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10 dados chocantes levantados pelo documentário “What The Health”

Aline Baroni|
11 agosto 2017
Na segunda-feira, um dos mais famosos cantores do mundo, Ne-Yo, anunciou
que decidiu se tornar vegano. A decisão veio após ele assistir o documentário
What The Health, disponível na Netflix. O filme, que está chocando muitas
pessoas, expõe a relação maliciosa entre a indústria de carne, leite e ovos e a
indústria farmacêutica, e conta com diversos depoimentos de médicos que são
unânimes em dizer: os produtos de origem animal estão diretamente ligados às
maiores causas de morte precoce da atualidade.
Separamos os dez pontos mais impactantes apresentados no documentário:
1. Tão cancerígeno quanto cigarro

A OMS classificou a carne processada no grupo das substâncias mais


carcinogênicas conhecidas, no mesmo grupo do cigarro. A carne vermelha está
logo atrás, no grupo 2.
Cerca de 800 estudos realizados em 10 países diferentes apontam para uma
relação direta entre o consumo desses alimentos e o aumento do risco de câncer.
Por exemplo, comer uma porção de 50g de carne processada por dia aumenta
risco de câncer colorretal em 18%. Saiba mais clicando aqui.
2. Uma alimentação sem carnes e derivados pode até reverter a Diabetes

Segundo o renomado médico Neal Bernard, diabetes não é causada por uma
dieta rica em carboidratos, e sim por uma dieta que aumenta a quantidade de
gordura saturada no sangue, tipicamente baseada em carne e produtos de
origem animal. O cirurgião bariátrico Garth Davis concorda e cita um estudo com
500 mil pessoas que mostrou a relação forte da diabetes com o consumo de
carne, e a relação inversamente proporcional ao consumo de carboidratos.
Estudos de Harvard mostraram que uma porção de carne processada por dia
eleva risco de desenvolver diabetes em 51%. Saiba mais clicando aqui.
3. Um terço dos óbitos no mundo se devem a doenças cardiovasculares
O papel da carne nesse número alarmante é maior que o do cigarro. O médico
Michael Greger explica que as toxinas liberadas pelas bactérias da carne causam
inflamação em minutos, paralisando as artérias. ??O dano é imediato, não
apenas cumulativo após anos??, explica. Outro médico, Michael Klaper, afirma
que produtos de origem animal causam demência: os pequenos vasos
sanguíneos do cérebro entopem e as células nervosas ficam privadas de
oxigenação. A alimentação é determinante na prevenção. Segundo uma
pesquisa publicada pelo médico Cardwell Esselstyn, 99,4% dos pacientes com
doença cardiovascular são capazes de evitar eventos cardíacos apenas ao
adotar uma dieta sem produtos de origem animal. Saiba mais clicando aqui.
4. Frango – Aumento do risco de câncer de próstata

O frango é a maior fonte de sódio na dieta, de acordo com o médico Michael


Greger, e a primeira fonte alimentar de colesterol nos Estatos Unidos, segundo o
cardiologista Joel Kahn. Além disso, é a carne com maior concentração de
componentes cancerígenos denominados aminas heterocíclicas, segundo o
médico Neil Bernard. Não à toa, um estudo da Universidade de Harvard revelou
que homens com câncer de próstata que comem mais frango têm aumentado o
risco de progressão da doença quatro vezes. Saiba mais clicando aqui.
5. Ovos – Elevação dos níveis de colesterol no sangue

Comer um ovo por dia é tão ruim quanto fumar cinco cigarros para a expectativa de vida.
Isso porque a gema é a mais concentrada forma de gordura saturada e colesterol, que
cobrem nossas células sanguíneas, tornando-as grossas, mudam níveis hormonais e
aumentam os níveis de colesterol no sangue. Saiba mais clicando aqui.

6. Não é à toa que 70% dos brasileiros têm alguma intolerância a lactose
O leite é um alimento para bezerros, e por isso, seja ele convencional ou
orgânico, contém seis hormônios sexuais como estrogênio e progesterona. Aliás,
o orgânico tem tanto colesterol e gordura saturada quanto o convencional. E, para
ficar ainda mais sério, o leite é a fonte número um de gordura saturada ?? à
frente, nesse ranking sombrio, até mesmo da carne.
A proteína do leite, chamada caseína, torna-se casomorfina durante a digestão ,
que no cérebro se liga aos mesmos receptores da heroína. Sim, como uma droga!
(Saiba mais clicando aqui)
No sangue humano, a caseína é atacada por anticorpos que depois atacam o
pâncreas. Isso acontece porque o leite humano é o que tem menor quantidade
de proteína se comparado com qualquer outro mamífero ?? o leite de vaca tem
dez vezes mais caseína por litro do que o nosso. Nosso organismo não está
preparado para digerir tudo isso. A prova? A maior parte das pessoas no mundo
são intolerantes à lactose, porque não faz sentido para o nosso corpo produzir
enzima para digeri-la após a infância. (Saiba mais clicando aqui)
A relação com doenças como asma, esclerose múltipla, diabetes tipo 1 e
problemas reumatológicos é fortíssima. Os laticínios também aumentam as
chances de câncer de próstata em 34%. Mulheres que tiveram câncer de mama
e consomem uma porção de leite por dia têm chances de morrer da doença
aumentadas em 49% e de qualquer outra doença em 64%. (Saiba mais clicando
aqui)
Por fim, os países com mais consumo de leite também são os que têm maior taxa
de osteoporose.
7. Nem peixe – Alto índice de mercúrio, gordura saturada e colesterol
Bifenilos policlorados (compostos clorados usados para diversos fins como
fluídos, lubrificantes e tintas, considerados como contaminantes ambientais e
chegando até mesmo a serem banidos dos Estados Unidos), mercúrio, gordura
saturada, colesterol — tudo isso está nos peixes. Não é à toa que o médico Alan
Goldhamer os define como “esponjas de mercúrio” (Saiba mais clicando aqui).
Os criados em cativeiro ainda tomam antibióticos para controlar infecções por
bactérias e fungos.
8. Superbactérias – 80% de todos os antibióticos são consumidos pelos animais
explorados para consumo

Os animais recebem pelo menos 450 tipos diferentes de drogas. A indústria


farmacêutica vende 80% de todos os antibióticos para esse setor econômico, e a
tendência é aumentar cada vez mais, já que os animais, vivendo com doentes ou
mortos, acabam criando bactérias super-resistentes. A OMS diz que estamos
perto de uma era pós-antibiótico, em que qualquer infecção, até mesmo uma ida
ao dentista, pode ser fatal. Saiba mais clicando aqui.
Além disso, 88% dos cortes de porco estão contaminados com bactérias fecais,
assim como 90% da carne moída e 95% do peito de frango. É chocante ver as
imagens dos abscessos no documentário. Em decorrência disso, a salmonela e
outras doenças semelhantes matam 3 mil pessoas por ano nos Estados Unidos,
mais do que os atentados de 11 de setembro. Imagina no Brasil!
9. De onde você tira suas fibras?

Apenas as plantas são capazes de produzir proteínas, pegando nitrogênio do ar


e incorporando em aminoácidos. Qualquer proteína animal é meramente uma
proteína reciclada das plantas. Além disso, esse não deveria ser o foco da
discussão: a maior parte dos americanos consome o dobro das proteínas
necessárias (por dia, em média são necessárias 50g e a média de consumo é de
100g), mas apenas a metade das fibras (que deveriam ser 30g/dia e na realidade
a média de consumo é de apenas 15g). O brasileiro também consome quase o
dobro da quantidade de proteínas recomendada pela OMS.
10. Estamos mais para ursos ou primatas?

O documentário apresenta uma comparação interessante entre a fisiologia dos


ursos (onívoros, ou seja, se alimentam de carne e vegetais) e de um gorila
(frugívoro, ou seja, se alimenta exclusivamente de vegetais). Ao passo que os
ursos têm dentes afiados para perfurar e rasgar a carne e uma mandíbula que
apenas abre e fecha, os gorilas possuem molares achatados para mastigar
plantas e uma mandíbula se move para frente, para trás e para os lados. Os ursos
apresentam uma alta acidez no estômago e um intestino três vezes sua altura
(para carne não se putrificar por não ser evacuada logo), já os gorilas possuem
menor acidez no estômago e um intestino nove vezes maior que a altura do
corpo.
Essas informações são alarmantes. Quer se prevenir? Baixe agora o nosso Guia
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