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C4LH1D4IM0 PAI24.
1j .
ENERO
t L a C i n . d«R. 8. J.'C.
2 V. gta. JSmma
11 8. fi. Florencio
FEBRERO
1 U . K. Severo
2 íí. La P u r i í . de N. Heñorn
:Í M . S. niáB
i 1
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4
1).
1..
M.
M.
MARZO
". I t u d e c i u d o
». H c r a c l i o
s. K m c t . - r i o
ABRIL
s. Venancio
s. U r b i n o
s. UiTiílo <lc P a l e r m o
». Isidoro
4 D . s. Kiigcnio 4 >l.tf.-Andrés l ' o r s i n o s. C a s i m i r o
8. Teles/oro 5 >T. s. Albino 5 J. 8. A d r i á n -s. Florencio
5 I..
«, Sixto
« M t Ador, da loi SS. R t y t l 6 V, s. Silvano ei V.
8.
8. OI.>gario
s. l i p i í a u i o
7 M, s. ( r í s p l r i 7 ft. !*. Hicardo sta. IVIicitas
.1 s . [ . i i c i a i i o 8 1). s . Urb.^iio s, Uionisio
S L>. & J u a n de MHt;i
« !<,
íl V . l'ortiinftto U I.. ». Ciriio Alejandrino
« L. s. Cirilo f. M í r e l o
s. Mignei d e lo* Sjintos
10 -M
10 s. «. Nicanor 10 M. K. I r e n e o
U .M
8. . M e l l t ó n
8. E u l o g i o s. I.fón
11 1). s . H i ^ i i i i o 11 yt.a. Siitnrnino
l . ¡ i. n. A rea(lio \> J. s. DftiniAn 12 •1. s. O r e g o r i o t P a s c o a de Resnrfeo.
i : i M S. G u i n i T ü i i i d o l:l V . ». Ut>ii¡Küo 13 V. s. N i c t f o r o !•. Herin?ni'íildo
14 M. h. K i i f r a s i o 11 S. sta. Klorcntinj s. IVdro Telnio
14 S . s . \ « l i - n t i n
i . í .1. K. P f t b l o 15 II s. I l a i n n u u t o s. .Má\iníO
1 5 1) a. b'HiistlnO
i f l V S. M a r c e l o 16 1.. 8. H i l a r l o ». 'l'oribio
1 » 1.. ». l i l i M
1 7 N. n. A n t o n i o u h d d 17 M 8. P a t r i c i o s. Aniceto
17 M s . A l e j o
18 s. G a b r i e l . A r c á n g e l s. iílenteriO
IH 1) s t a . L i b e r a t a
11) I,. s C a n u t o
18 M s. Slnií'óii
l u .1 n. O a b i i i o 11) .«
.1. s. J o s é s. I o r « e
M Sebastián 211 V. s. A m b r o s i o tifa. Irene
;'.(» »
•¿\ M H F r n c t u o M O
2 0 V «. K l e i i t o r i o
¿i S . s. l ' f l i x 21 s. s. ü e n i l o . — O T O Ñ O ,t. .Anselmo
'J'¿ .1, ft V i c e n t e 22 11 sta. Catalina ü. 'i'codoro
•J.-1 1 ) C a r n a v a l
''.;l V K I l d e f o n s o 2:( 1.. 8. V i c t o r i a n o K. G.Tdrdo
2 3 í. s. l ' c d r o DaniiiVi)
2t M s. U i o n i s i o s. Honorio
24 s. Timoteo
» 2 4 .M s , M n t í a i i
25 M s. .MircD4 Uviu3<.*IUUk
• i j 1) S K Q r i i t n e 25 í l Ceniza 8. B c s i d c r i o
•¿V 1, s l ' o i i c a r p o 26 J. s. M a r c i a n o . s. *-tjto
2(1 3. 3. F o r t u n a f o
:'.'¡ M íi .luán" < ' r i s ü s t o m o 27 V s. K i i p e t t o . s. ToribiO
2 - V s. L e a n d r o
28 s. Prudencio
•¿ti -M s H a v i o 2 8 S . 8. O s v a l d o
29
s.
1)
8. S i x t o
8. P a u l i n o
8. .Marcos
:« .r M Francisco tic Sale»
:tt V 8 H i p ó l i t o 30 L. sta. Margarita st-\. C a t a l i n a de ^ c n i
Pedro Nolasco 31 M s. B e n j a m í n
•Jí s »

MAYO AGOSTO
1 V . 8. Felip<! JUWIU
JULIO 1 8. ». J u s t i n o
1 M. 8. S e c u n d i n o 2 D. 8. Alfonso M. de Ligorio
1 Ii. s . J u v c n c l o 3 L. 8. Dalmacio
2 J. 8. . M a r t i n i a n o
2 M . a. M a r c e l i n o 4 M. s. D o m i n g o de Ousm&u
3 M . B. I s a a c 3 V. 8. E l e o d o r o
5 M.a. Pío V 4 8. 5 M. s. Osvaldo
4 J. sta. Saturnina 8. r ^ a u r e a n o
5 6 J . 8. S i x t o
5 V . stft. A g r l p i n a 11. 8. F i l o m e n o
7 V. B. C a y e t a n o
6 ñ. s t a . P a u l i n a 6 1.. B. K ó m u l o
8 V . s. K l a d i o 8 8. a. Ciríaco
7 1). B. P a b l o 7 M 8. F e r m í n
9 S . ft. U r c g o r i o !) D. K. Domiciano
8 M s. T e o b d l d o
8 l i , a. S a l u H t i a n o 10 L. 3. Lorenzo
9 J. t F i e s t a ClTiOft
U M . 8. R i c a r d o 11 M s. R u f i n o
10 V. 8. C r i s t ó b a l
10 M. s. Zacarías 12 M s t a . (^lara d e A s t a
8. P Í O
13 M . s . Corentjno 11 J . 8. B e r n a b é 11
12
s.
V sta. Epifanía
13 J. sta. Elena
12 V . 8. Onofre 14 V s. C a l i x t o
13 S . 8. A n t o n i o d e P a d u a 13 1.. s. A n a c l e t o
15 S., t A s a o e . d e M a r i a S a n t ,
14 M 8. B u e n a v e n t u r a
14 D. t C o r p a s C b r i a U
1 6 8 . 8. U b a l d o
15 h. 8 . M o d e s t o 15 Sí 8. E n r i ( | i i e
16
17
u s. J o a í j u i n
1 7 D . 8. P a s c u a l Bailón .1. 1.. s . B o n i f a c i o
16 M . 8. A u r e l i a n o 16 8. V a l e n t í n
8. A l e j o 18 M 8. F e r m í n
17 .M. 8 . R a i n e r i o 17 V
19 M . s . P e d r o C e l e s t i n o 19 .M 8. L u i s , o b i s p o
2 0 M . s . J l e r n a r d i n o d e Sena," 18 J. 8 . C i r í a c o
18 s. 8. F e d e r i c o
8. V i c e n t e d e P a u l
20 J . 8. B e r n a r d o
19 1)
eta. Margarita 21 V 8. A n a s t a s i o
20 L.
22 S. s . F i l l b e r t o
21 H 8. D a n i e l
21 U . n, Luis fíonzaga 23 11 s t a . F r u c t u o s a
— INVIERNO 22 M sta. Maria Magdalena
24 1, 8. B a r t o l o m é
23 J. s. A p o l i n a r i o
:¡5 L . t F i e s t a C í v i c a 2 2 T-. 8. A l b a n o 25 M s. Luis, r e y d e F r a n c i a
24 V 8. F r a n c i s c o S o l a n o
:ifí M . 8. E l e u t o t i o 20 M s. Ceferino
25 S. 8. S a n t i a g o A p ó s t o l
24 M . 8. Juan 27 J . 8. R o l a n d o
26 sta. Aun
25
26
. 1 . e.
V . 8.
Guillermo
David 27 \>
1. 8. P a n t a l e ó n
28
29
V s. A g u s t í n
S . s. A n d r é s
27 S . a. Zoilo 2H M 8, I n o c e n c i o
30 1> t S a n t a R o u d e L i m
29 M 8. P r ó s p e r o
iil D. t PenUoMtéi 31 L 8. R a m ó n N o n a t o
31! J 8. A b d ó n
21) t . ' t S s . P e d r o y P a b l o
30 M. s. Marcial 31 V 8. I g n a c i o d e L o y o l a

DICIEMBRE
SEPTIEMBRE
M. s. Leoncio
1 iM. s. (.'onatanclo OCTUBRE NOVIEMBRE ! M, s. Silvano
2 M. H. A n t o l i i i I J , B. Francisco J a v i e r
3 J. 8. Z e n ó n 1 J . 8. R e m i g i o 1 D . t To(to3 l o s S a n t o s r V, B. B s r i i a r d o
4 V. sta. Kosalía 2 V. B.
! KlcDterlo 2 L. L a conm. d e difuntos I S. 8. D a l n n c i o
b
II
s. 8. L o r e n z o J n s U n l a n o
1 ) . 8. D o n a e i a n o
3 S. :8. M a x i m l a n o 3
4
M . 8. C í ^ i r e o
M. s. Carlos B o r r o m e o
( D. 8. Nicolás de B a r í
' <L. 8. Policarpo
4 D. N. S e ñ o r a d e l R o s a r i o :
7 L. 8. P a n f i l o h L. s . F r o l l á n a J . 8. M n r t f a d e Porrea i M. t Xnmac. Concepción
H. t U N a U > . d e M u U 6 V . 8. S e v e r o ) M.8. R p s t i t u t o
«
ti M . 8. S e r g i o
e
7
M.i8. B r u n o
M. ^ 7 S . 8. A q u i l e s ) J . s. D e o d a t o
lu J . 8. C l e m e n t e 8 J . 8. D e m e t r i o 8 Ü . 8. V i c t o r i n o 1 V. 8. D á m a s o
11 V . 8. E m i l i a n o 9 V. fl L . 8. A l e j a n d r o i S. 8. D o n a t o
12 S . 8. L e o n c i o 10 M, f«. D e m e t r i o { D. s t a . Lucía
10 S. 8. F r a n c i s c o d e ü o r j a
1.1 U , s. A m a d o 1 L. 8. Nicasio
11 U. 18. N i c a s l o 11 M . t S a n Martín, o b . . P a -
14 L. B. A l b e r t o S M. 9. Valeriano
12 L. I trono de Buenos Aires
15 M s. N i c o m e d e * 9 M. 8. Euseblo
13 M.s 12 J . 3. A u r e l i o
m M 8. C o r n e l i o
J . 8. P e d r o d e A r b u é »
14 M. H. C a l i x t o 13 V . 8. E s t a n i s l a o 7 J . 8. L á z a r o
17 15 J. 14 S . 8. C l e m c n t i n o 8 V. 8. T e ó t l m o
IH V. s. T o m á s d e V i l i a n o v a 16 V. 15 D. s . D e s i d e r i o 9 S. 9. Nemesio
1» S . 8. J e n a r o 17 S. bS L . s. E d m u n d o 0 D . s. D o m i n g o
20 1) 8. E u s t a q u i o ' 18 D. i 17 M. s. G r e g o r i o c l T a u m a t 1 L. 8to. T o m á s . — V E R A N O
21 1,. 8. . M a t e o 19 L. 18 M. s. M á x i m o 2 M. a. Floro
— PRI.VIAVKKA 20 M.s 19 J . 8. P o n c i a n o 3 M. s t a . V i c t o r i a
22 M s. M a u r i c i o .21 M. B B. H i l a r i ó n 20 V . 8. O c t a v i o 4 J . 8. Dclfin
2:1 .M 8. L i n o 22 J. 21 8 . 8. A l b e r t o 5 V. t NaUv. de N. S. J. C.
24 J . 8. G e r a r d o 23 V. I. 22 D . s. Filemón 6 8 . 8. Dionisio
25 V 8. P a c í f i c o 24 S. 23 L . 8. e l e m e n t o 7 D. 8. M á x i m o
24 M. 8. J u a n d e l a C n i s
2(1
27
s. 8. C i p r i a n o
1> 8. C o s m e
25 D. 8
25 M . B. O o n i a l o
8 L. Los S a n t o s I n o c e n t e s
26 L. B.
! Evaristo 9 M. s t a . Teófila
2f 1, 8. W e n c e s l a o 27 M. 8I t a . S a b i n a 26 J . 8. C o n r a d o 0 M. 8. E u g e n i a
29 .M 8. M i K u e l A r c á n g e l 28 M. 8 A n a n t a n f a 27 V . 8. V i r g i l i o 1 J . 8. Silvestre
iStí .M s t a . .Sofía 29 J . !s . N a r c i s o 28 8 . 8. G r e g o r i o I I I
;10 V. f 29 D . H. S a t u r n i n o
31 8. 8. L e o n a r d o 30 L . a. A n d r é s
La lotería bel millón

Al aparecer en la pizarra de la Lotería fiacional el Antonio Bavio, Que cantó Curiosos aglomerados a la puerta de la agencia Bi-
número premiado. el número, y Luís Gros- vera, 236, donde se vendió el número.
so, que cantó el premio.

Don Manuel Carril, el agenciero que vendió «la grande> a varias Familia de Saverio Onorato, a quien cupo en suerte un décimo del
personas. millón.

Isabel Fisana, una de las i, Mi;ra- Magdalena López, de 78 años, la de- José Coso y su hija Filomena, quienes tuvieron
ciadas con tres aecimos. cana de las lavanderas premiadas. participación en la misma suerte.

Crupo de lavander s que ganaron >a otcna del mil.ón, coriespondiendoles tres dé- Don Guillermo Monsalve, gerente aei lava-
c irnos en Iracciones varias proporcionalmente a ono, dos y cuatro pesos, en que dero municipal, que tomó participación y
dividieron sus respectivas partes. tramitó lo necesario para el cobro de ios
premios.
0. 20—TRAJE R. 20 —VESTI-
marin ero, DO marinero,
blusa marine- de brin blanco
ra, modelo satinado, cue-
exclusivo de llo, puños y
la casa, en brin satinado, con cuello y franja en azul marino, celeste o punzó.
ribete azul marino, cordón con pito y El vestido se compone de la blusa,
pechera. Precio para 2 años, $ 1 5 . — pollera muy bien plegada, corpino con
(Aumentando $ I por año, hasta 13 años). ancho bordado en seda y cordón con
0. 24 — TRAJE marinero, blusa suelta, pito. Precio para 2 años. . .$ 1 6 . - -
de brin blanco satinado, cuello y puños (Aumentando $ I por año hasta 7, y $ 2
azul marino, con trencilla blanca, cordón por año, desde 7 hasta 14 años).
y pito, pechera con ancho bordado en P. 249—SOMBREROS DE PAJA: de
seda. Precio para 2 años. . . $ 1 5 . — paja de Italia, fina.
(Aumentando $ i por año, hasta 12 años). Con ala ancha $ 8.—
P. 219— BOINAS y GRUMETES de brin Con ala angosta $ 7.—
blanco, con cinta negra o blanca, 0. 239 — C O R B A T A S marineras, de
a $3 seda p u r a , negro, azul marino o
Y de hilo, a $ 3.50 punzó . . . j $ 3.—
La fiesta en el Talar de Pacheco
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Celebración de la Misa del Gallo, antes de los festejos que Un grupo de familias en el jardín que rodea al castilla, disfrutando del espeo
a beneñcio de la Asociación del Divino Rostro, se reali- tácalo al aire libre, mientras se repartía el hermoso árbol de Navidad.
zaron el 24, en el Talar.

Damas 5e Caribab

Interesante fiesta celebrada en ocasión de Navidad, con objeto de allegar recursos a beneficio de la Siocíedad Damas de Caridad.

Templo Se Nuestra Señora be Buenos Aires

Detalles de la procesión llevada a efecto en la parroquia de Nuestra Señora de Buenos Aires, con motivo de la inauguración del templa
parroquial.

Reparto be juguetes a los niños pobres

Los niños contemplando los voluminosos cajones que guardaban La repartición de.los regalos, en el Parque Lezama, a la multitud
los.anbelados juguetes. * infantil.
PARA CASAS-QUINTAS
ESTANCIAS Y CHALETS
TENEMOS

UN E N O R M E SURTIDO
LO MISMO QUE EN JUEGOS DE MIMBRE

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i
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ly !• mesa •. — ^ ^'«~>.

TlEnDASAliJüAM
A L S I M A y PIE,DBA5
De Montevibeo
L a fiesta realizada las flores d e t o n a l i d a -
en el P a r q u e H o t e l en des claras, lo que d a b a
beneficio d e la Asocia- u n a n o t a s i m p á t i c a de
ción d e señoritas «En- l o z a n í a primaveral.
tre-Nous>> fué u n a bri- Unas E. y N. como
l l a n t e reunión social. m o n a g r a m a de la so-
La primera parte de ciedad organizadora
la fiesta correspondía d i b u j a d a s con c a p u -
al «dinep>, que fué ser- llos de rosa sobre el
vido en el comedor del rico m a n t e l d e enca-
P a r q u e , arreg-lado a jes, c o m p l e t a b a el ar-
ese efecto con t a c t o tístico a d o r n o .
especial y con ponde- E^sta mesa era ocu-
r a b l e b u e n gusfí>. p a d a p o r la m a y o r í a
El centro era ocu- de las niñas d e la co-
p a d o por u n a a r t í s - m i s i ó n d e «Entre-
tica m e s a circular, Nous» y u n g r u p o d e
a d o r n a d a con senci- ASOCIACIÓN DE SEÑORITAS ' ENTRE-NOUS.. — Señoritas y caballeros que caballeros. Luego se
H e z , predominando bailaran la pavana, Inciendo las señoritas con trajes del año 1830. bailó a n i m a d a m e n t e .

Aspecto que presentaba el salón del Parque Hotel, en 1» noche del "diner).

EN EL ASILO LARRANAGA. — Fiestas de fin de curso: la pre- Vista general del pa-io del asilo, durante la fiesta, mientras los
sidencia formada por los ministros Viera, Brun, el de Alemania, alumnos ''altaban el himno nacional, al iniciarse los números
el director de la Asistencia P&blica y autoridades escolares. del programa.

EN LA ESCUELA IVULITAR Y NAVAL. — La comisión que pre- Los cadetes, durante los ejercicios físicos realizados en el transcurso
sidió los exámenes de los cadetes, en presencia del ministro de del examen. — La pirámide humana.
guerra, general Bcmasa y Jerez.
El hogar bel "film", en Buenos Aires
Sin mayores explicaciones, basta el título de esta cró-
nica para que todos comprendan que vamos a ocupar-
nos del gran coloso de los cinematógrafos: de Slax
Glücksmann y de su famosa «Casa Lepage».
En cualquier parte de Sud América, al hablar de
cines y de películas, lo primero que viene a la mente es
el nombre de Max, y en efecto: desde que se hizo en
este país la primera exhibición cinematográfica, siem-
)re fiemos visto al final de toda cinta este sugestivo
Íetrero: «Único concesionario. Casa Lepage, de Max
Glücksmann» y, conforme fué creciendo la afición al
cine, fué también en aumento la popularidad de Max
y adquiriendo su bien cimentada Casa Lepage una im-
portancia colosal.
Por eso llamamos al palacio que hoy ocupa Glücksmann
en las calles Callao y Mitre, «el hogar del film». Porque
en la casa Lepage nació el cine a la luz de Sud América,
cuando apenas iniciaba Pathé, el gran Pathé, sus pri-
meras cintas
en Europa.
Si quisié-
semos esta.
blecer u n a
propor c i ó n
matemáti o a
para mejor
expresar lo
que Glücks-
mann repre-
senta en cues
tiones de ci-
nemato g r a-
fía, diríamos
que «Max es
a Sud Amé-
rica lo que El hogar del 'film': palacio donde está instalada la casa central
sus represen- de Max Glücksmann, en Callao y Bartolomé Mitre.
tados, Pathé
a convertirse
Don Enrique Lepage, tunaadoi de la «Casa Le- Freres, son
al mundo»... en una parte
sage». y todo el que integrante del
concurre a los cines está bien compenetrado de esta mismo, en el
verdad irrefutable. otro yo de don
Enrique Lepa-
ge, y tanto fué
Hace ya muchos años que un comerciante francés, así que este úl-
don Enrique Lepage, fundó modestamente, en un pe- timo, rey va de
queño local de la calle Bolívar, una casa de artículos la fotograíia en
de fotografía, que pronto adquirió justo renombre para Buenos Aires,
los aficionados y profesionales del arte de Daguerro. decidió nom-
Entre los escasos empleados que ayudaban a Lepage brar al joven
a vender placas, máquinas y papeles, se destacaba por Max su prínci-
su afabilidad, por su extraordinaria viveza y por sus pe heredero.
condiciones generales, un muchachito — un niño casi
— que Uamaoa, como vendedor, la atención de cuan- Llegó un día
tos clientes llegaban a la casa. Este niño fué creciendo en que Lepage,
célebre en Bue-
con el peque- nos Aires y ri-
ño negocio,
hasta Úégar Señor Max Glücksmann, continuador de la obra co, hizo efecti-
de Lepage. va la herencia,

La «Casa Lepage» primitiva, en la calle Bolivaí Sucursal de la Avenida de Mayo, con entrada por Victoria.
número 375.
e x t r a o r d i n a r i o s que snpo d a r a l a sección d e
cinematógrafos y ointa.s, sigue siendo en foto-
grafía lo que siempre fué: la casa p o p u l a r y
jiopularizada por excelencia.
Lepage fué quien trajo el primer fonógrafo y
el p r i m e r cine y las p r i m e r a s n o v e d a d e s en fo-
tografía y G l ü c k s m a n n fué quien las dio im-
pulso y las desarrolló h a s t a u n m á x i m u m q u e
jjior lo grandioso r e s u l t a casi inconcebible.
H o y su v e n t a do discos y fonógrafos a l c a n z a
•cifras que si las e s t a m p á s e m o s r e s u l t a r í a n difí-
ciles d e c o m p r e n d e r p a r a el lector q u e no esté
interiorizado de e s t a s cosas; pero b a s t e decir
que si las películas cinematográficas de Glücks-
m a n n se ven en t o d a s p a r t e s , los discos Odeón
y -Fon(-ttii)ia, famosos en el m u n d o desde h a c e
m u c h o s años, se escuchan p o r d o q u i e r a y esos

DoD Enrique Glücksmann, gerente general de la ('Casa


Lepage*, de Max Glacksmann.

y entonces G l ü c k s m a n n , con su espíritu em-


p r e n d e d o r , con su c l a r a visión p a r a los g r a n d e s
negocios y hábil discípulo d e u n b i e n hábil
m a e s t r o , dio a la casa Lepage n u e v o s vuelos,
fijó orientaciones que h a tenido el acierto do ir
c a m b i a n d o sin d e r r u m b a r lo viejo. E s t o es: h a
edificado, h a progresado, h a c o n v e r t i d o su ca-
s a en poderosa organización, sin olvidarse fio
lo a n t i g u o , sin descuidar p o r u n m o m e n t o si-
q u i e r a lo q u e constituyó base y principio d e
l a casa Lepage.
Así vemos, pues, que, a pesar de los vuelos

Señor Jacobo Glücksmann, snb-


gerente.

discos .son, e n t r e n o s . t - ^ - ,
u a a de las g r a n d e s exclusivi-
d a d e s q u e posee la Casa L e -
page de M a x G l ü c k s m a n n .
T r a s la m o d e s t a casa de la
calle Bolívar, se estableció la
g r a n sucursal d e l a A v e n i d a
de Mayo y calle Victoria. E r a
necesario u n a e x p a n s i ó n q u e
corriese p a r e j a s con la m a g n i -
t u d del creciente negocio, pe-
ro no se a b a n d o n ó la casa vie-
ja; esa siguió y sigue en d o n d e
fué f u n d a d a . Se estableció l a
n u e v a , se abrieron sucursales
en Alontevideo, en Rosario y
en S a n t i a g o de Chile, y final-
m e n t e se coronó esa o b r a d o
engrandecimiento ocupando
el palacio que orguUosso d o m i -
n a en la esquina d e Callao y
B a r t o l o m é Mitre.
A d e m á s es dueño y e m p r e -
sario el popularísimo M a x , d e
los t e a t r o s m á s n o t a b l e s q u e ,
Salón principal de ventas en la casa central de la calle Callao y Bartolomé Mitre, donde, como en p a r a exhibiciones c i n e m a t o -
las sucursales, se venden aiticnlos de {otografia, discos, graSóIonos y cinematógrafos «Kok», gráficas, se h a n l e v a n t a d o en
para famijia. Buenos Aires, a saber: El P a -

Sección de contabilidad. Sección especial para la venta de cinematógrafos.


(le películas de todo el
mundo.
Max Linder, Salustia-
no, la famosa Robinne y
cientos de otros perso-
najes populares son ex-
clusividad de Glücks-
mann, y por tanto nin-
gún cinematógrafo de
ios importantes pueble
omitir servir al público
sus platos favoritos y
así, pues, todos — los
buenos se entiende —
dependen ])rincipalmen-
te de Max Glünksmann,
quien, hoy por hoy, em-
puña firmemente el ce-
tro sin temor a revolu-
ciones anti-diimsticas.
Por otra parte, la di-
nastía de los Glücks-
mann, que reconoce a
Max por jefe, es bastan-
te extensa. Cuatro her-
manos le ayudan en la
difícil tarea de llevar las
riendas del gobierno en El Petit Palace, de la plaza Libertad.
tan* extensos dominios.
En estas páginas publicamos la fotografía de Enrique, ge-
rente general, en cuya mano están todos los hilos del nego.-

Los teatros de Max: El lujoso Falace Theatre.

lace Theatre, donde desde que abrió sus puertas se con-


grega lo más solé, to de nuestra buena sociedad porteña;
el Petit Palaoe, de la plaza Libertad; el popular Cine-
Opera, de la calle Corrientes; y, finalmente, el colosal
Electric Palace, que en la calle Lavalle da una nota sa-
liente de grandiosidad por su artístico frente y por su
capacidad extraordinaria, pues tiene asientos sin apre-
turas ni incomodidades para dos mil personas.
La característica saliente de los teatros de Glücks-
mann estriba, sin embargo, principalmente en la nove-
dad de las cintas que exhibe y en que, por .ser importa-
das exchisivamente por él, se estrenan en sus teatros,
aun cuando después pasen a las empresas innumerables
que, tanto en la ciudad como en todo el interior del país,
como en las demás repúblicas sudamericanas, son sub-
sidiarias de Max Glücksmann, que es a su vez represen-
tante de Pathé Freres y de las más im])ortantos fál)ricas El popular Cine Opera.
cío, y la de Jacobo, el sub-gerente, que,
en determinados momentos, substituye
a sus dos hermanos mayores en el man-
do supremo. Todos ellos han crecido
con la casa y todos han colaborado con
Max a su engrandecimiento. Justo es,
pues, dedicarles en esta crónica el lugar
que les coresponde.
Cuando una empresa particular llega
a una altura tan grande por el esfuer/.o
propio de un hombre, sin ayuda de ca-
pitales extraños ni apoyos de ninguna
clase, se convierte en algo que honra a
la nación donde se halla radicada y en
este sentido Max Glücksmann es un be-
nemérito de nuestro país, puesto qt:o
ha sido él, como continuador de la o6r i
de Lapege, quien ha hecho que venga a
Buenos Aires el centro principal de la
cinematografía en Sud-América.

El grandioso Electric Falace, último de la serie.


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A todos sus favorecedores
mil felicitaciones ^^^^^ 1 9 1 4
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Visitar estas oficinas significa ahorro
de molestias, tiempo y dinero.
iQué caprichosa y difícil de contentar es la Moda!
No quiere ser menos que una bonita y coqueta mujer.
En el invierno nos hizo llevar sombreros de tul o con
adornos de él, y ahora que lógicamente deberíamos
llevarlos, en esta estación de calor, nos obliga, por
Última moda, a usar sombreros todos
en terciopelo. Me dirán, plagiando a
los y a las que hacen y lanzan la Moda:
¡es muy chic! No lo d u d o . . . pero es
muy molesto, sobre todo para
nuestro clima, que nos hace
casi imposible soportar nada
pesado en los días bochorno-
sos del verano. Pero esto es
hist/Oria antigua, y lo que agra-
da, no incomoda. Así es que
apróntense, y a lucir
pronto !os sombreri-
tos todo de terciope-
lo: son, en general, ne-
gros, y casi todos su-
mamente levantados de un
costado y con un aigrette en
forma de ebalais» o escoba, en
lo alto del costado levantado.
Es todo su adorno.
Como novedad, las doy en
esta página dos novedosos mo-
delos de vestidos que proceden
de una de las principales casas
de la rué de la Paix. Uno para
señora joven y el
otro para joven-
cita. Es el último
ceri» de la Moda,
y creo que esta
vez ha acert-ado.
E l d e señoril
joven, es una toi-
lette^n seda blan-
ca antigua, pinta-
da con hortensias
malva y rosa. El
alto del corpino y
la pequeña túni-
ca, son de encaje
plateado, y el «fi-
chú» de tul malva
y el interior del
cucilo es también
de tul rosa. Un
ííalón «perlé d'on>
adorna el «corsé-
h't* y las mangas.
Los zapatos son
hechos del mismo
género que el tra-
je, y son adorna-
dos de unos «pa-
pillons sertis en
strass».
La otra toilette de jovenci-
ta, es toda en tul, en forma de
volados superpuestos, unos so-
bre los otros, en un «fourreau»
de charmeuse blanco.
El corpino, escotado en re-
dondo, luce también un vola-
do de tul todo alrededor, y las
pequeñas mangas cortas, son
hechas de tres volados. El cin-
turón es blanco perlé. Resulta
de un conjunto encantador y
sumamente delicado, y evoca
el recuerdo de toda una época
pasada, en la que dominaba
el gusto refinado de la corte
del Imperio.
I ^ Moda persistente de los
escotes, ha puesto a la fuerza
la boga de los collares de fantasía que parecen ser cl complemento,obligado de las toilettes actuales. Estos collares no tienen nada de
las joyas de subido precio, y iiay que mirarlos bajo el punto de vista de un gentil refinamiento sin buscar un recargo en el presupuesto
de cada una, y tratar la cuestión como un capricho. Los de última novedad, son do un ámbar antiguo y patinado por la edad.
Kn la colección de los nuevos ámbares, hay también matices y colores para elegir, como por ejemplo, el amarillo dorado es mucho
más preferido que el ámbar verdoso claro.
Hay, entre ellos, algunos ámbares trabajados como las piedras preciosas, lo que hacen de ellos deliciosos collares imitando topacios.
Es más de vestir, más joya que el ámbar opaco, que viene a ser una parme exclusivamente de día.
r.a forma ha variado muchas veces, pues ya lo he dicho más arriba, la Moda es muy caprichosa, y unas veces nos los ha presen-
fíido en forma de perlas ovaladas montadas en caídas, y después mezcladas con otras perlas ovaladas y redondas; en fin, para variar,
hf- aquí un retorno a In perla redonda, ligeramente achatada en el sentido en donde está agujereada para ensartarlas. Muchos collares
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EN doctor Carlos Pellegrini. — La comitiva acompañando a la viuda.

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"avarino. en las guerras napoleónicas. de Nelson, en la batalla de Trafalgar.
La República Dominicana
(Recuerdos históricos)

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mingo, por Ovando. sus carabelas.

Semillas de FLORES
y de HORTALIZAS
de TODAS CLASES:
de LAWN GRASS
a (pasto para céspe-
u m des); de PASTOS
o
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su desenvolvimiento, su tencia.
fabuloso desarrollo indus- He aquí sus particula-
trial, la admiración sería ridades y detalles más
aún más justificada, pues notables: Tiene tres tra-
en el breve tiempo de 15 mos de trasmisión: dos
años, nuestra metrópoli sobre la superficie y uno
se ha transformado bajo subterráneo, con una lon-
ese punto de vista en una gitud de 150 metros y cu-
enorme colmena, en la que ya instalación ocupa el
la actividad del hombre centro de la fábrica con
y el empleo de capitales 160 máquinas a uno y
está realmente al unísono otro lado, movidas por
de las más activas citida- cuatro motores, uno «Die-
des productoras, indus- Vísta general de la fábrica de los señores Larraechea Hnos.,
dez y Cía., situada en la calle Padilla, ?50. sel» de 100 caballos y
tres eléctricos de 40, 32
y 26 caballos, sistema «Sie-
mens», o sea un total de 192
caballos de fuerza motriz.
Da ocupación diaria a 800
)ersonas, dentro y fuera de
Ía fábrica, y produce dia-
riamente 4.000 pares de cal-
zado de diversas clases en
cerca de 800 formas distin-
tas, y prueba su capacidad,
el haber entregado última-
mente a la Intendencia de la
Armada 30.000 pares de bor-
ceguíes en menos de un mes,
sin desatender su producción
diaria.
No hay pueblo, ni lugar de
la república en que no sean
conocidos y apreciados sus
Una parte de la sección maquinas de desvirar. productos; pues sin dedicarse
tríales del viejo continente.
Como una prueba irrefutable de tal
aserto, tomamos, al azar, la reseña
detallada de uno de loa muchísimos
establecimientos fabril - industriales de
nuestra progresista ciudad y el público
juzgará si no hemos presentado una
demostración evidente.
Los señores Larraechea Hermanos,
Méndez y Cía., fundaron en el año 1904
una fábrica de calzado, situada en
amplio y elegante edificio de la callo
Padilla, 750, con escritorio y negocio
para la venta en la calle de Rivada-
via, 1261.
El magno edificio abarca diez mil
varas cuadradas de superficie y svi
capacidad es, por lo tanto, amplia-

Parte del depósito de materiales.


a clases extra-iinas para la capital,
fabrica todoslos tipos especiales usa-
dos en nuestra inmensa campaña y
los produce a precios baratísimos, que
obligan al comercio a adquirirlos.
Tiene permanentemente una exis-
tencia de más de un míUón de pesos
en materiales y calzados prontos para
la entrega, cuyo stock es constante-
mente renovaclo por la gran salida de
los productos, pues produce artículos
desde 0.32 centavos, hasta de 15 »
el par.
Son socios activos de esta florecien-
te industria, los señores: Antonio La-
rraechea, José Larraechea, Manuel
Méndez y comamiitaria la señora
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La momia be Motezuma
El sacrificio anual Del
Dios "Alma Oel munSo".
Casi debajo de la catedral
de Méjico, donde se elevaba
la gran Teooalli o templo de
los antiguos mejicanos, se
han hecho descubrimientos
del mayor interés histórico.
Uno de los objetos más inte-
resantes descubiertos ahora
es uno de los altares de
Tzompantlí o de los sacri-
ficios humanos. Alrededor
suj'o están los huesos de in-
numerables víctimas. El al-
tar pertenecía a una cadena
de 78 capillas que rodeaba
al gran templo. Está deco-
rado con esculturas de cala-
veras y huesos y otras re-
presentaciones de los ritos
horribles a que servía de
centro.
Los sacrificios humanos
fueron adoptados por los
aztecas a principios del si-
glo XIV. Escasos al princi-
pio, se hicieron más fre-
cuentes con la mayor exten-
sión del imperio, hasta que
al final no había fiesta que Momia de un guerrero azteca.
no terminara con esta cruel abominación en honor al
dios Tozcatlipock, cuyo rango era el segundo después
del Ser Supremo. El «alma del mundo» estaba represen-
tado bajo las facciones de un hombre hermoso dotado
de juventud.
En sus últimos tiempos los aztecas sacrificaban a
La momia que se cree ser de Motezuma. Tezcatlipock más de 20.000 víctimas anuales.

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principia el nuevo en honor do sus amables lectoras.
El lio.íiar se va embelleciendo con estos mil dericados objetos tan
femeninos.
Kücido con la primera a<:i!jn, el bordado ha sido en todos los tiem-
pos, el qno ha gustado y se lia utilizado más entre todas las labores,
bien sea en l'i lencería, trajes, mueblería, etc.
Jos proci'diinientos sencillos y clásicos se han trasmitido sin traba
modiiieación nin<íuna. Su técnica ha dejado al buen í^usto y a la habilidad
de la bordadora, campo hbre para elegir y escojxer colores y motivos. Sin embar-
las flor(-. dominan siempre que sean interpretadas del natural o combinadas
sus formas y estilo tan decorativo, y sus rnloridos tan acariciadores y variados.
He aquí un almohadón ovalado de nn puro estilo Luis XVI, de delicado color mar-
fil en raso de seda. El bordado está ejecutado en tintes pálidos y está compuesto de
guirnaldas do miosotis, entro el cual se ven suspendidos, a la derecha y a la iz(|uierda, un t;'niboiii y una flauta, y en me-
dio una canasta desbordante de flores. Esta i'dtima se hace en cinco tonos de seda marrón obscmo, y las ñores qu'e en ella
se ven son en cuatro tonos de rosa, y sus hojas on tres tonos de verde.
El tamboril se hace en dos tonos de seda oro viejo para el borde y de dos tonos azul viejo pnra encima. La flauta está bordada
en dos tonos de seda color madera; en cuanto a los miosotis, se hacen unos en seda azul pálido y otros en soda rosa; con cinco
puntos anudados y en medio otro de seda amarilla para el corazón. Este almohadón tiene 45 centímetros de diámetro y va fo-
rrado do satín verde con un fleco de seda.
La otra labor consiste en una pantalla suspensión para luz eléctrica, compuesta de C pequeños ftpanno'inx' redondeados.

para la Tez, "Costafort"


El compuesto vegetal COSTAFORT extirpa radicalmente
el vello y hace desaparecer para siempre los paños, pecas,
granos, espinillos y manchas de soi; su fama y sus éxitos
los debe a su eíioaeia indiscutible; la extirpación del vello
ha dejado de ser una bella promesa para convertirse en una
verdad absoluta, sin el menor asomo de duda. Será una
debilidad, pero es un hecho gue todo hombre conssrva me-
jor el afecto para su esposa, si ella sabe conservar el atrac-
tivo; en este caso, nada más recomendable gue el COM-
PUESTO VEGETAL COSTAFORT. Su mejor recomen-
dación la tiene en diez años de éxito y en el presente cer-
tificado gue publicamos, como testimonio. Se envian catá-
logos, con explicaciones para su uso, a quien lo solicite;
en venta únicamente en mi consultorio, calle CARLOS
PELLEGRINl, 156.

Salta, 8 agosto 1913.


Señora S. de Costafort. — Buenos Aires.
Respetable señora:
Encontrándose mí rostro cubierto de un vello atroz, que tan mal as-
pecto da a la íisonomia, ensayé por larguísimo tiempo varios depila-
torios, sin obtener nada más que resultados desfavorables; por fin,
un día empecé a usar su compuesto y, a pesar de hacer tan poco tiem-
po que lo empleo, hoy puedo destarar con verdadera satisfacción que
me veo libre de tan penosa carga, por cuya razón autorizo a la señora
de Costafort que publique mi carta como prueba de agradecimiento,
y que ella sirva para las señoras y niñas que sufran de este mal.
Salúdala atto.
MAEIA MARTÍNEZ.
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EL CETRO DE LA MUJER

¿De Dónde procebe el abanico?

Abanico cuya pintura se atribuye a Watteau (siglo XTU).

«3 abanico de hace 2000 años, de una estatua de Ta-


nagra. — Este abanico era, al parecer, alguna hoja
natural desecada.
í U e dónelo procedo el abanico?
^ H a c e m u c h o tiempo, aUá en T a m b a , c i u d a d
^ n i n a , se c e l e b r a b a la g r a n fiesta de la L u n a .
L a m u l t i t u d se a g o l p a b a alrededor del
^.^Srado recinto. A c a l o r a d a por los vapores
del incienso, lánguida, la bella Sam Si, hija
^^1 m á s poderoso m a n d a r í n , quitóse l a care-
'•a que el r i t u a l chino im])onía a las jóvenes
y so a b a n i c ó con e l l a . . . P o r adulación, imi-
t á r o n l a t o d a s las mujeres que asistían a la
testa, y así dicen n a c i ó el abanico. Vnico abanico pintado por Galaroi. Costó 2.000 trancos. (Colección Ouvelleroy),
Como objebi de a r t e , el abanico tiene u n a
nistoria brillante; así se h a i m p u e s t o on l a s colec- t o ñ a , siendo su colección u n a d e las m á s a d m i r a d a s .
lones. E n 1870 so celebró en Londres u n a exposición d e L a reina Isabel de E s p a ñ a , poseía 800 a b a n i c o s , ver-
^Dánicos célebres, bajo los auspicios de la lícina Vic- d a d e r a s ' j o y a s d e a r t e do t o d a s l a s épocas y estilos. E n

^totioa del siglo xvu, en la que no se sabe 'ijue admirar más, si la regia montura
o la preciosa alegoría pintad.i.
«Las dos abeias'>, al lado de la silla gestatoria
del papa. Abanioos emblema de soberanía.
la maravillosa colección de la b a r o n e -
sa d e Rotchild se e n c u e n t r a ol famoso
abanico de W a t t e a u , que costó 12.300
francos. D e s d e 1900, los precios m á s
altos p a g a d o s p o r a b a n i c o s h a n sido
u n Vanloo, 14.500 fr.; \m S a n c r e t ,
22.000 fr.; o t r o W a t t e a u , 34.000 fr., y
uno L i n d o u , a d o r n a d o con pioilraa
preciosas, que o b t u v o en u n r e m a t e ,
en L o n d r e s , 05.000 fr. d e p u j a .
Colecciones h a y , v a l u a d a s en fran-
cos 350.(X)0 y h a s t a 2 millones.
L a P a t t i posee u n abanico en \tor-
g a m i n o , con loa a u t ó g r a f o s do t o d o s
los soberanos do E u r o i » , quo rin-
dieron en t a l forma pleito h o m o n a i o
' » « » i e de marfil. Abanico al cetro femenino.
chino que perteneció a Paulina, la hermana de Napoleón I.
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licidad en 1914.
En el beho be la mujer

Soitija-brazalete, — Una serpiente de oro con ojos de rubíes, parece pronta a lanzarse Anillo de bodas bretón, de plata repujada,
sobre el escarabajo que forma el anillo. antiguo.

¡UNA ESPERANZA SALVADORA!


En el HEBCÜIEX ELÉCTRICO SANDEN hay fuerza para el débil, vigor para el fuerte, salud para todos. Los remedios contra
la Neurastenia forman una legión; pero los buenos son más bien raros. Es, pues, de gran interés hacer elección entre ellos, puesto
que no todos tienen el mismo derecho a la gratitud de los enfermos. La naturaleza de las curas que en estos casos hace este aparato
electrogalvánico es tan simple, que las ocupaciones ordinarias de la vida se pueden seguir mientras
el tratamiento actúa. Doy uua de las numerosas cartas que diariamente recibo, y que pueden resu-
mirse como sigue:

Un íremendo ataque nervioso


Señor iloctor Sanden. Buenos Aires. ; febrero de 1913.
Muy señor mío: Hacía como cinco años que venía padeciendo de una enfermedad que los médicos
llamaban neurastenia. Esta enfermedad es de aquellas que sólo quien la haya padecido puede darse
cuenta de mis sufrimientos durante tantos años. Describirla me es imposible, pues son tantos los
síntomas que se manifiestan, que enumerarlos sería cuestión de nunca acabar. Sólo diré que en su
ohrita «La Salud en la Naturaleza» hay unos capítulos que la describen a las mil maravillas. Tanto
aquí como en la líepúhllea Oriental del Uruguay, consulté mí mal con muchos médicos, pero todo
iiié eii vano; así que, cansado de tomar medicamentos, y después de haber sufrido un tremendo ata-
que nervioso, consulté con Vd. sobre su tan renombrada FAJA ELÉCTRICA. Y para
concluir, sólo diré que compré uno de estos aparatos, y lo empecé a usar, encontrán-
dome hoy restablecido completamente, por lo que le quedo infiaitamente agradecido.
Qnetlít usted autorizado para publicar esta carta.
S./c. Tueumán, 916, Lanús. Firmado: JUAU A. MIGLIERINA.

¡Mañana, lai vez ya sea farde!


Hace 10 años que aquí niisni' , en esta llepiibiica, a los hombres débiles los hago
fuertes y a los fuertes les doy más fuerza todavía.
Tengo cartas y testimonios de hombres de todas clases y de todas condiciones, que
han sido cur.ados con mi HERCULEX ELÉCTRICO, después del fracaso de todos los
demás remedios conocidos. Si le queda todavía suficiente fuerza de voluntad para apro-
vechar de la oferta, le qiieda la esperanza de ser otra vez hombre como debía ser. Pida
y lea mis dos obritas VIGOR y SALUD. En ellas encontrará Vd. un manantial inagota-
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í¡'í¡

If
Aguas Muertas. — Las iortiíicaciones de la época de Felipe el Atrevido.

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í
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¿SUFRE VD.
DEL

ESTÓMAGO?
¿ No tiene Vd, apetito ? ¿ Digiere con dificultad ? <! Tiene
gastritis, gastralgia, disentería, úlcera del estómago, neu-
rastenia gástrica, anemia con dispepsia, una enfermedad
del intestino? Después de las comidas, ¿tiene Vd. eruptos
agrios, gases, pirosis, vahidos, pesadez de cabeza, sofoca-
ción, opresión, palpitaciones al corazón? ¿Tiene Vd,

DISPEPSIA
y dolores al vientre, a la espalda, vómitos, diarreas?
¿Se altera con facilidad, está febril, se irrita por la
menor causa, está triste, abatido, teniendo por la noche
sueño agitado? ¿Ningún remedio, ningún régimen ha
podido curarle ?

TDME

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Las fortificaciones de Aguas Muertas, que datan de


la época de Felipe el Atrevido, estas murallas de 7
metros de alto, flanqueadas por 15 torreones, uno de
los cuales, la torre Constanza, mide 30 metros de altura,
BOn sacrificada;) a las conveniencias de unas bodegas
de vino.
El puente de Gard, está amenazado por un vecino
que desea hacerlo volar—¡volar! — el puente que cons-
truyera Agrippa para alimentar a Nimos de aguas.
En Saint Malo la misma furia vandálica quiere mo.
demizar aquella bahía tan bella, la ciudad clásica ilc
los marinos, que resistió triunfalmente a cuati'o expe-
diciones inglesas.
También están amenazados los Campos Elíseos de-
Arles, la milenaria, la célebre Necrópolis de !a edad
media, bendecida por Jesús, según reza la leyenda.
Verdaderamente el modernismo nos lleva al sacrilegio. Aguas Muertas. — La sala do guardias de la torre de Constancia.

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j u n t ó l a s . No tienen que calafatearse nunca.
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Por los Pirineos en automóvil

El valle de Rebenty. El puente de Sejournet.


Los Pirineos, con ser tan viejos, están punto monos Pero todos estos sitios están situados en las fal-
que inexploratios. das de la cordillera. Los verdaderos Pirineos, las altas
Tan sólo se conocen bien los balnearios, que ascien- cumbres, no son conocidas. El «Touring Club» de Fran-
den al notable número de 250, famosos todos por sus cia, está construyendo una carretera que, cuando esté
aguas minerales, con las cuales so curan, desde tiempo terminada, permitirá recorrer la gran cadena sin
inmemorial, casi todas las enfermedades conocidas. necesidad de volver atrás, yendo desde el Mediterrá-
Por no faltar nada, allí está la milagrosa fuente do neo al Cantábrico, un viaje de 734 kilómetros, pasan-
Lourdes, mundialmente célebre por sus maravillo- do por los puntos más pintorescos de la gran barrera
sas curas. montañosa que separa a España de Francia.

Euinas del castUlo de la abadía de San Martin Las revueltas del camino de Canterets,
de Canigott.
XÉREZ-OUiNA-ñUiZ

/ •

^X

f -
APERÍTIVOYTÓNÍCO
1

§ o

ÚNICOS ~
INTRODUCTORES CURT B E R G E R & Cía.
I VENTA POR MENOR |
BUENOS AIRES ROSARIO
Esmeralaa, 184. A LA ELEGANCIA ECONÓMICA Sarmiento, 779.
GRAN DEPOSITO DE CUELLOS MEY, COEBATAS, PERFUMERÍA,
MEDIAS, PAÑUELOS Y DEMÁS ARTÍCULOS PARA HOMBRES.

.„^,...J
Una be las maravillas be España

La catedral de León. — Visla genera*. Puerta de la tachada sur, restaurada.


/••a l a t c d r a l de León es t e m p l o que figura e n t r e los Alnianzor, en u n a de sus correrías, f>ié rccdü'icado p o r
' " i ? . " " t a b l e s , no y a de E s p a ñ a , sino del m u n d o entero. el obispo D o n Pelayo 11, y en lionor al primer funda-
Kichard F o r d , el inglés que mejor h a escrito sobre dor, l e v a n t ó en ella el sepulcro de D o n O r d o ñ o , que es
osas de a r t e en E s p a ñ a , dice, refiriéndose a ella, que u n a de las j o y a s que enriquecen el interior por la pu-
al!'' l"'" ^^'"^'toz y á u r e a Cf)nKtriu<iiin deja a t r á s a la reza y perfección del estilo ojival.
a u i a d e B a t h , Í a famosa ii/lc<i(i linkrna, asom'uro d e Muchos son los sepulcros y e s c u l t u r a s preciosas, co-
" l ^ ^ r t i s t a s y pueblos del norte. mo a r t e , en las que resplandece la inocencia y fe de los
nnl*^* ' " ' " * ' ' sorprende por su e.sbeltez y sutileza, del- primitivos a r t i s t a s .
é d a s eoliimnas góticas y m u r o s t a n c a l a d o s que se- Una d e las cosas q u e m á s e n c a n t a n en la c a t e d r a l
fsjan un encaje de p i e d r a . Al contomiUarla, témese de León es la escasez de r e t a b l o s , que con g a l a s churri-
^^1 "K'nor \ i ' n d a v a l v a v a a echarla por tierra, v sin guerescas d i s t r a i g a n rl ánimo de las severas al p a r que
embaro,, h,,, resistido sigío.s. graciiisas licllo/.as de los t a l l a d o s en p i e d r a que deco-
Ip/^^ "K'joriM arijiiiteitos conce|)túan la c a t e d r a l d e r a n los interiores góticos.
rL, " I - " " " " "''i'a única, que se s u s t e n t a por milagro, R o i i e n t e m o n t e se h a n llevado a c a b o i m p o r t a n t e s
<";<atian,lo las r o d a s del a r t e , o b r a s d e r e s t a u r a c i ó n , o b r a s que h o n r a n a las a r t e s y
gi'p f í " " las crónicas, el f u n d a d o r debió ser Ordoño T, al gusto de la Esi)aña moderTia, pues sabe h o n r a r y
establecer la corte en León. D e s t r u i d o el t e m p l o por conservar su p a s a d o glorioso.

Fragmento del tímpano de lu purilu ceulral. leiiiebeauavlo el Juiciu liual.


Mallorca subterránea

E s M i l l o r e a u n a d e las islas del m u n d o en cuj'o seno


•e h a n descubierto m á s n o t a b l e s g r u t a s , la celebridad
d e l a s cuales es m u n d i a l .
E l m a r h a sido el g r a n artífice a l q u i m i s t a y a r q u i -
tecto; la n a t u r a l e z a , valiéndose d e la gota de agua car-
g a d a d e b i c a r b o n a t o d e cal, h a l a b r a d o , siglo tras siglo. Delalle del balóu dtí la duquesa de Toscana.

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Mallorca subterránea

las asombrosas maravillas de las grutas de Mallorca,


cuyas estalagmitas ascienden casi hasta los techos, do los
cuales penden estalactitas como largos racimos de go-
tas de agua petrificadas.
Puede calcularse que para formar un metro de
estalagmita se habrá necesitado al menos diez mil
años.
En las cuevas do Arta se han aumentado ciertos de-
talles tan sólo en 3 milímetros en el espacio de 25 años.
Encuéntranse en las cavernas especies animales y
vegetales, unas extinguidas, otras vivientes en corto
número. Como en e! interior de las cavernas reina la
obscuridad de una noche eterna, sus moradores suelen
Baños del Snlián, en las coevas del Dral. ser ciegos.

Vd. que s u f r e
DE Enfermedades de la piel.
Vicios de la sanare,
Granos en la cara.
Forúnculos, Empeines,
Eczemas, Acné, Soriasis,
Sarpullidos, Herpes,
Rojeces de la piel, Diabetes,
Enfermedades del Estómago y del
Intestino.
¡TDME ESTDI
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Levadura de Uvas JACQUEMIN


Poderoso depurativo de la sangre, conteniendo un principio activo que destruye los microbios da-
ñinos de las vías digestivas, causa principal de esas enfermedades. Exíjase siempre la verdadera Le-
vadura de Uvas, preparada por el profesor Jacquemin, del Instituto de Investigaciones Científicas de
Malzéville (Francia). La Levadura JACQUEMIN, siendo un líquido que se absorbe en plena fermenta-
ción, posee diez veces más elicacia que cualquier otra.
Recorte este aviso y remítalo con su nombre y dirección a nuestro depósito general, CANGALLO, 845,
Buenos Aires, y se le enviará en el acto un folleto explicativo. De venta en todas las farmacias.
En nuestro depósito hay siempre Levadura JACQUEMIN en plena actividad, que se manda a cual-
quier punto de la República
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Año Nuevo con la
bebida característica
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EL VERDADERO TORINO.
Las torres be Córboba

Tone de San Lorenzo, del 1555, estilo La Calahorra del Puente, de estilo árabe, 895, Torre de la catedral: la base árabe, 957; loi
grecorromano. restaurada en 1369. cristianos la terminaron en 1585.

Entre las innumerables bellezas arquitectónioas que Córdoba, la antinua rival de Damasco, atesora, se des-
tacan sus torres, hermosas unas por la robusta solidez, por elegantes, esbeltas y sugestivas otras y todas por la
aureola poética con que las brumas del tiempo y la imaginación popular han ido envolviendo su historia.

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"MACROBIA"
PREPARADA POR EL

Doctor Federico Sívori


(Profesor de la Universidad Nacional de La Plata)
Distinguido doctor Sívori: Le manifiesto
que he ensayado su Levadura de Uvas
"Macrobia" con los mejores resultados,
sobre todo en determinadas formas de infec- La Levadura de Uvas "Macrobia",
ciones intestinales y en numerosos casos de
furunculosis. La constipación de los dispépti-
evita y cura además, tOdaS ias erup-
cos se corrige con su uso continuado. Fir- ciones de la piel, tales como barros,
mado: Doctor Samuel Madrid Páez, Montes
de Oca, 185. Buenos Aires. eczemas, sarpullidos, etc. Corrige
sin violencia alguna, la pereza del
intestino y produce delicioso bie-
Distinguido doctor Sívori: Me es grato
manifestarle que, habiendo hecho uso en nestar. Obra como desinfectante
mi clientela de su Levadura de Uvas
"Macrobia", he podido observar que es un intestinal y depurativo de la sangre.
verdadero depurativo de la sangre, habiendo
obtenido resultados satisfactorios en las
Su sabor es sumamente agradable,
enfermedades de la piel, especialmente.
Firmado: Doctor Salvador Anadón, B. Mi-
y se expende en plena actividad,
tre, 3214. Buenos Aires. es decir, lista para ser ingerida.
Las Levaduras activas, siendo un
producto esencialmente microbiano, requieren ser preparadas por un
Bacteriólogo; la Levadura de Uvas "Macrobia", es la única preparada
personalmente por el Bacteriólogo doctor Federico Sívori, lo que la
hace superior en eficacia a todas sus similares.
SE VENDE EN LAS FARMACIAS A $ 2.60 EL FRASCO
Depósito: BALIÑO Hnos.-Calle SOLIS, 1415. Buenos Aires
E n el mes de junio
de 1907 e x p l o r a b a u n bu-
zo las p r o f u n d i d a d e s d e
la b a h i a de M a h a d i a bus-
c a n d o esponjas y c u a n d o
r e m o n t ó , c o n t ó m u y emo-
cionado, h a b e r visto u n a
serie tic g r a n d e s cañones
en el fondo, a la ))rofun-
d i d a d de 39 m e t r o s .
L a r e a l i d a d no fuó esa,
t r a t á b a s e t a n sólo de u n
n a v i o griego que p r o b a -
b l e m e n t e perteneció a l a
e s c u a d r a d e «Sylla», a b a -
r r o t a d o con los despojos
del s a q u e o d e A t h e n a s ,
tlespués de la t o m a de la
c i u d a d , 86 años a n t e s
d e J . C.
¿Fué el mismo «Sylla»
el que escogió aquel mag-
nífico b o t í n ? , todo induce
a creerlo así, d a d o el gus-
to y el criterio con que
debió hacerse la operación,
Estatua grotesca (bronce). al reunir t a n t a y t a n Danzarina grotesca (estatuita de bronce).

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tura, sino un verdadero curati- q u e lo p i d a n h a s t a el 15 d e e n e r o de I9i4> a c o m p a -
vo; blanquea para siempre el cu- ñ a n d o el i m -
tis más obscuro, dejándolo libro
de toda impureza y dándole un p o r t e d e los
aspecto de porcelana; para de- g a s t o s de i m -
mostrar que no hay engaño en portación,
lo dicho, se aplica como prueba, aduana, em.
ííraíis. de 2 a 4 p. m., en su local,
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EL PELIGRO DE LA BONDAD
También las cosaa buenas tienen sus peligros, los habitantes del desierto se ponen en movimiento,
caljalmeiite en razón direota do su misma misi bon- como atraídos por un imán poderoso.
dad. 'J'al sucedía con la lira do Orfeo cuando el dios arran
ija belle'.a, está rodeada de mil amenazantes ase- caba a sus cuerdas divinos sonidos. La naturalezE
chanzas. toda se agitaba, y desde los monstruos más temibles
"or algo exclamó el poeta: hasta los más humildes insectos, todos venían a ren
« ¡Ay! ¡Infeliz de la que nace hermosa»! El JABÓN dir homenaje al excelso músico.
K-UlER, fuera de sus mil virtudes intrínsecas, poses So cuenta el caso de que una hermosa niña que dis-
e don de seducir con su suave y sugestivo perfume, curría a pie por los alrededores de su estancia con un
lasta a las bestias. Así que no hay que aventurarse pan de JABÓN REUTER, tuvo que .subirse a un
sola po,. cggg cajuppg^ llevando en el bolsillo una pas. árbol, porque todas las numerosas haciendas de su
tiUa del ínclito jabón. señor padre, la seguían balando:
Apenas se difunde ese inimitable perfume, todos ¡REUTER! ¡REUTER! ¡REUTER!!!!
Los tesoros que el mar oculta

Busto de Venus Afrodita (fragmento de mármol). Cabeza de Kermes Doi ,.^00, por Boethos (bronce).
Ambas obras, que denotan la ejecución de un arte exquisito, han daío margen a diversos comentario! y dixusiones entre auto-
ridades arqueológicas.

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r e s i d e n c i a s de la R e p ú b l i c a .

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ponen, son lo mejor que se fabrica.

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Los tesoros que el mar oculta

Sátiro (bellísima estatna en tronce).

gran variedad de obras de los mejores ¡Qué recuerdos evoca esta nave,
artistas de la época, desde las más museo flotante que fué un día! escon-
serias y bellas manifestaciones de dida durante dos mil años en el fondo
arte hasta las espirituales caricaturas, fiel mar, al cual hoy se arranca el pre-
producciones de arte libre y religioso, cioso botín que tan celosamente guar-
arrancadas del templo de Askelépios, dara. He ahí el misterio que guardan
en el Pireo. Eros, el dios del amor (bronce). los siglos.

Pasta y Jarabe de Nafé


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como una golosina. Su
franco sabor confirma estas
gratas impresiones. ^S5ESEEE=
LUIS D U P A U R
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'^ B U E N O S AIKF-S Í

mz=:
C^QC Us^S

^S2C

La inmigración como meóio óe progreso y he cultura


C ÓM'j. en qué forma v e n d í a en lo l u t m o el es];íiitii
vivilieante de la civilización curüj^oa' a nuestro
r:i;elo? Como vino en totlas éjíocas: la Kuroj-a
nos t r a e r á su espiíitu n u e v o , MIS hábito;i de i n d u s t i i i ,
versiílades. son, por sí solos, pobrísimos medios da
a d e l a n t o sin las g r a n d e s em):resas de producción, hi-
jas do las graneles ])orciones de hombres.
La población — noícsidad sudameiicarra que repre-
sus p r á c t i c a s <!e tivilizaeión, en las inmigrai iones que
r,os envíe. s e n t a t o d a s las d e m á s — es la medida e x a c t a de la ea-
].acidad de n u e s t r o s gobiernos. £1 ministro de E s t a d o
C a d a euro) co que viene a n u e s t r a s p l a y a s , nos t r a e q u e no clu])liea el censo de estos prreblos eada diez
m á s eivili^ationes en sus h á l i t o s , que luego comuni:'a años, ha percülo su tiempo en bagatelas y nimiedades.
r. n u e s t r o s lial .'tantos, q ¡e niuelios libios de (ilosjlía. I l a c e l ) a s a r el reto, el gaucho, el chelo, u n i d a d elo-
Se coir)|)iende mal la j e r f e c u ó n que no se ve, toi a r r e n t a l de n u e s t r a s masas populares, por t o d a s las
ni pal]¡a. Un l;oml;ic lal.oiioso es c! e s t e t i s m o m á s trariKÍormacierres del mejor sistema de instruccicm; en
edifieautc
c ion años no haréis de él u n obrero inglés, que t r a b a r a ,
¿Queremos p l a n t a r y a<liniatar en A m é i i í a la li consume, vive digna y confor-tablem.ento, — Poned ei
b e s t a d innlfsa, la e u l t u r a francesa, la lal oiicjíidad del m.iilc'in d e hal i t a n t e s . que forma la iroblación m e d i a
h o m b r e de K u r o p a y do K s t s d o s Unidos? ' J ' r a i . a m o s de e s t a s Re];t'rl,licas, en el mejor fie de educación po-
e d a z o s vivo;; de ellas en las e o s t u m b t e s de sus ha- .••ille, t a n instr'r-ido ccimo el c a n t ó n de Ginebra en Sui-
{: i t a n t e s y radiquc'moslas aquí. za, cc>mo la m á s culta |:rc)\incia de Francia; ¿tendréis
¿Queremos que los h á b i t o s de o r d e » , de dis;ip!iua con eso un grarrile y llore;lente E s t a d o ? ( i e i t a m e n t e
y de i n d u s t i i a prevalezcan en n u e s t r a AmcMÍca? Lle- qi;e no; i:n irjillón de h o m b r e s en territorio cómodo
némosla de e e n t e que ])üsea h o n d a m e n t e esos l i á l i t ' s . 1 ara fn) n ilíones, ¿es o t r a cosa que u n a miserable po-
Kilos son c o m r n i c a t i v o s : al lado del industrial europe') blación?
j . r o n t o se t o i m a el industiial ameii:-ano. Jja ])lanta de {•'e hace este argr;n;eiit;>; — cdircando n u e s t r a s ma-
la civilización tro se ])ropaga de semilla. Ks como la saSj t e n d r e m o s or-derr; tenierrdo orden vendrá la po-
\ i ñ a , p r e n d e de gajo. blación de fr:era.
Este es el m.edio único de que la América, hoy de- Os diré que invertís el v e r d a d e r o método de pro-
sierta, llegue a ser u n m u n d o o]iulento en poco tiempo. picso. Ko t e n d r é i s orxlerr ni edrrcación })opular, si
L a reprocluccic'iii por si .sola es medio lentí.simo. por c! influjo de m a s a s introcUrci.las con h á l i t o s ' no
Si queiemo.s ver a e r a n d a d o s nriestroo E.stados en g.'idos do ese orden y buena educación. arrai-
corto tiemjjo, t i a i g a n i c s de fuera si;s clem.cnti.s ya fcir- ]\hdti|ili; ad la población seria, y veréis a los vanos
m a d o s y i;reparaclo.s. agitador c>s, d e s a i r a d o s y .solos, con sus planes de revuel-
Sin g r a n d e s poblaciones no h a y d e s a r n d l o de eultu- t a s frivolas, en medio do u n m u n d o a l sorbido por ocu-
ra, no h a y progreso considerable; ti;clo es mczqirino y paciones graves.
p e q u e ñ o . Naciones d e medio nüUcaí de h a b i t a n t e s ¿Cónro conseguir todo e.sto? — M á s fácilmente que
p u e d e n serlo por su territorio; pcjr su población serán g a s t a n d o millones en t e n t a t i v a s mezquinas de mejoras
);rf>vincia3, aldisas; y tocias sus cosas llevarán tiera|>re interminables.
el sello mezquino cíe provincia.
Aviso i m p o r t a n t e a loe hombres de E s t a d o sucUme- JUAN B. ALBE
liaivnos- — las escuelas primarias, los liceos, las urii- l)tb. d: Alvatcz.
ff3 DlPLQAWOAg
•M

• /

E T, ouerj)o <t¡|Momático, c<ín su a d i t a m e n t o <lc!


cuerpo consular, es, en las g r a n d e s cajjitales
])artioularmonte, u n elemento activo de socia-
bilidad y (le c u l t u r a . Los progresos del telégrafo h a n
q u i t a d o i m p o r t a n c i a a la labor personal del diplo-
m á t i c o en el terreno de la diplomacia p u r a ; pero, en
c a m b i o , h a a u m e n t a d o y c a d a d í a a u m e n t a , su valer
como factor social.
B u e n o s Aires puede, con justicia, j a c t a r s e de h a b e r
albergado siem])re, y en especial en loa últimos años,
un cuerjio diplomático esenoiahnonte distinguido.
Por las legaciones e x t r a n j e r a s h a n desfilado figuras
prominentes en letras, en jwh'tica, en todo lo que da
distinción al h o m b r e en el ejercicio de la fun-
ción ])ública. Los países r e p r e s e n t a d o s p o r esos
diplomáticos no h a n podido sino sentirse hala-
gados por el
Don Pablo Soler y t'xito do Sir Reginald To-
Guardiola, minis- elección; y en wer, ministro ple-
Iro plenipotencia- c u a n t o a los nipotenciario de
rio de España. diploma t i c o s la Gran Bretaña.
mismos, puede
asegurarse q u e ninguno nos h a d e j a d o sin Uex'ar
gratísimo recuerdo de su p e r m a n e n c i a entre
nosotros.
E n la sociedad p o r t e ñ a , el cuerpo diplomá-
tico h a tenido y c o n s e r v a r á siempre u n sello especial
de distinción, q u e h a c o n t r i b u i d o efecientemente a
d a r m a y o r brillo a las solemnidades sociales y polí-
ticas, realzando su significado con la n o t a v i b r a n t e
d e confraternidades sinceras y los rasgos elocuentes
de bien c u l t i v a d a espiritualidad.
K i n d e p e n d i e n t e m e n t e de su misión oficial,
c a d a ministro extranjero h a sabido siemjire
*3Pi imprimir a su
Don Henry Julle- función social, Señor Carlos Re-
mier, ministro pie- u n a n o t a sim- noz, ministro ple-
nipotenciario de pática do a m a - nipotenciario de
Francia, ble a s i m i l a - Bélgica.
ción, que h a n
•^ido d e b i d a m e n t e a])reciadas en todo
Ks q u e , m á s allá d e los convencionalismo'*
protocolares, está el h o m b r e , con el alma abierta
1 todos los s e n t i m i e n t o s e s p o n t á n e o s d e la solidaridad,
a t o d a s las efusiones de la cordialidad sincera p a r a con
\m pueblo que se respete y sabe respetar lo noble y lo
bello en d o n d e quiere q u e se e n c u e n t r e .
L a Repiiblica A r g e n t i n a es d e u d o r a de no pequeña
p a r t e de sus crecientes progresos al cuerpo diplomá-
tico e x t r a n j e r o , que siempre h a sido el mejor
])ro))agandista de su porvenir, gracias a convic-
citnies profundas i m p u e s t a s por la serena y lúci-
d a consideración del presente.
A c o s t u m-
b r a d o s a la ob- geñor Coronel D.
Señor Maximow, servación inte- Abel Botelho, mi-
ministro plenipo- ügente do los nistro pienipoten-
íenciario de Rusia.
hombres y d e ciarlo de Portugal.
1 o s pueblos,
d u c h o s en m i r a r lo que hay en el fondo d e las
cosas, c\iyas apariencias no les e n g a ñ a n , los
diplomáticos se e n c u e n t r a n mejor cajiacitadn-j
quo nadie p a r a perseguir y clescubrÍ!' la verdad
de las situaciones, discernir la g r a v e d a d de los
eonílictos. y prevenir las complicaciones de'
futuro.
No creemos oxaí/erar, sí decimos que c a d a
diplomático residente en la república es u n
iimiíio sincero do la república.
E n sus relaciones con los países e x t r a n j e r o '
con ios gobiernos de todo el mundf), la Reí)ú- .id
blica A r g e n t i n a no e n c u e n t r a cuestiones (¡ii •

^ K A Á A. ^
d i v i d a n ni alejen, sino m o t i v o s de u n i ó n y acet -
c a m i e n t o L a p a z no es p a r a nuestro país u n a
m o r a fórmula, cuya vaciedad PC a q u i l a t a
recordando que en el Viejo Mundo es i n s e p a r a b l e de
xz
un adjetivo que es su a n t i n ó m i c o por excelencia: ar-
m a d a . L a p a z a r m a d a no es la p a z a r g e n t i n a . Nues-
t r a paz es la paz del comercio y del traba*-:-, de! inter-
cambio intelectual, do la recíproca estimación y res-
peto.
La diplomacia a c r e d i t a d a en Buenos Aires
no tiene, pues, que e s t a r c o n t a n d o nuestro.":
fusiles ni cañones, ni pesando nuestros acora
zados, ni descubriendo en 'i.
Señor Barón Hu- Casa R o s a d a conspiraciom;
mar von dem Bus- m a q u i a v é l i -
sche-Haddenhau- cas, c o n t r a la
sen, enviado ex- set.oiridad ni la Señor Comm. Vi'- j
tore C. Cobianclii,
traordinario y mi- i n t c s r i d a d do ministro plenipo-
nistro plenipoten-
ciario de Alema- nadie. N u e s - tenciario de Italia.
nia. t r a p o l í t i c a
exterior es c l a r a , limpia y fran-
ca. N a d a jiretendemos de nadie. E s t a m o s satií-
lechos con lo que tenemos.
En un medio de las condiciones del n u e s t r o , la diplo-
m a c i a vieux jeu, la diplomacia a base de engallo y
disimulo y falsía, n a d a tiene <pie hacer. B e ahí que los
diplomáticos extranjeros, lejos de inspirar recelos^
..-orno ocurre en o t r a s p a r t e s , nos inspiren la más
plena y a b s o l u t a confianza. Todos los jiuortos
están abiertos p a r a ellos, Ningiin secreto pue-
sueño p e n s a n d o en la manerft
Y ellos, hombres francos, sin-
ceros, l e a l e s
t a m b i é n , c o Sr. Andrés Chri';-
r r e s p o n d e n tophersen, mini;-
d i g n a m e n t e a' tro plenipotenci ;-
ambiente e n rio de Noruega
q u e aetiian.
P o d r í a m o s c i t a r muchos noml;re-s en ajiov^'
do lo que venimos sosteniendo: pero como #i
podríamos t a m b i é n o l v i d a r alguno, la enume-
ración r e s u l t a r í a peligrosa. B a s t e decir que todo
di|)lomático <]ue h a a c t u a d o en Buenos Aires, sale de
Buenos Aires, a d o n d e quizá vino con la n a t u r a l des
confianza con que se va a lo desconocido, convertido
en un e n t u s i a s t a amigo de la Repúltüca Argentina.
Ese es el mejor elogio que podemos hacer
<le ellos y d e . . . nosotros mismos.
Rindatnos, jiues, este j u s t o homenaje a lo.s
!e])resontantes extranjeros en nuestro país,
q r e les estima
y respeta como Señor Leonardo
merecen por su van Riet, minis-
tro plenipotencia-
distinción \'por rio de ios PaUiOj
la c u l t u r a q u e Bajos.
difunden.

('í:s.M! Bi.,\s.\N.
Cansancio do .sufrir; ]]C'na infinita liají) csíí' sol las sangres ciuijan sales
lieredada de razas sííciilares; (|Uo irizan las tristezas del mendigo
la tristeza de Eiir(>|)a; la inaudita y cantan con sus líricos cristales
ansia de res|ñrar tierras solares: el misterio de amor del dulce trigo.
La previsión del árliol ya muy viejo La sangre que se escapa de la Eurojia
que i>or buscar la luz se desarraiga; para l,>añar de América los huesos,
el anhelo del mar, de un gran esiicjo llena luego de vino nuestra copa
que otros paisajes de la vifla traiga: y tino de escarlata nuestros besos.
La triste eonviceión de que las tumi as En esa satigre llegan las canciones
de los antecesores están quietas de i)az y amor <jue alegran las campiñas,
cuando danzamos hoy estas balumbas y el f\iego de fervientes corazones
de locuras y dichas indiscretas: y el endulzado zumo de las viñas.
Penas reconcentradas y alegrías lisa triste neblina que se eleva
maduras ya para briutlar su brote; de la |iU):ila azul del europeo,
rocinantes de eternas energías sugiere eternidad, y hasta nos lleva
que salvan las fronteras con su troto: a bogar en las brumas del J^eteo.
El noble orgullo de vivir sin amo Ellos nos dan la gran sabiduría
siendo de alto vigor conquistadores, de sufrir el ilolor humildemente,
y con libre emoción hacerse un ramo y así esparcen las notas de armonía
en el projúo jardín, de projiias flores: como siembran los granos de simiente.
Eso es la inmigración, esa la ola Nostalgias y dolores y ruinas
de las fcr\i(las sangres euro])eas, de razas extranjeras, son fermento
ese el ritmo de alegre barcarola que en el dulzor de sangres argentinas
que apaga de la mar las melopeas. embriaga de pujanza y vencimient,).
Como cambian las víboras de escama EDU.\I!UO TALERO.
entre el jaral, con locas inquietudes, " L a Zagnlii." 1013.
aquí tornan las vidas todo drama
en jardín jubiloso de virtudes. Dib. de Mmiiiies jsrct.
QPQDTeS
Rñ y Er7 Lfl ÜÜESTRfl P
D ESDE que la Arijentina so
convirtió en tierra de pr(í-
niisión, los desheredados,
los jjobres, las eternas bestias de
Italianos, españoles, ruscts, tur-
cos, alemanes, belgas, franceses,
carga, aquellos que se sentían en ingleses, chinos, indios, cuanto
su país esti<ímatizados por la es- idioma representa en el mimdo
tadística como braceros, vislum- cultura y labor nos enviaba una
braron una esperanza de reden- nniestra. Pronto nos convertimos
ción, y lo que soñaba sus mon- en Cosmópolís, pero de este con-
tes como obra del buen hada, la fuso montón de razas en fu-
suerte, creyeron posible alcanzar- •i'in, ha de surgir el tipo defini-
lo ]3or el solo esfuerzo de su vo- livo de nuestra nacionalidad.
luntad.
Todos aquellos hombres quo
Y a tentar fortuna se lanzaban ti-sarraiaaban do su patria para
atraídos por la palabra mágica: 'U-stituir en la nuestra su hogar,
¡Argentina! ^! no traían ínnero, traían encr-
Kn Europa, el nombre de nuestro país sonaba en los gííis (pie, aplicadas al trabaj<t,
oídos del mujik, perdido allá en Siberia, como en los pronto iban a labrar nuestra ri-
del humilde labriego rnanchego, como un canto de l'nos con sus iniciativas, quo en su país Induc-
\ ida nueva. en su mente como un ensueño, otros
Jiramos el país de la leyenda, el país fabuloso del do- con su ])crsevcrante labor no traían más (pie una eon-
rado, la tierra apta para desarrollar energías y para siiína: ¡trabajar! Y la Pampa, el Chaco, Misiones, Neu-
poner a prueba voluntades. quén, tierras vírgenes ayer, fueron roturadas, y debido
y pronto empezaron a venir millares y millares de al trabajo tenaz do aquellos seres anónimos, quo la tie-
inmigrantes ávidos de hacer la América, de jioseer la rra cansada del viejo continente nos enviaba, so convir-
fortuna a cualquier precio, luchando a brazo partido tieron ])ronto en cm))orio3 do riqueza, riqueza que, año
con la adversidad. a año, repite el milagro de la.fecundidad. Y lo que aque-
I^as miserias sufridas en la vicia iMUOiía les hizo S( llos conquistadores del pasado buscaban con empe-
ño en la Argentina sin lograrlo, con el poder de la os-
uda, ol oro, 1<» hallaron estos confniistadfn'os modernos

Aldeanos de la campiña romana, volviendo del trabajo.


brios para hacer frente a la dí^sgracia... y alentados por la es-
¡leranza de po.seer el oro a montones, se hacinaban en los trans-
atlánticos, deseo.sos de llegar a la tierra soñada, donde la For- con el arado. Kl áureo cereal se prodigó de tal modo que núes
tuna, aunque ciega, sabe ver y juzgar del mérito do los hom- tra prodiicción so impuso en el mundo.
bros para premiar sus afanes y trabajos. Y no os sólo como agricultores donde se pono de manifiesb
Y diariament<' los barcos arrojaban en nuestro puerto su la labor do estos hombres, que ganan su pan en la inmigración
carga humana. Hombres, mujeres, niños, eii revuelto montón, en todo el ])aís hay huellas de su trabajo. Ya os un camim
nuestro suelo con la sonrisa a flor de labios. carretero, un jniente que salva las dificultades do un pas(
difícil, una poderosa obra de irrigación, un dique, un puertí
o una linca fcrrocarriler-a; en todas partes, y en toda obra, su

Cuidador de gansos en una granja de Der


byshire.
l^olonos alemanes de la jolouia uermania. •',*,
t\v sokl'(loM, _\- ahomlarid') (.011 el •• ' • ''ii aquellas
fii;n'as iiicnlta» las lii;iei,iii pruduetii 1-,. ¡j •; artesaiius
a p r o v e c h a r o n el fruto de esta vaufíuardia del tra-
Itajo, y i r o a r o n u n a porción de industrias que día
!i d í a di<rnifi(an el n o m b r e argentino.
H o y , (¡re las esperanzas tle ayer las \ c m o s eonver-
tidas en i'calidades, acuden a nuestro corazón las pala-
l)ras prot'éticas del e s t a d i s t a : <<gobernar es p(>blar>, v

brazo, sus energías y su inteligencia se lucie-


ron sentir, t r a n s f o r m a n d o el desierto en oasis,
el fortín en p u e b l o , este en c i u d a d , y l a ciudad
en metrópoli, c a m b i a n d o , por ol esfuerzo de
su t r a b a j o titánico y p e r s e v e r a n t e , h a s t a la
c a r t a geográfica.
]x)s m o d e r n o s eonquista<lorcs no t e m í a n

La recolección de fre • C ^
s a , e n Vanclusc C s
Francia. .C?

se cumplió el vaticini).
L a nación está en
m a r c h a ; en su porve-
nir tiene fe el m u n d o
o i t e r o , y m i e n t r a s por
n u e s t r o s p u e r t o s lle-
ga ese vigoroso ma-
n a n t i a l de sangre jo-
ven, p a r a d e s p a r r a -
marse por todo el ¡lais
y fecundarlo, iremos
a v a n z a n d o h a s t a po-
nernos a la van-^iiar-

Una isla de campesl- Aldeanos de una co-


•^ nos rusos. lonia rusa en la Ar
gentina.
a v a n z a r h a c i a lo desconocido, a m p a r a d o s por
la brújula y el teodolito, a r m a d o s del jiico y del
a z a d ó n , y t e n d e r el riel ))oblador a t r a v é s del
desierto, p a r a hacer llegar la civilización
y el progre.so h a s t a los confines d e la repú-
blica.
Detrás vinieron los colonizadores con a l m a

Labrador turco, roturando el campo.

lia de las naciones por nuestros c o n s t a n t e s progresos,


debido en m u c h o * loa i n m i g r a n t e s .
¡Salve a vos-otros, nobles caballeros e ilustres señores
de esclarecida prosapia, fundadores de m o d e r n a s dinas-
lias! ¡Salve a vosotros, superhombres! Mientras em-
puñéis el t i m ó n del a r a d o , la reja a h o n d e en t i e r r a s
\ írgones y sintáis el placer de a r r o j a r la semilla en el
sarco d e la m a d r e tierra y veáis luego acariciado por
el so! V d V icnt/i el f n i t . ile vuestro t r a b a j o , la felicidad
^tará en vosotros, y la riqueza será v u e s t r a insepa-
:able c o m p a ñ e í a .
A trarjajaí, pues, a dignil:. ar ¡a tierra, a ha. er
I atna.
Campesina belga, (ungiéndose a vender leche a .luí I.l ( ASTEt.l.WOS.
la ciudad.
S.W &).C l^ih dr S'^'^y.y
Las profesiones características be los inmigrantes

El francés, como fíar9Ón, El español, como hortera, Laborando, el italiano,


es toda una institución. (la principio a su carrera. «o va sano e va lontano*.

Jilcctricidatl y cerveza Donde se encuentre el inglés Mucho a! ruso le contenta


flan al alemán riqueza. i feliz con whisky... y res. ser un zar de eom])ra y venta.

fe?!^£BÍv ^ /
\m
^
^YÍ^TlílAft

- 111 Jr> J
í
Jíl turco feliz se siente El chino aquí mete baza Como aquí el indio ha acabado
vendiéndolo /tudo a vente! porque lo protege Plaza. ahora nos viene importado.
D'b. d' Huergo.
pensamiento europeo, que ha contribuido a la formación de nuestra alma
nacional, ha tenido, en el grupo de personalidades que hoy honramos,
una influencia benéfica en nuestra sociabilidad por la manera como ac-
tuarori en la ciencia y en la enseñanza. Extranjeros de origen, dieron a
•a nación que se desenvolvía todo e! vigor do su juventud, de su ])rcpa-
ración y de su talento.
Carlos Berg, el inolvidable profesor de historia natural del histórico
Colegio íía'.iünal, cuando lo dirigía José M. Estrada,y que, después de años de enseñanza
e intensa producción científica, llegó a director del Museo Nacional, después de Buv-
meister. Ruso de origen, era Carlos Berg, a la par que un sabio, un distinguido hombre
de mundo, con alta cultura artística y social.
El doctor Berg vino muy joven a nuestro país; pero ya en Rusia se había labrado un»
cierta notoriedad como naturalista y tenía abierto el camino del profesorado. Si-
guiendo el nuevo rumbo que los escritores señalaban a la juventud estudiosa, fué de los
primeros que se hicieron eco de las ideas de reforma y liberalismo; perseguido, a poco de
doctorarse, por sus ideas políticas, se expatiió y, enamorado de la libertad, se vino a
nuestro país; la hospitalidad recibida le fué grata y se radicó aquí para siempre, pagándola
regiamente con los estudios y la ciencia que enseñó y difundió durante su vida entera.
Consumado clásico, ca«i todas sus monografías las escribía en latín, siguiendo el gusto de
la época; pero ha dejado algunas en español, como el estudio sobre la vida y costumbre?
de los bichos de cesto, que es un modflo de observación paciente de verdadero valor
'iterarlo, así como otras sobre las diversas variedades do mariposas en nuestro país,
Emilio Rí'setti, sabio italiano que enseñó la física a diez generaciones. Hombre de cien-
cia., fué el maestro querido que cuando, ya anciano, volvió a nuestro país, tuvo el gust;.
de ver que sus discípulos, abogados, médicos e ingenieros, honraran sus virtudes en uns
«olemne manifestat ion de cariño y de respeto.
Amadeo Jacques, compañero do Julio Simón, físico, filósofo, educador insigne, inspi
ador de la reforma educacional de 1863 y 1863, ha sido uno de los más altos exponente^
de la cultura general y preparatoria de la República. Débele f 1 ]>aís la orientación definí
ti va de nuestros colegios nacionales, y lo que él concibió en ni iteria de enseñanza, con
ssjiíritu de présbite, se ha realizado poco a poco en los diferentes institutos de educación.
El genial Germán Burmeister, el gran naturalista alemán, que fué el fundador y come
F1 almi de nuestro museo y cuyos estudios c;ientíficos sobre nuestro suelo son hoy clásicos
La influencia de Burmeister en nuestro país ha sido considerable, pues se puede decir
de él que fué un hombre que no vivió sino <Ie la ciencia y para la ciencia y, aunque brusco
en sus maneras, tenía alma de nirlo y una verdadera pasión por la cnserlanza, de tal ma-
nera que en sus más violentos arranques de cólera, la injuria que él consideraba má-
^angrienta era decir en un español que nunca pudo dominar: — Irlorante!
Esta palabra iHorante encerraba para él el defecto peor que podía afligir a un hombre;
•a ignorancia la consideraba como algo contrario a la nobleza de la vida.
La semilla fecunda que Burmeister sembró, ha fructrficado, y el país, agradecido a SUÍ
esfuerzos, le ha consagrado un monumento en nuestro primer paseo, monumento que,
si bien modesto, prueba que su recuerdo perdura.
El doctor Manuel Blancas, filántropo, médico, que, nacido en España, fué una de la>
columnas más fuertes do nuestra escuela de medicina, siendo por muchos años el profe-
sor de enfermedades de niños.
Alrededor del doctor Blancas flotó siempre una misteriosa legenda que lo daba como
de origen casi real, y en verdad que de ser cierto, lo justificaba la nativa distinción
de maneras que lo caracterizaba en perfecta armonía con lo alto y noble de sus senti-
mientos filantrópicos.
Era uno de esos hombres que no sólo imponen respeto por su ciencia, sino que tarribién
lo imponen por la unidad de conducta. Fué en su tiempo, dentro del cuerpo médicf
donrle actuaba, el perfecto tipo del caballero sin tacha ni reprocho.
PLINIO
Díh. de Saltzman

Emilio Rosetti Germán C. Burmeister Amadeo Jacqucs Dr. Manuel Blancas


ITALIA

Oleo di Callivadin
NATALE
El abuelo
A víspera de Pentecostés nf)s fuimos al redil para
L marcar los becerros y torneras. Con nosotros il an
nuestros cria(ios y Nannedda, una anti<;ua ex
criada que llevaba consigo un hermosísimo chiquill.)
— Soy <lemasiado viejo y pobr'e })ara ello — con-
testó el tío Andria.
— iSi no (iueicis j)or hijo, cjuc sea por n i e t o . . . — in-
sinuó la mujer.
de unos eineo años, ya \esti(lo al estilo del jiaís. El viejo arr'ugó las pobladas cejas blancas, y com-
Nannedda era una mujer compasiva; una de acpie- j-rendicn<lo Narniedda los secretos pensamientos quo
llas criaturas que se presentan, sin ser llamadas, en je t u r l a l a n , no insistió en sus bromas.
donde hay un dolor (|ue cons(jlar. L'espués de comer, los jiastores reanudaron su tarea,
Es un pobre huerf'anito sin ])adre: su madre está y las muj(íres se tumbantn sobre la hierba y se tlur-
enferma — nos <lijo, hablándiJnos del chiquillo que niier'on. Taml ién yo me dornn'. Al despertar vi al
traía con ella. Jístíi muy enferma y además es muy cl'.i<]iiill(t, juguetón v alegre, en nuevas confabula-
pobre. ciones con Nannedila. Ella le decía:
El chiquillo, sentado en el fondo del carro p.rehis- — Fíjate I ien: dentro de |)Oco el tío Andria habr-á
tórieo que nos conducía, no paiecia preocujiarsc de su terminado su trabajo, y vendrá a sentarse sobre la
misera suerte. Con una rama delgada pegaba a los hierba. Tú debes echarle los brazos al cuello y estro-
bueyes, y leía y gritaba. Sólo de vez en cuando diri- chándole fuertemente debes decirle: ¡Abuelito, vo
gía .sus luminosos ojos negros hacia Nannedda, la soy vuestro nieto! ¡quiero quedarme aquí! ¿Has com-
miraba lijamente, y ilespués se echaba a leir ocul- j rendido?
tando entie sus manetitas su rosado rostro lleno de — Sí, — contestó el hombrecito.
hoyuelos. Era listísimo. Taml ién yo había adivinailo toda la comedia.
El carrero, un labriego, bajo, parecido a un ctíojjo, — ¿Cómo es que ol viejo no conoce al chiquillo?
señalaba con el amnjón este o aquel cam])o, y nom- ¿Es que no lo ha visto nunca? — j)r'egunté.
braba a sus propietarios de cjuienes contaba vida y — Nunca lo ha querido ver — contestó Nannedda.
milagros. Además, hasta ayer mismo el niño iba con faldillas,
— Esta es la tanca do Prcdeddu Coria — dijo, mien- ahora vestido de hombrecito no jjaiece el mismo.
tras atravesábamos un jjrado |:obladü de ) ecpieñas Y csjieramos, casi ansiosas.
vacas negras. Este tam|esino joven y rico sedujo a Por fin se acercó el viejo.
la hija dei tío Andria, cuando este, hace ya varios — ¡l'^a, V'a hemos acabado! — dijo sentár\dosc sobre
años, era su pastor. Ella ya no era ninguna joven, la hierba- ¡Hasta el año que viene! liebamos a la salud
ca.si era vieja. Por esto su lalta íué mucho más grave, do todo.s.
y el tío Andria no la ¡icrdonó. No ha vuelto a nom- Bebieron; desj)iiés el viejo preguntó al nirlo:
brarla jamás, ni ha [;ermitido que so la nombrasen. — Bueno, ¿en qué quedarnos? ¿Te quedas o no?
Por íin, después de <erca de dos horas de viaje, El chiquillo corrió haiia él; se volvió mirando fija-
llegamos a lui bosque perfumado aún por los pam- mente a Nannedda, y des])ués abr-azó fuertemente al
porcinos. El tio Andria nos salió al encuentr'o, nos viejo y le dijo unas palabras al oído.
Baludó y bromeó con las mujtíres. No era tan huraño — Habla fuerte: soy sordo.
y salvaje corno lo habían pirrtado: antes al eontrarij — ¡Abuelito, soy vuestro nieto y quiero quedarme
parecía un hombre alegre, aún tieso, dados sus seten- aqirí!
ta años, peípieíit), delgado negro, con una barba blan- El tío Andria se puso rojo, casi lívido; después pali-
ca corta, y dos ojos negros vivísimos bajo dos espe- deció. Y trató de rechazar al chiquillo; f)orü ésto lo
sas cííjas blancas. estr-echaba muy fuerte y reía, reía sicm]>re.
Mientras las mujeres preparábamos la comi.la, los — ¡Ah! ¡Vieja bruja, buena me la has jugado! —
pastores atcban los becerros y terneras encerrándolos gritó el viejo, amenazando a Nannedda cim una mano
uno tras otro dentro de una es|)e:'ie de jaula de tr-on- mientras con la otra estrochaba a su nieto contra al
cos; el tío Andria enrojecía la iiinrca, especie de sello pecho.
con la.s iniciales del amo y la imprimía rá|)i.lamente La mujer se echó a llorar, cosa que le sucedía con
en uno de los muslos del pobre animal, que al con- mucha freouencia. También los ojos del viejo se lle-
tacto ardiente mirgía y se retorcía. Al desatarlos hrrían naron de lágrimas.
lamiéndose el pelo quemado sobre el cual había que- — ¿Por qué lloráis? — preguntó el nirlo. ¿Es quo
dado imi>reso el nombre del dueño. tenéis miedo de los ladrones?
El chiquillo miraba con sus hermü.sos ojazos abier- — Sí, he visto un jabalí, allá, a lo lejos. ¡Tengo mie-
tos de i)ar en par y cuando los 1 eccrros y terneras do! ¡tengo mucho miedo! — dijo el tío Andria, abra-
mugían demasiado fuerte y aterrarlos huían de la zando al chirjuillo.
jaula de tortura, también él se asustaba }' so echaba — Esperaos, ahora yo voy y lo mato: ¡no lloréis
hacia atrás temblando. más!
^ Durante la comida el chiquillo sentó.se j\:nto al Pero uno gritó:
viajo; y de pront:) recliné) la cabeza sobre los muslos — ¡Ahí va, ahí va el jabalí! ¡Ahí va! ¡Corre, mátalo,
del pastor y se durmié). Nanneddtt so levanta par-a Boboreddrr!
llevárselo dentro de ia cabana, riero el tío Andria dijo: Y el hombrecito valiente empjezó a chillar todo asus-
¡Déialo, no le despierte-^! jQué hermoso es! tado, abrazándose estrechamente al viejo que ya no le
— ¡Ya que os gusta tanto tomadlo como hijo! — soltaba.
dijo Nannedda. ¡Es huérfano de padre y bien pronta GRACIA DELEDDA.
también io seta de madre! Dib. Je Alonso,
^avr>\D ETERI1A
A c o s t u m b r e , in- cuando monos, supcrfluo, desdo el momento que L'?^
v e t e r a d a ya en mismas reminiscencias escolásticas del clasicismo ni>
los e x t r a n j e r o s consienten en elevarse a jueces independientes y cons-
que nunca vivieron — cientes. Hay, además, el temor do chocar, en su tcnden
ni en la fugacidad de cia niveladora, con la mayoría y de aparecer «futurista»,
nn momento — nues- en el peor sentido de la palabra, cuando, aunque vene
tra vida de romanos, rando al pasado, se recimoce a Roma, a la «Alma Mater»,
quiero que, al hablarse <le la capacidad de ingerir en un pasado do gloria un pre-
Roma, se ¡¡ierda en la evo- sente de recogimiento, de proiiaración, y el derecho a
cación del pasado, se exclu- un mañana que se reanude con el ayer y el hoy, inte-
ya, se suprima casi la visión grándolos V no eliminándolos.

DE^DE • E/\
CVPVLA- DE J^- PEDRO
dí'l presente. For la razón misma de que el sentido co- Porque una de las i-aractcristicas de Kiuua es, justa-
mún — q\io no es el buen sentido — reduce la vida mo- mente la de enlazar, no sobreponer, las diversas fases
ral a un seguirse, a un/sobreponerse de contradicci<mes y do la historia, así que cada una sea de las demás el com-
de ilogicidades, la masa, también aquella no del todo plemento, no la antítesis. ¿Cómo es, qué es, qué repre-
inconsciente, no anónima por completo, renuncia a la senta, frente a un ))asa<lo que llenó el mundo, la Roma
valuación exacta de los elementos de hecho, prefiriendo de hoy, la Roma de Italia? ¿'i'iene su vida propia, en
las fórmidas, las frases cuyo molde pueda forjar-
hechas. Y también cuan- se, como en el pasado, la
do, como en el caso de de un pueblo, o so confun-
Roma: la de «ciudad del de, al contrario, hasta
pasado» sea antitética de I crder todo carácter de
la de «ciudad eterna». lifercnciación, o se iden-
La pereza intelectual de tifica en la vida del ente
la mayoría acepta las fór- nacional — demasiado es-
mulas como las encuen trocho para la caracterís-
tra, porque le ahorran un tica de universalidad del
trabajo reputado inútil o. «Caput mundi» — que la

I [XílCaDECONSTAÑlíNol
eligió a su (¡n ambien-
propio ex- te y el pro-
ponente? gresivo ro-
'J'ambién hoy, como siem- bustecimiento de los demi'is
pre, Roma vive de su vida es propio de la mentalidad
especial que armoniza, bien romana, celosa de la pr.i-
es cierto, por causas ol)VÍas, con el am- porción, rehuyendo <le ose imperialis-
biente que la (drcunda, ])ero que no le mo aL'resivo, prepotente, moralraente
quita su autonomía v no infirma su po- Ulterior, que los detritos de épocas ya
tencialidad dominadora. Los extranjci'os que superadas han reunido en los distintos na-
conocen ía Roma nueva, y son nuiy ]iocos, demasiado cionalismos charlatanes, fanfarrones e inconscientes.
pocos, se quedan bajo dos impresiones ¡ireilominantes: Cual sea, en verdad, el pensamiento que guía a R'i-
la potencia asimiladora de la <<eapital'> por excelencia y ma en la vía de sus nuevas fortunas, y cual el alcance
su extraordinaria, insospechada vitalidad, que justifica efectivo de su acción en la actualidad, lo demuestra la
el atributo do «eterna». Quienquiera q\ic lucha titánica por ella empeñada, desde
do lejano ])aís vaya a Roma, agitada la el })rincipio de su vida nueva, en contra
mente por los fantasmas del i)asado y de de la ten<len<'ia eom|)rimente el espíritu
su gloria secular, creyendo encontrar al en el ámbito estrecho de una fórmula
testimonio mudo de las cosas muertas, dogmática, en contraste con las aspira-
queda sorprendido ante el vigor do vida ciones morales y sociales de la civiliza-
pali)itante sobre los arcos del «Forum» y ción contemporánea.
anú'. el formidable agitarse de la nueva He dicho que Roma enlaza, funde, no
generación, ])reparando el porvenir. sobrejMine una a la otra las distintas
Y es que un grave error se ha cometido fases de la historia; 3' bien, eso carácter
cuando, j)or comodidad literaria, se ba li- ])eculiar del es|)íritu romano tiene una
mitadít el examen de su \ ida nue\a a dos ))rueba materiab'zada en su acrópolis glo-
exterioridades extremas: la adoración riosa. .Atenas dejó en el Partenón el tlo-
conteníplativa del jiasado y el olvido de cumento do una civilización; Roma ha
la tradición de supremacía, j>asando por juntado en el ('a))itolio veinte y siete si-
encima de los elementos intermedios: glos de historia. El Partenón fué fin a sí
reflexión sobre las enseñanzas del pasado mismo; el ('apitíflio fué, es y será recuer-
pn^jiaraeión de un porvenir do ])redoniinio, comjiati- ilo, símbolo, centinela avanzado de un presente que,
i le con las exigencias de la vida moderna.
La reserva <\c la coni])ntibiliilad <'ntre la expansión de
para Roma, tiene su razón de sor en el pasado y que vive
solo, y en cuanto en el ])orvenir persigue el fin de uni-

ROMA-Vl^n A • DE XDE • LA
MEOICI.^
vcrsalidad designatlo por el liado a la <<Urbc'>. Desde el R(mia no |iodía no resentir en si misma el vigor de la
<'tabularium»rei)ublieario hasta el «forvim» imperial, des- nueva vida que las jóvenes generaciones habían des-
lie el franciscano recogimiento de la <<Ara Coelr^ hasta la portado: con indomable arrojo, que dejó sorprendi.los
armoniosa severidad del palacio «Senatorio» do .Mizuel a los que la habían relegado en el jiasado, la «metrópo-
Arifjel, desde el vibrante ¿'ola lis» volvió al África, siguiendo
ce Rienzi hasta el altar do la el camino que sus legiones ha-
patria, el Capitolio reasume bían trazado, a desafío del
en sí mismo toda la vida del tiempo.
mundo y todas las actitudes I.os que a la historia de Ro-
del espíritu humano en dos ma pusieron la palabra «Fin»,
mil años. Ellos imprimieron cuando la barbarie triunlan-
en la materia huellas indele- tc abatió las columnas ros-
bles: sensatez de pueblo y tradas del imperio, so equivo-
prepotencia de tiranos, her- caron, como los que creyeron
mandad humana en la asfíira- llegado el momento de p(mer-
ción religiosa y vitu})erio de la cuando el XX de Septiem-
castas sacenlotales, dulce lire de 1870, abrió a las co-
sonrisa del arte y tempestuo- rrientes de la vida nueva las
so enfurecer de ])lebes, vivo cerradas murallas de la ciu-
rencor de vencidos e himnos dad papal.
resonantes de vencedores. Y Después de las universali-
todo fundido en una conca- dades de la fuerza y de la re-
tenación lógica (le causas \- ligión, Roma, juntando en
efectos, sin que nada sea in- ella la vitalidad de \m pueblo
completo, nada en contraste y las aspiraciones de una ra-
con el conjunto. za, está ahora encaminada a
El hado hizo de Roma el la nueva universalidad de la
centro de irradiación del espí- ]iaz y de la fraternidad hu-
ritu humano y en ella todas mana.
las vibraciones de la vida se Con fe renovaila, no.sotros,
re}iert'uten in tesa mente. hoy, auguramos: cúmplase el
Y el ¡jasado \iich{\ PLAZA D E EXPANA \aticinio.
Reina va (!(•! .MeditcrriÜKN). HirARDO Sropoxi.

INTERlOR-DJi S-VAhLO aAL.1 iilL'VDn • llAFAEC-íiíi^'


Los representantes del teatro italiano, en caricatura

Uabnel D'Annunzio trineie Zactoni i !•:. Sacclufli) Daniel Chiarella


Jacinto Antonio Tra- (IN'iíuritio). (liliidiniis). Nerina Grossi.
versi i r . -lin-lli) (11. Jlarclii'tti).

Tüaxái, Saiviiii (ta^'joii; Ermete Novelli (A- Maiiuii). EduarJo Ferravüla (Yambo)
Ccn^i-
ik;
^

>V

La fiesta de Fiedigrotta.

cuentemente cuan-
<lo, sobre todo en los
^^\
<S^ ]) a í s e s modernos,
que tal ciudad es
una pequeña (aquí
el nombre de la ca-
|.ital). En Italia no
ocurre. Pisa no es
una })e(iucña Geno-
va, ni Bérgamo una
pequeña Florencia,
ni Ravena una pe-
: ) ^ ^ ! ^ # queña Roma. Así,
en las grandes como
en las pequeñas ciu-
TALIA esimo de los dades italianas, se
I países europeos
en que más se
conservan todavía
encuentran n o t a s
])eculiares que hacen
el deleito de los via-
ciertas pintorescas jeros.
costumbres popula- En provincias en-
res, cuyos oríjíenes teras se conservan
se remontan sigk>s los trajes tradicio-
atriis. El más grave nales, esos pintores-
cargo, y el más ver- cos trajes que pare-
dadero, que sus ene- ce fueran el resulta-
migos hacen al pro- do natural de una
greso, es el consis- armonía no buscada
tente on que todo lo entre el hombre y la
nivela, todo lo igua- naturaleza. Esos tra-
la, desde las vivieu-
<las hasta los vesti-
dos, desde los hábi-
tos domésticos has- >M<é«i¿^''
ta las costumbres
palatinas. La her-
mosa y pintoresca
Italia lesiste al pro-
greso, en ese terreno,
heroicamente. Auti
sus ciudades más
progresistas y mo ""w^tóa**».- •
dernizadas conser-
van un aire peculiar
que las distingue
una de otra, quitán-
doles esa monotonía
que .«e traduce elo UadelOB para pintores y esciütores
pales fases d(! la oxis-
teiieia que sus ¡xir-
t a d n r e s llevan. ¿Qué
)areeeríaTi los bailes
])()inilares i t a l i a n o s ,
si los ( l a n z a n t e s vis-
ti(Tan (le frac o po-
lleras según el der-
iiier ifi do P a r í s ?
Sencillamente £;ro-
tescos. En camliin,
¡cuan deliciosas son
esas d a n z a s b a i l a d a s
en la ])laza del pue-
blo, a la s o m b r a d e
la vieja torro do la
¡L'lesia, p o r p a r e j a s
jóvenes y r i s u e ñ a s ,
vestidas con los t r a -
jes regionales!
VA i t a l i a n o es na-
luralriiente aficiona-
do al aire libre, al
sol; de ahí que a u n
s u b s i s t a n , y no h a y a
t e m o r de que des-
aparezcan pronto.
Jui.To Sio \Ri.

Mei-uado üe llores en la l'laza fcspana (Koma).


La musa italiana

¡ Oh, (osad, que La músi.'íi nio lüi.stia,


que 1110 (HsLíusta oí sueño como u n a
beliiila falta de viiíor ! Ninguna
m a g i a lo (¡ue no tengo me d a r í a .

¡Con (Miánto afán el jovenzuelo un día


corre t r a s el a m o r , t r a s la fortuna!
Blanca o nit>rena, si es como la luna
mudable la mujer, minea varía.

Otcnio, invierno, p r i m a v e r a , estío,


lentas luirás e t e r n a s ¡oh, qué horrible,
qué a t r o z cansancio al recordaros ¡iruebo!

¡ \ ' e r siempre encima el mismo cielo, iiiiiiO


o ))iado.so, cansancio indefinil)le !
¡ Oh, quién me diera algún sentido nuo\'o !

GABRIEL D'AXXUXZIO.

LAVANDERAS
lín el camiKi negruzco y ceniciento
q u e d a solo, sin bueyes, un a r a d o ,
a b a n d o n a d o , entre el vapor del \ i e n t >.

Y el parloteo de las l a v a n d e r a s
\ ione, c a d e n t e , del canal, nü'zclado
con golpes y c a n t i g a s iilañideras:

« El viento sopla, nieva la hojarasca


y t o d a v í a a t u país no h a s vuelto.
¡Si vieras cómo me dejó tu m a r c h a ! . . .
Como el a r a d o solo en el b a r b e c h o » . . .

J i A N PASCOI.I.

SILENCIO

E n la ])lácida nielda vespertina


flotaba el acre olor del cam];o a r a d o
y j u n t o s así'ondiinos la c<dina
m i e n t r a s c a n t a b a el grillo allá en el ] r a d o .

Tus í'jos de p a l o m a al firmamento


eiuno en m u d a |)lcgaria l e v a n t a b a s
y yo que )¡ude oir tu ponsanúcnto,
mo e n a m o r é de tí porque callabas.

LORENZO .STECCHETTI.

REGRESO AL ANOCHECER

¡ Dulce vue t a al lioi;ar en la serena


t a r d o azul, c u a n d o es hora de la cena
y del reposo !
Allá, en la sombra incierta,
tú acenhas, casa, mi regreso a m a n t o ,
con la v e n t a n a i l u m i n a d a , a b i e r t a ,
como u n ojo que es))ora, vigilante.

Y d e n t r o miro, plácida y ilesierta,


n u e s t r a mesa blanquísima, brillante,
y el a n t i g u o reloj, y la graciosa
taz que se vue va a el y espora ae.sios.'i.

La luz irradia sobre; el blanco ÍLIO:


la m i r a d a , nos sigue en el camino.

PEDRO MASTUI.

.•'~> .. í)íí. ti,- Zavallnrr.

J^ /i^'—yVír^^
GÍ: -tn.¿ LXXX^
'.m ;.Xir .J LtT._ u.j;x ^xr ~¡fTtT TTtt !T>1 > M k j t ». i ílíf.

f PERSONALIDADES ITALIANAS
ESPAÑA
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LA TIERRA DE LA ALEGRÍA
Acibárela de Méndez Brtngtis.
¿Kn (|i;é nos hace i^msar este f!o- ü l a d Media, obispos y teóloííos d e
lecimiento de la liri-'a que h a y a h o r a hace siglos. A nic liodía, en el es'ío,
en Castilla? Yo pienso en el paisaje c u a n d o un sol ar-diciiti- cae do plano
castellano y en las viejas ciudades. sobre la c i u d a d e i n u n d a el pati:),
I.a poesía lírica es la esencia d e las doud.e los gorriones p í a n enardeci-
cosas. L a lírica de a h o r a — l:ajo so- dos; aquí, en el claustr'o sonoro y
m e r a s influencias e x t r a ñ a s — nos d a silencioso, p o d e m o s p a s a r u n a lar-
la esencia d e esto viejo pueblo d e
Castilla.
Yo veo las llanuras d i l a t a d a s , in
PORAZQUIN ga hoi-a, con u n libro en la m a n o ,
r o d e a d o s d e frescura y silencio.
Yo veo los viejos y g r a n d e s casero-
inensas.con u n a lejaníadcciclo radi„nt;' v uña lineaaziil, nes solariegos. Un ancho patio de c o l u m n a s tienen en
t e n u e m e n t e azid, de utuí cordillera de moiilariiis. \ a < l a medio; u n a a n c h a galería en a r c a d a s rodea el p a t i o . P o r
t u r b a el silci^ciodida l l a n a i l a ; t a l \ c z c n i'i horizonte a p a - e s t a galería, ¿no p a s a r í a n las d a m a s con sus g u a r d a i n -
rece u n puelilecillo, con su c a m p a n a r i o , c(U) sus tec;huni- l'antes y sus jrañuelos d e b a t i s t a cti la m a n o , como en los
bres p a r d a s . Una c o l u m n a de h u m o sube l e n t a m e n t e . r e t r a t o s de V'elázquez? P o r e s t a s jiuer-tocillas do cuar-
J'^n el c a m p o se extienden, en un anchuroso mosaico, ter'ones d s las estancias, de brs cor'iedores, ¿no e n t r a -
los cuadro.s d e trigales, d e barbechos, d e eriazo. Kri r í a n y saldríair los viejos y terribles hidalgos, c u y a s
la <-alma p r o f u n d a del aire revolotea u n a picaza, q u e b r a v a t a s éj;icas rívri^ió Jirarrtome? H a y en estos pa-
luego se a b a t e sobro u n montoncillo d e piedras, u n lacios v a s t a s salas d c m a n t e l a d a s ; u n a a n c h a escalera
m a j a n o , y s a l t a de él p a r a rcMiiolcar luego o t r o poco. de m á r m o l ; u n j a r d í n salvaje; u n a s falsas o sobr-ado
U n c a m i n o , t o r t u o s o y estrecho, se aleja serpentean- d o n d e , e n t r e t r a s t o s viejos, va eubrii''ndose de polvo
do; t a l vez las m a t r i c a r i a s inclinan en los bordes sus — ¡el jiolvo d e los siglos! — u n r e t r a t o d e u n con-
botones de oro. ¿No e s t á a q u í la ]>az profrrnda del quistaclor, d e u n c a p i t á n <le M a n d e s .
espíritu? Cuanflo err e s t a s llanrrras, por las noches, Yo \'io las a ñ o s a s , seculares a l a m e d a s que h a y en
se c o n t e m p l e n las estrellas con su p a r p a d e a r infirrito, las aíue.'as de las a n t i g u a s ciudades; err ellas jiaseari
¿no e s t a r á a q u í el a l m a a r d o r o s a y d ú c t i l d e nuestros l e n t a m e n t e los clérigos, los a b o g a d o s , los procurado-
místicos? res, los viejos militares.
Yo veo los pueblos vetustos, las v e t u s t a s ciudades. Yo veo las v e n t a s , mesones y p a r a d o r e s de ios ca-
E n ellas h a y un p a r a d o r o mesón de las A n i m a s y o t r o minos. Tienen un ancho i)atio d e l a n t e ; derrtro se ve
de las Angustias; h a y calles estrechas en que los rejia- rrna espaciosa cocina do c a m p a n a . ¿No se d c t u v i e i o n
tones y los t a l a b a r t e r o s y 1:8 percoceros fierren sus a(|uí u n a noche aipicllos (-tiirliantcs d e l:'l lliiscóii (p,,.
ficiidi' ii|;is; h a y u n a fuente d e piedra g r a n u l e n t a , i b a n a Salamanca'.' ;,.\'. pas.> a(pir u n a s horas aquol
Li i^ I 1-1 i on las a r m a s de u n rey; h a y canónigos que g r a v e , d o c t o , serrlem i.iso y jiruderrle -Marcos ile Ubre-
pasrrrr bajo los soportírics; h a y rrn c^ipiilArr (|üe en la g e n ? ¿ \ o li'i\' aquí a l g u n a moza fresca y s a n o t a quo
h o r a m u e r t a de l,i siesla toe; cute y llama llene el :irril.iio ile las c á m a r a s con sus canciones?
a la C a t e l r a l ; h a y rrrr vicj(r pase.» des le el q u e se des- \ ' o \c:> las villas o p a c a s , grises y m o n ó t o n a s d e los
c u b r e en u n m i r a d o r , por cri' irua de las m u r a l l a s — serToic^ d e los pueblos en sus casirros y en sus l)otica.s.
como en Avila, como en ]'¡irn|)lorra — un ]ianorama Vo veo estos serloritos, crryos jiadres jiosccn t r e n a s
noble, sever-o, arrster'o tie scnrhradw ^. hiUMtcciüos y y barreales, y ellos l i d i e n la nresa d e su c u a r t o llena
alamed:is; h a y cu bi csfaM!')ri crr ai
)ri rtri(l'''rr a d o n d e liis d e libros do IJerecho: el M a r a ñ ó n , Marrrcsa, Alia.io
dominf^os, los d í a s d e l i r ^ t i \ arr br,^ iirii. hat-has \- \ r;r .Sccvola; libros que e s t u d i a n afanosos p a r a hacer u n a s
p a s a r el t r e n , soñadoiaiücr t:; coir urra ^crisacrórr de oposiciories.
nostalgia. Vo ve;) estos c h a r l a d o r e s de prreblo que no h;rce:i
Yo veo en las viejrrs M !l;h' s Caivib' esto; n u n c a n a d a ; estos !-ci'ioics afames, inííoniosos rpie
p a t i o s q u e rod;ia u n claii-^l I íl" ci'iurinias, b'.stos pa- fierren urra jrr'nfrrrida iuluiíión de las cosas, rpu' ns
fios — c o m o en León, com; err la m i s m a Avila — es- encantarr con sir cotr\ctsaviúri y con sir t-si'cpl iiisiu-).
t a n lierros do maleza y de hierbaios bravios; n a d i j Yo veo i'sla liirr'za. ;';-ta cr c i g i a intiriiir d e la r a z a .
crrida estas p l a n t a s ; rri la e s t a dí'sprcx i p a i i ó n , esta
bciz ni el rastrillo h a n errtra- irrdifiierii ia, c sl( u H ¡ \ o ilo-- m. ^!i.iaBmMnim¡p«»iMri
do a q u í desde hace largos
arios Los pájaros trirran y
dérr, este lapti súbilo jior lo
heroico, ••si a niralgama, en
íin^J^'^a'^.cM
saltan e n t r e el m a t o r r a l fin, de lo in.is jaiisaico y lo Es ~
.N'uestros pasos resuenan so- nrá^ etéreo. (> k # t
n o r a m e n t e en las losas del 'l'i'do 0 ( 0 me s u g i e r e n a mi
l.irrstro; r e s p i r a m o s a plenos
pidrrn.rres esto sosieao con-
algurros d e estos jjoctas noví-
simos, i|ue ponen en sus rimas
Mi
l o i t a d o r . E n las t u m b a s que el espíritu castellano bajo el
están a d o s a d a s a las parc- afeite francés.
ilc.s d u e r m e n guerreros do la Dib. de Sino.
C^/ 0mmu0immwMm^mmm

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E> VIILA DL O ^ O ^^ Vít
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E Madrid al cielo, y un agujero
D para verlo». He ahí la añeja fra-
se que desde tiempo inmemorial
viene corriendo parejas con la tradición-
popular, como un dicho concluyente
que concentra toda la gloria de los ma-
driles...
Pueblo cuyo origen se esfuma en el
siglo diez, y cuyos nombres de Mantua,
Ursalia, Miacum o Viseria en nada
pueden justificar la paternidad del que
hoy lleva; cuya alma jovial y pletóric»
de gracejo, ha desbordado las más cu- MONUMENTO A ISABEL LA I
ESTATUA ECUESTRE DE FELIPE 1 riosas leyendas entre los pueblos hu-
moristas, y es que Madrid ha mante-
nido incólume su corazón leal y su buen
humor, lo mismo en las grandes amar-
guras como en los días en que el jolgo-
rio de la nación enloquece las caoezas
de sus pobladores.
Fabulosa es en verdad la tríwlición
que achaca a la villa de Madrid su ori-
gen casi divino, como una determina-
ción del cielo que buscara en Isidro la-
brador y María de la Cabeza, los agen-
tes que habían de iniciar la vida en
aquellas soledades (larga cuenta de «'•
^ : g'los hacen los cronistas), con el santo
ejemplo de su labor y de su virtud.
ESTATUA DEL Tras de esta bella fábula, cuya des-
.^GENERAL ESPARTERf^! cripción cedemos a Mesonero Roma-
nos en su «Madrid Antiguo»,
está la no menos curiosa del
oso puesto bajo un madroñe-
ro, saciando su hambre con
madroños; figura que ilustra
uno de los cuarteles del escu-
do de Madrid, simbolizando el
hallazgo de los pobladores

MONUMENTO A LOS SAINETEROS


sonrisa fresca como ros.í ^,
<lc todo esc cojijuiito rio
malicia agradaljle (|iie da
relieve a la vida y jiresta
carácter a un pueblo.
Desde 939, en que Ra-
miro II se apoderó do il/o-
jerito, ha visto Madrid las^
más brillantes eclosipnes
de la grandeza, los mejo-
res triunfos del poder, y
las mayores primicias del
fausto real. Fernando IV,
reuniendo las primera s.
cortes. El vencido de Pa-
vía, Francisco 1 de Fran-
cia, preso en la casa de
Oeaña y en el Alcázar. En
1622, las colosales fiestas
de la canonización del
santo patrono. La imbo-
rrable jornada del 2 de
m a y o . . . Y entre
estos apuntes, an-
tes 3' después, una.

PUENTE DE TOLEDO
ffl/-^:-^:^:

larjía cronología do sucosos


y cosas que lian ])ucsto sobre
el n o m b r e y la historia de la
c a p i t a l de E s p a ñ a un amplio
brochazo d e oro.
Cronistas h a h a b i d o quo
h a n r e p r o c h a d o al pueblo ma-
drileño su exceso de fiestas,
diciendo que la iiolgazanería
es u n a v i r t u d de Madrid. ¿La
o b r a de formación de im idio-
m a , el m á s rico y florido, y
t o d o ese c o n j u n t o de siglos
llenos de poder y de ilustra-
ción, p u e d e n q u e d a r obscu-
recidos por el reproche?
Madrid tiene sobra de
g r a n d e z a s y exceso do glorias
p a r a d e t e n e r l a alegría d e sus
hijos al borde de las luchas
vulgares. Madrid progresa
e n o r m e m e n t e en estos últi-
mos años; j^ero si su faz edi-
licia so t r a n s f o r m a , su a l m a
va t r a n s m i t i é n d o s e de gene-
ración en generación, como si
aquel pueblo hubiese s i d o
formado p a r a la alegría y el
chiste...
(|) [M^INISrERlO DE FOMENTÓLE SAXTIAGO P U S T E R
CASTRESOY.
Ciudadanos de América que ¡larláis en la lengua La existencia mirada en esa forma es
do Miguel de Cervantes y conserváis sin mengua la existencia del yanqui o del cartaginés,
la tradición gloriosa de la estirpe de España, del pueblo que corrompe sus más puros deseos
hecha toda de brío, de ímpetu, de hazaña, y somete su ensueño a cálculos hebreos
do la bella locura idealista que sube hasta llegar el día en que vende el decoro
en alas de Pegaso }' se trepa a la nube, como vendo un objeto que se compra con oro.
de indomables arranques, de conquistas valientes
que dan por resultado jjoseer continentes,
del formidable empuje de Corteses y Almagros,
de Felipe Segundo, do los raros milagros Ciudadanos de América, seguid la madre Es|)aña,
de aquellos bravos tercios que a fuerza de ser grandes el ideal posible que caila cosa entraña,
dominaban la Europa de Portugal a Elandes, el vuelo de los astros en los mundos azules,
teniendo como único motivo d e s ú s glorias las vaguedades tenues del ensueño, los tules
el someter naciones a cambio de victorias con que envuelve sus formas la ilusión del mañana
y el alzar las insignias del pabellón iboro la perfección anímica de la familia humana,
sobre la faz absorta del universo entero. la generosa vida que se da en el esfuerzo
de una nota de música o de un ritmo de verso,
y sabed que en el mundo no existo otra verdad
Ciudadanos de América que conserváis la herencia que la verdad que alcanza hasta la Eternidad
de los^ bollos amores y de la gaya ciencia, y que no es reducible a valores contables
del insólito empaque del español arisco, que son al fin de cuentas valores deleznables.
vencedor del romano, expulsor del morisco,
sustentador eterno de la Cruz, caballero
de todas las empresas improbables, guerrero Ciudadanos de América, sed idealistas, sed
por el simple prurito de jugarse la vida
por una causa incierta, tal vez desconocida; caballeros de todas las andanzas, sabed
valiente hasta lo heroico, paladín del denuedo que nada es comparable, que ningún vuelo iguala,
que resume y compendia su hoja de Toledo, al vuelo del espíritu sobre su propia ala
caballeresco, altivo, emprendedor, creyente, y que el único modo de elevarse del suelo
mantenedor celoso de su ¡lalabra, ardiente es alzando los ojos para mirar al cielo.
soñador, quijotesco, batallador, audaz,
nacido para todas las locuras, jamás
doblegado por nada ni por nadie, sereno; Ciudadanos de América, recoged la enseñanza
corazón grande, pródigo, inmensamente bueno; que diera el Caballero Andante a Sancho Panza
alma que sueña siempre con redoblar su hazaña y poned vuestro ensueño por encima de todo
para aumentar la gloria con que se cubre España lo que pueda mancharse al contacto del lodo;
y que se juega en todo momento por la sola honrad de esa manera la tradición de España,
evocación lejana de su estirpe española. el culto del abuelo, ol amor de la hazaña,
y preparad ol pueblo para ser algún día
el portavoz hispano de una nueva armonía.
Ciudadanos de América, conservad el destino
de la madre española, proseguid su camino;
sed los merecedores de conservar la gloria
cinco veces ilustre que os enseñó su historia Sólo entonces, América, tus hijos serán grandes.
y acordaos en cada momento que su brote Cuando desde el Atlántico hasta el pie de los Andes
más noble fué la bella locura de! Quijote, y cuando desde el Andes hasta la mar Pacífica
orque es proeiso siempre, para domar la vida, se pueble el Continente de una raza prolífica
S ovar en lo más hondo de la carne, escondida
una chispa sagrada del ideal latino
capaz de dar la norma al universo entero
sosteniendo en las sílabas de su parlar ibero
que ha de ser vuestra antorcha para hallar el camino. la excelsitud del Arte, la cxcelsitud del Bien,
la excelsitud del alma de los hombres, las cien
excelsitudes grandes que no son traducibles
Ciudadanos de América, renegad de los hombres ni en números, ni en choques, ni en valores fungibles.
que a maldades antiguarj ponen modernos nombres
y os hacen el elogio de las vidas intensas,
de bienestares físicos, do ganancias inmensas, Hacia ese rumbo, América, infla la vela y parte
de esfuerzos materiales cuyo único fruto llevando de la estirpe latina el estandarte,
es matar el espíritu para elevar el bruto; conservando las viejas tradiciones latinas,
renegad de los hombres que han perdido la fe asegurando el triunfo de las razas latinas,
en el lírico ensueño, de aquellos hombros que latinizando al hombre, latinizando al mundo
a fuerza de ser prácticos no practican la vida latinizando todo lo que sea un profundo
que sólo se disfruta por la senda escondida; concepto espiritual de la vida y de los
renegad de los hombres que a la actitud estática sentimientos eternos que nos enseña Dios.
del soñador, oponen la brutal matemática
del dos por dos y venden en negocios ilícitos
hasta sus sentimientos más hondos y más lícitos. LUIS MARÍA JORDÁN.

Oib. lie Puente.


C OMO si b u s c a r a vieja fuente d e frescas a g u a s con
que satisfacer su sed espiritual, se n o t a en la que,
e m p r e s t a n d o u n término a los rusos, p u e d e l l a m a r -
se la inteligencia a r g e n t i n a , viva ansia por conocer E s p a ñ a ,
el Solar de la Raza, la c u n a de n u e s t r o s m a y o r e s , la p a t r i a
grande y fecunda que trajo a l a América virgen su civiliza-
Clon, su lengua y su religión. C o s t u m b r e a r r a i g a d a fué e n t r e
jos argentinos que v i a j a b a n p o r E u r o p a , o no ir a E s p a ñ a o
ir con el ánimo lleno de prejuicios, a los cuales no les iría
fflaJ el epíteto d e hostiles. N o se q u e r í a ver q u e l a profun-
didad d e la decadencia d e los pueblos, está en r a z ó n d i r e c t a
de la alteza q u e alcanzaron, y considerándose sólo el p r e s e n t e ,
^6 ignoraba v o l u n t a r i a m e n t e el p a s a d o y, d e caso pensado.

Don Francisco Bizarro, con- Palos de Moguer. — Pulpito donde se leyó la


quistador del Perú. Real Pragmática para reunir las tripulacio-
nes y facilitar bastimentos a las carabelas
«Santa María», «Pinta'> y «Niña», en julio de
1492.
n í a por fuerza que h a b e r poseído, n o
sólo l a s fuerzas materiales p a r a reali-
zarlas, sino el aliento espiritual nece-
sario p a r a no desistir a n t e la m a g n i t u d
d e l a empresa. Y ese aliento, q u e n o
m u e r e sino c o n los pueblos que lo
Falos de Moguer. — Casa solariega de los tienen, no p o d í a h a b e r m u e r t o , puesto
Pinzones. que E s p a ñ a existe.

"on Pedro de Alvarado de Ba-


dajoz.

8e d e s e s p e r a b a del por-
venir.
Se o l v i d a b a t a m b i é n
que el país que h a b í a lle-
vado a cabo la o b r a heroi-
'^a d e la c o n q u i s t a y la
obra i n m e n s a de la colo-
nización do América, te-

y E s p a ñ a no es, como se h a dicho, con m á s hgere-


za que v e r d a d , u n a colección d e r u i n a s ; l a s r u i n a s son
estériles, y E s p a ñ a es m a d r e fecunda d e esos millares
de h o m b r e s de t r a b a j o y de inteligencia que no
))arecen c a m b i a r de p a t r i a c u a n d o a Améric»
Casa donde nació Solis. llegan. Allí e s t á , esa E s p a ñ a v i v a , g o z a n d o d e bu«-
to; pero el e n g a ñ o h a sido cruel.
¡Y qué h e r m o s a y sugestiva
esa E s p a ñ a d e las e d a d e s heroi-
cas y místicas! N a d a en ella ca-
rece de interés. Sus p i e d r a s su-
d a n historia, y su historia en-
seña lo que p u e d e hacer u n g r a n
pueblo c u a n d o se lanza a la rea-
lización de u n a g r a n d e empresa!
E s la c u n a d e América, la c u n a
m a t e r i a l y espiritual; u n a c u n a
que parece ser el eslabón inicial
de la c a d e n a que inevitablemen-
te h a d e abrocharse con el esla-
bón final, que es la t u m b a .
El tiempo no c u e n t a en el por-
venir d e la nación m a d r e y d e
los pueblos que de su seno bro-

Habítación donde nació el gran


navegante.

Don Dominga M. de Irala, pri' Tordesillas, lugar de donde partieron varios conquistadores.
mer gobernador de Buenos Ai-
res, descubridor del Paraguay y fundador de la ciudad de Asunción.
t a r o n . E l noble solar resis-
t e b r a v a m e n t e a los m á s
violentos vendavales, y a su
s o m b r a v a n los hijos, des-
d e lejanoa t i e r r a s , a a p l a -
c a r en la vieja fuente, con
el a g u a fresca del recuerdo
heroico, del anhelo místico,
su sed es- Don Diego de Almagn, jefe
piritual . . español que dirigió la primera y desgraciada ei-
pedición para la conquista de Cbiíe. en el año 1535.

Jerez de los Caballeros, pa-


rroquia de Santa María,
donde fué bautizado el des-
cubridor del Océano Paci-
fico.
na salud, como los m u e r t o s
q u e m a t ó D o n J u a n Teno-
rio. N o h a f a l t a d o , por cierto, Don Vasco Nuñez de Balboa,
quien creyera h a b e r l e muer- descubridor del Mai del
Sur, en el ailo 1S13.

España, madre inmortal,


brincia, p u e s , en sus m o n u -
m e n t o s , en las efigies d e sus
hijos que a América vinie-
ron t r a y e n d o la Cruz y
lengua de Cervantes, inefa-
bles motivos de meditación
al espíritu a m e r i c a n o . Por-
q u e n u e s t r a historia no es
sino u n a prolongación, en el
Madrigal, pueblo de la provincia de Avila, en donde nació Isabel I. t i e m p o y en el espacio, d e la Don Juan de Garay, fundador
historia d e E s p a ñ a . de las ciudades Santa Fe
(1673) y Buenos Aires (1580).
Cómo ven a España los extranjeros
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«&^ft^ oím
fe
Barcelon:! es nux ciudad intüresante. Como las bombas no me hacen ninguna Lleíío a Zaragoza. Veo muchos curas,
¡^2 ven en la calle muchos curas, muchos gracia, tomo el ferrocarril para recorrer hombres tocando la guitarra y mujeres
mendigos, toreros y brujas, que llevan España. Los ferrocarriles españoles son bailando — casas viejísimas y perros
•iombas de dinamita en la mano. muy interesantes. Véase la clase. hambrientos. {Observación): Los hom-
bres no se cubren la cabeza.

Valencia. También aquí tocan la gui- Me largo a Madrid. El presidente del Me acompañó a «patacun» por cuadra
tarra todos los hombres — que por cierto consejo de ministros me esperaba en la a visitar las cosas «notables* de la aca-
van en calzonciUos. Los que no tocan la estación vestido en traje de ceremonia, pitai». La Puerta del Sol no es una puer-
guitarra, se pelean a navajazos. a estilo de la Corte de España. ta, sino una plazuela llena de toreros.

^ ^
''^^"'^¿^^íií^ - 2 ^ « ^
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/^\ V\ñj^
-•"""•^"TiC-'

Voy a Castilla la Vieja. Aquí, de noche Sigo viaje a las provincias vascas; se Y como me molesta la lluvia, me voy
y de día, todo es pardo — los gatos, los dedican a jugar a la pelota y a bailar. a Andalucía. ¡Ole! esta es una tierra ben-
hombres, las mujeres, los niños, los cam- (Observación): En Bilbao debe haber al- dita, muy pintoresca en sus usos y cos-
pos, las casas; la gramática, sobre todo. go de industria. He visto una chimenea tumbres... ¡Qué mujeres se ven en la
de fábrica. calle 1...

'^W Ts.^
^ ^ ^ ^ ^ ^

^^B É l C
.O
3f\\
-K^^I ^ Gahcia, que es clima fres-
A "^A
En Asturias todos los hombres siegan Al pasar por la Mancha, vi de lejos a
vnr.» ^, ^^'^ ^^^^ ^^ particular. Una pasto y las mujeres cuidan las vacas. Don Quijote, — lo snludA y se dió vuelta
vaca y hombres con muchos remiendos No se viste a la moda y apenas se conoce sin conttstar, ¡Qxié grosero!
en el traje, que tocan la gaita. el poker.
MR. MÁO-HAIÍEAI>ORE.
Di6. del aut:,. Por la copia; JTTAN B . PELAYO
E^PAñOLAc^
Don Manuel de In- Don Juan de Pedía- D o n Raíael Men- Don Carlos Górdon
clán y de la Revilla, lo, canciller de la dienti, vicecónsul. y Sánchez Roma-
sesundo secretario. lEp;ación Ce España te, vicecónsul.

ÉL^ÉM.^
Ton Francisco Gu- Don Fernando Gar-
tiérrez, de la So- cía, de la Asocia-
Señor Conde de
Artal, presidente
Doctor Fermín Cal-
z a d a, presidente
ciedad Española de ción Española de de la Cámara de del Club Español.
Beneíiceneia. Socorros Mutuos. Comercio.

Don Justo López de Don Xavier Sante- Don José R. Lence, Don Julio de Ix Don Francisco A. Don Fortunato Cru-
Gomara, director ro, autor dramáti- director de «El Co- Cuesta, director de de Novoa, director ces, fundador y di-
de «El Diario Es- eo y crítico de arte, rreo de Galicit». *La Iberia». de «La Voz de Ga- rector de <'Nova
paño!». licia». Galicia».

Don Emilio F. de D o n Segismundo Don Laureano Alon- Don A. Paredes Rey, Don Alfonso Veiga, D o n Salvador Al-
Villegas, director de García, presidente so Pérez, presiden- presidente del Cen- presidente de la so- fonso, presidente
«El Español». del Orfeón Español. te del Centro Ga- tro G a 11 e g o de ciedad 'Agrupación del Circulo Valen-
llego. Avellaneda. Artística Gallega". ciano.

Don Cándido Eroi,


presidente de la so-
ciedad «Submarino
Peral'.
Don Guillermo Gon-
zález, presidente del
centro <'Hijos de!
rartido de Lalin .
^kSi
Don Agustín Clave-
ro, presidente del
Centro Aragonés.
Don Pantaleón Bar-
co, presidente del
Centro Riojano Es-
pañol.
Doctor Martín De-
dea, de la «Institu-
ció d'Estudis Ca-
ta!ang>.
Don Raiael Manza-
nares, profesor de
la universidad y
publicista.

Don Raíaei Escriña, Don Julio Vila Fra- Doctor Rafael Cal- Don Juan Goula, Doctor Carlos Malaga- Don Torcuato Tas-
colonizador. iles, artista pintor. zada, abogado y maestro composi- rriga, abosado y pu- so, escultor.
publicista. tor. blicista.

Don Inocencio Me- Don Francisco Vi- Doctor Emilio Bra- Don León Fontova
dina Vera, artista llar, artista pintor. vo, director de <E1 violinista.
pintor. Comercio Español
en el Plata'.
FRANCIA

EL NUEVO ESCUDO
Gounehe por G, d'Arta
Primavera
E N la se<;unda semana de abril, de extremada rle-
mencia en todo el Pantanal vandeano, los prime-
ros anunfiadorca do la primavera fueron los en-
drinos y los sauees que si aun no se en<;alanaban do
tres hijos. El quería sor quien en persona la abriese.
Cierto es que tJnía oprimido el corazón: los añ is
tr-ans::urridos, habían si lo |)ar-a él rudos e ingratos o r
extremo y no columbraba un porvenir miry tranquili-
llores, ya tenían las ramas cuajadas de yemas; y esas zador. ¿Venderían la tier-r'a on breve término o por
yemas precursoras de las (loros, dálranlo a los campos olvido la dejarían a la ventura? En el mismo momento
deleitosa fragancia. En los almarjales, ya en seco, los en (|ue se dis,)onía a re ilrir a 1 s que designara paru
tallos de las primeras hierbas.asomaban fjor entro mon- que le suceiiesen, éralo imposible apartar de la monte
tículos de légamo cubiertos do verdín. Los fra¡lecillíi.s, ofuso'ada la idea de qrjo tan larga tradiíión tuxiose
afanosos, construían sus ni:los; los caballos trisral an uu fin, que el nombre do la familiiyel de li alquería,
al sol en la tierra enduroci la; las charcas eran azules, in.separaLles siglos ha, fuesen difer'entes en 1) |)or venir.
blanquecinas las nul es: la hor-a ])ro|)iiia había Sünado. Emjoro, Lumineau pertenecía a raza demasiado an-
Una tartle de la semana a({uc¡la en que naturalo/.a tigua y era s:)brado ánimos:) j;ar'a que j erdiese por
renacía, Santos JjUmineau, de pie cer-ca de la valla completo las esperanzas. La sangre que le corría por
lindera del atajo, esperaba el rogreso de una do las Mi- las venas enterraba, como el grano, algo mis lozanía
g uelonas, la mayor', enviada ocho días antes al brrrgo
o Chatelliers, que había escrito para anunciarle el
([uo marchitoz; muerta on apar ion; ia, vivía latente on
las entrañas.
buen éxito de la misión que se le encomendó, y decirlo, Rui lo lejano, sordo v l>re"ipitado,-semejante al do
ademá.s, que con e'.h venía el humilde labriego, futuro los mayales en época <!e trilla, vino del lado de (Iha-
esposo do líosilla y efectivo sostén de la Fromentiore llans y se esparció por el temijlailo ambiento, Santos
en no leja.no día. Verónica, que había salido muy Ijuminoau reconoció el portante de la yegua pía, que
temprano a esiorar a su hermana en el camino, quiso andaba a galope como lo hacía al volver de ferias, do
que Ilosilla la acomparlaso. Kl momento se acercaba, fiestas o do bodas. El anciano levantó la cabeza. De
pues, on que el aparcor'o vería apare;er el carricoche nuevo sintió rena;cr el ánimo de vivir-, y rostro al
por aquel distante recodo do la carretera, cuya orla- camino, cuyos árboles centenarios empe.'.aban a ver-
dura la formaban dos trigales que distinguía mecidos dear adivinando tras ellos la cercana alegría, se quitó
por la brisa. el sombrero, tendi-j los brazos y gritó:
El anciano esperaba on su casa, en su finca, y se — ¡Ven, Rosilla mía; ven con Juan Nesmy!
apoyaba en la misma barrera pnr donde pasaron, para
no volver nunca, Francis:;o, Andrés y Maturino, sus Dib. de Martincz Jeri^z, R E N E BAZIN.
ha podido decirlo con verdad y precisión. Así como Luis Veui-
Uot creía en el parfum de Borne, es preciso creer en la charme
de París, como se cree en lo esotérico, en lo indefinible; pero
que se siente, sin poder evitarlo.
Sería ocioso, con sus puntos de ridículo, intentar una des-
cripción de París, que es la ciudad más conocida del mundo.
Sin embargo, no hay viajero que no reconozca que aún a la
décima o a la vigésima vez que se llega a París, se experimenta

E3 Aico de Triunlo, de la plaza de la


Estrella.
una impresión de novedad. Es lo
La Torre Eifíel. que ocurre con los hombres de
verdadero talento, a quienes po-
H AY más de dos
capitales eu-
ropeas q u e
demos ver todos los días, y siem-
pre nos ofrecen temas nuevos de
conversación.
crecen, crecen, ince- No es que cambie el aspecto de
santemente, y cada París. Londres, Berlín, han cam-
día se hermosean biado mucho más que París en loa
mas; pero lo cierto últimos años. París, pues, cambia,
es que todavía Pa- en realidad, poco; pero cada vez
rís conserva, y de parece distinto, nuevo. ¿Quién no
seguro lo conserva- conoce la Torre de Eiffel, el Arco de
ra durante mucho triunfo de la Echelle, la plaza de la
tiempo, el cetro de Concordia, la avenida de la Opera!
la atracción para los
extranjeros, y en es-
pecial para los ar-
gentinos. ¿En qué
consiste eso encanto
irresistible de París?
Hasta ahora nadie

El Boulevard de los Italianos, bajo la nieve.


Aquí están: no son nuevas, sogurament*,
sino para muy pocos de nuestros lecto-
res, y estamos ciertos de que aún los qi«
El Seua. acaban de regresar d« París contempiU-
Un «bateau-moaclie> de los que hacen la travesía en el Sena, de
Charenton a Siuesnes.
rán nuestros grabados con cuentan por centena-
íntima satisfacción. Y el ma- res de miles los ex-
yor elogio que puede liacerse tranjeros que anual-
de uníX ciudad, es reproducir mente van a la «Ville
infatigablemente sus paisajes, Lumiére». Esos viaje-
sin que el que mira se fati- ros proceden de todas
gue. Sólo sabemos de una partes del mundo; y el
ciudad, Río de Janeiro, que, contingente hispano-
desde este punto do vista, americano, y en éste
puedo competir con París, la porción argentina,
sueño dorad:» de jóvenes y de no son, por cierto, las £1 Arco de Saint Denla.
menores.
De seguro, buena parte de esos viajeros son atraídos
por el prestigio de la elegancia de París. No hay en la
tierra ciudad, grande ni chica, en la cual quien quiera
gozar de la vida, pueda hacerlo en mejores condiciones.
Estamos refiriéndonos a los goces materiales; pero
también para los goces espirituales ofrece París sua
inagotables tesoros. Entre todas las capitales do Euro-
pa, es, después de Roma, la que cuenta una histori»
más antigua. Cuando Londres era apenas un caserío
triste y feo de marinos y pescadores, París era una ciu-
dad ya famosa. Siglos antes de la fundación de Berlín,
París era la capital intelectual de Europa: vale decir,
del mundo.
Los paisajes, las pers-
pectivas, los horizontes
de París, ofrecen, por sí

|\;^ü
On camelot.
viejos, de hombres y mu-
jeres de todas las lenguas
y de todos los climas del
mundo. Si Pjnrique IV re-
sucitara y viera el París
de hoy, no diría que vale
una misa, sino una novena
entera.
¿Quién podrá medir los
sacrificios que en el mundo
se hacen para ir a París,
por estar allí unos pocos
momentos, por respirar el La Aveni-
ambiente parisiano, que da d e 1 a
parece un baño de frescor vista Opera, a
de
para el espíritu? No faltan, pájaro.
por cierto, gentes rezongo-
nas que reniegan de París. Reniegan
sinceramente; pero no dicen la ver-
dadera causa de sus reniegos: es
que no han podido estar en París
todo el tiempo que hubieran querido.
Entretanto, si se hiciera un gráfico
en el cual aparecieran las corrientes
emigratorias de placer y de estudio
que se dirigen a las grandes ciudades
del mundo, es seguro que París apa-
recería como la más favorecida. Se Entrada al tubteiráneo, estación KIarl>eal.
le q u e d a n t a n t a s otras!
Y la gran ciudad abriga,
aa mismo, a millares de es-
tudiosos, a centenares de
miles de hombres y mujeres
de trabajo que le dan, para
hacerla completa, los carac-
teres de una ciudad de ince-
sante y proficua labor inte-
lectual y material. Todas las
ciencias, las artes, las letras,
las industrias se cultivan en
esa gran metrópoli, que tiene
fama de ser únicamente u:ia
ciudad de placer. Porque Pa-
rís es la ciudad completa por
excelencia. Allá nada falta;
puede que sobre algo; pero

Plaza de la Concordia.

/ÍIT^ " I/ 1
f "y^PL 1 ¿_ 1
Wo L

Iglesia de San Agustín.


solos, profundos
rotunüos pía-
f
ceres a espíritu.
ipíritu. Nin-
guna ciudad se ha
preocupado como Pa-
rís — ahora empieza a
preocuparse Londres
— de mantener intac-
tos sus paisajes, o de
hacer que sufran lo
menos posible con las
constantes e inevita-
bles invasiones del progreso. Los que han ido
a París a otra cosa que a noctambular, saben
bien de eso.
Nada digamos de los museos, bibliotecas,
colecciones, de que París está lleno. Cada día se
descubren en ellos nuevos tesoros. Es verdad que
París ha perdido, con la Gioconda, una de las
más preciadas joyas artísticas que poseía; pero
falta. Quien dijo que
cerebro del mundo,
dijo Lien, quizá sin saberlo.
Pero no sería posible hablar
de París, sin poner a la trivial disertación
un punto flnai de oro hablando de la
parisiense. Pero entendámonos: hay pari-
sienses que son de París y parisienses que
son de cualquier otra parte, particular-
mente belgas. Un ojo medianamente co-
nocedor, luego distingue entre la gracia
y elegancia nativas, heredada por siglos,
pulida por el medio desde la más tierna
infancia, y la gracia y la elegancia adqui-
ridas de propósito, para pasar por pari-
sienses. Y todos los viajeros reconocen que
la parisiense es una mujer única en el
mundo, cualquiera que sea el plano de la
vida en que le toque actuar.
La Conciergerie. ' J. CHANAT.
CLE^pit frcincó3ixP)

— y ahora, Gertrudis, que estamos ea les grande? boulevares, miremos a — Te juro gue ere« el primer hombre a quien amo.
les paseantes pata penetrarnos bien de las moda-s parisienses. — Ya b sé.
— Bueno. pae« mjra, eres tamtiin ei primero qne
Dibs. de Forain, Rabier, Prejeldn, Caran d'Achí;, Aveloi y Falk-. lo cree.
ligiJín, ha d a d o
tema para que los
p o e t a s hilvanen

E L país de los
chourtnps e s ,
en Francia, el
más fiel defensor
sus más fantásti-
cos poemas, y los
novelistas sus más
interesantes y pin-
de las tradiciones, torescos r o m a n -
por cierto que sus c e s , los pintores
costumbres pinto- también han con-
rescas y poéticas sumido los colores
han dado motivft a d e su paleta e n
que los novelistas trasladar al lienzo
y poetas lo tomen ¡os paisajes y los
por teatro de sus (jersonajes breto-
oazañas. nes. Hasta se diría
Fierre Loti, en que e x i s t e esta
el hermano «Ibes»,
nos dio a conocer
de una manera Salida de la iglesia
magistral la vida, de los novios casa-
usos y costumbres dos en el dia.
M

Las parejas paseando por las calles da Plongastal-Daoulas.


Saliendo del registro La plaza de la iglesia,
eivil. durante la bendieidí
de los 27 matrinu^
pneblo para fabri- nios.
car cuadros para lugar la ceremo-
museos. Aquella nia a una fiesta
indumentaria d e encantadora, a la
ellos, tocados con (|ue concurre todo
el s o m b r e r o de el pueblo, a causa
cinta; a q u el 1 o s (le que todos tie-
trajea de ellas, cu- nen algún deudo
biertas las lindas que conducir a la
cabecitas con la iglesia o la mai-
toca c o q u e t o n a rie para que to-
del país, están pi- me estado.
dindo a gritos ser Los únicos que
modelos de pintor. no forman parte
De no existir el del cortejo nup-
país, habría que cial, y hacen d e
mventarlo p a r a espectadores s o n
oasis del arte. ios extranjeros, e»
Sus costumbres su inmensa mayo-
son por demás ori- ría pintores y fo-
ginales. U n a d e t ó g r a f o s , que
ellas se refiere al atraídos por la no-
c a s a m i e n t o . En vedad, quieren fi-
todos los pueblos jar en la placa o
de Bretaña se ca- en la tela la to-
san los novios en cante ceremonia.
un día determina-
do del año, dando Les taimüas y los amigos comentando la del casamiento. JUAN BUTEROY.

Bretones preteuciando el desfile de loe recién casados.


Los poetas jóvenes
SONETO
Iremos a la viña fecunda, inagotable,
para beber a sorbos el vino del olvido;
< omo la tarde pálida, la aurora se ha extinguido,
y el mundo viejo brinda promesa deleznable.
Iremos de la margen hacia el triunfal decoro
de estanques silenciosos y sitios somnolentes,
donde a la mar callada bifurca sus corrientes
mudo y solemne río sobre la arena de oro.
¡Tú, la falaz Viviente!, la de parlera boca,
quisiste encadenarme entre la viña loca,
mas }'0 rompí tu pérfido lazo de amor sutil;
fuera del tuyo, ¡oh Muerte!, todo el amor es vano,
a quien conoce el místico país, tenue y lejano,
donde a otro azur se yergue la torre de marfil.
H E N R I DE REQNIBB.

UN POETA D E C Í A . . .
Un poeta decía que, cuando él era joven,
florecía en sus versos como el rosal en rosas.
Cuando yo pienso en ella, me parece que dentro
de mí charla una pura fuente que no se agota.
Como Dios da un perfume de templo a la azucena,
como en el rostro de las guindas coral pone,
devotamente yo quiero en ella poner
el color inefable de un aroma sin nombre.
FRANGÍS JAMMBS.

"LA VIDA UNÁNIME"


¿Por qué se transfiguran así los bulevares?
El porte del que pasa tiene poco de físico;
j'a no son movimientos los suyos, que son ritmos,
y yo no necesito los ojos para verlos.
Tiene el aire un sabor como mental.
Los hombres
son como ideas que cruzan por un espíritu.
Be ellos a mí, no hay nada que deje de ser íntimo,
no hay nada extraño a mí de mi rostro a su rostro,
y el espacio nos üga pensando con nosotros.
J U L E S ROMAINS.

LAS ALAS DEL ÁNGEL


Volaba un ángel bello por mi noche azulosa;
sonreía, radiante, como enorme ostensorio,
y advertí que llevaba las estaciones. Eran
amplio estío de mieses sus cabellos de oro,
su pecho femenil, primavera florida
con ambos paraísos de amor, y sus miradas
tenían la profunda languidez del otoño,
septiembre y mayo, unidos, formaban una ronda
por su frente y sus brazos; iban allí los ojos
do corola de llamas a cáliz de frescuras.
ANOCHECER Y, por cima, vibraban con lampos fulgurantes
sus dos alas, y al verlas se estremeció mi cuerpo;
El Serafín del véspero pasa junto a las flores.. que al volar, apacibles, derramando delicias,
La dama de los sueños en el órgano canta, trazaban la guadaña doble y sutil del Tiempo.
y el cielo, en que la tarde se afila y se adelanta
prolonga un exquisito fenecer de colores. LUIS MANDIN.

El Serafín del véspero los corazones r o z a . . .


Las vírgenes apuran el amor de las brisas, EL VIEJO CAN
^ b r e florea y sobre vírgenes indecisas
palidez adorable, tarda, en nevar se goza. Antaño, emborrachado con sus miembros robustos
brincaba por los setos, hendía los arbustos, ;
La rosa, en el jardín, lenta y cansada expira, sus saltos calurosos nos cercaban; rendido ' ;
y una pena incurable parece que sus¡)ira hoy en su humilde alma la noche se ha tendido.
"^ Schumann el espíritu que por el aire v a g a . . . Dormita. El fuego envuélvele en su caricia humosa.
Y cuando nos alcanza su mirada vidriosa,
ienue, quizá de un niño la existencia se apaga. ábrela, alza la testa con movimientos flojos,
Alma, un registro pon en el libro de horas: y busca nuestro amor de antaño en nuestros ojos.
a recoger va el Ángel el ensueño que Uoras.
ABEL BONNABD.
ALBBET SAMAIN. Dib. de Gastón Le Bac,
Señor M. de Simonin, cónsul Señor Paúl Groussae, director de la Señora Malvina C. de Ramtu-
de Francia en Buenos Aires. Biblioteca Nacional. gé, presidenta de la sociedad
"Les Dames'.

Señor Enrique Fapillaud, direc- Señora Clemence Malaurie, di- Doctor Jorge Laure, presidente Señor Augusto Pech, vicepreíi-
tor de «Le Courrier Fran- rectora de la revista «El irán- del Club Francés. dente de la «Société Philan-
caiS'í. co-americano'. tropique Franciise».

Señor E. C. Moetgel, presidente Señor Leopold MabiUeau, ini- Señor Emilio Derré, escultor Señora M. B. de Brouard, di-
del comité des Sociétés Fran- ciador de la «Fédération des francés. rectora de la Academia de
caises, y otras sociedades im- Mutualités Francaises». Bellas Artes de Belgrano.
portantes.

Barón P. Sehasseriax du Ra- Señora Móiiam Rocher, artista Señor Antonio Bousquet, ¿x Señor Carlos Tliays, director de
met, artista pintor. pintora. cónsul trances. parques y jardines públicos
de Buenos Aire ¡.
INGLATERRA

IZANDO CL PABELLÓN
O''" ¿-- Leo Slorn.
jc^ODAS l a s alileas tie-
nen su J a c k ; |:c/o
t a b a c u i d a d o s a m e n t e el
yaco del doctor, y em|íe-

cJACK
n i n g u n a a l d e a tuvi zaba. Y la pelota v o l a b a
n u n c a un J a c k t a n ¡indo siempre, al n o r t e y al
como el do n u e s t r a a l J e a ; sur, al este y al oeste, v
t a n pintoresco, t a n a m e - a veces al zenit. P o r q u e
no, t a n i r r e s p o n s a l l e , t a n J a c k s a b í a poco el cricket;
poderoso, t a n ojitimisfa pero siempre sus b l a n -
y t a n a m a l l e como nues- cos dientes brillaban esi
tro J a c k . el fondo d e su negra
N a d i e s a b í a d e q u é vi- barba.
vía J a c k , p o r q u e r a r a vez L a s únicas personas
t r a b a j a b a . E s cierto qi:e q u e no q u e r í a n a J a c k ,
d e noche t e n d í a t r a m j i a s e r a n su mujer, el maes-
a las anguilas, e invaria- tro d e escuela y el g u a r d a
b l e m e n t e poscíaba u n a , a rural. El níaestro d e es-
m e n u d o dos, a veces cuela creía q u e si J a c k
tres; y d e vez en c u a n d o era a h o r r a d o , no h a b r í a
t r a b a j a b a un día en la mas atorrante- mujer
cosecha. Y, sin embargo, esperaba su entierro sin
siempre t e n í a dinero p a i a extraordinarias muestras
t a b a c o , y h a s t a p a r a un do pena, y el g u a r d i á n
poco d e cerveza, a u n q u e s-'ilia m u r m u r a r : « H a b r í a
no era bebedor. un cazador furtivo rae-
J a c k t e n í a u n a mujer. nos».
U n a mujer sin a l m a , u n a J a c k formaba p a r t e d e
mujer h u r a ñ a , q u e des- la a f l e a , como la t o r r e
a p r o b a b a a l t a m e n t e lu (lo la igle.-ia; y si a l g u n o
ociosidad de su vida; de nosotros v a g a b a por la
pero el iiníco r e s u l t a d o orilla del ií;> en la m e d i a
era que J a c k p a s a b a la luz de la t a r d e , e s | ) a n t a n -
m a y o r p a i t e del tiempo do nubes de niirsquito.s,
afuera. \(ilvi('n(io la I al.cza prcs-
J a c k tenía u n a gran lanuaili- al luuKir de un
b a r b a negra y u n a cami- ie;c'¡ll!) que .se zabullía,
sa colorada, que h a b í a buscando en dónele el
sido hecha p a r a otro; pero a g u a se a g i t a b a sobie u n a
n o t e n í a chaleco. S u s za l a t a a c u á t i c a 3-a d e s a p a -
p a t o s t a m b i é n h a b í a n si- recida—y no veía la fami-
d o d e otro. El saco q u e liar silueta d e J a c k incli-
llevaba era del doctor, y n a d o sobre sus t r a m p a s —
los p a n t a l o n e s del c u r a . nos ])arccía q u e e s t á b a -
U n d í a , y o le di u n som- mos solos, s e n t í a m o s la
brero, pero le quedó de- vaga impicsión d e q u e
m a s i a d o chico. algo e s t a b a mal.
Todos querían a J a c k . D i ñ a n t e diez a ñ o s , J a c k
El c u r a lo quería, a pesar fué siempre el mismo;
d e q u e n u n c a iba a la n u n c a se ponía m á s vie-
iglesia. P o r q u e era u n pa- jo, ni m á s rico, ni m á s
g a n o c o m p l e t o , sin ten- aseado; n u n c a se p e r c a t a -
tación a l g u n a de viülar ba de nosotr<is y tonía-
m á s q u e el o c t a v o man- iniis (íiMto nr-gnlio en po-
d a m i e n t o , y ninguii.i am- rcrli'. I l a s í a que llegó a
bición como j;e.a(li)i. i;i la alile.-i un t e n t a d o r con
sacrist-ín lo q u e r í a , a ]:e- < iM'ii((is (!e l i q u e z a s fácil-
s a r d e que J a c k no tenía lücnfe adquirida.?, y J a c k
hijos q u e sonrieran des- se fué con él.
d e ñ o s a m e n t e . El d o c t o r N u n c a m á s volvió.
le quería, a pesar de que Y ahora, la aldea está
n u n c a se enfermaba. Yo como u n h o m b r e Cfuc h a
t a m b i é n le quería—])rin- j e r d i d o u n ojo. Al caer la
c i p a l m e n t e fxjr su perpe- t a r d o , y a su cabizbaja fi-
t u o buen h u m o r , — y por g u r a , t r a n s p i r a n d o colo-
su intimidad con la natu- sal ociosidad jxir t o d a s
raleza, y ])cii Sil b a l i ü d a d p a r t e s , n o se a s o m a p o r
p a r a labrar inaiig<»s para .sobre el m u r o de mi jai--
cuchilbj.í. L a s m u c h a c h a s dín, p a r a b a c e n u e \:ni-
le querían porque les lie nó.sticos sobre el (ienip'i
v a b a 1.XS p r i m e r a s rosas del (lia t--!gi:ienle; \' aque-
silvestres y la m á s dulce llns (|ue 1 liaiilal an
miel de abejas; y t a m - de J a c k , asi.inlji-iii
bién porque las a d u l a b a a h o r a a! \( e le ,-.|,ai,
dc3verg(mzadamentc. do meiio^- .\<iS)i¡os .^en-
P e r o los m u c h a c h o s le (inios pi'o u i i d a m e n t e
a d o r a b a n . L e seguían en n u c j í i o df s a m | : a i d . J,'e
pequeñas bandas. Jack parece que el eiii.-i liaría
era su héroe. Y no era d e gustoso ro ' a l i \ a - públi-
admirar, porque podía cas p a r a que volviera el
daili' u nn conejo a la prnlugo; y sé que el doc-
( a r i c ;i ( o n u n a j i e d r a ; y está u n jKjco de.s-
saliía (' : i a i l c s palos lar- a l e n t a d o , V cura a la
'r"'^ y "•• f '-^ |,aia I cscar, g e n t e con •1 pensamien-
y o i q u c l a s c'iiillalci'ales to jniesto en o t r a par-
p a i a ca/.ar. >' si MÍ pro sabía en d o n d e h a b í a nidos te. P o r mi p a r t e , t o d a v í a csp.ero a J a c k ; y " los
nuevos. A d m i a i ii k s a b í a h a c e r mil cosas con su p a n t a l o n e s q u e dejé la s e m a n a p a s a d a , n o los claró
viejo corta|)luma;;. nadie t o d a v í a . . .
;Y q u é bueno era p a r a j u g a r al cricket! E n las largas E V. LUCAS.
t a r d e s d e veíano, llevaba a los chicos a j u g a r . í?e qui-
DAD"
GDLA
iogra comprender
lo que se oculta
tras aquella capa
o c o r t i n a de niebla
y h u m o , la a d m i -
ración s u b e (le
p u n t o , la c i u d a d
d e s t a c a susí
eontorn o s
de u r b e oo-

^•^almentc maravilloso espectácu- losal, y nuestros sentidos todo,'»


°- Al a t r a c a r en el muelle de a v a l o r a n el poder inmenso d e la
.^reenwich, se d a c u e n t a el via- gran c a p i t a l sajona, la ciuda<l
•-10 de la a n i m a c i ó n y el movi- m o n s t r u o , el museo de t o d a s 'as
nionto que h a y en aquel p u e r t o , riquezas del glol>ii. e! r('f\iu¡(i do
.». l?or consecuencia, en c! Tá- todo el h a m p a del uiiivísrso.
mosis. Mulares y millares de bar- Poco a poco se destivea sobro
'or.^^1 "^^ V"""'* o s t e n t a n d o al el cielo pris el p u e n t e de la torro
n,„t . '^, b a n d e r a de t o d a s las de LoiKlrcs, como ima H giifan-
;^iat-,c„ias d«l m „ , „ | o , esperan Icsiii, y en el á n i m o del viajero
;'•«'!'n e m e n t e t u r n o p a r a a t r a - se evoca en seij>ii<la el efíisodio
;,^ '^ l''s docks. Y río a r r i b a y trágico, e intenso de la historia
uno I ^" ^® 'leslizarsc de conti- de In'ilatcrra. ¡Cronwell!
arcos a p l a s t a d o s bajo el Üespués se presenta a sus ojos
' • s t r n e f i ™ / ' ' ' ' - » - Un verdadei-o atón'clos. la mole i n m e n s a de la
panas ± '\'^''^"^' ' ' ¡ • ' ' ' " ' ^ ^ >' '^'"»- cúpula de San P a b l o , como una
Ci^L í*í'''"=<^ los oídos. inmensa plegaria, y el recuerdo
tj^ando los ojos se acostum- Plaza 'IraialKar. tmoarcatiero Victoria. de las luchas religiosas desfila
« r e a d a t ,^^^'^'^.^^ las fantasías Monumento nacional a la reina Victoria. por su cerebro.
c r e a d a s por U imaginación, y se Una m u l t i t u d inmensa hor-
oililicios suntiiosüs, magno?, ' l i ' i i o s d e la '¿tiin íwhcr
que d o m i n a al m u n d o con s i pod'jr y riqueza, y q u e
nos h a c e n a d m i r a r cí po leríi> d ; l i r a z i sajona.
]>a c i u d a d , plena do tt'-.l, nos m u e s t r a sus e n c a n t o s
de m a t r o n a de a m b o s m u n d o s . La vista se cansa de ver
y los oídos de escuchar el r u m o r de la inmensa colmena.
Un regimiento d e escoceses p a s a a l e g r a n d o la c a l l e
con los tonos marciales de u n a m a r c h a militar,
¡Salve, Ijondros, ciudad de las g r a n d e s m a n u f a c t u -
ras, del oro a m o n e d a d o , del h u m o r i s m o m á s i n t e n s o ,
c a p i t a l del g r a n imperio que d o m i n a el m a r y la t i e r r a ,
de los lores, d e los pares, de la raza c o n q u i s t a d o r a , del
m u n d o , a n t e el e n c a n t o d e t u poderío y
a r a n d e z a , el viajero tiene que d o b l a r la
rodilla y bendecir el esfuerzo de los hom-
bres, que realizan milajrros con el t r a -
bajo!
Y nos esliamos a recorrer l:)s ¡juntos
cardinales d e la ciu<!ad nionstruo, a u x i -
liados por u n cicerone; q u e r e m o s e n t e -
rarnos por n u e s t r o s propios ojos de la
\iA;i y c o s t u m b r e s londinenses.
Como es .s<ábado, los lanc^i;, ejarito-
lli I ñíi t ''"'**' depósitos, fábrirías y talleres se h a -
PJ ^ ' A I ll*n cerrados. U n silencio c l a u s t r a l se
\ ^ ^'^ilMm ' hace sentir en el barrio d e la City; se
diría u n a c i u d a d m u e r t a , a b a n d o n a d a .

Abadía de Westminster.

m i g u e a por los maleco-


nes, los coches y los ca-
rros se a m o n t o n a n , (¡ri-
tos )ior tollas partes.
'IViniaiiios un cal) \' a
i n t e r n a r n o s cu la ciiiiÍMd
de la niebla.
Y surge a n u e s t r a
vista la a v e n i d a ancluí
y recta de CanniDi
Street. L a s a l t a s chi-
m e n e a s h u m e a n d o nos
b acen comprender pron-
t o que e s t a m o s en una
c i u d a d ciclópea donde
so rinde culto al tra-
liajo.
L a s gentex pasan a t a -
r e a d a s . El sol va esfu-
m a n d o l e n t a m e n t e la
ilen.-a nc!iíiiia i¡i:(' en-
v u c ! \ c ci.riin cu OÍ: tul
a la ciudad de cinco
millones, y neis deja
a d m i r a r a l / m d r e s en
t o d a su lii'llcza
Oxford StK'cl llav
de - l'.iik, WhitcliaV, La lamosa Torre de Li n res. — Casa del Parlamento. — Palaoio real de Buükiusaain.
('II:ÍIMIV CI.I.SS, Üi-Lícnt
Street, van il('s!il:iii;l i
Una n u e v a P o m p e y a que nquella l'olsa y esdespreci'i-
•luedó a p l a s t a d a por algu- do o elevado por la soberana
•^^ catástrofe financiera, y v o l u n t a d de aquellos empe-
•juu m u e s t r a sus curiosida- radores de la banca.
des al viajero. N o v a y a a juzgarse que
Allá la Bolsa con sus pueblo londinense es:t-
p u e r t a s c e r r a d a s y deaior- metalizado y desprovisto de
tíis, a p a r e c e a i s l a d a como - c n t i m i e n t o n r t í s l i - o . IK..
" n a n u e v a esfinge, d e la que i.oivlvc-i ])o^í'i' sM llrilisli
f'^ imposible a c l a r a r el mis- .MliM-uill. q u e cli'icTVil t e s o -
terio . . . litcrari 's \
Cuando la Royal-Kchan- I na maravilla
U^ está a b i e r t a y se visita, ra al e x t r a n j e r o .
'•ausa sorpresa ile torbelli- |iori|Ue allí es( i ratalnyad,-.
'W, d e colmena a t a c a d a . t o d a obra genial i r r i i d a ¡ m
Hombres que v a n y vienen los hun anos.
jicrviosamente por" sus sa- tiene vni alto
' M , y a q u í , allí, en cualquier \ ida, pille a
" n e ó n del edificio, gente m.ixinuim:
Mue g r i t a , que recibe, que salle r e p j -
d a órdenes, que comunÍL-a erza-
el alza y baja d e las cot¡¿a- gastadas dand'.
cíones del oro a todos los satistac-cián a sa
p u n t o s del m u n d o y por to- íritu. Ue ahí.
dos los medios imaginables. esos edificios pú-
Kl telégrafo y el teléfono leos svmtuosos,
'*>n v e r d a d e r a m e n t e asalta- e.sos t e a t r o s He
o s por los bolsistas deseó- nos de i-onradi
o s d e c o m u n i c a r que el tri- .lailc's, conio s.
tio lia subido medio chelín,

maravilla. Todo lo hi-


zo allí el h o m b r e para
que r e s p o n d a al senti-
miento |)oético.
C u a n d o se les ve ani-
m a d o por la m u l t i t u d ,
d a n d o la n o t a de co-
lor, y miles d e niño?
que juegan y c a n t a n
alegremente, d a n d o la
" que la leche en n o t a musical, Londros
conserva h a ba-
.lado medio ,;,. tiene la frescura y los
ñique. ' e n c a n t o s de u n a don-
cella, así como cuando
Ciianto i,i<„i,|.
vemos el h u m e a r d e
sus chimeneas, los pe-
q'«o> c u a n t o sifílos camiones a r a s -
Pyoducto se con-
trándose hacia los di-
¡IT"" •»'«"- ques y el e n j a m b r e de
b a r c o s desliza ndose
j a c t u r a , o cuan- por el Támesis, nos da
« I f p e l es obje- la impresión d e u n ro-
to do cotización b u s t o obrero a p t o pa-
y tiene un valor ra t<.)dos los trabajos.
Po^Pt-i I'..-,,,,,,,,.
E D U . A K D O M.MiTIlUR.
rESá7Qn/\umD&^ UiAGLEi/AJ^
La musa inglesa

EN LAS BUTACAS
Mi vida es 1111 IIÍUSÍC-IMU:
la l)utaca m e eiioaddia;
y oh r a b i a , mi ]ir(i| in rol
m e hace bailar en la escetia
(livirtieiido al niu.sír-lnil],

Mit'iitx'as í u m o uncijíarrillt»,
risueño y ocioso empleo,
gira l a d a n z a ; v me humill
|)^)r(iue al t r a v é s yo me ve'
del liunio del cigarrillo.

Me veo girar, s a l t a r
p i n t a d o , en gozo cruel,
c a n t a n d o el iic:-i'> c a n t a r
de mi festivo papel:
soy yo, el (|ii(^ veo saltar!

Resplandece el music-hull
uz, sonido, enervamiento;
de las h o r a s el estol
l a r d o y clamoroso cuento;
mi vida es u n muiic-hull.

ARTfBo S Y M O N S .

REQUIhSCAT
SONtro l'isad l¡'.^cros: liajo la nii ve,
Kn la arena escribí su nonilire un día, tniiy cerca, csíii durinida;
pero el m a r lo borró; la niisina ciriprcsa y h a b l a d m u y quedo, porque oye CÚMKI
vuelve a t e n t a r m i m a n o , y todavía crecen las m a r g a r i t a s .
las oías hacen d e mi afán su presa. 811 cabellera de oro luciente
m a n c h a d a está de moho;
la (pie fué u n día joven y hermo.sa
Y ella m e dijo: 'J'odo es vano: cesa. se ha convertido en jiolvo.
N u n c a eUírnizarás lo q u e ])erece;
yo ho de p a s a r t a m b i é n , como la impresa L a niña blanca, nieve, azucena,
huella del n o m b r e mío desparece. apenas tuvo tiempo
p a r a hacerse mujer; t a n s u a v e m e n t e
No, contesté: lo bajo y vil merece h a crecido su cuerpo.
ser polvo: t ú t e n d r á s alto r e n o m b r e . F é r e t r o angosto, losa maciza
Mi verso en tu a l a b a n z a se eiigT'andcr(^ sobre su pe:di<i tiene.
Sufre mi triste curazóii. SUID,
y en s u m o s cielos g r a b a r á tu nombre. m a s Klla d u e r m e . . . duerme,
Y en la t i e r r a , a la m u e r t e .sometida, i l'az y s i l e n c i o ! . . . Sonetos, liras,
vivirá n u e s t r o a m o r con n u e v a vida. no han de llegar a ella.
'J'oda mi \ ida sepulta dcjíi:
cubridla l)i(Mi de tierra.
EDMUNDO SPENSEK.
OscAH VVlLDK.
MADRIGAL
Besos mi C a m p a s p é j u g a b a un día
con Cupido a l a s c a r t a s . Kl perdía.
Kleehas, arco y ('arcaj, las m a t e r n a l e s
lialomas, la pareja de p a r d a l e s
perdió t a m b i é n ; j u g a r <'ntonces osa
el coral d e sus labios y la rosa
de sus mejillas, y ])erdió i g u a l m e n t e .
L a di\iiia ti rsiira de su frente
y el int\uclu Liciitil de su mejilla
g a n a mi C a m p a s p é , y él 110 se humilla:
sus dos ojos se a t r e v e a j u g a r luego,
a g a n a y l i i p i d n cpieda ciego.
;.Si al nli^^nlo Aniiu' inflige t a l castigo,
(lime, oh llios, ¡ay de mí! que h a r á coiinii;
.lUAN l.Vl.V

"'<'• ''.' / ) i , m „ „ .
EC'II^du^^6an
ble: el petróleo. Seguramen-
te, dentro de pocos años el
petróleo habrá reemplazado
a la hulla en muchas do sus
aplicaciones. Ya se le usa en
\ a|iores y locomotoras. Mu-
chas fábricas se mueven por
la fuerza motriz del petró-
leo, que parece que existe
en todas partes, y es má^¡
barato que la hulla. Puedo
ser, pues, (pie en un porve-
nir no lejano, la mina do hu-
lla se vea abandonada y su
recuerdo viva sólo en la tra-
dición de los medios de tra-
bajo de que el hombre echó
mano cuando era menos ci-
íilizado.
Jíl negro reinado do la
hulla ha durado siglos. Pri-
mitivamente la u.saban los
ingleses para niencstcrea
domésticos. «Tierra negra
que arde», l.a llamaban los
viajeros sorprendidos, que
no la conocían o la írt^'an
perfcctumentc inútil, ('uan-
do empozaron sus aplicaí io-
nes hidustrialos, la hulla,
que se encontraba en la su-
perficie de la tierra y que fá-
cilmente se a])rovechaba, no
bastó. Fué menester cavar
la tierra para obtenerla, y a
medida que so cavaba so
observaba que mientras do
mayor profundidad se saca-
ba, ora do mejor calidad.
Así, los pozos, las minas
fueron ahondándose, por
decenas, después por cente-
nares do metros; y como los
progresos de la maquinaria
exigían cada vez más hulla,
se buscaron minas por to-
das partes, y se encontra-
ron, no 3'a sólo en la Gran

Grupo de obreros tomando un retriRerio.

E N SU gran novela La Aldea


perdida, Amando Pala-
cios Valdós ha pintado
eomo él sabe hacerlo, el es-
|)anto mezclado do sorpresa
i|ue en los sencillos y honestos
lialiitantog de la alilea causó
la aparición de los diahhx nc-
ijros. Hsos dia tilos negros no
eran sino modestos trahaja-
dores <lc una mina do huíla,
cuya explotación cambió en
poco tiempo el aspecto de las
(^osas y el carácter de las gen-
tíos. Kran, para usar un clisé,
heraldos del |irogreso que se
acercaba. Ponpje la hulla y el
progreso, en la época moder-
na, han marchado siempre
aparejados, desde que Watt
descubrió las aplicaciones in-
dustriales del vapor. Ahora,
la hulla tiene un rival temi-

ArrBütraitdo una vi^a para so.ltiier ]a^ Kalen.


(^te^^ex^&^'cv
J^i-taña, siii,, en r¡,i¡. i
^Wgic-a, Alemania, Chin...
instados Unidos, Chile, Aus
tralla, en todas las latitudes
«el globo
I*eesta suerte, la minad.-
nulla se encontró en una
•uente de riqueza superior,
en sus infinitas proyeccio-
nes, a la mina de oro misma
^ ya no son millares, sinc
centenares de millares, mi
l'ones de hombres los que
todos los días bajan por !a
sombría boca de la mina, a
trabajar en las galerías que,
como ramas de gigantesca
árbol subterráneo, se pro
'9ngan y pro'ongan bajo la
tierra y hasta debajo de'
mar. En esas estrechas y
obscuras galerías, los mine"
ros realizan durante ocho,
diez o doce horas diarias,
"na labor pesada y monótfj-
na. Puede decirse que pasan
I* mitad de su vida en la mi
na, y que no ven el sol sino a
raros instantes. Minas que
son verdaderos enjambres
en que se agitan miles de
ti'.ibajadores; en que los dc-
fiiuvillcs, arrastrados poi
pequeños caballos o muías
que a veces nacen y mueren
en la mina, corren sin cesar
acarreando a la boca infe-
rior del pozo toneladas de
hulla; y en que, también,
suelen producirse catástro-
fes es|)antosas, en que que-
<lan enterrados centenares'
•Je trabajadores. El gritú es
ei enemigo solapado y cruel
«el minero de hulía. En
(germinal, Zola nos ha deja-
do un cuadro imperecedero
<ie una catástrofe en una

n¡i;ia; pero la realidad s(>l)rr-


pasa frecuentenu'iilc cu Im-
fi(ir a los horrores do la fi -
c¡,)n. Pero, no importa, al día
si'j 11 icnto, enterrados los muer-
l:/K, reparados los perjuicios,
vuelve la interminaule fila de
obreros a descender al fúne-
bre pozo, a arrancar a la ma-
dre tierra la negra y ásijcra
hulla, que es fuego en los ho-
f;ares, fuerza en los motores,
elemento indispensable del
progreso, hasta que el petró-
leo la substituya del todo,
l'^ntonces, los diablos negro-i
<U'saparecerán de la faz <Íe la
tierra y no asustarán más a
las muchachas sencillas y ho-
nestas de la Aldea perdida.. •
que al fin concluyen por ena-
moraise de ellos.
J.AIME iMAlí

t^ii lilt'iia lübor^


D E S D E "LA RUBIA A L B I Ó N '
en Londres que no se ve ni un
alma )ior las calles?
— E¡ señor perdonará; pe-
ro, me es imposible servirle.
Pasó ya la hora del lunch y j a
no servimos hasta la noche.
— i...-I
— El señor se olvida que
hoy es domingo... y es por
eso que no debe extrañarse
de ver las calles tan desiertas...
El rubio doméstico, creyendo sin duda haber hablado

Y o tenido un aiiiifío, un nuiy querido amigo y com-


pañero. Mi amigo es de metal niquelado y tiene,
además <le una esfera, tros patitas doradas; en
resumidas, mi amigo es un despertador económico.
demasiado, giró sobre sus talones y se perdió de vista.
Salí de nuevo a la calle y empecé a errar sin rumbo
fijo. Francamente, con una hambre espantosa y sin
saber hablar el inglés, me considere hombre casi per-
Made in Oermany. dido. Cinco minutos después lo estaba del todo, pues
Bueno, pues, mi amigo el despertador me ha jugado ;)ensando donde ]X)dría encontrar un restaurant me
una mala partitla y fué la causa do que yo pasase un había apartado del barrio que yo conocía y me metí,
terrible <lomingo en Ijondres. sin darme cuenta, en un callejón sin salida. Di la vuel-
ta, dispuesto a buscarla, })ero... ¡oh, dicha! auto mí
Después de haber atravesado y liabérsonus atra- abría hospitalariamente sus puertas un comercio. Una
I
vesado el canal de la Mancha, llega
mos a Folkestone, encontrándonos
divisa en su frente: «On parlo franjáis», me decidió a
entrar. Mi desilusión fué grande. ¡Me había metido en
desde ya, bajo el poder de la Muy Gra- una farmacia!
ciosa (sic) y Británica Majestad de l'ero, qué de-
.lorge V. Mi jiriniova ))reeaución, al monio, una vez
llegar a la tierra de \i<a hombres pun- dentro no era
tuales, fué saber si mi amigo me cosa de volve; -
acompañaba. Efectivamente, hasta se atrás y ndc-
mí llegaba su sonoro tic-tac desdo el Tiiiis (]ui/.á el
fondo de la maleta. Tomé un coktail lioticario m e
y después el tren que había de con- indicaría dou-
ducirme a Ivondres. Una hora más ile podría co-
tarde llegábamos mi amigo y yo a mer o, en últi-
Cliaring ('ross. Cinco minutos des- mo c a s o , me
pués al Hotel- íSiía ahm en t a r ía
Muy cansado del viaje y muy tar- c o n pastillas
do para salir la calle cle<cidí acos- de goma.
tarmc. N'o me oípnvoqué. El «ohimist» me recibió, muy cor-
— ¿El señe quiere que lo des- tés, nuiy alegre y muy locuaz, pues, sin que yo se lo
pierte? preguntara, me dijo que estaba en aquel momento ju-
No me tomé la molestia de contestar ii esta piegunta gando al poker' con unos gentlemeii, que tenía dos pares
tan estúpida hecha por un doméstico, teniendo yo co- al as, y dos hijas casadas en Cambridge. Lo felicité muy
mo tengo un muy querido amigo que ,se encarga de efusivamente y aproveché su alegría para preguntarle
romperme el tímpano a la hora que a mí me de la ga- donde podría encontrar un restaurant abierto para sa-
n a . . . El doméstico, ante mi mutismo, se retiró, y yo tisfacer un capricho. Se quedó muy pensativo y después
sentí que em()ezaba a dormirme... de hacer mucha memoria y beberse de un trago una
probeta graduada llena de wisky, me dijo que en White-
chapcl podría encontrar lo que deseaba.
Mi boea se abrió desesperadamente para bostezai-, Ante tal porsiiectiva, salí corriendo sin darle las gra-
mis brazos buscaron la dirección del techo despere- cias y sólo me detuve al darme cuenta que yo ignoraba
zándose. Miré la esfera do mi amigo. ¡La una y media jjor completo donde quedaba Whitechapel. Interrogué
de la tarde! un iioiicemnn y debí interrogarle muy mal, pues el muy
rápidamente y salí a la bruto no se dignó contestarme. Me indigné y si no fuera
calle más rápida- )X)r su corpulencia, le hubiera coinido los hígados, a pe-
mente. .sar que no me agradan las intoiioridadesde los animales.
El desierto de Sa- Después de muchas explicaciones y cuatro cheUnes,
hara no lo estará un chauffeur se decidió a llevarme al tan deseado res-
tanto como lo esta- taurant de Whilecl]a)>ell.
ban las calles de
Jjondres aquel día. Mi estómago agradecido hizo que mi cerebro pensase
Me hizo el efecto con formalidad y entonces hallé fácilmente la solución.
que la ciudad hubie- ¿(!uál era la causa de esta hambre tan tcriible, tan es-
se sido barrida jior pantosa? Resulta que j'O había llegado a Londies el
un formidable hura- viernes, roe acosté muy fatigado |ioi' el viaje, me ilotnii
0 á n , arrastrando profundamen-
consigo a todos los te y me desper-
habitantes incluyen- té hoy que e.:
do las suffragettes. domingo.. ¡Na-
Sólo los hercúleos da! ¡unas trein-
¡lolicc.mpji ))arecían ta y pico do
haber resistido a su horas sin pro-
empuje, pues allí estaban, apostados en las bocacalles bar bocado!
dando muestras de un grande aburiimiento.
Abismado en estas ideas, no me había dado cuenta En cuanto
que un gargantuesco aiietito se había apoderado de llogue al hotel,
mí. Decidí, pues, volverme al hotel para calmarlo y a mi muy que-
enterarme si era verdad f.so del huracán. Durante el rido amigo y compañero de metal niquelado, a mi muy
trayecto el apetito se convirtió e n . . . hambre, sí, en querido despertador «Made in Germany» lo jxmgo cíe
una hambre espantosa. Verdaderamente me sentí in- patitas en la calle, malgré que son doradas y q u e . . .
quieto, pues juro a ustedes que nunca había tenido tiene t r e s . . .
tanta hambre junta en mi v i d a . . . FEDERICO BIBA.S.
— Mozo, sírvame de comer y dígame: ¿qué síicede J.oinhi's. iiovicinbrt' (it; 1913.
Dib. lie' autor.
ALEMANIA

/tími-rfa dt A. Kampí
DE LA GUARDIA IMPERIAL
La peregrinación a Kevlaor
N la ventana está
E la maUre; el hijo
está acostado en
su lecho,
— ¿No quieres le-
vantarte, Guillermo,
para ver la proce-
sión?
— Estoy tan enfer-
mo, madre mía. No
oigo ni veo; pienso
en Margarita muer-
ta, y el corazón rae
duele.
— Levántate, ire-
mos a Kevlaor; toma
tu devocionario y tu
rosario; la Mailre de
Dios cirrar-á tu cora-
zón dolor i(l<í.
Las landeras de la
iglesia flotan al vien-
to; los cáiiti;*os ics-c-
nan. Ks en ( ol >iii i.
sobre el Illiin, cu don-
de- tiene lugar la ])i(i-
cesi5n.
La madre sigue a la
multitud; lleva a su
hijo; ambos cantan c.i
coro:
— ¡Gloria a tí, .Ma-
ría!

A Nuestra 8cíjora
de Kmlaoi' lo han
Kicst'i su traje más
Íindo. Irene mucho
que haícr, ¡son tantos
los enfermos que hau
acudido a ella!
Traen, como ofrcí,
das, pies y manos (!
cera. Y el que ofrí' i
una mano de cora, \^
que la suya sana; i i
que oíre.e un |Jc il'
cera, el j:is se le cirhi
instantáneamente.
Muchos ifrdividnü.s
fueron a Kevlaor con
muletas, y ahora sal-
tan y brincan; mu-
chos qtje no podian
mover uií soló dedo,
tocan ahora el violín.
La madre, faimó un
cirio y, con la cera,
hizo un corazón.
— l^lévaló a la Ma-
dre de Dios, y ella cu-
rará tu mal.
Suspirando, el hijo tomó el corazón de icrii y, sus Ll hijo enfermo y ¡a madre d(jrrrrrarr en su cuartito.
piramto, lo llevó ante la santa ima};err. Las lágrimas Sobrevino la Madie de Uios, que entró suavemente y
brotaban de srrs ojos. fin ruido.
Del corazón le salieron estas palabras: f-'e inclinó sobre el enfermo, posó ligeramente la ma-
— GloiioK sirrra .María, pura ser\i loiii ele l.ios. rcirra no soliro srr corazón y desapar'eció.
del cielo, oyi' mi si'r|)Hca: La mailre ve eso como en un sueño, y ve también
« Yo vivía ion mi madre en Gokrnia, en la cirrilad algo má.s. Sale de su sopor. ¡Los perros en el patio la-
que tiene tantas iglesias y capillas. drean tan fuerte!
«Y cerca de nuestra casa vivía la pequefia Marga- Su bijo está allí, tendido, muerto, en el locho; los
rita. Ahora, la pequeña Margarita está inuerta. claridades de la aurora jrrgaban en su rostro pálido.
«María, te traigo un corazón de <era; cura la herida La madre juntó las manos, y no sabiendo lo que
do mi corazón. pasaba por ella, oró:
«Cura mi corazón dcdorido; y diré y cantaré, on la — ¡Gloria a tí, María!
mañana y en la tarde, fervorosamente: ¡Gloria a tí,
María! » ENRIQUE H E I N E .
Dib. de Málaga Crene.
^*tv^©íUr,

El palacio real.

E L kaiser, Guillermo
" . rey de Pnisia y
emperador alemán,
ama mucho a Berlín. La
ama porque Berlín es la
Obra de sus antepasados v
la suya propia. Cuando ¿1
IJrimer rey de Prusia, Fede-
rico de Bramleburgo, resol-
vió hacerla la capital de su
nuevo reino, Berlín era una
))obre y triste ciudad de
unos veinte mü habitante.s,
entre los cuales había mu-
chos hugonotes emigrados
(lo J< rancia a consecuencia
de la revocación del edicto
(le Nantes. Puede, ijues
decirse que la real e imije-
rial ciudad de Berh'n tiiMic
solamente p<i<u más d,. dus
siglos (le rxisli'iichi. !•;« j , , , . ,
ciudad joven compara(Ía
coii París o Londres; una
' d a t u r a ciunparada con
'yjma; jHü'i) es ya la terceni
«"uJad de ICuropa, en ex-
p a " r " ^' P"'''^'''""' 'I"'?
ilo'habií^,,;''" ' ' " ' """""""
••«pi<ian," ;'^ > '•': «^'"•-;'' El Reichstag (Parlamento), construido por Faul Vallo, 1884-91.
'"< .1 hi de l-'aris.
Tumbas de la reina Luisa y de Federico III, en
el mausoleo de Charlottenbarg.

Monumento nacional en memoria del emperador Guillermo Amas del Spreewald.

flue d a n a ciertas partes de Berlín Berlín más que en Lfindres, y su


" n a t r a c t i v o especial. noml.re a l t e r n a en los carteles con
Y Berlín es u n a c i u d a d alegre, los de Goethe, Schiller, Calderón
^uo se parisianiza c a d a vez más, de la Barca, Grillpatzer, Alfieri..
i^a vida n o c t u r n a es alegro y Fs, asimismo, Berlín u n a ciu
a m a b l e . L a berlinesa se esmera d a d militar. Ixjs berlineses tic
en ser graciosa y a t r a y e n t e : el ncn con frecuencia el m a i e i a l es>
berlinés en ser cortés y gentil. |ic(tácnlo de destiles y j ) a r a d a s
Pero lo que m á s llama la atcii- militares que mucho les entusias-
Món d e los viajeros tpic \ i s i l a u man, como a todos los p u e b l o s
Berlín, son los t e a t r o s . Un c u a n t o a edificios, son cómo- de la tierra. ^•. c u a n d o el kaiser, h i e r á t i c o y sonriente,
dos, higiénicos, hermosos, de los mejores cíel m u n d o : a p a r e c e al ficiiti I]Í' sus soldados, el berlinés se siente
.V en lo q u e t o c a a las representaciones, n i n g u n a capi- d o m i n a d o por vnia emoción p a t r i ó t i c a q u e le llena d e
tal europea ofrece en t a n t o n ú m e r o espectáculos más legítimo o r g u l l o . . . ¡Dentfchlan'l über alie/
artísticos, m á s nobles. S h a k e s p e a r e se representa en F NlCVNOR Br.UMER

La plaza real con el monumento a Bismarek; al fondo, la columna de la Victoria.


La niñera. £1 milico. Afilador. Vendedora de salcbi- Estudiante.
chas.

Familia de turistaf. «Herr Professor^. Una taberna de estudiantes.

Lechería ambulante. Vigilante. Compadre.


Dib. de Morilz.
V

Saludo al emperador, el primero :> año. recordáis? X'no de los hijos de Ouiller-
nio II, a c t u a l m e n t e incorporado a bis
_ Bespoiaclo de su personaliilad artís- filas del ejército, mereció ima conden i
tica, y libre de la.s majestades de su |ior babor dejado escapar p a l a b r a s d '
a l t u r a m o n á r q u i c a , la figura del kai- protesta a n t e indicaciones superiores:
*«r tiene, )iara su.s subditos, la iiiajcs- p a r a o c u p a r el t r o n o , h a y que apren-
f'id d e u n símbolo: m á s q u e u n oni|;c- der a ser emperador. P o r eso el kai-
rador - militar, es, p a r a ellos, un ¡.'eniíi ser tiene p a r a sus subditos las pro-
niilitar. Tieno. en este sentido, luia I oi'íiones de u n símbolo. El mismo
""isiiMalidad (-x( lusiva. Ks así como lo reconoce. No h a m u c h o , invocaba
'-'' nol)Io y fuerte pueblo a l e m á n , si:s derechos de origen divino. Pero.
H i l a u d e c u a n d o el p a d r e - e m p e r a d o r de ve?, en c u a n d o , suele olvidar la
••astijra al hijo-principe que, poscycn- 1 orona en la c á m a r a p a r a ceñir mo-
oo glóbulos rojos como los «lernas sol- d e s t a m e n t e el casco de los jirusianos:
d a d o s , subleva sus nervios a n t e h\s cierta noche, celebrábase rma fiest i
¡Tácticas que impono la ( arrcra i\r h-a en palacio. Kn ini jmnoir, u n g r u p '
'Traa.s. El' ejemplo es ic.iciiti- ;.lo de oficialesdeiiartia a m a b l e m e n t e , c o n

hl kuistii' <<^»\ la liiuiitia iiapóiial.


De la} provincias del Este. — Mujereü en iJraadent)ur,;o. - Monohgut: Pareja de Westialia. — Trajes de Sohaumburg-Uppe.
traie de iiasta. pescadotei.
•O*, de Vita.
C^e/¿/'Xí<za^¿ckzd&/9 C¿¿32/^2j2c/ziak/9

Ooa audici&n de la lociedad "Coral Alemai^


EN TIERRA ARGENTINA

EL FRUTO DEL TRABAJO


^rii'
"'" por Málaga Cena.
Qué le ahorquen!
visto de perfil, hubiese dicho: Ese h o m b r e se está riendo-
E RA en 1805 — comenzó mi veterano ami<¡;o, —
poco t i e m p o a n t e s d e Austerlitz. 101 icLiimicnto
en que servía yo e s t a b a do o|)era(iini en Moravia.
Se n o s t e n í a s e v e r a m e n t e proliibiilo m o l e s t a r a los
E n t o n c e s , el general en jefe p r o n u n c i ó b r u s c a m e i u e :
<< ¡Qué le ahorípien! » Picó espuelas al caballo y pro-
siguió su caiuirro, primero al p a s o , d e s p u é s al t r o t e
h a b i t a n t e s ; a ú n así, nos m i r a b a n de leojo, por m á s largo. Todo el c s l a d o m a y o r se lanzó en pos de él.
q u e é r a m o s aliados. Sólo u n a y u d a n t e de c a m p o , v o h iéndose u n m o m e n -
E r a m i a s i s t e n t e u n a n t i g u o criado d e m i m a d r e , to sobre l a silla, diriijió rrna m i r a d a a J e g o r .
q u e t e n í a por n o m b r e Jegor. E r a u n h o m b r e h o n r a d o ;fmposiblc dcsolicdecer! A p o d e i á i o n s e de J e g o r , |)a-
y pacífico. r'a llevarlo al supiir'ío.
Conocíale desde la infancia y le t r a t a b a como a u n Se larsii j:álr(li), e x c l a m ó ])or dos veces con esfuer-
atniíro. zo: « ¡?i!is p a d r e s ! . , . ¡Padrecitos míos! » Y luego m u r -
He aipií q u e cierto d í a h u b o gritos y d e n u e s t o s en muró:
la (a~a d o n d e e s l a l a m o s alojados; h a b í a n r o b a d o a — ¡Juro a n t e Dios q u e yo no he sido!
la jíatrwna il. s l a l l i n a s , y aci;.sal a de ello a mi asis- L l o r a b a a m a r g a m e n t e al despedirse d e mí. Yo es-
t e n t e . D c í c n d í a r c \- me l l a m a b a cti su a y u d a . ¡Laílrón t a b a desesperado.
él, J e g o r Atamoncit! i)í t('st¡nionio d e su h o n r a d e z a — ¡Jegor! ¡Jegor! ¿Cómo no h a s dicho n a d a al ge-
la p a t r o n a , m a s ésta no ((uiso escuchar n a d a . neral?
D e p r o n t o se oye) en la calle un gran ruido de caba- — ¡Juro por Dios que yo no he sido! — r e p e t í a so-
llos: era el general va iclc. <<)ii su c s l a d o m a y o r . J b a llozando el pobiecillo.
al p a s o , g r a n d e , obeso, a c h a p a r r a d o , inclinada la ca- L a misma ))ati-ona e s t a b a t r é m u l a do terror; no
beza y colgándole las c h a r r e t e r a s por el | echo. espcrriba irrra orilen t a n cruel. Echóse a llorar, a rugir,
L e vio la p a t r o n a ; t i r á n d o s e a t r a v é s del caballo, coirrcrrzó a srrplicar a c a d a u n o de nosotros el perdón
a g a r r ó el estribo, cayéj de rodillas, \- con la ro]m en del desdichado, a a s e g u r a r que h a b í a n [rarccido sus
d e s o r d e n , s u e l f í s bis cal ellos, se, puso a quejarse, gallinas, que iba a explicarlo todo.
a p u n t a n d o ( o n la m a n o a mi asislentc, N a t u r a l m e n t e , de n a d a sirvió t o d o eso. ¡Asuntos
— jUcricral! — e x c l a m ó . — ¡Júzgucí li üi'nda- d e g u e r r a , caballeros! ¡ba d i s c i p l i n a ! . . . L a p a t r o n a so-
nos, sálvenos Vuestra Excelencia! E.se sob inc robó, llozaba a man 3' iriejor'
J e g o r e s t a b a en el quicio d e la p u e r t a , derecho co- J e g o r , a quien h a b í a confesado y a el sacerdote, vol-
mo u n a I, s a c a n d o el pecho, j u n t o s los pies, gorra en vióse h a c i a mi.
m a n o ; y . . . ¡ni siquiera chistó! — Dí<;alc \'rre.sti-o H o n o r que no se desconsuele t a n -
¿Le h a b í a t r a s t o r n a d o l a vista d e t o d o s esos gene- t o . . . ¡\'a la be p e r d o n a d o !
rales d e t e n i d o s d e l a n t e de él en medio de la calle? Mi amigo rcjiitió e s t a s ú l t i m a s p a l a b r a s de su asis-
¿ E s t a b a y a ]a!li ilii aibi por la p r o x i m i d a d d e la des- t e n t e , y m u r m u r ó : « ¡Mi buen J e g o r , p a l o m i t a mía,
g r a c i a que se le \ c n i a encima? Lo cierto es que m i hombre justo! »
J e g o r e s t a b a rígido, p e s t a i l e a n d o , pálido como u n su- Y u n a t r a s o t r a s r o d a r o n las lágrimas por sus curti-
dario. d a s hiej illas.
El general en jefe le diiigió u n a m i r a d a d i s t r a í d a
y s o m b r í a y g r u ñ ó un n/ri<o: « ¿Y qué dices a eso?» JOÁN TUROÜENEF.
J e g o r c o n t i n u a b a -.ienijjre inmóvil y rígido, ense-
ñancto los d i e n t e s como u n bobo. Quien le h u b i e r a Dit. ih Contri-ras.
Centros benéficos y be recreo be algunas colonias

Sociedad suiza de gimnasia. Sociedad suiza de beneBcencia.

Sociedad austro-húngara de S. S. M. M. Recreativa austro-húngara. Sociedad húngara de lienetiuencia.


Sociedad de beneficencia dinamarquesa. Asociación belga.

Sociedad filantrópica belga. Asociación noruega del Río de la Plata.


ano nuevo, vioa nueva

Sarrasquc-tii sy ¡ihinio (U; ostiir SOID; iiüCcsUa tina comj):iriía qut; — ¿Con una alct^ro modis- ¿Con una hermosa viuda que
lo distnii^ía y ukiiírc; no sabe quíi hacer, si ciíaar^e o comprar uii tilla qiio co junteo con todos? pulida resultarme alc„'iL'? ¡No
pi'iTO. ICstiuliiirú (i asunto. No me convlcni;. me conviene!

¿Con una sutraiíista iiiíílcsu, que ¿Con una china parat^ua- ¿ Con una roiui'vntica ¿Con una cocinera que me man-
so ponga rnií panfealoiies? ¡No me ya, que sólo sepa cebarme doneellita que rao ten^rii tenga y calotee nuicho en el mcicado?
conviene! el niutc? ¡No me convlenel lim|)io? ¡No me eonvienel ¡No me convií;ne!

¿('on una artista pintora, que si;;m- ¿Con una sportvvom.in que búa- ¿ C o n una tipie de ¿Con una po:ítisa que siem-
pre vüté m a n c h a n d o telaa en vez do que d a t o s y se juegue mi plata a opereta? ¡No quiero ser prc esté c a n t a n d o a Febo, Sele-
limpiarlas? ¡No me conviene! las carreras? ¡No me conviene! divo! ¡No rae conviene! ne y otros atorrantes? ¡No me
conviene!

¿Con una alicionail i a /•.Con una itianista iuc m^* toque ¿Con aíi;t cupletis- iUet;i.iiilamenb(\ L-ompro un pertol
lotoíiralía, si(nn[iie rev-.*- :i tango a todas horas? ¡No me ta que haga las deli- y, uíio nuevo, vida uuevíi.
lando placa-^ mal i s ? . . . convienc! oías del público y . . .
¡No quiero pruebas! ;No la trist'íxa mía? ¡No
me eonvieni'! me conviene! üíb. ¡ít íiednnio.
Los inmigrantes en la Argentina

Una colonia rusa.


pesar de los pesares, continúa la República Argentina siendo uno
A de los |)ooos países del mundo al cual la emigración europea
afluye en más considerables proporciones. Y no sólo europeos vie-
•^•^^ a nuestra tierra. De los países vecinos acuden también millares do
hombres de trabajo que vienen a buscarlj a nuestro país; y hasta de
las remotas China, India y Japón vienen emigrantes. Pero ahora no
vamos a ocuparnos de ellos, ni tampoco de las grandes corrientes in-
migratorias, española e italiana, que sin cesar nos traen el eonourso
de sn esfuerzo y de su inteligencia.
Hay en Europa otros países de los c\iales también vienen emigran-
tes en número cada vez mayor. El establocimientj de líneas de vapores
nuevas,.que hacen el «ervioio entre el Río de la Plata y puertos que .
no s(m Genova, ni Barcelona, Liverpool, ni Marsella, facilita esa in-
migración que al principio resultaba un poco e.xótiea; pero a la cual
ya nos vamos acostumbrando.
Las estepas rusas, a las cuales se han encontrado algunos puntos
de semejanza con nuestra pampa, nos envían labradores fuertes y te-
naces. En diversas regiones del país se han establecido colonias de
fusos, que trabajan con ahinco y resolución, haciendo aquí una vida
análoga a la que hacían en su país de origen. Esas colonias so pueblan
sin cesar, y más de una formarán dentro de poco pueblos. El ruso es
buen trabajador agrícola. Acostumbrado al trabajo, no le teme, y sal e
cumplir sus compromisos. Pero en la ciudad se (jueJa alguna parte de la
inmigración rusa, que se dedica a pequeños oficios o negocios modestos, Componiendo calzado.
no incompatibles, por lo demás, con las espectativas de la formación
de una fortuna. Los turcos son poco dados a la agricultura, quizá porque los q\ic aquí vienen provienen casi todos
de las costas lovantissas del Asia Menor. Quizá no es perfectamente propio llamar turcos a los inmigrantes gene-
ralmente conocidos con ese nombre: la mayor parte de ellos son sirios, armenios, árabes; pero ya se les ha bauti-
zado de turcos, sin duda por ser subditos del Sultán, y hay que continuar llamándoles así. Los turcos son, entre
nosotros, esencialmente comerciantes, y recorren toda la gama de la jerarquía

Tienda de turcos en Buenos Aires Vendedor ambulante


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^ ^ !p

Una antigua casa de la colonia suiza. Colonos suizos.

comercial, desde el pobrísimo que recorre a pie los Los belgas, por su jjarte, ^ e dedican p r e f e r e n t e m e n t e
c a m p o s vendiendo peines, pañuelos, medias, botones, a las industrias, a pesar de ser la Bélgica u n país t a n
e t c é t e r a , h a s t a el fuerte comerciante i m p o r t a d o r , con agrícola como industrial. El obrero belga, reposado,.

Librero belga. Taller mecánico donde trabajan los belgas.

a l m a c é n con g r a n d e s p l a c a s de bronce y vidrieras bien cumplidor, u n poco lento de imaginación pero n a d a


arregladas. De u n a sobiiodad p o s i t i v a m e n t e e x a g e r a d a , lerdo, es un buen c o m p l e m e n t o h u m a n o de la m á q u i n a .
los t u r c o s no olvidan n u n c a que un c e n t a v o agregado a Ni t a n i n d u s t r i a l ni t a n agricultor como el belga, el
o t r o hacen dos griego — los grie-
c e n t a v o s y que gos h a n sido siem-

1
cien <:entavos for- pre d e preferencia,
m a n un ¡,cs(i. a r t i s t a s o marinos,
La patria de filósofos o comer-
Guillermo Tell nos ' c i a n t e s — el grie-
manda también go, decíamos, ale-
i n m i g r a n t e s , nat\i- gre, vivo, locuaz,
r a l m e n t e agricul- no g u s t a d e las la-
tores, y en espe- i bores violentas y
cial dedicados a a g o t a d o r a s ; pero
. r e a d a p t a con gran
las i n d u s t r i a s le-
cheras. El suizo, 9Bm facilidad a las m á s

-ir-:" ^91"~
por definición, es- variadas tareas.
t á bien en t o d a s Ignoramos si tí'ae
p a r t e s , y de ahí consigo algo de la
que prospere siem- famosa sal ática;
pre, cualquiera m |.ero nos inclina-
que sea el r u m b o mos a creer que no.
<]\ie dé a sus acti- G r a n d e s mari-
vidades, la poesía n o s, financistas
inclusive, L-i ÍMIC h á b i l e s agriculto-
Lafuentc, cu un res meticulosos y
a r r a n q u e d<! TÜÍII pacientes, amigos
h u m o r , no.s l o n t > (le las p e q u e ñ a s
de Suiza y de los industrias domés-
*;;••• f k - * -
suizos, vemos que ticas, los holande-
fué exagerado. ses no aportan
Griegos en una fábrica de cigarrillos, ventilando la hoja antes de entrar en máauiua.
?ran caudal a la^ El i n m i g r a n t e
(•"rriontes inmi- portugués, descen-
gratorias. Pero los diente de los más
que vienen a tra- audaces explora-
'•ajar la tierra en- dores que la tie-
tre nosotros, nos rra recuerda, ca-
traen todas las rece, de ordinario,
cualidades de su do la preparación,
laza, que ojalá se iliremos, del ho-
tlitundan y propa- landés, del belga,
guen. del suizo, del da-
Pero en materia nés. De ahí que
de labores agríco- tenga que empe-
las, los dinamar- zar, casi siempre,
queses no le co.len por el trabajo alea-
'a palma a ningu- torio, buscado día
no. Naturalmente, a día; lo cual no
en Dinamarca — obsta para que,
que es del tamaño con frecuencia,
'le un pañuelo — progrese y haga
no hay grandes es- Holandeses trabajando la tierra, en Entre Ríos. f o r t u n a . En la
tancias ni nada n a v e g a c i ó n , el
que lo parezca. La tierra está muy dividida y la propie- portugués es buscado, pues son buenos marineros.
dad es pequeña; pero nadie como el dinamarqués saca Y así, el país va recibiendo, año tras año, en su
tanto provecho del pedazo de tierra que cultiva. Su hospitalario seno, hombres de todos los países, que
ingeniosidad para ello es admirable. Nada pierde, nos traen todas las lenguas y todas las costumbres,
todo lo aprovecha. Planta trigo y cría vacas, puercos, pero que tienen un común denominador que a todos
gansos y gallinas; y todos sus (¡roductos los vende bien. les hace iguales ante nuestra consideración y ante las
Seguramente, sus chacras son modelos. Y son uno de caricias de la fortuna: el trabajo.

ITna pequeña chacra de dinamarqueses.


'Os pueblos más cultos de Europa, pues en Dinamarca En cuanto a las emigraciones exóticas de chinos,
'^.'^ analfabeto es cosa tan rara como un carnero de japoneses o hindúes, en los últimos años han puesto
cinco patas. Es un país que parece predestinado a con- su nota pintoresca entre nosotros estos inmigrantes y,
firmar el aforismo de la felicidad de los pueblos peque- dadas las franquicias que se les da en nuestro país, es
•^os... mientras no se los comen los grandes. seguro que pronto tendremos aquí una sucursal del
Pequeño también es el Portugal, pero el aforismo Celeste Imperio.
10 puede aplicársele. GIL MONTESA.

Portugueses dispuestos a transportar mercaderías.


La experiencia europea
' ^ ^ :

u 1 NO <U' ios inayDrcs Icn'iinnins (pir ¡•(••^¡s; t;i l;i liisUn'ia. <k' la !\uiiiaiii:iíi ! c-
stc ijuc ostamus ])iLsuiu-iaiulü: la lluiauión j)as!iuísa ile un continente.
Kmpczó el día en que las naves colombianas rozaron con sus quillas las
arenas ile América, y continúa a través de cuatro siglos, sumergiéndose, como
una saeta imponderable, en el ar.ar inrinito del porvenir.
Presencia el mundo este fenómeno con una espectaeión grave. ¿Qué conse-
cuencias saklrán de tan grande esfuerzo? ¿Hacia qué imprevistos derroteros se
lanzará la civilización en este campo novísimo, Ubre y despejado de toda
raíz vejatoria? Porque es una experiencia la ([ue se está realizando en el con-
tinente de Colón, la más emocionante experiencia de la historia. Se trata de
invertir los términos del adagio: vino nuevo en odres viejos. Aquí el odre es
nuevo; el vino es viejo, tan anciano como aquella provecta Europa de cuyo
seno materno llegó, como un río íccuiidante.
Hija directa es de Euro])a. esta licsconcertante América que rememora
al Benjamín de la leyenda bíblica. Los manantiales europeos no se oan.san de
fecundar al hijo amado. Le han dado la sangre corpórea de las consecutivas
migraciones, el aliento espiritual de las ideas y las teorías, el zumo acre de
las controversias, la gravedad de las leyes, la fiebre de la inquietud científica
y, finalmente, la ambición progresista, o sea un anhelo de superarse que no se
contenta con ningún éxito, que ningún triunfo le satisface.
Porque la experiencia apenas ha comenzado... No nos dejemos alucinar por
aquel rumor de industrias y de energías que se llama Estados Unidos; aque-
llo todavía es una iniciación, una briosa promesa. Ni creamos que todo estaba
consumado por la formación de tantas ciudades y virreinos, surgidos al soplo
vital de la gran España conquistadora y colonizadora: Indos esos virreinos,
con su organización política colonial, y luego con su significación de estados
independientes, tampoco son más que pruebas iniciales, jirimeros ensayos de
la magna experiencia. Es el porvenir quien ha de revelar la conclusión. Y en-
tonces se sabrá qué resultados consigue la pniclia |icligrosa de fras|ilantar una
civilización vieja y consumada a un continente virgen.
Antes se había ya realizado la experiencia, pero incompletamente. Las por-
ciones del mundo antiguo se traspasaban su civilización; el África difundía
la cultura egipciaca de sus faraones; el Asia lanzaba a los continentes sus
reservas de arte y d.r- l'ilosofía; la Europa devolvía la donación con creces, por
conducto de («recia y Roma. Jjas religiones, los cóiligos y las políticas iban
dándose y devolviéndose entre los tres continentes, en etapas sucesivas y por
cambios alternos.
Pero \ina vez llegó el mundo a un estado de sensible madurez. Se reconcen-
traba en Muropa la \ ¡talidad histórica, y saliendo de las turbaciones me-
liioevaies, el |<c<iueño <• intenso c(mtinente de Europa, abierto en la floración del Renacimien-
to, se desbordó sobre América. He ahí que América es la hija amatla de Europa; se ha nu-
trido a sus senos; ha reeibitlo sin tasa, como siempre el hijo recibe de la madre.
Con la turba torpe y difusa de los emigrantes, han pasado el surco del mar las raeiorea
teorías, las más inquietantes ideas. Ha roto América todo vínculo con su historia preeolom-
biana, para recibir mejor la inyección europea. Libro el alma de rezagos ancestrales, puede
aquí ofrí ins(. ain|)liamentc a las más difíciles pruebas.
l'or eso, -i liiin se mira, no es una experiencia americana la que se está operando, sino una
cxi)eriencia europea. En el fut\n-o se sabrán los resultailns de la magna tentativa.
Pi'i. de Marín. ,IosÉ M." SAI.AVERHÍA.

iiv'^Sf^^ ,^35PCAs;:-'«s^>''55^>c>:^^«^%^
A}EDREZ
Toda ia correspondencia para esta sec- 15 U 2 D P 5A exactas al pi'oblema n ú m e r o 78, los sei-iores;
ción diríjase ul redactor de la sectión «Aja- 16 P 4 C R (•) P 6 A Alfredo A. José, B u e n a Esperanza: Ana R o -
drez'j d e C A R A S Y C A R E T A S , Cliaealiuco, 1 5 1 . 17 D 3 C D 3 T etc. sa Capriata, ciudad; P a b l o Cassanello, L a -
CORREO. — AUredo A, José, Buena E s - (*> Si 16 — T 1 D, P 6 A; 17 ~ A 1 A, giMia Parva; .Irran J . A n a y a , Bajo H o n d o ;
peranza. — Es pciniitiilo avanzai el pcxm D X P + ; 18 — P X D, C 7 R m a t e . Pedro V. Ramírez, ciudad; H u g o Slade,
dos caí^iílari eon¡o nio^iinií'iito iiiici;)!, pu- ciudad; .U;iiiano Demaría Sala, ciudad; Ma-
diendo ser tornado al paso ?.i la capilla in- Juegos en consulta.- Gambito AUgaier ría, línsa Fressi:!, ciudad; P . TaiM, ciudad;
termedia está a t a c a d a j.'or un iieún con- Blancas Negras Anrattl' P i í e r n z a , .Montevideo: l.uisJ.Mxrz-
trallo. zio, ciii'i id: .\Hiili;-) N'. Siirra SanUn, Mon-
A vaiiog. — N o nos es po.-;il>k; publicar MASÓN Y WiNAWER l'ARRASOH Y SOHMIPT tevi;i 1): ('lii)i Ciríiiié, (.':uhrré: .Jirarr Sulleva
por el m o m e n t o ios problemas q u e se nos lioe.i. A, l . ' l 'snia; P . (¡oikoetsea, Llava-
1 P 4 R P 4 ¡i
remiten. Ii"l; -Nicolás Loinbardi, ciudad; Migirel Piro,
3 P 4A R P X P ciridad (Dejrartamento Central d e Policía);
3 U R3A P 4 OR Enrique R o t t g a r d t , Villirrica, P a r a g u a y ;
Una paríída instructiva, jugada e n N i m - 4 P 4 T R P 5 C
bnrg. Eohemia, el 15 de junio de 1913. José Antonio P o u , Avellaneda; María Sa-
5 C 6 C P 3 TR las, ciudad.
A j e r i a r a de los Cuatro Caballos C C X P R X C
7 P 4 D P 4ü Rcmitieroír otras soluciones; José P o u ,
Blancas Negras C 3 A U Avellaneda (al n t a n e r o 76); Luis Caraarií,
8 A X P
TILA ZIDÍ.ÍCKY <J C 3 A A 2 C' Rosario (a los n ú m e r o s 76 y 77); P . Taca,
10 D 2 D C 3 A ciudad {al m'rmcLO 76); «Hijo d e Salomón»,
1 1> 4 R P 4 11 C X P R ciudad (al n ú m e r o 76); Miguel Ordórlez, ciu-
11 O O O
2 C 11 3 A 0 ü 3A F X C d a d (al núm:'ro 76); Enrifjue R o t t g a r d t ,
12 C X C
3 C 3 A C 3 A 13 A 4 A + R 3 C Víllarríca, P a r a m i i y (al n ú m e r o 76); José
4 A 4 A (1) A 4 A T 1 Anto;iío P o n , Avellaneda (al n ú m e r o 77),
14 P 3 A A?
6 P 3 I) P 3 1) A 4
15 A C D A
6 0 — 0 (2) A 5CR Problema n ú m e r o 8 1 , por C. Callanjer
16 T R 1 A 2 D
7 A 5 (; I I P 3T R
17 P 5 T + 2 T W e T i ^ (7 DÍ'íza'!)
8 A XC P X A (3)
0 P 3TR
10 P X A
11 C 2 T
P 4T R
P X P
P 4A
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19 A 2 A
20 P 4 A
21 P 5 JJ
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Se iindi6.
23 T 2 D
24 T (2 D) 2 A
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D 2 D
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(1) Lo usual, y p o r consiguiente, lo m á s 26 D 3 R
trillado, os soguir con A 5 C en d e m a n d a 27 D X P T D
T 2 A
T (1 R) 1 A R
1 /#•
del Dohle l í u y I>ópez. 28 D 4 D -)-
(2) ICn este género d e a p e r t u r a , ol enro- 2!) A X P
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q u e debo demorarse procurando <|ue el con- 30 D X A +
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31 D 5 R +
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32 D 4 R + R 1 T ^ ^ .^
33 D 5 R + R 2 T
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T X C -I-, seguido d e D 3 T j a q u e y O O O,
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Aristtmuño, V¡amonte {F. O, P.) — Donde ha que- Una lectora de <Caras y Carrtas'>. — Administre a
dado la cicatriz, limpiará usted con aceite común; su perro una pildora de: santonina, 0.10 cgr.; calomel
seque después y ponjia la siguiente pomada: iodiiro 30 cgr.; jabón verde, c. s., observe si al día siguiente
de potasio, 10 gramos; ioduro de plomo, 10 gramos; arroja pequeños parásitos del intestino. Por las dudas
vaselina, 100 gramos. Repita esta curación todos los revisar con prolijidad las orejas profundamente; si
días hasta mejoría. hay parásitos limpiar con éter y poner glicerina yo-
Margarita Gigorraga Hernández, Alia Gracia. — Es dada, tapando con algodón, cada 24 horas repe
un quiste, puede operarse, por estética; no hay peligro. tir.
Alimentación la misma; |X)r lo demás no tengo noticias. García Gómez y Tierno, E. Sami. — Para cada en-
Ainaro Yañez, Villa Rosario. — Provéase del libro fermo, dar con un palito chato en el fondo de la lengu a
sobre avicultura de Reynholds, que abunda en indi- y en una sola vez el siguiente electuario: kermes mi-
caciones preciosas. neral, 30 gramos; creosota del Haya, 5 gramos; miel
31. M. Cucha - Cucha, capital. — Sus datos son insu- o melaza c. s., para consistencia espesa; después soplar
ficientes; conviene hacerlo ver por un médico vete- dentro de las narices con un tubo de papel, como una
rinario. cucharada do café de: ácido bórico con mentol, 5 % y
H. Terreri, San Andrés de Giles. — Lave diariamente conjuntamente con esta medieaL-ión pueden dar uste-
ambos ojos, con un algodón empapado de la solución des, en medio balde de agua no muy fría, unos 200 gra-
siguiente: sulfato de cinc, 50 centigramos; agua de mos de sulfato de soda por caballo y durante 4 ó 5 días.
rosas, 180 gramos, de modo que penetro bien entre L. Toledo Hidalgo, Córdoba. —• Es una mamitis difu-
los párpados. Para la cuestión gallinas diríjase a la sa aséptica; unte diariamente, friccionando suavemente
casa Reynholds, de Buenos Aires. las hinchazones,con ungüento de Populeón (exija ver-
J. C, Las Artnas. — Padecen de artritis úrica; pue- dadero); limpie antes de cada aplicación con aceito
de hacer toques con glicerina yodada, y con un peque- de comer; no ordeñe hasta curación; la leche es buena;
ño bisturí, quemado a la llama de alcohol, abrir las si hubiera pus en los canales de los pezones lave dia-
partes enfermas, extraer el líquido y pequeños cris- riamente con una solución tibia y esterilizada de ácido
tales, si los hay, tocando nuevamente con yodo. bórico al 2 %, con una jeringa de cánula muy fina.
i Año Nuevo!
Al pronunciar estas palabras,
todos nos sentimos conmovióos
enigmáticamente. Todo lo que he-
mos sufrido durante el año pasado
lo olvidamos y, alentados con nue-
vas esperanzas, dirigimos nues-
tras miradas hacia el año nuevo.
Amable, lector, deseamos que todas sus
esperanzas se conviertan en realidades y
que sus aspiraciones, que en el año viejo
no se hayan cumplido, se realicen. Pero
no se olvide que la salud es nuestro don
más preciado y que no hay nada mejor
para conservarla que el Extracto de malta
"MALTA PALEIIMO", el gran tónico na-
tural para la sangre, el alimento reconsti-
tuyente para los tejidos orgánicos gastados.
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Se recomienba especialmente para madres que
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anémico;, y para aquelL s que se dienten
cansa&os por ex:esosí)ecualqu.er índole.
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m a n c h a s de moho existontes, las cuales n o t a r d a r á n
Este depósito de j^asoUna, en desaparecer. L u e g o engrásense las a r m a s con el
con sil sifón correspondiente, mismo aceite.
es muy útil para los motoci-
clistas, porque tes permite
cargar el depósito de la m;\- Las botellas que h a n contenido aceite, bien h a ^ a sido
(luina con faciliciad y saben comestible o petróleo, q u e d a n limpias e c h á n d o l a s
en ciialiíuíer momento la
cantidad de combustible que d e n t r o café molido, usado, caliente. L a s p a r t í c u l a s de
tienen almacenado. café se pegan en l a s paredes interiores d e l a botella y
líl depósito es sencilla- absorben y a r r a s t r a n la m a t e r i a grasa. D e s p u é s d e
mente una bombona de cris- haber dejado en c o n t a c t o d u r a n t e algunos i n s t a n t e s
tal con un tapón de madera las partículas d e café con el cristal, n o h a y m á s q u o
o de corcho provisto de dos enjuagar la botella con a g u a clara, y t o d a s las señales
agujeros, uno grande para y el g u s t o del aceite h a b r á n desaparecido.
echar la saí^oüna por medio
de un embudo y otro mú.ñ pe-
queño por el que entra ajus-
tado un tubo de cobre do- P a r a dar al yeso u n aspecbo parecido al m á r m o l o
blado en ía forma que se ve marfil según convenga: se deslíe cera virgen en agua-
en el dibujo. Uno de sus ex- r r á s p u e s t o al baño d e maría, y a u n c a h e n t e , con u n
tremos llega casi hasta lú fondo de ía bombona y el otro, e) pincel se barniza la e s t a t u a u objeto; u n a vez seco,
jue queda en el exterior, alcanza un plano inferior al de)
fondo del depósito y va provisto de un trozo de tubo de go- con u n t r a p o o franela se frota h a s t a conseguir q u e
ma que se dobla hacii arriba y se ata, brille. Tiene esta p r e p a r a c i ó n la v e n t a j a d e i m p e d i r
¡,a bombona se pone en alto y se le pinta en un lado una que el polvo p e n e t r e en los poros del yeso y lo ensucie.
'escala graduada de litaos do capacidad para saber el líquido
lue contiene, el sifón se pone en funcionamiento aspirando
'I aire por ol oxtremo übrt^ como se hace al traseear vino TIRO FORZADO PARA CHIMENEA
En las casas de campo,
Los cueipos extraños en ios ojoi se e x t r a e n de u n a sobre todo cuando están
m a n e r a m u y sencilla, q u e es la siguiente: m\iy aisladas, tira mal, a
veces, ia chimenea del fo-
Colocarse delante d e u n espejo después do haber •íi^ por las co'rrlcntes de
enrollado u n pedacifco d e papel p e q u e ñ o del grueso ure iníeriores, pero esto
de u n a cerilla, con el cual se lleva el c u e r p o e x t r a ñ o se remedia fácilmente em-
h a s t a el lagrimal, y con la p u n t i t a en q u e t e r m i n e el pleando el sistema que en-
cilindro d e papel se puede e x t r a e r p e r f e c t a m e n t e del seña el grabado y quo co-
mo se ve consiste en po-
ojo el cuerpo e x t r a ñ o . ner un tubo vertical en la
forma indicada, que reci-
El m o h o en las a r m a s se evita mezclando perfecta- be aire de las capas infe-
m e n t e 30 gramos d e blanco d e E s p a ñ a m u y fino y 25 riores y produce tiro for-
g r a m o s de azufre en polvo. C u a n d o estén bien mezcla- jado en la chimenea.
dos humedézcanse con aceite de a l m e n d r a s dulces e

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do y mueven suavemente el vientre, sin producir irritación intestinal.
o Por eso están indicadas y son eficacísimas en todos estos molestos
achaques, que provienen de malas digestiones, la inacción o pereza
del hígado y la sequedad de vientre. La falta de apetito, la dispepsia, o
los dolores de cabeza, la jaqueca, la irritabilidad nerviosa, la hipocon-
o dría y el insomnio, casi siempre tienen por causa algún desarreglo
funcional del estómago, del hígado o de los intestinos. En tales casos las o
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o desembarazan el intestino de las materias irritantes y mal digeridas
que contiene, activan la acción del hígado, permitiéndole cumplir su o
misión de eliminar de la sangre las toxinas o venenos que se produ-
cen durante el proceso de la digestión y dan vigor al estómago,
o produciendo de este modo un alivio inmediato, y con un poco de
constancia y régimen, una curación completa. o
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ooooooooooooo*o«*o<
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3AN RAFAEL. —Algunos de los colonos damniücadoj por el úl- Bodega de Causé, cuyos desastres se han avaluado en ÜO.OOO pesos.
timo ciclón.

Ccsi del señor Villanueva, en Cañada Seca, totalmente destruida Lo que quedó Ce una importante casa de negooij.
por el ciclón.

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na. La proporción
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agua. Ei costo de
te específico viene a salir a menos de u n (i) c e n t a v o
ha«^f*^^^^ en baño; por lo t a n t o se recomienda el máS
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Casa de iamilia en Monte Coman, totalmente denambada por el Una de las bodegas, en la forma como quedaron después del desastre,
viento.

Aspecto de un camino en Eama Caída: se ven los en la En Monte Coman, la gran mayoría de las casas han quedado como
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Grandioso edüicio gue en la esquiaa de Callao y Sarmiento ocupan las oficinas y salas de ventas de la National Cash Register.

mercial y a la vez del pro<J


ceso de su perfeccionamien'J
to, así como de su difusión,'
hasta llegar a ser lo que ea
hoy la Caja Registradora,
en su doble y benefactora
faz para la industria, el co-
mercio y la sociedad en ge-
neral. La narración será
grata y útil al lector, pue*
ella le enseñará además d*
procedimientos prácticos,
para garantizar una buena'
administración c o m e r c i a l ^
los Ijeneficios y ventajas
que toda industria honesta
rinde,ala vez que a sus ini-
ciadores, a la sociedad.
Allá por el año 1879 via-
jaba a bordo de un paquets'
postal, rumbo al viejo con-'
Salón principal de ventas del que, en un sólo mes, han salido más de trescientas cajas registra- tinente, un conocido co-í
merciante de la ciudad d*
doras National.
Sabido es que a veces, pequeñas causas
producen
g_ grandes efectos
efectos y este aforismo
• # 4 «: •
dusi
H,,., • r^
i~ perfectamente
''"'•f^etamente en I:la iniciativa in-
vene" "^""^ ''^ servido de base para la in-
cionaT "^""^ ^ ° y maravillosa y perfec-
CaiaR .máquina que, con el nombre de
nnrp, ^^'''*''^*^°''=^^'ational,se ha hecho co-
proveclio °*'^™' ""«"'iendo útiles y
comerc'^T"^ '"^^"'^'^'-'"^ ''• sinnúmero de casas
Haremos ' ' " ^''^«'^"ó'i d^ categorías. •
ció de r - ligera reseña de cómo na-
iin'homb°™° ^^^^^^ ^ " ^^ pensamiento de ''''•••'.- 'M'
tan indisc'l,+'í'Kf'*^*''^°' ^^ invención de ese ^-í—i¿....,., — • ^'^'
mentó ¿^ 'í^'í^emente admirable instru-
toda buena administración co- Fotografía obtenida durante una de las convenciones de agentes vendedores,
que semanalmente se efectúan en Buenos Aires.
control ideal de las ventas y operaciones de cual-
quiera tienda o negocio en ^ue se emplease.
Así preocupada la imaginación del comerciante
turista por tan original pensamiento, regresó al
término de su viaje a su ciudad de Dayton, hacién-
dole partícipe del interesante proyecto a su her-
mano, que era un aprovechado mecánico y con quien
después de perseverantes ensayos logró darle forma,
construyendo la primitiva Caja Registradora, de la
que. reprodiicimos un fotograbado al pie de la ter-
cera página de esta narración. Esta fué instalada
en el negocio o almacén de proveeduría que en Coul-
ton subvenía al abastecimiento de ios obreros de una
mina que, como esa tienda-almacén, era propiedad
del señor John H. Patterson, actual presidente de
la poderosa compañía que ahora se conoce en todo
el mundo, bajo el título de National Cash Register Co.
El resultado portentoso del empleo en aquel ne-
gocio de esa primera caja registradora, no obstante
ser solamente un embrión de lo que es ahora y todos
conocemos, después de grandes perfeccionamientos,
fué tan esencial que Mr. Patterson evidenció con

Uno de los modelos de tienda instalados en la sala de ventas, para


demostrar prácticamente la utilidad de la Caja Registradora
National.
Dayton, Ohio, E. E. U. U.; era el señor Jacobo
R i t t y que, en busca de descanso a sus perseveran-
tes tareas, se dirigía a Europa. En sus ocios a bor-
do, hombre amante de distracciones útiles, recorría
los diversos compartimentos de las máquinas del
transatlántico, estudiando y analizando la maravi-
llosa y complicada contextura del interesante me-
canismo: así en sus observaciones, una vez quedó
absorto ante el aparato contador o registrador de
las revoluciones del árbol de la hélice y al analizar
la exactitud de sus funciones, surgió en la mente de
Mr, R i t t y la idea, el propósito de aplicar análogo
procedimiento a u n mecanismo que registrara, que
anotase y contara tan exactamente como aquél lo
hacía de las revoluciones del eje o árbol de la hélice
del barco en que navegaba, las monedas, no im-
porta de qué clase, que se introdujeran en el pro-
yectado mecanismo y que vendría a constituir un

Modelo de almacén destinada también a demostraciones prácticas.


grata sorpresa y después de largas épocas de pérdi-
das en su negocio, que los ingresos controlados por
aquella primitiva máquina, sobrepasaban con cre-
ces a los que antes de emplear el vigilante instru-
mento ideado por Mr. R i t t y había habido.
De ese primer ensayo, que fué el primer éxito de
la caja registradora, data la implantación de la ac-
tual grandiosa compañía «The National Cash Re-
gister» que triunfalmente ha recorrido el mundo,
con el mismo positivo y útil resultado con que se
ha establecido aquí en nuestro país. Es cierto que,
desde aquel entonces al presente, la caja registra-
dora ha sido reformada y ampliada en sus propie-
dades y en sus aplicaciones hasta el grado de múlti-
ple y exactísima aplicación en que ahora presta t a n
importantes servicios; pero ello no se ha logrado sin
grandes luchas, sin tener que vencer innumerables
obstáculos o destruir prejuicios que el desconoci-
miento de tan maravilloso mecanismo sugería al pú-
blico desconocedor, al comerciante receloso, o tam-
bién a sus incrédulos empleados, para los que la
caja registradora era motivo de humorismo, que
Vista general del taller de revisaciones, que está instalado en e boy, con la fuerza, con la evidencia de su utilidad.
subsuelo del ediíicio en Buenos Aires.
Vista general de la fábrica de la National Cash Begister, establecida en Dayton, Ohio, Estados Unidos. — Las colosales usinas están exclu-
sivamente destinadas a la ¡abricacióu de cajas registradoras para el mundo entero.
de su indiscutible exactitud y positivas ventajas,
se han tornado en el crédito y el renombre mundial
que tan merecidamente goza.
La casa de esa gran compañía, instalada en esta
capital en el amplio negocio que ya todos conoce-
íDos, sito en la esquina de las calles Callao y Sar-
miento, es una buena prueba de ello, pues en el bre-
ve espacio de diez y siete días se han revisado y ex-
pedido a los compradores ciento catorce cajas re-
gistradoras y uno de los tiltimos meses del fenecido
ano 1913, su venta total ha llegado a trescientas
sesenta y una cajas.
La organización interna de ese establecimiento es
admirabjgjjjgj^j^g llevada y dirigida con inteligente
acierto; dentro de él se ven montadas diversas ins-
talaciones que en pequeño representan varios ne-
gocios en los que se aplica el uso de las cajas regis-
tradoras y que así, de modo práctico, sirven para
demostrar al piiblico y al comercio la utilidad, la
innegable seguridad y garantía que ese precioso me-
canismo da en la práctica administrativa comercial.
AlU todo se hace v obedece a un meditado nlan de ^^""^ ^ ' " " ' '"™n">' *« •» "aja registradora, reconstruyendo la
sistema+i .,'*'''= 7 ooeaece a un meaitaao pian ae ^^^^^ ^^1 nio„,jnio ^^ ^^^ concibió tan admirable idea.
"Lcrnatizacion altamente organizador, sencillo y
P actico; para los empleados V agentes vendedores se , ,. , . „, „„ • ,
celebran cada lunes conferencias en las oue cada ^ " ' " práctica y relaciones con el comercio, con el
cual exDonP ,; lunes conierencias en las que caüa ^^blico nota y en ellas se le instruye, se le explica
t-Apone y consulta las dudas u obieciones que , j j 1 j. 1 •
j ^í^a lao ui^u<xo u .jMjv.^i.jiiv.a iju>. ^ aclara de modo concluyente cuanto es preciso pa-
ra el desempeño de su misión y su divulgación e
instrucción en el fácil y práctico empleo y manejo
de las cajas registradoras.
Por otra parte se estimula el interés, el perfec-
cionamiento, la adopción y modificación que en la
práctica se reconozca útil, para el uso de estas ca-
jas, acordando premios de emulación a todos los
empleados de la casa que sugieran ideas prácticas
en tal sentido.
De tal manera, la casa de Buenos Aires ha llegado
a formarse u n numeroso y perito personal, que cum-
ple sus perseverantes y eficaces gestiones con toda
corrección, con exquisita amabilidad y pericia, que
honran la dirección y que constituyen una innegable
atracción para los compradores, a los que se atiende
con asombrosa rapidez y atención, facilitándoles el
inmediato manejo y aprovechamiento de la caja
registradora.
Los numerosos fotograbados que incluimos en el
texto de esta crónica demostrarán acabadamente al
lector, cuanto ligeramente dejamos anotado respecto
al correctísimo y acertado funcionamiento de l a
próspera e importante sucursal de «The National
^"Ptímer caja registradora
9ue se fabricó en el mundo. Cash Register» en la Argentina.
queños escolares protegidos de esta.gran in-
dustria.
De su éxito grandioso en la Argentina, poco es
necesario decir al lector, pues al alcance de todos
y bien del dominio público es lo rápido y satisfac-
torio de su difusión entre.nosotros. Raro es al
presente no ver una Caja Registradora National
en los establecimientos chicos y grandes de esta
capital y en cuanto a los de las provincias, con
la misma facilidad y ventaja se ha hecho gene-
ralísima su adopción, éxito que es justo reco-
nocer, se debe esencialmente a la sencilla razón,
a la sola causa de que lo bueno, lo útil, se im-
pone sin resistencia .y con prontitud por sus
propias ventajas, por su mismo valor y utilidad.
Decíamos, pues, que esta grandiosa industria
al surgir por feliz iniciativa de aquel hombre de
trabajo,—• en demanda de fuerzas reparadoras
para proseguir su laboriosidad, — halló la ins-
piración del negocio que al llegar al estado de
engrandecimiento presente, ha llenado dos
condiciones de positivo beneficio para la huma-
nidad; una el inmediato, que ese mecanismo
Enorme edificio en Dayton, Ohio, íntegramente ocupado por las ofici- perfectísimo, denominado caja registradora.
nas generales de esta colosal empresa.
Respecto a la grandiosidad de su casa ma-
triz, la fábrica existente en la ciudad de Day-
ton, Ohio, en Estados Unidos, también inclui-
mos abundante información gráfica en estas
páginas, que demuestra no sólo la importancia
actual de esta gigantesca industria, si que tam-
bién la maravillosa evolución que desde su ini-
ciación ha realizado, contando de la fecha en
que el inventor Mr. Ritty sugirió el pensamien-
to, hasta la actualidad.
E n esa fábrica se emplean más de siete mil
personas y se han construido hasta el presente
un millón cuatrocientas mil cajas registradoras,
de las diversas y múltiples clases y aplicaciones
que constituyen la conocida y perfecta produc-
ción de «The National Cash Register».
Constituye, por lo tanto, esta gran industria
en la ciudad de Dayton, toda una próspera y
laboriosa población, a la que la compañía Na-
tional Cash Register dedica solícita, plausible
y filantrópica protección, en la que sobresale
el mantenimiento de escuelas para los niños po-
bres de la ciudad de los que forman útiles y Vieja construcción de madera en la que se instaló el primer taller para
honrados obreros. Una especialidad entre ellos la íabricación de las cajas registradoras. — La «fábrica» ocupaba
es la enseñanza de la j a r d i n e r í a , con lo únicamente la pieza que aparece marcada.
que, sin grandes erogaciones ni esfuerzos, se ha ido presta al control, economizando tiempo, garanti-
convirtiendo aquella población en un encantador zando rigurosidad en el manejo y percepción de los
verjel, que cuidan con inteligencia y pericia los pe- ingresos de toda aquella casa en que se adopta, lo que
es más que suficiente para reconocer y acatar un in-
vento. La otra es bajo el punto de vista social, tan
importante o quizás más, pues ella implica las facili-
dades de vida, de educación y de bienestar, que una
t a n poderosa compañía como la National Cash Re-
gister proporciona y asegura a miles de obreros, a
centenares de familias y a millares de niños, de desva-
lidas criaturas, las que quizás sin la feliz inspiración
deMr. Ritty y sin la oportuna y providencial interven-
ción de Mr. John H. Patterson, que en 1884, persua-
dido por las experiencias que en su propio negocio
hiciera, según y a h e m o s e x p l i c a d o antes, de la
eficacia práctica del invento, de la grandiosa y útil
proyección que la fabricación de cajas registradoras
había de llegar a asumir; es de presumir, decimos,
que esos millares de obreros y de familias habrían
carecido de ese bienestar, que el remunerador traba-
jo de t a n importante industria les proporciona. Es
evidente una vez más que pequeñas causas producen
grandes efectos, como los señalados y es también in-
discutible que la sociedad debe un homenaje de re-
conocimiento a los creadores y mantenedores de esta
industria, a los protagonistas de su iniciación y de su
Niños protegidos de la National Cash Eegister, cultivando la tierra portentoso desarrollo, a Mr. Ritty y Mr. Patterson.
en Dayton, Ohio. — La compañia los educa gratuitamente.
120.000 frascos
es la venta alcanzada,
f durante el año 1913,por
nuestro purgan-
te "Ricinol",
lo que de-
muestra de
un modo evi-
dente la su-
perioridad de
esta preparación,
Purgante sobre sus simi-
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EL 15 DE FEBRERO 1914
La oferta más ventajosa que j a m á s h a y a sido hecha al público.
Subdivisión y distribución por sorteo de la valiosa propiedad, bien
conocida, y en la cual todo lo que se enumera existe.
No son promesas, se h a n invertido fuertes sumas p a r a completar
la obra de la naturaleza.
N o hablamos d e futuras obras y edificios, sino d e los existentes.
Vea las fotografías publicadas en las páginas siguientes y medite que le puede tocar
en suerte algunas de las propiedades que aquí puede apreciar usted.
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Segundo lote: Chalet — Valor, S 30.000 m/n.

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minado. Tiene 17 habitacionas entre altos y bajos, con todo confort moderno.
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Tercer lote: Valor ? 20.000 m/n. Cuarto lote: Valor ? 15.000 m/n.
Lote de 2.000 metros cuadrados, incluyendo Lote de 1.500 metros cuadrados, incluyendo
este chalet de 12 habitaciones y demás co- este chalet de dos pisos, de 13 habita-
modidades. ciones.

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lotes edificados. (Hotel, 3
chalets y 4 casitas),
lotes de 10 hectáreas.
f> i) 5 . ))
M JJ 3 M
., ,. 2 „
tt )> * í)

,, ,, 5000 metros.
>, „ 2500 „
„ „ 2000
„ ,. 1000 „
„ ,. 600
„ ,, 450
5000 lotes para 5000 compradores.

^ 1 Jpi L., t-, ^

Ify^^r'^il
Valle Hermoso. — Plano de la propiedad. Escala 1/15.000.

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Señor Gerente de la Compañía Sudamericana de Tierras y
Compañía Sudamericana Construcciones. — 759, Corrientes - Buenos Aires.
Adjunto remito $ c/legal,
de Tierras y Construcciones importe de
pañía.
a c c i ó n . . . . preferidas de esa Com-
(Sociedad Anónima)
Me comprometo a comprar, por cada acción que he sus-
759, CORRIENTES, 76J - Buenos Aires cripto, un lote en VALLE HERMOSO, al precio de $ 150
cada uno, que abonaré í n t e g r a m e n t e , o en dos cuotas,
30 días antes del sorteo.
Presidente Doctor RICARDO BUNGE
Presidente de la Caja Popular de Ahorros de la Prov, de Bs. As. Firma
Gerente: Señor CARLOS M. von HEDEMANN Domicilio
Admirable sistema be ventanas
En todas las construcciones modernas, arquitectos y cons-
tructores han luchado siempre por hallar un sistema perfecto
ele ventanas que permitiese aumentar considerablemente el
número de huecos en una fachada, sin aumentar por eso, el
número de rendijas e intersticios que dejan paso al aire y la
humedad.
i'"ijándonos bien, por ejemplo, en la fachada de la nueva casa
Thompson — cuyo grabado reproducimos en esta página —
salta a la vista que el problema ha sido satisfactoriamente
resuelto, gracias al nuevo descubrimiento de las ventanas
«Critail». ¿Comprendo usted todo lo que sijinifica una gran
extensión de vidrio como esa, que puede abrirse y cerrarse a
voluntad, que da paso a un verdadero torrente cío luz y que
no tiene en toda su extensión una sola juntura por donde pueda
entrar el aire o la humedad?
Estas paro-
des de vidrio
se c o n s t r u-
yen, natural-
mente, con el
objeto de con-
seguir toda la
luz p o s i b l e .
Las secciones
tienen que es-
t a r lo m á s
bien ajustadas,
y conservar
al mismo tiem-
p o l a fuer/.a
necesaria para
resistir los te-
rribles venta-
rrones tan fre-
c u e n t e s en
Buenos Aires.
Para formar
los marcos la
madera no sir-
Nuevo ediSicio Thompson, en la calle Florida. ve y no se ob-
tiene el resul-
tado apetecido, tampoco, con las secciones comunes de acero.
porque ni son bastante fuertes ni se pueden unir tan ajustada-
mente que protejan contra el viento, la lluvia y la tierra.
Para vencer todas estas dificultades, la Crittall t"o., cuyas ven-
tanas son bien apreciadas en todas partes del mundo, diseñó una
sección patentada, verdaderamente notable. Estas ventanas
están fabricadas mecánicamente en la mayor fábrica de ventanas
que existe en el mundo y se pueden vencler, por consiguiente, a
precios convenientes para todos.
En menos de un año, más do cien edificios en Buenos Aires
han adoptado las ventanas «Crittall».
Las seis usinas de fuerza motriz para la Compañía ítalo - Argen-
tina de Electricidad, tendrán estas ventanas, porque las usinas
de esta índole tienen que estar protegidas contra la humedad
atmosférica. En muchas fábricas, garages, tiendas, farmacias, Nuevo ediiicio Romaguera, en el Paseo de Julio.
chalets, etc., se han colocado las ventanas «Crittall», y en todos
cuantos edificios modernos se construyen se procura instalarlas. La extensión de esta crónica nos impide dar ma-
yores explicaciones sobre tan notable invente; pero los señores Moore y Tudor, Maipú núm. 141, Buenos Aires,
tendrán mucho placer en ampliar estas informaciones. Es de interés capital para propietarios y constructores
conocer las ventajas que ofrece esta ventana, moderna en el sentido más amplio de la palabra.

El nuevo edíiicio de la estación Retiro [F, C. C. A,


Confitería bel Molino
Basta la enunciación de este
nombre, para hacer innecesaria la
presentación y descripción del ele-
gante negocio, ya tan conocido co-
mo acreditado en toda la repiU)Ii-
ca, como en esta misma capif.il
¿Quién, entre nosotros, no se sabe <!i'
memoria, la amplitud y eleganri i
con que está, instalada esta conti-
tería, cuyo ma<4iiínfo fronte abar-
ca l;i os(iuin;i d i!;\.ulavid y Ca-
llao, el más ]iii\il'_;i.i(Io sitio de
ese eiegautfj barrio de la populosa
urbe?
Su abolengo, PU fama, viene en
•crescendo* desde tres genei acio-
nes, y así resulta ocioso contar al
lector lo que él se t-abe tan al de-
dillo, aunque más no sea que por
la asiduidad con que lo frecuenta,
ya acudiendo al bcUo salón de fa-
milias, en compañía de la suya, ya
en compañía de los amigos a la ho-
ra de! vcrmoutli o del café, en e!
espacioso y alegre bar, o bien a 11
líambrcría. y confitería, para oi-
denar el envío de laa selecta* IHO-
visiones que esa casa ofrece pei-
manentemente en sus atrayentea
vidrieras.
Lo que el cronista quiere narrar,
lo que es deber de noticiar, lo que

Vista de conjunto de la fábrica.


stón de todo lo expuesto: durante
las fiestas de ííavidad y Año Nuevo
la Confitería del Molino produjo y
vendió próximamente cincuenta
mil kilos de pan dulce (a I:i mila-
ni -ta y íjenovesa) y, gracias a loa
pctfeetiorKunjt'iitos de su fábrica,
elaborados en el término preciso
del consumo, de manera que su
producto llegaba al consumidor re-
cién hecho, aumentando e^i pre-
ciada condición, la superioridad y
exquisitez que ya es fama indis-
cutida para el pan dulce del Moli-
no y que tanta superioridad le re-
conoce el público.
Pero et cronista debe, a fuer do
justo y sincero, decir al público
que este pran emporio conocido
por la Confitería del Molino, ha na-
cido, lia crecido y se ha desarrolla-
do hasta su poitentosa actual im-
portancia, al empuje laborioso e
inteliííente de un solo lionibre, de
lui pu'claro trabajadoi. el señor
(^ayetano Brenna, que aún lo di-
riiíc sin cansancio después de 30
añns, y con la brillantez y empeño
que evidencia cuantos progresos
(pH dan ^< nal uios.

Sección uarameios y merengues


Cbantilly.
conviene divulgar al público, es
aquellos progresos y mejoras que
él no conoce de esta progresista
casa, por no estar a la vista de la
clientela y porque es esencial y ven-
tajoso que lo conozca, para que
pueda saber con cuanta confianza
para su estómago, como regalo pa-
ra el paladar, puede y debe dar la
preferencia a los dulces productos
de la Confitería del Molino, que
hoy sin distinción se elaboran allí
con el summum de la asepsia, del
esmero, gracias a la magnífica c
higiénica instalación de una costo-
sa y modernÍHíma fábrica y talle-
res eléctrico-mccánicos, que igua-
lan a los más modernos y perfec-
cionados de las más grandes capi-
tales europeas.
Laa fotografías que se incluyen
entre estas líneas, darán una idea
aproximada de lo que significa esa
moderna fabricación, en cuanto
garantiza una manipulación íiigié-
nica y aseada, con sus instalaciones
amplias, ventiladas y del más co-
nocido perfeccionamiento.
Un detalle citaremos en conclu- Vn detalle de los hornos.
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tantes del mundo, nos permiten ob-
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todo el beneficio de estas ventajas.

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E tando eliminados todos los gastos de
depósito y de transferencias de mer-
caderías, tenemos que vender más barato
— como lo hacemos — que cualquiera de
nuestros competidores.

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muebles modernos que existen en Sud
América, y nuestros salones de exposición
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los recorra, sin que esto implique compro-
miso alguno de comprar.

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En la composición del «Asmaline», puitanie
entran las drogas reconocidas como Todas las per-
más eficaces para combatir el asma, sonas necesitan
tanto sintomático como nervioso. periódieam e n t e
De ahí que este remedio sea de real a l g ú n medica-
m e n t ó laxante,
eficacia para calmar y prevenir los siendo importanfe la i'liccióii acertada, pues esos purgantes
accesos que periódicamente afligen enérgicos producen irritaciones 'perjudiciales. LOS CARA-
a los enfermos de tan terrible mal, MELOS «PERLAX», üc Londres, no producen malestar,
a tal punto, que es recetado por emi- ni descompostura y operan de manera suave pero segura,
nencias médicas. Es de gusto agra- purificando el vientre, hígado y ríñones. Son agradables y
por su aspecto parecen verdaderos caramelos. No producen
dable y no requiere régimen de vida, la menor irritación ni descompostura. Son, además, nmy efi-
pudiendo tomarlo niños y adultos. caces en el tratamiento y para prevenir las hemorroides,
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y Laprida. Aires.

Sólida y silenciosa Lo que se buscaba


La máquina de escribir Continental no es una Una bebida que no sea alcohólica, que tenga
máquina vieja reformada, sino una máquina con- agradable gusto, que refresque, ayude la digestión
cebida después do muchos estudios y teniendo en y, sobre todo, que no sea un remedio.
cuenta los últimos adelantos de la mecánica. Reúne Que se pueda tomar antes, durante y
condiciones de solidez y elegancia, es silenciosa, después de la comida, sola o mezcla-
de escritura visible y perfecta alineación. El te- da con jarabes, vermouth, vinos, etc.,
c l a d o es modernísimo; y que reemplace al agua, teniendo
pero no es ésta la sola sobre ésta la ventaja de ser aséptica,
innovación que contiene, es decir, de no contener microbios de
por lo que es de aconsejar graves enfermedades infecciosas; eso
no comprar máquina sin es lo que hace tiempo que se busca
visitar la exposición Ave- y lo que hoy ofrece la fábrica de
nida de Mayo, 1340, y aguas gaseosas La Argentina, calle
a p r e c i a r personalmente San Juan, 2850, bajo el nombre de
la excelencia de su tra- «Soda Sol» y en envases como el que
bajo. reproduce nuestro grabado.

De Corrientes

GOYA. — Los nuevos maesiros tíiplomados en la Escuela Normal SAKÍA LÜOIA. — Alumnos de la escuela pública número 31,
Nacional. ¡estejando la terminación de las clases.

GENEEAL ALVEAR. - Parte de la conciirrenoia que asistió a la SANTA LUCIA. — Fin del año escolar: las maestras y alumnos
celebración del mes de María. de la Escuela Provincial, celebrando la fiesta anual.
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TRENQÜB LAUQUEN. — Visita del poeta Almafueite: el huésped con el intendente y comisión de recepción.

Baile inaugural del Centro Social de Jóvenes, que tuvo efecto en el Teatro Español.

II
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Un invento muy práctico que le permite ba-
ñarse en cualquier parte por medio de la aplica-
ción mecánica del agua.
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quier viaje, puede usted hacer uso de él, puesto
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en su valija, incluyendo el tanque de agua y el
recipiente de goma para el piso.
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fricción, masaje y ducha; no ensuciará ni salpi-
cará el piso.
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venece; cura muchas enfermedades del sistema
nervioso y puede aplicarse frío o caliente, pues-
to que lleva su calentador.
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Cuerpo docente, inspectores y comisión, después de las pruebas anuales.

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la grata impresión que
experimenta al escuchar
el "Maestróíono".

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SALADILLO. — Visita del gobernador de la provincia. Saliendo LAS HEBAS. — El pueblo soberano preparándose a votar, el día
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PEEGAMINO. — Visita del ministro de TEMPERLEY. — Demostración al señor Madariaga, por ausentarse de la localidad:
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cepción. El nuevo jefe político, rodeado de amigos.
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boschi, de natación, güera, de nado, años de edad, de la
larga distancia. bajo el agua. categoría ' niños >.

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de pedestrismo. Illa, de ajedrez. terolo, de carreras.
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temor de ser desmentidos, como c a s a &e primer orDen en s u ramo, bajo
cualquier concepto.
De manera que rogárnosles no se dejen atraer por anuncios llamativos y apa-
rentes, donde se ofrece por 5 lo que vale 10. Nadie puede hacer milagros, y menos
costear publicidades costosas para vender con pérdidas.

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Las anguilas contienen tanto veneno co-


mo las víboras; así ai menos lo dice un doc-
tor italiano. Afirma éste que en sus inves-
tigaciones ha comprobado que una anguila
de cuatro libras contiene bastante vene-
no para matar diez hombres, sólo que la
anguila carece do colmillos con que inocular
6u veneno. Además se desvirtúa éste al ser
guisada.

El sueño en abundancia es indispensable


al desarrollo.
A los niños se les debe dejar dormir todo
lo que quieran, principalmente cuando so
crían en ciudades.
El número mínimo de horas que deben
— i Señor, tengo hambre! dormir es de 12 al día, hasta los 4 años; — ¿Dónde vas con bastón de estoque y
— I Yo también! ¿Por aué toma usted de 11, entre los 4 y los 7 años; de 10 y me- revólver?
aperital? dia, entre 7 y 10 años; de 10, hasta los 15, — Al miting monstrao en pro del des
(Le Rire, París). y de 9, hasta los 20 años. arme.
En Inglaterra hay 48 catedrales católi- (De Pele ñSéle, París).
cas y sólo 36 de la Iglesia anglicana. DE LA CAMPANA
Cuando se los gaca de ta mma, los ópalos
están tan blandos que se k » parte fácil-
La mayoría de los peces pueden cambiar mente con la uña.
a voluntad su color para adaptarse al me-
dio que los rodea. Se ha hecho la curiosa En la fabricación de pape] se emplean
observación de que los peces ciegos no tie- ya unas cincuenta clases d^tintas de ma-
nen esta facultad. dera
Las hormigas no sólo se reconocen, sino El tubo pneumático que hay entr« París
que se profesan gran cariño unas a otras. y Berlín lleva una carta de una capital a
El gran observador de ellas, Sir John otra en 35 minutos.
liUbbok, dice que guardó en su casa un ni-
do de hormigas durante siete años; al cabo Cuando los padres son altos, los hijos
de este tiempo no quedaban más que dos, tienden a ser altos también: pero raras ve-
las cuales vivieron dos años más; pero al ces alcanzan máa de un tercio del exceso
morir una de ellas, la otra se entristeció de estatura do sus padres. Así es que gene-
tanto, que murió a los pocos días. ralmente no se perpetúa en una fanniia la
elevación de estatura.
El único soberano europeo que no ha ase- Los hijos de padres de estatura desigual,
gurado su vida en ninguna compañía, es el tienden por lo general a sahr como el cónyu-
íar de Busia. ge más bajo.
En Suiza y Aleniania se usa mucho un A los niños del Japón se les enseña a ^ -
barómetro muy curioso. cribir con ambas manos.
En un jarro de agua meten una rana y £1 paisano. — Déme boleto para Lujan.
una escalerilla, y cuando la rana sale fuera — Qué Lujan: ¿de Mendoza o Buenos El término medio ds la edad en que se
del agua y se pone en la escalera, es señal Aires? casan las mujeres en los países civilizados
de que va a llover fuerte. — El que cueste menos plata. es de 22 años y medio.

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nada de los que sierapre hemos otorgado; por el con- pues, duda de que si nuestro primer premio tiene nume-
trario, se trata de un automóvil cuya sola marca es rosos entusiastas los demás premios despiertan tam
garantía de excelencia. Los coches Panhard-Levassor, bien interés extraordinario, entre los aficionados.
famosos en el mundo entero, reúnen condiciones en
verdad excepcionales, tanto por la calidad del material BASES DEL CONCURSO
con que están construidos como por su duración real- 1.° — Desde la fecha y hast", las doce del día 27 de
mente extraordinaria. Son coches que rara vez entran enero de 1914, queda abierto el Concurso 20 de CARAS
a compostura, que duran una eternidad, fabricados con y CARETAS.
todo el esmero de que hacen gala siempre las famosas 2.° — Para tomar parte en este Concurso, es indis-
usinas francesas de Panhard-Levassor. El motor, co- pensable llenar el cupón que va al pie de estas páginas,
rrespondiente a ios Panhard-Levassor, como el »U- escribiendo con claridad el nombre (nombre, apelUdo
hemos elegido, no tiene válvulas, detalle cuya gran y firma) y dirección del remitente, y la cantidad de
importancia saben apreciar bien cuantos han sufrido , granos de maíz que éste calcule contiene la botella del
los inconvenientes de las válvulas. La perfección del Oporto Quinado Vig, que so ha llenado y se ha depo-
motor ha llamado la atención de los entendidos en sitado en la escribanía de los señores Julio A. Gabas-
el mundo entero, y recomendamos por tanto a los que tou y Pedro P. Lalanne (Florida n."> 230), debidamente
toman parte en este Concurso, que v„yan a examinarlo lacrada y sellada con todas las formalidades d- prác-
personalmente a la Agencia Panhard-Levassor, en Bue- tica, y cuyo facsímil pubhcamos.
nos Aires, — Florida esquina a Viamonte, — y así 3.0 — Pueden también enviarse las soluciones escri-
podrán constatar que nada exageramos al ponderar las tas al dorso de las etiquetas de las botellas de Oporto
cualidades de nuestro primer premio. Quinado Vig.
Respecto a las bicicletas Peugeot, que constituyen 4.° — Se adjudicarán los 00 premios siguientes:
los premios 8.", 9.", 10.° y 11.° podríamos decir otro
tanto en_ lo que a solidez de construcción, a elegancia LISTA DE FREBIIOS
y a cualidades generales se relaciona. El solo nombre Primer premio: Un automóvil Panhard-L. vassor,
de Peugeot equivale por sí a excelencia 3', especial- forma torpedo, para seis pasajeros. Motor de 15/25 H.P.,
mente en esta época del año en que el turismo t e n a sin válvulas. Completo, con capota, faroles y demás
mayor incremento, venden los representantes de esa accesorios. Valor: $ 8.500 "%. — 2.° premio: Un juego
famosa marca señores Recht y Lemmann una eanti- para señora, compuesto de un gran prendedor y aros
de brillantes y perlas, montados sobre platino. Valon
$ 2.435. — 3.er premio: Un reloj para caballero, cro-
nógrafo, marca Ülysse Nardin, y cadena doble de oro
18 kilates, con medallón de oro y brillantes. Valor:
$ 1.075. — 4." premio: Collar de perlas finísimas. Va-
lor; S 300. — 5.0 y 0." premios; Cirumatógrafos «Kok»,
para casas de familia. Valor: $ 250 c/u. — 7." premio:
Bastón con puño de oro 18 kilates. Valor; S 230.
8.°, 9.0, 10.0 y 11,0 premios; Bicicletas marca Peugeot,
con todos sus accesorios. Valor: $ 100 c/u. — 12." pre-
mio: Pulsera con reloj, oro 18 kilates y diamantea. Va-
lor; $ 150. — 13." y 14." premios; Relojes de sobreme-
sa, con fanal, y cuerda para 400 días. Valor; $ 40 c/u.
15.° premio: Bolsa de malla de metal. Valor; $ 35.
16.° i)romío: Juego de cepillos de plata, para caballero.
Valor: S 35. — 17.° premio: Par de aros de oro 18 ki-
Premíos 8.', D.» 10." v U,°: Bicicletas «Tuiista», de la aiamüda lates, con diamantes. Valor: 8 35. — 18.°, ]9.<>, 20.° y
me ca Pmeevt Vtsior: • 160 cedo nni 21.° premios: Collares rio perlas macÍ7as «Orient». Va-

I m p o r t a d o r e s de " V I G " : E S C A L A D A & Cía. - B m é . M i t r e , 1170


lor: $ 33 c/u.— 22.°, 23." y 24."
premios: Alfileres d e corbata
de oro 18 kilates y diamantes.
Valor: $ 28 c/u. — 25.°, 26.",
27.° y 23.° premios: Gemelos de
oro. Valor: $ 28 c/par. — 29.°,
.30.0, 31.0 y 32.0 premios: Pul-
seras d e cuero, con reloj, p a r a
hombre. Valor: $ 20 c/u. — 33.»
y 34.° premios: J u e g o s de ciga-
rrera y fosforera, de m e t a l . Va-
lor: $ 1 0 c/u. — 35.°, 3G.° y 37."
premios: Aros de oro, con per-
las Orient. Valor: $ 10 c/par. —
38.», 39.0, 40.O y 41.0 premios:
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47.° premios, a m b o s inclusive:
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premios: Boquillas d e á m b a r
africano. Valor: $ 5 c/u. — 51.°
al 50.° premios, a m b o s inclu-
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plata. Valor: $ 4 c/u. — 57.°.
58.°, 59.0 y 60.° premios: Cor-
taplimias de p l a t a . Valor: pe-
sos $ 4 c/u.
5.° — Los 60 premios deta-
llados se adjudicarán en la for-
^ b o t e l l a de! exquisito m a que se expresa a continua-
Oporto Quinado Vig
flue se llenó completa- ción:
mente de granos de E l Primer premio a la perso-
maíz para servir de n a que indique el n ú m e r o exac-
taie al Concurso 38 t o de granos de maíz que con-
le .Caras y Caretas». tiene la botella de Oporto Qui-
n a d o Vig.
*•' Segundo premio a la p e r s o n a que m á s se aproxi-
me al n ú m e r o q u e o b t e n g a el primer premio. Y los
premios 3.° h a s t a el 60.°, a m b o s inclusive, a las El 2.° premio: Magnifica joya adquiriCa, como todas las Cemás alha-
personas que indiquen cifras que sigan en orden ja , en la cam Escasany. Valor: S 2.435.
da a n t e r i o r m e n t e , igual que en los concursos a n t e -
riores.
8.0 — E n cada cupón o e t i q u e t a so p o d r á escribir
u n a sola cantidad, pero cada interesado p u e d e e n v i a r
c u a n t o s cupones o e t i q u e t a s desee, siempre que indi-
que u n n ú m e r o distinto en cada u n o do ellos.
9.° — Los sobres conteniendo cupones o e t i q u e t a s ,
deben dirigirse a

Concurso 26 de «Caras y Caretas*


Chacabuco, 151-155 - Buenos Aires.

10.° — Los cupones o e t i q u e t a s que no vinieran es-


critos con claridad y que se prestasen a confusiones o
que no estén firmados de p u ñ o y letra del r e m i t e n t e ,
lo mismo que los que llegaran después de la fecha d e
clausura, no e n t r a r á n en el concurso.
l l . ° — O p o r t u n a m e n t e indicaremos la fecha y el
PremiiIOS 5 . ' y 6." Cinematógrafos Kok para ca^as de familia. sitio en q\ie t e n d r á lugar la a p e r t u r a de la botella del
Oporto Quinado Vig, p a r a c o n t a r los granos d e maiz
Valor: S 250 cada uno. que contenga y proceder a la adjudicación d e los pre-
mios publicándose después los resultados y la crónica
Pi'oximativo, adjudicándoseles los premios por el or- del concurso
« e n q u e se establece.
E n el caso d e que nadie indique el n ú m e r o Buenos Aires, 1.° do noviembre de 1913.
acto de granos de maíz que contiene la
ad r ^"^í Oporto Quinatlo Vig, los premios se j "
^ {""}''*''án a las personas que m á s so h u b i e r a n
P * ' ^ í " ' a d o , siguiendo el orden establecido en fír~Concurso 26 de CARAS Y CARETAS /í]
j^rticulo que precede,
ij: ; .Si varios cupones o e t i q u e t a s coinci-
eran indicando el n ú m e r o exacto de gra-
oT- i™*^''' que contiene la botella del Oporto La b o t e l l a del O p o r t o Q u i n a d o " V i g " c o n t i e n e
de l"^ Vig, se procederá a la adjudicación
os premios en igual forma que en n u e s t r o
concurso anterior. gran 03 de m a í z .
hi habiendo alcanzado a ser favorecidos con
d i a r " ° ^ i '"''"'^ '"'^ cupones o e t i q u e t a s que in-
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