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MOVIMCNTO” SOCL AL E CULTURAL Inova’ g Ao ~ Em reun: %o realizada ' dia 15 de ja neiro , no Restaurante ‘Ly ar do Sertao , foi Fundado’ o flovimento Soci —— al e Cyltural Inovagao, que seria de infcio, _o ND@ - Jover '+rnaibano. A reuni8o que teve anga do Dep. Fede~ ral Celso :s:Coelho, contou ' com 2 do Prefeito da ci~ dade Qetista da Silva - que comandou os trabalhos da mesa do Vice-Prefeito oe candidato a De putado Estadual engonheiro Rober- to Broder, dos Vere s feinal~ do Santés e Onofre Seixas, go Or. Candido fithayde, do sr. José Ale- xandre Caldas Rodrigues, do Dr. ' Francisco Pereira Rodrigues e ou tras personalidades da politica e da sociedade parnaibanas Fola-' efeita Joag ' universitéri ram na ocasiao, o P Batista da Silva, os 2 José Elmar Melo de Carvalho © Glavo Aebelo de Carvalho Filho e, pelo Movimento Social ce Cultural’ Inovagao, esplicando a sua finali dade se’ pronunciou eginaldo Fer reira da Costa. Prosentes ainda ; r Sosé Ribeiro (também af do movimento) © Francisco Ju= y> Presidento da Acca. Leia mais MSCI na pdgina - 9. rancisco der olo Turfstico™~do Grasil, e pir isso foram dos trabalhos do pesquisa sobre * as condigacs da cidade. 0 Projeto Turcem ~ DELTA DO PARNATBA objets, vou criar "o Polo de Atragao Tu-" stica no Nelte do Parnaiba, co ino importante componente do cir- cuito tur{stico brasileiro" Observem bem: brasileiro! - fle terceira parte desse re latério que se refere a "Seguran- gx Péblica™, isto oxisto em nossa Gidade? .., se. Somos se ANG I - Parnafba (Pf) Janeiro A GRANDE CRI SE = MUNDIAL A partir des ta adigao,do arquivo Ino- vagao, divul garemos ex'm. tenso traba~ lho-anglise,. coma’ tambémyn. outros dados impprtantes* sobre a crise de 1974. Es te trabalho foi _divulgado no Jornal Opinido de 21. de Fevereiro de 1975 1978 - NB ESTIBULAR No raut Leia na.pé gina 10 05 servird de orientagad pase elates s. relatos 2 pe voc que precisa se ii bre os exa £0.40) a ibaa G relato se inicia' bulares em : na pdgina 2 ¢ prossegue nosso Esta do, e, opi nides.. que até a pagina 7 do, tambem, na digdo deste jornal. prosseguin préxima e= eee +1974 assistiu ao co See um con mego. do que muitos consix Sidesegac? deram uma crise somalante pele Reis! & grande depressao dos a f ing nes 30 . tor gad 1.8 crise energética! yeyeisees, © a crise dos‘ alimentos. Piauds.v. Acompanhe o seu INOVACKO. JORNALISMO NU. SIGNIFICA’ APARECER’. Do nor © ditérial na pégina 3 mandamos a resposta ao Norte dg. Piaut de 4 de janeiro polas informagoes ;mal divulgadas sobre a Ala Jovem dé... MOB e referindo-se ao Presidente da’ “ACEP como provével Presidente pera osta A= la dopartido oposicionista, ve» isto 6 uma prova de ‘como:se faz jornalismo em. Parnaiba,.. Informagées dades sem convicgac @ certeza enganam 0 povo, proyocando- 0, @ nao..creditardm © acreditaren'® na imprensa local. A.Ala Jovem do "D8 6 desejo de jgvens parnaibsnos politizados~e—-que s6.contribuiré para @ cultura de modo goral da nossa cidade. Deste idealismo surgiu o Movi-' mento Sociol o Cultural Inovagao (ler pagina 9)... Praut CANTO DO IGARADE Hoje: Roginaldo Costa A essa altura, que as & guas do rio Parnaiba se avolumam @ as chuvas contribuem para inundagd- ®8} 0 povoarn entra om rotina. As casas (palne> 2) enchem-se do gua, transformer > #8 vidas ‘humdnas sa crificadas Gs velhos andam no atolei Fo, as criangas, as maes com os fi= hos nos bragos, o ostudante que vai_ao colégio transporta nos on— bros, @ bicicleta até a estrada que liga os Morros da Mariana a Parnai- ba. Vivem organicamente mal pois a 4gue que bebon & barrente ; a luz existia em dpoca passada o & estrada ligando o povoado a nossa cidade era projeto do Polo Nordeste logo em seguida titada dos planos , @-sua construgao. Os avés viram seus ne~ tos_brincarem na lama*hoje serve de vis&o em relagao aos sous bisnetos, 0 cabgclo sofre mas nao mais recla- ma. Nao perdeu suas Forgas, € que 9 homem de comando sé o auve, sé 0 procure na-época necessdéria, ou se- J, na 6poca eleitorel. Nesta época, as proudvois ng fazem promessas, i- rincam com ea miséria todos. i cwn, a tristeza, a ne cessidade cv nuco goral, sobrevivem neste pedago do Piauf, caracteristi ca deste Estado inexorével,‘que uns Procurem transformé-lo para melhor, outros fazem como in pouco —_—vigto, destrui-lo com episédios identicos ao da Estrada ‘de Ferro de Parnaiba, BRASIL POTCNCIA Sudepe Ferrovia do Ago er + esc&ndaloside incapacidade ministrative conPbrme domonstredo pelos governos do Espirito Sento, to Grosso e Maranhdo; osto Ultimo conseguiu se firmar, gragas as in= Pluencias pol{ticas do velho ex-ca~ cique pol{tico Vitorino Freire... Leia o Comentério Politico do Jornal Inovagao, ‘ SINA = 7 ag seu a NG SEI TUDO, MAS... Pontes Magalnaes Alguém chegou a me dizer ' que Dous despertou o homen seus Dez Mandamentos, a fazer justa mente o contrério do bem. £, itoni= camente, chegou ao ponto do’ dizer que: "quanto mais Dous disse num de seus mandamentos >" que n@o cobigas~ sg a mulher do préxino - mais se vér gente cobicancr sndca © espé- sos alheios. a Simplesmente respondo aes sa hipétese absurda. Deus criou mundo © fez do homem seu semelhante por isso o chamamos do Pai, Deus sendo Pai, jamais iri a desejar algum mal a um de seus hos. Guando Ele apresente os Dez Nandamentos, é justamente despertan do, mas como uma adyertencia, mos~. trando assim, nao sémente o que 6 errade, mas o que deve ser seguido. Agora cu digo: cair na las ma, depois dela sair c so limpar, & digno de Crixta0; mas, cair na lama e nela per:. .ccor € digno de PORCO. ; rdade nao sou dono; nem sei i sobre Qeus. Nao sei-ty do, mas.. juo néo vale a penae ser diplonccn ou ter experiencias quaisquer so este SER nao vive a sua realidade, o seu EU interior pensando com rebeldia, ao falar 6 nome de Deus... Deus feitg homem, morre na cruz para a salvagao dos homens, uns se-acham indignos do perdao’ e humildemente aceitam Deus, a salve- g80; outros, irohicamente recusam Dous © blasfomam. Sushar, tende Pie dade déstes que acsix, fazem. A GRANDE CRISE MUNDIAL Do Arquivo Inovagao publi caremos a partir desta edicggo um artigo-andélise da Crise Mundial de 1974.Com o relato de Geoffrey Bar raclough e publicado no Jorned Opi= ni@o. Segue a Primeira Parte: Quando a histéria da de- ' eproxima vier a ser Jopressao que prove- sintomas atuais, se ré ainda cver@ e abalaré o mundo m 1 de 1929/1940 = a segunda meteuy de 1974 apareceré.co mo 9 momento em que um mundo relu-— tante, preocupado com a inflagao 2 desemprogo croscente, foi brusra= mente colocado frente a frente com 0s problemas gémeos dos alimentos e da energia, Continua na Pagina - 7 pressdo quo s9 escrita velmente, INOVACAO ANO I = N@ 3 Parnafba (PI) Janeiro 1978 « | Fi Oe com + EDI ae 0 Jornal Norte do Fiauf de 4 de janeiro, divulgou em sua segun da pdgina, informagdes imprecisas sobre-a Ala Jovem do MDB de Par~' naiba. Essas informagdes foran na turalmente divulgadas por alguém! mal informado, inclusive sem con= digdes de opinar sobre o movimen- to de jovens interessados en de olftica como cultura senvolver 7 em noss¢ Jorns recer, nen openas desfrutar do "status" a classe oferece, Informar por informar, sem -' convicgao taguilo que se esté re latando jf nao é rnalismo, masy hipocrisia, coisa muito se verifi 2 por aquise. No vamos enganar o povoy pro vocando-o descrer na imprensa 19 cal. 0 Presidente da ACEP, Francig co Jurity nflo ten ligagSo com a Ala Jovem do Partido. Estd ligado sim, a0 Movimento Social e Cultue ral InovagSo (ler pdgina 9). A Ala Jovem do MDB é o desejo de jovens parnaibanos poli tizados e esta inovagio na polftica local sé contribuird para & cultura de todos, om todos os sentidos, A AL Ja Jovem & do MDB por qué a menta lidadc, o idealismo e as"idéias ' dos orgs: doeres vai em paralelo as metas ° ‘ovinento Denocrético Brasi. / os seja, em prol de uma Cone th e, contra o AI-5 © 0 ATs. Porianto, pelo aprimoranento do jornalismo em nossa terra, va mos evitar conentar notfcias in-t filtradas através dagueles mal informados a cerea do que realmen, te divulgan. Vanos seguir e apoiar os jo- vens que acordam e contribuen pa ra a organizagdo-moral c intelec~ tual de Parnaiba... ee A LEITURA # ZSSENCIAL A NOSSA VIDA a aoa Inovacho ANO I = Ne 3 — TNOVACRO Jornal do Movimento “Sgcial e Cultural Tnovagao . ANO IT = Pers :fba (PI) jan/1978 “N23 @ 3,00 FUNDADORES Ribeiro e Costa REDATORES Reginaldo Ferreira da Costa Francisco José Ribeiro CORRESPONDENTES TERESINA-Py Tenente José Cruz da Noche SKo LUIZ=MA Paulo Cézar FORTALEZA=CEs Mapia de Fatima Oliveira CAMPINA GRANDE=PB: Hélio Lemos BELO HORIZONTE SMCs Roginalde C. Lima BRASILIA-DF: Célie o Mr- alva co, stam COM ESTA EDIChO Capitdo Momérie Marlety Rodrigues da Silva Vicente Vicentino Or. Canindé Antonio Rogério P, MagalhSes Eng. Joao de Carvalho Sé Ana Alice AS ATREVIDAS Do nosso correspondente en Teresina. Phe, 5 Comenta nosso correspondente 4 mow vimentag&o desorganizada das bici. cletas, em Teresina e que serve de roteiro, tanbén, para Parnafpa, Un artigo de leitura agray afvel com poa dosagem de humor... FEC HEHE IE OEE Parnafba (PI) Janeiro 1978 - 3