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Córtex Vestibulares - Livro 1

Introdução ao estudo das embriófitas estômatos são constituídos por duas células-guarda e
um orifício denominado ostíolo. Algumas plantas pos-
As embriófitas são: Briófitas, pteridofitas, gimnos- suem, ainda, células circundando as células-guarda
permas e angiospermas. denominadas células subsidiárias. Os estômatos são
Plantas avasculares ou atraqueófitas: são plantas estruturas que estão relacionados à respiração, trans-
que não possuem tec. de condução. Ex: Briófitas. piração e fotossíntese.
Traqueófitas ou plantas vasculares: são plantas que O problema da sustentação foi resolvido com o sur-
possuem tec. de condução. Ex: pteridófitas, gimnos- gimento de duas estruturas: raízes e tecidos vascula-
permas e angiospermas. res. As raízes estão relacionadas à fixação da planta ao
substrato e à absorção de nutrientes e água do solo. Os
Principais diferenças entre briófitas e traque-
tecidos vasculares estão relacionados principalmente
ófitas
com o transporte de seiva bruta e seiva elaborada.
Entretanto, as células do xilema, por apresentarem
paredes lignificadas, conferem também à planta certa
sustentação.
Já o problema da reprodução foi solucionado com
o surgimento de esporos, que são considerados uma
grande adaptação ao meio terrestre. Essas estruturas
reprodutivas, muito resistentes, são levadas pelo vento
e pela água. Além disso, outra adaptação relacionada
à reprodução é a capacidade do zigoto de permanecer
retido por algum tempo no gametófito, o que confere
proteção ao embrião.
O processo que levou as plantas a conquistarem o
ambiente terrestre levou milhões de anos, e diferen-
tes organismos surgiram e extinguiram-se até que a
total conquista acontecesse. Sem dúvidas, sem essa
conquista, seria impossível a sobrevivência de diversas
espécies na Terra, inclusive a humana.
Fonte: mundoeducacao.com

Plantas que conquistaram o ambiente terres-


Briófitas
tre:
Introdução: as briófitas habitam ambientes úmidos
Traqueófitas e sombreados. Crescem sobre o solo e sobre outras
plantas. As briófitas que mais conhecemos são os mus-
Adaptações necessárias para tal conquista: gos. Em locais úmidos encontramos uma espécie de
Tecidos de condução tapete verde que recobre pedras, troncos e barran-
Tecidos de sustentação cos. Este “tapete verde” é formado por vários musgos.
Sementes: somente em angiospermas e gimnos- Além dos musgos, existem outras briófitas que são as
permas hepáticas e os antóceros.
Tecidos de revestimento eficientes para evitar a Características gerais:
perda excessiva de água. Vasos condutores ou tecidos de condução: não
apresentam e portanto são plantas avasculares.
Transporte de substâncias: difusão de células, sen-
Leitura do portanto lento, já que não apresentam vasos con-
dutores (avasculares).
A conquista do ambiente terrestre pelas plan- Tamanho: somente pequeno porte. Tal caracterís-
tas tica é explicada pelo fato de as briófitas serem avas-
culares.
Quais características permitiram que as plantas Habitat: locais úmidos e sombreados. Não há bri-
conquistassem o meio terrestre? ófitas marinhos. Tal dependência da água é explicada
É impossível imaginarmos a Terra sem plantas, entretanto, pela ausência de tecidos de condução. Podem existir
há milhões de anos, a vida era restrita a mares e lagos. até em regiões desérticas.
Acredita-se que as primeiras plantas terrestres tinham como Organização do corpo: não apresentam raiz, caule,
ancestral um grupo de algas verdes. No grupo das algas folha, flor, fruto e semente. Possuem rizoide, cauloide
verdes, destacam-se as carófitas (Charophyceae) como o e filoide.
grupo mais próximo das plantas terrestres. Rizoide: tem função de fixação e absorção de substância
Assim como os animais, as plantas também tive- do solo. É a parte do corpo da planta que absorve água com
ram dificuldades para se fixar em terra firme. Os de- maior eficácia. As outras partes do corpo (cauloide e filoide)
safios eram muitos e as plantas precisavam enfrentar também pode absorver água desde que em contato direto com
problemas, tais como: dessecação, trocas gasosas na ela.
atmosfera, sustentar-se fora da água e reprodução. Cauloide: é dotado de um grande número de expansões
Esses problemas foram os mesmos enfrentados pelos achatadas, que são filoides.
animais ao tentarem conquistar esse novo ambiente. Filoide: estão ligados ao cauloide.
Para evitar a dessecação, o surgimento da cutícula Nutrição: são autotróficas fotossintetizantes.
foi essencial. A cutícula, que é encontrada recobrindo a São criptógamas: isto é, possuem aparelho repro-
epiderme das plantas, é formada por substâncias lipo- dutor microscópico.
fílicas e tem por função diminuir a transpiração. São assifonógamas: isto é, não formam tubo polí-
Para a realização de trocas gasosas, o aparecimen- tico.
to de estômatos foi de fundamental importância. Os Reprodução:

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Botânica
Há metagênese nítida: alternância de gametófito e
esporófito.
Gametófitos podem ser dióicos (mais comum) ou
monóicos.
Fecundação por oogamia: isto é, com gametas dife-
rentes na forma, tamanho e comportamento. O ante-
rozoide é menor e móvel e a oosfera é maior e imóvel.
Dependem da água para a reprodução: o anterozói-
de depende da água para alcançar a oosfera por movimento
flagelar.
Ocorre somente isosporia: produção de esporos
iguais.
Descrição do ciclo reprodutivo de um musgo (Poly-
thricum)

A planta duradoura, ou seja, que encontramos e co-


nhecemos é haplóide (n). Elas podem ser masculinas
ou femininas, sendo portanto dioicas. Esta geração
corresponde ao gametófito (n). Reprodução assexuada nas hepáticas: por propá-
O gametófito masculino forma em seus ápices ante- gulos
rídeos, que são os órgãos reprodutores masculinos. O Na face superior do talo da Marchantia (hepática),
anterídeo produz gametas masculinos que são antero- forma-se estruturas em forma de taça, denominadas
zoides (n), dotados de flagelos. O gametófito feminino conceptáculos. No interior dos conceptáculos forma-
possui arquegônio (órgão reprodutor masculino) que -se os propágulos que são estruturas pluricelulares e
produz oosfera (n) que é gameta feminino. clorofiladas com dois pontos germinativos capazes de
Quando os anterozoides (n) são liberados eles na- originar novos indivíduos.
dam até a oosfera para fecundá-la. A fecundação vai
ocorrer no interior do arquegônio, e a célula resultante Relação gametófito-esperófito nas briófitas:
deste processo é o ovo ou zigoto (2n). O zigoto (2n) Gametófito (n):
origina o embrião (2n). Mais desenvolvido;
O embrião (2n) origina o esporófito (2n), que fica Mais duradouro;

BIOLOGI A
sobre o corpo do gametófito (n). No interior da cápsula Não depende do esporófito.
do esporófito existem células diploides chamadas es- Esporófito (2n):
porócitos (2n) que sofrem meiose (R!) e originam es- Menos desenvolvido;
poros. Mais efêmero;
Quando os esporos (n) caem no solo em locais ade- É dependente ou parasita do gametófito
quados ele germinam e originam os protonemas (n),
que originará novos gametófitos (n) fechando assim o Classificação: classes
ciclo. Musgos: ex.: Polythricum
Adotam uma posição ereta em relação ao solo.
Nota: Hepáticas: ex.: Marchantia
O protonema aparece nos musgos. Seu talo fica “prostrado” sobre o solo, ou seja, pa-
ralelo ao solo.
Esquema do ciclo reprodutivo do Musgo Polythri- Anthóceros: ex.: Anthoceros
cum: Seu espórifo cresce continuamente, produzindo es-
poros por muito tempo, o que não ocorre nas outras
classes.
Mecanismos de dispersão de esporos: peristômios
e elatérios
Peristômio: aparece nos musgos, é uma estrutura
formada por dentículos membranosos, fixos na abertu-
ra da cápsula e em contanto com os esporos. Depen-
dendo da umidade do ar os dentículos podem se cur-
var, entrando e saindo da cápsula, expulsando assim
os esporos.
Elatérios: aparecem nas hepáticas. São células
longas com reforço espiralado em suas paredes, que
ficam no interior da cápsula misturados aos esporos.
Dependendo da umidade do ar os elatérios sofrem con-
torções e alterações bruscas de forma, expulsando as-
sim os esporos. Os elatérios funcionam como “molas”
sensíveis à umidade do ar.
Importância das briófitas:
Evitam a erosão do solo
Turfas: usadas em agricultura para dar sabor às be-
bidas.

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Leitura Mais desenvolvido
Mais duradouro
Quando jovem pode depender do gametófito
Importância das briófitas
Ciclo reprodutivo das pteridófitas:
As briófitas assumem papéis muito importantes e
diversificados no ambiente. A forma entrelaçada das
suas estruturas ajuda a manter o solo firme, prevenin-
do deslizamentos de terra. Algumas espécies de mus-
gos, após serem decompostos formando as chamadas
turfas, podem ser utilizadas como combustíveis. Pos-
suem a capacidade de absorver uma grande quantida-
de de água, criando um depósito, impedindo que o solo
fique seco.
Além disso, atuam como agentes decompositores
das rochas sobre as quais se fixam. Podem ser usadas
como indicadores naturais de poluição, uma vez que
quando o ambiente está poluído, elas morrem.
Têm também utilização medicinal, pois produzem
certas substâncias que servem como antibióticos, den-
tre outros remédios. Por fim, servem de alimento para
diversos mamíferos, peixes e pássaros. Portanto, são
muito importantes também para a cadeia alimentar. Tipos de ciclos reprodutivos das pteridófitas:
Fonte: blogspot.com
Pteridófitas isosporadas com prótalos monóicos:
Pteridófitas samambaia

Pteridófitas hererosporadas (prótalo é dióico):


Sellaginella

Características gerais

Tecidos de condução: as pteridófitas são traqueófi-


tas ou vasculares, ou seja apresentam tecidos de con-
dução.
Tamanho: apresentam maior porte que as briófitas.
Habitat: habitam preferencialmente locais úmidos. Pteridofitas isosporadas com protalo dióico: equise-
Organização do corpo: tum ou cavalinha
São cormófitas
São criptógamas
São assifonógamas.
Nutrição: são autotróficas fotossintetizantes.
Estrutura do corpo:
Raiz: advertícias que formam um sistema fascicu-
lado.
Caule: rizoma
Folha: composta. Na face inferior dos folíolos pode-
mos encontrar os soros.
Soros: é um conjunto de esporângios.
Esporângios: é o centro produtor de esporos (n).

Características reprodutivas: Importância evolutiva da Sellanginella:


Gametófitos: podem ser monoicos ou dióicos.
Fecundação: por oogamia Formação de estróbilos que podem ser considera-
Dependem da água para reprodução dos esboço de flores.
Produção de esporos: pode ocorrer isosporia ou he- Heterosporia
terosporia Retenção do gametófito no interior do esporo que o
Relação gametófito-esporófito nas pteridófitas: originou. (endosporia)
Gametófito:
Menos desenvolvido Classificação:
Mais efêmero Filicíneas: samambaias, avencas, salvínias, azolas,
Não depende do esporófito. marsíleas, etc.
b) Esporófito: Licopodíneas: Selaginella e Lycopodium

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Botânica
Equisetíneas: Equisetum ou cavalinha
Psilotopsida: Psilotum

Mecanismo de dispersão dos esporos:

Leitura

A importância das pteridófitas

Em comparação com as plantas com sementes, as


pteridófitas possuem menor valor econômico (Moran
2004). Ainda assim, as pteridófitas são utilizadas para
os mais variados fins, possuindo relevante importân-
cia econômica, tanto do ponto de vista positivo quan-
to negativo. A seguir veremos as principais utilidades Características gerais
econômicas das pteridófitas, citando exemplos de es- Possuem sementes nuas
pécies e famílias e suas respectivas aplicações. Não possuem frutos
Não possuem ovário
Alimentação Estrutura: possuem raiz, caule, folha, “flor” e se-
mente
Pteridófitas são utilizadas para alimentação em di- São cormófitas
versas partes do mundo. Em geral, as partes consumi- São fanerógamas
das são os brotos jovens (báculos) que possuem baixa São antófitas
concentração de compostos químicos em comparação São sifonógamas
com as frondes adultas. Estudos têm demonstrado que São espermatófitas
em regiões onde é comum o hábito de consumir fron- Nutrição:
des jovens de samambaias, verifica-se elevados índi- são autotróficas fotossintetizantes.
ces de câncer estomacal e também intestinal. Entre as
espécies de pteridófitas cujos brotos são consumidos Características reprodutivas

BIOLOGI A
estão Pteridium aquilinum e Matteuccia struthiopteris. Os gametófitos são sempre dioicos
No Brasil, especialmente no estado de Minas Gerais, Não dependem da água para reprodução (com ex-
alguns restaurantes também oferecem báculos ou ceção das Cycadáceas)
brotos de samambaias, entre as quais Pteridium aqui- Ocorre fecundação por Sifonogamia
linum. Durante o preparo, as cozinheiras costumam re- Ocorre somente Heterosporia
alizar as “sete fervuras”, de forma que o princípio ativo
contido nas frondes desta espécie talvez seja diluído Relação gametófito-esporófito nas gimnosper-
(Windisch 1992). mas e angiospermas:

Agricultura e Pecuária Gametófito


Menos desenvolvido
Há séculos indivíduos pertencentes ao gênero Azolla Mais efêmero
têm sido utilizados como fertilizante natural em áreas É dependente do esporófito
de cultivo de arroz, especialmente no sul da China e Esporófito:
Vietnã. Exemplares deste gênero vivem em simbiose Mais desenvolvido
com uma cianobactéria, pertencente ao gênero Ana- Mais duradouro
baena, que possui a capacidade de fixar nitrogênio. Não depende do gametófito
Justamente este nitrogênio que é importante para o Estrutura:
cultivo do arroz, permitindo que a cultura alcance um Raiz: axial ou pivotante
melhor rendimento. Caule: tronco
Outra espécie que possui relevante importância eco- Folha: simples ou composta
nômica é Pteridium aquilinum, que invade pastagens e “Flor”: nas gimnospermas as flores são reunidas em
áreas agrícolas abandonadas. Trata-se de uma espécie inflorescências compactas chamadas cones ou estróbi-
que possui Thiaminase, uma enzima que destrói a thia- los ou pinhas.
mina (Vitamina B1) e em casos extremos pode matar Os cones ou estróbilos são sempre dioicos.
o gado. Trata-se de uma espécie difícil de erradicar, A planta pode ser monoica (Pinus ou pinheiro-euro-
devido ao fato de apresentar rizomas subterrâneos que peu) ou dioica (Araucária ou Pinheiro-do-Paraná).
podem crescer em acentuada profundidade.
Outras espécies que podem causar danos sérios ao Cones ou estróbilos: Temos dois (2) tipos de co-
gado são representantes do gênero Equisetum, que nes ou estróbilos:
possuem acentuada concentração de cristais de sílica
em seus ramos. Quando ingeridos pelo gado, podem Micorsestróbilos ou cones masculinos:
lesionar o trato intestinal e em casos extremos causar Formados por microsporófilos que possuem micros-
até hemorragia (Windisch 1992). porângios. No interior dos microsporângios existem cé-
Fonte: www.portaleducacao.com.br lulas-mãe-do-grão-de-pólen (2n). Esses microsporóci-
tos (2n) sofrem meiose (R!) formando micrósporos (n).
Os micrósporos (n) originam os gãos-de-pólen (n), que
Gimnospermas
são os gametófitos masculinos jovens.

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Formação do tubo polínico: o tubo polínico é uma


projeção citoplasmática do póen que vai em direção
ao óvulo e que possui no seu interior dois (2) núcleos
espermáticos ou gaméticos (n) que é o gameta mascu-
lino. O tubo polínico repreenta o gametófito masculino
adulto.
Fecundação simples: o núcleo espermático (n) fe-
cunda a oosfera (n) formando o zigoto (2n) que origina
o embrião (2n). O “resto” do gametófito feminino não
fecundado origina o albúmem ou endosperma primário
(n), que tem função de nutrir o embrião.
Megastróbilos ou cones femininos:
Formados por megasporófilos que possuem megas-
porângios. No interior do megasporângio encontramos
Leitura
célula diploide chamada megasporócito ou células-do-
-saco-embrionário (2n). O megasporócito sofre meiose
(R!) e originam megásporos (n). O megásporo funcio- A importância das gimnospermas
nal (n) origina o saco embrionário ou gametófito femi-
nino (n). o gametófito feminino (n) possui arquegônio As gimnospermas são plantas terrestres que vivem,
que produz oosfera (n). preferencialmente, em ambientes de clima frio ou tem-
perado. Nesse grupo incluem-se plantas como pinhei-
Etapas de reprodução das gimnospermas ros, as sequóias e os ciprestes.
Polinização, germinação do grão-de-pólen e forma- As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas.
ção do tubo polínico, fecundação simples. Possuem também ramos reprodutivos com folhas mo-
Polinização: é o transporte do grão-de-pólem até a dificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnosper-
flor feminina. mas, como nos pinheiros e nas sequóias, os estróbilos
são bem desenvolvidos e conhecidos como cones - o
Nas gimnospermas ocorre somente polinização por que lhes confere a classificação no grupo das coníferas.
anemofilia (pelo vento). Essas flores são de um só sexo, masculino ou feminino.
O grão-de-pólem possui extensões aladas para faci-
litar a anemofilia. Eles são produzidos em grande quan- Suas Características Gerais são:
tidade. - Não possuem frutos;
As flores não são vistosas e atraentes. - Primeiros vegetais com flores e sementes;

Semente: é o óvulo desenvolvido após a fecundação que possui no seu interior o embrião (2n) e que quando
germinar vai originar uma nova planta (esporófito).

Classificação:
Coníferas: Araucária, Pinus, Cipestres, Sequóia.
Cycadáceas: Cycas, Zamia: ocorre anterozoides ciliados.

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- Primeiros vegetais a conquistarem definitivamen-
te a independência da água para fecundação (fim do
quimiotactismo);
- Gametófito - Masculino: Tubo polínico, Feminino:
Megaprotalo;

Funções Ambientais:

Desempenham um importante papel na diminuição


da poluição;
Produzem oxigênio para a nossa respiração;
Regularizam a umidade atmosférica e a tempera-
tura;
Retiram dióxido de carbono e gases tóxicos da at-
mosfera;
Servem de alimento;

Importância para o ser humano

As gimnospermas são muito utilizadas como plantas


ornamentais em jardins residenciais e públicos.
Fornecem madeira para a construção e fabricação
de móveis e de papel.
A resina dos pinheiros é utilizada na fabricação de
desinfetantes e na perfumaria.
O pinheiro Abies Balsamea fornece o bálsamo-do-
-canadá, utilizado na preparação de lâminas nos labo-
ratórios de análises.
Os pinheiros chamados cedros-do-líbano possuem
madeira muito resistente que era utilizada na constru-
ção naval. O famoso templo de Salomão foi construído

BIOLOGI A
com madeiras desse pinheiro.
Alguns pinheiros do gênero Pinus produzem a tere-
bintina, utilizada como solvente na fabricação de tintas
e vernizes, além de outras aplicações.
O âmbar é uma resina fóssil de coníferas.
Algumas espécies são utilizadas em indústrias para
a fabricação de Xampu, remédios, móveis essência de
perfumes, fósforo, lápis;
Fonte: www.ebah.com.br

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