You are on page 1of 14
Ministério da Energia Decreto executivo n.º 135/09 de 30 de Novembro Observado o disposto no Decreto-Lei
Ministério da Energia Decreto executivo n.º 135/09 de 30 de Novembro Observado o disposto no Decreto-Lei

Ministério da Energia

Decreto executivo n.º 135/09 de 30 de Novembro

Observado o disposto no Decreto-Lei n.º 13/95, de 1 de Julho, que estabelece a orgânica dos serviços públicos centrais e locais da administração do Estado, conjugado com o n.º 2 do artigo 17.º e artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 9/09, de 3 de Junho, que aprova o estatuto orgânico do Ministério da Energia;

Tornando-se necessário regulamentar o funcionamento da Direcção Nacional de Electrificação do Ministério;

Nos termos do n.º 3 do artigo 114.º da Lei Constitucional, determino:

Único: - É aprovado o regulamento interno da Direcção Nacional de Electrificação do Ministério, anexo ao presente decreto executivo, do qual é parte integrante.

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 1/14

Regulamento Interno da Direcção Nacional de Electrificação CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) A
Regulamento Interno da Direcção Nacional de Electrificação CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) A

Regulamento Interno da Direcção Nacional de Electrificação

CAPÍTULO I Natureza e Atribuições

Artigo 1.º

(Natureza)

A Direcção Nacional de Electrificação, abreviadamente designada por DNEL, é o órgão executivo central do Ministério a quem compete coordenar e dinamizar o processo de electrificação do País.

Artigo 2.º

(Atribuições)

Sem prejuízo das demais atribuições estabelecidas no n.º 2, do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 9/09, de 3 de Junho, compete à Direcção Nacional de Electrificação:

  • a) participar na elaboração do planeamento técnico de desenvolvimento económico e social do País, dos balanços energéticos e das respectivas previsões de curto, médio e longos prazos;

  • b) acompanhar acções de cooperação internacional que envolvam estados de bacia na optimização e partilha de recursos hídricos de interesse comum;

  • c) participar e colaborar nas actividades de investigação para utilização de novas tecnologias apropriadas para electrificação rural;

  • d) definir, promover e zelar pela garantia da qualidade do serviço público no âmbito da electrificação rural e centros isolados;

  • e) promover o surgimento de capacidade técnica e empresarial privada, a eficiência das empresas e assegurar a execução eficiente dos objectivos no âmbito da electrificação do País;

  • f) promover o fomento de estruturas que garantem o funcionamento eficiente e expansão das redes de transporte e distribuição no âmbito da electrificação rural e local;

  • g) promover o estabelecimento das relações de cooperação com entidades públicas e privadas, tendo em vista a eficiência no aproveitamento dos pequenos recursos hídricos no País.

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 2/14

CAPÍTULO II Organização em Geral Artigo 3.º (Estrutura interna) 1. A Direcção Nacional de Electrificação em
CAPÍTULO II Organização em Geral Artigo 3.º (Estrutura interna) 1. A Direcção Nacional de Electrificação em

CAPÍTULO II Organização em Geral

Artigo 3.º (Estrutura interna)

  • 1. A Direcção Nacional de Electrificação em ordem a realização do seu quadro de

competências dispõe da seguinte estrutura:

  • a) Departamento de Electrificação Rural e Local (DERL);

  • b) Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas (DPCH).

  • 2. Para efeitos de direitos, deveres e regalias, a Direcção Nacional de Electrificação

é dirigida por um director nacional.

CAPÍTULO III Dos Órgãos em Especial

Artigo 4.º (Departamento de Electrificação Rural e Local)

  • 1. O Departamento de Electrificação Rural e Local tem por objecto o fomento da

electrificação do meio rural e centros isolados do território nacional e a promoção e o

controlo da eficiência das entidades que operam as redes eléctricas das áreas rurais e dos centros isolados.

  • 2. Compete ao Departamento de Electrificação Rural e Local:

    • a) participar na promoção da política energética nacional;

    • b) fomentar a electrificação do território nacional, em especial do meio rural, local e ou centros isolados;

    • c) fomentar e propor a formulação da política de electrificação rural e local e política a seguir no sector eléctrico;

    • d) elaborar o programa anual de electrificação rural e local e o respectivo relatório de execução;

    • e) colaborar com os demais órgãos na identificação e aplicação das fontes de energia, tendo em conta o cumprimento da sua missão;

    • f) participar na análise sobre os estudos técnicos justificativos de projectos de investimentos;

    • g) promover a elaboração e actualização da legislação e normas que contribuam para o desenvolvimento harmonioso da actividade empresarial na área da electrificação rural e local;

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 3/14

h) participar na elaboração do programa anual da Direcção Nacional de Electrificação e seu respectivo relatório
h) participar na elaboração do programa anual da Direcção Nacional de Electrificação e seu respectivo relatório
  • h) participar na elaboração do programa anual da Direcção Nacional de Electrificação e seu respectivo relatório de execução;

i) colaborar

com

os

demais

órgãos

do

Ministério

no

estabelecimento da

metodologia adequada para a recolha e tratamento de dados referentes à electrificação rural e local;

  • j) apoiar tecnicamente os centros de distribuição dependentes dos órgãos de administração local, no âmbito da electrificação rural e local;

    • k) assegurar a actualização de toda a informação sobre as redes de distribuição de energia eléctrica;

    • l) promover acções de sensibilização junto dos consumidores de energia, no meio rural e local;

    • m) dinamizar e promover junto dos organismos competentes a prática de concessão de estímulos como incentivo aos projectos de utilização racional e uso eficiente de energia eléctrica;

    • n) elaborar estudos, trabalhos, relatórios, pareceres e outros serviços que lhe forem determinados superiormente;

    • o) promover o fomento de estruturas que garantem o funcionamento eficiente e expansão das redes de distribuição no âmbito da electrificação rural e local;

    • p) propor as acções de formação de sua área e colaborar com os órgãos vocacionados para essa actividade.

  • 3. Para efeitos de direitos, deveres e regalias, o Departamento de Electrificação

Rural e Local é dirigido por um chefe de departamento.

Artigo 5.º (Estrutura interna)

O Departamento de Electrificação Rural e Local estrutura-se em:

  • a) Secção de Electrificação Rural e Local;

  • b) Secção de Estudos e Infra-Estruturas.

Artigo 6.º (Secção de Electrificação Rural e Local)

  • 1. A Secção de Electrificação Rural e Local é o serviço técnico que tem por missão o

fomento da electrificação rural no território nacional.

  • 2. Compete à Secção de Electrificação Rural e Local:

    • a) propor a elaboração de estudos para a electrificação de pontos de consumo dispersos e ou económica;

de difícil acesso, tendo

em conta a sua viabilidade técnico-

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 4/14

b) colaborar na formulação da política de electrificação rural e política a seguir no sector eléctrico;
b) colaborar na formulação da política de electrificação rural e política a seguir no sector eléctrico;
  • b) colaborar na formulação da política de electrificação rural e política a seguir no sector eléctrico;

  • c) acompanhar a elaboração de programas de reabilitação e expansão do sector eléctrico;

  • d) colaborar na elaboração do programa anual da Direcção Nacional de Electrificação - DNEL e o respectivo relatório de execução;

  • e) promover o asseguramento do abastecimento técnico-material, para fins de electrificação rural e local;

  • f) colaborar na elaboração e actualização da legislação e normas que contribuam para o desenvolvimento harmonioso da actividade empresarial no sector eléctrico;

  • g) elaborar trabalhos, relatórios, pareceres e outros serviços que lhe forem determinados superiormente.

  • 3. Para efeitos de direitos, deveres e regalias, a Secção de Electrificação Rural é

dirigida por um chefe de secção.

Artigo 7.º (Secção de Estudos e Infra-Estruturas)

  • 1. A Secção de Estudos e Infra-Estruturas é o serviço técnico que tem por missão o

asseguramento da qualidade do fornecimento da energia eléctrica no território nacional.

  • 2. Compete à Secção de Estudos e Infra-Estruturas:

    • a) colaborar na elaboração da estratégia e plano de desenvolvimento do sector eléctrico;

    • b) acompanhar a execução de programas de reabilitação e expansão do sector eléctrico, tendo em conta o cumprimento das normas actualizadas e a utilização de tecnologias apropriadas e de baixo custo;

    • c) colaborar na elaboração do programa anual da Direcção Nacional de Electrificação e o respectivo relatório de execução;

    • d) colaborar com os demais órgãos no estabelecimento da metodologia adequada para a recolha e tratamento de dados no sector eléctrico;

    • e) realizar e analisar estudos técnicos e projectos para construção de infra- estruturas de electrificação rural e local;

    • f) supervisionar a execução da construção e exploração de infra-estruturas de electrificação rural e local;

    • g) propor e criar legislação e normas para as redes de distribuição local;

    • h) elaborar estudos, trabalhos, relatórios, pareceres e outros serviços que lhe forem determinados superiormente.

3.

Para

efeitos de

direitos, deveres e

regalias, a

Estruturas é dirigida por um chefe de secção.

Secção de Estudos e Infra-

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 5/14

Artigo 8.º (Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas) 1. O Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas tem por
Artigo 8.º (Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas) 1. O Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas tem por

Artigo 8.º (Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas)

  • 1. O Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas tem por objecto a

promoção e dinamização do desenvolvimento de pequenos aproveitamentos hidroeléctricos.

2.

O

Departamento

atribuições:

de Pequenas Centrais Hidroeléctricas tem as seguintes

  • a) participar na promoção da política energética nacional;

  • b) propor a política energética nacional no âmbito dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos e acompanhar a sua execução;

  • c) participar na elaboração do programa anual da Direcção Nacional de Electrificação e seu respectivo relatório de execução;

  • d) participar na elaboração do plano energético nacional, incluindo as estratégias da sua implementação, tendo em conta as perspectivas do crescimento económico do País;

  • e) inventariar, avaliar e manter actualizado o potencial hidroeléctrico do País e, em particular dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos;

  • f) manter o cadastro nacional dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos assegurando o registo das concessões e licenças atribuídas;

  • g) promover a execução dos investimentos e participar na realização dos estudos preliminares dos novos aproveitamentos identificados, assegurando a sua correcta exploração;

  • h) criar as condições técnicas e logísticas para o cabal cumprimento das alíneas e), f) e g) do presente ponto;

  • i) promover acções de sensibilização junto dos consumidores de energia no meio rural e local;

  • j) promover estudos de análise energética das diversas actividades económicas e processos tecnológicos, com vista a detectar áreas prioritárias de intervenção e propor medidas adequadas;

  • k) propor legislação e regulamentação necessárias para garantir a implementação de pequenas centrais hidroeléctricas e assegurar a sua divulgação;

  • l) promover a utilização de tecnologias apropriadas, de baixo custo e eficientes a aplicar no desenvolvimento das pequenas centrais hidroeléctricas;

  • m) participar na análise das questões ambientais relacionadas às pequenas centrais hidroeléctricas;

  • n) participar na elaboração do plano de aproveitamento dos recursos energéticos;

  • o) promover a recolha de dados técnicos e macro-económicos e a inventariação dos recursos hidroeléctricos;

  • p) manter actualizado o inventário dos recursos dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos;

q) dinamizar

e

promover

junto dos organismos competentes a prática de

concessão de estímulos como incentivos aos projectos de utilização racional de

energia eléctrica;

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 6/14

r) promover a difusão de informação junto dos utilizadores de energia, designadamente nos aspectos utilização racional;
r) promover a difusão de informação junto dos utilizadores de energia, designadamente nos aspectos utilização racional;
  • r) promover a difusão de informação junto dos utilizadores de energia, designadamente nos aspectos utilização racional;

s) apoiar

tecnicamente

administração local;

os

centros

produtores

dependentes

dos

órgãos

de

  • t) promover o fomento de estruturas que garantem a fiabilidade e manutenção das pequenas centrais hidroeléctricas;

  • u) participar na emissão, quando solicitado, de parecer sobre reconhecimento de entidades qualificadas para realizarem estudos, investigações científicas e pesquisas, análises técnico-económicas de projectos de pequenos aproveitamentos hidroeléctricos;

  • v) elaborar estudos, trabalhos, relatórios, pareceres e outros serviços que lhe forem determinados superiormente;

  • w) propor as acções de formação de sua área e colaborar com os órgãos vocacionados para essa actividade.

3.

Para

efeitos de direitos, deveres e regalias,

o

Departamento de Pequenas

Centrais Hidroeléctricas é dirigido por um chefe de departamento.

Artigo 9.º (Estrutura interna)

O Departamento de Pequenas Centrais Hidroeléctricas em ordem à realização do seu quadro de competências dispõe da seguinte estrutura:

  • a) Secção de Recursos Hidroeléctricos;

  • b) Secção de Implementação e Exploração de Pequenas Centrais Hidroeléctricas.

Artigo 10.º (Secção de Recursos Hidroeléctricos)

  • 1. A Secção de Recursos Hidroeléctricos é o serviço técnico que tem por missão o

fomento da política do aproveitamento dos pequenos recursos hidroeléctricos no

território nacional.

  • 2. Compete à Secção de Recursos Hidroeléctricos o seguinte:

    • a) participar na inventariação, avaliação e manter actualizado o potencial hidroeléctrico do país e, em particular dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos;

    • b) promover e propor a implementação de políticas, planos e programas de desenvolvimento relacionados com o desenvolvimento dos pequenos recursos hidroeléctricos;

    • c) acompanhar as acções de cooperação internacional que envolvam estados de bacia na optimização e partilha de recursos hídricos de interesse comum;

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 7/14

d) participar nas acções de investigação científica e tecnológica relativas à gestão e aproveitamento de pequenas
d) participar nas acções de investigação científica e tecnológica relativas à gestão e aproveitamento de pequenas
  • d) participar nas acções de investigação científica e tecnológica relativas à gestão e aproveitamento de pequenas centrais hidroeléctricas;

  • e) recolher e difundir informação relativa à gestão dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos e promover a sensibilização das populações;

  • f) identificar as necessidades de formação e capacitação dos técnicos;

  • g) elaborar estudos, trabalhos, relatórios, pareceres e outros serviços que lhe forem determinados superiormente.

  • 3. Para efeitos de direitos, deveres e regalias, a Secção de Recursos Hidroeléctricos

é dirigida por um chefe de secção.

Artigo 11.º (Secção de Implementação e Exploração de Pequenas Centrais Hidroeléctricas)

  • 1. A Secção de Implementação e Exploração de Pequenas Centrais Hidroeléctricas,

abreviadamente designada por SIEPCH, é o serviço técnico que tem por missão o fomento da política do aproveitamento dos pequenos recursos hidroeléctricos no território nacional na vertente de construção, produção e exploração das pequenas centrais hidroeléctricas.

  • 2. Compete à Secção de Implementação e Exploração de Pequenas Centrais

Hidroeléctricas:

  • a) participar na elaboração dos estudos de viabilidade técnico-económica dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos e no processo de contratação de empreitadas;

  • b) participar na elaboração e divulgação de normas e regulamentos sobre a construção, produção, exploração de electricidade a partir das pequenas centrais hidroeléctricas;

  • c) acompanhar a execução física e financeira dos projectos relativamente aos investimentos em pequenas centrais hidroeléctricas;

  • d) manter o cadastro nacional das pequenas centrais hidroeléctricas assegurando o registo das concessões e licenças atribuídas;

  • e) participar na criação das condições técnicas e logísticas de exploração, transporte e distribuição para assegurar o uso eficiente da energia produzida nas pequenas centrais hidroeléctricas;

  • f) participar na implementação de políticas, planos e programas de desenvolvimento relacionados com o desenvolvimento dos pequenos recursos hidroeléctricos;

  • g) acompanhar as acções de cooperação internacional que envolvam estados de bacia na optimização e partilha de recursos hídricos de interesse comum;

  • h) participar nas acções de investigação científica e tecnológica relativa à gestão e aproveitamento de pequenas centrais hidroeléctricas;

  • i) participar na recolha e difusão de informação relativa à gestão dos pequenos aproveitamentos hidroeléctricos e promover a sensibilização das populações;

10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

Página 8/14

j) identificar as necessidades de formação e capacitação dos técnicos; k) elaborar estudos, trabalhos, relatórios, pareceres
j) identificar as necessidades de formação e capacitação dos técnicos; k) elaborar estudos, trabalhos, relatórios, pareceres
  • j) identificar as necessidades de formação e capacitação dos técnicos;

    • k) elaborar estudos, trabalhos, relatórios, pareceres e outros serviços que lhe forem determinados superiormente.

3.

Para efeitos de

direitos, deveres e regalias, a Secção de Implementação e

Exploração de Pequenas Centrais. Hidroeléctricas é dirigida por um chefe de secção.

CAPÍTULO IV Competências dos Titulares dos Cargos de Direcção e Chefia

Secção I

Direcção

Artigo 12.º (Director nacional)

  • 1. O director nacional dirige, coordena, orienta e controla toda a actividade dos

órgãos da Direcção Nacional de Electrificação, propondo superiormente as medidas que se lhe afiguram convenientes para o melhor funcionamento das mesmas.

  • 2. Compete ao director nacional:

    • a) submeter a despacho superior todos os assuntos que excedam a sua competência e informar de todas as ocorrências e medidas tomadas;

    • b) decidir sobre os assuntos da sua competência ou para os quais lhe haja sido dada delegação;

    • c) assegurar a ligação da Direcção Nacional de Electrificação com outros órgãos do Ministério e empresas do sector;

    • d) efectuar ou mandar efectuar visitas de controlo e apoio no âmbito das suas competências;

    • e) exercer o poder disciplinar de acordo com as suas competências e nos termos da legislação aplicável;

    • f) autorizar a entrada em gozo de férias dos funcionários da Direcção Nacional de Electrificação;

    • g) propor a nomeação e exoneração dos responsáveis para os departamentos, bem como as transferências internas de técnicos da Direcção Nacional de Electrificação;

    • h) colaborar com os órgãos vocacionados nas acções de formação da sua área;

    • i) desempenhar as demais funções que lhe forem acometidas superiormente.

  • 3. Na sua ausência ou impedimento, o director nacional será substituído por um

  • chefe de departamento nacional por ele designado.

    10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

    Página 9/14

    Artigo 13.º (Chefe de departamento) 1. Compete ao chefe de departamento: a) coordenar e fiscalizar as
    Artigo 13.º (Chefe de departamento) 1. Compete ao chefe de departamento: a) coordenar e fiscalizar as

    Artigo 13.º (Chefe de departamento)

    • 1. Compete ao chefe de departamento:

      • a) coordenar e fiscalizar as tarefas do departamento;

      • b) submeter a despacho superior todos os assuntos que excedam a sua competência e informar todas as ocorrências e medidas tomadas;

      • c) decidir sobre os assuntos de sua competência ou para os quais lhe haja sido dada delegação;

      • d) exercer o poder disciplinar no departamento de acordo com as suas competências e nos termos da lei;

    • e) parecer

    dar

    sobre

    a

    entrada

    em

    gozo

    de

    férias dos trabalhadores do

    departamento;

    • f) propor a deslocação dos trabalhadores do departamento em objecto de serviço,

    dentro do território nacional.

    • 2. Na sua ausência ou impedimento, o chefe de departamento nacional

    será

    substituído por um chefe de secção por si designado.

    Artigo 14.º (Chefe de secção)

    • 1. Compete aos chefes de secção:

      • a) responder perante o chefe de departamento por todas as actividades acometidas à secção e distribuir as tarefas ao pessoal adstrito;

      • b) elaborar o plano das tarefas a realizar e estabelecer as normas para a sua execução;

      • c) propor medidas que julgue convenientes ao aperfeiçoamento dos serviços ao seu cargo;

      • d) controlar as actividades da secção e a disciplina laboral, informando sobre as anomalias verificadas;

      • e) distribuir o serviço pelos trabalhadores da secção;

      • f) organizar os serviços de secretariado com base nas orientações;

      • g) coordenar e fiscalizar as tarefas do sector;

      • h) desempenhar as demais tarefas que lhe forem superiormente determinadas.

  • 2. Na sua ausência ou impedimento, o chefe de secção será substituído por um

  • trabalhador para o efeito designado.

    10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

    Página 10/14

    Secção II Órgãos de Apoio Artigo 15.º (Secção administrativa) 1. A secção administrativa é o órgão
    Secção II Órgãos de Apoio Artigo 15.º (Secção administrativa) 1. A secção administrativa é o órgão

    Secção II Órgãos de Apoio

    Artigo 15.º (Secção administrativa)

    • 1. A secção administrativa é o órgão de apoio administrativo e logístico da Direcção

    Nacional de Electrificação.

    • 2. Compete à secção administrativa:

      • a) registar, classificar e distribuir pelos órgãos da Direcção Nacional de Electrificação toda a correspondência recebida para esse fim;

      • b) expedir a correspondência oficial da Direcção Nacional de Electrificação;

      • c) dactilografar e reproduzir documentos da Direcção Nacional de Electrificação;

      • d) preparar para despacho toda a documentação, incluindo antecedentes se for o caso disso;

      • e) providenciar

    para

    o

    fornecimento

    aos

    órgãos

    da

    Direcção

    Nacional

    de

    Electrificação do material de consumo corrente;

    • f) assegurar o serviço de arquivo da Direcção Nacional de Electrificação;

    • g) promover o controlo, execução e resolução de todos os assuntos administrativos relacionados com a situação do pessoal do departamento;

    • h) inventariar os bens patrimoniais afectos à Direcção Nacional de Electrificação;

    • i) executar outras tarefas que lhe forem superiormente determinadas.

    CAPÍTULO V

    Pessoal

    Artigo 16.º (Quadro de pessoal)

    • 1. O quadro de pessoal consta no mapa em anexo, que integra o presente diploma.

    • 2. Por despacho do Ministro e, sob proposta do Director da Direcção Nacional de

    Electrificação, podem ser contratados técnicos de comprovada competência para intervirem em assuntos pontuais de atribuições deste gabinete.

    • 3. O quadro de pessoal é susceptível de alteração por despacho do Ministro, nos

    termos da legislação em vigor.

    10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

    Página 11/14

    Artigo 17.º (Organigrama) O organigrama da Direcção Nacional de Electrificação consta do mapa em anexo, que

    Artigo 17.º (Organigrama)

    Artigo 17.º (Organigrama) O organigrama da Direcção Nacional de Electrificação consta do mapa em anexo, que

    O organigrama da Direcção Nacional de Electrificação consta do mapa em anexo, que é parte integrante do presente regulamento.

    CAPÍTULO VI Disposições Finais

    Artigo 18.º (Dúvidas e omissões)

    As dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação do presente regulamento serão resolvidas por despacho do Ministro.

    Artigo 19.º (Entrada em vigor)

    O presente regulamento entra em vigor no dia imediato ao da sua publicação no Diário da República.

    10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

    Página 12/14

    Anexo I Quadro de pessoal a que se refere o artigo 16.º do Regulamento Interno que

    Anexo I

    Anexo I Quadro de pessoal a que se refere o artigo 16.º do Regulamento Interno que

    Quadro de pessoal a que se refere o artigo 16.º do Regulamento Interno que antecede

    Anexo I Quadro de pessoal a que se refere o artigo 16.º do Regulamento Interno que

    10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

    Página 13/14

    Anexo II Organigrama 10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG Página 14/14

    Anexo II

    Organigrama

    Anexo II Organigrama 10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG Página 14/14
    Anexo II Organigrama 10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG Página 14/14

    10-02-2010/12:39 /decreto_executivo_135-09.doc/PPG

    Página 14/14