió n 1: La aplicación tp de K n en E * ,

( a i, 11 .. . , a n ) >-*■ < p(ai,. . . , a n) = /*

es un isomorfismo.

D e m o s tra c ió n : <p es inyectiva cuando, y sólo cuando, tp ( a i,. . . , a n) =


< p ( a [ , a'„) implique ( a i , . . . , a n ) = , a'n ). Si los a¿ y a\ definen la misma
forma lineal / * , entonces, se tiene tp(oc\ , . . . , a n ) = / * y <p(a[ , . . . , a'n) — /* . Pero
/* (e¡) = a¿ y /* ( e .) = a ' (Vi), y por consiguiente (a¡) = (a·) (Vi). Aquí pondremos
( a i , . . . , a n) = (· • • a < ··- ) = (a¿).
La sobreyección equivale a probar que <p(Kn ) = E * , o sea que tod a imagen f *
por ¡p en E* tiene al menos una preimagen <p~l ( f * ) en K n. Sea, pues, f * 6 E*
y pongamos Qí = /* (e j), Vi. Sea, además, la correspondencia ( a i , . . . , a n) f* '.
Vamos a probar que /* = f* ' . Se tiene que = a< = /* (e¡) implica f * = f * '
por el lema 1 , parte 1 .
La prueba de la lineaüdad de <p es como sigue. Sean las formas lineales /* ,
g *, h* definidas por las n-tuplas de escalares ( a i , . . . ,a „ ) , (/?i,. . . ,/3n ) y por
( a i , . . . , a n) + (/?i, . . . , f3n) = ( a i + P i, ■ . . , a n + /3n), respectivamente. Se tendrá en­
tonces tp(- · ■ a „ ■ · ·) = / * , ¥ ? ( ···/? „ ···) = 5 *, /*(e<) = a ,, p*(e¿) = $ y, por
consiguiente,

/» ·(* ) = a< + pt = /*(e<) + p*(ei) = ( /* + S*)(ei) Vi.

Esto implica que /i* = /* + g *, de donde

< ?(·■■ C*i + · - · ) = / * + ff* = ¥>(·” « n · ■ ■ ) + ¥ > ( · · · · · ■ )·

Además, ¡p(\ai) = A/* = A<¿>(a¿), ya que / * ( Ae¡) = A /*(ei) = Aa¡ implica


Aa¿ *--* A/*. ^

Como tenemos que d i m ^ S = n, entonces se sabe que nE es isomorfo con K n;


además, K n es isomorfo con E *; por consiguiente n E y E* son isomorfos, de dondo
dim k E = d im ¡<Kn = dim k E* = n. De aquí el resultado siguiente:
T e o r e m a 1: Si d i m ^ E = n, entonces

d im ^ E * = n = d im ^ E .

C o r o la rio 1: n E y nE * son isomorfos.

N o ta : Si nE es un espacio vectorial cualquiera, de este corolario no se infiere que


n E y nE * sean idénticos, a pesar del isomorfismo que identifica o preserva las es­
tructu ras algebraicas. Este isomorfismo de n E en nE * no es canónico, no es natural,
es decir, no es independiente de la base. Cuando en el espacio nE existe una base
canónica o natural, entonces la identidad es correcta, como sucede, por ejemplo,
con K n. Sobre esto volveremos más adelante (corolario 2, §1.8, §1.13, la nota que
le sigue y los ejemplos 9 y 14 de la sección 1.9; ver además las secciones 2.8 y 2.13).

1.8. B a se dual
A hora se tr a ta de construir explícitam ente la cobase, o base dual (e*‘) de n E*
asociada a la base (e<) de nE. Ya vimos que K n y n E* son isomorfos (proposición 1);
este isomorfismo tran sp o rta la base canónica ( ¿ i , . . . , ¿ n) de K n a una base de
E * que notaremos ( e * ,. . . , e*). Esto asegura la existencia de la base dual (e*). El
isomorfismo asocia bases. Al elemento de base é\ = ( 1 , 0 , . . ., 0) 6 K n le corresponde
el elemento de base e* e E * , cuyo valor en la base (e¿) es, por construcción de formas
(lema 1) y com parando con éi,

(e?(ei) = <eí l ei> = 1 i ( e*le2> = 0 ...... <er|e„> = 0) = (1,0,··· ,0);


es decir

(fii |ei> = ¿i¿.


E n general,

«?(«<) = = Sii.
E sta cobase así construida es única, ya que para un i fijo las expresiones

<«?|ei> =<5u = 1 , . . . ,<e*|e„> = áin

definen a las batóes (e*), i = 1 ,. . . , n, de m anera única (lema 1, parte 1). De aquí re­
sulta la propiedad siguiente:

P r o p o s ic ió n 2: Sean nE un espacio vectorial sobre el cuerpo K y (e¡) una base


de nE. Entonces existe una, y solamente una, cobase de formas (e * ,. . . ,e*) de E *
\\\\

tal que

<e ’ l ei ) = sü V i , j «= l , . . . , n .
D efin ic ió n 1: Como ya señalamos, (e*) es la cobase o base dual asociada a la base
(e¡). La notaremos e* = e‘* = e'. Por definición, la base dual (e‘) cumple la relación
definitoria:

<eì e3> = e*(ej) = Su = 6).


Por consiguiente, para todo espacio dual existe una base y ésta es única. Las conse­
cuencias que se derivan de esta definición de cobase nos perm iten calcular los valores
de /* ( x ), y las componentes de vectores y de covectores. P a ra la imagen de / * en
x se tiene, con /* = / , e ‘ y i = x'ej:

/*(*) = </*|x> = (AeVe,·)


= f , x 3 (e'\e}) = fiX 3 áj
= f>x' = / i x 1 + h x 2 + · · · + f nx n . ( 1. 1)

De la definición de base dual se concluye que las componentes de cualquier forma


/* 6 E* con respecto a la cobase (e * ,. . . , e*) están dadas por la siguiente serie de
números, llamada una representación concreta de la forma lineal:

( 1 .2 )

o de manera condensada:

fi = < / |c < > = /* (e O = a ,.

Las coordenadas de todo vector x G E, con respecto a la base (e<), son los escalares:

< e 1| x > , . . . , < e * | x > , . . . , < e n |x > 1 (1.3)

‘ o de m anera resumida:

líj- ·' ■ o , x· = <e*|x> = e‘(x).


: "'A ·
I La verificación de estas fórmulas p ara / , y x ‘ es directa:
jjjf: sea f* = /,e ', entonces:

</*h> = < / ^ h > = |ei> = fjSi = /< =


sea x = x'e<, entonces:

<e‘ |x> = ( e ‘ \x] e]) = x J<e * |e j > = x><5’ = x \

La base dual o cobase está form ada por tensores covariantes e' de rango uno, es
decir, son las formas lineales base.
>ta 1: Obsérvese que ó¡j = ó]l = 5\ = áj ; esto es válido en los espacios euclidianos,
nkowskianos y hilbertianos que estudiam os aquí. E sto se debe a que ellos tienen
¡es ortonormales. E n los espacios afines, y en otros más generales, las igualdades
;eriores no son válidas.
El símbolo <5 sirve, además, como operador de sustitución de índices (permuta-
·), ya que sustituye el índice repetido por el índice libre: fjS? = /¿, x-’áj = x ‘.

r o la r io 2: K n es isomorfo con K n* y K n s K n*.

m o s tr a c ió n : K n posee una base canónica, ya que

F a x = ( x \ . . . , x n)
n

i=l

=
1=1

5") es la baise canónica de K n . Entonces la proposi-


1 1provee un isomorfismo canónico de K n sobre K n* que transform a la base (ét )
la base ( é l) (proposición 2). E ste isomorfismo perm ite identificar K n con K n*.
ímás, (éj) = ( é ‘). Si ( p i , . . . , fj.n ) e K n define una forma f * e K n*\ entonces,
= H ié 1 y su valor en (A i,. . . , A„) e K n es

/ * ( ( A i,...,A „ ) ) = < r | ( A 1, . . . , A n ) >


= < >
n

= < (^1, . . . , Mn)|(Al, - · · , An) > = MiAt- 0


i=l

o t a 2: E ste isomorfismo privilegiado entre K n y K n* se debe a la existencia de


.base canónica en K n \ y de allí la posibilidad de la identificación entre K n y
* (véase corolario 1 y la nota que le sigue).

rcic io : D etallar las fórmulas de la dem ostración precedente.

). Ejem plos de formas


) Sea el espacio vectorial real de vectores libres y sea vo un vector fijo.
Consideremos el producto escalar vq ■ v; entonces la aplicación de E 3 en R,
definida por v i-> vo ■ v es una forma lineal. E ste producto escalar es una forma
lineal.
2) Sea v = vxí + vyj + v z k 6 £ 3 . La proyección sobre un eje es una forma lineal:

v 1-* P ro y /x(iJ) = vx , . . . , ? r o y /z (v) =

La proyección acuesta un vector en una dirección dada.

3) Sea v = (x, y, z) y v ' = (x', y ' , z') con relación a una base ortonorm ada de E¡.
Pongamos v ■ v ' = x x ' -f- yy ' -I- zz'\ por el isomorfismo entre E 3 y K 3 tenemos
que si / es una forma lineal sobre E 3 , entonces existe un vector t¡5 e £ 3 y uno
solo tal que

f ( v ) = v 0 -v, W e E 3.

E n general el producto escalar es lineal en vo y en v; esta ambilinealidad


o doble linealidad se expresa diciendo que el producto escalar es una forma
bilineal.

4) Sea x = (x1, . . . , xn ) e K n con relación a la base canónica ( e j ) . Toda familia


de escalares de K , (ati)l<i<n, define una forma lineal / de K n en K dad a por
la fórmula

f ( x ) = Qxx 1 4----- + anx n .

Por abuso de lenguaje se dice que a i x 1 + ■ · · + a nx n es una forma lineal, ya


que se confunde la aplicación / con su valor /( x ) p ara el valor x de la variable,
de m anera que, debido a este abuso de lenguaje, muchos libros afirman que
un polinomio de prim er grado homogéneo con relación a la variable x 1 es una
forma lineal (ése fue el origen histórico del estudio de las formas lineales); las
variables ( “incógnitas” ) son x 1 , . . . , x n , y los coeficientes, a x , . . . , a n .
Se sabe que /( e j) = a ; Vi. Una ecuación lineal homogénea en n variables
2 1, . . . , xn es una form a lineal del tipo anterior; es decir, un polinomio de
primer grado homogéneo con relación a las variables x 1, . .. , x n y se escribe
/( x ) = 0 o / ( x 1, . . . , x n) = 0, ya que x = (x 1, . . . , xn). Se escribe a \ X l +
• + ocnx n = c cuando es una ecuación lineal con segundo miembro, dónele
(x 1, . . . , x n ) son las incógnitas. Varias ecuaciones lineales simultáneas do este
tipo forman un sistem a lineal.
En la expresión £ a ¡ x ! = c, el primer miembro es una forma lineal; la fórmulii
con los dos miembros no es un forma lineal, es más bien una aplicación lineal,
o una ecuación lineal. E ste ejemplo se citó p ara evitar muchas confusiones
causadas por abuso de lenguaje y de notación relativos a los polinomios, fu»
ciones polinomiales, formas lineales, ecuaciones lineales y aplicaciones lineales
(ver los problemas 1 0 y 11 de este capítulo).
5) La aplicación / ' : nE >-* K , definida por x <-* / ' ( x ) = x \ es una forma
lineal sobre nE , llam ada i-ésima forma coordenada; es la proyección del vector
x = x 'e , sobre el eje i. Con nuestra convención se escribe / ' = x*, es decir,

x >-♦ x '(x ) = < x ‘|x > = x ’.

Aquí la forma y su valor se confunden abusivamente.


Existen n forméis coordenadas p ara calcular las componentes de un vector.
Es decir, con el corchete de dualidad se calculan las componentes tanto de
vectores como de covectores. Esas n formas coordenadas, si se notan e 1, e2, ...,
en en vez de x 1, x2, . . . , x n , satisfacen las relaciones

e ‘(x) = < e’|x > = x'


e ^ e j) = < e% > = á*.

De m anera que las n formas coordenadas (e1) no son o tra cosa que la base
dual de n E *, ya que ellas:

a) generan a E *, puesto que

/* ( x ) = < /< e'|x > = f¡e '(x) Vx;

y simplificando por x se tiene / * = fi e ' V/* e E*\


b) las e* son linealmente independientes, es decir,

Aje' = 0 en E * implica Aie*(x) = 0 en K , Vx;

en particular, A ,e'(ej) = A¿<5] = Aj = 0 Vj.

6) Veamos una interpretación algebraica de lo que en análisis se llama la dife­


rencial.
Sea R3 3 x = x 1? + x 2f + x 3k = x f + y j + zk. Pongamos que x >-► dx(x) =
x 1 = x = < dx\x > , x >-» dz(x) = z = < d z\x >. E sto dem uestra que las
“diferenciales d x , dy y dz de las variables independientes x, y y z" son formas
lineales de R3 en R; es más, son las formas coordenadas (ejemplo 5). Entonces
dx, dy y dz forman parte de una base de R3 , ya que se cumple < dx\i > = 1,
< d x | J > = 0, etc. Es decir d x '(e 3) = < d x ' |e¿ > = <5‘ . Demuestre, usando la
terminología épsilon-delta, que d x , d y , d z son funciones continuas en el punto
xo- Nótese que en term odinám ica, las diferenciales del calor Q y del trabajo W
no son diferenciales exactas, dependen de ia trayectoria o proceso; por eso se
escriben dQ y d W respectivamente. Aunque se llaman formas diferenciales, su
sum a sí es una diferencial exacta de la energía interna: dQ + dVF = d U ; esto
constituye esencialmente el primer principio de la termodinámica. Lo mismo
ocurre con la entropía S y la tem peratu ra T que originan el segundo principio:
d S = d Q T ~ l (definición de entropía). Así, estos dos principios son simples
enunciados m atem áticos asociados a conceptos físicos, y se limitan a buscar
funciones cuya variación sólo dependa de los puntos inicial y final y no de la
trayectoria intermedia.
Las formas diferenciales, llam adas exteriores, integran dos capítulos llamados
álgebra exterior y análisis exterior, de una im portancia capital en la mecáni­
ca, la term odinám ica, la electrodinám ica y la teoría de la relatividad. Más
adelante nos referimos a esas matemáticas.

7) Sea En = D ([0 , 1 ]; R) el espacio de las funciones reales de una variable real z


sobre [0 , 1 ] c R y derivables para zo 6 [ 0 , 1 ] fijo. La aplicación “derivación",
de V en R, definida por

/ i— ► “derivada de f en zo” = f \ x o),

es una forma linead.

8) Sea C ([0,1];R ) el espacio de las funciones reales y continuas sobre [0 , 1 ], La


“integral definida” es una forma lineal definida sobre C:
i
C B f ►-» J / ( z ) dx e R.
o

9) En física, el trab ajo W es una forma lineal para una fuerza dada

F : R 3 ——‘R, r — * l'V(f) = F -r = Fxx + Fvy + Fzz = W.

Por consiguiente, la fuerza F = {Fx , F¡,, F z) 3 (F 1 . F 2 .F 3 ) es un covector, y


el desplazamiento r ( x , y , z ) = ( z 1 , x 2, x 3) es un vector. Así, se escribirá:

W = F ( f ) = < F \ f > e R.

Ningún libro de física escribe el trab ajo de esta m anera, sino como F · f . Esto
debido a una sutileza algebraica: nacimos y vivimos en un espacio localmente
euclidiano, esta com arca es referida a sistemas de coordenadas cartesianas,
y allí vectores contravariantes y covariantes (formas) son iguales; así no se
distingue entre z* y Zj ( f y r ) ; ni entre F ' y F¡. En otras palabras, somos ciegos
ante la variancia de la naturaleza y la naturaléza es indiferente a ella. Existen
otros espacios (afines) donde sí es posible ver y distinguir la covariancia de
la contravariancia y donde un objeto tiene un a variancia individual, innata,
inm anente y no suplantable.
O tro ejemplo físico parecido al trab a jo es la potencia:

P = p(v) = < F |v > = F y .

P es una forma lineal. La teoría de la dualidad entre R 3 y R3* hace que los
espacios y sus duales jueguen un papel idéntico y simétrico, como F y f .

Recuérdese que la fuerza, si deriva de un potencial escalar, es el gradiente, y


éste es covariante.

10) E n la definición de base dual, < e '|e j > = <5J, el tensor de Kronecker 6 es
exactam ente la m atriz unidad de la aplicación lineal identidad. 5 es constante
y se llama tensor métrico porque determ ina el patrón de medida de longitu­
des y de ángulos. 6 define los espacios euclidianos R" en 1, 2, ..., n dimensio­
nes y su geom etría euclidiana, en los cuales no hay diferencia entre covariancia
y contravariancia. Un espacio euclidiano es (n E , <5). Un espacio sin.m étrica se
llam a espacio afín. En estos dos tipos de espacios se construyen las geometrías
euclidianas y afín, respectivamente.

1) Existe el caso en que < e^\eu > = tj¡^ es todavía constante, pero la m atriz tj£
(n, v = 0 , 1 , 2 ,3) tiene sólo + 1 , —1 , —1 , — 1 en la diagonal; como en el ejemplo
anterior, r¡ se llama el tensor métrico fundam ental o m étrica que determ ina
las medidas. El espacio asociado, denotado como M 4, se llama espacio de Min-
kowski de los eventos espacio-temporales, y la correspondiente geom etría se
llam a minkowskiana. E sta geom etría, que sí diferencia covariancia de contra­
variancia, es el sustrato fundam ental de la teoría especial de la relatividad. Un
espacio de Minkowski es (IVS4 , 77); allí se construye la geom etría minkowskiana.

2) Cuando < e'i (f)|e„ (r) > = gpU(r) no es constante y depende del lugar y del
tiempo, entonces g define el espacio y la geom etría de Riemann, además de
representar el potencial del campo de gravitación. Estos espacios forman la
infraestructura de la teoría general de la relatividad, y los g^v(r) son gober­
nados por las ecuaciones del campo de gravitación de Einstein. Un espacio de
Riemann es (V4 , g ( f, t) ) \ allí se construye la geom etría de Riemann.

i) En mecánica cuántica < e’|ey > se llam a bracket y se simboliza por < ip'Wi > ,
según la notación de Dirac. El vector |tpj > , se llam a un ket y pertenece a un
espacio vectorial llamado espacio de H ilbert, Ti. El covector < yj'| se llam a un
b ra y pertenece a un nuevo espacio vectorial dual H*\, llamado espacio dual
conjugado de W o tam bién espacio antidual. (<p‘ | es una función continua
casi lineal que actúa sobre | n otada (ip‘ \ = (.¥' I ¥>>)· Existe una
correspondencia no biyectiva y no canónica ><— ► < ya que H no es
isomorfo con H * , aunque los bras y los kets juegan un papel no simétrico.
Veánse las secciones 2.3, 3.4, 7.1, 7.5, 8 .1 y 8.5. El bracket < > o
producto escalar < tp'\ ■ |ipj > sobre Ti tiene propiedades conspicuas (que
veremos a su debido tiempo y constituyen el cálculo ketorial de la mecánica
cuántica con la notación de Dirac), adem ás de interpretar la ortonorm alidad,
los valores promedio y la probabilidad de transición de un sistem a cuántico.
Nótese que H* no es exactam ente el dual de H * . Véanse las secciones 7.1, 7.5,
8.1 y 8.5.
E n térm inos generales tenemos las siguientes fases de la vida: se nace en un
espacio afín. Allí se vive h asta que el niño es capaz de apreciar distanciéis. P asa
su niñez en un espacio métrico. E n la pu bertad en tra a vivir en un espacio de
Minkowski. E n su juventud pasa a vivir en un espacio de Riemann. La madurez
la vive en un espacio de Hilbert. El paraíso, si llega allí, está conformado por
otros espacios más sofisticados y placenteros.

14) La base recíproca es un concepto muy utilizado por los cristalógrafos. Se llama
base recíproca (e1, e2, e3) de la base (ei, e 2 , 6 3 ) a la que cumple la-c relaciones
e'-ej = <5J·. Como (e*), ¿ = 1 ,2,3, es una base, entonces [ei e2 6 3 ] = e\ Ae 2 -e3 =
d e t( e i,e 2 ,e 3 ) 0 (aquí se tr a ta del producto mixto, triple producto escalar o
producto paralelepípedo). La determinación efectiva de la base recíproca e* de
se efectúa así: la definición implica que e 1 JL e 2 y e l J_ ej, e 1 || e 2 a e3 , luego
3A : e 1 = Ae2 a e 3 ¡ además, e¡ ■ \ e 2 a 6 3 = 1, de donde, por permutaciones
circulares, se obtiene:

e¡ _ e2 Ae3 g2 — 63 A 61 e3 — e i A e 2
[e ie 2e3] [e ie 2e3] [e ie 2e3]

e* [el e 2e3] “e2 r.i- 5


-. n
[ele2e3] e3J [ele*e*Y

Un cálculo directo muestra que:


%
1 (e2 A e3) · (e 2 a e3)
[e ie2e3][eie2e3]
(e 2 · e 2)(e 3 · e3) - (e 2 · e 3)(e 3 · e2)
[eie2e3][e‘e2e3]
1
[e 1e 2 e 3 ][e 1e 2 e3] ’

de donde

[eie2e3][e'e2e3] = 1.
1
www.elsoi

i /A lgebra multilineal

E sta últim a igualdad justifica el nombre de bases recíprocas y m uestra que


una base y su recíproca son am bas dextrorsas o ambas sinistrorsas, ya que
cada factor debe tener el mismo signo. Realmente la base recíproca es la base
dual que hemos definido aquí. Cuando una base y su recíproca son idénticas,
e‘ = e¡, entonces e, · = ¿y , y esto es justam ente la definición de una
terna ortogonal de vectores unitarios. De aquí que una base sea recíproca
consigo misma cuando, y sólo cuando, conste de una terna de vectores unitarios
m utuam ente ortogonales (base ortogonal). De esto resulta que x ' = x ■ e' y
/« = / * · ei p ara i = 1 ,2,3 , que ya vimos (ver sección 1.8).
Vemos, pues, que en una base recíproca consigo misma no hay diferencia entre
coordenadas contravariantes y covariantes y b asta un solo subíndice, x ' = x¡.
E sto es propio, como ya comentamos, de los espacios euclidianos. Todo lo
anterior se generaliza para n dimensiones (í = 1 , 2 , . . . , n).

15) Como último ejemplo veamos con más detalle la diferencial de una función en
un punto. Trabajarem os en R3. Las formas lineales sobre R3 son las funciones
de la forma (trinomio de primer grado)

/ * : ( x , y , z ) i — >ax + by + cz,

donde a, b , y c son constantes reales tales que a = b = {*(]) y c = / ’ (£)■


Sea la función / de R3 en R definida por Ai = (x ,y, z) >-* /( A i) = /( x , y,z)
que tenga derivadas parciales continuas en una parte abierta U de R3 con
Ai e t/. Se llama diferencial de / en M a la forma lineal continua sobre R3:

( u ,v ,w ) *— «· / ' ( Aí)u + f v( M ) v + f t (M )w .

La diferencial de / en Ai, como función lineal continua, se n o ta d f( M ) e R3*,


y el valor de esa forma linea! de R3 en R es:

[df(M )](u,v,ui) = / '( A i ) u + /'( A i) u /'(A i)tu .

Veamos un ejemplo:
Sea / ( x , y , z ) = x2+ 2 x y + y z; entonces en particular / '( 1 , 3,2) = 8, / '( 1 , 3 ,2 ) =
4, / '( 1 , 3 ,2 ) = 3. De aquí que df( 1 ,3,2 ) es la forma lineal

(u, v, w) i— ► 8u + 4v + 3w,

es decir,

[d /(l,3 ,2 )](u , v , w ) = 8u + 4t> + 3w.

Además, R3* 9 d /( l,3 ,2 ) = (8 ,4 ,3 ) = 8«¿x + 4dy + 3dz, por ser (d x , d y , d z )


una base dual de R3*.
Finalmente,

[d /(l,3 ,2 )](u , v , w ) = (8 dx + 4 dy + 3 dz)(u, v ,w ) = 8u + Av + 3w.

El teorem a de los incrementos finitos se generaliza para el caso de funciones


de dos variables continuam ente derivables, así:

/ ( a + h, b + k) = / ( a , b) + hf'x(a, 6) + kf'y (a, b) + (|/í| + \k\)o(l)

cuando (/», k) —* (0,0). De aquí se tienen, para tres o más variables (x, y, z) =
M eU :

/ ( * + h , y + k, z + 1) - / ( * , y, 2 ) = [d/(M )](/i, fc,/) + (|A| + |j | + |fc|)o(l)

cuando (h, k, l) —» 0. E sto explica porqué históricam ente (y aún hoy día) se
definía de m anera oscura y metafísica la diferencial como una cantidad o au­
mento infinitamente pequeño; el mismo tipo de confusión la ha heredado la
integral. La fórmula anterior interpreta el incremento de una función, para
pequeños incrementos h, k, l de las variables, como igual, en prim era aproxi­
mación, al valor de la diferencial para (h , k , l ). La misma fórmula sirve para
calcular con una buena aproximación incrementos y errores.
P a ra funciones de una variable, la diferencial dice que un segmentico de línea
recta reemplaza a una curva, al menos localmente. E n dos variables, es el plano
tangente el que se confunde localmente con la superficie representativa, y el
valor de las diferenciales d f ( x o) y d f( x o, yo), p ara h y (h ,k ) respectivamente,
dan el incremento de la ordenada de la tangente y de la cota del plano tangente
cuando h se d a a i 0 incrementos y h y k a xq y yo respectivamente.
La aplicación U 3 M >-* d f( M ) , que asocia a cada punto una forma lineal
df : R3 *-♦ R3’ , se llama la diferencial de / y se n o ta d f .
Por ejemplo, sea f ( x , y , z ) = z, entonces / ' = 1, / ' = / ' = 0. La diferencial
de esta función, que llamaremos dx, será

(d x (M ))( u , v , w ) = u;

de m anera que d x ( M ) es independiente de M . Se escribe dx en vez de d x ( M ) y


se tiene d x ( u , v , w ) = u, lo mismo d y ( u ,v ,w ) = v, d z ( u ,v ,w ) = w (ver ejem­
plos, sección 1.9). E stas diferenciales son formas lineales y forman una base
dual de R 3' \ por eso las formas lineales d f ( x , y , z ) se escriben como combina­
ción lineal de la base dual, así:

df[x, y, z) = / ' (z, y, z)d x + / ' (z, y, z)dy + / ' ( z , y, z)dz,

donde los números variables / ' , / ' , y / ' son las componentes o coordenadas.
Finalmente, el valor de dx sobre el vector fuerza F, d x (F ) = < d x \F >, es el
trab ajo “infinitesimal” dw = dx F. De la misma m anera, < d 5 |F > será el
flujo d$.
N o ta : Un determ inante es tam bién una forma lineal, es decir, un tensor co­
variante.

10. M atriz de un v e cto r y de un covector


íplearemos la definición de m atriz M ( f , e „ , e^,), de una aplicación lineal entre
¡ espacios nE y m£ ', de bases (en ) y (e'm), respectivamente, como la m atriz ( a y )
que
m
/(•i) - J “ 1 .2 .···.« ·
«=i

Con esta definición hallaremos la m atriz de un vector i de £ .

o r e m a 2: La matriz de un vector x = x ' e i 6E es la matriz uni-columna (n x 1):

( i1 \
I2

M (x) =

\ I" /

m o s tra c ió n : Tomemos E ' = K con la base canónica (1). x e E determ ina


i aplicación lineal de \ K en n E , definida por A >-» x(A) = A x. Según esta
istrucción, la imagen de la base (1) de K es
n
1 — x ( l) = 1 ·x = X = x 'e i = Y a a e¿;
»=1

consiguiente:

( « ii \
021
^ ( x . ( l ) . ( e n)) =

\ Q"1 / Vxn /
:ontram os así la m atriz M ( x , (1), (e„)) con respecto a las bases (1) y (en)· a
C o r o la r io 3: Si f es una aplicación lineal del espacio nE en el espacio mE ' , en­
tonces el vector de mE ' , y' = / ( x ) se escribe matricialmente:

M { y ) = M { f ( x ) ) = M ( f ) · M ( x ) = M ( f o x).

Además, si M ( f ) = a y = A, M ( y ) = Y y M ( x ) = X , se tiene:

( y1 \ ( «II «12 « In \ / I 1 \
2
y2 «21 «22 «2n
Y = AX

\ úml *mn / \ *" /


equivalente al sistema de ecuaciones lineales

y1 = a n i 1 + - - + « i„ x n
y2 = « 2 lX* + · · · + a 2„ x n

y = OmlX + ■ · · + «m nX ·

D e m o s tr a c ió n : Se tienen estas propiedades recordando que la matriz del vector


/( x ) es una columna que tiene m filas con relación a la base (e'm).
Del diagram a

K -?-> E -1— E'


I___________t
fo x

X i— > x(A) = Ax i— ► / ( Ax) = A /(x) = yX


X ,— , ( /o x )( A ) = A /(x) = yA
se encuentra que

( / o i)(l) = /[ x ( l ) ] = / ( x ) = / ( x le<) »
n ,m m

= * 7 (e» ) = Y , « j i í 'e ' = y = 2 y3e'i<


i,j = 1 j=l

donde

«=1

E je rc ic io : Pruebe que los elementos de la m atriz (« y ) de / están dados por la


fórmula a y = < e '|/ ( e j ) >.
I
www. elsa)

e o r e m a 3: L a m a tr iz d e una forma lineal o covector f * , es la matriz unifila ( l x n )

M (f* ) = ( /i/a ·■·/< ···/» ) ·

e m o s tr a c ió n : Sea /* :—> i / í . La m atriz M ( f ' , , ( e Tl) , ( l ) ) = M ( f * ) de f*


m respecto a la base (en ) y (1) es ta l que f* ( e j ) = a ¡j · 1, o sea:

f* ( e i ) a ll = / l i
r ( e 2) q 12 = h ,

f (^n) — — f n —< / |en > .

Por consiguiente, /* = ( / i , . . . , / „ ) = A 4 (/* ) = ( / i / 2 · ■ · / < · · · /„ ) . #

o r o la r io 4: El valor de f * e E* en x e E es

/* (* ) = MU*)M(x) = M ( f ' o x ) = M U * ) - X
( z1 \

V /

e m o s tr a c ió n : Se aplica el corolario anterior. El resultado es la m atriz l x l ,


x ‘, es decir, un escalar. #

.11. T r a n sp u esta de u n a aplicación lineal.


P ro p ie d a d es
sn la ayuda del dual y del corchete de dualidad definiremos la operación transpo-
iión de aplicaciones lineales y conoceremos la esencia y fundam ento algebraico de
a operación con las matrices.

Sea / 6 L ( E , F ); por definición, la transposición es la operación que asocia a /


ra aplicación lineal, £/ , llam ada la transp uesta de / . Así, * / es una aplicación de
* en E * . Definamos concretamente la aplicación tf : F * 3 y* >-» t f ( y * ) e E * .
Por simple inspección se ve que y* o f e E* = L (E \ K )\ pongamos por definición
' 0 f = 1f{y * )\ est° implica que Vz e E tenemos 1 f ( y * ) ( x ) = y* [f(x)]. De aquí se
>tiene la definición operacional de la transpu esta 1 f .
D e fin ic ió n 2: la transpuesta de una aplicación lineal / es la aplicación lineal 1f
tal que

< ‘f { y * ) \ x > = < y * \ / ( z ) > V xe£, V y*eF*.


E n otras palabras, / se transpone, pasa del lado izquierdo al derecho. Algunos
autores llaman a (/ la aplicación dual o adjunta..
La figura 1.1 justifica esta definición.

y-of

Figura 1.1.

x e E —► F 3 f(x) = y
y* —* */(»*) = y* o /
tf { y * ) e E * — F*3y*
La linealidad de £/ e L ( F * , E*) se prueba por la ambilinealidad de < | > . Sean
V* y V* formas de F* y A e K \ entonces, Vx e E,
<* / ( y í + AyJ)|z > = < y* + A y || / ( x ) >
= < y f l / ( x ) > +A < y * |/( z ) >
= < £ / ( y f ) |z > +A < ‘/ ( y j ) | i >
= < ‘ /(y?) + ^/(y?)!2 > ·
Como esto es válido para todo z, entonces se “simplifica por x ” y queda

7 (y?+A»a
*) = 7 (»f) + A‘/(»í).
« r e m a 4: Sean f , g en L(n E \ n F ), A e K . Entonces:

1) t( f + 9 ) = tf + t9-
2) ‘(A /) = A '/·
3) ‘( / o h ) = lh o £/ , con h e L{nF <nG).

4) Si f es biyectiva entonces 7 eí biyectiva.

5) y - 1) = c / ) - 1.
‘( 7 ) = / e L ( E * , F * ) , siendo n finito.
7) det */ = det / , si / 6 End(n E ).
8) R ang o(f)= Rango(l / ) .

im o s tr a c ió n : La demostración de estáis propiedades se basa en cálculos con la


finición de ' / y las propiedades de dualidad:
(1) y (2) vienen de
< ‘ ( / + Ap)(y*)|x > = < y * | ( / + Ay)(x) >
= < 2/*|/(x ) + Ap(x) >
= < y*\f{x) > +A < y*|s(x) >
= <‘ /(y*)lx > + A < ‘s(y*)|x >
= < ‘ /( y * ) + A£S(y ‘ ) | x >
= < ( 7 + A£s)(y * )|x > , Vx, Vy’ .
(3) viene de
< ‘ ( f o h){z*)\x > = < z * \ ( f o h)(x) >
= <z*\f[h{x)]>
= <* f( z * ) \h ( x ) >
= < * /» [ ·/( * ·) ] ! * >
= < (‘/i o £/) ( z * ) |x > , Vx, Vz*.
(4) y (5): se tiene que / o f ~ l = id/?, / -1 o / = id#. Por el numeral anterior se
ne que * ( /- 1 ) o (‘/ ) = ‘(id f) = id F»; además ( 7 ) o ‘( / _1) = £(idE) = i d # . . De
;o último resulta la biyectividad de ‘f y (5): £( / _1) = ( 7 ) _1 y ' / = ( 7 - 1 )- 1 ·
(6): < £(£/)(x* * )|y* > = < x * * |7 ( y * ) > = < / ( i ” )|y* > , luego £(£/ ) = / ,
** e £ , Vy*
L a figura 1.2 ilustra la definición de / , 1f y *(*/). Si £/ = g , entonces lg = f , y
o confirma los papeles perfectamente simétricos jugados por un espacio vectorial
dimensión finita y su espacio dual.
bre las demostraciones de (7), (8) y (6) volveremos más tarde. w
■* F

Figura 1.2.

1.12. T ra n sp u e sta de una m atriz. P ro p ied ad es


Sea la m atriz de orden n x m , M = (ü y ). Se llama transpuesta de M , simbolizada
por tM , a la m atriz de orden m x n, (Pij), definida por = aj¿. Algunos llaman
tM. a la m atriz dual o m atriz adjunta.

P r o p o s i c ió n 3: Sean (mF , (em)) y (n F, (en )) espacios vectoriales y sus duales


(m E \ (e*J) y (nF · , (€*)). Sean / e L (E , F ) y t f s L (F * . £ · ) . Fníonces

D e m o s tr a c ió n : Aplicamos a

- M ( 7 ,( e j;) ,( 0 ) m K n = Aj-

la definición de m atriz de una aplicación lineal con respecto a dos bases:


71 71 71
/ ( eí) = Y = Y < «*l/(ei) > e3 = Y < 7 ( eJ)let > «i
1 3=1 i= i
mn mn
y “simplificando por e / ’ (ya que los son linealmente independientes) se tiene
Pij — &ji “ Otij.
También puede demostrarse la proposición mediante un cálculo directo, así:

7 (« ;h « ) = < ‘ / ( « ; ) ! « * > - < « ;i/(e ,) >


n n

= &hi ^ |^h > — &hiSjh — &ji


/1-1 ha 1
m m

= E ^ kí ^ elcle> ->= E @k3^ki = ^ y · ·


fc=1 fc= 1

Sabemos que el álgebra E nd/<·(„£) = L (E ) y el álgebra de matrices de orden


a2 sobre /C, M n*(K), son isomorfas. Entonces, a toda propiedad de la transpuesta
de una aplicación lineal de L (E *) corresponde una propiedad de la transpuesta de
ana matriz. De esto y de la definición de transpuesta de una m atriz resulta:

T eo rem a 5: Sean M y N matrices, A 6 K ; entonces:

1 ) *(M + N ) = lM + {N .

2) ‘(AM) = \ t M .

3) '(M N ) = lN l M , con M e M m x n ( K ) y n e M nxp(K ).

4) Si M es inversible, entonces lM es inversible.

5) ‘( M - 1) = (‘M ) “ 1.

6) ‘(‘Ai) = M .

7) det l M = det M .

8) Rango(M)= Rango(‘M ) .

Estas propiedades, ya conocidas, encuentran su fundamento en la isomorfía entre


iplicaciones y matrices (las componentes de aquéllas) y en la teoría de la dualidad.

L.13. B idu al de un espacio vectorial


lecordemos que el bidual E ** de un espacio E es el dual de E m:

E '^ K f e E * = L(E\ K )
= L [ L { E ; K ) ,K ] .

Ugunos llaman a E ' * el doble dual.


P r o p o s ic ió n 4: Existe una aplicación canónica lineal de E en £** que asocia a
cada vector de E una forma lineal sobre E * .

D e m o s tra c ió n : Primero probemos la existencia y la canonicidad. Se tra ta de defi­


nir o construir una aplicación notable de E en E** que sólo dependa de la estructura
de espacio vectorial y no de las bases. P ara ello, sea xo e E ( iq fijo) y considérese
la aplicación E* 3 /* >-♦ /* ( x o) 6 K', esta aplicación sólo depende de xo y por eso
la denotam os xo· Por la construcción se tiene:

xo 6 E ** : E 3 xo*·” * xo e | E**
K

La aplicación E 3 x >-* x 6 £ * * , Vx, es también lineal; es decir, si x i , x 2 e E


entonces

(*i + A x 2) ( /* ) = / * ( x i ) + A /* ( x 2) = x , ( / * ) + A x 2( / * ) = (x, + A x 2) ( /* ) V/*;

y “simplificando por / * ” tenemos

x i + Ax2 = x i + A x2 . a

P r o p o s ic ió n 5: Paro to</o espacio vectorial E de dimensión finita n, la aplicación


i h í e s un isomorfismo canónico entre E y E " .

D e m o s tra c ió n : La proposición anterior m uestra que es lineal. La inyección se


dem uestra por reducción al absurdo: supongamos que existe un i \ ^ Og y xi 6
ker(~). Por el teorema de la base incompleta existe una base de nE que comienza
por X], Notémosla ( x i,e 2, . . . , en ). Su base dual será ( x ' . e j , . . . , e*); entonces

2i(xî) = iÍ(ii) = < z*|*i > = 1,


lo que implica Xi ^ O g .. . Esto conduce a una contradicción y nos queda sólo que
* i = Óe , es decir, ker(~) = {Óe }, o lo que es igual, es inyectiva.
WWW.

La sobreyectividad es inmediata, ya que (~ ) es un isomorfismo de E en


~ (£ ) c E** por construcción, pero dim [~ ( £ )] = d i m £ = d im £ * = dim F **,
por el teorema 1 y el corolario 1 . Finalmente, ~ (E) = 2?**, y esto es precisa­
mente la definición de la sobreyección de ~ . Un isomorfismo es canónico cuando, y
sólo cuando, depende de la estructura de espacio vectorial y en modo alguno de la
escogencia de la base. #

C o ro la rio 5: Si d im £ es finita, entonces E = E * * .

E sta identificación es plausible por el isomorfismo canónico E 3 x <-> x e E * ’ .


De esta manera todo elemento de E (vector) puede ser considerado una forma lineal
(covector) sobre E * . De aquí resulta la fórmula sim étrica que resume la dualidad:

El vector x se convierte en el covector x** e E**\ x es vector y función (forma) a


la vez y / ( x ) es sinónimo de x ( /) . Así, x = x**, E = E * m. El dual de E es E* y
el dual de E * es E. La presente teoría de la dualidad hace jugar papeles idénticos
y simétricos a £ y a £ * , con la condición de que dim E sea finita. En la'no ta de la
sección 1.7 dijimos que a pesar de que dim E = dim E *, E L·* ya que no existe
isomorfismo notable. En el caso dim E = dim E* = n finito, sí existe un isomorfismo
canónico tal que dim E = dim E " y E s E * * . E ste isomorfismo privilegiado es
independiente de la base, por eso es natural o canónico. E ste caso se presenta en
K n y por eso K n = K nm.
La existencia de bases biduales la da la siguiente afirmación:

P ro p o s ic ió n 6 : Sea dim E = n, (en) una base de nE y (e*) la base dual de nE ’ .


Entonces la base dual de (e* ,. . . , e*) es ( e i , . . . ,e n).

D e m o s tra c ió n : La base dual ( e \ , . . ., e'n) de ( e j , . . . , e*) está constituida por vec­


tores de E " = E tales que < e\\e* > = <5^; pero

< e*|e< > - = < e¡|e* > = < e'|e* > < = > e' = e<, Vt. #

Así resulta que la cobase de una cobase (co-cobase) es la base ordinaria (e¡). En
el ejemplo de la base recíproca de la base recíproca, la base recíproca es la base
ordinaria (e,). Un co-covector es un vector (n E = n£ ’**).

N o ta : Si

/ e L ( nE \ nF ), lf 6 L ( „ F * ;n £ * ) y
* ( 7 ) e L ( „ £ * * ; n F ·* ) = L ( nE , nF ), y
<‘ (7 )(x)|v* > = < x |7 (y*)> = </( x) | y*>.
entonces

‘( 7 ) ( x ) = /( * ) .
Esto prueba el teorema 4, numeral 6 , de la seción 1.11.

1.14. O rtogonalidad
Dos elementos x e E y x* e E* son ortogonales si < x|x* > = 0.

E je m p lo : Sea E = R 3 = R3* con base ortonorm ada y dos vectores v = (x , y , z ,)


y v' = (x1, y \ z ' ) . v es ortogonal a v' si, y sólo si, < v\t/ > = x x ' + y y ' + z z ' = 0
(v 1 v').
Sean los subconjuntos A c E y B c E * . Se dice que A y B son ortogonales
si todo vector de A es ortogonal a todo vector de B. De aquí resulta que toda
combinación lineal de elementos de A es ortogonal a toda combinación de elementos
de B. Por consiguiente, el conjunto B c E* ortogonal a A es un subespacio vectorial
de E * . B se llama el subespacio vectorial de E* ortogonal a A y se nota A 1·. Algunos
O
llaman a A·1 el anulador de A y lo notan A, A x * se llama un anulador de x si
< x* |x > = 0 (Vx e A). De aquí que al ortogonal de A lo llamen el espacio nulo.
Es fácil dem ostrar que si dim E = n y si d im (F c E ) = p, entonces dim F L =
n —p. Análogamente, si dim(G a £ * ) = p, entonces dirr^C 1· c E ) = n —p. Además
( E 1 )1 = F. La aplicación F ·-♦ F 1 es una biyección del conjunto de subespacios
de E en el conjunto de subespacios de E * .
E je rc ic io 1 : Pruebe las afirmaciones anteriores.

Finalmente, si / e L (nE \ m F ) entonces ker(‘/ ) = [/(•E)]± y ker( / ) = {‘/(•F*)]1 .


La propiedad expresada por el teorema 4, numeral 8 , se demuestra así:
Rango(‘/ ) = dim F * —dim ker(‘/ ) = dim F —dim ker(£/ )
= dim F —dim } ( E ) L = dim f ( E ) = R ango(/) = R g(/).

E je rc ic io 2: Pruebe todo lo anterior, y además que I m ( '/) ,= [ker(/)]"*■.


P ara las aplicaciones geométricas tenemos los dos siguientes teoremas, recíproco
el uno del otro:
T eo rem a 6 : Sea dim E = n
a) Sean / * , . . f * p formas lineales sobre E; F ' es el subespacio de E* generado
por ellas. Entonces el conjunto de x e E que verifica las ecuaciones

/i*(x) = 0, / 2* (x) = 0, ■■·, /;(x )= 0

es un espacio vectorial F c E y F = F 'L .


b) Sean q formas lineales g*, . . ., g* sobre E; G es el conjunto de las x e E que
verifican las ecuaciones

S*(x ) = 0, g ¿(x )= 0 , ···, < ^ (x )= 0 .

Entonces, F = G cuando, y sólocuando, cada g* sea una combinación lineal


de / ' , . . / *, y cada f * sea una combinación lineal de g*, g*.

c) Si / *, . . / * son linealmente independientes, entonces dim F = n —p.

D e m o stra ció n :

a) Tomemos x e E. f* ( x ) = 0, . . / * (x) = 0 <==> x es ortogonal a /* , ...,


f * ·*=> i i F ', entonces

F - { x / f ? ( x) = 0 Vt = l , . . . , p } = F ' 1 .

b) Tomemos G' c F* generado por p* (j = 1 , . . . , 9 ), entonces G = G 'x . Tene­


mos así que F = G <==> F ' = G ' <==> el conjunto de las combinaciones de
las /* coincide con el conjunto de las combinaciones lineales de las g’ .

c) Si {/*} son linealmente independientes entonces {/*} es una base de F ' y por
consiguiente dim F ' = p y d im (F ')x = n — p. #

T e o re m a 7: Sea dim E = n y F c. E un subespacio de E.

a) Sean / * ......../* elementos de F * que generan al subespacio F x cíe F *. En­


tonces F es el conjunto de las x 6 E que verifican las ecuaciones

/ ? ( * ) - 0, /£ (* )-0 , ···, /;(r)= o .

Si dim F = q, se puede tomar p = n — q, y J * , . . / *_, linealmente indepen­


dientes.

D em o stra ció n :

a) Por el teorema anterior

{x 6 E / f * ( x ) = 0 Vi = 1 ,. . . ,p} = ( F 1 )1 = F.

b) Pongamos dim F = q, entonces dim F x = n — q. Si se tom a por base de


F x a { / * , . . . , /¿ } se tendrá p = n — q, y las / * serán linealmente inde­
pendientes. #
Veamos algunos ejemplos de aplicaciones a la geometría analítica.
Sea dim E = n; un subespacio vectorial de dimensión 1 se llama una recta
(contiene el origen); si es de dimensión 2 se llama plano (también contiene el origen).
En general, un subespacio vectorial de dimensión n — 1 se llama un hiperplano H.
Si /* es una forma lineal no nula de E , el conjunto de las x 6 E que verifican la
ecuación f* ( x ) = 0 es un hiperplano H. Si existe o tra forma g ' con las mismas
propiedades que /* , entonces el hiperplano de ecuación g*(x) = 0 es igual a H si /
y g son proporcionales.
Sean tres constantes reales no todas nulas (A , B , C ). El conjunto de puntos
( i, y, z) e R 3 que verifican la ecuación ¿4z + f íy + C z = 0 e s u n plano P que pasa
por el origen. Sean (A ' , B ' , C ' ) otras tres constantes no todas nulas. P ara que el
plano P', de ecuación A' x + B ' y + C' z = 0, sea igual a P es necesario y suficiente
que (A , B , C ) y (A ' , B ' , C ' ) sean proporcionales; es decir, que exista una constante
A e R tal que

A ’ = XA, B ' = XB y C' = AC.

Sean (A¡, B¡, C¡) y ( A 2, B 2, C2) constantes reales no todas nulas. El conjunto
de puntos (x , y, z) e R 3 que verifican las ecuaciones

A i x + B i y + Ci z = 0 (P()
A 2 x + B 2 y + C2 2 = 0 ( P 2)

es la intersección del plano Pi y del plano P2. Si P\ ^ P 2 (esdecir, (> 4 i,B i,C i) y
(./I2 , B 2 , C 2) no son proporcionales) entonces D es una recta que pasa por el origen.
Si (A \, B i , C \ ) = X(A 2 , B 2 ,C 2) entonces P\ = P 2 = D.
Los ejemplos anteriores son aplicaciones del penúltimo teorema para n = 3 y
p = 2. Recíprocamente, si F es un hiperplano de E, entonces existe una forma
lineal no nula, bien determ inada, /* , sobre E tal que

F - {1 6 £ / / · ( * ) = 0}.

Por eso se dice que }* (x ) = 0 es una ecuación de F.

1.15. P ro b lem a s
1) Basándose en la definición, calcule la m atriz de las siguientes transform a­
ciones:

a) la identidad;
b) la aplicación nula;
c) una rotación espacial de ángulo 9 en el plano x, y;
d) una homotecia espacial de razón k.

2) Pruebe que los elementos de una m atriz A,3 e K ( K es un cuerpo cualquiera


conm utativo de base) de un operador A sobre nE (según la definición de
matriz) están dados por

(A i j ) = < A ( e j ) |c< >


/ < ^(e!)|ei > < A.(e-¡)\ei > ■ ■ ■ < A(en)|ei > ^
< A ( e i) je 2 > < A(e2)|e2 > ··· < A{en)\ei >

\ < i4(ei)|e„ > < i4(e2)|en > ··· < A{en )\en > J
f < e i |A ( e i ) > · · · < e i |A (en ) >

^ < en |/t(e i) > · · · < en |i4(en ) >


< 1|A|1 > ··· < l|A |n >

< n |A |l > ··· < n |A |n >


( i4 n ··· Ain

\ ^nl *** Afín

La penúltim a notación es la usada por los físicos en mecánica cuántica; la


última, es la tradicionalmente usada por los matem áticos, físicos y fisico­
matemáticos.

3) Considérese nE y n E* y sus bases duales (e<), (e1), i = 1......n.

a) Verifique la fórmula (para todo x e E y /* £ £*):


n
/ • ( x ) = < / · |x > = Y < f * |e< > < e '|x > .
isal

b) Justifique que

¿ |e< > < e‘| =


t= 1

E sta fórmula se llamará relación de complétez.


c) Desde el punto de vista de operadores y escalares, ¿qué diferencia en­
cuentra entre < e'\e} > y |e, > < e‘|? Aplique cada expresión a un vector
x y examine cuidadosamente el resultado. Un operador P se llama un
proyector si satisface la relación P 2 = P. Verifique que |e, > < e '| es un
proyector.
d) Aplique |e* > < e'\ a un vector. Comente.
e) Interponga I n entre / * y x en < f * \ x > y halle de nuevo a). ¿Qué con­
clusión saca?
f) Cuál es la naturaleza de las expresiones < e‘|e, > y |e, > < e‘|. Compáre­
las con c) y justifíquelas.
g) Calcule (£7=»i le· ><: e’l) (/* )· Comente.
4) Demuestre que < e*|e¿ > = á¡j es condición necesaria y suficiente para que
(e1) sea la base dual de (e¿) (probará que los e‘ son generadores linealmente
independientes).

5) D ada en K n la base canónica ( c i , . . . , e „ ) , demuestre que su base dual es


( z 1, . . . ,x n), donde x ‘ es la t-ésima forma coordenada:

x ‘(Ai........An ) = Aj.

6) Sean / * , / 2 , ■ ■ ■ , / * formas lineades sobre el espacio K n . Pruebe que para que


ellas formen una base de K nm, es necesario y basta que existan los vectores
x i , x 2 ,...,x n de K n tales que f ' ( x j ) =

7) Demuestre el siguiente teorema: si H es un subespacio vectorial propio del


espacio nE y si xi 0 H , entonces existe una forma lineal e* 6 E ' tal que
e*(x) = 0 Vx 6 H , y e*(xi) = 1. Proceda así:

a) Muestre que si (e 2 ,e 3 ,...,e p) es una base de H, entonces con x \ $ H los


( x i,e 2 ,e 3 , ...,ep) son lineailmente independientes.
b) Compruebe que existen, o se pueden elegir, los vectores ep+i, ep+ 2 i —1
e„ de tal manera que ( x i , e 2 ,...,e p, ep+i ,...,e n ) sea una base de E.
c) Considérese (e*1, . . . , e*n ) una baise dual de (xj, e 2 , ..., en); verifique que
si x e H , entonces e*(x) = 0 y e [(x i) = 1.

8) Sean nE y n E* con sus bases respectivas (et) y (e‘). Demuestre que toda base
de E es dual de una y sólo una base de E * . Es decir,

a) pruebe que la base dual de una base dada es única, y


b) compruebe que si una base (e‘) es dual a la vez de las bases (e,) y (e'),
entoces lais bases (ei) y (ej) son idénticas.
9) D ada la forma lineal f * sobre R2 por los valores /* (1 , 2) = 12 y /* (2 ,3 ) = 19,
dé f * ((x ,y )) = f * ( x , y ) como un binomio de primer grado homogéneo.
10) Sea el espacio vectorial R[X] de polinomios P. Demuestre que la aplicación
/ : R[X ] i-+ R definida por P *-► f ( P ) = /(a o + a i X + a 2 X 2 + ■ ■ - + O n í 11) =
P (x ) = a 0 + a \ x + a2x2 4- · ■ ■ + anx n es una forma lineal. Aquí X es la
indeterminada, X £ R[AT] y x £ R la variable. Pruebe que / es también un
homomorfismo de anillos.
11) Demuestre que la función polinomio (llam ada también función polinómica o
polinomial) P : K >-> K , x >-► P (x ), es decir, el cambio de X por x en P , no es
una forma lineal. Haga comentarios útiles que se relacionen con este problema
y el anterior en cuanto a la formalidad, la funcionalidad, las incógnitas y
variables. (Lea sobre el anillo y espacio de polinomios K [X ].)
12) Sean R2 y una base e\ = (4,2), e2 = (6,2). Calcule la base dual e*, e |
dando las imágenes de estáis formas lineales e*(x,y), e 2 ( x ,y ) como binomios
de primer grado homogéneos.
13) Sean R 3 y su base canónica. Calcule la base dual (e*, e |,e * ) en términos de
trinomios de primer grado homogéneos. ¿Qué concluye? Haga lo mismo con
la base ei = (2, - 1 ,1 ) , e2 = (1,0, —1), e3 = (1,2,3).
14) Considérese el espacio vectorial de polinomios de grado menor o igual que 1
sobre R: R i[X ] y P(x) = ao + a ¡x en Rj[x], Considérese la base dual de
R i[X ]*, (ej, e£) definida por

y
Calcule la base (ei(X ), e2(X )) de R i[X ], dual de la base dual (e*, e*). Razone
con rigor y fineza.
15) Halle la base dual de la base (1,0, —1), (1 ,1 ,1 ), (2,2,0) de C3.
16) Considérese el espacio vectorial de polinomios R 2[X] de grado menor o igual
que 2, y la base dual de R2[X]* definida por:

< e 3'| P ( X ) > = P ( 0).

Calcule con rigor la base ( e ^ X ), e2(X ), e$(X)), dual de la base dual (e*,e*,
c j) de R 2 [ X ] \
17) Dado el espacio vectorial de polinomios sobre el cuerpo K , K 2[X], de grado
menor o igual que 2; A, /i, u 6 K , y las formas lineales e ‘ , e2, e3 definidas por:

e l { P ( X ) ) = P{a), e2 ( P ( X ) ) - P(b), y e3 ( P ( X ) ) = P(c),

pruebe que (e¿,e2,e 3) son linealmente independientes y calcule la base de


K 2[X], (e i ( X ) ,e 2(X ) ,e 3(X )), dual de la de K 2[ X ] \

18) Considérese el espacio vectorial R 2 (ar) de todas las funciones polinómicas P


de R en R de grado menor o igual a 2, P (x) = a0 + ai:r + a 2 :r2. Sean, además,
tres formas lineales definidas sobre R 2(z) por

Deduzca que ( e ^ e ^ e 3) es una base dual de R aí1 )* exhibiendo una base de


R 2( x ) de la cual ésta sea dual.
Compare los dos problemas anteriores con éste y descubra algunos cambios e
inconsistencias en el enunciado y escritura de los símbolos. Explíquelos.

19) Sean las tres formas lineales ternarias 2x — y 4- 3z, 3x — 5y + z, 4x — 7y + z


sobre R3. Se pregunta si forman una base dual de R3*.

20) Sean las formas lineales x + 2y + z, 2x + 3y + 3z, 3x + 7y + z. Pruebe que


forman una base dual de R3 y encuentre la base de R3 dual de aquélla.

21) a) Pruebe que todo par de R2, (Ai, A2 ), determ ina un elemento único de R2*,
que denotaremos por (Ai, A2)*. Éste viene dado por la fórmula definitoria

b) Calcule la m atriz de la forma (Aí,A 2 )* con relación a la base canónica


de R2. A partir de esa matriz verifique que se tiene la fórmula definitoria
precedente.
c) Calcule las bases duales (ej, e*) de R2* de las siguientes bases de R2:
22) Dados un espacio vectorial E , su dual E* y las respectivas bases duales (e t , e 2 ,
€3 ) y (e*,e*, e*); demuestre que (—3ei, 2 e 2 , —6 3 ) es una base de E , cuya base

23) Sea R[X ]. P ara todo polinomio P llamaremos f p la aplicación sobre ¡R[X] que
asocia a todo polinomio Q de R[X] un número, según la siguiente fórmula:

a) Pruebe que la aplicación f p es una forma lineal sobre R[X].


b) Compruebe que la aplicación u : P 1-» f p es un homomorfismo entre dos
espacios. Determínelos.
c) Estudie el k er(/p ) = { / p l (0)}, Im (/p ), ker(u) y la Im (u). Concluya.
d) Calcule los polinomios P de segundo grado tales que f p sea ortogonal (o
anulador) con los polinomios 1 y X .

24) Considérese el álgebra (y espacio) de matrices cuadradas n x n sobre el cuerpo


K conmutativo, M n(K ). La traza de una m atriz se nota T r(A ), y es por
definición la sum a de los elementos diagonales: T r(A ) = A«.

a) Demuestre que para toda forma lineal / sobre M n(K ), existe una, y sólo
una, matriz A 6 M n( K ) tal que

f ( X ) = T r(A X ) ,VX e M n(K )·

b) Encuentre que se tiene f ( X Y ) = f ( Y X ) V X , Y e M n( K ) cuando, y sólo


cuando, A sea proporcional a la unidad /„ ·
c) Muestre que la aplicación definida por A T r( A) pertenece a [A^n ( ^ ) ] * ·
d) Sea la aplicación { a definida por //»(X ) = T r ( £A X ); muestre que /4 e

e) Pruebe que toda forma lineal sobre M n( K ) es de la forma anterior; a


saber, es / 4 para algún A.
f) Deduzca que A<-> es un isomorfismo de M n( K ) en [ M n ( ^ )]* ·

25) Considérese un espacio vectorial E sobre K conmutativo. Pruebe que p formas


lineales / \ / 2, . . . , / p definidas sobre E son linealmente independientes si, y
sólo si, existe x e E tal que Vt e [ l , p ] , / ‘(x) = a ‘, donde a 1 , a 2 , . . . , a p son
escalares cualesquiera.
26) Dados dos espacios vectoriales E y F sobre K , V \in subespacio de E y f una
aplicación lineal de E en F, pruebe que

[/m ]x =

27) Sean E\ y E 2 dos subespacios de E.

a) Pruebe que ( E 1 + E 2 ) 1 = E¡- n E ? , cualquiera que sea la dimensión de


E i y E 2.
b) Compruebe que ( E 1 n jE^)1 = + E j , si d im (£ ) es finita.
c) Muestre que si E = E¡ © E q, entonces E* = E¡- © E¿¿ ■
d) Demuestre que L [E i\ = ( E /■)■*■ = subespacio vectorial generado por E¡.

28) Considérese el espacio vectorial real Z?(R; R) cuyos elementos son las funciones
reales de variable real infinitamente derivables.

a) Pruebe que las aplicaciones siguientes de P (R ; R) en R son formas li­


neales:

/ - /( 0 )
/ - /" (1 )

/ — í f(x )d x
Jo
x *-* y — a i.

b) Compruebe que las aplicaciones

/ - /(0 ) + l,

/ - [/'(3)]2 y
R aí >-» y = ax + 6 e R
no son formas lineales.
c) Verifique que la aplicación I de C ([0,1]; R) en C([Q, 1]; R) que a la función
/ le asocia su primitiva F (o integral indefinida), definida por / ·-* / ( / )
= F, la cual se anula para 1 = 0, es decir, 1 >-* F (x ) = ^ f ( t ) dt, es una
aplicación lineal.

29) Demuestre que las formas lineales sobre R : (1 , y, z) >-* x + 2 y+ 3z y ( 1 , y, z) >



x —2y + 3z son linealmente independientes.

30) Dados un espacio vectorial n E, un vector x, n E 3 x ¡A 0 y n formas lineales


/.(1 ^ i < n) sobre nE tales que /¡(x) = 0 Vi, deduzca que las /¡ son
linealmente dependientes.
31) Sea el espacio vectorial R „[X ] de los polinomios reales de grado menor o igual
que n. Definamos el polinomio Pt e Rn [X] de la m anera siguiente:

P i(j) — , 1 ^ i, j ^ ri,

a) Deduzca que los P, forman una base de R n[X],


b) Determine la base dual [P*).
c) Establezca la fórmula P (x ) = 2 ? = i P(*)P¡(X) VP e R n p f]·
d) Calcule los P ,.

32) Considérese R„[X ] de grado menor o igual que n pero mayor que 1, y el
subespacio vectorial F de polinomios de grado menor o igual que m (m < n).
Sean las aplicaciones : Rn [/V] 9 P >-» fi[P ) = P (m+‘>(0) con 1^ i ^ n - m .
Pruebe que las aplicaciones (/¡) forman una base de F L .

33) a) Calcule el transpuesto del homomorfismo nulo entre losespacios vecto­


riales E y F de dimensión finita.
b) Demuestre que para que u 6 L ( E \ F ) sea inyectivo es necesario, y bas­
ta, que ‘u sea sobreyectivo; para que u sea sobreyectivo esnecesario y
suficiente que ‘u sea inyectivo.

34) Considérese el automorfismo u del espacio vectorial E. Pruebe que para todo
n e Z se tiene ‘(tt") = (‘u )"·

35) C onstruya todas las formas trilineales sobre el espacio C 2.

36) ¿Cuál es la única m atriz diagonal que es antisim étrica?

37) D ada una matriz cuadrada A, dem uestre que:

a) lA ■ A y A ■ lA son simétricas.
b) A 2 es sim étrica si A es sim étrica o antisimétrica.

38) Tómese un cuerpo K y la forma lineal / : K 2 *-♦ K definida por f ( x , y) = ax+


by, y además, sean los operadores sobre K 2: a) u(x, y) = (x,0);
b) u ( x , y ) = (—x , y ) , y c) u ( x , y ) = (x — y , x + y). Halle para cada uno de
ellos el operador transpuesto ‘u, es decir, calcule tu ( f ) en cada caso.

39) Considérese: el espacio vectorial R(x) de todas las funciones polinómicas sobre
R, dos números reales fijos a y 6, y la forma lineal sobre R(x) definida por

Si D es el operador de derivación sobre R(x), calcule ‘D f .


40) Sea M n [K ) el espacio de matrices de orden n sobre K y N una matriz n x n
dada. Sea también u el operador lineal sobre Á 4n(K ) definido por

u ( M ) = [M, N] = M N - N M .

Halle ‘u o T r (T r = traza).

41) Dados un operador lineal u e L(E\ E) en el espacio vectorial E sobre el cuerpo


K , y A un elemento del espectro de u, es decir u(x) = Au. Deduzca entonces
que existe una forma lineal no nula /* de E *.

42) Sea Rn (x) el espacio de las funciones polinomiales sobre el cuerpo R de grado
máximo n, las cuales tienen la forma

P (x ) = oo + a i x H-------- 1- a„xn.

Considérese el operador de derivación D sobre R„(x). Encuentre una base del


ker(‘D).
43) Demuestre que si x e nE y si x ^ 0, entonces existe /* G E* tal que /* ( x ) ^ 0.

44) Sea un espacio vectorial real E y /* , g*, h* 6 E * . Demuestre que si esta


últim a forma está definida por

/ . · ( * ) = / · ( ! ) » · ( X),

entonces /* = 0 o g* = 0.

45) Dados los espacios vectoriales E, E* \ x , y e E y /* ,g* 6 E * .

a) Muestre que si /* ( x ) = 0 implica / ’ (y) = 0, V/* 6 E *, entonces, x y y


son proporcionales.
b) Muestre que si f * ( x ) implica g*(x) = 0 Vx e E, entonces, /* y g* son
proporcionales.

46) Sea la rotacion de ángulo 9, R q, en el plano R2. Esa transformación tiene por
componentes

( eos 9 —sen9 \
{ sen0eos9 ) = M W -

a) Demuestre que Re, o R 0l = Rg.. o Rg, = Rgl+g¿.


b) Pruebe que M (0 \) · M [92) = M {92) ■ M {9i) = M ( 9 X + 92).
c) Pruebe que hay un isomorfismo de grupo entre el conjunto de las rota­
ciones {Rg} y el conjunto de las matrices {M(9)}.
47) Verifique que si A y B son matrices, entonces A B no es necesariamente simé­
trica si lo son A y B.

48) Pruebe que si A y B son m atrices simétricas, entonces para que A B sea
sim étrica es necesario, y basta, que A y B conmuten.

49) Muestre que 1A ■ B ■ A es sim étrica si B es simétrica.

50) Pruebe que si / es una aplicación lineal de E en F y si /* 6 F*, entonces la


aplicación g * definida por g*(x) = / * [ /( x ) ] , Vx 6 E , es un elemento de E * .

51) Demuestre que si f e L ( E \ F ) y si / es una aplicación tal que F* 3 /* >-»


/ ( / * ) = g* 6 E *, definida por g*(x) = /* [ /( * ) ] . entonces / es una aplicación
lineal que pertenece a L ( F * , E * ) . Deduzca que / = 1f .

52) Considérese en R4 el subespacio H generado por

( 1 ,2 ,-3 ,4 ), ( 1 ,3 ,- 2 , 6 ) , y ( 1 ,4 ,- 1 ,8 ) .

Calcule una base de H x .

53) Considérese un espacio vectorial E finito dimensional. Sea un operador li­


neal de E , u e E n d (£ ); dem uestre que la aplicación u >
— t(u) = ‘u es un
isomorfismo de E n d (£ ) sobre End(.E*).

54) D ada una forma lineal y * € R2* por y* (x, y) = 3x —2y, calcule la transpuesta
‘/ de la aplicación linead / 6 L ( R3; R 2), hallando el valor de < tf ( y , )\(x,y, z) >
para / ( x , y, z) = (x + y, y + z) y / ( x , y, z) = (x + y + z, 2x - y).

55) Deduzca que la sum a de to d a m atriz cuadrada y de su transpuesta es simé­


trica.

56) Com pruebe que la diferencia de to d a m atriz sim étrica con su transpuesta es
antisimétrica.

57) Pruebe que toda m atriz cuadrada se descompone en la sum a de una matriz
sim étrica y de una m atriz antisim étrica.

58) Sea la m atriz cuadrada A = (A y ) i^ jií€n cuyos elementos A tJ pertenecen a


un anillo conmutativo K. Se llama traza de A al escalar T r(A ) = X n + A i i +
• · ■ 4* Ann.

a) Verifique que T r(,4 + B ) = T r(A ) + T r(B ) y T r(A B ) = T r(¿ M ), 'iA, B.


b) Con K = C, deduzca de lo anterior que es imposible encontrar matrices
cuadradas X y Y de orden n tales que [XK] = X Y — Y X = /„.
JIllllll
Formas lineales / 41

59) Invocando la composición de los automorfismos de £ y con el isomorfismo


entre nE y encuentre que hay una infinidad de automorfismos diferentes
entre nE y n E * .

60) Dadas f \ , f 2, ..., f m forméis lineales sobre K n y la aplicación sobre K n, definida

I I 1l i m i
por a — / ( a ) = ( / i ( a ) , / m(a)):

a) Encuentre que / es una aplicación lineal de K n en K m.


b) Deduzca que toda aplicación lineal de K n en K m es de la forma pre­
cedente para ciertos f \ , Señalamos que m y n son enteros
positivos.

61) Pruebe que una m atriz M cuadrada real es nula si, y sólo si, T r ( ‘M M ) = 0.

62) Con la ayuda del transpuesto de un operador u — ‘u, demuestre que L (E \ E)


y L(E*-,E*) son isomorfos.

63) Sea el operador lineal T sobre C 2 dado por T ( 1 1 , 1 2 ) = (x i,0 ); calcule la


matriz de T con respecto a cada par de bases indicado: B\ = base canónica,
y B 2 = ( ! ,.) , ( - 1 ,2 ) :

JH1HH
a) Respecto a Bj y B \.
b) Respecto a B \ y Bo
c) Respecto a B 2 y B \ .
d) Respecto a B i y B?.

64) Dadas la aplicación lineal de R 3 en R 2 definida por T (x 1 , 1 2 , 1 3 ) = ( i i +


X3,2 x 3 —x i), y las bases: B \ = base canónica de R3, B i base canónica de R2,
B 3 = ((1,0, —1 ), ( 1 , 1 , 1 ), (1,0,0)); halle la m atriz T respecto de:

a) B i y B 2.
b) B 3 y B 2-
11

c) B 2 y B 3 · »
d) B 1 y B 3.
e) B 3 y B \.
f) B i y Bi.
g) B i y B 2.

65) Sea R 3 con la base ei = (1 ,0,1 ), e 2 = ( 0 ,1 ,—2) y e 3 = (—1 ,—1,0). Considé­


rese una forma lineal /* tal que /* ( e 1 ) = 1, f * ( e 2 ) = —1, /* ( e 3 ) = 3. Dado
R 3 3 r = (x, y, z), halle J(r).
42 /Algebra multilineal

66) Estudie la independencia lineal de las formas lineales definidas sobre R4 que
itti ttti tt tt tt 11 t t t t t t t m w

tienen los siguientes valores:

a) x i - Az3,x 2 - - M-1 ^4 (A,¿i e R - {0}).


b) xi —x 3 sen a —X4 eos a, x j —x 3 eos a + X 4 sen a, x i + x 3 sen /?—x 4 eosP, x? —
x 3 eos P — x 4 sen P.

67) Sea un subconjunto F de un espacio vectorial nE , / * el anulador de F ( /* e


F 1 c E*).

a) ¿Existe una relación entre F y k er(/* )?


b) Discuta la estructura de Im (/* ) y F 1·.
c) ¿Qué relaciones hay entre n, d im (/* ) y d im k e r(/* ), cuando F es un
subconjunto de E y cuando es un subespacio de E ?

68) Sea un sistema homogéneo de m ecuaciones lineales con n incógnitas

a u X i + <112X2 + ' ·· + QlnZn


a2lXl + 022*2 H-------1- a2nZn
(1.4)

O-mlXl Qm2^2 "4“ ** * “f* flmnXn — 0 ^

a) Justifique que cada fila = ( a ¡ i,a t 2 , ■■■,ain) de la m atriz de los coefi­


cientes A = (a,j) se puede considerar como un elemento de K n y cada
vector solución /* = ( x ^ x a ,....! « ) como un elemento de un espacio
dual. ¿Cuál?
b) Escriba lo dicho anteriormente en forma de relación funcional.
c) Llámese S al espacio solución del sistem a lineal (1.4). Determine qué es
el anulador y el ortogonal.
d) Deduzca que dim S = dim K n — dim F = n — rg( A) (rango de la
m atriz A).
e) Establezca relaciones posibles entre este problema y los teoremas 6 y 7.

69) Si /* e E * es ortogonal al conjunto F de E (se dice que /* es un anulador


de F ), muestre que entonces /* es ortogonal al subespacio vectorial L (F )
generado por F , es decir, F x = ( L ( F ) ) L .

70) Considérese el subespacio P de R3 generado por los vectores X = (1,1,0) y


Y = ( 0 ,1 ,—1). Halle una base de P 1 calculando una base del conjunto de
formas lineales f * [ x , y , z) = ax + by + cz tales que f * { X ) = 0 y f (Y ) = 0,
lo que permite calcular a, b y c.
71) Considérese un cuerpo K y desígnese por K n (x) el espacio vectorial E de
todas las aplicaciones / : K *-► K definidas por f ( x ) = P (x) = ao + a ix +
a 2 X2 H------ l-anXn con a, e K (i = 0 , 1 ,..., n). / se llama la función polinomio,
P e K n[X], Supóngase K = R, así tendremos P e Rn [X], y / : R >-» R.
Además fíjese el grado de / menor o igual a 2. Tómese tres números Xi, 1 2 ,
X3 reales distintos y arbitrarios.

a) Demuestre que

e l (P) = P ( x l ), e 2 (P ) = P ( x 2), e 3 (P) = P (x 3)

son forméis lineales sobre R 2 (x), e‘ 6 R 2 (x)*, y linealmente independien­


tes, ya que la siguiente matriz es inversible;

/ , 1 1 \
Xl X2 X3
\ A A A )

(x¡ distintos). É sta es la matriz de Vandermonde. El determinante co­


rrespondiente tiene el mismo nombre.
b) Por la dimensión deduzca que (e 1 , e 2 , e?) es la base de R 2 (x)*.
c) Pruebe que la base de R 2 (x), de la cual (e') es dual, está dada por las
siguientes funciones polimoniales
( X - x 2 ) ( X - x 3)
Pi(X) =
(*1 - Z 2 KX1 - 1 3 ) ’
( X - i i ) ( X —x3)
W ) =
(x2 - X 0 (X 2 - X 3) ’
( X - X l) ( X - X2)
P3(X) = (x3 - x r X x r - x 2)'
Estos polinomios se llaman polinomios de Lagrange.
d) Muestre que para todo P = / 6 R 2 (x) se tiene
3 3
/ = £ < e i| P > P i = ^ ] P ( x i )P l.
t=l 1=1

e) D iscuta la anomalía abusiva o ambigüedad: P e R 2 (X] y P 6 R j(x) ^


R 2[X]. ¿Cómo se supera?
f) Deduzca que si se dan tres números reales arbitrarios ( ai , 0 2 , a 3), en­
tonces existe exactamente una función polinomio P sobre R de grado
máximo 2 que satisface a la relación P ( x í ) = a¡. Dé la escritura de P , la
cual se llama fórmula de interpolación de Lagrange.
72) Generalice el caso anterior a un cuerpo K donde se tom an (n 4- 1) elementos
distintos x o , x ¡ , . . . , i „ , y a un subespacio E de K n [ X ], formado por todos
los polinomios P de grado menor o igual a n (incluyendo el polinomio 0).
Considérese la función de E en K definida por E 3 P e '( P ) = P (x ;) e K
(i = 0 , 1 , . . . , t i ).

a) Pruebe que los (e*) son formas lineales sobre E. Ellos forman una base
de E* si se dan los siguientes polinomios de Lagrange de grado n, base
de E,
( X - x 0) - - - ( X - x ^ ) ( X - t <+1) ■ . . ( X - x n)
P, =
(x¿ - x0) · · · (li - x¿—l)(x¡ - X i+ l) · · · (x< - Xn)

X -X,
n X; — X,

b) Demuestre que los (e1) son la base dual de los (P¡).


c) Muestre que los polinomios (.Xo = 1, X , X 2, . . . , X n) forman otra base
de E.
d) Tomando cualquier P = £ " = 0A‘Pj, deduzca que A' = < e*|P > = P ( x í )\
llegue al mismo resultado partiendo directam ente de P{ x í ).
e) Infiera que todo P e E se escribe bajo la siguiente fórmula de interpola­
ción de Lagrange:

P = ¿ P(x<)Pi.

f) Poniendo P = X \ deduzca que X 5 = 27=o{x iV Pi Y> a Ia vez> <lue la-


matriz de Vandermonde:

( l Xo T2
X q xo \
1 X! „2
(ti)3 =

V 1 Xn

es inversible (tome x° = 1).


g) Verifique directamente la inversibilidad de (xí)j cuando los ( )í son
(n + 1) elementos diferentes de K .

73) Se sabe que si un espacio vectorial E es de dimensión finita, entonces £ y su


dual E* tienen la misma dimensión y son isomorfos, pero, en general, existe
una infinidad de isomorfismos ip de E sobre E * . Si ¡p es uno de ellos y u e s
automorfismo de E, entonces tp o u es otro isomorfismo <p' ip

E E - - > E* ( E 3 x >-* u(x) >-* (ip o u ) ( x )

4tp — ¡p o u >
ip 31/ m u(y).

El objeto de este problema es probar que si dim E = n > 1, entonces no


existe isomorfismo canónico (p de E sobre E * , salvo si n = 2 y K es igual
o isomorfo al anillo de clases residuales Z/2Z. Un isomorfismo canónico sólo
debe depender de la estructura del espacio vectorial y de ninguna manera de
la escogencia de la base.
a) Demuestre que si entre E y E* ip existe para todo automorfismo u de E
y todo x y y de E, entonces, debe cumplirse
< <p{x)\y > = < [<p o u)(x)\u(y) > . (1.5)
b) Si n > 1 y K # Z/2Z, muestre que, entonces, existe un automorfismo u
de E que no verificará la relación precedente (1.5). P ara ello tome u tal
que u(y) = Ay (con A 0, A ^ 1) y u(x) = x.
c) Si n > 2 y K es cualquiera, pruebe que entonces existe un automorfismo
u de E que no verifica a (1.5). P ara ello considere i y* 0 y F subespacio
de E ortogonal a tp{x), y pruebe que se puede tom ar y $ F, u(y) e F,
u(x) = x.
d) Estudie detalladam ente el caso del espacio vectorial K 2 sobre el cuerpo
K = Z/2Z.
74) Es sabido que si un espacio vectorial E sobre K , es de dimensión finita, en­
tonces E y s u bidual £** son isomorfos canónicamente y E = E * * .
Esto se realiza gracias al isomorfismo canónico x >-> x. Pero si E es de dimen­
sión infinita sobre K , entonces la aplicación x >-* x siempre es inyectiva pero
nunca sobreyectiva. El objetivo del presente ejercicio es establecer este hecho.
Sea E de dimensión infinita, (e¡) i e I (conjunto de índices) y su dual E * .
Vx e E se tiene x = sólo un número finito de escalares x l son
diferentes de cero. Sea e* la forma lineal tal que e'(x) = x ‘.
a) Deduzca que (e')(¿ 6 I) es un conjunto linealmente independiente de E *
pero no engendra a E * . P ara ello considere la forma lineal / tal que
Vi e I, f{ei) = 1.
b) Encuentre que el x x de E en E** es inyectivo pero no sobreyectivo.
De aquí infiera que la parte del bidual descrita por x, cuando x recorre
E, es un subespacio propio del dual.
2

F o rm a s bilineales
y c u a d rá tic a s

Un ejemplo banal de aplicación bilineal y de uso corriente en física es el producto


vectorial. U na ilustración trivial de forma bilineal es el producto escalar. Este último
permite definir un espacio euclidiano; gracias al producto escalar se puede calcular
el módulo de los vectores, medir longitudes y ángulos, calcular componentes, subir
y bajar índices. El producto escalar, al definir una métrica, generaliza la definición
de límite, continuidad y convergencia; en una palabra, en un espacio que posea esa
métrica (espacio métrico) se podrá hacer análisis matemático. El espacio euclidiano
es el ancestro y modelo de todos los demás espacios generalizados y abstractos que
más tarde se construyeron por necesidades físicas o razones matemáticas.
Unidos a estos espacios euclidianos están los grupos de transformaciones isomé-
tricas que al operar sobre los espacios los conservan y dejan invariantes las formas
bilineales y cuadráticas. E ste hecho es capital en to d a la física. Cada capítulo de
la física tiene su grupo específico de invariancia y por consiguiente su geometría
concomitante particular. De allí se derivan las leyes de conservación. La física es
una geometría.
Las formas bilineales no sólo son im portantes en los espacios euclidianos (fí­
sica clásica) sino en los espacios pseudoeuclidianos y en los espacios de Minkowski
(física relativista). Las geometrías que allí se construyen forman el cuadro natu­
ral para la interpretación de los fenómenos físicos. La geometría y los espacios de
Riemann (estos últimos no son sino una infinidad de espacios euclidianos locales
yuxtapuestos que cubren una región con retazos) generalizan a los anteriores y for­
man la columna vertebral de la teoría relativista de la gravitación y de la cosmología
y astrofísica modernas.
Las formas bilineales permiten el desarrollo en serie de funciones ortogonales y
de polinomios ortogonales muy usados en la física m atem ática y en la solución de
ecuaciones diferenciales. También las cónicas y las cuádricas son casos particulares
de formas bilineales.
Ya estudiamos las aplicaciones y formas lineales sobre un espacio vectorial, como
funciones de un solo vector, con valores en otro espacio, en el cuerpo de base. Ese
estudio constituye el álgebra lineal. Ahora se tr a ta de definir, con más generalidad,
aplicaciones y formas bi, tri, tetralineales, y en general p-lineales o multilineales,
que son funciones de 2, 3, 4, o p vectores. Estáis funciones multilineales dependen
linealmente de cada vector (argumento) y se llaman, también, aplicaciones o for­
mas multivectoriales; más comúnmente se les llam a tensores. Examinaremos sus
propiedades m atem áticas y sus aplicaciones físico-matemáticas. En esto consiste el
álgebra bilineal, trilineal y, en general, multilineal. E sta últim a constituye el sustra­
to de las teorías físicas modernas. En este capítulo estudiaremos el caso particular,
muy interesante en física, de las formas bilineales simétricas y sus formas cuadráti­
cas asociadas; estudiar las primeras o las segundas es casi equivalente. Esas nociones
generalizan el conocido producto escalar. También estudiaremos los grupos de si­
metrías o invariancias (grupos ortogonales) asociados a esas formas; estos grupos
juegan un papel decisivo en las geometrías, en las mecánicas, y en general en toda
la física; por ejemplo, grupos de transformaciones isométricas y ortogonales como
el grupo de rotaciones y el grupo de Lorentz. Finalizaremos con el estudio de las
formas bilineales reales y los espacios euclidianos de n dimensiones. A las formas
bilineales tam bién se les llama tensores covariantes de rango dos, o diadas.

2.1. D efin iciones


Iniciamos esta sección con una serie de definiciones preliminares. Sean tres conjuntos
A, B y C. La aplicación f : A x B C, definida por (x , y ) >-► /( x , y), se llama
función o aplicación de dos variables o de dos argum entos x, y.

E je m p lo 1: La función primera coordenada, n otad a p r i, es la aplicación de A x B


en A definida por (x , y ) >-* x. De m anera similar se define pr?. Entonces:

pr i ( x , y ) = x, W2(x,y) = y-

E je m p lo 2: R 3 >-► R, f = (x, y , z ) *-* x es simplemente la proyección sobre el


eje O X .
A partir de una aplicación / de A x B en C se puede definir una familia de
aplicaciones de A en C; para ello se fija una variable, por ejemplo y. Entonces la
aplicación de A en C, definida por x i-* f ( x , y ) depende de y. A esta aplicación se
le llama aplicación parcial definida por / relativa al valor y del segundo argumento.
Se nota por f y o / ( · ,y), de manera que tenemos

f y : A >-> C con f y(x) = f ( x , y).

De la misma manera se define

f x : B >-* C con f x (y) = f { x ,y ) .


También se define B >-» A ( A ,C ) , aplicación definida por y i-* f y. Lo mismo
A ~ A ( B , C), x ~ con A ( A , C) = { f\A -L C ).

E je rc ic io 1: Sea E un conjunto y A c C, es decir, A 6 p(E); la aplicación <pA de


E en {0,1} definida por
x e A
<Pa ( x ) i e E —A

se llama la función característica de la parte A de E. Demuestre que <pA es una


aplicación parcial de la aplicación ¡p (que usted definirá) de E x p (E ) en {0,1}.
Muestre que si A y B están en p ( F ) entonces p ara todo x e E se tiene <pE_A (x) =
1 - < P A (X )< 0 = <Pa(x )<Pb( x ) y V a „ b ( x ) = <
P a ( x ) + 1P b ( x ) - ' P a { x W b ( x )·

E je rc ic io 2: Con ayuda de la aplicación pry. E\ x E i >-» E \, dé un ejemplo donde


/ ( X ! o X a) * / ( X i ) n / ( X 2), para X l t X 2 c E¡.
Una función o aplicación de n variables x i, x 2, ·.., x n , que generaliza el caso
inicial, es una aplicación / de E \ x F 2 x · · · x En en F , (x l t . . . ,x „) i-> / ( x i , . . . , x n ),
donde E \ , F 2, ..., E n , F son n + 1 conjuntos dados.
La aplicación de £ i x £ 2 x · · · x £ „ en £ ¡ definida por ( x i , . . . , xn) ·-* Xi e £ ¡
se llama la i-ésima función coordenada y se nota pr¡.
D ada una aplicación de x j F , en F , se puede definir una, y sólo una, aplicación
g de Ei en F para cada valor de la n-tupla (x i, . ..,x i_ i,x j,x ¡ +i, ...,x n), por la
igualdad

Xi * í7(-£i) ~ f(.X 1) *"I X<—1>x i i x i+1, ···, Xn)·


La función g se llama la aplicación parcial de F , en F asociada a / , y se nota

/ ( x i , . ■ ■ , Xi—1, -Xi+1, —,Xn)·


Repasemos ahora algunas definiciones referentes al grupo simétrico.
Se sabe que el conjunto de permutaciones de n objetos {a¿}i4 ¡$n (biyecciones
sobre un conjunto finito) forma un grupo, llamado el grupo simétrico S n. Una
transposición t es una permutación tal que para toda i ¥= j , se tiene

t(ai) = aj, t(aó) = a< y t( ak) = ak ,Vk ^ i,Vk * j.


H

Sea p e S n una permutación de { 1 , 2 , diferente de la identidad. Entonces


para i < j se tiene p(i) < p (j) o p(i) > p(j), en el último caso se dice que los
elementos p(i) y p(j) presentan una inversión. Si llamamos I(p) el número total
de inversiones presentadas por los elementos de {p(l), ...,p(n)} tomados dos a dos,
entonces llamaremos signo o paridad de una permutación a la aplicación de S n en
{ 1,-1} definida por

p — - £(p) = ( - i ) /(p) ■

Si e{p) = +1 se dice que la permutación es par. Si e(p) = —1, que es impar.

E je rc ic io 3: Demuestre que to d a transposición es impar. Verifique que el signo £


es un homomorfismo sobreyectivo (especifique los grupos). Muestre que el producto
de dos permutaciones de la misma paridad es una permutación par y que p y p _l
tienen la misma paridad. Pruebe que el conjunto A n de permutaciones pares forma
un subgrupo de S n , A n , se llama el grupo alternado. Justifique que ker(e) = A n .
Demuestre que A n es un subgrupo invariante de S n y deduzca que el cardinal de
A n es y ·
Teminemos particularizando estas deifiniciones generales.
Si ponemos E \ = E i — ■ · · = E n = E se dice que / , aplicación de E n — x
en F, es simétrica si p ara todo elemento ( x j , . . . , xn ) de E n y para toda permutación
p e S n se tiene que

f (x p(l) ix p ( 2) i···) x p ( n ) ) ~ f (X 11x 2, ·■·jX n ) ·

Si la precedente igualdad es válida únicamente para la transposición que cambia i


en j (i # j) , entonces, se dice que / es sim étrica respecto de las variables x¡ y Xj .
Si F es un grupo aditivo, / de E n en F es antisim étrica con relación a las
variables x¡ y Xj (i ^ j ) si para todo elemento ( x i , . . . , xn ) e E n se verifica que

/ ( * t ( l ) i x t(2 ) ) · · · ) x t ( n ) ) = f ( x 1 , ^ 2 í ■·· , Xn)·

Se dice que / es antisimétrica si lo es con relación a toda pareja (x,, Xj), (i ^ j ) de


n variables Xfc(1 ^ k ^ n)\ es decir, cuando, y sólo cuando, p ara todo p e S n

f (xp( 1) ’Xp(2) J*··) x p(n)) = E ( p ) f {x l i Xn)·

Se dice que / es alternada si su valor se anula para todo elemento x = ( x i , . . . , x n)


e E n que tiene dos argumentos iguales.

E je rc ic io 4: Demuestre que las aplicaciones simétricas, antisimétricas y alternadas


son subespacios vectoriales.
2.2. A p licaciones y formas biiineales
y m ultilineales
Sean ahora tres espacios vectoriales E i , E 2 y F sobre el mismo cuerpo conmutativo
K . Se llama aplicación bilineal sobre Ei y E 2 a to d a aplicación / de E\ x E 2 en F
que es lineal con respecto a cada una de las dos variables, es decir

/(x i + x \ ,y ) = /(x i,y )+ /(x í,y ),


/( A i, y) = A /(x, y),
f{x,V2 +y2) = f(x,V2 ) + f{x,y2) y
f{ x ,n y ) = n f(x ,y )

para todo x i . i j e E \ , y2, y 2 G E 2; A,/i 6 K .

E je m p lo 1: El producto vectorial ( a ) sobre el espacio vectorial de los vectores


libres del espacio real R3 es una aplicación bilineal. Aquí E \ = E 2 = F = R3 y
R3 x R3 = (R3)2 R3.
Se dice que / es una forma bilineal si / es una aplicación bilineal de E i x E 2 en
K . Aquí estudiaremos las formas biiineales de E 2 — E x E en K . En este último
caso, para combinaciones lineales se tendrá:
/ n m \ n m

f f 2 AtX¡, 2 ^yyj I = 2 2 A·H if{ x \,y j) i


\¿=1 j=l ) i= lj =l

cualesquiera que sean los vectores x i , ..., x n , y\, ...,ym , de E y los escalares A i,. . . An,
H i , . . . , n m . A una forma bilineal o forma 2-lineal la llamaremos tensor dos veces
covariante o tensor covariante de rango 2.

E je m p lo 2: El producto punto o escalar (·) es una forma bilineal sobre R3:

Es decir, el producto punto, como función, es un tensor covariante de rango dos.


Las definiciones precedentes se extienden a las aplicaciones y formas trilineales,
tetralineales, etc., y en general se tiene la siguiente definición:

D e fin ic ió n 1: Dados n + 1 (n e N* = N - {0}) espacios vectoriales E i , ... ,£ n , F


sobre el mismo cuerpo conmutativo I( , una aplicación / n-lineal es una aplicación
de x*=lE i en F definida por ( x i , . . . , x „ ) >-► / ( i i , . . . , x n ) tal que cada aplicación
parcial de Ei en F asociada a / es lineal.
Una forma n-lineal es una aplicación ( * i , . . . ,x „ ) >-► f ( x \ , . . . , x n ) de E n en K ,
lineal con respecto a cada variable. El índice n es el orden de la forma. Cuando
no se especifica el entero n se dice, para n ^ 2 , que / es una aplicación o forma
multilineal.
Si / es una forma trilineal sobre E , llamada también forma 3-lineal o tensor
covariante de rango tres, entonces:
/ n m p \ n,m ,p

/ f2 2 Vk*k ) = At/iji/fc f ( x i , y j , z k).


\¿»1 ; = 1 fc= l / «,jF, e 4

Si (e,)íe[¡ es una base de n E, entonces para todo x , y , z e E s e tiene


n

f ( x , y , z ) = f ( x ' e i , y ]e j , z kek) = x V 2 */(e¡,e^, ek ) = x ' y 3z ka i j k.

E sta forma 3-lineal está perfectamente determ inada por el conocimiento de los (n 3)
números a y * y, recíprocamente, cualesquiera que sean los escalares a y * , la fórmula
precedente define una forma trilineal sobre E. Así se construyen todas las formas
trilineales sobre nE. Esto se generaliza a una forma p-lineal: en este caso hay que
dar n p números a Mi¡j....o m atriz en p dimensiones.
Si Xi, j/¿ recorren a Ei y A e K , entonces para todo i e [1, n] y / n-lineal se tiene:

/ ( x i , ..·, X¡—1, Xi 4" J/i, X t+ 1, ··., X n) = / ( x i , ···, X¡—1, X t, X j+ 1 , ···, Xn )

/ ( x 1 *···» X»—l , Vii Xi+1 , *··, Xn)


/ ( x i ...... x í - i , 0 , x « + i , ··■>,Xn) = 0 06 Ei, 0 e K.

N o ta : Ciertos autores llaman a una forma n-lineal una n-forma o funcional lineal
n-dimensional. Aquí no utilizamos esta terminología.
Una forma multilineal de orden p (forma p-lineal) es un tensor covariante de
rango p, es decir, una forma multivectorial que depende linealmente de cada uno de
los p vectores que son sus argumentos.

2.3. Ejemplos
1) El trab ajo es una forma bilineal, lo mismo que la potencia.

2) El tensor “¿ y ” y el tensor métrico “s y " , o potencial einsteiniano de gravita­


ción, son formas bilineales.

3) Un determ inante de orden 18 es una forma 18-lineal. Es un tensor covariante


de rango 18.
4) En general, los tensores y determinantes son formas multilineales. El producto
mixto es una forma trilineal.

5) La masa, la carga y los invariantes absolutos de la física newtoniana son formas


O-lineales, es decir, números, escalares.

6) El campo electromagnético es una forma 2 -lineal o tensor de orden 2 anti­


simétrico; lo mismo la aplicación producto vectorial.

7) Las constantes £q, /¿o, e, n y el índice de refracción de la luz, son, en general,


tensores de orden 2 .

8) Un elemento de línea dx, un elemento de superficie d S y un elemento de


volumen d x d y d z son formas 1-, 2- y 3-lineales, respectivamente; o tensores
de rango 1, 2 y 3 respectivamente.

9) La aplicación de E x E* >-* K definida por (x,x *) ·-* <x|x*) = x*(x) se llama


forma bilineal canónica (pruebe que el nombre es adecuado). La aplicación
parcial asociada a x, (x| · ) , definida por x* >-► (x|x*) = x*(x) es una forma
lineal definida sobre E *, por consiguiente, x s (x| · ) 6 E * *. Sabemos que
x* >-* x ( x * ) = x*(x); además, (x*,x) >-► x(x*) es la forma bilineal canónica
definida sobre E* x E **, de donde x(x*) = (x|x*) = x*(x) = (x*|x) =
(x|x*), Vx e E , Vx* 6 E * . E sta última propiedad permite hacer corresponder
canónicamente a todo vector x e E un vector único x e £**. La aplicación
lineal x — ► x de E en E** se llama homomorfismo canónico de E en E " .
Si E es de dimensión finita, entonces, se llama isomorfismo canónico de E en
E **. En este caso todo vector x e E es a la vez un covector sobre E * , es decir
un elemento de E** (ver secciones 1.7, 1.8, 1.13, 2.8 y 2.13).

10) Si / 1, / 2, . . . , / p son p formas lineales sobre E , la aplicación <p de E p en K


definida por (xx .—.xp) >-> ip(xi, ...,x p) = / 1 (i i ) / 2 (i 2 ) - “ / p(xp) es una for­
ma p-lineal. A la aplicación ( f l , f 2 , f p) ►-* f l ® f 2 ® ® fp = se
le llama el producto tensorial de las p formas lineales / ' ; ¿ip es un tensor
simétrico? Más tarde definiremos el producto exteriof de p formas 1 -lineales
( / * i ■··) / p ) / * A f 2 a . . . a f p como un tensor antisimétrico.

El trab ajo doméstico del físico se hace generalmente con formas 2-lineales,
es decir, tensores de orden o rango 2. Afortunadam ente la naturaleza en sus
exigencias es generosa al no reclamar tensores de rango más alto o formas
multilineales de grado más elevado.
La teoría de la relatividad se caracteriza por unificar y sintetizar elementos
que antes aparecían artificialmente dispersos, como ruedas sueltas; gracias a
ella, ahora son engranajes. E sta síntesis se realiza gracias a los 4-vectores
(cuadrivectores), que son formas lineales ( 1 -lineales) sobre R4*, y a las for­
mas biiineales (tensores de orden 2) sobre M 4 . No olvidemos que todos los
trivectores de la física clásica son formas lineales (covectores) sobre R3* = R3.

N o ta 1: No existe relación funcional entre x* y x : x* ►)-» x.

N o ta 2: Lo anterior se traduce en mecánica cuántica diciendo que no a todo bra le


corresponde un ket: ($ | ¡<£).

N o ta 3: Sí existe relación funcional entre l y i : £ 3 1 >-> i e E * *.

N o ta 4: No debe confundirse una forma n-lineal sobre E n y una forma lineal sobre
E n . Por ejemplo, sea / bilineal: E 2 —* K , entonces

f ( n + A i 2 ,Vi +MV2 ) = / ( * í.y i) + A /(x 2 ,y i) + p / ( x i , y 2) + M A /(x 2 ,y2).

En cambio, si g es lineal de E 2 —* K , se tiene

9 [A(xi + x2, yi + y2)] = Ay [ ( n , y i ) + (x 2 ,y 2)]


= > y (s i,y i) + Ay(x2,y2)

2.4. El espacio de aplicaciones y formas


multilineales
Se define, como de costumbre, la sum a / + g de aplicaciones multilineales y la mul­
tiplicación por un escalar, A /, (lo mismo para las formas); éstas son aplicaciones (o
formas) multilineales. De aquí resulta la proposición:

P r o p o s ic ió n 1 : Si E ít £ 2, . . ., E n y F son n + 1 espacios vectoriales sobre K , el


conjunto de las aplicaciones (respectivamente, las formas) n-lineales definidas sobre
E¡ x · · · x E„ = con valores en F (respectivamente K ) forman un espacio
vectorial notado L n( E i , . . . , E n \F ) (respectivamente L n( E \ , ..., En ; K ) ) ; y L n ( E \ F )
(respectivamente L „ ( E ; K ) ) si E i = £ 2 = · · · = E n .

De la misma manera que el álgebra lineal estudia a L i ( E \ F ) y L \(E \ K ) y


sus diferentes representaciones matriciales, el álgebra multilineal estudia, en ge­
neral, a L n{ E \ ,..., E n ; F) y a L n( E ; K ) y sus diversas representaciones matricia-
les(componentes de las aplicaciones y formas multilineales). El espacio L n {E\ K ) es
el espacio de tensores covariantes y se nota T%(E).

E je rc ic io 1: Demuestre que el espacio vectorial L2( £ , F; G) es isomorfo al espacio


vectorial L \(E \ L (F \ G)) y a L¡(F; L (E \ G)).
E je rc ic io 2: Deduzca del ejercicio anterior que L 2 {E, F ; K ) es isomorfo a L (E \ F * )
y a ¿ ( F ;F * ) .

E je rc ic io 3: Si / es una aplicación multilineal de L n{E\ K ) , calcular / ( A x j,. . . , Axn)


y f ( x i + y i , x 2 + m , - , X n + yn )·
Los elementos de nE se llaman vectores en general, los de 3 E y 4 F se lla­
man en física trivectores y cuadrivectores, respectivamente. Recordemos que un
vector es también un elemento de nF**, ya que E = L ( E * , K ) = F**. A los
elemntos de L q { E \K ) se les llama formas O-lineales y son los escalares de K .
A los elementos de L l ( E ; K ) = F*; L 2 ( E , K ) ; L 3 (F;/C ); L n{ E \ K ), deno­
minados forméis 1 , 2 , ..., n-lineales, también se les llama tensores covariantes de
rango 1 ,2 ,3, . . . , n , respectivamente. A los elementos de F = F** = ¿ i ( F * K);
L i(E * ; K ), . . . , L n {E* \ K ) se les llama tensores contravariantes de rango 1 , 2 , . . . ,
n; o también formas 1, 2, ..., n-lineales. A las formas multilineales (exactamen­
te p + <j-l¡neales) L p+q( E ' pt E q\ K ) = T p(F ) se les llama tensores mixtos p veces
contravariantes y q veces covariantes. Por ejemplo, dx es un tensor covariante de
rango 1 ; <5, rj y g son tensores de segundo rango covariantes. La posición-tiempo y
la energía-impulso en relatividad son tetravectores contravariantes.
El físico se interesa mucho por los espacios más restringidos tales como L j( F ; R),
L 2 ( F * , R ) y ¿ 2 ( F * ,F ;R ) .
En notación tensorial, los espacios precedentes se simbolizan así: K = Tq(E ),
E = T ¿ (E ), F * = L ¿ E , K ) = T p(F ), L 2 ( E \ K ) = T02 (F ), L 2 ( F ; F ) = 7 ? ( F ),
. . . , L p+q( E - , K ) = T p(E).

E je rc ic io 4: Sean F y F dos espacios sobre K , u e L (E \ F) y f e L P{ F ; K ); la


aplicación

E p a ( n ........x P) >-» / ' ( x i , . . . , x p) = / [ u ( x i ) , . . . , u ( x p)]


se llama la imagen recíproca de / por u y se nota / ' = u . / . Demuestre que u , /
es un elemento de L P( E \ K ) . Pruebe que la aplicación / — ► t t , / de L P( F \ K ) en
L P(E] K ) es lineal. Demuestre que si / es simétrica (respectivamente alternada),
u , f es simétrica (respectivamente alternada). Si / es 0 -liaeal alternada (escalar en
K ) por convención se tom a a u , f como un escalar.
Verifique que si p = 1, entonces u , ¡ es la transform ada de / por lu. Sean F , F
y G tres espacios vectoriales con u e L (E \F ) , v e L (F \G ) y f e L P{G \K )\ sean,
además, / ' = v mf y f " = u , f ; justifique que f " es (v o u ) , f .

2.5. Formas bilineales


Sea / una forma bilineal sobre n F , esto es / e L 2 {E\ K ); sabemos que / aplica F x F
en K linealmente con relación a cada una de las variables. Sea (ei) una base de „F ;
se construye / explícitamente si se dan n 2 escalares a y ( 1 < i ^ n, 1 ^ j < n).
Cualesquiera que sean x = x‘e¡ y y = j/'e*, pongamos f { x , y ) - j a y x ‘j/J (a
menudo pondremos a y = / y = Ty).
Entonces f ( e i , e¡) = a y = / y y / es una forma bilineal sobre E; a cada elemento
a y de K n se le asocia una forma bilineal y viceversa. T oda / permite determinar
n 2 escalares a y que verifican la relación f { x , y ) = a y x * 2/j = f i j x ' y \ Vx, y e £ .
T oda forma bilineal sobre £ se puede obtener por este procedimiento. La prece­
dente correspondencia o asociación es inyectiva, ya que si los sistemas de números
a y y ct\j definen la misma forma bilineal se tiene a y = / ( e i , e 3) = a y ( V i,j), y
por tan to a y = a ' ; . Además, es sobreyectiva. Veamos: para / 6 L2(£ ; Á') ponga­
mos f( e ¡ ,e j ) = QtJ; sea también / ' e L 2( E \ K ) correspondiente a ay·; esto implica
que para todo x = x'e, y y = yJe,·: / ( x ,y ) = * V / ( e i . « i ) = x V 'a y = / '( x , y ) y
entonces / = / ' . De aquí concluimos:

P r o p o s ic ió n 2: La aplicación a y f de K " 7 en el conjunto de las formas bili-


neales sobre E , L2( £ ; /C), es biyectiva.

Sean el espacio vectorial „ £ sobre un cuerpo K , (e,) una base de „ £ y / 6


L i{ E \ K ) . Se llama matriz de / , con relación a la base ( e i , . . . , en), la matriz ( a y )
de orden n x n definida por a y = /(e ¡, ej). Ya vimos que L 2( E ; K ) 3 f >-* a y e
M /f(n ,n ) es biyectiva; luego, L 2 {E\ K ) y M«-(n, n) son isomorfos, lo cual denota­
remos como M ni{ K ) = A íx(n x n).

P r o p o s ic ió n 3: M = ( a y ) es /a matriz de f con relación a la base (e,). Sea


( e 'i, . . . , e'„) otna base de E y M ' = a'^ /a matriz de f con respecto a la nueva
base (e'), que se deduce de (e¡) por la matriz de cambio de base P de (et) a (e').
Entonces
M ‘ = 'P A / P .

D e m o s tra c ió n :

«í = ¿ => a'y = / ( e ' , e ' ) = / ( ¿ P fcie*. ¿ P y e ,)


fc=l \fc=l (= 1 /
= Z PjciPy/(eic, ei) = ^
fcí kl
= ^ ( P i J f c W í P l j =a'y. #
kl

E je m p lo : En R3, x = (x 1 ,x 2 ,x 3) y y = ( y 1, y 2, y 3), las formas bilineales son las


funciones
(*. y) *-» /(*> y) = «11* 2/ + «12* y + «13* y +«21* y + «22* y
+Q23*2y3 + «31*3yl + »32 + « 33* 3 y 3
«11 «12«13
( «21 a22«23

«31 «32«33
= lX M Y = ‘Y lM X = ‘Y M X .

La última expresión es válida si M es simétrica.

P ro p o s ic ió n 4: £ n general, si X = iY/(X, (e¡)), y = A'/ÍY’, (e*)) y Ai = Asf( /, (e¿)),


se ítene
/( x , y) = ‘X A /y = ‘y ‘A /x
ya que /( x ,y ) es una matriz 1 x 1 y es tyuai a su transpuesta. s

E je rc ic io 1: Si £ = /Cn , estudie la matriz asociada a la forma bilineal definida


sobre E 2 por /( x , y) = x*yl + - ■ · + x ny n.

E je rc ic io 2: Sea G L„ (E ) el grupo (álgebra) multiplicativo de los


de E . Estudie las analogías y diferencias entre M ' = l P M P y A' = P ~ l A P
con >1 = A /( / 6 L (E , E ), (e¿))· Demuestre que en A'//f(n, n) la relación “existe
P 6 G L n(E) y Q e G L n(E ) tales que .4' = ‘Q A P ” es una relación de equivalencia.
En este caso se dice que A y Al son equivalentes.

2.6. Base de L2(£; K) = T¡(E)


P ara construir una base de L-¡(E\ K ) procederemos así: considérense n 2 formas
biiineales j
= e * (i, = l , 2 ,...,n ) definidas por

ya que e‘ ® ey ) = e, (e¿.)ej (ej.) = (e ‘|e¡.) (cJ'|c¿>) = á.'xSj,.

Con esta definición se tiene

e’5(x,y ) = x V l

y para tod a forma bilineal arbitraria / de L i(E ; K ) , o tensor T , tenemos

T{x,y) = /(x,y) = £ a y ey(*,y) = Y i fij e'3(xly) = Tye^z.y)


para todo x , y e E; por consiguiente, simplificando por ( x ,y ) llegamos a T = / =
2í*j otije'i = L u f a * . esto es, una combinación lineal de los vectores (e'3). Así
queda probado que las n 2 formas bilineales (e‘3 = e '® e J ) generan a L i{E \ K)\ ellas
son linealmente independientes ya que la combinación lineal / = A ye° igual a
cero para todo i' y todo j ' en [1, n], entonces implica:

— AijS¿ióy = A*ijf = 0.

Por consiguiente:

T e o r e m a 1 (d e la r e p r e s e n ta c ió n ) : Sea dim ¡<E = n, el espacio vectorial de


formas bilineales L i(E \ K ) es de dimensión n 2, una base está formada p o r n 2 formas
(e,J) y toda forma bilineal f se escribe de manera única como f = a y e ,J, donde
ctij 6 K son las componentes de f , es decir, / y = a tJ = M ( f , ( e i ) ) .
N o t a 1: Hágase bien la diferencia entre / o T , la forma bilineal, sus componentes
numéricos a y , el valor de / , f ( x , y ) , y la base (e, ; ); / hereda de e‘J la covecto-
rialidad, pero por abuso de lenguaje y de notación se habla del tensor dos veces
covariante « y o T y, cuando en realidad el tensor es / (la forma, el objeto inva­
riante). Los tensores (e‘3) multiplicados por los “números” / y = a y dan el tensor
/ . Admitiendo este abuso, que la tradición ha preservado inocentemente, por decir
que / es un tensor T de componentes T y con respecto a la base (e,J), se habla del
tensor a y o Ty.

N o t a 2: Como to da forma es un tensor, el teorema 1 anterior se puede enunciar


así: Sea dim r E = n, el espacio vectorial de los tensores dos veces covariantes sobre
E , T 2 {E), es de dimensión n 2, una base tensorial está formada por los n 2 tensores
dos veces covariantes ex> = e’ ® e J , y todo tensor T de T 2 (E ) se escribe de manera
única como T = Ty-e1 ® eJ , donde sus componentes son T y = T(e¡, ej) e K .

E je rc ic io : Construya efectivamente con ayuda del producto tensorial las ba­


ses de los tensores covariantes T 6 L,2 ( E , K ) , de los tensores contravariantes U 6
L i{E * \ K ) y mixtos V e L a( E * , E; K ) \ las bases (e*5), ( c y ) y (eJ) deben ser cons­
truidas con el producto tensorial de las bases (e¡), (e1). Pruebe las propiedades de
las bases: generación del espacio correspondiente e independencia lineal.
De la misma m anera que hemos hecho la diferencia entre forma 2-lineal / , objeto
matem ático, el valor de / en x, y, f ( x , y) e K y sus componentes a y , en los tensores
2 veces covariantes (= formas bilineales) existe similar diferencia entre T , T (x , y) y
T y . Esto proviene de que / e L i(E ; K ) , e1’ 6 ¿ 2 (£ ; K ) y <*y 6 L 0 (E; K ) = K . Los
escalares son formas 0-lineales. De m anera que:

forma 2-lineal = ^T(forma 0-lineal) x (forma 2-lineal).


A las formas bilineales o tensores covariantes de rango dos, también se les llama
diadas. En R3 se llaman noniones.
Por el isomorfismo entre Li{E\ K ) y M k ( t i 2) se dice que un tensor 2 veces
covariante “es” una matriz, mejor dicho, tiene una representación matricial. Lo
recíproco no es cierto: toda m atriz no es, en general, un tensor covariante de
rango dos.

2.7. Formas bilineales sim étricas


Las formas bilineales simétricas son definidas por

V(x, y) 6 E 2, /( x , y) = /( y , x);

ellas forman un subespacio vectorial S ( E ; K ) c L i( E \ K ) . La matriz cuadrada ,


( i,j) e [ l,n ] x [ l,n ] , con relación a la base ( e i , . . . , e n) de nE , asociada a toda
forma 2-lineal simétrica, a i, = / ( e ,, e; ) = ¡ ( e j,e i) = c¡JX, cumple con la propiedad
que se enuncia en la siguiente proposición:

P rop o sición 5: / es sim étrica si, y solamente si, a tJ es simétrica. Entonces, se


puede escribir
n
/ ( z . y ) = f ( z ie i ,y í ej ) = Y Xiy ia ii + ^ ( x V + y ' * ) Q¿j·
¿S»l 1

Corolario 1: Si / es una forma bilineal simétrica, entonces, /( x ,y ) = ‘X M Y .


Las formas bilineales antisim étricas son tales que para todo (x,y) e E 2 / ( x , y) =
—/( y , x). / es antisim étrica cuando, y sólo cuando, es una matriz antisimétrica. /
es antisim étrica si, y sólo si, / es alternada, es decir que para todo x e E /( x , x) = 0.
El conjunto de las formas bilineales antisimétricas forma un subespacio vectorial
A7 ( E - , K ) c L 2 (E ,K ).

E jem p lo 1: El producto escalar clásico entre vectores libres es una forma bili­
neal simétrica. Por esta razón to d a forma bilineal sim étrica se llama a menudo un
producto escalar y se nota (x, y) >-» x · y. Calcular la m atriz de la forma 2-lineal “·” .

E jem p lo 2: El producto vectorial es una aplicación bilineal antisimétrica.

E jem p lo 3: Sea E = K n. La aplicación ((A j,. . ., An), (a*i, · · · >Mn)) H---- +


A e s una forma bilineal sim étrica llamada producto escalar canónico so­
bre K n.
E je rc ic io 1: Sea E el espacio vectorial de funciones reales y continuas en [a, 0] c R.
M uestre que la integral definida, como aplicación de / en R, definida por

Ja

es una forma bilineal sim étrica sobre E , es decir, un tensor simétrico. Se entiende
que t >-* z(t) y t *—* y(t) son elementos de E. Note que la integral definida, como las
diferenciales, es un tensor.

E je rc ic io 2: Demuestre que S 2 ( E , K ) y A 2 ( E , K ) son suplementarios, es decir,


que L 2 (E\ K ) = S 2 (E\ K ) © A 2 (E; K ).

E je rc ic io 3: En todo el texto se supone que K es de característica diferente de 2.


Examine si el ejercicio anterior subsiste si K es de característica 2.

E je rc ic io 4: Si diin*- E = n, calcule d im S 2 y d i m ^ .

2.8. Isom orfism o entre L i [ E ; K ) y L ( E ; E *)


Si fijamos x e E, entonces, a to d a forma bilineal / sobre E se le puede asociar
la aplicación parcial f ( x , ·) que notamos /*; por la definición de bilinealidad,
f x e L ( E ; K ) = E * . Usando la forma bilineal canónica definida sobre E x E * ,
tenemos que para todo ( i, y) 6 E 2 y todo / € L 2 (E; K ) se cumple que ( y \fx)
= fx(y) = / ( z , y)· Llamemos a la aplicación de E en E* definida por x >-» ¡p(x) =
/ x; es visiblemente lineal, es decir / IJ+ \ Z7 = f Xl + A/I3 . De manera que a todo
elemento / de L 2 {E\ K ) asociamos un elemento de L (E , E*); llamaremos a esta
aplicación, © : L 2 ( E \ K ) >-* L ( E , E * ) , f <-» © ( /) = Se dem uestra de manera
trivial que © es un isomorfismo de espacios vectoriales, ya que © es lineal, inyectiva
y sobreyectiva, lo que resumimos así:

P r o p o s ic ió n 6: sea f una form a bilineal sobre E definida por (x , y ) ►-* f ( x , y ) , la


aplicación ip de E en E* definida por <p(x) = f x es lineal; además, la aplicación
© de L 2 ( E , K ) en L ( E , E * ) definida por Q ( f ) = ¡p es un isomorfismo de espacios
vectoriales.
Por un procedimiento análogo se define f y e E* y la aplicación í de £ en
E * definida por sE'(y) = f y \ entonces para todo (z, y) e E 2 se tendrá (z |f y) =
(xl'I'(y)) = f ( x , y ) o (t/|ip(z)) = (z|í'(i/)) = f [ x , y ) · E n particular, si / es simétrica
se tiene que para todo ( x ,y ) e E 2, (2/|<¿>(x)) = (yl'I'(x)). De aquí resulta ip = í 1, y
el siguiente corolario:
C o r o la rio 2: Si f es una forma bilineal simétrica sobre E , las dos aplicaciones
lineales parciales y 'b de E en E* definidas por x <p(x) = f z y y >-» 4»(y) = / v
son idénticas.
La proposición precedente es válida cualquiera que sea la dimensión de E. P ara
el caso particular en que E es de dimensión finita se tiene la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 7: Si E , de dimensión finita, está referenciado a una base (e,) y E*


a la base dual (e*), entonces la matriz asociada a la form a bilineal f , respecto a la
base (ej), es igual a la matriz asociada a <p respecto a las bases (e¡) y (e‘).
Pongamos como m atriz de ip a M(ip, (e,), (eJ )) = /3<3, es decir, ¡p(e¡) = / e. =
£ / 3 n¡ek con 1 < i,y , fc ^ n. Entonces

«¿> — /(fi*i —Pike (ej )


= (3ik (ek \ej ) = p , k5kj =t3ij.

El determ inante de la m atriz A = (a¡¿) asociada a la forma bilineal / se llama


discriminante de / respecto a la base (e*). Este determ inante depende de la base
escogida, det A ¿ d et(‘P A P ), pero det A yt 0 si, y sólo si, det(‘P A P) # 0.

E je rc ic io 1: Si d im (£ ) < oo, lo cual implica E = £ ** , verifique que las aplicaciones


ip y '1' son m utuam ente transpuestas.

E je rc ic io 2: Si d im (£ ) < oo, demuestre, usando la proposición precedente, que


¿ 2 (£ ; K ) y L (E \ E*) son isomorfos.

E je rc ic io 3: Demuestre, a partir de la proposición anterior, la siguiente propiedad:


si P es la m atriz de cambio de base de (e<) a (e't) entonces ‘P es matriz de paso de
(e‘) a («*').

2.9. Form as cuadráticas


*
D e fin ic ió n 2: Sea / una forma bilineal cualquiera. Se llama forma cuadrática
asociada a / , a la aplicación q de E en K definida por

Vi 6 E x *-► q(x) = f ( x , x ) .

Si E 3 i = x 'e it entonces x = (x l , . . . , x n) <


— q(x) = Q ijx'x3·, aquí q
aparece tam bién como una aplicación de K n en K . Como la palabra “forma” es
sinónimo de polinomio homogéneo, entonces q es una función polinómica homogénea
de grado 2; de allí el nombre de cuadrática.
w w w .else

D efin ic ió n 3: E sta definición se basa en el último comentario y es equivalente a


la anterior: una forma cuadrática es una aplicación de E en K tal que: 1) para una
cierta base (et) de E, la expresión q{xl e¡ + · · · + z " e n), ( z ‘ e K ), es un polino­
mio homogéneo de segundo grado con relación a x 1, x 2, ..., xn ; 2 ) esta propiedad
algebraica se preserva cualquiera que sea la base ((e‘ ) por ejemplo).
E sta segunda definición se comprende ya que q(x) = q(x'ei) = p ijx 'x i = pya¿i
a¡k x 11 x lk = p\kx '1x 'k - Q(x>' eí) es un polinomio de grado 2 homogéneo, donde los
escalares constantes a y son los elementos de la matriz P del cambio de base y los
números constantes py y p '; son los coeficientes de los polinomios.
Se constata que el conjunto Q{E) de las formas cuadráticas sobre E , con las
operaciones “+ ” y “A·” , forman un espacio vectorial sobre K .
La aplicación de L i(E ; K ) en Q[E), definida por f <-* q, es un homomorfismo
sobreyectivo pero no inyectivo.

E je rc icio 1 : Pruebe la no inyectividad mencionada en el párrafo anterior, mos­


trando que a dos formas bilineales / y f + a, con / cualquiera y a 6 A 2 ( E ; K ) ,
está asociada la misma forma cuadrática q.

E je rc ic io 2: Si ahora / es una forma bilineal simétrica y q su forma cuadrática


asociada, calcule q(x -t-y) para (z,y) e E 2 y deduzca que f [ x , y ) = + y)
- ? ( * ) - ?(v)]

E je rc ic io 3: Verifique que si la misma forma cuadrática q está asociada con dos


formas bilineales simétricas j \ y / 2 , entonces / 1 = / 2 ·
Los ejercicios 2 y 3 se resumen en la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 8 : Sea f una forma büineal simétrica, es decir f e K );

i) si q,{x) = f ( x , x ) entonces q¡ e Q(E).

ii) Sea q 6 Q (E), para todo (1 , y) 6 E 2 pongamos

fq(x>y) = \ [i(x+v) - <?(*) - <?(v)].


entonces f q 6 «S2(£ ; K )·

iii) La aplicación que a toda forma büineal simétrica, f , asocia su forma cuadrá­
tica qt , f i-* qt , es una biyección de S ^ E , K ) en Q (E ). La aplicación de
Q (E ) en 5 2(£ ; K ), q *-* / , es la recíproca.

La prueba es sencilla, se deja como ejercicio; iii) afirma que para todo x , y e E
f q¡ (x,y) = f( x , y ) , de donde, simplificando por (z, y), se tiene que f q¡ = / . Por
eso se dice que f y q, son asociadas la una de la otra. También se dice que f q es la
forma polar de q.

C o ro la rio 3: Si q es la forma cuadrática asociada con f , forma bilineal simétrica


sobre E , las relaciones q = 0 y f = 0 son equivalentes; por consiguiente, gracias a
la proposición precedente, hay equivalencia completa entre el estudio de las formas
cuadráticas y el estudio de las formas bilineales simétricas. A s í la matriz de
f respecto a la base (ej) de E se llama matriz asociada a q (respecto a ( e ¡ ) s u
determinante se llama el discriminante de q. Como (otij) es simétrica ( ta = a ),
entonces
n
g(x) = otijx'x3 = ^ a¿i(x ' ) 2 + 2 £ ay -x V .
i= 1

Se dice que a u ( x ') 2 es el término cuadrado y 2 a y z * iJ" el término rectangular.


El vocablo es un típico abuso de lenguaje ya que a « ( x ‘ ) 2 no es un cuadrado en K ,
excepto si a « lo es: siempre será un cuadrado en C pero no en R.
La forma matricial de la fórmula operatorial de q es
q{x) = lX A X .

2.10. Ejem plos


1) Si dim E = 3, la forma bilineal sim étrica más general sobre E es

F ( x ,y ) = F (x e i + ye2 + ze3, x ’e i + y ' e 2 + z'e3)


= a xx ' + b(xy' + yx') + cyy' + d (xz' 4- zx')
+ e(yz' + zy') + f z z '

La forma cuadrática asociada a F es

q(xet + ye2 + ze3) = a x 2 + 2 bxy + cy2 + 2d xz + 2eyz + f z 2.

2) En el ejemplo anterior (n = 3) se dice que la forma cuadrática es ternaria. Si


n = 2, q es binaria, y con E = R 2 se ve la relación estrecha con las curvas
cónicas, en este caso q(x) = q ( x i+ y j) = a x 2 + 2bxy + cy2. La ecuación general
de una cónica es g (x ,y ) = a x 2 + 2bxy+ cy2+ 2 d x + 2 e y + f. Según el valor de los
coeficienes y su discriminante, g contiene la geom etría de las circunferencias,
las elipses, las parábolas y las hipérbolas (consultar un texto de geometría
analítica), g se compone de una forma cuadrática (tres primeros términos), de
una forma lineal (los dos términos que siguen) y de un término independiente.
Gracias a translaciones y rotaciones se pueden eliminar los términos lineales y
rectangulares. Entonces se dice que la ecuación general de la curva de segundo
í

grado se ha reducido a su forma diagonal o canónica o a sus ejes principales.


De esa manera se reconoce fácilmente la forma, posición y orientación de la
curva.
En R3 se definen las formas terciarias —como la del ejemplo 1—, y las
superficies resultantes se llaman cuádricas; y tenemos, en q, la esfera, los
elipsoides, los hiperboloides de una o dos hojas, los paraboloides, etc.
Con n = 4 tendremos una geom etría analítica de los “sólidos” en cuatro
dimensiones del espacio euclidiano tetradim iensional o del espacio de Min-
kowski: el país de las maravillas (puede verse La cuarta dimensión, Rudy
Rucker, Salvat, 1987). Con n = 5 tendremos el universo de Kaluza-Klein del
campo unificado de Einstein, y así sucesivamente.

3) Si tomamos en K n el producto escalar canónico, f ( x , y) = x ly x H-------1- x "y n ,


tendremos la forma cuadrática canónica q (x l , . . . , x n) = (x 1)2 + ■ · · + (xn)2·
K n puede ser Rn y entonces q ( x l , . . . , x n) d a el teorem a de Pitágoras en n
dimensiones. Esto m uestra que una forma cuadrática genera una distancia o
métrica en el caso euclidiano. Con su ayuda se podrá hacer análisis matem ático
en Rn .

4) Particularizando a E = R3, la forma cuadrática asociada al producto escalar


de vectores v ■ w no es o tra cosa que el módulo al cuadrado de un vector,
q : v i - · q{v) = v ■ v = |ü|2. De aquí que la forma cuadrática sirva para medir
longitudes, módulo de vectores e intensidades de m agnitudes vectoriales, de
acuerdo con la ecuación Mód(x) = ^ /q (x), donde Mód(x) simboliza el módulo
de i .

5) E n R" con base cartesiana (o rectangular) se tiene


n n
/(x ,y) = 6ij xixj = £ * V . q(x) = 5<¿xV = E í 1’ )2·
i-l im l

Esto m uestra que <5, el tensor de Kronecker, es la m atriz de la forma cuadrática


o forma bilineal simétrica producto escalar. La forma cuadrática diferencial o
“de ese dos” se define así: ds2 = 5i}d x ld x 3 = 1( d i ’)2, y da la distancia
infinitesimal entre dos puntos cercanos de R" (x 1, . .. ,x n) y (x 1 + d x 1, . . . ,x n +
d xn). E ste espacio euclidiano queda com pletamente caracterizado por 6 ¡j, por
su tensor métrico 6 . Si la base es oblicua (no ortogonal) se tiene f ( x , y ) =
g i j i ' y i , q(x) = g,_,x‘x3 y (dx‘)■ (dx1) = ds2 = g ijd x 'd x 1 = (dx’|c¿x3). Veremos
que siempre es posible hacer en R3 (y en Rn ), por escogencia de coordenadas,
En las coordenadas rectilíneas oblicuas de R2 (véase figura 2.1), obtenemos:

ds2 = q ( d f) = d f d f = (d x iei\dxi ei ) = ( ( J ) | ( J ) )

= <* *)(2 2 ) ( í ) ·
y'

Figura 2.1.

Se tiene finalmente

ds 2 = d x 2 + 2 eos ddx dy + dy 2 = gijdx'dy*,

con
*
- - / e t · ei ei · é2 \ ( 1 cos0 \
-/(C i.e ,) ^^ e2 . é2 / ~ \ eos ® 1) '

donde si 9 —* \ entonces g,¿ = <5¿j.


Este ejemplo banal, convenientemente generalizado en su cerebro, dio a Eins-
tein la pista de su teoría de la gravitación.

E je rc ic io 1: Encuentre la m atriz P de cambio de base e, —* e' que diagonalice a g.


6) En el espacio de Minkowski A/ 4 o pseudoeuclidiano también se tiene / ( z , y) =
<?(*) = d s 2 = Tjlll/d x,1d x ‘' = (dxl‘ \dxu) = (dxM) · (d x u).
Allí, gracias al tensor métrico 77^ , es decir, gracias a la forma cuadrática o a
su forma bilineal simétrica asociada, tam bién se puede medir y hacer análisis
m atem ático tetradimensional. El espacio de Minkowski queda enteramente
determinado por el tensor métrico minkowskiano 77, de componentes el
cual vale
( 1 0 0
0 ^
0 -1 0 0
0 0 -1 0
0 0
-1 )
según otras convenciones, tiene otras formas: ( 1 , 1 , 1 , —1 ) o ( 1 , 1 , 1 , 1 ).

7) Los espacios de Riemann se definen poniendo por teorema de Pitágoras esto:


ds 2 = gtiU{x)dxtld x v . Entonces depende del tiempo, varía con el punto
o posición espacial y es función continua y derivable. Localmente es posible
hallar <7Mi, ( z ) igual al 77^ minkowskiano. No olvidemos que un espacio de Rie­
m ann se com porta como una m ultitud infinita de espacios euclidianos locales
yuxtapuestos (retazos).

8) En general, un espacio está definido por una forma cuadrática particular.


Eso lo veremos en los espacios de Hermite y de Hilbert. Sus geometrías están
definidas por un espacio y un grupo que deja invariante las formas cuadráticas
que los definen.

E je rc ic io 2: Sea E el espacio vectorial de funciones reales y continuas z sobre


[ í , , t 2]; demuestre que la integrad definida por

z >-* [x( 0 ]2 d*
Jt,

es una forma cuadrática.

E je rc ic io 3: Sea u e H o m [Li(E; K ) , Q(E)] definido por u ( / ) = q. Determine el


ker(tt).

E je rc ic io 4: Sea dim(¿J) = n y z = z ‘e, 6 E . Justifique que si la aplicación q de E


en K definida por z q (x l , . . . , z n) es un polinomio homogéneo de segundo grado
en i 1 .........z " , entonces también lo será en to d a base de E. Deduzca que q es una
forma cuadrática sobre E y que toda forma cuadrática sobre E puede definirse de
esa manera.
E je rc ic io 5: Con la notación del ejemplo precedente, verifique que la forma polar
de q, notada así:

( r 1, . . . , i n, y l , . . . , V n) -» / ( x 1, . . . , x n, y I, . . . 1yn),

está dada por la fórmula

f ( x \ . . . , x n , y l , . . . , y n) = ^ ¿ x ,9Íi (y1, - . . , y n);


1 .=1

donde q'x . es la función derivada de q relativa a x¡.

E je rc ic io 6 : Demuestre que el discriminante de q relativo a la base (e¡) es el


determ inante de n formas lineales definidas por x >-* -<7Í t, i 6 [l,n ].

E je rc ic io 7: Vamos a desarrollar con más detalles el ejemplo 5 de este capítulo.


Nos situamos en el plano R2, usaremos coordenadas oblicuas y allí calcularemos
componentes contravariantes y covariantes y veremos sus diferencias geométricas.
Sea el vector X . A partir del extremo de X , se trazan paralelas a los ejes oblicuos
óé¡ y oet, las intersecciones con ellos se llaman las componentes contravariantes x 1,
x 2 de X : X = x ‘e¡. Figura 2.2.

► e,

Figura 2.2.
Si se trazan perpendiculares a los ejes oe¡ y Sel se obtiene, entonces, por defini­
ción, las componentes covariantes z j y x 2 del mismo X : z¿ = X · ¿i.

a) Calcule el tensor (o su m atriz) g3, = g¡j = ej · ej.

b) Verifique que x¡ = X ■ e¡ = z 1 + z 2 eos 9 = z 1 + z 2p i2 = |X | eos9.

c) Deduzca trigonométricamente que Zi = z 1 + z 2 eos#. Lo mismo para x 2-

d) Halle para z 2 unas relaciones parecidas a las encontradas en (b) y constate


que z¿ z \

e) Pruebe que |X | = z 1 cosfli + z 2 eos 92, por proyección de componentes con­


travariantes sobre X .

f) Del punto anterior deduzca que |X | 2 = z i z 1 + z 2 z 2 = z , z ' = g ^ x ' x 1.

g) Del punto (6) obtenga |X |2 = ( z 1) 2 + (z 2 ) 2 -t-2 z 'z 2 cos0. También hágalo por
trigonometría.

h) Calcule X ■ Y en función de z ‘, y' y 9. Deduzca que X ■ Y = g tj x 'y i , y de


allí calcule de nuevo g¡j. Exprese el ds2.

i) Discuta, con detalle, todo lo que sucede si 9\ + 92 = ir/2 (ejes cartesianos).

j) Demuestre que z , = g¡jX* (gt] b aja índices). Considere esto como un sistema
de n ecuaciones lineales con n incógnitas z·'. Resuélvalo por el método de
Cram er y obtenga las z J . Poniendo z 1 = gllx 3 (g'’ sube índices), calcule el
nuevo tensor g'1.

k) Calcule g = det(p,3) y g' = det(p'·') = g ~ l . Pruebe que

i, menor (<?,,) menor (<?,J)


9 = -------------- g>, = ------ --------
9 9

1) Com pruebe que

9 n 9 jk = <5* = gk , g g ' = 1.

¿Cuándo g " = ^77?


Observe que gij[9), g, j (9), Xi(9), x j (9), g(9), g'(9), dependen de 9.

m) O btenga las siguientes relaciones de análisis tensorial:

9l} = 9ik9íl9ki\ 9ijdgik = -g^dgij-,


dgij = - 9ik9jidgk t; dg'J = - g ikgjt dgki\
dg = ggljdgij = - g g , , d g i].
2.11. O rtogonalidad

D efin ic ió n 4: Sea una forma bilineal sim étrica / e S¡(E; K ) y q 6 Q ( E ) su forma


cuadrática asociada. Dos elementos x , y e E son ortogonales respecto de / o de q si
/( x ,y ) = 0 .
E sta relación entre x y y es simétrica. Dos partes A y B de E son ortogonales
si todo elemento de A es ortogonal a todo elemento de B.
Si A y B son ortogonales entonces toda combinación lineal de elementos de A es
ortogonal a to da combinación lineal de elementos de B\ de aquí que el conjunto de
vectores de E ortogonales a A sea un subespacio vectorial de E que se llama, por
abuso de lenguaje, el subespacio vectorial de E ortogonal a A y se representa por A x .
Un vector x de E se llama isótropo respecto de / o de q si es ortogonal consigo
mismo, es decir si / ( x , x) = 0 o q(x) = 0 .

E je m p lo 1 : El vector 0 es isótropo, pero no es el único vector con esta propiedad,


como sí ocurre en IR3. En general, tomemos en R" la forma cuadrática definida
por q(x) = (x 1) 2 + · · · + (xn )2, la cual define la distancia entre dos puntos de Rn ;
q(x) - 0 implica que x 1 = · · · = xn = 0 , es decir, x = 0 .

E je m p lo 2: En el espacio de Minkowski M 4 ,

ds2 = T]^dx^dx" = ( d x 1)2 + (d x 2)2 + ( d x 3)2 — (d x 4)2 = q (d xu ).

Por definición x 4 = c t (c = velocidad de la luz; t es la coordenada temporal),


entonces, para un rayo de luz se tiene ds = 0 , es decir el vector d x v ^ 0 es isótropo
y se dice que el intervalo ds es luminoso.

E je rc ic io 1 : Si tomamos E = Cn con la base canónica y la forma cuadrática q


definida por <j(x) = ( x 1) 2 + · · · + (xn)2, tenemos que para n = 2 , a = ( 1 , t) 5* 0 es
isótropo. P ara n = 3, dé las coordenadas de todos los vectores isótropos en función
de dos parám etros complejos.
*
E je rc ic io 2 : E n Ai4 , el espacio de Minkowski de la relatividad especial, con su base
canónica y la forma cuadrática (teorema de Pitágoras)

<,(x) = (x l )2 + (x2)2 + (x 3)2 - ( x 4)2


que define una distancia o métrica, el 4-vector ( 1 ,0 ,0 , 1 ) 0 es isótropo. Dé las
coordenadas de todos los vectores isótropos en función de tres parámetros reales.
En el ejemploS y el ejercicio 2 se ve que R 4 tiene o no vectores isótropos, según su
forma cuadrática, es decir, según la métrica r¡. M* es un espacio R 4 pseudoeuclidiano
si sus métricas son
/ 1 \ / 1 \
-1 1
7f " = y 1f v =
-1 1
\ - 1 V -1 )
Con la métrica r f " = <5'“ ' = I, R 4 es un espacio verdaderamente euclidiano y este
M 4 = (R4, ííjjty) no tendrá vectores isótropos diferentes de 0. En este caso se tiene
x 4 = ict — tx°.

2.12. Form as no degenerad as


Sea una forma bilineal sim étrica / 6 S-2 ( E \ K ) y q e Q{E) su forma cuadrática
asociada; se llama núcleo de / o k e r(/) (o de q) al conjunto de los elementos de E
ortogonales a todos los vectores de E. El k e r(/) es un subespacio de E. Una forma
bilineal sim étrica / (o q) es degenerada si k e r(/) / {0 }, es decir, si existe xo ^ 0
tal que / ( x o, y) = 0 para todo y e E.

E je m p lo 1: El producto escalar usual es una forma bilineal sim étrica no dege­


nerada.

E je m p lo 2 : Si E y F son espacios vectoriales sobre K , la aplicación (x, y) >-» 0 de


E x F en K es una forma bilineal sim étrica degenerada, excepto si E = F = {Ó}.
Observemos que x = xle< 6 k e r(/) si, y sólo si, /( x 'e ¡ ,e 3) = x*/(e¿,ej) =
x'ciij = 0 para todo j e [ 1 , n], Y / es degenerada si, y sólo si, el sistema homogéneo
sin segundo miembro x ' a t] = 0 ( j e [ l,n ] ) tiene soluciones diferentes a la solu­
ción nula y esto equivale a decir que d e t(a tJ) = 0. Hemos dem ostrado la siguiente
proposición:

P ro p o s ic ió n 9: Sea (e¿) uno base de nE , f una forma bilineal simétrica y a y su


matriz respecto de (e,).

a) Para que el vector x 'e , = x pertenezca al ker( / ) es necesario y suficiente que

x * a n + x 2 « 2 i + ■ · · + x"ctni = 0
x * a i 2 + x 2 a 22 + . .. + x " a „ 2 = 0

x 'a i n + x 2 a 2„ + · · · + xna nn = 0.

b) Para que f sea degenerada es necesario y suficiente que d et(a¡j) = 0.


rio.net

El determ inante d e t( a l ; ) se llama discriminante de / (o de q) con relación a la


base (e¿). E ste determ inante depende de la base escogida, pero el hecho de que sea
nulo o no nulo es una propiedad intrínseca de / según la última proposición.

E j e r c i c i o 1 : Pruebe que definir ker(/) (o ker(g)) como se hizo anteriormente equi­


vale a definir ker(v?) = (x/v?(x) = 0 } donde ip e L(E \ E *) está dada por ¡p(x) = /*,
y es el conjunto de las x tales que <p(x) = 0 , o de las y tales que <¿>(y) = 0 .

E je r c ic io2: En el e j e m p lo 1 d e la s e c c ió n p r e c e d e n t e d e t e r m in e el ker(<j) y verifiq u e


que a g k er(q ).

E je rc ic io 3: Basándose en la vectorialidad y en la bilinealidad, demuestre que


ker(/) s4 A c E 7, donde A está descrito por (x,y ) tales que /( x ,y ) = 0.

E je rc ic io 4: Justifique la compatibilidad y la equivalencia de la siguiente definición


con la que hemos dado antes: la forma bilineal sim étrica / (o q) es no degenerada
si, y sólo si, ker((p) = {Ó¡; es decir, cuando, y sólo cuando, ip es inyectiva.

E je rc ic io 5: Si dim (E ) = n, se llama rango de / (o de q),rg( /) , al rango de ip, es


decir, a la dimensión de Im (<¿>) = ip(E). Demuestre que < pes inyectiva si, y sólo si,
<p es biyectiva.
P r o p o s ic ió n 10: Pruebe la siguiente proposición: Sea f e S ^ n E ', K ) y Qy la matriz
de f respecto a una base de E ; las propiedades siguientes son equvalentes
i) f es no degenerada sobre E.

Ü) f(x,y)= 0 (Vx e E) = > y = 0.


iii) f(x,y)= 0 (Vy e E ) = > x = 0.

iv) La aplicación ¡p de E en E* asociada a f es un isomorfismo de espacio vec­


torial.

v) d e t(a y ) / 0 . ,
Si / es una forma bilineal sim étrica sobre E entonces siempre es posible reducir su
estudio al de una forma bilineal sim étrica no degenerada.

2.13. Identificación de nE y nE* usando una forma


bilineal
Ya nos hemos referido a esta identificación (secciones 1.7, 1.8 y 1.13). A hora la
vamos a realizar con una forma bilineal sim étrica no degenerada / sobre E y con el
siguiente teorema: ^
|
-f·
l
v
• ¡
72 /Algebra multilineal

T e o r e m a 2:
i) Para todo x E E la aplicación y h-» / ( x ,y ) de E en K es una forma lineal
sobre E (denotada por f x).

ii) La aplicación x & f x = <p(x) de E en E* es un isomorfismo de E sobre E * .

D e m o s tra c ió n : La prueba de i) es consecuencia directa de la bilinealidad de / . La


demostración de la linealidad de x >-♦ f x = <p(x) es inmediata: f x+\x' = f x + A/*/.
Su inyectividad proviene de la no degeneración de <p, lo cual implica keryj = {0},
ya que x e keryo si, y sólo si, f x = 0 = </>(x); Vy e E : f { x , y ) — ¡ x(y) = 0 implica
que x = 0. Finalmente la sobreyectividad se prueba así: rg(<p) = dim E — 0 =
n = dim<^(£) = d im £ * => tp(E) = E * . «

C o n c lu sió n : Escogimos una forma bilineal simétrica no degenerada / sobre E ;


entre todos los isomorfismos de E sobre E * , ip juega un papel particular, por eso ip
es un isomorfismo canónico (respecto de la forma bilineal simétrica no degenerada)
que permite identificar E con su dual E * poniendo:

fx — v{.x ) = x Vx £ E.

Es decir, todo elemento x e E se puede considerar simultáneamente: 1) como un


“vector” de E, x 6 E-, 2) como un “covector” , una forma lineal sobre E, x = x* e E * ,
a saber, la forma lineal y >-» f ( x , y) = /( y , x). Entonces, si x, y e E, el símbolo (x|y)
puede tener dos significados:

1) (/*\y) = {<p{x)\y) o
2) (x \fy) = (^I^V ))·
Pero estos escalares son iguales a f { x , y ) = f[y,x)', se tiene finalmente:

(x *\y) = (^ly) = (y\x ) = f i x <y) = f { y , x )·


Además, como ip es inyectiva, entonces tenemos:

(i|ip(y)) = [<p(y)] (x) = f y{x) = f ( x , y);


(x|y*) = f (x,<P~l (y*))V (x ,y) e E 2 y Vy* e E * .

Y como ip(y) = y resulta (x|y) = /( x ,y ) .

N o ta : Ya afirmamos que no existe en general un isomorfismo tp de E sobre E* tal


que para todo automorfismo u de E se tenga, p ara todo x y todo y: (x|i(5(y)) =
w.
iionario.net

fe;'.

(u(z)|(<£> o u)(y)). No obstante, esta igualdad sí existe cuando ip es el isomorfismo


asociado a la forma bilineal sim étrica no degenerada / , para todos los automorfismos
de E que verifican (para todo x y todo y): f [ x , y ) = / (u(x),u(y)).
Sabemos que el grupo G L n (E) = (A u t(£ ),o ) es isomorfo a (A/, n 2, x) que con­
tiene otros dos subgrupos On {E) r> S O n (E), donde On(E) es el grupo de matrices
ortogonales y S O n (E) el grupo de matrices ortogonales unimodulares (det = 1 ),
pero esta afirmación implica adelantarnos. Como veremos más adelante, estos úl­
timos automorfismos describen un grupo, llamado el grupo ortogonal 0 ( E ) de / ,
que deja invariante a / . La contradicción entre las dos afirmaciones se aclara, ya
que aquí <p no es canónico respecto del grupo lineal de E, G L(E), sino únicamente
relativo al grupo ortogonal 0 ( E ) de / que es precisamente un subgrupo de GL(E).
Sobre esto volveremos con detalle.

E je m p lo 1: E n el espacio vectorial R 3 de los vectores del espacio ordinario equipado


con el producto escalar, un vector v es también una forma lineal sobre R3, a saber,
/ ? : S* i-* / - ( v 1) = v ■ v1. A s!, to d a forma lineal sobre R 3 se obtiene mediante este
procedimiento con la ayuda de un único vector: v = v* = / ? . Ya dijimos que en
R 3 la fuerza es un covector F esta ambigüedad es correcta ya que en R 3 se tiene
R 3 = R3* gracias a la forma bilineal simétrica no degenerada, producto escalar
ordinario. El automorfismo u, del que hablamos en la nota, es justo la rotación en
O 3 , la cual es una isometría, pues deja invariante al producto escalar, es decir, a la
forma bilineal simétrica no degenerada. Esto no permite distinguir en R 3 vectores de
covectores, y en general, la variancia de los tensores “cartesianos” (ver sección 1.9,
ejemplos 3 y 9).

E je m p lo 2: En mecánica cuántica se tiene el producto escalar en el espacio de


Hilbert (sus peculiaridades las examinaremos más adelante):

( I * ) , | * ) ) - » ( | * » . ( | * ) ) = (* |*> = [|* > ] ( |* )) .

Pero o, H 3 |$ ) * (tf| 6 XW , |<¡É Ver secciones 7.1, 7.5, 8.1 y 8.5.


Recordemos que

í : R 3 w C tales que | \<l'\2 d f < 001 .

2.14. O rtogonalidad de elem en tos de E y de E *, y


ortogon alid ad en E resp ecto de /
Consideremos / , una forma bilineal simétrica no degenerada sobre nE. ip permite
identificar E y E X y también permite identificar las dos nociones de ortogonalidad
ya definidas:
WWW.

1) Ortogonalidad entre x e E y f v = y = <p(y) e E * si, y sólo si,

(x|y) = (x|sp(y)) = ( x |/y) = / y(x) = f ( x , y ) = 0.

2) Ortogonalidad entre x y y e E respecto a / si, y sólo si,

/( x ,y ) = 0;

así 1) <=> 2), es decir, x 1 y <=> x 1 f y.

Gracias a y>, que identifica y con Jy = ip(y) (o x con f z ), se tiene una sola termino­
logía. Así se tiene la propiedad ya vista: si dim E = n y dim (F c E ) = k, entonces
dim F 1 — n — k y (.F^) = F. Además el isomorfismo <p perm itirá definir bases
duales en E. A toda base e< ip(e<) = e' única tal que (e‘|ej) = áy = (i/?(e¡)|ej) =
f( e i,e j) Vi, j e [l,n ]. Concluimos:

P ro p o sic ió n 11: Sea ( e i , . . . ,e n) u na base de E y { una forma bilineal simétrica


no degenerada sobre E ; entonces existe una base única ( e * i,. . . , e*„), llamada base
dual de (e<), definida por las fórmulas

f( e i,e * ) = 5ij V (t,j = l , . . . , n ) .

Se dice entonces que las bases (e,) y (e*) son duales la una de la otra respecto
a / . La base dual de ( e*j , . . . , e*n) es ( e j , . . . , e„)·

E je m p lo : En R 3 con el producto escalar, sean (¿ 1 , 6 2 , 6 3 ) y (e 1*,¿'2* ,e 3*) dos bases


duales (recíprocas); ¿ 7 es ortogonal a ¿ 2 y ¿ 3 y forma un ángulo agudo con C i , ya
que ¿1 · e * = 1 > 0. Repitiendo el mismo razonamiento para y ¿^, se tiene
que dos sistemas de ejes engendrados por ( ¿ i , ¿ 2 , ¿3) y por (c 1*,c 2*,¿'3 *) forman dos
sistemas de coordenadas suplementarias (ver ejemplo 14 de la sección 1.9).

2.15. B ases ortogon ales y orton orm ales


Ahora se tra ta de estudiar un espacio vectorial nE equipado con una forma bili­
neal simétrica, que ulteriormente será no degenerada; así se enriquece la estructura
de E.
Sea n E un espacio vectorial de dimensión n sobre el cuerpo K , f una forma
bilineal simétrica sobre E y q su forma cuadrática asociada.

D efinición 5: Una base (e i)i$ i$n de E es ortogonal respecto de / o de q si i / j


implica f ( e i ,e j) = 0; es decir, si los e, son ortogonales dos a dos. U na base (ei) de
E es ortonormal u ortonorm ada si / ( e i , e ; ) = áy Vi, j.
T e o r e m a 3: En todo espacio vectorial E de dimensión finita existen bases orto­
gonales respecto de toda forma bilineal simétrica f sobre E.
D e m o s tra c ió n : Procederemos por inducción. P ara d im (£) = 1 el teorema es evi­
dente. Supongamos que es válido para dim (£ ) = n — 1. Examinaremos el primer
caso donde todos los vectores de E son isótropos, es decir, Vx q(x) = /( x , x) = O
implica / = O, por consiguiente toda base de E es ortogonal respecto de / = 0. En
el segundo caso, supongamos / ^ 0, entonces existe al menos un xo e E que no
es isótropo, /( x o ,i o ) ^ 0. Llamaremos H al conjunto de vectores x e E tales que
/(x o ,x ) = 0; entonces H es un hiperplano de dimensión ( n - 1 ) y xq 0 H. Existe una
base ortogonal ( c i , . . . ,e n_ i) de H\ de aquí que ( e i , . . . ,e„_i,X o) sean linealmente
independientes y formen una base ortogonal de E (teorema del reordenamiento o
de Steinitz o de la base incompleta). s

C o r o la rio 4: Si f es una forma bilineal simétrica de rango r # 0, existen bases (e,)


tales que

i* j = > / ( e i ,e > ) = Q í , = 0
l ^ i ^ r = > /(e¿,e<) = a u * 0

r + l < i ^ n = > /( e ¿ ,e ¿ ) = 0 ;

con relación a esas bases se tendrá:

/ ( z . y) = ¿ a « * V , <7(z) = ¿ a ¡í(x ‘)2·


i=l

La demostración es directa: use la definición del k er(/), la proposición 9 de la


sección 2 . 1 2 y el hecho de que dim k e r(/) = n —r. #

E je rc ic io 1: Demuestre el corolario precedente.

C o r o la rio 5: Si (e¿) es una base ortogonal para f se tiene:

i) Vx = x'e* 6 E, Vy = y j ej 6 E
rí." *

/(x ,y ) = ¿ Q « x V , f e S 2( E , K ) .
i—l

ii) El núcleo de f es el subespacio vectorial generado por los e, tales que a u = 0 .

ni) Para que f sea no degenerada es necesario y suficiente que a u # 0 Vi.

La prueba de i) es evidente ya que a u ^ 0, a , ; = 0. El núcleo de / está formado


por los x = x'ei tales que (Vy 6 E ) f ( x , y ) = 0 si, y sólo si, O n x 1 = · · · = a nnx n = 0,
lo que implica x ' = 0 para todos los i tales que t 4 0 ; esto prueba a ¿i), lo que a
su vez implica iii). #

E je rc ic io 2 : Detalle la demostración precedente (ver proposición 9).

E je m p lo 1 : La base canónica de K n es ortogonal para / definida por f { x , y ) =


Z¡?=i x 'y ' (producto escalar canónico).

E je m p lo 2: En el espacio ordinario R 3 dotado del producto escalar usual, tres


vectores v i, v?, £>3 no nulos y perpendiculares dos a dos forman una base ortogonal;
además, si |t?i| = |{¡2 | = |t73 1 = 1, esta base es ortonorm al y se nota (i, j , k).

E je rc ic io 3: Demuestre que to d a familia de vectores ( e j , · · · ,e p) ortonorm al es


linealmente independiente.

E je rc ic io 4: Muestre que si (e¡) es una base ortogonal de n E, entonces los números


/( * , et) son las coordenadas de x 6 E con relación a esa base.

E je rc ic io 5: Estudie y aclare la siguiente observación: sea una base cualquiera (e,)


y M = M ( / , e¿) la m atriz cuadrada de / . Con respecto a una base ortogonal (ej) la
m atriz M ' asociada a / es diagonal, pero no se tr a ta de la diagonalización común y
corriente ya que M ' = lP M P (véase proposición 3 de la sección 2.5). Si M estuviese
asociada a la aplicación lineal ip se tendría M = M(<p, ei} e‘) y M ' = M (<p, e', e '1).
Esto quiere decir que M ha sido diagonalizada al precio de un cambio de base en
E de (e¡) a (e') y de un cambio correlativo de base en E * , de (e*) a (e'1).
El caso más im portante, en donde K = C, nos da el siguiente enunciado:

T e o r e m a 4: Si E es un espacio vectorial complejo de dimensión finita n, con una


form a bilineal simétrica no degenerada f , entonces existen bases de E ortonormales
para f . Con relación a dicha base se tienen las formas canónicas f ( x , y ) = £ x ' y ' ,
q(x) = IX x O 2·

D e m o s tra c ió n : Por ser / una forma bilineal sim étrica sobre E existe una base
ortogonal (e^) para / que cumple / ( e ', e ') = 0 p ara i * j y C 3 /(e't ,e ') = a « ^ 0.
Cambiando el orden de los e' se puede poner o » # 0, « 2 2 t4 0, . . . , a rr ^ 0,
Qr + i r + i = 0 = · · · = Qnn = 0 con r = n o r = 0. Como K = C y como todo
elemento es un cuadrado en C, llamemos s ja ü una de las raíces cuadradas de a „ .
Ahora definamos los nuevos elementos e, por:
Entonces ( e i , · · · ,e n ) es todavía una base ortogonal de E: f { e x,e }) = O si i ¿ j\
además, p ara 1 ^ i ^ r s e tiene

/( * ,« ) - - ¿ = - í= /( « í,4 ) - —
/ Olii Oli i

También se ve que

Í..1

pero como / es no degenerada, forzosamente r = n = r p ( /) y así, de la base


ortogonal (e'), 1 ^ t ^ n, hemos construido la base ortonorm al (e,), i e [l,n ] y
f ( x , y ) = Y , x ' y \ q(x) = X¡(x’)2> 1° <lue dem uestra el teorema. #
Este teorem a da, además, el método para construir una base ortonormal a partir
de una base ortogonal. Compare con el procedimiento en R 3 para calcular í ° = p j ,
donde ^/aU = ,/577 = |«| = ' J v - v = -v//(e<-e¡)·
Concluimos que sobre un espacio E vectorial complejo de dimensión n (E zs C")
existe (salvo isomorfismos) una sola forma cuadrática canónica no degenerada, y
una sola forma bilineal sim étrica no degenerada sobre E:

i= 1

2.16. E n dom orfism o adjunto


Volvamos al caso de un espacio nE sobre un cuerpo K cualquiera y una forma bili­
neal sim étrica no degenerada / sobre E. El isomorfismo entre E y E* será <p, definido
por <p(x) = f x (véase 2.13) que permite hacer ( | ) = / o mejor / 1 ( | ).
Designaremos por u a un endomorfismo (operador) de E , u e E n d (£ ) = L (E \ E) =
L (E ) = H om (£; E). lu es el endomorfismo transpuesto de la aplicación u, es decir,
el elemento único de L ( E *) definido por

(V i 6 E ) (Vy* G £ * ) (u (i)|y * ) = ( i | ‘u(y* )> .

A veces hay que considerar relaciones de la forma

(V (i,y ) e E 2) f { u { x ) ,y ) = f ( v ( x ) , y ) = > [u = v),

que se prueban así: para todo y e E se tiene / u(x)(y) = f v(x){y)\ simplificando por
y, tenemos / u(l) = f v{z) = <¿>[u(i)] = p [v(x)] (Vi 6 E).
Pero <y es biyectiva, lo que implica, simplificando por <p, u(x) = v(x), es decir,
u = v simplificando por x. El objetivo de este parágrafo es construir a partir del
operador u otro operador único u f con propiedad idéntica al endomorfismo único hi
construido a partir de u. Se procede así:

/[ u ( x ) ,y ] = (u(x)|v?(y)> = (x|*u [<¿>(y)])


= (x|(Si o V?)(y)) = / [x, (<¿>- 1 O 'u o Yj)(y)].

Como ejercicio justifique este último paso.


Concluimos que / permite asociar al endomorfismo u el endomorfismo único de
E u* = ohioip) : E-?-*E*-^+E*^—>E (note que $ L ( E *) pero u* e L(E )).
Es decir, hemos extendido, gracias al ¡somorfismo <p entre E y E * , la definición de
transpuesta “u de u: existe una, y sólo una, aplicación lineal *u, de E * en E * tal que
{u(x)\y*) = (x|'u(y*)).
Las anteriores consideraciones se pueden resumir en la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 1 2 : Sea f una forma bilineal simétrica no degenerada sobre nE. Si


u es un operador lineal de E en E, es decir, u e L (E ), entonces existe una única
aplicación lineal u* de E en E, u* e L (E ), tal que

f [ u ( x ) , y ] = f [ x , u t {y)] V x ,y e E .

D efin ic ió n 6 : El operador lineal u f se llama el endomorfismo adjunto de u respecto


de / . El adjunto ■ut está definido por: (V(x, y) e E 2) f [ u ( x ) , y \ = / [ x , u f (y)]. Sí se
hace con ( | ) y u* se hace con / ( , ). u* es a / lo que ‘v. es a ( | ). La operación
u i-» se llama la adjunción.

N o ta : También el operador adjunto u f verifica (u(x)|y) = (x|u*(y)).


Gracias a la identificación de E y E* por intermedio del isomorfismo <p : x t->
<p(x) = x, resulta, como corolario, que todas las propiedades de la transpuesta se
traducen o extienden en propiedades del adjunto; de allí el siguiente enunciado,
parecido al de tu:

T e o r e m a 5: Sean u y v e L (E ), X e K . Entonces:

1) (u + v)^ = + v*.

2) (Au)* = Auf .

3) (u o v ) f = v * ou*.

4) Si u es inversible entonces u* es inversible.


5) (u t ) - i = (w- i ) t .
..·}

%
6) = t».
7) det = d etu .
8) rg(u*) = rp(u).
9) Si M es la matriz de u con relación a la base (ej) de E , entonces lamatriz
de ti* es l M con relación a la base dual (e%) respecto de f .
10) Si existe una base ortonormal (e¿) respecto de f , y si u tiene por matriz a M
con relación a esa base, entonces u* tiene por matriz a lM con relación a la
misma base ortonormal (e¡).

Ejercicio 1: Basándose en la definición del adjunto u* de u demuestre el teorema


anterior.

Ejercicio 2: Demuestre que si F es un subespacio de E estable por u (es decir,


u (F ) c F que equivale a x e F implica u(x) e F) entonces F L es estable por ti*.

Ejercicio 3: Sea K n con la forma cuadrática canónica q(xj , . . . , xn) = x¡ + · · · +


x 2 . Muestre que si u 6 L ( K n) tiene a M por m atriz con respecto a la base canónica,
entonces u f tiene por m atriz a ‘M con respecto a la misma base.

2.17. G ru p o lineal
U na aplicación lineal i entre dos espacios F y F sobre el mismo cuerpo de base K es
tal que 1) ¿(x + y) = ( ( x ) + í ( y ) , 2) £(Ax) = A£(x); y l es también un homomorfismo
de espacios vectoriales: t e L ( E , F ) = H om (F, F ). La condición 1) significa que (
es un homomorfismo del grupo E en el grupo F . La condición 2) significa que ( es
homogénea y de grado uno. (L (F ; F ), + , A·) es un espacio vectorial. H om(F; E ) =
L (E \ E ) = E n d (F ) = L (F ) es un álgebra con la composición de aplicaciones. Si
u es biyectiva, u ~ l es o tra aplicación lineal y u se llama un isomorfismo de F o
automorfismo. El conjunto de automorfismos de F , A u t(F ), forma un grupo para
la composición, es decir, el grupo de los endomorfismos u operadores inversibles.
E ste grupo se llama el grupo Lineal de E y se nota G L k ( E ) o G L (F ); no es o tra
cosa que el grupo de elementos inversibles del anillo o álgebra L(E). Cualquiera que
sea E de dimensión n sobre K , el grupo linead de F , G L (E ), es isomorfo al grupo
lineal de K n . Como esta últim a estructura de grupo, única, está completamente
definida por K y n, se le nota G L (n , K ) o G L n( K ) y es idéntica a G L(E ). Tenemos
el cuadro
Automorfismos => Isomorfismos
4 JJ
Endomorfismo Homomorfismo
Una representación lineal de un grupo Q en el espacio E es un homomorfismo
de Q en G L (E ), es decir a un elemento del grupo se le asocia un operador lineal
sobre E; en otras palabras, el grupo Q realiza sus aspiraciones sobre E a través de
endomorfismos de E o de sus matrices que son sus coordenadas. E se llama espacio
de representación.
G L (E ) ocupa en física teórica relativista y cuántica un lugar destacado, lo mis­
mo que sus representaciones. Por ejemplo, las transformaciones geométricas sobre
los sistemas físicos, tales como las traslaciones, evoluciones temporales, rotaciones,
homotecias y similitudes forman subgrupos de G L (R3). De estas transformaciones,
las que dejan al sistema invariante se llaman simetrías y conducen a leyes de con­
servación. Sin temor a exagerar ni a equivocarnos, podemos afirmar que la física se
reduce en buena parte al estudio de los grupos lineales.
Como existe un isomorfismo entre el álgebra ( L ( nE ), + , A·, o) y el álgebra de
matrices (M n( K ), + , A·, x), cada operador de aquélla se identifica con una matriz.
De aquí que se diga que una representación linead “es” un operador de L (E ) y que
G L n(E) “es” el grupo de matrices (n x n) inversibles con respecto a la base de nE.
Si se especifica el cuerpo K se usa la notación G L n {n, K ). Por ejemplo, G L(n, C) y
G L(n, R3) para los grupos lineales de matrices complejas o reales n x n regulares.
La letra G también se interpreta como “general” .

E je m p lo 1: Como x e R es una m atriz escalar l x l , resulta la representación


trivial i >-» i , que es exactamente la aplicación homomórfica identidad. Así todo
número real viene representado por él mismo, es decir por su matriz escalar.

E je m p lo 2: Una representación de f e s y |; una representación de la forma

lineal / es (q i · ■ · q „). Una representación de una rotación en el plano ( i , y) “es” la


matriz

v = (y sen#
cosdñ ~ eos#
sen/ V J

E je m p lo 3: Una representación del grupo R e s R s i i - * ^ J 1 ) rePresen"

tación del grupo C es C a : | * ^ ^ = a + tb ;es decir, los números reales y


complejos tienen representaciones matriciales.

N o ta : P ara los físicos, una representación lineal es toda colección de objetos abs­
tractos o concretos que se transform an los unos en los otros bajo los elementos u
operaciones de un grupo.
Este abuso de lenguaje y de notación se ha hecho mayor al decir que “E ” (el
espacio E de la representación) es una representación del grupo.
Por ejemplo, se dice que el protón y el neutrón (lo mismo que los quarks),
como vectores, son representaciones de ciertos grupos específicos. Se debe decir
rigurosamente que el protón, el neutrón y los quarks generan un espacio de la
representación; esta últim a es un homomorfismo que a su vez está representado por
una matriz. La teoría de la representación lineal es fundamental en física.
Más tard e veremos los subgrupos más relevantes de G L (E ) en la física; según
la especificidad y características de ellos, se genera un capítulo diferente de esta
disciplina. La física es un grupo, una geometría. La mecánica, el electromagnetismo,
la relatividad y la teoría cuántica son casos particulares de G L(E ), son subgrupos.

2.18. G ru po ortogon al
En esta sección nE estará equipado con una forma bilineal simétrica no degene­
rada / .

P r o p o s ic ió n 13: Para todo endomorfismo u de E , u 6 L (E ), las cinco propie­


dades siguientes son equivalentes:
i) Se conserva a f , es decir, f ( u ( x ) ,u ( y ) ) — / ( x ,y ) Vx,y 6 E.

ii) u conserva a q si, y sólo si, q [u(x)] = q(x) Vx 6 E.

iii) u * o u = idg-

iv) u o = ids-
v) u es inversible.

■vi) u es un automorfismo.

vii) u -1 = u*.

D e m o s tra c ió n :
i) «=* ii) ya que las aplicaciones (x ,y ) >-» / ( x , y) y (x ,y) ·-► /[ u (x ) ,u (y ) ] tienen
la misma forma cuadrática asociada, por eso son iguales.
i) <=> iii) ya que / [u(x), u(y)] = / [u* u(x), y] = / ( x , y); por consiguiente / [itf u(x)
—x, y] = 0 y u* u(x) —x es ortogonal a todo vector y, y (puesto que / es no dege­
nerada) es nulo, de aquí que u* u (x) = x, Vx 6 E.
iii) ii) ya que Vx, /[ u ( x ) ,u ( y ) ] = / [uf u (x),y].
La demostración de las restantes equivalencias es directa. a

D efin ic ió n 7: El operador que verifica una de las cinco propiedades del teorema
anterior se llama automorfismo ortogonal de E respecto de / (o q). También se le
llama endomorfismo u operador ortogonal.
N o ta : También un operador u es ortogonal si verifica (u (i)|u (y )) = (x |y ) .
El conjunto de operadores ortogonales de E en E se nota 0 n( E ) por operar
sobre E. A un operador ortogonal, que de hecho es un automorfismo, se le llarna
automorfismo de / (o de q). Por eso On(E ) también se simboliza como G L (¡) o
GL(q).

C o ro la rio 6 : On(E) es un subgrupo de G L ( E ).

D e m o s tra c ió n : Por la parte v) de la proposición 12, On (E) c G L(E )\ por i), si


u i, u-i e On(E) = 0 ( n , K ) tenemos u Lu 2 e On ( E ) y uj " 1 e O n(E). Si u e On(E) = >
On{E) a u t = u “ 1.

D e fin ic ió n 8 : Al grupo On(E) se le llama grupo ortogonal de / (o q). Por ser E


isomorfo a K n , también se no ta On {E) — 0 ( n , K ) u On( K ) c G L ( n ,K ) \ f es la
forma canónica.

E je m p lo 1 : En mecánica clásica y electromagnetismo los grupos 02 (R) y C>3 (R)


juegan un papel preponderante, lo mismo que en cristalografía.

E je m p lo 2: En física relativista se tiene el espacio M* real de dimensión 4; allí el


grupo ortogonal de la forma diferencial cuadrática d s 2 = iq ^ d x^ d x '' se llama grupo
de Lorentz. Es un grupo de sim etrías que preserva todas las leyes de la física; por
eso es el grupo fundamental de la invariancia relativista, o mejor dicho, de la física
absolutista. Ese grupo 0 4 (R) deja invariante a M 4 , al ds2, a la m étrica al
principio de causalidad y a todas las ecuaciones de la física relativista (absolutista).
La teoría de la relatividad especial es 0 (4 , R) c GL(4, R).

P ro p o s ic ió n 14: Si u e On(E ) entonces det(u) = ±1.

D e m o s tra c ió n : La prueba es trivial

= id e = > 1 = det(id£) = d et(u ■ u f) = (d e tu )2 ==> (d e tu )2 — 1


= (d e tu — l) ( d e tu + 1) = 0. #

D e fin ic ió n 9: Los elementos de On(E ) con determ inante +1 se llaman rotaciones


respecto de / , forman un subgrupo de On ( E ) llamado grupo especial ortogonal o
unimodular ortogonal, que se nota S O n (E) o S O n(K)·, a este subgrupo se le llama
simplemente, grupo de rotaciones en n dimensiones.
Si K = R se obtiene SOn (R) y sus elementos son automorfismos de R n que
conservan el producto escalar, el módulo o longitud de vectores y la orientación de
las bases, por eso se les llama isometrías.
E je m p lo 3: En R2, R 3 y R 4 tenemos S O 2 , S O 3 y S O 4 de im portancia capital en
física. La m atriz M ( 8 ) e S O 2 , como se ve en el ejemplo 2 de la sección 2.17, es
ortogonal y unimodular.

E je m p lo 4: U na sim etría S respecto al origen de coordenadas de R 3 conserva el


producto escalar; S e O 3 pero S $ S O 3 porque no conserva la orientación de la base.
Los grupos S O n pueden tener propiedades topológicas y diferenciales, obteniéndose
así no sólo estructuras algebraicas sino analíticas muy usadas hoy en la física nuclear
y de partículas elementales.

P r o p o s ic ió n 15: Sea nE con una base ortonormada (e<)i$¡£n pora f . Sea u


g L (E ). Las condiciones siguientes son equivalentes:

i) u es ortogonal.
II'· .
iij (u (e \), u(e 2 ), ■ ■ ' ,u (en)) es una base ortonormal de E .

ni) (tx(e,)} es un conjunto ortonormal.

D e m o s tra c ió n :
¿) ==> »«). /M e ¿ ) ,u ( e j) ] = f [ e u u 'u {ej )] = /(e< ,ej) = í y .
ti) ==> i), sea [u(e¿)] una base ortogonal, es decir

/[u (e ¡),tt(ej)] = ¿y => /[u (x ),u (x )] = f[ u { x 'e i) ,u ( x 1 ej )]


= /[x 'ti(e j),a r, u(e¿)] = x ' x ] f[u (ei),u (e j)] = x V 'í y
= x V /ÍC i.e ,) = ^ í 1 ') 2 = f ( x ’x ) = <l(x )
==> -u es ortogonal según ¿1) de la proposición 13.

t) ==» iii) se deja como ejercicio. s


Concluimos que transformaciones ortogonales cambian bases ortonormales en
bases ortonormales. Recíprocamente, si este cambio se realiza,así es porque u es
ortogonal. De allí la im portancia de ese grupo On (R) y S O n (R) en física: mecánica,
cristalografía, física atómica, espectroscopia, física nuclear, física corpuscular, etc.

2.19. M atrices ortogonales


Ya definimos un operador u ortogonal como aquel que cumple con la relación u =
id s o u f = u ~ l . Como a todo operador se le asocia una m atriz con respecto a una
base, a u ortogonal le corresponde una matriz ortogonal M , que por definición es
aquella que verifica 'M M = I o l M = M ~ l . Más generalmente se tiene:

P ro p o s ic ió n 16: Sea M una matriz de orden n x n con elementos en K ; las


siguientes propiedades son equivalentes:

i) lM M = 1 .

ii) M ‘M = I.

iii) M es invertible (o regular o no singular) y A /-1 = lM .

Si se equipa a K n con el producto escalar canónico, estas condiciones son todavía


equivalentes a:

iv) Las columnas de M forman un conjunto ortonormal.

v) Las filas de M forman un conjunto ortonormal.

D e m o s tra c ió n : Sea u e L ( K n) asociado a M , entonces el elementó de L ( K n)


asociado a lM es ti* (ejercicio 5 de 2.15), luego la equivalencia de las propiedades
¿), ii) y ü¿) resulta de la equivalencia de las condiciones iii), iv) y v) de la propo­
sición 12.
t) <=> iv) proviene de la proposición 14.
Finalmente, ii) o v) se deduce reemplazando M por lM . Si M = (M y) se tendrá
n
i * j = > 2 M kiM kj = 0 ; (i = 1,2, ...n)
k=\

y ¿(A/i/c)2 = 1. ·
km 1

D e fin ic ió n 10: Una m atriz M que verifica cualquiera de las condiciones equiva­
lentes de la proposición 16 se llama m atriz ortogonal.
Ya vimos que la matriz de con relación a la base ortonorm al (e,) es l M
(numeral 9, teorema 4, sección 2.16). Resulta entonces: u es ortogonal <=> uu* = 1
<=> M lM = I o · M ortogonal. Esto se enuncia así:

P r o p o s ic ió n 17: Sea f una forma bilineal simétrica no degenerada sobre E. Supon­


gamos que existen bases ortonormales (e¿) para f . Sea u e L (E ). Entonces, u es
ortogonal cuando, y sólo cuando, su matriz M con respecto a la base (e¡) es orto­
gonal.
Toda m atriz de cambio P de una base ortonorm al (e¡) a una base ortonormal
(e'), es ortogonal.
Pongamos X = M (x, (e¿)), X ' = M (x, (ej)) y X = P X '\ entonces

/ ( * , * ) = q(x) = £ ( x ’)2 = ‘X X = £ ( x ' ? = ‘X 'X ',

de donde

<j(x) = ‘( P X ') ( P X ') = ‘X '( ‘P P ) X ' = 'X 'X '

implica que lP P = / .
Las matrices ortogonales de orden n con elementos en K forman un subgrupo
O n(K ) del grupo G L n (K ) de matrices ¡nversibles. Necesariamente para M ortogo­
nal: d et(‘M M ) = 1 = ( d e tM ) 2 implica det M = ±1. Las matrices ortogonales con
determ inante +1 se llaman matrices ortogonales especiales o unimodulares; ellas
forman un subgrupo S O n(K ) de On (K ), llamado grupo de matrices n x n con ele­
mentos en K ortogonales y especiales. S O n[K) es isomorfo con S O n( E ), el cual es
el grupo de rotaciones de E. E sa isomorfía es una representación.

E je m p lo 1: En el plano R2 con la base ortogonal (t, j) de sentido positivo, sea el


operador u la “rotación de centro O (origen) y ángulo 9". Entonces:

u(i) U(J)
i i
eos 6 —sen 9
« i* « » )-* » - ( rsen,9 Teos /9 ) ·
M (9 ) 6 S O 2 , ya que es ortogonal y de determ inante +1 (véase figura 2.3)
E je m p lo 2: De forma similar la m atriz

eos 8 —sen 9 0 \
( sen 8 eos 8 0 ) e SO3.

o o 1 /

E je m p lo 2: El grupo S O n (R) de matrices reales n x n ortogonales y especiales se


usa en física para cambios de bases en R n que conservan el producto escalar, las
leyes físicas en R3, la ortonorm alidad de las bsises y el momento angular.

E je m p lo 4: O tro tipo de matrices tales como los grupos S L (n , C) de matrices


complejas n x n y unimodulares (especiales) son de uso corriente, sobre todo el
grupo S L (2 ,C ), que realmente es el grupo de invariancia de la física relativista.

E je rc ic io 1: Demuestre que el grupo de rotaciones de S O (E ) relativas a / , es


un subgrupo distinguido o invariante de G L (E ) = G L ( f) . P ara ello estudie el
homomorfismo u ·-» det u, y su ker.

E je rc ic io 2: Escriba las relaciones que verifican los elementos de O n(K ) y de


S O n ( K ) para n = 2 y n = 3.

2.20. O peradores a u to a d ju n to s
Consideremos a un espacio vectorial n E con una forma bilineal sim étrica no de­
generada / . Se tr a ta de buscar operadores que cum plan con la condición ti = u f ;
a estos operadores se les llama simétricos (por ejemplo el transpuesto: ‘u = ti) o
autoadjuntos respecto de / (o de q).
Forzosamente tendremos para todo ( 1 , y) e E 2:

/ [ u ( x ) ,y ] = / ( x . u ^ y ) ] = / [*, u ( y ) ] ;

y, recíprocamente,

/ M * ) . y] = / [*. “ (y)] = / [“ r (x). y]


implica que (u(z) —u*(z)) es ortogonal a todo vector y, por consiguiente es nulo;
entonces u(x) = u*(x) V i € E\ simplificando por z tenemos u = Concluimos:

P r o p o s ic ió n 18: Sea el endomorfismo u e L ( E ; E ) . Las condiciones siguientes


son equivalentes:

i) u* = u.

i i) V(z, y) e E 2 /[ ti( z ) ,y ] = / [ z ,u ( y ) ] .
D efin ic ió n 11: Un endomorfismo u que verifica una de las dos condiciones ante­
riores se llama endomorfismo simétrico o autoadjunto respecto de / (o de q).
Las aplicaciones lineales simétricas de E en E forman un subespacio vectorial
S f ( E ) de L (E ). Si E tiene bases ortonormales (e¡) relativas a / se tiene: M =
M (u, (ei)), u simétrico «=> u = u* <=> M = lM o- M es simétrica. Es decir:

P r o p o s ic ió n 19: Si existen bases ortonormales ( d ) para f , para que u e L (E )


sea simétrico, es necesario y suficiente que su matriz M con relación a (e¿) sea
simétrica.

N o ta : También por definición, un endomorfismo (u operador) autoadjunto es aquel


que verifica la relación (u(x)|y) = (x|u(y)).

2.21. P rob lem as


1) Pruebe que el producto escalar canónico sobre Rn definido por

f{ x , y) = x ■ y = <x|y) = i i y i + x 2y 2 + · · · + x nyn

con x « ( i | ........x n) y y = (yi, · · · i yn) es una forma bilineal simétrica positiva


no degenerada.

2) Con el producto escalar canónico anterior pruebe la desigualdad de Schwarz:

((*|y))2 ^ (*!*) (y|y> ·

3) Demuestre que el conjunto de las formas bilineales L,2 { E ,K ) = T ° (E ) es


un espacio vectorial sobre K . Pruebe que también lo es Q{E). Verifique que
S i(E ; K ) y A j( £ ; K ) son subespacios vectoriales de L2(£ ; K).

4) Sea / 6 L,2 ( E ; K ) , pruebe que f x definida por f z {y) = f { x , y ) implica f z €


L \(E ; K ) — E*.

5) Considérense un espacio vectorial E y su dual E ' sobre K . Pruebe que la


aplicación de E* x E K , definida por (f * , x ) >-* (/* |x ), es una forma
bilineal canónica no degenerada.

6) Muestre que la aplicación (x,y ) >-* 0 de nE x mF en K es una forma bilineal


degenerada; en cambio la forma bilineal canónica sobre K n no es degenerada.

7) Considérese una forma bilineal / de E x F en K . Fije provisionalmente la x


de la imagen f ( x , y ) .
a) Demuestre que la aplicación definida por

y~ f z (y) = f ( x , y )

es un elemento de F *.
b) Justifique que se pueda designar f x por u(x), f z = ti(x), y poner f ( x , y) =
(u(x)|y) Vx e F ,V y e F.
c) Muestre que u es un homomorfismo de E en F *. u se llama el homomor-
fismo de F en F * asociado o definido canónicamente por / .
d) Reproduzca los puntos anteriores para el homomorfismo v de F en F*
definido canónicamente por / .

8) Demuestre la siguiente proposición: sea / una forma bilineal sobre F x F y sean


los homomorfismos definidos canónicamente por f : u : E <-> F*, v . F <-> E * .
Las propiedades siguientes son equivalentes:

i) / es no degenerada.
ii) u y v son inyectivos.

9) Pruebe la siguiente proposición: se suponen las hipótesis de la proposición del


problema 8, y, además, se supone que / es no degenerada y E de dimensión
finita. Entonces:

a) F es de dimensión finita y dim F = dim E.


b) u y ti son isomorfismos.
E sta proposición es muy útil ya que permite identificar F con F* me­
diante el isomorfismo u y F con E* mediante v, y por consiguiente F
y F se consideran el uno como el dual del otro y para x 6 F , y 6 F se
tiene:

/(x> y) = (x|y> = (y|x) = / ( y , x )·

10) Pruebe la identidad de Euler para una forma cuadrática q real

x '^ P T ^ = 2g(x), x = x ‘e¡ e E.


ox

11) Considere una m atriz cuadrada A sobre K . Pruebe que la aplicación / :


K n x K n >-. K dada por / ( x ,y ) = ‘X A Y es una forma bilineal.

12) Sea una forma bilineal / de m atriz A tal que /( x , y ) = lX A Y . Verifique, con
esta fórmula, que / es una forma bilineal simétrica cuando, y sólo cuando, A
es simétrica.
13) Demuestre que la matriz

0 ...
( 0 \
0 Aj 0
A =

l o 0 ... Xn J

de una forma bilineal / es diagonalizable si, y sólo si, la base que la diagonaliza
es ortogonal. Calcule los A<.

14) Muestre que una condición necesaria y suficiente para que una forma cuadrá­
tica q, de m atriz A, sea no degenerada es que su matriz A sea no singular (es
decir, det A ^ 0).

15) Pruebe que una forma cuadrática q es degenerada si, y sólo si, su m atriz es
singular (es decir, no inversible).

16) Verifique que para que una forma cuadrática sea no degenerada es necesario
y suficiente que su rango sea igual a la dimensión del espacio; y para que sea
degenerada, el rango sea menor que tal dimensión.

17) Demuestre que el rango de una forma cuadrática es el rango de cualquiera de


las matrices congruentes que la representan.

18) Verifique que los elementos de toda m atriz ortogonal diagonal valen 1 o —1.

/ 1 a c \
19) Pruebe que el anillo conm utativo de las matrices 3 x 3 de la forma 0 1 6
\0 0 X)
con a , 6,c e K , constituye un subgrupo de G L ( 2 ,K ). Generalice para n = 4,
y n arbitrario.

20) Si / es una aplicación bilineal, verifique que / definida por f ( x , y ) = f ( x , y ) +


f ( y , x) es una forma bilineal simétrica.
*
21) Sea F = {(0,0, z ) |r e R} c R3. Calcule F L.

22) Considérese el espacio vectorial n-dimensional nE equipado con una forma


bilinealsim étrica / = ( | ) (n > 1).C onstruya un isomorfismo entre E y E*
y verifique que si / * e E * ,entonces existe un vector único x e E tal que
/* (y ) = / ( * , y) = (x|y>. Vy e E.

23) Sea una m atriz M , n x n , real y ortogonal M e 0 ( n , R). Pruebe que, para el
espacio euclidiano Rn , las filas de M forman una base ortonormal.
90 /Algebra multilineal

24) Sea la transformación lineal de R2 cuyas coordenadas son representadas por

cio\ - ( 10 \ / eos# —sen# \


W ^ 0 - 1 ) \ senÉ» cosd ) '

Muestre que S(0) es ortogonal y es una rotación. Estudie cada factor, iden-
tifíquelo geométricamente y dem uestre que uno es una rotación y el otro no.

25) Por la invariancia de la forma bilineal sim étrica no degenerada / = ( | ) (pro­


ducto escalar) respecto del operador R(9) : R2 >-► R2, definido por

R (9 )(x,y) = ( ic o s 9 — y sen 9, x sen 9 + y eos 9)

pruebe que R(9) es ortogonal. ¿Qué representa geométricamente?

26) Sea el operador u : n E —* nE definido por u ( i) = 3 i. Pruebe que u conserva


la ortogonalidad de vectores (las imágenes), pero que u no es un operador
ortogonal.

27) Pruebe que toda m atriz 2 x 2 / ? = ^ ^ ^ J ortogonal y unimodular, es decir


R e 5 0 (2 ), puede escribirse bajo la forma

eos 9 — sen 9
R(9)
sen 9 eos 9
■(
para algún número real 9.

28) Teniendo en cuenta la característica de un cuerpo:

a) Demuestre con un contraejemplo que tod a forma bilineal antisimétrica


no es alternada. ¿Por qué esto sí es verdad para R o C?
b) Verifique, en cambio, que si es alternada implica que es antisimétrica.

29) Pruebe el isomorfismo que existe entre los espacios L,2 ( E \ K ) y M n(K).

30) Compruebe que, cualquiera que sea la m atriz B real no singular, lB ■ B es


simétrica.

31) Considérese una forma cuadrática real q(X ) = q (i, y) = a i 2 + bxy + cy2
asociada a una forma bilineal sim étrica / .

a) Pruebe que / es no degenerada cuando, y sólo cuando, 62 —4ac * 0.


b) Compruebe que / es definida positiva si, y sólo si, a > 0 y 62 —4ac < 0.
32) Se dice que una m atriz M es congruente con la matriz N si existe una matriz
P no singular (inversible) tal que M = ‘P N P . Demuestre que la congruencia
es una relación de equivalencia.

33) Sea u un operador sobre n E y / una forma bilineal simétrica sobre nE.

a) Demuestre que la componente i j de la m atriz M de u, en la base orto-


normal (e¿), es / [ u(e¿),e¡] = ( u ^ l e i ) .
b) Deduzca que la m atriz se escribe entonces

34) Demuestre que toda m atriz M n x n sobre K puede considerarse una repre­
sentación de una forma bilineal / sobre K n , o de un tensor dos veces cova-
riante.

35) Sea / una forma bilineal sim étrica sobre E y ¡p la aplicación lineal de E en
E * definida por <p(x) = f x .

a) Demuestre que k e r(/) = ker(<¿>).


b) Justifique que el núcleo de / , k er(/), no es el subconjunto A c E x E
descrito por (x , y ) tal que f ( x , y ) = 0.
c) Verifique que / es no degenerada si, y sólo si, <p es inyectiva.
d) Si dim E = n (finito) el rango de / es

r 9 Í f ) = r 5(<?) = dim(/m(<¿>)) = dimi¿>(£).

Pruebe que tp es inyectiva si, y sólo si, ip es biyectiva.

36) Demuestre el siguiente teorema: sea / una forma bilineal simétrica sobre el
espacio E de dimensión n y (a¡j) la m atriz asociada a / con relación a una
base de E . Entonces, las siguientes propiedades son equivalentes:

a) / es no degenerada sobre E.
b) /( x , y) = 0 Vx G E =*· y = 0.
c) f { x , y ) = 0 Vy e £ =^· x = 0.
d) La aplicación de E en E* asociada a / por { fx \y) = ( x |/v) = (<fi{x)\y) =
(x|<¿>(y)) = /( x ,y ) es un isomorfismo de espacios vectoriales.
e) det(a<j) # 0.
37) Considere un cuerpo conmutativo K de característica # 2. Sea la forma cua­
drática sobre K n \
n

<?(*) = 2
«,J= 1

a) Suponga que f u # 0 , demuestre entonces que existe una forma lineal /*


sobre K n tal que

<7(z) = f u [ / * ( i ) ] 2 +<¡i(x),

donde la forma cuadrática q¡ no depende de la variable x i.


b) Ahora suponga que f u = 0, pero / 1 2 =A 0, y escoja como nuevas coorde­
nadas en K n las siguientes formas lineales:

Vi = i ! + x 2, 1/2 = Xi —X2 , yi = x» (3 < i ^ n)

Pruebe que, entonces, se tiene q(x) = £ " J=l V«3/i con 9 u ^ 0, y que
se cumple en el nuevo sistema de coordenadas la afirmación mencionada
en a). Este método de diagonalizar se conoce con el nombre de “completar
el cuadrado"; es una generalización de reducir a cuadrado perfecto la
ecuación de segundo grado, forma canónica muy usada en bachillerato.
c) Se dice que una forma cuadrática q es diagonal o se ha reducido a una
suma de cuadrados si con respecto a una base q tom a la forma
n n
q(x) = 2 f a x i x i = Y j fi x ] = f \ A + / 2 x 2 + · · · + U x l ,
i=I 1=1

donde fi = / „ son los nuevos elementos de la matriz ( / y ) diagonal de q.


Demuestre que para que una base, de cualquier espacio vectorial, sea
ortogonal con respecto a una forma bilineal sim étrica / es necesario y
suficiente que la forma cuadrática q asociada a / sea diagonal.
d) Basándose en literales los a), b) y e ) , de este problema, obtenga méto­
dos prácticos correspondientes para resolver cada uno de los siguientes
problemas:
i) Reducir una forma cuadrática a la forma diagonal (también se dice
reducida a sus “ejes principales” ).
ii) Construir una base ortogonal para una forma lineal simétrica dada.
e) Tomemos ahora a Q como cuerpo de base. Dadas las siguientes formas
cuadráticas:
i) x] + x l + 3 x 3 + 4 x i x 2 -I- 2X [X 3 4- 2 i 2 X3,
Ü ) X ¡ + 5l2 — 4X3 + 2xjl2 — 4XiX3,

iii) x j + 2 x 2 + x¡j + 4 x ix 2 + 4 X1X3 + 2 x ix 4 + 2 x 2 X3 + 2 x2x4 + 2 x 3x 4 ,


iv) 3x 2 —2 x \ + 2x 2 + 4 x i i 2 —3 x i i 3 —X2 X31
redúzcadas a la forma diagonal (o sum a de cuadrados) utilizando a) y b).
Indique claramente en cada caso el cambio de coordenadas.

38) a) Pruebe que el conjunto D de las matrices ^ ^ ^ con x e R es un


grupo multiplicativo isomorfo con el grupo aditivo R.
b) Compruebe que D es una representación lineal de dimensión dos del
grupo R.
c) Construya otras representaciones matriciales de dimensión 3 y 4 del gru­
po de los números reales. Obtenga una conclusión.
d) Demuestre que el conjunto D de las matrices de la forma

U ‘ )
con a, b e R, es una representación lineal del grupo aditivo y multiplica­
tivo C, donde C 3 z = (a, 6 ) = a + ¿6 (i = V —T).

39) Muestre que las matrices D de la forma Í X\


y forman una representación

lineal del grupo aditivo £3 de vectores libres.

40) Verifique que el conjunto D de las matrices de la forma

eos 6 0 — sen 9 \
( 0
sen 9
1
0 eos 9
0
J

forman una representación del grupo de rotación en el plano (x, z) que dejan
al eje y invariante.

41) Pruebe que existe un isomorfismo canónico entre L (£ ; LP( E ; F)) y LP+l( E\F).

42) Compruebe que L ( K \ E ) es idéntico a E.

43) Calcule el discriminante del producto escalar en Rn y demuestre que éste es


una forma bilineal sim étrica no degenerada.

44) Demuestre que el grupo G L k ( E ) no es otra cosa que el grupo de los elementos
inversibles del anillo de operadores L(E\ E) de E en E.
45) Sean E y E ' dos espacios vectoriales sobre K isomorfos.

a) Muestre que L k ( E \ E ) y L k ( E ',E ') son isomorfos.


b) Demuestre que C L k {E) y G L k (E ') son isomorfos.
c) Verifique que si dim E = n, entonces G L k (E ) y G L f({ K n) son isomorfos.
d) Deduzca que la estructura del grupo de automorfismos de nE queda
enteramente determ inada por K y n; de allí la notación G L n(K ).

46) Compruebe que toda forma bilineal / sobre E es la suma de una forma bilineal
sim étrica y una forma bilineal antisimétrica.

47) Tómese un espacio vectorial nE de dimensión finita sobre K conmutativo, n E*


y sus respectivas bases (e,) y (eJ ), 1 < i, j ^ n. Considérese un isomorfismo
tfi de E en E* definido por

r f e i ) '= e ' V» e [ l,n ] .

a) Halle todos los automorfismos u de E , u 6 G L k (E ), tales que para


cualquier forma bilineal sim étrica / se tenga

/ [<¿>(z). y] = (v>(z)|y) = (('P 0 «X aO M y» para todo (x, y) e E 2.

b) Dé una interpretación geom étrica a { | ) y a u.


c) ¿Qué conserva u? ¿Qué efecto producen tp y u?
d) Justifique que ip_ l o tu o i p o u = id e y construya el diagrama de los
espacios y las aplicaciones respectivas.
e) Compruebe que u fu = id s; es decir, u es un automorfismo ortogonal.

48) Si K es un cuerpo finito con m elementos, entonces determine el número de


elementos del grupo lineal G L ( n } K ).

49) Sea G n (para todo entero n > 1) el conjunto de matrices ^ ^ ^ tales que
a, b, c, d e Z y ad — be = n.

a) Demuestre que G¡ es un subgrupo de G L (2,Z). ¿Sucede lo mismo con


Gn , para n > 2?
b) Muestre que si M e G „, entonces U M V e C i, V U ,V e G¡.
c) Pruebe que, VAí g M n, existen U ,V e G¡ tales que U M V es diagonal.

50) Demuestre que 0 ( n , K ) es un subgrupo de G L ( n ,K ) .


Muestre que la matriz *A es ortogonal si A lo es.
Pruebe que el producto de dos matrices ortogonales es ortogonal.
Verifique que si T es un operador ortogonal, y = T (x) implica x = lT(y).

Compruebe que si A y B conmutan, entonces P A 1P y P B l P conmutan si


P es ortogonal.
Demuestre que toda matriz ortogonal R 3 x 3 puede representarse por el
producto
eos 6 3 sen 83 O \ / eos 6 2 O —sen 6 2 \ / 1 O O \
( — se n 83 eos63
O 0
O Jí O
1 \ se n fc
1 O
0eo s 82 J\
11 O
0
eos 8\
—sendi
sen(?i 1= R.
cosfli J
Interprete geométricamente esta descomposición.
Sean E y F dos espacios vectoriales sobre K conmutativo y / un ¡somorfismo
de E sobre F. Defínase la aplicación / así:

/ = ( ' / ) - 1 = ‘( r 1)·
a) Pruebe que / es un isomorfismo de E* en F ' el cual corresponde canó­
nicamente a / .
b) Compruebe que si g es otro isomorfismo entre E y un tercer espacio
vectorial G, entonces g o f = p o / .
c) Verifique que si / es un automorfismo de E (dimensión finita), entonces
la aplicación / >-* / es un isomorfismo de G L(E ) sobre GL(E*).

Considérese el grupo unimodular (o especial) S L ( 2 , R) de matrices M unimo-

dulares reales 2 x 2 , es decir, M = ^ ^ d ) ^ det ^ = ^ P 1116*36 Que

a) Si |T r(M )| > 2 entonces existe una matriz P e 5L (2,R ) tal que

p M p " - { eo 2 - )
con 8 € R, 8 ^ 0 , 8 ^ 1 y 9 ^ —1. E n este caso se dice que M es
hiperbólica.
b) Si T r(M ) < 2, esto implica que existe P e SL(2,C ) tal que

P M P -' = ( C0S90 ~ Senoe )


\ sen 9 eos 6 J
con 9 e R. En este caso se dice que A/ es elíptica.
c) Si M es diferente / 2 , de —I 2 y si T r ( M ) = +2, entonces 3P e SL (3,R )
tal que P M P ~ l es igual a una de estas matrices

(o!)· ( o - ! ) · (o ! ) ’( o —í ) ·
Se dice que M es parabólica.
d) ¿Puede justificar los nombres dados?

58) Sea el subgrupo S O (2,R ) de S L (2,R ) formado por las matrices de la forma

/e o s 6 -sen ff \ .
a a con 6 6 R,
^ sen 0 cosff J

y el subgrupo T de S L (2,R ) constituido por las m atrices de la forma

( 0 A-> ) ’ Al # í 6 R y A>°·

Deduzca que todo elemento de S L ( 2,R ) se escribe de m anera única como:


R S, con R 6 5 0 ( 2 , R) y S 6 T .

59) Sea la aplicación 1p : L ( E , F ) x F* —* E *, tal que ^ (/iJ /* ) = = V* ° í ■

a) Pruebe que <p es una forma bilineal.


b) Escriba las aplicaciones parciales relativas a y * y a / .
c) Deduzca que lf es la aplicación relativa a / .

60) Si el vector w es ortogonal a los vectores v\, 112 y V3 , verifique que w es


ortogonal al subgrupo generado por ellos.

61) Sean los vectores vi, V2 y la base B = ( e i,e 2 ,e 3 ) del espacio euclidiano R 3,
dados por

a) C onstruya un vector unitario ortogonal a vi y v2-


b) Fabrique dos vectores ortogonales entre sí y ortogonales a v \ .
c) Con ayuda del proceso de Gram -Schm idt y a p artir de la base B , obtenga
una base ortonormal.
62) Sea una forma cuadrática cuyas componentes son los elementos de la siguiente
m atriz, con respecto a la base canónica de Rn :

Al realizar un cambio de base, se obtiene esta nueva base:

a) Calcule la m atriz P del cambio de base.


b) Encuentre los valores y vectores propios de A y diagonalice A, es decir
halle D = ‘P A P congruente con A. Establezca conclusiones.

63) Considérese a R3 con su base canónica.

a) Muestre que los vectores

V 3(1,1,1)’ >/6( 2,1,1)'y V 2(0’ 1,1}


forman una nueva base ortogonal.
b) Halle la m atriz P que cambie esta base en la canónica.
c) Verifique que P es ortogonal.

64) Sea la forma bilineal ternaria / sobre R3 definida por el siguiente polinomio
de segundo grado homogéneo:

f(X ,Y ) = / ( ( x i,x 2 .x3 ),(i/i,y2,y3))


= 3xiVi - 2xij/2 + 5x2yi + 7x2y2 - 8x2y3 + 4x3y2 - X3y3·

a) Calcule la matriz A de f para que f ( x , y ) = ‘X A Y .


b) Deduzca una regla nemotécnica para ese cálculo.

65) D ada la forma bilineal / sobre R3:

f ( x , y ) = / ( ( i i , X 2 ),(yi,V 2 )) = 2xiyi - 3xiy2 + xiVi-


a) Calcule, en la base (e¡ = (0,1) ,e 2 = (1,1)), la matriz M de / :
b) Encuentre la matriz M ' de / en la base

(e\ = (2,1), e'2 = ( 1 , - 1 ) ) .

c) Halle la m atriz P del cambio de las bases (e¿) a (e').


d) Compruebe que M ' = lP M P.

66) Sean las siguientes aplicaciones lineales sobre R2 con X = (x, y, z):

a) f { X , Y ) = 2 x i + x j .
b) f ( X , Y ) = 3i i i 2 - y i y 2.
c) f ( X , Y ) = 0.
d) f ( X , Y ) = 1.
e) f ( X , Y ) = 2 n y , .
f) f [ X , Y ) - x iyt.
g) f ( X , Y ) — 3 i i y 2 + 5 i 2!/i·
Diga cuáles son formas bilineales.

67) Dadas las siguientes formatí cuadráticas sobre R3 con X = (x , y , z ):

a) <j(X) = xy + y z .

b) q(X ) = i 2 —x z + y2.

c) q( X) = 2 z2 —8xy + y2 — 16xz + 14yz + 5z2.

d) 7 (X )
= xy + y2 + 4xz + z2.
Calcule su matriz y deduzca una regla nemotécnica para ese cálculo.

68) Sea la forma cuadrática q : R3 —» R definida por

l { X ) = 9 (í1 - y, *)) = x 2 - 2xy + 3y2 + 4yz - z2.

a) Halle la matriz A tal que <?(X) = lX A X .


b) Si se realiza un cambio de la base canónica a la nueva base dada por

« i - ( 1 ,1 ,0 ) , e'2 = (1,1,1) e'3= (0,1,1),

calcule las matrices de cambio de base P y P ~ l y la nueva matriz simétri­


ca A'.
c) Verifique la invariancia de q( X) con X = (1,2,3).
69) Resuelva el problema 68 con q ( X ) = q ((x, y, z)) = x 2 + 6xy —2xz + 4yz + z2
y con e\ = (1,1,0), e'2 = (0,0,2), ejj = (2,1,0) como nueva base. Evalúe con
X = (1,1,2).

70) Considérese una matriz ortogonal M n de orden n; demuestre la ortogonalidad


de la siguiente m atriz de orden n + 1:

/ 1 0 ··· 0 \
0
Mn+l —
Mn
\ o /

71) Encuentre una matriz ortogonal cuya prim era fila sea

/l = ( ¿ Vi)·
72) Calcule la matriz ortogonal cuya prim era columna sea proporcional a
( 1, 1, 1).

73) Halle una matriz ortogonal simétrica cuya primera fila sea

a -G i I)·
74) Considérese el espacio vectorial Mi(W) de las matrices reales 2 x 2 con la base
(e1,e 2,e 3,e 4), donde

- ( 1 $ ) ■ - ( · ¡)— (! ! ) · - ( ! ! )
y una matriz A = ^ ^ ^ . Sea la aplicación / de [AÍ2 (R)]2 en R definida
por

(M, N ) >-♦ /( M , N ) = 7Y(‘JV/ A M ).

a) Compruebe que / es una forma bilineal.


b) Estudie la sim etría y el degeneramiento.
c) ¿Es / un producto escalar?
«T' '
w w w .e lso lu iionari

100 /Á lgebra multilineal

d) Calcule la m atriz F de / :
F = ^ o t i j = f i:¡ = T r [ teiAej ]
í /(e i,e i) / ( e i , e 2) f { e u e3) f { e i , e 4) \

\ / ( e 4 ,e i) / ( e 4 ,e 2) / ( e 4 ,e 3) / ( e 4 ,e 4) /
e) ¿Es F simétrica? ¿Qué concluye?

75) Considérese un espacio vectorial E de dimensión n sobre y sea 95 la forma


bilineal canónica sobre E* x I?.

a) Justifique que si se tom a 0 /* e E*, entonces existe u m e f tal que


/* ( x ) # 0 y ¥>(/*,x) # 0 .
b) Si x 0, deduzca que existe una base ( e i , . . . , e n ) de E que comienza
por e\ = x.
c) Pruebe que la aplicación Ajej 4 - ... + Ane >-► Aj es una forma lineal sobre
E tal que <p ( f * ,x ) = /* (e ¡) = 1 ^ 0 .
d) Concluya que (p es no degenerada.

76) Demuestre que la aplicación de R 3 x M3 en R, ( (x ,y , z), (x ' , y ' , z ')) >-> x x ' +
y z ' , es una forma bilineal / degenerada. Encuentre los núcleos de los dos
homomorfismos asociados canónicamente a / .

/ 1 2 - 1 \
77) D ada la matriz 1 0 —2 de una forma bilineal / sobre R3, calcule el
\ 0 1 1 /
valor de f ( X , Y ) y de q{X)· Halle además la matriz de la misma forma pero
con respecto a la base

( (1 ,1 ,1 ),(1 ,1 ,0 ),(1 ,0 ,0 )).

78) Calcule la matriz de la forma cuadrática q sobre R 3 cuyo valor es:

q ((z, y 1 z)) = 3x 2 - 8 x 1/ -I- 2 y 2

79) Considérese el espacio vectorial de matrices reales m x n; muestre que la


aplicación (M , N ) —► T r ( lN M ) es una forma bilineal. Estudie la simetría y
el degeneramiento. ¿Es esta aplicación un producto escalar?

80) E n este problema se dan las ecuaciones cuadráticas (A), (B), (C) y (D), de
curvas cónicas centradas, las cuales, a primera vista, no dicen a qué gráfica
corresponden (además sería engorroso graficarlas).
A) q{X ) = <?(x, y) = 5x 2 -I- 4xy 4 - 2 y 2 — 4.
B) q (X ) = q(x, y) = 2xy = 1.

Figura 2.4.

C) 5x 2 4- 4xy 4- 8 y 2 = 36.
D) 10x 2 4- 24xy 4- 17y2 = 26.

Las ecuaciones cuadráticas binarias dadas, con respecto a la base canónica


( 6 1 , 6 2 ), (ejes x ,y ) , se quieren reducir o simplificar al hacer desaparecer los
términos cruzados. P a ra ello:

a) Calcule la matriz A de la forma cuadrática asociada a cada ecuación.


b) Halle una base propia ortogonal nueva (e'^e^) (o ejes principales) que
diagonalice a A.
c) Dé la forma diagonal A ' de A.
d) Calcule la matriz P ortogonal del cambio de base.
e) Dé la nueva ecuación de la forma cuadrática en la nueva base ( e j , ^ )
(nuevos ejes x', y').
f) Teniendo en cuenta la invariancia de q, respecto del cambio de base P,
dé la nueva ecuación de la curva cónica (figura invariante).
g) Determine los parámetros, grafique la curva en la nueva base (e'lt e'2) (ejes
principales x ',y ') e identifíquela.
h) Dé a P la forma de una rotación de ejes en R 2 y calcule el ángulo 9 de
la rotación.
102 /Á lgebra multilineal
■ »

«
81) En este problema se dan las complicadas ecuaciones de segundo grado de su­
perficies cuadráticas (A), (B), (C) y (D), las cuales están asociadas a forméis
cuadráticas ternarias (en R3). Se quiere reducirlas a sólo suma de cuadrados
en bases nuevas apropiadas (e\ , eó, e'3) o ejes principales ( x ', y ',z ') a partir de
la ecuación original en la base canónica ( e i,e 2 ,e 3 ) o ejes (x , y , z ). Se procede
como en el problema anterior. Responda a las preguntas del problema 80.
El punto d) se complementa dando las nuevas coordenadas (x ', y ', z') en fun­
ción de las viejas (x , y , z ).
El punto g) debe tratarlo analizando el sólido o superficie resultante por medio
de cortes o secciones transversales, de manera que resulten gráficos fácilmen­
te reconocibles en cada plano. Por ejemplo, haciendo z ' constante o cero se
obtiene una figura en el plano z ', y' y se continúa por permutación circular.

Figura 2.5.
a) q (X ) = q(xei + ye2 + ze3) = <j(x,y, z) = 2x2 + y 2 - 4xy - 4y z = 4.
(Figura 2.5)
b) 2x2 + 5y2 + 5z2 + 4xy —4xz —8y z = 10.
c) 3x2 + 6y2 + 3z2 — 4xy —8xz —4yz = 14.
d) x2 + 2y2 + 3z2 —4xy —4yz = 10. (Figura 2.6)

82) Sea / una aplicación ((x, y), (x7, y')) >-* 2xy —4xy' 4- 5x'y + dyy' de R2 x R2
en R.

a) Verifique si / es una forma bilineal.


b) Calcule d, de manera que / sea degenerada.
c) Halle los núcleos de los dos homomorfismos asociados canónicamente
con / .

83) Sea R3 y su forma bilineal canónica. Halle los elementos de R3 que son ortogo­
nales a (2, —1, —1) y a (1,3,-4).
w w w .e lso lu cio n a rio .n e t
un supergrupo del grupo lineal que deja invariantes las longitudes. E sta geometría
euclidiana es la base de la mecánica y de la electrodinámica. Es menester señalar que
la preservación de esta rigidez es válida localmente y en campos gravitatorios débiles.
Si se enriquece el grupo de Euclides con las transformaciones de Galileo, se obtiene
el grupo de Galileo, el cual preserva las leyes de la mecánica y está íntimamente
unido a una de las teorías de la relatividad.
En un espacio euclidiano, además de los vectores, se pueden construir otros
objetos (espinores y tensores), los cuales dan origen a otras geometrías, álgebras
y análisis respectivos. Si los grupos de transformaciones que allí operan gozan de
propiedades topológicas y analíticas, entonces se am plía enormemente su radio de
acción. La física se beneficia en gran medida de estas estructuras minkowskianas,
riemanianas, tensoriales generalizadas y diferenciales. Esto repercute en el nacimien­
to de otras versiones de mecánicas, electrodinámicas y, en general, de otro tipo de
físicas.
Que esta introducción sirva de abrebocas p ara los insaciables y curiosos es­
tudiantes de la carrera de física, p ara ensanchar sus horizontes y determ inar sus
orientaciones futuras. . ¿

3.1. Formas bilineales sim étricas reales


V i » f '1 ¡
A hora nos vamos a ocupar en este capítulo del caso en que K = IR, en el cual una
forma bilineal simétrica / o su forma cuadrática q se llam arán reales.

D e fin ic ió n 1: Una forma bilineal sim étrica real / sobre £ y su forma cuadrática
real asociada q son positivas si f { x , x ) = q(x) í 0 p ara todo i e E. Las formas
negativas se definen por f ( x , x) = q{x) ^ 0. / (o q) es negativa si, y sólo si, —/ (o
—q) es positiva; por consiguiente, sólo estudiaremos las formas positivas.

E je m p lo 1: El producto escalar usual es una forma bilineal simétrica positiva.

E je m p lo 2: En E = K n la forma definida con respecto a la base canónica por


/ (x, y) = i ' y ' es una forma bilineal sim étrica positiva no degenerada.
•« ..·*·■ ■**·>/ · * >'<·'“ ·
E je m p lo 3: La forma definida en las mismas condiciones del ejemplo 2 por g(x, y) =
ÜCÍÜi x 'y ' (m < n ) es una forma bilineal sim étrica positiva no degenerada.

P r o p o s ic ió n 1 (D e s ig u a ld a d d e S ch w arz): Sea / una forma bilineal simétrica


positiva sobre E . Para todo ( x ,y ) e E 2 se cumple

[ /( * ,y ) ] 2 « s / ( z , z ) - / ( y , y ) ·
D e m o s tra c ió n : P ara todo A 6 R y (x,y) e E 7 se tiene
q(x + Ay) = / ( i + Ay, x + Ay) = A2/( y , y) + 2 A /(i, y) + / ( x, x) ^ 0.
1) Si /( y , y) = 0, la precedente desigualdad no puede ser válida para todo A e R,
a menos que /( x , y) = 0; entonces, la proposición es inmediata.
2) Si /( y , y) ^ 0, más exactam ente si /( y , y) > 0, entonces q(x + Ay) > 0 es un
polinomio de segundo grado en A con coeficientes reales, siempre positivo; esa
desigualdad no puede cumplirse para todo A € R ya que es imposible que exis­
tan dos raíces reales distintas. Forzosamente su discriminante A será negativo
o nulo, es decir,

A = ( /( x , y))2 - / ( x , x ) /(y , y) ^ 0 .
En la figura 3.1 se presenta la gráfica del trinomio de segundo grado, sus raíces
y su discriminante.

q (x + Ay)

Figura 3.1.

C o r o la rio 1: Si f es una form a bilineal simétrica positiva y q su forma cuadrática


positiva asociada sobre E , entonces, para todo (x,y) e E 2,

[fix<y)]2 í 9(x)<?(l/)·
De la proposición anterior se deduce que para to d a pareja (x ,y) de E 2:

q(x+ y) = f ( x + y , x + y) = f ( x , x ) + 2 f { x , y ) + { ( y , y )
< f(x<x) + 2V / ( x>x)/(y. y) + /(y. y)
= [ Vf (x<x) + V /(y.y)] ·
isto implica la siguiente proposición:

’r o p o s ic ió n 2 (D e s ig u a ld a d d e M in k o w sk i): Si f es una form a bilineal simé-


rica positiva sobre E , entonces para todo (x , y) e E 2 se tiene

y / f ( x + y , x + y) sí y / f ( x , x ) + V /( v .y ) ·

Corolario 2: Si q es una forma cuadrática positiva sobre E , para todo (x, y) e E 2


e tiene

y/q {x + y) s$ y/q(x) + V íÜ /)·

Djemplo 4: Si tomamos / como el producto escalar usual, se tienen los casos parti-
ulares en R3: (v ■ t¡7)2 $ |tT|2|iü|2, lo que equivale a: Mód(í7· w) ^ Mód(tT) · Mód(tü).
También se tiene |ü · ú7| = |t7| ■ |tü| · cos(t7,tü), lo que implica la desigualdad anterior,
finalmente tenemos la desigualdad triangular, muy conocida, |v + t¿J| < |t7| + |tü|,
on |v| = s j f ( v , v) = \Jv v.
Se definió el núcleo de / como el conjunto

k e r ( / ) s ( i e E / x ± y,Vy <=> /( x ,y ) = 0 } ,

ntonces, si i 6 k er(/), x es isótropo. Recíprocamente, si / ( x ,x ) = 0, entonces


1< /( x , y)2 < f { x >x ) f { y. y) = 0 y / ( x , y) = o para todo y e E , es decir, x e ker(/).
lesumiendo, tenemos:

P ro p o sició n 3: El núcleo de una forma bilineal simétrica positiva f es idéntico al


onjunto de los vectores isótropos por f .

C orolario 3: Sea f una forma bilineal simétrica positiva no degenerada sobre E.

i) El único vector isótropo es el vector 0, esto es, ker( / ) = {0}.

ii) Si F es un subespacio vectorial de E , la restricción g de f a F es positiva no


degenerada.

D e m o stra ció n : i) resulta de la proposición 3. P a ra ii) si x 6 F es isótropo por g,


tntonces x es isótropo por / y así x = 0, luego / es no degenerada. #
E je rc ic io 1: Pruebe que la forma bilineal sim étrica definida por
rlJ
(x ,y ) > -J x ( t) y { t ) d t

(ver sección 2.7) es no degenerada positiva.

E je rc ic io 2: Demuestre la desigualdad de Holder

f x(t)y(t) dt < f [x(t)]2 dt ■ f [y(t)]2 dt.


Ja Ja Ja

E je rc ic io 3: Verifique la desigualdad de Minkowski

{/: [x(0 + V(O]2 dt\ < ( f [x(í)]2 dt\ + [y(t)]2 dt

N o ta : Algunos autores designan la forma bilineal sim étrica no degenerada positiva


con el nombre de forma bilineal simétrica definida positiva.

3.2. B ases ortogon ales y ortonorm ales


T e o r e m a 1: Sea f una form a bilineal simétrica positiva en E. Entonces existen
bases ortogonales ( e i , . . . ,e„) de E tales que

/ ( e i , c i ) = l , . . . , / ( c r ,c r ) = l , / ( e r+1,e r + i) = · · · = / ( e „ , e „ ) = 0 .

D e m o s tra c ió n : Según el teorema 2, sección 2.15, existe una base ortogonal


(e ',,. . . , e'n). Pongamos / ( e ', e') = a , ^ 0 . O rdenando convenientemente los e \ ten­
dremos

<*i > 0 , ...,ar > 0, a r + i = ■·· = a „ = 0.


%
g(
Si definimos una nueva base por e, = para 1 < t ^ r, y e¡ = e\ para
r + 1 ^ i ^ n, esta nueva base (e,) posee las propiedades del teorema. #

T e o r e m a 2: Todo espacio vectorial real E de dimensión finita tiene bases ortonor­


males para toda forma bilineal simétrica positiva no degenerada sobre E.

La demostración de este teorem a se basa en el teorema anterior. Una de sus con­


secuencias es que en una base ortogonal (et) de nE se tiene /( x , y) = / ( x ‘e¿, yJe¿) =
E ’l , x ' y \ p ara to d a forma bilineal simétrica positiva no degenerada / sobre nE;
además, q(x) = £ " = l( x ') 2· Por consiguiente, sobre un espacio vectorial real de di­
mensión n existe (salvo isomorfismo) una única forma cuadrática no degenerada
positiva.

E je m p lo 1 : El producto escalar es una forma bilineal simétrica positiva no dege­


nerada y define bases ortonormales.

C o n s e c u e n c ia : Si se tiene un conjunto {e¿}ií¿$r<n de vectores ortonormales de n£ ,


entonces se puede completar este conjunto con n — r vectores {ej} r+ i< jín Puraque
el conjunto ( « i , . .. , e r , er+ i , . . . , e„) sea una base ortonorm al de nE.

T e o r e m a 3: S i f es una forma bilineal simétrica, entonces existen bases ortogonales


( e i , . . . , e„) de E tales que
/ ( e i, «i) = ··· = f(e „ e ,) = 1

/(^ a + l » 1) “ = /(ej+ tiS a + t) = ^


/ ( c j + t + i , ej+ t+ i) — *** = f { e n , en) — 0 .

D e m o s tr a c i ó n : Se sabe que por ser / un forma bilineal simétrica existen bases


ortogonales p a ra f , ( c i 'p- · · , e n'). Pongamos /( e ',e 't) = a¿<. Ordenando se puede
suponer que
Qn > 0 ,...,a „ > 0 ,
a J+ U + l < 0 , .. ., QJ+t J+t < 0,
a )+t+!j+l+l = ’ · ’ = O n n = 0.
a!· e'
Definamos la nueva base por e( = —p=z para 1 < i ^ s, e, = - 1 para
s/oü y/— ota
s + 1 ^ i $ s + í y e¡ = e' para s + í + 1 < t < n. De esta manera los ej
sxisten: se construyeron y cumplen con las propiedades del teorema. #

C o r o la rio 4: Si f es una forma bilineal simétrica real sobre nE, espacio vectorial de
dimensión n sobre R, entonces existen bases ortogonales (e,) para f , y dos enteros
naturales s y t tales que con relación a esa base se tiene

/ ( * . y) = f i x ' e i . y t e j ) = £ x 'y ' - £ *V >


t= 1 j = s +1

g{x) = ¿ ( i 1)2 - 2 y
»= 1 j = 3+ 1
s+ t = r = r g ( f) .
Por abuso de lenguaje se dice que a « ( * J )2, (« j, < 0 ) y (i·’ ) 2 son cuadrados nega­
tivos; se dice correctamente que Q u (x')2, (a « > 0 ) y ( i 1) 2 son cuadrados positivos.

T e o r e m a 4 (Ley d e in e rc ia ): Sea „E un espacio vectorial sobre R de dimensión


n; sea f una forma bilineal simétrica real sobre nE y sean (e,), (e¡) dos bases
ortogonales para f . Si para s, t, s', t‘ C N se cumple que
9 5+ t
f i x <y) =X ¡xV - £ *V .
t= 1 J*=3+ 1

<?(*) = E O^ )2 y
i=l
s+t = r = rg ( f) .
y, por otra parte,

f{ x ,y ) = ¿ - 2 x,Jy/J
1=1 >=*'+1

i
<?(*) = ¿ o O 2- E
¿=í j= í' + l
s ' +£' = r = r g ( f) .
entonces s = s’, t = t!.

Es decir, los enteros s y t del corolario 4 sólo dependen de la forma / y no de la


base ortogonal escogida para / ; s y í son invariantes.

D e m o s tra c ió n : Sean los dos subespacios siguientes de E: F engendrado por (e(, . . . ,


e,) (dim F = s) y F ‘ engendrado por ( e '+ l, . . . , ¿n) (dim F ' = n —$').
Si x e F entonces q(x) J 0; si además x 0, entonces existe i , ^ 0 con 1 ^ i $ s;
es decir, q(x) > 0 para todo i / 0 en F . Si i € F ' entonces q(x) ^ 0 y así F n F ' =
{0}; pero dim F + dim F ' = dim (F + F ') + d im (F o F ') = dim (F + F ') í dim E\
de donde j + n - ^ n . o j ^ / .
Finalmente, si se perm uta el papel de ¡as bases (e¿) y (e't) se dem uestra que
s' ^ s, de donde s = s'. Además s + t = r = s' + t' = r g ( f) , luego t = t‘. Esto
último también se obtiene cambiando / por — a

Si / es una forma bilineal simétrica no degenerada, entonces s + í = n. Si / es


una forma bilineal simétrica positiva entonces t = 0 y s = r = rg ( f) . Así, / es
una forma bilineal simétrica no degenerada positiva si, y sólo si, s = n; de donde
tenemos la consecuencia del teorema 2 .
La pareja de enteros naturales (s, i) se llama la signatura de / o de q.

E je m p lo 2: En R 4 la forma cuadrática definida por q(x) = ( x 1) 2 + (x 2 ) 2 + (x 3 ) 2 +


(x 4 ) 2 = Sijx'x* es de signatura (4,0); también se dice que la m étrica ó es de tipo
elíptico. Históricamente fue Poincaré quien introdujo (1905) este espacio euclidiano
tetradimensional, antes que Minkowski (1908), en su descubrimiento de la invarian-
cia relativista de las ecuaciones de Maxwell bajo las transformaciones del grupo de
Lorentz.

E je m p lo 3: M 4 es el espacio de la relatividad especial (que es un espacio afín real


de dimensión 4) en cuyo espacio vectorial asociado se definen las formas cuadráticas
q de signatura ( 3 , 1) y (1,3). Esto es, existen bases (eM) y (e„) (¿i, v = 0 , 1,2,3) de
tales que

q(x) = í ( x % ) = (x 1) 2 + (x 2 ) 2 + (x 3 ) 2 - (x 0 ) 2 = n t¡\ x tíx x


q(x) = q{xv eu) » (x 0 ) 2 - (x 1) 2 - (x 2 ) 2 - (x 3 ) 2 = r)uax vx ° .

Estáis formas cuadráticas q o métricas r¡ (o tensores métricos de componentes


covariantes t?0/?), aunque diferentes, son totalm ente equivalentes desde el punto de
vista físico para la descripción de las leyes de la naturaleza: las leyes físicas son
invariantes respecto a la métrica. A la última métrica de signatura (1,3) se le llama
métrica hiperbólica y es la que se usa más en relatividad. Según esta métrica un
vector x se llama tem poral (temporaloide o de género tiempo) si q(x) > 0 ; x se llama
vector espacial (espacialoide) si q(x) < 0 , y x es un vector luminoso si q(x) = 0 .
Esta últim a denominación proviene del hecho de que un rayo luminoso no recorre
distancia espacio-temporal alguna (ds 2 = 0) en relatividad especial y general. La
uz es un vector isótropo y por eso el fotón tiene, en reposo, m asa cero.

3.3. Espacios euclidian os de d im en sió n n


Sea R+ los números reales positivos. Comencemos por dos definiciones fundamen-
;ales:

D efinición 2: Sea E un conjunto dado. Toda aplicación de E x E en R + se llama


jna distancia si verifica los tres axiomas siguientes:

1) x = y si, y sólo si, d (x ,y ) = 0.

2) d(x, y) = d (y,x) p ara todo x ,y 6 E (simetría).

3) d (x ,y ) < d ( x ,z ) + d ( z , y ) p ara todo x, y, z 6 E (desigualdad triangular).


Se llam a espacio métrico (E , d ) a todo conjunto E con una distancia d. Por abuso
de lenguaje se dice que x y y tienen por distancia a d(x, y).

D efin ició n 3: Sea E un espacio vectorial sobre K . Toda aplicación || · || de E en


R + se llama una norma si cumple las tres propiedades siguientes:

1) ||x|| = 0 si, y sólo si, x = 0.

2) ||Ax|| = |A|||x|| para todo x 6 E y todo X e K.

3) ||x + y|| ^ ||x|| + ||j/|| para todo (x,y) e E 2 (desigualdad triangular).

Un espacio vectorial E provisto de una norma se llama espacio vectorial normado,


( £ , || · fl). Por definición, d (x ,y ) = || x - y ||.

Ejercicio 1: Verifique que R y Q con d(x, y) = |x —y| son espacios métricos.

E jercicio 2: Demuestre que en R", descrito por ( i j , . . . , xn), las aplicaciones sigui­
entes de R" x Rn en R+ son distancias:

1) d \( x , y ) = |xí —y»l-

2) d 2 ( x ,y ) = sup ie[1 n] |x¡ —y¿|.

3) «¿3 ( 1 , y) = —y·)2] ^ (distancia euclidiana).

d
E jercicio 3: Pruebe que si d es una distancia definida en E , también lo es -j— ^ .

E jercicio 4: Demuestre que Q, R y C con x >-► |x| son espacios normados.

E jercicio 5: Muestre que, en Rn, las aplicaciones siguientes de Rn en R + son


normas:

1) x ~ IIx I j = 2 ? .! 1**1-

2) x — IM 2 = sup líi< n |*‘|.

3) x <-* ||x ||3 = [ S iL i í1 *)2]^ (norma euclidiana).

E je rc ic io 6 : Si E es un espacio vectorial normado, demuestre que la aplicación de


£ x E e n R + , definida por (x,y) >-♦ ||x —y||, es una distancia sobre E.

Ejercicio 7: Si E = C[a, /3] es el espacio vectorial de funciones reales y continua-s


sobre [a, /3] c R, demuestre que las aplicaciones siguientes son normas:
1) * - l * l i - j f l * ( O I * ·
2) i — |i |l 2 = supQ<t</J|*(t)|.

3) * - » | * | 3 - [ £ [ * ( « ) ] * * ] * .

Sea / una forma bilineal simétrica positiva no degenerada. Vamos a definir la


norma asociada a su forma cuadrática positiva no degenerada. Tenemos que para
todo (x,y) 6 E 2 y X e R: q(Xx) = X2 q(x), entonces \/q(Xx) = Además,
*Jq(x + t) < y/q(x) + y/q(y). El único vector isótropo es 0: q(x) = 0 si, y sólo si,
x = 0. De donde se obtiene la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 4: Sea q una forma cuadrática asociada a una forma bilineal simétri­


ca positiva no degenerada sobre E real. La aplicación de E en R+ definida por
x — ^/q(xj\\x\\ es una norma sobre E.

D efinició n 4: Un espacio real E provisto de la norma ||x| = \fq(x), donde q es


una forma cuadrática positiva no degenerada sobre E, se llama, en el caso general,
un espacio pre-hilbertiano real.

D efinición 5: Un espacio pre-hilbertiano de dimensión finita se llama espacio eu-


clidiano.
Algunos autores dan otra definición de espacio euclidiano, a saber:

D efinición 6 : Se llama espacio euclidiano a un espacio ¿ afín de dimensión finita tal


que el espacio vectorial asociado E está provisto de una forma cuadrática positiva
no degenerada (el producto escalar).

3.4. Propiedades de los espacios euclidianos


Sea „ £ un espacio euclidiano de dimensión n, es decir un espacio vectorial de dimen­
sión n sobre R equipado con una forma bilineal simétrica positiva no degenerada.
Cualquiera que sea esta forma / , siempre tendremos, con relación a una de sus bases
ortogonales, lo siguiente: x = x'e¡, y = y 3 eJt implica
n n
/ ( x >y) = 2 x ' yl = = x 'yi> <?(x) = Y ¿ ( x ' ) 2 = = ***<.
1=1 1=1

Además, nE es isomorfo con Rn .


Lo anterior permite afirmar: Existe una sola estructura de espacio euclidiano de
dimensión n, y es Rn. Este espacio R 71 se llama espacio de Euclides o euclidiano de n
dimensiones. Con el fin de estudiar las propiedades de esa estructura, escogemos una
forma bilineal simétrica positiva no degenerada, que notaremos /o y que llamaremos
la forma fundamentad del espacio euclidiano E. Su forma cuadrática asociada <70
será la forma cuadrática fundamental. Entonces, las bases ortonormales de E serán
las bases ortonormales relativas a /o ( o a <jo)·
En general, /o se llama producto escalar sobre E. También se llama producto
punto o producto interno. Existen varias notaciones para designarlo: fo (x ,y ), x ■ y ,
(x|v). (*>y) y Mi/)·
La segunda notación (z · y) es la más utilizada, ya que generaliza la del producto
escalar del espacio ordinario R 3 (éste es el espacio afín —puntual— asociado al es­
pacio vectorial euclidiano de dimensión 3). Los físicos cuánticos utilizan la notación
(z|y) y </|t>, sobre todo la últim a para distinguir un ket de un bra o las transiciones
entre diferentes estados (i) y final ( / ) de un sistema cuántico, los matemáticos la
usan cuando quieren distinguir entre i e E y f e E*.
El cuadrado escalar de x es fo(x, z) = x · x, y es justam ente el cuadrado de la
norma ||x|| 3 , asociada a /o- E sta norm a || ¡3 se llama norma euclidiana y se nota
|| | e · También se llama longitud de z a ||z ||3 y se nota |x|. Otras denominaciones
son: módulo, valor absoluto, magnitud e intensidad.
Un vector de longitud 1 se llama vector unitario o versor. En una base ortonormal
cualquiera de / 0 tenemos

x y = z V + - - - + z nyn, ||x ||e = V i * 1)2 + ' · · + (*n)2·

La forma diferencial cuadrática fundamental o ds2, o simplemente métrica, de


este espacio euclidiano, es
n
d s 1 = qo(dx) = Sijdx'dx* = ^ ( d x ' ) 2 = dx'dx¡,
1-1

con dx = dx'e¡, i e [ 1 , n].


Por abuso de lenguaje, los físicos confunden la forma cuadrática con los coefi­
cientes ¿ij o matriz de la forma cuadrática; y aquéllos (componentes) con el tensor
métrico <5.
Como la forma fundamental / 0 es positiva no degenerada, el único vector isótropo
de un espacio euclidiano es 0 ; de aquí que si para todo y 6 E se tiene z · y = z / · y,
entonces z = z '. El operador adjunto u* del endomorfismo u de E se definirá con
ayuda del producto escalar, así: (V z , j e E), u(x) ■ y = z · u*(y). Un operador
ortogonal se definirá de esta manera: (V (x , y ) e E 2), u(z) · u(y) = z ■ y. Es decir, u
preserva el producto escalar y la longitud de un vector: u(x) ■ u(x) = z · z = |x |2;
de allí que u se llame también una isometría. Un operador autoadjunto o simétrico
es ta l que Vx,y e E, se tiene u(x) y = z · u(y). La totalidad de estas definiciones
son relativas a la forma fundamental escogida / 0 .
Como ya lo vimos en el caso general, en este caso particular el grupo orto­
gonal O (fo) = On (E) es isomorfo (se confunde) con el grupo 0 ( n ,R ) = On de
matrices reales ortogonales de orden n. Los físicos particuleros llaman a este último
la representación defininitoria de On . El grupo de rotaciones o grupo de opera­
dores ortogonales unimodulares será S O (,R ); “es” tam bién el grupo de matrices
ortogonales especiales de orden n y de determ inante + 1 : el grupo más general de
transformaciones del espacio euclidiano es el grupo afín (G A ( E )) formado de auto-
morfismos y traslaciones. Estos desplazamientos forman un supergrupo de G L ( E ):
G A (E ) 3 G L{E ) d O (E ) zd SO {E ).
En MU, el grupo afín se llama grupo de Poincaré y contiene el grupo de Lo-
rentz, las rotaciones, las traslaciones y las simetrías espacio-temporales. Como el
espacio euclidiano n E es real, se puede “orientar” , es decir, definir triedros coorde­
nados derechos (dextrógiros, sacacorchos derecho) o izquierdos (levógiros, tornillo
inglés...). Resumiendo tenemos: en un espacio euclidiano de dimensión n to d a ma­
triz de cambio de base ortonorm al de igual orientación es una m atriz del grupo S O n .

E je rc ic io 1 : Demuestre que todo conjunto de vectores no nulos y ortogonales dos


a dos de un espacio euclidiano es linealmente independiente.

E je rc ic io 2 : Sea (a;)te[i,n] una base cualquiera del espacio euclidiano nE . Mues­


tre que existe una sola base ortogonal ( 6 ¿) (usando el ejercicio anterior y ponien­
do bi ■ fej = · · ■ = bi ■ bj_i = 0 p ara i = 2 ,3 ,...,n , cuyos vectores son de la
forma bx = a i, b2 = a 2 + A}f>i, . . 6 ¡ = a¡ + \ } b x + · ■ · + A|_ 16 ¡_ i,· ■■ ,bn =
an + Ajjbi + ■ · ■ + A"- 2 bn_i).

E je rc ic io 3: Con lo anterior pruebe el procedimiento de ortogonalización de Sch-


midt que estipula: dada una base cualquiera (e¿) del espacio euclidiano n E, existe
una base ortonorm al única (e¡) de E tal que VA; e [l,n ]:
1) El subespacio generado por (ei', · · · ,e n') es idéntico al subespacio generado
por ( e i , . . . , e n).

2) e'fc · ek > 0 .
E je rc ic io 4: Sea un conjunto de vectores {i>}ie[i,m<n] dos a dos ortogonales de
n E . Demuestre el teorema de Pitágoras,

11*1 + · · · + I n ||2 = ¡T il2 + ··· + I M 2.

El estudio de los espacios euclidianos orientados se complementa con las nociones


(que no tratarem os aquí) de producto mixto y producto vectorial, la definición
de ángulo entre dos vectores, estudio de isomorfismo entre S 0 2 y el grupo U de
números complejos de módulo 1, la medida de un ángulo módulo (27r), amén del
análisis en Rn .
3.5. D iagon alización de operadores autoad jun tos
reales
Sea u un operador simétrico del espacio euclidiano n E real. Sea M su matriz con
relación a una base ortonorm al de E. Se tra ta de mostrar que todos los valores
propios de Ai, y por consiguiente de u, son reales, y de probar que M y u son
siempre diagonalizables en sus bases propias ortonormales. Algunas demostraciones
son largas y pesadas; se llega al mismo resultado con demostraciones más cortas y
elegantes, pero utilizando operadores hermíticos sobre espacios de Hermite, como
lo veremos en el capítulo 8 . Resumiendo: una m atriz simétrica siempre será diago-
nalizable, su espectro será real y sus vectores propios, ortogonales.

N o ta : La presente sección y la siguiente, figuran en el programa de álgebra lineal;


por consiguiente el profesor de álgebra multilineal puede prescindir de ellas y con­
formarse con enunciar los teoremas y proposiciones sin demostrarlas.

Primero probaremos que todos los valores propios del endomorfismo simétrico u
son reales. Más exactamente establezcamos el siguiente teorema:

T e o r e m a 5: Sea M una matriz real y simétrica cuadrada n x n; sea P ( X ) su po­


linomio característico, que tiene coeficientes reales. Entonces, las raíces de P ( X )
son reales.

D e m o s tra c ió n : Consideremos a M (u ) = (a¡j) como una m atriz compleja de u €


L(Cn ) y a A e C una raíz de P ( X ) . Sabemos que existe un vector x ^ 0 , i =
( i i , . . . , x n) 6 Cn tal que u (x) — Xx, es decir, q ‘ = Ai*. Entonces se tendrá:

n n n

A l'ij = ^ Otjix'x3 = O tu x' x' + ^ O j ^ x ' x 3 + x ^ x').


i= l *J = 1 t= 1 U ¿ < j^ n

La b arra significa complejo conjugado; además otij = o¡j,. Ahora bien,

otij e R, i ’í ' e R y x x3? + x?xx e R;

entonces A2 ? = i x%x‘ e ® Y como 0 # 2 ?= i x ' x ' 6 entonces A e R. s

Ya vimos que nE siempre tiene bases ortonormales (ej) para / . Además M


M ( f , (e*)) es simétrica. Sea A e R una raíz del polinomio característico de M (too
rema fundamental del álgebra de D ’Alembert-Gauss). Entonces A es un valor propio
de u que tendrá un vector propio no nulo; de aquí se obtiene:
P ro p o sic ió n 5: Sean nE real, f una form a bilineal simétrica positiva no degenera­
da sobre nE y u un operador simétrico sobre E. Entonces existe al menos un vector
propio no nulo para u.

P ro p o sic ió n 6: Sea u un operador simétrico sobre un espacio nE real. Entonces,


el subespacio ortogonal a todo vector propio no nulo de u es estable por u.

D em o stra ció n : Sea u(x) = Ai, con x 6 nE y A valor propio de u. Partiendo de


x - y tenemos x u(y) = u(x) y = A (i-y) = 0, lo que dem uestra que si y es ortogonal
a x, vector propio de u, u(y) también será ortogonal a i . #

Si x\ y x 2 son dos vectores propios de u simétrico, asociados respectivamente


a los valores propios Ai y A2 diferentes, entonces u ( i i ) · i 2 = i i · u ( i 2) = 0 =
A i i i i 2 —A2i i i 2 = (Ai —A2) i i · i 2; lo que m uestra que i i y i 2 son ortogonales, lo
mismo que sus subespacios propios Ex, y E x , . Más generalmente tenemos:

T eo rem a 6 (e sp e c tra l): Sean nE real, f una forma bilineal simétrica positiva
no degenerada sobre E, y u un operador simétrico sobre E . Sean Ai, . . . , Ar los
valores propios distintos de u; sean E x ,, . . . , E \ r los subespacios propios respec­
tivos. Entonces los £ \ , son dos a dos ortogonales, y E es la suma directa de los E x¡.

D em o stra ció n :

a) Tomemos i i e E x, y i 2 e E x esto conduce a / [ u ( i i ) , i 2] —/ [ i i , u ( i 2)] =


0 = / ( A i h , i 2 ) - / ( i i , A 2 i 2 ) = ( A 1 - A 2 ) / ( i i , i 2 ) = 0; entonces / ( i i , i 2) = 0,
es decir, E x , 1 Ex,. En general, E xx J. E \ j para i * j.

b) E \ t es ortogonal con E x, , . . . , E x r y con E x, + Ex, H------- 1- E \ r . Por consi­


guiente, todo vector de Ex, c\ (Ex, H------- l· E xr) es ortogonal consigo mismo,
y por lo tanto es nulo. Esto implica que Ex, n ^X¡J«2 E x ^ = (0} y prueba

q u e £ A. n ( j Z ^ . E x ^ = {0 }.

c) Poniendo F = Exiy se tiene F = Ex, © ■ · - ® E x r. Probemos que F = E.


Por la proposición 2 los E xi son estables por u, lo mismo que F y F L\ esto
último se debe a que si i 6 entonces / [ u ( i ) , j/] = / [ i , u(y)] = 0 para todo
y 6 F; si u(y) e F, entonces u(x) 6 F L . Resulta que la restricción de / a F L
es una forma bilineal sim étrica positiva no degenerada, ya que el único vector
isótropo es 0. La restricción de u a F es simétrica, y si F 1 {Ó}, la proposición
1 garantiza la existencia de i # 0 y i 6 F l tal que x es vector propio de u;
entonces x pertenece a uno de los E xt y por consiguiente a F. Concluimos que
i e F o F x es absurdo, por consiguiente F L = {0}, y así F = ( F 1 ) = E. 0
El nombre de espectral se debe a la descomposición o fragmentación de E en
subespacios ortogonales, disjuntos e invariantes (ver figura 3.2).

Figura 3.2. El prisma descompone espectralmente la luz blanca.

T e o r e m a 7 ( D e sc o m p o sic ió n e s p e c tr a l) : Sean un espacio euclidiano nE y u


un operador simétrico de nE . Entonces existen bases ortonormales de E formadas
de los vectores propios de E (bases propias ortonormales) con respecto a las cuales
la matriz de u es siempre diagonal.

D e m o s tra c ió n : Se obtienen las bases ortonormales si se reúne una base ortonormal


para cada E a, (t = 1 , . . . , r). #

La m atriz M (u, (e')) en una base propia ortonorm al (e') tom a siempre la forma
diagonal, cuyos elementos son los valores propios de u, (A i,. . . , An), asociados a los
elementos de la base (e\, ■ ■ ■ ,e'n). Como las dos bases (e,) y (ej) son ortonormales,
la m atriz de cambio de base P es forzosamente ortogonal. Esto induce el siguiente
corolario:

C o r o la rio 5: Para toda matriz simétrica real M de orden n x n, existe una matriz
P ortogonal, real y de orden n x n tal que P ~ l M P = M ' es diagonal.

D e m o s tra c ió n : Sea u e L(Rn) asociado a M . Equipemos a Rn de la forma bili-


neal sim étrica positiva no degenerada ((x l , . . . , xn ), (y1, . . . ,y n)) *-♦ £ x * y '- La base
canónica (e,·) de R" es ortonormal. M simétrica implica u simétrica, luego existe
una base ortonorm al (e\, ■ ■ ■ , e'n) de Rn (Teorema 3) tal que la matriz de u, M (u ),
en ella es diagonal. La transformación lineal P que cambia, e¡ en e'lt . . . , e„ en e'n
es ortogonal, luego P es ortogonal. a
3.6. R ed u cción de form as cuadráticas reales
T e o r e m a 8: Sea n E un espacio vectorial real y fo una forma bilineal simétri­
ca positiva no degenerada sobre E . Sea f una form a bilineal simétrica cualquiera
sobre E . Entonces existe una base de E que es ortonormal para fo y ortogonal
para f .

D e m o s tra c ió n :

a) Sea x e E. La aplicación y <-* f ( x , y) es una forma bilineal sobre E. Existe, y


es único, un x! e E tal que f ( x , y) = /o (x ',y ). V y e E. Ese vector x! depende
de z; lo llamaremos z ' = u (z). Hemos asociado, pues, de manera biyectiva, a
/ un operador simétrico u e L [E ) tal que

f ( x , y) = u (z) · y = z ■ u(y) = l( A X ) Y = ‘X A / (V(z, y) 6 E 2).

b) u es lineal: sean z j , z 2 e E , entonces p ara todo y e E y todo A e R se tiene

0 = / [(*i + Az2), y] - fo [(*i + Ax'2), y]


= fo M z i + Az2),y ] - f o { x \,y ) - A/0(z2,y)
= fo [u(zi + Ax2), y] - f 0 [u (z i),y ] - fo [Au(z2),y]
= fo [u(z! + Az2) - u ( z i) - Au(z2), y]
= 0;

pero fo es no degenerada y por lo tanto u {x\ + Az2) = u (x \) + Au(z2).

c) u es simétrico para / :

/o [x ,u (y )] = /o [u (y ),x ]
= /( x .y ) = /( y ,x )
= fo [«(*). y]

d) Por el teorema 7, existe una base (e¿) de E ortogonal para / tal que it(e¿) =
A,e,. Entonces para i ^ j se tiene

f ( ei<ei) = /o[u(e¿).e>] = f 0 ( K e i ,e j) = 0.

Luego (e¡) es ortogonal por / . ,

C o r o la rio 6: Sean M y M ' las matrices de f con relación a dos bases ortonorma­
les para f o . Entonces M y M ' son semejantes y por consiguiente tienen el mismo
polinomio característico.
D e m o s tra c ió n : Sean (e¡) y (e'J las dos bases ortonorm ales para / 0 ; sea P la ma­
triz ortogonal de cambio de base de (e,) a (e'). Tenemos, pues, A/' = l P M P , pero
l P = P ~ l , o sea, M ' = P ~ l M P , puesto que u es ortogonal con u(e.) = e' si, y
sólo si, P es ortogonal. #

Si escogemos (e'¡) tal que f ( x , y ) = / ( z ’eí.y-’e ') = X ^ A iZ 'y * y q(x) =


S L i A ,(i1)2, Ai, . . . , An serán las raíces del polinomio característico de M y de
M '\ reordenando la base se tiene (si r g ( f) = r):

/( x ,y ) = 2 A¿XV y ?(*) = ¿ A<(*·)2; Ai 0 , . . . , A r 96 0.


1=1 1=1

La operación precedente se llama reducción de las formas cuadráticas en una base


ortonorm al para / 0 de E.

E je rc ic io : En E = R 3 con la base canónica se considera la forma bilineal asociada


a la forma cuadrática definida por

q{x) = - [(z 1)2 + (z2)2 + (z3)2] + 2 (z 2z 3 + z 3z* + z V ) .

Verifique que existe una base ortonorm al de E tal que

?(z) = (z/ l )2 —2 [(z ,2)2+ ( z '3)2] .

Dos formas cuadráticas reales q y g son congruentes cuando sus matrices repre­
sentativas A y B son congruentes: q(x) = lX A X , g(x) = lX B Y , B = ‘P A P.
Si P es ortogonal, se dice que <7 y g (o A y B ) son ortogonalmente congruentes o
semejantes si:B = P ~ l A P .

3.7. P rob lem as


1) Demuestre el teorema de Pitágoras flz + y||2 = ||z||2 + |y||2.

2) Deduzca que —||z||||y|| < < z |y > < ||z||||y||, donde < | > = / es un producto
escalar o forma bilineal sim étrica positiva no degenerada.

3) Verifique que en todo espacio euclidiano se cumplen las siguientes propiedades:

a) | s - y | > | | * | - | y | | .

b) ||z - y\\ 2 flx|| - ||y||-


c) ¡ i + Ay|| ^ ||x|| (VA 6 R) <=> z es ortogonal a y.
d) H 2 + l|y|2 = I 1 + y ¡2 =*■ -y-
e) | < x |y > | = ||zj|||y|| <==> z y y son linealmente dependientes.
f) ||z + y ||2 + ||z —y ||2 = 2 ||x ||2 + 2 ||y ||2 (teorem a del paralelogramo).
g) «x ¡ 2 = IIyII2 + II2 «2 —2 1y | · ||z|| c o s(y ^ ).
h) flx —y ||2 = ||z|| + ||y ¡ 2 si z es ortogonal a y (teorem a de Pitágoras).
i) Si ||z|| = ||y|| = > (z + y) perpendicular a (z —y),

j) < z |y > = i ( |x -i- y | 2 - |z - y |2) .

4) a) Pruebe que, en todo espacio euclidiano, las diagonales de un rombo (di =


x + y> = x —y) son perpendiculares.
b) Si el vector z de módulo 1/2 forma un ángulo de 60° con el vector y,
halle el módulo de éste para que y —z sea perpendicular a z.

5) Sea el espacio euclidiano R 3 con la base Z\ = (1 ,1 ,0 ), e 2 = ( 3 , 0 , 0 ), £ 3 =


(0,0,1) y los vectores (con respecto a la base canónica ei, e2 ,e 3 ) z i = (A,¿¿, i/),
Z2 = ( a ,/ 3 , 7 ),Z 3 = (1,1,3) y z 4 = (1,1,4). Con ayuda del producto escalar
entre vectores en la base (£¡), z i | e¡ · Z2 |£j:

a) Calcule | i | | . | * 3 | . | t i | . | e 3| y |c 3|-
b) Halle d ( z 1 , z 2 ) ,d ( z 3 , z 4) y d(eu e2).
c) R epita los cálculos anteriores utilizando la base canónica.
d) C onstate las diferencias y explíquelas.

6) Dados el espacio R [X ] de polinomios de primer grado con la base £1 = 2x, £ 2 =


z + 1 y los polinomios P\ = a + 6 z, P 2 = c + dx y P3 = 2z + 3. Con el producto
escalar en la base (£,):

a) H a U e l l A M f t l J f i t f l y l£ 2 l.
b) Calcule d(P i} P 2 )t d(P 3 ,£i) y c¿(£i,£2).

7) Considere la aplicación de R 2 en R 2 definida por / ^ ( x i , Z2 ), (y i,y 2 ) j = z (yi —


z iy 2 - 2 z2yi + 5 z 2 y2 ·

a) Com pruebe que esta aplicación es un producto escalar sobre R2.


b) Calcule ||( 1 , 2)|| según este producto escalar y también según el producto
escalar canónico.

8) Sea en R 2 / ( ( z l t Z2 ) ,( y i,y 2 )) = z iy i - 3 z iy 2 - 3z2yi + cz 2 y2 ·


a) ¿P ara qué valores de c, / es un producto escalar en R2?
b) ¿P ara qué valores de a , b , c , d e R es el siguiente polinomio un producto
escalar sobre R2?:

/((zi.X2).(s/i.y2)) = a x iy i +¿>xiV2 + cx2yi + d x 2 y2.

9) a) Pruebe que la aplicación (Ai, ./V) i— ►< M \ N > = T r ( l N M ) es un pro­


ducto escalar en M n(R).
b) Compruebe que

A ON f o l\ /0 o\ /0 o\
[o o J ’ {o 0 J ’ \1 o j'\o l)

es una base ortonorm al de A/n (R).


c) Sean D 6 A/„(R) el conjunto de las m atrices diagonales y 5 c M n(R) el
de las matrices simétricas. Calcule para D 1 y S x sus bases y dimensiones.

10) A partir de la desigualdad de Schwarz, aplicada en un espacio euclidiano con


el producto escalar /( x ,y ) = < x\y > = tX ■ Y , obtenga la desigualdad de
Hólder:

g ì* * )’ « (g*?) (¿ v f

11) Considérense un espacio euclidiano E con su forma bilineal simétrica positiva


no degenerada / = < | > y un endomorfismo inyectivo u e L(E , E). Pruebe
que entonces la forma bilineal g : E 2 — > R definida por g ( x ,y ) = < x|y >
< xt(x)|u(y) > es también un producto escalar.

12) Muestre que la forma bilineal / = < | > : R 2 x R 2 — ► R definida por


f { x , y ) = < x|y > = lX A Y (V x,y), no es un producto escalar (o interior) de
R2 si

- G °) ° ’) ■
pero sí con A
- ( i D-
13) Consideremos el espacio vectorial C([—rr, ir], R), de las funciones reales conti­
nuas definidas en el intervalo [ -ir , tt], equipado con el producto escalar
a) Demuestre que el conjunto ( 1 , cosz, co s 2 x, . . . , sin x , s in 2 x, ...} es or­
togonal.
b) Este conjunto sirve de base para las series de Fourier. Calcule d ( f

14) Sea la aplicación / : C ([0,1], R) x C ([0 , 1 ], R) — ► R, definida por

(/i./a ) — * f ( í \ , h ) = < h \ h > = í fi[x)h (x )d x .


Jo
a) Demuestre que / es una forma bilineal, sim étrica positiva y no dege­
nerada; es decir < | > es un producto escalar que da a C([0,1],R) la
estructura de espacio vectorial euclidiano.
b) Calcule d ( / i , / 2 ).
c) Halle los siguientes valores: < x 2 + l|2 x > , ||x 2 — 1||,<¿(x + l,3 x — 1).

15) Considérese el espacio C ([0, 1 ],C ) con < / 1 I/ 2 > = f i ( x ) h { x ) d x . Verifi­


que que las funciones complejas de variable real e„ = e2n,nx = cos27rnx +
tsin27rnx son ortonormales (< |e* > = Sjit).

16) Considere M n(C) como un grupo multiplicativo de orden finito y sea A un


elemento. Deduzca que los autovalores A de A verifican la relación Ap = 1 ,
donde p e N —{0}.

17) Sea el espacio vectorial real C ([0,1]; R) y una aplicación de C ( [0 , 1 ]; R) en el


mismo definida por

C ([0, 1 ]; R) 3 / — » u ( /) ( x ) = f Vx e [0 , 1 ],
Jo
a) Deduzca que u es un operador lineal en C ([0, 1 ]; R).
b) Busque /m (u ) = u ^ (C [0 , 1 ]; R)^.

c) Calcule los autovectores de u.


d) Tomando las definiciones

11/11 = SupI 6 [0 il]|/ ( x ) | y M | = Sup 1/ | = 1 ||u ( /) |,

calcule ||u¡.

18) Sea A e Mn(C) inversible; pruebe que, entonces, los valores propios de A - 1
son los recíprocos de los autovalores de A con las mismas multiplicidades.
Estudie los autovalores de (M + N ) en donde M y N son matrices simétricas
reales, cuyos autovalores son positivos o cero.
19) Considere los operadores / y g sobre nE complejo. / (o g) tiene n autovalores
distintos. Pruebe que f o g = j o / <=> f y g tienen los mismos autovectores.
20) Sea C ([a, 6 ];R ) = C. Considere una forma 4> bilineal simétrica positiva y no
degenerada sobre C2, definida por

a) Pruebe que la función d definida por

d(/i, h ) = ||/i - h\\ = V tf(/i-/a ,/i-/a ) > 0


es una métrica o distancia sobre C.
b) Sea (<7i,...,Sn) una familia ortonorm al con respecto a ip , es decir,
ip(g,,gj) = Sij] considere g = Xogo + . . . + Ang„. Muestre que

11/ - g f = ll/ll2 - (a§ + . . . + a l ) + (Ao - a o ) 2 + . .. + (An - a n )2,


donde a , = ip(f, g¡).
d) Si se quiere que \\ f—g|| tenga el vador mínimo, ¿qué valores habrá que dar
a Ao,. . . , An? Deduzca que q§ H------ hQ2 í ||/||2. ¿Puede existir igualdad?
21) Dadas las siguientes funciones Q sobre R 2:

a) Q (x) = + x$.
b) Q (z) = ax 2 + 2 6 x i i 2 + ccj.
c) Q(x) = x 2 + 6 X1X2 + 9x2·
d) Q (x ) = x 2 + 6 x 1 x 2 + l l x 2.
Diga en qué casos Q d a a R 2 la estructura de espacio euclidiano.
22) Consideremos una m atriz A de A/n(R), sus elementos los notaremos Q ij(A )
con (i, j ) e [ l,n ] x [ l,n ] . Definamos
N ( A ) = |i4 | = nS up |a„(i4 )|.
a) Pruebe que N (A ) es una norma sobre el espacio vectorial A/„(R).
b) Compruebe que ¡A S I ^ ||>1|| · ||B |.
c) Muestre que

| (A + B ) r - Ar || í [||A|| + ¡B ||]r - ||A||r con r e N.

Tome
d) Demuestre que las siguientes propiedades son equivalentes:
i) Existe una m atriz B e Mn (R) tal que

lím flfí - B„|| = 0.


n->+oo

ii) P ara toda pareja (i, j ) e [ l,n ] x [ l ,n ] ,a j j ( B n) tiene un límite cuando


n — ► +QO.
e) Poniendo a = Sup|a¿¿(.A)| y B = eA, verifique que

|e A + s - e 4 |.< e ·4·

f) Calcule efectivamente eA para

;)·
23) Sea mF un subespacio euclidiano de n E , espacio euclidiano a su vez, con
m < n. Muestre que entonces existe un vector x e nE y x $ mF tal que x es
ortogonal a mF.

24) Compruebe que la forma bilineal / sobre R 2 definida por

/((x i,2 /i). (*2.3/2)) = xiS/i - XiVi


no es positiva pero es antisimétrica.
25) Deduzca que la aplicación bilineal

(Pi , P2) I— ► < P ,|P 2 > = í xP i(x )p 2 (x )d x


Jo
define un producto escalar en el espacio vectorial R(x) de las funciones poli-
nómicas definidas sobre [0,1] c R.

26) Considere un espacio vectorial real E con u na función módulo o longitud


definida por i ■— * |x| que verifique la relación

|x + v | 2 + |x - y | 2 = 2 ( |x | 2 + |x |2)
para todo par x, y de E.

a) verifique que la función / definida por

/ :E x E 3 (x , y ) ►— ► /( x , y) = |x + y | 2 - |x - y |2

satisface la propiedad siguiente:

f { x + x ',y ) = / ( x ,y ) + / ( x ', y ) .
b) Estudie la posibilidad de que E devenga un espacio euclidiano.

27) Sean nE un espacio euclidiano y n£ a V = A‘V¿ una combinación lineal del


conjunto de vectores {V¡} = (Vj, V2 , V3 , . . . , V„). Muestre que X1 = < V\V 3 >
||V¿||- 2 si {V¡} es un conjunto ortogonal. Si {V¡} es una base de ,,E, demuestre
que ella es una base ortonorm al si x = x'Vi, y = yJ V} = > < x\y > — x'y¡.

28) Aplicando a Gram-Schmidt, ortonormalice la base

.) { ( ! ) , ( ? ) } ^ R.
b) Consideremos el espacio vectorial euclidiano de los polinomios reales de
grado ^ 2 y el polinomio nulo, con el producto escalar

< P \Q > = P ■ Q = J l P (x)Q (x)d x.

Aplique el proceso de ortonormalización de Gram-Schmidt para que la


base (Pi = 1 , P 2 = X , P3 = X 2) se transforme en la base ortonormal

Las funciones (polinomios) ortonormales que se obtienen se llaman poli­


nomios de Legendre.

29) Considere el espacio vectorial R4, sobre el cuerpo R, y su base


canónica e = ( 1 , 0 ,0 ,0 ) , i = ( 0 ,l , 0 ,0 ) ,j = ( 0 , 0 , l , 0 ),fc = (0 , 0 , 0 , 1 ). Defi­
na en R 4 la siguiente multiplicación:

e2 = e , i-2 = ]-2 *= k1.2 = —e ,e i. = te


.
=. 1, e. j =. j e .= ]
ek = ke = k , j k = —k j = i , k i = —ik = j , i j = —j i = k.

a) Ponga esta operación en forma de tabla pitagórica de multiplicación.


b) Demuestre que así queda definida una estructura de álgebra de dimensión
4 real; ésta se llama el álgebra Q de cuaterniones.
c) Muestre que los elementos de la forma (s, 0 ,0 ,0 ) con s e R definen una
subálgebra de Q isomorfa con R, la cual se identifica con R poniendo
e = (1 , 0 , 0 , 0 ) = 1 .
d) Pruebe que todo cuaternión x = (s,a , b, c) se escribe de manera única
así: x = s + ai + bj + ck.
e) ¿Qué similitudes y diferencias encuentra entre Q, C y M 4 ? ¿Los cua-
terniones, como los cuadrivectores, se pueden utilizar en la física, en la
teoría de la relatividad?
f) Defina para x ,x ! 6 Q la multiplicación xx ' = (s + ai + bj + cfc)(s' +
a'i + b'j + d k ) = S + Ai + B j + C k. Calcule 5, A, B ,C , en función de
s ,a ,...,f/,d .
g) Justifique que se puede escribir: Q 3 x = (s, v), x' = (s', v') si xx ' =
(S, V ), con s ,s ' y 5 e R y v ,v ' y V g R 3. Halle S y V con ayuda del
producto escalar y del producto vectorial de v y ti'.
h) Dado el cuaternión x = s + ai + bj 4- ck, se llam a cuaternión conjugado
a x = s —ai — bj — ck. La conjugación, ¿es un operador lineal de Q en
<5? ¿Es un homomorfismo de álgebra? ¿Es un automorfismo de cuerpo?
i) Sea la aplicación N sobre Q dada por N ( x ) = x x . Compruebe que R 3
N (x ) ^ 0 , que N ( x ) = 0 <==> x = 0 y que N ( x y ) = N ( x ) N ( y ).
j) Verifique que N es una norm a sobre Q y que Q es un cuerpo no conmu­
tativo.
k) Sustente que todo cuaternión x 4= 0 puede escribirse como x = r(cos$,
ü sin 9), donde ü es un vector de R 3 tal que ||üj| = 1 y r es un número real
estrictam ente positivo. Estudie la unicidad de esta representación. Com­
pare con la fórmula de Euler de representación de un número complejo
z = r(c o s 0 , t s i n 0 ) con ¡|t|| = 1 .
1) Calcule xn = p(cos<¿>,üsini¿j) (p > 0, ||v|| = 1). Dé v?, p, y v.
m) Resuelva las ecuaciones x 2 = —1 , x 2 = i en Q.

30) Sean dos vectores Vi y V2 (Vi # V2) del espacio euclidiano orientado 3 E.
Pruebe que el producto vectorial W = V 1 a V2 se puede obtener si se efectúan
sucesivamente las siguientes tres operaciones:

a) Proyección ortogonal de V2 sobre el plano ortogonal a Vt que contiene el


origen. Llámese V2 al vector obtenido.
b) Rotación de V2 alrededor de de ángulo -t-f. Llámese V2" al vector
obtenido.
c) m = ivki · \ v f i

31) Sea R n o Cn y la forma bilineal f { x , y ) = 2 ? » i z ‘v‘ con x = (z ii · · · >z n) y


y = ( 2/ 1 , ■ · · ,Vn)· Pruebe que el grupo que preserva a / es el grupo ortogonal
n-dimensional real o complejo 0 ( n , R) ó 0 ( n , C); y que también conserva a
<?M = Z r = i( z<)2·
32) Consideremos M e 0 ( n , C) tal que i ' = Mj^Xk Pruebe que existe la
invariancia £ x? = x 'j = invariante.

33) Sea una forma bilineal sim étrica / sobre Rn cuya forma cuadrática asociada
es

q (X ) = q ( x i , . . . , x n) = x] - ¿ x ).
j-p+í

a) Pruebe que / es no degenerada y de signatura 2p —n.


b) El grupo de matrices o transformaciones que preserva a / o q se llama
el grupo seudoortogonal y se denota Sp(p, n ;R ). Cuando p = n, ¿en
qué grupo particular se convierte Sp(p, n; R)?
c) P ara cada uno de los (n + 1) valores p = 0 ,1 ,2 ,. . . , n seobtienen dife­
rentes formas. ¿Por qué para p = k y p = n — fclas formas / son opuestas
unáis de otras y tienen el mismo grupo de invariancia?
d) Examine los casos de n par e impar.

34) Considérese el grupo ortogonal complejo 0 ( n , C) y M una matriz de él. De­


muestre que los siguientes elementos tam bién pertenecen a 0 ( n ,C ) : l M , M ,
M \M \ y A/', m atriz semejante a P.

35) Sea el grupo de operadores 0 ( n , C). Demuestre las siguientes afirmaciones:

a) Si M e M n(C), cuyas columnas son M i, M i , . . . , M n, entonces M e


O (n .C ) si y sólo si, ‘M jM k = 5jk-
b) Sea M 6 Mnx i(C); entonces, existe una m atriz de 0 ( n , C) cuya primera
columna es M . Dé las condiciones para que esto se cumpla. Halle una
matriz de 0 (3 , C) cuya primera fila sea (2t,2i, 3).
c) Si X e M nx i(C ) tal que lX X — 1 y 1¿ es la j-ésim a columna de la
matriz unidad 1, entonces pruebe que existe una m atriz M 6 0 ( n ,C ) tal
que M X = l j .
d) Con las condiciones dadas en (c) si X tiene elementos reales, pruebe
que entonces existe una matriz M e 0 ( n ,C ) con la propiedad de que
M X = lj .

36) Considere el espacio A/n x i(C ) y el grupo ortogonal de matrices complejas


0 ( n , C). Establezca lo siguiente:

a) Si / es una forma bilineal sobre Mn x i(C ) dada por f ( X , Y ) = CX Y y


M 6 0 ( n ,C ) , entonces existe una m atriz de / en la base de M nx i(C)
formada por las columnas M i , M 2, . . . , M n de M . Exhiba dicha matriz.
b) Si / es una forma bilineal sobre Ain x i(C) dada por f ( X , Y ) = ‘X A Y
con A e Ain(C), entonces pruebe que / es invariante (se conserva) por
0 ( n ,C ) si, y sólo si, A conm uta con todos los elementos Ai de 0 ( n ,C ) :
[A, Ai] = A M - M A = 0.

37) Halle todas las formas bilineales sobre el espacio matricial Ainx i(C) que son
invariantes por 0 ( n , C) y todas las formas bilineales sobre Ain x i(R) que son
invariantes por 0 (n, R).

38) Sean A/„(C) y A i'(C ) el conjunto de todas las matrices que conmutan con
cada elemento de Ai„(C). Infiera que A i'(C ) es un álgebra compleja.

39) Dadas una m atriz inversible A 6 Ai„(C'), donde C' es un subcuerpo de C, y


una forma bilineal / sobre el espacio AÍ,,x i(C ') dada por f ( X , Y ) = tX A Y ,
demuestre que una condición necesaria y suficiente para que Ai 6 Ain (C')
preserve a / es que A - 1 £AiA = A i- 1 .

40) Dada la siguiente forma bilineal / sobre C 2:

C2 3 ( ( i i , x 2 ) ,(y i,t/ 2 )) — * / ( ( x i , x 2 ) ,( y i,y 2 )) = x i Ví - x í Vi ,

deduzca lo siguiente:

a) Si u es un operador sobre C 2, entonces /[ u (x ),u (y )] = ( d e t( u ) )f( x ,y )


para todo ( x l t x 2 ) = x y ( y i,y ¡ ) = y de C 2.
b) u conserva a f o det(u) = ± 1 .
c) Aplique la definición ( 6 ) al caso del grupo de matrices Ai 2 x 2 , tales que
lM A M = A, con A = ^

41) Considérese un endomorfismo u sobre C 2 (operador) que deje invariante (pre­


serve) a la forma cuadrática q definida por q(x) = x 2 = x 2.

a) Muestre que det(u) = ± 1 .


b) Demuestre que los elementos Uij de m atriz de u en la base canónica
verifican: u n = ± 1222 ,^12 = ± « 2 1 y « n —u 22 = *·
c) Verifique que si det(-u) = ± 1 , entonces existe A 6 C, A =f= 0 tal que
42) Sean un espacio pre-hilbertiano real E y un subespacio de dimensión n finita
nV . Definamos una aplicación Pv sobre E así:
n
E 3 x — ► P v (x ) = ^ < x|e¡ > e¡.
1=1

Pv se llama proyección ortogonal de x sobre V.

a) Demuestre que P v existe, es lineal e independiente de la elección particu­


lar de la base ortogonal (e¿), ¿ = 1 , 2 , . . . , n, de V.
b) Muestre que Py = P v ° P v — Pv \ por esta razón P v se llama un pro­
yector.
c) Con la operación de proyección ortogonal examine la idea esencial del
proceso de ortonormalización de Gram-Schmidt: construir ek+i a partir
de u*+ i , restando de este último su proyección ortogonal sobre el espacio
subtendido o generado por u i, . . . , u k .
d) Pruebe que < /V ( x )\y > = < x \P v (y ) > para todo x ,y 6 E. (<=> P y =
Pv', P v es autoadjunto)
e) Compruebe que P v{x ) es el único vector en V tal que x — P v (x ) es
ortogonal a V.
f) Deduzca que P v ( x ) no depende de la elección particular de la base orto­
gonal empleada en V.

43) D ada una m atriz no nula de S n(R), encuentre que la traza de su cuadrado
siempre es estrictam ente positiva.

44) Sean M una m atriz ortogonal real n x n, M 6 0 ( n , R) = 0 „ (R ) A un autovalor


de M asociado al autovector X .

a) Muestre que Xl X = l X * M y |A| = 1.

b) Verifique que 'M (7 - M ) = —*(/ - Ai) y lM ( I + Ai) = ' ( / + Ai).


c) Pruebe que si det(A i) = 1 y n = 2p + 1, o det(Ai) = —1 y n = 2p,
un autovalor de Ai es igual a 1, y, si det(Ai) = —1, un autovadorde Ai
es —1 .

45) Considérese / 6 S 2 (R3) de matriz

1 2 3\
2 3 4
3 4 5/

en la base canónica.
a) Calcule el núcleo K e r ( f ) .
b) Dado a = (0 1 , 0 2 , 0 3 ) =j= 0, halle el subespacio vectorial de R3 ortogonal
al subespacio generado por a.

46) Si X - ♦ q ( X ) = I 1X2 es una forma cuadrática sobre C 2, encuentre una base


ortonorm al p ara q.

47) Sea el espacio euclidiano R" con una forma cuadrática q cuya forma bilineal
sim étrica asociada adm ite por m atriz a M ■ 'A i con M e A/n(R) inversible.
Deduzca que

a) q(x) ^ 0.
b) q(x) = 0 <=> x = 0.

48) Sea A/ un a m atriz real n x n antisim étrica con ( / + Af) inversible.

a) M uestre que [ / + M, I — M ] = 0. Aquí [ , ] es el conmutador: [A/, N] =


MN -N M .
b) Demuestre que ( I + M ) ( I — M ) ~ l es ortogonal.

49) Dado un espacio vectorial E de dimensión finita, sobre K de característica


diferente de 2; sean, sobre E , una forma bilineal sim étrica no degenerada y
un operador lineal u, ortogonal con u 2 = id.£.

a) Demuestre que u es autoadjunto.


b) Si u ± = \(id.E ± u), concluya entonces que v +(E ) es el conjunto de los
elementos de E invariantes por u.
c) Deduzca que u +(E ) y u _ ( £ ) son ortogonales, y por consiguiente E =
u+ (E) © u _ ( £ ) .

50) Dado un espacio E real de dimensión n ^ 2 de base (e¡); sea la correspondencia

(X , Y ) f ( X , Y ) = XnVn - X l V l - I 2 y j , . . . , * n - i y n - l ·

a) Establezca que / es una forma bilineal sim étrica no degenerada de E.


7'JÍ.
b) Si T es un vector tem poral (i.e .q ( T ) = f ( T , T ) > 0) de E , encuentre que
los vectores X no nulos ortogonales a T son vectores espaciales (q(X ) <
0). Si, además, q(T) = 1, deduzca que entonces todo vector X e E puede
representarse en la forma

X = f(T ,X )-T + Y con f ( T , Y ) = 0.


51) En R4, con la base canónica (e¡), se tiene la forma cuadrática

X '— ► q ( X ) = q(x, y, z, t) = x y + zt.

a) Halle la forma / e S 2 (R4) asociada a q y el discriminante de q.


b) Pruebe que (ej + e^.ei —e2, e 3 + e4, e 3 — e4) es una base ortogonal para
q. Halle la signatura de q.
c) Sea el operador u sobre R 4 de m atriz (A/,>) en (e,). Encuentre las condi­
ciones necesarias y suficientes que deban cumplir los Afy para que u sea
ortogonal.

52) Considérese, sobre un espacio vectorial real de dimensión finita E, una for­
m a bilineal simétrica / y la posibilidad de que existan x i,Z 2 6 E tales que
/ ( i i , i i ) > 0 y / ( x 2 , 1 2 ) < 0. Demuestre que se puede construir una base E ,
formada de vectores isotrópicos.

53) Dos formas cuadráticas reales / y g, de m atrices M y N respectivamente, son


ortogonalmente congruentes cuando, y sólo cuando, tienen el mismo espectro
con las mismas multiplicidades.

54) Demuestre que toda forma cuadrática real / , de m atriz A con espectro A i , ,
An , es ortogonalmente congruente a la forma cuadrática g tal que g(y) =
E T -i-W ·

55) Pruebe que to da forma cuadrática real con índice de positividad p y r =rango
de la matriz A de f , es congruente con la forma cuadrática g tal que

9(y) = y? + y\ + · · · + vi - yjUi - ■ ■ ■ - v i
sea la forma canónica de / .

56) Muestre que una forma cuadrática real es positiva si, y solamente si, el espectro
de su matriz es positivo.

57) Verifique que si una forma cuadrática real es positiva, esta propiedad es inva­
riante, a saber, se conserva en un cambio de base.

58) Pruebe que si la forma cuadrática q (X ) = lX M X es positiva, también lo


es q '(Y ) = ‘Y M ~ l Y . Sea q una forma cuadrática positiva sobre Rn definida
por q (X ) = l X M X . considere una forma cuadrática q' definida por q '(X ) =
*X M ' X sobre R3. Pruebe que, entonces, existe un cambio de base o transfor­
mación de coordenadas que las reduce simultáneamente a q (Y ) = y j + . . . + y*
q'(Z ) = Al z? + . . . + A„z2.
59) Demuestre que un operador u (endomorfismo) de un espacio euclidiano nE
orientado es una rotación si existen dos bases ortonormales (e,·) y (e'J con la
inisma orientación, tales que u(e¿) = e$ (1 < i < n). Encuentre por inducción
el número máximo de parám etros reales pn de los cuales depende una rotación
de n E. Dé los valores de P2 .P 3 .P 4 -

60) Sean ( i , j , k ) y (i ' , j ' , k ') dos bases del espacio euclidiano 3 E con la misma
orientación. Considere una rotación R definida por R (i) = i', R (j) = j ',
R (k ) = k'.

a) Demuestre que existen tres rotaciones R lt R?, R 3 tales que R = R 3 o R 2o


R u definidas así: Ri es la rotación del ángulo ¡p alrededor de k que lleva
(i , j , k ) a (¿1 , j i , ki), R i es la rotación del ángulo 9 alrededor de ¿1 que
lleva en k 2)\ y, R¡ es la rotación del ángulo 4 >alrededor
de k 2 que lleva ( 12 , Í 2 >^ 2 ) a (i ' , j ' , k ').
b) Calcule la matriz M (R ) de R con relación a la base (t, j, k) en función de
los tres parám etros ip,9,ip, llamados ángulos de Euler de R o de M (R ).
Se tom a i 1 en la intersección de los planos definidos respectivamente por
(*,j) é ( * ',/) .

61) Considérese un espacio vectorial real finito dimensional nE t que tiene una for­
ma bilineal simétrica / notada también < | > , su forma cuadrática asociada
q y una base ortonorm al (e\ , . . . , e'n). Llámese / ( e ', e') = < e '|e ' > = ot¡.

a) Demuestre que existe una base ortonorm al ( e , , . . . , en ) tal que e< = e' si
q¡ = 0, et = a ~ ^ 2 eJ si a* > 0 y = (—a<)“ l/ 2ej si a¡ < 0.
b) Muestre que existen dos enteros positivos s y t tales que a , , a 2, . . . , a , >
0; O j + i , o i j + í < 0 ; Q j + t + i , . . . , otn 0.
c) Encuentre que el valor de q, q{x), en (e,) se compone de s términos po­
sitivos, t términos negativos y (n — s —í) términos anulados. Calcule q
en función de a* en (e') y (e¿).
d) Verifique que los números s y í son independientes de la base ortogonal
elegida, s se llama el índice de positividad; s — t se llama la signatura de
q y (n — s —t) el índice de nulidad.

62) a) En R verifique que el producto escalar es la multiplicación de reales.


b) ¿A qué corresponde ||x¡, x e R?
c) Calcule <¿(x, y); x, y e R.
d) Interprete la desigualdad de Minkowski.
63) Se llama m atriz de Lorentz aquella matriz L = (L¡3) i, j = 1 ,2,3 ,4, tal que
la transformación lineal asociada y —* L y = x deja invariante a la forma
cuadrática Q (x) — x 2 —x 2 —x 2 —x 2, a saber Q{x) = Q{y) (el valor de Q).
Compruebe que el producto de matrices de Lorentz es también o tra matriz de
Lorentz.
Compruebe que

Xj + /3i 2
yi
\A -0 2
x 2 + /3xi
Vi (0 = parám etro de rapidez)
VI-/32
V3 = X3
y4 = x 4 (0 < 0 1 <1)

es una transformación de Lorentz.

64) Pruebe que para que exista una m atriz U e G L(n, Z) que tenga la primera fila
(o columna) d ada por a n a n . . . Qin, es necesario y suficiente que esos enteros
sean primos entre sí. ¿Podría escoger U £ S L (n , Z)? Construya una matriz
de S L ( 3 , Z) cuya primera columna sea 2 , 3 , 4. Fabrique otra cuya segunda
columna sea 2 ,3 , 4.

65) Sea en R2 una forma cuadrática q(x) = 1X Q X con Q = ^ ^ y la trans­


formación linead x -* Q X .

a) Estudie el lugar geométrico de ecuación q(x) = 1, en los casos a > 0 y


¿>>0;a>0yb>0.
b) Si 0 < a b > 0, busque una relación cualitativa que tenga que ver con
los autovectores de longitud 1, la función x —» < T (x )|x > y los ejes.

66) Se d a la forma cuadrática X —* q (X ) = q ( x ,y ,z ) = 2x2—y2+ 2 z 2+ 4 x y —2xz-t-


4yz sobre R 3 con la base y producto escalar canónico. Calcule los autovectores
y los autovalores de la matriz asociada a q, la nueva autobase que diagonaliza,
y escriba q en esa nueva base.

67) Sea sobre R3 la forma bilineal simétrica definida por f ( x , y ) = X1X2 +X2J/2 —
X 3 1 / 3 ; además, sea u 6 L(R3;R 3) de matriz M (a) = (M y), 1 ^ i , j $ 3 , con

respecto a la base canónica. Calcule u* en esta base.

68) Se dan la matriz M = ^ ^ y una matriz S real simétrica, S e S 2 x 2 (R)·


Halle el espectro de M S .
69) Sea (nE , / ) un espacio euclidiano, con la aplicación

9 (x, y) = + Vf ( y < y ) - V f ( x + y , x + y)·

a) Halle una condición necesaria y suficiente para que g ( x ,y ) = 0.


b) Si E ' c E es un subespacio de E, deduzca que, para todo x e E, existe
yx 6 E ' tal que x — yx e E ■L.
c) Se define la métrica

d { x ,E ') = infy z E ' V f i x - V ’X - y ) ·

Verifique que d ( x , E ' ) = d(x, y x).

70) E n IR4 se define la siguiente forma cuadrática q de Lorentz (de la relatividad


especial)

q(x) = x¡ + x \ + x \ —x 2.

Establezca que, entonces, existe una base de R 4 formada de vectófes isótropos


para q.

71) a) Considere el espacio euclidiano (R2, J) y el operador u e L (R 2, R 2). Halle


todas las matrices ortogonales de u en la base canónica.
b) Si R 2 tiene la forma bilineal simétrica dada por f ( x , y ) = x i y\ — X2 J/2 .
determine la m atriz de u cuando ésta sea ortogonal.

72) Sea nE sobre K conmutativo y / 6 A 2 (E). Supongamos que el único vector


a e E tal que / ( a , x) = 0 Vx 6 E, es a = 0; vale decir que f es no degenerada.
Sea, además, A = M ( f , (e¿)) = ( / ( e ^ ) ) .

a) Pruebe que / es no degenerada <=> A si, y sólo si, inversible (piense en


Cramer).
b) Considere a, fe 6 E tales que / ( a , fe) =}= 0, y sea / ( a , x) = f a(x) y /(6 , x) =
/b(x). Compruebe que f a y /¡, son formas lineales y no proporcionales
sobre E.
c) Verifique que el conjunto de los x e E tales que / a (x) = /¡>(x) = 0 forman
un subespacio vectorial E ' de dimensión n — 2.
d) Si se designa por P el plano generado por a y fe, compruebe que E =
P © E'.
e) Deduzca que la restricción de / a E ' es no degenerada.
f) Deduzca, por inducción sobre n, que si existe sobre E una forma bilineal
antisimétrica no degenerada, entonces d i m E es par. Sea 2p = d im E .
g) Si / e A 2 Í2 PE ) es no degenerada, encuentre que, entonces, existe una
base de 2pE con relación a la cual

donde 0P y l p son las matrices nula y unidad, respectivamente, de orden


p cuadradas.
h) Sea la m atriz A 6 M n( K ) de elementos ( A i j ) e K . Verifique que A es
antisim étrica [l A — —A) <=> ( A u = 0 y A ^ + A j i = 0). Demuestre que
tal m atriz no es inversible si n es impar.
i) Sea A, antisim étrica con n = 2p; si A es inversible, entonces, existe una
matriz U e G L(n, K ) tal que

73) Considérese n E real, / 6 S 2 (E) positiva no degenerada y U un automorfismo


de / . Se supone que los únicos subespacios de E estables por U son E y {0}.
Pruebe que existen dos casos:

a) dimE = 1 y U = ±Úe
b) dim E = 2 y existe una base ortonorm ada (e,) con relación a / tal que

donde <
p es un número real no múltiplo de 7r.
74) Sean nE real, / 6 S 2 (E) positiva no degenerada y u un automorfismo de E. De­
muestre que, entonces, existe una base (e¡) de E, ortonorm al para / , tal que

/1 \
1 o
1

M (U , (e¡)) =
cosici —se n tii
sen ili cosici
0
cosípn —sen <pn
V sen p n eos <pn /
donde los tp son números reales no múltiplos de n.
75) Dados A e M n(C) y su comatriz B , pruebe que si x es un autovector de A con
autovalor A, entonces existe un autovalor n de B tal que x es su autovector.
Considere los casos:

a) A es inversible.
b) A no es inversible y A 4= 0.
c) A = 0 es raíz simple del polinomio característico de A.
d) A = 0 es raíz múltiple de aquel polinomio.

76) Considere la m atriz A e M n(C),

( d o ai . ■ O n -lN
an a0 . • < * n -2

Va ! d2 ■ a0 )
y la m atriz de orden n

P = (Pki) = exp ■

a) Encuentre P P , deduzca que P es inversible y calcule P ~ x.


b) Sea u la raíz n-ésima de la unidad. Averigüe si el vector de componentes
( l , w , . . . ,uin -1 ) es autovector de A. Determine su autovalor.
c) Calcule P ~ l A P .

77) Sea el operador U de un espacio E sobre K y sea Xh, con (1 ^ h $ m),


un conjunto de autovalores, todos distintos, de U . Se d a una familia kh, con
( l ^ / i $ m ), de enteros positivos no nulos, y un conjunto de vectores x/, de
E no nulos, tales que

h = 1 ,2 ,3 ,. . . , m (u - XkidE)kk(.Xh) = 0.

Deduzca que x j , . . . , x m son linealmente independientes.

78) Sea la forma cuadrática binaria q definida por

X — > q (X ) = q(x, y) = 3x2 + 10x y + 3y2.

Halle la m atriz ortogonal que diagonaliza a q y escriba q en forma diagonal o


reducida: q (x',y')

79) Halle el cambio de coordenadas que diagonaliza la forma cuadrática definida


por q (x, y) = 2x2 — I2 xy + 5j/2, por el método de completar el cuadrado.
80) Reduzca a la forma canónica la forma cuadrática real definida por

q : R2 — ► R, q(x, y) = z 2 —2xy + y 2.

81) Verifique que las formas cuadráticas definidas por

q(x) = 3z2 —2xy + 2y2,q \ x ) = 2z2 + y2 + 3z2 —2xy - 2yz

son positivas.

82) D ada la forma cuadrática

X — ► q{X ) = 2x2 —2\/6xy + 4y2 sobre R 2,

calcule la matriz ortogonal P del cambio de base que diagonaliza a q y escriba


la transformación de coordenadas concomitante.

83) Diagonalice la forma cuadrática <j(x,y) = 2z2 + 2xy + 2y2.

84) Dadas las formas cuadráticas

(z ,y ,z ) — * q((x, y, z)) = x 2 + 2y2 + 6z2 - 2zz + 4yz y


(x,y) —► </((x,y)) = ( x - y ) 2,

calcule sus rangos y sus signaturas.

85) Dados los siguientes polinomios, diga cuáles definen formas cuadráticas y halle
su forma matricial.

a) 2xy + 4yz + 3zz.


b) 2 z2 —4yz + 2zyz —3z2.
c) 2z2 + 3zy + 4zz + 6yz + 3z2.
d) 3z2 + 4zy + 3.
e) 3z2 + 3zy + 5yz + z2.

86) Calcule los valores propios y los vectores propios de las aplicaciones lineales
/ y g definidas por

/ : R2 — ► R2, (x.y) ·-» / ( x ,y ) = (4z + 3 y , 3 z - 4 y ) ,


g : R3 — * R3, (x.V, z) /(x ,y ,z ) = ( 2 y - z , 2 x - z , 2 x - y ) .

87) Diagonalice las siguientes matrices. Además encuentre sus valores y vectores
propios:
«G V)· Gi)· (ï
/0 1 0 0\
0 0 1 0
« U -ï). G " ■) · 0 0 0 1
\1 0 0 0/

Diagonalice las matrices M i, halle sus vectores propios, calcule la matriz P de


cambio de base y verifique que D = P ~ l M ,P para

/1 1
°\
M2 2
l·1 1 ■
Vi 0 V
(-A 0 -2 \
M4 = 0 1
°
v5 1 3 1

89) Pruebe que la matriz

'c o s t sen#
m = ('i sent —eos#

admite un vector propio de R 2, cualquiera que sea el ángulo real 9. Calcule


X tal que R (9 ) X = X . Halle la interpretación geométrica. Calcule Y tal que
R (9 ) Y = —Y (*). Demuestre que “X es ortogonal a Y " es una condición
suficiente de (*); dé una interpretación geométrica.

90) Calcule la m atriz ortogonal que diagonaliza a


s/2

91) Calcule las bases ortogonales propias de que diagonalizan a las matrices
^6 0A ( 2 -2 >
^0 6 ] J V—2 2

92) Verifique que la matriz M es definida positiva y calcule la


(V 2 4 '•t
m atriz P D 1' 2 tal que M = ( P D ll 2 Y ( P D ll2).

/1 0 0 2\ /
:■$·
93) D ada la matriz 0 6 0 1, halle su descomposición espectral.
\ 2 07
94) Sea R2 con la base , e2 = · Considere los vectores siguientes,
con respecto a esta base: X = (x,y), Y = (z , u ), Z = (3,1) y U = (2,0).
Calcule ||X||, ||Z||, ||e' ||, \W2 l d ( X , Y ),d (Z , U) y d (e',e '2) en la base (e',e '2) y
en la base canónica ( e i,e 2 ) (use la matriz P que cambia la base canónica en
W ,e '2)).

95) Considere el espacio vectorial E de los polinomios en x con coeficientes reales


de grado ^ 2n. Sea / un operador de E definido por

E 9 P >-* f { P ) = (x2 - l) P '( x ) - 2(nx + b)P{x),

donde P ' es la derivada de P y b 6 R. Calcule los autovalores y sus autovec-


tores. Con estos resultados demuestre que la matriz de / es semejante a una
matriz diagonal.

96) Si / y g son dos operadores de nE sobre C, tales que / (o g) tiene n autovalores


diferentes, pruebe que

f ° g = g ° } <=> f y g tienen los mismos autovectores.

97) Muestre que para todo operador u simétrico, sobre un espacio euclidiano E ,
si u tiene un vector propio x 6 E que es ortogonal a y e E , entonces x _L u(y).

98) Demuestre por inducción m atem ática que todo operador simétrico sobre un
espacio euclidiano de dimensión n ^ 1 posee bases ortogonales propias. Mues­
tre que entonces to d a m atriz simétrica real es diagonalizable por medio de
una m atriz ortogonal.

99) U na matriz es definida positiva si sus valores propios son reales. Pruebe que
to d a matriz A sim étrica y real es definida positiva cuando, y sólo cuando,
existe una matriz Q, no singular, Q = P D 1/2 tal que A = Q -l Q. Aquí D =
P ~ l AP.

100) Compruebe que la m atriz A = B ■ lB es definida positiva si B es real y


detB =f= 0.

101) Pruebe que si A es una m atriz real diagonalizable con el espectro Ai, A2, . . . , Ar
de multiplicidad m i , m 2, . . . ,m r , entonces A puede descomponerse espectral­
mente en la forma

1=1
y se verifica que:
a) Ai ■ A j = SijAi.
b) A y Ai conmutan.
c) 2 1 - ! * - / , V i , j = 1 , 2 , 3 , . . . , r.

102) D ada la descomposición espectral de la matriz A, verifique que


[A, B] = 0 cuando, y sólo cuando, [£?, v4¿] = 0 Vt = 1 , 2 , . . . , r. Pruebe que si
A es inversible entonces (A- 1 ) = 2 1 « i

103) Compruebe que si la m atriz A es simétrica, entonces A + e A es definida positiva


para e suficientemente pequeño.

104) U na m atriz A simétrica real de orden n se llama definida positiva si lX A X >


0, para todo vector columna X e R n, X 4= 0. Considere una m atriz B arbi­
traria, real no singular. Compruebe que lB B es definida positiva.

105) En R n , con su producto interno canónico, demuestre la desigualdad de Cauchy-


Schwarz de la siguiente manera:

a) Desarrolle ||Ax + y ¡2 ^ 0;
b) pruebe que si a ,b ,c 6 R son tales que el trinomio de segundo grado es
aA2 + 6A + c > 0, VA e R, entonces 62 - 4ac ^ 0.

106) Compruebe que si la desigualdad de Schwarz se reduce a una igualdad,


| <x | y> |= |¡x||¡|y||, entonces los vectores x y y son linealmente independientes.

107) Sea f un operador de nE sobre K . Se considera el endomorfismo (operador)


7 de E*.

a) Pruebe que f y 1f tienen el mismo polinomio característico.


b) Sea ' / (A) el subespacio propio de E asociado al autovalor A de / , y V"(A)
el subespacio de E * asociado al autovalor de A de 1{. Compruebe que
dimV(A) = dimV'(A).

108) Deduzca que una matriz sim étrica real tiene una raíz cúbica simétrica, vale
decir: si A es real simétrica, entonces existe B , real simétrica, tal que A = B 3.

109) Sea la matriz M , con el vector propio X asociado al valor propio A. Pruebe
que entonces:

a) X es vector propio de M m con valor propio Am (m es un entero positivo).


b) Y = P _1X es un vector propio de P ~ l M P asociado al valor propio A.
c) n 4- A es valor propio de n i + M , V/z e K .
d) Si M es idempotente, entonces A = 0 o 1.
e) Si M n = / , entonces A" = 1 (n es un entero positivo).
f) Si M es nilpotente, entonces A = 0.

110) Compruebe que todas las raíces características de una matriz ortogonal tienen
valor absoluto 1.

111) a) Pruebe que las raíces características de toda matriz antisimétrica son o
ceros o imaginarias puras.
b) Compruebe que la sum a de dos productos escalares es un producto es­
calar.
c) Compruebe que un múltiplo positivo de un producto escalar es un pro­
ducto escalar.

112) Muestre que:

a) si todos los valores propios de una m atriz son no nulos, entonces dicha
matriz es no singular.
b) Una matriz es singular cuando, y sólo cuando, tiene algún valor propio
nulo.
c) Si A es un valor propio de una m atriz A no singular, entonces A-1 es un
valor propio de A- 1 .

113) a) A partir del producto escalar de dos vectores X y Y de R" y de sus


normas, halle la fórmula que da el coseno del ángulo entre ellos.
b) Calcule el coseno del ángulo 9 entre X y Y si:
i) X = ( 1 ,- 3 ,2 ) y y = ( 2 ,1 ,5) en R3 con el producto escalar canónico.
ii) X = 2t - 1, Y = í2, con < X \ Y > = X (t)Y { t)d t.

ii¡) X = (3 - l ) ’ Y = (2 í ) en M2(R)' COn < >= Tr(tXY)·

114) Sobre nE de cuerpo K se dan dos operadores A y B cuyos n autovalores son


distintos dos a dos en K . Pruebe que [A, £ ] = 0 si, y sólo si, A y B tienen los
mismos vectores propios.

115) Sea la sucesión ([/„), n 6 N’ = N - {0}, definida por C/n+2 = Un + 1 + Un, con
Ui = U2 = 1. Sea, además, un operador de L (R 2) de matriz A = ^ con

respecto a la base canónica definido por A = ^ = · Calcule Un .


116) Considérense k sucesiones complejas (ui,n ). · · ·. (“ *,»)> que verifican Vn e i

W .n \
üa.n+1 ^ ,n

V^*,n+1/
donde /1 6 A/*(C) es independiente de n. Calcule para /i = 1 , 2 , 3 , . . . , k,
en función de Ui,o ,. . . , de n y de j4 y , cuando los autovalores de A son
todos distintos.

117) a) Halle los valores y vectores propios de la matriz

A =

b) Encuentre la forma diagonal D de A.


c) Demuestre que existe una base propia.
d) Calcule la matriz P de cambio de base.
e) Verifique que D = P ~ lA P .
f) Resuelva los literales b) c) d) y e) para la m atriz

118) a) Halle los valores propios y los vectores propios de la m atriz

b) Encuentre la forma diagonal D de A.


c) Demuestre que existe una base propia.
d) Calcule la m atriz P de cambio de base.
e) Verifique que D = P ~ l A P .
119) a) Resuelva el ejercicio 118 usando la m atriz
*

b) Haga observaciones sobre S y P.


c) ¿Es diagonalizable la siguiente matriz?:

-4 O —2 \
0 1 0 ) .
5 1 3 /
w w w .elso l


F o rm as m u ltilin eales

Esta sección, generosamente cargada, ilustra la potencia e importancia que tienen las
formas multilineales, tanto en la m atem ática como en la física, ora como elemento
primitivo fundamental, ora como instrumento elegante de unificación de diversos
campos matemáticos, ora como artilugio geométrico de razonamiento por excelencia.
Exhibamos su filosofía.
Ya el lector “conoce” los determinantes a través de cálculos hechos con las ma­
nos al resolver explícitamente sistemas de ecuaciones lineales y al operar con crite­
rios sobre la independencia lineal. Sabemos lo que “es” un determinante por una
“fórmula" o “receta” definitoria, la cual nos proporciona el modus operandi. Aun­
que pedagógicamente es valioso saber servirse de una cosa sin saber qué es o cómo
se define, es necesario subsanar tal deficiencia, y éste es uno de los objetivos del
presente capítulo.
La primera aplicación de las formas multilineales se dirige a definir rigurosamen­
te los determinantes. Curiosamente, éstos —a pesar de su naturaleza multilineal o
multivectorial— sirvieron para exposiciones clásicas del álgebra lineal, pero luego
se mostraron impotentes en los llamados teoremas de existencia; de allí la necesidad
de elaborar una teoría autónom a de los determinantes, la cual se obtiene usando
masiva y totalitariam ente el método geométrico (uso masivo de espacios vectoria­
les), más simple, más general y más unificador. Este método era enseñado hace más
de un siglo por Kronecker en la Universidad de Berlín. El método geométrico usa
las formas multilineales alternadas que permiten invertir el problema tradicional,
mecánico y operativo, de dar la fórmula para calcular un determinante y luego dedu­
cir sus propiedades; con el razonamiento geométrico (independiente de todo proceso
operacional) primero se define intrínsecamente el objeto en cuestión (absolutista),
luego se deducen sus propiedades y por último se derivan las reglas de cálculo con
relación a una base o un sistema de coordenadas (relatividad).
-------------------m

w w w .e lso lu

Este “viejo” método empezó a implementarse en la m atem ática “moderna” al


niciarse la P rim era G uerra Mundial. La teoría general de la relatividad le suminis-
ró una segunda inspiración, ya que para ella la definición de un objeto debe ser un
ibsoluto universal (valga la redundancia); los cálculos dependen de bases, sistemas
le coordenadas y representaciones matriciales, es decir autoriza la relatividad de
:ada uno de nosotros. Lo absoluto concierne a todos nosotros.
Finalmente, el determ inante se interpreta geométricamente como el volumen de
:iertas figuras en cualquier dimensión. El determ inante de un operador expresa,
¡eométricamente, el cambio de volumen producido por una transformación o endo-
norfismo.
La prim era aplicación de las formas multilineales cobijará la teoría de los deter-
ninantes, los cuales estudiaremos bajo tres aspectos: determ inantes de vectores, de
:ndomorfismos y de matrices. Los cálculos mecánicos y otras propiedades no serán
ratados por ser de conocimiento de los estudiantes. En cambio, se consideran las
iplicaciones a problemas de carácter geométrico, como la inversibilidad de un ope-
ador, la independencia lineal, el rango y la orientación de una base y de un espacio.
En cuanto a esto último, es bien sabido que la orientación de un espacio por ba-
es orientadas carece totalm ente de sentido. No obstante, escoger bases en el espacio
uclidiano concreto M2 o R 3 con la ayuda de la mano derecha o izquierda tiene que
rer con la física y no con la m atem ática. P ara esta última, la distinción entre base
lerecha e izquierda no tiene sentido.
En el ámbito de la física clásica (la física de los abuelos) la izquierda y la dere-
ha son equivalentes. Pero el descubrimiento del com portam iento anómalo de ciertos
enómenos en el dominio de la física cuántica (la física de papá), hizo aflorar la de-
noníaca lucha entre la izquierda y la derecha. De m anera que hoy, apoyándose en
:xperimentos, se considera generalmente que en el terreno de la física no hay equiva-
encia general entre la izquierda y la derecha: la mano izquierda ignora lo que hace
a mano derecha; algo así como los izquierdistas que tienen el corazón socialista a
a izquierda y la billetera en el bolsillo derecho.
Como el estudiante tiene ya mucha práctica en la operatividad de los determi-
lantes, nos contentaremos con exponer la teoría de los determ inantes y así que-
lará exhibida una aplicación del álgebra multivectorial. Además, estudiaremos, en
¡articular, las formas multilineales alternadas, y así prepararem os el terreno para
1 capítulo próximo, donde se estudiarán las formas exteriores o tensores antisimé-
ricos.

i.l. G en eralid ades sobre las formas m ultilineales


alternadas
lean E un espacio vectorial y ( z i , . . . , x ¡ ,. . . , z p) >-* f ( x i , . . . , x v) una forma mul-
ilineal. Ya vimos que / es alternada o antisim étrica si / ( z ¡ , . . . , x p) = 0 cada vez
que dos vectores sean iguales. Por definición / es alternada si

/(aV (i).*ir( 2 ). · · ·. Ztt(p)) = e W / ( i i , arP) con tt e Sp.

P r o p o s ic ió n 1: Si f es una form a multilineal antisimétrica, entonces f ( x \ ,


...,xp) = 0 cuando los x \ , x 2, x p son linealmente dependientes.

D e m o s tra c ió n : Si los x \ , x 2, ■■■, x p son linealmente dependientes, entonces al


menos uno de ellos, por ejemplo x¿, será combinación linealde los otros, esto es

Xi — A^x^ -t- · · · “f· A¿—\Xi—j Aí-fl-iXt+i -f· · · · "f· Apxp

con Xj 6 K (t r¡t j) . Por ende,

/ ( x i , .. ., x p) = 2 A j / ( x i , . . . , x ¡ - i , x j , x ¡ + i , . . . , x p) = 0 ,
•/7

ya que cada término / ( x i , . . . , x¿_i, Xj, x »+ i,.. ·, x p) es nulo, puesto que Xj es igual
a uno de los vectores x i , . . . , x¿_i, x ; + i , . . . , xp. #

P r o p o s ic ió n 2: Sea / una form a multilineal antisimétrica. Entonces f ( x i , .. ., x p)


no cambia cuando se agrega a uno de los x¡ una combinación lineal de los Xj de
índices i # j.

D e m o s tra c ió n : Pongamos y como combinación lineal de los x 3 de índices i # j,


entonces f { x \ , . . . , x ¿_ i, x, + y,x<+ i , . . . , xp) = 0 (proposición 1). Por consiguiente

/ ( x i , ■. ■ , x¿—i , y “t" x¿+i, · · · , Xp) = / ( x i , ■ - · , x ¡-i,x » ,x t+ i, ■ ■ · ,x P)


+ / ( x i i ■ · · , x»—i »V)x ¿ + i , · · · , Xp)
= / ( x i , ■ ■ - , Xi—1, X», Xt+l, · · · i Xp) ^

El conjunto de las formas multilineales antisimétricas (respectivamente de apli­


caciones multilineales alternadas) definidas sobre E p = X f _ ¡E ' con valores en K
(respectivamente en el espacio vectorial F) es un espacio vectorial, el cual notamos
A P(E; K ) (respectivamente A P(E\ F )), subespacio de L P(E\ K ) (respectivamente de
L P(E ;F )).

E je rc ic io : Pruebe que si K es un cuerpo de característica diferente de 2, entonces


/ 6 L i ( E \ K ) es una forma bilineal alternada cuando, y sólo cuando, / es anti­
simétrica.
4.2. Form as n-lineales alternadas sobre un espacio
vectorial de d im en sió n n
Realicemos algunos cálculos preliminares para dos casos, en E n :

a) Caso n = 2. Sean una base ( e j,e 2) y los vectores x = x*ei + x2e2 = (x l , x 2)


y y = y 1 e¡ + y2e2 = (y*, I/2)· Si / es una forma bilineal antisim étrica sobre E,
tendremos:

f(x ,y ) = x V / ( e i , e i ) + x V / ( e i , e 2) + x2y l / ( e 2, e 1)
+ x 2y2/ ( e 2, e 2)
= ( x 'y 2 - x 2y l ) / ( e i , e 2)

/ ( e i , e 2) = / ( e l ,e 2)det(x ,j/).
y 1 y2

La aplicación (det) de 2£ 2 en K definida por (x, y) >-» d et(x ,y ) = x*y2 —


x 2y 1 es visiblemente bilineal. Además d e t(e i, e2) = 1. Concluimos la siguiente
proposición:

P ro p o s ic ió n 3:

i) Existen formas bilineales antisimétricas no nulas sobre 2£ 2.

ii) Si f es una forma lineal antisimétrica sobre 2£ 2 entonces f puede escribirse


como f = A(det), con A e K .

iii) Para todo escalar A e K existe una única forma bilineal antisimétrica F tal
que f ( e i , e 2) = A.

C o ro la rio 1: El espacio vectorial de formas bilineales antisimétricas definidas so­


bre 2 E 2, í42(2£ ) , es de dimensión 1.

b) Caso general. Se usará el mismo mecanismo operativo que en el caso anterior,


pero el cálculo es más complicado debido a la n-linealidad. Sea (e„) una base
de n E y / una forma n-lineal antisimétrica. Consideremos n vectores de E:

*1 = (x }, x 2, . . . , x ? ) = x\e¿
x 2 = (x2, x 2, . . . , x 2) = x2e<

X" = (xñ.X2 .---.X n ) = < « < ·


De manera genérica, x / = x¡‘ e,, con / 6 [1, n] y t; e [1, n]. Ahora desarrollamos
el escalar f { x \ ' e i,, x 2 eíi >■ · · , x ‘n" ein) con la multilinealidad de / . Encontramos
una sum a de n " términos

x i' x 2 , ' ' 1» / ( e«ii c« j,···>«<»),


donde los multi-índices t i , ..., son elementos cualesquiera de {1,2,
Como / es alternada, los términos anteriores son nulos salvo si i i,...,t„ son
todos distintos, es decir, si t, = p( 1), i2 = p(2), ..., t„ = p(n), con p e S„. Por
consiguiente, teniendo en cuenta que las permutaciones p e S„ sólo cambian
el orden de los n enteros {1,2, ..,n ) sin repetirlos, se tiene:

f ( x i , x 2, . . . , x „ ) = ^ I ! <1)l2 (2>- " I n n)/(ep<i),ep(2), . . . , e p (n)).


pes„

Finalmente,

.P(2) .. .T-p(n)
/( x i,X 2 ........Xn) = 2 e(P)I i<1>í / ( e i , e 2, . . .,e „ ).
be5„

Nótese que la sum atoria se extiende sobre todas las permutaciones posibles
de los enteros {1,2,
Recíprocamente, dad a una base (e„) de nE construyamos una aplicación, que
Llamaremos determinante, de n E n en K , simbolizada por (det) y definida así:

( x i , . . . , x „ ) I— (d et)(x 1, . . . , x n) =
,peS„

(Al construirla estamos probando su existencia).


E sta aplicación goza de los siguientes atributos:

1) existe;
2) es n-lineal, ya que cada término de £ depende Linealmente de cada uno
de los vectores X \ , x 2 , . . . , x „ ;
3) no es nula, ya que ( d e t)(e j,. . . , e„) = 1 implica (det) * 0;
4) es alternada;
5) / = A · (det), lo cual proviene de poner f [ e \ , . . . , en) = A e K , entonces
/ ( x i , . . . , x „ ) = A(det)(x1, . . . , x n), V ( n , . . . .x » ) e E n y
6) es única, ya que en particular si / es una forma n-lineal alternada sobre
E tal que f ( e i , . . . , e n ) = 1, entonces / = (det).

Estas afirmaciones se resumen en el siguiente teorema:


-------------------- "T
www.elsolu<p

• f
152 /Algebra multilineal

i
f
T e o r e m a 1: Sea nE un espacio vectorial y (en ) una base. Para todo sistema de n
vectores de E , Xi = eix, x 2 = Xj’ ej,, . . . , x n — xj,ne<n ; supongamos

d e t( ii,...,x n) = ^ £(p )x ■ ■ ■ x n n)■


p€:S n

Entonces:
i) Existe una form a n-lineal alternada única llamada determinante fdetj sobre
E tal que

d e t ( e i , . . . , e n) = 1.

ii) Si f es otra forma n-lineal alternada sobre E, y si ponemos f ( e \ , . . . , e„) = A,


se tiene

f ( x i , . . .,x „ ) = A d et(xx,.. . ,x „ ) o · / = A ■ det, V (x i,. . . ,x n) e E n .

iii) La dimensión del espacio vectorial de formas n-lineales antisimétricas defini­


das sobre E n es 1 : dim i4n (n £ ) = 1. La base de A n (n E ) es la forma (det).

iv) Para todo escalar dado A e K , existe una forma n-lineal antisimétrica única
f tal que f ( e i ........en) = A.

v) Si una forma n-lineal antisimétrica sobre E n toma un valor diferente de cero


para una base, ella toma un valor diferente de cero para cualquier base de E.

E je rc ic io 1: Sea / una forma bilineal antisim étrica sobre nE 2. Sean x = x'e¿,


y = y ie j y = f(e¡, e^); demuestre que

f(x,y)= [xiy j - x j y i)a i j .

E je rc ic io 2: Recíprocamente, m uestre que la fórmula precedente, cuando se dan


arbitrariam ente los escalares a y (1 ^ i < j < n), define una forma bilineal anti­
sim étrica sobre nE 2 . Calcule la dimensión de A 2 (n E).
/> $ *
E je rc ic io 3: Encuentre la dimensión de y4m(n£ ) con m < n.

E je rc ic io 4: Sea / una forma n-lineal sobre E n . Verifique que la aplicación g de


E n en K definida por

p ( x i , . . . , x n) = e ( p ) /( x p(l),Xp( 2 ) ,- ·· ,Xp(n))
p€Sn
yir®
•Uf
-•v
es una forma n-lineal antisim étrica sobre E n . Se dice que la forma alternada g ha
sido obtenida por antisim etrización de la forma n-lineal / y se escribe g = A f . A
se conoce como el antisim etrizador.

N o ta : En el caso A n(n E ) se habla de formas n-lineales alternadas de grado máximo.


El determ inante, como función es, pues, un tensor covariante completamente
antisimétrico.

4.3. D e te r m in a n te s
4.3.1. D eterm inante de un sistem a de vectores con relación
a una base
Calculemos el determ inante de un sistema de vectores. Sabemos que existe una
única forma n-lineal antisim étrica que tom a el valor de 1 para una base de un
espacio vectorial. E sto justifica la siguiente definición:

D e fin ic ió n 1: Sea nE sobre K y una base (en). El valor escalar de la forma n-lineal
antisimétrica anterior sobre n vectores x \ , ..., x n de E , se llama determinante de
xi, x n con relación a la base (en ), y se nota d e t ^ j ( x j, . . . ,x n ) o simplemente
». det(a¡i,. . . ,x „ ).
El valor es, por definición,

d e t(x 1, . . . , x „ ) = ^ £(p)xp(1) • •• x p(n);


P€5„

tenemos que det(eji)(el t . . . ,e n ) = 1.


P or abuso de lenguaje se llam a determ inante (respecto a la base (en)) la apli­
cación det(e>i) de E n en K , la cual es una forma n-lineal antisimétrica. Tenemos la
notación

xi ■ · · x?

det (en) (Xl >· · · »Xn) —

íf’í".

De todo lo anterior se obtiene el siguiente conjunto de propiedades, ampliamente


conocidas, las cuales se deducen directa y exclusivamente de la multilinealidad:
T e o r e m a 2: Sean n E un espacio vectorial de dimensión n sobre un campo conmu­
tativo K , S n el grupo simétrico, e(p) el signo de la permutación p y n vectores
de nE : ( * i , . . . , x n ) e E n . Entonces:

1) d e t ( i l t . . . , i n ) depende linealmente de cada x¡.

2) d e t ( i ] , . . . , x n) = 0 cuando dos de los x, son iguales, o un vector es cero.

3) S i p e S n entonce« d et(zp(i),. . . , ! ( „ ) ) = e ( p ) d e t ( z i ,. .. , x n).

4) d e t ( z i , . . . , x n) no cambia si se agrega a uno de los vectores una combinación


lineal de los otros.

5) Para que d e t ( z j , . . . , z n ) sea nulo es necesario y suficiente que x i, x n sean


linealmente dependientes.

6) Sean ( e i , . . . , e„) y ( e 'i , . . . , e 'n) dos bases de n E y ( z j , . . . , z n ) e E n . Se tiene


entonces

det (e^ j ( z i ,. . . , z n) — det (Cn) ( z i , . . . , z n) · det · · ·» en).

7) La siguiente regla de la dualidad se cumple:

La demostración de este teorema es directa y se deja como ejercicio.

N o ta : La propiedad 7) permite escribir un determ inante de las siguientes maneras,


todas equivalentes y para todos los gustos según los autores:
; ■
zn ·■ XH n

Xi 1

Xy\ 1 *** Xnj *** *Em

De m anera, pues, que filas y columnas serán equivalentes o intercambiables, y


por cada teorema o propiedad concerniente a las filas tendremos otro idéntico para
columnas; es decir, los teoremas se duplican, son duales las filas y columnas.

Ejercicio 1: De la fórmula / ( x i , . . . , x „ ) = A d e t(x i,x 2 , . . . ,x „), V x i,...,x n (teo­


rema l(it)), muestre que existe un escalar A, independiente de x i, ..., x„, tal que
det(ei j .. e'„ )(x i, · · ·, Xn) = A det(e, .... en)(x i, · · ·, Xn)·

Ejercicio 2: Calcule el valor de A mencionado en el ejercicio 1.

E jercicio 3: O btenga la fórmula 6 del teorema 2.

E jem p lo 1: Calcule un determ inante de orden 2.

Solución: Tenemos que card(5„) = 2! = 2; existen sólo dos permutaciones: ^ ^^

par y Q impar, las cuales corresponden a la identidad y a la transposición.


Por consiguiente,

x_ ,i -2
x,
= l \ x \ — X*X2 -
x\ x\

E jem p lo 2: Calcular un determ inante de orden 3.

Solución: Tenemos que card(S„) = 3! = 6. Las tres permutaciones pares son


/1 2 3 \/ l 2 3\ A 2 3\ . . /1 2 3\ (l 2 3\
[l 2 3H 2 3 l j ’ ^3 1 2J i r i r e s impares son ^ 3 2j , ^ 2
2 3
. De donde
1 3

rjl2
x
_2
x 9 x2 = x \ x \ x \ + x \ x \ x \ 4- X3 XÍX2 - i.x \ x l x l +
_3
+ ^ í^ )·

desarrollo de este determinante de orden 3 equivale a la regla de Sarrus.

erc icio 4: Calcule

x 1 1 1 1 1 z
1 X 1 z x y
y2 z2 1 1
1 X y z x

e rc ic io 5: Demuestre que un determinante triangular es igual al producto de los


:mentos diagonales.

.4. D e te r m in a n te de una m atriz cuadrada


:a la m atriz n x n (cuadrada) con elementos en K

xl \

M =
- ("0 ■
v4 xl < )

os n 2 escalares xj definen, por medio de las columnas de M , n vectores x i, ..., xn


e K n cuya base canónica llamamos B , o por medio de las fórmulas i ; = se
enen vectores de un espacio E con base (e¿).

)efinición 2: Se llama determinante de la m atriz cuadrada M al escalar d e te (x i,


.. ,x n), y se le nota det M . Tenemos pues

det M = det(x’ ) = = ^ ¡ £(p)x?(1) . . . x ^ .


p€5

El determ inante sigue siendo un escalar igual a la suma de n! términos e(p) x p^


.. x pn(n). Si M es de orden n se dice que det M es de orden n, y se forma con los
nismos n 2 elementos x*· de M.
Si Ai es una matriz l x l igual a A £ K , entonces det M = A.
Si / es un endomorfismo cuya m atriz es Ai, con respecto a la base (e,), es decir,
jlí = M ( / ( e ;)) = M¡j, con f ( e j ) = A/ye*, entonces det Ai = d e t M ( / , (e¿)) =
det(ei)( / ( e i ) , . . . , / ( e „ ) .
En particular, cualquiera que sea la base se obtiene la propiedad conocida:

det I n = det M { I d s , (e¡)) = d e t ( e i , . . . ,e n) = 1.


(e¡)

Las propiedades del determ inante de una matriz, que se derivan de la definición
anterior y del teorem a 2, o sea de las propiedades de las formas multilineales anti­
simétricas, las condensaremos en el siguiente teorema:

T e o r e m a 3: Sea la matriz cuadrada con elementos en K . Entonces

1) det Ai conserva el mismo valor cuando se trasponen las filas y columnas.

2) det Ai = d e t ‘Ai.

3) Las propiedades para los vectores columnas cl son todas válidas para los vec­
tores filas lj (regla de dualidad):

det(c1, . . . , cn) = d e t ( / i , . . . ,¿n ).

Es decir:

4) d e t M es el determinante de los vectores filas de M , elementos de (K n)* con


relación a la base dual canónica de K n . M utatis mutandis para los vectores
columnas.

5) det M depende linealmente de cada columna (o fila), a saber,

det(c1, . . . ,c l + Ac/l, . . . ,cn ) = d e t ( c ', . . . , c*,. . . ,c n)


-I- A d e t( c ',. . . ,c/l, . . . ,cn);
d e t ( / i,. . . ,li + ¡xl'i, . . . , /„) = d et(¿ j,. . . ,U, . . . , ln)
+ p. det(Zi, . . . , l j , . . . , ¿n)i

con A 6 K .

6) det M = O cuando dos columnas (filas) son iguales o proporcionales y, en


general, cuando las columnas (filas) son linealmente dependientes. También
cuando una columna (fila) es nula.

7) Toda permutación p de las columnas (filas) de M transforma a det Ai en


e (p )d etA i. Si p es una transposición, det Ai cambia de signo.
8) det M no cambia si se adiciona a una columna (fila) una combinación lineal
de las otras columnas (filas). En general, para toda familia de escalares (Xk)
o (fik) (1 ^ k < n) tenemos

d e t / c 1, . . . , ^ - 1, ¿ Akck ,c ,+ i ......... c A = A' d et(cl ..................c S —.c");


' k= 1 /

det í ¿ i , li—i, ^ tLklki i»+i, ■··, ln ) = det (¿i, ..., l{, /n )·

Si se quiere conservar el valor de un determinante reemplazando una columna (fila)


por una combinación lineal de columnas (filas), es necesario que el multiplicador de
la columna (fila) reemplazada sea 1 .

E je rc ic io : Demostrar el teorema 3.

4.5. D e ter m in a n te de un operador i; :


¡V
O tras im portantes propiedades de los determinantes (ya conocidas) se derivan di­
rectam ente de las características del determ inante de un operador, el cual vamos a
estudiar.
Tomemos u 6 L ( nE ) y la aplicación

n E " 3 ( x i , . . . , xn ) ►— ► [ u ( x i) ,. . . , u(xn )] e „ r .

E je rc ic io 1: Estudie la multilinealidad de esta última aplicación.


La aplicación ( x j , . . . , xn ) ►-» det(Ci) [“ (xi)> · · · ,tí(x n)] 6 K es n-lineal alternada
porque

Xi = xí = > u(x¡) = u (x').

Como ya vimos que la función det(e.j es la base de A n (n E), entonces det(e-)


[u(xO, . .. ,« ( x „ ) ] = Adet(ej)( x i , . . . , x „ ) , V ( x i ,. .. ,x „ ) e E ".
Esto, además, quiere decir que en A n (n E) dos formas n- lineales antisimétricas
son siempre proporcionales.
La existencia de A e K está asegurada por el teorem a 1 ii). Además, A es
independiente de ( i ! , . . . ,x „ ) y de la base (e¿); sólo depende de u. E sta afirmación
se prueba e^í:
Sea o tra base (e') de E. Tendremos en este cambio de base, con la ayuda del
teorema 2, numeral 6, lo siguiente:

det (e<j [u(xt ) , . . . , u (x n)] = d e t (ei) [ u ( n ) , . . . ,u (x „)] · det (««)(«i,. . . ,e„)


— A det ) (x i , . . . , x n ) · det j (e i , · · · t en )
= A det . . . , x n)·

es decir, la igualdad

d e t (e.j [ u ( x i) ,...,u ( x „ ) ] = A d e t (ei)( x i , . . . , x „ )

siempre se cumple, cualesquiera que sean los vectores x, y la base (e¡).


Por otro lado, A es único, ya que

det («, [u(ei), . . . , u ( e n )] = A d e t (e, .....en)( e i........ e„) = A.

De donde:

P r o p o s ic ió n 4: Sean nE, y u un operador sobre E. Existe un escalar A, y sólo


uno, tal que cualesquiera que sean los vectores X\, xn y cualquiera que sea la
base (e¡) de E, se tiene

d e t («i) [u ( * i ) i - ■·!«(*»«)] = A d e t ^ x , , . . . , * « ) .

D e fin ic ió n 3: El escalar A de la proposición 4 se llama el determinante del operador


u y se nota det(u).
A = det(u) sólo depende de u. Entonces, cualesquiera que sean los vectores z i,
x„ y la base (e¿) de E:

d e t (e.) M z i ) ........u (x n)] = (det u ) d e t( <!.)( x i , . . . , x „ )

Tenemos, por tanto, que la definición de A es independiente de la base escogida (e*):

D efin ic ió n 4:

det(u) = d e t(ei) [u (e !),.... u(e„)] = det M (u , (a )).

El último término provee el medio efectivo para calcular el determinante de un


operador lineal.
E je rc ic io 2: Pruebe que d e t 'u = det ti.

E je m p lo 1: Si u = M e , entonces d et(Id g) = 1.

E je m p lo 2: Si u = homotecia h \ de razón A, entonces det(hx) = An .

N o ta : El determinante de un conjunto de vectores depende de la base, pero el


determinante de las imágenes de un conjunto de vectores no depende de la base.
P ro p o sic ió n 5: Sean u y v 6 L (E ); entonces

det(u o v) = det(uu) = (d e tu ) · (det v).

D em ostra ció n :

d e t («0 [ ( “ 0 v ) ( e i ) . - - - , ° w )(er.)] = det ( u [ i/( e ,) ] , . . . ,u [u (e „ )])


= ( d e t u ) d e t (ei)[v(e1), ...,v ( e „ ) ]
= (d etu )(d eti> )d e t(e.)(ej)
= det u · det v. ,

C orolario 2: Sean la matrices M y N . Entonces:

d e t( M N ) = d e t ( N M ) = det A f · det N = d e t(N l M )


= det(Aí lN ) = d et(‘Af *N) = d et(W lM ) = det(W A Í).

No hay resultado simple concerniente con det(u + 1>).

T eo rem a 4: Si u e L (E ) y (ei) es una base de E, las siguientes propiedades son


equivalentes:

i) u es inyectivo.

ii) u es sobreyectivo.

iii) u 6 G L (E ), es decir, u es automorfismo u operador inversible.

iv) d e tu * 0.

v) d e t(u _ l ) = ( d e tu ) - 1 .

vi) M = M (u, (ei)) es inversible.

vii) det M * 0.

vi ii) det A /-1 = (det A i)- 1 .

Ejercicio 3: Demuestre el corolario 2.

Ejercicio 4: P ruebe que, si K es de característica diferente de 2, el determinante


de to d a m atriz antisim étrica de orden impar es cero.

E jercicio 5: Demuestre que si A/y es una m atriz n x n (de orden n) tal que para
todo i , k e [1, n] £ AfyAÍ,·* = <5^, entonces det(A f2) = 1.
E je rc ic io 6: Dé la prueba del teorema 4. Utilice la siguiente cadena de equivalencias:

u es inversible ·» u es inyectivo.
o (u(ei), ...,ti(en )) son linealmente independientes.
■*> d im u (£ ) = n
<=> u es sobreyectivo.
·» d e t(ei) [ti(e i),...,u (e n)] # 0.
■e> d e t ti & 0 .

<=> det M 0.
M ■ M ~ l = I.
o det M ■ det M = 1.

E je rc ic io 7: ¿Qué comentarios puede hacer de la aplicación ti <-* det u de L (E ) en


K , o de G L „ (K ) en K ?

P r o p o s ic ió n 6: Todas las matrices semejantes tienen el mismo determinante.


D e m o s tra c ió n : Existe una P inversible para M y N semejantes tal que N =
P ~ l M P; entonces

det N = det P -1 · det M ■ det P = det P -1 · det P · det M = det M. #

También se puede razonar así: dadas M y N semejantes, existen un espacio


vectorial E , un operador u e L (E ) y las bases ( C j ) y (e\) tales que M y N sean
matrices de ti con respecto a (e¡) y (e'), respectivamente. Entonces det M = det ti =
det N .

N o ta : El determ inante de un sistem a de vectores depende de la base. El determi­


nante de un operador es independiente de la base, es un invariante, lo mismo que
el determ inante de una matriz. El determinante de un operador o de una matriz es
un invariante.

4.6. Cálculo de d eterm in a n tes


En esta sección nos limitaremos a reseñar y com entar los diversos procedimientos del
cálculo práctico de un determ inante, ya conocidos por todos. P ara determinantes de
orden n > 3, la aplicación de la fórmula general dada en las definiciones 1, 2 y 3 es,
en general, dispendiosa; por eso se recurre a otros mecanismos, todos justificables
y deducibles de la multilinealidad del determinante.
4.6.1. Cálculo de un determinante por bloques
Consideremos una matriz M de tipo (ni + n 2, n i + n 2) de la forma
n i —* *— n 2
t ( \
ni Mi M i
M = 1
T
n2 0 M2
i \ /
donde las submatrices A/i, M 2, M¿ y 0 son de órdenes n i x n i, n 2 x n 2, n i x n 2
y n 2 x n i, respectivamente. Entonces det M = det M i x d e tM 2 · La demostración
parte de la definición 1.
Sean ahora los m enteros positivos n i, n 2l ..., n m . Sea la m atriz M en forma de
bloques triangulares superiores:
(M u M 12 ··· M lm \
M 22 ■■· M 2m
M =

\ 0 MnxmJ
donde las submatrices M ,j son de orden n, x n 3. Entonces
m
det M = det M u ■ det M 2 2 ............. det M mm = ^ d e t M , .
¿ sal

La demostración se obtiene por inducción m atem ática.


Como caso particular tenemos: el determ inante de una m atriz triangular superior
es igual al producto de los elementos de la diagonal principal. Los dos procedimientos
son válidos en el caso triangular inferior.

4.6.2. Desarrollo de un determinante según los elementos


de una fila o de una columna
Sean M = ( a l;) una m atriz de orden n y M ,j la m atriz deducida de M suprimiendo
la i-ésima fila y la j-ésim a columna; el determ inante correspondiente a M y se llama
el menor asociado al elemento a y . El escalar i4y = (—1)‘+3 d e tM y se llama el
cofactor de índice i , j en M . Se dem uestran las siguientes propiedades:
Si Ay es el cofactor de índices i, j en M , entonces cualquiera que sea el entero
i comprendido entre 1 y n se tiene
det M = a i jA u + a 2 iA 2i + · · · + a„¿A ni (4.1)
d e tM = a jí Ají + a<2 Aj2 + · · · + ciinAin. (4-2)
La prim era expresión es el desarrollo de un determ inante por los elementos de la
i-ésima columna; la segunda es el cálculo del determ inante por la ¿-ésima fila. Estas
dos fórmulas reducen el cálculo de un determinante de orden n a otro de orden n —1.
Además, si t y k son enteros diferentes comprendidos entre 1 y n, entonces
tenemos:

Orifcj4|í + a-¡kA.2 i + · · · + Oínik-^ni = 0 (4.3)


+ Qr*2>4i2 + · · ■ + OíknAin = 0 (4-4)
Gracias a la regla de la dualidad las 4 fórmulas anteriores se resumen en:
n n
£ otijAik = íj* (d et A/) = ctijAk, = 5¡*(det M ).
i=l j=\

Ejercicio: Demuestre las cuatro fórmulas anteriores.

4.7. A p licaciones
De las variadísimas aplicaciones de los determinantes, sólo mencionaremos esquemá­
ticam ente unas pocas. P ara tener una vaga idea, por decir lo menos, de la generosa
y lujuriosa aplicación de los determinantes, sería recomendable hojear el texto Ele­
menta de la Théorie des Déterminants, de G. Doster (1883). Tiene aplicaciones al
álgebra, a la geometría analítica del plano y del espacio, y a la trigonometría, entre
otras.
a) Inversión de u n a m atriz. De las fórmulas precedentes se deduce (si se
considera a lA ij, llamada comatriz o transpuesta de la m atriz de cofactores) la
expresión M ■ (lA ij) = det Ai. De donde Ai-1 = (detA Í)-1 ‘A,j.
E sta última fórmula permite calcular la inversa de una matriz.
b) C riterio de in d e p e n d en cia lineal. Un sistem a de n vectores Xi, xn
de nE cumple con los siguientes criterios de independencia (o dependencia) lineal:

t) det(e.) ( x i,. . . , 2 „) ^ 0 implica que los (x¿) son linealmente independientes.

ii) det(e. ) ( i i , . . . , xn ) = 0 implica que los (xt ) son linealmente dependientes.

ni) P ara que (x t , . . . , xp) sean linealmente independientes (p ^ n) es necesario y


suficiente que se pueda extraer de la m atriz formada por las columnas x j, x ¡ ,
..., x" de las coordenadas de los (x¿), i = l,2 ,...,p , una matriz de orden p tal
que su determ inante sea diferente de cero.

Ejercicio: Demuestre lo anterior. P ara üt) use el teorema de la base incompleta


(Steinitz) y la sección 4.6.
c) C á lc u lo d el r a n g o d e u n a m a tr iz . El rango de una matriz, por definición, y
es el entero r más grande tal que exista al menos un menor de orden r no nulo en
la matriz dada. El rango es un invariante.
El rango se determ ina calculando todos los menores; o de manera más prácti­
ca, haciendo transformaciones elementales sobre sus filas o columnas hasta llevar
la matriz dada a la forma triangular T tal que sus elementos t¡k sean nulos para
k = 1,2, ...,n , cuando el elemento diagonal sea nulo; entonces el número de
elementos diagonales t u , Í 22 , ···, no nulos es el rango.

E je rc ic io 1: Pruebe que la definición de rango es equivalente a éstas:


a) Si M = M ( f , (e*)) entonces r g ( f ) = d im lm ( /) = r.

b) r — número máximo de vectores columna linealmente independientes.

c) r = número máximo de vectores fila linealmente independientes.

E je rc ic io 2: Detalle el siguiente ejemplo:

/1 3 —2 \ (l 3 —2 \ /1 3 -2 \
A= 2 5 -2 — 0 - 1 2 — 0 -1 2 ;
\1 1 6 ) \ 0 —2 8 / \0 0 4 )

Además, compruebe que rg(A) = 3 = rg(lA).


d ) P r o d u c t o v e c to r ia l. Sean los vectores v = (vx , v y i v z ), u = (u x , u y , u z),
w = (wz , w y, w z). El producto vectorial es, en notación abusiva:

i i k
U A V = Ux uv u.
vx vy vz
e) P r o d u c t o m ix to . El producto mixto es el invariante

ux uv uz
(u a v) ■ w = det(u, v, w) = vx vy Vz
wx wy Wz

E je rc icio : Pruebe estas fórmulas.

4.8. O rientación m a te m á tic a del espacio


P ara definir los anteriores productos es necesario conocer lo que se entiende en
matemáticas por orientación de una base y de un espacio. Aquí las bases de nE
serán n-tuplas ordenadas B = ( e i , . . . , en). Si se tiene o tra base B ' resulta siempre:
detb [B ') ^ 0, con d e t^ - S ') > 0 o d e ta ( S ') < 0.

D e fin ic ió n 5: Se dice que las bases B y B ' de nE tienen la misma orientación, o


sentido, si d e t b (B') > 0. Tienen sentido contrario si d e ta (B ') < 0.
La relación binaria entre B y B ' , 7Z (B ,B '), definida por d e ta (B ') > 0, es una
relación de equivalencia. En general, en el conjunto de bases B de nE, la relación
“B y B ' tienen la misma orientación" es una relación de equivalencia.

E je rc ic io 1: Demuestre las dos aserciones anteriores.


Si se escoge una base B q de E, se induce una partición de B en dos clases de
equivalencia:

1) las bases B que tienen el mismo sentido de B q;

2) las bases B ' que tienen orientación contraria a la de B q.

D e fin ic ió n 6: Orientar un espacio nE es escoger una de las dos clases de equi­


valencia en B. Las bases que pertenecen a una de las clases se llaman directas o de
sentido positivo. Las bases que pertenecen a la o tra clase se llaman retrógradas o
de orientación negativa.
P a ra orientar un espacio se escoge una base B q y se decreta que las bases directas
o positivas tienen la misma orientación.
Si ( e i , . . . , e n ) es una base de nE y p e <Sn , entonces las bases ( e i , . . . , e n) y
(ep(i)> ■ ■ · i ep(n)) tienen el mismo sentido si p tiene paridad par, y el sentido contrario
si p es de paridad impar. Si u es un automorfismo de E , es decir un operador que deje
a E invariante, que cambie todos los vectores sin permitirles salir de él, con det u >
0 (det u < 0), entonces u transform a tod a base en una base del mismo sentido
(de sentido contrario). E n el primer caso se dice que u conserva la orientación; en
el segundo, que cambia la orientación. Los automorfismos de E que conservan la
orientación de E forman un subgrupo de G L(E). Por ejemplo: el eje del tiempo es
el espacio R y está orientado por la sucesión de instantes pasado —» presente —»
futuro, de tal manera que se conserve el principio de causalidad: causa —* efecto.
E sta dirección causal invariante está dem ostrada por la teoría de la relatividad (cono
invariante de luz). En física de partículas se dice que éstas viajan en la dirección de
la flecha del tiempo. También se dice que las antipartículas viajan en la dirección
opuesta del tiempo. Así, un electrón nace en el pasado y muere en el futuro, pero
un positrón nace en el futuro y muere en el pasado.

E je rc ic io 2: Dem ostrar to das las aserciones precedentes referentes a G L(E).

E je m p lo 1: Sea dim i? = 1 ( E es una recta), entonces B — (e) y B ' = (e') son


tales que e' = Ae. Entonces d ete(e') = A dete(e) = A. Según que A sea positivo o
negativo, las bases tendrán el mismo sentido o sentido contrario. U na de las clases
de equivalencia en B se compone de todos los vectores deducidos de e por una
homotecia de razón A > 0; la o tra se compone de todos los vectores deducidos de e
por homotecia de valor A < 0. La escogencia de una de esas clases corresponde a la
intuición física de orientar una recta.

E je m p lo 2 : Sea dim .£ = 2 ( E es el plano) y sean las dos bases B = ( e i.e j) y


B ' = (e'j, e'2) (ver sección 2.10, ejemplo 5), con (o, b) coordenadas de e 2 con relación
a B. Se tiene la matriz:
1 a _^_ 1 eos#
= sen#.
0 b 0 sen#

Esto implica que B y B ' tienen la misma orientación si, y sólo si, b > 0, es decir, si
e 2 y e 2 están de un mismo lado de la recta que contiene e\.

E je m p lo 3: Sean d im £ = n, B = ( e i , . . . , e „ ) y B ' = ( e 'i , . . . , e'„) dos bases


ortogonales; entonces, det(t)i...iei>) ( e 'i , . . . ,e '„ ) = ± 1 , ya que existe un u e L (E ) tal
que u(ei) = e\, . . . , u(e„) = e'n y u es forzosamente ortogonal; por consiguiente
d e tu = d e t(......... [u(e 1 ) , . . . , u ( e n)] = ± 1 .

4.9. O rientación física del espacio


En R" se decide convencionalmente que la base canónica tiene el privilegio de ser
directa o positiva y se escogen de m anera natural las bases del mismo sentido que
ésta para designarlas como positivas. Pero en un espacio real „ £ no existe en ge­
neral ninguna base cuya escogencia se im ponga de m anera natural y privilegiada
con relación a las otras. La naturaleza m atem ática es indiferente a ello; por consi­
guiente, la escogencia de una base calificada de derecha es arbitraria. Por ejemplo,
los polinomios de grado inferior o igual a 1 con coeficientes reales forman un espacio
vectorial de dimensión 2 sobre R; una de sus bases está formada por ei = x — 1 y
e 2 = x + 1 . Decir que e 2 está a la izquierda de e\ carece de sentido en este humano
mundo maniqueísta.
Por otro lado, en el espacio físico, real, concreto, de dos o tres dimensiones, la
escogencia, por p arte de los físicos, de bases directas con ayuda de la regla de los tres
dedos de la mano derecha o con la regla de Ampère, es de la com petencia de la física
y no de la m atem ática. Sin embargo, no es un problema simple, ni mucho menos
trivial. Piénsese en la desviación de una aguja im antada por una corriente (expe­
rimento de Oersted) que siempre es hacia la izquierda. Este hecho impresionó hon­
dam ente al físico y filósofo E. Mach (1838-1916) — fundador del empiriocriticismo
o neopositivismo— , quien cuenta que le causó un choque emocional e intelectual
duradero. El famoso aforismo del asno de Buridan (1300-1358) quedó violado por
el fenómeno de Oersted (1777-1851).
Los físicos definen las bases orientadas positivas —o de mano derecha o dextró-
giras o del sacacorchos— , a partir del producto vectorial y la regla de Ampère o
convención de Maxwell. Estos triedros directos no tienen sentido matemáticamente;
la única noción concreta es la de dos bases o triedros de la misma orientación o de
orientación contraria, como se deduce de la teoría de los determinantes.
Ya vimos que dado un espacio vectorial cualquiera, no existe ningún medio na­
tural, intrínseco o canónico de escoger una orientación. Así, la noción de base directa
o derecha proviene de una elección arbitraria y no tiene carácter absoluto. Esto es
conforme a la naturaleza de la m atem ática. Pero la física tam bién es indiferente a
esa arbitrariedad: las leyes físicas son igualmente válidas en todos los sistemas de
coordenadas, dextrógiros o levógiros; por consiguiente, no se puede distinguir entre
una base derecha y una base retrógrada, entre la mano derecha y la izquierda. En
esto consiste el sacrosanto principio de la paridad. No obstante, la naturaleza ha
creado caracoles, ADN, tela de arañas, azúcar levógira, en donde el sentido de la
rotación está privilegiado.
El hombre tam bién ha creado una distinción entre la “izquierda" (Sinistra) y la
derecha: 1) entre zurdos y derechos; 2) sólo hay tijeras para derechos; 3) “los zurdos
tienen tendencias criminales” (sic) se afirmó irresponsablemente hace tiempo; 4)
abotonaduras de camisas para hombres y para mujeres, 5) los conservadores ingleses
manejan a la izquierda, 6 ) lo que hace la derecha lo ignora la izquierda.
La ilusión de que en el espacio físico el sacacorchos de Maxwell o el observador
de Ampère definen un procedimiento natural para distinguir las bases derechas
o izquierdas resulta invalidada, ya que esto no tiene ningún sentido matemático;
no obstante, de ello se habla en los textos de física. Los únicos espacios donde es
posible escoger canónicamente o de m anera natural una orientación positiva es en
los espacios euclidianos Rn . Con base en este principio se declara derecha toda base
que lo es respecto a la base canónica de R'*. Pero el físico olvida que el espacio físico
E j es sólo isomorfo con R 3 y no es idéntico a Rn ; además, no se puede definir un
isomorfismo entre Es y R 3 sin antes haber escogido una base en £ 3 (véase nota de
sección 1.7).
A todo este oscuro y confuso problem a de izquierda y derecha se agregó en 1956
uno de los descubrimientos más famosos y excitantes de todos los tiempos: la paridad
sí se viola. En efecto, en el dominio atómico y nuclear sí hay privilegio de la izquierda
sobre la derecha (en la radioactividad). En este nivel la naturaleza discrimina la
izquierda y la derecha; abandona la sacrosanta neutralidad que dogmáticamente se
le había conferido. La cosa no queda allí y se complica con la intervención del análisis
m atem ático y la geom etría diferencial. Esas disciplinas estudian, en particular, la
orientación de superficies al conocer localmente el sentido de recorrido de las curvas.
Superficies como la curiosa cinta de Möbius (véase figura 4.1) no tienen orientación,
ya que no se pueden fijar sus dos caras; globalmente sólo tiene una cara, aunque
localmente tenga dos caras. Una mano derecha sobre esa superficie después de una
vuelta regresa al punto de partida transform ada en mano izquierda. Un avaro quizo
beneficiarse de las sorprendentes propiedades topológicas de la cinta de Möbius:
para dorm ir feliz y sin preocupaciones de saber si había metido su dinero bajo la
sábana o lo había olvidado sobre ella, se compró una sábana en forma de cinta de
Möbius, con una sola cara. Un m atem ático tuvo mucha dificultad para m ostrarle
que su solución era errónea, ya que, argüyó, su dinero no cubría la totalidad de la
sábana (globalmente) y, además, que localmente sí existían dos lados en la sábana...

Figura 4.1.

El interrogante que más desvela a los físicos es el siguiente: ¿nuestro universo físi­
co es un espacio orientable? Según ciertas leyes físicas, ¿podemos orientarlo? Algu­
nos piensan que no existen evidencias que indiquen que el universo no es orientable,
es decir, que violaría el principio de la conservación de la paridad. Ya mencionamos
la radioactividad como fenómeno físico que perm ite orientar el espacio.
Supongamos que efectivamente el universo no sea orientable. Entonces existirían
ciertos senderos, en forma de cinta de Móbius, con desorientaciones encantadas.
U na persona que hiciese un paseo partiendo de un punto inicial con orientación
definida y regresase al mismo punto inicial, después de prolongar continuam ente
esa orientación, se encontraría con una orientación opuesta. Su corazón estaría a la
derecha, su hígado a la izquierda, sería zurdo, sus notas estarían escritas de derecha
a izquierda y su perro daría una vuelta en sentido opuesto para orinar; su brújula
estaría invertida con el polo norte indicando el sur, y viceversa. Como el viajero
no ha sufrido transformación alguna, se sentiría incambiado y normal, y afirmaría
que ha encontrado todo invertido: fenómenos físicos y cosas. Pero si nuestro viajero
realiza un segundo paseo desorientador y regresa a su punto de partida, encuentra
que todo es normal, lo mismo que él, y que nada ha cambiado: todo se ha preservado.
Este curioso fenómeno se relaciona de m anera inesperada con el grupo de rotaciones
y el espín.
E ste sencillo experimento m ental basta para m ostrarnos las bases frágiles sobre
las que reposan todas las nociones de orientación descritas en libros de física y
de m atem áticas enseñadas en el bachillerato, el pregrado y el posgrado de física...
G randes pensadores como P asteur, Mach, Pauli y Feymann fueron desorientados
sin necesidad de esos paseos.
Se prueba que los enunciados de la regla de Ampére y del sacacorchos de Max­
well son válidos en un espacio £ 3 orientado, pero no tiene rigurosamente ningún
sentido si no se adm ite a priori una izquierda y una derecha universales; en términos
m atem áticos eso quere decir: si no se adm ite una orientación.
Un análisis detenido m uestra que la brújula del experimento de Oersted no se
ha desorientado; la desorientación es aparente. Esto está ligado al hecho de que el
magnetismo, al contrario del campo eléctrico, es un vector axial asociado a rotacio­
nes y que depende de la orientación. E n últim a instancia, esto proviene del hecho
de que el campo electromagnético (indivisible, verdadero átom o relativista) es un
tensor antisim étrico de segundo orden con 6 componentes; más exactamente, es una
forma diferencial exterior de grado dos (2-forma). En conclusión, el viajero, después
de una vuelta desorientadora, encontraría las leyes del electromagnetismo incam-
biadas. Es decir, esas leyes no exigen que el espacio sea orientable, son indiferentes
a la izquierda y a la derecha. En cambio, las leyes de la radioactividad sí obligan al
espacio a estar orientado. La radioactividad discrimina la derecha de la izquierda.
El macrocosmos está desorientado. El microcosmos está orientado. El macrocos­
mos es irreversible. El microcosmos es reversible.
Sin embargo, el estudio de la radioactividad es local, y aunque define una izquier­
da absoluta, esto no impide que en regiones muy alejadas exista o tra manifestación
radioactiva sim étrica que defina más bien la derecha y se restablezca así la sim etría
izquierda-derecha. Por ahora conocemos lo local muy bien, pero bien puede suce­
der que la idea global que tenemos del universo sea imperfecta, aproxim ada y muy
alejada de la realidad, y entonces la noción de orientación carezca absolutamente
de sentido. Sobre este apasionante tem a es instrutiva la lectura excitante del ma­
ravilloso libro de M. G ardner Izquierda y derecha en el cosmos, Salvat, Barcelona,
1986.
f f 1111

170 /Algebra multilineal

4.10. P ro b le m a s

1) Establezca la equivalencia entre la definición de determ inante de orden n dada


aquí y la definición clásica: “el determ inante de n 2 cantidades o elementos es
la sum a algebraica de todos los productos posibles que se pueden formar con
esos n 2 elementos tom ados n a n , de m anera que cada producto o térm ino
sólo contenga un elemento de cada fila y de cada columna” . De esta defini­
ción deduzca que un determ inante es una función lineal y homogénea de los
elementos de una misma fila y de una misma columna.

2) Sean los determ inantes

ai ¿>1 Cl ai bi Cl ai + qi b1 Cl
A = a2 b2 C2 , B = a2 b2 C2 , y C = a2 + o¡2 b2 c2
“3 63 C3 Q3 í>3 C3 a3 + a3 b3 C3

a) Verifique que C = A + B (regla para sum ar determ inantes).

b) Pruebe, con ayuda de las formas trilineales, que C = A + B.

c) Con la ayuda de las técnicas de las formas multilineales, dem uestre que,
en general, se tiene el teorema: cuando los elementos de una fila o de una
colum na de un determ inante son cada uno la sum a (o diferencia) de dos
elementos, el determ inante puede descomponerse en una sum a (o dife­
rencia) de dos determ inantes. Recíprocamente, cuando dos determ inantes
sólo difieren por una fila o por una columna, esos dos determ inantes
pueden componerse en un solo determ inante.

3) Com pruebe que

a) A = B + C —D, donde

a i+ a i-P i b¡ cx
A = a 2 + C*2 — 0 2 l>2 C2
a 3 + &3 — 0 2 63 C3

a i 61 Cl »1 bi Cl Px bi Cl
B = a 2 ¿2 C2 , c = a2 b2 C2 , D = 0 2 ¿>2 c2
03 bs C3 a3 í>3 C3 03 63 C3
b) E = F + G — H - I , donde,

a( + ai bi - 0 i
E = 02 + a 2 62 — 02
a3 + a3 b 3 — 03

“ 1 bx Cx »1 bx cx
F = a2 ¿>2 C2 , G = a 2 b2 C2
“3 í*3 C3 a 3 ¿3 C3

«i 01 Cl Û1 P\ Cl
H = a2 01 C2 , / = a2 A C2
a3 03 C3 Q3 03 C3

4) a) Establezca, invocando las propiedades de las formas multilineales, que


en el problema precedente A = B + C — D y E = F + G — H — I.
b) Enuncie y demueste un teorema más general que el del problema 2c,
donde sum a y diferencia se reemplacen por combinación linead.

5) Verifique que

ai bx ci «i A 71 ai ±ai 61 ±/3i Cl ± 7 1
a2 bi c2 ± 02 62 C2 = a2 62 C2
a3 63 C3 a3 63 C3 03 í>3 C3

6) a) M uestre que

6c a a2 1 a2 a3
ca fe fe2 = 1 fe2 fe3
ab c c2 1 c2 c3

b) Demuestre que agregando al primer determ inante el determ inante

b+c
c+a
a+b

después de haber multiplicado las tres filas respectivamente por a, 6, c,


se obtiene

1 a2 a2 1 a a2
1 fe2 fe3 = (afe + ac + fec) 1 fe b2
1 c2 c3 1 c c2
' I-
i

7) Pruebe que

ai fe1 0 0
a2 ¿2 0 0 a1 fe! O3 03
a3 f>3 C*3 03 0-2 b2 Q4 04
0.4 64 a 4 04

8) Compruebe que

a 1 bi Cl 0 0 0
0-2 b2 C2 0 0 0
ai fei Cl a4 04 74
o-3 £>3 C3 0 0 0
0-2 b2 C2 X 05 A 75
“4 fe4 C4 a4 04 74
0-3 t>3 C3 Qe A¡ 76
“5 ¿5 C5 05 05 75
“6 f>6 C6 «6 06 76

Este problema y el anterior confirman el lema general que dice: cuando un


determ inante de orden par 2n se puede descomponer en cuatro determinantes
de grado n por dos líneas, una horizontal y una vertical, trazadas por el medio,
y si además, los elementos de uno de esos cuatro determ inantes son iguales
a cero, entonces el determ inante propuesto será igual al producto de los dos
determinantes menores que son adyacentes al determ inante menor que tiene
ceros.

9) Muestre que

“1 fel X a i 01 OiOi + 0202 felOl + b2Ct2


02 ¿2 02 02 a-101 + 0.2 P2 biPi + b2p 2

10) Demuestre que

a 1 fei Cl «1 01 7i
a2 fe2 C2 x 02 02 72
03 ¿3 C3 «3 03 73

a i a i + a.2 Ct2 + 0 3 0 :3 feiai + 6 2 a ? + ¿ 3 0 3 cjQi + C2 O2 -I- C3 Q3


ü \0 \ + 0.202 + 0-303 bi/3i + b202 + l>303 C1P 1 + C2 P2 + C3 P3
o-171 + a 272 + 0 3 7 3 ¿>i7i + ¿>272 + ¿>373 C171 + c272 + C373

Estos dos problemas ilustran la regla o teorema para multiplicar determi­


nantes del mismo orden: el resultado es un determ inante del mismo orden,
elementos de los productos son las sumas de los productos que se obtienen
multiplicando los elementos de cada columna en uno de los determinantes por
los elementos correspondientes de todas las columnas sucesivas del otro. Di­
cho informalmente: para multiplicar determinantes se multiplican columnas
por columnas.

11) Si en un determ inante D de orden n se reemplazan los diversos elementos


por sus determinantes menores respectivos, obtenemos un nuevo determinante
M = Pruebe esta propiedad en el caso particular de n = 3.

12) Confirme que el producto de dos determinantes A y B efectuado multiplicando


los elementos

a) de cada fila de A por los de todas las filas de B,


b) de cada fila de A por los de todas las columnas de B ,
c) de cada columna de A por los de todas las filas de B ,
d) de cada columna de A por los de todas las columnas de B.
Se obtiene el mismo resultado. T rabaje con el orden 2.

13) Deduzca que

1 0 0 0 ai b1 Cl y\
ai bi Cl
*1 a. 61 Cl a2 62 C2 V2
cl2 bo c2 =
-O

12 a2 ¿>2 C2 a3 C3 y¿
C5

Û3 b3 c3
x3 a3 b3 C3 0 0 0 1

ai bl c 1 Ui vi
a2 62 C2 u2 V2
a 3 ¿3 C3 U3 v3 )
0 0 0 1 V4
0 0 0 0 1

, Vi, u¡, i = 1,2, 3, y Vj j = 1,2, 3,4

14) Verifique que

ai bx Cl bi ci 1 O O
ai Pl
a2 b2 C2 X a 2 b2 c¡ x O ai Pl
L 02
a3 03 C3 i>3 C3 O a2 p2
bicti + ciPi biOc2 + Cx/?2
b2a i + c2pi b2 ot2 + c 2 /32
+ c3 /3i f)3a 2 + C3/02
15) Calcule

1 0 0 0 0 1 0 0
0 1 a a 1 0 a a
X
0 1 6 P 1 0 b P
0 1 c 7 1 0 c 7

16) Calcule

1 a2 + a 2 -2 a - 2a a2 + a 2 1 a a
1 b2 + p 2 -2 6 -2 P b2 + p 2 1 6 P
X
1 c2 + 7 2 -2 c -2 7 c2 + 7 2 1 c 7
1 ,P + 62 -2 d -26 cP + S2 1 d 6

17) Sean los determ inantes complejos

a + ib —c + id\ ,a' + ibf —d + id 4 ■


c -t- id a — ib y d + id! o ' —ib'

Demuestre que se obtiene la siguiente identidad:

(a2 + b2 + c2 + c¿2) (a '2 + 6'2 + d 2 + d'2) =


( a a ' —66' + c d — d d ' ) 2 + (a 6 ' + ba' + cd! + d d ) 2
l
+ { a d + 66' — c a' — d b ' ) 2 + (a d' — b d — c b ' + d a ' ) 2

Esto prueba el teorem a siguiente: el producto de dos sum as de cuatro cuadra­ IB


dos es la sum a de cuatro cuadrados.
ai 6i
18) a) Calcule
02 62

b) O btenga (a? + al)(b 2 + 6 3 ) = (0 1 6 2 —a 26 i ) 2 + (ai&i + aib?)2·, es decir,


pruebe que el producto de la sum a de dos cuadrados es la sum a de dos
cuadrados.
c) Dé los cuatro determ inantes correspondientes al determ inante en a).
¥ ■■■
|2
ai 61 ci
19) Halle 02 62 C2 . Observe la sim etría aquí y en (18). 1
03 63 C3
h.·

ai 61 ci
20) Sea el determ inante D = a2 6o C2 . Calcule las derivadas con respecto a
a3 63 C3

los elementos a t , 6¡, Cv, es decir, D'a, D'b, D'c. O btenga la derivada total.

It
21) Resuelva la ecuación

a i x + dt b¡
d2X + d.2 62 = 0.
CI3X + C¿3 63

22) Resuelva la ecuación

a2 — x ab — x eos 9
= 0.
ab — x eos 9 b2 — x

23) Resuelva e interprete geométricamente la ecuación

X a b c
a X 0 0
= 0.
6 0 X 0
c 0 0 X

24) Sea

1 1 1 1

X a 0 0
= 0.
X 0 b 0

X 0 0 c

Halle la solución e interprétela geométricamente.

25) Proyecte sobre cada uno de los tres lados de un triángulo los otros dos lados;
encuentre que la relación entre los cosenos de sus tres ángulos A, B , C es

—1 eos C eos B
eos C —1 eos A = 0.
eos B eos A —1

26) Pruebe que la condición necesaria y suficiente para que tres rectas Oa, 0 6 y
Oc, que salen del mismo punto O, estén situadas en el mismo plano es

1 eos C eos B
eos C 1 eos A = 0,
eos B eos A 1

donde A = aOc, B = bOc, C - aOb.


27) Sirviéndose de los determ inantes, obtenga la conocida relación entre los tres
lados a, b, c de triángulo y el ángulo A opuesto a uno de ellos, a 2 = 62 + c2 —
2b ecos A.

28) P ruebe que el determ inante

1 x y
1 xi Vi = 0
1 X2 1/2

es la ecuación de una recta que pasa por dos puntos dados; y es tam bién la
condición necesaria y suficiente para que tres puntos (x ,y ), (x i,y i), (x2>J/2 )
estén en línea recta.

29) Com pruebe que la condición necesaria y suficiente para que cuatro puntos
(x ,y ), ( x i,y i), (x 2 , y i) y (x 3 ,y 3 ) estén sobre un mismo círculo es

1 x y x2 + y2
1 xi yi x2 + yf
= 0.
1 x2 y2 x 2 + y2
1 X3 V3 X3 + 1/3

30) M uestre que la superficie 5 de un triángulo de lados a, b, c vale

a) (4S ) 2 =

1 x
b) 2 5 = 1 X! donde (x ,y ), ( x i,y i) y (X 2.Í/2) son las coordenadas de
1 X2
sus vértices.

31) Demuestre que una esfera pasa por cuatro puntos de coordenadas ( x i,y i, zi),
(x 2 .y 2 .z 2 ), (x 3 .y 3 .z 3 ) y (x 4 .y 4 . 2 4 ), cuando, y sólo cuando,

1 x y x 2 + y2 + z2
1 xi yi zi x? + y? + z jf
1 X2 Vi z2 x \ + y \ + z |
1 X3 y3 z3 x \ + y l + z \
1 X« y \ Z4 X4 + y 4 + z|
32) La siguiente expresión:

Xo (xo)2 ·· ■ (xo)'
X l (xi)2 ·' • (xi)'
D(x0 , - . . , x n) =
X n (X n )2 ·· • (X n )

se llam a determ inante de Vandermonde. Su orden es n + 1.

a) Pruebe que D es homogéneo de grado total

b) Com pruebe que D es divisible por x* —x¿ (t # j).


c) Deduzca de lo anterior que

D ( x o,...,x „ ) = [~[ (x j-n ).


0

d) Aplique el binomio de Newton a la fórmula de Moivre

eos n x + i sen n x = (eos x + i sen x )n

y encuentre el siguiente polinomio trigonométrico:


co sn x = (cosx)" —C 2(cosx)n - 2 (senx) H-----
+ (—l ) pC 2p(cosx)n~2p(senx)2p + · · ·
Halle los pohnomios c o s 2 i y cos3x en función solamente de cosx.
e) Calcule el determ inante cuya fila k (0 ^ k ^ n) es

1 cosx* cos2x* ··· cosnx*.

f) Calcule ese determ inante para cosx* = x*. ¿Qué encuentra?

33) Considere la m atriz M formada de cuatro bloques o submatrices M i,


y M 3:

V o m2 ) ■

Las subm atrices asociadas son cuadradas de orden n\ y n 2 respectivamente.


Demuestre que

det M = det M \ ■ det M 2.


34) Generalizando el caso anterior, considere la m atriz cuadrada n x n:

(M u Ma ··· M ln \
M 22 ·■■ M 2n
M = M = (My).

V 0 M ,nnJ

Las submatrices My son tales que para t > j la subm atriz M ij es cero,
y para ¿ = l , . . . , n M u es una m atriz cuadrada. Muestre, por inducción
matem ática, que
n
det M = det M u ■ d et M 2 2 ........ det M nn = ]~J det M u.
»=1
35) Deduzca que las matrices U e M n{K ), K anillo conm utativo, tales que det U =
1, forman un subgrupo del grupo lineal G L ( n ,K ) . Ese subgrupo se nota
S L (n , K ) y se llama el grupo especial lineal con n variables sobre el anillo
K (o de operadores o matrices).

36) Averigüe el número de inversiones de la perm utación siguiente:

2 3 ··· n n + 1 n + 2 ■·· 2n^


G 3 5 ··· 2n — 1 2 4 ··· 2n ¡

37) De todas las permutaciones posibles de los enteros 1, 2 , . . . , n, ¿Cuál es aquélla


cuyo número de inversiones es máximo?

38) Sean las clases residuales módulo 2, Z/2Z, y el espacio vectorial E = Z /2Z
sobre el cuerpo K = Z/2Z. Tómese la aplicación / de E x E en K por la
relación f ( x , y ) = xy. Deduzca que / es una forma bilineal sobre E tal que
f i x ,y) = —f ( y , x ) V(z,y) £ E 2, pero que / no es alternada.

39) Pruebe que una condición necesaria y suficiente p ara que una forma bilineal
/ de m atriz a ¡ ¿ sea alternada es que a y = —a t j i y a¡¡ = 0 Vi, j = 1 , . . . , n .

40) Se dan las matrices x y y e M n(C) y el elemento (k, j ) del producto z = ly x =


y tx .

a) Verifique la relación

Vf cZj 1 + · - · + v £ z " = {X j\yk) .

( | ) es el “producto anterior” de la j-ésim a colum na de z por la fc-ésima


columna de y.
b) Establezca que

det z = det b ■ det a.

c) Deduzca, con x = y, el determinante de Gram.

41) Se d a una forma bilineal alternada no degenerada / sobre el espacio nE sobre


el cuerpo K . Compruebe que si para (a, 6) e E 2 / ( a , b) * 0, y si definimos
/a (x ) = / ( a , x) y fb[y) = f( b ,x ) , entonces f a y /(, están en E* y son lineal­
mente independientes.

42) Muestre que ^ Dn(x) _ ^ p n_ l para n ^ 2 y calcule el valor de


dx

1+ x 1 1 1
1 1+ x 1 1
1 1 1+x ·· 1
Dn(x) =

1 1 1 1+ x

43) Sean los vectores A, B, C, D y E del espacio vectorial de los vectores libres
del espacio ordinario, orientado.

a) Pruebe que

(A a B) a C = (A ■ C ) B - {B ■ C)A.

b) Compruebe que

(A a B) a (C a D) = [(/1 a C) ■ D] ■ B - [(B a C) ■ D] ■ A.

44) Sea E el espacio orientado de vectores libres del espacio ordinario, de ori­
gen O.

a) Demuestre que existe una base ortonorm al de sentido positivo ( i,j, k).
b) Muestre que si la base (i, j, k) fuese de sentido negativo bastaría sustituir
i por —i para volverla positiva. Halle la relación con la reflexión en un
espejo (simetría especular). Relacione todo esto con la operación pari­
dad (simetría con respecto al origen O) y una rotación adecuada de án­
gulo 7T.
c) Sik ') es o tra base ortonorm al positiva, verifique de manera trivial
que [det(i>ít*)( i \ j , ,fc/)]2 = 1.
f

d) Tome los vectores V, V', V" de E. P ruebe que el número


d e t <V',V") es independiente de la elección de la base (i , j , k ).
Ese número se llama el producto mixto de los tres vectores V , V', V" y
se nota (V \ V '\ V ") o (V a V") · V".
e) Pruebe que

(V a V') ■ V ” = (V ' a V") · V = (V" a V) ■ V'


= _ ( V ' a V) ■ V" = - ( V a V") ■ V = (V* a K ' ) · K

f) Dé las condiciones necesarias y suficientes para que (V a V ') · V " ^ 0,


{V a V") · V " > 0 y ( V a V") · V" < 0.

45) Sea E como en el problema anterior. Fije V y V ' en E.

a) P ara W variable, pruebe que la aplicación W (V ]V '|W ) es una forma


lineal de E * .
b) Compruebe que existe un vector único A tal que (V |V 'lW ) = A ■ W
(V W ). Ese vector único A depende de V y V ' , se llam a producto vectorial
de V y V ' y se nota V a V ' = A.
c) Deduzca que V a V ' = 0 si, y sólo si, V y V ' son linealmente dependientes.
d) M uestre que V a V = 0 V V.
e) Verifique que V a V ' = —V ' a V y que V a V ' es ortogonal-a V y a V ' .
f) Demuestre que si V y V ' son linealmente independientes, entonces los
tres vectores (K, V', V a V ') forman una base de sentido positivo.
g) Tómese una base ( i,j, k) ortonorm al ortientada en sentido positivo. Sean
( K · V'y, V,) las com ponentes de V , y (V', Vy', V.') las de V con respecto
a (t , j , k ) . Encuentre que las componentes de V a V ' son (Vy V ' — VJ),
(Vt V ¿ - V x V:),(Vx V ¿ - V v V ¿ ) y

t j k
V A V' = vz vy Vz
y¿ v* yi

h) Establezca que

\V a V'\ = \V\ |V '|se n # , 6 = (V^V7).

46) Considérese el cuerpo conm utativo K cómo un anillo y sea M n( K ) el anillo


unitario de matrices cuadradas de orden n sobre K . Sea la aplicación det :
M n ( K ) —* K , tal que a la m atriz A 6 M n( K ) le asocie su determ inante:
A i—» det(A).
K
jcionario.net

a) P ruebe que det es un homomorfismo multiplicativo.


b) ¿Es det un homomorfismo de grupo? M uestre que det no es un homo­
morfismo de anillo. ¿Qué es det(A + B)?
c) R epita los puntos a) y b) para L ( E ; E ) 3 u >-* det(u) e K .

47) Encuentre que el determ inante de una m atriz nilpotente, sobre K conm utati­
vo, es cero.
f >·■·'
48) Si P = (x — AO*1 · · ■ (x — Ak)dk es el polinomio característico de la m atriz
M 6 M n{K), muestre que, entonces,

Aidi +A 2 í¿2 + ‘** + A*c¿a: = 7V(/t).

49) Dadas dos formas lineales f i y /2 sobre el espacio E , sobre K :

a) Demuestre que si / i ( x ) / 2 (x) = O Vx 6 E, entonces al menos una de las


dos formas es cero.
b) M uestre que ninguna forma bilineal alternada sobre E puede descompo­
nerse en el producto de dos formas lineales.

50) Usando la propiedad de que una perm utación es un producto de transposicio­


nes, y el caso del producto de transposición entre enteros consecutivos, pruebe
que el número de inversiones de la perm utación (6 ,5 ,4 ,3 ,2 ,1 ) es 15.

51) a) Construya todas las formas bilineales alternadas sobre R4. ¿C uántas can­
tidades hay que conocer?
b) Sean x = (1 ,1 ,1 ), y = (2 ,3 ,4 ), z = (4,9,16) elementos de R3.Verifique
que det(ei)(x, y, 2 ) = 2, donde (e*) es la base canónica de R3.
c) ¿Es (x , y , z ) una base?

52) Demuestre que

d e t (e4)( e 'i , . . . , e'„) · d e t (« < )(« !,...,e„) = 1,

donde (e¡) = (et , . . . , e„) y (e') = (e't , . . . , e'„) son sus bases vectoriales dadas.

53) Pruebe, con el uso del determ inante, que los vectores de R4 ( 1 ,2 ,0 ,—1),
( 3 ,2 ,—1 ,- 1 ) , (—1 , 2 ,1 ,- 3 ) son linealmente dependientes y halle la relación
lineal que los liga.

54) Establezca que, en el plano R2 con un origen O, la operación de sim etría con
respecto a O conserva la orientación de ese espacio, pero que la sim etría con
relación a una recta que pasa por O la invierte.
j ;
182 /A lgebra multilineal

55) Resuelva el mismo problema en el espacio R3.


m

56) Considérese una matriz M del espacio vectorial M n (K ) y U\¡ una aplicación
de M n ( K ) en el mismo, definida por Um ( N ) = N M . Averigüe si Um es un
operador lineal sobre M n( K ) y si det U m = (det M ) n .
m i i i i i u i u u u m

57) Verifique que

3 1
1 4
lím = co.
n —»oo
1 1 n + 1 1
1 1 1 n + 2

58) a) Pruebe que el determ inante de to d a m atriz antisim étrica de orden impar
es nulo.
b) Sean / y g dos funciones reales de una variable real que poseen derivadas
primeras y segundas. Pruebe que si D = f 9 , entonces D' — f 9
{ ' 9' ! " 9"
59) Considere una permutación p e S„ y el cuerpo K . Pruebe que la aplicación
f ( x x , .. , , x ) = f { x p(i ) , . . . , x P(n)) es un operador lineal sobre K n.

60) Sean el espacio M„(C) y un elemento B. Considere los operadores sobre


M „(C ), D b y L g definidos por D b (A) = A B y L b (A) = B A . Encuentre
que d e t L e = det D a = ( d e t S ) n.

61) Sea M e tal que A 2 = 0. Deduzca que para todo escalar A e K ,


d e t(c / — Ai) = A2.

62) Sea la aplicación / sobre M $ (K ) definida por

M ,( K ) s M ^ J I M ) - A/, -
m

Encuentre que / es 3-lineal alternada, como función de las columnas de Af.

63) Sea una aplicación / 2-lineal alternada sobre M i ( K ) . Pruebe que /(A f) =
( d e tA /) /( /) , VA/ 6 M i( K ) . De aquí deduzca, sin cálculos, que det(A/ N ) =
det (A/) det(iV), cualesquiera que sean M , N e M ^ K ) .
64) Tome M 6 A /^ /í) . Demuestre que d e t(I + M ) = 1 + det A/ si, y sólo si,
T r(A f) = 0.

65) Por definición, una m atriz M e M n( K ) es triangular cuando M t] = 0 si i >j


o cuando M y = 0 siempre que t < j. Compruebe que si M es triangular,
det M = M u AÍ22 ■ · - M nn.

66) Considere M e Ma(C), y forme la nueva m atriz N — x l — M con elementos


polinomiales tal que N t] = xJ ¡3 — Aíy. Si D = d e t(x / — M ), muestre que
D es un polinomio monómico del tercer grado. Pruebe que si se pone D =
(x —A i)(x —A2)(x —A3 ), con Ai, A2 , A3 e C, entonces Ai + A2 + A3 = T r(M )
y AiA2 A3 = det Ai.
WWW.
Á lg e b ra y análisis e x te rio r

El presente capítulo es una continuación lógica del anterior. Su im portancia funda­


mental, tanto desde el punto de vista matem ático como del físico, ha sido comentada
marginalmente al principio del capítulo 4, en lo que a los determinantes se refiere.
La parte algebraica no presenta mayores dificultades y la relacionaremos estrecha­
mente con el concepto de determ inante y con la teoría generalizadora, unificadora
y fecunda de la potencia exterior.
E n cuanto a la parte analítica, su presentación es más delicada y apela a una
buena dosis de abstracción y generalización; de allí que su aspecto sea más abstruso.
Me refiero al largo paréntesis (véase la sección 5.7) con que se inicia el cálculo
diferencial exterior.
Este capítulo explora más a fondo las propiedades de las formas multilineales
alternadas en su aspecto algebraico; mientras que el aspecto analítico se toca tan­
gencialmente. E stas dos facetas complementarias de la m atem ática (operaciones
finitas, vale decir, algebraicas; e infinitas — infinitesimales— , es decir, analíticas)
han hecho que el álgebra exterior y el anáfisis exterior constituyan en la actualidad
dos disciplinas autónomas dignas de textos separados.
El físico de hoy trab a ja con esta álgebra y este análisis exteriores (cálculo ex­
terior, en el sentido operativo; cálculo absoluto de C artan en el sentido intrínseco)
aún si no se da cuenta, y desde el nivel más elemental: el de diferenciales e in­
tegrales rectilíneas, curvilíneas y de superficie. P ara que el físico disponga de una
herram ienta flexible y operativa apropiada a sus necesidades prácticas, hemos hecho
una presentación simple y pedagógica, dejando de lado mucho material que no es
indispensable para la buena comprensión. Sin embargo, el estudiante debe repasar
cuidadosamente la sección 5.7, donde encontrará dilucidadas las nociones de fun-
w
186 /Álgebra multilineal
Yiwuummimummmm

ción diferenciable y de diferencial de una función. E sta sección, que no está en el


programa, es capital para aclarar el concepto, más general, de forma diferencial.
Primero se definirá el producto exterior o producto cuña (wedge) entre formas
lineales. Esto generaliza el producto vectorial usual. El resto del capítulo se dedica
a una segunda aplicación (la prim era se vió en el capítulo anterior, al caso de los
determinantes) de las formas multilineales alternadas.
De nuevo encontramos una definición intrínseca de determinante. Si se introdu­
cen las diferenciales —las cuales son formas lineales— se enriquece la estructura del
álgebra multilineal exteriores y aparecen las formas diferenciales exteriores, base
del análisis exterior. En el caso más sencillo, una forma diferencial es equivalente
a un campo vectorial, y en el caso general, es un campo de formas multilineales
antisimétricas; en otras palabras, una forma diferencial será un campo tensorial
totalm ente antisimético covariante. Las formas diferenciales, como aplicaciones, ge­
neran un cálculo exterior que es intrínseco y contiene, como caso particular, al
análisis vectorial. Aquél, a su vez, es un caso particular del cálculo tensorial. En
esta estructura exterior nos limitaremos a una simple introducción. Sobra decir que
el álgebra y el análisis exteriores son teorías muy usadas en mecánica clásica, rela­
tivista y cuántica, term odinám ica y electromagnetismo. Además, son la base de la
teoría cuántica de campos, de la electrodinám ica cuántica, y de las modernas teorías
de gauge (o de calibre) en espacios fibrados. Desde 1924, C artan había logrado, sin­
tetizar las cuatro ecuaciones de Maxwell de forma intrínseca y absoluta en sólo dos
ecuaciones. Se trata, a fin de cuentas, de generalizar la noción de diferencial y de
realizar aproximaciones locales por objetos lineales gracias a una simbiosis entre el
álgebra y el análisis.

5.1. A n tisim etrizad or


Nos ocuparemos aquí, tanto en general como en detalle, de formas p-lineales alter­
nadas sobre nE y definiremos estructuras algebraicas y analíticas. Veremos cómo el
análisis vectorial es un caso muy particular del análisis exterior. De paso recordemos
que en los determinantes estudiamos el caso p = n. A hora tratarem os el caso p < n.
Ya vimos que para construir una forma multilineal alternada se usan permu­
taciones con su signo. Así, si tenemos una forma p-lineal arbitraria sobre nE, se
puede obtener una forma p-lineal alternada, notada / , de acuerdo con la siguiente
definición:

D efin ic ió n 1: Sea / una forma p-lineal sobre n E , entonces:

E ” 3 ( x i , . . . ,x p) - - f ( x u . . . , x p) = £ (ir)f(x* (i)........ *»(?))·


neSp
Se dice que la forma p-lineal alternada / se deduce de la forma p-lineal / por
antisimetrización.
El operador > 1 = 2 c(tt) se llama antisim etrizador o alternador; de manera
*6s p
que el antisim etrizador es un promedio sobre las permutaciones. Además, se usa la
notación / > - » / = A ( f ) — A f .

E je rc ic io 1: Demuestre que A ( f + Ag) = A ( f ) + A.A(g) y que A (A (} )) = / .

E je rc ic io 2: Calcule A f ( x , y ) , con / e Z/2 (R3) y ( x ,y ) £ R3x2.

Sea ahora ( ¿ i,. . . , i p) una sucesión de p enteros diferentes (p $ n) que pueden


tom ar los valores 1, 2, . . . , n. El símbolo ( 11 V | denota la permutación n que
\ J
a la sucesión ( ¿ i,. . . , í p) asocia la sucesión (rr(ii),. . . ,7r(ip)) = P ara dos
sucesiones cualesquiera ( ¿ i , . .. , i p), ( ji, ■ ■ · , j p) de p enteros, definiremos el símbolo

+1 si se pasa de a ( ji. --.Jp)


por permutación par.
-1 si se pasa de (» i,. - - , ip) a ( j i ........j p)
iPy-ip _ por permutación impar.
•i—*»
0 en cualquier otro caso, es decir, si una de las sucesiones
tiene elementos repetidos o elementos diferentes de los
del otro.

El producto o composición de permutaciones es, por definición,

E je rc ic io 3:

1) Demuestre que ¿¿".'.’l £k \ ' X = < ·. .* , ·

2) Teniendo en cuenta que

/ ki- kp mi"-mq \ / ji ··· jp \


\ * * ■ ¿p ^p+i***^p+9 / \k\···kp m r -m , J
í j \ ” ’j P \
\ ^1 **‘ ^p l’p+ l"“ lp+q /
y que

= C t - (definición de S)
pruebe que

3) Verifique que

4) Com pruebe que

A f ( Xj> , . . . , x Jr) = ^ * j t " X /(**» · · · · >**,)·

E je rc ic io 4: Estudie el tensor de Levi-Civita totalm ente antisimétrico. Repre­


séntelo como una m atriz cúbica.

N o ta : En las sum atorias los índices ij , . . i p van de 1 a n.

5.2. P r o d u c to exterior de form as lineales


Sea el conjunto / i, f-¡, . . . , f p de p formas lineales sobre nE (1-lineales); la apli­
cación de E p en K: (X l , . . . , i p) — f ( x i , . . . , x p) = f i ( x i ) · · · f p(xp) es una forma
p-lineal. La forma p-lineal alternada deducida de / por antisim etrización, se llama
el producto exterior de las p formas f \ , / 2 , . . . , f p, y se nota / 1 a / 2 a . . . a /p:

£ , p 3(/l,...,/p) ~ /, A /2 A· ·· A/ p.

D efin ic ió n 2: Por definición, el producto exterior es una ley de composición tal


que

(ijX p ) ♦—» (/i A ·· · A f p ) { x 1 1 . . . , X p )

*eSp

El producto exterior de formas lineales es, pues, una forma multilineal alternada.

E je m p lo : El producto exterior de las dos formas í i y Í 2 es una forma bilineal


antisim étrica:

'I'i(xi) <&i(*a)
( Íia Í jK ii.ij) = í'i( a :i) í'2 ( i2 ) - ^ 1 ( 1 2 ) ^ 2 ( 1 1 ) =
’M x i ) ^ 2 ( 3:2 )
= d et['& i(zi),'& 2(z3)]·
En este ejemplo se ve que el producto exterior está íntim am ente em parenta­
do con la teoría de los determ inantes, lo cual no debe sorprender puesto que un
determ inante de orden 2 es una forma bilineal antisim étrica.
De allí que resulten las siguientes propiedades generales:

P ro p o s ic ió n 1: Sean, sobre n E , las formas lineales f \ , f i , , /p 6 E*.

1) Si dos de las /¡ son iguales, entonces f \ a ··· a /p = A?=i /« = 0-

2) Si n e S p, entonces f„(¡) a -· · a / , ( p) = e(ir)fi a ··· a f p.

3) La aplicación ( / i , . . . , /„ ) ·-* f \ a ··· a f p de ( E ' ) p en A p(n E) es p-lineal.

E je rc ic io : D em ostrar esta aserción.

N o ta : El ejemplo y la proposición anteriores tienen amplias aplicaciones en la teoría


de las partículas. En mecánica cuántica a las '1' ¡ se les llama las funciones de onda
o de estado y las Xj se llaman partículas idénticas; el determ inante que resulta (en
el ejemplo, es de orden 2) se llam a determ inante de Slater, el antisim etrizador se
llam a intercam biador y el contenido físico se llam a principio de exclusión de Pauli.

5.3. P r o d u c to exterior y d eterm in a n tes


La siguiente proposición establece el puente teórico entre el producto exterior y los
determ inantes, de m anera que la teoría de determ inantes es un caso particular de
la teoría del álgebra exterior.

P ro p o s ic ió n 2: Sean ( e i , . . . , e n) una base de E , (el , . . . , e n) la base dual de E * ,


e ¿i, . . . , ip enteros comprendidos entre 1 y n; sean además, f = e‘‘ a ··· a e'r
una forma p-lineal antisimétrica construida antisimetrizando p covectores de la base
dual y, finalmente, los p vectores de E:

xl = x{ei + · ·■ · + x"en = x i ‘e¡,


X2 = x \ e \ + · · • + x£en = xifei,

Xp = x},ei + · ■· + x pe„ = i p e ip

Entonces:
190 /Algebra multilineal
lint

1)

/(Ii,...,xp ) = (e*1 A ··· A e'r ) ( x 1 ■ ■ ■ x p) =

— det (en)(X |,.. ■ , x p).

2) Supongamos que ¿i < · · · < ip (orden estricto creciente) y sean también,


j i < · · · < j p, p enteros comprendidos entre 1 y n. Entonces

(e" a - A í i»)(íjll...1eJf) = 0.

3) Si i \ , . . . , i p y j i , . . . , j p son enteros en las condiciones del numeral anterior,


y además, i¡ = j i , i 2 = j ¡ , . . . , i p = j p, entonces:

(e*1 a · · · A « i» ) ( e ¡ „ . . . , e ¡ J = 1 =1

4) En síntesis

(e‘> a ·· ■ a e1’)(«,·,.... e, ) = 5 *'


\ ” J" 1 ‘r ’ J«(i) <5'»
J«(j) · · ■S V
],(P) .

D em o stra ció n : Del numeral 1 por la definición de a y las formas coordenadas e‘


(base dual) se tiene
f [ x i , . . . , x p) = (e'1 a · · · a e‘' ) ( x ¡ , . . . , x p)
= 2 e("’)c<1(*ir(i)) ei í (x»(2) ) - - . c i» (x ,(p))

- e (* )K \l) " ’ X n(p) ~


neSp

dct j( x i, . . . , Xp).
El numeral 4 contiene a 2) y 3), y su demostración es

( e *' * · · ' * e ' r ) ( e i i , ■ ■ ■ , « * , ) 2 e 0 0 (e*1|c>„0 )> · · ■ <«*'!«>.<„)

Si uno de los índices j \ , j p no pertenece a { i j ,. . . , ip}, todos los términos de


esta sum a son nulos, por consiguiente / ( e 3, , . . . ,e lp) = 0. Supongamos ahora que
j u · · · · íp pertenezcan a { ¿ i , . . . , i p}, si tenemos ¿i < i? < · · · < ip y j \ < j i <
· · · < jp, entonces forzosamente es la misma ordenación creciente y »i = j \ , . . . ,
ip = j p ¡ Por consiguiente en la sum a precedente al único término no nulo corres­
ponde n — e = Id = identidad, y este término es igual a uno. a

Con esta proposición queda demostrado que al lado de la teoría de los determi­
nantes, como funciones multilineales alternadas, existe o tra teoría paralela rigurosa
y legítima, pero elaborada con base en el producto exterior.

5.4. B ases de A p (nE)


*:
El conjunto de las formas p-lineales alternadas sobre nE se nota Ap(n E ) = L °(E )
y forma un espacio vectorial (A p(nE ), + , A·). Con la operación a a ese espacio se le
puede dar estructura de álgebra, que detallaremos más adelante.
El álgebra exterior es el conjunto de las formas multilineales con la suma, produc­
to por un escalar y producto exterior. Construyamos las bases del espacio vectorial
A P(„E) y calculemos su dimensión.

T e o r e m a 1: Sean (e,) una base de nE y (e') la base dual de nE * . Entonces los


productos exteriores e*1 a · · · a ex* (los índices i i, . . . , tp toman todos los valores
1 , 2 , · . . , n, tales que ¿i < - · · < i p), forman una base del espacio vectorial A p(nE)
de las formas p-lineales alternadas sobre E.

D e m o s tra c ió n :

1) Probemos la independencia lineal de esos productos exteriores. Partim os de


la igualdad

Y A¿,i,...ipe'' a · · · a e'- = 0,
«!<■· <¿,

donde los A¡,¿2. son escalares con multi-índices i¡, . . . , ip. Mostremos que
todos estos escalares son cero: para toda sucesión estrictamente creciente
( Íl. · · ■ . jp) de enteros comprendidos entre 1 y n se tendrá por la proposición
2, numeral 4,
^ (e 1 A ‘ ‘ ‘ A e p)(Bj 1 , . . . , ejp) — Aj, —O
•i<—<lp

para todo ( ).

2) Probemos que los productos exteriores son generadores, es decir, que to da


forma p-iineal alternada sobre E es combinación lineal de las e1' a · · · a e
La m atriz de / la notaremos así: / ( e ¡ , , . . . , e ^ ) = i, 6 K .
Probemos que

/= 2 /i,...) / A - A tV
»1 < — < t p

Sean x i, xp p vectores de E , hay que probar que los dos miembros


de la fórmula precedente tom an los mismos valores para x i, xp. Pero
no olvidemos que ambos son formas p-lineales; basta hacer la demostración
cuando i i , xp son ciertos vectores de la base ( e i , . . . , e n). Finalmente,
como los dos miembros son formas alternadas, es suficiente hacer la demos­
tración sólo cuando Xi = e^,, xp = ejp, con j i < · · · < j p. A hora bien,
f ( e j l , . . . , e j p) = fj,...jp por definición de las componentes o m atriz fj,...jp', y
finalmente

•l<""<*P

C orolario 1: Toda forma p-lineal alternada f de A p(nE ) se escribe de manera


única como combinación lineal de la base (e1· a · · ■ a e'») así:

f~ 2 / i , V , A '" A e '» l

donde los elementos de la matriz fi,.. lp son los componentes o coordenadas de f en


esa base.

C orolario 2: Sea E un espacio vectorial de dimensión n.

1) S i p = 1 ,2 ,. . . ,n , entonces el espacio vectorial A p(nE ) de las formas p-lineales


alternadas sobre E es de dimensión C¡¡ = n! [p!(n —p)!]_ l .

2) Si p > n entonces A p(nE ) = {0}.


r*V
dibnario.net

Álgebra y análisis exterior / 193

D e m o s tra c ió n : Si p ^ n, entonces el número de sucesiones estrictamente crecientes


< . .. < ip en { 1 ,. . ., n} es igual al número de subconjuntos de {1 ,. . . , n} con p
elementos, es decir C% esto y el teorema 1 , que asegura que e‘‘ a ···a e*'

es una base, implican 1 ).


Si p > n, p vectores de E son siempre linealmente dependientes, de lo cual se
tiene 2 ); además, al menos dos vectores de la base serían iguales, ya que al menos
dos de los índices ¿i, . . . , ip 6 { 1 ,. .. , n} serían iguales y e** a · · · a e‘>· = 0 . #

C o ro la rio 3: E n particular, n = p implica que dim A n (nE) = C ” = 1 y su base


está formada por el elemento único no nulo e l a e 2 a . . . a en , que es una forma
n-lineal alternada y es la base; justamente, la base es (det) = e 1 a e 2 a . . . a e", y
toda otra form a multilineal alternada sería proporcional a ella. El valor de la forma
e 1 a ■ · · a en para n vectores cualesquiera será exactamente

(el a ··· a en)(x , , ei 1 ,x 2, eil>. .. ,z ñ " e ij = det(x)).

E je m p lo : Sean d i m £ = 5, ( e i , . . . , e s ) una base de 5 E y (e 1 , . . . , e5) la base


de 5 E * . Estudiemos el espacio vectorial de formas trilineales alternadas sobre E;
dim A i ( s E ) = 10. Busquemos todas las formas que constituyen la base de
dim A 3 {aE), la cual está formada por los elementos (formas trilineales):

El valor de una forma 3-lineal alternada / , para tres vectores arbitrarios A‘e¡, p'e¿,
i/‘e¿ i = 1 , 2 , . . . , 5 , será

/ ( V e 1 H--------- h A s e 5 , f i l e 1 H--------1- p 5es, i / l e¡ H---------- l· v ses) =


A1 A2 A3 A1 A2 A4 A3 A4 A5
5 123 M2 M3 + /1 2 4 M2 M4 + · • + /3 4 5 M3 A1*
ly1 !/2 I/3 V1 I/2 í/4 í/3 1/4 I/5

E je rc ic io : Detalle rigurosamente el desarrollo y solución de este ejemplo.

5.5. P r o d u c to exterior de formas m ultilineales


alternadas
Sean / y g formas p-lineales y q-lineales alternadas, respectivamente, sobre E: f €
Ap(nE ), g 6 A q(n E). También se dice que son de grado p y q, respectivamente. Se
tr a ta de multiplicarlas exteriormente; para ello habrá que definir una forma (p + q)-
lineal alternada sobre E , que llamaremos provisionalmente f Kg e A p+q(nE). S p+q
denotará el grupo simétrico de permutaciones de ( 1 ,2 ,... ,p-t-g} objetos, o números
enteros. También consideremos el conjunto A de elementos ir de Sp+q tales que

7r(l) < tt{2) < · · · < :r(p), 7r(p + 1) < 7r(p + 2) < · · · < 7r(p -t- q).

D efinición 3: Con la notación introducida arriba, la operación Á entre / y g,


( f < 9 ) *-* / Ág; que es una aplicación de E p+q en K se define por la fórmula

(xx, . . . , Xp+q) (/Á g )(x i,. . ., Xp+q) —


Y , £ [x )f (x n(l)i ■ · · i x w(p))9Íx *(p+l)i · · ■ i x *(p+q))·
ireA
Según la construcción, es evidente que / Ág depende linealmente de x i, . . . ,
Xp+q, por ende /Ág es una forma (p + g)-lineal. Más tarde veremos que es, además,
alternada.
E je m p lo 1:

1) Si p = 0, entonces / es un escalar A y /Á g = Ag.

2) Si g es un escalar /j, entonces /Á g = n f .

E je m p lo 2: Si / y g son formas bilineales antisimétricas tenemos

(/Á g)(xi, 1 2 , 1 3 , 1 4 )
= f ( xl, xl)9(x3<xi) ~ f ( xl , x3)g(x2,x 4 ) + / ( X l .* 4 ) í ; ( X 2 ,Z 3 )
+ / ( i 2 , X3)s(zi, 1 4 ) - /( * 2 , X 4)g(ii, 1 3 ) + /(X 3 , x4)g(xi, X2 )·

Entonces / Ág es 4-lineal (tetralineal) y alternada.

E jercicio 1: Si / , / 1 ,/2 e ¿,>(n£) y g ,g i,g 2 e A,(r>£) y X e K . Verifique que


1) (/i + / 2 )Ág = /iÁ g + / 2Ág;

2) /Á (g 1 + g2) = /Ág! + /Á g2;

3) (A/)Ág = A(/Ág);

4) /Á(Ag) = A(/Ág).

Una propiedad importante, base de numerosas demostraciones, aparece en el si­


guiente lema:

L em a: Sean / 1, . . · , / p, / p+i, · ·., f P+q (p + <?)formas lineales sobre E ; las formas


/ 1 a · · · a / p y fp + 1 a · · · a f p+q son formas p y q-linealesrespectivamente. Entonces:

( f l A · ■ · A / p) Á ( / p + 1 A ■ · · A fp+q) — f \ A · · · A fp+ q.
D e m o s tra c ió n : Sp+q contiene los subgrupos S p y S q; el primero está formado por
las permutaciones que intercambian los enteros 1, 2, p entre sí y dejan fijos a
p + 1 , . . . , p+q\ y la permutaciones del subgrupo 5 , hacen lo contrario: intercambian
p + 1, . . . , p + q pero dejan fijos a 1, 2, . . . , p. De esto resulta que todo elemento
S p+q se escribe de m anera única bajo la forma mr'n" con ir' e S p, it" e S q y n e A.
Consideremos ahora x j, X2 , . . . , x p+q 6 E. Tenemos

( f i a · · · a / p + , ) ( x i , . . . , x P+ q)

= ^ c(7T7r 7T )fl{ X n n ,n,,(\)) ' **fp+q{x ir*,Tr"(p+<j))


7r6i4I7T/6«Sp,TT"€*S9

E · *·f p ( x « n ’( p ) )
JT€y4,ir/€*Sp,ir"€*S,
x /p+l(xw7r"(p+l)) ** *f p + q { X K n " ( p + q ) )

■^7TJT'(i)) · · / ? ( * irw'(p))
ir'6 5 ,,

E e(7r )/p+l(x »>r"(p+l)) ‘'‘f p + q i x * * " { p + q ))


» "6 5, }·
Lo último resulta después de haber reagrupado términos. Finalmente con las defi­
niciones 3 y 4 y el hecho de que ir, ir1 y 7r" conmutan, se llega a la igualdad

(A>) (* i .

= 2 (Z »(l)>· ·■ >X *(p)) (A j=p+l/.7') (x ir{p+l)i ···, x * ( p + q ) )


neA

= Á ( a £ ¡ ¡ + 1/ 3) ( x l , . . . , x p+, ) . #

Ahora examinaremos la antisim etría asociada al producto Á. Tomemos / e i4p(n£ )


y g e A ,(„£■). El teorema 1 nos autoriza a escribir, con . . . , g3, g ', g",
. . . , formas lineales sobre E , la siguiente combinación, por ejemplo,

/ = / l A · · · A /p + /{ A · · · A / ' + f " A · · · A / * + · · ·
g = Pi a ··- a gq + g[ a ··· a g'q + g" a ··· a p" + - ■ ·

Según el ejercicio 1 precedente, f k g es una sum a de térm inos de la forma ( / i a · · · a


fp) Á(Si A · · · a g9) y cada uno de ellos es una forma (p + <j)-lineal alternada, ya que
cada paréntesis es una forma p-lineal y q-lineal, repectivamente. Como consecuencia
se tiene la siguiente proposición:
P r o p o s ic ió n 3: Sean f una forma p-lineal alternada y g una forma q-lineal alter­
nada sobre E . Entonces f / \ g es una form a (p + q)-lineal alternada sobre E.

Esto nos asegura que la operación a es una ley de composición interna en el


conjunto de todas las formas multilineales antisim étricas sobre E , de manera que si
/ , g, h, k son formas multilineales alternadas sobre E tenemos la siguiente definición:

D e fin ic ió n 4: /Á p Á /i = /Á (p Á /i), f Á g / \ h / \ k = /Á [pÁ(/iÁ/c)].


La definición anterior se extiende de manera natural a un número cualquiera de
formas.
En general, si f i , . . . , f p son formas lineales sobre E, un razonamiento por
inducción sobre p nosda: si p = 1 es el caso trivial. Supongamos que para p — 1
tenemos la validez de f \ a / 2 Á · · · á / p_ 1 = f \ a · ■· a / p_ 1 . E ntonces, por la definición
4, por inducción y el lema 1 tenemos:

/iÁ ---Á /p = / i Á ( / 2Á · · ■ Á /p)


= / i Á ( / 2 a · · · a f p)
= / l A / 2 A · · · A f p.

E ste desarrollo se enuncia así:

P r o p o s ic ió n 4: Si f \ , . . . , f p son formas lineales sobre E , entonces

/1 Á /2 A ■ · · Á/p = /1 A/2A A fp.

E sta proposición nos faculta para abandonar el símbolo Áen beneficio exclusivo
del símbolo a , sin el mínimo riesgo y para hablar en los dos casos del “producto
exterior” . E n general tenemos el siguiente enunciado:

P r o p o s ic ió n 5: Si para i = 1 ,2 ,. . . , r , g¡ son formas pi-lineales alternadas sobre


E , entonces g\ a p2 a · · · a gr es una form a (pi + p 2H---- p r)-lineal alternada sobre E,
llamada, por definición, producto exterior de g i , . . . , g r , el cual depende linealmente
de cada g¡.

C o r o la rio 4: El producto de una form a por un escalar (forma 0-lineal) es un caso


particular del producto exterior: A a / = A /.

C o r o la rio 5: Si p\ = p 2 = · · · = pr = 1 , entonces recuperamos el enunciado preli­


minar, particular y simplificado de la definición 3.

Si / 1 , f i , · · · ; Si, 5 2 , h i, h2, ...s o n elementos de E * , por el teorema 1


se puede suponer que tres formas multilineales alternadas cualesquiera / , g, h se
e s c r ib e n así: f = fi a ··· a f p, p — g i a ··· a gq, h = h\ a ··· a hT. E n ton ces,
a p lic a n d o d o s v e c e s el l e m a 1 s e t ie n e

/ a p a /1 = ( a ?=1/¿) a [ ( a J . , ^ · ) a ( a Í _ , / i*)]
= (A U U ) A ( a ] =iSj A A ¡mlhk)
= f \ A ■ · · A fp A gi A · · · A gq A h\ A · · · A hr.
Si t r a t a m o s a ( / a g) a h c o n el m i s m o p r o c e d i m ie n t o se lle g a al m i s m o re s u lta d o ;
d e a q u í el e n u n c i a d o s o b r e la a s o c i a t i v id a d d el p r o d u c t o exterior:

P r o p o s ic ió n 6: Si f , g, h son formas multilinecdes alternadas sobre E, entonces

f a (g a h) = ( / a g) a h = / a j a / i .

E l n iv e l d e g e n e r a liz a c ió n al q u e h e m o s lle g a d o — g r a c ia s a las p r o p o s ic io n e s 4, 6


y a la p r o p o s ic ió n - d e fin ic ió n 5, a s í c o m o a lo s c o r o la r io s 4 y 5 — p e r m ite j u s t a m e n t e
q u e e s t o s e n u n c ia d o s f a c ilit e n a b s o r b e r a la s a s e r c io n e s c o n t e n i d a s e n el le m a 1 , en
la s p r o p o s ic io n e s 3 y 4, la d e f in ic ió n 5 y e n el e jercicio 1 d e la se c c ió n 5.5; e s t e ú ltim o
c o n j u n t o d e p r o p ie d a d e s s e p u e d e c o n sid e r a r , p u e s, c o m o s im p le lem a .
D e s p u é s d e la a s o c i a t i v i d a d d e a , v e a m o s lo r e fe r e n te a la c o n m u t a t i v id a d d e
/ a j c o n / 6 AP(E) y g e Aq(E). P o r el t e o r e m a 1 t e n e m o s q u e f = a
9 = a ] =19j, c o n fi y g, e E *. E n t o n c e s / a j = ( a pi=lf¡) a ( a J = 1^ ) y g a / =
( A ’ _ i 9j) a ( a j / i ) y p o r la p r o p o s ic ió n 1 n u m e r a l 2 , g a / = e ( 7r ) / a <7, c o n
7r e S p+q d e fin id a por:

7r(l) = p+1, Tr ( 2 ) = p + 2 ir(g) = p + q,


ir(<? + l ) = 1, 7r(g + 2) = 2 7r ( g + p ) = p .
A d e m á s , c o m o la s p a r e ja s ( i ,j) t a l e s q u e 1 < t < j ¿í p + q y 7r(t) > n(j) s o n
la s p a r e ja s (t, j) t a le s q u e 1 ^ i ^ q, q + 1l < j ^ q + p, e n t o n c e s el n ú m e r o d e
in v e r s io n e s d e n e s pq, d e d o n d e e(tt) = ( —l ) p') . A s í, h e m o s d e m o s t r a d o la s ig u ie n t e
afirm a ció n :

P r o p o s ic ió n 7: Sean f y g dos formas lineales alternadas sobre E, de grado p y q


respectivamente; entonces

f A p = ( - l) " p A /.

N o t a : E n el c a s o d e f o r m a s lin e a le s t e n í a m o s ip a = 0. E s t a p r o p ie d a d n o se
g e n e r a l i z a si <p e s u n a fo r m a m u lt ilin e a l a lt e r n a d a , c o m o p u e d e v er s e e n el s ig u ie n t e
e jem p lo :
S e a n 4 E, ( e i , 6 2 , 6 3 , 6 4 ) y ( e 1 , e 2 , e 3 , e4). T o m e m o s <p = e 1 a e 2 a + e 3 a e*. E n ­
t o n c e s , v? a = 2 e ‘ a e2 a e3 a e 4 i=- 0 e s u n a f o r m a 4 - lin e a l a l t e r n a d a n o n u la
y, además, es base de A ^ E ) , espacio vectorial de formas 4-lineales alternadas so­
bre E.
Sean dos espacios vectoriales E y F, u e L ( E , F ) , f e A p(F) y g e Aq(F). Ya
vimos en la sección 2.4, ejercicio 4, la definición de / ' = u . / y g' = u , g , imágenes
recíprocas de / y g, respectivamente. Se tiene la sigiente afirmación:

P ro posición 8 : La imagen recípivca h de f a g por u es igual a / ' a g' .

D em ostración:
Sea A c •Sp+q (ver el principio de la sección 5.5). P ara todo ( x i , . . . , x p+q) 6 E p+q
se tiene

w ( x i ,...,x p+,) = ( / A j ) [ t i ( x 1 ) , . . . , u ( x l,+,)]


= £ « ( " ■ ) / [« (x » (l)).---,« (x ,r(p ))]

xg [^(^ir(p+l))i · · · J^(^(p + g))]

= £ £(?r) / [z » (i)i· · · ^ » (p í] g [z it(p+i)>· · · >z *(p+í)]


neA

= ( / A 9 )(*^1 »· · · i ^p+g)·

Simplificando por ( i j , . . . , Xp+<,) tenemos

u = u , ( / a j ) = ( ii,/) a ( u ,} ) = / ' a 9 /. ,

E jercicio 2: Sean nE real, }\, . . . , f p, p formas lineales independientes (p < n) y


g i, . . . , gp p formas lineales tales que }\ a j i + - " + / p a j p = 0. Demuestre que
para i = 1 , . . . ,p se tiene gt = £ " =1 A i j f , con Ay = Aji (Utilice el teorem a de la
base incompleta).

E jercicio 3: Consideremos una forma multilineal alternada w y r u n entero, ponga­


mos w r = uj a · · · a ui (r veces).

1) Se dice que una forma multilineal alternada a es divisible por la forma /3 si


existe otra forma 7 tal que a = /3 a 7 . Demuestre que si la forma a es de
grado impar o si ella es divisible por una forma de grado impar, su cuadrado
es nulo (a a a = 0 ).

2) Calcule el cuadrado de la forma d x 1 a dx 2 a dx3 a dx 4 de R4.

3) Si p es un entero, calcule (0 4- a a 7 )p, donde 3 es una forma de grado par y


a es una forma de grado 1 .
I
Algebra y análisis exterior / 199

4) Sea, sobre K" a i , . . . , a „ n formas lineales independientes, y sea üj la forma


bilineal antisim étrica üj = £ a,¡a, a a¡, donde las a¡j son constantes y los
índices i , j tom an todos los valores de 1 a n. M uestre que se puede encontrar
dos formas lineales 0 i y 0 2 tales que las n formas 0 \, 0 2 , » 3 , · · · , «n sean
independientes y que ¿ j — 0 \ a 0 2 se exprese únicamente por medio de las
formas a 2, a n.

5) Deduzca del resultado precedente que la forma ú puede escribirse así: <¡> =
„ „ _ n n —1 .
01 a 02 4* 0s a P 4 ·+’ · · · + 02r—i A 02r con t ^ - , si n es par; r ^ —— si ti
es im par. Calcule ü)r y <2ir+1.

5.6. P o te n c ia exterior de un espacio vectorial


Recordemos que nE = nE " (ver la sección 1.13); esta identificación nos permite
considerar los elementos de E como formas lineales sobre E * . Consideremos aho­
ra las formas p-lineales sobre E ' , ellas forman un espacio vectorial de dimensión
n! [p\(n —p)!]-1 al que llamaremos la potencia exterior p-ésima de £ y denotaremos
por APE. Si p > ti, entonces APE = {0}; si p = 7i entonces dim A "(n£ ) = 1. Además,
A‘E = E y A° E = K . Los elementos del espacio APE se llaman p-vectores. Si p = 1
se llaman simplemente vectores, si p = 2 se llaman bivectores, si p = 3 trívectores,
si p = 4 tetravectores o 4-vectores, etc. En general se llaman multivectores.
Las siguientes propiedades de los multivectores se derivan simplemente trad u ­
ciendo las propiedades de las forméis multilineales alternadas, que ahora llamaremos
m u ltifo rm e alternadas:

1) El producto exterior de varios multivectores depende linealmente de cada uno.

2) Si x es un p-vector y y un q-vector entonces su producto exterior x a y es un


(p + q)- vector y x a y = (—l ) p,j/ a x .

3) El producto exterior de p-vectores es asociativo: x a (y a z ) = (x a y) a z.

4) Sean x j, xm elementos de E. Si dos de ellos son iguales entonces x i a

• · · a x m = 0.

5) Sean ( x i , ... , x m) e £ m ,entoncesx*^) a x i(2)a ·· -Ax„(m) = e(7r)x! a ··-Axm.

6) Si ( e \ , . . . , en) es una base de n E, entonces los productos e<, a et, a · · · a e ^ ,


en los cuales imponemos 1 4 ¿i < i 2 < ■ ■· < ip í ti, forman una base del
espacio de p-vectores APE. Si intercambiamos los papeles de E y E * , entonces
podremos considerar la potencia exterior de E *, la cual será por definición, el
espacio APE* cuyos elementos serán las llamadas formas multilineales sobre
E, ya estudiadas y a las cuales tam bién podemos llamar ahora, multiformas.
f

i
;j
D e fin ic ió n 5: Si ponemos A°(E) = A0 = K , A 1(E) = A 1 = E , AP(E) = Ap,
etc., se llama álgebra exterior de E al espacio que resulta de la serie de sumas
directas

A = A° © A1 ® · · ■ © Ap ® · · - © An = ©"„ qAV
f
El álgebra exterior de grado p de n E es Ap(nE ), y se le llama potencia p-ésima
exterior de nE \ tiene por base a (e¿, a · ■ · a e ^ ) y su dimensión, para p = 1 , 2 , . . . , n,
es C p. Si p > n, entonces Ap(nE ) = {0}. si ponemos A = A (n E ), su dimensión es:
dim*: A = dim fc A(nE ) = £ p =0 C p = 2n .
Los elementos de grado p de AP(E) son los p-vectores. Si hacemos la suma directa
de todos los espacios AP(E) resulta el nuevo espacio A(E), el cual consiste de todas
las (n + l)-adas (xo, Xi, ··., xn) donde la p-ésima componente x p es un elemento de
AP(E)·, o tra notación sería A(E) = ®p=0 A p(E).
A(E) tiene las operaciones + , A-, y a, y se llama álgebra graduada sobre K , es
unitaria, asociativa y anticonm utativa. En esta álgebra A(E ), el producto exterior a
es una ley interna que cumple x a x = 0 , si, y sólo si, x a y — — y a x; A(E) es
generada por el elemento unidad 1 y por los vectores de E o elementos.de grado 1.
Además, A(E) es un grupo aditivo abeliano, tiene producto por escalares de K y
es un anillo para el producto exterior, por eso al cuadruplete (A(E), + , A·, a ) , se le
llama álgebra. En A P(E) = AP(E) no se puede definir una operación interna a , ya
que AP(E) estallaría, lo cual no sucede con A(E), donde la adición se define por

(x 0 , x i , . . . , x n ) + (yo ,y \,---,V n ) = (Xo + Vo,x¡ + y ¡ , . .. ,x„ + y n )


y el producto a está definido por

( i 0, x t , . . . , i n) a (yo, Vi, ■ ■ ■, yn ) = (¿i , ■ · ■ , * « )


donde zp = £ p=0 Xi A y p_j.
De la misma m anera se construye el álgebra graduada de nE*'·

A(n£ * ) = A 0( £ * ) © A 1( £ * ) f f i - - - © A n(£ * ) = © £ =0AP(£ * ).

Todo elemento de grado p de (E*) se llama una forma p-lineal alternada, de allí la
palabra “graduada” .
El cuadro sinóptico (página siguiente) resume la jerarquía y la sim etría de los
papeles jugados por nE y nE *:

N o t a 1 : Obsérvese que A4£ ^ M 4 , aquí los 4-vectores son muy diferentes de los
4-vectores de Minkowski, de Universos o de Lorentz.

E je rc ic io 1: Demuestre que los vectores x i , . . . . x p de n E son linealmente inde­


pendientes cuando, y sólo cuando, X\ a · · · a x p ^ 0 .
E je rc ic io 2: Sean x \ , . . ., x p y j/i, . . . , yp elementos de E linealmente indepen­
dientes. Sean X y Y subespacios vectoriales generados por los y los y i, respecti­
vamente. Pruebe que entonces X — Y si, y sólo si, x \ a · · · a x p y yi a · · · a yp son
proporcionales.
Con el álgebra APE se pueden dem ostrar muchos teoremas, por ejemplo sobre el
rango de una matriz, la resolución de sistemas lineales cualesquiera, sistemas de
Cramer, etc.

AÜE = K , escalares Au£ · = K , escalares


A XE = E , vectores A‘£ * = K , covectores o formas lineales
o formas 1-lineales
A2E bivectores A2 E* formas biüneales antisimétricas
A3E trivectores A 3 E* formas trilineales alternadas
A*E tetravectores o A* E m formáis 4-lineales alternadas
4-vectores

A PE Álgebra exterior ApE* Álgebra exterior de E* de


de E de grado p; grado p; formas p-lineales
p-vectores o alternadas o tensores com­
tensores completa­ pletam ente antisimétricos
mente antisim étri­ covarientes de rango p.
cos contravariantes Formas diferenciales
de rango p. exteriores de grado p
KJ
»

= E A ·-· A E
<

<
II

AnE n-vectores o AnE* Formas n-lineales


multivectores alternadas. Determinantes
de orden n.
0 0

E je m p lo 1: Sea el siguiente sistem a de Cramer:

«ai1+ a\2x2+ -- l-aina:n = y1


CÜ 21 S1 + OC2 2 X 2 + · · ·+ Ot2nXn =

OnlX1 + Oln 2 X2 + ' · '+ OtnnXn = Vn

Sabemos que si el rango de la matriz ( a y ) es n, su determ inante es diferente do


cero y existe una solución única cualquiera que sea y 1, . . . , y n. Consideremos en
K n los vectores
= ( O n 1Ü 2 l , . . . , t t n l )
Í2 = (<*12, <*22, . . . , a n 2 )

Xn — (<*ln, <*2n, · · · , <*nn)

"v = (yl ,y2,-.-,vn)·


Entonces, el sistem a de C ram er inicial es equivalente a la siguiente ecuación
vectorial

x 'x i + x2x2 H------- 1- x nx n = V-

P ara resolver el sistema, es decir, despejar las x’, se procede así: consideremos el
producto exterior siguiente

X¿ A ... A X¡_1 A -y\ X i+1 A ... A X n

— X \ A ... A Xj_l A (x lxi H----- 1- X n X „ ) A Xi+l A .. . A X n

= x'll A X 2 A ··· A X n .

En K n tenemos la base c a n 'a ic a (e,) y en An( K n) tenemos la base única for­


m ada por un solo multivector S \ a e2 a . . . a en . La últim a igualdad vectorial se
traduce, tom ando las com ponentes de los dos miembros sobre la base, en x* A = A ’,
donde A es el determ inante de la m atriz a y y A 1 es el determ inante de ( a y ) en
el cual se ha reemplazado la t-ésim a colum na por las com ponentes y 1, . . . , y n del
vector y. De donde se obtiene la conocida f'em ula de C ram er x ‘ = A 1 · A - 1 .

E je rc ic io 3: Desarrolle (ver los ejercicios anteriores) todos los pasos, cálculos y


simplificaciones anteriores y justificarlos rigurosam ente hasta obtener efectivamente
la f'om ula de Cramer.
Examinemos ahora la dualidad en el 'fcgebra exterior. Se puede dem ostrar que
existe un isomorfismo entre los dos espacios (APE)* y Ap(£ * ); para ello se tom a un
elemento / de (AVE ) * , es decir, una forma lineal sobre KPE y se pone por d efin id 'a
/ ' ( x i , . . . ,x p) = /(i! a . . . a x p), donde x i, . . . , x p € E , y Xi a ··· a x p e APE.
Se prueba que / ' es una forma multilineal alternada, por consiguiente / ' e AP(E*)
y / e (KPE ) * . Se ha definido así una aplicación lineal isom 'ofica de (Ap£ )* en
i\p( E *) que transform ar'abases del primer espacio en bases del segundo. Gracias
a este isomorfismo ip, se identificarán de ahora en adelante los espacios AP(E*) y
(APE)* y sólo usaremos la n o ta c i'n Ap£ * . De m anera que una forma lineal sobre
APE será tam bién una forma p-lineal sobre E y recíprocam ente.
L a s b a se s (e*, a · · · a e ^ ) d e A PE y ( e ‘l a · · ■ a e 1' ) d e A PE* s o n e n t o n c e s d u a le s
la u n a d e la o tr a .

E j e m p l o 2: Si a h o r a c o n s i d e r a m o s u n e le m e n t o d e A PE y un e le m e n t o 'P d e
A PE* s e p o d r á escrib ir c o n la a y u d a d e la d u a lid a d ,

xp e E y y * , . . . , y * 6 E* el s ig u ie n t e p r o d u c to
F in a l m e n t e , t e n d r e m o s p a r a x i , . . . ,
e s c a la r A P(E*) x A P(E) —* K d e fin id o por
(xi a ··· A X p |y * ! a ··■ a y * p) = (y*, a ··· a y % |x i a ··· a x p)
= ( » * , A · · · A y * p)(X ! A · · · A X p )

= £ e ( * ’) » * ( x « ( i ) ) y 2 ( ® t r ( a ) ) " - y ; ( x W(P))
*65,
( * i|y * ) ( * i|y 2 ) · · · ( z i|y ;>
(x 2 ¡y ? ) (x a jy j) · · · ( z 2 ¡y ;)

(^ p ly í) (z p |y 2*) · · · ( ^ p ly ^ )

= d e t (y 4* | x 3) = d e t y ? ( x , ) .

C o m o s e v e, e s t e p r o d u c t o e s c a la r e n A P{E*) y A P{E) e s u n p r o d u c to t e n so r ia l
a n t is im e tr iz a d o , el c u a l d a u n d e t e r m in a n t e . E l p r o d u c to te n so r ia l se h a c e en tr e
lo s t e n s o r e s X\ a · · · a x p y y * a · · · a y * . E n m e c á n ic a c u á n t ic a d e v a r io s e le c t r o ­
n es, e s t o c o r r e s p o n d e al d e t e r m in a n t e d e S la te r , e l c u a l g e n e r a liz a el e j e m p lo d e la
s e c c ió n 5 .2 . S e d ic e q u e la f u n c ió n d e o n d a d e v a rio s e le c t r o n e s in d e p e n d ie n t e s se
o b t i e n e a n tis im e tr iz a n d o e l p r o d u c t o d e la s f u n c io n e s d e o n d a in d iv id u a le s .

N o t a 2 : A r r e g lo s c o m o é s t o s (m a t r ic e s ) s o n c o r r ie n te s e n m e c á n ic a c u á n t i c a p a ­
ra d e n o t a r la o r t o n o r m a lid a d d e e s t a d o s d e s i s t e m a s o p a r a c a lc u la r e l e m e n t o s d e
m a tr iz . L a s á lg e b r a s g r a d u a d a s s o n a m p lia m e n t e u tiliz a d a s e n m e c á n ic a c u á n t i c a
a v a n z a d a ( s e g u n d a c u a n t i z a c i ó n ) , t e o r ía d e la s p a r t íc u la s e le m e n ta le s y e n t e o r ía d e
c a m p o s c u á n t ic o s r e la t iv is t a s .

E j e r c i c i o 4: D e m u e s t r e q u e d i m / f A(nE) = 2".

5.7. C álculo diferencial exterior. G eneralidades


E n e s t a s e c c ió n y la s ig u ie n t e n o s lim it a r e m o s a d efin ir a lg u n a s n o c io n e s f u n d a m e n ­
t a l e s y e s b o z a r , s in d e m o s t r a c i ó n , a lg u n a s p r o p ie d a d e s s o b r e la s fo rm a s d ife r e n c ia le s
y la derivada exterior. Esto es el comienzo del llamado cálculo o análisis exterior, que
contiene, además, los procesos generalizados de integración y desemboca felizmente
en el famoso teorema de Stokes o fórmula fundamental del cálculo. La profundiza-
ción de estas secciones se dejará para otros cursos y seminarios de especialización.
El concepto de diferencial es más difícil de definir, asimilar e interpretar que
el de derivada parcial; a pesar de eso, la diferencial es más natural de concebir y
proporciona fórmulas más cómodas. Por esta razón en la sección 1.9, dimos unos
ejemplos (6 y 15) tendientes a preparar el terreno. Prim ero nos situaremos en R,
luego en R3 y Rn , y finalmente en espacios vectoriales cualesquiera E y F. La
idea esencial de diferenciación es hacer una aproximación local, gracias a objetos
lineales (en general afines). De allí la im portancia del álgebra lineal y multilineal
en el dominio del análisis matemático. E n el caso de un espacio E, el estudio de
una aplicación / no lineal sobre él, es, en general, difícil de abordar. El objetivo de
la teoría de las diferenciales es, precisamente, reemplazar una aplicación no lineal
/ por una aplicación lineal l que posea propiedades muy vecinas a las de / , lo que
perm itirá sustituir el estudio local de / por el de l, más fácil y directo.
Prim ero veamos un repaso detallado de la definición exacta del concepto de di­
ferencial de una función, que complementa los ejemplos 6 y 15 de la sección 1.9,
y a la vez desmistifica la “definición” que dice que la diferencial dx de x es una
“cantidad infinitamente pequeña” y fija, que se distingue de A x porque ésta última
es (tam bién un incremento pequeño) variable y tiende a cero. E sta definición de
diferencial es confusa, oscura, metafísica y casi no dice nada.... Por causa de esos
“infinitésimos” , o “d x " , el cálculo diferencial tuvo en su comienzo a muchos reti­
centes y contradictores célebres como Berkeley: .. las derivadas son fantasmas de
cantidades desaparecidas.. . ” , decía. Hoy están felizmente dilucidadas en el análisis
matem ático gracias a Cauchy, Fréchet y G ateau. En el moderno análisis no-estándar
todo queda afortunada y definitivamente aclarado.
Lo que sigue es un repaso, una digresión (hasta la definición 15 excluida) y no
forma parte del curso.

5.7.1. Caso 1
D e fin ic ió n 6: Consideramos una función / real de una variable real, / : R —* R,
definida en una vecindad V ( x q ) de x q . Se dice que / es diferenciable en x q si en V (x0)
/ puede ser aproxim ada por una función afín. Más exactamente, / es diferenciable
en xo si existe un intervalo ]xo —a ,x o + a [ ( a > 0) tal que p ara todo x = xo + /i,
de ese intervalo, podamos escribir

/ ( x 0 + h ) = f (x0) + / '( x o)h + Exo(h.)hl

donde /'(x o ) es un número real único independiente de x y lím £Xo{h) = 0.


h—*0
D e fin ic ió n 7: La derivada de / en xo es el número / '( x o).
También podemos decir que / es diferenciable en xo cuando, y sólo cuando,
Ve > O, 3rj > O tal que p ara todo h que verifica |/i| < r\ se tenga

|/( x o + h) - / ( x 0) - f \ x 0 )h\ < e|/i|.

D e fin ic ió n 8: Se llama diferencial de la función / en el punto Xo a la función lineal


(forma lineal) y continua, de R en R, h ►-* f'(x o )h . La diferencial se nota df l 0 o
d f( x o), de m anera que

h ~ dfX0 (h) = /'(x o )/..

Así, pues, la diferencial de / en xo, dfzo, es una forma lineal continua real de variable
real: dfZo : R -* R, la cual asocia a un número real otro real. Tenemos la notación
estándar: / ( x o + h) = / ( x 0) + dfXo(h) + exo[h)h.
Decir que la función / es diferenciable en Xo es equivalente a decir que la función
h [ /( x o + h) — /(x o )] h ~ l tiene un límite en el punto h = O, y este límite es pre­
cisamente la derivada /'(x o ) de / en xo- E n este caso de / : R —» R hay equivalencia
total entre diferenciabilidad y existencia de la derivada en un punto. Nótese que la
función dfXo es un símbolo único, un todo, y no tres cosas.

5.7.2. Caso 2
D e fin ic ió n 9: Ahora definamos la diferencial para / : Rn —► R, definida sobre una
vecindad V (x ) de x = ( x i , . . . , xn ). Sea h = (A j,. . . , hn) e Rn ; x + h e V'(x). La
función / es diferenciable en el punto x si, y solamente si, existe una única forma
lineal y continua de R" en R para x fijo, h t-> dfx(h), y una aplicación h. —♦ ex(li)
de Rn en R que verifica límh_.o ex (h) = O, tal que podamos escribir

/ ( x + h) = f ( x ) + dfz (h) + £*(/i)||/ifl.

Si / es una aplicación de Rn en R, diferenciable en x e R", entonces se llama


diferencial de / en x a la forma lineal continua de R n en R

h = ( h l ........hn) ~ d f x ( h ) = d f{ x ) ( h ) .

Así, pues, la diferencial dfx asocia a un vector h e R" un número real; es por tanto,
una función escalar de variable vectorial. dfx es un símbolo único.
Si referimos R" a la base canónica (ei), y escribimos dfx (e,) = otí(x) 6 R, enton­
ces <¿/i(/i) = dfx (h l , . hn) = dfx (h'e{) = h 'd fx(ei) = h 'a ^ x ) . De manera que si /
es diferenciable en x e Rn se tiene

/ ( x + /i) = f ( x ) + Y Jh 'a i( x ) + £ x (h)\\xl


se tienen n funciones coordenadas (proyecciones) fi tales que /; (x) — x', la dife-
icial de estas funciones es la forma lineal que a h asocia dfix (h) = h'. Por abuso
notación (como en el caso R — >R) se nota a la diferencial de /¡ con dx¡; de ma-
a que d x ¡ es la forma lineal de Rn en R tal que h — ( h l , . . . , hn ) >-» dx¡(/i) = hl .
evamente dx, es un símbolo único, no dos cosas.

am pio: La función identidad I d : R —► 1 , x >-► Id(x) = x, es diferenciable.

ercicio: Demuestre la afirmación anterior. Halle la diferencial de I d : d l d x ,


lánto vale?

>ta 1: La m atriz fila ( a i ( x ) . .. a n (x)), la cual es exactam ente un campo matricial,


á formada por las componentes del tensor dfx con respecto a la base (e¡). El
or del campo tensorial dfx para el vector h es, pues, dfx (h) = /i'a¡(x ) (véanse las
ciones 1.8 y 1.9).
Tomemos la función “x ” : R —* R como la identidad, x >->“x ” (x) = x. Entonces
;ún el ejercicio anterior tenemos, d “x ”= I d = “x ” . La base canónica .de R es
= 1, la base dual de R* es d “x ”, que llamaremos simplemente d x 1 : (d x ^ e i) =
l (ei) = e\ = 1. Lo mismo se hace para las formas coordenadas dy - dx2 y
= dx3.
Con la anterior simbología se tiene la notación práctica p ara la función diferencial
n
dfx = ^ &i(x)dx,,
i= 1

u valor p aja h = (/i1, . . . , hn) es


n

h » dfx (h) = ^ cci(x)dx i (h) = /i‘a¡(x).


i=l
n esto se dem uestra que toda diferencial (forma lineal) es una combinación lineal
las dx1; es decir, que (dx1, . . . , dxn) generan a dfx . Como las (dx') son linealmente
lependientes, forman una base.
Toda función de Rn en R diferenciable en un punto x = (x 1, . . . , xn ) tiene en este
nto derivadas parciales con respecto a las diferentes variables x ' (i = l , 2 , . . . , n ) :

A /(x ) = ^ = a i (x).

)r consiguiente
Si ponemos n = 3 tendremos la siguiente expresión, ya encontrada en la sección 1.9,
ejemplo 15:

d f { x , y , z ) = /í ( x , y, z)dx + f'y( x , y , z ) d y + f'z ( x , y , z ) d z .

N o ta 2: Teniendo en cuenta lo dicho en la nota anterior, vemos que elcampo


matricial fila ) está formado por las componentes del tensor dfx
con respecto a la base dual (d x l ). P ara n = 3, la m atriz ( / ' / ' / ' ) contiene las
componentes de dfx .

5.7.3. Caso 3
D efin ic ió n 10: En el caso general se dice que / : Rn —* Rp es diferenciable en el
punto x e R " si existe una aplicación lineal continua, notada dfx o df(x) de Rn en
Rp, tal que
f ( x + h) = /( x ) + dfx {h) + £x(/i)||/i||,
en donde, para x fijo, la aplicación h >-* ex (h) es una función de R n en Rp que
cumple lím/,_,o £x(h) = 0. La función dfx asocia a h, un vector de Rp; la diferencial
es, desde luego, una función vectorial de variable vectorial.
La igualdad en la definición precendente de diferenciabilidad serealiza entre
vectores de Rp y es equivalente a las siguientes p igualdades numéricas entre com­
ponentes:

( /( x + h)Y = ( f ( x ) Y + (dfx (h)Y + (ex (h)Y |/ i | ¿ = 1 , 2 ,. .. ,p.

En forma vectorial tendremos

h = ( h \ . . . , hn) — df'x (h) = X ¡ a j ( x ) y .

Con las representaciones matriciales

h = n: > dfx = ( df*\ = > )-i h dfx


—(h) = a(x)h,-
W W xV

tendremos la forma matricial: dfx (h) = a(x)h, con a = ( a ‘ ) = esta m atriz


J dx]
con p filas (i — 1, , p) y n columnas (j = 1 , . . . , n) se llama m atriz Jacobiana de
/ y es la m atriz de la aplicación lineal dfx de Rn en R p con respecto a las bases
canónicas. Si n = p, det(a*·) se llam a el Jacobiano de dfx .
Ya vimos que para / : R —► R la noción de derivada parcial se confunde con
la simple derivada y ambas son equivalentes a la diferenciabilidad. Pero esto no es
cierto en el caso de funciones de variable vectorial (Rn —» R), es decir, de varias
variables.
En este caso, si la función tiene derivadas parciales en un punto, esto no implica
necesariamente que / sea diferenciable en ese punto ni que / sea continua.
No obstante, tenemos el resultado siguiente: Toda aplicación / de Rn en R
definida en V(x) (x e Rn) que tenga derivadas parciales continuas en V(x) es
diferenciable en ese punto.
U na función que tenga derivadas parciales continuas se dice que es continua­
mente diferenciable o de clase C 1. La noción de derivada parcial se generaliza de
m anera trivial.

D e fin ic ió n 11: Definimos la derivada en la dirección del vector unitario ü (||ü|| = 1)


de la función / de R" en R, en x, como el límite en el punto A = 0, si existe, de la
t .. , /(x + A ü )-/(x )
función A —» —-------- ^ y se nota
A

De manera que la derivada parcial D ¡/(x ) en x = (x 1, . . . , x ") relativa a la


variable x ‘, es un caso particular de la derivada de / en la dirección del vector e¡
de la base canónica de Rn , [De. f = D i f ) . Se dem uestra que si una aplicación / de
R n en R es diferenciable en x G Rn , entonces tiene derivadas parciales en todas las
direcciones, y para todo vector unitario ü se tiene

Ds f ( x ) = d/f(ü).

Además, si / : Rn —► R tiene derivadas parciales continuas en un punto de R n ,


entonces tiene en ese punto derivadas parciales en todas las direcciones. No es, desde
luego, de extrañar que la existencia de las derivadas parciales no sea suficiente para
implicar la diferencibilidad, ya que ésta supone la existencia de la derivada en todas
las direcciones; mientras que las derivadas parciales son solamente las derivadas en
las direcciones de los vectores de la base canónica de R'*.

5.7.4. Caso 4
D e fin ic ió n 12: / : R —► Rp es diferenciable en í e R si existe una aplicación lineal
dft de R en Rp tal que

f ( t + h) - f ( t ) = dft (h) + £t(/i)|/i| con lím et (/i) = 0.


h—*0

Con relación a la base canónica de Rp esta aplicación lineal dft está definida por
sus componentes o m atriz (A¿(í)) con p filas y 1 columna. Si se representa por A(t)
al vector de Rp de componentes Ai(t) con relación a la base canónica, entonces
dft (h) = hA( t ) 6 Rp; h e R. De aquí que f ( t + h) — /( ( ) = hA( t ) + e,(/í)|/i|.
Tenemos, necesariamente, para la aplicación de R en Rp

h ~ + hl ~ — A{t) e Rp.
h h—*0

Recíprocamente, si la aplicación de R en Rp h >-* tiene un límite


h.
A(t) para h = 0, entonces la aplicación t ·-* f( t ) es diferenciable en el punto t . A(í)
se llama la derivada de / en t. Su diferencial es la aplicación lineal de R en Rp

h * — dft(h) = A(t)h.

En este último caso, la diferencial dft es una función vectorial de variable escalar
(de una variable).
La aplicación / adm ite una derivada A(t) en t cuando, y solamente cuando, sus
p aplicaciones componentes / , de R en R:

R 9 1 ■— ► ( / i ( t ) ......... /»(*)> · - i / p ( 0 ) e R p .

tienen derivadas en t, y ellas son las componentes A i(t) del vector A(t); si / tiene
derivadas en R, se define la aplicación t >-» A(t) = / ' = ( f \ , ■ . . , f ' p) de R en Rp.

5.7.5. Caso 5
D e fin ic ió n 13: De m anera más general, sean E y F dos espacios vectoriales nor­
mados sobre K y / una aplicación de una parte abierta de £ en F ; se dice que /
es diferenciable en x e E, si existe una aplicación D f ( x ) lineal y continua única de
E en F tal que

/ ( * - A ) - / ( * ) - D/(*)(ft)+e,(ft)|fc|·
Con £x(h) e F y lírn e(/i) = 0.
La aplicación D f ( x ) = D f x se llama la diferencial de / en x e E. Llamemos V
al espacio vectorial de funciones de E en F diferenciables en un punto.

Entonces tenemos las siguientes aplicaciones diferentes: V x E 3 ( /, h) ►-* D /(x )(/i)


F que es bilineal; D f ( x ) : E —* F, h>-* [D f(x)] (h ) = D f ( x , h ) , bilineal y continua;
D f : E —* L(E\ F), x D f ( x ) , lineal; y finalmente, / D f.

E je rc ic io : Demostrar las aserciones precedentes.


En el caso de Rn —» R, tenemos la forma bilineal V x R —* R, (/, h) >-* dfz (h)
que tom a el valor

El vector asociado al punto ( z j , . . . ,z „ ) = z, de componentes — , con respecto


dx'
a la base canónica de Rn, se llama gradiente de la función / en el punto x y se
denota por grad f x o por V f ; entonces

dfx (h) = g r a 3 /z h = V { -h.

Si / es diferenciable en todo punto de una parte U de Rn , se puede definir un


campo de vectores gradientes de f asociado a cada punto de U. En coordenadas
cartesianas, el operador “nabla” , V = ( f — + j — + k — ], asocia a una función
\ dx dy dz)
escalar / el campo vectorial V f .
H asta aquí este largo paréntesis destinado a recordar la definición de diferencial
de una función / de Rn en Rp: si en U, una parte abierta de Rn , / es diferenciable,
entonces la aplicación lineal (d f) : Rn o U —► L (Rn ,R p), llam ada diferencial de /
en U, es tal que x <-* d f(x) = dfz . Simbólicamente,

Rn
R"d í / 3 i « dfx 6 | L(Rn, Rp).
Rp

Si df(x) depende continuamente de x en U, se dice que / es continuamente dife­


renciable en U. Si n = p, la función x —» det [d/(z)] se llam a Jacobiano de / en U.

5.8. Form as diferenciales exterio res de grado 1


A hora queremos generalizar la noción de diferencial de una función de manera que si
asociamos a cada punto de Rn (o de cualquier espacio) una forma p-lineal alternada
sobre Rn , se obtendrá lo que llamaremos por definición, una forma diferencial de
grado p. A estas formas diferenciales las llamaremos en generad, no dfz sino, ui y
no serán más que “campos” de formas diferenciales en R". Esto lo haremos en la
presente sección y en las siguientes. Comenzamos por R3 3 U -* R. Nos limitare­
mos al caso R3 por razones físicas evidentes. R4 estará a la vuelta de la esquina.
D e fin ic ió n 14: Sea U una parte abierta de R3. Se llama forma diferencial exterior
de grado 1 en U, a una aplicación ui de U en el dual de R3; uj : R3 u U —► R3*. A
un punto M = (z, y, z) de U c R3 se le asocia w (M ), lo cual viene a ser una forma
1-lineal sobre R3 (un campo de formas 1-lineales, es decir, a cada punto M se le
asocia la forma lineal u'(M)).
Jerárquicam ente tenemos:

w 6 ,4(R3;R 3*)
üj( M )= e L(R3; R) = R3* M = ( i , y , z) e R3
[w (A /)](X ) eR X e R3

Gráficamente tenemos:

R3
R3 z> U e = /* 6 R3* : | w 6 >t(R3; R3*)
R

E jem p lo 1: Si / es una función real / : R3 -* R, diferenciable en JJ c R3, entonces


df = ui es una forma diferencial exterior de grado 1, ya que dfx e R3*. Se pone
dfz = dfM = u¡m-

E jem p lo 2: Si se tom a a x, y y z como las funciones coordenadas en R3, x* : R3 —* R


(ver la sección 1.9, ejemplos 5, 6 y 15) tal que x = ( x .y .z ) = (x 1, ! 2, ! 3) i-*
x(x) = x; y(x) = y y z(x) = z. Entonces dx, dy, dz son formas diferenciales exte­
riores de grado 1 en R3.

E jem p lo 3: Como dx, dy, dz son formáis 1-lineales coordenadas, las cuales forman
la base dual de R3*, se deduce que R3* 3 d f = a \ d x -I- ctidy + a 3 dz. Esto está de
acuerdo con la definición 10: d f = ctidx1, para n = 3.

E jercicio 1: Demuestre que la función identidad I d : R —» R es diferenciable y


derivable.

Ejercicio 2: Pruebe que d(Id) = Id.

E jercicio 3: Verifique la relación dx = d(Id). Vemos que dx se interpreta como


un número, como una variable, como una función, como una base y como una
componente numérica del vector posición dr.
E n general se tiene (de ahora en adelante omitiremos la palabra exterior) el
enunciado:

P r o p o s ic ió n 9: Si u) es una forma diferencial de grado 1 en U c R3, existen tres


funciones reales únicas P, Q y R definidas en U tales que

i*>(x, y, z) = P (x , y, z)d x + Q (x ,y , z)dz + R (x, y, z)dx.

Ü
D e m o s tra c ió n : u es una forma diferencial de grado 1,entonces para todo M e
U, uiM es una forma 1 -lineal, es decir, la forma U 3 ( u i ,u 2 ,it 3 ) ■-» P ( M ) u \ +
Q ( M ) u 2 + R ( M ) u 3 , con P { M ) , Q { M ) y R ( M ) números reales determinados de
m anera única. Pero d x ( M ), d y ( M ) y d z ( M ) son tres formas 1 -lineales (ver la sección
1.9 ejemplo 15):

( u l t u 2 ,u 3) d x ( M = ( u i ,u 2 ,u 3)) = « i;
( u i ,u 2 ,u 3) - ► d y ( M = ( u i ,u 2 ,u 3)) = u 2;
( u i,u 2 , u 3) p-* d z [ M = ( u ^ ^ . u s ) ) = u 3;

de aquí que existan tres números únicos reales P { M ) , Q ( M ) y R ( M ) tales que

u (M ) = P (M )d x(M ) + Q (M )dy(M ) + R (M )dz(M ). .

Observemos que u(iV/) = (P, Q, R), donde las com ponentes están en relación con
la base ( d x ,d y,d z), de m anera que a to d a form a diferencial de grado 1 se le asocia
un vector o campo vectorial u>(M) ·-* (P ( M ) , Q ( M ), R (M ) ).
Un campo vectorial es una aplicación que a puntos asocia vectores, es decir,
una aplicación del espacio afín (puntual) Rn en su espacio vectoriad asociado Rn de
vectores libres.

E je m p lo 4: Si / es una función real diferenciable en U, se tiene en M = (x, y, z)

tf ( M ) = f ' A M ) d x + f'v(M ) d y + f't {M)dz.

Si las funciones P, Q y R son continuas, entonces se dice que ui es continua. Si P,


Q y R son continuam ente derivables, entonces ui tam bién lo es.
E ste ejemplo destaca la distinción que hay entre diferenciales y formas dife­
renciales y m uestra que aquéllas son casos particularísim os de estas últimas. Las
formas diferenciales de grado 1 serán denotadas, a veces, por *w.
En general, una forma diferencial exterior de grado 1 se llama forma diferen­
cial de Pfaff. Veamos las operaciones que se pueden definir en el conjunto {*cj} =
{'<¿>1 , . . . , lWj,...} de formas diferenciales de grado 1 en U. Prim ero, la suma: la
aplicación u>i -t- cj2. Si se tienen las componentes ( P i , Q i , R i) de u>i y (P 2 ,Q 2 , / Í 2)
de u/2 , entonces:

(w 1 + w 2 ) (z ,y ,z )
= (Pi + P 2 )(x, y, z)dx + (Q i + Q 2 )(x, y, z)dy + (Ri + R 2 ){x, y, z)dz.

La sum a “+ ” le da al conjunto {u>i, w2, ...} la estructura de grupo abeliano aditivo.


Si wi y ui2 son continuas o continuam ente derivables entonces u»i + w2 será con­
tinua o continuam ente derivable. Se dice que u>i y u/2 son de clase C 1.
Segundo, definamos el producto de u por una 0-función real 0 / definida en U: la
aplicación M >-* f ( M ) u j ( M ) es una forma diferencial de grado 1 en U notada fui.
A u , de componentes (P,Q, R ), se le asocia

(/w )(x , y, 2 ) = ( /P ) ( x , y, z)dx + (/Q )(x , y, z)dy + (f R ) { x , y, z)dz.

E sta operación es distributiva con respecto a la sum a y cumple con otras tres propie­
dades del producto por un escalar, y A·, de los espacios vectoriales; además, si / y ui
son continuáis o continuam ente derivables, entonces fui es continua o continuamente
derivable.
Las operaciones “+ ” y “/ · ” hacen que el conjunto de formas diferenciales de
grado 1 en U tenga una estru ctu ra de módulo sobre el anillo de funciones reales en
U, (T { U —► R ) ,+ ,o ), que reem plaza al cuerpo K de base. El espacio vectorial de
las formas diferenciales de grado uno y de clase C l definidas en U y con valores en
R se denota ü [ l\ U , R).
E n vista de las operaciones (ui¡ + 0J2 ) y (/<*>) el resultado de la proposición 10 se
escribe, en general, así:

u> = P d x + Qdy + Rdz.

N o ta 1: H asta ahora se han estudiado las formas diferenciales reales de grado 1.


Puede suceder que u ( M ) no sea una forma lineal de R3 en R, sino una aplicación
lineal de R3 en C. de esa m anera se obtienen las formas diferenciales de grado
1 complejas, las cuales forman un módulo sobre el anillo de funciones complejas
denotadas por J - ( f : U —» C). Entonces to da forma diferencial de grado 1 compleja
uj se escribirá de m anera única como cj = -t-iu 2 , con u>i y cj? formas diferenciales
de grado 1 reales, y tam bién se escribe de m anera única: u> = P d x + Qdy + Rdz,
con P, Q y R funciones complejas de variables reales.
Generalizando aún más, se pueden definir las formas diferenciales de grado 1
en R rl. Tenemos en este caso general el siguiente resultado:
1

C o ro la rio 6: Si x 1, . . ., x n son las funciones coordenadas en R ", toda forma dife­


rencial de grado 1 en una parte abierta U de Rn se escribe de manera única

u> = A (dx* -l- A i d x 1 + ··■-(- A nd x n = A¿dx'

con A i , . . . , A n funciones reales o complejas en U, de imagen A i ( x i , . . . ,x „ ).

E ste corolario generaliza el caso R3 a Rn .

N o ta 2: A la forma diferencial exterior lui = w, de grado 1 en U también se le llama


simplemente “una 1-forma” ; es una simple combinación lineal de diferenciales o un
polinomio de primer grado en las dx'. Algunos autores ponen, p ara ui e R),
u ( M ) = UIM .
No se debe confundir una forma 1-lineal f * con una 1-forma u>. En el siguiente
diagram a se ilustra una 1-forma w:

R"
R" 3 f/ 3 x = (x 1........xn ) — u«(x) e R"* | ;w e A (R n ; Rn*).
R

Una forma lineal sobre Rn está completamente determ inada si se dan n valores
que ella tom a para los elementos de una base de Rn (la base canónica, por ejemplo).
Escojamos la base dual (e**) = (dx1) (i = l , . . . , n ) de la base canónica (e¡)
de Rn . Entonces:

(d x '\e j) = dz'(e¿) = para V x = z'e< e R n ,

y se tiene dx'(x) = x ‘ = (d x '\x ) .


Las coordenadas de la 1-forma u>z , la cual es una forma 1-lineal sobre R " asociada
al punto x e Rn , son los A,(x) con relación a la base (dx').

Rn* 3 u x = A i t f d x 1 = > wx (h) = A i t f d x ^ h ) = A i(z )h i G R ,V /ie R n .

Las componentes Ai = (cj^e,) son justam ente las funciones

z ►— ► A i(z) = ( A i ( z ) , . . . , A n (x))

de U c Rn en R. La 1-forma ui en U puede ser definida dando las n aplicaciones


Ai : x >-* A ,(i). Por eso se dice que dar una 1-forma cj de grado 1 es equivalente a
dar un campo de vectores ( A i ,. . . , An ) sobre U : a todo z 6 U se asocia el vector
cuyas componentes en la base canónica de Rn son los números A ,(x) e R, Ai e R"*.
De aquí que ui s ( A i , . . . , A„).
Ya hemos visto que si / es diferenciable en U c R n , entonces en todo punto
z 6 U, su diferencial: dfx = D i f ( x ) d x ' = dx' = d if ( x ) d x ', es una forma
dx'
1-lineal de Rn*, luego dfx es una 1-forma de U . Recíprocamente, una 1-forma sobre
U c R “ se llamará forma diferencial exacta si es la diferencial de una función
diferenciable sobre U.
En general, si se da una 1-forma u> sobre í / c R " podemos preguntarnos si es
exacta y, en caso afirmativo, querríamos determ inar una función de la cual ella (ui)
sea la diferencial. La función será única (salvo una constante aditiva arbitraria).
Más adelante volveremos sobre las formas diferenciales exactas.
Tomemos el caso n = 1 (una variable). U na 1-forma asociada ai punto z 6 R se
escribirá l j ( x ) = A(x)dx\ ésta será exacta si existe una función / tal que ui(x) =
d f = f ' ( x ) d x , es decir, tal que f ' ( x ) = A(x). Luego, determinar si A es exacta,
equivale a encontrar una función conociendo su derivada; por integración de A , que
es continua, el problema tiene una infinidad de soluciones que se diferencian en una
constante aditiva.
Pasemos ahora al caso de varias variables (n > 1). Sea ui una 1-forma defi­
nida en el punto x por u z = A l( x )d x ‘. Si ella es exacta, entonces existe una función
f : x = ( x t , . . . ,x „) >-► /(x i» ■ ■ ·, Xn)i y se tendrá j4¿(x) = £>i/(x) para i = l , 2 , . . . , n .
Si las funciones Ai son continuas y tienen derivadas parciales continuas, entonces
las derivadas parciales del segundo orden de / son continuas y se cumple

d2f d2f
D ijfíx ) = D jifíx), es decir . -■ = . ..
1 1 ' },JK " d x 'd x i d x ’ dx'

dA ■ dA
Debemos tener: D ,A , = D .A i, es decir ——- = -r-4·
dx' dx]
Hemos establecido que, cuando las funciones Ai son continuas, lo mismo que sus
derivadas parciales, entonces las condiciones D ,A j( x ) = D jA ,(x ) son condiciones
necesarias para que la forma diferencial lj = A td x' sea exacta. Una 1-forma que
verifica estas condiciones se llama forma diferencial cerrada. Así, una condición ne­
cesaria p ara que 1-forma de U sea exacta es que sea cerrada. En el lenguaje de los
campos vectoriales, u es exacta si su campo vectorial asociado es un campo de gra­
dientes, es decir, A ,(x) = D if( x ) . Como dicen los físicos, el campo es conservativo
y deriva de un potencial.
Recíprocamente: sean (x ,y ) *-» P ( x , y ) y (x, y) *-* Q (x,y) funciones continuas
con derivadas parciales continuas sobre el rectángulo U = [a ,6] x [a,/?] de R .
Supongamos que la 1-forma u>(x, y) = P ( x ,y ) d x + Q (x ,y )d y sea cerrada en £/; es
decir, VAÍ(x,y) € U se tenga
oy dx
En tal caso se dem uestra que esta forma diferencial es exacta en U, es decir, que
existe una función (x, y) >-» F (x , y) continua y con derivadas parciales continuas en
U tal que

^ = P (x ,v ), V).

El resultado anterior se generaliza a Rn: cuando una 1-forma, cerrada en un


rectángulo n-dimensional U de R n, cuyos coeficientes son funciones continuas con
derivadas parciales continuas sobre U, es exacta en U.

E je m p lo 5: La 1-forma definida sobre R2 por u ( x , y) = yd x — xdy no es cerrada y


no es exacta.
ü je rc ic io 4: Determine los campos de vectores grad (r) y graá ( i ) con r 2 =
:2 + y 2 + z 2.

S jercicio 5: Pruebe que la 1-forma (3x2y + 2x + y 3)dx + (x3 + 3x y 2 — 2y)dy es


:xacta y calcule la función de la cual ella es la diferencial.

S jercicio 6: Sea uj(x,y) = P ( x , y ) d x + Q (x ,y )d y una 1-forma. Se llama fac-


or integrante a toda función (x, y) i-» tp(x, y) tal que la 1-forma (ipui) (x, y) =
? ( x , y ) P ( x ,y ) d x + ip(x,y)Q (x,y )dy sea exacta. D em ostrar que ¡p verifica la ecua-
:ión:

dx dy \d x dy J
E jercicio 7: Encuentre las condiciones que deben verificar las funciones

(x, y) I— P (x , y), (x, y) >- Q { x , y)

>ara que la 1-forma uj = P dx + Q dy adm ita un factor integrante que dependa sólo
le x (o sólo de y).

E jercicio 8: Sea la forma diferencial ui(x, y) = (x2 + y 2 4- 2x ) d x + 2ydy. Muestre


[ue ella adm ite un factor integrante que sólo depende de x y encuéntrelo. Determine
:ntonces una función F que adm ita a <pu como diferencial.

L jercicio 9: Determine una función x >-» /( x ) que sea factor integrante para la
orm a diferencial ui(x, y) = (x2 + y 2 — a2)dx — 2aydy. ¿De qué función fui es la
liferencial?

5.9. Form as diferenciales exteriores de grado p


\.hora se tra ta de generalizar la definición de formas diferenciales exteriores de grado
. en U al caso de formas p-lineales alternadas o antisim étricas. En todo lo que si-
;ue, Rn se referirá a la base canónica y Rn* a la base (d x *), dual de la canónica (e¡).

D efinición 15: Sea U una parte ab ierta de R n . U na form a diferencial exterior


le grado p sobre U es una aplicación w de U en el espacio vectorial de las for-
nas p-lineales alternadas sobre Rn . P or abreviar, se dice que ui es una p-forma so-
)re Rn . E n general, se dice que ui es una multiform a, y la denotarem os, a menudo,
>or puj.
Si p = 1 encontramos la definición 15 de la 1-forma, es decir, el caso particular
leí cálculo diferencial clásico. Si p = 0 tenemos O-formas, y como una forma 0-
ineal antisim étrica es simplemente un escalar, entonces las formas diferenciales
de grado O en U son sencillamente las funciones reales definidas en U, objeto del
análisis matem ático. De m anera que los casos p = O o p = 1 corresponden al análisis
m atem ático clásico; si p > n entonces to d a p-forma en U es cero. El espacio vectorial
de las funciones continuas reales de clase C n se denota R).
El caso p < n corresponde al análisis m atem ático exterior (véase la sec­
ción 5.7).
A todo punto x = (x 1, . . . , x n ) e U se le asocia una forma p-lineal alternada,
elemento de A p ( R n ) = A p ( R n *) = R n * a . . . a R " * (p factores):

(Rn)p
Rn U 3 e A p{Rn) : | u e i ( R V p ( R '') ) ·
R

Jerárquicam ente tenemos

pu = w e _A(Rn ,>lp(Rn)) M = (x 1, . . . , x n) 6 Rn
w (M ) = U M 6 A p( R n ) X = (X i) = (X 1, . . . , X p) 6 ( R n)p
wt í ( X ) e R X ;s R n

Si x = ( x i , . .. , x n ) son las funciones coordenadas de R", entonces sabemos


que las C p formas prlineales antisim étricas d x H a · · · a d x lp, con (ij < i 2 < · · ·
< ip), forman una base del espacio ,Ap(Rn) = Ap(Rn*). Por consiguiente, existen
números reales únicos, bien determ inados, A , l¡2 ,,Ap(x) que son, por definición, las
com ponentes de uj( x ). De donde puede establecerse el siguiente teorema:

T e o r e m a 2 (d e la r e p r e s e n ta c ió n ) : Sea puj una forma diferencial exterior de


grado p o p-forma en U. Existen C p funciones reales j4í,.,.í (¿i < i 2 < . . . < ip)
definidas en U determinadas de manera única, tales que

plj = u = ^ A i i '" {pd x tl a ■ · · a d x , p ; u e ^ ( R íl; A p ( R n ) ) .


t| <...<Íp

Algunos autores utilizan la notación convencional

w= 2 A i i - i pd x n ■ ■ ■ d x lp.

E stas son diferentes m aneras de escribir una p-forma, la cual, al punto x e U,


asocia la forma p-lineal antisim étrica

w (x) = £ A u ...ipd x il a ■ ·· a d x ip-, w ( i ) e i p(R n ) = A p ( R n *).


ti<. ..<ip
El valor de ésta última, en el punto x, para un sistem a de p vectores (X¿) =
' X u . . . ,, X k = X t ei . . . , X p) 6 (Rn )p (t* = 1 ,2 ........n), es:
X'k"eik,

X \' x[·
......... X , ) = £ A < ,...< „ (* )
¿i < . . . < i p
X? Xv
= 2 Ail...i,{ * )d e t[X 1, . . . , X p] 6 R .
«I<.

E je rc icio 1: Demuestre paso a paso la fórmula anterior.

N o ta : No se debe confundir el punto x = (x 1, . . . , xn ) e R", con los vectores X¡ de


y los p vectores ( X i , . . . , X P) de (Rn )p.
Los coeficientes, componentes o coordenadas de la p-forma son los valores de
las funciones x Aí,í,...íp(x) de R n 3 U en R, y éstas definen un campo de formas
»-lineales alternadas ya que u se identifica con es decir, una p-forma es un
:am po de formas p-lineales alternadas o, como lo veremos, un campo de tensores
covariantes antisimétricos. Supondremos que las -4», ,..»p son de clase C x (es decir,
que tienen derivadas parciales continuas de todos los órdenes).

E je m p lo 1: Sea 2ui = ui una forma diferencial exterior de grado 2, o una 2-forma,


definida sobre un abierto U de R 2; ui e A (R 2; .A2(R2)) asocia al punto M de coor­
denadas (x ,y ) una forma bilineal antisim étrica que notaremos u « o u ( M ) y se
escribirá de m anera única, así:

Mi • = f(x ,y )d x a dy G A2(R2), C\ = 1

con (x , y ) ·-» / ( x , y) función de U en R, la cual es el campo de covectores asociado


a uíjm; / permite definir una 2-forma. A hora bien, el valor de u¡w : R2 x R2 <-»
R para la pareja de vectores (Vi.V^). de componentes respectivas (X i.Y j) y
(X 2 ,Y i),e s

R 3WM(Vi,V2) = u,(x,y)(V u V2) = f ( x , y ) ( d x * dy)(Vu V2)


= /(x,y)(dxAdy)[(Xl i yi),(Jf2iya)]
= / ( x ,y ) (dx(V l )d v(yi ) - dx(Vi )dy(Vl ))
X2
= / ( x , y ) ( X , y 2 - X 2y 1) = / ( x , y ) X l
= / ( x . y ) d e t w (V l t Va ) € R .
E je m p lo 2 : Tomemos a x , y y z como I els funciones coordenadas sobre R3 y u / e
,4(R3;R 3*). U na 1-forma definida sobre un abierto U de R 3 asocia a cada punto
M ( x , y , z) e R3 una forma lineal u>m sobre R3 : R3 B ( x , y , z)&ui(x, y, z) e R3*; u m
se escribe de manera única así

w (x , y, z) = f(x ,y ,z )d x + g(x,y,z)dy + h(x,y,z)dz,

donde f , g y h son funciones reales sobre U c R3. A u m está asoci.ido el campo


vectorial de componentes ( / ( x , y , z ) , y ( x , y , z ) , / i ( x , y , z ) ) . U na O-forma, o forma di­
ferencial exterior de grado O, es una función real sobre U. Entonces f , g y h son
tres O-formas. A una O-forma se le asocia un campo escalar de única componente
/ ( * . y,*)·

E je m p lo 3: En R3 todavía, una 2-forma sobre U asocia a cada punto M (x, y, z) 6 U


una forma bilineal antisim étrica u m sobre R3: R3 3 M «u> (x,y, r)
e A2(R3; R) = /12(R3); w e A (R3; A2(R2)); um se escribe de m anera única así:

um = / ( x , y , z)dx a dy + g(x, y , z)dx a dz + h(x, y , z)dy a dz

= / ( x , y, z)dy a dz + g(x, y, z)dz a dx + h(x, y, z)dx a dy e A2(R3).

E sta últim a forma exhibe la sim etría circular (permutaciones cíclicas) entre x,
y, / i 5. h son funciones reales de tres variables o O-formas.
El valor de la 2-forma w ( x , y , z ) para dos vectores V1 ( X l ,Y¡, Z i) y V2 ( X 2 ,
y2,Z 2) e s

w (x,y, z) H i X u Y u Z i ) , (X 2, Y2, Z 2)]


= { /(* , y, z) ( Y iZ 2 - YaZ¡) + g(x, y, *) ( Z t X a - Z2X ,)
+ /,(x ,y ,:)( W - W ) !
f(x,y ,z) g(x<y,z) /i(x ,y ,z)
Xi Yy Zx e R.
x2 y2 Z2

E je rc ic io 2: Pruebe las afirmaciones de los ejemplos anteriores.

A la 2-forma u (x, y, z ) precedente está asociado un campo de vectores, es decir,


el campo de vectores de componentes ( /( x , y, z ),g (x , y, z ) , /i(x, y, z ) ) .
En otras palabras:

r ; r3 3 (Z)J, Z) ,— „ ( /( x ,y ,z ) ,y ( x ,y ,z ) ,/ i( x ,y ,z ) ) 6 R3.

E je m p lo 4: Una 3-forma sobre U c R3, w e ^ (R3; ^ ( R 3)), se escribe de manera


única
«m = Xly,z) = f{ x ,y ,z )d x a dy a dz € 4 3(R ), C3 = 1

donde / es una función real sobre £/; la 3-forma W(*,Vlx) asocia a cada punto M una
forma 3-lineal alternada (o forma trilineal alternada) sobre R3:

U 3 e A3(R3).

A w m está asociada la única función / : ( x , y , z ) <-* f ( x , y , z ) o campo escalar de


componente única f ( x , y, z). El valor de para tres vectores

V tiX u Y u Z i), V2 ( X 2 l Y 2 , Z 2) y V3 ( X 3 ,Y 3 , Z 3),

por ser uim un forma 3-lineal alternada, es

Xl Yl ZI
W(r,y>*)(Vi, Vj.Vj) = f ( x , y , z ) x2 y2 z2 6 R.
x3 y z3 3

Las formas diferenciales de grado 4, 5, 6, . . . , sobre U e R3 son todas nulas.

E je rc ic io 3: Pruebe las afirmaciones del ejemplo anterior.

5.10. P r o d u c to exterior de formas diferenciales


Exam inarem os las operaciones + , “/ · ” (producto por una función) y a en el con­
junto de las formas diferenciales exteriores. Si ui\ y ui2 son dos p-formas en U, se
define (ui\ + 0 ^2 ), la cual es todavía una p-forma en U , por la fórmula

M 1— ► (¡¿i + W2 )(Af) a u>i(M) + w2(M ), VM e U c Rn .

Si w es una p-forma en U y si / es una 0-forma (o función real definida en U),


se define (/u>), la cual es una (p + 0)-form a o p-forma, mediante la fórmula

M — (/w )(A f) s f { M ) ■ w(AÍ), VA/ e U c R*.

Las operaciones + , y “/ · ” le dan al conjunto de las p—formas una estructura de


módulo sobre el anillo de funciones reales en U . El espacio vectorial de las p-formas
de clase C n definidas en U y con valores en R, se denota Qpn\ U , R).

Sean wj una p-forma y u>2 una q-forma de U c R " . Tenemos que, para todo A/,
es una forma p-lineal antisim étrica sobre Rn y u 2 ( M ) una forma g-lineal
alternada en Rn . De aquí la siguiente definición:
D e fin ic ió n 16: El producto exterior de uii y ojo, notado u j ¡ a u i 2, es la forma
diferencial de grado p + q (o (p + (j)-forma) que a todo punto M 6 U asocia la forma
(p + q)-lineal alternada sobre R " definida por

M 1— ► (U\ A = Ull(M) a ui2 (AÍ)·

Como se ve en la definición, u ¡ ( M ) a u i {M ) es el producto exterior de dos


formas multilineales alternadas, que ya hemos considerado en la definición 4 y las
proposiciones 4 y 5.
El producto de una O-forma / por una p-forma u> es un caso particular de la
definición 17 del producto exterior (ver el corolario 4).

E je rc ic io 1: Pruebe que / a ui = fui. Verifique que

(/« )(A i ) - £ /( x M u ...^ * A-.-Adl*'.


t| <-..<tp

Debido a las proposiciones sobre las formas multilineales antisimétricas (propo­


siciones 1, 4, 5, y 7, y la definición 5) tenemos el siguiente enunciado:

T e o r e m a 3:

1) S e a n u i y dos pi-formas; u>2 yut¡ dos p?-formas y f \ y / 2 O-formas (ó fu n ­


ciones reales) todas en U c R n . Entonces

(li>l + U j \ ) A Ul2 = U»l A ¡J2 + a u»2.

Uli A (cJ2 “l" ^ 2 ) “ A ^2 + ^1 A ^2*


(/l A W l ) A W 2 = /l(<**lAWj).

W1 A ( / 2 A w2 ) = / 2 ( ^ 1 A w2)·

5ean wi una pi-forma, ui2 uno p?-forma y 013 una p3-forma en U . Entonces

U/¡ A (w2 A UI3) = (ü>l A U/2) A UI3 = AU2AU3

U ] A Ui = (— l)PlP1Ull A U>2 ·

3) Sean las q 1 -formas en U w i, oj2, · - ·, w,. Si dos cualesquiera de las u/¡ son
iguales entonces

LJl A U>2 A ·· ■ A U q = 0 .
4) Sean las mismas formas diferenciales que en 3) y n 6 S q. Entonces

w *(i) A w ir(2) a · ·· a <*>„(,) = £(7r)u;i a u;2 a · ·· a u iq .


*3
D efin ic ió n 17: Una p-forma ui en U c I " es reducible si existen p funciones
( f u . . . , f p ) diferenciables definidas en U tales que

u> = d f i A d/2 A · ■· A d f p .

N o ta 1: Por analogía con la sección 5.6 i

@ n< ,n>(í/,R) =
PÍO

es, por definición, el álgebra graduada anticonm utativa de G rassmann. Aquí el pro­
ducto exterior es la aplicación

fi( , " > ( í /, R ) x n ( " > ( i / , R ) n ^ ,({/,R ).

E je rc ic io 2: Definamos en U c R2 dos 1-formas en todo punto M 6 U dadas por


u>i(M) = f i ( M ) d x + g \( M ) d y y w2(M ) = / 2(Aí)dx + g2 {M)dy. Pruebe que

/l /2
UJ\ A CJ2 == dx a dy.
01 02

E je rc ic io 3: Sean dos 1-formas definidas en todo punto M (x ,y ,z ) 6 U c R3 por


u>\ = f \ d x + g\dy + h¡dz y u 2 = / 2dx + <?2dy + h 2 dz. Demuestre que

/i ( M ) / 2(M ) /i(M ) / 2(M )


(wt a w2) aí = dx a dy + dx a dz
Ui(,M) g2 ( M ) /11 (M ) /i2(M )
gi(M ) 9 2 (M)
dy a dz.
Ai(AÍ) /i2(M )

E je rc ic io 4: Si f \ , . . . , / p son p funciones diferenciables sobre U c Rn , verifique


que la p-forma df\ a · ■ ■ a dfp está dad a en todo punto x = ( x i , . . . , x„) por

(d/, A . . . A d/p)(x) = V dx,, A . . . A d x .„


i,< <¡p

donde ^ es el Jacobiano (ver definición 10, sección 5.7.3) de las fun-


\X*i 1 . · · 12 ;,)
ciones / 1 , . . . , / p, con respecto a las variables (x ¡,, . . . , x¿p), calculado en el punto
x = ( x i,...,x „ ) .
N o ta 2: La p-forma u = £ A u ,pd x 1' a · · · a d x ‘p es continua (respectivamen­
te continuam ente derivable) si las funciones A, l l p son continuas (respectivamente
continuam ente derivables). La sum a y el producto exterior de dos formas diferencia­
les continuas (respectivamente continuam ente derivables) son formas diferenciales
continuas (respectivamente continuam ente derivables).

N o ta 3: Ya hemos visto que si en U c Rn , w es una p-forma, entonces ui(M) es


una forma p-Lineal alternada. En general, ui(M) puede ser una aplicación p-lineal
altercad a de R" en C, y u se llam ará forma diferencial compleja de grado 1 en
U; en tal caso .A«,...i, son funciones complejas. T oda la teoría aquí desarrollada
puede generalizarse y se puede reemplazar R" por un espacio E, de m anera que la
definición generalizada de p-forma diferencial exterior w será
£ c l/^ B 3 u (M ) K = R ,C .
E puede ser Rn o C, un espacio afín, de Banach, topológico, una variedad diferen-
ciable o un espacio fibrado. B puede ser Ap(Rn ; R), L(E \ K ), A P(E\ K ) ó A P(E\ F),
donde F es un espacio vectorial cualquiera. Con estas escogencias se obtienen va­
riadas teorías exteriores.

5.11. D erivada exterior


Ya hemos visto que si / es una 0-forma de clase C l definida sobre U c Rn, es
decir, una función diferenciable de U en R, entonces su diferencial d f define en U
una 1-forma. Ahora nos proponemos generalizar el concepto de diferenciación de
una función; más exactam ente, queremos definir una operación que a to da p-forma
w de clase C T (r > 1) asocie una (p + l)-form a dui de clase C ~ l . Proponemos la
siguiente definición:

D e fin ic ió n 18: Sea U una parte abierta de Rn . Sea, además, ui = £ il< „.<j A*,...^
d x ' 1 a · · ■ a d x ,p una p-forma continuam ente derivable. Se llama derivada exterior
o diferencial exterior de lj y se n ota dui, a la (p + l)-form a, única en U ,

<L· = ^ «¿Aj,...^ a d x tl a ··· a d x lp.


·»<—« p
A du tam bién se le llama el coborde de u.

E je m p lo : Sea / una 0-forma continuam ente derivable en U . Su derivada exterior


df no es o tra cosa que la diferencial de / .
Tenemos la siguiente proposición parau>i y u>2 , dos p-formas continuam ente de­
rivables:
P ro p o s ic ió n 10: La aplicación u>>-+ cL· satisface a

1) d(wj -t- ^ 2 ) = d u \ + dui2.

2) d(u>\ a 012 ) = (du>i) a u j + (—l ) pu»i a dw2.


D e m o s tra c ió n :

1) es evidente.

2) C a so a) Sea / una función continuam ente derivable en U. Tenemos la igualdad

d ( fd x { x a · · · a d i i p) = df a d x'' a · · · a d x 'r ,

aun si la sucesión de enteros (tl t . . . , tp) no es estrictam ente creciente. Todos


los razonamientos que siguen para probar el numeral (2) se apoyan en el
teorem a 3. Si dos de los enteros ¿1 , , ip son iguales, los dos miembros de
la igualdad anterior son nulos. Supongamos esos enteros distintos dos a dos y
7r 6 Sp tal que ¿„(j) < · · · < ¿*(p); entonces,

d ( f d x i, a . ■ ■ a d xip) = d [e (n ) fd x iw0) a ·· ■ a d z iw(|>)]


= e(ir)df a dx¿.(1) a · · ■ a dz¡„(>) = d f a d x <, a · · · a dxip.

C a so b ) Según 1), basta tom ar y ui? representadas por = f d x i, a · ■ · a


dxip y u 2 = gdz¿, a · · · a d x j . con *1 < · · · < ¿p y Ji < · · ■ < j p para que (2)
quede demostrado. Finalmente

d(u>1 a u>2) = d ( fg d x il a · · · a dx{p a d z ;i a · · · a d x j . )


= d(Jg) a dx i, a ■ · · a d i i p a dzj, a · · ■ a d x jr,
= [ W ) g + f(dg)] a d x i, a · · · a d x ip a dz.,, a · · · a dz>p,
= d f A dZi, A · · · A d z ^ A jd Z j, A · · · A d l j
+ f ■ (—l ) p · dz¡, a · · · a dzjj, a d g d ijl a - · · a dx¡fl )
= (du/i) A W2 + (—l ) Pii»l A (duj). a

La proposición anterior permite calcular por pasos la derivada exterior de un pro­


ducto de varias formas diferenciales.

E je rc ic io 1: P ara las formas ui, u/, w" de grados p, p' y p", respectivamente,
verifique

d(Ul A u / A Ul”) = (du) A u/ A U»” + ( —1)PW A (<iu]') A Lj" + ( —1)P+P Uí A tjj' A (du").

C o r o la rio 7: Si f es una función y ui una p- forma, d(fuj) = d f a u + /d u .


P r o p o s ic ió n 11: Si w es una forma diferencial dos veces continuamente derivable
en U , entonces d(duj) = d2u) = 0.

D e m o s tra c ió n :
C a s o a) Si / es una 0-forma dos veces continuamente derivable en U se tiene

si i = j , entonces d i 3 a dx, = 0. Si t # j , entonces

d ij a dx¡ = 0.

Q ueda establecido que d2f = 0, y se han usado en el razonamiento, además


del teorema 3 y la definición 19, las dos propiedades siguientes:

1) Si la función ( i t , . . . , x n) <-* f { x \ está definida y tiene derivadas


parciales primeras y segundas continuas en U c R, entonces d fj f = d ^ f .
2) La derivada exterior de una 0-forma / es la diferencial de / .

C a s o b ) Si ui = f d i i t a · · · a d x ir, la proposición sedemuestra haciendo uso


de la definición 19 y de la proposición 10:

d(du>) = d{df a d i i x a ·· · a dxip)


= d(df) a d x i, a · · - a d i i p“ df a d(dx¿,) a dxi, a · · · a dx¡p
+ df a d i i , a d(dxit) a · · · a dxjp — . . .

y todos los térm inos de esta suma son nulos. s

P r o p o s ic ió n 12: La derivada exterior de toda form a diferencial reducible es nula.

D e m o s tra c ió n :
C a so a) Si ui es una 1-forma reducible, entonces existe una 0-forma / (función)
diferenciable en U tal que u> — d f = f d x ' , entonces

du> = d2/ = d (d if) a dx' = 0.

C a so b ) Partam os ahora de la hipótesis de que para to d a (p — l)-form a 9


reducible se tenga d9 = 0. Como to d a p-forma ui reducible se puede escribir
así: u = 9 a df, entonces dui = d9 a d f 4- (—l ) p-10 a d2/ = 0. #

E je rc ic io 2: Dem ostrar rigurosamente que a partir del caso a) en la demostración


precedente,

dui = d (d if) a dx' = (d jd i})d x 3 a dx'


= Y , ( d i d j f - d jd t ftd x ' a dx 3
i<j

= E (d* jf - t f i f ) dx ' A dx 1 = 0

Ahora generalicemos las definiciones de forma cerrada y exacta que ya dimos


para las 1-formas.

D e ñ n ic ió n 19: U na p-forma u en U c R n es cerrada si dui = 0. Se dice que ui es


exacta si existe en U una (p — l)-form a a tal que da = u>. Entonces se dice que la
forma a es una primitiva de u.
Esto exige que a sea continuam ente derivable.
Examinemos varios casos. Comencemos por el más interesante, que ocurre cuan­
do q es una 0-forma de U C R, es decir, un a función F sobre R y u una forma de
grado 1; entonces u = f d x donde / es una función. La forma a de grado 0 es una
primitiva de ui si F es continuam ente derivable y si F 'd x = f d x , o sea / = F'.
Así llegamos al caso clásico de las funciones continuas y sus integrales de Rie-
m ann indefinidas o primitivas. P a ra U c R n tenemos u>x = A ,( x ) d x ‘, entonces
du¡x = £ i<3 (d jA i(x) — diA j(x)) d x ‘ a dx>. Por tanto, la condición d u = 0 se tra­
duce por diAj = d jA , y recuperamos la definición de forma cerrada dada en las
sección 5.8.
Volvamos al caso general en Rn . Como en el caso de una variable, se originan
dos problemas: ¿dada una forma diferencial ui en U, tiene ui una primitiva? Si la
respuesta es afirmativa, ¿esta primitiva es única? Las respuestas a este problema de
existencia y unicidad son muy diferentes a las que dimos para n = 1.
Sea una forma diferencial ui exacta en U c Rn ; u = da es claramente una
sum a de formas reducibles, por consiguiente d2a = 0. En general si u> es de grado
p ^ 1, continuamente derivable en U y posee una primitiva dos veces continuamente
derivable, entonces, por la proposición 11, d2a = 0 y d u = 0. De manera que el
problema existential está resuelto por el siguiente enunciado:
ioionario.net

P r o p o s ic ió n 13: Una condición necesaria para que una forma diferencial sea exac­
ta es que sea cerrada, es decir, que exista a tal que da = u , y en tal caso, dui = 0.

Recíprocamente, supongamos que dw = 0, esto no implica, en general, que ui po­


sea una primitiva a en U. La implicación es v 'h d a si U es con tr'atil. Por d efin id 'o
un espacio métrico es contr 'atil si existe un punto A/o 6 U y una aplicaci 'a g conti­
nua (M ,t) g { M ,t) de U x [0,1] en U tal que g (M ,0 ) = M y g(M , 1) = Mo, para
todo M 6 U . Intuitivamente, U es co n tr'atil si se puede deformar continuamente,
en U , hasta convertirse en un punto (también se dice que U es homótopo a cero).
Demos o tra definición suplementaria: Un espacio métrico U, es conexo por arcos si,
dados dos puntos cualesquiera M¡ y M i de U , existe un arco continuo en U que
tiene a M \ por origen y a M 2 por extremo. Intuitivamente, U es arco-conexo si U
es de una sola pieza. Se dem uestra, recíprocamente, que si ui es cerrada, entonces u>
es exacta, gracias al siguiente teorema:

T e o r e m a 4 (d e P o in c a r é ) : Si u es una p -forma cerrada definida sobre un cubo


n-dimensional abierto U de Rn , existe una (p — 1)-forma a definida en U tal que
d a = uj.
No demostraremos este teorema. Por cubo n-dimensional abierto de centro a y
lado 2r se entiende un conjunto de puntos x tales que | i , —a,| < r, es decir, que,
para todo índice i, x, e]a< —r, a< + r[. E ste cubo equivale a un producto cartesiano
de n intervalos abiertos de R.
En cuanto a la unicidad notemos que si ui, de grado p ^ 2, tiene en U una
primitiva ui\ de grado (p —1), entonces u>i +du >2 es todavía una primitiva de u para
to d a (p —2)-forma ui2 dos veces continuamente derivable en U, ya que d(uj\ + du/?) =
d ( v 1) + d 2 uji = du>1 = 0.
E n el caso general de Rn vemos, desde luego, que en los problemas de primitivas
aparecen fenómenos y condiciones nuevas con relaci'o al caso simple ya conocido
de una sola variable. En esta nueva situ aci'n , toda forma diferencial de grado í 2
es nula.
P ara tra ta r los problemas físicos de interés, donde se aplica el análisis exterior,
examinaremos la cuestión im portante de las primitivas sólo en las formas diferencia­
les de grado 1, que serán funciones continuamente derivables. Aquí las propiedades
fundamentales enunciadas en la proposición 13 y el teorema de Poincaré se reducen
al siguiente teorema:

T e o r e m a 5: Sea U una parte abierta de R n y w = f \ d x \ H------ 1- f nd x n una 1 -forma


en U continuamente derivable.

1) Consideremos las condiciones siguientes:


a) u tiene una primitiva en U ;
b) d u = 0;

c). -9 —
f* = —
df i para todo i■, j ■.
UXj 0 X{

Entonces a) => b) o c). Además, si U es contráctil, las tres condiciones


precedentes son equivalentes.
S) Supongamos que ui tenga una primitiva F. Entonces, si U es conexo por ar­
cos, las primitivas de ui son las funciones F + A, donde A es una constante
arbitraria.
D e m o s tra c ió n : La prueba que daremos será parcial, paira com pletarla consúltese,
por ejemplo, la referencia [8] de la bibliografía.
dF
Si ui tiene en U una primitiva F, entonces /¡ = - — para será dos
OX{
veces continuamente derivable, y así dui = 0. Ahora, si dui = 0 y si U es contráctil,
entonces u tiene una primitiva en U. La equivalencia de ii) y iii) es directa, puesto
que

d u = Y ^ d f i * dxi = ^ ■d ij'j a d ii

- 2 (i*-j|)
Finalmente, d (F + A) = d F + dX = d F = ui. #

E je rc ic io 3: Pruebe que la forma diferencial w = yd x — xd y no tiene primitiva en


R, el cual es contráctil.

E je rc ic io 4: Sea u> = (3z2 + 2xy + y2)dz + (z 2 + 2zy + 3y 2 )dy. Demuestre que


ui tiene una primitiva a. Calcule a . Proceda así: determine — -^r ’- - : evalúe, para
dx
y fijo, a [ x ,y ) con una constante de integración A(y). Luego halle dQ(x ’ ^ y, final-
dy
mente, evalúe a A(y). Compare con la respuesta a ( z , y) = z 3 + z 2y + zy 2 + y 3 + C.

E je rc ic io 5: Sea u> = - — — definida en R2 — {(0,0)}, i = \ f —l. Pruebe que


z + ly
du = 0; compruebe que u no tiene primitiva en R2 — {(0,0)}.
E je rc ic io 6: Calcule dui para

ui = I x y d x + x 2 dy\
lj = —x y 2dx a dy —y 2zd x a dz + x 2 z 2dy a dz;
¡jj = zd x a dy — y d x a dz + xd y a dz.

E je rc ic io 7: Sea en R2 ui(x,y) = ydz a dy. Muestre que w es cerrada y calcule


todas las formas ot(x,y) = P ( x ,y ) d x tales que da = u . Encuentre todas las formas
/3(x,y) = Q (x ,y )d y tales que d/3 = w.

E je rc ic io 8: Sea ui = yd x a dy —xdz a dz + zdy a dz, demuestre que es exacta


calculando a = P d x + Qdy + Rdz.

E je rc ic io 9: Sea ui(x,y, z) = yd x a dz + xd y a dz. Halle ot(x,y, z) = P { x ,y )d x +


Q (x, y)dy tal que d a = u .

E je rc ic io 10: Calcule la prim itiva de w = (z3 —x 2 z)d x a dy —x 2yd x a dz + (3y2z —


3x z 2)dy a dz.

E je rc ic io 11: Sea V un campo de vectores definido sobre R3 — {(0,0,0)} por sus


componentes ( x r ~ n , y r ~ n , z r ~ n ), donde x 2 + y 2 + z 2 = r 2. Determine dwi y do<2 ,
donde wi y u»2 son respectivamente la 1-forma y la 2-forma asociada a V. ¿Para
qué valores de n se tiene dw\ = 0 y du>2 = 0?

H asta aquí sólo se ha dado una breve y básica introducción al análisis (y el


álgebra) exterior. E ste análisis tr a ta con otras operaciones como la coderivación, el
cálculo de la imagen recíproca, la integración de formas diferenciales sobre trayec­
torias, superficies (o integrales curvilíneas y de superficies) y conjuntos específicos
(variedades). Todo lo anterior, es una generalización de la teoría de las integra­
les múltiples, escalares y vectoriales. El análisis exterior también tiene relación
estrecha y jerárquica con el álgebra vectorial y el análisis vectorial (fórmulas de
Green-Riemann, de Ostrogradski, Green y Stokes, circulación y flujo).

5.12. M iscelán ea
Los tem as citados aquí, no los vamos a tra ta r de m anera exhaustiva y académica;
sólo los veremos a título de ejercicios y como ejemplos, con una m arcada aplicación
dirigida a la física y a la matem ática.
Vamos a extrapolar el ejercicio 4 de la sección 2.4. Recordemos que la diferencial
d $ x, en el punto x = (x l , . . . , x n), de una función $ continuamente diferencial)!«
de un abierto U c Rn en el abierto V de Rp, es una apÜcación lineal de R" en R1’
cuya m atriz (con respecto a las bases canónicas (e„) y (ep)) es la m atriz Jacobiana
(dj$x(x)), donde ¡ = 1 ,2 ,. . . ,p es el índice de las filas, y j = 1 ,2 ,. . . , n el índice de
las columnas.
Hagamos la siguiente construcción: A toda función diferenciad / de U en R, la
aplicación $ permite asociar una nueva función, que denotarem os por $ » / , de U en
R definida por <b,f = / o <í>, llamada la imagen recíproca (o transpuesta) de / por
í>. De m anera que y = $>(x) si, y sólo si, (yi = <í>i(iit . .. , x n) ,y ¡ = $ 2 (1 1 ,- · - , x n),
. . . , yp = $ p( x i , . . . , ! „ ) ), donde las í>i, . . . , $>p son las componentes de <í>. Esto
implica que $ , / es la aplicación

(*1 ........X n ) '---- ► / [ $ l ( x i ........x n) , . . . , $ p ( x i , . . . , x „ ) ] .

Ahora, sea una <j-forma ui en V, (q ^ n ,q ^ p ); la aplicación $ permite asociar a u1


o tra g-forma en U, denotada por y llamada imagen recíproca (o transpuesta)
de la forma diferencial u> por la aplicación 'í>. Sea M e U, entonces $ ( M ) 6 V
y u [$ (M )] están bien definidas. El valor de en M será la imagen recíproca
de w [$(A /)] por d $ ( M ) . Supongamos w de grado 0, y sea / una función sobre V.
Entonces ui [$ (M )] será el escalar / [<Í>(M)] y así $ ,c j( M ) es también el escalar
/ [$(A f)] (ver la sección 2.4). Por consiguiente = / o <í>.
Si y = $ (x ), x = M = ( x j , . . . , x n) y si X i, X q son q vectores de Rn
y Yi = d $ x( X i), . . . , Yq = d $ x ( X q) son sus imágenes por d $ x , pondremos por
definición:

es una forma g-lineal antisimétrica, y por consiguiente la aplicación x 1-* (<b,ui)z


define sobre U una <?-forma diferencial.
H asta aquí los preliminares. Ahora proponemos como ejercicio efectuar la de­
mostración de los siguientes enunciados:

1) Si cjf (i = 1 , . . . , r ) son r q-formas en U y 6 R entonces

E n particular 3>,(wi + 0 /2 ) = ^ • ( ‘*'1) + $*(<*>2 )·

2) Si / es una función diferenciable sobre V y u una q-forma en V, entonces


$*(/w) = $./$>.<■■'·
3) Si uij y u >2 s o n d o s fo r m a s d e g r a d o q¡ y q2 e n V, e n t o n c e s

a W2 ) = ( $ . < ¿ 1 ) a ($>,U/2)·

4 ) Si / e s u n a fu n c ió n c o n t i n u a m e n t e d e r iv a b le e n V y s u p o n e m o s u> = df,
en tonces, $ , ( d / ) = d( f o $ ) .

5 ) S i u; = dx'1 a · · · a d i ' * , e n t o n c e s ,
«1<—< t ,

$.W= 2 O Í ^ T i , 0 $ ) A · · · A d (li, 0 $ ).
»1<···<»,

6) Si $ se escribe explícitamente como

Vi = í > ( ii , . . . , z „ ) ....... yP= $ p ( ii,...,a :„ )


y
uv= Z ¿ ¡ . . . ¡ „ ( y í d y * 1 a · · · a dj/‘\
*l< ··<·,
m uestre que

" ‘. A - A d$if= 2 .......... d i , , A . . . A dXj,

( v é a s e el ejerc ic io 3 d e la s e c c ió n 5 .1 0 ).

D e m u e s t r e las s ig u ie n t e s ig u a ld a d e s:

($ .u )x = i V . . ^ [$ (x )]d $ < , a · · · A d $ j(,

($ .w )x = A , „ . . i , [ $ ( l ) ] A■ ■ ■ A dz>
A-'VXj, , . . . ,
»1 < · · · < 1 ,
Jl < ■ ' 1 <
( $ .w )( J V f ) = J(A Í)w [ $ (A Í )] .

D($ . . . <f> )
donde J ( M ) = *1’----- -— es el J a c o b ia n o d e $ e n A i.
D (Xjx, . . . , i j , )

7) D em u estre que ten d r em o s d [<í>,w] = < 5 ,(d w ) si w e s c o n t in u a m e n t e d e r iv a b le y


si la s c o o r d e n a d a s d e <Í>(M) s o n fu n c io n e s d o s v e c e s c o n t in u a m e n t e d e r iv a b le s
d e la s d e M.
8) Sean U, V y W partes abiertas de ¡Rm, R n, Rp y : £/ —* V y '$! ·. V -* W
aplicaciones continuamente diferenciables. Si ui es una forma diferencial en W ,
entonces pruebe que (í» o $ ) ,w = ,o;).

9) Si $ es la biyección definida por x = r e o s 9, y = r s e n 9, que transform a


coordenadas polares en cartesianas, del abierto l / c R ! (conjunto de puntos
(r, 8 ) tales que r > 0, —^ < 0 < =y) sobre el U' c R2 (complementario del
conjunto de puntos (x,y) de R2 tales que x = 0 y y $ 0). Pruebe que

$ ,(d x a dy = ut) = r dr a d9.

Interprete esta igualdad geométricamente.


_ , , . , , x d x — y dy
Calcule 9 0 u> con u = x d x + y d y y con u = — ^ =— .
x l + y¿
10) Sea $ la transformación biyectiva de coordenadas esféricas a cartesianas: x =
r sen 9 eos y = r sen 9 sen ip, z = r eos 9 de

U = j(r,0,v>) /r> O,0e ]O ,7r[ ;v>e _ ^ , ^ j c R3

en £/' c R3, complementario de

{ (x ,y ,z ) € R3/ x = 0 ,y 0} .

Pruebe que

<í>, (dx a dy a dz — ui) = r 2 sen 9dr a d9 a dtp.

Dé la interpretación geométrica.
/ ' • i i a j . j . j x d x + y dy + z d z
Calcule <P,u; para ui\ = x dx + y dy + z dz; y p a ja u>2 = ---- ..
y x 2 + y 2 + z2
Demuestre que cj¡ y u i son formas exactas y halle las funciones de las cuales
u>i y son las diferenciales.

11) Con la notación del punto 9), sea (x ,y) »-► /( x , y) una aplicación de U en R
de clase C 2. Consideremos la aplicación (r, 9) >-> F (r,9 ) = f ( r eos9, r sen 9).
Pruebe la igualdad

aV & l = d2 L ld F 1 d2F
d x “1 + dy 1 dr2 ^ r dr r 2 d8 2
Calcule para ui en U definida por
\11u111 m u
Algebra y análisis exterior / 233

Usando la relación del punto 7): <P,dui = d($,u j) demuestre la igualdad an­
terior.
N o ta : E n el conjunto de formas diferenciales exteriores de cualquier grado se puede
definir un álgebra. Llamemos Ao(Rn ) = A° = 7 al conjunto de funciones de Rn
en R. El espacio vectorial A 1 de las 1-formas lui de R 2 tiene por base a dx'; el
espacio vectorial A2 de 2-formas 2ui de R a tiene por base a dx' a dx3, con i < j
i, j = 1 , 2 , . . . , n; Ap = j4p(Rn) es el espacio vectorial de las formas diferenciales de
grado p. Procediendo como con A(E), se construye la siguiente álgebra exterior de
formas diferenciales (de clase C 2):
A = A ° © A ' © • • • © A p.
(véase la tab la de la sección 5.6). A es un álgebra graduada (A ,+,A ·, a ) . Pero
también es un módulo por la operación / 6 A° : / a ui = fui. De aquí que (A,u/ +

111111
o/, Aíj, ui a u ' , / a u = fui) sea exactamente un álgebra bigraduada.
Finalizamos esta sección con conceptos fundamentales íntimamente ligados a
la diferencial o derivada exterior. Sabemos que la diferencial exterior d cambia en
una unidad el grado de una forma diferencial: pui >-* (p+l^d(pui). Necesitamos un
operador S que, inversamente, baje el grado: pui >-> < ~p~ l ^S(pui).
Observemos que la dimensión del espacio ¡\p(nE ) de p-formas pui sobre nE es
C p y es la misma dimensión para el espacio A^a -p ) („ £ ) de las (n —p)-formas. Esto
se debe a la siguiente propiedad: C p = C "~ p.

E je rc ic io 1 : Demuestre la propiedad anterior.


La observación precedente permite definir un operador único que convierte el
espacio Ap en otro An -P , el cual se llama transformación de dualidad u operador ·
de Hodge. En un espacio euclidiano está definido por

* (dx" a · · · a d x ‘p) = [(n —p)!]~l e M...i»¿1.+i...tn<:^r l' +I a · · · a dx


E sta operación dual permite escribir d(*pui) ~ *<p _ l)tj , como d(pu ) ~ (p+ 1)ui, don­
11111 l u m i
de ~ significa “parecido a” .

E je m p lo : Situémonos en 3 E\ entonces tenemos:


*(°ui) = *( 1 ) = dx a dy a dz = 3 u»;
*{lui) = *(dx, dy, dz) = (dy a d z ,d z a d x , d x a dy) = 2 ui\
*( 2 u>) = (dx, dy, dz) = lui\
♦ ( 3W) = i = ° w.
Con la ayuda de d y * se define un nuevo operador 6 que baja el grado en 1111«
unidad de una forma diferencial por la siguiente igualdad:
6 = ( - l ) np+n+1*d*.
z u iim u iin i uní tu ti m u
234 /A lgebra multilineal

El operador ó se llama codiferencial o coderivada exterior, o también operador ad­


junto de la diferencial exterior. Si Sui = 0 se dice que ui es cocerrada. Si existe o tal
que u = 6 a se dice que u> es cohomólogo con cero.

E je rc ic io 2: Pruebe que , *(pw) = (—l ) p(n~p)(pu>), es decir, ** ~ 1.

E je rc ic io 3: Muestre que ó2 = 0.

E je rc ic io 4: Compruebe que 6 (A ■ ds) = —d iv A

E je rc ic io 5: Justifique que d2 = 0 implica, en componentes, que div rot = 0.

E je rc ic io 6: Muestre que el laplaciano A se define también por A = (d + 6 )2 =


dS + 6 d , y transform a p-formas en p-formas: Ap —* Ap.

5.13. Formas sim plécticas


Aquí tratarem os algunos detalles estructurales de formas bilineales antisimétricas
muy utilizadas modernamente en mecánica clásica y mecánica estadística.
Consideremos una forma bilineal antisim étrica sobre un espacio vectorial E. Los
elementos x y y son ortogonales por / si / ( x ,y ) = 0. Como f ( x , y ) = —/ ( y ,x ),
entonces resulta que esta relación entre x y y es simétrica. Las nociones, ya vis­
tas, de subconjuntos ortogonales y subespacio ortogonal, núcleo, forma degenerada,
propiedades sobre la dimensión del ortogonal, la proposición 9 de la sección 2.12 y
otras propiedades de la sección 2.15 son de nuevo válidas y fácilmente extendibles
aquí. También se concluye que el estudio de las formas bilineales antisimétricas se
reduce al estudio de las formas bilineales antisim étricas no degeneradas.

P r o p o s ic ió n 14: Consideremos una form a bilineal sobre el espacio vectorial E de


dimensión par, 2p, con la base { e \ , . .. , e i p)
1) Las propiedades siguientes son equivalentes:
a) Los escalares /( e ¡ ,e ,·) son nulos excepto los siguientes:

/ ( e i , e2) = - / ( e 2, c t ) = 1, / ( e 3, e4) = - f ( e 4, e3) = 1


• ■ • . / ( e 2p- i , e 2 p ) = —/ ( e 2 P, e2P_ i ) = 1.

b) Cualesquiera que sean x = x l e? + · · · + x 2 pe-iv y y = y 1e 2 +


• · · + y2pe2 p, se tiene
f(x ,y ) = ( x V - x V ) + ( x V - x V ) + ···
+ (x 2p- y p - x 2py2p- ‘).
c) f = e l a e2 + e3 a e4 H---- + e2p-1e2p.

2) Si estos condiciones se verifican, f es antisimétrica no degenerada.

D e m o s tra c ió n : Sabemos que

( e 1 a e2)(x’ei,y j eJ ) = (x*y2 - x2y ‘) =*■ [(b) (c )].

Es fácil ver que b) => a). Recíprocamente, a) implica b):

= / ( x l e i ,y 2e2) + / ( x 2e2, y ‘e i ) + · · ·
+ / ( x 2p- 1e2p_ i , y 2pe2p) + / ( x 2pe2p,y 2p_le2p_ i)
= x l y2 —x2y* H-------l· x 2p_1y2p — x2py2p_1.

Esto term ina la prueba de 1. La condición c) implica que / es antisimétrica.


La condición b) implica que, si un vector x 6 E es ortogonal a todo vector y e E,
entonces todas las coordenadas de x son nulas y por ende / es no degenerada. #

D e fin ic ió n 20: Si una base verifica las condiciones a), b) y c) de la precedente


proposición, se llama una base simpléctica para / . U na 2-forma no degenerada w
de E se llama una forma simpléctica sobre E. La pareja (E,u>) se llama un espacio
vectorial simpléctico.
Se definen aplicaciones simplécticas entre espacios simplécticos, el grupo simplécti­
co de endomorfismos y el grupo de matrices simplécticas (subgrupo de S L real o
complejo). Todos estos aspectos estructurales e invariantes son estudiados por el
álgebra simpléctica y la geom etría simpléctica.
Si se considera una forma bilineal antisim étrica no degenerada / sobre E, puede
probarse que existen bases de E simplécticas para / y que la dimensión de E es
necesariamente par. Resulta entonces que en un espacio vectorial de dimensión 2p
existe (salvo un isomorfismo) una sola forma bilineal antisimétrica no degenerada.

5.14. P rob lem as


1) E n nE * , desarrolle y simplifique las expresiones:

a) (2e* —e2) a (3e2 + e3);


b) e21 a e23;
c) (el —e2 + 3e3) a e21;
d) (e23 + e31)(5el —e2). :.

Lo mismo para ¡E*:


b) (e2 + e5) a e31 a (e5 — e4).

2) Dados los 1-covectores i y y y u i = X A y , pruebe que u j; = x,y j —x ¡ y ^

3) Verifique que a A 6 + 6 AC + C A d = (a —6) a (6 —c).

4) Muestre, utilizando el producto exterior, que 2ei + 3e2 —e3, e¡ + 2e2 y e¡ —2e3
son linealmente dependientes.

5) Verifique, usando a , que (e\ +3e3, e2—e3) es una base ordenada para el mismo
subespacio vectorial de dimensión 2 de 3 E.

6) Sea u = i A y . Pruebe que

Wy
Uij Ulik
LJiic w
Vuu
Xj Xic X[ = 0
Vi Vk yi
y que WyWfcj + u ikujij +u¡iUjie = 0.

7) Calcule los siguientes productos escalares en \ E y $ E *:

a) (e1 + e 2) -(e i + e 2).


b) e 12 e 3 4.
c) (e1 — e4) a (e2 + e4) · (ej + 2 e4) a (e2 — 2e4).

8) Por intuición geométrica, calcule el área de los triángulos cuyos vértices están
en

a) 0, 3ei + « ¡ y e 3 - e2;
b) 2e3, ei —e2 — 2e3 y e t + 3e3.

9) Por intuición geométrica, calcule el volumen de una figura, en R4, con vértices
en 0, e¡ — e3, e2, e3 + 2e4 (divida por 3!).

10) Demuestre que las funciones proyecciones de R" en R son diferenciables.

11) Sean n funciones reales / i , de una variable real, diferenciables sobre


[ a ,6]. Sobre el cubo n dimensional U{a < ^ b ,i = l , . . . , n ) de R" se
define la aplicación / de Rn en R escribiendo, para todo z = ( i i ,x„) e U:
f ( x ) = 2 r = i />(I i)· Pruebe que / es diferenciable en todo punto de U.

12) Se dan n aplicaciones f u . . . , f n de Rn en R definidas en una parte de R'1.


Suponemos que p ara i = 1 ,. . . , n tenemos
Pruebe que la aplicación / de Rn en R definida por / ( i ) = £ " =1 fi(x ) es
diferenciable en el punto x.

13) Considere la 1-forma u>(x,y) = P ( x ,y ) d x + Q (x ,y )d y , se llama factor inte­


grante a toda función (x, y) i-» g(x, y) tal que la 1-forma

(9 w)(x, y) = g(x, y ) P ( x , y )dx + p(x, y)Q (x, y)dy

sea exacta. Encuentre que la función g debe verificar la relación

14) Tomemos por w la función / : U -» R, / e Qgn\ U , R). A partir de la definición


de diferencial / en el punto M = x e U, dfx (h) = (d/)(x, h) = f ' ( x ) - h , pruebe
que la aplicación d f : U —* L (R ,R ) es la aplicación derivada / ' .
Observe que:

R
U 3 x S + d f z e L{R, R ) : | R 3 h - d/x(/i) e R.
R

Entonces d/x e R*.

15) Se da la aplicación ip : E *2 - ► A i ( E \ K ) definida por (/* ,p * ) —* / * a j* .


Compruebe que y es bilineal alternada.

16) Calcule la forma diferencial exterior cjp y wp+1 para la 2-forma

ijj = d x i a d i2 + d x 3 a dx4 -)-i- d x 2 p- i a d x 2p

sobre Rn , con 2p ^ n.

17) Sea / e Ap(£ ; K ) y g 6 A q(E\ K ). Asociemos a f y g \ a aplicación h : E p+q -»


K definida así:

h ( x i , . . . , x p+,) = $ ( / ( x 1, .. ., X p ) ,s ( x p+1, . . . 1x ,)) ,

donde <í> es una forma bilineal de K 2 —► ÍC.

a) Deduzca que /i es una forma (p + (j)-lineal pero no es alternada.


b) Establezca que el conjunto de las h formas es un espacio vectorial, el cual
denotaremos A p%q(E\ K).
c) Verifique que el producto exterior de / y g es la aplicación A p q(E; K )
—» A p+q(E; K ). ¿Cómo se obtiene este producto?

18) Calcule la diferencial exterior de

a) x 2y dx - x y 2 dy\
b) cos(xy2) dx a dz;
<0 /( x ,y ) d x ;
d) x dy a dz ■+■ y dz a dx + z dx a dy;
e) ui = 2 d x + z 2 dy + x 2y dz;
f) u) = / d x 1 a ··· a dxn .

19) Halle la diferencial exterior de

a) dwi a u j - wi a dui2 , y
b) du>i a u>2 a W3 + wi a du>2 a U3 + a U2 a duis con la condición que uii
y W2 sean de grado par.

20) Calcule la diferencial exterior, du>, de la forma diferencial lj de grado (n — 1 )


en R n dada por:
n
Ul = ^ ( —l)'x ¡d x i A · · · A d x A d x ¡+ 1 A · · · A dx„.

21) Considere la 2-forma u¡ = A dy a dz + B dz a dx + C dx a dy con A, B, C # 0


reales. Deduzca que es posible encontrar dos 1-formas a y /3 tales que uj—o / \ ¡3
no contenga dx ni dy.

22) En R3, con las co o rd en ad as!, y, z, seaw = P d x + Q d y + R d z , ui e í2Íl*(l/,R).


Calcule du y obtenga su escritura canónica

(dR d Q \J . (dP dR\


dw = dz a dx
{ * - 7 7 ) i y * d,+ { j ; - - s ; }
(dQ dP\ . .

23) Consideremos la aplicación Q¡,n\ U , R) 3 ui : U —► ,4p(R,R) de clase C n .


Además, consideremos la siguiente aplicación derivada (de clase C " - 1 ) ui' :
U —* L (R; A p(R ,R )) tal que para el punto M e U se tenga K # · * 0 ) ·
( X i , . . . , X P) € R.
a) Muestre que la aplicación derivada es (p + <j)-lineal continua de
(Xo>* 1 , · · · . -Xp) e Rp+1, y, además, es p-lineal alternada de
( X i , . . . , X p) e Rp, es decir, que u'M e i4i,p(R,R).
b) Justifique la siguiente definición de diferencial exterior: du> es la aplica­
ción compuesta de

t f - ¿ . A i , ( R , R ) 2 ! 4 <AH .i(R ;R )
tal que du> = o u>' esté definida por la fórmula explícita de du/ 6
n < ;- 2)([/,R ):

(du)(M -,Xo........Xp)
= (du/)M(*<o.Xi....... Xp)
= £ ( - 1)* (W'(w ) * 0 (*o, X i .............. *1-1,*1+ 1, · . . . * , )
N o ta : Con esta definición puede dem ostrarse que d(uii a cj2)= dui¡ a
u>2 + (—l ) pv i a d u 2 y d(ckj) = 0 .

24) Tomemos ui 6 Q ^ ( U , R).

a) Demuestre que
(du){M ;X u X i) = dwM(* i , * 2)
= ( w '( A Í ) A ’1) - X a - ( w ' ( M ) - * 2 ) * i .
b) Pruebe que una condición necesaria y suficiente para que du = 0 es que
para todo M e U la aplicación bilineal

( * i , * 9) » » ( u >'m ( M ) X x ) X 2
sea simétrica.

25) Considere un espacio vectorial „ £ y sea e L (R n , R) la i-ésima forma coor­


denada. Dado un abierto !/ c R ", llamemos la restricción de u, a í/,
considerada como una aplicación diferenciable x¡ : U —► R.

a) Demuestre que la diferencial dx{ de la función x¡ es la aplicación cons­


tante U —» L (R n, R) cuyo valor es el elemento e Rn*.
b) Si lj 6 fijn*(í/, R) tiene la forma canónica £¡*-i A ,( X ) d x i = ui. Calcule
el valor w(AÍ; X ) para X = ( x i , . . . , xn ) e R" y M e U c Rn .
c) Pruebe que si f e ÍIq^(U, R), entonces, la escritura canónica de df es
2 6 ) D e m u e s t r e p or in d u c c ió n q u e s i t e n e m o s u i = ui ¡ a · ■ · a w „ , d o n d e c j, e s u n a
P i- f o r m a (u/¡ G íi[n\ U , R ) ) , e n t o n c e s ,

cLj = <Lj l A U 2 A " - A U „ + (— l)Pl W] a d u 2 a ·· · a w n

H--------- h ( — l ) , , , + p , + ” , + p » - , u )1 a - a u m a duin.

27) Sea Í2pn*(l/, R) 3 ui = A ( x ) d x i¡ a a dzj ; con el resultado anterior


pruebe que

<Lj = dA a d x i, a ··· a dz;p.

Luego obtenga la forma canónica

djjj = ^ ^ - d l j a d z¿1 a ··· a d z,p.


j-i i

28) Consideremos dos funciones / y g de R 3 con derivadas primeras y segundas


continuas, tales que definan los siguientes determ inantes

f'y n D 2 = f'r f'z 3 = fí f'y


Dx= d
9y g'z g'x 9z 9x g'y

a) Pruebe que w = df a dg = D zdx a dy + D id x a dz + D \d y a dz.


b) Calcule du y obtenga una relación entre las derivadas parciales D i, D i
y Z>3 .
29) Sea la 1-forma ui sobre R 4 tal que ui dx\ a d i 2 a d z 3 a dz« = 0. Halle una
3-forma w' tal que ui a o;' = d zi a d z 2 a d z 3 a d x 4 .

30) En la forma diferencial u> = x d y —y d x , haga el cambio de variables x — r eos 9,


y = r sen 9 y exprese w en función de r, 9, dr y d9.

31) Consideremos la siguiente forma diferencial

w = P (z , y) dx + Q[x, y) dy,

donde P , Q, ^ son funciones continuas en un abierto U de R2. Deduzca


dy dx
que si ui es la diferencial de una función / real, definida y con derivadas
• , · J rr dP dQ -
parciales primeras y segundas continuas en U, entonces — = -r—. En este
dy dx
caso se dice que ui es exacta.
32) Sea la forma diferencial u = (1 + e y) dx + (x —2) dy.

a) Pruebe que u no es exacta, es decir, que no existe una función / con


derivadas parciales primeras y segundas continuas en S 2 tal que u = df.
b) Com pruebe que existe una función g dada por g{y) = ey de la variable
real y, con derivadas continuéis en R, tal que g(0) = 1,de m anera que
g(y) ■ u sea la diferencial de una función definida en R2.
c) Verifique que f ( x , y) = (x —2)(ev — 1) + C, C e R, determ ina todas las
funciones / tales que df(x, y, z) = g[y)u.

33) Sea la 1-forma cj = P ( x , y , z ) d x + Q ( x , y , z ) d y + R ( x , y , z ) d z definida en un


abierto U de R3. Se supone que P, Q y R son tres funciones reales, continuas
y con derivadas parciales continuéis en R. Se supone, además, que existe una
función / continua que tiene derivadas parciales continuas en U y es tal que
f ( x , y , z ) u es la diferencial de una función F. Demuestre que, entonces, se
tiene la relación

34) Se dan f¡ (i = 1 , . . . ,p < n) p formas lineales independientes y g, (i = 1, . . . , p)


p formas lineales, todas sobre el mismo espacio nE real, tales que £ ?= i f i a gt =
0. Deduzca que existen los p2 escalares g¡j = g3i de m anera que g, = ( g,}f,
(i = l , . . . , p ) .

35) Sea nE y una forma multilineal alternada / sobre nE. Se dice que / es divi­
sible por una forma multilineal alternada g, si existe otra forma multilineal
alternada h tal que / = j a / i , Pruebe que / a / = 0 en cada uno de los casos
siguientes:

a) / es p-lineal alternada con p impar;


b) en que / es divisible por una q-forma alternada con q impar.

36) w (x,y) = y dx — x d y es una 1-forma. Pruebe que no es cerrada, y que por


consiguiente, no es exacta.

37) Verifique directam ente que la 1-forma w = 2x l d x 1 H-------h 2xn d x n es exacta.

38) Compruebe que si wi y lj? son dos formas diferenciales cerradas, entonces
uii a ui2 es cerrada. M uestre que si lj\ es cerrada y U2 exacta, entonces u/i a wj
es exacta.

39) Establezca que si la forma diferencial ui tiene un factor integrante / , entonces,


necesariamente f u e s cerrada, y u a du = 0.
40) Justifique las siguientes afirmaciones:

a) E n general, un multivector no es un vector multidimensional.


b) E n particular, los cuadrivectores de M4 (los 4-vectores de la relatividad)
no son los 4-vectores del álgebra exterior de M4.
c) ¿Hay abuso de notación y lenguaje para los cuadrivectores de M4? E x­
plique.

41) Sean / , g, h e nE* sobre K .

a) Pruebe que f , g y h son linealmente independientes si, y sólo si, / a g a

/i* 0 .
b) Compruebe que las componentes de / a g a h, con relación a la base (e; ),
son los escalares

/(«<) /(«>) fM
CXijlc = 9 {et ) g{e¡) g(ek)
/i(e¡) /i(e3) h{ek)

42) Consideremos nE sobre K conmutativo, con la base (e*), / e A i{ E ) y g e £ * .


Calcule las componentes de / a g e A${E), con relación a (e¿), y pruebe que
son los escalares

Q ijk = / ( e i , e j ) g ( e k ) + f ( e jt e k)g(ei) + f{ek, e i) g { e j) .

43) Se dan dos formas exteriores u>i y ui? continuam ente derivables en un abierto
de Rn. Se dice que ¡j¡ es un cocido si du\ = 0. Se dice que u¡2 es un coborde
si ui2 es de la forma dui. Demuestre las siguientes afirmaciones:

a) Un coborde es un cocido.
b) El producto exterior de dos cocidos es un cocido.
c) El producto exterior de un cocido y de un coborde es otro coborde.

44) Sea una aplicación / de R4 en R 4 dada por

f( x ,y ,z ,t) = (X ,Y ,Z ,T ),

donde = A ^ ^ , con A = ^ . Pruebe que si det A = 1


entonces la 2-forma d x d z es invariante respecto de / , es decir, se conserva:
d x d z = d X dZ.
45) Dado el espacio vectorial Q real de las formas diferenciales de primer grado
u = P ( x ,y ) d x + Q (x ,y )d y continuamente derivables en U = R2 — {(0,0)},
dem uestre las siguientes propiedades:

a) El conjunto C de las formas diferenciales cerradas, y el conjunto E de


las formas diferenciales exactas son subespacios vectoriales de Q; además
E <zC.
b) (Con ayuda de la forma ui = {xdy —y d x ) ( x ‘i + y2)- 1 ) E ¿ C.

46) Considere la p-forma ui e fípfc*(£/, R), u : U —* i4p(Rn,R). Si tenemos la


aplicación tp : U' —» U de clase C k+l del abierto U' de Rn, se podrá, entonces,
definir una p-forma de clase C n , notada <p t (w) o tp0 u>, de U' —* /l p(Rn ,R)
la cual se llama forma diferencial deducida de u por el cambio de variable
tp : U' —* U . tp,u> está dada por la fórmula (llamada del cambio de variable):

(tp ,u )(M '\ y i , . . . , yp) = w (<p(M'); · y i. · · · , ¥>'( M ') · yp)

para el punto M ' e U' y los vectores ( y i , . . . , y p) e Rnp. tp’( M ') e


L (R " ,R n)

a) Pruebe que p ara p = 0 existe una función / de clase C k y, entonces,


/ ’-* V· / = / 0 envía linealmente f R) en n ' k)( t/',R ).
b) Haga todos los posibles diagramas de las aplicaciones del enunciado de
este problema y busque una composición de aplicaciones interesante.
c) Deduzca que la fórmula del cambio de variable tp^ui asocia a toda forma
diferencial u e f i ^ '( í / , R) otra forma diferencial tpt ui e ?Ú p\U ', R).

d) Pruebe que la aplicación <p t : fip*’(£/, R) —» fípfc'( í / ', R) es lineal y con­


serva la multiplicación exterior (tam bién se dice que tpt y a son compa­
tibles), es decir, < ^ , ( ^ 1 a w ¡ ) = ( ^ ,w i) a (tp^wi)·
e) Si <p : U' -* U y / : ! / —» R son de clase C 1 , entonces pruebe que
¥> .(# ) = d [tp ,f).
f) Si tp : U' —► U es de clase C 2 y lj : U —* >4p(Rn ,R ) es de clase C l ,
entonces pruebe que tpt (cLj) = d(tp0 cj). ¿Cuál es la clase de tpt ui y
de dui?
g) Como la escritura canónica de u E Qpl\ U , R), U abierto de Rfc, es
una sum a de p-formas del tipo .4 (i) d x ix a · · · a dxx¡¡, entonces calcu­
le tp ,u en el caso en que u> = A ( X ) d x it a · · · a d xj . Pruebe que tpt w =
tp^A(X)d{tpMx ix) A · · · *dtpmx ip y obtenga tp^w = A(tp(Y))(dtpu ) a • • • a
h) Pruebe que finalmente p ara obtener la escritura canónica de ip^cu hay

del literal precedente y desarrollar.


i) Deduzca la siguiente regla práctica p ara la escritura canónica de (pt ui:
i) Escribimos la transformación <-p expresando las coordenadas
( x i , . . . , i k ) = Ai de <p(y) como función de las coordenadas
(3/11 ■··>!//>) de y - M ' e U' abierto de K*: Xi = <Pi[yi,
vi) E n A (x ) dxi, a · · · a dx{p, se reeplaza X por <p(Y), d x por dtpi¡ , etc.
ni) Se desarrollan las diferenciales dipil , , como combinación lineal de
dyi, . . . , dyh.

47) Sea la p-forma u = A ( X ) d i i , a ■·■ a d x ¿p; demuestre, con la regla anterior,


que 1pt (duj) = d(<pt uj).

48) Si suponemos que k = h = p y damos la p-forma u = A (x) dx\ a ··· a d x p,


probar, por la regla anunciada en (i), que

a) dx 1 a · · · a dxp = J dj/i a · · · a dí/p.

b) 93, 0; = A[v?(y)] dj/i a · · · a dyp donde

Jacobiano de <p.
6

A lg e b ra te n s o ria l

Por último estudiaremos una aplicación de las formas multilineales a la teoría de


los tensores. Los tensores son sencillamente formas multilineales, es decir, funciones
multivectoriales con valores numéricos: el tensor transform a vectores y covectores
en números. En general, el cálculo tensorial estudia la representación, en forma
simbólica y condensada, de los procesos que tienen lugar en las transformaciones
generales de coordenadas. Prácticam ente los objetos físicos se clasifican en tensores
y espinores. Aquí no.nos referiremos a los segundos, sino a los primeros que abarcan
desde los simples números hasta los tensores propiam ente dichos, pasando por las
diferenciales, formas diferenciales exteriores, elementos de superficie y de volumen,
vectores, covectores, diadas, etc. (Véase la sección 5.6.)
El cálculo tensorial, tr a ta del álgebra y del análisis tensorial; también se le conoce
con el nombre de cálculo diferencial absoluto. El adjetivo absoluto será explicado
más adelante, y su uso hizo que el cálculo tensorial también se llamara teoría de los
invariantes.

6.1. Relativo y absoluto


Ahora expondremos el concepto de tensor y exhibiremos su esencia epistémica y
ontologica, desde el punto de vista físico y matemático.
Prim ero examinemos el carácter físico de los tensores. P ara confeccionar las leyes
físicas de la naturaleza, el físico debe proceder irremediablemente a la realización de;
experiencias legítimas y cuidadosas, las cuales implican la ineludible opción de dos
cosas: 1) la elección de un sistem a de referencia (patrón de medidas, coordenadas,
bases, representaciones, etc.) y 2) la escogencia de un a escala de tiempo (reloj). Ca-
da observador gozará de licencias (relatividad) para disponer a su m anera de tales
instrum entos, de tal modo que en el estudio de un fenómeno particular aprehen­
derá las m agnitudes físicas por sus componentes (relatividad m étrica), las cuales
dependen forzosamente del sistem a de referencia elegido o, m ás prosaicamente, del
observador. Por observador se entiende en física a un sujeto ideal, inm aterial, neu­
tro, imparcial, anti-antropocéntrico y receptor sin interacción, que está ligado a un
sistem a de referencia y está equipado con un m etro para medir intervalos espaciales
y un reloj para observar coincidencias.
Lo esencial y legítimo en las observaciones es buscar la esencia, la ¡nv&rian-
cia, la perseverancia, la constancia, el objeto; atributos todos ocultados por las
apariencias, por la m ultitud de información y manifestaciones, y por la diversidad
de relaciones concomitantes con otras cosáis. De esto resulta que, como ya hemos
comentado, el físico oriente su interés por las propiedades de los objetos físicos que
son absolutos, intrínsecos y no por sus simples apariencias o manifestaciones como
son las com ponentes o coordenadas que son arbitrarias, accesorias, contingentes y
relativas a cada observador o sistem a de referencia. En otros términos, el objeto
apetecido por el físico es aquel que tiene una m odalidad existencial independiente
del observador y de su estado de movimiento. Esto constituye esencialmente el
principio de relatividad (mejor dicho, de absolutividad): La relatividad propia a
cada individuo y región, lo autoriza a definir objetos intrínsecos e invariantes y
a elaborar con ellos estructuras covariantes que serán los soportes de la realidad
objetiva que pretende describir. Los mencionados objetos y sus relaciones son los
únicos criterios de veracidad (aparte, naturalm ente, de la sanción experimental).
El discurso relativista persigue absolutivizar, objetivizar, unificar y unlversali­
zar las diversas modalidades fenomenológicas de la experiencia; además, obliga al
sentido común primario a rendirse ante la firme y paradójica existencia del espíritu
dialéctico y la naturaleza compleja: relatividad equivale a absoluto.

6.2. Invariantes y rep resentacion es tensoriales


Las entidades físicas invariantes o estados del universo que se presentan para descri­
bir los aparentes estados de un sistema, nunca entran directam ente en las ecuaciones
m atem áticas. Ellas sólo hacen acto de presencia a través de sus medidas relativas o
manifestaciones métricas. De aquí que todo número o grupo de números susceptibles
de hacernos conocer, de una m anera única, tales estados del universo, puede ser
considerado como una medida representativa del estado. Podemos, por consiguiente,
elegir entre los diferentes puntos de vista el que nos plazca y asociar a cada estado
un número-medida.
El caso más simple es aquel en donde la entidad física se encuentra plenamente
definida —identificada— por un sólo número (por ejemplo: el intervalo ds2, la fase
de una onda, la entropía, la masa, la carga, etc.). En este caso, y sólo en él, la
transform ación que hace pasar de un modo de determinación del número-medida
a otro correlativo, tom a el nombre de cambio de unidad. Entonces las ecuaciones
que resultan entre estas entidades serán independientes de las escalas de medida
(métrica) y de las unidades. E sta invariancia primitiva corresponde al hecho de que
diferentes ecuaciones aritm éticas, que se asocian a los diferentes modos o manifes­
taciones de la determinación del número-medida, se confunden todas en una única
expresión algebraica invariante.
Tenemos lo que se conoce con el nombre de una representación escalar del estado.
El escalar mismo es el soporte o portador de la representación.
O tra categoría de entidades físicas necesitan esencialmente de un grupo de tres,
cuatro o más números-medidas para ser determinadas. En este caso el número de
modos de determinación del conjunto de números-medidas es ¡incomparablemente
más rico que el precedente. El paso de uno de esos modos a otro correlacionado
específicamente constituye una transformación de componentes, o cambio de ob­
servador, o sustitución de punto de vista equivalente. De aquí resulta la llamada
representación vectorial. Los portadores de esta representación son los vectores.
El procedimiento anterior se generaliza al caso de entes del universo más com­
plejos que exigen, para su determinación exhaustiva, grupos de diez y seis, veinti­
cuatro, doscientos cincuenta y seis, o más, número-medidas o funciones. Esto con­
duce a la llamada, en general, representación por medio de tensores. Estos son los
acarreadores de la representación.
Fue por el anterior prodecimiento generalizador, que el físico W. Voigt (1850-
1919), trab ajan d o hacia 1896 con la física de los cristales, orientó sus investigaciones
tendientes a generalizar ciertas nociones conocidas en la teoría de las tensiones en los
medios continuos materiales, y fue conducido a crear la teoría física de los tensores y
a propagar su uso fecundo en otros terrenos. Ahora comprendemos que el objetivo
del cálculo tensorial es clasificar las diferentes magnitudes físicas según las leyes
determ inadas de variación de sus componentes cuando hay cambio de referencial o de
sistem a de coordenadas o, más humanamente, de observador. Es un cálculo absoluto
porque tra b a ja en un marco intrínseco, válido en cualquier espacio, independiente
de las coordenadas e indiferente a las dimensiones. Nos liberamos así de esos detalles
contingentes, relativos y accidentales.
Pero el anterior proceso de generalización no fue un simple paseo idílico por los
senderos de la evolución del pensamiento. Fue muy arduo para el físico llegar a
comprender este mecanismo, aquí simplificado a posteriori. Sobre todo que el físico
se interesaba exclusivamente por el estudio de los campos o funciones tensoriales
de variable vectorial, sin saber de antemano qué era un tensor. De allí la célebre
anécdota que n arra la respuesta que dió el astrónomo A. S. Eddington (1882-1944)
a alguien quien, hacia 1920, le comentó seriamente que fuera del propio Einstein,
sólo había en el mundo tres personas que entendían la teoría de la relatividad,
Eddington preguntó: “¿Quiénes son los otros dos?". Evidentemente, esto era una
exageración, ya que un simple conteo de físicos, que comprendían, trabajaban y
publicaban sobre relatividad en 1920, eleva ese número a unas veinte personas. Pero
los físicos no estaban solos en sus angustias sobre la comprensión y asimilación de
los tensores, los matemáticos lograron los fundamentos modernos (claros, distintos
y transparentes) de la teoría m atem ática de los tensores sólo a partir de 1930.

6.3. Tensores
Veamos ahora el punto de vista estrictam ente matemático. La actitud del m atem á­
tico es la de hacer corresponder a cada uno de los diferentes sistemas de coordenadas
un conjunto particular de números o funciones según dos reglas de variancia: cova­
riantes o contravariantes. En cambio, el físico procede inversamente, él hace corres­
ponder los sistemas de coordenadas a su conjunto de números-medidas apoyándose
en las mismas reglas vectoriales. N aturalm ente, los dos puntos de vista, matem ático
y físico, son equivalentes, indistinguibles.
Por ejemplo, el matemático escoge cuatro números Vj, V3 y V4 asociados
a cierto sistem a de coordenadas ( i l ,X 2 , 1 3 , 1 4 ). P a ra otro sistem a de Coordenadas
(z'i, x'j, z'3,' x4) se tendrá V{, V2', V¿ y V{. Al generalizar, designamos por el mismo
símbolo V al grupo de esas cuatro cantidades. En vez de definir todos los elementos
de V en cada número infinito de sistemas de coordenadas, el m atem ático se da la
regla general de transformación de V al cambiar de coordenadas; es decir, que per­
mite encontrar los cuatro valores anteriores para un cierto sistem a de coordenadas,
cuando los conoce en otro sistema de coordenadas.
Un tensor generaliza la noción de vector, y es una función numérica de va­
rios vectores. Un vector es un objeto general que sirve para designar conjuntos
de cantidades o funciones; cada conjunto corresponde a un sistema particular de
la infinidad de sistemas coordenados. Un campo tensorial es una función la cual,
aparte de depender linealmente de vectores, depende también de los puntos del
espacio.
Un objeto con múltiples determinaciones se llama un invariante con respecto a
to d a transformación de coordenadas si conserva alguna propiedad. De manera que,
los vectores, tensores y espinores son invariantes. Las múltiples determinaciones
son las componentes, las cuales son covariantes o contravariantes. La covariancia
de las leyes de los fenómenos físicos perm ite escribir sus ecuaciones sin presuponer
cualquier sistem a de coordenadas particular. E n las ecuaciones tensoriales entran
los tensores físicos absolutos, los cuales no son contravariantes ni covariantes. Sólo
tienen las componentes contravariantes y covariantes como una generalización de
una cantidad física. Esa dimensión tensorial o variancia debe ser la misma para
todos los términos de una ecuación general.
La contravariancia y la covariancia son diversos modos de existencia de un único
y mismo objeto, son las manifestaciones de un mismo ser que se proyecta paralela
o perpendicularmente a los ejes coordenados. Según una ley que escoja el físico,
éste identifica las entidades físicas con vectores contravariantes o vectores covarian­
tes. Por ejemplo, el desplazamiento infinitesimal entre puntos cercanos se considera
un 4-vector contravariante con transformación de componentes determinada. Esto
induce la introducción de sistemas de coordenadas en el universo. Resulta, pues,
una correlación geométrica entre el sistema de medidas que da la magnitud del
desplazamiento, y el sistem a de coordenadas que lo localiza.
A través de la m ultitud de índices de una magnitud física, ésta se relaciona con
la m ultitud de referenciales que los observadores escogen y usan para reportar los
fenómenos. Es aquí en esta etap a donde los observadores intervienen en la elabo­
ración de I « leyes físicas; éstas se traducen por ecuaciones covariantes (es decir,
que guardan siempre la misma forma) entre objetos invariantes. A veces se tom a
invariante y covariante como sinónimos. En las fórmulas se hacen desaparecer los
índices, los cuales como detalles accesorios y contingentes traducen la intervención
del sistem a de referencia u observador.
Ya vimos que toda ecuación que expresa un estado tendrá una infinidad de
formas auténticas, correspondientes a los diferentes modos de determinación. Toda
ecuación física expresa la identidad de dos aspectos diferentes o manifestaciones
separadas del mismo estado. U na ecuación verdaderamente general, universal y
absoluta no debe, pues, depender del modo de determ inar los números-medida.
E sto se preserva cuando los números-medida de cada uno de los términos de la
ecuación se transform a según la misma regla. O tra manera equivalente de decir
esto, es afirmar que deben tener las mismas dimensiones físicas y el mismo grado
de variancia, es decir, de contravariancia y covariancia. Una ecuación es legítima
si no viola esta doble homogeneidad y, por ende, conserva siempre la misma forma
frente a to d a transformación de coordenadas; decimos que la ecuación es, entonces,
covariante.
La evolución de un fenómeno está regido por ecuaciones que gobiernan el compor­
tam iento de objetos o símbolos. E sta descripción no queda influenciada, en principio,
por la m anera particular de cómo se obtuvo la medida. La modalidad, apariencia
o manifestación no debe figurar directamente en la fórmula. En esto consiste el
análisis objetivo que el cálculo tensorial ha legado a la física.

6.4. Form as m ultilineales y ten sores


Fue sólo a partir de 1930 cuando la noción de forma lineal y multilineal comenzó a
invadir el terreno propiamente matemático y permitió dar la definición correcta
de tensor. Es bien sabido que el físico se interesa exclusivamente por la noción de
campo tensorial (función tensorial de variable 4-vectorial, es decir, se asocia a cada
punto o evento de MU el valor de un tensor de especie dada). Al físico le tomó mucho
tiempo para poder asimilar, de manera genuina y geométrica, la noción de tensor
ya que él se interesaba por funciones tensoriales sin conocer muy bien lo que era
un tensor. Reinaba una confusión abom inable entre tensor, valor de un tensor y
función cuyos valores son tensores (campo).
Hoy día la situación anterior se ha superado felizmente gracias al álgebra multi­
lineal. Todavía los físicos dan la “fórmula" o “receta” de definición de tensor, pero
aunque allí se usen coordenadas, de hecho el tensor es independiente del sistem a de
coordenadas escogido para definirlo. La ley fundam ental de la física es que los siste­
mas de coordenadas sólo se reducen a instrum entos métricos para estudiar objetos
que, teniendo una significación intrínseca, devienen aptos para relativizar las medi­
das y absolutivizar las leyes y ecuaciones tan to de la geom etría, como de la física.
No hay que olvidar que el cálculo tensorial nació en m atem áticas con el estudio de
la geom etría infinitesimal (tam bién llam ada geom etría diferencial); y en física con
el estudio de la elasticidad.
Una forma 1-lineal, 2-lineal, o multilineal invariante es dada de una vez por todas
sin particularizar los sistemas de coordenadas sino los espacios de salida y llegada.
Por esta razón, una forma cuadrática de diferenciales es invariante, su valor es in­
dependiente del sistem a de coordenadas y ella b asta para definir y especificar un
espacio, independientemente del sistem a de representación. Según la naturaleza del
espacio aparecen tensores específicos. Por ejemplo, si el espacio es euclidiano, enton­
ces la teoría de la invariancia de los tensores se establece con relación al grupo de
transformaciones ortogonales que conectan los diferentes sistem as de coordenadas.
En este caso los coeficientes o elementos de m atriz de la transformación —cambio
de base— son constantes con la ortogonalidad de los vectores filas y columnas,
respectivamente.
Tam bién se pueden usar otros grupos de transform aciones continuáis y deriva-
bles, entonces aparecen matrices variables, continuas y diferenciables con tipos de
espacios y geom etrías más generales. Concluimos, pues, que el objetivo fundamen­
tad de la teoría de los tensores o teoría de los invariantes, es considerar expresiones
algebraicas y analíticas que se preserven frente a todas las transformaciones lineales
homogéneas (aquí se engloba el caso restringido de las transformaciones ortogona­
les), y aún, transformaciones no lineales arbitrarias. E sta teoría geom étrica de los
tensores (invariantes) estudia las propiedades intrínsecas y las relaciones entre los
tensores. Además, permite dar a lais ecuaciones de la geom etría y de la física una
forma independiente de la escogencia de las coordenadas (forma covariante).
En general, una m agnitud física o geom étrica será un tensor si ella determ i­
na unívocamente y sin arbitrariedad una forma algebradca multilineal, cuyo valor
depende del sistem a de coordenadas de una m anera específica, y a la que, inver­
samente, el conocimiento de dicha forma determ ine com pletamente. En efecto, al
depender linealmente (la magnitud en cuestión) de una o varias series de variables
ella se encuentra com pletamente caracterizada por la forma mencionada. Las diver­
sas variables de cada serie se transform an cuando se pasa de un sistem a de vectores
de base a otro.
de base a otro.
H. Weyl, desde 1918, comenzó a despejar la base algebraica de los tensores
en física, aportando claridad y transparencia meridiana. Paradójicamente, Einstein
confesó que no entendía un célebre libro de Weyl, Espacio, tiempo y materia (1919),
donde da la siguiente definición: “Una forma lineal [sic] de varias series de variables
que dependen de un sistem a de coordenadas escogidas, es un tensor, si ella conserva
un valor independiente de ese sistem a cuando en ella se reemplaza cada serie de va­
riables contragredientes por las componentes de un vector contravariante arbitrario,
y cada serie de variables congredientes por un vector covariante cualquiera” .
Más concisa y modernam ente, un tensor de rango p es una función, la cual
asigna a p argum entos vectoriales, valores numéricos que dependen linealmente de
cada vector.

6.5. Tensores y representación de grupos


O tro aspecto fundamental de los tensores es la representatividad. Las m agnitu­
des físicas y geométricas son escalares, vectores, y en general, tensores, con ayuda
de los cuales se expresa la naturaleza m atem ática del espacio en sus modificacio­
nes representativas. Son exactam ente, objetos de representación de los diferentes
grupos de transformaciones. Por abuso de lenguaje, se dice que los tensores son
representaciones de grupos, de los grupos lineales. Luego, el cálculo tensorial es una
extensión de la teoría de los grupos de transformaciones a las relaciones algebraicas
no holónomas.
El espacio es la forma de los fenómenos; aquél debe ser forzosamente homogéneo
en su globalidad. En física, la utilidad esencial del cálculo tensorial, o teoría de
invariantes, no es únicamente la de representar el estado métrico del espacio, sino
la de construir campos tensoriales de estados físicos sobre él.
Es bien sabido que un espacio está definido por el “ds” , o forma cuadrática
diferencial de coordenadas, el cual es invariante por definición. Al no cambiar “ds” ,
la imagen del espacio es aplicable totalm ente sobre el espacio inicial; es decir, espacio
e imagen son físicamente indiscernibles, por la invariancia del “ds” con respecto al
cambio de coordenadas. Se pasa de un “ds” a otro con una relación diferencial de
la forma d i = A dy no integrable, es decir, una ligadura no holónoma.
El ds2 al tom ar una forma independiente de todo elemento extraño, permite
dar universalidad y legitimidad a la física y a la geometría. La descripción por los
intervalos ds es indiferente a la descripción por las coordenadas. El ds está con­
trolado por la experiencia, no se da “a priori” ; pero una vez dado, su imperio no
conoce límite de validez y define un sólo universo real dentro de todos los universos
posibles, imaginables y quiméricos. En ese universo único, lo que no está prohibido
es obligatorio.
En los párrafos precedentes se ha hecho uso de la hipótesis tácita que afirma que
todo lo que, en la ciencia experimental, depende de la situación de eventos (todo lo
que podemos saber de su configuración) está contenido en la relación que une esos
eventos dos a dos. E sta relación es justam ente el intervalo.
El invariante, absoluto, preserva su naturaleza la cual permanece independien­
te de la m odalidad del referencial, aunque paradójicam ente to d a m agnitud física
o geom étrica invariante es alcanzada directam ente por medio de sus componentes,
relativas, dependientes de los sistemas de referencia. Estos se encuentran interco-
nectados por grupos de transformaciones o de movimientos, llamados grupos de
invariancia o simetrías. La característica intrínseca se describe por un cierto núme­
ro de com ponentes las cuales se transform an por reglas bien determ inadas y fijas.
Las com ponentes se conocen en todos los sistem as de referencia.

6.6. R elativid ad y ten sores


La relativización busca la homogeneidad absoluta y to talitaria a través de la vecto-
rialización y de la tensorialización. De esa m anera se elimina todo antropocentrism o
mezquino y to d a concepción antròpica perniciosa. Así se tem pera y re'mterpreta el
alcance del aforismo protagórico: “el hombre es la m edida de todas las cosas” . Que­
da así extirpado el relativismo vulgar y sofista en favor exclusivo de lo impersonal,
del relativismo físico. De m anera que el estado cinético particular del observador
tam bién es excluido. Se llega al aforismo galileano: “el movimiento es como na­
da” . En forma m oderna se llega al relativismo físico positivo: la descripción de los
fenómenos no es alterada por la posición ni por el movimiento. O bien, su forma
negativa: el movimiento absoluto es indetectable, por principio.
La relatividad cobra ahora un sentido ontològico al renunciar a to d a descrip­
ción subjetiva en beneficio de la realidad objetiva intrínseca. Desde el punto de
vista físico, la relatividad sintetiza, reconstituye y totaliza los diferentes puntos de
vista y perspectivas fenomenológicos. M atem áticam ente hablando, la relatividad
generaüza y extiende el dominio de validez de las leyes y estructuras. El resultado
espectacular es, en definitiva, la aparición de una inercia absoluta, generalizada y
universal, es decir, el observador libre absoluto.
Volvamos al proceso experimental de m edida de una sola m agnitud, la cuad so­
metemos a diversas observaciones que pueden provenir de un mismo referencial o de
referenciales (u observadores) diferentes en movimiento relativo. P ara em anciparnos
del fenómeno, de lo pasajero, de lo aparente, debemos extraer y guardar sólo aque­
llo que durante el cambio o evolución se preserva en absoluto y las relaciones que
conservan su forma invariante (covariancia), y son susceptibles de constituir una
legítima ley física. La covariancia de las leyes físicas entre objetos invariantes es el
resultado definitivo y apoteósico del principio de la relatividad del movimiento del
observador en el sentido fuerte. Así se exorcisa o aleja el fantasm a de erigir en ley
universal lo que sólo son percepciones individuades u opiniones subjetivas. E sta reía-
tivización to talitaria de la física se obtiene y garantiza gracias al álgebra y al análisis
tensorial, que son los instrum entos naturales para consumar la absolutización de la
física. Ellos proveen las entidades geométricas que son los escalares, los espinores,
los vectores, los tensores y los twistores; y la física encontrará las respectivas ecua­
ciones escalares, espinoriales, tensoriales, etc. de los fenómemos naturales. De esta
manera, el aparente y caótico mundo físico adquiere orden, belleza, sim etría y ar­
monía; llega a ser el cosmos de los antiguos griegos. Así queda eliminada la vanidad
de los hombres y el capricho de los dioses.

6.7. H o m ogen eid a d , uniform idad y tensores


La últim a m anera de ver los tensores es la siguiente. La teoría de los tensores es
una extensión de la teoría física de la homogeneidad. Toda ecuación que exprese
una propiedad física o geom étrica debe necesariamente ligar cantidades de la mis­
ma naturaleza física o geométrica, las cuales deben reaccionar de la misma m anera
a todo cambio de unidad o de calibración de las coordenadas. En esto consiste
la independencia de calibración o norm a ( “gauge”). Pero los tensores obedecen a
otro tipo superior de homogeneidad, diferente de la calibración métrica de los ejes.
Ellos responden de cierta m anera no al cambio de unidad, sino al cambio absolu­
tam ente arbitrario de los procedimientos de referencia, es decir, a transformaciones
cualesquiera.
L a teoría especial de la relatividad, por medio de su principio de relatividad
especial, refleja exactam ente la uniformidad e isotropía de la métrica minkowskia-
na. Es la m áxim a uniformidad, es decir, la equivalencia de los puntos e instantes,
la equivalencia de las direcciones y la equivalencia de los referenciales inerciales.
E sta uniformidad to talitaria es consecuencia de la existencia de grupos de trans­
formaciones que dejan invariante al ds2, el cual es un absoluto lorentziano. Este
es otro aspecto de la contingencia y necesidad paradójica de las coordenadas. El
lenguaje apropiado para expresar estas modalidades es el del cálculo tensorial, el
cual construye relaciones absolutas y universales, válidas en todos los rincones del
espacio.
La uniform idad máxima precedente es destruida, cuando no malograda irreme­
diablem ente, por la presencia de un campo de gravitación (omnipresente); en otros
términos, con la m étrica riem anniana se pierde inexorablemente la uniformidad e
isotropía del espacio “vacío” de Minkowski. En la teoría general de la relatividad,
la cual justam ente estudia los fenómenos gravitatorios, existe una relatividad debi­
litada; dicha teoría tiene menos relatividad; es, paradójicamente, menos general. La
uniformidad m áxim a de la relatividad especial se extiende sólo a regiones infinitesi­
males, es decir, se abandona la uniformidad global en beneficio de una uniformidad
local (a retazos) que tiene una ley de empalme o conexión determinada. El espacio
de Riemann, no es ciertamente, uniforme. La teoría especial de la relatividad es
sinónimo de teoría de la uniform idad del espacio-tiempo de Minkowski. La teoría
general de la relatividad es sinónimo de uniform idad local, restringida. Por eso al­
gunos físicos sostienen que la teoría general de la relatividad no es relatividad, sino
teoría de la gravitación, ya que abandona a Euclides en provecho de Riemann.

6.8. P r o d u c to ten sorial de formas m ultilineales


Ya tuvimos la oportunidad de familiarizarnos con el producto tensorial de formas
lineales (véanse las secciones 1.3 y 1.4). A hora se tra ta de generalizarlo a las formas
multilineales, no sin antes hacer algunos desarrollos previos.
Tomemos los p espacios vectoriales sobre K , E \, . . . , E p y una forma lineal / ,
en cada / , e L(E,\ K ) - E*, Vi = 1,2, . . . , p . Entonces por definición tenemos
la siguiente aplicación

( x i , . . . , x p)>— ♦ / ( * ! , . ...X p ) = ( f i \ n ) { h \ x 2 ) - - - { f P\xP) e K V xísE í.

La función / es una forma p-lineal sobre E \ x · · · x E p = x f = JE i. llam ada


producto tensorial de las p forméis lineales f \ , . . . , f p y la denotarem os

E je rc ic io 1: Pruebe que este producto tensorial es asociativo, no conm utativo y


distributivo con respecto a la suma.
M ostremos que to d a forma multilineal sobre x?=1£ ¡ es una sum a de productos
tensoriales de formas lineales; más exactam ente:

P ro p o s ic ió n 1: Consideremos p espacios vectoriales E \ , . . . , E p de dimensión n¡


(1 < j ^ p) sobre K ; para las p bases tomemos la base genérica (eJnl, . . . , t j nJ) de
E j. Sea además, f una aplicación de x 1 en K . Las siguientes afirmaciones
son equivalentes:

i) f es multilineal.

ii) Existen constantes 6 K ft. < ¿i ^ n i, . . . , 1 < ip $ n p) tales que

/ ( i 1 ,. . . , Xp) = 2 X 'l ■ ■ ■ x 'p f i l ip

l<>p<np

cualesquiera que sean los vectores Xj = 2 i í i j í n j e Ej (\ ^ j ^ p )

= / ( e i «i >■ · · >epip)·
D e m o s tra c ió n : i) implica ¿i), ya que un cálculo sencillo y directo basado en la
multilinealidad de / , que generaliza el caso p = 2,3 de la sección 2.2 conduce a ¿i).
Recíprocamente, si / está dada por la fórmula en ü ) es suficiente, para probar
la multilinealidad de / , verificar que el término general

cl Xp J l l - t p

de la sum a de ii). es una forma p-lineal de Z i, . . . , z p. Pero como f i v ..ir es indepen­


diente de i i , · · · , z p, b asta verificar que la expresión z'j1 ■ ■ - x'p es p-lineal. Ahora
bien, esto es fácil de ver tom ando las rij formas coordenadas (ej, e2, . . . , e"J) del
espacio vectorial Ej (donde cada eV es una base de £ * ). Con relación a la base
(e}¡, — , e¡ n ¡) tenemos

Z j 1 * · * Zpp = ( e i , | x 1) - - - ( e j » | z p )

= (e*!1 ® - - - ® e J f ) ( z i,...,Z p )

De aquí resulta que la función ej1 ® ® ep = , e ’ = e’1" 1'’ es una forma


p-lineal; por tanto

f(.X\ 1 · · · TZ p ) — fi |. . . ipfif ® ‘ * * ® CpP ( l l | · · · , Z p ) ,

*i‘
KiCp

lo que prueba i), es decir, que toda forma multilineal es una combinación lineal de
los productos tensoriales de las bases duales.
Finalm ente, ti) implica iii) ya que de ii) y de la antepenúltim a relación se
deduce que

/(e i*i i - · · i e p i P) = 7l(Vleii,)··· (epr |ePi .) fh ,...h .

Los n in 2 . . . n p elementos / i , ...¡p de K se llaman los coeficienes, componentes o


coordenadas de / con relación a las bases (e¡,), (e¡2), . . . , (e¡p) de £ lt . . . , E p. En
el caso, más interesante para nosotros, E \ = - · ■ = E p = E , se emplea la misma base
(e<) en £ i , . . . , E p. Entonces la fórmula en ii) no cambia y a /¿ ,...< = / ( e ¡ , , . . ., e< )
se les llama las componentes de la forma p-lineal / e L P(E\ K ) con relación a la
f<F. base (e¿) de £ o del tensor T p veces covariante.
C o ro la rio 1: La dimensión del espacio vectorial L ( E \ yE i , - - - , E p\ K ) , de las for­
mas multilineales, es ■ ■ ■ n p; las n \ n 2 · · · n p formas p-lineales e*,1 ® ® ep
conforman una base y toda forma multilineal, o tensor covariante, se escribe de
manera única así:

L (E i, . . . , E P\ K ) 3 f = T = f ili2...ipe\' ® ■ ·

E je rc ic io 2: Demuestre el corolario anterior.

N o ta 1: La proposición 1 es sorprendente porque nos ha dado una cantidad de


información inesperada e impresionante: dimensión, base, componentes, descompo­
sición, etc.

C o ro la rio 2: dim/e L p(n E\ K ) = n p, su base es (e '1®· ■ y toda f e L p(n E-, K )


se escribe de manera única

T = f = / ¡ 1 ...ip e ' 1 ® - · · <g) e 'p.

E je rc ic io 3: Pruebe la propiedad anterior.

N o ta 2: El álgebra multilineal estudia los espacios vectoriales.

L ( E u . . . , E p-,F), L ( E i , . . . , E P] K ) , Lp(nE , K )

y sus diversas operaciones. Cuando p = 0 ,1 ,2 , encontram os, respectivamente todo


lo estudiado en K , en álgebra lineal y en álgebra bilineal, como casos particulares.
El siguiente cuadro sinóptico nos ilustra lo dicho (el espacio de llegada es F o K):

Á lg e b ra s
p — 0: L q(E\ K ), álgebra de K .
p = 1: L \ ( nE\ K ) , álgebra lineal (transformaciones lineales y matrices).
p = 2: L 2 {nE ] K ) , álgebra bilineal (producto escalar, formas cuadráticas).
p = 3: L s ( E \ K ) , álgebra trilineal (producto mixto).
p ^ n: A p(n E \ K ) , álgebra multilineal alternada (determ inantes, álgebra
exterior A(E), A*(E)).
P- L p(nE\ K ) , álgebra multilineal (tensores ®¿?*).

Este último caso general contiene el resto.


E sta tabla jerárquica ilustra la insistencia con que se dijo, desde un comienzo,
que el curso era la apertura de una vasta ventana para desde lejos com tem plar un
u u iu m u u n n n in n n n m
I:
r
:

Algebra tensorial / 257

panoram a m atem ático sin horizontes definidos, donde nos invade la nostalgia y la
desesperación obsesionantes de que los bosques y follajes nos oculten los árboles,
sus frutos y las mariposas.
De ahora en adelante, para simplificar, tomaremos siempre E\ = E 2 = . . . =
E p = E . Definamos en seguida el producto tensorial de formas multilineales, o de
tensores covariantes.

D e fin ic ió n 1: Sea / una forma p-lineal y g una forma q-lineal sobre E. Se llama
producto tensorial de esas dos formas y se representa por / ® g, a la forma (p + q)-
lineal:

f ® g : E x · · · x E = E p+q — > K
(p+9 )veces

definida por

E P ^ 3 ( i ! , · . · , X p , Xp+\, . . . , Xp+q) ' * ( / ® í ? ) ( x i , . . . , Xp-fq)

“ / ( ^ l i · · · , x p)g{x p+l Í · · · 1 Xp+q)·

P ro p o s ic ió n 2: Si f y g e L p( E ; K ) y h £ L q(E\ K ) tenemos:

( / + 5 )® /1 = f ®h + g® h (distributividad)
f ® { g + h) = f® g+ f® h (distributividad)
f®(g®h) = (f®g)®h = f® g ® h (asociatividad)
En general, f® g * 5®/ (no conmutatividad)

N o ta 3: E n la definición de / ® g es esencial, para que tengamos como resultado


una forma multilineal, que las variables o argumentos x \ , . . . , x p y x p+\, . . . , x p+u
sean independientes.

E je m p lo : Si / y g e L ( E \ K ) , entonces f{x )g (y ) es una forma bilineal sobre E 1,


pero la función f( x )g (x ) no es, en general, una forma lineal sobre E.

E je rc ic io 4: Verifique las aserciones anteriores.

E je rc ic io 5: Sean / y g dos formas p y g-lineales antisimétricas, respectivamente,


(p ^ n, q ^ n, p + q ^ n). Pruebe que / a g = A (f® g )·, dé el resultado, para (p + q)
vectores, en función de £ 1' i’p + o ' ' · A es el antisim etrizador.

E je rc ic io 6: Desarrolle los ejemplos y ejercicios de la sección 5.5 utilizando A.


j;
L ±
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

258 /Álgebra multilineal

6.9. Tensores
Sean n E y n E m sobre K y p, q ^ 0 dos números enteros positivos dados.

D efin ició n 2 : Se llama tensor T sobre E, p veces contravariante y q veces cova­


riante, o tensor mixto (£), a toda forma (p + <?)-lineal T sobre £:

T ■. ( £ * ) p x ( £ ) ’ — K

definida por
£ * x ·· · x £ * x £ x · · · x £ 3 ( / * , . · ■ , /p ,x i,· · · ,x ,)
p —v c c c j q—veces
*-* x i , . . . , x q) e K.

Observemos que T e L p+q(E). El conjunto de los tensores Lp+q(E) de tipo (''),


también llamados mixtos, lo denotaremos por T p(£ ). Según la naturaleza del espa­
cio £ se tendrán tensores afines, euclidianos, cartesianos, minkowskianos, hermitia-
nos, riemannianos, sobre variedades, etc.

E je m p lo 1 : Las formas lineales son de tipo (°), también lo son las diferenciales;
las forma q-lineales son tensores de tipo (°), es decir tensores q veces covariantes,
de allí el nombre de covectores.

E je m p lo 2: Los escalares (números), son tensores de tipo (¡j); los vectores son
tensores de tipo (¿).

E je m p lo 3: Las bases (e,), (eJ) y d x k son tensores de tipo (¿), (°) y (°), respecti­
vamente; dx a dy es un tensor de tipo (°).

E je m p lo 4: Dadas las bases (ei) y (e5) de „ £ y „£ * , respectivamente, dos covec­


tores /* = f i e \ g * = gye·’ y el vector x = x*e* con i , j , k = 1 , 2 ....... n, entonces el
tensor T de tipo (2), o mixto, tiene por valor o imagen en /* , g* y x a

T { f * , g m, x ) = T { f iei,gj ej , x kek) = fi gj x kT ( e ' tei , ek) = inv.


E sta invariancia indica que el valor de un tensor es independiente de la base.

E je m p lo 5: Una diada es un tensor de rango dos. Un determinante es un tensor


covariante antisim étrico de rango n.
A la contravariancia y a la covariancia se les llama, en conjunto, la variancia o
rango del tensor. E n el ejemplo 4, el tensor T es de variancia o rango 3, vale decir,
T es una forma trilineal.
\
N o ta 1 : O tros autores dan una definición de tensor ligeramente diferente, la cual
afecta sólo la variancia; aquí damos una definición que respeta la tradición en cuanto
a la contravariancia de los vectores y a la covariancia de las formas y seguramente
será del agrado de los físicos.
De ahora en adelante suprimiremos los asteriscos para indicar las formas o covec-
tores, ellos tendrán índices inferiores en las com ponentes y ésto será suficiente para
identificarlas, tam bién eliminaremos los asteriscos en las bases duales, e *1 = e'.
En el cálculo del valor del tensor T ( f , g , x ) , del ejemplo 4, resultó un conjunto
de n 3 números T ( e ' , e i , e*); a ellos se les llama las componentes o coordenadas
del tensor T , con respecto a la base (e¡) de E y se notan Tk = T ( e ' , e ’ , e*). La
existencia de las com ponentes de un tensor viene asegurada por la proposición 1 .
Un tensor mixto (3) de componentes T ¡ £ se dice que es simétrico en sus índices
i j y en los índices lm si T ¡ £ = T¡^¡; y es antisim étrico en i j si T ¡ ^ = —T j £ . Esto
se generaliza a cualquier tipo de tensor. La sim etría o antisim etría de un tensor es
una propiedad intrínseca, vale decir, invariante o absoluta. Por ejemplo da: a dy es
un tensor de tipo (°) antisimétrico. Los multivectores (p-vectores, ver sección 5.6)
son tensores contravariantes totalm ente antisimétricos, las multiformas son tensores
covariantes com pletamente antisimétricos, lo mismo que las p-formas diferenciales.
Los m ultivectores (p-vectores en la sección 5.6) son tensores contravariantes to­
talm ente antisimétricos, las multiformas son tensores covariantes completamente
antisimétricos, lo mismo que las p-formas diferenciales.
E n general, tomemos p covectores f k = / t , e ' y q vectores x/, = x£e} con i , j =
1 , . . . , n; k — 1 , . . . , p, h = 1 , . . . , q. El valor del tensor T de tipo (p) es un invariante:

■ fe

• r>

donde = T (e u , . . . , e ,'’,e j1, . . . , e ¿ t ) son, por definición, las componentes


de T , y son escalares relativos; en cambio, T ( f ¡ l t . . . , f i p . . . x ’1, . . . .x * '), el valor
numérico de T , es un escalar intrínseco.
...

N o ta 2: Un tensor T es un objeto geométrico absoluto, invariante y definido in­


trínsecam ente. En la definición dada, algunos autores invierten la variancia, esto
conduce a o tra definición, pero en el fondo, la teoría es la misma, es una teoría
invariante e independiente del autor. El tensor es una función multivectorial (o po-
livectorial) que dice cómo debe operarse con formas lineales y vectores para fabricar
números. E n este sentido el tensor es pariente cercano de los operadores; éstos, por
definición, envían un espacio en él mismo; similarmente, el tensor opera sobre un
espacio p ara enviar sus covectores y vectores a otro espacio: el cuerpo K.
N o t a 3: Abusivamente se identifica el tensor T (absoluto, “per se” ) con sus com­
ponentes (relativas a bases) y se dice por abuso de lenguaje “sea el tensor ”,
cuando en realidad debe decirse “sea el tensor T de componentes T ¡ ^ con respecto a
una base". Debemos pues distinguir entre T y T ¡ £ ; por ejemplo véase la sección 1.5.

N o ta 4: La variancia, vale decir, la contravariancia y la covariancia, sólo afectan


las componentes del tensor, y no al tensor mismo —eso lo veremos en el cambio
de bases— , por consiguiente es un abuso de lenguaje hablar del tensor de tipo
(p) o decir “el tensor mixto T (£)” . E ste tipo de abuso de lenguaje no debe tole­
rarse en los espacios métricos, donde existe una m étrica g p ara subir y bajar índices.

N o ta 5: En los espacios afines no existe m étrica por definición. En ellos un tensor


es definitivamente contravariante, o completamente covariante o mixto to da su vi­
da, y es imposible cambiar la variancia, porque al no existir m étrica no se puede
bajar ni subir índices arbitrariam ente. En los espacios afines la contravariancia y la
covariancia son intrínsecos, son absolutos, por consiguiente el abuso señalado en 3)
es obligatoriamente tolerable.

N o t a 6: Los físicos se interesan exclusivamente por los campos de tensores, que son
aplicaciones del espacio M4 en el conjunto de tensores de un tipo dado, definidos
sobre M4; en otras palabras, un campo tensorial es toda función sobre M4 cuyo va­
lor en cada punto de M4 es un tensor especificado sobre M 4. Por ejemplo, el campo
tensorial de tipo Q de componentes (x,y, z , t ) cuyo valor es un tensor depen­
diente del espacio y del tiempo. Muy diferente es el valor del tensor (,) T ( f , g , x )
cuyo valor es un número intrínseco. Desde luego, hay que distiguir de manera clara
y transparente:

a) el tensor T ,

b) las componentes ,

c) el valor del tensor T ( f \ . . . f p, x \ . . . x q), y

d) el valor del campo tensorial T , el cual es T ( x ,j/,z ,í) con (x,y , z, t) e M4, un
punto espacio-temporal.

N o ta 7: Los abusos de notación señalados con anterioridad y la no observancia


de la distinción anotada, hizo imposible a los físicos entender y asimilar desde un
principio los tensores y la teoría relativista de la gravitación de Einstein. De allí el
chismecito sobre la existencia de sólo tres mortales que podían entenderlas. La di­
ficultad residía en que el físico no distinguía entre un tensor (función, en el sentido
dado a ese concepto en la definición) y una función tensorial cuyos valores son ten­
sores. Así se creó una situación análoga a la que se presentó al hablar los físicos
de diferenciales inexactas (en lenguaje moderno, formas diferenciales exteriores) sin
saber con precisión lo que era una diferencial exacta . . . o al referirse a las funciones
de variable vectorial con valores vectoriales sin haber primero definido lo que es
un vector. Hay que señalar, en favor de los físicos, que sólo a partir de 1930 los
m atem áticos desenredaron este estado de cosas confusas, por decir lo menos.

N o ta 8: Afortunadam ente podemos convivir con estos abusos; la teoría de los ten­
sores es invariante e independiente de las interpretaciones, comentarios y opiniones.
Por consiguiente seguiremos usando el lenguaje abusivo que la tradición de los físi­
cos ha consagrado, naturalm ente, a pesar de denunciarlo.

N o t a 9: Si el espacio E es sobre el cuerpo de los números complejos (es un espacio,


por ejemplo, de Hermite o de Hilbert —véase capítulo 8— ), entonces, pueden existir,
y se definen, un determinado tipo de tensores que serán lineales en algunos vectores
y antilineales en otros. Así, este tensor sería una forma multilineal y antimultilineal.
La noción de tensor se puede, por supuesto, generalizar aún más si se remplaza el
cuerpo K ( R o C ) por un espacio vectorial arbitrario F, o por un álgebra específica,
de manera que éstos tensores generalizados, T , son aplicaciones multilineales con
valores no escalares, sino .vectoriales o algébricos.

E je rc ic io 1: Pruebe que to d a matriz M j de representación de un operador lineal


A del espacio E, siempre se puede considerair como el conjunto de las componentes
Tj de un tensor T mixto de segundo rango. P ara ello tome un vector x e E,
representado por (x1) y una forma lineal /* e £ * , representada por (/i), y estudie
la forma bilineal siguiente:

E m x E 3 ( / * ,i ) = T — ► M ¡ fi xi .

E je rc ic io 2: Compruebe que p ara toda matriz se puede construir un razo­


namiento parecido al anterior.

E je m p lo 6: El vector posición f 6 R3 es un tensor de rango 1, de componentes


contravariantes (z ,y , z) de tipo (¿). f = i ‘e, = r'e, = x T + y j+ zk , con (z, y, z) g R3:

r 3 ,- ^ - r .

Tomemos un covector X * = (X , Y, Z ) e R3*. Entonces el valor del tensor r s e r á


f(X * ) = f ( X 4e*) = Xifie*) = = X ix i = z ‘ (e^X *), V X * . De donde, simplifi­
cando por X * tenemos

f = z ‘e, = inv .
Pero R 3* = R3, por consiguiente e' = e¡ y z* = r*, componente contravariante de f,
tendrá una contraparte z, = r, covariante. El mismo vector f será un covector, es
decir, también se manifestará como un tensor de tipo (®), r = r,e' = z ,e '. Veámoslo:

R3- ^ R .

Tomemos un vector X = (X , Y , Z ) e R 3, X = X*e¡. Evaluemos el tensor f o la


forma lineal f,
r (X ) = fl( X ^ ,) = X ‘rtc i) = X V ; = X ^ = z¡ (e‘|X> = Z jC * ^ ), VX

y simplificando por X tenemos


f = z¡e* = inv.

N o ta 1 0 : Si el ejemplo precedente tiene una apariencia complicada y confusa, esto


se debe a dos cosas: a la mala costumbre de razonar sobre objetos de los cuales no
se tiene una definición rigurosa, ni una idea transparente, y a la tradicional jerga
abusiva y obsoleta.
El ejemplo anterior nos m uestra a un objeto, el vector r , que tiéne existencia
propia, independiente de los observadores, pero que se nos manifiesta en dos versio­
nes: una con componentes contravariantes y o tra con componentes covariantes; es
decir f es un vector y a la vez un covector o forma lineal. E sto explica por qué los
físicos no hacen distinción entre la fuerza como vector o como forma lineal, cuando
escriben el trab ajo W = F · r; correctam ente sería W = F · r ó F ■ r , esto da un
invariante o número intrínseco en Julios.
Los físicos hacen todo el tiempo la identificación R 3 = R3* sin apercibirse y sin
teoría, directamente.
Las componentes covariantes se calculan proyectando a r perpendicularmente a
e,: Xi = (e,|f) = e, (f) = e, · r; es decir, multiplicando f por los elementos e, de la
base. Las componentes contravariantes son, en cambio, proyecciones paralelas a los
ejes de la base. Esto se visualiza usando coordenadas oblicuas, ver el ejemplo 5 de
la sección 2.10 y la figura 2.2. Pero x¡ = - f = e<z^ej· = z J (e¿ ej) = z·*yy = x¿. En
otras palabras, para calcular las componentes covariantes, cuando se conocen las
contravariantes, se multiplican éstas por el tensor métrico p y . E ste procedimiento
se conoce con el nombre de bajar índices: x 3 = i*.

E je m p lo 7: Los tensores S y g tienen tres manifestaciones, que son: puramente


contravariante 5'3, y, ; ; puramente covariante óXJ, y,.,; y m ixta áj, g'y Son los mismos
objetos en diferentes versiones. Más tarde veremos que tam bién vienen con diferentes
apariencias según las bases utilizadas.

E je rc ic io 3: Suba y baje los índices de 6 y g con los tensores de componentes


9 ij= e, · g '1 = e' ■ ej \ otro tanto con <5'·’, áy , <5‘.
E je rc ic io 4: Detalle y analice, los cálculos y razonamientos del ejercicio 3.

6.10. Á lgeb ra de tensores


El conjunto de tensores de tipo (p), sobre el espacio vectorial E, L p+q(E) = T p(£ ),
es un espacio vectorial para las operaciones + y A·, ya que el conjunto L p+q(E)
de las formas multilineales forman un espacio vectorial. P ara sumartensores de un
mismo tipo (p), en la práctica, se suman sus componentes. P ara multiplicar un
tensor por un escalar A, se multiplican todas sus componentes por A. Por ejemplo,
para los tensores R y T de componentes R ' ^ y se tiene

+T = = \T ~ X l£ .

E je rc ic io 1: Usando bases, pruebe las afirmaciones anteriores.


Existe una tercera operación (más tarde refinaremos su naturaleza de operación
interna) entre tensores de tipos diferentes. Se llama el producto tensorial y se nota
®. El producto tensorial de dos tensores de tipo (p) y Q está definido por
el producto tensorial de las formas multilineales R y T (que ya vimos en la sección
6 .8 ). R <g>T es del tipo (£+,)· Más exactamente tenemos la siguiente definición:

D e fin ic ió n 3: Consideremos un tensor R de tipo (p) y un tensor T de tipo Q .


Entonces su producto tensorial es una forma multilineal, exactamente una
forma (p + q + r+ s)-lin e a l, sobre el producto cartesiano(£*)p x (E)q x (E * )T x ( E ) a =
(E*)p+r x ( E ) (,+1. El resultado es un tensor de tipo ( ¡ ^ ) sobre E, definido por

R ® T ( f l . . . f p+T, x i ■ ■ . xq+í) = R ( f i . . . / p, i i . .. x q)
•T(/p +1 . . . /p+r, Xq+l ■ ■ ■ Xq+s)·

En la práctica para multiplicar tensores tensorialmente se multiplican sus compo­


nentes. El producto tensorial 0 también se llama multiplicación o producto externo.

E je m p lo 1: R de componentes R de tipo @ multiplicado tensorialmente por T


de componentes Tp‘ de tipo (J) da:

r ® t = p o r ^ t ;* = p¡£’

de tipo ( 3 ).

E je rc ic io 2: Usando bases, pruebe la afirmación anterior.


ww w .elsoluc
olueT
i

P r o p o s ic ió n 3: Consideremos los tensores A, B y C y el escalar A. Entonces

.4 ® (B ® C) = ( A ® B ) ® C = A ® B ®C (asociatividad)
A ® (B + C ) = A ® B + A ® C (distributividad)
(B + C ) ® A = B ® A - h C ® A (distributividad)
A A ® B = A ® B A = A(A ® B ) (Asociatividad con escalares)
En general, A®B*B®A (no conmutatimdad)

E je rc ic io 3: Demuestre la proposición precedente usando la proposición 2.

E je m p lo 2: Consideremos dos vectores V y W de E y tres formas lineales f , g, h


de E* \ se puede definir el tensor V ® / ® g ® h = T de tipo (3), el cual es una
forma pentalineal de dos formas lineales u*, » ' £ £ ' y de tres vectores x, y, z 6 E.
Por consiguiente

T ( u * , v * , x , y , z ) = V (t? ) W ( v * ) f( z ) g ( y ) h { z ) .

E je m p lo 3: Tomemos el tensor anterior T de tipo ( 3 ), las bases e, y e*, los vec­


tores x = x'ei, y = z = z'e^ y los covectores u = Qje*, u = /3,e‘. El valor de
T será

T (u,v,x,y,z) = aifijXky hz l T {e \e^ , e k, e h,ei) = a i0j x ky >'z lT¡c3ll¡.


Si hubiésemos querido calcular separadam ente el producto tensorial de U ® F = T
de tipos (0) y ( 3 ), entonces tendríamos T ( u , v , x , y , z) = U (u ,v ) ■ F ( x , y , z ) . Las
componentes T¿jm = T (e , ,e·’ ,e * ,e i,e m) serán dadas por T¿jm = U ^ F u m · Esto se
extrapola al caso general.

- N o ta : Comenzamos por definir tensores intrínsecamente y ahora comenzamos a


trab a ja r con sus componentes. Hay que decir que el cálculo tensorial es más fácil
intrínsecamente que con componentes. Lo que sucede es que, como el genio gusta
de lo sencillo y el ingenio de lo complicado (Buffon), a los físicos les gusta trabajar
con componentes, es decir, con un diluvio de índices para que las fórmulas tengan
un aspecto extraterrestre, esotérico y divino.

E je rc ic io 4: En n E con la base (e*) i = 1 , . . . , n demuestre que ej, ® · · · <g) son


formas p-lineales independientes linealmente, donde ¿1 . . . ip tom an todos los valores
de 1 a n.

E je rc ic io 5: Repita el ejercicio 1 con e‘‘ ® ® e1».


E je rc ic io 6 : Pruebe que e¿, ® ® e<p ® e·’1 <gi ■ · · ® e5'* son formas (j>+ (j)-lineales
linealmente independientes.
Existe una cuarta operación llam ada multiplicación contraída de tensores o pro­
ducto interno. Consiste en multiplicar las componentes de los tensores e igualar sus
índices, superiores e inferiores (lo que de acuerdo con la convención de Einstein
significa sum a sobre los índices igualados). Indicaremos esta operación con ®c.

E je m p lo 4: Sean los tensores T y S de componentes T ' ]k y S0|>. La multiplicación


contraída T ® c 5 da un tensor de componentes T 'i k Sij = R k \ es decir, da un vector
R de componentes R k .

E je m p lo 5: El producto tensorial contraído de un vector con un covector, v y w ,


v®° w que tiene sus componentes v'w¡, es exactam ente el producto escalar o interno.
En estos casos se dice que el producto tensorial está totalm ente contraído: todos
los índices, superiores e inferiores, se igualan por parejas; se dice que se saturan los
índices.

E je m p lo 6 : Sean los tensores T y 5 de componentes T x,k y Satc· El producto


totalm ente contraído tiene por componentes T ' i kSijk = invariante; es un número.
En los ejemplos 2 y 3 se dice que se han saturado los índices. Lo mismo en el
siguiente ejemplo: ds 2 = g <g)c dx ®c dx = g¡jdx'dxi = inv.
Finalmente, existe una quinta operación que se puede hacer sobre un mismo
tensor mixto; esta operación se llama contracción de índices y consiste en igualar
un índice superior a otro inferior y sumar sobre esos índices repetidos; entonces
resulta un tensor contraído ( “rejuvenecido” ) de rango inferior en dos unidades.

E je m p lo 7: A p artir de los tensores Rik y S lm, por multiplicación externa ® y


multiplicación (una contracción) se obtiene el tensor mixto de rango dos T™ =
R ik S km. E sta multiplicación combinada se llama m ixta, ya que es externa con res­
pecto a los índices i y m, e interna con relación a k y l.

E je m p lo 8 : T ^ k da por una primera contracción T¡¿k y por una segunda contrac­


ción da T l j k . Por ejemplo en E = R 3 daría

Si en un tensor de especie (p) se contraen todos los índices resulta un número.


Se dice que se han saturado todos los índices.

E je m p lo 9: T j da en R3: T* = T / + T 2 + T 3 = escalar.
E je rc ic io 7: Pruebe que T j l = C ‘ = P¡, P j . Q f = P ',T t'Y = .

E je rc ic io 8 : Compruebe que Traza (T*) = T¡ = invariante absoluto.

6.11. B a ses tensoriales


Tomemos en n E una bae (e„), dos vectores x = x ‘e,, y = y 1 e¡ y un tensor T dos
veces covariante. Entonces, por ser T una forma bilineal sobre E se tiene que:
T (x ,y ) = x Y T ^ . e ; ) = T y i V = Ty (e^ x) < ¿ |y )
= T y e ‘ ® e J (x,y ) = T0 el , (x,y)
Luego T = T y e 1 ® eJ = T y e‘> = invariante.
E sta invariancia indica que el tensor per se, es independiente de la base, es un
ser geométrico. Ya en la sección 2.6 vimos que e‘® eJ = e'·’ era una base del espacio
vectorial L 2 ( E ) = T?(E).
Este caso se puede extender a nE * con base (e‘). Sean dos covecíores / = f,e '
y g = gjeJ de E ’ , un tensor T dos veces contravariante es una forma bilineal sobre
E* y se tiene
T ( f , g) = e#) = r * f i9j = T y (/|e<) (y|e;> = (e<|/> |s >
= T iú i ® e j ( f , g ) = T iU i i U ,g ) (V f,g e E ·)
Luego T = T ‘Je, ® = T 'Jei} = inv . De manera que las formas lineales sobre
E *, e¡ y e> multiplicadas tensorialmente forman también la base ey = e< ® e, de
L 2( £ · ) = T02(£ ).
Además, la descomposición de T = T y e‘ ® e·* y T = T ' 3 el ® es única. Esto
implica que las n 2 formas bilineales e' ® e1 y las n 2 formas bilineales e, ® e., son las
bases de los espacios T $(E ) y T q(E ) respectivamente, cuya dimensión es n 2.
Tomemos ahora un tensor T de tipo ( 3 ) , es decir 2 veces contravariante y 3 veces
covariante. Entonces reuniendo los casos anteriores tenemos, p ara todo f * , g* e E *,
y todo x, y y z e E:
T (f*,g*,x,y,z) = figjX ky lz mT ( e ',e 1,e k ,e i,e m )
= * í¡ m /.P ;x V
~ 7fclme>® e> ® e* ® e‘ ® em( / * . 0* . x . y . 2)
luego T = T'¿mei ® ® e* ® e( ® em = = invariante.
son las componentes numéricas del tensor T; es un tensor. De manera
general tenemos el siguiente enunciado (véanse las secciones 6 . 8 y 6.9):

T e o r e m a 1 (d e la r e p r e s e n ta c ió n ) : Sea nE un espacio vectorial con base (e,) y


su dua/ nE* con base (eJ ).
a) El espacio tensorial T P(E) de tensores p veces contravariante y q veces cova­
riante es de dimensión n p+q;

b) Una base de T P(E) es el conjunto de las n p+q formas (p + q)-lineales

eV " j ' = ej, ® ■ · · ® eip ® e3' ® · · · ® e3" ;

c) Todo tensor T e L p+q{E) = T P(E) se escribe de manera única, así:

t = ® · · · ® e,, ® e>> ® · · ■ ® e·»«

Xi i —U <i —*»’
donde el conjunto de n p+q números (o funciones)

TÁ1: : j ; - T (e<‘ ........«‘' . « i . .........«;.)

está formado por las componentes (también llamadas coeficientes o coordena­


das) únicas del tensor T con respecto a la base e¿‘ 'J*, la cual es un tensor .

C o r o la rio 3: La base e¡f la cual es un tensor de T P(E) cumple con la condición:

(e‘i ........e' ^ ei \ ......... e¿;)


= eit ® — ®Cí„ ®e?' ® - - e <'( e ,' 1. . . l e,' , e i-l , . . . , e j .)
= (e¡, le4' ) · · · ( « ¡ J e ·- ) (e3' ^ ) - - - ( e 3'\e y^

= <sj;
*1 lP J| Jq

D e m o s tra c ió n : Generalizar el caso de la sección 2.6:

ei3 ( e , , e r ) = ei(eI-)eJ (ey ) = ( e ^ , ) (e3^ ) = á\,S3..

E je rc ic io : Complete la demostración del corolario precedente.

6.12. Cam bio de bases


Ahora consideremos un cambio de bases en nE: de la base vieja (e¡) se pasa a la
base nueva prim ada (e'): e, «— > e\ = e,-, por una m atriz inversible de cambio de
base P ; de tal m anera que la nueva base sea combinación lineal de la vieja base, es
decir,

D e fin ic ió n 4: Sea e, una base de n E , sea P una m atriz invertible.


n
ei -» ei- : c<' = £ Phj

y recíprocam ente
n
e.- -* e> : ej = £ Q j e.'
i' = l

con Q = P ~ l .
P ara representar la convención de Einstein se puede poner P,i· = p¡., Qi'i = Q) ■

E je rc ic io 1: Verifique que Pk,Qk = <5J.


Conociendo las matrices P y Q de la definición 4, se pueden hallar las compo­
nentes de cualquier vector x e n E en cualquier base, a partir de las componentes
en una base dada.
A hora queremos saber cómo se cambian las bases duales (e1) y (e1 ) de „ £ * :
e1 «— > e' = e

P ro p o s ic ió n 4: Sean las bases duales vieja (e*) y nueva (e' ) de nE * . El cambio


de bases duales e' -— ► e‘ se realiza asi:

ei' = Q ’'e>, e* = P ¡ , ^ ' .

D e m o s tra c ió n : Sabemos que V/* e E* = L (E ) = T ° (E ) , se tiene

/* = fie' = ( f* \e i)e ' = /* (e j)e ‘ = /*(e¿<)e‘ = invariante

con respecto a las bases e‘ y e' .


Pero por ser justam ente e‘ una forma lineal de T f ( E ) ,

e'" = ( e <'|e J) ^ = e i' ( e , y = ( e i'|Q Í'e * ,)e ^

= Q f ( e ' \ e k. ) e* = Q ? S Íe * = Q)e>.

C o r o la rio 4: Las matrices del cambio de base dual son

Q'j = <e<lej>; H =
UIIIIIUUUUUUUUIUIJJ
Álgebra tensorial / 269

k ■'·

fe
E je rc ic io 2: Verifique el corolario anterior.
Entonces, conociendo P y Q, se pueden hallar las componentes, en cualquier
base, de una forma lineal arbitraria; basta conocer sus componentes con respecto a
una base para poder calcularlas en otras bases.

E je m p lo 1: Tomemos un tensor T de especie (3) de componentes T'h\ k respecto de


la base vieja (e¡), es decir, Tj¿k = T ( e ',e , 1e*,e/,,ei). Si ahora cambiamos de base
y queremos calcular las com ponentes del mismo tensor en la nueva base (e¡<), se
tiene, por definición,

T l Í k = T ( e‘ > e /,e * ,€/,<,€(·);

cam biando las bases (e' ), (e·’ ), (e* ), (e/,<) y ifiv) por la definición 4, tenemos las
nuevas com ponentes T'K,\,k en función de las viejas T'h]k:

T Ü k‘ = T ( q { V , Q jV , Q k‘ek , P£.eH, P{,e¡)


= Q \ Q ¿ Q Í P ! : . P l . T ( e \ ¿ , e k , e h,el).

Es decir

T t f / = Q ÍQ 'Q ÍP W T tf.

Este ejemplo se generaliza y conduce a la siguiente propiedad general:

T e o r e m a 2: Todo tensor T de especie (£) de componentes Tj ¡ ’j ' con respecto a


la base (e¿), tendrá componentes T j , respecto a otra base (ei<) y la fórmula de
cambio de base que conecta esos dos conjuntos de componentes es

T *’i . _ q 'i s) ' p p j i i>


i'i-y, ' r i',ii - j . ·
I
N o ta 1: La anterior fórmula general es una consecuencia directa de la definición de
tensor. Las matrices P y Q pueden ser constantes (por ejemplo en el caso de cambio
de ejes por rotación), en general son variables y dependen del punto del espacio; y
representan transformaciones arbitrarias o cambio de coordenadas generales.

N o ta 2: En un cambio de coordenadas de ( i 1, . . . , x ") a los ejes primados (x1 , . ..


, x " ) cada sistem a es función del otro. Se escribe entonces:

z 1' = f \ ( x l , - - - , x n ) = x l\ x l , - - - , x n )

Xn' = /n ( x 1, . . . , x n ) 2 x " '( x \ . . . , x " ) .


Por ser dx' = ^ —dxj se ve que 0 ¡' = ^r— · Recíprocamente, dxi> = - ^ - 7 d x ,, de
dx1 dx1 dx1
dx^
donde, Pj, = -5—7 .
1 dx>
N o ta 3: Teniendo en cuenta la observación 2, podemos enunciar el teorem a 2
diciendo que, en un cambio de sistem a de coordenadas, las componentes de un
tensor de especie (p) obedecen a la siguiente ley de cambio de componentes:

T i\...i-r = dx'' dx*’ dxil dxi ' T il ...i,


i J » dx'1 dx'p d x d i 3* Jl

N o ta 4: Según esto, la definición de un vector de com ponentes v' sería, por la ley
del cambio de sus componentes,

, . dx'' ■
v* = P¡ v \ o vl =
* dx1
La definición de covector de componentes sería

ni dx{
v¿. = Q^Vi, o Vi· = j - r Vi

De aquí se concluye que, en un tensor, las componentes contravariantes se trans­


forman como el producto de vectores, con Q, y las componentes cova-riantes se
transform an como el producto de covectores con P. E sta es la regla nemotécnica
para escribir T J‘, 1‘■••J
"Vt/ (Teorema 2 , nota 3 y definición 5).

N o ta 5: H a sido una tradición de los físicos relativistas usar la fórmula del teorem a
2 o de la nota 3 para definir un tensor. E sta definición se da así:

D efin ic ió n 5: Un tensor p veces contravariante y q veces covariante es un conjunto


Tr i'‘1
i - i p'p de n p+q números o funciones de las coordenadas x 1, . . . , x n que se dan en
i-i.
un sistem a de coordenadas o base; estas cantidades T ‘¡ "j* en un cambio general de
coordenadas se transform an como el producto de p vectores y de q covectores según
la ley

_ dx^_ dx^dx^_ dx1"


i l-j 1 dxX{ dxlp dx3>x dx3'q í x"'Íq

E sta definición es equivalente a la definición 2.

N o ta 6 : U na m atriz arbitraria o un arreglo cualquiera de magnitudes no son au­


tom áticam ente las com ponentes de un tensor, aunque los tensores de segundo rango
i
I -

Algebra tensorial /2 7 1

j
se representan por matrices. Por ejemplo, las siguientes relaciones

ey = Pye¡ x y = P¡,x, x>‘ = Q{ x'

T W = Q Í C^jQk P¡>P Z T ¡ £
se parecen a productos tensoriales contraídos, donde las magnitudes Py y Q ‘ no
son tensores. Ya vimos que las componentes de un tensor están asociadas sin am ­
bigüedad a una base bien definida. E n cambio las matrices P y Q, arriba señaladas,
por definición, se encuentran a caballo entre dos bases (e¡) y {ey), estableciendo
una conexión entre estas, y por consiguiente representan un cambio de base o tran ­
siciones.
Entonces, hay que tener cuidado con las operaciones arriba indicadas, las cuales a
pesar de su engañosa analogía formal, no son multiplicaciones contraídas de tensores.
No hay, pues, que confundir una matriz con un tensor. En general las matrices
“son” —o mejor dicho, representan— operadores, y , por ende, no tienen valor
vectorial o escalar. Las matrices cambian de una base a otra, no son invariantes. En
cambio el tensor es una función multilineal que tiene un valor escalar invariante, y
además, es un invariante, es una m agnitud física medible.
Los tensores son a las magnitudes escalares invariantes o absolutas, lo que las
componentes (de vectores o tensores) y las matrices son a las magnitudes escalares
covariantes. Por ejemplo, las rotaciones espaciales y las transformaciones de Lorentz
no son tensores. En cambio sí lo son las métricas (matrices) 5, r¡, y g.
No obstante, la definición 2 es puram ente algebraica e independiente de las bases ya
que el objeto geométrico T es intrínseco, absoluto. En cambio la definición 5 contie­
ne ingredientes del análisis, hace entrar las coordenadas y da la definición a partir
de las componentes que son contingentes o relativas; a pesar de estas diferencias, de
hecho la fórmula definitoria (definición 5 y teorem a 2) es independiente del sistema
de coordenadas escogido para definir el tensor; aquéllos son simples instrum entos
para representar objetos invariantes únicos susceptibles de poder expresar una rea­
lidad física cualquiera.

N o ta 7: No todo conjunto de cantidades T ¡ £ " es un tensor. P ara saberlo se aplica


(además de la definición 5) el siguiente criterio de tensorialidad, también llamado
ley cociente: todo conjunto de cantidades T¡ ? q u e multiplicadas contraídamente
(internamente) por vectores x l o covectores j/¡, dé un escalar o un nuevo tensor, es
un tensor (véase los problemas 153 y 154).

E je m p lo 2: g,j “es un tensor" porque g ^ d x ' d x 1 = ds2 = invariante.


El criterio general de tensorialidad se enuncia así: para que el sistema de canti­
dades T ijW· con relación a una base ey ki... defina un tensor es necesario y suficiente
que para todo tensor el sistem a de cantidades T¡jkl " Ski... sea un tensor.
E je m p lo 3: Si B ,k es un tensor no nulo, y A , k B ' k = A i ' k - B ‘‘k' = invariante,
entonces, — P ¡ , P k, A ¡ k ) B ‘ k = 0 y A|<*. es un tensor.

E je rc ic io 3: Demuestre que para que un sistem a de n p cantidades T*1·■·'», con


respecto a uua base, sean las componentes de un tensor p veces contravariante es
necesario y suficiente que cualesquiera que sean los p vectores x i = x¡,e*1,
xp = la cantidad I = T lx" ', Xix . . . x Xp sea un invariante.

E je rc ic io 4: Enuncie y demuestre una propiedad parecida para T í ,... í con Xj =


x , = x ‘’ e¡t .

E je rc ic io 5: Como to da m atriz M = (Aíj) se identifica con un tensor mixto, de­


muestre que tenemos en notación inatricial, la conocida relación del cambio de base

M ‘ = P~l MP.

N o ta 8 (s o b re la c o v a ria n c ia y la c o n tra v a r ia n c ia ): Resumimos las formuléis


del cambio de bases y cobases; y el cambio concom itante de componentes covariantes
y contravariantes:

e,’ = P ’.e, b) ej ~ Q j *·'


va.

X»' = QJ. x 1
H
II

c) d)
d) e‘ = P),e?' d') ej ‘ = Q i e‘
<0 X\* = P¡,Xj V) Xj = QjXi·

Se observa que a') y b') adm iten, respectivamente, las mismas matrices P y Q, de
cambio de base, que a) y b), por eso se llama a x y y x, componentes covariantes ya
que varían como las bases, respectivamente, a) y b). E n coordenadas oblicuas, las
componentes covariantes son proyecciones perpendiculares a los ejes.
En cambio, c) y d) adm iten, respectivamente, las mismas matrices P y Q pero
de a) y b). Por esta razón se llaman x ’ y xJ com ponentes contravariantes (o contra-
gradientes, las proyecciones paralelas a ejes oblicuos), ya que ellas se transform an
de m anera contraria a las base a) y b).
Parece más lógico llamar componentes covariantes a las que se transform an según
la ley c); es decir, a las que vairían como la vairiable fundam ental x*. Fue lo contrario
lo que se escogió. O tro abuso de lenguaje, otro idola tribu.
No hay que olvidar que las com ponentes contravariantes (x‘) son una sucesión
de números, en cambio el índice i de la base (e¡) tiene que ver con una sucesión de
vectores. Por eso x ‘ y se transform an de m anera contraria (contravariante) y según
esquemas diferentes: e¡ se transform a con Py (es covariante) y x ‘ se transform a con
Q\ = l{Py) (contravariantemente).
6.13. P o te n c ia tensorial de un espacio
Aquí presentam os una m anera alternativa de construir y presentar la teoría de los
tensores. Se basa en la definición de producto tensorial de espacios vectoriales.
Ya sabem os construir el producto tensorial ® de dos formas de £ * , / * = f i e 1 y
g* = pjeJ , el cual da E *2 3 ( /, g) >-* f ® g = /¡Pie* ® eJ e L2(£ ); es decir, es una
aplicación E 2^ * K , de tal m anera que /* ®g* (x,y) = /*(x)i?*(y) e K . El espacio
vectorial que resulta de /* ® g* se nota £ * ® £ * = ®2=1£ * = L2(£ ), y se llama
segunda potencia tensorial de £ * .
El elemento más general de E * ® E ' se escribe así: T = T ye' ® eJ = Tl;e‘3, y es
un vector covariante, (°), de m anera que los elementos de ®2_ , £ * = ®2£ * son los
tensores dos veces covariantes.
Por asociatividad se puede construir el producto tensorial de q formas lineales
/ , ® · · · ® / , y llegar al caso general de E * ® · · ® £ * = ®?=1£* = ®, £* llam ada la
potencia tensorial g-ésima. Sus elementos son los tensores (°), q veces covariantes,
es decir, las formas q-lineales sobre E. U na base de ®qE* son los n q elementos
e*1 ® · · · ® e1’ .
A hora repitamos todo lo anterior para E. P ara ello tomemos en E los vectores
x = x ‘e¡ y y = y Jer El producto tensorial de x y y (formas lineales sobre £ ’ ) se
nota x ® y y es por definición:

E 2 3 (x, y) >— » x ® y = x’y-’e, ® e,.

El nuevo espacio vectorial engendrado por todos los x ® y se nota E ® E = ® 2=1£ i =


®2E = L 2(E*), y es el espacio vectorial producto tensorial de E por E o segunda
potencia tensorial, y a su vez es engendrado por

x \ ® Vi + *2 ® Di + -----h x p ® y p + . . .

Resulta, pues, que ® es una aplicación bilineal de E 2 en ® 2E , que tiene las propie­
dades axiomáticas siguientes:

(Ax) ® y = A(x ® y)
i ® (Ay) = A(x ® y)
( i i + x2) ® y = x i® y + x2® y
z ® ( y i + y 2) = x ® y i + x ® y 2.
La dimensión de n E ® „ E es n 2. Se tiene, además, la dualidad

(£ ® £ )* = £ * ® £ * = (®2£ ) * = ® 2£ * = L2(£ );
(£ * ® £*)* = £** ® £** = £ ® £ = ® 2£ = L 2{E*).

De la misma m anera que las n 2 formas «' ® e; forman una base de £ * ® £ * , los n 2
vectores e¿ ® e, forman una base de £ ® £ . Por ende, el elemento más general de
274 /A lgebra multilineal

®2E se escribe:

T = T ' 1e , ® e j = T iieii.

T es entonces un tensor (q) . De m anera que T ' 3 = x ' y 1 son las componentes del
producto tensorial de x y y en la base (e¡). Como aplicación de la no conm utatividad
del ® vemos que por definición

De aquí vemos que 2 a y es un tensor contravariante antisim étrico que se escribe así

x a y = T = Y T , j e i a e.j.
><i
El producto tensorial de una pareja (x , y ) se puede generalizar a p vectores: E p 3
( x i , . .. ,x p) >-» xj ® • • ■® xp = T = ®f=1x¿·
Estos elementos generan el espacio producto tensorial E ® · · · ® E = ®f_ [ E, =
® PE, que contiene a los tensores (£) o formas p-lineales sobre E * . Además, (®q E ) '
= ® qE * . La base de ® PE es

e¿, ® · · ® e ip.

N o ta 1: En general un tensor no se puede descomponer en el produto ® de dos o


más vectores.
También podemos considerar el producto m ixto tensorial de espacios, como por
ejemplo, E ® E m = L,2 ( E * ,E ; K ) , cuyos elementos son los tensores (¡):

T = T je i® e * .

En el caso de los tensores T de rango dos, estos vienen representados por matrices
(n x n) T 'j , Tij, T j, que son simplemente tensores de especie (^), (°), ({), llamados
tensores diádicos por los físicos o simplemente diadas. Un tensor de rango 3 sería
una triada.
Se usan las notaciones generales:

L q( E) = Tf(E) = E*®’ ; L P{ E ' ) = Tg(E) = E®?.

El caso mixto se generaliza de la siguiente forma:

E ® --® E ® E '® -® E * = (<g)f_! ) ® (®¿mlE *)


= (®pE ) ® ( ® qE ñ = T p(E).

Sus elementos son


·■··'
Xi ® ■ -® Xp ® x , ® · ·· ® x*.
La base está formada de n p+q elementos:

e¿, ® · - · ® ejv ® e·*1 ® · · · ® e*'».

De aquí resulta una nueva definición: un tensor sobre E de especie (£), es un


elemento de (®p£ )® (® , £ * ) = & ’E , que es, como ya vimos, una forma (p-t-g)-lineal
sobre E *p x E q.

E je m p lo : T = T'Jei <8>e, <g>e* e E ® E ® E * .


Hemos visto, pues, que la teoría de los tensores se puede elaborar partiendo de
las formas multilineales, o del producto tensorial de espacios vectoriales. También
se hace dicha teoría a partir de las representaciones lineales del grupo lineal G L(E ).
Así se dirá que un tensor es la representación lineal de un grupo, definición que lo
deja a uno impaciente y excitado.
La colección de todos los tensores forman un álgebra con + , A- y ®. Los tensores
covariantes y contravariantes forman una subálgebra. Los tensores simétricos y los
antisimétricos forman tam bién subálgebras. El álgebra de los tensores antisimétricos
es exactam ente el álgebra exterior de Grassmann.
Ya vimos que los tensores q veces contravariantes antisirnétricos se llaman tam ­
bién q-vectores y son los productos exteriores i i a · · · a x q los cuales engendran
a qE , como los Xi ® · · · ® x q engendran <8PE.
Se llama álgebra tensorial de un espacio vectorial E al álgebra graduada T (E )
definida por

T ( E ) = T ° © T 1 ® - - © T n © · · · = © “ oT '

con T ° = T °(E ) = K , T l = T l (E ) = E , . . . , T n = T n (E) = ® nE. En el álgebra


graduada T ( E ) está definido el producto tensorial.
De igual manera se puede construir el álgebra graduada de los tensores cova­
riantes, con (T m)* = Tm, T (E * ) = ©® 0T¿.
También podemos construir el álgebra bigraduada (caso mixto)

T ( £ ) = ®T*(E).

6.14. Análisis tensorial


Sólo vamos a decir algunas palabras sobre esta im portante ram a del cálculo tensorial
cuyo uso en física, sobre todo en física relativista, en la teoría relativista de la
gravitación y en la teoría del campo unificado de Einstein, nunca se podría ponderar
demasiado.
Los tensores se pueden someter a las operaciones propias del análisis y hablar de
sucesión, serie, límite y convergencia de tensores; los tensores pueden ser continuos,
derivables e integrables. La noción de derivada de un tensor adquiere una impor­
tancia e interpretación en coordenadas curvilíneas, en geom etría de Riemann, en la
teoría general de la relatividad, en las teorías de gauge y en las teorías unificadoras.
Es una costumbre (la tradición no es ley o cosa definitiva) presentar el análisis
tensorial sólo como introdución en los cursos de teoría general de la relatividad.
Así se hará oportunam ente, aunque ya es tiempo de que se busque un espacio en
los cursos de cálculo, de manera que el análisis tensorial forme parte del bagage
mínimo, básico y estricto de un físico.
En este libro hemos tratado de iniciar al estudiante en el arte del análisis tenso­
rial, para ello se han confeccionado varios problemas, correspondientes a este capítu­
lo; dichos problemas representan nuevo m aterial sobre los tensores, sobre todo las
cuestiones analíticas.

6.15. P ro b lem as
1) Sea un espacio vectorial „ E con dos bases (e¿) = ( e i , . . . , e n ) y ( e ') =
( e , , . . . ,e'n). Si (PtJ) es la m atriz del cambio de base (e¿) — » (e' ) y (P[j) la
m atriz del cambio de bases duales (e‘ ) — ► (eJ)

a) demuestre que las siguientes propiedades son equivalentes


i) (P ij) es la m atriz n x n cuya j — ésim a columna está formada por
las componentes de e' respecto de la base (e,).
ii) (Pij) es la m atriz respecto de la base (e¿) de la aplicación lineal que
transform a e, en e ' .
iii) (P¡j) es la m atriz de la aplicación lineal idg respecto de las bases
(e'j) y (e¡) (ese orden es esencial): (P y ) = (id £ ,( e ',),(e ¿ ) )

b) Pruebe que si Qij es la m atriz que cambia la base ( e ') en (e,), entonces
(Qij) = M ( i d E , (e¿), (e'j)) y P Q = M ( i d E , (e;)(ej) = 1, P es inversible y
Q = P ~ l.
c) Demuestre usando iii) que si (z*) = M ( X , (1), (e¡)) y (x‘ ) =
M ( X , (1), (e¡)), entonces (z ‘) = P (x J ). Muestre usando b) que (x 3 ) =
p -V ).
d) Verifique que P ' = (lP ) ~ l = [ ( P ~ l ).
e) Sean u e L(n £ i , „ £ j ) , (e.) y (e ') bases de £ \ con la m atriz de cambio
de base P t ; (e¿) (£ ') bases de E? con m atriz de cambio de base P 2 .
Si M (u ,(e i),(E j)) — U, demuestre con la ayuda de üi) y b) que U' =
M ( u ,( e') , ( £') ) = P 2- 1C/Pl .
f) Describa con detalles lo que sucede si E \ = E 2 en e).
g) Calcule P y P ' , aplicando lo anterior, al cambio de la base

a la base canónica (e¿) en R3, y viceversa para P (e¡) — * (e't).


h) Haga lo mismo para

e‘=( ( 2)’ 0 ) ): (e'i)=( ( 1’) i«) )


(e>) = ( ( 4 ) · ( 2 ) ) ’ l . * . * 3)

(e;) = (1 + 1 , 1 + 2x, 4 + x + x2)

Sea nE un espacio vectorial y su dual nE m con las bases (e¡) y (e·’).

a) Demuestre que ® ... ® ® e*‘ ® ® e lq es una base del espacio

tensorial Tjj(E). Aquí ¿ i , . . . , j q tom an todos los valores de 1 a n.


b) Pruebe que d i m x T * (E ) = n p+q.
c) Sea u e G L (E ) un automorfismo de E. Dado un tensor T 6 T£(E ),
consideremos la aplicación T ' sobre { E ' ) p x ( E ) q dada por

r u * . · · · . / ; . * ! ........* ,) = « - » ( « o ........« - ‘ (x,)]


V/* e £ * , V i; e £ .

Verifique que T ' 6 T P(E).


d) Pruebe que la aplicación T ·-* T ' sobre T g(E ), que notaremos T p(u), es
lineal. ( T , » [ T ] = T ').
e) Verifique que T¡¡(vou) = T p(v)o T p(u), Vu,u e G L (E ), y que la aplicación
u >-» T¡¡(u) es un homomorfismo del grupo de automorfismos G L(E ) de
E en el grupo de automorfismos G L [T P(E)] de T P(E).
f) Si la m atriz de ti es con relación a la base ( d ) de n E, es
decir, u(ej) = Calcule la matriz de T p(u) con relación a la base
de T P(E) dada en a).
g) Calcule el determ inante del automorfismo T p(u) de T P(E) en función de
det(ix).
3) Sea ahora u un endomorfismo de E. Dado un tensor T e T p(V), definamos
una nueva función T" sobre ( E ' ) p x E q así:

T ” (f* , ■ ■ ■ , / ; , X l t . . . , X q ) —

X¡ TVi*· · · · / * - 1, ‘« ( / n . / i V i . - . * 1 . ■··.* ,]-

y , T [ / i i . . . , / p , X i , . . . , X j _ j , u ( x j ), Xj + i , · · · , X , ]

a) Demuestre que todavía T 6 T P(E) y que, además, la aplicación T — » T"


de T P{V) en él mismo, notada D p(u), es lineal.
b) Muestre que: Dp(u + v) = D p(u) + D p(v),

D J(uot)-vou) = D p(u) o D p(v) - D pq { v ) o D p( u)


Cualquiera que sean los operadores u y t> de E.
c) Calcule la m atriz de D p(xi) con relación a la base de T P(E), dada en a),
si se da la m atriz (U¡j) de u con relación a la base (e.) de nE.

4) Tomemos el tensor T dos veces covariante y dos veces contravariante. Pruebe


que el escalar J ín T V es independiente de la base escogida para definirlo.

5) Consideremos el espacio vectorial nE sobre K , y el tensor A e T23(£ ). Demues­


tre que existe un único tensor B e T 2(E), cuyas componentes con relación a
cualquier base de E están dadas, en función de las A, por la relación

Z A% -
1
Interprete esta operación llam ada contracción del tensor A con relación al
segundo índice covariante y al tercer índice covariante, considerando a A y B
como formas multilineales.

6) Sean x 6 nE y y £ mF, donde nE y mF son dos espacios vectoriales sobre K .

a) Demuestre que la aplicación de E x F sobre E ® F definida por ( x ,y)


x ® y es bilineal.
b) Muestre que los productos tensoriales x® y engendran al espacio vectorial
E®F.
c) Sea / una aplicación de E x F en el espacio vectorial G. Pruebe que para
que / sea bilineal es necesario y b asta que exista una aplicación lineal
única g : E ® F — ► G tal que

/ ( x , y) = g(x ® y) Vx e E y Vy e F.
d) ¿Por qué los productos tensoriales de espacios vectoriales sirven para
reducir el estudio de aplicaciones bilineales al de aplicaiones lineales?

7) Sean los automorfismos u e G L ( nE) y T £(u) e GL[T?{E)\ (véase el proble­


m a 2).

a) Demuestre que si u es diagonalizable también lo es T£(u).


b) Deduzca que si el operador u sobre E es diagonalizable también lo es el
endomorfismo D p(u) sobre T f( E ) .
c) Calcule en cada uno de los casos anteriores los autovalores del operador
considerado sobre Tg(E ) en función de los autovalores de u.

8) E scoja una base (e¿) de E y considere el grupo de automorfismo de E, G L (E ),


cuyas matrices con respecto a la base escogida son diagonales. Determine una
base del espacio T H E ) con respecto a la cual la m atriz de T p(u) sea diagonal
para todo u e G L(E).

9) Pruebe los siguientes isomorfismos:

a) T?(E ) ~ E.
b) T y (E ) ~ E * .
c) T ° ( E ) ~ L ( E ; E · ) .
d) T } (E ) ~ L ( E \E ) .

10) Consideremos el espacio M n( K ) de matrices, y los subespacios Sn ( K ) de ma­


trices simétricas y A n (K ) de matrices antisimétricas. Deduzca que

M n( K ) = Sn ( K ) ® A n (K ).

H aga algo similar para los tensores de especie ^ 2 ) ^ ^ 0 ) ’ s' m®tr ' cos y
antisimétricos.

11) Sean los espacios nE y m F sobre el mismo cuerpo de base K con sus bases
respectivas (ej) y (c3) con 1 í i 4 n y 1 í j < m.

a) Pruebe que los productos e, ® £¡ forman una base de E ® F. Deduzca


que d im ( E ® F ) = dim E ■ dim F = nm .
b) Verifique que existe un único isomorfismo de E ® F sobre F ® E que
asocia x ® y con y ® 1 , Vx 6 E, y e F.

12) Consideremos cuatro espacios vectoriales n E , m F, n' E \ m-F' sobre K, y los


dos homomorfismos u : E — > E ' y v : F — » F ' .
T
www.elsolyc

a) Demuestre que existe un homomorfismo único / : E ® F — » E '® F ' tal


que f { x ® y ) = u ( x ) ® u ( y ) , Vx € E , y e F .
b) Muestre que el segundo miembro de la igualdad en a) es una función
bilineal de x y y.
c) En a) se dice que / es el producto tensorial de los homomorfismos u y
t; y se denota / = u ® v . Discuta la situación ambigua en que u ® v e
H o m ( E , E ') ® H o m (F , F').
d) Dadas las respectivas bases (e¡), (e,·), (e'fc), (e'h) de los espacios n E , m F,
n’E ' , m 'F 1 y las de E ® F y E ' ® F ' , e¡® £j y e'k ® £,ti, calcule la m atriz de
la función u ® v, M ( u ® v, (e_, ® £ h ) , (e'¡ ® £*)) con relación a esas bases
en función de las matrices de u y ti (con relación a las bases de n E , m F ,
n.E ' y m.F ') U» y Vhk.

13) Sean dos matrices U = (í/¿j)mxn> 1 ^ J < n, l < t í m y V f = {Vkh)m>xn., 1 <


k ^ m ', 1 < h < n ' con elementos en K . Se llama producto tensorial de dos
matrices U y V (o también producto directo o producto Kroneckeriano), y se
nota U ® V, a la m atriz (U ® V)(n„.)x(mm.) con n n ‘ líneas y mm! columnas
definida así: se etiquetan las columnas del producto tensorial con ayuda de las
parejas (i, k) tales que l ^ f c ^ m ' y l a s filas con la ayuda de las
parejas (j , h) tales que 1 ^ j < n, 1 ^ h ^ n', de m anera que el térm ino de la
matriz U ® V situado en la intersección de la columna de índice (i, k) y de la
fila de índice (j, h) sea por definición (U¡jVhk)
Calcule

(° - H í i
P a ra ordenar las parejas (i, k) use el orden lexicográfico, a saber, (i , j ) precede
(k , h) si i ^ h o bien si i = k y j < h.
Pruebe que esta definición de producto tensorial entre matrices es compatible
con la m atriz del producto tensorial de homomorfismos.
Esboce un homomorfismo entre los anillos (E n d (£ ), + , ®) y (M n(K ) , + , ®)
(observe el homomorfismo de los anillos (E nd(£’) ,+ ,o ) y (M n( K ) , + , x)).

14) Tome seis espacios vectoriales E , E ' , F, F', y G y G' sobre K y los homo­
morfismos u ' : E — ► E ' , u" ·. E ' — ► F\ v' : F' — ► G y v" : G — ► G'.

a) Verifique que (u" o u') ® (y" o v') = (u" ® v") o (u' ® v').
b) Demuestre que si A' , A", B ' y B " son matrices en K entonces (A " · A') ®
(B " ® B ') = (A " ® B") ■ (A ' ® B '), a condición que esta expresión tenga
sentido.

vl-
15) Considere tres espacios vectoriales £ , F y G. Muestre que existe un isomor­
fismo único (E ® F) ® G — ► E ® (F ® G) que, Vx 6 £ , y e F, z e G, aplica
(x ® y) ® z en x ® (y ® z). Es la asociatividad del producto tensorial.

16) Sean E i , . . . , E p, p espacios vectoriales sobre K . Se construye el espacio pro­


ducto tensorial entre ellos :

Ei ® £2 ® ■· · ® Ep = Ei ® ( E- í ® ... ® Ep) = ®f=1£¿.

Sea también / una aplicación de x?=1£ i en el espacio vectorial E.

a) Pruebe que / es una aplicación p - lineal, cuando, y sólo cuando, existe


un homomorfismo g de espacios:

9 '■ x ü i- E » — * E , tal que / ( x i , . . . ,x P) = fl(xi ® . . . ® xp)

Vx¡ e Ei, el cual queda exactamente determinado por / .

17) Sea un espacio nE sobre K . Consideremos el espacio vectorial E ® E ® £ * .

a) Demuestre que existe un homomorfismo único ¿: £ ® £ ® £ * — ► T ?(E )


tal que Vx,y e E y /* e £ * , i aplica el elemento x ® y ® / * e £ ® £ ® £ *
sobre el elemento x ® y ® /* 6 T {(E ).
b) Muestre que x ® y ® /* es una forma trilineal sobre E* ® £ * ® E cuyo
valor en (h * , 3 *, 2 ) 6 £ * ® £ * ® £ es h , (x)g * (y )f* (z).
c) Pruebe que l es biyectivo.

18) Tome los datos del problema precedente.

a) Generalice lo anterior a

V a V ¡(E)

b) Como caso particular tomemos el anillo de los enteros y las clases residua­
les módulo p : K = Z y £ = Z/pZ. Pruebe que T¡¡ (Z/pZ) = {0}; verifique
que Z /pZ ® Z /pZ 4= {0}. Demuestre que el homomorfismo ( no es biyectivo
y es nulo.
c) Halle conclusiones interesantes sobre este último punto.

19) Sean n£ 1 y m £ 2 dos espacios vectoriales reales. Con x e £ 1 y y € £2 definamos


la operación producto tensorial de x y y, n otada x ® y así:

£ * X £ 2* 9 (/*,<?*) - (x®y)(/*,¡n = /* (x)<?*(y) = </*|xXy'|y>e R

f:
a) Pruebe que la aplicación E\ x E 2 — ► E\ ®E?, ( x ,y ) ►-» x ® y es bilineal.
b) Compruebe que dadas las bases (et) y (e} ) de E 1 y E-¡, respectivamente,
entonces e, ® Ej es una base de E \ ® E 2 ·
c) Verifique que E i ® E 2 está en el espacio de aplicaciones bilineales £ * x
£ 2* — ► R.
d) Estudie el caso x ® y ® /* .

20) Sean los espacios vectoriales nE y mE ' y A e L [ E ,E ') .

a) Deduzca que A define para cada p = 0 , 2 , . .. una aplicación lineal única


del espacio Tq (E) en el espacio T q (E') tal que

® . . . ® i p) = A ( x \) ® . .. ® .4(xp) V x i,. . . , x p e E.

b) Encuentre que A define, para cada <j = 0 , 1 , 2 , , una aplicación lineal


única A(q) del espacio tensorial T¡¡(E') en el espacio Tq (E) tai que

A,(/i® ...® /,)= '¿ ( /O ® . . . ® '> !(/,) V /,......../ , e É * .

c) Establezca, que A induce las aplicaciones lineales A : T q (E) — »


T q (E') y A(q) : T ^ ( E ') — ► T%(E) definidas en a) y b). Pruebe que
si A no es un isomorfismo, entonces no induce transformaciones de los
espacios de tensores mixtos T?(E).

21) Sean las matrices A e M n( K ) y B e M m (K ), donde K es un anillo conm utati­


vo, y su producto tensorial o Kroneckeriano A ® B e M nTn{K). Demuestre que

det(/4 ® B) = det(A )md e t( £ ) n .

22) Sobre los espacios vectoriales complejos E y F se da una aplicación R-lineal


/ : £ — £.

a) Demuestre que / adm ite una descomposición única del tipo

/ 1f 1,
2 + 2
donde

f±{x) = /( * ) ± ¿ /(» x )

b) Si F = C pruebe que /+ = / _
c) Dé una definición de tensores de especie ^ P ^ sobre nE complejo, con
valores en el espacio vectorial F como T e L(p+q) ( E ' , E\ F), donde E* es
el espacio dual complejo de todas las aplicaciones C-lineales de E en C.

23) Se dan T y y T¡J sim étricos y u \ u' tales que

(T y -A T ¿K = 0 i , j = 1 ,2 ,...,n

(T y -V T ^ K = 0 A =¡= A'
P ruebe que

a) T y tiV = TljU'rP = 0.
b) A es un invariante.

24) Si T ' 3 y Tij son dos tensores simétricos recíprocos, y si u, es un covector

a) P ruebe que, T ' 3UiUj = T y u 'u 5, con u’ = T ' 3u3.


b) Si T 'i es antisim étrico pruebe que T ' 3u tuj = T y u ’u3 = 0.

25) Sea T ' 3 antisim étrico y el covector gradiente d,, pruebe que dtd , T '3 = 0.

26) Demuestre que L (E , F) se puede identificar con E* ® F.

27) Consideremos / e L P( E \ F ) , es decir, / p-lineal de E p en F. Deduzca que


existe una aplicación lineal única /o € L (T g(E ), F) tal que f ( x i , . . . , x p) =
fo(.xi ® ·· · ® x P) V x i , . . . , i p 6 E.
28) Sean los vectores U, V, W de componentes ua , v ° , w a respectivamente. Las
nuevas componentes en un cambio de coordenadas son

i a i dy{ Q dxa
* = J5 S · . - = " ~dy*

a) Demuestre que T = U ® V de componentes T a0 = u au ° es un tensor y


dé su variancia.
b) Haga lo mismo para las siguientes expresiones:

U0Va , 11*10«, Ua Vl3Wy, UcVffW^.

29) a) Pruebe que el elemento de curva di en n dimensiones es un tensor

Lo mismo para el campo de velocidad v = gf.


(i>
b) Demuestre, por dos métodos diferentes, que el gradiente de una función
escalar / (función de punto) es un tensor

dxi ¿ dyJ
30) a) Demuestre que las matrices PJ = — - y Q ¡ no son tensores, aun­
que sean n 2 componentes.
.i dx' dy3
b) Pruebe que en cambio , — 7 y — - si son tensores
dx' dy1

31) Pruebe que 6 y , <5'J , son tensores.

32) Muestre que s ' 3 y s ',k son tensores com pletamente antisimétricos.

i dy' dxa
33) Verifique que 5j = ^ ^ 7 ·

34) Los tensores de rango dos son matrices. ¿Son tensores las matrices y determi­
nantes?

35) Demuestre que, para una misma base y un mismo punto, la sum a de tenso­
res, el producto por un escalar, la multiplicación tensorial, la multiplicación
contraida (o interna) y la contracción son tensores. ¿Qué puede decir de la
división tensorial?

36) Explique por qué

dx3 dyk _ dy^_ _


dy3 dx0 dx3 *

37) Pruebe que r ^ / 4 Q - Y%a A a = 0. (Si T es simétrico en a y /3, esto último se


indica así: T ^ )

38) Com pruebe que si di es un vector (en particular el vector gradiente 3 s ¿ =


V¡) entonces dtd j T ij = 0 si T ' 3 es antisimétrico en t y j. E sta antisim etría se
indica así: T ' 3 o Tl ; . Pruebe que T XJf ' 3 = 0.

39) Consideremos / , g e L{E\ E 1) las cuales inducen las transformaciones del tipo
/ (p) : TS(E) — T0P(£ ') y / (p) : T^(E') — > T?(E)

p ara p = 1 , 2 , . ..

a) Deduzca que (f g ) ^ = /<p)5 (p) y ( / s ) ( P) = 9 (P) /( P)·


b) E xhiba un método para obtener la matriz de / ^ y /( p) a partir de la
m atriz M ( f , (e;), (e-)), donde (e¿) y (e') son bases de E y E ' respectiva­
mente.

40) ¿Qué relación existe entre las matrices y los tensores de especie ^ 2 )
que también se llaman diadas o tensores diádicos?

41) Halle o describa explícitamente todos los tensores sobre el espacio 2 E comple­
jo, T ·. E 2 — ► C, tales que sean:

a) Bilineales y antisimétricos.
b) Lineales en la prim era variable y antihermíticos, es decir: T (z , y) =
- T ( y ,x ) .

42) Dados R3,R 3*, las bases duales (e*), (e^) y las formas lineales /; e R3** que
hacen corresponder fi(g) = g ‘ a la forma lineal g = g,e', consideremos el tensor
de especie ^ ^ sobre R3, T = T je, ® e \ donde T j = T ( e l, e¿), y las nuevas

bases de R3 (ei) y (£■'), donde T = T kek & E l , con Tek = T(£*,e<). Pruebe
que el tensor contraido, que sum inistra los números 7?, es independiente
de la base («;) de R3.

43) Com pruebe que las expresiones = d ^ A u —d^A^ y + dpF +


duFP)1, se transform an como tensores.

44) Dados / y g, formas lineales sobre nE complejo, y g una forma antilineal, tal
que g(x) = g[x) V i e E , pruebe que / ® g es una forma sesquilineal y / ® /
es una forma hermítica. Demuestre que toda forma sesquilineal h se escribe
de m anera única así:

h = ¡)e'

45) En nE se definen /* y / 2* e E*. Deduzca que la igualdad

T (x ,y ) = /,*( x ) / í (y) - A * ( ! /) / 2*(*)

define un tensor T antisimétrico de tipo ^ 2 ) so*3re &· ¿Qu®puede decir de


T - } ' <g>/* - / 2* ® /,’ ? Pruebe que T = 0 si, y sólo si, / * y / 2* son linealmente
independientes.
46) En n E, sobre un subcuerpo de los números complejos, suponga que hay un
tensor antisimétrico T dos veces covariante. Si considera a T como una forma
bilineal antisimétrica, pruebe que T tiene rango 2 (rg(T) = 2) si, y sólo si,
existen dos formas lineales f \ y / 2 de £ * , linealmente independientes tales
que T (x, y) = f i ( x ) h { y ) - f \ ( y ) f i ( x ) · ¿Qué puede decir de e'® eJ - e J ®e' y
de e , ® e j —ej ®e¡? Verifique que en R 3 cualquier tensor T del tipo precedente
se escribe así:

T (x ,y ) = h ( x ) h { y ) - f i ( y ) h ( x ) ·
Dados R 3 , R3*, y sus bases (e,), (eJ ) y dos elementos de £*, / = ( / 1, / 2 , / 3 ) y
9 = (ff1 .ff2 .S 3 )> halle el tensor cuyas componentes son

Ti j = f,g j —9 ifj-

47) Consideremos el espacio E = M m xn(K ) y una matriz A e Mm(K). Sea la


función sobre E 2

( x , y ) ^ T A( x , y ) = T r C X A Y ) .

Pruebe que TA es un tensor dos veces covariante sobre E para el caso AÍ2 x2 (R)>
exhiba la base de AÍ2 (R) y la base tensorial de T ^ A ^ R )]. Estudie el caso
n = 1.

48) Halle todos los tensores de especie ^ 2 ) so^ire e' espacio K 2 donde K es un
cuerpo. Generalize a un espacio nE.

49) Sitúese en R2. Sea el tensor T definido por T((xi,x-¡),(yi,y 2 )) = X1J/1 +X 1J/2 +
XiVl + X2V2
. 1·
a) Calcule las componentes Tii en la base canónica («1 , 62 ).
b) Si definimos o tra base por e\ = ( 1 ,- 1 ) y = (1,1). Calcule la matriz
P del cambio de base.
c) Calcule las nuevas componentes del tensor T't].
d) Calcule en la nueva base el valor del tensor T(x,y).
e) ¿Cuál es el rango de la m atriz (T^)?

50) Describa explícitamente todos los tensores simétricos y antisimétricos en R3


y R2 respectivamente.
51) Sea un tensor T dos veces covariante sobre Deduzca que T (x,y) =
/* (x )/* (y ), con / * , / 2 6 E ' (es decir T es el producto de dos formas li­
neales) si, y sólo si, T como forma bilineal tiene rango 1. ¿De qué tipo de
producto se trata?

-Mr
52) Desarrolle las siguientes expresiones:

a) a¿jb'3 i = 1 ,2,3 j - 1,2.


b) a u d x 'd x ', a ijd x'd x; , UijSijdx'dx 1 i , j = 1,2,3,4.
c) e ' i x f x j i , j = 1,2; £'ikx ¡ x j x l i, j , k = 1 ,2 ,3, e es el símbolo de simetría,
de spin o de Levi-Civita.

53) Explique por qué

(ajfrj)3 = a 'b í x a\b’k x a\b‘k * (a’ )3(fr¿)3.

54) Si aaPyx ax 0 x~’ = O, demuestre que

+ Qfcíj + Qjki + Ojik + akji + o.ikj = 0.

55) Considerando el cambio de base como de coordenadas ( z i , . . . , i n ) «— ►


(S/i, · · ·. Vn), entonces demuestre con la ayuda de diferenciales que las matrices
de cambio de base son

= = ........r>.

56) Use la definición de tensor con las matrices variables del ejercicio 55 para
dem ostrar que las siguientes cantidades son tensores y dé además sus va-
riancias:
r . .
dx', dy1, (e,) base, (e3), v' vector, Ui covector.

57) Verifique que

d2 y' dxa dx 0 dy' d 2 x ° _


d x ° d x 0 dy 1 dyk d xa dy‘dyk
d2xM dxa dx 13 dx** d 2 y'
a·· b)
dykdyi dy3 dyk dy' dx0 dxa
tt n d2x d2y
c) Halle una relación entre — r y -p-r para y = f(x)·
dy¿ d x 1

58) El símbolo o delta de Kronecker generalizado es

ÍIÍ2Í3■■
y se define así: los subíndices y los superíndices pueden tener cualquier valor
de 1 a n. Si al menos dos subíndices o al menos dos superíndices son iguales,
o si los subíndices no son el mismo conjunto de números que los superíndices,
entonces el símbolo generalizado de Kronecker es cero. Si todos los subíndices
y los superíndices son distintos separadam ente y los subíndices son el mis­
mo conjunto de números que los superíndices, el delta vale +1, o —1 según
que se necesite un número par o impar de permutaciones para acomodar los
subíndices en el mismo orden de los superíndices.
Calcule los siguientes deltas generalizados:
cl23 rl23 cl73 rl23. rl23 rl23 rl348 ¿122 r312
°123· °213> 0 153> °iij > °231> °221> °1438> °123> °323·

59) Pruebe que


rl23...n _ ..»n
123...n

60) Compruebe las siguientes igualdades:

d fi 3fj

,J dx 13 dx 1 dx'

= ai]k + ajki + akij - ak]i - ajik - a'k j.

61) Sea el sistema de componentes £rst com pletamente antisimétrico definido así:

0 si dos índices cualesquiera son iguales.


t = £rít = +1 si r,s,t es una permutación par de 123.
—1 si r,s,t es una perm utación impar de 123.

Definamos el símbolo de Kronecker 6 ^f‘ así:


rrjt __ - r a t _
°mnp cmnp

a) Calcule el valor de 8 ™^p.


b) Dé la expresión de <5” pp.
c) ¿Qué valores tom a 8 %n y
d) Muestre que

« j-5 # - 5 ( 3 1 +$ +$ ) .

y deduzca el valor de ¿ j .
e) ¿Cuánto vale ¿j?

62) Verifique las siguientes relaciones:

S\ = 3 , SX, = 2C , 5"{ = 3!,

63) Demuestre las fórmulas siguientes:

<5}^ = A \ 6 '¿eB ke = B ij - B ji

^ijk rj^mnp _ -j*ijk __ _ rp*cji

64) Muestre las siguientes igualdades:

W npW = O m ni

« Ü PÜ = 2 !á^ ^ ;

65) Compruebe que

66) Pruebe que todos los deltas ( 6 ) de Kronecker son tensores absolutos:

67) Si K es un invariante de peso 1 (un seudoescalar) y T jk un tensor de peso


M , deduzca que ( K ~ MT'^k) es un tensor absoluto. Saque una conclusión que
relacione tensores relativos y absolutos. Ver los problemas 98-102, 108, 109.

68) Muestre que e'l k , llamado símbolo de Levi-Civita, es un tensor relativo de


peso +1. Se le llama densidad tensorial de Levi-Civita y es un seudotensor.

69) Demuestre que el símbolo de Levi-Civita £XJk es un tensor relativo de peso


—1. Se le llama capacidad tensorial de Levi-C ivita y es un seudotensor.

70) Verifique, a partir de los problemas 67 y 68 que los deltas de Kronecker son
tensores absolutos.
71) Si TJk es un tensor relativo de peso M (se dice tensor ponderado) muestre que

T]k = Q MP'mQ''J Qt‘k T'™.

72) Pruebe los siguientes enunciados:

a) Si todas las com ponentes de un tensor relativo (o de un tensor absoluto


de peso cero) se anulan en un sistem a de coordenadas, entonces ellas se
anulan en cuadquier otro sistema.
b) Si todas las com ponentes de dos tensores relativos del mismo rango y
peso son iguales en una base, entonces las componentes seguirán siendo
iguales en cualquier o tra base.
c) Si todos los cofactores de los elementos de det(Ty ) se anulan en un
sistem a de coordenadas (o variables), entonces lo mismo sucede en cual­
quiera otro sistem a de coordenadas.

73) Sea TU un tensor absoluto.

a) Pruebe que det(T j) = ¡T^| es un invariante absoluto.


b) Com pruebe que los cofactores de el determ inante |T j| son tensores abso­
lutos.
c) Verifique que si es el cofactor de Tj en |T;l|, dividido por | | , entonces
t\ es un tensor absoluto.

74) Sea TV, un tensor covariante absoluto.

a) Deduzca que |T¿^| es un invariante de peso 2.


b) Pruebe que los cofactores de |T i,| son todos tensores relativos de peso 2.

75) Sea T ' 1 un tensor absoluto contravariante. Demuestre que |T tJ| es un inva­
riante de peso —2 .

76) Si T = ITijI y T 'i es el cofactor de en T , dividido por T , pruebe que T ,J


es un tensor absoluto contravariante.

77) Consideremos el tensor absoluto T x¡ tal que T = |TU| > 0. Demuestre que

v/TCyfc y J = e ·^

son tensores absolutos.

78) Considere el conjunto de tres vectores absolutos contravariantes x \ , x \ y X3 ·


a) Deduzca que |x*| es un invariante de peso —1.
b) Demuestre que si x{ es el cofactor de x ‘ en |xj | dividido por |x*j, entonces
r j son tres vectores absolutos covariantes.

79) Si x}, x f , x3 son tres vectores absolutos covariantes, muestre que |x¡| es un
invariante de peso +1.

80) Demuestre que el indicador de Levi-Civita es una densidad tensorial. ey.„ es


la densidad tensorial de Levi-Civita, lo mismo e'3 " .

81) Pruebe las siguientes afirmaciones:

a) La sum a o la diferencia de dos densidades del mismo rango y peso es una


densidad del mismo rango y peso.
b) El producto de un tensor por una densidad es una densidad. Estudie el
rango y el peso.
c) En una base ortogonal los tensores y densidades de peso 1 pueden diferir
en el signo para ciertos cambios de base.
d) El producto de dos densidades es un tensor.
e) Una densidad contraida es un densidad.
f) La derivada parcial de una densidad con respecto a x ‘ es o tra densidad.

82)En R3 pruebe que EiktEikm = 2<5<m y £¡«£¡mn = - <5*n<5fm·

83) a) Demuestre que el valor de £tJt;£lmn es 1, si i, j , k son todas diferentes y


( tm n ) es una permutación impar de i j k \ -1, si ¿, j , k son todas diferentes
y (i m n ) es una permutación im par de i j k y 0 en los otros casos.
b) Deduzca que
EijkEfmn — ^nSjrn^kn 8inSjg6krn
6in\8jl8kn·
c) Deduzca que = fijmfikn ^km

84) Sea nE. Pruebe las siguientes afirmaciones:

a) P ara que un escalar, función de la base utilizada en „E, sea la componente


de un tensor de rango n com pletamente antisimétrico y com pletamente
contravariante, es necesario y suficiente que el escalar sea una capacidad
escalar (tam bién se dice un escalar contram odular).
b) Toda densidad escalar (también se dice escalar comodular) es la compo­
nente de una forma exterior de grado n (un tensor de rango n com pleta­
mente antisim étrico y com pletamente covariante).
85) Dé la definición de un escalar p veces comodular (densidad escalar) y de un
escalar p veces contram odular (capacidad escalar). Pruebe que el producto
de un escalar p veces comodular por un escalar p veces contram odular es un
escalar intrínseco.

86) Demuestre que un tensor de especie ^ q ) 0 ( 2 ) ^ Ue l *ene n * cornPonen·


tes, posee solamente n (n + l) /2 componentes independientes si es simétrico y
n (n — l) /2 si es antisimétrico.

87) a) Elabore la definición intrínseca de tensor simétrico y antisimétrico. Lo


mismo de la contracción; además muestre que ésta es un aplicación lineal
de T P(E) en T ^ ( E ) .
b) Demuestre que la sim etría y la antisim etría son invariantes con respecto
al cambio de bases o de coordenadas.

88) Sean t e T P(E) y / 6 T¡¡(E) y definamos el producto escalar entre í y / por


una sum a de n p+q términos

< t |/ > = < / i

donde se ha escogido la base (e¡) de E que da las respectivas componentes de


tyf:

........«‘' . e * .
y

- / ( « * * ..............................*e,).

a) Pruebe que este producto escalar es una forma bilineal

T P(E) x T<(E) — R.

b) Com pruebe que (T P(E))* = Tj¡(E) y viceversa.


c) Demuestre que

<í|l( ® ® i , ® / * ® ... ® /*> = t ( / r .. Zi, . . . , i , )

y deduzca que < í|/) no depende de la base escogida.


d) Analice las afirmaciones: Un p-vector (p = 0 , 1 , 2 , . ..) del espacio vecto­
rial E es un tensor antisimétrico de T q {E)·, es un elemento de a pE. Una
p-form a sobre E es un tensor antisimétrico de T^(E ); es un elemento
del espacio a pE ' . Por o tra parte deduzca que las p-form as sobre E son
iguales a los p-vectores sobre £ * , y viceversa.
e) Verfique que los elementos e*,a . . . a eip con (tj < . . . < ip) forman
una base de a pE (p = 1,2, . . . , n ) y los elementos eJ1 a . . . a , con
j i < . . . < j q, una base de a pE* (p = 1,2 , . . . ,n).
f) Tomemos

/ = xi ® . .. ® x p ® / i ® . . . ® / ,

y
9 = yi ® · · · ® yP® si ® · ® gq
en T P(E)\ pruebe que el producto escalar ( | ), en T P(E) se puede definir
a partir del producto escalar ( | ) de E , de esta manera:

</ls> = O i|y i> ■ · ■ <xP|yPX /i|s i> · · · < /,ls4> >

donde <x¿|y¡> es el producto en E, y (/,|s> ) es el producto definido en


E *, por una condición que Ud. debe señalar.
g) Si (e,) es una base ortonorm al de E , pruebe que (e‘) es una base orto-
normal de E *, y también que e«, ® . . . ® e> ® ejl ® . .. ® e·*’ es base
ortonorm al de T P(E).

89) Reunamos todos los espacios a pE (= 0 , 1 , 2 , . ..) en un espacio más amplio a jE


formado por (n + l)-a d a s · . . , <^p, · . . , tpn ), donde la p-ésim a componente
ipp está en a p E,

a) Defina una adición en a£ y estudie sus propiedades.


b) Defina un producto exterior y estudie sus propiedades.
c) Lo mismo para el producto por un escalar A.
d) Deduzca que aIs es un álgebra, llamada el álgebra exterior de Grassmann
del espacio E.

90) Sean T y T ' aplicaciones lineales entre espacios de dimensión finita: T : E — «


F y T ' : E ' — > F ' . Pruebe que T y T ' inducen una aplicación lineal única,
llamada producto tensorial y denotada T ® T ', definida así: T ® T ' : E ® E ' — >
F ® F ' tal que T ® T '(x ® x') = T (x) ® T '(x ') para todo x e E y x' e E ' .

91) Dé la m atriz de x ® y , donde x, y 8 nE.

92) a) Calcule la m atriz de x a y, donde x , j e R 3.


b) Verifique que (x a y ) ,j son las componentes covariantes de un tensor
antisimétrico de rango 2. Calcule el número total de sus componentes y
el número de componentes independientes si el espacio es nE.
c) Encuentre que, en el caso n = 3 ( 3 E ) ,

(X A y ) k = EkijXV ,

es decir, el bivector o 2-vector x a y sólo tiene 3 componentes efectivas;


compruebe además que es un seudovector. E ste es un caso particular muy
conocido: el producto vectorial de dos vectores es otro vector, en otras
palabras es un seudovector o vector axial.
d) El tensor dual de un tensor7,'“/A ■■ completamente antisimétrico es por
definición

tu... = £O
0..^T^··.
Si T es p-veces contravariante, T* es (n — p)-veces covariante en „E.
Calcule para T y T* el número de componentes no nulas.
e) Deduzca que el dual del producto exterior (vectorial) de dos vectores po­
lares en R3 es un vector axial, es decir, depende del triedro de referencia.
f) Verifique que el símbolo o indicador de Levi-Civita no es un tensor.
En conclusión el producto vectorial es en general, un tensor completa­
mente antisimétrico. Pero en R3 este tensor (bivector) se reduce a un vec­
tor axial. Por ejemplo, el campo magnético H es un tensor antisimétrico,
el cual al tener sólo 3 componentes independientes se llama vector axial
campo magnético y se nota H ° H-

93) Tomemos una forma lineal F (covector o tensor ^ ^ ^ ) de componentes F¡.

A ella se le hace corresponder un campo vectorial ^ 2 ) Ham ado rotacional


de F: ro tijF = dxF¡ — d}Fx

a) Verifique que esta definición de rotacional de F conduce a la relación:

Rot F = diFje' a e* = rotijF e' ® e J ,

es decir, el rotacional hace corresponder una 2-forma una 1-forma.


b) Con el indicador de Levi-Civita, en R3, pruebe que el rotacional de un
covector (forma) o de un vector es un seudovector o vector axial.

94) Halle los ángulos 0y entre los ejes coordenados i y j en función de gt].

95) Encuentre las componentes gxj del tensor métrico en coordenadas cartesianas
oblicuas, en función de 0 ,,.
96) Si ei entero p tom a los valores p = 0 , 1 , 2 , . . . , se dice que un p-vector del
espacio nE es un elemento antisimétrico de T q (E). El espacio de los p-vectores
se notará a pE. Se dice que una p-forrna sobre E es un elemento antisimétrico
de T ^(E ). Su espacio es a PE * . Por definición, a ° E = K = a °E*.

a) Pruebe que tanto a pE como a pE* son espacios vectoriales.


b) Compruebe que las p-formas sobre E son iguales a los p-vectores sobre
E * para abreviar se pone Tp (E) = Tp y T q (E) = T £ .
c) Muestre que el antisimetrizador A es una aplicación lineal de T£ en
a pE o de en a p£* .
d) Demuestre que si / es una forma multilineal antisimétrica, entonces A f =
/ . Deduzca que A 2 = A.
e) Demuestre que si un elemento T de T q es simétrica en alguna pareja de
índices, entonces, A f = 0.
f) Verifique que para p vectores x i , . . . , xp de E se tiene

Xl A . . . A Xp = A (xi ® . . . ® Xp).

g) Verifique que para T \ e T p,' y T2 e T PJ se tiene

Ti a T i = A ( T \ ® T j).

h) Pruebe que a . . . a e* y e*1 a . . . a e * ', con n < . . . < i p, son las bases
de a PE y de a p£ * , respectivamente. Infiera que

d im a p E = d im a p £ * = n![p!(n —p)!]_ l .

97) Consideremos de a pE (p = 0 ,1 ,2 ,...) ; juntando estos espacios generaremos


el nuevo espacio a E formado por todas las (n + l)-a d a s (7 o ,. . . ,T P, .. , Tn)
donde la p-ésim a componente Tp pertenece a a pE.
Definamos en a E la adición así:

(To........Tn) + (T¿.........T'n) = (T0 + T ¿ , . . . , T n +Tñ);

y la multiplicación a así:

(To........T„) a (T ¿ ,...,7 X ) = ( T ¡ , . . . , T ñ ) ,

donde

t; = t0 a t ; + ... + tp a T¿
a) Demuestre que, con estas operaciones, a£ es un anillo asociativo y no
conmutativo.
b) Pruebe que a E es un álgebra. a E se llama el álgebra exterior de E, o
álgebra de Grassmann.

98) Denotemos con k los enteros 1 , 2 , . . . , y con n E un espacio vectorial. Sea B =


(e, ) una base de n E. Sean los espacios

(k(E ) = ( a " E ) ® ® ( An£ ) (k factores)

donde fc = 1 , 2 , . . . y

£_*(£) = (An£ , ) ® . . . ® ( A n £ · ) (k factores).

a) Deduzca que £*(£) y C-k(E) tienen dimensión 1, independientemente


del valor de k.
b) Tomemos e = e¡ a . .. a e„ y e* = e 1 a . . . a en y pongám os­

o s ) = e © ... © e (A: ueces),

l - k ( B ) = e’ © . .. ©e * (/c tieces).

Pruebe que si a cualquier base B de nE le corresponde un vector de base


i k { B ) en tk (E ) tal que un cambio de base B — ► B ' tenga m atriz P,
entonces, se obtiene un cambio de bases t-k{B) — ► Ik(B ') dado por

t k(B') = (det (P ))k(k (B).

El entero k se conoce con el nombre de “peso” .

c) Por definición, una densidad tensorial T sobre E de especie


peso k es una forma (1 + p 4- g)—lineal
( 0 ,d·
T - . í k j E ) x E* x . . . x E* x E x . . . x E — > K.
p i

Pruebe que las componentes de T están deudas, para la base B = (e¿), por

A una densidad tensorial tam bién se le llama seudotensor.


p
d) Demuestre que a un cambio de bases B — ► B' le corresponde la siguien-
te ley de transformación de las componentes de una densidad
tensorial T

E sta definición de densidad tensorial, con la definición (c) corresponden


a la definición más general de tensor con valores en K .

99) Si P¡ = corresponde al Jacobiano, demuestre que tenemos otra definición


de densidad tensorial de peso k, equivalente a las definiciones c) y d ) del pro­
blema anterior, pero más general ya que el cambio de base corresponde a una
función arbitraria x' = x'(x), en general no-lineal, del cambio de coordenadas.
Debe hallar

dx'ii P' - P*

Si k = O se dice que el tensor (o campo tensorial) es absoluto. Si k =f= O el


tensor es relativo de peso k.

100) a) Compruebe que los vectores y formas lineales hasta ahora estudiados son
vectores absolutos,
b) Verifique que el delta de Kronecker, <5* es un tensor mixto absoluto.

101) Consideremos el invariante

ds 2 = gfivdx,íd xv,

a) Compruebe que

b) Si g^u = Si/m» pruebe que


f)T Q r)t P

c) Deduzca que

dx

es decir, que ^fg es una densidad escalar de peso 1. ¿Qué tipo de densidad
tensorial o seudotensor es g?
T
www.elsolucji

d) Pruebe que si h = det g*v entonces h es un seudoescalar de peso —2 o


una capacidad tensorial de peso 2.

102) Sean T* las componentes contravariantes del vector T . Consideremos la ex­


presión D l = yfgT'. Pruebe que éstas son las componentes contravariantes
de una densidad vectorial de peso 1. Por este procedimiento se transforman
tensores absolutos en tensores relativos o densidades.

103) Demuestre que si T es una densidad escalar, entonces T /^ /g es un invariante.


Se supone que g es positivo, si no, use T /sf\g\·

104) Del tensor relativo de componentes X* de peso fc,obtenga un escalar relativo


de peso k.

105) Si T'k\ son las componentes de un tensor mixto de peso p, muestre que T k¡ es
un tensor mixto de peso p.

106) Sean los vectores de componentes (d x l , 0 , . . . , 0 ) , (0,d x2, 0 , . .. ,0), . .. ,


( 0 , . . ., 0, dxn). Bajo un cambio de base se obtendría para el primero

(d x 1 i dx2 ! dxn A
etc.
[ d ^ d x ' l ^ d x ' - ' - d ^ dx ) '

demuestre que

a)

dx'
dx l dx 2 . . . dx n = d xldx2 . . . dxn ,
dx
es una densidad escalar de peso —1 o seudoescalar de peso —1.
b) Interprete geométricamente la igualdad

dr = d x 1. . . dx"

c) Demuestre que ^[g dr es una densidad escalar invariante.


d) Justifique que

107) El elemento de volumen dr = d x 1 a ... a d xn es un tensor totalm ente an­


tisimétrico cuyo valor varía de un punto a otro. Muestre que, en cambio,
d V — ^Jg ■ dr es un invariante. Justifique que d V es la medida de volumen co­
rrespondiente a dr. Pruebe que yfg es una densidad de contenido volumétrico.
108) Pruebe que una densidad tensorial D'*k es una magnitud tal que D']k/^ /g se
transform a como un tensor T ' ]k.

109) Sea A un escalar y T ¿x un tensor; demuestre que una densidad escalar d es


d = ^JgX. Muestre que sfyT'k3( es una densidad tensorial.

110) Se define el tensor e de Levi-Civita así:


,i| v , . . *12 ..n

a) Pruebe que = £*»'*—*·«.


b) Compruebe que
| x‘ | = d e t ( x ‘ ) = ei,i,...i„x,i, x 21 · · ■ xÍT
_ -¡lij . ú - l _2 n
“ t »1 *2 *** »« *
c) Deduzca la ley de multiplicación de determinantes del mismo orden:

K llty = £ixn-. i Á x<i¡ = lc>l- con cj = < br


111) a) A partir del invariante

ds 2 = g ^ d x ^ d x 1' = g '^ d x pdx v

pruebe que

dx'° dx ' 0
9¥* ~ l h ¿ l h " 9aP'

b) Pruebe que

y / W = ||^ |v 1 ® i · con Isl = det g ^

c) Compruebe que

, dxa dx 0 dx° d x0 ,
9ii = l h ^ d 7 > 9 a 0 ** 9,5 = dx' dx’ 9a0'

112) Deduzca que el ángulo 9 entre dos vectores >1‘ y B 1 está dado por

g ,jA 'B j
eos 9 =
(gijA 'A i ) V 2 (gijB 'B > y /2 '

Estudie los casos eos 9 = 0 y | eos 9\ ^ 1, para ello use el razonamiento utilizado
para establecer la desigualdad de Schwarz.
.
113) Demuestre que la diferencia entre las componentes de un vector V , en un
punto arbitrario P, y las componentes en otro punto P', también arbitrario,
de un mismo sistem a de coordenadas rectilíneas es un vector.
P ara ello defina el vector por su ley de transformación en un cambio de coor­
denadas rectilíneas x ° —» y' a , i = 1 , 2 , . . . , n; note que el vector está ligado a
un punto y que sus componentes son relativas a un referencial dado y concluya
que

[ ( V V - ( V > ] = ^ [ ( ^ Q)p· - (V“ )p].

114) Generalice el ejercicio anterior a un tensor cualquiera.

115) Demuestre que, en un sistem a de coordenadas curvilíneas, la diferencia de


componentes de un vector en los puntos P y P ' no es un vector. Generalice
a un tensor. Como se ve, no se puede com parar los valores de un tensor en
dos puntos arbitrarios. Afortunadam ente hay un mecanismo para suplir esa
deficiencia: el llamado transporte paralelo o geodésico.

116) Sea el tensor T jk función de la variable x l . Después de un cambio de base


p d T 'ijk
e, — ► e ' , c a lc u le----- — y muestre que esta últim a expresión no es un tensor.
dx'
Felizmente, existe un mecanismo fino para superar este obstáculo: la diferen­
cial absoluta o derivada covariante.

117) Si T']k es un tensor cuyas componentes dependen de un parám etro variable í,


dem uestre que la derivada del tensor con relación a í es un tensor del mismo
rango y peso.

118) Pruebe que si T']k es un tensor (con relación a transformaciones lineales,


G L ( E )) cuyas componentes son funciones de la variable x e, entonces, las de-

rivadas parciales , . forman un nuevo tensor cuyo rango se aum enta en un


dxc
índice covariante.

119) Sea la expresión T = T ijx 'x 3.

a) Deduzca que

^
d x'd xi ,; j '·

b) O btenga que, si T es un invariante, entonces (T,j -t- TJX) es un tensor


covariante respecto a las transformaciones lineales.
120) Considere el espacio euclidiano 3 E de vectores y su base ortonormal
(ei, e 2 , ej). Definamos la cantidad £ dependiendo de la quiralidad o de la base
(e¡); es decir, dependiendo de si (e,) es una base derecha (dextrógira o de sen­
tido positivo) o izquierda (levógira o sentido negativo). £ se define así £ = +1
si la base (e,) es derecha y £ = —1 si (e,) es base izquierda. Ahora definamos
el símbolo antisimétrico de Kronecker £t]k (o densidad de Levi-Civita) el cual
depende de la escogencia de las bases y vale

£ 1 2 3 = £231 = £ 3 1 2 = £ ; e213 = ¿132 = £321 = — £ >

si todos los índices son diferentes (el valor ±£ depende de la paridad de la


permutación) y ey* = 0 si dos de los índices i , j , k son iguales.

a) Verifique la relación

a e3 = Eijkek = A (e, ® e,) = e, ® e, - e, ® e<,

donde a es el producto exterior o vectorial y A es elantisimetrizador.


Aquí hay sum a sobre el índice repetido k.
b) Demuestre que la relación anterior es independiente de la quiralidad o
lateralidad de las bases.
c) Calcule el bivector a e¡ para la base dual e'.
d) Verifique que ei a e2 = £ t z = e3 , cuando la base es derecha y e\ a e2 =
—e 3 , si la base es izquierda.
e) Demuestre que

P = X A Y = £ijkx'y>ek <*> Pk = £i i k n y j ·

¿Cuántas componentes independientes tiene P = Ptle' a eJ (i < j ) l


f) Verifique que

e\ 62 e3
*

>·,

to
<

II

II 12 13
í/l 3/2 V3

g) ¿Por qué es indiferente escoger índices superiores o inferiores en a), <:),


y/)?
h) Discuta la situación que se presenta en cuanto a la definición del producto
vectorial. En este problema se ha dado una definición independiente <lc
la quiralidad de las bases y el resultado es un vector ordinario. Es un
bivector. En muchos textos la definición de a cambia de signo sei'tin i·!
sentido (quiralidad) de Isa bases y el resultado no es un vector ordinario
(vector polar) sino un vector axial o seudovector; éstos cambian de signo
al cam biar de quiralidad, los vectores polares no cambian en las mismas
circunstancias.

121) Consideremos el espacio euclidiano 3 E ortonorm al con su base (et).

a) Pruebe que el producto mixto o triple producto escalar da la siguiente


relación:

(ei x ej ) ■ ek = £i jk = [e¿, ej t ek ].

b) Com pruebe que [X, Y, Z] = £,jkXiVjZk VX, Y , Z 6 3 E.

c) Verifique que

Xl X2 13
[X ,Y,Z] = £ yi j/2 y3
Zl z2 z3

d) Pruebe, de dos maneras, que el producto mixto es invariante bajo cambio


de bases.

122) Demuestre la invariancia, respecto del cambio de base, del producto escalar,
la longitud de un vector y el coseno del ángulo entre dos vectores.

123) A hora se tra ta de probar la invariancia del producto vectorial.

a) Si en un cambio de base e, «— ► e', de m atriz (P,j), se tiene, por defini­


ción, para Ey*:

£i'j'k' ~

Halle la ley de transformación de £y*.


b) Por un cálculo muestre que £ i' 2' 3 > = (d e tP y ) £ ] 2 3 y

e' = |P |£ si d et(P y ) = |P | = detP.

c) Exam ine los cambios en e si la quiralidad de la base es invertida.


d) De V = x a y o Vk = £ijkXiyj deduzca la invariancia de esta expresión,
vale decir, del producto vectorial, cuando se realiza un cambio de base.

124) Si una m atriz A cumple con la condición A 2 = I se dice que es involutiva. A


es idem potente si A 2 = A.

a) Halle todas las matrices involutivas.


b) Exam ine la idempotencia de las matrices

c) Demuestre que si una m atriz goza de dos de las tres propiedades: ser
simétrica, ser ortogonal o ser involutiva, entonces, tiene la tercera.

125) Si un tensor T¡jk... es simétrico en todos sus índices (totalm ente simétrico)
se nota así T(,_,·* ) ; si es totalm ente antisim étrico (antisimétrico en todos sus

índices) lo notaremos T[ijJc ]. Demuestre que un tensor


ne así
2 2
T ijk = T (ijk) + T [ijfc ] + + i jC f y j) * ~ T k (il))·

126) Averigüe si la proyección sobre la dirección de un vector 5, Pra, es un tensor


idempotente.

127) Sean / y g dos tensores covariantes de rango uno, con representación matricial
f t y gi respectivamente con relación a una base ortonorm al ( e i,e 2 ,e 3 ) de 3 E.

a) Pruebe que el valor del tensor / ® g es

(/®s)(*. y) = figjx'y1·
b) Justifique que la representación matricial del tensor (o forma bilineal)
f ® g es

c) Defina el producto tensorial de matrices (llamado también producto di­


recto o Kroneckeriano)

i l i ) ® ( g i ) = (/ 1 / 2 / 3 ) ® (9lfl2fl3)·

d) Calcule el siguiente producto tensorial de matrices:

Examine la conm utatividad, la asociatividad y la distributividad.


e) Calcule el producto tensorial de la representación m atricial de dos vec­
tores
X1 ^ i( y1
X2 ® y2
X3 ) 1 !{ y 3

128) Sea la forma bilineal / . Realize las operaciones de simetrización y de antisime-


trización; halle la descomposición de / en sus partes simétricas y antisim étri­
cas.

129) Consideremos un operador T del espacio euclidiano 3 E. Sea u = A(y).

a) Pruebe que / ( x ,y ) = 1 · u = (x|v4(i/)) define una forma bilineal.


b) Pruebe que la m atriz de T coincide con la m atriz de los coeficientes de
la forma bilineal / .
c) Demuestre que una m atriz (T¡j) es la matriz de una transformación lineal
T si, y sólo si, Tij es un tensor de segundo orden.

130) Consideremos el tensor T de m atriz

(Ty) =

Descompóngalo en su parte sim étrica S(y) = S y y en su parte antisim étrica


A[y] = Ai] y calcule:

a) SijA ij. e) A tj Sij.


b) SijXi. f)S y í y .
c) S,jX ,X j. g) AijXi con x = I
( 32
V

<l) A ijT iy h) AijXiXj con x =

131) Todo tensor de rango 2 es una matriz. Justifique que la recíproca no es cier­
ta estudiando el contraejemplo de (P,< ¿), m atriz de cambio de bases ¿por
qué (P í-í ) no es un tensor?

132) Sea A un operador lineal del espacio euclidiano 3 E con la base ortogonal (e¡).
La imagen de la base será Aei = a, = a ^ e j .
a) Verifique que la expansión de la imagen de un vector X respecto de los 0 ·!
vectores a, tienen los mismos coeficientes que la expresión del vector X
con respecto a la base (e¡).
b) Pruebe que el cubo unidad orienteado Vt construido sobre la base e =
( e i , e 2 , e 3 ) vale Ve = e (véase el problema 120).
c) Compruebe que, bajo la transformación A, el cubo construido sobre los
vectores (e,) se cambia en un paralelepípedo Vn, en general no rectan-
guiar.
d) Justifique que

K. = [ a i , a 2.a3] = £

e) Deduzca la fórmula Va = e |/l| = e det.A = \A\VC.


f) Interprete geométricamente el determinante de la transformación, el cual
es un invariante respecto del cambio de base.
g) Estudie los volúmenes de los paralelepípedos orientados Vz y Vy construi­
dos sobre los vectores i i , x 2 ,x 3 y sobre sus imágenes por A y, = Ax,.
Halle su relación, dé una interpretación geométrica de |.A| y diga cuándo
se preserva la orientación de los vectores.

133) Sea una forma multilineal T de grado p de valor T ( x \ , x 2 ,xz, ■ ■ ■ , X p ) · Reem­


placemos dos argumentos cualesquiera, por ejemplo, Xi y 1 2 por los vectores
de base e¡ y e¡. Pongamos

= T*(e¡, C j ,x 3 ,2 4 ,...,Xp),

a) Sustente que T y es una función lineal en X3 ,X<|,. . . ,x p, pero no es una


forma bilineal en e¿, ej.
b) Cambiemos de base a través de la matriz P,·, y escribamos

T i'ji = T(ej», e y , X 3 ,. . . , x p),

Pruebe que X¡>j = Pj>«Py7y (hay sum a en i, j ) .


c) Pongamos i' = j ' . Deduzca que Tu = 7V¡>.
d) Discuta el grado y la invariancia que resulta de c).
e) Explique por qué la expresión para las componentes del tensor de
rango (p — 2), determinado por la forma TH = Tuk...mX3 · · - XJT en
términos de las componentes Tyjt...m del tensor T de rango p, se obtiene
por contracción de los índices i, j, k del tensor T :

Uk...m — Tiik...m = Tiilc . m + T^2k . m + · · · + T 3 3 *,. m-

(
f) Se supone que esta teoría se ha establecido en el caso del espacio eucli­
diano 3 E = R3. Reconstruya la teoría, con las correcciones pertinentes
en el caso de un espacio cualquiera.

134) Se sabe que a toda forma bilineal arbitraria / le corresponde una sola forma
cuadrática q, pero la misma forma cuadrática puede ser generada por diferen­
tes formas bilineales.

a) Construya un contraejemplo a partir de / .


b) Si / es sim étrica (llam ada forma polar de / ) , dem uestre que su forma
cuadrática q está únicamente determ inada por su forma cuadrática
asociada.
c) Demuestre que entre los tensores simétricos de segundo rango y las formas
cuadráticas hay una correspondencia biyectiva.

135) Sea un tensor T^* simétrico en los índices i y j y antisim étrico en los índices
j y k. Pruebe que Tijk = 0.

136) Dados los tensores S tJ simétrico y A t] antisimétrico. P ruebe que S¡j.4¡j = 0.

137) Sea el tensor T^* simétrico en i j que, además, satisface la relación

T ijk x 'x j x k = 0 Vx = x'e¿,

deduzca que

T¡j* -I- Tjki + Tjtij = 0.

138) Sea el tensor T¿; tal que T,jXJ = Aij, cualquiera que sea x = x 'ej, A es
independiente de x. Deduzca que T , j = A<50 .

139) Sea una forma trilineal / de E 3 en K . Se llama forma cúbica C asociada a /


a la aplicación C : E — ► K tal que / ( x ,x , x ) = C(x).

a) Pruebe que existe una correspondencia biyectiva entre las formas cúbicas,
formas trilineales simétricas y tensores sim étricos de tercer orden.
b) En términos de vectores x = x 'e, y tensores sim étricos fijk verifique que

C(x) = fi j k x 'x 3x k -

c) Detalle el desarrollo de la fórmula precedente.


d) Generalice la relación anterior para una forma p-lineal y obtenga propie­
dades de formas p-icas.
140) Consideremos R3 y el origen O. Sea x — O P el radio vector de un punto

variable P de R3. Dado cualquier tensor T tJ simétrico ^ 2 ) COn SU ^orma


cuadrática q asociada, denotemos con S el lugar geométrico de todos los puntos
P cuyos radios vectores x satisfacen la ecuación q(x) = 1.
Este lugar geométrico 5 se llama la superficie característica del tensor T¡¿ y
da una interpretación geom étrica de T , ,.
En una base ortonorm al se tiene la ecuación de S T i j X i X j = 1 . S será una
superficie cuádratica centrada cuyo centro de sim etría coincide con el origen.
La superficie característica de un tensor simétrico de orden 3 es

TijkXiXjXk — i 1

y así se generaliza. Halle las superficies características de los siguientes tensores


sim étricos en R3:
i
r a) Si,.
i>.;

í
b) TiTj.
c) ASij, llamado tensor esférico.
d) De la homotecia, h \.
l e) De A iB j + A j B , ) con los vectores,

Ai = ( A i , A 2 , A 3) y B , = ( B l , B 2 , B 3) ortogonales.

141) E n R 2, hallar las curvas características de los tensores simétricos de tercer


orden cuyas componentes se dan en cada caso:

a) T in = T222 = 1 , X112 = T122= 0


b) Tin = X 222 = 0, Tn 2 = T 122 = 3

c) T in = 1, T 22 = —1, T 112 = T 122 = 0

142) Consideremos la superficie característica £ del tensor de una aplicación


linead sim étrica S, es decir, la superficie característica de una aplicación li­
neal sim étrica S; £ está definida por SijXiXj = 1 o equivalentemente por
(x|S (x)> = 1. Dado cualquier vector x cuya dirección sea la del vector OP,
donde O es el origen y P 6 (véase figura 6.1), deduzca que entonces el
vector u = S(x) tiene la dirección de la normal a 5] en el punto P .

143) Sea la aplicación S de 3 E tal que S ( x = x 'ej) = 2?= ! A¿x'ei.


Figura 6.1.

a) Calcule la m atriz de 5. Interprétela geométricamente. Discuta los casos


Ai = A2 = A3 y Ai = A2 =)= ^3-
b) Halle la forma bilineal o tensor T asociado a S.
c) Demuestre de S y T son simétricos.
d) Halle la forma cuadrática correspondiente a S.
e) Halle la superficie característica 2 de 5 y diga de qué tipo es.
f) Clasifique las superficies resultantes según el signo de los números Aj:
i) Todos los A* son positivos,
ti) Dos de los A, son positivos y uno es negativo.
iii) Uno de los A¡ es positivo y los dos son negativos.
iv) Todos los A¡ son negativos.
v) Dos de los A¿ son iguales,
ui) Ai = A2 = A3.

144) Muestre que si A es una aplicación lineal de 3£ tal que u = A(y), entonces la
m atriz de A coincide con la m atriz de la forma bilineal / definida por

f [ x , y ) = <i|A(y)> = <x|u>.

145) Demuestre que la m atriz A = (A,j) es la m atriz de una aplicación lineal g si,
y sólo si, {A i j ) es un tensor de segundo orden, es decir, (Aij) es la m atriz de
las componentes de un tensor T de segundo orden.
146) Sea una aplicación lineal sim étrica (o autoadjunta) 5 de 3 E, es decir, ( i|S ( y ) )
= (S(z)|t/> = < y |S (i)); deduzca que S define un tensor o forma bilineal simé­
trica.

147) a) Pruebe que la m atriz (S y) es la m atriz de una aplicación lineal simétrica


5 de 3 E si, y sólo si, (5,j) es un tensor simétrico de segundo orden S.
b) Deduzca que existe un isomorfismo entre las aplicaciones lineales simé­
tricas y los tensores simétricos de segundo orden.

148) Verifique que existe un isomorfismo entre los tensores simétricos de segundo
orden, las formas cuadráticas y la aplicaciones lineales simétricas.

149) Sea S es una transformación lineal sobre 3 E tal que

S (z) = S (z ie i + z 2 e2) = Aixjei + A2 z 2 e2.

a) Calcule su m atriz y dé una interpretación geométrica.


b) Estudie el caso donde A] y A2 son negativos alternativamente.
c) Examine los casos X\ = 1, A2 4= 0 y Aj = 1, A2 = 0.
d) Discuta el caso del desplazamiento en R 2

A (x) = (z i + Az2)ei + z 2 e2;

halle su matriz, interprételo geométricamente, estudie la sim etría de A


y encuentre el tensor T de rango dos asociado. Calcule A f e interprételo
geométricamente.

150) Consideremos en el plano R2, verifique la sim etría de las siguientes aplicaciones
lineales; encuentre la correspondiente forma cuadrática y encuentre las curvas
características:

a) S ( x ) = x¡e¡
b) S (x) = —x
c) S ( x ) = z i e j + Ax2 e 2
d) S(x) = AiZiei + A2 z 2 e 2
e) S (z) = x \e \ + 3z 2 e 2
f) S (z) = z i e j - z 2 e 3

151) Consideremos el espacio R3. Verifique la sim etría de las siguientes aplicación)*
lineales considerando

R 3 3 z = Ziei + z 2 e 2 + Z3 e3 ,

donde a = ( a i , a 2 , a 3) y 6 = (b¡ , 6 o, 6 3 ) son vectores fijos ortogonales:


I
.
310 /Algebra multilineal

a) S ( x ) = X2É2
b) S(x) = x ie i +X2e2
c) S(x) = X(ei -1- 12^2 + X 3 e3

d) S(x) = —Xiei + 2X2^2 — X 3 e3

e) S (x) = (d ■ x)a
f) S(x) = (a ■ x)a + (b ■ x)b

152) Halle la forma bilineal o tensor de rango dos T , correspondiente a las siguientes
aplicaciones lineales o transformaciones lineales de 3 E\ analice también su
sim etría:

a) La identidad I d 3£ de 3 E.
b) La homotecia h \ de razón A.
c) L a rotación Re de valor 9 > 0 en el plano R 2 = 2 E alrededor del origen.
¿A qué corresponde el operador adjunto o sim étrico Rg?

153) D emuestre el criterio de tensorialidad o ley cociente, en el siguiente caso par­


ticular: Si se d a una m agnitud con n 3 com ponentes A(a(3-y) = A con

q , P, 7 = 1,2 ,3 , . . . ,n , ésta es un tensor ^ ^ s' multiplicada contraídam en­


te por el vector B ° da el tensor CJ. (Todo debe hacerse con la misma base.)

154) Diga por qué en la relación dy' = d x a falla la ley cociente. ¿Hay multi­
plicación contraída? Exam ine con detalle esta anomalía.

155) Pruebe que la sim etría y la antisim etría de un tensor son invariantes (se con­
servan) en un cambio de coordenadas.

156) Del tensor absoluto T ¡ , demuestre que obtiene el invariante escalar T-. Pruebe
dT J
que — t no son las componentes de un tensor mixto.
dx
157) Si Tij es un tensor absoluto y si T xlT}k = S'k , deduzca que T*J son las compo­
nentes de un tensor contravariante absoluto llamado el recíproco de T]k.

158) Halle que los cofactores del determ inantes |T¿,| son las componentes de un
tensor relativo de peso 2 , si T¡j es absoluto.
7

F o rm a s sesquilineales

En estos últimos capítulos nos ocuparemos de espacios de dimensión finita, y even­


tualm ente infinita, pero exclusivamente sobre el cuerpo de los números complejos C.
De m anera que „ £ será siempre un espacio vectorial complejo. La teoría que vamos
a presentar, consiste en definir formas de E 1 y de E en C, y tendrá propiedades
formalmente vecinas de las formas bilineales simétricas.
Pero trab a ja r con K = C da más generalidad y am plía las aplicaciones no sólo
en álgebra y análisis, sino en física. Muchos teoremas algebraicos sobre las formas
bilineales sim étricas poseen una demostración directa tediosa y bastante artificial;
en cambio, ellos se derivan de m anera simple y natural de las formas sesquilineales.
En el caso de dimensión infinita, las aplicaciones al análisis son muy potentes, por
ejemplo en la teoría del análisis armónico o series de Fourier.
E ste capítulo nos servirá de preludio para la definición de los espacios de Hilbert
y su introducción en la física, en donde serán los instrum entos y matrices naturales
para acomodar los fenómenos físicos elementales, comúnmente llamados fenómenos
cuánticos a pequeña, y también, a gran escala. Además, todo lo tratado anterior­
mente en relación con las formas bilineales sim étricas será un caso particular en este
capítulo, lo que m uestra que las formas sesquilineales son objetos más generales.
Si tomamos, por ejemplo, sobre nE = C n , el espacio de Hermite, una forma
bilineal sim étrica definida por (x ,y ) *-* YJTly ‘, necesariamente será no degenerada;
pero nE tendrá vectores isótropos no nulos, es decir, i # 0 puede implicar S í 1 ') 2 =
0. Además, consideremos una aplicación / de E 2 en € definida por E 2 3 ( i , y) >-»
/ ( i , y) = £ x ‘y', donde la barra significa complejo conjugado. Entonces, /( x ,x ) =
£ x ’x ‘ = 2 | x ‘|2 ^ 0 y /( x , x) = 0 si, y sólo si, x = 0. Pero infortunadamente, / no
es una aplicación bilineal de E 2 en C.
E ste ejemplo nos m uestra que debemos elaborar una teoría que contenga el
caso general de espacios vectoriales complejos y las funciones que tengan sentido y
fecundidad en él; también nos incita a dar una nueva serie de definiciones, las cuales,
ya sabemos, desempeñan un papel, en m atem ática y física cuyo interés exclusivo es
conducirnos a teoremas no triviales.
La elaboración de nuevas definiciones y la generalización cada vez más osada de
los conceptos de espacio y de función han conducido a la creación de las matem áticas
contemporáneas.
El presente es una generalización del capítulo 2. En donde se estudiaron las
formas bilineales o 2-lineales, L 2 (E), ahora estudiaremos las formas sesquilineales
que podríamos llamar algo así como 2.5-lineales (dos y media lineales): L i¿ ( E ) .

7.1. Formas antilineales

Si tomamos dos espacios vectoriales E y F sobre C, podemos considerar aplicacio­


nes f de E en F tales que sean lineales parcialmente, es decir que Vi, x' 6 E y
VA e C se tenga f ( x + i ' ) = / ( i ) + / ( * ') y /( A i) = Á /(i ) . Esto nos induce a dax
la siguiente definición:

D e fin ic ió n 1: Se llama forma antilineal a to d a aplicación / de E en C tal que


/ ( i + A i') = / ( x ) + Á / ( x ') .
N o ta : E sta forma / es llamada, por los físicos, antilineal; también se le conoce con
el nombre de semilineal o forma lineal conjugada entre los matemáticos.

E je rc ic io 1: Pruebe que el espacio vectorial E tiene o tra estructura de espacio


vectorial complejo E con la ley de composición externa C x E 3 (A, x) »-* Ai. E se
llama espacio vectorial conjugado de E.

E je rc ic io 2: Verifique que la aplicación de <C : A i-* A es un automorfismo involutivo.

E je rc ic io 3: Demuestre que to d a base de E también lo es de E.

E je rc ic io 4: Justifique que toda aplicación semi-lineal de E en F (dos espacios


vectoriales) es también lineal. Defina sus núcleos y rangos.

E je rc ic io 5: Sustente por qué E * es también el espacio vectorial de las formas


semilineales sobre E ; y dim E* = dim E* = dim E, si esta últim a es finita. E* se
llama espacio antidual, muy usado en la mecánica cuántica.
7.2. Formas sesquilineales
Sean dos espacios vectoriales E y F complejos. Entonces tenemos la siguiente defi­
nición:

D efin ic ió n 2: Una forma sesquilineal es la aplicación / de E x F en C que verifica,


Vx, x' e E , Vy, y' e F , y VA e C:

/ ( x ' + x ,y ) = / ( x , y ) + / ( x ', y ) , /(A x,y ) = A /(x ,y ), (Lineal en x)


/ ( x , y + y') = / ( x ,y ) + /(x ,y ')> / ( 2 . *2/) = ^ /( * .y ) · (Antilineal en y)

En otras palabras, las aplicaciones parciales son tales que / v = / ( - , y ) es una


forma lineal sobre E y f x = /( x , ·) es una forma semilineal sobre F . De allí el
nombre de sesquilineal equivalente a una vez y media lineal. Por consiguiente f y e
E* y f x e F * .
Es fácil construir todas las formas sesquilineales sobre n E y mF; tomemos las
bases (e¡) y ( /;) de E y F, respectivamente. Entonces

/(x,y) =
donde C 3 a y = / ( e ,, f j ) son los elementos de la matriz compleja A = (a y )
asociada a la forma sesquilineal f ■ Á = (5¿J) se llama la m atriz conjugada de A. Si
X = M (x, (e¡)) y Y = M (y , ( fj) ), se tiene

/( x ,y ) = lY A X = ‘X ‘A Y .

E je rc ic io 1: Muestre que para todo a y 6 C, la función anterior / es una forma


sesquilineal sobre nE x m F.

E je rc ic io 2: Pruebe que el conjunto de las formas sesquilineales sobre nE x mF es


un espacio vectorial complejo. Calcule su dimensión.

7.3. Formas herm íticas


Tomemos E = F. E ntonces se podrá considerar simultáneamente a f ( x , y) y /( y , x).
La relación /( y , x) = / (x, y) V(x, y) 6 E 2 se llama, por abuso de lenguaje, sim etría
hermítica, aunque no haya legítima sim etría entre x y y, los cuales juegan roles
diferentes.

D e fin ic ió n 3: Una forma / sobre E se llama forma hermítica si es una forma ses­
quilineal definida sobre E 2 con sim etría hermítica.
314 /A lgebra multilineal

E sta definición es equivalente a esta otra: / es hermítica si / es lineal en x y


posee sim etría hermítica.

E je rc ic io 1: Verifique que si / es hermítica, entonces f ( x , x) 6 R, f ( x , 0) =


/(0, y) = 0.
D e fin ic ió n 4: Sea / una forma sesquilineal con sim etría hermítica, es decir, un a for­
m a hermítica sobre E 2. La aplicación q de E en R definida por q(x) = / ( x , x) e R,
Vx, se llama forma cuadrática hermítica asociada a la forma herm ítica / ; esta últi­
ma se llama forma polar de q.

A menudo q se llama simplemente forma hermítica ya que ésta no es una


forma homogénea o función polinomial homogénea de grado dos, como se ve en
q(Ax) = |A|2q(x) 6 R. Un cálculo sencillo basado en las definiciones precedentes nos
da la siguiente proposición:

P r o p o s ic ió n 1: Si f es una forma hermítica y q su form a cuadrática hermítica


asociada, entonces, Vx, y 6 E se tiene

4/(x,y) = f(x + y,x + y)-f(x-y,x-y)


+i [ f( x + i y , x + iy) - f ( x - i y , x - ¿y)],

f(x, y) = ~[q(x+ y) - q(* - »)] + ^ + *y) - í í 1 - ¿y)] ·

E je rc ic io 2: Calcule q(x + Ay) = <j(x) + |A|2<j(y) + A /(x ,y ) + Á /(x ,y ).

E je rc ic io 3: Verifique que V i j , . . . , x p e E, V y i , . . . ,y q e E , VAl t . . . , Ap,


tenemos
V/ í [ , . . . , / í ,

/ ( E AiXil E V iV i) = £ Y,
\i= l 3=1 /

D efin ic ió n 5: Tomemos una base (e.) de n E\ se llama m atriz de la forma herm ítica
/ con relación a la base (e¡), i = l , . . . , n , a la m atriz compleja n x n A = (a¿j)
definida por a i; = /(e¡,e ¿); A 6 M „(C ). La m atriz A = (a¡j) es hermítica cuando
‘A = Á. La m atriz l Á se llama la matriz conjugada herm ítica o m atriz adju nta
hermítica, o simplemente adjunta, y se nota A f = (Á. A los a t] tam bién se les llama
coeficientes o componentes de / con respecto a la base (e¡).
Forzosamente tenemos que a lt e R. Toda m atriz simétrica real es hermítica.
Si A es hermítica entonces a , 3 = / ( e t,e^) = / ( e ^ , e,) = a j í = ‘a iJ = ( a ^ ) ',
es decir, A = A* = lÁ. Vemos inm ediatam ente que / es una forma hermítica
cuando, y sólo cuando, su m atriz es hermítica. Es decir, la m atriz de una forma
herm ítica con relación a cualquier base es hermítica. Entonces f ( x , y ) = ‘Y A X =
Y* A X = q(x) = f ( x , x ) = lX A X = X* A X . Una m atriz es antihermítica si
= —A.
El cuadro sinóptico siguiente resume todo lo referente a formas y aplicaciones,
además de uniformizar un lenguaje, notación y terminología que se halla lejos de
ser estándar en los diversos libros (ver la bibliografía). Los diferentes autores no han
depurado ni unificado el lenguaje y las definiciones.

U
Espacio K = R
E Aplicación (forma lineal) II
Aplicación (forma) antilineal o semilineal
E xE Forma bilineal Forma sesquilineal o antibilineal
E xE Forma bilineal simétrica Forma hermítica
E Forma cuadrática Forma cuadrática hermítica
E je rc ic io 4: Demuestre que el conjunto de formas hermíticas sobre nE y el conjunto
de matrices complejas hermíticas n x n son isomorfos para +, A·, y x . ¿Qué condi­
ción exige la última operación multiplicativa?

E je rc ic io 5: Poniendo E = C n , pruebe que la aplicación


n
((A j,. . . , An), ( /íj, . . . , /in )) 1 * ^ Aj/ij
¡=i
es una forma hermítica. Dicha forma se llama forma hermítica canónica sobre Cn .
¿Cuál es su m atriz hermítica en la base canónica?

E je rc ic io 6: Sea E el espacio vectorial C([a, 6]; C) de funciones complejas conti­


nuas, de variable real, t e [o, 6] c R. P ara x , y 6 E definamos la siguiente aplicación
f ( x , y) = x(t)y(t) dt. Muestre que / es una forma hermítica sobre E.

Los físicos usan la notación f ( x , y ) = (x|y) = (x|y) = x - y y llaman a / producto


hermítico, muy usado en mecánica cuántica y en series de Fourier. / se conoce tam ­
bién con el nombre de producto interno o producto escalar. Más adelante daremos
detalles y definiciones para ese producto.

E je rc ic io 7: Verifique, usando la igualdad A' = lQ A P , que si la matriz de una


forma sesquilineal sobre E x E es hermítica en una base, lo seguirá siendo en cual­
quier otra.

E je m p lo 1: E n la teoría especial de la relatividad, la forma bilineal simétrica sobre


R4 es dada por f ( x , y ) = c2t ' t 2 — x 1 y l — x 2 y 2 — x3y3, con x = ( t‘ , x ¡, x 2 , x 3) y
www.elsoluc

con y = (t2, y 1, y2, y3), donde c es la velocidad de la luz. A / se le llam a forma


de Lorentz, y su m atriz, llam ada de Lorentz, es hermítica; más exactam ente, es
sim étrica e invertible; su valor con respecto a una base ortogonal canónica es

fe2 0 0 0 >
0 -1 0 0
0 0 -1 0
0 0 -y

E je m p lo 2: Con C ([a, 6]; <C); definamos la siguiente forma integral

CJ ( [ a ,6 ] ; C ) 3 ( x ,y ) — ► / ( x ,y ) = í f x(s)y(t)K (s,t)d sd t,
Ja J a

donde K ( s , t ) , llamado núcleo, es una función definida y continua en el cuadrado


a $ s, £ g b. E ntonces / es una forma sesquilineal herm ítica si, y sólo si, K verifica
K ( t , s ) = K ( s , t ) , Vs,t.
E sta forma y la del ejercicio 3 originaron la creación de los espacios de H ilbert y
del análisis funcional; este último influyó mucho en el desarrollo del álgebra lineal,
cuando nos hubiésemos esperado lo contrario.

E je rc ic io 8: Pruebe las aserciones enunciadas en los dos ejemplos anteriores.

Algunos conceptos, definiciones y teorem as se alteran profundam ente debido al


paso de la sim etría ordinaria a la sim etría hermítica, y de la transición de formas
bilineales sim étricas a formas hermíticas. Veamos algunos conceptos esenciales.

7.4. O rtogonalidad
Se recomienda repasar las secciones 2.15 y 3.2.
Sea / una forma herm ítica sobre un espacio vectorial complejo E. Dos elementos
x y y de E son ortogonales con relación a / si /( x , y) = 0. E sta relación es simétrica.
Un elemento de E es isótropo si es ortogonal consigo mismo.

E je rc ic io 1: Demuestre el siguiente teorem a de Pitágoras: si ( i i , . . . , x n) son n


vectores dos a dos ortogonales de un espacio vectorial E y / una forma herm ítica
sobre E. Entonces:

/ ( x i + x 2 + · · · + X „ ,X i + x 2 + · · · + x „ ) = / ( x i , x i ) + · · · + / ( x „ , x „ ) .
Dos partes A y B de E se llaman ortogonales si todo elemento de A es ortogonal
a todo elemento de B. Si A y B son ortogonales, lo cual se simboliza por A 1 B,
entonces toda combinación lineal de elementos de A es ortogonal a toda combina­
ción lineal de elementos de B.

E je rc ic io 2: Demuestre esta últim a propiedad.

El conjunto de los vectores de E ortogonales a A es un subespacio vectorial de


E llamado, abusivamente, el subespacio vectorial de E ortogonal a .4 y se denota
por A 1 . A 1 es el ortogonal de A con relación a / . Siempre se tiene la inclusión
A c (-d1 )·1-.

E je m p lo 1: Si consideramos R3 con el producto escalar, entonces si A es una recta


(un plano) que pasa por el origen, A 1 es el plano (la recta) perpendicular a A que
pasa por el origen.

A , subespacio de E , es isótropo cuando A n A 1 ^ {0}. No es isótropo si


A r \ A l = {0}.

E je m p lo 2: Si A es la recta engendrada por un vector a e E, es claro que A es


isótropo cuando, y solamente cuando, /( a , a) = 0, es decir, cuando a es isótropo
por / ; el conjunto de estos vectores (reunión de las rectas que pasan por 0) se llama
el cono isótopo de / .

Cuando / es la forma de Lorentz, este cono, llamado luminoso, es el conjunto


de (t, x, y, z) e R4 tales que t 2 —x 2 —y 1 —z2 = 0.
En el caso de R3 con el producto escalar, el único vector isótropo es 0, y si tres
números reales x, y, z verifican la relación i 2 + y2 + z2 = 0 tenemos forzosamente
x = y = z = 0. En cambio esta relación tiene soluciones complejas no triviales.

7.5. Form as herm íticas no degeneradas


Se recomienda repasar la sección 2.12. Se llama núcleo de una forma herm ítica / al
conjunto N de elementos de E ortogonales a todo E\ N es un subespacio de E. Si
N ± {0} se dice que / es degenerada. O tra m anera más práctica para decir que /
es degenerada es: 3 io ^ 0 e E tal que } [x o,y ) = 0, Vy e E. También que 3 yo * 0
de E tal que /(x ,y o ) = 0, Vx e E. Se puede construir el espacio vectorial cociente
E / N y a través de éste, / define una forma herm ítica no degenerada (como en el
caso de formas bilineales simétricas). Esto permite siempre reducir el estudio de una
forma herm ítica al caso de una forma hermítica no degenerada (una forma bilineal
\
|
!

318 /Algebra multilineal

sim étrica se puede tam bién reducir al estudio de una forma bilineal sim étrica no
degenerada).
Si (q¡j) es la m atriz de / , forma herm ítica, con relación a la base (e¡), el número
complejo d et(a ¡j) se llama el discrim inante de / con relación a (e¡).

E je rc ic io 1: Demuestre que para que la forma herm ítica / sea degenerada es ne­
cesario y suficiente que el discrim inante sea nulo.

Volvamos a considerar una forma herm ítica / . Como ya vimos en las secciones
2.8 y 2.13, definimos la aplicación

E 3 x · — ‘ / y(x) = / ( x , y ) e C , Vy 6 E , f y eE*.

Se puede m ostrar que

¥>(yi + Ay2) = f y¡+\ y, = y?(yi) + V ( y 2) = f yi + X f y2.

E je rc ic io 2: Pruebe la antilinealidad de tp : y >-> ¡p(y) = f y.

Tenemos que ip es una aplicación antilineal de E en E* y por consiguiente <p es


una aplicación de E en E * (dual conjugado de E).
El conjunto de los y tales que <p(y) = 0 se llama el núcleo de la forma herm ítica
/ y se escribe N = ker ip N = ker / .
Es fácil verificar cúando la aplicación tp = f y es biyectiva:

1) Si ker ¡p = ker f — {0}, ip (y) = 0; entonces y = 0, es decir,

{[Vi e E , |>(y)](x) = f y(x) = f ( x , y ) = 0] => y = 0}

2) |/ ( x , y ) = 0 => i = 0 V y e £ j .

1) y 2) son equivalentes.
Lo anterior implica que si k e r'p = {0}, 'p 6 L(E; E*) es inyectiva y biyectiva, ya
que dim E * = dim E = n. En este caso se dice que / es no degenerada.
Si ahora tom amos A = (a<j) como m atriz asociada a la forma herm ítica / , ten­
dremos f ( x , y ) = 0 si, y sólo si, ctijx'yi = 0. Pero (1) es equivalente a decir que el
sistem a lineal ocijy:í = 0, (t = 1 , . . . , n) donde y 1, . . . , y n son las incógnitas,
sólo tiene la solución trivial y1 = · · · = y" = 0 y esto sucede cuando, y sólo cuando,
det(a¿j) # 0. Todo lo anterior se resume en la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 2: Sea f una forma hermítica sobre nE complejo y (a¡j) la matriz


asociada a f en una base de E . Las propiedades siguientes son equivalentes:
1) f es no degenerada sobre E.

2) Si f { x , y ) = 0 (Vx e E), entonces y = 0.

3) Si f ( x , y ) = 0 f i y e E ), entonces x = 0.

4) La aplicación antilineal ip de E en E * definida por <p(y) = f y = / ( · ,y) es


biyectiva, es decir, para toda forma lineal u sobre E , existe una, y sólo una,
y e E tal que u(x) = f ( x , y ) , Vi e E.

5) det(a¿j) ^ 0.
La dimensión de ip(E), dim (£>(£) = r, que es igual al rango de <p e L (E \E * ) ,
se llama el rango de la forma hermítica / ; entonces dim(ker / ) = n — r. Si r <
n, entonces k er¡p {0} y se dice que / es degenerada. Finalmente, si / es no
degenerada y si la dimensión de E es finita, la aplicación biyectiva y »-» <p(y) = f y
es un isomorfismo canónico de E en E* que permite identificar a E con E * . Si
ponemos y = <p(y) , entonces V i, Vy 6 E tenemos

( i | <p(y)) = [<¿>(í/)] ( i) = f y(x) = f ( x , y ) = ( i |y ) .

Por consiguiente este isomorfismo permite identificar (como ya lo vimos con las
formas bilineales simétricas no degeneradas en lassecciones 2.13 y 2.14) la orto-
gonalidad entre x e E y y e E * , (i|y ) = 0, con la ortogonalidad de E relativa a /:
/ ( x , y ) = 0. De aquí la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 3: Consideremos una forma hermítica no degenerada f sobre nE, y


F un subespacio vectorial de E . Entonces para F ^ , relativo a f , se tiene d im F -1- =
dim E — dim F y (F 'L)'1' = F.

E je m p lo : La forma de Lorentz es no degenerada puesto que su matriz con relación


a la base canónica de R4 es la m atriz invertible (c # 0)

, (? 0 0 °\
0 -1 0 0
0 0 -1 0
Vo 0 0 - v

7.6. B ases ortogonales


Se recomienda repasar las secciones 2.15 y 3.2. Consideremos una forma hermítica
sobre n E complejo. Un conjunto de vectores ( e i , . . . , e n) se llama ortogonal res­
pecto de / si los e\ son dos a dos ortogonales. Este conjunto se llama ortonormal
respecto de / si, además /(e¡,e<) = 1, Vi; es decir, si /(e ¿ ,e ; ) = 6 ¡j, o lo que es lo
mismo: la m atriz de / es la unidad I.

E je m p lo : La base canónica de R 4 es ortogonal con respecto a la m atriz de Lorentz.

T e o re m a 1 : En todo espacio vectorial complejo E de dimensión finita n, siempre


existen bases ortogonales respecto de toda forma hermítica f de E.

D e m o s tra c ió n : E sta prueba es parecida a la de las formas bilineales simétricas


(véase la sección 2.15). Escojamos una base ortogonal (e'l t . . . , e'„) y pongamos
/ ( e ',e ') = a¡ e R. Podemos ordenar los a¡ cambiando la numeración de los e' y
suponer que c*i > 0 , . . . , a , > 0 , a J+i < 0 , . . . , a , +¡ < 0 y a , +t+l = · · · = a n = 0 .
Definamos e¡ = —7 = para 1 < i ^ s; = J -— para s + 1 ^ i < s + 1 y = e<
sj&i yJ-Oíi
para s + t + 1 ^ t < n.
De aquí resulta que ( e i , . . . , e „ ) es una nueva base ortogonal de E tal que
/(e i) = · · · = f ( e „ e . ) = 1 ; / ( e J+i , e , + i ) = · · · = / ( e J+t, e J+e) = - 1 y / ( e J+t+i>
Cj+t+i) =»·· · = f ( e n ,e n) = 0. ,

C o ro la rio 1: Cualesquiera que sean los números complejos Ai, . . . , An y Hi, ■ ■ ■ ,


¡xn , tenemos
/ n n \ a í+t

/ ( £ A<e¿, 2 MjCj 1 = £ Xiíii - Y X¡¡i¡.


\i=l )= 1 / 1=1 t=s+l

C o ro la rio 2 : Si ( e i , . . . , e n ) es un conjunto ortogonal, entonces los (e<) son lineal­


mente independientes.

C o ro la rio 3: En una base ortonormal (e¡), x = A‘e¡ 6 E verifica f{ x ,e i ) = A*. Los


números f ( x , e¿) son las componentes de x con relación a la base (e¡).

E jercicio 1 : P robar los corolarios 1 , 2, y 3.

Como en el caso de las formas bilineales simétricas (véase la sección 2.15) se


tiene el resultado siguiente:

C o ro la rio 4: Si f es una form a hermítica de rango r sobre un espacio vectorial


complejo de dimensión finita E , entonces siempre existen bases de E tales que

i* } => /(e « ,e ,) = 0,
1 $ i ^ r => /(e¿, e¿) * 0,

r + l ^ t ^ n => /(e j,e ¿ ) = 0.


En tales bases tenemos /( x ,y ) = 2 ,r=1 a u x 'y ' y q(x) = a u x'x'.

Como O ^ cu, 6 R con 1 $ i < r , tenemos que los enteros s y í del corolario 1
no dependen de la escogencia de las bases ortogonales sino únicamente de / . Más
exactamente tenemos el siguiente teorema:

T e o re m a s 2 (L ey d e in e rc ia ): Consideremos la forma cuadrática hermitica q


asociada a una forma hermitica f sobre nE complejo. Entonces:
1) Existe una base ortogonal (e,) y dos enteros naturales s y t tales que con
relación a esta base (e,) se tiene:
S J + t

q(x) = f ( x , x ) = ^ x ' x 1 — ^ x*& , donde [s + i = r = rg (f)].


•=1 j=J+l

2) Si existe una segunda base (e') y dos enteros naturales s' y t' tales que con
relación a (e[) se tenga
>' j'+t'
q(x) = f ( x , x ) = ^ x ' ' x 11 — ^ x 1*X1*, donde [s' + í' = r = r y ( /) ] ,
»= l jss*' + l

entonces s = s' y t = t'.


La pareja (s, t) se llama la signatura de la forma hermitica / .

E je rc ic io 2: Demuestre el corolario 4 y el teorem a 2.

N o ta : Los eJ+l+i , . . . , e„ pertenecen al núcleo de / , por consiguiente si / es no


degenerada, tendremos s + t = n.

7.7. P rob lem a s


1) Averigüe la hermeticidad de las siguientes matrices:

f 3 2 —i 4 + i'' f l -3 4^
Vr.V = 2 —» 6 t B = -3 2 1
a >
^4 + ¿ ¿ 3 j 1 3)

f 2 2 + 3¿ 4 - S i)
c = 2 —3i 5 6 + 2¿
1

r ^4 + 5i
7
Diagonalice y dé la m atriz de cambio de base P , de las siguientes matrices
hermíticas:

2) Sea / una forma hermítica sobre nE complejo, cuya matriz en una base (e*)
es A. Llamaremos X y Y a las matrices columnas en la misma base (e,) de
los vectores x y y.

a) Deduzca que f ( x , y ) = Y * A X .
b) Pruebe que existe una m atriz cuadrada compleja inversible P tal que
P t A P es diagonal.

Note que p t A P es la m atriz diagonal (a¡¿) en una base ortogonal, según el


corolario 4 de la sección 7.6; dicha P no es la m atriz del cambio de base.
Esto no es la diagonalización tradicional donde lP A P = D es diagonal en una
autobase. Utilice la existencia de una base ortogonal relativa a / .

3) Tomemos una forma hermítica / no degenerada sobre nE complejo, un ope­


rador u y una base (e¿). Sean las matrices

P = ( / ( e i ,e J·)), A = /( « ,( * ) ), y A ' =/(«*,(*))·

Verifique si A! = P ~ i A^P.

4) Consideremos el espacio vectorial real C r .

a) Pruebe que (x |y ) = parte real de (x y ) es una forma herm ítica no dege­


nerada.
b) Exhiba un isomorfismo del espacio C r sobre el espacio euclidiano R 2.

c) Definamos para cada x e C r un operador u x así: u x (y) = xy. Halle la


m atriz de u x en la base (l , t ). Calcule det(uI ). ¿P ara qué vectores x es
u x positivo ?

5) Consideremos el espacio real AÍ2 x 2 (C) de matrices hermíticas que llamare­


mos H .

a) Muestre que la igualdad detA = q(A) para A 6 H define una forma


cuadrática q sobre H.
b) Si 5 es el subespacio de H formado por las matrices de traza nula, pruebe
que, la forma bilineal / asociada a q es definida negativa en S (es decir,
/( x , x) < 0 para todo x 4= 0 en S).

6) Consideremos el espacio R[X] de polinomios de grado menor o igual a 3


equipado con el producto escalar

<P|Q> = f ' P (x )Q (x)d x.


Jo

a) Halle el polinomio S x e R[X] tal que ( P \S Z) = P (x) para todo P e R[X].


b) Halle el adjunto del operador lineal derivación sobre R[X].

7) En el espacio C([0,1];R) consideremos los productos hermíticos

< /|fl)i = í /(x)g(x)<£r,


Jo

< /|s >2 = í f ( x ) g ( x ) x 2dx


JO

y el operador lineal u dado por

[«(/)] (x) = xf(x)·


a) Demuestre que u preserva los productos escalares dados, es decir, que

<w(/)l“ (»))i = </|S>2

b) Deduzca que u no es una transformación lineal (no es un isomorfismo,


no es un operador inversible).
c) ¿A qué se debe ésto último?

8) Dados los vectores y y z de un espacio hermítico E, deduzca que x — ► u(x) =


( x |y ) z define un operador lineal u sobre E , pruebe que existe y defínalo
explícitamente.

9) Llamaremos producto hermítico o simplemente producto interno (o escalar)


sobre un espacio complejo a una forma hermítica no degenerada y positiva. La
notaremos ( | ). Pruebe el siguiente teorema: Sea un espacio nE complejo con
el producto interno ( | ), y / una forma sesquilineal sobre n E. Entonces existe
un operador lineal único u sobre nE tal que f ( x , y ) = (u (x )|y ) cualesquiera
que sean x, y 6 nE . La aplicación / —► u es un isomorfismo del espacio de las
formas sesquilineales en el espacio de operadores L(E; E).
10) Determine si la ecuación </|¡?> = T r ( u f u j) define un producto
hermítico en el espacio de las formáis sesquilineales; para tod a base ortonorm al
(e¡) se tiene

<.f\9'> = ' Y f ^ k , e j )g(ek ,e j ).


ik

11) Compruebe que si en un espacio complejo E hay una forma sesquilineal / tal
que f ( x , x ) sea real para todo x, entonces / es hermítica.

12)'U n a forma sesquilineal / en un espacio complejo o real E es no negativa


si / es hermítica y / ( x , x) ^ 0 para todo x e E. La forma / es positiva
si / es hermítica y f ( x , x ) > 0 p ara todo x 4= 0. Demuestre las siguientes
afirmaciones:

a) / es no negativa si, y sólo si, A = Af (autoadjunta) y


A k j i j x k > 0 para todos los escalares x 1,. ■ ■ , x n . (x = x'e¿).
fc) P ara que / sea positiva la anterior desigualdad debe ser estricta para
todo ( x 1, . . . , x n) =}= 0.
c) / es una forma positiva cuando, y sólo cuando, g ( x ,y ) = Y * A X es una
forma positiva en el espacio de las matrices columnas sobre K .

13) Consideremos A e M n(K ). Definamos la aplicación g así: g{x,y) = Y * A X ;


pruebe que g es una forma positiva sobre M n {K) cuando, y sólo cuando, existe
una m atriz inversible P con elementos de K , tal que A = P*P.

14) La sum a directa de operadores A y B se nota A © B y es un nuevo operador


cuya m atriz es la suma directa de sus matrices. Si

/% ··· o\
A = : ' · . · = A! © . . . © A i t ,
\0 ··· A kJ

es la descomposición de la m atriz A , en sum a directa de las submatrices


Ai...... A*.
a) Examine la invariancia de los subespacios vectoriales de las representa­
ciones E i , . . . , Ek ■ Explique porqué

A(x) = A ^ x W + A<2>x(2>+ . . . + A«x<*>.


b) Examine la igualdad

/
cos 9 sen 9 0

cos 9 sen 9 —sen 9 cos 9 : 0

( —sen 9 cos 9

V o 0 : 1 /

en R2,R , y R3.
c) Pruebe que:

(/l« 1»® ¿ ( 2>) ( b <‘>® b <2>) = ® ¿<2>fi<2>.

d) Verifique que T r ( ^ A ^ © A^2^ = T r A ^ + T rA ^2K

e) Deduzca que d e t ^ / ^ 1) © = detA ^) · detA^2*.

Sea una forma / bilineal sim étrica y positiva sobre un espacio complejo E ,
entonces pruebe que todos los vectores de E son isótropos.

Sea PE un espacio de Hermite. Diremos que una sucesión ( M n = M , j ( n ) ) n €


N de matrices de MP(C) tiende hacia una m atriz M = M i cuando n tiende al
infinito, si la sucesión A/y (n) tiende hacia Aíy para todos los i y j fijos. Si A es
una m atriz herm ítica de M p ( C) compruebe entonces que A n, con n e N —{0},
es hermítica y halle una condición necesaria y suficiente para que la sucesión
(A ") tenga un límite cuando n tienda al infinito.

Por definición, un operador lineal t¡ sobre un espacio de dimensión finita E


con un producto interno, es no negativo si u = u* y (u(x)|x> J 0, para todo
x e E . Un operador u es positivo si u = y (ti(x )|x ) > 0 para todo x + 0.
La m atriz A e Mn (C) es positiva si, y sólo si, £ k A kjX3x k > 0 siempre
que x *, x2, . . . , xn sea complejos no todos nulos. Pruebe que las siguientes
propiedades son equivalentes:

a) A es positiva.
b) <X|Y> = Y^AX es una forma herm ítica positiva en el espacio
i) A es positiva.
ii) A = A* y Xij k A k 1 x kx 1 > 0 siempre que ( z ‘) sean números reales
no todos nulos.
iii) < X |Y ) = l Y A X es un producto escalar sobre A/n x i(R).
iv) El operador X >-* A X es positivo respecto del producto escalar (in­
terno) canónico (XIV') = ‘Y X sobre A/n x l (R).
v) Existe una m atriz P inversible de A/n (R) tal que A = 1 P P .

18) Encuentre que toda m atriz positiva es cuadrado de una m atriz positiva.

19) Pruebe que el producto de operadores positivos es positivo si, y sólo si, con­
mutan.

20) Sea C 2 con el producto escalar canónico. Halle los vectores x de C 2 tales que
exista un operador lineal positivo u tal que u(ei) = x.

21) Determine si

< (x i,x 2)|(yi, j/2)> = XliTT + 2X2Í7Í + 2 x iy j + x 2y2

es una forma sesquilineal positiva sobre C2.

22) Halle los valores del ángulo 9 p ara los cuales el operador Rg de rotación de
ángulo 9, en R2, con el producto escalar canónico, definido por

Re(x, y) = (x eos 9 — y sen 9 , x sen 9 + y eos 9)

es positivo.

23) Consideremos E = A/nx i(C) con el producto hermítico ( X |K ) = Y ^ G X , con


G e M n(C) que haga posible la existencia de ( | ). Sea A 6 AÍ„(C) la matriz
del operador u tal que u(x) = Ax.

a) Calcule u f .
b) Si Y es un elemento de E fijo, halle Z e E que determine la forma lineal

* _ Y ' X = (X \Z).

24) Se da una forma hermítica / sobre E complejo. P ara cada y G E definimos


una aplicación gy de E en C así:

x ~ p y(x) = /( x ,y ) .

a) Demuestre que gy e E * .
b) Muestre que

Sy+Ay' = 9y + *9v' V c E > VA 6 C

c) Deduzca que la aplicación y ►-» gy de E en E* no es lineal.


d) Dotemos a £ de la siguiente ley de composición externa: la multiplicación
por un escalar definida así (A, z) >-► Az. Compruebe que E es un nuevo
espacio vectorial complejo, que se llama el conjugado de E y se nota E.
e) Pruebe que la aplicación y >-* gy es una aplicación lineal de E en E * .
f) Concluya que si / es no degenerada y E es de dimensión finita, entonces
la aplicación y >-* g^ es un ¡somorfismo canónico de E en E * , el cual
permite identificar E con E *.

25) Consideremos el espacio euclidiano nE y su base ortonormal (ei). Si P re¡ es


la proyección en la dirección del vector e¿.

a) Demuestre la desigualdad de Bessel

tí *
Pr..(X) a - X {k < n), VX 6 nE.
1=1

b) Deduzca que se obtiene la igualdad de Parseval si, y sólo si, k = n:

Pr«.(X) = X X V X e nE.

26) Considérese la m atriz antihermítica A e M n(C) tal que eA = B. Pruebe las


siguientes afirmaciones:

a) d e t£ = eTrA
b) = e-*
c) B es unitaria.

27) Pruebe que una forma sesquilineal no es bilineal, a menos que sea la forma
nula.

28) Pruebe la antilinealidad de la aplicación / : C" >-> C definida por


29) a) Estudie la linealidad y la antilinealidad de la siguiente aplicación de C 2
en C definida por (1 1 , 1 2 ) >-» Xi + x-i según que A pertenezca a R o a C
(nos referimos al A que define la homogeneidad). Haga lo mismo para las
aplicaciones.
b) R2 1-* C 3 dada por ( x i.x j) >-► ( x i , 0 , 1x 2 )
c) / : C 3 C 3 dada por ( x i,x 2,x3) ·-* /( x i,X 2 .X 3 ) = (x 3 . x 1 .x 2 )· Además,
estudie f 3 = f ° f ° f y f 6·

30) Consideremos la aplicación lineal / : £ ■ - » C tal que / tom e sólo valores


imaginarios puros, pruebe entonces que / = 0.

31) Una forma sesquilineal / se llama no degenerada a la izquierda si 0 es el


único vector x tal que / ( x ,y ) = 0 para toda y. Se supone que el espacio tiene
producto interno.

a) Pruebe que una condición necesaria y suficiente para que / sea no dege­
nerada a izquierda es que el operador u / asociado a / sea no singular.
b) Defina la no degeneración a la derecha.
c) Pruebe que / es no degenerada a la izquierda cuando, y sólo cuando, /
es no degenerada a la derecha.

32) Sea un espacio de dimensión finita E con una forma / sesquilineal no degene­
rada, y una forma lineal a sobre E.

a) Demuestre que existe un vector único y e E tal que g(x) = /( x , y) para


todo x e E.
b) M uestre que cada operador lineal u tiene otro operador lineal asociado
ti*, llamado el adjunto respecto de / , tal que /( u ( x ) ,y ) = /( x ,u ( y ) ) para
todo (x,y) 6 E 2.

33) Deduzca que para cualquier operador lineal u, el operador ( u + u f) es hermítico


y (u —u f) es un operador antihermítico.

34) Demuestre que si los operadores u y v son autoadjuntos, entonces uv es au-


toadjunto si, y sólo si, ellos conm utan.

35) Consideremos un espacio hermítico E. Pruebe que si (u (x )|x ) es un número


real p a ja todo x 6 E, entonces u es hermítico.

36) Sea u un operador hermítico

a) Pruebe que u 2(x) = 0 implica u(x) = 0


b) Compruebe que un (x) = 0 implica u(x) = 0 para n > 0
37) Una m atriz A G M n(C) es antiherm ítica si A 1 + A = 0.

a) Pruebe que A es antiherm ítica cuando, y sólo cuando, iA es hermítica.


b) Com pruebe que toda m atriz M de M „(C) se escribe de m anera única
bajo la forma M = H + A ó M = H + iH ', donde A es antiherm ítica y
H y H ' son hermíticas.
c) ¿Qué condición es necesaria y suficiente resulta para que [H, H'] = 0?

38) Sea la m atriz A cuadrada sobre C. Pruebe que si A es hermítica entonces


la aplicación / : C n x Cn —* C definida por / ( x ,y) = *X A Y es una forma
hermítica sobre C.

39) Pruebe que el producto escalar canónico sobre Cn definido por

/( x , y) = x · y = <x|y> = i i ^ + x2y2 + . . . + x„y„,

con

x = ( x i,...,x n) y = ( y i,...,y n ) ,

es una forma herm ítica sobre Cn positiva no degenerada.

40) Con el producto escalar canónico precedente, demuestre la desigualdad de


Schwarz-Cauchy:

|( x ,y ) |2 «i (x ,x )(y , y)·

41) Demuestre que toda matriz hermítica real es simétrica.

42) M uestre que si A ·+- iB es herm ítica con A y B matrices reales, entonces A es
sim étrica y B antisimétrica.

43) Pruebe que toda m atriz M se puede escribir de m anera única en la forma
M = H + A, donde H es hermítica, //* = H, y A es antiherm ítica (A es
antiherm ítica si -4f = - A , por definición).

44) Compruebe que todas las raíces características de una matriz unitaria, tienen
valor absoluto 1.

45) Verifique que H = AA^ es definida positiva si la matriz compleja A es no


singular, (det¿4 4= 0).

46) Se dice que la m atriz M es congruente hermíticamente con la matriz N si existe


una matriz no singular P tal que M = P ^ N P . Pruebe que la congruencia
hermítica es una relación de equivalencia.
47) Dé un ejemplo de m atriz A 6 M n{K ), tal que A 2 sea normal, pero que A no
lo sea.
48) Considérese el espacio vectorial de matrices complejas m x n; determine si la
aplicación (M , N ) —* t r ( N M ) es una forma hermítica.

49) Consideremos las raíces n —ésimas de la unidad 71 = e 3^ 1 y 7* = e 1^ 4 ,


k = 1 , 2 , 3 , .. , , n — 1 , y la m atriz

A 1
1 \
1 7i • 7 r ‘
u = 1 72 • 72n _ 1

V 7 n —1 · • 7 n —1i

a) Pruebe que - ^ U es unitaria.


b) Si tenemos el siguiente cambio de coordenadas, llam ada transformación
finita de Fourier,
n —l

e " Vj,
}=o
muestre que

Vk
3=0

c) Compruebe que

Z M a = E Ivfcl2·
k-0 k=0

50) En el espacio de las funciones reales y continuas en [—1 , 1 ], C ([—1 , 1 ];R ),


definamos el producto escalar o interno así
r+ i
< Pi|P 2> = J ; P i(x)P 2 {x)dx.

Consideremos la sucesión de funciones polinomiales (Pn (x)} reales definida


por las condiciones: Po(x) = 1/2; P„(x) sea de grado n, y la condición de
ortogonalidad:

<P m |P n> = 6„
a) Compruebe que (P n |x m) = 0 para 0 $ m ^ n — 1.
b) Construya los primeros términos de la sucesión de los polinomios {Pn }
con las condiciones anteriores.
c) Pruebe que

< ^ {1 - *2)n|*m) = °, ( O ^ m ^ n — 1).

dn
d) Escriba P„ en términos de la expresión - — (1 —x2)n . Así ha obtenido,
axn
salvo factores constantes, los conocidos polinomios Pn de Legendre.

51) Consideremos en C([0,oo[;R) el producto escalar

<Pt | P2> = C e - z Pi{x)P 2 Íx)<L·'


Jo
donde Pi y p> son polinomios reales. Definamos la sucesión de polinomios
{Ln{t)j por las condiciones de que L q ( i ) = 1; grado (Ln (x)) = n y que sean
polinomios ortogonales, es decir (L m|L n) = <5m„

a) Demuestre que las anteriores condiciones implican que

( L n| i ) = 0, (0 $ m < n — 1).

b) Construya los primeros términos de la sucesión de polinomios {Ln }·


c) Pruebe que

e_ I x " |x m> = 0, (0<m $n-l).


dxn

d) Calcule L n en términos de la expresión e~x jp ; ( e ~ z x n). Así ha obtenido,


salvo factores constantes, los clásicos polinomios Ln de Laguerre.

52) Sea en C (] —oo, oo[; R)

< P .|P 2) = P e~z*Pi(x)P¡{x)dx.


J -co
Definamos la sucesión de polinomios {Hn(x)} por líis condiciones: H0(x) = 1;
grado (H n( x )) = n y que sean polinomios ortogonales: ( H m(x)\H n(x)) = 5mn.

a) De lo anterior deduzca que


b) Construya los primeros térm inos de la sucesión {//„}·
c) Muestre que

= 0, (n $ m ^ n — 1).

d) Calcule Hn en térm inos de e ** ***")· Así se obtienen, salvo fac­


tores constantes, los conocidos polinomios de Hermite.

53) Se da el siguiente sistema de funciones trigonométricas,

1, cosí, sen t, cos2í, sen2i, . . . , cosnt, s e n nt, . . .

en el espacio C ([—7r, 7t]; R). Pruebe que este sistem a es ortogonal con relación
a un producto escalar que ud. indicará.

54) Llamaremos (n+i)E el espacio euclidiano de todos los polinomios de grado


no mayor que n, con coeficientes reales, R[X ], El producto escalar de dos
polinomios Py, P 2 e (n+ i)E es, por definición,

+1

a) Deduzca que el siguiente sistem a de polinomios de Legendre, forma una


base ortogonal de („+i )E:

= l)k, *= = 1 .2 ........ n.

b) Calcule la longitud del vector Pk{t).


c) Escriba detalladam ente los polinomios de Legendre para k = 0 , 1,2,3
y 4.
d) Calcule Pk ( 1).
e) Determine el grado de Pk{t)·
f) E xpanda Pj-(£) en serie de potencias de t.

55) Sea A/2 *i(R ) con el producto escalar ( X |Y ) = lY G X con

_ (1 A
G = I l *| , m atriz positiva
a) Aplique el proceso de Gram-Schmidt para encontrar una base ortonormal

de AÍ2 xi(R ) a partir de la base j ^ j , M J.

b) Encuentre la m atriz P inversible de M 2xi(R ) tal que l P P = G.

56) D etermine cuáles de las siguientes matrices son positivas:

(1 -! A / 1 1/2 l/3 \
1 2\ /1 1+ i
2 -1 1 1 1/2 1/3 1/4
3 4/ ’ VI - i 3
V3 -! ij \
57) Sean los vectores x = (x \, 1 2 ) y y = (y i , y2). Determine cuáles de las siguientes
funciones / son formas sesquilineales en C 2:

/(x .y ) = 1
/( x , y) = x i y 2 - x 2yi
/( x ,y ) = ( x i - y t )2 + x 2y2
/(x.y) = (xi+Vi)2-(xi-Vif-
58) Sobre A/2xi(C ) sea la función g definida por g (x ,y ) = Y * M X , con M =
1 *>
. Estudie la sesquilinealidad y la sim etría hermítica de g.
. - i 2 1

59) Consideremos un espacio complejo nE de dimensión n; sea su dual, es


decir, el espacio de formas R-lineales con valor en los complejos / : E —► C.

a) Pruebe que / se puede expresar de m anera única así: / = / 1 + t / 2, donde


/ 1 y / 2 son formas R-lineales E —* R, elementos del dual de E , conside­
rado como espacio vectorial real (dim ^F = 2n), el cual denotaremos con
E *. Deduzca que = £* + 1£ * , donde iE* es el espacio de las formas
ig con g 6 E * .
b) Deduzca que los espacios E * e i£ * son reales, y calcule sus dimensiones,
lo mismo que la dimensión de £® sobre R y sobre C.
c) En el caso de £ complejo, demuestre que cualquier forma C-lineal o
antilineal £ —· C es R—lineal y está en £®. Deduzca que los espacios
complejos £ * , y ~E* son subespacios complejos de £®, de dimensión n,
sobre C; y

£® = £ * © £ * .
60) Sea un espacio vectorial complejo E] su espacio conjugado E se define como
el mismo conjunto de elementos de E con la misma adición aunque con una
nueva multiplicación (operación externa) por un escalar, notada AT, definida
así: C x E —» E, (A, i ) —* X'x = Xx.
ìnnm nnnm m m m

a) Determine si E es un espacio vectorial, si E = E y cuándo E = E.


b) Sea E @ E = Eo; pruebe que este nuevo espacio complejo puede identifi­
carse canónicamente, de manera natural, con su conjugado E o, es decir,
que entre E © E y E , hay un isomorfismo C-lineal, ( E © E s £<>)■
c) Demuestre que E® (del problema anterior) es isomorfo canónicamente
con el dual E q de Eo = E © E.
d) Muestre que el antidual E* de E se puede identificar con el conjugado
de E * y así E* es el dual de E.
8
E sp acios de H ilb e rt

Los espacios de Hilbert son herramientas fundamentales en el análisis clásico, en


el análisis armónico y en general en el análisis funcional; además, los espacios de
Hilbert son espacios más generales que contienen a los espacios euclidianos, min-
kowskianos y hermíticos como simples casos particulares. Veamos, no obstante, su
aspecto físico.
De la misma manera que los espacios euclidianos, minkowskianos y riemannianos
son los marcos naturales para estudiar los fenómenos físicos a la escala de la vida
diaria (mesocosmos y macrocosmos), los espacios de Hilbert forman la m atriz natu­
ral para el estudio de los fenómenos a escala genética, molecular, atómica, nuclear,
y psíquica (el microcosmos) .. .y también el macrocosmos.
E n física clásica el estado de un sistema físico se caracteriza por vectores y formas
lineales, en particular, por los parámetros posición y velocidad; éstas son las dos
condiciones iniciales para que el problema de Cauchy de las ecuaciones de Newton
tenga sentido y solución. En el mundo infinitamente pequeño aquellos parámetros
no son suficientes, son difíciles de medir y, aún peor, son incompatibles. Por otro
lado, las magnitudes que estudia la física clásica son funciones reales de variable
real, es decir campos escalares; por consiguiente son operadores proporcionales a
la función identidad y por ende tienen una sola componente. Es decir son mag­
nitudes matriciales, de una fila y una columna, que conm utan o perm utan entre
sí necesariamente.
En teoría cuántica el estado de un sistema se caracteriza por un vector Jcet que
pertenece a un espacio vectorial, llamado de los estados, equipado con una forma
hermítica. Las componentes del kec o vector de estado, con respecto a una base, se
llama función de estado, o por abuso de lenguaje, función de onda. E sta función
de onda compleja es una componente funcional y pertenece a un espacio vectorial
I

llamado espacio de Hilbert, también equipado con una forma hermítica.


Por ser la función de onda un número complejo, no se mide en los laborato­
rios, pero su módulo se interpreta físicamente como una probabilidad de presencia
espacial y temporal. Es sólo un elemento de previsión estadística que refleja la es-
tocasticidad o aleatoriedad irremediable del inquieto microcosmos.
Lo que mide el observador son magnitudes reales que se asocian con los operado­
res del espacio de los estados o del espacio de Hilbert que le es isomorfo. De manera
que las magnitudes observables o medibles en la teoría cuántica se asocian con ope­
radores y matrices. El espectro real de éstos contiene los únicos valores aprehendibles
por las medidas perturbativas (u observaciones), las cuales sólo filtran un número
compatible de operadores que conm utan multiplicativamente, y por consiguiente,
son diagonalizables sobre la misma base propia formada por los kets.
De esta m anera hemos resumido y motivado el estudio de los espacios de Hilbert
que constituyen la herram ienta del físico cuántico. Estos espacios vectoriales son
métricos y permiten hacer álgebra lineal y bilineal (álgebra ketorial). También se
prestan para el álgebra multilineal y el desarrollo del álgebra tensorial y exterior,
muy utilizadas a medida que se penetra más y más profundamente en el microcos­
mos. También, por la metricidad, se puede desarrollar el análisis m atem ático clásico,
no-estándar, tensorial y exterior. Los espacios de Hilbert perm iten cuantizar, en un
primer nivel, es decir, transform ar las variables dinámicas en operadores, y decir
que la mecánica cuántica es una teoría de la medida perturb ada sobre un álgebra
no conmutativa. Esos espacios se generalizan a espacios graduados llamados espa­
cios de Fock, los que permiten realizar una segunda cuantización, es decir, volver
operadores a los campos escalares, vectoriales, espinoriales y tensoriales y así poder
tra ta r muchas partículas o grados de libertad infinitos. En una palabra, la física
cuántica es una teoría cuantizada (operatorizada) de m anera totalitaria gracias a
los espacios abstractos de los estados y de los campos. A barca desde la modesta
mecánica cuántica h asta la teoría cuántica de los campos relativistas.
Esto nos d a un panoram a de las nociones físicas asociadas al complicado aparato
m atem ático que ahora expondremos.
Este capítulo es una generalización más del capítulo 3 de los espacios euclidianos.

8.1. E sp acios p re-h ilb ertianos com p lejos. Espacios


de H er m ite
Ya vimos que p ara to d a forma hermítica / sobre E complejo, / ( x , x ) = q{x) es un
número real. Como en el capítulo anterior, de ahora en adelante E será siempre
complejo.

D e fin ic ió n 1: U na forma hermítica / y su forma cuadrática herm ítica asociada q


son positivas, si para todo x € E , / ( x , x ) = q(x) J 0. De m anera análoga se definen
las formas hermíticas negativas.
Tomemos una forma hermítica positiva / , y calculemos su valor para toda pareja
(x,y) 6 E* y todo A e C:

q( x + Ay) = / ( i + Ay, x + Ay) = /( x , x) + Á /(x, y) + A /(y , x) + AÁ/(y, y);

multiplicando esta expresión por /( y , y) > O, ordenando y factorizando tenemos

o < [A/(y, y) + / ( x , y)] · [Á/(y, y) + / ( x , y)j - / ( x , y )/(x , y) + /( y , y )/(x , x).

Se presentan dos casos:

1) Si /( y , y) ¥> O, por ser A arbitrario lo escogemos poniendo A = —/( x ,y )


[ /( y .y ) ] ~ l y entonces obtenemos |/ ( x , y ) |2 $ f ( x , x ) f ( y , y). Si / ( x ,x ) * O
entonces intercambiamos a x y y y volvemos a obtener el mismo resultado.

2) Si / ( x , x ) = / ( y ,y ) = O obtenemos O ^ A/(x,y) + Á/(x,y). Escogemos A como


A = —/ ( x , y ) y obtenemos: | / ( x , y ) | 2 í O, es decir, f ( x , y ) = 0. Es decir que
obtenemos el siguiente resultado:
P r o p o s ic ió n 1 ( D e s ig u a ld a d d e S ch w arz): Tomemos una forma hermítica po­
sitiva f sobre E. Cualesquiera que sean x y y de E tenemos

\ f ( x , y ) i 2 ** f ( x , x ) f ( y , y ) ·

Efectuemos el siguiente cálculo donde / es una forma hermítica positiva, usando


la proposición anterior y la parte real 71:

q(x + y) = /(x + y,x + y) = /(x,x) + /(i,y ) + /(x,y) + /(y,y)


= f ( x , x ) + 2 !R /(x ,y ) + /( y ,y )
$ / ( x ,x ) + 2 |/ ( x , y ) | + /( y ,y )

4 /( x , x) + /( y , y) + 2 V /( x , x)-y/ / ( y , x) = [ V / ( x , x) + V /( y , y)]

De aquí resulta la siguiente proposición:


P ro p o s ic ió n 2 (D e s ig u a ld a d d e M in k o w sk i): Tomemos mía forma hermítica
positiva f sobre E . Cualesquiera que sean x y y e E , tenemos

y / f ( x + y , x + y) sí y / f { x , x ) + y / f ( y , y ) .

C o ro la rio 2: Si q es la forma cuadrática hermítica asociada a f , forma hermítica


positiva, la desigualdad de Minkowski toma la forma

V<l(x + V) < + V^Ü/) Vx,y 6 E.


P ro p o s ic ió n 3: Considérese una form a hermítica positiva f . Entonces:

i) ker( /) es idéntico al conjunto de vectores isótropos para f .

ii) Si f es no degenerada, el único vector isótropo es el vector 0.

iii) Si f es no degenarada y F es un subespacio vectorial de E , la restricción de


f a F es positiva no degenerada.

E je rc icio 1: Probar la anterior proposición (véase la sección 3.1).

E je rc ic io 2: Tomemos nE = C". Pruebe que la forma hermítica definida en la base


canónica de E por f ( x , y ) = x 'v ' (m ^ n ) es positiva. Verifique que / es no
degenerada positiva si, y sólo si, m = n.

E je rc ic io 3: Demustre que la forma hermítica definida por

/( x , y) = f x{t)y (t)d t
Ja
es no degenerada positiva.
Toda forma hermítica positiva f sobre E determina una aplicación de E en R +
definida por E 3 x >-► y/q (x) = y / f ( x , x). Además, VA 6 C se tiene y / q ( \ x ) =
yA A q(x) = lA lV ^x ); y V(x,y) 6 E 2, y /q (x + y) ^ y/q{x) + \/q (y )· Si además
suponemos que / es no degenerada, entonces q(x) = f ( x , x) = 0 si, y sólo si, x = 0.
Esto nos conduce a la siguiente propiedad:

P ro p o s ic ió n 4: Considérese a q como una forma cuadrática hermítica asociada


a una forma hermítica no degenerada positiva sobre E . La aplicación de E en R +
definida por x ►-> y/q (x) es una norma sobre E , que notaremos

x t— ► |x | = ^/q{x)

y que se llama norma hermítica o norma hermitiana.


D efin ición 2: Un espacio vectorial complejo E equipado con la norm a x >-► |x | =
■*Jq(x), donde q es una forma cuadrática hermítica no degenerada positiva sobre E,
se llama, en el caso general, un espacio pre-hilbertiano complejo o espacio pre-
Hilbert.

D efinición 3: Se llama espacio de Hermite o espacio hermítico a un espacio prehil-


bertiano de dimensión finita.

D efinición 4: Se llama espacio prehilbertiano a un espacio vectorial complejo pro­


visto de una forma hermítica positiva. Si esta forma es no degenerada, el espacio
prehilbertiano es llamado separado por algunos autores.
N o ta 1: Ciertos espacios prehilbertianos particulares se llaman espacios de Hilbert,
y los veremos más adelante.

Si bajo las nuevas circunstancias examinamos y modificamos la ley de inercia


(teorema 2 del sección 7.6) tenemos: t = 0 si, y sólo si, la forma hermítica / es
positiva. En este caso rg( f ) = r = s; por consiguiente, s = n si, y sólo si, la
forma hermítica / es no degenerada positiva y en este caso la base encontrada es
ortonormal; de donde resulta el siguiente teorema (ver la sección 3.2):

T e o re m a 1: Todo espacio vectorial complejo de dimensión finita tiene bases orto-


normales para toda forma hermítica no degenerada positiva. Es decir, todo espacio
hermítico (separado) tiene bases ortonormales.
Una consecuencia del teorem a es que en todo espacio hermítico separado nE se
tiene en la base (e¡) ortonorm al la siguiente igualdad:

f ( x , y ) = ñ x ' e u v ’ej) = x ‘yJ5¡j = x'y<; <j(x) = x ' x , = £ |x’|2.


i=l

De aquí se desprende el siguiente teorema (ver las secciones 2.15 y 3.3):

T e o re m a 2: Salvo un isomorfismo, existe una sola estructura de espacio hermítico


(separado) de dimensión n, a saber, Cn provisto de una forma hermítica no dege­
nerada positiva.
N o ta 2: En este teorema existencial se puede reemplazar, evidentemente, la frase
espacio hermítico separado de dimensión n por espacio prehilbertiano separado de
dimensión n.

Cn se llama el espacio de Hermite, el espacio hermítico o el espacio hermitiano


de n dimensiones.
-T!
www.elsoluci

P ara el estudio del espacio hermítico E se escoge, análogam ente al caso euclidiano
(véase la sección 3.4), una forma herm ítica no degenerada positiva /o sobre E que
llamaremos forma fundamental del espacio hermítico E\ de m anera que las bases
ortonorm ales de E serán las bases ortonorm ales de /o- El valor / 0 ( 1 , y), de esa
forma fundamental para dos vectores x y y del espacio hermítico (o de un espacio
prehilbertiano), se nota de varias m aneras, por ejemplo:

/o (x ,y ) = (x|y) = (x|y) = <x,y) ■

Se dice que (x |y ),o cualquiera de sus equivalentes, es el producto interno, o producto


escalar, o producto escalar hermítico de x y y. Se llam a norm a herm ítica de x al
número real positivo

1*1 = V (* l* ) = V(*l*>·

En una base ortonormal cualquiera de / 0 tenemos (x|y) = x 'y '- l----- l-xnyn ; |x | =
V |x * |2 H------- |x " |2· Además, la desigualdad de Schwarz se escribe | (x|y) | $ |x | ■
|y |, la desigualdad de Minkowski se representa por ||x + y|| < |x | = ||y||'(desigualdad
triangular) y si el espacio hermítico es separado, entonces x = 0 si, y sólo si, |x | = 0.

N o ta 3: Los físicos llaman simplemente producto hermítico al producto escalar


hermítico (x|y). Al corchete ( | ) lo llaman bracket o bracket de Dirac, de m anera
que (x| es el vector bra (covector) y |y) el vector ket. Además en los textos de
m ecánica cuántica la semilineahdad se le adjudica al primer argum ento de /( x ,y ) ,
es decir a las x. De m anera que se escribe

( x | y ) - * y + ·..+*"»"
1 J> x(t)y(t)dt.

Estos cambios son detalles tipográficos de poca im portancia para la teoría fisico­
m atem ática.
Un espacio complejo con el producto hermítico ( | ) se llam a a menudo espacio
unitario (espacio hermítico).

N o ta 4: Hemos convenido en llamar un vector x con el nombre de k etx , notado


| x); y una forma lineal /* la hemos llamado bra, notada ( / * |. Esto con el fin de
unificar el lenguaje y notación, y no diferenciar entre el corchete de dualidad y el
corchete cuántico o bracket de Dirac. Es como la palabra unificadora producto esca­
lar que se usa con diferentes objetos, entre: vectores, formas, funciones, vectores de
estado, etc.; todos ellos también llamados vectores. Hay, sin embargo, unas sutilezas
que debemos aclarar para evitar confuciones.
N o ta 5: El bra | de la notación cuántica no es una genuina forma lineal, es
exactam ente una forma antilineal o semilineal, como lo vimos en el capítulo 7.

N o ta 6: P ara los vectores o k e t s i del espacio E, tendremos x = | i ) e E; para las


formas lineales o bras / * , tendremos: /* = ( f * |e E * .

N o ta 7: P ara los kets í del espacio Ti tendremos: 'I1 = | '!>) e Ti.

N o ta 8: Como ya dijimos en 1) que (J* |, entonces, |£ H * . Vimos que


| pertenece a otro espacio, H * , llamado espacio antidual, también llamado dual
conjugado de Ti o espacio complejo de H * .

N o ta 9: Ahora puede comprenderse el énfasis que pusimos en la nota del párrafo


§1.6; en el ejemplo 13 del §1.9; en las notas del §2.3; en el ejemplo 2 del §2.13; y en
§3.4; §7.5; y §8.5. Ver en el §7.7 los problemas 59 y 60.

E je rc ic io 4: Pruebe que toda familia (z¡) de vectores no nulos ortogonales dos a


dos de un espacio hermítico es linealmente independiente.

E je rc ic io 5: E xtienda al espacio hermítico el proceso de ortonormalización de


Schmidt (véase la sección 3.4).

E je rc ic io 6: Extender a los espacios hermíticos el teorem a de Pitágoras (véase la


sección 3.4).

E je rc ic io 7: Verifique que si Cn tiene la forma herm ítica canónica, entonces es un


espacio prehilbertiano separado.

E je rc ic io 8: Demuestre, en un espacio prehilbertiano separado, las desigualdades


de Hólder y de Minkowski:

2
rb r1
1 cb
x (t)y (t)dt 4S |x ( t)| dt
q Ja

‘ rb
J l* (0 + y (0 l dt
- i
$
rb
I |i(í)| dt
o 1

r |y(O I dt

N o ta 10: Véase nota 8 de la sección 6.9.


8.2. D esiguald ad de B e sse l e igualdad de Parseval
H asta ahora nos hemos ocupado exclusivamente de espacios hermíticos E de dimen­
sión finita n que necesariamente tienen bases ortonormales ( e i , . . . ,e n), de manera
que x e E está representado por una serie finita de la forma x = x'e¡ = (x|e¡) e,
(i = 1 ,. . . ,n ). Cuando £ es de dimensión infinita, es decir, E es un espacio prehilber-
tiano, todavía existen bases ortonormales infinitas, pero numerables, que se pueden
obtener por el proceso de ortonormalización de Gram-Schmidt. Estas bases orto-
normales con un número infinito numerable de elementos se conocen con el nombre
de sistema U ortonorm ado de elementos de E.
Con U podemos aún formar el conjunto numerable de números x ‘ = (x|e,) # 0,
Vei 6 U. Entonces x se genera por una serie 2 ” { x'e, que puede converger o
no hacia x. Las componentes (x|e¿) de x, en este caso, se llaman coeficientes de
Fourier de x. La expresión (x le·) e« se llama entonces serie de
Fourier. Por ejemplo, las funciones e„ definidas por e„(í) = e x p ( in t), para n entero
positivo, negativo o cero, forman un sistema ortonorm ado U, el cual será la base
para desarrollar en serie de Fourier.
El caso más complicado de bases U, con infinitos elementos no numerables, lo
tratarem os en la sección de los espacios de Hilbert.
Las propiedades que ahora vamos a dem ostrar bien se pueden aplicar al caso de
bases finitas, infinitas numerables e infinitas no numerables.

T e o r e m a 3 (d e P itá g o r a s ) : Si los vectores x i, . . . , x„ son dos a dos ortogonales


se tiene

l * i + - - - + * n | 2 = J x i l 2 + · · ■ + ||x „ ||2 .

E je rc ic io : Probar este teorema para n = 1 y luego para n arbitario.


N o t a 1: La recíproca no es cierta en general; si lo es, entonces, E es un espacio
vectorial real.

P r o p o s ic ió n 5: Consideremos un espacio E prehilbertiano (separado), F un sub-


espacio n-dimensional de E y x e E . Entonces:

i) x se descompone de manera única en la forma x = xi + x2 con x i e F y


xi e F L.

ii) Vy e F, y ^ x \ se tiene ||x —xi|| ^ ||x —y |.

iü) Si (e„) es una base ortonormal de F, entonces Xi = (x|ei) ej H------(- (x|en) en .


D e m o s tr a c ió n : Pongamos x i = (x|ei) e¡ H-----+ {x|en) Cn. X2 = x —X\-Entonces
x = x i + X2 , xi 6 F y x j 1 e¿ (Vi); por ende x 2 1 i 7, puesto que

( i 2 |ei) = (x|e¿) - (xi|e¿) = (x|ei) - (x|e,) = 0;

de aquí se infiere la existencia de X\ y x2 para i).


Si x = x \ + x >2 con X, e F y x 2 £ F x ; entonces, Xi - xí = x 2 —Xje F n F 1 ;
por ende xi = x\ y x 2 = x 2; de aquí resulta ii) y simultáneamente iii). Ahora sea
F 3 y # x, entonces

x - y = (x - x i) + (xi - y) = x 2 + (xi - y),

con Xi —y € F ; de aquí obtenemos:

II* - vil2 = IN II2 + ||xi - y f > N I 2 = ||x —x ill2,


es decir ii). s

T e o r e m a 4 ( D e s ig u a ld a d d e B e sse l): Sea {e¿}, i = l , 2 . . . , f c , un conjunto or-


tonormal en un espacio prehilbertiano (separado) E, y x 6 E. Entonces el conjunto
de números |(x|e¡)|2 es de suma convergente y

¿ |(x|e¿)|2 « ||x||2·
im l

D e m o s tra c ió n : La proposición 5 permite afirmar que x = (x|et)e< + x 2, con


x2 1 Cj Vi = 1 , . . . , k.
Además el teorema 3 de Pitágoras permire escribir:

N ^ S K ^ ^ + IN f^ S K x M I2·
1=1 ts l
N o ta 2: El teorema es válido en espacios prehilbertianos y hermíticos.

N o t a 3: U na prueba directa de la desigualdad de Bessel sin pasar por las proposi­


ciones anteriores se obtiene así:
k ||2 / k
1 - Y (x le*) e<| = (x~
\
Y ·=!
e* 1 - Y (x le‘>e'
«a 1

= (*l*> ~ ( * Y (zM ti) ~ ( 2 (xle¡) e¡


k
Y (*|e¡) e.
= NI2- E <xleí> i-1
~ E <zlei>^e<l^ +
tal

E (i|e i) (x|ej) (e,|ej)


ij= l

= |x |3 - 2 | (x|e<) |a - ¿ | Ia +
t-l . tal

E <x|e¡) <x|e,)á¡j

= Jx||l - 2 2 I (*|e<> I2+ E I (x le‘ >I2 ^ 0 '


tal ¿al

de donde

¿ I <*l*i> Ia < |x |2-


i=l

T e o re m a 5 ( Ig u a ld a d d e P a r s e v a l ): Si E es un espacio hermítico con la ba­


se (en) tal que E 3 x = £ " =1 x<ei, entonces

NI = E K*MI2 = E M2·
tal tal

D e m o s tra c ió n : i = 2 ? a i z *e* = 2 ? * ! (x le*)e*» entonces,

H 2 s (i|x) = ¿ (xle·) (c,-|x) (ei|e>)


1,3 = 1

= ¿ ( * |e < ) J x \ é j ) 6 i j = ¿ l< x | « i ) | 2 = ¿ l * i | a- ·
>,¿=1 i= l i= l

N o ta 4: E ste teorem a tiene implicaciones cuánticas muy im portantes (véase la


sección 9.8).

8.3. O peradores adjuntos


E sta sección es la análoga a la de la transpuesta.
Las proposiciones que vamos a enunciar son válidas para espacios E prehilber-
tianos, hermíticos y también para espacios de H ilbert (éstos serán definidos más
adelante); en todo caso, especificaremos el tipo de espacio al cual se aplicarán las
propiedades enunciadas. Las aplicaciones lineales que vamos a estudiar serán en-
domorfismos, conocidas con el nombre de operadores lineales; si son biyectivas se
llam arán transformaciones. P ara el operador u o para A usaremos las notaciones
u(x) = u |x > o A('I') = |J4('I')) = l/M ) = con i y i £ £ . O tros ponen
simplemente A x , ux.
Considérese un espacio E prehilbertiano (separado) de dimensión finita, es decir,
E es un espacio hermítico. Su aplicación fundamental /o es no degenerada; la apli­
cación asociada ip de E en E * es biyectiva, (es un isomorfismo) y permite identificar
E con E *. Además, si tom amos un operador o endomorfismo u e L ( E \ E ) , lu se
identifica con un elemento de L ( E ; E ) que notaremos u f (véase la sección 1.11).
En otras palabras, como en la sección 2.16, a un operador lineal u de E se le
puede asociar otro operador único de E que llamaremos el operador adjunto de u, y
que notarem os u* (léase u cruz o u daga). De m anera que con la notación de Dirac,
fo {x ,y ) = (x|y), tendrem os la siguiente definición:

D e fin ic ió n 5: El operador adjunto tif , único, asociado a cada operador ti de E,


espacio vectorial hermítico, se define por la relación:

(u (i)|y ) = ( x |u f (y)) V ( x , y ) e £ 2.

La m atriz M * de u f se llam a la matriz adjunta y es por definición A/· = lM . Si


M* = M se dice que la m atriz M es autoadjunta o hermítica. Ya dijimos que si
M* = —M , entonces M es antiherm ítica o antiautoadjunta.
N o ta 1: O tra m anera de definir u* sería evidentemente por la igualdad <ut(x)|y> =
<u(y)|x>, o

/o [u (x )> y ] = /o [ x , « f (y)] ·
Los físicos llaman a u * o Ai* el adjunto hermítico o conjugado hermítico. O tra
notación em pleada por los físicos es (x|u(y)) = (x|u|y) o (x|u*(y)) = (x|u^|y).
Inm ediatam ente se puede obtener una serie de propiedades que se demuestran di­
rectam ente utilizando la transpuesta. Por ejemplo, . <V

(x|(A u)f(y)) = ((Au)(x)|y) = (Au(x)|y) ¡V


= A (u(x)|y) = A (x |u f(y))
= <x|Á(«t(y))) = (x|(Á ut)(y)) Vx e E.

Entonces (Au)^(y) = (Xu*)(y) (Vy), y por tanto (Au)* = AjA En general tendremos
el siguiente resultado: . .y-t

T e o r e m a 6: Sean los operadores u y v 6 L (E ) y X e C, entonces

1) (u + v)* = + v*. ■*«»*· » : '''■ V ' *


2) (A u)^ = Â «t.

3) ( u v ) 1 = tAuf .

4) (u*)* = u.
n

5) rg (u f) = rg (u).

6) (IdEÿ = IdE .
n

7) Si u es inversible, entonces u f es inversible y (u*)-1 = (u _1)f .

8) d e tu t = detw.
n

9) Las matrices de u y u* con respecto a una misma base (e<) ortonormal de E


son adjuntas la una de la otra, es decir,
m

M [« * , ( * ) ] = { A / K ( e * ) ] } 1 = 1 { m [u , ( e , ) ] } ·

E je rc ic io 1: Dé la prueba com pleta de este teorema, sobre todo, pruebe con rigor
el litera! 9).
m

E je rc ic io 2: Verifique que si F es un subespacio vectorial de E invariante por u (o


estable por u), entonces F 1 es invariante por u f.
m

E je rc ic io 3: Demuestre que si (u(x)|y) = (t>(x)|y), V(x,y) e E 2, entonces u = v y


que si (x|u(y)) = (x|i>(y)), V(x,y) e E 2, entonces u = v.
Del teorema anterior, referente a los operadores, resulta otro teorema referente
a las matrices de los operadores. Es decir, se tiene el siguiente teorema:
n

T e o r e m a 7: Si A y B son matrices complejas cuadradas de orden n 2: A, B e


M n 2 (C), y A 6 C, entonces:
m

1) (A + B )f = A ' + B f .

2) (AA)t = XA*.

3 ) (A B ) ' = B ' A K
m

4) = A.

5) r g A * = rgA.

6) F = I.
m

7) Si A es inversible, entonces A* es inversible y = (,4- l )t.


8) d e tA f = det A.

9) d e tÁ = deti4.

La prueba se deriva del anterior teorema y se se deja como ejercicio.

N o t a 2: Cabe señalar aquí dos operaciones entre operadores (y sus matrices) de


mucho uso en física cuántica. Se llama conmutador de dos operadores A y B al
nuevo operador A B — B .4, notado [A, B] s A B — B A. Se dice que dos matrices
u operadores conmutan (o permutan) si su conmutador es cero: [A, B] = 0 (es
decir, A B = B A). En tal caso, también se dice que A y B son conmutables o
permutables. Se llama anticonmutador de dos operadores (o matrices) A y B al
nuevo operador A B + B A, que se nota {A , B } = A B + B A = [>4, £ ]+ . Se dice que
dos operadores anticonm utan si su anticonmutador es nulo: { A ,B } = [/4, B ]+ = 0
(o sea A B = —B A).

8.4. G ru p o unitario
E sta sección generaliza al grupo ortogonal.
Estamos trabajando aquí con matrices complejas cuadradas, que son las coor­
denadas o componentes de los operadores de un espacio hermítico. Ahora vamos a
estudiar un subgrupo del grupo lineal G L (E ) el cual es fundamental en la teoría
cuántica. Ese grupo, que se llama grupo unitario, deja invariante a los conm uta­
dores, a las probabilidades y a los valores medios que se calculan en la mecánica
cuántica. Ese es el grupo de invariancia de los espacios de Hermite y de los espacios
de Hilbert, a los cuales da estructura geométrica en el sentido de Klein, originando
la geometría de Hermite y la geometría de Hilbert. De manera que la mecánica
cuántica es una geometría más, un caso particular de la geometría de Hilbert. De
allí que podamos llamar a la mecánica cuántica, geometría cuántica (no confundir
esto con la cuantización geométrica que es otro hermoso capítulo de la física de la
década de 1970).
El grupo unitario es a los espacios de Hermite (y de Hilbert) lo que el grupo
ortogonal es a los espacios de Euclides (y de Minkowski). El grupo unitario uni-
modular es a aquellos espacios lo que el grupo ortogonal unimodular es a éstos.
Las matrices unitarias (y unimodulares) son al caso complejo lo que las matrices
ortogonales (y unimodulares) son al caso real. Todo lo unitario (y unimodular) es
a la física cuántica lo que lo ortogonal (y unimodular) es a la física clásica y lo que
lo lineal y unimodular es a la física relativista. De nuevo tropezamos con el hecho
que la física se reduce a un estudio de grupos, a un estudio de geometrías. Estos
grupos conservan (dejan invariantes) a las leyes físicas, a magnitudes medibles, a
conceptos abstractos, a relaciones de conmutación o anticonmutación, a los obje-
tos que representan magnitudes físicas concretas o abstractas, a las ecuaciones de
campos, etc.
Lo que aquí vamos a estudiar tiene un gran paralelo con lo visto en las secciones
2.17, 2.18 y 2.19.
Consideremos un operador u de un espacio métrico, u e L (E ), tal que V(x,y)
G E 2 tengamos (u(x)|u(y)) = (x|y); por definición, se dice que el operador u conserva
el producto hermítico; es decir, a la forma fundam ental /o- Por consiguiente u
conseva la forma cuadrática herm ítica 70 asociada a / 0 , es decir, que la relación
definitoria precedente implica que para todo x 6 E se tiene |u (x )|| = |x |.

E je rc ic io 1: Pruebe esta últim a declaración.


El análisis anterior se resume en la siguiente afirmación:

P ro p o s ic ió n 6: Consideremos un espacio hermítico E ; para todo operador u e L (E )


las cinco propiedades siguientes son equivalentes:
i) <u(x)|u(y)) = ( x |y ) , V(x,y) e E 2.

ii) |u (x )|| = |x | Vx 6 E (conservación de la norma hermítica). ■■

iii) u*u = IdE.

iv) u = IdE.

v) u es inversible y u " 1 = .

D e m o s tra c ió n : Es análoga a la dada para la proposición 13, sección 2.18, del caso
del grupo ortogonal, salvo para la implicación ii) => i) que se tra ta así:
Tomemos /( x , y) = (x|y) y p(x,y) = ('“ (x)|u(y)) Vx,y e E, entonces / y g son
dos formas hermíticas. Si la condición ii) se verifica, tenemos /( x , x) = y (x ,x ),
Vx e £ y por ende /( x , y) = g ( x , y), Vx, y e E. #

D e fin ic ió n 6: Todo operador o endomorfismo del espacio hermítico E que cumple


con una de las cinco condiciones equivalentes de la proposición precedente, se llama
operador unitario, o endomorfismo unitario, o isometría.
Se dice entonces que u es un automorfismo (lo es porque u es unitario) de la
forma herm ítica / 0 o de la forma cuadrática herm ítica asociada.
La proposición anterior m uestra que para to d a m atriz M asociada a un operador
unitario, respecto de una base ortonorm al de £ , se tiene = /„ si, y sólo si,
A /-1 = M f = tM . De m anera general, to d a m atriz del álgebra de matrices n 2,
A/nj(C ), que verifica una de las cinco condiciones equivalentes que aparecen en la
siguiente proposición, se llama m atriz u nitaria de orden n (n 2):

P ro p o s ic ió n 7: Considérese una matriz M compleja de orden n. Las siguientes


propiedades son equivalentes:
i) M ' M = /„ .

ii) M M ' = / n .
m j M es invertible, y A /-1 = . Si equipamos a C n con la forma hermítica
canónica, estas condiciones son todavía equivalentes a las siguientes:

ivj Las columnas de M son ortonormales.

v) Las filas de M son ortonormales.

E je rc ic io 2: Demuestre esta proposición (ver la proposición 16, de la sección 2.19).


Se dem uestra fácilmente que toda matriz de cambio de una base ortonorm al
a o tra base ortonorm al, en un espacio hermítico, es necesariamente unitaria; más
técnicam ente se tiene el siguiente resultado:

P ro p o s ic ió n 8: Considérese la base ortonormal de E, ( c i , . . . , c n), y u e L(E).


Las condiciones siguientes son equivalentes:
i) u es unitario.

ii) ( u ( e i) ,. .. ,u (e n)) es una base ortonormal de E.

E je rc ic io 3: Pruebe la propiedad anterior.

E je rc ic io 4: Demuestre que toda m atriz unitaria real es ortogonal.

E je rc ic io 5: Pruebe que un operador es unitario cuando, y sólo cuando, su matriz


con respecto a una base ortonorm al es unitaria.

E je rc ic io 6: Justifique que si u es unitario, entonces u f esunitario.


A hora podemos m ostrar sin dificultad que el conjunto de aplicaciones lineales
unitarias de £ en £ forman un grupo, más exactamente:

D e fin ic ió n 7: El conjunto de los operadores unitarios de un espacio hermítico de


dimensión n forma un subgrupo del grupo lineal G L(C ), llamado grupo unitario y
notado por Un(C), o tam bién Un .
La dem ostración se deja como ejercicio.

P ro p o s ic ió n 9: Un(C) es también, por definición, el grupo de matrices complejas


n x n y unitarias. Estas matrices, o los operadores representados, verifican el cálculo
siguiente:
det(uu^) = d e tu · det u = | d e tu |2 = d e tu · d e t u f
= d e t(iiu f) = det (IdB) = 1. (8.1)
Por consiguiente tenemos la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 10: El determinante de todo operador unitario, o de toda matriz


unitaria, es un número complejo de módulo 1 : |d e t u | = 1.

D e fin ic ió n 8: Un operador o m atriz de determ inante +1 se llama operador o


m atriz unim odular o especial. El conjunto de los operadores o matrices unitarias
unimodulares forma un subgrupo del grupo Un(C) que se llama el grupo unitario
especial (o unimodular) y se nota SU n(C).

E je rc ic io 7: Demuestre que SU n(C) es un subgrupo distinguido de {/„(C). Estudie


el homomorfismo u >-» det u.

E je rc ic io 8: M uestre que todo valor propio de un operador unitario es de módulo 1.


Hemos usado la notación Un (C) y SU n(C) para indicar que el espacio es complejo
y es Cn , isomorfo a E. Pero tam bién se usa la notación Un(E) y S U n(E). Los
físicos corpusculares usan la notación simplificada Un y SUn , donde Se sobreentiende
K = C. En física cuántica, en física relativista y en física de partículas se usan grupos
de baja dimensión tales como U\, S U 2 , SU 3 y SU 4. Estos grupos han perm itido
realizar grandes avances en la física teórica, sobre todo, desde el momento en que se
utilizaron masivamente, en la década de los años sesenta, para clasificar el zoológico
de las 400 partículas elementales y en las teorías de campos independientes de la
norm a (llamados campos de gauge) y en el program a de unificación. Como en los
procesos de razonamiento y de cálculo, el físico se interesa por el anáfisis sobre estos
grupos, entonces se le añaden a í / n y a SU n propiedades topológicas (vale decir
de continuidad) y analíticas (es decir, derivabilidad y series de Taylor); con estos
ingredientes, a Un y SU n se les llam a grupos de Lie.
Estos constituyen inapreciables herram ientas en relatividad, teoría cuántica,
partículas, geom etría diferencial, teoría de la representación lineal, teoría de las
transformaciones, etc.
Lapidariam ente podemos afirmar que el grupo fundam ental de la mecánica
cuántica es S Í/ 2 Í es decir, el conjunto de matrices complejas 2 x 2 unitarias y uni­
modulares, que a la vez forman la representación definitoria (más baja) del grupo
abstracto SU 2 ·
El grupo cuántico SU 2 gobierna al momento angular, al espín, al isospín, al
espacio de los espinores, el isospín débil, etc. El grupo SU 2 es a la mecánica cuántica
lo que el grupo S O 3 es a la mecánica clásica y lo que el grupo S L ( 2,C ) es a la
mecánica relativista. SU 2 contiene más física, más ciencia y más m atem ática que
S O 3 , así como S L contiene m ás ciencia que el grupo de Lorentz.
El grupo SU 2 asegura que un cambio de bases deje invariante al espacio de la
mecánica cuántica, no afecte las probabilidades de transición, los conmutadores,
los valores medios, las ecuaciones de evolución ni las diferentes representaciones y
descripciones (pictures). Es pues, ese grupo extraordinario el que asegura la inva-
riancia de la geom etría de la mecánica cuántica.

8.5. O peradores herm íticos


Se llama operador hermítico de un espacio E, a todo operador u autoadjunto, es
decir, tal que u = u t, donde u* es el operador adjunto de u respecto a la forma
fundam ental fo de E. Esto se generaliza a los operadores simétricos.
Las propiedades de los operadores autoadjuntos o hermíticos se derivan así:
u = u f o (u(x)|y) = (x|u(y)) Vx,y 6 E. La hermiticidad de u se asegura si, y sólo
si, en una base ortonorm al (e¿)

M (ti, ( « ) ) = [A/(u, (ei))]t = ' [ % M ] ,

es decir cuando, y sólo cuando, M (u, (ej)) sea herm ítica o autoadjunta. También
tenemos el hecho que: Vx e E, (x|u(x)) = (u(x)|x) = (x|t¿(x)). Recíprocamente,
tomemos un operador u del espacio hermítico E tal que (x|u(x)) sea real Vz e E\
además, consideremos la aplicación / u e E 2 en C definida por (x,y) ·-* /„ (x ,y ) =
(x|u(x)). A simple vista se observa que /„ es lineal en z y antilineal en y, es decir,
f u es una forma sesquilineal. Es más, como para Vz 6 E / u(z, y) e R, entonces al
desarrollar / u(z + y ,z + y) y /„ ( z + ¿y, x + iy), tendremos que / u(z,y ) +· / u(y, z) es
real y / u(z, y) —/ u (y, x) es imaginario puro. De aquí resulta finalmente: / u(y, x) =
/ u(x, y), por consiguiente /„ es herm ítica y (x|u(y)) = (y|u(x)) = (u(x)|y) y u es un
operador hermítico. Todo lo anterior queda contenido en la siguiente proposición:

P ro p o s ic ió n 11: Consideremos un espacio hermítico E. Para todo operador her­


mítico o autoadjunto u, las siguientes propiedades son equivalentes:
i) ti* = u.

ii) (u(x)|y) = (x |u (y )), V(x,y) 6 E 2.

iii) (x|u(x)) 6 R, Vx 6 E.
iv) La matriz M = M (u , (e^)) asociada a u en una base ortonormal de E , es
hermítica o autoadjunta, es decir, M* — M .

Cualquier aplicación lineal de E en E que verifique una de las cuatro condiciones


de la proposición precedente se llama operador hermítico o autoadjunto.

N o ta : Los físicos definen un operador A como hermítico por la relación (x|A|y) =


(y|A|x) o por ésta más simple (x|.4|x) = (x|A |x). A la expresión (x|A |x) la llaman
el valor medio (o valor esperado) de A y lo notan (A).
E je rc ic io 1: Sustente por qué una m atriz sim étrica real es un caso particular de
m atriz hermítica.

E je rc ic io 2: Justifique por qué si u y v son hermíticos y A e R, entonces u + v y


Ati son hermíticos, y (Ati)* = Au = Au.

E je rc ic io 3: Verifique que el conjunto V.(E) de operadores hermíticos de E no


es un subespacio vectorial del espacio vectorial L (E ). Verifique que 'H(E) es un
subespacio vectorial del espacio vectorial L(E).

E je rc ic io 4: Llamemos H (E \ C) al conjunto de las formas hermíticas de E. Demues­


tre que la aplicación de 'H.(E) 3 u >-» / u e H (E ) , definida por / u(x,y) = (x|u(y)),
es biyectiva y que / u 6 H (E ) (use bases ortonormales).

E je rc ic io 5: Pongamos X = M ( x , (e<)); Y = M (y ,( e i)) y A = M (u , (e¿)); pruebe


que / u(x, y) = <x|u(y)) = ‘( A Y ) X = ‘Y A X .

E je rc ic io 6: Deduzca que A es también la m atriz asociada a / u en la base (e¡).

E je rc ic io 7: Demuestre, finalmente, que estudiar un operador hermítico es lo mismo


que estudiar una forma hermítica o una m atriz hermítica.
Un operador u es antihermítico si = —u. Un operador u es antiunitario si es
antilineal y unitario, es decir, si u ( x + Ax7) = u(x) + Xu(x') y u* = u - 1 .

8.6. Diagonalización de op eradores herm íticos


y reducción de formas herm íticas
El proceso de diagonalización de los operadores simétricos o autoadj untos en un
espacio euclidiano tiene su contraparte en los espacios hermíticos, por consiguiente
las proposiciones son análogas. Es más, las demostraciones en los espacios hermíticos
son más sencillas que en los euclidianos, lo que hace que los teoremas relativos al
caso euclidiano —que es un caso particular de los espacios hermíticos— se puedan
dem ostrar directa y sencillamente con la terminología y herramientas hermíticas.
Veamos las razones del paralelo de esta sección con la sección 3.5.
Si consideramos un operador hermítico u de un espacio E hermítico de dimensión
n, habrá exactamente n valores propios, que “a priori” serán números complejos.
Sea A uno de ellos y x su vector propio no nulo asociado a A. Como (i|u (x )) es real,
entonces u(x) = Ax (x ¿ 0), y así (x|u(x)) = A||x||2 e R. Por ende ||x||2 # 0 y A e R.
Además, como to d a matriz sim étrica real es un caso particular de matriz hermí-
tica, resulta que (ya lo vimos) su espectro es totalm ente real. Por otro lado, (x|y) = O
implica (u(x)|y) = (x|u(y)) = (Au|y) = A(x|y) = O, es decir, si y 1 x (con u(x) =
Ax), entonces ti(y) X x. Todas estas propiedades las recogemos sintéticamente en el
siguiente teorema espectral generalizado:

T e o r e m a 8 ( e s p e c tr a l) : Para todo operador u hermítico de nE con A], . . . , Ar


valores propios distintos de u tenemos:

i) Los valores propios A, de u son todos reales.

ii) El subespacio ortogonal a todo vector propio no nulo de u es invariante por u.

iii) Sea V^. el subespacio propio de u corres-pondiente a Ai, entonces los


correspondientes a valores propios distintos son ortogonales dos a dos y E es
la suma directa de los : E = ©[_ t V\ t .
D e m o s tr a c ió n : Tomemos O ^ x e VA. y O y 6 V\ j , entonces tenemos

*¡ (x|y) = {Kx\y) = (u(x)|y)


= (*l«(y)) = (x|Ajy) = Á,· ( x |y ) .
Si tomamos ahora i = j , entonces poniendo y = x se concluye que

\ i = Á< e R.

Esto prueba i). La prueba de ii) ya la dimos arriba. Hemos probado que (A¡ —
A,) (x|y) = O lo que implica, si A< # Aj (i * j) , que (x|y) = O, es decir, que los V\t
son dos a dos ortogonales. De m anera que V*. es ortogonal a , de donde todo
vector de V\( ^ es ortogonal a él mismo y, por ende, nulo (proposición 3,
numerad ¿i)). De aquí que V*, n = {0}.
P ara finalizar la demostración de iii) pongamos, basados en lo anterior, F =
©J'=1Vxj (r ^ n) y probemos que F = E. Los V \f son invariantes por u, por
consiguiente F y F 1 son invariantes por u. Ahora, si F 1· {0}, la restricción de u
a F l adm ite al menos un valor propio x / 0 (esto es una propiedad de los espacios
vectoriales nE complejos, lo cual se obtiene al aplicar al polinomio característico
de u el teorema fundamental del álgebra, de D ’Alembert-Gauss, ver la proposición
5 de la sección 3.5). De aquí que x pertenezca a uno de los VAi es decir, a F\ por
consiguiente x e F r> F 1 , lo que es visiblemente absurdo.
Queda, pues, F 1 = {0} y por esto F = ( F 1 )1 = {O}1 = E. #

Como ningún vector no nulo es isótropo en un espacio hermítico E, entonces la


demostración de la diagonalización de todo operador hermítico es idéntica a la dada
para espacios euclidianos y operadores simétricos (teorem a 7, sección 3.5). En otras
palabras, se puede obtener una base ortonormal de vectores propios si se toma una
base ortonorm al de VAl, o tra de V*,, . . . , y finalmente otra de , cuya existencia
está asegurada, y el todo se reúne en una sola base de E. Enunciemos estos hechos
como un teorema:

T e o re m a 9 (d e sc o m p o sic ió n e s p e c tr a l) : Sea u un operador hermítico de nE


hermítico. Entonces siempre existen bases ortonormales propias de E formadas por
los vectores propios de E , con respecto a las cuales la matriz de u es siempre dia­
gonal.
E ste teorem a también se conoce con el nombre de teorem a del eje principal. Toda
m atriz de cambio de bases ortonorm ales de E hermítico debe ser entonces unitaria:

P ro p o s ic ió n 12: Para toda matriz hermítica AI de orden n 2 existe una matriz


unitaria U de orden n 2 tal que M ' = U ~ l M U es diagonal real.

D e m o s tra c ió n : Llamemos v la aplicación lineal de C n en C " asociada a M y equi­


pemos a Cn con la forma herm ítica canónica y con la base canónica ortonorm al
(e,). Como AI es hermítica, v es hermítica; por consiguiente existe una base propia
ortonorm al (e¡) de C" con relación a la cual la m atriz de v es diagonal. La aplica­
ción lineal que transform a (e¿) en (e') debe ser unitaria con m atriz U unitaria, de
m anera que la m atriz de v con relación a (e¡) es U ~ l AI U . #

Muchas de las propiedades de las secciones 3.5 y 3.6 (teorem a 5, teorem a 6,


teorem a 7 de descomposición espectral, proposición 5, corolario 5 y 6, tam bién el
teorem a 8 que en apariencia es muy particular) de hecho, son propiedades generales
que ahora vamos a enunciar, y dem ostrar en esta situación:

P ro p o s ic ió n 13: Considérese un espacio hermítico E de dimensión n, una forma


hermítica no degenerada positiva fo sobre E, y una form a hermítica cualquiera f
sobre E. Entonces siempre existen bases ortonormales para fo y bases ortogonales
para f .

D e m o s tra c ió n : Ya vimos que a toda forma herm ítica / se le puede asociar, de


manera biyectiva, un operador hermítico u tal que V(x, y) e E 2, /( x , y) = (x|tí(t/)) =
‘Y A X , donde la m atriz hermítica está asociada a / y a u en una misma base
ortonorm al de E . Si se escoge una base ortonorm al formada por vectores propios se
tendrá, con B diagonal:
n n
/( x , y) = lY B X = £ ¡ AjX*y‘, q(x) = / ( x ,x ) = £ A ^ x f .
¡=1 i=t
E ste procedimiento se llama reducción de formas hermíticas en una base ortonorm al
de E, con relación a la forma herm ítica fundamental fo de E. La base en la cual la
m atriz de / (o de u) es diagonal es, por consiguiente, ortonorm al para fo y ortogonal
para / . .
8.7. E spacios de H ilbert
H asta aquí nos hemos ocupado de las propiedades puramente algebraicas de los
espacios de Hermite £ y de los operadores que allí actúan. E sta álgebra de £ y
L{E) exige un tratam iento con los conceptos analíticos y topológicos de compa­
cidad, convergencia, continuidad, completez, diferenciabilidad e integrabilidad. En
una palabra, esto exige que hagamos análisis m atem ático en £ : sus elementos serán
sometidos a estos procesos de naturaleza analítica.
Un espacio hermítico o pre-hilbertiano ya tiene amplias y suficientes propieda­
des algebraicas para servir a los propósitos de la mecánica cuántica, y en general de
la teoría cuántica, y no menos im portante, para construir un marco m atem ático y
teórico idealizado para expresar de m anera adecuada y natural el discurso cuántico
sobre el modelo humanizado del microcosmos.
Un espacio de Hilbert dará muchas más propiedades analíticas esta vez, para que
el discurso cuántico sea completo, coherente y autoconsistente. Tanto los espacios
prehilbertiano, como los de Hermite y de H ilbert son casos particulares de espacios
normados.
Comencemos por un recorderis de análisis matemático. Una sucesión {xn } de
vectores de un espacio normado se llama sucesión de Cauchy cuando, y sólo cuando,

Ve > 0 BiV : n > N y p > N => flzn - z p( < £

es decir, lím„,p_.oo(zn —x p) = 0.
De aquí se concluye que toda sucesión convergente es necesariamente una suce­
sión de Cauchy. Esto no es condición suficiente, es decir, la propiedad recíproca no
es cierta. Con las sucesiones de Cauchy se construye el cuerpo de los números reales
R a p artir del cuerpo de los racionales Q.
Un espacio normado £ donde to da sucesión de Cauchy de sus elementos es
convergente hacia un vector de £ se llama espacio completo o espacio de Banach.
Tenemos, pues, que un espacio de Banach sobre K es un espacio vectorial sobre K
normado y completo.

E je m p lo 1: Q no es completo.

E je m p lo 2: R es un espacio de Banach.

E je m p lo 3: El espacio O de sucesiones {xn } e R tales que t |z ¡|2 sea conver­


gente, es completo.

E je m p lo 4: El espacio Lr de funciones complejas / de variable real tales que


St2 l / M I 2 dx sea convergente, es decir, exista en el sentido de Riemann, es un espacio
de Banach.
D efin ic ió n 9: Un espacio de Hilbert es un espacio prehilbertiano completo con
relación a la norma hermítica.

Es decir, un espacio de Hilbert es un espacio prehilbertiano y de Banach para la


topología definida por la norm a hermítica.

E je m p lo 5: R, R2, y en general, R" son espacios de Hilbert; el producto escalar


origina la norma euclidiana. De m anera que los espacios de Hilbert generalizan los
espacios euclidianos R", los cuales, a su vez son espacios de Banach.

E je m p lo 6: C es un espacio de Hilbert, ya que dispone del producto escalar


canónico.

E je m p lo 7: £2 y L 2 son espacios de Hilbert.


Un espacio de Hilbert es, pues, un espacio de Banach particular cuya norma se
puede definir a partir de un producto escalar hermítico.

E je m p lo 8: En la teoi ía cuántica se usan diversos espacios funcionales que son con­


juntos topológicos cuyos elementos son funciones, con valores en el espacio métrico
de los números complejos; en particular, en la mecánica cuántica el espacio Ti de
las funciones de onda (o estados) es un espacio funcional de Hilbert, y a la vez es
subespacio de L 2, ya que a las funciones de onda de H se les restringe al exigir
que sean finitas, uniformes, continuas y con derivadas continuas en las regiones de
empalme.

E je rc icio : Demuestre que si xo es un elemento de un espacio de Hilbert E , entonces


el producto hermítico (x|xo) es una forma lineal continua sobre E.

Como hemos visto, los espacios de Hilbert generalizan los espacios euclidianos,
minkowskianos y hermitianos. Por consiguiente muchas de las propiedades de los
espacios hermitianos son válidas para los espacios de Hilbert. En particular, en los
espacios de Hilbert (que no son de dimensión infinita) existen bases ortonormales,
se cumplen, el teorema de Pitágoras, las desigualdades de Schwarz, de Minkowski,
y de Bessel; la igualdad de Parseval, y el proceso de ortonormalización de Schmidt.
Además, en los espacios de Hilbert se definen operadores lineales, operadores y
matrices adjuntas, hermíticas y unitarias y existe el grupo unitario. O pera el proceso
de diagonalización de todo operador y matriz hermítica. Se dem uestra el teorema
espectral y el teorema de descomposición espectral.
Finalmente, se definen series de Fourier e integrales de Fourier en espacios de
Hilbert, lo mismo que grupos de invariancia o simetrías.
8 .8. P ro b le m a s
1) Demuestre que en un espacio hermítico real el operador adjunto (o adjunto
hermítico o conjugado hermítico) es el traspuesto, y todo operador hermítico
es simétrico (ambos son autoadjuntos).

2) Verifique que un espacio hermítico se transforma en espacio euclidiano si cam­


biamos el cuerpo de base por R.

3) P ruebe que A B es hermítica si [A, B] = 0.

4) Sea E un espacio hermítico. Partiendo de las expresiones 0 < / ( Az + fxy, Xx +


Hy) = <Az + juj/|Az + ¿ty>, |<z|y>|2 = <z|y><z]y> y poniendo A = <y|y>, n =
(z |y ), demuestre la desigualdad de Schwarz |(z |y )| $ ||x¡|y||.

5) Calcule la imagen /* ( z ,y ) del adjunto del operador / : C 2 — ► C2 definido


por / ( z , y) = (z + 2iy, (1 4· i)z + y).

6) Verifique que un operador u es hermítico si, y sólo si, (i¿(z)|z) e R Vz.

7) P ruebe que los valores propios de todo operador (o matriz) real simétrica son
reales.

8) Demuestre que un operador es ortogonal cuando, y sólo cuando, es real y


unitario.

9) Muestre que los valores propios de toda matriz unitaria tienen módulo 1.

10) Considérese el operador lineal u sobre C 3 definido por u(z, y, z) = (2 z + ty , y —


5¿2,z + (1 — i)y + 3z). Calcule el operador adjunto u f .

11) Pruebe que la aplicación (x,y) >-► |z + y |2 — |x —y |2 + ¿(|z + ty |2 — | i — ¿y|2)


tiene la sim etría hermítica.

12) Diagonalice la matriz A y encuentre la matriz del cambio de base, si

f 1 1 + i \
A = 1- i 4 2 - 3t
^ —2i 2 + 3¿ 7 j

13) Consideremos sobre C3 los operadores u¡ y u? definidos por

u i( z , y, z) = (z - (1 + ¿)y, (1 + 2¿)x - ¿z),2¿x + (2 - 3t)y + 3z),

U2 (z, y, z) = (2¿x + (1 + 2i)y, z - (1 - t)z, (2 + 3i)y —2tz)


Calcule los adjuntos u \ y u\.
14) Encuentre una m atriz unitaria cuya prim era fila f i sea un múltiplo de (1 ,1 —i).

15) Calcule una m atriz unitaria cuya prim era fila sea

16) Sean dos números complejos a y 6, A una m atriz fila de orden ( l ,n ) cuyos
elementos son iguales a a, y B una m atriz columna de orden (n, 1) cuyos
elementos son iguales a b. Encuentre los autovalores de AB .

17) Tomemos E = C([—1,1], R) con el producto interno

Sea F el subespacio de las funciones impares, es decir las funciones que satis­
facen / ( —x) = —f ( x ) . Halle F x .

18) Dadas las m atrices

m ostrar que existe una m atriz unitaria U tal que R y S son semejantes o
congruentes, es decir, S = U^RU. Calcule U.

19) P ruebe que el operador U t es unitario si lo es U.

20) M uestre que el producto de matrices unitarias es unitario.

21) Verifique que si T es un operador unitario, y = T ( x ) implica x = T f(y).

22) ¿Es ortogonal una m atriz real unitaria?

23) ¿Es un itaria una m atriz compleja ortogonal?

24) Analice y compare la m atriz (uy) escrita en la sección 9.8 con la m atriz (Ay)
del problem a 2 del Capítulo 1.

25) Com pruebe que si A y B son m atrices sim étricas, las raíces características de
A B son reales.

26) P ruebe que si A y B son m atrices sim étricas, las raíces características de
[A, B ] son imaginarias puras.
27) Sea la aplicación de C 2 en C 2 definida por

/ ( ( * l . * 2 ) , ( W | , W 2 ) ) = ZlíÜT + (1 - l - i j z ! ^ -I- (1 - t)z2tÜT + 3 z 2tZ^.

a) Com pruebe que / es un producto escalar o interno en C2; es decir, que


/ es una forma herm ítica positiva no degenerada.
b) Calcule |( 1 —2i, 2 + 3 i)| con respecto a / y al producto escalar canónico.

28) Un operador u se llam a normal si conm uta con su adjunto u \ es decir, si


tiu* = u^u, lo que equivale a decir que el conm utador de u y ti* es cero:
[u ,tif] = 0.
Consideremos un operador u normal sobre un espacio hermítico.

a) Demuestre que u(x) = 0 ·*=> u*(x) = 0


b) Muestre que (u — Ai y = u* — XI
c) Pruebe que el operador de la diagonalización (u —XI) es normal.
d) Com pruebe que cualquier vector propio de u tam bién lo es de u*.

29) Sea un operador ti sobre un espacio hermítico E. Demuestre que las siguientes
tres propiedades son equivalentes.

a) u = v 2 para algún operador hermítico u (v = +\fü).


b) u = uflw para algún operador tu. (Se dice entonces que u es positivo).
c) ti es hermítico y (ti(x )|x ) > 0 Vx 6 E.
Esto da las diferentes definiciones de operador positivo.
Por o tra parte, muestre que el operador v definido por tí(xj) = \A 7xj
(i = 1 , 2 , . . . , n), es positivo y es el único operador positivo tal que v 2 = ti;
v se llama la raíz cuadrada positiva de u.

30) Sea un operador u sobre un espacio hermítico E. Pruebe que las siguientes
condiciones son equivalentes.

a) u = v 2 para algún operador hermítico v no singular (detv 4= 0)


b) u = vflw para algún operador w no singular (se dice entonces que u es
un operador definido positivo).
c) ti es hermítico y (u (x )|x ) > 0 V(x =)= 0) 6 E.
Esto da las diferentes definiciones de operador definido positivo.

31) Un operador B se llama antihermítico o antiautoadjunto si fí* = —B. Pruebe


que cualquier operador C es la suma de un operador autoadjunto (o hermítico)
y de un operador antiautoadjunto o antihermítico.
32) Consideremos el producto escalar

< P ,|P 2) = í P ,(x )P 2( x ) d x en R[X]


Jo
y el operador D de derivación sobre R [X ], D (P ) = P' Pruebe que D no tiene
adjunto £>f . Es decir, no existe D f tal que

< D »(P ,)|P 2> = <P,|Z>(P2)> V P|, P 2 e R[X].

Com pare esto con el problema 23 del capítulo 1.

33) a) Compruebe que la m atriz M =· I ) es normal.


i 2

b) Calcule una m atriz unitaria U tal que M sea equivalente unitariam ente
a una m atriz D diagonal, es decir, W M U = D.
c) Pruebe que si u es normal, entonces u y u* tienen el mismo núcleo y la
misma imagen.
d) Demuestre que los operadores hermíticos, antiherm íticos, unitarios, y
antiunitarios (ortogonales) son normales.
e) Muestre que si u es normal y si [u,v] = 0, entonces [u,u*] = 0.

34) a) Verifique que si u es un operador normal sobre un espacio E hermítico,


entonces ¡|u (x )|| = ¡ m^ 1 )! Vx 6 £ , y recíprocamente.
b) Deduzca que si [u, v] = 0 y esos operadores son normales, entonces u + v
y un son tam bién normales.

35) Demuestre que si u y v son dos operadores normales sobre un espacio E


hermítico, entonces existe una base ortonorm al de E formada por vectores
propios de u y v. En otras palabras, u y v se pueden diagonalizar sim ultánea­
mente. Enuncie convenientemente el recíproco y demuéstrelo. E ste teorem a es
muy im portante en mecánica cuántica.

36) M uestre que la sum a de dos operadores positivos (definidos positivos) es po­
sitiva.

37) Pruebe que si un operador es positivo y unitario, entonces ese operador es la


identidad.

38) P ruebe que los valores propios de un operador unitario tienen módulo unidad.

39) Considérese un espacio hermítico E con un operador u y una aplicación / :


E 2 — > K definida por f { x , y ) = (u(x)|y>. Pruebe que / es un producto
escalar sobre E cuando, y sólo cuando, u es definido positivo.
40) Consideremos un operador u normal en un espacio hermítico.

a) Deduzca que existe un polinomio P e C [X ], tal que u* = P(u).


b) Si u es, además, nulpotente, muestre que u es el operador nulo.
c) Com pruebe que una condición necesaria y suficiente para que u sea nor-
mal es que pueda descomponerse de la siguiente forma: u = ni + iui,
donde u¡ y u 2 son operadores hermíticos que conmutan.
d) Usando el teorem a de descomposición espectral, pruebe que u es hermíti­
co, unitario o positivo según todos sus autovalores sean reales, de módulo
uno o positivos.

41) Sean los operadores A y B los cuales conm utan. Pruebe las siguientes rela­
ciones:

a) [ X ,B n] = n B n- l [A ,S].
b) [ /P .B ] = n A n~ 1 [A,B].
c) Si f ( x ) es analítica, A = x y B = p = —tñV , entonces

d) eAe B = e^+ s+ il*.® )


e) eAeB = eA+B.

42) U na m atriz M = (A/y) real o compleja cuadrada de orden n, se dice positiva,


si M , considerada como un operador lineal sobre K n, es positivo. De m anera
análoga, se define lo que es una matriz definida positiva.

a) Justifique esas dos definiciones de m atriz positiva y de m atriz definida


positiva.
b) Verifique que una m atriz M es positiva si, y sólo si, M es hermítica
( M u - Mji) y M ijX ii j > 0 para todo ( * i , i a , . . . , i B) en K .
c) Com pruebe que una m atriz M es definida positiva si, y sólo si, Ai es
autoadjunta (o hermítica, Aíf = M ) y '£1MijXÍXj > 0 V(x\,x-i........*n)
6 K n.

43) Demuestre que para que una m atriz M =

necesario y suficiente que:

i) M sea hermítica.
ii) a, d y (ad — be) sean números reales no negativos.

44) Dadas las siguientes matrices, determine cuáles s o n positivas y definidas po­
sitivas:

45) Pruebe que una condición necesaria y suficiente p a r a que una matriz diagonal
í m

sea positiva (definida positiva), es que las com ponents de la diagonal sean
números no negativos (positivos).

46) Una matriz compleja hermítica (respectivamente, real simétrica) de orden n


es positiva si en una base de nE complejo (respectivam ente real) está asociada
a una forma hermítica (respectivamente bilineal sim étrica) positiva.

a) Si A 6 M n(C), pruebe que A* A es una m a triz hermítica positiva. Estudie


m

los valores propios de A M .


b) Recíprocamente, pruebe que si H es una m atriz hermítica positiva, en­
tonces, existe una m atriz compleja A tal q u e H =& A*A.
m

c) Estudie las preguntas a) y b) para una m atriz S real, simétrica positiva.

47) Sea la matriz H = í ). Verifique que existe una sola matriz


\ l + i 3 )
hermítica positiva A tal que H = A 2. Calcule A (use el problema precedente).
n

48) Si H es una matriz hermítica positiva, pruebe q u e entonces existe una matriz
hermítica positiva única A tal que H = A 2. Note que [//, A] — 0. Se dice que
n

A es la raíz cuadrada positiva de H y se escribe A = \ f H .

49) U na matriz compleja A es normal si, y sólo si, [A, A f] = 0.


u

a) Si dos matrices A y B son normales y conm utan ([A, B] = 0) pruebe que


existe una matriz U unitaria tal que U ~ lA U y U ~ lB U son diagonales.
b) Tomemos < x|y> = £ 1 ' ^ con x = {xu x2, ■ ■ ■ ,Xn) y y = ( y i , y 2 , • • • , y n )
u

e Cn . Compruebe que A es normal, si y sólo si A y A* tienen los mismos


autovectores y sus autovalores son conjugados.

50) Consideremos un espacio hermítico E y sobre él un operador / . Pruebe que


m

las siguientes aserciones son equivalentes:


a) / es normal.
b) / = /1 + */ 2 , donde /1 y /2 son hermíticos y [ / 1 , / 2 ] = 0.
c) Si 1 6 E y A 6 C es un vector y un valor propio de / , entonces f*(x) = Ai.
d) Todo subespacio invariante por / lo es también por / (.
e) / = vu, donde ti es no negativo, u unitario y [u,v] = 0.

f) / = 2 2 .1 A<£«, donde £ * =1 £¿ = / , £ , £ , = 0 si i * j y £ 2= £y= £ j.

51) Pruebe las siguientes relaciones:

/ d \t _ d / d2 \ t _ d2 /. d \ t _ .d
\d i/ d i’ v d i 2/ d i2' V d i/ di

52) Pruebe las siguientes relaciones entre operadores:

d2 ( d \ d3 n d2
+ 2
d i 2 V dyJ dx2dy Idxdy
dV
h ) x (<dyJ
£ ) V = VxTy+Xh
dy dy C°n V(X'V'Z)·
x d d ,
C) dí-I = Idí+1·

d) [ ¿ ■*·*£]- 1·

e) [¿ + 1- ¿ _1] = °·
53) Sea el espacio funcional £ = C([0,1],C) con el producto hermítico j(interno o
escalar)

< /ls > = í f{x )g{x )dx ,


Jo

tomemos las sucesiones de £ definidas así:

/ „ ( i ) = \/2 cos27rni y gn (x) = -v/2 sen27rni.

a) Pruebe que (1, / 1 , g\, / 2 , 9 2 , · · ·} es un conjunto infinito ortonormal.


b) Demuestre que existe otro conjunto infinito ortonormal formado por las
sucesiones de funciones {hn}, definidas por hn(x) = e27tmi n e Z.
c) Establezca las siguientes desigualdades:

¿ I f H x ) e - ^ ' k l d x \2 tí f ‘ \f ( x ) \ 2 dx,

J ' l ¿ Ck e2*i k l ( d x = ¿ |C*|2,


Jo 't r r n 1 kt t n

í ( \Í2 cos27ri + \¡2 sen2jri)2dx = 1 + 1 = 2 .


Jo
54) Sea un espacio de Hermite H con una base ortonorm al (ei). Muestre que los
elementos de la matriz A ,} de un operador lineal ti sobre H , en esa base, se
pueden calcular así:

A n = (fii\Aei) =

¿En qué casos se obtendrá Aij = (.Aei|e¿)?

55) Se dan los operadores (h = constante, t = \ / —T):

Li = L t = - i h [ y j - - * 1 ] , L2 = L y = - t A [ z ¿ - , 1 ] ,

¿3 = £-: = — — y ^ -l| con p = —t/iV, L = rxp


i oy oi J
a) Calcule el conmutador [£ x, L y].
b) Sea el operador, llamado hamiltoniano,

„ ñ2 r <92 i
2 ^ [ á s 2 + ay2 + ^ 2] + ( l ,í / ,2 ) ·

Calcule [ 1 , , / f ] , con V ( x , y , z ) = V(\r\).


c) Demuestre que [Ly, Z,*] = ti« , con j, k , ¿ = 1 ,2,3.
d) Pruebe que [L>,Pj] = 0, y que [L,,p*] = ipt
e) Muestre que

r n / - .i A5F . _ 5G
y [l<' G { p l l = p x ^ :

f) Deduzca que
56) Sea la transformación lineal |i/i> — ► |i//) = B\tp} que conserva el bracket
|(0'|i/;')|2 = |( 0 |^ ) |2 = invariante.

a) Demuestre que esta relación tiene dos soluciones:


i) B = U, donde U es un operador unitario.
ii) B = A, donde A es un operador antiunitario, es decir: A es unitario
y antilineal.
b) Pruebe que de ü ) se obtiene la solución = (ip\<j>) y
deduzca que forzosamente A es antilineal y unitario.

57) Halle el adjunto o hermítico conjugado de

a) El operador ÁB\ii)(y\C.
b) El ket ,4fl|uXv|C|t¿>).
c) Del escalar (£|Á fi|uX u|C |ui).

58) a) Demuestre la siguiente afirmación: Sea „ £ u n espacio euclidiano, la trans­


formación E e y — ► |y) e E * , donde la forma lineal |x) está definida por
x —* (x |y ), es un isomorfismo canónico (natural, sin que sea indispensable
usar base alguna de E para definirlo) de E en E * (E = E*).
b) Este isomorfismo particular, distinguido o privilegiado (únicamente de­
pende de la estructura de espacio vectorial) sólo es posible por la existen­
cia del producto escalar ( | ). Si no fuese por eso, el isomorfismo e¡ —* e'
no sería preferente y sí dependería fuertemente de la base. Pruebe que
si nE tiene la base (e¡) y la dual (e‘), existe un isomorfismo único (no
natural) entre E y E * . Construya el nuevo isomorfismo asociado a la
base (ei + e2, e 3, . . . , e n).

59) Veamos la contraparte compleja del problema anterior en el caso real. Sea un
espacio n E hermítico, E* su dual y E su antidual.

a) Pruebe que / está en el dual E *, entonces / es un elemento del antidual


E , y recíprocamente: si / es una forma antilineal, entonces / es una
forma lineal.
b) Compruebe que la aplicación <f> : f -> / de £ * —* E* es R-lineal (<;s
lineal si A e R) y C-lineal (si A e C).
c) Muestre que <i>, R-lineal, es un isomorfismo único canónico entre los os
pacios vectoriales complejos E* y E , de manera que a (e¿) está asociada
(é1), y recíprocamente para cualquier base.
d) Sustente por qué en el caso de 4> C-lineal, el isomorfismo depende esen­
cialmente de la base, de manera que no existe un isomorfismo canónico
entre E, E* y E * .
e) Demuestre que la aplicación |y> que envía x en (x |y) es una forma C-
lineal sobre E , con |y) e E * .
f) Deduzca que la aplicación y —> |y) es una aplicación biyectiva antilineal
de E en £ * ; se dice que E y E* son anti-isomorfos.
g) Pruebe que la aplicación (x| que m anda y en (x|y> es una forma antilineal
sobre E, (x | e E *.
h) Halle que la correspondencia x —* <x| es un isomorfismo C-lineal no
canónico de E en E * . Se dice que £ y su antidual E son isomorfos.

60) Coloque en un diagrama jerárquico del tipo grupo subgrupo los siguientes
grupos de operadores o matrices:
G L(n, C), G L S (n , C) grupo de operadores con determ inante +1, U (n,C),
SU (n, C), G L(n, R), G L S (n , R), 0 ( n , R), SO (n, R), Sn (grupo simétrico), A n
(grupo alternado).

61) Por definición un operador u de nE hermítico es normal si, y sólo si, [u, u 1’] = 0.

a) Muestre que u es normal si, y sólo si, (u —A¿c¿e) es normal.


b) Demuestre que si u es normal, entonces K e r u — K e r u*.
c) Pruebe que si A es autovalor de u normal, entonces A es autovalor de u 1'.
d) Compruebe que los subespacios propios V(A) y V(A'), con A =j= A', de
u normal son ortogonales. Sencillamente: los autovectores asociados a
autovalores distintos, son ortogonales.
e) Deduzca que todo subespacio propio V(A) de u normal, es estable por
.
f) Muestre que V'(A)-1- es estable por u y u*.
g) Pruebe a partir de los resultados anteriores, que para todo operador
normal de nE existen bases ortonormales propias. (Lo mismo sucede si
u es hermítico, y también vale si u es unitario).
h) Si u y v son normales y conmutan, muestre que su producto es normal.

/ o -i/ l··u \
62) D ada la matriz M 0 -A , con A, /i, i/ e C. Determine en
y -n x o
qué casos M es hermítica, antihermítica y unitaria.
crj
</!<?> = J f[r)g{r)dr = Í9,

donde r — (x , y , z). Se dan los operadores A ( r ) , f y px = —ih j¿ = pi.

a) Pruebe que \px , A (r)] = —i h dA^ .


b) Calcule \px ,p y], [r¡, r fc] y [pj t pk] con j , k = 1,2,3.
c) Compruebe que [rj,pk] = ihójk-
d) Demuestre que pi es un operador hermítico si f ( r ) f ( r ) se anula en el
infinito. Es decir, pruebe que (p,/|<?) = (/|P íP )·
e) Deduzca que p" es hermítico. ¿Cuándo lo es £ AnP??
f) Muestre que si / p es autofunción de px con el autovalor p, entonces,

([P *,1]) = (fp\[Px,x]\fp) = o.

g) Encuentre relaciones entre p, p^ y —p.


h) Verifique que si no tiende a cero cuando x —> ±oo, «Im perador
((h /i)(d /d x ) ) n + 1 no es necesariamente hermítico.

64) Con la notación del problema precedente, demuestre por integración por par­
tes que (¿Pi)* = pxx. Se considera que el operador x significa sencillamente
multiplicar por x.

65) Dado un operador arbitrario B,

a) Verifique que el operador H = BJf2B'· es hermítico o autoadjunto.


b) Compruebe que el operador A = a ~ flT es antihermítico o antiautoad-
junto.
c) Demuestre que B se puede descomponer en sus partes hermítica y an-
tihermítica:

B = H + iA.

Así todo operador admite esta descomposición única.

66) Pruebe que el operador i = V —T es antihermítico.

67) Demuestre que el operador i(B — B t) es hermítico, donde B es cualquier


operador.
68) Pruebe el siguiente teorema: el conm utador de dos operadores hermíticos es
antiherm ítico. ¿Qué puede hacer para que dicho conm utador sea hermítico?

69) Demuestre la siguiente afirmación: Si el valor medio,

<tf> = m |</-> = | W ,

de un operador hermítico es cero para un ket arbitrario i¡j , entonces Hip es


idénticamente cero para todo ip y H = 0.
70) Consideremos el conjunto 12 de las sucesiones x = (xn ), n e N tales que
£ « = o lz " l2 es convergente.
a) Establezca que (2 es un espacio vectorial complejo.
b) Deduzca que la aplicación / de í 2 x en € dada por /( x , y) = xnj/„,
es una forma herm ítica positiva no degenerada.
c) M uestre que i 2 es un espacio de Hilbert.
d) Sí tom amos la sucesión a = (an) e E tal que |a n | í X, cualquiera que
sea n e N, y la aplicación u„, de E en E , definida por ua(x) = (anx„),
pruebe que u a es un operador lineal de ¿2 .
e) Halle u£, ¿Cuándo se cumple u£ =

71) P ruebe que una condición necesaria para que dos operadores sean diagona-
lizables sim ultáneamente sobre la misma autobase es que conmuten. Se dice
que los operadores son compatibles o que forman un conjunto completo de
observables que conm utan (c.c.o.c.). ¿Se cumple la recíproca?

72) Establezca las siguientes fórmulas para el conm utador de operadores A , B , C :

a) [A ,B ] + [B,A] = 0.
b) [A ,B + C ] = [A,B] + [A,C],
c) [A + B ,C ] = [A ,C] + [B,C].
d) [A B ,C ] = [A ,C ]B + A[B ,C ].
e) [A, (B, C]] + [C, [A, B]] + [B, [C, A]]= 0.

73) P ruebe que un operador u, sobre un espacio de Hermite, es hermítico si, y


sólo si, (u (x )|x ) es real para todo x del espacio.

74) Tomemos el espacio M n (C) con el producto herm ítico (A |B ) = T r ( A B ' ) .


Consideremos una m atriz inversible P e M „(C ), y el operador u p de M n(C)
definido así:

A ~ u p (A) = P ~ l AP.
a) Calcule u j,.
b) Si u p es definido por u p (A) = P A , deduzca que tij, = u " 1 <=> P f = P - 1 .

75) Demuestre que la m atriz escalar A 6 M ixi(C ) es unitaria cuando, y sólo


cuando, AA = 1 (|A | = 1), que en tal caso existe 6 e R tal que A = e'°.

76) Encuentre una m atriz unitaria que no sea ortogonal y una m atriz ortogonal
que no sea unitaria.

77) Consideremos el espacio vectorial real C r y el operador x —* u y(x) = y x para


cada y e C r.

a) ¿P ara qué números complejos y, es u y hermítico, unitario y positivo?


b) M uestre que tí* = t»r·

78) En M2(C) consideremos las siguientes matrices, llamadas de Pauli:

a) Calcule:

\<Jy, o z\, [<x*, o-y], crl +<7y +crl, a xo y , o yo z.

b) Pruebe que las matrices dadas son hermíticas, unitarias y unimodulares


(su2).
c) Cadcule el anticonm utador de las matrices a.

79) a) Verifique que todas las matrices del grupo S Í/2(C) tienen la forma

M = ( -i a ) =
donde a y b son dos números complejos ligados por la relación aa+bb = 1.
b) De lo anterior concluya que existen tres parám etros reales a , 0, <¡>, lla­
mados parám etros de Klein, tales que en función de ellos se tiene

( e'a eos tf> e ' 13 sen <t> \


y —e 10 sen <t> e“ ,a eos <j> )

c) Calcule det M(a,0,<j>).


d) ¿Cuántos parám etros reales efectivos se necesitan para escribir A /(a,6)?
e) Muestre que los valores propios de M son e‘° y e lU con eos 6 = eos a eos <p.
f) Determ inar los valores propios de M .

80) Pruebe que la sum a A + B de dos proyectores es un proyector si, y sólo si,
A B = 0. Y que el producto A B es otro proyector si, y sólo si, [/4, B] = 0.

81) Consideremos en M„(C) la m atriz A/*'·7 cuyo único elemento no nulo es un 1


en la fila i y la columna j . Pruebe que el conjunto formado por las matrices
M '·’ es ortonorm al con respecto al producto interno

j. k

82) Sea E un espacio hermítico con un operador unitario u tal que u(x) = x
implica que x = 0. Consideremos

/( z ) = i( l + z )(l - z)-1 ( z 4= 1).

Pruebe las siguientes afirmaciones:

a) / ( u ) = ¿(1 + u ) ( l - u ) “ 1;

b) / ( u) es hermítico;
c) P ara todo operador hermítico v sobre E, el operador u = ( v —i l ) ( v + i l ) ~ l
es unitario y tal que v = f( u ).

83) Consideremos un operador u lineal, unitario y positivo sobre un espacio E de


Hermite. M uestre que u = id.E = I.

84) Sea un operador u representado en la base canónica por la m atriz

sobre el espacio de Hermite C 2. Se supone que el producto hermítico es el


canónico. Pruebe que u es normal y halle una autobase ortogonal de u.

85) Un operador P se llam a proyector si es un endomorfismo sobre un espacio


vectorial nE y que cumple: P 2 = P (P es idempotente)

a) Verifique que la relación de completez define un proyector.


b) M uestre que P es un proyector cuando, y sólo cuando, id s — P es un
proyector.
c) Establezca las relaciones que hay entre las imágenes y los núcleos de P
y de i d e — P.
d) Demuestre que si P es un proyector, entonces, E = I m ( P ) (B K er(P ).
e) Calcule el espectro de P sobre nE complejo.
f) Pruebe que P = P* equivale a [P, P f] = 0.

86) a) Deduzca que un proyector P perm uta con todos los endomorfismos / ,
tales que /m ( P ) y K e r ( P ) sean estables por / .
b) Si P 1 y P2 son dos proyectores, encuentre la condición necesaria y sufi­
ciente para que Pi + P2 sea un proyector.
c) Encuentre todas las matrices P de M2(R) tales que P 2 = P .

87) Sea / un operador sobre E de cuerpo K conm utativo de característica nula. Un


operador / es idempotente cuando / 2 = ids- Encuentre que / es idempotente
si, y sólo si, ( / + i d s ) / 2 es un proyector.

88) a) Considérese el operador / sobre E de dimensión finita sobre K conmu­


tativo. Deduzca que

E = Im (f) © K er(f) ^ I m ( f ) = 7 m ( /2).

b) Exhiba un ejemplo de un operador / de R2 que cumpla con cualquiera


de las dos condiciones equivalentes enunciadas en a), pero que no sea un
proyector.

89) Un operador / se llama nulpotente si f 2 = 0 (¡/ 0!). En general, un operador


f es nulpotente de índice p, si existe un p > 1 tal que / p_1 ;* 0 y f p = 0. La
m isma definición vale para una matriz.

a) Tomemos dim E = n. Pruebe que una condición necesaria y suficiente


para que K e r f = I m f es que / sea nulpotente, / ^ 0, n par y rg ( / ) =
n/2.
b) Calcule el espectro de / nulpotente de índice p sobre nE complejo. Es­
tudie el caso p = 2.

90) Calcule el espectro de un operador / sobre n E complejo, tal que existe k e N


que verifica f k = id s , f k~ l + Estudie el caso k = 2.

91) a) Deduzca que si / es un operador nulpotente sobre E k y existe A e K y


x 4= 0 de E, tales que f ( x ) = Xx, entonces A = 0.
b) M uestre que si / es nulpotente de índice p, y z es tal que / p_1(z) 4= 0,
entonces los vectores

z = /° ( z ) · /* (* ).

son linealmente independientes.


c) Demuestre que / es nulpotente de índice p si, y sólo si, existe una base
(e¿) de E tal que la m atriz M = M ( f , (e¡)) = (A/y) tiene los elementos
M i j nulos, salvo A / ¡ + i ¿ — 1 para 1 < i ^ ( n — 1 ).

92) Si M es una matriz nulpotente de índice p de M n(k) pruebe que, I n - M es


inversible y que

(/„ - M ) ~ l = /„ + M + M 2 + . .. + Ai'’&qu