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ESPECIALIDAD

DEPARTAMENTO DE PROCESO QUIMICOS Y METALURGICOS

INFORME

“Pruebas Químicas para un óptimo teñido con colorantes


reactivos y directos”

PASANTIAS:

PERÚ PIMA

ALUMNO:

ANGULO RAMOS HUGO ALONSO

ASESOR:

LAURENCE SALMON

LIMA – PERÚ

2018
INDICE
I. RESUMEN ----------------------------------------------------------------------------------------------------8
II. PLANTEAMIENTO Y DELIMITACIÓN DEL PROBLEMA ----------------------------------------------9
III. OBJETIVOS---------------------------------------------------------------------------------------------- 10
3.1. Objetivo general: ---------------------------------------------------------------------------------- 10
3.2. Objetivo específicos: ----------------------------------------------------------------------------- 10
IV. FUNDAMENTOS TECNICOS ------------------------------------------------------------------------- 11
4.1. Sustento técnicos de la solución -------------------------------------------------------------- 11
4.1.1. TRATAMIENTO PREVIOS AL TEÑIDO DE TELAS DE ALGODÓN ------------------- 11
4.1.1.1. Desengomado: --------------------------------------------------------------------------- 11
4.1.1.2. Descrudado: ------------------------------------------------------------------------------ 12
4.1.1.3. Blanqueo Químico: ---------------------------------------------------------------------- 13
4.1.2. PRODUCTOS AUXILIARES QUE MEJORAN EL PROCESO DE BLANQUEO QUÍMICO
Y DESCRUDADO: --------------------------------------------------------------------------------------------- 14
4.1.2.1. Humectantes: ---------------------------------------------------------------------------- 14
4.1.2.2. Detergentes: ------------------------------------------------------------------------------ 14
4.1.2.3. Dispersantes: ----------------------------------------------------------------------------- 14
4.1.2.4. Secuestrante: ----------------------------------------------------------------------------- 14
4.1.2.5. Antiespumante: -------------------------------------------------------------------------- 15
4.1.2.6. Antiquiebre: ------------------------------------------------------------------------------ 15
4.1.2.7. Estabilizadores: -------------------------------------------------------------------------- 16
4.1.3. PROCESO DE TEÑIDO DE TELAS DE ALGODÓN------------------------------------------ 16
4.1.3.1. Clasificación de Colorantes:----------------------------------------------------------- 16
4.1.3.2. Colorantes utilizados para fibras Celulósicas: ------------------------------------ 16
4.1.3.3. Colorantes reactivos: ------------------------------------------------------------------- 16
4.1.3.4. Propiedades del colorante reactivo: ------------------------------------------------ 20
4.1.3.5. Proceso de teñido con Colorantes Reactivos: ------------------------------------ 21
4.1.3.6. Colorantes Directos: -------------------------------------------------------------------- 25
4.1.3.6.1. Clasificación SDC de los colorantes directos: ------------------------------------ 25
4.1.3.6.2. Propiedades de los colorantes Directos: ------------------------------------------ 26
4.1.3.6.3. Parámetros del proceso de teñido con colorantes Directos: ----------------- 26
4.2. Posibles Soluciones: ------------------------------------------------------------------------------ 27
V. DESARROLLO DE LA SOLUCIÓN: ---------------------------------------------------------------------- 28
5.1. Prueba de Desengomados: --------------------------------------------------------------------- 28
5.1.1. Prueba de Desengomados en telas crudas de 100% algodón:------------------ 28
5.1.2. Prueba de desengomado en telas de algodón PIMA: ------------------------------ 30
5.1.3. Prueba de desengomado en telas Driles: --------------------------------------------- 33
5.2. Prueba de detergentes:-------------------------------------------------------------------------- 35
5.2.1. Prueba de detergentes en fibras textiles: -------------------------------------------- 36
5.3. Prueba de Calibración y Tricomias con colorantes Directos: --------------------------- 39
5.4. Prueba de Calibración y Tricomias con colorantes Reactivos: ------------------------- 45
VI. EVALUACIÓN DE RESULTADOS -------------------------------------------------------------------- 51
6.1. Prueba de Desengomados: --------------------------------------------------------------------- 51
6.1.1. Resultados de la prueba de desengomados en telas 100% algodón: ---------- 51
6.1.2. Resultados de la prueba de desengomados en telas de algodón PIMA: ------ 54
6.1.3. Resultados de la prueba de desengomados en telas Driles: --------------------- 55
6.2. Prueba de detergentes -------------------------------------------------------------------------- 56
6.2.1. Resultados de la prueba de espuma en la agitación de los detergentes: ----- 56
6.2.2. Resultados de la prueba de capilaridad: ---------------------------------------------- 58
6.2.3. Resultados de la prueba de humectación: ------------------------------------------- 60
6.2.4. Resultados de tela Teñida: --------------------------------------------------------------- 63
6.2.5. Resultado de telas estampadas: -------------------------------------------------------- 64
6.3. Resultados de Calibración de Colorantes directos y Tricomias ------------------------ 66
6.3.1. Resultado de la prueba de filtración a los baños de teñido de 0.5% de
colorantes Directos: ------------------------------------------------------------------------------------- 66
6.3.2. Resultado de la Prueba de calibración de colorantes Directos: ----------------- 67
6.3.3. Resultado de la Prueba de Tricomias de colorantes Directos:------------------- 68
6.4. Resultados de Calibración de Colorantes Reactivos y Tricomias ---------------------- 69
6.4.1. Resultado de la Prueba de calibración de colorantes Reactivos: --------------- 69
6.4.2. Resultado de la prueba de solubilidad del colorante reactivo: ------------------ 70
6.4.3. Resultado de las pruebas de Solidez al frote Seco/Húmedo y al Lavado a las
calibraciones realizadas: ------------------------------------------------------------------------------- 71
6.4.4. Resultados de la Prueba de Tricomias de colorantes Reactivo: ----------------- 73
6.4.5. Resultados de la Prueba de Solidez al lavado a las tricomias realizadas con los
colorantes Reactivos: ----------------------------------------------------------------------------------- 74
VII. CONCLUSIONES: -------------------------------------------------------------------------------------- 75
VIII. RECOMENDACIONES:-------------------------------------------------------------------------------- 76
IX. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICA: -------------------------------------------------------------------- 77
X. ANEXOS:---------------------------------------------------------------------------------------------------- 78
INDICE DE FIGURAS
Figura 1 Reacción de saponificación ...................................................................................... 12
Figura 2 Estructura química de diferentes Polifosfatos ......................................................... 15
Figura 3 Grupos Cromoforos y Auxocromos .......................................................................... 17
Figura 4 Estructura química de un colorante reactivo ........................................................... 17
Figura 5 Estructura química de colorante Novacron ECR ...................................................... 18
Figura 6 Fijación de Colorante Monoreactivo y Novacron LS dye sobre la celulosa ............. 19
Figura 7 Fijación de un tinte birreactivo sobre celulosa ........................................................ 19
Figura 8 Proceso de Agotamiento para el proceso de desengomados en telas 100% algodón
................................................................................................................................................ 29
Figura 9 TEWEGA - SKALA ...................................................................................................... 30
Figura 10 Soluciones para telas de algodón PIMA Proceso Continuo ................................... 32
Figura 11 Etapa de lavado de las telas ................................................................................... 32
Figura 12 Proceso de Agotamiento para el proceso de desengomados en telas Driles ........ 34
Figura 13 Proceso de Agotamiento para el proceso de desengomados en telas Driles ........ 35
Figura 14 Proceso de Teñido empleando colorantes Directos .............................................. 42
Figura 15 Etapa de filtración de baños finales de teñido de colorantes 0.5% ....................... 43
Figura 16 Colorantes empleados en la tricomia de color celeste .......................................... 44
Figura 17 Proceso de Teñido empleando colorantes Reactivos ............................................ 47
Figura 18 Proceso de Jabonado de Reactivos ........................................................................ 49
Figura 19 Proceso de Teñido empleando colorantes Reactivos ............................................ 50
Figura 20 TEWEGA -SKALA ..................................................................................................... 51
Figura 21 Tela Teñida Delgada ............................................................................................... 63
Figura 22 Tela teñida Gruesa ................................................................................................. 64
Figura 23 Pruebas de solidez a telas estampadas previamente tratadas con diferentes
detergentes ............................................................................................................................ 65
Figura 24 Preparación de Colorantes Directos y Reactivos ................................................... 78
Figura 25 Tubos de Prueba de la maquina AHIBA.................................................................. 78
Figura 26 Máquina programada para diferentes tipos de teñido AHIBA IR. ........................ 79
Figura 27 Área de Materiales empleados para las pruebas Químicas ................................... 79
Figura 28 Maquina OVER – FLOW Industrial para teñidos de fibras textiles (SATURNO)...... 80
Figura 29 Maquina OVER – FLOW Industrial para teñidos de fibras textiles (PAGGI) ........... 80
Figura 30 Maquina FOLAUR ................................................................................................... 81
Figura 31 Prueba de Calibraciòn EverDirect (Patròn) – Muestra(Rojo Solofenil) (Rosa
Moderdirect Supra) ................................................................................................................ 81
Figura 32 Evaluación de tonalidades de Tricromía color Celeste con colorantes Directos ... 92
Figura 33 Calibraciòn de colorantes Amarillo Tularens Patron vs INDIA Yellow ................... 92
Figura 34 Calibración de colorantes Rojo Drimaren Patron vs INDIA Red ............................. 95
Figura 35 Calibración de colorantes Azul Novacrom Patron vs INDIA Blue ........................... 98
Figura 36 Pruebas de Tricomias con colorantes Reactivos .................................................. 102
Figura 37 Herramienta crockmeter para la realización de las Pruebas de Solidez al Lavado o
al frote seco/húmedo .......................................................................................................... 103

INDICE DE TABLAS

Tabla 1 Controles y efectos de un mal proceso de desengomado ........................................ 12


Tabla 2 Controles y efectos proceso de descrudado ............................................................. 13
Tabla 3 Controles y efectos de un mal Blanqueo Químico .................................................... 13
Tabla 4 Clasificación de fibras que pueden ser teñidas con colorantes ................................ 16
Tabla 5 Funciones que cumplen su estructura del colorante ................................................ 18
Tabla 6 El grado de reactividad y temperatura de fijacipon del colorante reactivo con la fibra
................................................................................................................................................ 21
Tabla 7 Ventajas al teñir con colorantes Reactivos de baja y alta Reactividad ..................... 21
Tabla 8 Agentes Químicos y Parámetros para un óptimo teñido con colorantes Reactivos . 22
Tabla 9 Concentración de Sal ................................................................................................. 24
Tabla 10 Soluciones para tener un óptimo teñido ................................................................. 27
Tabla 11 Propiedades fisicoquímicas de los productos químicos a evaluar .......................... 28
Tabla 12 Soluciones para el proceso de desengomado para telas 100% Algodón ................ 29
Tabla 13 Tubos de prueba ...................................................................................................... 29
Tabla 14 Soluciones para el proceso de desengomado en telas de algodón PIMA ............... 31
Tabla 15 Medición de pH de soluciones en proceso continúo .............................................. 31
Tabla 16 Soluciones para el proceso de desengomado en telas Driles ................................. 33
Tabla 17 Parámetros del proceso de desengomado en telas driles por Agotamiento .......... 34
Tabla 18 Parámetros del proceso de desengomado en telas driles por Agotamiento .......... 35
Tabla 19 Propiedades fisicoquímicas de Detergentes a evaluar............................................ 36
Tabla 20 Soluciones para el pre blanqueo de las fibras crudas de Art.33.180 ...................... 37
Tabla 21 Concentraciones de colorantes ............................................................................... 38
Tabla 22 Etapa de preparación de Colorantes Directos......................................................... 40
Tabla 23 Etapa de Dilución de Colorantes Directos 1/1000 y 1/10000 ................................. 40
Tabla 24 Concentraciones de colorantes empleados para calibrar ....................................... 41
Tabla 25 Concentraciones de los colorantes para la tricomia de color celeste ..................... 44
Tabla 26 Colorantes empleados para la prueba de calibración ............................................. 46
Tabla 27 Concentraciones de colorantes empleados para calibrar ....................................... 46
Tabla 28 Condiciones para la calibración de colorantes Reactivos........................................ 47
Tabla 29 Dosificación de álcali en el proceso de teñido ........................................................ 48
Tabla 30 Concentraciones de los colorantes empleados por la empresa para las tricomias 49
Tabla 31 Concentraciones de los colorantes de la INDIA para las tricomias ......................... 49
Tabla 32 Condiciones para las tricomias de colorantes Reactivos......................................... 50
Tabla 33 Dosificación de álcali en el proceso de teñido de tricomias ................................... 50
Tabla 34 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 50ºC en telas delgadas crudas
100% algodón......................................................................................................................... 52
Tabla 35 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 50ºC en telas delgadas gruesas
100% algodón......................................................................................................................... 52
Tabla 36 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 70ºC en telas delgadas crudas
100% algodón......................................................................................................................... 53
Tabla 37 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 70ºC en telas Gruesas crudas
100% algodón......................................................................................................................... 53
Tabla 38 Parámetros de la evaluación de desengomado en telas crudas de algodón PIMA 54
Tabla 39 Prueba de desengomado a telas de algodón PIMA delgadas ................................. 54
Tabla 40 Prueba de desengomado a telas de algodón PIMA Gruesas................................... 55
Tabla 41 Parámetros de la evaluación de desengomado en telas Driles pre blanqueadas ... 55
Tabla 42 Prueba de desengomado a telas driles pre blanqueadas ....................................... 56
Tabla 43 Resultados de espuma de detergentes ................................................................... 57
Tabla 44 Resultados de prueba de capilaridad en telas delgadas crudas .............................. 58
Tabla 45 Resultados de prueba de capilaridad en telas gruesas crudas................................ 59
Tabla 46 Resultados de prueba de capilaridad en telas gruesas y delgadas crudas
empleando detergente DS03/A ............................................................................................. 59
Tabla 47 Resultados de prueba humectación empleando detergentes en telas gruesas y
delgadas crudas...................................................................................................................... 60
Tabla 48 Resultados de prueba humectación empleando detergentes en telas gruesas y
delgadas crudas...................................................................................................................... 61
Tabla 49 Resultados de prueba humectación en telas pre blanqueadas empleando
detergentes en telas de gramaje delgado ............................................................................. 62
Tabla 50 Resultados de prueba humectación en telas pre blanqueadas empleando
detergentes en telas de gramaje grueso ............................................................................... 62
Tabla 51 Resultados de tela teñida empleando diferentes detergentes ............................... 63
Tabla 52 Resultados de prueba de solideces ......................................................................... 65
Tabla 53 Resultados del tiempo de Filtración de baños finales de teñido de 0.5% de
colorante ................................................................................................................................ 66
Tabla 54 Costos de colorantes Directos utilizados en la prueba ........................................... 66
Tabla 55 Resultados de la comparación de tonalidades de los colorantes Directos ............. 67
Tabla 56 Parámetros con que se trabajó para el teñido de tricomias con colorantes directos
................................................................................................................................................ 68
Tabla 57 Resultados de la comparación de tonalidades de las tricomias.............................. 68
Tabla 58 Colorantes que serán evaluados ............................................................................. 69
Tabla 59 Resultados de tonalidad del Rojo Drimaren vs Red Drimaren ................................ 69
Tabla 60 Resultados de tonalidad del Amarillo Tularens vs Yellow Tularens ........................ 70
Tabla 61 Resultados de Tonalidad de Azul Novacron FNR VS Blue Novacron FNR ............... 70
Tabla 62 Resultados de solubilidad de colorante Reactivo.................................................... 71
Tabla 63 Grados de evaluación de solidez ............................................................................. 72
Tabla 64 Resultados de la prueba de Solidez al frote Seco / Húmedo .................................. 72
Tabla 65 Resultados de la prueba de Solidez al lavado ......................................................... 72
Tabla 66 Condiciones para el proceso de tricomias............................................................... 73
Tabla 67 Resultados de tonalidad de tricomias empleando colorantes de PERU PIMA VS
colorantes de la INDIA............................................................................................................ 74
Tabla 68 Grados de evaluación de solidez para las tricomias ................................................ 74
Tabla 69 Resultados de prueba de Solidez al lavado ............................................................. 75
I. RESUMEN
La empresa PERU PIMA está orientada a la producción de tejidos de fibras de
algodón, como también mezcla de algodón con poliéster, además de la elaboración
de toallas que satisface la alta demanda del mercado peruano. Estos tipos de telas
son elaborados desde la materia prima del algodón Pima (gossypium barbadense)
que es originario del Perú que pasa por un proceso de hilandería, tejeduría,
tintorería y estampado. En esta oportunidad nos enfocaremos en la parte de
tintorería ya que es la parte primordial para un óptimo teñido de las telas, es por
ello que en el presente Proyecto de investigación realizado en el LABORATORIO DE
TINTORERIA DE LA EMPRESA PERU PIMA S.A se llevó a cabo pruebas químicas de
desengomado, preblanqueo, detergentes, calibración de colorantes directos, y
reactivos, pruebas de solidez al lavado y al frote seco, con la finalidad de tener
teñidos altamente de calidad. La prueba de desengomado se realizó con el objetivo
para ver el grado de degradación de los restos de almidón presentes en la fibra con
ayuda de la escala de TEWEGA, en la prueba de detergentes se emplearon telas
crudas por lo que fueron preblanqueadas dándole un proceso continuo con la
finalidad que el tiempo de humectación y capilaridad sea rápida y eficiente. Para la
calibración y tricomias de los colorantes directos se trabajó a una temperatura de
98°C se empleó como patrón el Rosa Everdirect para que sea comparado con los
colorantes nuevos, Rosa Moderdirect Supra y Rojo Solofenil 7BE y saber su fuerza
tintórea que son ofrecidos a la empresa. Aquel resultado se determina con ayuda
del DATA COLOR que mide el grado de tonalidad de las telas. De la misma forma se
procede para las tricomias de color celeste empleando colorantes directos. Para la
prueba de calibración y tricomias con colorantes reactivos se trabaja a 60°C se
emplearon colorantes patrones como el Amarillo Tularens, Rojo Drimaren, Azul
Novacrom ECR para que sean comparados con los colorantes nuevos de la INDIA
Yellow Tularens, Red Drimaren, Blue Novacrom ECR y se realizaron solidez al lavado
en la maquina AHIBA y solidez al frote húmedo y seco en el Crockmeter. Las
tricomias practicadas con los colorantes reactivos fueron los siguientes colores
Caoba, Quartz y Singapur donde también se realizaron las solideces al lavado y al
frote. Después de todas estas pruebas se determinó que una tela bien
preblanqueada tiende a mejorar la absorbancia en la fibra para un óptimo teñido de
colorantes medios y claros.

8
II. PLANTEAMIENTO Y DELIMITACIÓN DEL PROBLEMA

La empresa PERU PIMA SA produce a diario todo tipo de fibras textiles, para la
línea mercados como PARAISO, CHAYDE Y CHAIDE, MELGAR, etc. Es por ello
que el control de calidad en línea en los procesos desde la tela cruda para
obtener un óptimo teñido debe ser responsable por los operarios que trabajan
en planta, ya que si no se toma en cuenta estos parámetros ocasiona defectos
en las fibras como en el proceso de desengomado manchas en el teñido, una
menor hidrofilidad, un menor grado de blanco, tacto áspero, etc. En el proceso
de desengomado los efectos que traería cuando no hay un control adecuado
serían blanqueos irregulares, amarillamiento del sustrato blanqueado,
aparición de agujeros por puntos de óxido, etc. Los problemas que suelen
presentarse en la etapa de teñido son una mala igualación de la temperatura
estas traería consigo diferentes tonalidades en la fibra como veteados,
manchas de colorante o por espuma, bajas solideces al lavado o al frote,
reprocesos, poca cantidad de colorante fijado en la tela y mayor cantidad de
colorante hidrolizado en el baño que es desechado. Es por ello que en el área
de tintorería de la empresa PERU PIMA SA, realizan diversas pruebas químicas
de simulación en la maquina AHIBA con el objetivo de hacer conocer los
parámetros de uso de los productos que se emplean en planta a los operarios
para que se realice un teñido de calidad y así mejorar cada vez más sus
procesos en planta.

9
III. OBJETIVOS

3.1. Objetivo general:

 Realizar las diferentes pruebas químicas para un óptimo teñido con


colorantes directos y reactivos.

3.2. Objetivo específicos:

 Evaluar y comparar la eliminación de restos de almidón de productos


químicos para el proceso de desengomado en fibras de algodón y driles.
 Evaluar y analizar la humectación, capilaridad y solidez en telas
preblanqueadas por detergentes químicos textiles.
 Efectuar y evaluara la calibración de colorantes reactivos y directos
nuevos frente a colorantes utilizados en la empresa en fibras textiles
 Ejecutar y analizar la prueba de solidez al lavado y solidez al frote seco y
húmedo

10
IV. FUNDAMENTOS TECNICOS

4.1. Sustento técnicos de la solución

4.1.1. TRATAMIENTO PREVIOS AL TEÑIDO DE TELAS DE ALGODÓN

Las telas producidas por la empresa PERU PIMA SA pasan por un previo
tratamiento para eliminar la mayor cantidad de impurezas presentes en la fibra y
así mejorar la absorbancia uniforme de los colorantes y productos químicos. Es
por ello que el tratamiento a seguir es el siguiente:
- Desengomado
- Descrudado
- Blanqueo Químico
- Antipilling

4.1.1.1. Desengomado:

El proceso de desengomado es un tratamiento de mayor uso en toda industria


textil y PERÚ PIMA SA es uno de ellos; lo emplean para las telas crudas de
algodón con el objetivo de eliminar los restos de goma de la urdimbre para que
de esta forma se logre una excelente humectación y así un buen descrude, un
buen pre blanqueo, una buena tintura y un buen acabado.

Cuando se le aplica a la fibra de algodón la enzima amilasa lo que sucede en este


proceso es la degradación biológica del almidón, ya que la amilasa reacciona con
las moléculas de este rompiendo el enlace 1,4 alfa-glucósido del almidón y no
afectan al polímero de celulosa 1,4 beta-glucósido de celulosa. Es por ello que en
la reacción que se da, el almidón es convertido en compuestos solubles para que
sean desechados por el lavado.

Los productos Químicos empleados para este proceso pueden ser las enzimas
amilasas rentables pero no agentes alcalinos y oxidantes porque este último
producto ataca a la celulosa como al almidón. Por lo que el desengomado
oxidante se utiliza para desechar gomas sin almidón que no sean solubles en
agua, como también desechar gomas de almidón con alcohol de polivinilo.

PERU PIMA SA emplea el Producto Químico ECOSTONE ADS es una enzima alpha
amilasa para desengomado, hidroliza el largo polímero de almidón
descomponiéndolo en segmentos más pequeños como dextrinas y sacáridos
completamente soluble en agua fría y caliente. Posee estabilidad a pH variados,
amplia gama de temperaturas de trabajo por ser termoestables (UNI-
QUÍMICA.CPPQ).

11
Tabla 1 Controles y efectos de un mal proceso de desengomado

PROCESO DE DESENGOMADO
PARAMETROS MAL PROCESO
Temperatura Manchas en el teñido
pH Menor hidrofilidad
Tiempo Tendencia al efecto moaré
Dureza del agua Menor grado de blanco
Concentración del electrolito Tacto áspero
Selección del tenso activo
Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 9)

4.1.1.2. Descrudado:

En este proceso se realiza la limpieza de impurezas de grasas, ceras, sales


minerales y pectinas, que están presentes en las telas de algodón con la finalidad
de facilitar una buena absorción de agua, ya que los colorantes por medio del
agua entran en contacto con las fibras celulósicas al igual que los productos de
acabado. PERU PIMA SA emplea este previo tratamiento para la uniformidad de
los teñidos que se realizan a diario y preparar al material para absorber agentes
de tratamientos posteriores.

En las fibras de algodón están presentes las grasas y las ceras que se encuentran
en la pared primaria de las telas, ocasionando que el agua no penetre la
superficie de la fibra este efecto se le llama hidrofóbicidad. Pero como se sabe la
procedencias de las grasas y las ceras según (Braulio, 2014, pág. 99)
“Químicamente la grasa se define como un triglicérido o ester derivado de la
glicerina y un ácido graso; y la cera como ester formado por ácido y un alcohol
graso”, como se conoce la procedencia de las grasas y las ceras la óptima
solución para eliminar estas impurezas de las fibras es aplicando la técnica de
saponificación, con ayuda de una solución de hidróxido de sodio o de potasio ya
que como se sabe esta técnica se realiza en caliente a una temperatura de 90°C a
110°C para que obtengan glicerol y sal alcalina, este último es un compuesto muy
soluble en agua por lo que es desechado por el baño.
Figura 1 Reacción de saponificación

Fuente: Control del Proceso de Teñido de las Fibras de Algodón (Pereira Boitano Juan Braulio,
2014, pág. 99)

12
Tabla 2 Controles y efectos proceso de descrudado

PROCESO DE DESCRUDADO
PARAMETROS EFECTOS DEL PROCESO MAL PROCESO
Temperatura Pérdida de peso Manchas orgánicas
Tiempo Pérdida de longitud Manchas minerales
Dureza del agua Aumento de la resistencia Fibras mal descrudadas
Concentración del álcali
Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 9)

4.1.1.3. Blanqueo Químico:

El Blanqueo Químico es un proceso para eliminar restos leñosos que se


presentan en las fibras de algodón que no han sido eliminados con los procesos
anteriores, es por ello que se realiza este tratamiento con el objetivo de
conseguir un alto grado de blancura, una total remoción de semillas y cascaras,
mejorar la absorbancia en la fibra para un óptimo teñido de colorantes medios y
claros, con un bajo porcentaje de grasas, ceras, metales pesados y impurezas.

El compuesto utilizado para que se lleve a cabo el proceso de blanqueo en fibras


celulósicas es el peróxido de hidrogeno un agente oxidante que se descompone
en productos puros que no contaminan el medio ambiente que es el agua y el
oxígeno. Se utiliza en baños con altas y bajas temperaturas.

La presencia de iones metalicos pesados en el proceso catalizan la


descomposición del anión perhidroxi, transformandolo en oxigeno molecular, es
por ello que es importante tomar en cuenta los estabilizadores, ya que frena la
descomposición del agente de blanqueo perhidroxi y sobrelleva un potencial
oxidante elevado adquiriendo suavidad en las fibras celulosicas.

Tabla 3 Controles y efectos de un mal Blanqueo Químico

PROCESO DE BLANQUEO QUIMICO


PARAMETROS MAL PROCESO
Temperatura Formación de oxicelulosa
pH Blanqueos irregulares
Tiempo Amarillamiento del sustrato blanqueado
Lavado Aparición de agujeros por puntos de oxido
Concentración del agente oxidante
Neutralizado
Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 11)

13
4.1.2. PRODUCTOS AUXILIARES QUE MEJORAN EL PROCESO DE BLANQUEO
QUÍMICO Y DESCRUDADO:

Los productos químicos auxiliares empleados para optimizar el proceso de


desengomado y descrudado son los siguientes:

4.1.2.1. Humectantes:

Son productos que reducen la tensión superficial en la preparación facilitando la


saponificación en el proceso de descrudado y ayudando a la fibra que tenga una
buena absorbancia con el colorante. Además los agentes humectantes son pre-
requisito fundamental para un adecuado teñido en un baño acuoso con una
completa inmersión del sustrato. El uso de los humectantes depende del proceso
de teñido, de la naturaleza y condición del material a teñir. (Lavado,2012, pág.
80)

4.1.2.2. Detergentes:

Son mezclas de sustancias aniónicas o también no iónicas que actúan sobre la


tensión superficial de los baños de tratamiento con el fin de deshacer y eliminar
la suciedad de los sustratos. Una característica adicional de los detergentes en su
capacidad de eliminar suciedades de tipo oleoso. Además de sus propiedades
principales, los detergentes también deben vigilar la formación de espuma y sus
características humectantes para poder ser usados en las máquinas actuales.
(Lavado,2012, pág. 80)

4.1.2.3. Dispersantes:

Son productos químicos que tienen la capacidad de mantener el colorante en


foulards y baños de tintura en fina dispersión e impedir precipitados molestos.
Los productos de basan en polímeros, alcoholes grasoso muy etoxilados y
sulfonatos. (UNIQUIMICA, 2009)

4.1.2.4. Secuestrante:

Este auxiliar es de mayor uso en PERÚ PIMA SA por su alta eficiencia en la


reducción de iones metálicos como Ca y Mg que están presentes en el proceso
de teñido que se realiza en las maquinas OVER-FlOW más conocidas en la
empresa como PAGGI Y SATURNO.

La finalidad de la eliminación de estos iones metálicos es con el propósito de


evitar la formación de sales metálicas poco solubles en el proceso de blanqueo y
teñido. Además también es utilizado en las calderas para no permitir la
formación de sólidos y que se adhieran a ellas. (UNIQUIMICA, 2009)

14
Los agentes secuestrantes en toda industria textil son 3 que se emplean
perfectamente sin ninguna complicación en el proceso que se desea utilizar estos
son:
- Polifosfatos.
- Ácidos Aminopolicarboxilicos.
- Ácidos hidroxicarboxilicos.
El agente secuestrante que es utilizado por PERU PIMA SA es el Tripolifosfato de
sodio es de la familia de los Polifosfatos otras industrias emplean al Pirofosfato
de sodio o al Trimetafosfato de sodio.

Figura 2 Estructura química de diferentes Polifosfatos

Fuente: Control del Proceso de Teñido de las Fibras de Algodón (Pereira Boitano Juan
Braulio, 2014, pág. 109)

4.1.2.5. Antiespumante:

Los materiales textiles retienen aire por su propia naturaleza y construcción. Este
aire debe ser expulsado de las fibras para facilitar la humectación del material a
facilitar los tratamientos en húmedo. Además, esta aportación de aire es la
responsable de la formación de espuma especialmente en los tratamientos en
máquinas de alta velocidad y elevada turbulencia. Intervienen sobre la tensión
superficial frenando o eliminando la espuma

Con la adición de antiespumantes, la tensión superficial entre el baño de


tratamiento y el sustrato se reduce provocando una humectación espontánea
del material sin presencia de espuma.

4.1.2.6. Antiquiebre:

Los productos anti quiebres lubrican la fibra reduciendo la formación de arrugas


o quiebres. Actúan en formas diferentes, cubriendo la fibra de lubricante o
aumentando la viscosidad del baño disminuyendo la fricción o con una acción
conjunta.

15
4.1.2.7. Estabilizadores:
Controlan la liberación del oxígeno del agua oxigenada en ambiente alcalino o
con la temperatura. La inestabilidad produce degradación de la fibra.

4.1.3. PROCESO DE TEÑIDO DE TELAS DE ALGODÓN

4.1.3.1. Clasificación de Colorantes:

Los colorantes utilizados en la empresa PERU PIMA en el área de Tintorería son


químicos que son empleados para poder teñir la variedad de fibras que se
producen a diario sean de Poliéster, celulósica, Poliamida, Acetato, etc. Es por
ello que la selección del colorante va a depender del desarrollo de este en la tela
y que sea resistente a las condiciones trabajadas en planta. Los colorantes más
utilizados por la empresa son los dispersos, directos y reactivos.

Tabla 4 Clasificación de fibras que pueden ser teñidas con colorantes

Fibra Colorante
Celulósica (natural y artificial) Directo, reactivo, a la tina, al azufre, naftol
Poliéster Disperso, básico
Poliamida Disperso, ácido, premetalizado
Acetato Disperso
Lana y seda Ácido, premetalizado
Acrilico Disperso, básico
Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 82)

4.1.3.2. Colorantes utilizados para fibras Celulósicas:

Los colorantes utilizados para las empresas textiles no solamente son para telas
que sean 100% algodón sino que además esta gran cantidad de materia prima se
mezcla con poliéster creando las fibras sintéticas. Es por ello que las fibras
celulósicas pueden teñirse con una gran cantidad de colorantes ya sean
reactivos, directos, tina, sulfuros y Azoicos insolubles. Los colorantes que se
emplearon para la elaboración del proyecto son los Reactivos y directos es por
ello que definiremos cada uno de ellos con su respectivo proceso de teñido.

4.1.3.3. Colorantes reactivos:

Los colorantes reactivos se distinguen por su alto grado de brillantez y su


excelente característica de solidez a la luz, al frote, al agua etc. Se puede utilizar
puros o mezclados entre sí, produciendo una variedad de vistosos matices.

Además es un tipo de colorantes orgánicos que tiene la peculiaridad de adherirse


a la tela de algodón formando enlaces de tipo covalente. La reactividad de estos
colorantes aumenta cuando se incrementa el pH y la temperatura. (ALLENAS,
2012)

16
Estos colorantes se componen básicamente de dos partes fundamentales una
parte de la molécula persiste los cromóforo y la otra parte el grupo reactivo
auxócroma.

Figura 3 Grupos Cromoforos y Auxocromos

Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 83)

La parte auxócroma se encarga de la sustantividad, solubilidad y de proveer el color


al colorante, de aquí que esta parte es importante cuando se realiza el matiz de
colores.

Figura 4 Estructura química de un colorante reactivo

CROMÓFORO Puente REACTIVO

Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 83)

El Cromóforo; es una parte de la molécula que se encuentra con carácter ácido y


estos compuestos con dobles enlaces que cumplen con la función de llevar el
colorante. Para ello es necesario que contenga en sus moléculas grupos
auxócromos que son los responsables de la fijación al sustrato a teñir, son capaces
de fijar la molécula del colorante y en algunos casos pueden intensificar el colorante
transferido por los grupos cromóforos.

El Grupo puente; es la aparte donde coexiste un enlace entre el colorante y el


grupo reactivo. Los radicales que están presentes son frecuentes, amino (-NH),
amido (Co-NH-), sulfonamida (-SO2-NH-)

17
El Grupo reactivo; es la parte importante en todo el proceso de teñido ya que este
es el conductor para que se de la reacción entre el colorante y la fibra a teñir en
este caso nos referimos a la fibra celulósica de algodón.

La empresa PERU PIMA SA. Trabaja para el proceso de teñido por agotamiento con
los colorantes Novacrom LS son tintes biorreactivos innovadores, con fuerza
tintorería, para el teñido en caliente. Es altamente compatible para un amplio
aspectro de sombras. Además es el primer colorante baja en sal en el mercado
textil. Solo se necesita 1/3 de la cantidad de la sal requerida por los colorantes
reactivos estándares.
Todas estas propiedades juegan un papel excelente para una buena
reproducibilidad y el comportamiento orientado al medio ambiente de los tintes
Novacrom LS.

El uso de estos colorantes beneficia a la empresa PERU PIMA en los aspectos de


calidad ambiental y costos como los siguientes:
- Menos colorantes y bajo porcentaje de sal en agua residual, lo que resulta
menos costos ambientales, ya que menos sal tiene un impacto positivo en la
eficiencia de la unidad biológica de tratamiento de agua.
- Menos corrosión de Maquinaria

A) Estructura molecular del Colorante:


Figura 5 Estructura química de colorante Novacron ECR

CROMOFORO PUENTE CROMOFORO

GRUPO REACTIVO GRUPO REACTIVO

Fuente: Efectos textiles Novacron LS Colorantes reactivos. HUNTSHAN Enriqueciendo vidas a través
de la innovación

Tabla 5 Funciones que cumplen su estructura del colorante

Dos Grupos Cromoforos Puente Grupo Reactivo


- Promueve alta afinidad - Brinda una buena - Reactividad media se
con la fibra flexibilidad a la fija a 60°C
- Permite la mejora de la molécula. - El colorante en la fibra
solidez a la fibra teñida - Seleccionado para es estable.
- Proporciona alta una solubilidad
intensidad de color máxima.
brillantez.
Fuente: Efectos textiles Novacron LS Colorantes reactivos. HUNTSHAN Enriqueciendo vidas a través
de la innovación

18
Comportamiento de Colorantes Reactivos en el sistema de Teñido:

Figura 6 Fijación de Colorante Monoreactivo y Novacron LS dye sobre la celulosa

TIPO DE COLORANTE MONOREACTIVO Colorante NOVACRON LS

Colorante Agotado ----------------------- 10.0% Colorante Agotado ----------------


Colorante fijado en la celulosa--------- 63.0% 10.0%
Colorante Hidrolizado-------------------- 37.0% Colorante fijado en la celulosa--
81.9%
Colorante Hidrolizad------------- 8.1%
Fuente: Efectos textiles Novacron LS Colorantes reactivos. HUNTSHAN Enriqueciendo vidas a través
de la innovación

Figura 7 Fijación de un tinte birreactivo sobre celulosa

Fuente: Efectos textiles Novacron LS Colorantes reactivos. HUNTSHAN Enriqueciendo vidas a través
de la innovación

19
4.1.3.4. Propiedades del colorante reactivo:

A. Sustantividad:

La sustantividad es una propiedad que tienen los colorantes al ser absorbidos


por la celulosa que está presente en la fibra de algodón y también a su
resistencia a la desorción. Estas condiciones se dan gracias al fuerte enlace
covalente que existe entre la fibra y el colorante. En el proceso de teñido debe
existir una alta sustantividad, ya que si no fuera de esta forma se corre el riesgo
de que exista una deficiencia de la tintura por agotamiento con los colorantes
reactivos, ocasionando que un mínimo porcentaje del colorante se halla
impregnado en la fibra y gran parte de este se halla quedado en solución del
baño de teñido, por lo que se haría difícil obtener colores medios y oscuros con
los colorantes que no tengan sustantividad por la fibra a teñir.

La sustantividad es un criterio muy importante para el proceso de tintura por


agotamiento, por lo que solamente se puede utilizar colorantes de media a
elevada sustantividad, ya que está relacionada estrechamente con el coeficiente
de difusión, donde un incremento del coeficiente causa una baja sustantividad y
al contrario. Es por ello que antes de teñir tenemos que analizar al colorante que
tan sustantivo es a la fibra para poder teñirla.

B. Afinidad:

La Afinidad es la atracción del colorante y la fibra debido a las fuerzas que


coexisten entre sus moléculas. Esta interacción va a depender de los grupos
cromóforos y del reactivo. Además la afinidad es directamente proporcional al
grado de porcentaje que es absorbido con el grado de fijación. Es por ello que la
afinidad del colorante es importante para que la fijación se haga notar.

Esta propiedad es importante para que presente una buena eficiencia en la


fijación debemos que incremente la reactividad ya que este a proporciona una
gran eficiencia de fijación. Es por ello que importante tener en cuenta que a una
mayor afinidad del colorante por la celulosa, la cantidad de colorante que es
absorbido por la fibra también será mayor y mucho mejor será el grado de
fijación. (Braulio, 2014)

C. Reactividad:
Es una propiedad que nos ayuda a clasificar a los colorantes reactivos por medio
del grado de reactividad y por el compuesto que forma con la fibra.
 Dependiendo del grado de reactividad:

20
Tabla 6 El grado de reactividad y temperatura de fijacipon del colorante reactivo con la fibra

Reactividad del colorante Temperatura de Fijación °C


Baja 80-90
Media 60
Alta 30-50
Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 84)

El grado de reactividad de estos colorantes va depender de varios factores


principalmente de la temperatura y el pH alcalino. En la empresa PERU PIMA SA
se utiliza colorantes reactivos con reactividad media.

La Reactividad es la principal propiedad de los colorantes reactivos. La reacción


que existe entre el colorante y la fibra se da con una energía pequeña es porque
existe una reactividad alta, es por ello que se dice que la reactividad es
inversamente proporcional a la energía requerida para que se lleve a cabo la
reacción entre el colorante y la fibra celulósica. Es por ello que la estabilidad del
colorante con la fibra se alcanza teniendo un equilibrio entre bajas temperaturas
y débiles álcalis. (Braulio, 2014)

Los colorantes reactivos que generalmente se utilizan en industrias textiles


pueden ser usados en temperatura fría, media y caliente. Además las ventajas de
teñir con colorantes de alta y baja reactividad es lo siguiente:

Tabla 7 Ventajas al teñir con colorantes Reactivos de baja y alta Reactividad

VENTAJAS AL TEÑIR CON COLORANTES REACTIVOS


BAJA REACTIVIDAD ALTA REACTIVIDAD
- Tiempo de fijación más lenta - Tiempo de fijación corto
- Mejora la penetración de los colorantes. - Aplicación muy económica.
- Mejor hinchamiento de las fibras celulósicas. - La baja temperatura de tintura produce un
- La temperatura elevada y el baño ayudan al consumo de energía bajo.
colorante al ser teñido en algodón con insuficiente - Mejor concordancia de matiz e intensidad
descrudado. sobre algodón/viscosa, que con colorantes de
tintura en caliente.
Fuente: Control del Proceso de Teñido de las Fibras de Algodón (Pereira Boitano Juan
Braulio, 2014, pág. 87)

4.1.3.5. Proceso de teñido con Colorantes Reactivos:

En este tipo de proceso los agentes químicos a utilizar y los parámetros a


controlar para obtener un óptimo teñido de calidad son los siguientes:

21
Tabla 8 Agentes Químicos y Parámetros para un óptimo teñido con colorantes Reactivos

PROCESO DE TEÑIDO CON COLORANTE REACTIVOS


Agentes Químicos Parámetros
Agua Blanda Temperatura
Sal Textil Tiempo
Carbonato de sodio Ph
Hidróxido de sodio (NaOH) Concentración del electrolito (sal)
Ácido Acético concentrado Relación de Baño
Detergente Textil Agua
Fuente: La industria textil y su control de calidad (Lavado, 2012, pág. 85)

Como se conoce que para iniciar este proceso de teñido de la fibra tuvo que
haber pasado por un proceso de pre-blanqueo para eliminar todas las impurezas
presentes en la tela.

Pasado esa etapa se procede a teñir, pero antes tenemos que cerciorarnos que
no haya residuos de ácido, soda y peróxidos aquellos compuestos que fueron
empleados para aquel proceso de blanqueo por lo que el pH del baño debe estar
en un rango de 6-7 donde nos indica que es seguro iniciar el teñido de las telas

A. El agua de proceso:

La planta de tintorería de la empresa PERU PIMA SA. utiliza agua blanda en todo
el proceso de teñido es por ello que es un parámetro importante a controlar, por
los constantes problemas que suceden en planta como en vez de estar
ingresando agua blanda en las maquinas OVER-FLOW ingresa agua dura y corre
el riesgo que el teñido no cumpla con los requerimientos establecidos debido a
que según (Lavado, 2012, pág. 37) “las aguas duras pueden producir
precipitación de los colorantes aniónicos, por la formación de sales de calcio
insoluble” es por ello que para evitar esto se le agrega unos agentes auxiliares
como secuestrante y tripolifosfato que tienen la función de acomplejar estos
metales.

B. Influencia de la Relación de Baño:

La relación de baño es uno de los parámetros de gran importancia para el teñido


de telas de algodón. Se sabe que cuando se utiliza una relación de baño mayor,
el porcentaje del colorante que es absorbido por la fibra es menor y la mayor
parte se va en el baño, es por ello que para evitar se agrega sal textil alargando el
proceso de teñido. Además también a mayor relación de baño involucra reducir
el proceso de agotamiento.

22
C. Temperatura:

La temperatura cumple un factor muy importante en el proceso de teñido ya que


un aumento de la temperatura disminuye el agotamiento al equilibrio. Los
colorantes reactivos se utilizan a un rango de temperatura de 20°C a 90°C
dependiendo, si el coeficiente de difusión son altos es factible realizar el teñido
en frio. Además hay teñidos que se realiza en caliente cuando la fibra a teñir son
gruesas es por ello que es necesario elevar la temperatura para que el colorante
pueda penetrar a la fibra sin ningún defecto.

D. Sal textil:

La cantidad de sal necesaria se añade de varias maneras y de acuerdo con las


máquinas o aparatos que se utilizan. Por lo general se añade la sal al baño de
tintura antes del colorante pero, a los colorantes que son muy sustantivos se
añade después del colorante. El procedimiento más conveniente es el de añadir
la sal en porciones antes y después del colorante para obtener una disolución
uniforme de la sal en el baño.

La sal textil, es uno de los factores principales para teñido con colorantes
reactivos, ya que con esta sustancia se consigue el máximo agotamiento del
colorante sobre el tejido, de igual manera que en las fibras de algodón, en este
caso, las cantidades por emplear son mayores.

La adición de la sal textil en el proceso de teñido es un parámetro de suma


importancia a controlar, ya que este electrolito influye en la absorción del
colorante hacia la tela según dicho por (Lavado, 2012, pág. 37) menciona que “La
adición de sales de sodio sea cloruros o sulfatos en cantidades considerables
aumenta el agrupamiento de micelas de los colorantes aniónicos”. Además se
sabe que la cantidad sal a utilizar en el proceso va a depender a la relación de
baño y de la concentración de colorante, a colores oscuros la cantidad de
electrolito será mayor, caso contrario si se tiñe colores claros menor será la
cantidad de sal. La misma situación se presenta cuando a menor relación de
baño se emplea menor cantidad de electrolito.

23
Tabla 9 Concentración de Sal

Telas 100% algodón


R.B: 1/10 T = 60°C
% colorantes Sal (g/L)
<0.1 10
0.1 - 0.2 20
0.2 - 0.3 30
0.3 - 0.5 40
0.5 - 1.0 50
1.0 2.0 60
2.0 3.0 80
3.0 4.0 80
Fuente: Datos proporcionados por la empresa PERÚ PIMA SA.

E. Tampón:

El tampón son compuestos amortiguadores de pH, esto quiere decir, que


cuando se agrega un ácido o una base el cambio de pH será poco apreciable.
El tampón se emplea para asegurar que el valor de pH no varíe rápidamente
sobre el material y en el baño de tintura. Este compuesto se llama TEXIDROL
se adiciona al inicio del proceso de teñido junto con la sal. (UNIQUIMICA,
2009)

F. Carbonato de sodio y Soda Caustica:

La adición de este compuesto químico en el proceso de teñido se utiliza


comúnmente en la empresa PERU PIMA SA, ya que según Lange´s Handbook of
Chemistry es una base débil con un pKa de 10.329 y pKb a 4.329; quiere decir
que este compuesto es usado porque es muy soluble en agua ayudando a que
todo el proceso de tintorería salga satisfactoriamente.

La fijación del álcali se obtiene a una temperatura de 80-95°C para algodón,


puede emplearse soda cáustica o carbonato de sodio o bien una mezcla de estos
dos.
Su modo de uso del carbonato es por partes para que el teñido sea parejo y
también para que el pH suba lentamente, para evitar que el carbonato pueda
precipitar en la tela; este fenómeno es conocido como “vetiadura”. La adición de
carbonato se incrementa al aumentar la concentración del colorante.

F.1. Buffer o Alcaligeno:


Este agente químico lleva el nombre buffer en toda industria textil, se emplea
para obviar las dosificaciones de carbonato y de soda en caliente, ya que este
compuesto se adecua cómodamente a una temperatura de 30°C o 40°C
enfrió su temperatura de agotamiento es a 98°Cy es más fácil su empleo por

24
lo que se dosifica al inicio del proceso en cambio con el carbonato se debe de
agregar a 60°C.

G. Neutralizado:

El ácido acético concentrado es uno de los compuestos más usados en la


industria textil. Este compuesto es un ácido débil con un pka de 4.756 y sirve
para neutralizar a la soda caustica diluido y también se encarga de disolver al
carbonato de calcio (sarro) que frecuentemente se sedimenta en las máquinas
de teñido. La adición del ácido concentrado se realiza antes del jabonado y la
concentración para el neutralizado es al 1% en volumen

H. Jabonado:

El jabonado se emplea detergentes con la finalidad de eliminar restos de los


agentes químicos utilizados en la mejora del proceso como soda, carbonato y
colorantes hidrolizados; esta operación se realiza en caliente y da como
resultado la buena solidez del colorante hacia la tela. Finalmente se da el
proceso de enjuague donde elimina todo tipo de compuesto disuelto en el agua
que puede interferir con el producto teñido y finalmente es seca

I. Enjuague:
Es el proceso final donde se elimina todo tipo de compuesto disuelto en el agua
que puede interferir con el producto teñido, luego se descarga y se seca.

4.1.3.6. Colorantes Directos:

Son colorantes aniónicos, son solubles en agua se unen a las fibras de algodón
por medio de los enlaces puente hidrogeno y fuerzas de Van der Walls; en
presencia de electrolitos La fijación del colorante con la fibra se da cuando se
añade sal para controlar el porcentaje de absorción del colorante por la fibra. No
son tan caros y están disponibles en una gran variedad de tonos.

4.1.3.6.1. Clasificación SDC de los colorantes directos:

La forma más frecuente de clasificar a los colorantes directos está basada en sus
características tintóreas. La clasificación SDC de los colorantes directos está
basada esencialmente en la compatibilidad de los colorantes entre sí, bajo
ciertas condiciones de teñido. Esto quiere decir que los colorantes que caen
dentro de alguno de estos grupos SDC, tienen características tintóreas similares a
las de otros colorantes que están dentro del mismo grupo, y diferentes de las de
aquellos que están en otros grupos. Existen tres grupos de colorantes directos:

A. Grupo A. Colorantes directos autorregulables:

25
Los colorantes directos que caen dentro de este grupo tienen buenas
propiedades de migración y son capaces de teñir uniformemente, aun cuando
el electrolito sea agregado al inicio del teñido. Pueden requerir de cantidades
de sal relativamente grandes para agotar bien, es decir, para emigrar
completamente, o casi completamente, desde la solución de tintura hacia el
material que se ha de colorear; esto es debido a que tienen baja sustantividad.
Son colorantes de peso molecular relativamente bajo, con uno o dos grupos
azoicos y varios grupos sulfónicos, por lo que su solubilidad en agua es elevada.

B. Grupo B. Colorantes directos controlables por medio de la sal:

Estos colorantes tienen propiedades de migración relativamente malas y son


sensibles a la presencia de sal en el baño de tintura. Pueden ser teñidos
uniformemente por adición controlada de electrolito, usualmente después de
que el baño de tintura ha alcanzado la temperatura de agotamiento. Son de
mayor peso molecular que los colorantes del grupo A y contienen menor
cantidad de grupos sulfónicos que aquellos.

C. Grupo C. Colorantes directos controlables por medio de la sal y la


temperatura:

Estos colorantes presentan malas propiedades de migración, y su sustantividad


aumenta muy rápido con el incremento de la temperatura. La velocidad de la
tintura es controlada mediante el gradiente de temperatura del baño,
particularmente en las regiones de temperatura donde el agotamiento es más
rápido, así como también controlando las adiciones de sal. Algunos de estos
colorantes requieren muy poca sal para lograr un buen agotamiento.
Generalmente se trata

4.1.3.6.2. Propiedades de los colorantes Directos:

Presentan las siguientes


- Muy fácil aplicación
- Bajos costos de producción
- Colores brillantes
- Alta afinidad tintórea por la fibra
- Amplio rango de solideces
- Bajas solidez a los tratamientos húmedos

4.1.3.6.3. Parámetros del proceso de teñido con colorantes Directos:

Un teñido uniforme y reproducible puede lograrse si se conoce los parámetros


que gobiernan los procesos, en el caso del teñido con colorantes directos, éstos
son:

26
- Temperatura
- Electrolito
- Relación de baño y agitación del baño
- Tiempo
- pH

4.2. Posibles Soluciones:

La mejora para tener un óptimo teñido se debe realizar pruebas químicas


para conocer la resistencia productos a utilizar en planta es por ello que se
plantea lo siguiente:

Tabla 10 Soluciones para tener un óptimo teñido

PRUEBAS QUIMICAS Excelente Bueno Regular Malo


Desengomado de telas crudas
empleando productos químicos de
diferentes proveedores para un Proceso

Continuo 25°C
Desengomado de telas crudas
empleando productos químicos de
diferentes proveedores para un Proceso

de agotamiento 98°C
Preblanqueo de telas crudas empleando
detergentes de diferentes proveedores
para un Proceso Continuo 25°C

Preblanqueo de telas crudas empleando
detergentes de diferentes proveedores
para un Proceso agotamiento 98°C

Calibración y tricomias de colorantes
Directos de diferentes proveedores

Calibración y tricomias de colorantes
Reactivos de diferentes proveedores

Solidez al frote húmedo / Seco y Solidez
al lavado a las tricomias y calibraciones
realizadas con colorantes directos y

reactivos
Lecturas de tonalidades empleando es
espectrofotómetro de reflectancia
DATA COLOR

Fuente: Elaboración propia

27
V. DESARROLLO DE LA SOLUCIÓN:

Se aplicaron diferentes tipos de pruebas con el objetivo de obtener un buen


teñido de calidad con colorantes directos y reactivos.

5.1. Prueba de Desengomados:

Propiedades fisicoquímicas de los productos a evaluar:

Tabla 11 Propiedades fisicoquímicas de los productos químicos a evaluar

PRODUCTOS PROVEEDOR Apariencia % de sólidos pH


Física refractómetro

ECOSTONE ADS CPPQ Liquido de 13 6.5


(CPPQ) color
amarillento
GLOBODESIZE APX GLOBAL Liquido de 22.5 6.5
color
caramelo
RUCOLASE MK-40 LQ RUDOLF Liquido de 17.5 6-6.5
REIMSAC color
caramelo
Fuente: Datos proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

5.1.1. Prueba de Desengomados en telas crudas de 100% algodón:

A. Materiales e Insumos químicos:

Los insumos a utilizar son:


- Humectante Nocopal
- Sal textil
- Ácido Acético CC.
- Ecostone ADS
- Globodesize APX

Los materiales a utilizar son:


- 03 Telas crudas delgadas de algodón al 100% de 10g c/u
- 03 Telas crudas gruesas de algodón al 100% de 10g c/u

B. Procedimiento:

Se preparó dos soluciones de 1L para el proceso de desengomando donde se


utilizó los siguientes productos Químicos el ECOSTONE ADS como patrón y en la
otra GLOBODESIZE APX (muestra) a las siguientes concentraciones:

28
Tabla 12 Soluciones para el proceso de desengomado para telas 100% Algodón

PRODUCTOS ECOSTONE ADS GLOBODESIZE APX


HUMECT NOCOPAL 2g/L 2g/L
SAL TEXTIL 6.7g/L 6.7g/L
ACIDO ACETICO CC 0.5g/L 0.5g/L
DESENGOMADOS 3% 3%
Fuente: Elaboración Propia

Se recomienda que al momento de preparar la solución se realice en el orden


mostrado. Además tenemos que tomar en cuenta que al momento de agregar el
Ácido Acético no nos excedamos, ya que como se sabe que este compuesto se
hidroliza fácilmente con el agua y tiende a bajar el pH rápidamente es por ello
que se recomienda hacerlo lentamente para llegar al rango de (pH=5) que es el
parámetro a trabajar.

Ya preparada la solución se cargan seis tubos en la maquina AHIBA de la


siguiente manera

Tabla 13 Tubos de prueba

TUBOS 1 2 3
PRODUCTOS ECOSTONE ADS GLOBODESIZE APX GLOBODESIZE
APX
Tela cruda delgada 3% 3% 1.5%
TUBOS 4 5 6
PRODUCTOS ECOSTONE ADS GLOBODESIZE APX GLOBODESIZE
APX
Tela cruda gruesa 3% 3% 1.5%
Fuente: Elaboración Propia

Para ello se utilizó en la maquina AHIBA el Programa # 51:

Figura 8 Proceso de Agotamiento para el proceso de desengomados en telas 100% algodón

Programa # 51 20min
70 ºC
pH = 5-7

20min
50 ºC

Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Pasado los primeros veinte minutos de haber iniciado la simulación se retiraron


muestras de Telas de cada Tubo a una temperatura de 50ºC y se llevó al horno

29
para que sean secadas a una temperatura de 130ºC para comprobar si el
GLOBODESIZE APX supera al ECOSTONE ADS en el Proceso de desengomado. De
la misma forma se retira cuando la temperatura alcanzo los 70ºC.

Ya teniendo las telas secas, finalmente se realizaron las pruebas con yodo y agua
dura para ver la escala de TEWEGA que nos indica que tan eficiente es el
producto Químico GLOBODEZISE APX en la degradación de Restos de almidón en
telas crudas gruesas y delgadas al 100% de algodón para una buena humectación
de la fibra con el colorante.

Figura 9 TEWEGA - SKALA

Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

5.1.2. Prueba de desengomado en telas de algodón PIMA:

A. Materiales e Insumos químicos:


Los insumos a utilizar son:
- Astranat
- Sal textil
- Ácido acético CC pH = 6
- Ecostone ADS
- Rucolase MK-40 LQ

Los materiales a utilizar son:


- 02 telas crudas delgadas de algodón PIMA
- 02 telas crudas gruesas de algodón PIMA

B. Procedimiento:

Se preparó dos soluciones de 1L para el proceso de desengomando donde se


utilizó los siguientes productos Químicos el ECOSTONE ADS como patrón y en la
otra RUCOLASE MK-40LQ (muestra) a las siguientes concentraciones:

30
Solución para telas de algodón PIMA:

Tabla 14 Soluciones para el proceso de desengomado en telas de algodón PIMA

AGENTES QUÍMICOS ECOSTONE ADS RUCOLASE MK-40LQ


ASTRANAT 1g/L 1g/L
SAL TEXTIL 5g/L 5g/L
ACIDO ACETICO CC pH = 6 pH = 6
DESENGOMADOS 5g/L 5g/L
Fuente: Elaboración Propia

Se recomienda que al momento de preparar la solución se realice en el orden


mostrado, pero antes de agregar el ácido acético concentrado se vierta 1L de
agua dura y ajustar la solución a pH=6. Además tenemos que tomar en cuenta
que al momento de agregar el Ácido Acético no nos excedamos, porque como se
sabe que este compuesto se hidroliza fácilmente con el agua y tiende a bajar el
pH rápidamente es por ello que se recomienda hacerlo lentamente para llegar al
rango de (Ph=6) que es el parámetro a trabajar.

Otro propósito por el cual tiene que agregarse en ese orden es porque el ácido
acético le da el medio para que el producto Químico utilizado en el proceso de
desengomado funcione eficientemente para obtener un teñido de calidad.

Ya preparada las dos soluciones para telas algodón PIMA se le da un proceso


continuo a temperatura de ambiente T = 25ºC con un tiempo de reposo de 20h
para el ECOSTONE ADS y 21h para el RUCOLASE MK-40LQ. Terminado el tiempo
de reposo se pasó a medir el pH de cada solución registrando lo siguiente:

Tabla. 15 Medición de pH de soluciones en proceso continúo

Tabla 15 Medición de pH de soluciones en proceso continúo

ECOSTONE
ADS RUCOLASE MK-40LQ
pH 6.6 5.6
Fuente: Elaboración Propia

31
Figura 10 Soluciones para telas de algodón PIMA Proceso Continuo

Luego se procedió a retirar las dos telas de cada solución, para ser lavado por
separado en agua dura hirviendo a temperatura de 98ºC por un tiempo de 5min

Figura 11 Etapa de lavado de las telas

Pasado los cinco minutos de haber iniciado la etapa de lavado se retiran las telas
y son llevadas al horno para que sean secadas a una temperatura de 130ºC.
Finalmente se realizar la prueba de yodo y agua dura para ver la escala de
TEWEGA que nos indica que tan eficiente es el producto Químico RUCOLASE MK-
40LQ en la degradación de Restos de almidón en telas crudas gruesas y delgadas
de algodón PIMA para una buena humectación de la fibra con el colorante.

32
5.1.3. Prueba de desengomado en telas Driles:

A. Materiales e Insumos químicos:

Los insumos a utilizar son:


- Astranat
- Sal textil
- Ácido acético CC pH = 6
- Ecostone ADS
- Rucolase MK-40 LQ

Los materiales a utilizar son:


- 02 telas driles de 5g c/u Art. MTP.286

B. Procedimiento:

Se preparó dos soluciones de 1L para el proceso de desengomando donde se


utilizó los siguientes productos Químicos el ECOSTONE ADS como patrón y en la
otra RUCOLASE MK-40LQ (muestra) a las siguientes concentraciones

Solución para telas driles

Tabla 16 Soluciones para el proceso de desengomado en telas Driles

AGENTES QUÍMICOS ECOSTONE ADS RUCOLASE MK-40LQ


ASTRANAT 1g/L 1g/L
SAL TEXTIL 5g/L 5g/L
ACIDO ACETICO CC pH = 6 pH = 6
DESENGOMADOS 10% 5g/L
Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Se recomienda que al momento de preparar la solución se realice en el orden


mostrado, pero antes de agregar el ácido acético concentrado se vierta 1L de
agua dura y ajustar la solución a pH=6

Ya preparada la solución se cargan dos tubos en la maquina AHIBA de la


siguiente manera:

Tubo 1: se vertió 100ml de solución Rucolase MK-40LQ a las siguientes


condiciones:

33
Tabla 17 Parámetros del proceso de desengomado en telas driles por Agotamiento

Relación de Baño 1/10


Peso de tela 10g
Temperatura 60ºC
Tiempo 2h
Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Figura 12 Proceso de Agotamiento para el proceso de desengomados en telas Driles

La curva utilizada fue C#25

2h

Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Pasado las 2h se procede a retirar la tela de la solución para ser lavado en agua
dura hirviendo a temperatura de 98ºC por un tiempo de 5min.

Pasado los cinco minutos de haber iniciado la etapa de lavado se retira la tela y
es llevada al horno para que sea secada a una temperatura de 130ºC

Tubo 2: 10% de Ecostone ADS, es decir se pesó 10g de Ecostone ADS y se diluye
en 100ml H2O blanda, ya prepara la solución se toma una alícuota de 10ml y se
vierte al tubo de la maquina AHIBA, pero como se sabe que el baño es 100ml se
completa con 90ml de la solución de 1L preparada con los compuestos químicos
indicados en la tabla pero no se incluye al ECOSTONE ADS

La prueba de desengomado con el Ecostone se trabaja a las siguientes condiciones:

34
Tabla 18 Parámetros del proceso de desengomado en telas driles por Agotamiento

Relación de Baño 1/10


Peso de tela 10g
Temperatura 90ºC
Tiempo 2h
Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Figura 13 Proceso de Agotamiento para el proceso de desengomados en telas Driles

La curva utilizada fue C#26


1h
T =90ºC

T = 70ºC 1h

Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Pasado las 2h se procede a retirar la tela de la solución para ser lavado en agua
dura hirviendo a temperatura de 98ºC por un tiempo de 5min.
Pasado los cinco minutos de haber iniciado la etapa de lavado se retira la tela y
es llevada al horno para que sea secada a una temperatura de 130ºC

Finalmente ya teniendo las telas de algodón PIMA y las telas driles


completamente secas, se realizan las pruebas con yodo y agua dura para ver qué
tan eficiente es el producto Químico RUCOLASE MK-40LQ en la degradación de
Restos de almidón en telas driles pre blanqueadas con ayuda de la escala de
TEWEGA que nos indica el grado de eliminación de impurezas de la tela.

5.2. Prueba de detergentes:


Propiedades fisicoquímicas de los productos a evaluar

35
Tabla 19 Propiedades fisicoquímicas de Detergentes a evaluar

Producto Proveedor Apariencia pH %Solidos Ionicidad


Liquido
Detergente
Uniquimica viscoso 5.5 26.5 % No iónico
DTH
transparente

Química Liquido Aniónico/ No


DSE03/A 2.0 65.5 %
Nava transparente iónico
Liquido
Applidet
Applichem viscoso 5.5 15.0 % No iónico
NFS
transparente
Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

5.2.1. Prueba de detergentes en fibras textiles:

A. Materiales e Insumos químicos:

Los insumos a utilizar son:


- DSE03/A
- Applidet NFS
- Antiespumante Despumex 840
- Estabilizador-4
- Secuestrante Power Sequión
- Desengrasante Helpasol FLP
- Soda Caustica
- Agua oxigenada
- Colorante blanco óptico Treephor TOP
- Colorante Turqueza BRLE

Los materiales e Instrumentos a utilizar son:


- Tela Cruda (Art.33.180) y tela de gramaje pesado
- Refractómetro
- Maquina tintórea AHIBA.

B. Procedimiento:
Para la prueba de detergentes en telas crudas lo primero que se hizo fue pre
blanquear las fibras en un proceso de Continuo, por lo que se preparó
soluciones con los respectivos detergentes a evaluar a las siguientes
concentraciones:

36
Tabla 20 Soluciones para el pre blanqueo de las fibras crudas de Art.33.180

Detergente
Detergente Detergente
Productos Applidet
DTH DSE 03/A
NFS
Antiespumante 0.5 g/ 0.5 0.5
Detergente 5 5 5
Estabilizador 8 8 8
Secuestrante 5 5 5
Desengrasante 5 5 5
Soda caustica 50% 40 40 40
Agua oxigenada 50 50 50
Óptico 3 3 3
Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Se recomienda que al momento de preparar la solución se realice en el orden


mostrado a excepción del antiespumante este se prepara aparte en una dilución
de 1g en 100ml de agua blanda.

Luego se agrega los cuatro agentes químicos presentes en la tabla y se diluye en


500ml, para luego agregar la soda y agua oxigena juntos produciendo espuma ya
que esto se contrarresta con la solución previamente preparada de
antiespumante, controlado esto se le agrega 3g de blanco óptico y se enrasa a 1L
y se agita para tener una solución homogénea.

Se deja reposar por 24 horas cada preparación para observar el poder de la soda
caustica sobre cada detergente muestra, luego se sumerge una muestra de tela sobre
cada solución muestra y se deja reposando por 24 horas más para luego observar y
detallar el grado de blanco de cada tela, humectación y prueba de tintura respectiva.

B.1. Prueba de espuma

Se prepara 3 muestras de 5 g/L de cada detergente a tratar, luego se toma 100 mL de cada
solución de detergente para luego realizar 20 agitaciones a mano.
Por consiguiente, después de realizar las agitaciones de cada muestra se comienza a tomar
el tiempo y se mide al final cuanto de espuma ha quedado en cada recipiente.

B.2. Prueba de capilaridad

Proceso en frio

Se prepara 3 muestras de 5 g/L de cada detergente a tratar, luego se procede a sumergir


las telas crudas imitando el proceso a la continua para que sean secadas finalmente y

37
observar la capilaridad en un baño de tintura con colorante turquesa BRLE midiendo a los 5
min el avance del colorante sobre las muestras.

Proceso en caliente

Similar al proceso anterior pero con la diferencia del baño de detergente por agotamiento
utilizando la maquina AHIBA para este procedimiento (Utilizar la curva de jabonado a 98
°C), luego proceder al baño de tintura y medición de avance.

B.3. Prueba de humectación

Se prepara una solución de colorante turquesa BRLE y se procede a humectar las telas
crudas pasados por una solución de detergente a 5 g/L (en frio y caliente) y las telas pre
blanqueadas a la continua. Se procede a humectar las muestras también en agua dura y se
mide el tiempo respectivo de esparcimiento total de la gota.

B.4. Prueba de tela teñida y estampada

Tela teñida

Las telas preblanqueadas a la continua (tela delgada 33.180 y tela de gramaje grueso) se
tiñen con colorantes reactivos según la siguiente tricromía:

Tabla 21 Concentraciones de colorantes

Color CAMEL
Colorante Proporción %
(1/100) al peso de tela
Amarillo FN2R 0.21
Rojo TS3B 0.15

Azul FNR 0.23


Fuente: Proporcionados por la empresa PERU PIMA SA

Luego se procede a comparar el grado de color de la muestra patrón (tela con detergente
DTH) vs. El grado de color de las otras muestras (con detergente DS03/A y detergente
Applidet NFS).

Tela estampada

Las telas preblanqueadas siguen el proceso de estampado-secado-fijado para observar el


poder de absorción del tinte sobre cada muestra mediante las pruebas de solidez al frote
seco y húmedo además de la solidez al lavado cuantificado por el grado de transferencia de
color y cambio de color en el Datacolor.

38
5.3. Prueba de Calibración y Tricomias con colorantes Directos:

A. Materiales, Instrumentos e Insumos Químicos:

Los insumos a utilizar son:


- Astranat XT
- Sal Textil
- Colorante Rosa Everdirect FR
- Colorante Rosa Moder FR
- Colorante Solofenil Rojo 7BE
- Colorante Azul Everdirect BRL
- Amarillo Everdirect PG
- Agua Blanda

Materiales e Instrumentos a emplear son:

- 33 telas de 5g c/u del Art. 149


- 3 telas de 10g c/u del Art. 11.149.25
- Maquina AHIBA
- 33 Tubos de Prueba
- 03 tubos de ensayo
- 06 matraces Erlenmeyer

B. Procedimiento:

B.1. Prueba de Calibración:


Inicialmente se prepara el baño para todo el proceso que consiste en 5g de
Astranat disuelto en 1L de agua blanda.
Luego se procede a la preparación de la tintura de teñido por lo que se pesa 1g
de colorante y se diluye en 100ml de agua blanda caliente, si es necesario
calentar la solución, para asegurarnos que el colorante se halla disuelto
completamente, lo mismo se realiza con los demás colorantes directos a
emplear.

39
Tabla 22 Etapa de preparación de Colorantes Directos

Colorantes Dilución
Rosa EverDirect FR ---------------- 1/100
Rosa Moder FR--------------------- 1/100
Solofenil Rojo 7BE------------------ 1/100
1era Parte 2da Parte

Se calienta los colorantes Después del proceso de Calentamiento


Concentrados
Fuente: Elaboración Propia

Luego se toma una alícuota de 1ml del colorante concentrado y se diluye en 9ml de
agua blanda aquella dilución es de 1/1000

Seguidamente se hace la dilución de 1/10000 tomando una alícuota de 1ml del


colorante concentrado y se diluye en 99ml de agua blanda

Tabla 23 Etapa de Dilución de Colorantes Directos 1/1000 y 1/10000

Colorantes Dilución Colorantes Dilución


Rosa EverDirect FR ---------------- 1/1000 Rosa EverDirect FR -------------- 1/10000
Rosa Moder FR--------------------- 1/1000 Rosa Moder FR------------------- 1/10000
Solofenil Rojo 7BE----------------- 1/1000 Solofenil Rojo 7BE---------------- 1/10000

Fuente: Elaboración Propia

40
Posteriormente se formula las concentraciones con sus diluciones a utilizar:

Tabla 24 Concentraciones de colorantes empleados para calibrar

Colorante Concentración del Colorante


# de Calibraciones 1 2 3 4 5 6 7 8
Dilución 1/10000 1/1000 1/1000 1/1000 1/1000 1/100 1/100 1/100
Rosa EverDirect FR 0.001% 0.005% 0.008% 0.01% 0.015% 0.02% 0.1% 0.30%
Rosa Moder Supra FR 0.001% 0.005% 0.008% 0.01% 0.015% 0.02% 0.1% 0.30%
Rojo Solofenil 7BE 0.001% 0.005% 0.008% 0.01% 0.015% 0.02% 0.1% 0.30%

Concentración del
Colorante Colorante
# de Calibraciones 9 10 11
Dilución 1/100 1/100 1/100
Rosa EverDirect FR 0.35% 0.40% 0.50%
Rosa Moder Supra FR 0.35% 0.40% 0.50%
Rojo Solofenil 7BE 0.35% 0.40% 0.50%
Fuente: Elaboración Propia

Posteriormente se hace los cálculos respectivos para ver la cantidad de solución


utilizar en el proceso de teñido

Datos:

Relación de Baño en calibración 1/10


Peso de Tela 5g
Concentración 0.001%

La relación de baño se lee de la siguiente manera en 1g de tela le corresponde 10ml


de baño, es por ello que primero se calcula la cantidad de baño que se va a emplear
en el proceso

1g de Tela -------------------------10ml de Baño


5g de Tela ------------------------- X ml de Baño

X =50ml de Baño

Ya sabiendo la cantidad de baño a utilizar se procede a cuanto de volumen del


colorante se utilizara la siguiente formula

41
Ya teniendo el porcentaje a utilizar se le multiplica por su respectiva dilución para
saber la cantidad de volumen utilizar para el proceso de teñido

Pero como se observa que el porcentaje a utilizar su dilución no puede ser de 1/100
porque el volumen a emplear seria 0.005ml del colorante disuelto, siendo
complicado tomar esa cantidad de alícuota, es por ello que se incrementa la
dilución para que de esta forma facilitar el proceso de calibración

El resultado a emplear es tomar una alícuota de 0.5ml de la dilución de 1/10000

De la misma forma se plantea para las demás concentraciones

Luego se toma el volumen calculado para cada calibración y se vierte en cada tubo
de la maquina AHIBA.

Terminado de colocar el colorante se le añade 50ml del baño y 5g de tela a cada


tubo para finalmente cerrarlos, llevarlos a la maquina AHIBA y programar la C#4

Figura 14 Proceso de Teñido empleando colorantes Directos

Programa # 4 Teñido Directo Claro y Medios a 98°C (80min)

100°C 40 min

80°C 10´

10 min
60°C 60°C

40°C 2

1 3
1 = Color + auxiliar + tela
2 = Adición de Sal Textil
3 = Descarga del Baño y de la Tela

Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

42
Como se indica en la curva # 4 pasado 10 minutos de estar en la temperatura de
80°C se dosifica sal textil de una solución previamente se prepara de 20g/l como se
indica en la tabla. 7, se toma una alícuota de 5ml y se vierte en cada tubo de prueba
para que siga su proceso

Terminado el teñido en la maquina AHIBA se descargan todas las muestras de telas


y el baño a excepción de las fibras que fueron calibradas a una concentración de
0.5% de colorante ya que el baño del proceso se filtra para asegurarnos que no haya
una caída del colorante en la prueba.

Figura 15 Etapa de filtración de baños finales de teñido de colorantes 0.5%

Ya teniendo las telas secas con ayuda del DATA COLOR se compara la tonalidad de
los colorantes, teniendo como patrón al Rosa Everdirec FR que es el colorante
utilizado por la empresa y será comparado por los colorantes Rosa ModerDirect
Supra FR y Rojo Solofenil 7BE con el objetivo de ver que tan cerca de la tonalidad
del colorante patrón están.

B.2. Prueba de Tricomías:

Consiste en hacer una simulación del teñido de color celeste donde se empleó los
colorantes Rosa Everdirect FR y Rojo Solofenil 7BE que están aprueba a las
siguientes concentraciones acompañados con el Azul Everdirect BRL y Amarillo
Everdirect PG en cada tricomia:

43
Tabla 25 Concentraciones de los colorantes para la tricomia de color celeste

Concentración
# de
Azul Rosa Rojo
Tricromías Amarillo
Everdirect Everdirect Solofenil
Celestes Everdirect PG
BRL FR 7BE
Dilución 1/100 1/1000 1/1000 1/1000
1 0.04400% 0.00400% 0.001%
3 0.04400% 0.00400% 0.001%
Fuente: Elaboración Propia

Ya sabiendo las concentraciones a trabajar se procede a preparar los colorantes en


relación a la dilución de 1/100 y de 1/1000 como se indica en la tabla 25

Figura 16 Colorantes empleados en la tricomia de color celeste

Luego se prepara el baño para todo el proceso que consiste en 5g de Astranat


disuelto en 1L de agua blanda, como también se prepara la disolución de sal
textil que va a depender de la concentración del colorante en este caso se suma
la concentración de los colorantes a emplear de la siguiente forma:

0.04400% + 0.00400% + 0.001% = 0.049%

Redondeando seria 0.1% por lo que se tiene que preparar 20g/L de la solución de
sal textil como se indica en la tabla 7
Datos para conocer el volumen de colorante a emplear en la prueba:

Peso de tela Relación de Baño en tricomias


10g 1/5

Luego se hacen los cálculos que se explicó detalladamente en la prueba de


calibración para saber el volumen de colorante a utilizar en la prueba de tricomia
de color celeste

44
Ya conociendo el volumen a tomar se procede a verter en el tubo de prueba,
para luego agregar el baño y la tela. Se programa la curva número 4 de la
maquina AHIBA de la fig 12.

Como se indica en la curva # 4 pasado 10 minutos de estar en la temperatura de


80°C se dosifica sal textil de una solución previamente preparada de 20g/l como
se indica en la tabla. 7, se toma una alícuota de 5ml y se vierte en cada tubo de
prueba para que siga su proceso

Terminado el proceso de teñido en la maquina AHIBA se descargan todas las


muestras de telas y el baño.

5.4. Prueba de Calibración y Tricomias con colorantes Reactivos:

A. Materiales, Instrumentos e Insumos Químicos:

Los insumos a utilizar son:


- Astranat XT
- Sal Textil
- Agua Blanda
- Texidrol
- Colorante Amarillo Tularens
- Colorante Yellow Tularens (INDIA)
- Colorante Rojo Drimaren
- Colorante Red Drimaren (INDIA)
- Colorante Azul Novacrom
- Colorante Blue Novacrom (INDIA)
- Ácido Acético

Materiales e Instrumentos a emplear son:

- 30 telas de 10g c/u del Art. 11.149.25


- Maquina AHIBA
- 30 Tubos de Prueba de la maquina AHIBA
- 06 matraces Erlenmeyer
- 12 telas de 10g c/u del Art. 11.180.28

B. Procedimiento:

B.1. Prueba de Calibración:

45
Para esta prueba se emplearan dos teñidos de una misma tonalidad Azul,
amarillo y rosa donde el colorante patrón y muestra a calibrar son los siguientes:

Tabla 26 Colorantes empleados para la prueba de calibración

Colorante Patrón Colorantes de la INDIA


Azul Novacrom ECR Blue Novacrom ECR
Amarillo Tularens Yellow Tularens
Rojo Drimaren Red Drimaren
Fuente: Elaboración Propia

Tabla 27 Concentraciones de colorantes empleados para calibrar

Colorante Concentración de Colorante


# de calibraciones 1 2 3 4 5
Dilución 1/100 1/100 1/100 1/100 1/100
Amarillo Tularens 0.5% 0.8% 1% 1.5% 2%
Yellow Tularens 0.5% 0.8% 1% 1.5% 2%
Rojo Drimaren 0.5% 0.8% 1% 1.5% 2%
Red Drimaren 0.5% 0.8% 1% 1.5% 2%
Azul Novacrom 0.5% 0.8% 1% 1.5% 2%
Azul Novacrom 0.5% 0.8% 1% 1.5% 2%
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

Preparación de colorantes y muestras de telas de algodón.


- Se pesa 1g de cada colorante y diluir en 100ml de agua blanda
- Se pesa 10g de tela del Art. 11.149.25

Relación de Baño = 1/10

Contacto de tela – colorante en los tubos de prueba de la maquina AHIBA

1ero Colorante
2do Agua blanda
3ero Texidrol (Regulador de pH)
4to Sal textil solido
La adición de sal textil se agrega en el proceso de teñido en su forma sólida, es
por ello que hacemos el respectivo cálculo:

Volumen del baño 50ml


Sal textil 55g/l

El volumen del baño lo pasamos a litros siendo 0.050L y se aplica una regla de tres

55 --------------- 1L
X ----------------0.050L

46
X = 2.75g

La misma aplicación se emplea para conocer las cantidades de sal a utilizar en las
diferentes calibraciones. Además esto también se emplea en la prueba de
tricomias

5to Tela

Aquel orden es el adecuado para el proceso de teñido sea optimó, luego de


haber colocado todos estos cuatro agentes químicos la tela entra en contacto
con el colorante y se lleva a la maquina AHIBA donde se le programa la curva 15

Figura 17 Proceso de Teñido empleando colorantes Reactivos

Programa # 15 Teñido Reactivo (Medios y oscuros) 60°C

60°C

40°C

2 3 4 5

1 6

1 = Col + H2O + Aux. + Sal + tela 4 = 3era adición de Carbonato


2 = 1era adición de Carbonato 5 = Adición de Soda Caustica
3 = 2da adición de Carbonato 6 = Descarga de baño, descarga de tela

Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

El teñido de los colores de calibración se trabajó en la maquina AHIBA a las


siguientes condiciones
Tabla 28 Condiciones para la calibración de colorantes Reactivos

Temperatura 60°C
R.B 1/5
Sal Textil 55g/l | 60g/l | 65g/l | 70g/l | 80g/l
1/5 <> 20g/100ml
NaOH 1/5 <> 20g/100ml
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

47
Se eleva la temperatura a 60°C por 122 minutos donde se adiciona el carbonato
y la soda caustica según su programación.

Tabla 29 Dosificación de álcali en el proceso de teñido

Adición de Álcali
Concentración
0.5% / 0.8% / 1% 1.5% / 2%
1ml Carbonato 1ml Carbonato
10ml Carbonato 5ml Carbonato
1ml Soda Caustica 10ml Carbonato
2ml Soda Caustica
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

Terminado el proceso de teñido se lava en frio la tela y se neutraliza utilizando


Ácido Acético para eliminar todos los retos de soda, finalizado esta etapa se
procede al lavado en caliente con detergente textil DTH y se enjuaga.

Luego de ser enjuagada la tela se lleva a secar en la secadora automatizada, ya


teniendo las telas secas se evalúan los resultados obtenidos o registrados por el
DATA COLOR con ayuda del espectrofotómetro de reflectancia.

Seguidamente se procede a realizarse la prueba de solidez al frote seco/húmedo


con ayuda del Crockmeter para que los resultados sean leídos y comparados por
el Data color (Gray Scale for Staining)

Finalmente se realiza la prueba de solidez al lavado empleando el programa # 17


de la maquina AHIBA donde se evaluaran los resultados obtenidos del (Gray
Scale for color change)

48
Figura 18 Proceso de Jabonado de Reactivos

Programa # 17 (Proceso: Jabonado de Reactivos) 30min

100°C_ _
10 min
98°C

80°C_ _

60°C_ _

40°C_ _

1
1= Tela + Detergente + Agua
2= Descarga de Tela, descarga de Baño

Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

B.2. Prueba de Tricomias:

Preparación de colorantes y muestras de telas de algodón.


- Se pesa 1g de cada colorante y diluir en 100ml de agua blanda
- Se pesa 10g de tela del Art. 11.180.28

Tabla 30 Concentraciones de los colorantes empleados por la empresa para las tricomias

Colores de Tricomias
Colorantes (PATRON)
Caoba Quarts Singapur
Amarillo tularens XL3R 0.76% 0.48% 0.88%
Rojo Drimaren CL-5B 0.54% 1.22% 0.56%
Azul Novacrom ECR 0.92% 1.00% 0.16%
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

Tabla 31 Concentraciones de los colorantes de la INDIA para las tricomias

Colores de Tricomias
Colorantes (INDIA)
Caoba Quarts Singapur
Yellow Tularens XL3R 0.76% 0.48% 0.88%
Red Drimaren CL-5B 0.54% 1.22% 0.56%
Blue Novacrom ECR 0.92% 1.00% 0.16%
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

49
El teñido de los colores de tricomias se trabajó en la maquina AHIBA a las
siguientes condiciones donde se aplicó el programa # 15
Tabla 32 Condiciones para las tricomias de colorantes Reactivos

Temperatura 60°C
R.B 1/10
Sal Textil 80g/l
1/5 <> 20g/100ml
NaOH 1/5 <> 20g/100ml
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

Figura 19 Proceso de Teñido empleando colorantes Reactivos

Programa # 15 Teñido Reactivo (Medios y oscuros) 60°C

60°C

40°C

2 3 4 5

1 6

1 = Col + H2O + Aux. + Sal + tela 4 = 3era adición de Carbonato


2 = 1era adición de Carbonato 5 = Adición de Soda Caustica
3 = 2da adición de Carbonato 6 = Descarga de baño, descarga de tela

Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

Se eleva la temperatura a 60°C por 122 minutos donde se adiciona el carbonato


y la soda caustica según su programación.

Tabla 33 Dosificación de álcali en el proceso de teñido de tricomias

Adición de Álcali
Tricomias
Caoba Quartz Singapur
1ml Carbonato
5ml Carbonato
10ml Carbonato
1ml Soda Caustica
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

50
Terminado el proceso de teñido se lava en frio la tela y se neutraliza utilizando
Ácido Acético para eliminar todos los retos de soda, finalizado esta etapa se
procede al lavado en caliente con detergente textil DTH y se enjuaga.

Luego de ser enjuagada la tela se lleva a secar en la secadora automatizada, para


realizarle la prueba de solidez del colorante en la tela y finalmente se evalúan los
resultados obtenidos o registrados por el DATA COLOR

VI. EVALUACIÓN DE RESULTADOS

6.1. Prueba de Desengomados:

6.1.1. Resultados de la prueba de desengomados en telas 100% algodón:

Para ver el grado de degradación de restos de almidón en telas crudas se


empleó la escala de TEWEGA

Figura 20 TEWEGA -SKALA

Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

Los resultados obtenidos en la prueba con yodo fueron

51
Tabla 34 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 50ºC en telas delgadas crudas 100%
algodón

T = 50ºC
ESCALA DE TEWEGA
Ecostone ADS - 3% Globodesize APX - 3% Globodesize APX - 1.5%
Tela Cruda Delgada 7-8 7-6 3-4
100% algodón

Fuente: Elaboración Propia

Tabla 35 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 50ºC en telas delgadas gruesas 100%
algodón

T = 50ºC
ESCALA DE TEWEGA
Ecostone ADS - 3% Globodesize APX - 3% Globodesize APX - 1.5%
Tela Cruda Gruesa 7 5-6 4-5
100% algodón

Fuente: Elaboración Propia

52
Tabla 36 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 70ºC en telas delgadas crudas 100%
algodón

T = 70ºC
ESCALA DE TEWEGA
Ecostone ADS - 3% Globodesize APX - 3% Globodesize APX - 1.5%
Tela Cruda Delgada 6 3-4 2
100% algodón

Fuente: Elaboración Propia

Tabla 37 Escala de TEWEGA a prueba de desengomado a 70ºC en telas Gruesas crudas 100%
algodón

T = 70ºC
ESCALA DE TEWEGA
Ecostone ADS - 3% Globodesize APX - 3% Globodesize APX - 1.5%
Tela Cruda Gruesa 7-6 4-3 3
100% algodón

Fuente: Elaboración Propia

53
En los resultados obtenidos de la prueba de desengomado en un proceso por
agotamiento donde se empleó la curva de la (figura. 6) se puede apreciar en las
imágenes que el que tiene mayor grado de degradación de restos de almidón en telas
100% algodón crudo es el producto Químico Ecostone ADS en comparación de los
demás productos utilizados.

6.1.2. Resultados de la prueba de desengomados en telas de algodón PIMA:

La prueba de desengomado para las telas de algodón PIMA se les da un proceso


continuo a las siguientes condiciones:

Tabla 38 Parámetros de la evaluación de desengomado en telas crudas de algodón PIMA

ECOSTONE ADS RUCOLASE MK-40LQ


Temperatura 25ºC 25ºC
Tiempo de Reposo 20h 21h
pH 6.6 5.6
Fuente: Elaboración Propia

Los resultados obtenidos en la prueba con yodo fueron los siguientes:

Tabla 39 Prueba de desengomado a telas de algodón PIMA delgadas

T = 25ºC
ESCALA DE TEWEGA
Ecostone ADS – 5g/l Rucolase MK-40LQ-5g/l
Tela Cruda Delgada 7-8 7-8
100% algodón

Fuente: Elaboración Propia

54
Tabla 40 Prueba de desengomado a telas de algodón PIMA Gruesas

T = 25ºC
ESCALA DE TEWEGA
Ecostone ADS – 5g/l Rucolase MK-40LQ-5g/l
Tela Cruda Gruesa 4 4
100% algodón

Fuente: Elaboración Propia

6.1.3. Resultados de la prueba de desengomados en telas Driles:

La prueba de desengomado para las telas Driles se realizó en la maquina Ahiba a las
a las siguientes condiciones:

Tabla 41 Parámetros de la evaluación de desengomado en telas Driles pre blanqueadas

Relación de Baño 1/10


Peso de tela 10g
Temperatura 60ºC
Tiempo 2h
Fuente: Elaboración Propia

Los resultados obtenidos en la prueba con yodo fueron los siguientes:

55
Tabla 42 Prueba de desengomado a telas driles pre blanqueadas

T = 60ºC
ESCALA DE TEWEGA
Ecostone ADS – 5g/l Rucolase MK-40LQ-5g/l
7-6 5-4
Telas Driles

Fuente: Elaboración Propia

6.2. Prueba de detergentes

6.2.1. Resultados de la prueba de espuma en la agitación de los detergentes:

Los resultados después de 20 agitaciones de las soluciones de detergentes


fueron los siguientes:

56
Tabla 43 Resultados de espuma de detergentes

Detergente DTH Detergente DS03/A Detergente


Applidet NFS
Medición inicial de 4.5 1.8 0.5
espuma (cm)
Medición final de 1.5 1 0.1
espuma (cm)

Fuente: Elaboración Propia

57
6.2.2. Resultados de la prueba de capilaridad:

Para todos los detergentes en proporción 5 g/L

Tabla 44 Resultados de prueba de capilaridad en telas delgadas crudas

Detergente aplicado en caliente


Detergente aplicado en frio
(98°C)
Sustrato
Applidet
DTH DS03/A Applidet NFS DTH DS03/A
NFS
3.0 cm 3.6 cm 4.2 cm 6.1 cm 6.5 cm 6.3 cm

Tela
delgada
cruda

Fuente: Elaboración Propia

58
Tabla 45 Resultados de prueba de capilaridad en telas gruesas crudas

Detergente aplicado en frio Detergente aplicado en caliente (98°C)


Sustrato Applidet
DTH DS03/A Applidet NFS DTH DS03/A
NFS
2.3 cm 4.5 cm 3.6 cm 4.0 cm 4.1 cm 6.3 cm

Tela
gruesa
cruda

Fuente: Elaboración Propia

Para el detergente DS03/A en proporción 2.5 g/L

Tabla 46 Resultados de prueba de capilaridad en telas gruesas y delgadas crudas empleando


detergente DS03/A

Detergente aplicado en
Sustrato Detergente aplicado en frio
caliente (98°C)
Tela delgada 4.5 cm 5.0 cm
Tela gruesa 5.5 cm 7.7 cm

Fuente: Elaboración Propia

59
6.2.3. Resultados de la prueba de humectación:

Para todos los detergentes en proporción 5 g/L

Tabla 47 Resultados de prueba humectación empleando detergentes en telas gruesas y delgadas


crudas

Colorante turquesa BRLE y Agua Dura


Detergente aplicado en frio Detergente aplicado en caliente (98°C)
DTH DS03/A Applidet NFS DTH DS03/A Applidet NFS
Sustrato
>20’’ 4’’18 6’’55 6’’31 1’’60 4’’52

Tela
delgada
cruda

>30’’ 13’’55 17’’18 7’’99 1’’66 6’’21

Tela
gruesa
cruda

Fuente: Elaboración Propia

60
Para el detergente DS03/A en proporción 2.5 g/L

Tabla 48 Resultados de prueba humectación empleando detergentes en telas gruesas y delgadas


crudas

Agua dura
Colorante turquesa BRLE
Detergente Detergente Detergente
Detergente
Sustrato aplicado en frio
aplicado en aplicado en frio aplicado en
caliente (98°C) caliente (98°C)
6’’44 2’’78
Tela delgada 6’’19 1’’47

Tela gruesa 12’’60 2’’26 14’’93 5’’44

Fuente: Elaboración Propia

61
Tiempo de de humectación de las telas preblanqueadas

Tabla 49 Resultados de prueba humectación en telas pre blanqueadas empleando detergentes en


telas de gramaje delgado

Agua Dura Colorante Turquesa BRLE


DTH DS03/A Applidet DTH DS03/A Applidet
NFS NFS
>20’’ 16’’11 20’’89 >30’’ 19’’06 22’’13

Tela
delgada
cruda

Fuente: Elaboración Propia

Tabla 50 Resultados de prueba humectación en telas pre blanqueadas empleando detergentes en


telas de gramaje grueso

Agua Dura Colorante Turquesa BRLE


DTH DS03/A Applidet DTH DS03/A Applidet
NFS NFS
15’’28 10’’58 9’’90 >30’’ 22’’41 12’’80

Tela
delgada
cruda

Fuente: Elaboración Propia

62
6.2.4. Resultados de tela Teñida:

En el siguiente cuadro se muestran los resultados registrados por el DATA


COLOR con ayuda espectrofotómetro de reflectancia, que nos hará conocer
que tal es el fijado del colorante con la fibra empleando detergentes
químicos diferentes, teniendo como patrón al DTH que es el detergente
utilizado por la empresa y será comparado por los detergentes nuevos
DS03/A y Applidet NFS.

Tabla 51 Resultados de tela teñida empleando diferentes detergentes

Cantidad de detergente utilizado Decisión


Muestra Patrón Muestra Muestra Fuerza
Detergente Detergente Detergente P/F tintórea
DTH DS03/A Applidet (%)
NFS
Telas 10g/l 10g/l X Warn 95.93
delgadas 10g/l X 10g/l Warn 97.18
Telas 10g/l 10g/l X Fail 106.95
gruesas 10g/l X 10g/l Fail 102.51
Fuente: Elaboración Propia

Figura 21 Tela Teñida Delgada

63
Figura 22 Tela teñida Gruesa

En la tela teñida se notaron en las tres muestras algunas zonas veteadas y algún
cambio de tono comparado con la muestra patrón dado por el preblanqueado con
DTH (notoriamente en la tela gruesa), lo que conlleva a que esta prueba no ayuda a
discriminar de alguna forma el detergente idóneo para el teñido reactivo.

6.2.5. Resultado de telas estampadas:

Estas telas son previamente pre blanqueadas por un proceso continuo empleando
detergentes químicos diferentes, teniendo como patrón al DTH que es el
detergente utilizado por la empresa y será comparado por los detergentes nuevos
DS03/A y Applidet NFS.

Ya terminado el proceso de pre blanqueo a las telas son estampadas y fijadas, para
realizarle pruebas de solidez al lavado realizado en la lavadora y solidez al frote seco
y húmedo realizado en el Crockmeter.

En el siguiente cuadro se muestran los resultados registrados por el DATA COLOR

64
Tabla 52 Resultados de prueba de solideces

Escala de Grises
Detergentes Solidez al Lavado Solidez al frote Seco Solidez al frote
Húmedo
DTH 2 4 3-4
DS03/A 3-4 4 4
Applidet NFS 4 4-5 3-4

Fuente: Elaboración Propia

Figura 23 Pruebas de solidez a telas estampadas previamente tratadas con diferentes detergentes

Detergente DTH Detergente DS03/A Detergente Applidet NFS

Fuente: Elaboración Propia

En la tela estampada notamos a simple vista un buen matiz del tinte estampado-
fijado, una buena solidez al frote húmedo y seco para las tres muestras pero una baja
solidez al lavado de las telas siendo la tela con DTH la que posee la más baja solidez al
lavado.

65
6.3. Resultados de Calibración de Colorantes directos y Tricomias

6.3.1. Resultado de la prueba de filtración a los baños de teñido de 0.5% de


colorantes Directos:

En la siguiente tabla se indicara el tiempo de filtración del baño final del proceso de
teñido de la concentración 0.5% de los colorante utilizados en la prueba de
calibración de colorantes teniendo como patrón al rosa Everdirect, para que sea
comparado empleando al Rosa Supra Moder FR y para el Rojo Solofenil 7BE.

Tabla 53 Resultados del tiempo de Filtración de baños finales de teñido de 0.5% de colorante

ROSA EVERDIRECT FR ROSA SUPRA MODERT FR ROJO SOLOFENIL 7BE

Tiempo de filtrado Tiempo de filtrado Tiempo de filtrado

03.40 min 03.35 min 03.30 min

Fuente: Elaboración Propia

En la tabla se observa que ambos colorantes tienen una mínima cantidad de


colorante hidrolizado en el baño final es por ello que se puede emplear cualquiera de
estas tinturas en el proceso de teñido, pero por un factor de costo el colorante que
se emplea en la empresa PERU PIMA SA es el colorante Rosa Everdirect FR

Tabla 54 Costos de colorantes Directos utilizados en la prueba

Colorante Costo ($/kg)


Rosa Everdirect FR 6.84
Rosa Supra Modert FR 10.2
Rojo Solofenil 7BE 29.5
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

66
6.3.2. Resultado de la Prueba de calibración de colorantes Directos:

En el siguiente cuadro se muestran los resultados registrados por el DATA COLOR que
nos hará conocer la tonalidad de los colorantes, teniendo como patrón al Rosa
Everdirec FR que es el colorante utilizado por la empresa y será comparado por los
colorantes Rosa ModerDirect Supra FR y Rojo Solofenil 7BE con el objetivo de ver que
tan cerca de la tonalidad del colorante patrón están.

Tabla 55 Resultados de la comparación de tonalidades de los colorantes Directos

Concentración de colorantes Decisión


Patrón Muestra Muestra Fuerza
Lecturas Rosa Rosa Rojo tintórea
Everdirect FR ModerDirect Solofenil P/F (%)
Supra FR 7BE
1 0.001% 0.001% -------- Pass 97.58
2 0.005% 0.005% -------- Fail 85.75
3 0.008% 0.008% -------- Fail 89.95
4 0.01% 0.01% -------- Fail 90.86
5 0.015% 0.015% -------- Warn 95.70
6 0.02% 0.02% -------- Fail 94.32
7 0.1% 0.1% -------- Pass 96.80
8 0.30% 0.30% -------- Fail 87.70
9 0.35% 0.35% -------- Fail 91.87
10 0.40% 0.40% -------- Fail 96.90
11 0.50% 0.50% -------- Fail 99.35
12 0.001% -------- 0.001% Pass 92.59
13 0.005% -------- 0.005% Fail 73.87
14 0.008% -------- 0.008% Fail 80.00
15 0.01% -------- 0.01% Fail 81.93
16 0.015% -------- 0.015% Fail 80.16
17 0.02% -------- 0.02% Fail 76.96
18 0.1% -------- 0.1% Fail 100.50
19 0.30% -------- 0.30% Fail 89.19
20 0.35% -------- 0.35% Pass 103.42
21 0.40% -------- 0.40% Pass 100.82
22 0.50% -------- 0.50% Pass 104.26
Fuente: Elaboración Propia

Como se puede percatar que el colorante Rosa everdirect FR frente al Rosa


ModerDirect Supra FR tiene solamente dos aprobaciones por el espectrofotómetro
de reflectancia en las concentración de 0.001% y 0.1%, y el resto de concentraciones
de la prueba no llega a la curva de reflactancia del patrón, es más, a altas

67
concentraciones se desvía totalmente, mostrando una deficiencia del colorante. Caso
contrario ocurre en la prueba comparativa del colorante Rosa Everdirect FR frente al
Rojo Solofenil 7BE, este tiene dos aprobaciones más por el espectrofotómetro de
reflectancia en las concentraciones 0.001%,0.35%, 0.40% y 0.50% siendo esta prueba
la más óptima y cercana a su tonalidad, es por ello que se hace dos tricomias
teniendo en cuenta estos dos colores.

6.3.3. Resultado de la Prueba de Tricomias de colorantes Directos:

Como la tricomia realizada es el color celeste claro donde se utilizó el programa # 4


de la maquina AHIBA a las siguientes condiciones:

Tabla 56 Parámetros con que se trabajó para el teñido de tricomias con colorantes directos

Temperatura 98°C
Tiempo 80min
Relación de Baño 1/5
Peso de Tela 10g
Cantidad de sal Textil 20g/L | 5ml
Fuente: Elaboración Propia

En el siguiente cuadro se muestran los resultados registrados por el DATA COLOR que
nos hará conocer la tonalidad de las tricomias, teniendo como patrón la tricomia 1 al
Rosa Everdirec FR acompañado con el Azul Everdirect BRL y el Amarillo Ever PG que
son los colorantes utilizados por la empresa y será comparado por la tricomia 2
donde está el colorante rojo Solofenil 7BE que es el colorante nuevo acompañado
con el Azul y amarillo empleados en la empresa con el objetivo de ver que tan cerca
de la tonalidad de la tricomia patrón están.

Tabla 57 Resultados de la comparación de tonalidades de las tricomias

COLOR CELESTE
Tricomia 1 (Patrón) Tricomia 2 (Muestra)
Azul Everdirect BRL ------------ 0.04400% Azul Everdirect BRL -------------- 0.04400%
Rosa Everdirect FR ------------ 0.00400% Rojo Solofenil 7BE --------------- 0.00400%
Amarillo Ever PG ------------ 0.001% Amarillo Ever PG -------------- 0.001%
Decisión P/F Fuerza Tintórea (%)
Fail 92.05

Fuente: Elaboración Propia

68
Observando los resultados registrados por el data color se da a conocer que la
tricomia 2 donde se empleó el colorante rojo solofenil 7BE no alcanza a la tonalidad
de la tricomia patrón donde se utilizó el colorante Rosa Everdirect FR registrando en
la muestra un exceso de rojo y gris (ver anexo)

6.4. Resultados de Calibración de Colorantes Reactivos y Tricomias

6.4.1. Resultado de la Prueba de calibración de colorantes Reactivos:

Para esta prueba se emplearan dos teñidos de una misma tonalidad Azul, Amarillo y
rosa donde el colorante patrón y muestra a calibrar son los siguientes:

Tabla 58 Colorantes que serán evaluados

Colorante Patrón Colorantes de la INDIA


Azul Novacrom ECR Blue Novacrom ECR
Amarillo Tularens Yellow Tularens
Rojo Drimaren Red Drimaren
Fuente: Elaboración Propia

En el siguiente cuadro se muestran los resultados registrados por el DATA COLOR que
nos hará conocer la tonalidad de los colorantes, con el objetivo de ver que tan cerca
de la tonalidad del colorante patrón están.

Tabla 59 Resultados de tonalidad del Rojo Drimaren vs Red Drimaren

Concentración de Decisión
Lecturas colorantes Fuerza tintórea
Patrón Muestra (%)
Rojo Red P/F
Drimaren Drimaren
1 0.5% 0.5% Warn 105.67
2 0.8% 0.8% Pass 101.69
3 1% 1% Pass 96.76
4 1.5% 1.5% Pass 103.16
5 2% 2% Pass 96.27
Fuente: Elaboración Propia

69
Tabla 60 Resultados de tonalidad del Amarillo Tularens vs Yellow Tularens

Concentración de colorantes Decisión


Lecturas Patrón Muestra Fuerza tintórea
Amarillo Yellow P/F (%)
Tularens Tularens
1 0.5% 0.5% Fail 91.08
2 0.8% 0.8% Warn 95.93
3 1% 1% Pass 94.47
4 1.5% 1.5% Fail 93.17
5 2% 2% Fail 94.55
Fuente: Elaboración Propia

Tabla 61 Resultados de Tonalidad de Azul Novacron FNR VS Blue Novacron FNR

Concentración de colorantes Decisión


Lecturas Patrón Muestra Fuerza tintórea
Azul Blue P/F (%)
Novacrom Novacrom FNR
FNR
1 0.5% 0.5% Fail 109.02
2 0.8% 0.8% Warn 93.96
3 1% 1% Warn 95.21
4 1.5% 1.5% Warn 93.72
5 2% 2% Fail 92.76
Fuente: Elaboración Propia

Se puede observar que el colorante que se adecua mejor al proceso de teñido es el


Red Drimaren teniendo en su calibración cuatro aprobaciones por el
espectrofotómetro de reflectancia en las concentración de 0.8%, 1%, 1.5% y 2%, en
comparación a las otras calibraciones teniendo el Yellow drimaren una sola
aprobación por el Data Color en la concentración de 1% y en la última calibración
donde se empleó el Blue Novacrom FNR no registra aprobación alguna siendo el
colorante deficiente en la prueba por lo que se raliza la prueba de resistencia a la sal.

6.4.2. Resultado de la prueba de solubilidad del colorante reactivo:

Para este tipo de prueba se disolvió 80g/l de sal textil en 200ml de colorante azul
Novacrom FNR empleado por la empresa para que sea comparado con el colorante
nuevo Blue Novacrom, con el objetivo de verificar que colorante tiene mayor
solubilidad a la sal textil.

70
Tabla 62 Resultados de solubilidad de colorante Reactivo

BLUE NOVACRON FNR (INDIA) AZUL NOVACRON FNR

Tiempo de filtrado Tiempo de filtrado

SIN SAL CON SAL SIN SAL CON SAL

06:20 min 30 min 04:00 min 03:21 min

Fuente: Elaboración Propia

El resultado del tiempo de filtración en este caso se muestra una marcada


diferencia en ambos colorantes, donde el colorante reactivo Azul novacron FNR no
sobre pasa los 4 minutos de filtración; pero el Blue Novacron FNR de la INDIA en
este caso llega a los 06:20 minutos de filtración disuelto en agua y lo peor, con la
adición de la sal textil el tiempo de filtración es de 30 minutos, lo cual es demasiado

En la figura, el azul novacron FNR por lo menos muestra una homogeneidad en la


filtración; pero el blue novacron FNR en ambos casos, muestran imperfecciones,
resaltando más cuando se le agrega la sal textil que muestra en la imagen como un
precipitado.
Definitivamente el Blue novacron FNR muestra una gran deficiencia, lo cual se
tendría una alta probabilidad de reproceso cuando se utiliza para teñido en grandes
cantidades de telas a nivel de planta debido a que estos colorantes son muy
inestables tan solo cuando se le agrega la sal textil.

6.4.3. Resultado de las pruebas de Solidez al frote Seco/Húmedo y al Lavado a las


calibraciones realizadas:

La prueba de solides se realizó por los dos métodos que normalmente se evalúa en
la empresa: uno es la prueba al frote seco-húmedo que se realiza con la ayuda de

71
un Crockmeter y el otro es la prueba de solides al lavado en la lavadora domestica
que luego se evaluó con ayuda de software Datacolor tolos (espectrofotómetro de
reflectancia) y por la escala de grises AATCC

Tabla 63 Grados de evaluación de solidez

Evaluación de Solidez Grados


Baja 1, 1-2 y 2
Media 2-3, 3 y 3-4
Alta 4, 4-5 y 5
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

En la siguiente tabla se muestra el resultado de la prueba de solidez para las


calibraciones de los colorantes reactivos de concentración 2%

Tabla 64 Resultados de la prueba de Solidez al frote Seco / Húmedo

Solidez
Frote Seco Frote Húmedo
Azul Novacron FNR 5 4-5
Blue Novacron FNR 5 4-5
(INDIA)
Rojo Drimaren 5 4
Red Drimaren 5 4-5
(INDIA)
Amarillo Tularens 4-5 4
Yellow Tularens 4-5 4
(INDIA)
Fuente: Elaboración Propia

Tabla 65 Resultados de la prueba de Solidez al lavado

Solidez
Lavado Blanco de lavado
Azul Novacron FNR 4-5 4-5
Blue Novacron FNR 4-5 4-5
(INDIA)
Rojo Drimaren 4-5 4-5
Red Drimaren 5 4-5
(INDIA)
Amarillo Tularens 5 5
Yellow Tularens 4-5 5
(INDIA)
Fuente: Elaboración Propia

72
El resultado como era de esperarse la mayoría de las calibraciones tiene una alta
solidez ya sea al frote seco-húmedo y al lavado, por la propiedad que presentan estos
colorantes. Por tanto, se estaría demostrando tanto los colorantes novacrones como
los colorantes de la india tienen un alto grado de solidez.

6.4.4. Resultados de la Prueba de Tricomias de colorantes Reactivo:

Para esta prueba se realizó las tricomias de tres colores Quartz, Caoba y Singapur
empleando los colorantes que se indica en la tabla N°. Todo esto se realiza en la
maquina AHIBA a las siguientes condiciones de trabajo:

Tabla 66 Condiciones para el proceso de tricomias

Temperatura 60°C
R.B 1/10
Sal Textil 80g/l
1/5 <> 20g/100ml
NaOH 1/5 <> 20g/100ml
Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

En el siguiente cuadro se muestran los resultados registrados por el DATA COLOR que
nos hará conocer la tonalidad de los colorantes, teniendo como patrón los colorantes
utilizados por la empresa y será comparado por los colorantes nuevos de la INDIA
con el objetivo de ver que tan cerca de la tonalidad de la tricomia patrón están cerca.

73
Tabla 67 Resultados de tonalidad de tricomias empleando colorantes de PERU PIMA VS colorantes
de la INDIA

COLORES
Lectura # 1 CAOBA
Patrón Muestra
(INDIA)
Decisión (P/F) Fail
Fuerza Tintórea 98.12

QUARTZ
Lectura # 2 Patrón Muestra
(INDIA)
Decisión (P/F) Fail
Fuerza Tintórea 93.88

SINGAPUR
Lectura # 3 Patrón Muestra
(INDIA)
Decisión (P/F) Fail
Fuerza Tintórea 94.98

Fuente: Elaboración Propia

Se puede observar que las tricomias Caoba, Quartz y Singapur no registra aprobación
alguna por la diferencia de tonalidades que se pueden apreciar en las imágenes los
colorantes de la India presentan demasiada saturación y amarillo siendo la causa de
su desigualdad del color en las telas teñidas.

6.4.5. Resultados de la Prueba de Solidez al lavado a las tricomias realizadas con


los colorantes Reactivos:

La prueba de solides al lavado se realizó en la lavadora domestica que luego se


evaluó con ayuda de software Datacolor tolos (espectrofotómetro de reflectancia) y
por la escala de grises AATCC

Tabla 68 Grados de evaluación de solidez para las tricomias

Evaluación de Solidez Grados


Baja 1, 1-2 y 2
Media 2-3, 3 y 3-4
Alta 4, 4-5 y 5

Fuente: Proporcionado por la empresa PERU PIMA SA

74
En la siguiente tabla se muestra el resultado de la prueba de solidez al lavado
realizadas a las tricomias Caoba, Quartz y Singapur.

Tabla 69 Resultados de prueba de Solidez al lavado

Solidez
Tela Lavada Blanco de Lavado
CAOBA 5 5
CAOBA INDIA 5 5
QUARTZ 5 5
QUARTZ INDIA 4 4-5
SINGAPUR 5 5
SINGAPUR INDIA 5 5
Fuente: Elaboración Propia

El resultado como era de esperarse la mayoría de las calibraciones tiene una alta
solidez al lavado, por la propiedad que presentan estos colorantes. Por tanto, se
estaría demostrando tanto los colorantes novacrones como los colorantes de la
india tienen un alto grado de solidez.

VII. CONCLUSIONES:

- La muestra contratipo GLOBODESIZE APX (enzima para desengomado) no


tiene una mejor acción que la que se usa en la empresa Perú Pima
ECOSTONE ADS.

- Se evaluó los resultados de su acción enzimática en los gráficos mostrados y


comparando con la Escala de TEWEGA, el grado de menor degradación de
almidón residual presentes en las fibras textiles lo tiene el producto químico
ECOSTONE ADS

- El detergente DS03/A presenta una ventaja aplicativa sobre los demás


detergentes a prueba (DTH y Applidet NFS) observándose en las pruebas
realizadas en el laboratorio; pudiendo ser dosificado a una concentración
menor/mitad respecto a los otros logrando su máxima eficiencia, por lo que
es recomendable para el proceso tintóreo de la empresa.

- En la tela estampada notamos a simple vista un buen matiz del tinte


estampado-fijado, una buena solidez al frote húmedo y seco para las tres
muestras pero una baja solidez al lavado de las telas siendo la tela con
Applidet NFS la que posee la más baja solidez al lavado.

75
- Los que no sufren alteraciones o muy insignificante variación son los
colorantes de Perupima, en cambio los colorantes de la india si sufren
alteraciones muy notorias sobre todo se distinguen en telas más que en
toallas, lo cual significa que estos colorantes muestras son sensibles a
variaciones de relación de baño de electrolitos como sal textil a la dureza del
agua que también se hizo la prueba.

- Se llegó a evaluar y analizar las muestras obtenidas para la optimización de


los colorantes con la ayuda del espectrofotómetro de reflectancia (datacolor
tolos) y de la escala de grises AATCC. En la cual, se analizó los resultados del
datacolor en cada evaluación que se realizó siendo el más favorablemente
para los colorantes reactivos utilizados por la empresa en su mayoría en
comparación con los colorantes de la INDIA

- Se llegó a realizar la prueba de solubilidad empleando el colorante Azul


Novacron FNR y el Blue Novacron ECR, donde se registra que el colorante
que emplea la empresa Peru Pima SAC el Azul muestra una solubilidad alta
en agua, como también en sal textil siendo óptimo para su empleo en
procesos de teñido. El que si presento una gran deficiencia fue el colorante
de la INDIA, ya que este no tiene una buena solubilidad en agua ni en sal
textil, lo cual se tendría una alta probabilidad de reproceso cuando se utiliza
para el teñido.

VIII. RECOMENDACIONES:

- Cuando se hace uso de los tubos de prueba de la maquina AHIBA se realice


un óptimo lavado con ayuda de agua blanda y Ácido acético con la finalidad
de quitar los restos de álcalis empleados en la prueba, para finalmente darle
un enjuague con agua blanda, es importante esta parte de la limpieza para
no tener presencia de interferentes en la prueba.

- Se recomienda que al momento de preparar la solución de la tabla 2 se


realice en el orden mostrado. Además tenemos que tomar en cuenta que al
momento de agregar el Ácido Acético no nos excedamos, ya que como se
sabe que este compuesto se hidroliza fácilmente con el agua y tiende a bajar
el pH rápidamente es por ello que se recomienda hacerlo lentamente para
llegar al rango de (pH=5) que es el parámetro a trabajar.

- Los teñidos realizados con los colorantes directos y reactivos la adición de


álcalis no es recomendable que sea dosificado directamente a la tela ya que

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esto ocasionaría veteados en las fibras, la manera adecuada seria
adicionando al borde del tubo de prueba o si es necesario levantar la tela de
teñido empleando obligatoriamente guantes.

- Es importante conocer las propiedades de cada uno de los colorantes


proporcionados por el proveedor para poder tener un amplio conocimiento
sobre su adecuado uso y así poder evitar las complicaciones ya sea en las
diferentes evaluaciones que se requiere realizar y a ello también va sumado
la seguridad que se debe tener para evitar intoxicaciones.

- Se recomienda antes de realizar cualquier prueba donde se va utilizar agua


blanda se realice un control de calidad de este y también para el proceso
siguiente para poder garantizar los resultados de los diferentes evaluaciones
que se realice

IX. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICA:

 ALLENAS, J. C. (2012). "OPTIMIZACIÓN Y REDUCCIÓN DE COSTOS DEL PROCESO DE


TEÑIDO DE TEJIDOS DE POLIÉSTER/ALGODÓN SIN ALTERAR LA SOLIDEZ DEL
LAVADO. LIMA-PERU: UNIVERSIDAD NACIONAL DE INGENIERÍA (FACULTAD DE
INGENIERÍA QUÍMICA Y TEXTIL).

 Bianco, L. G. (2009). EVALUACIÓN DE PARÁMETROS DE LA FASE DE TEÑIDO EN LA


PRODUCCIÓN. Sartenejas: UNIVERSIDAD SIMÓN BOLÍVAR.

 Braulio, P. B. (2014). Control del Proceso de Teñidos de las fibras de algodon. Lima:
Universidad Nacional de Ingenieria.

 HUNTSMAN . (2007). Textile Effects . NOVACRON LS reactive dyes, 10.

 Lavado, F. E. (2012). Proceso de Tintoreria. España: textil.

 PITA, S. E. (2012). OPTIMIZACIÓN DE LA FASE DE JABONADO EN LA TINTURA DE


ALGODÓN 100% CON COLORANTES REACTIVOS MEDIANTE LA EVALUACIÓN Y
SELECCIÓN DE UNA FÓRMULA TÉCNICAMENTE DESARROLADA. Ibarra.

 Sanz, C. E. (2002). Blanqueo, Tintoreria, Acabados y Estampación Textil. Mexico.

 UNIQUIMICA. (2009). Manual de Auxiliares Textiles. En C. P. Químicos, Manual de


Auxiliares Textiles (pág. 350). Lima : 1ERA EDICIÓN LETRAS MAYORES E.I.R.L.

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X. ANEXOS:

Preparación de los colorantes directos y reactivos utilizados en la Tricomias

Figura 24 Preparación de Colorantes Directos y Reactivos

En la siguiente imagen se muestra la maquina AHIBA con sus respectivos tubos


de prueba

Figura 25 Tubos de Prueba de la maquina AHIBA

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Figura 26 Máquina programada para diferentes tipos de teñido AHIBA IR.

Figura 27 Área de Materiales empleados para las pruebas Químicas

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Figura 28 Maquina OVER – FLOW Industrial para teñidos de fibras textiles (SATURNO)

Figura 29 Maquina OVER – FLOW Industrial para teñidos de fibras textiles (PAGGI)

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Figura 30 Maquina FOLAUR

Figura 31 Prueba de Calibraciòn EverDirect (Patròn) – Muestra(Rojo Solofenil) (Rosa Moderdirect


Supra)

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Figura 32 Evaluación de tonalidades de Tricromía color Celeste con colorantes Directos

Figura 33 Calibraciòn de colorantes Amarillo Tularens Patron vs INDIA Yellow

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Figura 34 Calibración de colorantes Rojo Drimaren Patron vs INDIA Red

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Figura 35 Calibración de colorantes Azul Novacrom Patron vs INDIA Blue

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Figura 36 Pruebas de Tricomias con colorantes Reactivos

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Figura 37 Herramienta crockmeter para la realización de las Pruebas de Solidez al Lavado o al frote
seco/húmedo

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