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REPÚBLICA DE ANGOLA

GOVERNO DA PROVÍNCIA DE LUANDA


ESCOLA DO II CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO NGOLA KILUANJE N.º
1063

BIOLOGIA

DIVISÃO CELULAR

SALA: 16

CLASSE: 10ª

TURNO: NOITE

DOCENTE

_____________________

LUANDA – 2018
INTEGRANTES DO GRUPO

Nº 45 – FERNANDO SACUMBOIO JÚNIOR

Nº 26 – GUILHERME AGOSTINHO

Nº 30 – EDMILSON MANUEL NETO

Nº 8 – DANILO ANDRADES

Nº 32 – GUILHERME MANUEL

Nº 28 – JELSON JESUS

LUANDA – 2018
ÍNDICE

INTRODUÇÃO ................................................................................ 4
DIVISÃO CELULAR........................................................................ 5
DIVISÃO ............................................................................................................................... 5
ESTRUTURA DOS CROMOSSOMAS EUCARIÓTICOS .......................................................................... 6
Cromatina dispersa....................................................................................................... 6
Cromatina condensada................................................................................................. 6
CICLO CELULAR ...................................................................................................................... 7
INTERFASE ............................................................................................................................ 8
Período S ....................................................................................................................... 8
Intervalo G2 ou pré-mitótico ........................................................................................ 8
FASE MITÓTICA ...................................................................................................................... 9
Mitose ........................................................................................................................... 9
Citocinese ..................................................................................................................... 9
FASE MITÓTICA EM CÉLULAS VEGETAIS ...................................................................................... 10
DIVISÃO DA CÉLULA ANIMAL E DA CÉLULA VEGETAL - PRINCIPAIS DIFERENÇAS ................................... 10
IMPORTÂNCIA DA MITOSE ...................................................................................................... 11

MEIOS – REDUÇÃO CROMOSSÓMICA ...................................... 12


AS DUAS DIVISÕES NUCLEARES QUE CONSTITUEM A MEIOSE APRESENTAM AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS:
............................................................................................................................................................... 12

DIVISÃO I ..................................................................................... 13
Prófase I ...................................................................................................................... 13
Metáfase I................................................................................................................... 13
Anáfase I ..................................................................................................................... 14
Telófase I .................................................................................................................... 14
Citocinese ................................................................................................................... 14
Interfase ..................................................................................................................... 14

DIVISÃO II .................................................................................... 15
Prófase II ..................................................................................................................... 15
Metáfase II.................................................................................................................. 15
Anáfase II .................................................................................................................... 15
Telófase II ................................................................................................................... 15
Citocinese ................................................................................................................... 15

CONCLUSÃO ............................................................................... 16
BIBLIOGRAFIA ............................................................................ 17
INTRODUÇÃO

O assunto abordado trata-se de: DIVISÃO CELULAR. Trata-se de


células que compõe o corpo de seres vivos, estamos citando também as formas
e fases da divisão celular.

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DIVISÃO CELULAR

Sendo todos os organismos vivos constituídos por células e


descendendo as células de outras preexistentes, a divisão celular assume um
papel absolutamente essencial na continuidade da vida na Terra. Nos seres
unicelulares, a divisão celular corresponde à reprodução, pois a partir de uma
célula formam-se duas ou mais células independentes III.

Nos organismos pluricelulares, a divisão celular, ao permitir o


crescimento, viabiliza quer a reprodução assexuada quer a reprodução sexuada.
A reprodução assexuada é mesmo o único processo de transmissão da
informação genética de uma geração à seguinte.

Para além da reprodução e do crescimento, a divisão celular é


também fundamental para assegurar a manutenção da integridade física dos
indivíduos. No organismo humano, por exemplo, são continuamente produzidas
células sanguíneas e células da pele de modo a substituir todas as que vão
morrendo. Em cada segundo de uma vida humana, em média, cerca de 25
milhões de células estão em divisão.

Divisão

De um modo geral, as células crescem, aumentam o seu conteúdo e


depois dividem-se. Cada célula origina duas células-filhas que, se tudo correr
bem, serão geneticamente iguais à célula-mãe. As células-filhas, por sua vez,
podem tornar-se células-mães de uma outra geração celular.

A vida de uma célula começa quando ela surge a partir da célula-mãe


e acaba quando ela própria se divide para originar duas células-filhas.

A multiplicação das células segue assim o interessante carácter


cíclico da vida, intercalando períodos de crescimento com períodos de divisão.
O conjunto de transformações que decorre desde a formação de uma célula até
ao momento em que ela própria, por divisão, origina duas células-filhas constitui
um processo dinâmico e contínuo a que se chama ciclo celular. Nos organismos
unicelulares, o ciclo celular coincide com o ciclo de vida.

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Durante a divisão celular, os organelos, as enzimas e outros
constituintes que fazem parte das células são distribuídos pelas células-filhas. O
DNA é exactamente Auto duplicado e as cópias rigorosamente distribuídas. E
esta fidelidade na duplicação e na distribuição do material genético pelas células-
filhas que assegura a continuidade genética da vida.

Estrutura dos cromossomas eucarióticos

As células dos indivíduos da mesma espécie possuem um número


constante de cromossomas que apresentam uma morfologia própria no que diz
respeito ao tamanho e à forma. Ao conjunto dos cromossomas de uma célula,
que pelo número, forma e tamanho caracteriza uma dada espécie, dá-se o nome
de cariótipo.

Nos eycariontes, os cromossomas que compõem o cariótipo


apresentam-se, geralmente, em pares, os cromossomas de cada par, para além
de serem morfologicamente e estruturalmente semelhantes, contêm o mesmo
tipo de genes e designam-se por cromossomas homólogos.

Os cromossomas (kröma = colorido + söma =, corpo) são estruturas


filamentosas complexas que se encontram no núcleo das células eucarióticas,
sendo constituídos por DNA (cerca de 35%) ligado a proteínas (cerca de ÇO%)
e RNA (cerca de 5%). O DNA contém a informação genética, enquanto que as
proteínas conferem a forma física ao cromossoma, ao mesmo tempo que
regulam a actividade do DNA. Estas estruturas filamentosas foram inicialmente
designadas por cromatina podem apresentar-se sob duas formas.

Cromatina dispersa: quando a célula não se encontra são, a


cromatina apresenta-se dispersa no núcleo, formando filamentos longos e finos,
que se assemelham a um fio de pérola.

Cromatina condensada: quando a célula está em divisão, a


hematina apresenta-se em filamentos curtos e espessos, com uma grande
afinidade para os corantes.

Quando as células se encontram em divisão, os cromossomas


apresentam-se bem individualizados, uma vez que estão profundamente
condensados, sendo por isso observáveis ao microscópio óptico.

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A unidade básica de um cromossoma eucariótico é uma longa
molécula de DNA que se encontra ligada a proteínas. Em alguns períodos da
vida celular, cada cromossoma contém, para além das proteínas, apenas uma
molécula de DNA. Em outros períodos, contudo, esta molécula duplica e o
cromossoma fica constituído por dois cromatídios, isto é, duas moléculas de DNA
associadas a proteínas. Os dois cromatídios apresentam-se ligados por uma
estrutura sólida e resistente chamada centrómero que significa corpo central.

Cada célula humana tem quarenta e seis cromossomas. Se o DNA


desses quarenta e seis cromossomas estivesse distendido teria um comprimento
de, aproximadamente, dois metros.

Cada nucleossoma tem a forma de um disco constituído por oito


unidades de histonas, à volta das quais se enrola, formando duas espirais, o
filamento de DNA. Cada nucleossoma está separado do nucleossoma seguinte
por uma porção de DNA, que é o DNA de ligação.

Ciclo celular

Uma célula somática vive e funciona até que se divide ou morre.


Algumas células, como as hemácias, as fibras musculares e as células nervosas,
perdem a capacidade de se dividir quando atingem a maturidade. Pelo contrário,
as células cancerosas dividem-se continuamente e de uma forma descontrolada.
Na maioria das células, contudo, ocorrem ciclos celulares com uma
periodicidade que permite responder às necessidades do organismo.

Baseando-se na actividade das células que é visível ao microscópio


óptico, consideram-se num ciclo celular duas fases:

 Interfase;

 Fase mitótica ou período de divisão celular.

A interfase corresponde ao período compreendido entre o fim de uma


divisão celular e o início da divisão seguinte. A fase mitótica diz respeito ao
período durante o qual ocorre a divisão celular.

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Interfase

Na interfase os cromossomas não são visíveis ao microscópio óptico.


Os complexos DNA-proteínas que constituem a cromatina estão pouco
condensados e dispersos pelo núcleo. Por esta razão, a fase mitótica constituiu
durante muitos anos o principal ponto de interesse e a interfase foi considerada
uma fase de repouso.

Na interfase existem um ou mais nucléolos em cada núcleo.

A replicação do DNA de uma célula ocorre durante uma parte limitada


da interfase, denominado período S ou período de síntese, que é precedido e
seguido por dois intervalos, respectivamente, G1 e G2 (G de gap = intervalo).

Intervalo G1 ou pós-mitótico corresponde ao período que decorre


entre o fim da mitose e o início da síntese de DNA. Caracteriza-se por uma
intensa actividade biossintética, nomeadamente de proteínas, enzimas e RNA,
havendo ainda formação de organitos celulares e, consequentemente, um
notório crescimento da célula.

Período S – ocorre a auto-replicação de cada uma das moléculas de


DNA. A estas novas moléculas associam-se as respectivas proteínas e a partir
desse momento cada cromossoma passa a ser constituído por dois cromatídios
ligados pelo centrómero. Nas células animais, ao nível do citoplasma, dá-se
ainda a duplicação dos centríolos, originando-se dois pares

Intervalo G2 ou pré-mitótico – decorre entre o final da síntese de


DNA e o início da mitose. Neste período dá-se, sobretudo, a síntese de
biomoléculas necessárias à divisão celular.

Na fase final da etapa G1, as células fazem como que uma avaliação
interna relativamente ao prosseguimento do ciclo celular. Se a avaliação é
negativa, as células não se dividem, permanecendo num estádio denominado
G0. O tempo de permanência em G0 depende não só do tipo de célula como das
circunstâncias que a rodeiam. As células que não voltam a dividir-se
permanecem no estádio G0 semanas ou mesmo anos, até que morrem. É o caso,
por exemplo, dos neurónios e das fibras musculares de um indivíduo adulto. Se,

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pelo contrário, a avaliação efectuada pelas células é positiva, elas iniciam a
síntese de DNA, completando o ciclo celular de uma forma irreversível.

A duração das subfases G1, S e G2 varia com a espécie, com o tipo


de tecido e com o estádio de desenvolvimento do organismo.

Num mesmo tecido, a variabilidade da duração do ciclo celular


depende, sobretudo, do tempo de permanência em G1. Por exemplo, nas células
de um embrião, o período G1 é muito curto, ao passo que nas células de um
indivíduo adulto o período G1 é muito mais longo.

Fase mitótica

Embora a fase mitótica possa variar de um organismo para o outro em


pequenos pormenores, na maior parte das células eucarióticas o processo geral
é semelhante. Vejamos com algum detalhe o que se passa nas células animais.
Na fase mitótica podem considerar-se duas etapas:

 Mitose — divisão do núcleo;

 Citocinese — divisão do citoplasma.

Mitose

A mitose diz respeito ao conjunto de transformações durante as quais


o núcleo das células eucarióticas se divide. Embora a mitose seja um processo
contínuo, nela distinguem-se convencionalmente quatro estádios: prófase,
metáfase, anáfase e telófase.

Citocinese

A citocinese diz respeito à divisão do citoplasma consequente


individualização das duas células-filhas.

Em regra, nos dois últimos estádios da mitose, no fim da anáfase e na


telófase, forma-se na zona do plano equatorial um anel contráctil de filamentos
proteicos. Estes contraem-se e puxam a membrana para dentro, causando um
sulco de clivagem que vai estrangulando o citoplasma, até se separarem as duas
células-filhas.

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Para analisar o que se passa ao nível da fase mitótica das células
vegetais, sugere-se que observe células vegetais em divisão em preparações
definitivas ou, preferencialmente, em preparações extemporâneas, que
facilmente monta na aula.

Para encontrar figuras de mitose, pode recorrer a células de um órgão


em crescimento, por exemplo o ápice vegetativo de uma raiz. Um material fácil
de obter e de manipular para este efeito é a raiz da cebola.

Fase mitótica em células vegetais

Material:

 Raiz de cebola

 Orceína acética

 Vidro de relógio

 Papel de filtro

 Lâminas e lamelas

 Lamparina de álcool

 Material de dissecção (agulha e bisturi)

 Ácido clorídrico

Divisão da célula animal e da célula vegetal - principais


diferenças

As diferenças entre a fase mitótica das células animais e a fase


mitótica das células vegetais estão intimamente relacionadas com as estruturas
destes dois tipos de células. Assim, ao contrário das células animais, nas plantas
superiores não existem centríolos visíveis. As regiões correspondentes às duas
zonas polares actuam como centros organizadores de microtúbulos que vão
originar as fibrilas do fuso acromático.

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Importância da mitose

Uma das características mais importantes da célula é a sua


capacidade para, através da divisão, propagar com fidelidade o programa
genético de uma geração à outra. Trata-se, de facto, de um fantástico sistema
de multiplicar e de dividir, geralmente em partes iguais.

Durante a interfase, na subfase S, ocorre a replicação


semiconservativa das moléculas de DNA que fazem parte dos cromossomas.
Estes ficam constituídos por dois cromatídios ligados pelo centrómero. Neste
momento as células têm a informação genética duplicada. Desde o início da fase
G2, cada um dos cromatídios de cada cromossoma é, tanto no plano genético
como na sua fisiologia, idêntico ao cromossoma inicial da fase G1 que o
precedeu. Como, no entanto, os dois cromatídios se encontram ligados pelo
centrómero, constituem um único cromossoma.

Durante a mitose, e após a clivagem dos centrómeros, cada um dos


cromossomas-filhos migra para os pólos da célula. Deste modo, na anáfase
ocorre uma distribuição equitativa dos cromossomas e, por isso, do DNA pelas
células-filhas. Estas recebem por este processo um número de cromossomas
idêntico ao da célula-mãe e, portanto, a mesma informação genética, garantindo,
se nenhum erro ocorrer, a estabilidade genética através das gerações. Assim se
compreende que os seres formados por reprodução assexuada sejam idênticos
aos seus progenitores.

A regeneração é um fenómeno frequente no mundo animal e vegetal.


Mesmo nos animais de organização mais complexa, embora em menor escala,
a regeneração não deixa de se verificar

Os peixes regeneram barbatanas e outros órgãos; os anfíbios


reconstituem membros completos e a cauda. O próprio organismo humano pode
regenerar certos tecidos do seu corpo. E o que se passa na cicatrização de
lesões e na regeneração de zonas danificadas por acidentes, intervenções
cirúrgicas ou acções víricas.

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MEIOS – REDUÇÃO CROMOSSÓMICA

Durante o ciclo de vida dos organismos que se reproduzem


sexualmente, além da fecundação, responsável pela duplicação cromossómica,
ocorre um processo de divisão nuclear em que há redução do número de
cromossomas. Este processo designa-se meiose e compreende duas divisões
nucleares sucessivas: divisão I e divisão II.

Quando no núcleo de uma célula diplóide ocorre meiose em


consequência das duas divisões nucleares sucessivas, formam-se quatro
núcleos, cada um com metade do número de cromossomas da célula inicial. Esta
redução do número de cromossomas é consequência da separação dos
cromossomas homólogos durante o processo meiótico. Assim, as células-filhas
possuem núcleos que têm apenas um cromossoma de cada par de homólogos.
Estas células designam-se por células haplóides e representam-se por n.

A meiose implica, pois, a passagem de diploidia para haploidia. A


meiose é sempre precedida por uma interfase idêntica à que antecede a mitose
e durante a qual, no período S, se verifica também a replicação do DNA. Desse
modo, cada cromossoma fica constituído por dois cromatídios, geneticamente
idênticos, ligados na região do centrómero.

As duas divisões nucleares que constituem a meiose


apresentam as seguintes características:

Divisão I — separação dos cromossomas homólogos originando-se


dois núcleos haplóides, visto que cada um desses núcleos possui apenas um
cromossoma de cada par de homólogos. Esta divisão, em que o número de
cromossomas da célula inicial, 2n, fica reduzido a metade, n, designa-se por
divisão reducional.

Divisão II — separação dos dois cromatídios de cada cromossoma.


Como consequência, cada um dos quatro núcleos resultantes fica com o mesmo
número de cromossomas que possuía cada núcleo no final da divisão l, mas
agora constituídos por um único cromatídio.

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DIVISÃO I

Prófase I

 Os cromossomas, já constituídos por dois cromatídios desde o


período S da interfase, vão ficando sucessivamente mais
condensados, tornando-se mais visíveis.

 Os dois cromossomas homólogos de cada par emparelham,


constituindo esse conjunto um bivalente, díada cromossómica
ou tétrada cromatídica, uma vez que cada cromossoma é
constituído por dois cromatídios. O processo de
emparelhamento designa-se por sinapse e consiste numa
justaposição gene a gene entre os dois cromossomas
homólogos. Durante a sinapse surgem pontos de cruzamento
entre dois cromatídios de cromossomas homólogos, os pontos
de quiasma. Ao nível dos quiasmas pode haver quebra dos
cromatídios, podendo ocorrer trocas recíprocas de segmentos
de cromatídios pertencentes aos dois cromossomas
homólogos de cada bivalente, designando-se esse fenómeno
por crossing-over.

 O invólucro nuclear e os nucléolos desagregam-se e vai-se


constituindo o fuso acromático.

 Os fenómenos que ocorrem na prófase I tornam-na longa,


podendo, em alguns casos, durar semanas, meses ou anos.
Ocupa cerca de 90% do tempo global da meiose.

Metáfase I

 Os bivalentes ligam-se aos microtúbulos do fuso acromático


por zonas específicas dos centrómeros.

 Os pontos de quiasma localizam-se no plano equatorial do fuso


acromático e os centrómeros voltados para pólos opostos.

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 A orientação de cada par de homólogos, em relação aos pólos
da célula, realiza-se ao acaso, independentemente da sua
origem materna ou paterna.

Anáfase I

 Os dois cromossomas homólogos de cada bivalente separam-


se segregação dos homólogos e ocorre a migração de cada um
dos cromossomas, constituídos por dois cromatídios, para
pólos opostos.

 O modo como se verifica a migração é puramente aleatório,


podendo ocorrer vários tipos de recombinações de
cromossomas maternos e paternos.

Telófase I

 Os cromossomas de cada conjunto, após atingirem as zonas


polares do fuso acromático, tornam-se mais finos e mais
longos.

 Aparece o invólucro nuclear e os nucléolos. Cada núcleo


formado tem metade do número de cromossomas do núcleo
diplóide inicial.

Citocinese

 Em alguns casos, na parte final da divisão I da meiose, ocorre


uma citocinese formando-se duas células haplóides.

Interfase

A interfase entre a divisão I e a divisão II pode não existir, ou se ocorre


nunca se verifica período de síntese. A essa interfase seguem-se, em cada
núcleo, um conjunto de fenómenos em tudo idênticos aos que ocorrem em
mitose.

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DIVISÃO II

Prófase II

 Os cromossomas, constituídos por dois cromatídios, tornam-se


sucessivamente mais curtos e grossos.

 O invólucro nuclear fragmenta-se e organiza-se o fuso


acromático.

Metáfase II

 Os cromossomas no seu máximo de encurtamento dispõem-


se na zona equatorial do fuso acromático, com os centrómeros
no plano equatorial.

Anáfase II

 Os centrómeros dividem-se, separando-se, portanto, os dois


cromatídios de cada cromossoma, que passam a constituir
cromossomas independentes, migrando para pólos opostos.

Telófase II

 Ao nível de cada zona polar, os cromossomas descondensam-


se, tornando-se mais finos e longos. Um invólucro nuclear
organiza-se em volta de cada conjunto de cromossomas e
surgem os nucléolos.

Citocinese

 No final da divisão II formam-se quatro células haplóides


independentes, cada uma contendo um membro de cada par
de cromossomas homólogos.

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CONCLUSÃO

Nós chegamos a uma conclusão que todos nós a humanidade já


fomos uma simples célula- o zigoto- resultante da união entre duas células
sexuais de nossos pais: o óvulo e o espermatozóide.

A reprodução dessa primeira célula originou os quatrilhões de células


que compõem o corpo de uma pessoa adulta.

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BIBLIOGRAFIA

AMPARO DIAS DA SILVA, F. G. (2012). DIVISÃO CELULAR. MACULUSSO,


LUANDA: PLURAL EDITORES.

Freitas, R. ( 10 de 06 de 98). DIVISÃO CELULAR. Obtido de Geocities:


http://www.geocities.ws/rui_biologia/docs/divisao.htm

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