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Tecido Tegumentar

MORFOFISIOLOGIA DO TECIDO
TEGUMENTAR

Prof. M.e Vitor Bruno Bianconi Rosa


MORFOFISIOLOGIA
• Aspectos básicos:

▪ Anatomia

▪ Fisiologia

▪ Histologia
MORFOFISIOLOGIA
• Anatomia:
MORFOFISIOLOGIA
MORFOFISIOLOGIA
MORFOFISIOLOGIA
SARCOIDE
SARCOIDE
- Neoplasia fibroblástica, cutânea e proliferativa

- Neoplasia cutânea MAIS COMUM ne espécie equina (90%)

- Entre 1 e 11,5% de todos os equinos possuem sarcoide

- Invasivo localmente, apresenta grande taxa de recidivas pós cirurgia,


porém, raramente produz metástase (muito raro a regressão
espontânea)

- Etiologia - Multifatorial
SARCOIDE
- Patogênese:

- BPV (Papiloma Vírus Bovino) 1 e 2

SARCOIDE
SARCOIDE
- Mecanismo de ocorrência:

- Transmissão do BPV:
SARCOIDE
- Manifestações clínicas do sarcoide:

• Verrucoso – Aspecto de uma “verruga”


• Fibroblástico – Proliferativo e ulcerada
• Oculto – Forma mais branda
• Mista – combinação entre as apresentações
• Recentemente – FORMA MALIGNA
SARCOIDE
- Verrucoso:
SARCOIDE
- Fibroblástico:
SARCOIDE
- Oculto:
SARCOIDE
- Mista:
SARCOIDE
- Forma maligna:
SARCOIDE
- Diagnóstico:

• Suspeita com base na aparência clínica


• Biópsia – coleta de tecido! CUIDADO

▪ Diagnósticos diferenciais :

Granulação exuberante; CCE;


Habronemose; Pitiose
SARCOIDE
- Importância do Diagnóstico Diferencial:

SARCOIDE GRANULAÇÃO
FIBROBLÁSTICO EXUBERANTE
SARCOIDE
- Tratamento:
• Apenas ressecção cirúrgica:
▪ Ressecção de tecido sadio como margem de segurança
▪ Recidivas podem chegar a 80%
▪ Isoladamente apresenta baixíssima eficácia

• Criocirurgia:
▪ Taxa de sucesso varia de 50 a 100%
▪ Mais indicado – 3 ciclos de congelamento e
descongelamento
SARCOIDE
- Tratamento por imunoterapia:

• BCG
▪ Estimulação do sistema imune
▪ Dose: 1ml/cm3 - intralesional
▪ Várias aplicações são necessárias
▪ intervalo entre 2 a 3 semanas entre doses
▪ Cuidado! - Pode ocorrer reação anafilática
- Corcosteróides, anti-histamínicos
SARCOIDE
- Tratamento por imunoterapia:

• BCG
PITIOSE
PITIOSE
- Pitiose (Pythium insidiosum)

- No passado conhecida como ficomicose,


zigomicose

- Basidiobolomicose (Basiodiobolus
haptosporus); Conidiobolomicose
(Conidiobolus coronatus)
PITIOSE
- Enfermidade que pode atingir várias espécies
de animais domésticos; HOMEM

- Forma cutânea é a mais comum, entretanto há


a vascular e de menor ocorrência a intestinal

- Bovinos : RARO
PITIOSE

- Lesão piogranulomatosa,
proliferativa, ulcerada,
pruriginosa, de rápido
crescimento e secreção
piosanguinolenta
PITIOSE EM REGIÃO
METATASOFALÂNGICA
EM CAPRINO
PITIOSE
PITIOSE
PITIOSE
PITIOSE
- Pythium insidiosum:

- Microrganismo termofílico

- Encontrado em regiões alagadas

- Se reproduz assexuadamente – zoósporos


contidos em zoosporângios
PITIOSE
PITIOSE
PITIOSE
PITIOSE
PITIOSE
PITIOSE
PITIOSE
- Presença de fístulas com secreção purulenta

- Interior dos trajetos fistulosos: “KANKERS”

- Grande quantidade de granulação em torno da


lesão - patologia
PITIOSE
- Diagnóstico:

• Histopatologia

• Citologia

• Cultura e isolamento
“KANKERS”

• Exame direto KOH a 10%


PITIOSE
- Tratamento:

• Ressecção cirúrgica
• Imunoterapia - vacina
• Anfotericina B
• KI – iodeta de potássio – 67mg/kg VO, 30 dias
• Casos não responsivos ao tratamento, lesões muito
extensas – Infelizmente – Eutanásia
MORFOFISIOLOGIA
• Tecido Tegumentar:

- Pele
- Pelo
- Coxins digitais
- Casco
- Chifre
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
- Proteção
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
- Proteção
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
- Conservação:
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
- Sensorial
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
Glândulas sudoríparas
- Secreção
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
- Secreção Glândulas sebáceas
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
7-dehydrocholesterol
- Produção
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
- Armazenamento
MORFOFISIOLOGIA
• Anexos da pele:
MORFOFISIOLOGIA
• Funções da pele:
- Transição entre
pele e casco
MORFOFISIOLOGIA
- Cascos dos equinos:

ARQUIVO
PESSOAL
MORFOFISIOLOGIA
- Cascos dos equinos:

Nicoletti et al.,
2000
Souza et al.,
2016

POLLITT,
ARQUIVO
2008
PESSOAL
MORFOFISIOLOGIA

Pelo

Epiderme
Epiderme Nervos

Glândula
Derme sebácea
Epiderme

Hipoderme
Tecido
adiposo
Músculo
MORFOFISIOLOGIA
- Epiderme
MORFOFISIOLOGIA
- Feridas

• Contusão
• Abrasão
• Incisão
• Perfurante
• Lacerante STASHAK & THEORET, 2008

WHITE et al., 2009


www.vetarq.com
BALSA,
STASHAK 2015
& THEORET, 2008
MORFOFISIOLOGIA

TECIDO TEGUMENTAR

ASPECTOS
FARMACOLÓGICOS
MORFOFISIOLOGIA
MORFOFISIOLOGIA

- Via “Tópica”
MORFOFISIOLOGIA

- Lambedura
MORFOFISIOLOGIA
- Deposição em fômites:
MORFOFISIOLOGIA
- Necessidade de tricotomia:
MORFOFISIOLOGIA
- Animais “Mansos”
MORFOFISIOLOGIA
- Terapia adjuvante: $$$$$$
MORFOFISIOLOGIA
- Sucesso da terapia TÓPICA
MORFOFISIOLOGIA
- Veículos e Excipiente:

• Sólidos pulverizados
• Líquidos
• Graxa mineral e óleo
• Propilenoglicol
MORFOFISIOLOGIA
- Forma farmacêutica:

• Pó
• Solução
• Álcool
MORFOFISIOLOGIA
- Forma farmacêutica:
• Pomadas, Emulsões, pastas, unguentos, cremes
MORFOFISIOLOGIA
- Princípios ativos:

• Adstringentes:
Ácido acético a 0,25%
Nitrato de prata a 0,25
Permanganato de potássio
MORFOFISIOLOGIA
- Antimicrobianos:

• Álcool 60GL, 70GL - Etílico


• Álcool 90GL - Isopropílico
MORFOFISIOLOGIA
-Antimicrobianos:

• Ácido acético a 5%
MORFOFISIOLOGIA
-Antimicrobianos:

• Água oxigenada
a 3% ou a 10%
MORFOFISIOLOGIA
-Antimicrobianos:

• Triclosana
MORFOFISIOLOGIA
-Antimicrobianos:

• Propilenoglicol
MORFOFISIOLOGIA
-Antimicrobianos:

• Clorexidina
Concentração
mais efetiva 3%
MORFOFISIOLOGIA
-Antimicrobianos:

• Halogenados
Iodo
MORFOFISIOLOGIA
-Antimicrobianos:

• Halogenados
Cloro
MORFOFISIOLOGIA
MORFOFISIOLOGIA
- Tratamento:
• Curativo:

STASHAK & THEORET, 2008


MORFOFISIOLOGIA
- Anti – inflamatório:

• Muito potentes
• Potentes
• Moderadamente
potentes
• Pouco potentes
MORFOFISIOLOGIA
- Anti – inflamatório:

• Muito potentes:
MORFOFISIOLOGIA
- Anti – inflamatório:

• Potentes:
MORFOFISIOLOGIA
- Anti – inflamatório:

• Moderadamente potentes
MORFOFISIOLOGIA
- Anti – inflamatório:
• Pouco potentes