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A divisão de meiose é estudada em duas etapas: meiose I e meiose  

II.
DISCIPLINA
 
Aeronáutica e
Os nomes das fases da meiose são os mesmos usados para a mitose. 0sse artigo possui astronáutica
£ Anatomia
downloads anexos.
ÑÑÑÑ Humana
Artrópodes
Astronomia
Primeira divisão meiótica (meiose I) Biofísica
Biografias
’  Bioquímica
Botânica
É a fase mais longa e complexa. Podemos identificar cinco estágios. Citologia
Dinâmicas

   (leptos = fino): nesse estágio, os filamentos de
cromatina, já duplicados, iniciam sua espiralização. Ecologia
Embriologia
Evolução
Fisiologia
Fisiologia
Vegetal
Frutas
Comestiveis
Genética
Geografia Fisi
Geologia

  (zygos = par): prosseguindo na condensação, cada
cromossomo se move e se coloca lado a lado com seu homólogo. O Histologia
emparelhamento se chama sinapse e cada par de homólogos Ictiologia
constitui um bivalente.
Imunologia
Invertebrados
Microbiologia
Notícias
Patologias
Reproduçao
Taxonomia
Vertebrados
¦oologia


  (paquis = espesso): pareados e mais condensados,
os cromossomos evidenciam suas duas cromátides. Assim, o par terá
quatro cromátides lado a lado (tétrade).

É possível a troca de fragmentos entre cromátides de cromossomos


homólogos.


   as cromátides vizinhas podem trocar fragmentos, o
que se chama permutação ou crossing-over. A imagem em "X", que
se observa no microscópio, é o quiasma.

 ocorre a terminalização dos quiasmas, isto é, seu
deslizamento para as extremidades dos cromossomos e sua completa
separação. O nucléolo desaparece e a carioteca desintegra-se,
ficando os cromossomos soltos no citoplasma. Cada cromossomo do
par de homólogos se liga a fibras do fuso acromático que se dirigem
a um dos pólos celulares.

A prófase I é caracterizada pelo fenômeno do pareamento dos


cromossomos homólogos. Nesta fase pode ocorrer o fenômeno de
permutação ou crossing-over, que é uma importante fonte de
variabilidade genética nas populações com a formação de gametas
recombinantes.

A figura a seguir destaca a prófase I em uma de suas fases mais


marcantes e características, em que ocorre o pareamento dos
cromossomos homólogos.

   !

 ! : com grau máximo de condensação ou espiralização,


maior que na mitose, os cromossomos estão emparelhados no
equador celular.
 !

Com o encurtamento das fibras do fuso, os cromossomos homólogos


se separam e se dirigem para pólos opostos (disjunção). Não há
bipartição dos centrômeros, e as cromátides irmãs permanecem
unidas. 0m cada pólo, está a metade dos cromossomos da célula-
mãe, ainda duplicados.

 "

" : os cromossomos se desespiralizam, a carioteca se refaz


e o citoplasma se divide, formando duas células-filhas haplóides.

0ntre o final da divisão I e o início da divisão II, pode ocorrer um


pequeno intervalo, a intercinese, no qual não há duplicação do DNA.
£ #$%  &$% 

Os eventos desta etapa são idênticos aos de uma mitose, uma vez
que duas células haplóides, resultantes da divisão I, irão originar
quatro células haplóides no final.

 

A carioteca se fragmenta, os cromossomos iniciam sua espiralização


e se ligam às fibras do fuso, que se dirigem para ambos os pólos.

’   !

Nesta fase os cromossomos estão bem condensados ou espiralizados,


localizados no plano equatorial da célula.
 !

Ocorre bipartição dos centrômeros e as cromátides irmãs se


separam, tracionadas pelas fibras do fuso para pólos opostos das
células.

Obs: Na Anáfase I separa os cromossomos homólogos, enquanto na


Anáfase II separa as cromátides irmãs.

 "

Nesta última etapa ocorre a reorganização do núcleo,


desespiralização dos cromossomos e a divisão do citoplasma
(citocinese)
Observe que foram formadas quatro células (N = 2) com a metade
da ploidia da célula inicial.

[ ]

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A divisão de meiose é estudada em duas etapas: meiose I e meiose  


II.
DISCIPLINA
 
Aeronáutica e
Os nomes das fases da meiose são os mesmos usados para a mitose. 0sse artigo possui astronáutica
£ Anatomia
downloads anexos.
ÑÑÑÑ Humana
Artrópodes
Astronomia
Primeira divisão meiótica (meiose I) Biofísica
Biografias

’ 
Bioquímica
Botânica
É a fase mais longa e complexa. Podemos identificar cinco estágios. Citologia
Dinâmicas

   (leptos = fino): nesse estágio, os filamentos de
cromatina, já duplicados, iniciam sua espiralização. Ecologia
Embriologia
Evolução
Fisiologia
Fisiologia
Vegetal
Frutas
Comestiveis
Genética
Geografia Fisi
Geologia

  (zygos = par): prosseguindo na condensação, cada
cromossomo se move e se coloca lado a lado com seu homólogo. O
Histologia
emparelhamento se chama sinapse e cada par de homólogos Ictiologia
constitui um bivalente.
Imunologia
Invertebrados
Microbiologia
Notícias
Patologias
Reproduçao
Taxonomia
Vertebrados
¦oologia


  (paquis = espesso): pareados e mais condensados,
os cromossomos evidenciam suas duas cromátides. Assim, o par terá
quatro cromátides lado a lado (tétrade).
É possível a troca de fragmentos entre cromátides de cromossomos
homólogos.


   as cromátides vizinhas podem trocar fragmentos, o
que se chama permutação ou crossing-over. A imagem em "X", que
se observa no microscópio, é o quiasma.


 ocorre a terminalização dos quiasmas, isto é, seu
deslizamento para as extremidades dos cromossomos e sua completa
separação. O nucléolo desaparece e a carioteca desintegra-se,
ficando os cromossomos soltos no citoplasma. Cada cromossomo do
par de homólogos se liga a fibras do fuso acromático que se dirigem
a um dos pólos celulares.
A prófase I é caracterizada pelo fenômeno do pareamento dos
cromossomos homólogos. Nesta fase pode ocorrer o fenômeno de
permutação ou crossing-over, que é uma importante fonte de
variabilidade genética nas populações com a formação de gametas
recombinantes.

A figura a seguir destaca a prófase I em uma de suas fases mais


marcantes e características, em que ocorre o pareamento dos
cromossomos homólogos.

   !

 ! : com grau máximo de condensação ou espiralização,


maior que na mitose, os cromossomos estão emparelhados no
equador celular.
 !

Com o encurtamento das fibras do fuso, os cromossomos homólogos


se separam e se dirigem para pólos opostos (disjunção). Não há
bipartição dos centrômeros, e as cromátides irmãs permanecem
unidas. 0m cada pólo, está a metade dos cromossomos da célula-
mãe, ainda duplicados.

 "

" : os cromossomos se desespiralizam, a carioteca se refaz


e o citoplasma se divide, formando duas células-filhas haplóides.

0ntre o final da divisão I e o início da divisão II, pode ocorrer um


pequeno intervalo, a intercinese, no qual não há duplicação do DNA.
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Os eventos desta etapa são idênticos aos de uma mitose, uma vez
que duas células haplóides, resultantes da divisão I, irão originar
quatro células haplóides no final.

 

A carioteca se fragmenta, os cromossomos iniciam sua espiralização


e se ligam às fibras do fuso, que se dirigem para ambos os pólos.

’   !

Nesta fase os cromossomos estão bem condensados ou espiralizados,


localizados no plano equatorial da célula.
 !

Ocorre bipartição dos centrômeros e as cromátides irmãs se


separam, tracionadas pelas fibras do fuso para pólos opostos das
células.

Obs: Na Anáfase I separa os cromossomos homólogos, enquanto na


Anáfase II separa as cromátides irmãs.

 "

Nesta última etapa ocorre a reorganização do núcleo,


desespiralização dos cromossomos e a divisão do citoplasma
(citocinese)
Observe que foram formadas quatro células (N = 2) com a metade
da ploidia da célula inicial.

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